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Coleta seletiva
1- APRESENTAÇAO
 A implantação da Coleta Seletiva tem sido tema de muita discussão no Brasil inteiro. Muitos prefeitos argumentam que será preciso investir muito em educação ambiental até que se consiga ter um processo eficiente e que isso pode demorar muitos anos. Com esses argumentos, a prefeitura de Felipe Guerra defendem implantações de soluções técnicas compatíveis com o desenvolvimento sustentável e incluem os catadores de material reciclável.
2- JUSTIFICATIVAS
 Iniciamos a reunião com a assistente social Elizangela Canela e a mesma apresentou a secretaria da assistência social Fatima Mota e a colaboradora Erica Lira.
 Na reunião foi mencionado o inicio da implantação da coleta seletiva onde os mesmos presentes e interessados no projeto teriam que fazer uma pré-incriçao, e que também esse projeto teria um prazo de um ano que seria um tempo estipulado para o seu desenvolvimento e que os mesmos seria capacitados ao longo desse tempo para que possam se desenvolver e seguir como cooperativa ou associação e foi ressaltado o interesse do gestor da nossa cidade onde o mesmo cobra o inicio do projeto e da ajuda de custo que será dada ao membros 
 3-ROTEIRO DA REUNIAO
DATA- 31\03\2016
LOCAL- Escola municipal Simão João de Gois (sitio tabuleiro)
HORARIO- 3 horas da tarde
TERMINO- 4 e meia da tarde
2. Materiais e Métodos
2.1. Materiais e Equipamentos utilizados
· Balança
· Estufa
· Jogo de peneiras
· Agitador de peneiras e agitador elétrico
· Cronometro
2.2. Procedimento de ensaio
· Seca-se uma determinada quantidade de solo ao ar (uma quantidade maior do que aquela que será utilizada no ensaio), desmancham-se os torrões e, em seguida, homogeneizasse o material cuidadosamente.
· Para que o material ensaiado seja representativo da jazida, a quantidade de solo a ser utilizada no ensaio deve ser obtida por quarteamento, obtendo-se assim uma amostra de solo com o peso necessário para se efetuar os ensaios (a quantidade de solo necessária para a realização do ensaio de granulometria é função do tipo de solo: solos grossos requerem uma maior quantidade de solo e vice-versa).
· Pesa-se a amostra de solo seco ao ar e peneira-se o material na #10 (2,00mm). Deve-se tomar o cuidado de desmanchar os possíveis torrões que ainda possam existir no solo de modo a assegurar que fiquem retidos na #10 apenas os grãos maiores que a abertura da malha.
· O material retido na #10 (2,00mm) é utilizado no peneiramento grosso do solo. Do material que passa na #10 retiram-se quantidades suficientes de solo para a realização do peneiramento fino.
3. Apresentação dos resultados
· Peneiramento Grosso
1° Pegou-se 2kg de material seco ao ar livre e o passamos pela peneira #10.
2° Nessa mesma peneira ficaram reditos o equivalente a 0,329Kg de material.
3° Esse material foi lavado para que fosse possível a retirada do silve e outros 
elementos que não se encaixassem na categoria “grossa” do solo.
4° O solo passou 24 horas na estufa 
5° Após passar o período de seca na estufa, o solo foi novamente pesado, chegando a pesar 0,288kg.
(O material permaneceu 10 min no agitador)
6° Colocou-se o material no conjunto de peneiras grossas onde obtivemos os seguintes resultados:
· Peneira 50 = 0,00g
· Peneira 38 = 0,00g
· Peneira 25 = 0,00g
· Peneira 19 = 0,015g
