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Revista Cr$ ELETRÔNICA 84 102 50 PROJETOS DE LEITORES bancada-11, som e efeitos especiais-12, alarmes e sirenes-5, hobby-11, jogos jogos receptores e Revista Rovista Revista 100 ELEELEELE ELE ELEELE ELE ELE ELETRÔNICA RELAC PX Ind PX GRATIS Detector de COMO FAZI SOM Como ALARME SEQUENCIA Osc UM ALARM par par SUPERRECEPTORZINHO DE FM ROBERTO CARLOS Brasília DF Receptores super-regenerativos podem para tornar o receptor utilizável efetiva- aliar uma grande sensibilidade a uma gran- mente. de simplicidade. Se bem que a seletividade e a qualidade de som deste tipo de recep- o CIRCUITO tor não possa ser considerada excelente, o transistor Q1 é a base do detector podemos dizer que para o caso de monta- super-regenerativo, cuja frequência de gens experimentais ou recreativas essas recepção é determinada por L1 e jun- características são suficientes. tamente com C3. Esta bobina L1 consta de o receptor que damos leva 4 transisto- 3 a 4 espiras de fio esmaltado 28 numa res e apresenta boa sensibilidade, poden- forma com diâmetro de 1 cm. o trimer é do ser sugerido como montagem experi- comum e o variável é do tipo miniatura mental para a captação de estações de FM para FM. o choque de RF consta de aproximada- Se a estação for forte e próxima, a quali- mente 50 voltas de fio esmaltado fino num dade de som pode ser boa o suficiente resistor de 100k 1/2W. BF494 R4 R5 R6 R7 R8 C3 470K 22K C5 220 15K TRIMER K COMUM C2 VARIAVEL DRIVER T2 PEQUENO SAIDA 1K C4 Q2 BC548 BC548 Q3 C6 100K R3 XRF 33K 04 BC548 9V T1 é o componente que faz a transferên- MONTAGEM cia do sinal da etapa super-regenerativa para a entrada da etapa de áudio. Trata-se o máximo de cuidado deve ser tomado de um transformador driver comum para com a montagem, principalmente dos transistores. componentes em torno de Sendo esta A etapa de áudio leva 3 transistores etapa de alta frequência, todas as ligações NPN para uso geral, fornecendo uma devem ser curtas e amplificação suficiente para excitar um Se bem que a montagem ideal deva alto-falante via T2, que é um transforma- fazer uso de placa de circuito impresso, os dor de saída. montadores mais habilidosos poderão ter A alimentação do circuito é feita com resultados satisfatórios mesmo com o uso uma tensão de 9V e a antena é do tipo de pontes de terminais. telescópico com aproximadamente 50 cm. o ajuste do ponto de funcionamento é Os capacitores eletrolíticos são para 12V obtido no trim-pot R2 e simultaneamente e os demais são cerâmicos ou de poliéster. nos trimers. Fevereiro/82 3caça níqueis eletrônico RICARDO JOSÉ BARBOSA SERRANO Olinda PE Para os que gostam dos jogos eletrôni- pode ganhar um prêmio que consiste na têm boa experiência no projeto de pla- devolução de uma certa quantidade de cas de circuito impresso e sabem trabalhar fichas. com integrados, eis aqui algo interessante. As figuras no final do processo páram Trata-se de uma versão eletrônica do em sequência, e para "ganhar" o prêmio tradicional jogo de Caça-Níqueis, muito devem ser todas iguais. comum nos cassinos. COMO FUNCIONA Neste jogo, temos uma "máquina" em o circuito de entrada leva um oscilador, que o jogador em primeiro lugar introduz que usa um único integrado 555. uma ficha. Depois, este mesmo jogador Temos em seguida um circuito sequen- puxa uma alavanca que dá início a um pro- ciador, que faz a contagem dos pulsos do cesso aleatório em que figuras de frutas se oscilador, mas de tal modo a haver a para- sucedem em um visor. da também em sequência. Para a parada Conforme a combinação de figuras que em sequência são usados monoestáveis se obtém no final do processo, o jogador com tempos programados. C3 C2 220uf P1 R3 47K R4 22K 33K CH-1 47K 14 10 11 9 9 11 10 14 4 8 3 3 5 7 2 74121 74121 R2 555 C4 CI-3 22K CI-1 CI-2 5 4 4 6 5 7 6 7 6 + 3 C1 10 9 4 5 2 1/4 CI-4 7408 1/4 CI-4 7408 7408 14 7 8 6 3 5 1/4 CI-7 2 7432 14 1/4 7 7432 6 3 R15 2 3 12 11 220.0 2 3 12 11 2 3 12 11 7474 7474 7 14 7474 7 14 CI-10 7 14 CI-9 CI-8 6 5 8 9 6 5 9 6 5 8 9 10 9 13 1/4 CI-6 2 a 5 1/4 CI-6 12 1 2 4 1/4 CI-5 5 CI-5 7408 7408 7408 1/4 CI-5 14 7 7408 7408 14 7408 3 6 8 11 3 6 R10 R11 R9 2200 R7 2200 2200 FLA10 FLA10 AMAR AMAR D2 FLAIO R13 2200 D6 FLV11 07 FLV110 09 03 D4 FLV110 D1 FLV110 VERM VERDE VERDE VERM VERDE Finalmente para registrar os resultados leds cada um, sendo um vermelho, um foram usados contadores, que utilizam 3 amarelo e um verde. Revista Saber Eletrônica 4Para jogar, aciona-se um interruptor de suportar toda a carga de funcionamento pressão, que faz as vezes da "alavanca" do do aparelho. jogo tradicional. SUGESTÕES PARA JOGO Os leds começam então a piscar, paran- Cada jogador aposta uma ficha e aciona do então um da primeira fila que define o interruptor de pressão, dando início ao portanto a primeira cor. processo de sorteio. Alguns segundos depois, pára um da Se as três cores definidas forem iguais o segunda fila, quando então temos a segun- jogador ganha um certo número de fichas da definição. Finalmente, temos a parada da "banca", como por exemplo: de oscilação da terceira fila, quando então Todas vermelhas 3 fichas temos a definição de mais uma cor. Todas amarelas 5 fichas Vence o jogador que conseguir as mes- Todas verdes 10 fichas mas cores no final, ou seja, todos verdes, todos vermelhos, ou, então, todos amare- Se as cores forem diferentes, o jogador, los. evidentemente, perde a ficha apostada MONTAGEM para a "banca". Evidentemente, pela quantidade de cir- Os leitores dotados de imaginação cuitos integrados utilizados será conve- podem acrescentar, na saída deste circui- niente usar uma placa de circuito impresso to, um conjunto de portas capazes de para a montagem e muito bem planejada. detectar a combinação vencedora de pon- A alimentação do circuito deve ser feita tos e com ela disparar uma sirene ou até com uma tensão de 5V, já que os circuitos mesmo um sistema eletromecânico que integrados usados são do tipo TTL. a premiação automática, despejando A fonte de alimentação deve fornecer uma certa quantidade de fichas em um uma corrente mínima de 500 mA, para reservatório de apostas. FONTE DE ALTA TENSÃO CLEDINALDO FONSECA SANTANA Itabuna BA A partir da baixa tensão de uma bateria cuito é dado pelo valor de que deve ser de 12 V podemos obter uma tensão alter- conseguido experimentalmente em função muito elevada com este circuito do transformador. o transistor TIP 3055 inversor. o valor da tensão obtida depende deve ser dotado de um dissipador de calor. do tipo de transformador podendo ocorrer SAÍDA picos de mais de 1000 V em alguns MAIS DE SECUNDÁRIO 2KV Evidentemente, a potência transferida 6+6V neste circuito é baixa, o que significa que, PRIMARIO 110V mesmo tendo alta tensão, a corrente é muito pequena, o que significa que somen- te cargas de muito baixo consumo de 12V 1000uF energia podem ser alimentadas neste 16V 10K caso. Circuitos que podem ser alimentados 1/4W pelo inversor limitam-se portanto a lâmpa- TR1 TIP-3055 das fluorescentes de baixa potência, ioni- D1 CHOQUE DE zadores, etc. o transformador usado é do tipo de ali- mentação com secundário de 6 + 6 V e A montagem pode ser feita numa primário de 110V ou 220V. Evidentemen- pequena caixa de metal, tomando-se cui- te, o primário de 220V permite obter uma dado em deixar bem isolada a saída de alta tensão mais elevada. tensão para não causar choques perigosos o ponto de funcionamento ideal do cir- e desagradáveis. Fevereiro/82 5Intercomunicador Integrado ALMIR MARCOS MACEDO São Paulo SP Um intercomunicador para ser bom deve e presa ao integrado firmemente. A ser sensível e ter boa potência de saída. potência de áudio obtida dependerá da Partindo desta idéia, o intercomunicador tensão de alimentação. que damos utiliza o circuito integrado TBA Para a estação remota pode-se usar fio 810 AS, que pode fornecer ate 7W e que comum até distâncias, de 50m. Para apresenta excelente sensibilidade de cias maiores recomenda-se a utilização de entrada. fio blindado, para que não ocorra a capta- ção de zumbidos. o intercomunicador pode ser alimenta- do com tensões entre 4 e 20V, sendo que a COMO FUNCIONA partir de 9V será preciso usar um bom dis- Temos basicamente um amplificador de sipador de calor para o circuito integrado. áudio, em que a saída e a entrada podem Este dissipador consiste numa chapa de ser comutadas com a ajuda de uma chave alumínio fino de 2/10 cm dobrada em "U" 2 que é a chave "falar-ouvir". -9VO R2 C11 10 C4 47K C10 C1 C5 R1 C6 560 2.2K C2 P2 100K TRANSF. DE SAÍDA 100K 6 C7 9 10 R3 7 4700 C.I.-1 5 12 T2 DE SAÍDA 4 C9 1 8 R4 1000 1000uf C3 C12 CH1 CHAVE HH Como a entrada do amplificador é de judicar o entendimento da palavra e o alta impedância, e sua saída é de baixa, alcance. um transformador de saída invertido possi- Pode ser usado um transformador de bilita o casamento de impedâncias. Na saída para transistores nesta função. verdade, para que o sinal seja transmitido obrigatório, mas para T2 devem ser feitas numa impendância um pouco mais alta experiências sobre sua necessidade. que a da saída do amplificador, possibili- MONTAGEM tando assim menor atenuação em função Para a montagem o leitor pode usar da distancia, o autor usou um transforma- uma placa de circuito impresso, a qual dor também na saída. pode incluir também os componentes da Este transformador pode reduzir a fonte, se o aparelho for alimentado pela potência de áudio, mas não a ponto de pre- rede. Revista Saber Eletrônica 6Os resistores são todos de 1/8W e os Na montagem obedeça a polaridade dos capacitores de menos de 1 uF podem ser eletrolíticos e a posição do circuito integra- tanto de poliéster como cerâmicos. Os do. capacitores de mais de 1 uF são eletrolíti- Os alto-falantes das duas estações, para cos, com tensão de trabalho maior do que maior qualidade de som, devem ser de 8 a da fonte de alimentação usada. ohms 10 cm. DESPERTADOR SOLAR GILBERTO MARTINS DE SOUZA Salvador BA Que tal acordar com os primeiros raios de sol? Não, você não precisa de um bom galo para isso! o circuito que damos aqui faz as vezes do galo e acorda você com a LDR claridade do amanhecer, acionando um alarme, o seu rádio de cabeceira ou seja lá 47K o que você quiser... RELE Um LDR é o elemento sensível que, ao ZA020006 receber os primeiros raios da alvorada, ETC aciona um relê. o relê pode então ser usa- do para ligar qualquer dispositivo que o lei- tor deseje. 