Logo Passei Direto
Buscar

Artigo científico sobre percepção materna na hospitalização pediátrica. Estudo qualitativo com 15 mães, entrevistas semiestruturadas e análise por Bardin; identifica cinco categorias — sentimentos, alteração de rotina, rede de apoio, falta de atenção individualizada (enfermagem) e desafios — e recomenda incluir o acompanhante nas intervenções.

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

5483 Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v.17, n.1, p. 5483-5497, 2024 
 
 jan. 2021 
Percepção materna no processo de hospitalização em uma enfermaria 
pediátrica 
 
Maternal perception in the hospitalization process in a pediatric ward 
 
DOI: 10.55905/revconv.17n.1-327 
 
Recebimento dos originais: 22/12/2023 
Aceitação para publicação: 26/01/2024 
 
Maria Luiza Maués de Sena 
Mestranda de Enfermagem 
Instituição: Universidade Federal do Pará 
Endereço: Belém – Pará, Brasil 
E-mail: maria.sena@ics.ufpa.br 
 
José Maurício Pinheiro Bechir 
Graduado em Enfermagem 
Instituição: Universidade Federal do Pará 
Endereço: Belém – Pará, Brasil 
E-mail: pinheirobechir@gmail.com 
 
Bruna Damasceno Marques 
Graduada em Enfermagem 
Instituição: Universidade Federal do Pará 
Endereço: Belém – Pará, Brasil 
E-mail: enfbrunamarques@gmail.com 
 
Auxiliadora Pantoja Ferreira de Vilhena 
Especialista em Enfermagem Neonatal 
Instituição: Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará 
Endereço: Belém – Pará, Brasil 
E-mail: auxipanto@gmail.com 
 
Thamyles da Silva Dias 
Mestranda de Enfermagem 
Instituição: Universidade Federal do Pará 
Endereço: Belém – Pará, Brasil 
E-mail: thamyles.dias@gmail.com 
 
Marie Gesna Damefils 
Mestranda de Enfermagem 
Instituição: Universidade Federal do Pará 
Endereço: Belém – Pará, Brasil 
E-mail: gesnasolanje95@gmail.com 
 
mailto:maria.sena@ics.ufpa.br
mailto:enfbrunamarques@gmail.com
mailto:auxipanto@gmail.com
 
5484 Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v.17, n.1, p. 5483-5497, 2024 
 
 jan. 2021 
Diego Pereira Rodrigues 
Doutor em Enfermagem 
Instituição: Universidade Federal do Pará 
Endereço: Belém – Pará, Brasil 
E-mail: diego.pereira.rodrigues@gmail.com 
 
Andressa Tavares Parente 
Doutora em Ciências Ambientais 
Instituição: Universidade Federal do Pará 
Endereço: Belém – Pará, Brasil 
E-mail: andressatp@ufpa.br 
 
RESUMO 
Compreender a percepção das mães acerca da internação dos filhos em uma enfermaria 
pediátrica. Trata-se de um estudo descritivo-exploratório e qualitativo, que ocorreu em um 
hospital de referência materno-infantil do estado do Pará. Foram entrevistadas quinze mulheres 
com seus filhos internados no setor de pediatria, que contemplassem os critérios de pesquisa, 
com um roteiro de entrevista semi-estruturada, e os discursos analisados através da técnica de 
Bardin. A partir da análise das falas, destacou-se cinco categorias, contemplando os aspectos 
referentes à hospitalização e aos sentimentos vivenciados, modificação da rotina, rede de apoio, 
carência de um olhar individualizado para as particularidades existentes no meio hospitalar, 
especialmente dos cuidados em enfermagem e os desafios quanto a adversidade e rotinas da 
internação do paciente infantil. As falas maternas sinalizaram a necessidade de uma assistência 
pediátrica baseada no binômio criança e cuidador no processo de internação, compreendendo a 
mãe e a criança como um único conjunto, e que a acompanhante precisa ser inserida nas 
intervenções da equipe hospitalar como um todo, pela relação intrínseca existente entre mães e 
filhos. 
 
Palavras-chave: criança hospitalizada, mães, relações mãe-filho, enfermagem pediátrica, 
enfermagem. 
 
ABSTRACT 
To understand mothers' perceptions of their children's hospitalization in a pediatric ward. This is 
a descriptive-exploratory and qualitative study that took place in a maternal and child reference 
hospital in the state of Pará. Fifteen women with children admitted to the paediatric ward who 
met the research criteria were interviewed using a semi-structured interview script, and the 
discourses were analyzed using the Bardin technique. From the analysis of the speeches, five 
categories were highlighted, covering aspects relating to hospitalization and the feelings 
experienced, changes to the routine, the support network, the lack of an individualized look at 
the particularities existing in the hospital environment, especially nursing care, and the 
challenges of adversity and the routines of hospitalization of child patients. The mother's 
statements pointed to the need for pediatric care based on the binomial child and caregiver in the 
hospitalization process, understanding the mother and child as a single whole, and that the 
companion needs to be included in the interventions of the hospital team as a whole, due to the 
intrinsic relationship between mothers and children. 
 
