Prévia do material em texto
ATIVIDADES VITALIZADORAS PARA INICIATIVAS DE FORMAÇÃO Alessandro Garcia Vieira Diretor Presidente Carmem Barreira Diretora de Métodos Educativos Colaboradores Marcos Ramacciato Marlene Carvalho Jessica Vanzin Raphael Luis Klimavicius PING PONG DE PALMAS Objetivo Essa é uma atividade vitalizadora. Serve para energizar, despertar e descontrair o grupo. É um exercício de atenção. Procedimento Todo o grupo deve ficar em círculo. O coordenador avisa que o exercício consiste em jogar palmas para outro colega do grupo, como se estivesse jogando uma bola de ping pongue. O colega que recebeu a palma, repassa para outro, sem deixa-la cair no chão. Se o grupo perde-la de vista, algum participante recomeça. Pede-se para que o grupo jogue cada vez mais rápido. O TREM Objetivo Esta dinâmica é adequada, também, para apresentação ou conhecimento interpessoal, além de ter características e sentido de recreação e confraternização. Material Cadeiras para todos os participantes, água e cafezinho. Como fazer Formar duas fileiras de cadeiras, paralelas, de modo a comportar todos os participantes sentados, dois a dois. O facilitador fará o papel de “maquinista” do trem e dará os comandos. Colocar uma música (se conseguir uma com ritmo ou barulho de trem, melhor ainda). Todos ficam atentos: na parada da música, o maquinista diz: “A fila da minha direita pula dois vagões para trás!” “O trem virou e os vagões se descarrilaram!” (todos trocam totalmente) “Nesta estação vamos todos descer, tomar um cafezinho e beber água!” O facilitador pode criar as mais diversas formas de “paradas do trem”. LARANJA NO PÉ Objetivo Esta dinâmica é agradável, aguça o nível de atenção nas pessoas e estimula o espírito de solidariedade. Material Duas laranjas (fruta) para cada dupla, cadeiras para todos, fita ou barbante. Como fazer Organizar os participantes, sentados em duas alas de cadeiras. Uma laranja é colocada sobre os pés (que estão unidos - pode amarrá-los com fita ou barbante) da primeira pessoa de cada ala, que procurará passar a laranja sem a deixar cair, para os pés da segunda pessoa e assim por diante. Se a laranja cair, a brincadeira prosseguirá, do ponto em que caiu, utilizando o tempo que for preciso. Será vencedor o grupo que terminar primeiro. TUDO COM A MESMA LETRA Objetivo Aquecer o raciocínio. Estimular a criatividade. É uma dinâmica que exercita o nível de agilidade mental, para grupos pequenos ou até trinta pessoas. Como fazer Todos em círculo, o facilitador pede um voluntário, que fica em pé e que irá responder às perguntas com palavras que comecem com a letra que ele pedir. Exemplo: João com a letra R. - Seu nome: Ricardo - Profissão: radialista - Cidade onde nasceu: Rio - Onde vai morar: Ribeirão - Nome de três irmãos: Rafael, Rebeca, Rodolfo... Qualquer hesitação na resposta, erro, procura-se outro voluntário, até onde for interessante continuar a brincadeira. BRIGA DE GALO Objetivo Ótima brincadeira para estimular competição no grupo. Não pode deixar de ter uma boa torcida. Material Papel, caneta, alfinete de bebê ou durex, fita ou barbante. Como fazer Pedir dois voluntários. Colocar nas costas de um deles um papel com a expressão “Galo 1” e nas costas do outro “Galo 2”, sem que eles saibam o que está escrito. Ambos deverão descobrir o que está escrito nas costas do outro, sem utilizarem as mãos, que deverão estar cruzadas para trás. É interessante e divertido perceber que os movimentos dos dois lembram, realmente, uma briga de galo. UMA PEÇA A MAIS Objetivos Ajudar a descontrair o grupo durante uma reunião. Material Um voluntário e um cobertor. Como fazer O coordenador solicita ao voluntário que se retire da sala e explica a brincadeira