6V NOITE DIA Simples de montar e de grande eficiên- HH cia, este aparelho pode ficar ligado a noite inteira sem perigo de desgaste para as pilhas, em vista de seu baixo consumo. MONTAGEM Para excitar o relê a partir da pequena Os componentes podem ser soldados corrente do LDR, é usado um transistor em uma ponte de terminais que serve PNP de uso geral que pode ser o 2SB186, como chassi. o LDR ficará num tubo colo- BC557 ou o BD136. cado fora de sua casa ou em local que Um recurso interessante deste circuito é receba somente a luz do amanhecer. Você a chave "dia" deve ter cuidado para que a luz de um pos- Na posição "dia" temos a ligação do cir- te de iluminação ou de outra fonte não cuito externo ao anoitecer, ou seja, um venha interferir no funcionamento do interruptor crepuscular. Na posição "noite" aparelho. temos a ligação do circuito externo ao o de 47 k controla a amanhecer. sensibilidade do circuito e, portanto, a Interpretando de outro modo, na posi- intensidade de luz com que ocorre o dispa- ção "dia" temos a ação de desligar um cir- ro. Este deve ser ajustado cuito externo ao amanhecer, e na posição para o ponto em que, mesmo em dias "noite" temos a ação de desligar um cir- encobertos, se obtenha o disparo do relê. cuito externo ao anoitecer. o relê sugerido é o ZA 020 006, já que o leitor pode perceber que além de des- a alimentação do circuito é feita com 4 pertador este circuito pode ser usado em pilhas comuns (6 V). outras aplicações como alarme de luz. Fevereiro/82 7Pisca Pisca de Potência DÉCIO ANGELO FONINI JR. Rio de Janeiro RJ Este pisca-pisca pode controlar, alterna- vibrador astável, que controla dois SCRs damente, dois conjuntos de lâmpadas, de modo a se obter seu disparo alternada- num total de 880W na rede de 10V ou mente. o tempo de acendimento do con- 1760W na rede de 220V, para o SCR usa- junto L1 de lâmpadas corresponde, por- do. tanto, ao tempo em que o conjunto L2 fica o que temos basicamente é um multi- apagado e vice-versa. P1 P2 R1 R2 330R 330R + 9V L2 R3 R4 LED1 10K 10K LED2 REDE R6 R5 10K C1 C2 10K P4 SCR2 P3 220K TIC 220K D1 D2 IN4004 IN 4004 Q1 Q2 IN4151 BC238 BC 238 Os P1 e P2 permitem damente na frequência desejada. Em um controle independente das frequências seguida, deve-se ajustar os dos conjuntos de lâmpadas, do mesmo tros P3 e P4, para se obter o ponto de dis- modo que os capacitores C1 e C2 fixam a paro dos SCRs. faixa de frequências de operação do circui- to. o circuito de potência pode ser alimen- tado tanto pela rede de 110V como 220V LED e a parte de disparo, formada pelo multi- vibrador, exige uma alimentação de baixa 10K P1 SCR 220K tensão, que pode ser uma fonte separada ou ainda 6 pilhas ligadas em série (bateria D de 9V). 10K Os leds ligados aos coletores dos tran- P2 SCR2 220 K sistores permitem uma monitoria do fun- cionamento do multivibrador, e do próprio D aparelho no caso das lâmpadas serem ins- taladas remotamente. LIGAÇÃO EM PARALELO DE DIVERSOS SCRs Para colocar o aparelho em funciona- mento deve-se ajustar em primeiro lugar Normalmente o ajuste de P3 e P4 só P1 e P2, para que os leds pisquem alterna- precisa ser feito uma vez, podendo-se 10 Revista Saber Eletrônicamodificar a frequência do multivibrador que diversos deles poderão ser ligados em sem a necessidade de se reajustar estes paralelo. controles. Na montagem observe a polaridade dos Os resistores são todos de 1/8W e os diodos e dos leds. A posição dos transisto- capacitores podem ter valores entre 10 e res, dada pelo seu lado achatado, assim 22 uF para piscadas rápidas, ou entre 50 e como dos SCRs, deve também ser obser- 100 uF para piscadas mais lentas. vada. No caso de se operar com mais de o autor usou, na montagem do protóti- 100W de carga por SCR, sua montagem po, SCRs do tipo TIC126D e transistores deverá ser feita em dissipador de calor. BC108. Para os SCRs podem ser usados Na figura damos também sugestões como equivalentes os MCR106, IR106 ou para se controlar potências maiores do que C106 e para os transistores os BC237, as suportadas por um único SCR, caso em BC238, BC547 ou BC548. SCA-NE N SIMPLES RENATO G. Rio de Janeiro RJ Este circuito tem algumas utilidades interessantes, apesar de sua extrema sim- 4M7 plicidade. Ele pode servir para decorar um CONTROLE DE brinquedo para quarto de crianças, que FREQUENCIA não ficarão no escuro total durante a noite, R1 R2 IOM IOM ou ainda para sinalizar, no escuro, interrup- tores ou controles de aparelhos. Outra finalidade importante é a experimental, evidentemente. C1 nov R1 R2 10M Os diodos retificadores da ponte forne- C1 220nF cem a tensão contínua da alimentação do ou 4 circuito, se bem que somente um deles, IN 14004 B A ou numa configuração retificadora mais sim- ples, já seja o suficiente para garantir o seu funcionamento. + 4004 MCR 106 ou BY127 TIC 1K Temos então um pisca-pisca com duas A/B lâmpadas neon, que piscam alternada- mente numa velocidade determinada tanto ATE 200W pelo valor de R1 e R2, como de C1. Com maior valor de C1 obtém-se piscadas mais intervaladas, ou seja, maior tempo. Uma possibilidade importante para este Com a troca ou acréscimo de um resis- circuito é a excitação de SCRs com o con- tor variável, conforme mostra a figura, trole de cargas de muito maior potência pode-se ter um controle de frequência num pisca-pisca com lâmpadas de até para o circuito. mais de 100W. Fevereiro/82 11Alarme para Portas e Janelas ELIAS BORGES DE MEDEIROS Goiana PE Para proteger sua casa, veículos ou za uma forte corrente que aciona um relê mesmo objetos, o que apresentamos é um sensível circuito de alarme. Este relê é usado para acionar um SCR Este circuito faz o disparo de uma sire- em seguida por motivos de proteção (se a ne, de um oscilador de áudio ou mesmo de ligação for restabelecida pelo intruso o um circuito de maior potência, quando um alarme não deixará de tocar). fio fino invisível é interrompido inadverti- No nosso circuito, o disparo do SCR ali- damente pelo ladrão ou intruso. menta um oscilador de áudio em que Como a alimentação é feita com bateria, temos um transistor único de pequena se também usarmos um sistema de aviso potência. o volume obtido neste caso é alimentado por bateria, teremos a possibi- baixo, mas será suficiente para acordar o lidade do uso portátil ou independente da proprietário de uma casa se for colocado rede. nas suas proximidades. Pode-se, entretanto, utilizar um segun- FUNCIONAMENTO do relê em série com o SCR, o qual será A interrupção do fino fio de proteção faz usado para alimentar uma sirene ou cir- com que o transistor Q1 do circuito condu- cuito de maior potência. C Q2 01 BC548 AC128 C T1 E SAÍDA 10K A B FTE 6V R2 R4 SCR 10nF IR106 47K R3 G TRANSFORMADOR DE SAÍDA 6V Ox YO MONTAGEM Q1 é um transistor PNP para uso geral, como o BC557, BC558 ou BD136. Para Todos os componentes são comuns, e Q2 temos um transistor NPN de uso geral como circuito não é crítico, até mesmo como o BC237 ou BC548. uma ponte de terminais pode ser usada Para o circuito indicado, em que temos como chassi. pequena potência de áudio, a alimentação o SCR é do tipo MCR106, 106 ou pode vir de 4 pilhas pequenas ou médias. C106, com tensão a partir de 50V, não Para um sistema de maior potência de avi- sendo necessário o uso de dissipador de so deve-se usar pilhas grandes ou fonte. calor. o consumo de corrente do aparelho na o transformador de saída do oscilador é condição de espera (armado) é muito bai- do tipo usado em rádios portáteis, com o que significa que ele pode ficar ligado pelo menos 500 ohms de impedância de a noite inteira sem perigo de esgotar as primário. pilhas. Revista Saber Eletrônica 12JOÃO BATISTA CASSOL FERREIRA Formigueiro RS Excitando um circuito sequencial com a cão de um sistema sequencial de até 10 saída de um aparelho de som podemos canais, e utilizando relês de 6A, isso signi- fazer um conjunto de lâmpadas correr fica uma carga máxima de 60A ou 6600W numa velocidade variável, acompanhando em 110V ou 13200W em 220V, o que ritmo da música. significa uma potência realmente sensa- Esta é a finalidade básica deste projeto, cional. em que se "modula" o clock de um siste- COMO FUNCIONA ma sequencial, transformando a onda dis- o transistor Q1 forma uma etapa pré- forme da saída de som de um receptor em amplificadora, que eleva a intensidade do picos retangulares, capazes de excitar um sinal retirado da saída do amplificador. o integrado C-MOS do tipo 4017. sinal retirado do coletor deste transistor é Alimentando relês de alta potência, levado a Q2 e que formam um dispa- pode-se com um mínimo de potência de rador, o qual transforma-os em pulsos áudio controlar grande quantidade de lâm- retangulares de acordo com sua intensida- padas, com a obtenção de efeitos espe- o ajuste da onda quadrada, obtida em ciais sensacionais. função da intensidade, é feito num trimpot o 4017 como se sabe permite a obten- de 25k, ligado à base de Q2. +9V +9V RELE 25K IN4002 +9V +9V BC548 03 10K 10K BC548 16 330K 5 3 02 15 2 BC548 BC548 1K 14 4 OUTROS Q1 RELES BC548 04 13 10 4700 BC548 10K 8 1 5600 Os sinais retangulares desta etapa pas- A alimentação do circuito é feita com sam numa nova etapa amplificadora, for- uma tensão de 9V. mada por Q4, para poder então adquirir MONTAGEM intensidade suficiente para excitar o inte- grado 4017. Os leitores devem usar uma placa de Este integrado C-MOS consiste num circuito impresso bem planejada para esta contador, que fornece uma saída sequen- cial no caso 6, para controle dos relês. Deve-se observar a posição do circuito Em cada saída do integrado temos mais integrado, dos diodos e dos capacitores uma etapa amplificadora, formada por um eletrolíticos, além dos transistores. transistor, para excitar o relê correspon- Os transistores podem ser todos do tipo dente e mais outro transistor, que excita BC238 ou BC548, enquanto o relê é do um led de monitoração. tipo RU 101 006 ou semelhante. Fevereiro/82 13F CONTROLE ODAIR GONZAGA DE SOUZA Santos SP o foto-controle que damos neste proje- COMO FUNCIONA to permite acionar um circuito por um o elemento sensível é um LDR (foto- tempo determinado, tanto pela incidência resistor) que dispara um integrado 555 na de um feixe de luz num elemento sensível configuração do o tempo de como pelo seu corte, conforme a posição disparo é determinado pelo capacitor C3 e de S2. pelo resistor R3. o leitor pode alterar à Você poderá usar este circuito como vontade o valor de C3 conforme o tempo alarme de luz (incidência ou corte), como desejado. controle remoto para abertura de portas de A saída do integrado é levada à compor- garagem pelo farol do carro, e em muitas ta de um SCR do tipo MCR106, o qual outras aplicações interessantes. controla a corrente do circuito de carga. o uso de uma ponte de diodos no circui- Para que ambos os semiciclos da alimen- to de carga permite a obtenção de potên- tação sejam aproveitados no circuito de cia total na carga, o que não pode ser con- carga, existe uma ponte retificadora com 4 seguido simplesmente com um SCR. diodos. R1 10K 1N4002 5W R5 R3 2M2 470K S2 PONTE R2 555 RETIFICADORA 1K R6 470K YO 110/220 C.A. C2 SCR MCR106 LDR R4 D2 100K IN4002 Com a utilização de diodos de 2A na impresso, observando-se apenas que os ponte, e com o SCR indicado, podemos ter resistores de fio R1 e R2 devem ficar em o controle de até 4A de carga, o que signi- posição que facilite sua ventilação, pois fica 440W na rede de 110V ou 880W na eles trabalharão ligeiramente aquecidos. rede de 220V. Na montagem observe bem a posição A alimentação do integrado, que é feita do SCR e do integrado, assim como a com uma baixa tensão contínua, é obtida polaridade de diodos e capacitores eletrolí- com a ajuda de um redutor que leva por ticos. componentes básicos o diodo D1, os resis- P1 é o controle de sensibilidade do cir- tores divisores R1 e R2 e o filtro C1. cuito, podendo ser usado tanto um trim- pot como um MONTAGEM Para cargas de mais de 60W, o SCR A montagem do foto-controle pode ser deve ser dotado de um bom dissipador de feita numa pequena placa de circuito calor. 