Keywords: hospitalized child, mothers, mother-child relations, pediatric nursing, nursing. 
mailto:diego.pereira.rodrigues@gmail.com
mailto:andressatp@ufpa.br
 
5485 Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v.17, n.1, p. 5483-5497, 2024 
 
 jan. 2021 
1 INTRODUÇÃO 
A internação é um episódio complexo na existência de qualquer ser humano, sendo ainda 
mais desafiador para a criança, por ser impactada pelas mudanças psicossociais de ambiente 
como: a nova rotina, exames e procedimentos realizados (Aranha et al., 2020). Caracterizando-
se em um momento crítico, com grandes repercussões para o binômio mãe/criança, com a retirada 
de seu círculo social e inserção em um novo espaço cercado de procedimentos técnicos, em 
grande maioria, invasivos, que podem causar incômodos. Visto que, a criança pode sofrer com 
ansiedade, perda de peso, alterações de humor, diminuição da capacidade cognitiva, perda de 
autoestima, desenvolvimento de fobias, inseguranças e dificuldades na adaptação (Rodrigues; 
Fernandes; Marques, 2020). 
As genitoras que acompanham seus filhos vivenciam um novo ambiente diferente do seu 
lar, trazendo à tona a vivência da doença que representa uma mudança do cotidiano (Torres et 
al., 2022). A família da criança hospitalizada vê a internação como um acontecimento repentino 
e incerto. Assim, quando ocorre o adoecimento, a família fica vulnerável frente os possíveis 
agravantes da doença e da internação. Com a explicação dos profissionais em termos técnicos, 
torna-se difícil para as mães compreenderem e aceitarem emocionalmente o ocorrido (Bazzan et 
al., 2020). 
A realidade materna de acompanhar a hospitalização de um filho implica em suportar as 
inseguranças da enfermidade e consequentemente seu tratamento que pode vir a ser prolongado, 
provocando um desgaste físico e emocional (Innecco; Figueiredo, 2019). Portanto, a assistência 
de enfermagem e a equipe de saúde como um todo, devem proporcionar uma escuta ativa, que 
respeite as crenças e singularidades, levando em conta as opiniões da família e integrando o 
acompanhamento familiar no cuidado assistencial, contribuindo na melhora do processo de 
hospitalização até a alta hospitalar (Claus et al., 2021). 
O olhar e a dedicação no cuidado devem ser focados para o binômio mãe/filho, onde o 
olhar dos profissionais de enfermagem e equipe multiprofissional de saúde deve ir além do 
processo de saúde e doença, fundamentando a assistência de forma integral e humanizada aos 
familiares, diminuindo angústias e preocupações com seus filhos pela internação (Correio et al., 
2022; Ferreira et al., 2022). Deste modo, o presente estudo tem como objetivo compreender a 
percepção das mães acerca da internação dos filhos em uma enfermaria pediátrica. 
 
 
5486 Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v.17, n.1, p. 5483-5497, 2024 
 
 jan. 2021 
2 METODOLOGIA 
Este estudo se refere a uma pesquisa do tipo descritiva-exploratória, com abordagem 
qualitativa, guiada pelo Consolidated Criteria for Reporting Qualitative Research (COREQ) 
(Souza et al., 2021). Realizou-se uma entrevista semiestruturada, conduzida por dois graduandos 
de enfermagem com quinze mulheres selecionadas por conveniência, acompanhantes dos filhos 
hospitalizados no setor de pediatria de um hospital de referência em saúde materno infantil do 
estado do Pará. Os critérios de inclusão foram mães que acompanhavamseus filhos no período 
mínimo de quinze dias na enfermaria pediátrica. O critério de exclusão foram outros familiares 
que acompanhassem a criança internada. Não houve recusa materna. 
A coleta de dados se deu após aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa, e conforme a 
saturação das entrevistas, sendo utilizado como ferramenta um roteiro de entrevista 
semiestruturado com base em perguntas abertas pré-definidas, onde todas as entrevistas foram 
áudio gravadas com duração média de 15 minutos. O momento de realização da entrevista de 
forma presencial foi definido de acordo com disponibilidade das entrevistadas, nos turnos da 
manhã e tarde nas enfermarias pediátricas. 
Para a análise dos discursos, adotou-se a análise de conteúdo, seguindo critérios de Bardin 
(Bardin, 2016), onde na primeira etapa da pré-análise, por meio das informações coletadas, 
ocorreu a caracterização da amostra e, posteriormente, as falas foram individualmente analisadas 
e denominados com os códigos alfanuméricos (M1, M2, M3…), a fim de manter o sigilo de 
identidade. Após exploração do material com organização e leitura flutuante do material, foi 
possível sistematizar as ideias iniciais do estudo, entrando na terceira etapa da análise, definindo 
as unidades de contexto, de registro e categoria central das entrevistas, com uma análise 
crítica/reflexiva dos dados obtidos. 
O presente estudo seguiu as recomendações da Resolução no. 510/2016 (Brasil, 2016) e 
Resolução no 466/2012 do Conselho Nacional de Saúde com a garantia ao participante do 
anonimato, sendo aplicado previamente às entrevistas o Termo de Consentimento Livre e 
Esclarecido (TCLE) e de Autorização de Gravação de Voz. De acordo com os aspectos éticos da 
resolução, se faz importante que os participantes estejam cientes quanto aos procedimentos 
adotados durante toda a pesquisa, ciente quanto a todos os riscos e benefícios (Brasil, 2012). 
Sendo assim, esta pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa em Seres Humanos 
sob número do CAAE: 95798318.0.0000.5171. 
 