para todo o grupo. O voluntário volta para a sala, é coberto com o cobertor e o coordenador vai orientado o voluntário: a) Você está com uma peça de roupa a mais, você deve tirá-la e jogar para fora. A cada peça que ele tira, o coordenador solicita ao grupo que diga se é ou não a peça que está sobrando. O jogo vai seguindo até que o voluntário descubra qual a peça que está sobrando (o cobertor). Deve-se ter cuidado de parar a brincadeira antes que o voluntário fique sem roupa, para não criar constrangimentos para ele nem para o grupo. PASSAR AMOR Objetivo A brincadeira do Passa Amor pode ser utilizada nos encontros que falem sobre partilha e valorização da pessoa humana. Material Confeccione um coração de cartolina em um tamanho que fique escondido no meio de nossas mãos. Como fazer Essa brincadeira na verdade é o conhecido Passa Anel, só que em vez de passarmos um anel iremos passar um coração. Sorteia-se a pessoa que via passar o coração. As outras sentam-se lado a lado, com as mãos fechadas (como para rezar) no colo. A que está com o coração entre as palmas das mãos começa a passá-lo, ou seja, finge que põe o coração na mão de cada um dos participantes, na verdade, só deixa cair na mão de um. Quando acaba, abre as mãos mostrando que já não está mais com o coração. Ao terminar, a pessoa pergunta a um dos participantes: quem está com Jesus no coração? Se a pessoa acertar, vai passá-lo na vez seguinte. COSTA COM COSTA Objetivo Desencadear no grupo o processo de descontração, facilitar o entrosamento e alongar o corpo, despertando-o e criando maior disposição para os trabalhos grupais. Como fazer Formar duplas. Cada dupla deve ficar posicionada costa com costa, bem juntinha. Pegar as mãos um do outro, por cima, de modo a ficarem bem esticados os braços. Segurando as mãos, dobrar bem devagar para a frente, ficando com o corpo do parceiro sobre as costas. Dobrar para a direita e para a esquerda, também. Efetuar cada movimento mais de uma vez (pelo menos três). Soltar as mãos, sem descolar os corpos. Começar a virar, lentamente, sem descolar, de forma que os dois de cada dupla fiquem frente a frente, bem juntinhos. Juntar as mãos, palma com palma. Ir abrindo os braços, com as mãos coladas, bem devagar, forçando para a frente (forças opostas), ficando em forma de cruz (braços abertos). Deslizar as mãos e fechar os braços em torno do corpo do companheiro, abraçando-o. Conclusão: Todo esse ritual... só para um abraço. Que bom! “Aproveite e abrace tantas pessoas quantas você queira e possa.” DESCUBRA A SENHA Como fazer Dá-se um tema (exemplo: Pic-nic). O líder pede aos participantes que citem palavras relacionadas ao tema, mas que ao mesmo tempo deverá obedecer aos critérios de uma senha conhecida apenas pelo líder. O líder deverá limitar-se a dizer se a palavra tem ou não relação com o tema/senha, até que os participantes descubram qual a senha (por exemplo: palavras trissílabas). FAMÍLIAS DE PÁSSAROS Passos Participantes são divididos em duas equipes: a) A família dos Joões-de-barro; b) a família dos pardais. Nos extremos opostos da sala, marcam-se dois ninhos: a) um dos Joões-de -barro; b) outro dos pardais. Os Joões-de-barro caminham agachados e os pardais brincam saltitantes, num pé só. Uns e outros brincam juntos num mesmo espaço. Enquanto estiverem andando todos misturados, mas cada qual em seu estilo, será dado um sinal e as famílias terão de voltar a seus ninhos. Cada qual o fará agachado ou saltitando, conforme se trate de João-de-barro ou pardal. A família vencedora será aquela, que, por primeiro, reunir todos os seus companheiros no ninho. CABEÇA E BARRIGA Objetivo O objetivo dessa dinâmica para relaxamento de grupos é descontrair e promover as relações interpessoais. Procedimento Todos de pé, soltos, uma mão na barriga (aberta), outra na cabeça. Começam movimentos circulares, com a palavra ordem, todos juntos, bem alto: “Nem fome, nem sono... Nem fome, nem sono!”