14 Revista Saber EletrônicaMICRO- RADIO DILSON ARAUJO DOS SANTOS Ipiaú BA Este receptor ultra-simples tem no cir- calor e à umidade, perdendo então sua cuito de sintonia um capacitor variável sensibilidade. para AM e uma bobina, que consta de 100 ANTENA espiras de fio 28 à 32 AWG num bastão de ferrite de 1 cm de diâmetro, com qual- quer comprimento. A antena usada deve ser longa e bem IN 34 IN 60 isolada. Recomendamos a utilização de uma antena de pelo menos 10 metros de comprimento e uma boa ligação à terra, que pode ser feita no encanamento de BOBINA VARIAVEL FONE água ou em partes metálicas da estrutura da casa, como por exemplo as esquadrias de alumínio de portas ou o diodo pode ser de qualquer tipo de germânio para uso geral, como o 1N34 ou 1N60, e o fone é de cristal. Observamos que os fones de cristais são sensíveis ao TERRA SIMPLES AMPLIFICADOR BENEVIDES H. MARTINS Astolfo Dutra MG Você pode usar este simples amplifica- para esta finalidade o BC547 ou BC548 e dor de áudio em sua bancada, num inter- finalmente o transistor de saída pode ser o comunicador ou ainda como etapa de 2N3055 ou equivalentes plásticos. potência de um toca-discos portátil. A alimentação do circuito pode ser feita A simplicidade deste circuito é um fator com tensões entre 9 e 12 V de uma fonte, que atrai à primeira vista, já que apenas 3 já que a corrente exigida pelo circuito é transistores são usados, e todos comuns. relativamente alta. Por este mesmo moti- Q1 é o pré-amplificador, podendo ser de vo, o transistor deve ser montado num qualquer tipo PNP para uso geral, como o dissipador de calor de aproximadamente 5 BC557. Q2 é o driver, podendo ser usado 10 cm. ENTRADA R2 C2 R3 10K 47uF 1M5 TR2 1/2W 16V 1/2W BC548 C1 + 100nF 2N3055 P1 250V FT3055 100K0 R4 220 AC128 1/2W FTE 470K 4-80 * COM DISSIPADOR DE CALOR A montagem pode ser feita numa vando-se a polaridade do capacitor C2 e a pequena placa de circuito impresso, obser- posição dos transistores na sua soldagem. Fevereiro/82 15DESARME A BOMBA ROBERTO LUIZ M. NOGUEIRA Ribeirão Preto - São Paulo o jogo do "desarme a bomba" consiste bomba "explodir", ou seja, tocar o alarme. no seguinte: tem-se uma caixinha em que o jogo fica interessante na medida em que existe um certo número de chaves que a cada jogada teremos menos chaves para representam os pontos de controle de uma serem escolhidas na nossa vez de jogar. bomba imaginária. Cada jogador, na sua A fonte de alimentação dependerá do vez, deve acionar uma destas chaves sem alarme usado no circuito. Para uma cigarra deixar que a bomba estoure, o que será de corrente alternada alimenta-se o circui- indicado por um toque de campainha. to com 110V ou 220V e para um oscilador A escolha da chave a ser acionada é de áudio transistorizado alimenta-se o cir- aleatória, já que nenhum dos jogadores cuito com uma bateria de 6 V (4 pilhas). As deve saber qual das chaves é que provoca- figuras fornecem pormenores sobre as rá a "explosão da bomba" e esta chave é ligações. trocada em cada partida por meio de um As 4 chaves 2 2 fazem a codificação, codificador. ou seja, determinam aleatoriamente qual o Perde a partida, evidentemente, aquele interruptor que, ao ser acionado, provocará que na sua vez, ao acionar a chave, fizer a o "disparo da bomba" BLOCO DE CODIFICAÇÃO CHAVES ALARME HH POSIÇÃO ALEATORIA 111 110 101 100 CIRCUITO DE ALARME 011 001 000 FONTE Revista Saber Eletrônica 18FONTE VARIÁVEL DÉCIO ANGELO FONINI JR. Rio de Janeiro RJ Esta fonte permite um ajuste da tensão e filtrada pode ser usada em diversas apli- de saída, em função do tipo de carga ali- cações. mentada, de um modo diferente: pela ten- são aplicada ao primário do transformador. Veja o leitor que o fato de se regular a Trata-se basicamente de um "dimmer" tensão no primário elimina a necessidade com triac em que se ajusta a potência apli- de regulagem no secundário do circuito. cada ao transformador e com isso a sua Para a bancada do experimentador esta tensão de saída, a qual depois de retificada é uma fonte que pode ter muita utilidade. A 47K T1 110/220V DIAC MIN5761 330R 1000uF TRIAC ou MAIS TIC216 C2 330nF C D A B para até 2A ser usado o 1N4002 ou 100nF Se esta fonte tender a causar uma 600V 600V pequena interferência em rádios e televi- sores, um filtro pode ser agregado. Para este filtro, L1 consiste em aproximada- mente 50 voltas de fio 24 ou 26AWG, MONTAGEM enroladas num resistor de 100k 2W. Os o principal componente desta fonte é o capacitores do filtro devem ter uma tensão transformador, que determinará a tensão e de trabalho de pelo menos 600 V. a corrente do circuito de carga. Para o C1 e C2 são capacitores de poliéster triac sugerido, o transformador pode ter metalizado de 250V. secundários de 9+9, 12 + 12, 15+ o triac usado foi do tipo TIC216, o qual 15, com correntes até mais de 2A, sem deve ser acrescido de um diac, no caso, do problemas. o primário, evidentemente, tipo MIN5761. o triac não precisará ser será de acordo com a rede local. montado em dissipador de calor, a não ser o capacitor de filtro C3 tem seu valor que a potência do transformador seja ele- determinado pela tensão de secundário vada. do transformador. Para cada ampère suge- Para se controlar a tensão de saída des- re-se uns uF de capacitância, e a ta fonte pode-se acrescentar ao circuito tensão de trabalho pelo menos uns 50% um voltímetro de ferro móvel (baixo custo) maior que a tensão obtida. Por exemplo, ou então um par de bornes para ligação do se sua fonte for de 1A 12V, use um capa- Com o multímetro pode-se citor de 2200 uF 16V ou 25V. então fazer a leitura em qualquer instante Os diodos retificadores também são de da tensão que está sendo aplicada ao cir- acordo com a corrente da fonte, podendo cuito de carga. 20 Revista Saber Eletrônicaindicador de para aparelhos de som JOSÉ LUCIANO SARAIVA Rio de Janeiro RJ Com este circuito pode-se-ter uma indi- cionamento vem do aparelho de som com cação segura do ponto de equilíbrio para o qual ele funciona. os sinais dos dois canais de um sistema de som estereofônico. ESQUERDO DIREITO + + Utiliza-se como base deste projeto um miliamperímetro com zero no centro da escala (1-0-1 mA), o qual deve no equi- líbrio indicar uma corrente nula D1 R1 R2 D2 Os resistores R1 e R2 têm seu valor BY127 1K BY127 determinado pela potência do aparelho de som com o qual o medidor deve ser usado. Para aparelhos até 5W estes resistores o podem ser de 470R; para aparelhos até 20W estes devem ter 1k e para mais de 20W, acrescenta-se 500 ohms para cada 10W. Os diodos D1 e D2 podem ser de silício para uso geral como o 1N4004, 1N4007, BY127, etc. o trim-pot TP1 serve para ajustar a sen- Veja que este circuito não usa fonte de sibilidade do aparelho em função da pois a energia para seu fun- potência do seu amplificador. NINGUÉM SOBE POR ACASO o IPDTEL coloca ao seu alcance o fascinante mundo da eletrônica. Estude na melhor escola do Brasil sem sair de casa. Solicite agora, intei- ramente grátis, informações dos cursos. Fornecemos carteira de estudante e certificado de conclusão. 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Para os que tação esta que só chega ao circuito quan- gostam desta modalidade de projetos, do o jogador erra. temos aqui um bastante interessante, pois o controle de tonalidade do som é feito permite "testar" a firmeza dos nervos, por meio de um de 220k. como sugere seu autor. denominação o capacitor C2 pode também ter seu dada pelo autor de "Psicoteste Eletrônico" valor alterado para se obter um som mais indica uma das possíveis aplicações para o grave (capacitor maior) ou mais agudo (ca- circuito. pacitor menor). A finalidade do jogo é passar uma ponta de prova por entre as trilhas de uma placa de circuito impresso em forma de "labirin- PONTA DE PROVA to", num percurso determinado. Q2 C1 Q1 A ponta de prova de modo algum pode- rá encostar nas margens do caminho, pois se isso acontecer um circuito oscilador R1 será disparado emitindo um som estriden- te. A emissão deste som indica "erro" e portanto a desclassificação ou perda de pontos do jogador. Veja que neste jogo deve-se ter uma "dupla atenção", pois ao mesmo tempo C2 FTE que se evita encostar as pontas de prova nas trilhas, deve-se procurar a saída ou AO + DO LAB caminho que leva ao final do percurso. + o desenho sugerido pelo autor é uma indicação de que é preciso ter "nervos de para conseguir chegar ao final sem deixar tocar o oscilador. R2 B1 COMO FUNCIONA o circuito oscilador funciona basica- mente como um provador de continuidade. Se o oscilador tiver dificuldade em dar a partida, falhando, deve-se ligar um resistor de 1k em série com o capacitor C2. 47K Q2 MONTAGEM BD136 K o "labirinto" consiste numa placa de R2 220K + circuito impresso preparada, por onde C1 81 deve-se passar a ponta de prova. Você BC548 6 pode desenhar o labirinto numa placa vir- gem com a ajuda de uma caneta especial AO + C2 DO de circuito impresso ou então fazer o dese- 22nF FTE LABIRINTO nho com fita adesiva ou fita isolante, se bem que esta alternativa seja mais traba- lhosa. Temos dois transistores complementa- A parte eletrônica do circuito é montada res que excitam diretamente um alto- numa barra de terminais, de acordo com falante. A alimentação do oscilador pode circuito dado. 22 Revista Saber EletrônicaNesta montagem você deve observar a Um dos transistores é do tipo NPN para posição dos dois transistores e do capaci- uso geral, como o BC237 e o outro é PNP tor eletrolítico. para uso geral, como o BC557. + o alto-falante é de 8 ohms, de qualquer A caixa para esta montagem pode ser tamanho. feita em madeira ou outro material. oscilador para prática de telegrafia JOSÉ LUSUIMAR CUNHA Ubajara CE Este circuito utiliza apenas dois transis- com o resistor de 100k. Estes componen- tores comuns e fornece uma boa potência tes podem ser alterados de acordo com a de áudio num Os leitores que vontade de cada um. estão estudando Código Morse para pres- MANIPULADOR tar exames de telegrafia, têm neste apare- lho um excelente recurso para sua prática. A alimentação do circuito pode ser feita com tensões a partir de 3V e o alfo-falante pode ser tanto um tweeter comum como BC327 um alto-falante de 5 cm de rádio portátil. 3V Alto-falantes maiores também funcionarão 10nF satisfatoriamente. BC238 TWEETER o capacitor de poliéster de 10k determi- 100nF na a tonalidade do som obtido juntamente Fevereiro/82 23mini MIXER FÁBIO MAURÍCIO TINI Curitiba PR Este mixer com poucos componentes pode ser experimentado pelo leitor que necessita deste circuito, mas que não D1 tenha tempo ou componentes para elabo- BA 315 P1 rar um projeto mais completo. A intensidade do sinal aplicado a cada canal é determinada pela posição do cur- sor dos enquanto que os diodos isolam as diferentes entradas. Deve SAÍDA ser levada em conta, nesta a tensão mínima de sinal que cada diodo deve receber para começar a conduzir e a D2 distorção que este componente pode BA 315 introduzir. Nos casos em que os sinais P2 forem relativamente intensos, ou que um nível relativo de distorção for admitido, AS OUTRAS ENTRADAS este circuito deve ser experimentado. Circuitos para Caixas Acústicas IGER FULOP Diadema SP A ligação correta de alto-falantes e Nestes circuitos. C1 é do tipo bipolar de tweeters numa caixa acústica para se 47 uF 50V, capacitor este que pode ser obter melhor qualidade de som, sem peri- obtido pela ligação em oposição de go de queima dos componentes do ampli- dois capacitores de 10 uF 25 V. A bobina ficador, é algo que nem todos respei- L1 consiste em 100 voltas de fio 22 AWG tam. numa forma de aproximadamente 1 cm de Damos então dois circuitos simples em diâmetro, sem núcleo. o autor aproveitou que o alto-falante e o tweeter são mostra- para esta finalidade um carretel de linha dos na maneira certa de ligar. vazio. C1 TWEETER TWEETER 40 40 80 80 L1 L1 FTE FTE 80 40 Os alto-falantes usados nos circuitos, sempre igual ou maior que a de cada canal evidentemente devem suportar potência do amplificador em que devem ser ligados. 