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Reprodutor Masculino Espermatozóides são formados e lançados no espaço do tubos Células em divisão (mitose x meiose) Testículo Epidídimo Tubos Seminíferos Espermatogênese TÚBULOS SEMINÍFEROS •Produzem os espermatozóides; •Formados por 2 tipos celulares: Células da linhagem espermogênica; Células de sertoli; Células de Sertoli • Sustentam e protegem as células espermatogênicas em desenvolvimento. • Alimentam os espermatócitos e esperma. • Controlam o movimento das células e a liberação de esperma. • Produz líquido para o transporte. Espermatócito secundário Espermatides Espermatózóides Espermatogônias Espermatócito primário Gametogênese (espermatogênese) Células germinativas (2n) Período Germinativo 25 dias Período de crescimento 9 dias Período de maturação 19 dias Espermatozóides Epidídimo (armazena espermatozóides) Túbulo seminífero Mitoses 2n Mitose 2n 2n Meiose n n n n n n n n n n 2n Crescimento sem divisão celular Testículo Espermatogônia Espermatócito I (2n) Espermatócitos II (n cromossomos duplicados) Espermátides (n) (em corte transversal) Germinativo: lento na fase jovem, aumenta na maturidade sexual e diminui na velhice Espermatozóide Espermiogênese humana O complexo golgiense concentra-se perto do núcleo. As mitocôndrias concentram-se na região próxima ao centríolo, que se transforma em flagelo. Peça intermediária cauda cabeça Espermátide Núcleo Mitocôndria Centríolo Início da formação do acrossomo Parte do citoplasma que será eliminada Início da formação do flagelo Acrossomo Mitocôndrias Núcleo Controle Hormonal • Gonadotrofina Coriônica Humana (HCG): estimula produção de testosterona no feto (gestação). HCG: produzido pela placenta. Na puberdade • Hormônio de liberação de gonadotropina: estimula hipófise a produzir FSH (produção de esperma – Células de Sertoli) e LH (produção de testosterona – células de Leydig). Inibina (Células de Sertoli) – inibe hipotálamo Liberação de gonadotropina (GnRH) Hipotálamo Hipófise FSH LH Produção de esperma – Células de Sertoli Produção de testosterona – células de Leydig Controle Hormonal • Inibina (Células de Sertoli) – inibe hipotálamo REGULAÇÃO HORMONAL Mecanismos de feedback positivo: – Hipotálamo: Hormônio da liberação de gonadotrofina (GnRH) – A liberação de hormônios é pulsátil – a cada 1 a 3 horas. Adenohipófise: Gonadotropinas – FSH e LH. • LH – Estimula a secreção de testosterona; • FSH – Junto com a testosterona estimula a espermatogênese. REGULAÇÃO HORMONAL • Mecanismos de feedback negativo: – células de Sertoli - libera um hormônio chamado de inibina, que inibir a secreção de FSH e discretamente o Hormônio de liberação de gonadotropina. – Testosterona - inibe a liberação de LH e vice-versa; • Hormônio Luteinizante (LH) – Adenohipófise – Estimula as células de Leydig a secretar testosterona; • Testosterona – Estimula o crescimento e divisão das células germinativas testiculares; • Hormônio Folículo Estimulante (FSH) – Adenohipófise – Estimula as células de Sertoli – Conversão de espermátides em espermatozóides Testosterona Na realidade os testículos secretam vários hormônios masculinos em conjunto chamados de androgênios: - Testosterona - Diidrotestosterona - Androstenediona Após secreção a testosterona (97%) se liga fracamente a albumina e mais comum na globulina ligada ao hormônio sexual e circula após 30 min até horas e se liga ao órgão alvo, onde em boa parte é convertida em diidrotestosterona. A maioria dos efeitos da testosterona baseia-se na taxa aumentada de formação de proteínas nas células alvo. Estrogênios: acredita-se que formado a partir da testosterona pelas céls de Sertoli. Boa parte formada também a partir da