. Depois, invertem as mãos e repetem o refrão. A seguir, o orientador conta, regressivamente, para todos se assentarem: “três, dois, um... já!” Dicas: Verificar se está ocorrendo integração entre o grupo, se os participantesestão relaxando e descontraindo. Observações: Esta dinâmica poderá ser realizada em grandes grupos. DINÂMICA ANTI STRESS Essa dinâmica de relaxamento e anti stress promove o relacionamento interpessoal, Foco em pessoas e o trabalho em equipe seu principal objetivo é controlar o stress do grupo, promovendo confiança e comunicação não verbal. Procedimento Forme um círculo com os participantes em pé, e peça para que se virem de modo que cada um esteja de frente para as costas do próximo. Peça para que ponham as mãos sobre os ombros da pessoa à sua frente, e que massageiem suavemente os ombros e o pescoço dessa pessoa. Encoraje os massageados a manifestarem através dos sons e gestos, o que gostam e o que não gostam. Convide-os a darem meia-volta e massagearem a outra pessoa. Dicas: Verificar se o participante é espontâneo e o relacionamento interpessoal. Observações: Esta dinâmica poderá ser realizada em grandes grupos e que seja aplicada em grupos que já possuam um certo grau de intimidade. OUVIR O SOM DA CHUVA Essa é uma técnica de relaxamento para aplicar em grupos onde o objetivo maior é relaxar a mente, motivar os participantes e estimular a imaginação. Procedimento O coordenador faz uma divisão do auditório em três grandes fileiras (se já tiver três blocos de cadeiras, melhor e informa que vai ensinar como fazer chover. O coordenador diz: a. “Na primeira fileira, todas as pessoas começam esfregando as mãos, uma na outra. À proporção que eu for caminhando em direção às outras fileiras, as pessoas dessas fileiras começarão e continuarão fazendo o mesmo”. b. “Quando eu estiver voltando, essa última fileira começará a estalar os dedos, junto comigo, ao mesmo tempo, enquanto as demais continuam com os movimentos anteriores”. c. “Ao chegar de volta à fileira inicial, reinicia com esta, dessa vez batendo as palmas das mãos nas coxas, indo até a terceira fileira...continua com mãos esfregando, depois dedos estalando, depois mãos batendo nas coxas...”. d. “Vamos perceber exatamente o som da chuva: fininha, goteiras suaves e fortes”. Dicas: Observar o grau de disposição e envolvimento dos participantes. Ressaltar a importância do envolvimento de todos quando se tem um objetivo a cumprir. Observações: Esta dinâmica pode ser aplicada em grandes grupos. SACI-PERERÊ O objetivo dessa dinâmica de concentração e relaxamento para grupos é que é uma atividade vitalizadora muito boa para início de atividades, sendo que o objetivo é alongar o corpo, descontrair a equipe e fazer uma boa integração. Procedimento O orientador explica o seguinte: “Nós vamos dobrar uma perna, segurando-a por trás com uma das mãos, até sentir uma leve dor na parte superior da coxa. Vamos fazer a mesma coisa com a outra perna. Agora, a gente escolhe a nossa melhor perna e vamos dar uma volta na sala, com uma perna só.” Dicas: Observar se os participantes estão descontraindo e conseguindo relaxar. HORA DAS COMPRAS! Objetivo Descontrair e memorizar os nomes de todos os integrantes. Como fazer Todos os participantes sentam em círculos. Em pé, o coordenador fala: “Fui fazer compras com…” (e cita o nome de diversas pessoas do grupo). Em seguida, acrescenta: “Meu dinheiro acabou”. Nesse momento, quem teve o nome citado precisa trocar de lugar rapidamente