26 Revista Saber EletrônicaSIMPLES TRANSMISSOR DE FM ALOISIO FALEIRO COUTINHO Volta Redonda-RJ o microfone usado neste simples trans- que no caso varia entre 3 e 6V, segun- missor de FM é um alto-falante pequeno do a escolha do montador. comum. Você fala diante deste microfone Você pode usar este transmissor como e sua voz pode ser ouvida num ponto livre microfone volante, comunicador e muitas da faixa de qualquer receptor de FM, a outras aplicações. uma distância que facilmente pode superar MONTAGEM os 50 o ideal é o uso de uma placa de circuito Evidentemente a distância máxima que impresso para esta montagem, mas se ela pode ser conseguida com este transmissor for realizada em ponte, depende de dois fatores: a sensibilidade do nada impede que o desempenho do apare- receptor e a tensão da fonte de alimenta- lho seja satisfatório. L1 TRIMER COMUM 50nF C4 + 3V 01 A BF494 9V + C2 C5 10pF T1 + R2 FTE 620 ANTENA FTE 500 a 1 k de impedância de primário para rádios transistorizados. Q1 L1 é a bobina osciladora cujo dimensio- T1 namento determinará a frequência de R3 operação do transmissor. Ela consiste C4 em 5 espiras de fio rígido numa forma de 5 mm de diâmetro, sem núcleo. Como antena use uma vareta de fio rígi- do de 10 à 15 cm de comprimento. Ante- nas maiores causarão instabilidade de fun- cionamento. R1 R2 USO C3 o único ajuste de funcionamento neces- sário é o do trimer, para que o sinal possa ser ouvido num ponto livre da faixa de FM. + Este ajuste deve ser feito cuidadosa- mente, já que o sinal emitido pode ser o transistor usado é do tipo BF494 ouvido em mais de uma frequência. o lei- (equivalentes, podem ser experimentados). tor deve procurar o sinal mais estável e o transformador é do tipo de saída com forte, que é o fundamental. Fevereiro/82 27eletrônico CLEVESON GIOVANNI PETRUCCI Itajubá MG Os jogos eletrônicos permitem diversos é o fato dele ser sequencial, ou seja, são tipos de variações, onde a imaginação de disparados circuitos em sequência para cada um pode ser colocada em ação. cada "tiro" acertado, o que permite uma Temos aqui um tiro-ao-alvo eletrônico de excelente dinâmica para o brinquedo. alvo móvel, que pode ser estudado, aper- COMO FUNCIONA feicoado e montado pelos leitores interes- Temos basicamente um circuito sados neste tipo de brinquedo. sequencial, que aciona, um de cada vez, os A particularidade principal deste circuito circuitos disparadores dados na figura 2. +12V 220K SCR 1 SCR SCR3 SCR4 MCR106 MCR106 MCR106 MCR106 10K 10K 220K 10K 220K 10K 220K 10 A 10A B OB OB L1 L2 L3 L4 A A OA FIGURA 1 A 680R 3V 1K 33K 4K7 + S 3V AC188 ou BC548 LDR 22K B FIGURA 2 FIGURA 3 o momento em que cada disparador é deve ser focalizado no LDR para que o dis- acionado é fixado pelo acendimento das parador acenda sua lâmpada. Este circuito lâmpadas ligadas aos catodos dos SCRs, e da arma deve, portanto, ter sua lâmpada os intervalos entre cada acendimento montada num tubo opaco com uma pelos capacitores colocados nas compor- pequena lente. tas de cada SCR. Os LDRs por sua vez, deverão ser locali- Somente depois de cada disparador ser zados no alvo de modo a receber somente acionado é que o LDR pode ser ativado sua luz. pelo foco de luz da arma, que é mostrada Veja o leitor que o acionamento do sis- na figura 3. tema sequencial deve ser feito manual- Esta arma emite um pulso de luz, que mente ao se ligar a alimentação ou por um 28 Revista Saber Eletrônicarelê temporizado automaticamente, e que Sendo a alimentação do circuito deve-se estabelecer como regra do sequencial feità com 12V, esta deve ser a um tempo máximo de tiro, que correspon- tensão das lâmpadas usadas, exceto a da da à varredura do sistema sequencial. arma, que é de 3 volts. MONTAGEM Nos circuitos disparadores o potencio- metro de 4k7 ou trim-pot fixa a intensida- Como o circuito não é crítico, todas as de da luz que provoca o disparo, ou seja, a três partes podem ser montadas em pon- sensibilidade do tes de terminais ou placas de circuito S na arma é um interruptor de pressão, impresso. que faz as vezes de gatilho, descarregando Os SCRs são do tipo MCR106, C106 ou o capacitor de 100 uF através do transis- IR106, para 50V pelo menos. tor, obtendo-se com isso um pulso de luz. PROTEÇÃO DE FONTES DE ALIMENTAÇÃO ELEONEL VAIPERTE LINS São José dos Campos SP Este circuito é de grande utilidade para novamente depois que a causa do curto é o experimentador que pode ter sua fonte descoberta e removida. de alimentação danificada em caso de cur- to-circuito no aparelho que está recebendo + sua energia. 100R o que temos é um relê que é ajustado 100nF R2 para abrir seus contactos em caso de que- 47K da excessiva de tensão, desligando assim P1 1K a fonte. Como a queda excessiva de tensão + TRIM-POT ocorre em caso de curto-circuitos ou de uma corrente de carga maior do que a fon- DA FONTE te pode fornecer, temos a proteção deseja- da. o relê usado deve ter uma tensão bem inferior à da fonte e operar com uma corrente pequena. Sugerimos a utilização + de um relê de 6 V 50 mA, sendo o trim- 100R pot então ajustado para fazê-lo receber 100nf esta tensão somente quando a fonte esti- R2 47K ver em funcionamento normal. Este trim- P1 1K pot deve então ser de 1k tendo um resistor + de 100 ohms ligado em série. Com este o circuito de proteção LED RELE pode ser usado em fontes de 9V à 18V. DE ACORDO COM A TEN- Para fontes de 6 V, o relê usado deve SÃO DA FONTE 1K fechar seus contactos com pelo menos 4,5 V, para se obter um correto ajuste no trim- pot. o circuito adicional, permite que seja R1 e C1 fazem a proteção contra faisca- acrescentada uma lâmpada, ou led indica- mento nos contactos, e S1, um interruptor dor vermelho, que acenderá quando o relê de pressão, rearma a fonte, ou seja, liga-a em caso de curto circuito. Fevereiro/82 29IDENTIFICADOR DE CÓDIGO DE CORES ANTONIO J. PINHEIRO Rio de Janeiro RJ Você ainda não memorizou o código de cores utilizado na identificação de resisto- res e capacitores? Você tem dificuldades em determinar o valor de um capacitor de poliéster ou de um resistor, mesmo saben- 2 do os valores das cores usadas no código? 3 Se você quiser livrar-se definitivamente 4 deste problema de leitura, damos uma 5 solução eletrônica, um aparelho "identifi- a 6 cador" muito cômodo e infalível, para ser 7 usado em sua bancada. 6V Neste identificador existem três chaves onde você fixa as cores dos componentes que está sendo lido. Cada chave corres- 1000 ponde a uma das faixas, ou anéis, dos capacitores ou resistores. Fixadas as cores, os leds que dão os valores obtidos acenderão automatica- mente. Por exemplo, se você fixar as cores ver- 3 melho, preto e laranja, os leds acesos corresponderão a 1, 000, o que significa 4 que, se for um resistor, seu valor será 5 10 000 ohms ou 10k e se for um capacitor 9 6 o valor será 10000 pF ou 10 nF. MONTAGEM As chaves usadas são de 1 pólo 10 posições para as duas primeiras e 1 pólo 5 posições para a terceira. Estas chaves devem ser dotadas de knobs tipo seta, para apontar para a mar- cação de cores do painel. São empregados 25 leds comuns com 000 as indicações de valor. 0000 Os demais componentes são comuns: resistores limitadores de corrente e uma 00000 fonte de alimentação formada por 4 pilhas. Revista Saber Eletrônica 30VERM MAR* - PRE AMA o 1 2 3 4 5 6 7 8 9 BRA VERDE 1° ANEL CINO VERM MAR LAR n PRE AMA o 1 2 3 4 5 6 7 8 9 BRA VERDE ANEL AZUL LAR VERM AMA MAR VERDE o 00 000 0000 00000 3° ANEL Detector de Mentiras ANTONIO CARLOS R. DE FREITAS Santa Maria - RS o detector de mentiras que apresenta- mos nos foi enviado por um detetive pro- fissional. Não precisamos fazer comentá- R1 rios portanto sobre sua eficiência... o prin- 47R P2 ELETRODOS S1 100K cípio de funcionamento, entretanto, preci- sa ser explicado: baseia-se este detector, na variação da resistência da pele de um + indivíduo interrogado, em função de seu estado de tensão nervosa. As pequenas variações de resistência ou P1 + podem ser acusadas pelo instrumento 22K B1 bastante sensível. R2 A 6V 47R Os P1 e P2 servem para ajustar o ponto ideal de funcionamento, de modo que as variações de resistência pos- sam ser melhor acusadas pelo instrumen- A alimentação do aparelho é feita por 3 to. ou 4 pilhas pequenas, e os eletrodos são Este instrumento deve ser um miliampe- pequenas chapas de metal, nas quais o rímetro sensível de - 1 mA ou então um interrogado deve apoiar as mãos ou os VU meter de 200 dedos. Fevereiro/82 31NTA DE PROVA C.A. PAULO AFONSO FARIAS MONTEIRO Manaus AM Uma lâmpada neon e um resistor é tudo detectar falhas em eletrodomésticos e que você precisa para determinar o pólo descobrir interrupções ou curto-circuitos vivo e o pólo neutro de uma tomada, em NEON PONTA DE PROVA 220K CAPA DE PREGO JANELA ALUMINIO 220K BUCHA TUBO PLASTICO Segurando-se um dos pólos desta ponta teremos a tensão de ionização e a lâmpada de prova temos duas condições possíveis permanecerá apagada. de funcionamento: se do outro lado tiver- mos o pólo vivo da alimentação, haverá o aparelho pode ser montado num tubo tensão suficiente para ionizar o gás da conforme mostra a figura, e lembremos lâmpada que então acenderá, e se do que seu funcionamento só ocorre com ten- outro lado tivermos o pólo neutro, não superiores a 80V. oscilador de chamada JÔNIO MARCIO FARIAS DE LIMA João Alfredo PE Este oscilador de áudio muito simples usado, que deve ter um enrolamento pri- pode ser usado como dispositivo de cha- mário de 200 à 2000 ohms e secundário mada para intercomunicadores ou, ainda, de 8 ohms. como alerta sonoro. o autor sugere sua utilização em con- junto com um intercomunicador, para cha- 18K mar pessoas num local distante. BC 547 Os componentes usados nesta monta- gem não são críticos, tendo sido usado no ONC + protótipo, um transistor AC127. Como 6V + este transistor não é atualmente muito fá- cil de ser obtido, recomendamos sua subs- tituição por equivalentes de silício, já que o circuito não é crítico, tais como o BC547 47K ou o BC237. Observamos que o funciona- mento do oscilador em questão depende muito das características do transformador Revista Saber Eletrônica 34RADIO AM INTEGRADO GEORGES BERTHOLD LACERDA Fortaleza CE Um amplificador de áudio de boa potên- nar tanto com alimentação de 6 como cia, e grande sensibilidade; uma etapa de 12V, dependendo desta sua potência. Isso sintonia simples e uma etapa detectora, significa que podemos tanto fazer um rá- permitem obter um excelente rádio de dio alimentado com 4 pilhas como usá-lo ondas médias para as estações com fonte de 6 a 12V. A corrente da fonte A seletividade é relativamente boa para no caso de 12V deve ser no mínimo de 1A. a escuta de estações locais e a sensibilida- MONTAGEM de permite o uso apenas de um pedaço de Uma placa de circuito impresso deve fio na captação das estações mais fortes. alojar os componentes menores e o circui- A base do circuito é o amplificador de to integrado, que será dotado de um dissi- áudio integrado TBA810, que pode funcio- pador de calor. A 100R 8 1 C10 CV 4 100 À 12 D1 TBA 810 1000 UF 2 5 3 + 7 6 470K 100K 10 9 6 100K 100nF 80 56 R 15 VOLTAS 85 VOLTAS A bobina de antena será formada por 100 voltas de fio esmaltado 28 AWG ou DE FERRITE de espessura aproximada deste, com tomada na espira, a partir do lado da antena. 