5487 Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v.17, n.1, p. 5483-5497, 2024 
 
 jan. 2021 
3 RESULTADOS 
Os dados foram estruturados em cinco categorias para melhor compreensão dos 
resultados alcançados e atendimento do objetivo: 
 
Figura 1: Categorias elencadas conforme análise de Bardin. 
 
Fonte: Elaboração própria, 2023. 
 
3.1 SENTIMENTOS VIVENCIADOS DURANTE A INTERNAÇÃO 
Para as mães que participam da internação de um filho, é de praxe ter que vivenciar o 
filho realizando procedimentos hospitalares, recebendo diagnósticos, passando por um 
tratamento mais complexo ou uma intervenção cirúrgica, qualquer ocorrência relacionada à 
condição de saúde de seu filho, é muito dolorosa para uma mãe, pois brotam naturalmente 
diversas emoções, como medo e ansiedade, devido circunstâncias como a insegurança do futuro, 
principalmente pelos riscos de cirurgia, prognóstico da doença e possível óbito, assim observado 
nas seguintes falas: 
 
“Em alguns momentos tive medo de perder ele, me deu um sentimento de desespero 
[...].” (M6) 
“Tristeza, bastante. No momento das cirurgias tive sensação de perda (Choro). É difícil, 
a gente planeja e tudo pra chegar aqui e ele ter que ficar internado até hoje é 
complicado.” (M3) 
 
Também há sentimento de tristeza e angústia derivados de situações onde as mães 
presenciaram o sofrimento dos filhos, mediante o quadro clínico que se encontra. Evidenciando 
 Resultados 
Mudanças no 
cotidiano materno no 
ambiente hospitalar 
Sentimentos 
vivenciados durante 
a internação 
Redes de apoio aos 
acompanhantes 
Adversidades 
vivenciadas durante 
hospitalização 
Práticas assistenciais 
à acompanhante 
 
5488 Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v.17, n.1, p. 5483-5497, 2024 
 
 jan. 2021 
sentimento de culpa, devido atrelarem a saúde da criança diretamente à imagem da mãe, como 
exclusivamente responsável, assim a mulher se frustra pelos julgamentos se culpabilizando pela 
patologia. São manifestações presentes nas seguintes falas: 
 
“[...] É um sentimento de medo, tristeza, solidão, pelo filho da gente tá internado. 
(choro) Nenhuma mãe quer isso para seu filho [...].” (M10) 
“[...] ela teve um quadro de infecção muito grande, então foi muito difícil, foi 
angustiante, foi triste por que eu vi o quanto ela sofreu [...].” (M11) 
“[...] é uma tristeza, é um sentimento de culpa ao mesmo tempo, tipo como se eu pudesse 
fazer mais [...].” (M7) 
 
A solidão também é recorrente nas falas das mulheres, uma vez que ocorre o afastamento 
do convívio familiar e a ausência do seu lar, bem explícito nas falas: 
 
“[...]A gente fica longe da família né, apesar deles virem visitar, é complicado, às vezes 
eu fico deprimida.” (M3) 
“[...]é um pouco confuso ainda pra mim. Mas é impossível não ter sentimento de medo, 
perda, de se sentir só, longe da família, com desconhecidos, cidade nova e tudo.” (M4) 
 
Foi possível observar que mesmo com as adversidades relatadas pelas mães durante a 
internação, ainda há a presença de otimismo e confiança neste momento, reconhecido nos 
discursos a seguir: 
 
“A gente tenta manter a esperança de que tudo vai dar certo, esperança eu acho que é 
a palavra que rege tudo aqui, a fé e a esperança.” (M13) 
“É um sentimento de esperança né, de que ele possa vir a melhorar [...] Eu peço muito 
ajuda pra Deus, pra ele me dar força pra lutar pra ele ficar bom, a gente procura não 
se desesperar [...].” (M14) 
 
Os sentimentos positivos estão muito relacionados aos atos de fé cristã, sendo a figura de 
Deus um grande refúgio para a busca de alívio do sofrimento e para impulso para reagir mesmo 
às dificuldades. 
 