com outra pessoa. Enquanto isso, o coordenador também tem que sentar no lugar de alguém que levantou. A dinâmica é semelhante à dança das cadeiras. Consequentemente, uma pessoa ficará em pé, sem lugar para sentar. Essa pessoa será a próxima a “ir às compras”, citando os nomes dos colegas. E assim a brincadeira continua. Obs.: Se alguém não perceber que seu nome foi citado e, por causa disso, não se levantar, essa pessoa terá que fazer as compras. TROCA DE BALÕES Objetivo Gerar integração e celebração. Material Fita durex e um balão para cada participante. Como fazer Cada pessoa recebe um balão e enche do tamanho que quiser. Em seguida, todos jogam os balões para cima e não podem deixá-los cair. Porém, para evitar que o balão toque no chão, os participantes podem usar APENAS a cabeça. O objetivo é trocar de balão com outras pessoas o máximo de vezes possível. No final, todos celebram estourando os balões ao mesmo tempo. DOIS CÍRCULOS O objetivo desta dinâmica é permitir que os participantes se conheçam, e funciona principalmente em empresas com grande número de integrantes. Material utilizado Música a escolher. Como é feita? O condutor deve pedir para que as pessoas se dividam e façam dois círculos, sendo um dentro do outro, ambos com a mesma quantidade de pessoas. Quando a música começar a tocar, cada círculo deverá girar para um lado. Quando a música parar, cada pessoa deve se apresentar a quem que ficou à sua frente. Esta dinâmica deverá ser repetida até que todos tenham se apresentado. CORRENTE DE APOIO Objetivo Estabelecer uma relação de confiança no trabalho em equipe; cadeia de relações. Como fazer a dinâmica Formar um círculo único com todos os participantes. Fechar o círculo de forma que todos fiquem se tocando ombro a ombro. Nesse momento convém promover uma troca de lugares, por exemplo, contando até 3 e dizendo que ninguém deve permanecer onde estava. Nesse momento pede para que o circulo seja ainda mais reduzido, formando uma cadeia com as pessoas viradas de lado, uma atrás da outra, ainda em círculo. Apertar o círculo de forma que o peito de cada um esteja tocando as costas do colega da frente. O desafio nesse momento é todos se sentarem ao mesmo tempo no joelho do colega de trás. Para isso o colega de trás deve apoiar o colega da frente pela cintura, a fim de evitar a sua queda. O grupo só será bem sucedido se todos fizerem os movimentos ao mesmo tempo, de forma harmoniosa. Se um cair, todos caem. Tentar quantas vezes forem necessárias, até que o grupo consiga. Quando o objetivo for atingido; pedir que todos ergam as mãos devagar, como comemoração pela vitória, e depois segurem novamente a cintura do colega da frente para que todos levantem também a um só movimento. Dicas: Conversar sobre o resultado atingido e sobre como se desenvolveu a atividade. Foi fácil confiar no apoio do colega de trás? Qual a segurança que demos ao colega da frente? Sem confiança mútua poderíamos atingir esse objetivo? Ao final, correlacionar com a realidade do dia a dia do trabalho. PEGADINHA DO ANIMAL Objetivo “Quebra gelo” descontração geral. Como fazer Entrega-se a cada participante um papel com o nome de um animal, sem ver o do outro. Em seguida todos ficam em círculo de mãos dadas. Quando o animal for chamado pelo coordenador, a pessoa correspondente ao animal, deve se agachar tentando abaixar os colegas da direita e da esquerda. E os outros devem tentar impedir que ele se abaixe. Obs: todos os animais são iguais, e quando o coordenador chama o nome do animal todos vão cair de “bumbum” no chão, causando uma grande risada geral. O coordenador deve escolher bem o local para realizar essa dinâmica de quebra gelo, evitar pisos muito duros e participantes