2 Para as estações locais, a antena será simplesmente um pedaço de fio de 1 a 2 6+6 ou 9+9V metros, solto. A conexão a terra será con- 1A S1 veniente no caso da alimentação ser feita por Se for usada a fonte, esta já ser- IN4002 ELIMINAR C10 virá de terra, em vista de sua conexão com 110 o neutro da rede. ou Para as estações mais fracas será con- 220V veniente usar uma boa antena externa. o P1 funciona como controle de volume, enquanto que o P2 funciona como controle Fevereiro/82 35de tonalidade. Deve ser observada a Como alto-falante o leitor tem inúmeras ordem de ligação dos fios de P1, para que possibilidades, de acordo com as dimen- este controle não funcione ao contrário. da caixa usada. o alto-falante de 10 Existem diversas opções para o variá- cm 8 ohms fornece uma excelente quali- vel. Tanto pode ser usado um tipo miniatu- dade de som, neste caso. ra, para rádios transistorizados de AM, o diagrama da fonte para a rede local é como um tipo maior, aproveitado de algum dado juntamente com o circuito do rádio. velho rádio abandonado. Inclusive variá- PROVA veis de 2 ou 3 seções de rádios antigos podem ser aproveitados nesta função. Depois de conferir todas as ligações, Na montagem dos capacitores eletrolíti- ligue o receptor. Se não conseguir sintoni- cos deve-se obedecer sua polaridade e no zar toda a faixa procure alterar o número caso do diodo o diodo pode ser de voltas da bobina. qualquer um de germânio, como o 1N34, Se houver ronco no alto-falante veja as 1 N60, etc. ligações do e a polaridade Importante neste circuito é fazer a liga- do diodo. Veja se os fios da bobina estão ção do diodo D1 ao P1 e descascados no local de solda. deste ao amplificador a mais curta possível Se o volume das estações for pequeno, ou então usar fio blindado para não ocorrer use uma antena externa ou uma boa a captação de zumbidos. ligação à terra. MICRO AMPLIFICADOR DE PROVA MARCOS AURÉLIO THOMPSON Rio de Janeiro RJ Temos aqui uma ultra-simples etapa 200 ohms a 2k, e secundário de acordo amplificadora de apenas um transistor, com o alto-falante. que pode apresentar algumas utilidades na bancada do experimentador. Você pode A usar este circuito como amplificador de prova para excitar um fone ou pequeno alto-falante, pode usá-lo como etapa de 100K + A 2M2 saída para fones em rádios 3V experimentais ou ainda como seguidor de sinais de áudio. o ganho do circuito é fixado pelo resis- BC547 BC548 tor, cujo valor pode situar-se entre 100k e BC549 ENTRADA 2M2, dependendo do transistor e do trans- formador. o transistor BC549 é o que per- mite maior ganho. Temos duas possibilidades de ligação Para determinar o valor exato de R1 da saída: em AB ligamos fones de cristal pode-se usar um potenciômetro em seu ou magnéticos de alta impedância. Em CD lugar (de 2M2) e ajustá-lo até se obter o devem ser ligados fones de baixa impe- som com maior intensidade, sem distor- dância ou alto-falantes. ção. A alimentação do circuito é feita com o transformador é de saída para transis- 3V obtidos de duas pilhas pequenas liga- tores, com um enrolamento primário de das em série. 36 Revista Saber EletrônicaRapidomat BERNHARD WOLFANG SCHON São Bernardo do Campo - SP Um jogo eletrônico de rapidez de rea- temos aqui um bastante interessante, que ção, que pode ser jogado por 2 ou 3 pes- será um desafio tanto para sua montagem soas! como para sua habilidade como joga- Se o leitor gosta de jogos eletrônicos, dor. A A A B B B C C 7 D1 2 D D2 3 D E E E F F C. D3 F B A G C B D A G C B D A G 6 LEO 7 INVERSOR 8 Q3 04 05 Q6 NAND 4 R 52 53 S4 S5 S6 14 16 18 NOR OR 20 09 021 10 22 23 "FALTAS" 81 24 25 "RESET" 26 1 2 3 R1 R2 R3 27 28 29 3300 3300 3300 O+5V "ATENÇÃO" 4 5 C1 R6 1000uF 3K3 Q3 Q6 5 R R4 R5 2200 2200 S4 J H G 30 32 Q 33 A2 11 12 13 B3 B4 85 B2 "START" Fevereiro/82 37Utilizando circuitos integrados TTL plays. Apertando-se em seguida o botão comuns e componentes adicionais, que "start", o led vermelho "atenção" acende podem ser obtidos com facilidade, este por alguns instantes (led4). jogo não oferece dificuldades ao montador Logo em seguida, acende o led verde experiente. (led5) "agora". Tão logo este led acende, o JOGO todos os participantes deverão apertar Com este jogo pode-se fazer testes de rapidamente o seu botão B3...B5). o dis- reação em 2 ou 3 pessoas, que partici- play indicará a ordem de aperto dos pam simultaneamente. botões, ou seja, quem foi o mais rápido, o Em primeiro lugar, aperta-se o botão segundo e o terceiro, se tivermos 3 con- "reset" zerando-se então todos os dis- correntes. SUGESTÃO PARA PAINEL ATENÇÃO 4 RESET START AGORA 5 B2 1 2 3 FALTAS 13.5cm 2 3 B3 B4 85 JOGADOR JOGADOR 2 JOGADOR 3 15cm Se algum jogador apertar antes do tem- Se não houve nenhuma falta, depois de po, um led vermelho (led 1 à led 3) acen- alguns segundos o led 4 apaga e o led 5 derá indicando este fato. o jogador pagará acende, indicando a partida (start). Neste uma "multa" ou então será desclassifica- momento o monoflop bloqueia as portas do. NOR, evitando assim uma indicação de FUNCIONAMENTO o interruptor B1 reseta os flip-flops, for- Apertando agora os botões B3 à B5, um cando assim a indicação de "0" em todos nível baixo entra nos flip-flops 74118. os displays. o botão 2 (start) chaveia o Com a ajuda de um conjunto de portas, a monoflop 33 e conforme a constante de sequência das enfradas é analisada, sendo tempo C1/R5, ele terá a saída em nível o resultado levado a um segundo flip-flop baixo, acendendo o led 4 (atenção). 74118. Apertando-se neste estado um dos Nas saídas são então ligados os decodi- botões (B3 à B5) entra, através dos inver- ficadores, que chaveiam os displays. Como sores 30 à 32, um sinal de nível baixo nos são necessárias apenas as indicações de 1 flip-flops 74118, chaveando assim os res- a 3, as entradas C e D dos decodificadores pectivos leds indicadores de são conectadas à massa (GND). Revista Saber Eletrônica 38Após a as portas NOR 6 à 8 MATERIAL bloqueiam as portas NAND 14 à 19, evi- Circuitos integrados: tando assim uma alteração da indicação 3 SN7447 N (1...3) depois do primeiro resultado. 2 X SN74118 N (4...5) Para rearmar o circuito basta apertar o 2 SN7402 N (6...13) botão "reset" B1. 2 SN7410 N (14...19) 1 SN7400 N (20...23) MONTAGEM 1 SN7486 N (24...26) 1 SN7404 N (27...32) Evidentemente, em vista do número de 1 SN74121 N (33) integrados, a montagem deve ser feita Diversos: numa placa de circuito impresso. 3 displays do tipo FND560 (D1...3) o planejamento desta placa deve ser 5 interruptores simples NA (B1...5) feito de modo que um mínimo de cruza- 4 leds vermelhos (1 ...4) mentos ocorra, onde se fará necessário o 1 led verde (5) uso de jumpers. 3 resistores 1/4W (R1 Como todos os circuitos integrados TTL 2 resistores 1/4W (R4...5) operam com 5V, esta deve ser a tensão da 1 resistor 3k3 1/4W (R6) fonte usada. 1 capacitor eletrolítico 1000uF 12V (C1) Sinais INJETOR DE ADAUTO MARTINS Araguari MG Este injetor de sinais é de grande utilida- temos o sinal básico de áudio, como sinais de na localização de falhas de receptores que podem ser sintonizados até nas ban- de rádio e amplificadores. das mais altas de receptores de ondas cur- que temos é basicamente um multi- tas e mesmo FM. vibrador astável cuja frequência é determi- A alimentação do circuito é feita com nada pelos capacitores de 33 nF e pelos apenas duas pilhas comuns de 1,5V, o que resistores R1 e R2 de 47k. A forma de permite a realização de uma montagem onda retangular obtida deste circuito é rica compacta e a intensidade do sinal regula- em harmônicas, o que significa que não só da por meio do P1. P1 R3 R2 220R 47K 47K + SAIDA 3V C548 33n BC 548 o acoplamento do injetor ao circuito é BC548, mas equivalentes de silício para feito ligando-se a garra jacaré ao terra uso geral devem funcionar perfeitamen- comum do circuito em prova e a saída aos te. pontos visados. Os capacitores são de poliéster ou Os transistores usados são do tipo mica e todos os resistores de 1/8 ou 1/4W Fevereiro/82 39micro seguidor de sinais AMILTON BEZERRA DOS SANTOS Recife PE Este simples circuito permite o acom- única pilha de 1,5 V e não é usado inter- panhamento tanto de sinais de áudio, ruptor geral. A retirada do fone ou do alto- como de RF. Com a chave numa posição falante do circuito por desconexão em um temos a passagem direta dos sinais de áu- jaque desliga automaticamente o seguidor. dio para a base do transistor amplificador (via capacitor eletrolítico) e com a chave na outra posição temos a ligação de um diodo detector para o acompanhamento IN60 de sinais de RF. DI o transistor Q1, que funciona como Q1 FTE amplificador, pode ser de qualquer tipo ou C1 FONE NPN para uso geral, como o BC547, e o R1 transdutor pode ser tanto um fone de ouvi- 3K3 do de baixa impedância, como um alto- falante, se bem que a utilização de fones de alta impedância ou de um transforma- dor de saída leve a resultados melhores. A fonte de alimentação consiste numa conversor de ondas senoidais para quadradas MÁRIO SERGIO PIQUES Franco da Rocha SP Este circuito é auto-alimentado, ou seja, que se obtenha o correto funcionamento o próprio sinal senoidal que deve ser con- do circuito, com a tensão senoidal de vertido em quadrado é retificado e serve entrada disponível. para a alimentação do disparador com dois Os transistores usados originalmente transistores. Evidentemente, isso significa são do tipo AC188, mas equivalentes mais que o sinal senoidal de entrada deve ter modernos, como os BD136, podem perfei- uma intensidade mínima exigida para o tamente ser experimentados. funcionamento dos transistores. Experi- Os capacitores eletrolíticos são de 16V mentalmente podem ser alterados compo- de tensão de trabalho, e os diodos são do nentes, especificamente os resistores, para tipo BY127 ou equivalentes. R2 R4 C3 B B T1 AC188 25V SAIDA ENTRADA T2 + E D1 BY127 R1 C2 D2 R3 PLUG 2 PLUG 1 16V BY127 Revista Saber Eletrônica 42DE MÚLTIPLOS EfeITos LUIS DELGADO Campinas SP Para os que gostam de música eletrôni- integrados TTL, não oferecendo dificulda- ca ou de efeitos especiais em seu equipa- des na montagem pelos que já possuam mento de som, temos aqui um circuito experiência com estes componentes. experimental com recursos que permitem alterar, numa ampla faixa, o timbre e a fre- FUNCIONAMENTO quência dos sinais gerados. Temos basicamente um oscilador que Os leitores poderão usar este circuito utiliza um integrado 555 na configuração sozinho como um interessante gerador de de multivibrador astável. efeitos sonoros, ou, então, partir dele no R1 e R2, neste circuito, determinam a projeto de um bom órgão eletrônico de frequência do oscilador, podendo R1 ser timbre ajustável. fixo de 1K e para R2 utilizar-se um poten- o circuito utiliza, em sua base, circuitos ciômetro de 100k. + 5V + 25V 1K 1N4002 100R R2 47uF 100K 3900 470R 1 4 8 7 3 6 2 NE555 2 5 1K 3 10nF 4 5 100nF 6 9 8 5 7 6 4 1 3 2 7 7 1 7 8 7493 7493 9 CHAVE +5V +5V TECLAS ESTÉREO MONO A saída deste oscilador é levada a dois formas de onda que, levados ao amplifica- integrados TTL (flip-flops) que fazem a dor, permitem obter os efeitos sonoros divisão sucessiva da sua frequência, sem- desejados. pre na forma de onda retangular. Se o aparelho for usado como órgão, o As saídas dos integrados, contendo teclado poderá ser acoplado em de sinais de frequências múltiplas, são leva- R1, controlando diretamente a frequência das a um comutador formado por um con- do multivibrador com o 555. junto de chaves onde pode-se fazer a sele- MONTAGEM ção dos sinais que devem ser Para a montagem deve ser usada uma Da combinação destes sinais é que placa de circuito impresso planejada cui- obtemos então os diferentes timbres ou dadosamente, de modo que um mínimo de Fevereiro/82 43cruzamentos de filetes de cobre ocorram. soquetes, devendo ser observada sua posi- Os integrados podem ser colocados em cão na montagem. 