· Peneira 9,5 = 0,085g
· Peneira 4,8 = 0,085g
· Peneira 2,38 = 0,062g
· Peneira 2 = 0,054 g
· Fundo = 0,039 g
Pf (Peso Final) = 0,286g
1.2- Cálculos
· Massa Total da Amostra Seca
Utiliza-se a expressão:
Ms= (Mt - Mg)x 100 + Mg
 (100 + h)
Onde:
Ms = massa total da amostra seca.
Mt = massa da amostra seca ao ar = 2kg
Mg = massa do material seco retido na peneira de 2,00mm = 0,329kg
h = umidade higroscópica do material passado na peneira de 2,00mm.
1° Determinar umidade
h = P-Ps x 100
 Ps
Onde:
P = Peso da amostra seca ao ar passada pela peneira 2,00 (subdividida para os 3 demais ensaios) = 1.671kg/3 ˜ 0.500kg
Ps = Peso da amostra após 24h na estufa = 0,429 kg
h = 0.500-0.429 x 100 
 0.429
h = 16,55%
Logo:
Ms = (2-0,329) x 100+0,329 
 (100+16,55)
Ms = 1,436 kg
(Material retido em algumas peneiras)
· Porcentagens de materiais que passam nas peneiras de 50, 38, 25, 19, 9,5, 4,8, 2,38 e 2,0mm.
Utiliza-se a expressão:
Qg=(Ms - Mi)x 100
 Ms
Onde:
Qg = porcentagem de material passado em cada peneira.
Ms = massa total da amostra seca = 0.288kg
Mi = massa do material retido acumulado em cada peneira.
- Peneira #50
Qg=(0.288-0)x100/0.288
Qg=100%
- Peneira #38
Qg=(0.288-0)x100/0.288
Qg=100%
- Peneira #25
Qg=(0.288-0)x100/0.288
Qg=100%
- Peneira #19
Qg=(0.288-0.015)x100/0.288
Qg=94.79%
- Peneira #9.5
Qg=(0.288-0.058)x100/0.288
Qg=79.86%
- Peneira #4.8
Qg=(0.288-0.058)x100/0.288
Qg=79.86%
- Peneira #2.38
Qg=(0.288-0.062)x100/0.288
Qg=78.47%
- Peneira #2
Qg=(0.288-0.054)x100/0.288
Qg=81.25%
- Fundo
Qg=(0.288-0.039)x100/0.288
Qg=86.45%
· Peneiramento Fino
1° Usa-se o material que “não” ficou retido na peneira #10 do ensaio anterior
2° Pesou-se esse mesmo material, que chegou a 0,858 kg
(Logo após a pesagem, esses flocos foras esfarelados) 
3° Retira-se 0,120kg de solo de amostra e o passa na peneira #200
4° Lava-se a amostra e a deixa pelo período de 24 horas na estufa 
5° Após o período na estufa o material foi novamente pesado, chegando a 0,107 kg
6° Coloca-se o material no conjunto de peneiras finas, onde ficaram durante 10 minutos no agitador, após esse processo obtivemos os seguintes resultados:
· Peneira 1,2 = 0,012kg
· Peneira 0,6 = 0,022kg
· Peneira 0,42 = 0,037kg
· Peneira 0,29 = 0,012kg
· Peneira 0,15 = 0,013kg
· Peneira 0,075 = 0,004kg
· Fundo = 0,002kg
Pf(Peso Final) = 104kg
 1.3- Cálculos
· Porcentagens de materiais que passam nas peneiras de 1,2, 0,6, 0,42, 0,29, 0,15 e 0,075mm.
Utiliza-se a expressão:
Qf=Mh x 100 - Mi (100 + h)x N
 Mh x 100
Onde:	
Qf = porcentagem de material passado em cada peneira.
Mh = massa do material úmido submetido ao peneiramento fino =0.120kg
h = umidade higroscópica da material passado na peneira de 2,00mm = 16,55%
Mi = massa do material retido acumulado em cada peneira.
N = porcentagem de material que passa na peneira de 2,0mm = 81,25%
Logo:
- Peneira #1.2
Qf= 0.120x100-0.012x(100+16.55) x81.25
 0.120x100
Qf=71,78%
- Peneira #0.6
Qf= 0.120x100-0.022x(100+16.55) x81.25
 0.120x100
Qf=63,88%
- Peneira #0.42
Qf= 0.120x100-0.037x(100+16.55) x81.25
 0.120x100
Qf=52,5%
- Peneira #0.29
Qf= 0.120x100-0.012x(100+16.55) x81.25
 0.120x100
Qf=71,78%
- Peneira #0.15
Qf= 0.120x100-0.013x(100+16.55) x81.25
 0.120x100
Qf=70,99%
- Peneira #0.075
Qf= 0.120x100-0.004x(100+16.55) x81.25
 0.120x100
Qf=78,09%
- Fundo
Qf= 0.120x100-0.002x(100+16.55) x81.25
 0.120x100
Qf=79,67%
 