que tenham algum tipo de problema físico que possa ser comprometido com a prática. DINÂMICA: “DA HISTORINHA” Objetivo Treinar a memorização e atenção. Procedimento Todos devem estar posicionados em círculo de forma que todos possam se ver. O organizador da dinâmica deve ter em mãos um objeto pequeno e direcionando a todos deve começar a história dizendo: Isto é um ... (Ex. cavalo). Em seguida deve passar o objeto à pessoa ao seu lado que deverá acrescentar mais uma palavra a história sempre repetindo tudo o que já foi dito. (Ex. Isto é um cavalo de vestido...), e assim sucessivamente até que alguém erre a ordem da história pagando assim uma prenda a escolha do grupo. Cria-se cada história engraçada... É bem divertido, aproveitem. DINÂMICA: “SALADA DE FRUTAS” Objetivo Memória e concentração Procedimento O grupo senta em círculo e o facilitador diz umafruta qualquer e aponta para um dos participantes. O participante escolhido deverá dizer a fruta falada pelo facilitador e uma de sua escolha. Aí começa a brincadeira. A pessoa que estiver ao lado direito da escolhida pelo facilitador deverá dizer a fruta do facilitador, da pessoa e a sua. Exemplo: Facilitador - Maçã; Pessoa 1 - Maçã e Banana; Pessoa 2 - Maçã, Banana e Manga;Pessoa 3 - Maçã, Banana, Manga e Uva e assim sucessivamente até que alguém erre a seqÜência. Para a pessoa que errar pode ser solicitado um “castigo” ou um “mico”. Obs: 1º Em vez de frutas a brincadeira pode ser feita com carros, países, estados, objetos (praia, casa, sala, etc.); 2º Eu faço essa brincadeira com as minhas turmas do grupo de Reciclagem da Língua Portuguesa (in company) e garante ótimos resultados. Como castigo à pessoa que erra, eu faço alguma pergunta sobre o conteúdo já estudado (como revisão), do conteúdo a ser estudado (como hipótese e suposição, para ver o conhecimento da pessoa sobre o assunto) e do conteúdo que está sendo estudado (como reforço). É uma brincadeira simples, mas que garante boas risadas e resultados maravilhosos deixando o ambiente e os participantes super descontraídos. DINÂMICA: “DAS PARTES DO CORPO” Objetivo Estimular a atenção e interação com os colegas Procedimento Numa grande roda a pessoa começa a brincadeira dizendo o nome de uma parte do corpo. passando a vez. A pessoa que estiver ao lado determinado irá colocar a mão na parte do corpo que a primeira pessoa falou, e dizer outra parte do corpo passando a vez. A pessoa ao seu lado, já determinado de modo que a vez corra apenas em um sentido, colocará a mão na parte corporal dita pela segunda pessoa e dirá outra parte e assim sucessivamente. DINÂMICA: “DA INTELIGÊNCIA” Objetivo Melhorar a percepção Procedimento Você pega um grupo e divide em 2 a 2, um olhando pro outro. Peça a eles para que se observem por 2 minutos, depois peça para eles se virarem de costas e mudarem três coisas em si mesmos e depois desvirarem e fazerem com que o parceiro descubra o que foi mudado. O outro também repete e assim sucessivamente repita por 3 vezes esta dinâmica. DINÂMICA: “DA PERGUNTA CERTA” Objetivo Esta dinâmica irá despertar uma atenção maior a concentração e estratégia. Material Papel e fita crepe Procedimento Esta dinâmica para funcionar independe da quantidade de pessoas participantes. Um exemplo, em um grupo o coordenador deverá colar um nome de uma pessoa famosa nas costas dos participantes, sem que eles vejam o que esta escrito, então ganha a dinâmica quem descobrir primeiro o nome que está escrito em suas costas, para ajudá-los eles poderão fazer perguntas entre si como por exemplo ‘a pessoa é loira?’, mas as respostas so poderão ser sim ou não. UM, DOIS, TRÊS Objetivo Quebra-gelo Desenvolvimento 1º momento: Formam-se duplas e então solicite para que os dois comecem a contar de um a três, ora um começa, ora o outro. Fica Fácil. 