 
5489 Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v.17, n.1, p. 5483-5497, 2024 
 
 jan. 2021 
3.2 MUDANÇAS NO COTIDIANO MATERNO NO AMBIENTE HOSPITALAR 
Nesta categoria, evidenciou-se que as mães são as principais cuidadoras e pilares de apoio 
para as crianças hospitalizadas e que esse papel desenvolvido implica em algumas limitações em 
outros quesitos do cotidiano, como exemplificado abaixo: 
 
“Ah eu não tenho mais isso [vida social], meu limite é até bem alí no supermercado 
quando ela tá precisando de alguma coisa e voltar, nem pra casa mais eu fui desde que 
ela adoeceu [...]” (M1) 
“[...] afetou mais em relação a nós 3 juntos, porque ele vem e quer ficar o tempo todo 
junto e aqui eles não permitem, é só até certo horário [...], meu marido vem de 3 em 3 
meses, fica só uma semana, e ainda não pode ficar aqui com a gente.” (M3) 
“[...]só tá a casa lá, minhas coisas estão aqui já em Belém. Eu vivo junto com o pai dele, 
tem grandes dificuldade devido à distância, ele trabalha lá, não tem como ele vir” (M4) 
 
São discursos onde se percebe o afastamento da família, pois como trata-se de um hospital 
de referência, muita criança internada advém do interior do Estado. Culminado em uma ausência 
maior, pois essa criança e sua mãe dificilmente recebem visita, pois tem uma barreira física e 
muitas vezes financeira como a despesa e tempo de viagem. Também, a aproximação da família 
somente é permitida conforme horário de visitação, visto na seguinte fala: 
 
“[...] eles [família] não podem vir com frequência [...] por causa do horário da visita 
porque não dá, que é de 16 às 17h, aí esse horário geralmente tá todo mundo 
trabalhando, aí é difícil.” (M1) 
 
Outra condição que preocupa as mães são as que possuem mais de um filho, pois o 
cuidado das outras crianças é delegado para outros familiares, motivando o surgimento de 
sentimentos de angústia e saudade. Sendo essa situação prejudicial ao bem-estar da mãe que 
frisado nas seguintes falas: 
 
“Elas [filhas] sempre me ligam, e falam: mãe quando é que a senhora vem? Quando a 
senhora vai sair? Meu irmão tá bem? Porque a senhora tá demorando? Então tudo isso 
ela pergunta às vezes paramim, a senhora não vem mais para cá para casa?” (M12) 
“[...]o meu outro filho fica com a minha mãe, ele ainda é um bebê, vai fazer dois anos, 
[...] a segunda vez que ela internou ele tinha um mês e meio só, aí tive que vir para cá 
para ficar com ela, aí ficava indo e vindo, aí ele já criou essa rotina, já não tem aquela 
dependência, fica bem com qualquer pessoa, [...] mas acho que para mim é bem mais 
doído está longe dele, com certeza, por causa dessa ida e vinda dela no hospital ele 
quase não amamentou direito, a gente não tem aquele vínculo assim [...]” (M13) 
 
Estas falas se caracterizaram como as mais difíceis de serem abordadas, porque para as 
mães se torna difícil deixar o outro filho em casa, por um período indeterminado, sem poderem 
 
5490 Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v.17, n.1, p. 5483-5497, 2024 
 
 jan. 2021 
revezar os cuidados do filho internado com outro familiar. Outras problemáticas significativas 
na vida das mães entrevistadas são relacionadas ao trabalho e/ou educação, que são deixados de 
lado pela hospitalização da criança, observado nos discursos: 
 
“Eu tô desempregada, [...] estava de licença maternidade, [...] aí tô no processo de 
negociação com eles pra ver como é que vai ficar a minha rescisão. [...] terminou minha 
licença então terminou a obrigação deles comigo, eu também não pude dar entrada no 
auxílio doença porque não sou eu que to doente, é ela, aí não existe benefício pra 
acompanhante [...]” (M1) 
“[...] Quando ela tava com 6 meses eu parei de estudar porque ela começou a dar febre, 
aí não pude ir pra escola e passei o resto do ano sem ir pra escola. Esse ano que eu tava 
voltando de novo ela foi e deu essa obstrução de válvula dela e não deu mais pra eu ir 
de novo.” (M2) 
“Eu ficava na fruteira (trabalho dela), [...] agora meu marido que fica na fruteira e de 
tarde ele vem nos visitar, [...] cortou o trabalho pela metade e junto a renda também.” 
(M10) 
 
As alterações também interrompem os avanços nos estudos, necessários para alcançar um 
emprego melhor e conquistar uma estabilidade financeira, e esse tempo afastadas pode vir a 
abalar a vida profissional das mães. 
 