470nF 600V +25V ou N4004 + 110V C.A. 50V 12V 5V2 1W 50V 1W 16V A fonte de alimentação, cujo circuito que fazem a regulagem direta da tensão de também é fornecido, deve ter duas ten- saída, sem a ajuda de transistores. podendo ser montada na mesma pla- Observamos que, como a fonte é direta ca do órgão. (sem transformador), o máximo de cuidado Os diodos zener da fonte fixam as deve ser tomado na sua conexão ao ampli- diversas tensões, observando-se nesta ficador e com os isolamentos do aparelho uma configuração não muito comum. em relação à caixa, para que choques não Estes diodos zener são do tipo para 1W, já venham ocorrer. rádio solar experimental FRANCISCO IRACILDO DO NASCIMENTO Parnaíba PI Dentre as fontes alternativas de energia Com relação à bateria solar, sugerimos uma das mais promissoras é a representa- o uso de um transistor 2N3055 com a jun- da pelo Astro-Rei. Os deitores que queiram ção exposta a luz (tire o "capacete" do experimentar este rádio "movido a transistor para transformá-lo numa bateria podem, sem dúvida, partir para projetos solar). mais avançados de economia de energia. Evidentemente, trata-se de um rádio ANTENA OA70 experimental de apenas um transistor, o D1 T1 que quer dizer que se as exigências de BC238 FONE PNP energia são pequenas, também pequena é a potência de áudio conseguida e a sensi- bilidade na captação das estações de 20 A 470pF 4n7 + ondas médias. BATERIA SOLAR Assim, deve-se usar uma antena de pelo menos 10 metros de comprimento para as A tensão obtida nas condições indica- estações locais, e somente em casos das é da ordem de 0,6V, o que significa excepcionais a escuta pode ser feita em que T1 deve, preferivelmente, ser um tran- alto-falante. o normal mesmo é o fone de sistor de germânio PNP como o 2SB75 ou ouvido. A bobina deve ser formada por 100 o transformador de deve ter um espiras de fio de cobre esmaltado número enrolamento primário de mais de 500 28, sobre uma forma de 2,5 cm de diâme- ohms e é muito importante que a ligação à tro. terra seja boa. 44 Revista Saber EletrônicaLUZCOLOR'S VALDEMAR LADISLAU MAGALHÃES FILHO Vitória de Santo Antão PE Este é o nome de um interessante tamente projeta a luz numa tela e cuja aparelho de efeitos luminosos para disco- depende das lâmpadas que em determina- tecas, salões de festas ou mesmo vitrines. do instante estejam Este aparelho com apenas 3 circuitos de Com a utilização do SCR MCR106 de controle e lâmpadas de apenas três cores corrente de carga da ordem de 4A, pode- básicas, operando pelo mesmo princípio se controlar diversos projetores diferentes, da TV a cores, permite obter 7 cores dife- construídos do mesmo modo e ligados em rentes num painel. paralelo, de modo a serem instalados por Trata-se de um canhão óptico, que dire- toda a sala que se deseja iluminar. R5 1K CARGA (VERMELHA) 47K R1 R2 R3 4K7 47K 47K R4 R16 C2 220 T2 R19 10K D2 BY127 no BY 127 110/ 1K CARGA 220V C.A. R6 R7 47K R8 4K7 47K 47K R9 SCR2 C3 C4 R17 MCR106 470R 220 T3 R20 D3 BC548 CARGA (AZUL) 47K R13 4K7 47K 47K R14 C5 C6 R17 MCR106 470R 220 T4 R21 D4 BC548 BY127 BC548 110 Fevereiro/82 45Em cada projetor, usando lâmpadas de Veja que para os transistores (multi- 100W, pode-se ter o controle de 4 unida- vibradores) temos uma alimentação de des na rede de 110V e 8 unidades na rede baixa tensão, formada por um transforma- de 220V. dor e retificador, enquanto que para os As cores são obtidas pelas posições dos SCRs e carga temos uma alimentação de excitação R16, R17 e R18, direta de alta tensão. enquanto que os ciclos de ajuste são con- o transformador usado na parte de bai- seguidos nos R4, R9 e R14. xa tensão pode ter tensões de secundário Estes ciclos são também determinados entre 12 e 15V, enquanto que os transfor- pelos multivibradores astáveis, formados madores de excitação são do tipo de 110V pelos 6 transistores. A frequência destes ou 220V de tensão de primário e secundá- pode ser alterada pela mudança de valor rio de 6, 9 ou 12V, com corrente de 250 a dos capacitores de C1 a C6. 500 mA. CANHÃO PROJETOR 5cm DISCO DE METAL ONDE SÃO FIXADOS 20cm os BOCAIS 15cm 3cm 2cm PINTAR A PARTE INTERNA COM TINTA CROMADA 15cm 10cm 30cm TELA DE VIDRO TRANSLUCIDO ROSQUEADO LV POSIÇÃO DAS DENTRO DO CANHÃO SEPARADAS POR UM DISCO DE METAL LVD LA VERMELHA VERDE LA=LÄMPADA AZUL CHAPA DE METAL Os SCRs deverão ser montados em dis- SCR correspondente. De modo a ter-se um sipadores de calor, se cada um tiver de ali- funcionamento aleatório e comisso a com- mentar mais de 100W de lâmpadas. binação total de efeitos possíveis é conve- Os diodos D1, D2, D3 e D4 podem ser niente que o leitor faça experiências com do tipo 1N4002 ou 1N4004, enquanto que os valores dos capacitores usados. todos os resistores usados podem ser de Estes podem então ter seus valores 1/8W. experimentados na faixa que vai dos 10 uF A obtenção das cores dependerá do ins- aos 220 uF, considerando-se que os ciclos tante em que cada multivibrador disparar o são mais lentos com os valores mais altos. 46 Revista Saber Eletrônicacontrole remoto para walk-talkie SILVANO FERNANDES DE FARIA Guaçui ES o que temos aqui é um disparador de Ligado na saída de um walk-talkie, con- relê por sinal de áudio, o qual pode ser forme sugerido pelo autor, ao se assobiar ligado à saída de um walk-talkie, para con- perto do transmissor, teremos o disparo do trolar um aparelho qualquer de maior relê e o consequente acionamento do potência. aparelho remoto. 47N 6 RELE 2K2 47K BC 558 C1 SAÍDA C3 C2 DO WALK-TALKIE (FONE) C4 D1 9V o transformador desta montagem faz o casamento de impedâncias entre a saída do walk-talkie e a entrada do amplificador, de um transistor. Este transformador é do tipo de saída para transistores, com 1 k MULTITESTADOR sonoro TESTA VOLTAGEM de impedância de primário aproximada- E CONTINUIDADE mente. TESTA SE COMPONENTE ESTA ou NÃO o leitor usou originalmente no projeto ESTIVER BOM ELE EMITE UM ZUMBIDO um transistor AC128 de mas transistores PNP de uso geral de silício PERFURADOR podem ser experimentados. Os potencio- DE PLACA DE CIRCUITO metros ou trim-pots na base do transistor IMPRESSO permitem o ajuste do ponto ideal de fun- FUROS FÁCEIS cionamento, funcionando o menor como E RÁPIDOS ajuste fino. SUPORTE PARA PLACA DE CIRCUITO IMPRESSO o relê deve ser do tipo sensível para VERSATIL" transistores, capaz de disparar com uma Duas mãos há mais para tensão de pelo menos 6V. montagens, experiências, etc. o diodo D1 é de uso geral, podendo ser EXTRATOR DE CIRCUITO usado o 1N4001, 1N914 ou qualquer INTEGRADO E PONTA outro. DESSOLDADORA Remover circuito (circuito o capacitor C1, de 1 kpF, tem seu valor Integrado ficou (placa) integrado) uma moleza com ligado à frequência que o circuito respon- (ponta essa nova dupla. dessoldadora) derá com maior facilidade. Para responder CENTRO INDUSTRIAL SANTO AMARO CETEISA DE 313 aos sons mais agudos este capacitor deve FONES ser de pequeno valor. Fevereiro/82 47DE RONALDO PEREIRA DA SILVA Inhauma RJ Um circuito integrado 741 (amplificador Você pode usar este circuito como indi- operacional) é a base deste indicador de cador para aparelhos diversos, quando tensão, que pode também ser usado como então o led acenderá quando a tensão um simples "voltímetro subir para além de um determinado valor o circuito integrado 741 é ligado como pré-fixado. o mesmo circuito também um comparador de tensão, de tal modo pode ser usado para indicar quando a ten- que temos o acendimento de um led indi- são cai abaixo de um certo valor, com o cador quando a tensão aplicada à sua apagamento do led, evidentemente. entrada supera um determinado valor. Como "voltímetro pode- o valor da tensão que faz o led acender se ter uma idéia de grandeza de uma ten- é determinado pela malha divisora de refe- são pelo ponto em que ocorre o acendi- rência com resistores, tendo sido escolhi- mento do led. Se o led não acender na dos os mais comuns nos trabalhos de ban- posição 3 e acender na posição 5 isso cada: 1,5 - - 5 - 6 - 12 e 15' V significa que a tensão aplicada à entrada para uma tensão de alimentação de 15 V. está entre 3 e 5 V. + A SER MEDIDA) R12 15V LED1 R4 R5 R7 2 7 180K 180K 1/4W 1/4W 1/4W 12V C1 1/4W 3 + 10V 4 A SER MEDIDA) 1/4W 9V R2 R9 IKO 1/4 1/4W 6V SUGESTÃO DA FONTE 6 R10 1/4W D1 D2 o IN4001 R3 D3 D4 1/4W 3V C1 1000uF =15V R6 R11 25V 6 1/4W 1/4W MONTAGEM o capacitor C1 tem por função desaco- as entradas do amplificador operacio- A precisão deste circuito depende da nal. precisão dos resistores usados na malha Juntamente com o circuito do indicador de referência. o autor afirma que excelen- de tensão, damos também o circuito de tes resultados podem ser obtidos com a uma fonte não estabilizada para sua ali- utilização de resistores comuns de 5% de mentação. Evidentemente, para um fun- tolerância. cionamento mais preciso, a fonte deve ser o circuito integrado 741 é comum, estabilizada com diodo zener de precisão podendo ser usado o tipo de invólucro igual ou melhor que a dos resistores usa- plástico DIL de 8 pinos. Revista Saber Eletrônica 50LUZ ESTROBOSCOPICA COM CONTROLE PASSO A PASSO PEDRO PAULO S. MARCONDES São Paulo SP Este circuito permite um controle passo- madeira ou caixa. No painel deverá ser a-passo das pulsações de uma lâmpada fixada a chave seletora de velocidades. fluorescente ligada em sua saída. A potên- Na montagem deve-se observar a pola- cia do circuito não é elevada, sendo deter- ridade do SCR, que é do tipo MCR106 ou minada pela carga do capacitor C1, o que IR106 e a polaridade do capacitor eletrolí- significa que a lâmpada fluorescente reco- tico, que deve ter uma tensão de trabalho mendada é de no máximo 15W. de pelo menos 250V se sua rede for de Você poderá usar este circuito em deco- 110V e de 350V se sua rede for de 220V. ração, sinalização ou para dar um toque A posição do diodo também é importan- especial aos seus bailes e reuniões familia- te neste caso. res. o transformador é do tipo de alimenta- com primário de 220V e 110V (a MONTAGEM tomada de 110 V não é usada) e secundá- rio de 6, 9 ou 12 V com corrente de 100 à A montagem deste sistema é simples 500 mA. porque não existe nenhum componente Os resistores da chave seletora são que exige cuidados especiais. todos de 1/8W, sendo que seus valores Pode-se usar como chassi uma ponte de determinarão a velocidade das piscadas da terminais comum fixada numa base de lâmpada. 1M 1M5 750K 2M2 680K 3M3 560K 4M7 a 1N4004 470K 5M6 SCR 4K7 MCR106 TRIM-POT 1M 110/220V 220 C.A + 350V FLUORESCENTE o 110 o Fevereiro/82 511M 2M2 750K 3M3 680K 4M7 560K 5M6 470K SCR TRIM-POT 110/220V C.A. 220 110 o resistor R1 deve ser de 4k7 10W se o trim-pot da comporta do SCR ajusta o você usar o aparelho na rede de 110V e de melhor ponto de disparo nas diversas fai- 10k 10W se você usar o aparelho na xas. rede de 220V. 3 CURSOS PRÁTICOS: 1. CONFECÇÃO DE CIRCUITOS IMPRESSOS 2. SOLDAGEM EM 3. MONTAGENS DE Local: centro de S. Paulo próximo à Estação Rodoviária Duração: 4 horas cada curso uma realização da Horário: aos sábados de manhã ou à tarde Informações e inscrições: tel. 246-2996 - 247-5427 CETEISA NÚMEROS REVISTA SABER ELETRÔNICA e EXPERIÊNCIAS e BRINCADEIRAS ATRASADOS com ELETRÔNICA UTILIZE o CARTÃO RESPOSTA COMERCIAL NA PÁGINA 63 Revista Saber Eletrônica 52Alarme Temporizado para Carro LUIZ FERNANDO NEVES DE PINHO Belo Horizonte MG Existem muitos tipos de alarmes para interruptor ele tem aproximadamente 20 carro à disposição dos leitores, cada qual segundos para sair do carro e fechar a por- com características específicas, que signi- ta. Depois disso, o primeiro oscilador emi- ficam melhor ou desempenho. A esco- te um pulso que "arma" o alarme pelo dis- de um alarme é difícil porque devem ser paro do levadas em conta as condições em que o Com o circuito armado é colocado no veículo deve ser protegido. circuito um segundo oscilador de espera. o alarme que descrevemos aqui, por Se a porta for aberta agora, este oscilador suas características, sem dúvida é dos depois de 20 segundos emitirá um pulso melhores e pode atender às necessidades que disparará o terceiro SCR, que é o elo do leitor. final do circuito, ligado à buzina. Estes 20 Seu funcionamento é o seguinte: ao sair segundos correspondem ao tempo que o do carro, o proprietário aciona um inter- proprietário tem para abrir a porta e desa- ruptor (S1). Com o acionamento deste tivar o alarme. -12V S1 BUZINA R3 SCR2 470K MCR106 100 R R9 470K R11 100R R2 MCR106 1K 2N2646 R10 1K SCR3 82 1N4004 2N2646 MCR106 E B1 + R5 1K R7 1K R4 C2 R13 1K R6 R8 R12 RELE +12V RELE 2 1N4004 CIRCUITO DA 1N4004 DO TETO DO CARRO OUTRO PONTO ETC.) Se for um "amigo do alheio" que entrar circuito está queimado, mas o relê em bom no carro, dificilmente ele poderá imaginar estado pode ser aproveitado. que tem apenas 20 segundos para achar o Os SCRs usados são do tipo MCR106, interruptor geral S1 (que deve ficar oculto) IR106 ou C106, para tensões a partir de e desativar o alarme. 