2º momento: Solicite que ao invés de falar o número 1, batam palma, os outros números devem ser pronunciados normalmente. 3º momento: Solicite que ao invés de falar o número 2, que batam com as duas mãos na barriga, o número 3 deve ser pronunciado normalmente. Começa a complicar. 4º momento: Solicite que ao invés de falar o número 3, que dêem uma “reboladinha”. MEU VIZINHO Formação Todos em círculo Desenvolvimento O animador começa o jogo dizendo: “O meu vizinho é…” (aqui diz uma qualidade). Conforme a letra que inicia a palavra dita, todos os outros jogadores devem dizer palavras que se iniciem com a mesma letra. Por ex., se o animador disser: “Meu vizinho é corajoso”, todos os demais jogadores dirão palavras com a letra “C”. Não podem repetir palavras. Terminada a primeira rodada, o animador escolhe outra letra e assim por diante prossegue o jogo. TERRA, CÉU E MAR Objetivo Este é um exercício muito bom para aquecer e exercitar o senso de direção, percepção de espaço e, naturalmente, descontrair. É uma brincadeira bem animada. Pode-se fazer com o grupo todo (se for até vinte pessoas, mais ou menos) ou parte dele, em duas ou mais etapas. Os vencedores de cada etapa poderão ser os finalistas. Participantes: Indeterminado Desenvolvimento Facilitador sobe em alguma cadeira. Convidar um grupo de quinze a vinte pessoas e pedir que formem uma fila única, uma atrás da outra, alinhadas da menor para a maior. A fila deverá formar-se a partir de uma distância de, mais ou menos, um metro da cadeira onde está o facilitador. Começa a orientação: “Afila onde vocês estão é denominada TERRA, à sua direita é o CÉU e à sua esquerda é o MAR“. “Quando eu disser TERRA!, todos irão para a terra… CÉU!, todos irão para o céu… MAR!, todos irão para o mar. Aqueles que “titubearem” ou deixarem de ir, vão sendo excluídos”. A TROCA DE UM SEGREDO Material necessário Pedaços de papel e lápis. Desenvolvimento Os participantes deverão descrever, na papeleta, uma dificuldade que sentem no relacionamento e que não gostariam de expor oralmente. A papeleta deve ser dobrada de forma idêntica, e uma vez recolhida, misturará e distribuirá para cada participante, que assumirá o problema que está na papeleta como se fosse ele mesmo o autor, esforçando-se por compreendê-lo. Cada qual, por sua vez, lerá em voz alta o problema que estiver na papeleta, usando a 1ª pessoa “eu” e fazendo as adaptações necessárias, dando a solução ao problema apresentado. Compartilhar: a importância de levarmos a cargas uns dos outros e ajudarmos o nosso próximo. FALAR ATÉ QUEIMAR Objetivo Forma de apresentação rápida (todos têm o mesmo tempo). Materiais Uma caixa de fósforo com fósforos. Desenvolvimento Dispostos em círculo um participante recebe a caixa de fósforo e é convidado a riscar um palito enquanto o palito permanecer aceso deve falar de si apresentando-se (não pode ficar sem falar enquanto o palito estiver aceso e não pode falar mais quando o palito apagar). Quando o palito apagar passa a caixa ao próximo, recomeçando; até que todos tenham se apresentado. CARGA ELÉTRICA Objetivo Lazer e descontração Desenvolvimento O animador pede que alguns voluntários se retirem da sala. Enquanto isso, combina com o grupo quem será o eletrizado, que deverá ser descoberto colocando a mão sobre a cabeça. Em seguida chama-se o primeiro voluntário. O animador solicita, então, que o mesmo descubra o eletrizado colocando as mãos sobre a cabeça dos participantes. Ao encostar as mãos na cabeça do escolhido, todo grupo dá um grito. A brincadeira prossegue com os outros voluntários, podendo-se trocar a pessoa eletrizada. QUEM ESTÁ AO TELEFONE