3.3 REDES DE APOIO AOS ACOMPANHANTES 
A rede de apoio materna significa ajudá-la a sentir-se confortada e acolhida no ambiente 
hospitalar. Proporcionando um sentimento positivo que ajude no momento difícil pelo qual está 
passando, como confirmada nas falas: 
 
“A minha família me ajuda muito, tanto eu quanto ela, minha mãe e minhas irmãs me 
ajudam bastante. [...] o meu companheiro trabalha, faz faculdade, mas a noite ele tá 
sempre aqui para trazer alguma coisa, aí eu desço porque ele já chega num horário que 
não pode mais entrar. Eu tenho uma irmã que sempre troca comigo no fim de semana 
[...]” (M13) 
“Tive bastante da minha família. Amigos não, da família mesmo, da mamãe e do papai, 
ficaram do meu lado, vinham no acompanhamento do pré natal, e eles vem sempre 
visitar também, sempre quando podem, às vezes a mamãe fica aqui pra mim descansar.” 
(M3) 
 
Outro ponto trazido à tona seria a rede de apoio vinda de outros familiares durante o 
período de hospitalização da criança, mostrando como é importante uma fonte de apoio, 
evidenciadas nas falas: 
 
“Tenho ajuda da família, meu marido, o tio dele (irmão do marido), vem pra ficar 
revezando, ficar com ele.” (M10) 
 
5491 Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v.17, n.1, p. 5483-5497, 2024 
 
 jan. 2021 
“Tive muita ajuda de toda a minha família, a família do meu esposo, sempre nos apoiou, 
sempre esteve do nosso lado independente do problema.” (M11) 
“Minha mãe, a gente se ajuda em tudo, dando palavras de conforto, financeiro, no que 
eu precisar.” (M15) 
 
A maternidade demanda seus cuidados, sendo muito importante que os profissionais 
compreendam as demandas da mãe e sejam capazes de promover esclarecimentos na assistência 
prestada, empoderando-a para realizar a sua função de pai e mãe ao mesmo tempo. Com isso, 
obtiveram-se falas que retratam a ausência de apoio dos pais: 
 
“[...] Quase não mantenho contato com o pai dela, ele viu ela a primeira vez mês 
retrasado, ela já tava com um ano quando ele viu ela, mas nem ajudar assim, é muito 
raro assim ele mandar as coisas, quem ajuda era papai, mas agora a gente tá correndo 
atrás do benefício dela.” (M2) 
“[...] A relação com o pai dela (da criança) é bem complicada, nunca me ajudou com 
nada. Levei a minha gravidez sozinha [...] Ele dizia que as filhas não eram dele, que eu 
queria dar um golpe nele. Aí eu deixei isso pra lá, porque o que mais me importava 
eram as minhas filhas.” (M7) 
“Por parte do pai dele não. Tem vinte e um dias que a gente tá internado aqui e o pai 
dele nunca nem perguntou se ele ta bem [...]. Fico chateada com a situação do pai dele, 
porque ele ignora a existência do filho.” (M8) 
 
Identificou-se falas voltadas para os aspectos religiosos, com discursos enraizados em sua 
cultura, onde Deus tem poder para intervir e solucionar a situação em que se encontram, pois 
sentem-se em paz, com fé e esperança. 
 
“Deus até agora tá me dando o entendimento e a sabedoria, pra mim cuidar dele [...]” 
(M6) 
“As vezes eu peço muita graça pra Deus, pedindo paciência, porque às vezes eu tô 
cansada e ela não quer acalmar [...]” (M7) 
“[...] eu peço muito ajuda pra Deus, pra ele me dar força pra lutar pra ele ficar bom, a 
gente procura não se desesperar.” (M14) 
 
3.4 ADVERSIDADES VIVENCIADAS DURANTE HOSPITALIZAÇÃO 
Algumas falas foram voltadas à rotina hospitalar, como as problemáticas vivenciadas no 
cotidiano da enfermaria: 
 
“Acho que o maior deles é conseguir ficar aqui, porque é horrível, a gente fica muito 
tenso, muito. E aqui é ruim porque a gente não tem nada, nem sequer televisão pra gente 
se distrair, a gente fica totalmente alienada se não tiver um celular pra olhar [...] já 
pensou tu passar 24h aqui dentro só olhando teu filho, reparando teu filho, não tem 
direito nem de se distrair com alguma coisa vendo notícia, televisão.” (M1) 
“É o de tá aqui, permanecer, ficar aqui 24h por dia é horrível, [...] é muito difícil, mexe 
muito com a gente, não tem uma distração [...]” (M3) 
 
5492 Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v.17, n.1, p. 5483-5497, 2024 
 
 jan. 2021 
“[...] é muito difícil a gente tá no hospital, a gente não dorme direito, não se alimenta 
bem, e também manter ele bem, porque preciso conversar com ele, eu tenho que tá bem 
pra manter ele bem, converso bastante com ele, procuro explicar que se faz necessário, 
quando ele chama às vezes o sono tá bem pesado, mas tem que levantar, tem que ir lá, 
então é um desafio grande que eu enfrento.” (M14) 
 