4- Conclusão
 Com a conclusão desse ensaio, obtivemos valores que nos permitirão realizar o calculo da curva de distribuição granulométrica desse solo, levando em consideração que no eixo das abcissas distribuiremos os diâmetros das partículas desse solo, já no eixo das ordenadas, ficarão os percentuais das partículas menores que não ficaram retidas nas peneiras.
	PENEIRA
	A.FINA:MASSA
	A.FINA RETIDA
	A.FINA:Qf
	A.GROSSA:MASSA
	A.GROSSA RETIDA
	A.GROSSA:Qf
	50
	 
	
	 
	0
	0
	100
	38
	 
	
	 
	0
	0
	100
	25
	 
	
	 
	0
	0
	100
	19
	 
	
	 
	0,015
	5,21
	94,79
	9,5
	 
	
	 
	0,085
	20,14
	79,86
	4,8
	 
	
	 
	0,085
	20,14
	79,86
	2,38
	 
	
	 
	0,062
	21,14
	78,47
	2
	 
	
	 
	0,054
	18,76
	81,24
	FUNDO
	 
	
	 
	0,039
	13,55
	86,45
	1,2
	0,012
	 28,22
	71,78
	 
	
	 
	0,6
	0,022
	 36,12
	63,88
	 
	
	 
	0,42
	0,037
	47,5
	52,5
	 
	
	 
	0,29
	0,012
	28,22
	71,78
	 
	
	 
	0,015
	0,013
	29,01
	70,99
	 
	
	 
	0,075
	0,004
	21,09
	78,09
	 
	
	 
	FUNDO
	0,002
	20,31
	79,68
	 
	
	 
 
Referências
BRAJA,Prof. M. PRINCIPLES OF GEOTECHNICAL ENGINEERING - PWS Publishing Company Boston.
Http://www.geotecnia.ufba.br/arquivos/ensaios/Aula%20de%20Laboratorio-%20Roteiro%20-%20Granulometria.pdf (Acessado 15/04/15)
NBR-7181/ABNT – Analise Granulométrica de Solos
Mecânica dos Solos
“Granulometria”
 Engenharia Civil
Professor(a): Maria Rosangela Oliveira
Turma: 5NB
Aluno(a): Debora Leia
Jéssica Nogueira
Jordan Kewen
Thalisson Bruno
Thais Helena
Mossoró
23 de abril de 2015
SUMARIO
1- INTRODUÇÃO
2- MATERIAIS E METODOS
3- APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS
4- CONCLUSÃO
5- ANEXOS
6- REFERENCIAL 
CURVA GRANULOMETRICA
AMOSTRA FINA
Valores Y	
1,2	0,6	0,42	0,29	0,015	0,075	fundo	28.22	36.120000000000012	47.5	28.22	29.01	21.91	20.32	N° PENEIRA
RETIDO %
CURVA GRANULOMETRICA 
AMOSTRA GROSSA 
Valores Y	
50	38	25	19	9,5	4,8	2,38	2	fundo	0	0	0	5.2100000000000014E-2	0.20140000000000011	0.20140000000000011	0.2153000000000001	18.75	13.55	N° PENEIRAS
% RETIDA
CURVA GRANULOMETRICA
Valores Y	
50	38	25	19	9,5	4,8	2,38	2	FUNDO	1,2	0,6	0,42	0,29	0,015	0,075	FUNDO	0	0	0	5.21	20.14	20.14	21.14	18.760000000000002	13.55	28.22	36.120000000000012	47.5	28.22	29.01	21.09	20.309999999999999	PENEIRAS
% RETIDO
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