Para se iniciar esta brincadeira, é necessário primeiro fazer bilhetes com números, conforme a quantidade de participantes. No caso de 10 pessoas, deverão ser feitos bilhetes de número 1 (um) a 10 (dez). Cada participante tira um bilhete e olha o seu número, sem deixar que a outra pessoa veja. Após todos terem já recebido e memorizado o seu número, são vendados os olhos de todos os participantes. Os participantes são convidados a andar pela sala, de tal modo que fiquem todos misturados. O coordenador dá um leve toque no ombro de um dos participantes. Este (jogador A) deverá dizer: “Quero falar com o numero... (e diz o número da pessoa)”. A pessoa que tem o número escolhido (jogador B) deverá dar alguma resposta tipo “Alô!”, porém com voz disfarçada. O jogador A terá então o direito de fazer até quatro perguntas, o jogador B deverá responder usando pelo menos duas palavras na resposta. Deverá sempre, porém, responder com voz disfarçada, pois a brincadeira consiste precisamente em “A” tentar adivinhar quem se esconde atrás da voz de “B”. As respostas não precisam necessariamente dizer a verdade. Terminada as quatro perguntas, o jogador “A” deverá dizer o nome da pessoa com ele acha que falou. Se acertou, ele continua a brincadeira e quem não soube disfarçar cai fora. Se não acertou, ele cai fora e quem não soubedisfarçar continua. O coordenador pede que os participantes dêem alguns passos para se misturarem novamente e deverá então bater no ombro de outro participante. Assim a brincadeira continua até alguém ser o vencedor. Observação: Esta brincadeira só pode ser feita com participantes que se conheçam entre si. Variação: pode-se fazer esta brincadeira em forma de competição. São feitos então sempre dois bilhetes com o mesmo número. Os participantes são divididos em dois times e os membros de cada time recebem os seus bilhetes, de maneira a haver duas pessoas com o mesmo número, mas em equipes diferentes. Vendam-se os olhos dos participantes e alternadamente, um participante e cada time deverá falar com um participante da outra equipe segundo as mesmas regras descritas acima. Ao invés de eliminar participantes, deve-se adotar um sistema de pontos, combinando-se por um placar a ser atingido por uma das equipes para vencer a competição. MUDANÇA DE VOZ Cada um dos participantes escolhe uma frase (inventada por ele mesmo ou já conhecida). Um após o outro, cada participante deverá dizer em voz alta ao grupo a frase que escolheu. Depois disso, cada participante deverá repetir sua frase, modelando a sua voz e expressão corporal de tal modo a expressar os seguintes sentimentos ou situações. - com raiva, - como num anúncio oficial - como se estivesse atacando alguém, - apaixonado, - de maneira engraçada, - entediado (de saco cheio), - de maneira ameaçadora, - nervoso, - de maneira provocativa, - como se estivesse interessado no assunto, - de maneira interrogativa, - com voz forte, - como vendedor de feira-livre, - gritando, - transmitindo exagero, - de forma debochada, - de forma confidencial, - chorando, - como locutor de noticiário, O coordenador da brincadeira deverá anunciar cada vez o modo a ser usado na frase. Um após o outro, cada participante deverá dizer a sua frase em todas as modalidades. O participante será eliminado se não conseguir dizer sem rir a mesma frase em todas as modalidades ou então se – conforme o grupo julgar – não estiver conseguindo transmitir o sentimento ou a situação desejada. JOGO DO VIÚVO Forma-se um círculo com cadeiras, voltando os assentos dos mesmos para o centro. Os participantes são divididos em dois grupos: as(os) pretendidas(os) e os(as) pretendentes. As(os) pretendidas(os) sentam-se nas cadeiras, mas de tal modo a deixar