Outras falas retratam os sentimentos de ausência dos entes queridos e a dificuldade de 
enfrentar este momento com vastas transformações, como exposto nas falas das seguintes mães: 
 
“Eu acho que é lidar com os meus sentimentos. Tem dia que eu tô bem e tem dia que 
eu não tô. Tipo assim de eu querer tirar ela e de não conseguir. Porque é muito ruim tu 
ver a tua filha assim. Tu perder uma filha e ver a outra assim [...]Então o meu maior 
desafio é esse, saber lidar com os meus sentimentos.” (M7) 
“Ficar longe do meu outro filho, porque as outras coisas a gente corre atrás depois.” 
(M13) 
“Acho que eu tenho que vencer essa angústia que tem dentro de mim, essa tristeza, 
porque eu deito e fico pensando na minha vida toda, mas depois passa. Não pela gente, 
mas por causa do meu filho que precisa de mim.” (M15) 
 
3.5 PRÁTICAS ASSISTENCIAIS À ACOMPANHANTE 
Durante a hospitalização, as mulheres podem ser afetadas por vários estímulos 
estressantes devido ao tratamento de seus filhos, suscetíveis às fragilidades e vulnerabilidades da 
internação, como é revelado pelas falas das mães: 
 
“Durante eu estar aqui a equipe não se importou em saber como eu estou. Nem o 
psicólogo.”(M7) 
“Não, para mim nunca teve nada específico, agora que eu tô grávida um e outro pergunta 
como o bebê está, se eu estou tomando vitamina, essas coisas, mas nada muito 
específico não, uma coisa muito avulsa, é tudo mais para ela.” (M13) 
“Até agora não, só com o meu filho mesmo [...] Eu gostaria de ser assistida, vindo 
perguntar como eu estou, ajudar a aliviar o momento.” (M15) 
 
Os profissionais de enfermagem são os mais presentes durante o processo de internação, 
sendo os que mais se comunicam com as mães devido a convivência, fato este averiguado nas 
falas retratadas abaixo: 
 
“Só o psicólogo mesmo. O resto não, até porque eles vem, examinam a bebe, fala como 
ela está, mas em termo de assim, nesse sentido sobre mim, só os psicólogos mesmo.” 
(M1) 
“Tive bastante ajuda do psicólogo, elas sempre estão perto, conversando, pra gente 
desabafar. Na maioria das vezes é sobre o bebê, no caso sempre é sobre ele. É mais a 
psicóloga que vem mesmo, que pergunta se a gente tá bem, se o marido tá vindo visitar, 
se a família tá vindo visitar, se tá tendo apoio.” (M3) 
“Vem, quase todo dia vem a psicóloga e terapeuta, a assistente social. Elas vêm pra 
saber como é que tá, como eu tô, como tá ele.” (M10) 
 
 
5493 Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v.17, n.1, p. 5483-5497, 2024 
 
 jan. 2021 
Os cuidados de enfermagem devem ser integrais, visando proporcionar um cenário 
positivo durante a hospitalização, para impulsionar o bem-estar do binômio mãe e filho. Sendo 
constatado na fala o protagonismo do enfermeiro na assistência à criança, com a inclusão da mãe 
nos cuidados realizados: 
 
“Eles sempre dão instrução pra gente, eles sempre estão presentes, preocupados com a 
saúde das crianças [...] Eu também me sinto assistida pela equipe. Eles vêm, perguntam 
como eu estou. Se está bem, tudo tranquilo, dando certo.” (M8) 
 
Mediante o exposto, enfatiza-se a importância das mães em também serem assistidas pela 
equipe de modo geral, a fim de estabelecer um cuidado holístico à criança, de tal forma que o 
binômio mãe-filho seja foco central do cuidado. 
 
4 DISCUSSÃO 
A hospitalização provoca nas crianças um distanciamento das suas atividades do 
cotidiano como frequentar a escola e brincar com os amigos. Portanto, a rotina do hospital é um 
ambiente totalmente novo, com regras e condutas dos profissionais de saúde, obrigatoriedade de 
exames, uma dieta diferenciada, horários de alimentação e repouso regrados (Souza et al., 2021). 
Assim, a inserção da criança em um ambiente distinto da sua realidade, pode provocar mudanças 
no comportamento, como sentimentos de medo, ansiedade e insegurança (Ferreira Júnior et al., 
2023). Visto isso, tanto a família, quanto a equipe de saúde, têm a responsabilidade de 
proporcionar apoio à criança objetivando minimizar as experiências dolorosas durante o período 
de hospitalização (Barros Netto et al., 2022). 
É compreensível o aparecimento de emoções negativas como tristeza, medo, solidão e 
outros, devido às circunstâncias vivenciadas. Porém, também pode haver sentimentos positivos 
frente à melhora do paciente internado, em conjunto com a fé das mães ou acompanhantes, 
visando permanecer otimista, a fim de passar tranquilidade para a criança e demais familiares, 
objetivando a evolução clínica (Bazzan et al., 2019). Uma vez que, a hospitalização desencadeia 
situações traumáticas e estressantes, estimuladas pelo afastamento do cotidiano e a exposição a 
um ambiente intimidador (Gomes et al., 2023). 
De modo geral, as mães se fazem mais presentes na internação dos filhos, pois o processo 
de adoecimento desencadeia nas crianças diversas queixas e carências, onde a mãe representa 
um “porto seguro” frente a várias dinâmicas da hospitalização. Porém, ela pode se sentir 
 