50V. Não será preciso montá-los em dissi- MONTAGEM padores de calor, a não ser no caso do ter- Os relês usados neste circuito podem ceiro, se a corrente do relê seja elevada. tanto ser de tipos comuns com bobina de Os trim-pots R1 e R9 servem para fixar 12V como, no caso do autor, aproveitados os tempos de disparo de cada um dos de velhos pisca-piscas de carros, obtidos osciladores, ou seja, o primeiro dá o tempo numa oficina. Veja que muitos pisca-pis- que é preciso para sair do carro e cas são jogados fora porque o restante do enquanto que o segundo dá o tempo que Fevereiro/82 53se tem para entrar e desativar o alarme ridade na montagem. Os eletrolíticos C1 e antes de tocar a buzina. C2, de tempo, podem ter seus valores Na montagem do protótipo o leitor teve entre e com tensão de traba- dificuldades em encontrar o valor ideal da lho a partir de 16V. resistência para o disparo dos SCRs, de INSTALAÇÃO modo que, incialmente, em cada gate usou A alimentação do circuito vem da bate- um trim-pot de 10k, substituindo-os pos- ria do carro, podendo ser aproveitado teriormente por resistores fixos de 1k. algum ponto depois da caixa de fusíveis. leitor pode de imediato usar resistores de o negativo é ligado a qualquer ponto do 1k e somente fazer uso do chassi do carro. de 10k se um dos SCRs se negar a dispa- o alarme tem seu ponto de disparo ligado a um dos interruptores da porta do rar. Os transistores unijunção são do tipo carro. Damos, no circuito, a sugestão para 2N2646 e na montagem deve ser obser- a ligação em dois pontos diferentes. vada sua polaridade. o cabo da buzina deve ser grosso, em o diodo D1 é do tipo 1N4004 ou equi- vista da elevada corrente de acionamento valentes, devendo ser observada sua pola- deste dispositivo. - Luz Rítmica ITAGIBA LOPES DE SOUZA S.B. do Campo SP Que tal um sistema de luz rítmica que como por exemplo as obtidas de contactos usa apenas um componente? Se você de acha que isto é impossível é porque ainda não conhece o sistema FLEXÍVEL CONTATO (COBRE) Trata-se de um sistema que usa um pequeno relê rítmico que é energizado pelo próprio sinal de saída do amplificador de áudio. A magnetização do núcleo do relê TOCO atrai uma lâmina fechando o contacto de um circuito externo no qual existe uma SAÍDA lâmpada. A lâmpada acompanhará então a DO abertura e fechamento do pequeno relê no ritmo da música. BOBINA o autor do projeto não indica as carac- terísticas da bobina. Segundo prevemos, esta pode ser feita com 500 a 1 000 espi- ras de fio esmaltado 28 AWG, ou mais FUSÍVEL 110/ fino, sendo para isso necessária uma 220V potência de pelo menos 2W para sua exci- 2A tação. A forma para esta bobina conforme mostra o desenho pode ser um carretel A flexibilidade das lâminas e sua separa- colocado num parafuso grosso com 4 cm cão (entre 1 mm e 2 mm) determinará a de comprimento e diâmetro entre 3 e 5 energia necessária ao fechamento dos contactos, devendo isso ser obtido experi- mm. As lâminas são de metal ferroso (aço, mentalmente, também em função da po- ferro ou latão) para poderem ser atraídas tência do amplificador. pelo campo magnético da bobina. No local o fusível ligado em série com a lâmpada do contacto, entretanto, devem se coladas visa proteger o circuito em caso de curto- "pastilhas" de metais bons condutores circuitos acidentais. Revista Saber Eletrônica 54SIRENE DE 2 TONS SILVIO C. DE MORAES Campo Grande MS Este circuito de sirene eletrônica utiliza lador, controlando assim o instante em três osciladores montados em torno das que cada um dos dois outros osciladores portas NAND de duas entradas de dois deve entrar em ação. integrados TTL, do tipo 7400. Estes outros dois osciladores, que fun- Os três osciladores funcionam como cionam alternadamente controlados pelo multivibradores, com as frequências de modulador, têm capacitores de 220 nF e operação diferentes determinadas pelos 470 nF, que permitem a obtenção de um valores dos capacitores correspondentes. som mais agudo (220 nF) e mais grave o primeiro oscilador, que opera numa (470nF), com a alternância dos tons por- frequência relativamente baixa, é o modu- tanto. 1 14 1 14 S1 IN4001 R4 330R C4 R3 CI-1 C1 CI-2 330R 7400 7400 C3 + 6V C2 R5 47uF 1K 7 8 7 8 Q1 R6 1K R2 R1 1.5K 1.5K FTE 80 Os sinais de áudio (grave e agudo) são primeiro 7400, com valores entre 47 e levados, via dois resistores de 1k, a uma 470 uF e a frequência dos sons com a etapa amplificadora de potência com um alteração dos demais capacitores. transistor BD135, com o que pode-se o diodo 1N4001, ligado em série com a excitar diretamente, com bom volume, um alimentação, tem por função reduzir os 6V alto-falante. da tensão da bateria para 5,3V, aproxima- Segundo o leitor, pode-se fazer expe- damente, dentro da faixa admitida pelos riências com os tempos de modulação, integrados TTL. alterando-se os capacitores eletrolíticos do ESTUDANTE, HOBISTA, CURIOSO, PRINCIPIANTE, ETC. 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Verificando que os sistemas de som no + DE 57 Fevereiro/82o circuito em questão, de um inversor tos de RL1 e RL2 em uma eventual queda programável de sinais estereofônicos, de tensão da rede. apresenta as seguintes características: Os relês RL1 e RL2 são de apenas um a) Faz a inversão dos canais estereofôni- contacto reversível, como o RU 101012, cos por meio de temporização automática enquanto que RL3, deve ser um relê de eletrônica. dois contactos reversíveis, como o Schrack b) É alimentado com baixa tensão. ZA 040012. c) Apresenta pequeno consumo de MONTAGEM energia. Alguns cuidados devem ser tomados d) Utiliza componentes de fácil aquisi- com a montagem, que pode levar por base ção. uma placa de circuito impresso. o circuito é formado por dois multivibra- Além de observar a polaridade dos dio- dores astáveis com timers do tipo dos e capacitores eletrolíticos e a posição cuja função é gerar impulsos intervalados dos integrados, veja que os pólos negati- que dependem em sua duração e separa- vos ou "massa" da entrada e saída dos cão do capacitor C1 e da resistência con- contactos de reversão não devem ser liga- junta de P1 e R2. dos ao negativo do circuito eletrônico de P1 permite justamente fixar a frequên- comando. cia dos impulsos, sendo que estes determi- o motivo disso é que o negativo comum narão os intervalos mínimos ou passos de do circuito de tempo programado funciona cada timer. o relê será acionado somente com 12V, enquanto que o negativo comum ao final do tempo pré-determinado por P1. da chave reversora funciona com tensão A finalidade de serem usados dois cir- alternante, correspondente ao sinal de áu- cuitos de temporização é para que cada dio. um controle individualmente o tempo de ativação e desativação respectivamente, INSTALAÇÃO da bobina do relê RL3, ou seja: tem-se a o circuito pode ser instalado a critério possibilidade de escolha do tempo de de cada um, tendo-se apenas o máximo de INVERSÃO ou ESTEREOFONIA da música cuidado para não se curto-circuitar as entra- que estiver passando pelos contactos de das e saídas da chave "estereo reverse", RL3. pois pode-se com isso causar dano aos A fonte de alimentação é estabilizada, componentes da saída do amplificador de para se evitar a má atuação dos contac- áudio. simples led MÁRIO ANTONIO COITINHO Porto Alegre RS Para fazer com que um único led pisque o diodo pode ser do tipo 1N4148 ou no ritmo da música de seu amplificador, mesmo IN4001. temos o circuito dado a seguir. o diodo em paralelo com o led evita que Rx tensões inversas superiores a 5V causem sua queima. o resistor Rx depende, em seu valor, da potência do amplificador, LED 40 assim como de sua impedância, conforme ou a seguinte tabela. 80 Potência do DIODO Rx amplificador 1 até 10W 68 ohms 1/2W 10 até 20W 100 ohms 1/2W AMPLIFICADOR 20 até 50W 220 ohms 1W Na montagem obedeça a polaridade do mais de 50W 470 ohms 1W led e do diodo. 58 Revista Saber EletrônicaTRANSMISSOR DE AM JOAQUIM CARLOS CALADO São José dos Campos SP Este transmissor emite seu sinal para bastão de ferrite de 1 cm de diâmetro e 7 qualquer rádio AM (ondas médias ou cur- cm de comprimento. Enrolando-se apenas tas) com um alcance de até mais de 20 20 espiras do mesmo fio no mesmo bas- metros, se bem ajustado e com compo- tão, teremos a emissão numa faixa que nentes de boa qualidade. atinge os 7 MHz, ou seja, que chega à fai- Conforme a bobina podemos ter a emis- xa dos 40 metros, usados pelos radioama- são de sinais na faixa de ondas médias, dores. caso em que o alcance será menor, ou na o trimer comum permite um ajuste fino faixa de ondas curtas, caso em que pode- da frequência para que se possa fazer a mos chegar ao melhor desempenho. transmissão num ponto livre. Você pode montar este circuito numa É importante observar que nesta monta- pequena caixa plástica, usando-o como gem o microfone deve ser obrigatoriamen- um interessante microfone volante de te de cristal. Outros tipos de microfones muitas utilidades. A antena poderá ser não conseguirão, no circuito indicado, telescópica com um comprimento de até fazer a modulação do transmissor. 60 cm. Com excessão de C6, todos os demais MONTAGEM capacitores podem ser de cerâmica e, é Para uma montagem compacta será claro, C2, um trimer comum. conveniente usar uma placa de circuito Para experimentar seu transmissor, bas- impresso, mas isso não é obrigatório para ta ligar um rádio de ondas médias ou curtas se obter bom desempenho do transmissor. (conforme a faixa escolhida) a uma distân- A caixa deve ser escolhida de modo a cia de uns 2 metros e procurar um ponto poder alojar os componentes, o microfone livre no seu mostrador. A seguir ajuste o e a fonte de alimentação formada por 4 trimer para que o sinal do transmissor pos- pilhas pequenas. sa ser ouvido no rádio. P1 Se o trimer "não alcançar" a faixa dese- jada, procure outra no rádio, e se depois de varrer toda a faixa nada conseguir, altere a L1 bobina, aumentando ou diminuindo seu número de espiras. C1 C2 47pF TRIMER R1 COMUM 2K2 RESPOSTAS - PALAVRAS CRUZADAS C6 Q1 6V 1 2 3 4 5 BC548 R E T F I C A D o R C3 E A o A E A 7 C A P C o R D R2 C5 3K3 4K7pF MIC E E XTAL o I R I R3 470R 8 9 P U C OLET A 2K2pF 11 12 T R I M A N T C Para a bobina L1 temos diversas possi- 13 14 bilidades. Se você desejar transmitir na fai- o L o S M E G A xa de ondas médias, esta bobina será for- 15 R E S T mada por 80 espiras de fio 28 AWG, num o R o Fevereiro/82 59de 12V ALEXANDRE DE OLIVEIRA MORAES Cachoeiro do Itapemirim ES Temos aqui uma adaptação do circuito do com alimentação contínua de 12V. Os publicado na Revista 87 (dez. de 1979) leitores poderão usar este sistema em um sem o uso de circuito temporizador de indicador de direção para o carro com efei- entrada. Trata-se de um sistema de ilumi- tos bem atrativos ou, ainda, em decoração nação sequencial extensível, para ser usa- ou sinalização. 