uma cadeira vazia e os(as) pretendentes postam-se um atrás de cada uma das cadeiras. Desta maneira, cada pretendente tem seu par sentado(a) na cadeira, menos um(a) pretendente, cuja cadeira está vazia. Os(as) pretendentes ficam com as mãos em posição de sentido. Inicia- se, então, a brincadeira: o(a) pretendente que estiver viúvo(viúva) – isto cuja a cadeira estiver vazia, dá uma piscada para alguém dos(as) pretendidos(as). A pessoa que recebeu a piscada deverá rapidamente levantar-se e ir sentar na cadeira de quem a pretendeu, deixando assim viúvo(viúva) o seu parceiro. Esta pessoa poderá, porém, impedir que seu(sua) parceiro seja “roubado(a)”, colocando rapidamente as mãos sobre os seus ombros. Se a pessoa for rápida o bastante para colocar as mãos antes que a pessoa levante da cadeira, terá conservador sua(seu) parceira(o). E o viúvo(a) terá que fazer outra investida. Se alguém, no entanto, dos que estão de pé, levantar suas mãos num momento errado (quando seu parceiro ou sua parceira não for piscado), perderá o parceiro(a), passando a fazer o papel de viúvo(a). A brincadeira termina quando todos já tiverem se divertido bastante. INGREDIENTES E BEBIDAS Para esta brincadeira é necessário que se preparem bilhetes correspondentes, em número igual ao de participantes. Os bilhetes são preparados da seguinte maneira: num bilhete escreve-se o nome de uma bebida composta de diversos ingredientes e depois escreve- se um bilhete para cada dos ingredientes que compõe esta bebida. Assim, por exemplo, se se escreve num bilhete “Caipirinha”, deve- se escrever quatro outros bilhetes: limão num, cachaça no outro, açúcar no outro e no último gelo. É mais interessante que os bilhetes não sejam preparados na presença dos participantes da brincadeira. Terminada a preparação, os bilhetes são dobrados e misturados. Explica-se aos participantes que nos bilhetes há nomes e bebidas e noutros ingredientes que entram na composição destas bebidas. Cada participante deverá retirar um bilhete e, a um sinal de quem coordena, todos poderão olhar o que está escrito em seu bilhete e sair à caça de parceiros para formar uma bebida com os ingredientes. Será vencedora a equipe que se achar primeiro, formando uma bebida, e levar os bilhetes a quem coordena. Esta brincadeira poderá ser repetida diversas vezes. Basta para isso recolher os bilhetes, misturá-los e distribuí-los novamente. DESAFIO AO ORADOR Os participantes deverão sentar em semicírculo, como se estivessem num auditório. Cada participante deverá escrever num pedaço de papel um tema engraçado, inusitado ou louco sobre o qual deverá ser feito um discurso (por exemplo, a importância da invenção da água em pó). Os bilhetes são dobrados, recolhidos e dobrados. Um após o outro, cada participante deverá ser apontado pelo grupo para fazer um discurso. Ao ser apontado, este participante deverá tirar um bilhete e ler em voz alta o que se está escrito. Após um minuto de concentração, este participante deverá ir à frente de sua platéia e fazer de improviso um discurso sobre determinado tema. Pode-se inclusive – se houver à disposição – colocar uma cadeira para que ele suba e fique em destaque frente ao grupo. O discurso deve durar pelo menos uns quatro minutos. A platéia pode apoiá-lo com aplausos e apuros. Terminado o discurso, outro participante é escolhido para a tarefa. A brincadeira termina quando todos já tiverem falado, ou, então, após todos terem se divertido com três ou quatro discursos. No caso de se combinar um número menor de discursos que de participantes, é interessante que os oradores sejam determinados por meio de sorteio. Neste caso, também se pode ler no final os temas sobre os quais não foram feitos discursos.