5494 Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v.17, n.1, p. 5483-5497, 2024 
 
 jan. 2021 
impotente pelo cenário das incertezas, além de se achar responsável pelo quadro clínico do filho. 
Paralelo à essa situação, ainda há uma instabilidade de suas atividades habituais mesmo que de 
forma passageira (Lima et al., 2020). 
Conforme as particularidades das internações, a religiosidade se torna uma forma de 
alcançar um melhor estado de espírito, seja qual for a religião ou a cultura daquele que a exerce. 
Pois para as mães, se firmarem em um ser supremo é um modo de se sentir mais empoderadas e 
demonstrar resistência frente às vivências das situações que enfrentam. Acreditar em algo maior 
traz melhores expectativas e torna-se uma forma de melhor aceitar passar por uma provação, 
acreditando que a fé é capaz de modificar uma realidade (Gomes et al., 2019). 
A assistência de enfermagem no contexto de pediatria deve desenvolver um vínculo com 
a família da criança que transcenda o tratamento clínico. Ou seja, a equipe de enfermagem não 
deve se firmar somente em prestar procedimentos técnicos, mas sim amparar a família de modo 
geral em seus questionamentos, apoiando e incentivando o desenvolvimento do autocuidado que 
considere os aspectos físicos, socioeconômicos, culturais e espirituais do enfermo (Silva et al., 
2023). 
As mudanças ocorridas na vida do paciente ocasionadas por alguma patologia, acentuam-
se mais quando se refere às crianças, pois o afastamento do seio familiar requer uma adequação 
a um novo cenário, que traz para as mães uma tarefa árdua de adaptação, acompanhada por 
anseios em não saber lidar com a nova fase na vida (Gouveia; Palladino, 2023 ). Por conseguinte, 
as mães são responsáveis não só pela gerência do processo familiar no hospital, mas também de 
organizar esse novo cotidiano. Logo, a equipe multiprofissional nem sempre está atenta às 
demandas e sobrecargas da acompanhante, e acabam de forma errônea tratando as mães como 
meramente figurantes no processo do cuidado, focando a assistência somente na criança (Lima 
et al., 2023; Ravanhani et al., 2022). 
 
 
5495 Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v.17, n.1, p. 5483-5497, 2024 
 
 jan. 2021 
5 CONCLUSÃO 
A pesquisa evidenciou que a hospitalização na pediatria carecia de uma atenção 
individualizada para as particularidades no meio hospitalar, como a ausência de amparo integral, 
com vários relatos acerca do cuidado multiprofissional e ênfase nos cuidados em enfermagem, 
onde as genitoras relataram serem excluídas do cuidado, e que as ações em saúde eram voltadas 
apenas aos filhos, isto é, o cuidado era fragmentado. 
Nessa perspectiva, no intuito de ofertar um cuidado integral, é necessário compreender 
como a internação afeta o binômio mãe-filho, e que a cuidadora necessita ser incluída nos 
procedimentos hospitalares pela enfermagem, sendo a categoria profissional com mais 
proximidade com os pacientes. Desse modo, o profissional deve compreender a importância do 
cuidado a esse binômio, identificando e articulando ações para promover o bem-estar na estadia. 
 
 
5496 Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v.17, n.1, p. 5483-5497, 2024 
 
 jan. 2021 
REFERÊNCIAS 
 
ARANHA, B. F. et al.. Using the instructional therapeutic play during admission of children to 
hospital: the perception of the family. Revista Gaúcha de Enfermagem, v. 41, p. e20180413, 
2020. 
 
BARDIN, L. Análise de conteúdo [Internet]. São Paulo: Edições 70; 2016. 
 
BARROS NETTO, I. S. et al..A ludoterapia no tratamento oncológico infantil. Revista Eletrônica 
Acervo Saúde, v. 15, n. 7, p. e10605, 6 jul. 2022. 
 
BAZZAN, J. S. et al.. Support systems in the pediatric intensive therapy unit: family perspective. 
Revista Brasileira de Enfermagem, v. 72, p. 243–250, dez. 2019. 
 