10K SCR2 SCRX 106 106 106 P1 220K R2 P2 10K PX 10K 220K RX 220K L1 + C2 CX L2 C3 L3 K1 + 12V o funcionamento deste circuito é o as lâmpadas devem ser de tipo para esta seguinte: tensão. Ao se estabelecer a alimentação do cir- cuito, todos os SCRs estão desligados e portanto o relê permite a circulação de TRAÇADOR DE SINAIS uma corrente que, de imediato, faz L1 bri- SUGADOR DE SOLDA Ao mesmo tempo, o capacitor C2 carre- ga-se via P1/R1 até o ponto de disparo do primeiro SCR. A lâmpada L2, com a con- Indispensável na quebra galhos do técnico remoção de qualquer dução do primeiro SCR, acende um certo reparador de radios, componente tempo depois de L1, portanto. o intervalo SUPORTE PARA FONTE ESTABILIZADA depende basicamente do valor de C2 e do FERRO you ajuste de P1. Com o acendimento de L2, a tensão neste ponto do circuito sobe, iniciando-se agora a carga de C3 via P2/R2. Novamen- Substitui pilhas e Coloco mais ordem e Otimo para te, depois de algum tempo, o SCR2 liga segurança na bancado fazendo acender L3. o processo continuará com o acendi- CANETA ESPECIAL mento sucessivo de lâmpadas para quan- tas etapas forem colocadas no circuito. Na última etapa será colocado o relê K1 que tem por função desligar todo o circui- DESSOLDADOR to, dando início a um novo ciclo. À PEDAL Ao ser acionado o último SCR (SCRx) o Derrete a soldo e faz a sucção. Traca diretamente sobre relê interrompe a alimentação com o desli- placa cobreada. gamento da alimentação. Todos os SCRs desligam e um novo ciclo se inicia. CENTRO INDUSTRIAL SANTO AMARO CETEISA AMARO o relê é do tipo RU101012 para 12V e 60 Revista Saber EletrônicaAMPLIFI CADOR de 1W ITAM JOSÉ DOS SANTOS Rio de Janeiro RJ Um amplificador de pequena potência significa a possibilidade de se usar pilhas como este pode ter muito mais utilidades comuns na sua fonte. do que a maioria dos leitores pode pensar. o CIRCUITO Ele pode ser usado como etapa de áudio de receptores experimentais de AM e VHF, São usados apenas 4 transistores de como reforçador de som para rádios por- uso geral num circuito com saída em sime- táteis, em intercomunicadores e também tria complementar. Esta saída permite a como amplificador de prova na bancada. ligação direta de um alto-falante em vista A configuração em simetria comple- de sua baixa mentar garante um baixo consumo de A entrada é de alta impedância permi- corrente e ao mesmo tempo sensibilidade tindo assim a ligação de cápsulas e boa fidelidade de reprodução. ficas ou microfones de cristal com boa o circuito é alimentado com 6V, o que amplificação. 6V 2K7 R 8 270R TR3 PA6005 R5 D1 R2 2K2 100K 100R C3 6003 ENTRADA 39K PE 1003 R6 1K8 MONTAGEM sistores TR3 e TR4 de Este ajuste será conseguido com uma resistência Você pode fazer a montagem deste aproximada de 56k para amplificador em ponte de terminais ou pla- segundo ajuste é feito ligando-se em ca de circuito impresso. série com o coletor de TR3 um miliamperí- São necessários dois ajustes para se metro e ajustando-se R7 para uma corren- levar o amplificador ao ponto ideal de fun- te de repouso de aproximadamente 2,5 cionamento. mA. Este ajuste é conseguido com aproxi- o primeiro ajuste é feito em R2 para se madamente meio curso do obter uma tensão nos emissores dos tran- tro. NÚMEROS REVISTA SABER ELETRÔNICA e EXPERIÊNCIAS e BRINCADEIRAS ATRASADOS com ELETRÔNICA UTILIZE o CARTÃO RESPOSTA COMERCIAL NA PÁGINA 63 Fevereiro/82 61MICRO LABORATÓRIO DE JOÃO ROBERTO DE C. GAIOTTO Curitiba PR Muitos são os leitores que não se limi- outros ou melhores desempenhos. A difi- tam a copiar projetos das publicações culdade maior, entretanto, para os que especializadas, mas que gostam de fazer fazem experiências, é a necessidade de se suas próprias experiências, criando novos ter uma placa diferente para cada projeto e circuitos ou, ainda, modificando circuitos de se fazer e desfazer ligações em casos já existentes com a finalidade de obter de trocas de componentes. PLACA DE CIRCUITO IMPRESSO A idéia proposta aqui é de se usar uma integrados de 14 ou 16 pinos, seis integra- única placa de circuito impresso com dos de 8 pinos, podendo os transistores e soquetes que admitem a ligação de circui- outros componentes de terminais finos tos integrados, transistores, SCRs, etc, serem colocados diretamente nestes conectados à pontes de terminais, onde soquetes. Com isso evita-se a soldagem e são feitas as interligações e a soldagem dessoldagem que, com o excesso de dos componentes menores. calor, pode acabar por danificar o compo- o modelo tem capacidade para três nente. BASE DE MADEIRA DE CIRCUITO IMPRESSO 12 SOQUETES DE 16 PINOS * * * PONTE DE TERMINAIS 25cm o uso é extremamente simples, uma vez do-se para isso as pontes de terminais. achado o ponto inicial (por onde começar a o protótipo pode ser equipado com uma montagem), basta interligar os pinos dos fonte variável de 0-12 V, facilitar as soquetes conforme a necessidade, usan- experiências. 62 Revista Saber EletrônicaFoto Comunicador Espacial MARCELO M. ROMANO Salvador BA Existe vida extraterrena? Se existe real- Pesquisadores sérios têm levantado a mente, que meios utilizariam os seres alie- hipótese de que civilizações muito mais nígenas, para comunicação entre si ou adiantadas do que a nossa, teriam uma para entrar em contacto com outros povos tecnologia suficientemente avançada para como nós? conseguir "modular" a luz de uma estrela, As pesquisas feitas das radiações do utilizando-a como um potente transmissor espaço exterior levam em consideração, espacial. Por que então não poderíamos desde as frequências mais baixas do nós receber estas radiações e interpretar espectro eletromagnético como as ondas sua modulação com um receptor óptico? de rádio, até as mais altas como a luz, os raios ultra-violetas e os raios cósmicos. o CIRCUITO Uma possibilidade interessante (e que não deve ser desprezada) de "ouvir" as o circuito do receptor óptico é muito comunicações interestelares, ou mesmo simples, constando de um foto-transistor de se fazer um estudo do comportamento Darlington e de um fone, além da fonte de da radiação visível no espaço, é dada com alimentação. este simples, mas futurista, projeto. o foto-transistor pode ser o 2N5777 e o Trata-se de um conversor luz-som, que fone deve ser do tipo magnético de alta pode transformar em sons audíveis as pos- impedância, com 500 a 2000 ohms. síveis modulações de um feixe de luz vindo Para receber somente a luz de um ponto do espaço ou de qualquer outra fonte. do espaço, permitindo assim a pesquisa Pode-se converter em som, desde as pis- por setor e a eliminação de fontes interfe- cadas das estrelas, até mesmo pulsações rentes, o foto-transistor deve ser instalado de laser potentes em locais distantes do num tubo opaco dotado, eventualmente, de uma lente. FONE 500R 3V FOTO TRANSISTOR 2N5777 AO AMPLIF 10K ou GRAVADOR + FONE 3V PILHAS 2N5777 Para maior precisão e sensibilidade Veja que a saída do circuito pode tam- pode-se "amplificar" opticamente a luz bém ser levada a um amplificador ou mes- das fontes analisadas, com a utilização de mo a um gravador para maior facilidade de um pesquisa. Fevereiro/82 65INTERRUPTOR DE TOQUE CHRISTIAN CORTEZ São José dos Campos SP Encoste os dedos numa plaquinha de pequena corrente que circula através dos circuito impresso e pronto. Qualquer dedos de uma pessoa quando ela encosta aparelho é acionado, mesmo que funcione num elemento sensível. com tensões e correntes elevadas. Você pode usar este circuito como alar- Este é o circuito que apresentamos: um me de toque, como campainha sem botão interruptor de toque capaz de acionar e em muitas outras aplicações que sua aparelhos de potências elevadas, pela imaginação encontrará. APARELHO CONTROLADO PLACA DE CIRCUITO IMPRESSO K1 RELE 5cm REDE P1 C.A. LED TIL209 100R R2 10K Q1 BC558 + 02 100 A 9V BC557 + amplificada por dois transistores na confi- K1 P1 guração Darlington. A pequena corrente da ordem de milionésimos de ampère, por- LED tanto, incapaz de causar choque, é amplifi- cada a ponto de acionar o relê, que por sua vez controla a alimentação de um aparelho maior. Q1 REDE Você pode fazer esta montagem tanto C.A. em ponte de terminais como em placa de circuito impresso. Os transistores usados são do tipo BC557 ou equivalentes PNP para uso geral e o relê sugerido é o RU 101 se R2 a alimentação for feita com 9V. (-) SENSOR (+) o led ligado em paralelo com o relê indi- ca quando ocorre seu acionamento. Na MONTAGEM montagem deste elemento, como dos o circuito funciona com a corrente que demais, deve ser sempre observada a circula através dos dedos de uma pessoa, polaridade. 66 Revista Saber EletrônicaDE LED'S ANTONIO CARLOS R. DE FREITAS Santa Maria RS Temos aqui um projeto que vem sendo +9V ou 12V solicitado por muitos leitores há um bom D1 R1 C 1N914 1K tempo. Trata-se de um VU-de-leds, ou B LED 1 seja, um aparelho que, ligado à saída de SOM E R2 seu equipamento de som, faz acender uma sequência de leds no ritmo da música que BC548 está sendo executada, indicando também LED2 D2 Q3 *R9 seu nível. R3 BC548 1K K Além do efeito decorativo que este aparelho pode fornecer, sua utilidade é LED3 D3 04 grande no ajuste dos níveis de saída de um IN914 * R10 R4 BC548 1K sistema de som estereofônico. Simples de montar, este VU pode ser LED4 ligado na saída de qualquer aparelho de D4 05 IN914 R11 R5 BC548 som, já que exige pequena potência para C1 + 1K K 22uf ser excitado. 16V Para uma versão estereofônica basta D5 LED5 06 IN914 R12 montar duas unidades idênticas e ligar uma R6 BC548 1K na saída de cada canal. LED6 D6 COMO FUNCIONA Q7 IN914 R13 R7 BC548 1K K A idéia básica é uma sequência de cir- cuitos que conduzem a passos de 0,6V de D7 tensão, fixados pela tensão direta de dio- R14 IN914 dos de silício. Este circuito é bastante 470 comum em aplicações onde se deseja a indicação gradual de tensão, já tendo sido OU 12V basicamente explorado em diversas mon- * RB A R13 E P/ 12V tagens publicadas nesta revista. Assim, com uma tensão da ordem de o capacitor C1 é um eletrolítico cujo 0,6 V conduz o primeiro diodo, acendendo valor determina a inércia do sistema, ou o primeiro led. Quando a tensão atinge 1,2 seja, se os leds correm rapidamente ou V conduz o segundo diodo, acendendo o mais devagar. Seu valor pode ficar entre 10 segundo led, e assim por diante até o últi- uF e 47 uF. mo. A tensão de alimentação, entre 9 e 12V, Dependendo então da intensidade do pode vir de uma fonte separada ou, confor- sinal de entrada, teremos um certo número me a aplicação, aproveitada do próprio de leds acendendo. Como numa música as amplificador. variações de tensão na saída ocorrem Os diodos são todos do tipo N 914 ou rapidamente, os leds acendem em sequên- 1N4002 e os transistores podem ser cia, correndo rapidamente. BC548 ou equivalentes, exceto Q1 que é um TIP 29 ou BD 137. MONTAGEM Se bem que para os amplificadores o circuito pode ser montado tanto numa comuns o resistor R1 possa ser de 1k, se a ponte de terminais como numa placa de potência for muito baixa, este componente circuito impresso, dependendo da disponi- deve ter seu valor reduzido para conve- bilidade de cada um. niente excitação de todos os leds. Fevereiro/82 67

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