BAZZAN, J. S. et al.. O processo de adaptação familiar à hospitalização infantil em Unidade de 
Terapia Intensiva . Revista da Escola de Enfermagem da USP, v. 54, p. e03614, 2020. 
 
BRASIL. Resolução Nº 510 do Conselho Nacional de Saúde, de 7de abril de 2016. Trata sobre 
as diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisa em ciências humanas e sociais. Diário 
Oficial da União. Brasília, 2016. 
 
BRASIL. Resolução N° 466 do Conselho Nacional de Saúde, de 12 de dezembro de 2012. 
Aprova normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos. Diário Oficial da 
União. Brasília, 2012. 
 
CLAUS, M. I. S. et al.. A inserção do brincar e brinquedo nas práticas de enfermagem pediátrica: 
pesquisa convergente assistencial. Escola Anna Nery, v. 25, n. 3, p. e20200383, 2021. 
 
CORREIO J. F. et al.. O Cuidado Lúdico pela Enfermagem em Pediatria: Conhecimento e 
Dificuldades para sua utilização. Revista Enfermagem Atual In Derme, [S. l.], v. 96, n. 39, 2022. 
 
FERREIRA, T. M. C. et al.. Necessidades humanas básicas alteradas em crianças e sua 
associação com diagnóstico médico. Revista Enfermagem Atual In Derme, [S. l.], v. 96, n. 40, 
p. e–021307, 2022. 
 
FERREIRA JÚNIOR, A. R. et al.. Percepções de mulheres sobre o puerpério no hospital na 
situação de internação do filho. Contribuciones a las ciencias sociales, [S. l.], v. 16, n. 7, p. 7520–
7534, 2023. 
 
GOMES, C. B. DE A. et al.. PRENATAL NURSING CONSULTATION: NARRATIVES OF 
PREGNANT WOMEN AND NURSES. Texto & Contexto - Enfermagem, v. 28, p. e20170544, 
2019. 
 
GOMES, R. V. B. et al.. Reflexões sobre o potencial lúdico do uso da brinquedoteca em hospitais: 
contribuições do brincar livre para a promoção do bem-estar da criança hospitalizada. 
Contribuciones a las ciencias sociales, [S. l.], v. 16, n. 9, p. 15840–15854, 2023. 
 
 
5497 Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v.17, n.1, p. 5483-5497, 2024 
 
 jan. 2021 
GOUVEIA, L. B. .; PALLADINO, R. R. R. Cardiopatia congênita e percepções e sentimentos 
maternos . Distúrbios da Comunicação, [S. l.], v. 35, n. 2, p. e62141, 2023. 
 
INNECCO, C. A.; FIGUEIREDO BRITO, R. Vozes de mães de crianças hospitalizadas sobre 
suas vivências de acompanhar o filho enfermo. Pretextos - Revista da Graduação em Psicologia 
da PUC Minas, v. 4, n. 7, p. 571-588, 2019. 
 
LIMA, A. et al.. Desenvolvimento e avaliação de prática de educação contra a COVID-19: o foco 
no acompanhante hospitalar. Contribuciones a las ciencias sociales, [S. l.], v. 16, n. 11, p. 28891–
28907, 2023. 
 
LIMA, L. N. et al.. Self-reported experience of hospitalized children: an integrative review. 
Revista Brasileira de Enfermagem, v. 73, p. e20180740, 2020. 
 
RAVANHANI, J. et al . Percepção materna sobre a participação do pai na hospitalização do filho 
em unidade intensiva pediátrica. Reme: Rev. Min. Enferm., Belo Horizonte, v. 26, e-1441, 2022 
. 
 
RODRIGUES, J. I. B.; FERNANDES, S. M. G. C.; MARQUES, G. F. DOS S.. Preocupações e 
necessidades dos pais de crianças hospitalizadas. Saúde e Sociedade, v. 29, n. 2, p. e190395, 
2020. 
 
SOUZA, V. R. S. et al.. Translation and validation into Brazilian Portuguese and assessment of 
the COREQ checklist. Acta Paul Enferm., v. 34, eAPE02631, Mar. 2021. 
 
SOUZA, R. L. A. et al.. Hospitalization perceived by children and adolescents undergoing cancer 
treatment. Revista Gaúcha de Enfermagem, v. 42, p. e20200122, 2021. 
 
SILVA, B. A. M. et al.. Conduta do enfermeiro diante o paciente pediátrico oncológico em fase 
de terminalidade. Contribuciones a las ciencias sociales, [S. l.], v. 16, n. 7, p. 7898–7912, 2023. 
 
TORRES, D. G. et al.. Atendimento do parto sob um modelo obstétrico de trinômio, seu 
significado a partir do ponto de vista de casais. Revista Eletrônica de Enfermagem, Goiânia, 
Goiás, Brasil, v. 24, p. 69616, 2022.

Mais conteúdos dessa disciplina