testosterona em outros órgãos. Maturação e Armazenamento • Epidídimo - após 18 a 24 horas gera capacidade de mobilidade; • Proteínas inibitórias (liq. Epididimal); • Estocagem 1 mês – maior parte canal deferente; • Maturação - Após a ejaculação, os erpermatozóides tornam-se móveis e também capazes de fertilizar. Deslocamento • Movimentos flagelares; • Meio ácido-básico; • Temperatura; • Tempo no trato genital feminino. Vesículas Seminais • Frutose, prostaglandinas, fibrinogênio... Próstata • Cálcio, íon citrato, fosfato, enzima de coagulação e uma pró-fibrinolisina; • pH entre 6,0 e 6,5 (mobilidade do esperma) Uma enzima coaguladora do líquido prostático também faz com que o fibrinogênio do líquido da vesícula seminal forme um coágulo fraco de fibrina que segura o sêmen em regiões profundas da vagina próximo do colo do útero. Este coágulo é dissolvido em 15 a 30 min devido a sua quebra pela fibrinolisina, formada a partir da pró- fibrinolisina prostática. Sêmen • 10% espermatozóides; • 60% VS; • 30% Prostata; • pH 7,5. Sêmen • Líquido prostático ---------- Leitosa • Seminal e bulbouretrais ------------- mucosa • Coagulação 15-30 minutos; Capacitação dos Espermatozóides (1 a 10 horas) 1. Líquidos das útero e tubas afastam os inibidores; 2. Vesículas flutuantes (colesterol) – revestimento do acrossoma; 3. Influxo de cálcio – movimento do flagelo. Penetração do óvulo • Hialuronidase (atua entre células granulosas) e enzimas proteolíticas; • Zona pelúcida; • Fertilização. RECEM NASCIDO Início da vida embrionária começa a se desenvolver os testículos - começam a secretar TESTOSTERONA Desenvolvimento dos órgãos sexuais masculinos Acelera a formação do pênis, Bolsa escrotal, Próstata, Vesícula seminal, Ductos deferentes Descida dos testículos da cavidade abdominal para a bolsa escrotal – Criptorquidismo. A termo: 3% Prematuros: 30% 80% desce espontaneamente – 1 ano de vida correção cirúrgica: antes 18 meses • A secreção da testosterona pelos testículos fetais é estimulada pelo HCG secretado pela placenta durante a gravidez. • após o nascimento, a perda de conexão com a placenta remove esse feito estimulador e os testículos deixam de secretar testosterona. • Consequência: as características sexuais interrompem seu desenvolvimento desde o nascimento até à puberdade. ATO SEXUAL MASCULINO • Sensação sexual (nervo pudendo); • Glande; • Outras áreas: sacro escrotal, epitélio anal, estruturas perineais... • Secreções e pequenas inflamações. Fatores Psíquicos ? Ereção Peniana • Estimulação parassimpática (dilatação e lubrificação); • Óxido nítrico; • Nervos Pélvicos Emissão e Ejaculação • Impulsos simpáticos (T12 a L2); • Plexos simpáticos hipogástrico e pélvico; • Contração das glândulas e ductos; Orgasmo • Isquiocavernoso e “bulbocavernoso”(Ejaculação) • Resolução (1 a 2 min).REAÇÃO SEXUAL MASCULINA • Junção dos órgãos sexuais para a transmissão dos gametas com função reprodutiva. • Prática do sexo não-reprodutivo, com a finalidade de se obter prazer (homem, golfinhos, bonobo) • Ciclo fisiológico da resposta sexual humana: As etapas embora habitualmente coordenados e tendo a aparência de uma resposta unificada, constituem, na verdade, respostas separadas. DESEJO • A fisiologia do desejo sexual é precariamente compreendida. • Desejo sexual masculino geralmente exige quantidades suficientes de testosterona • Relacionado com o funcionamento do sistema límbico (emoções) e neurotransmissores (dopamina, noradrenalina, feniletilamina) - Liberada: troca de olhares, aperto de mão Os sentidos e o prazer Resposta a estimulação sexual • Visão - fonte de estimulação sexual mais importante que existe – HOMENS • Audição – MULHERES • Tato (pele-mais primitivo dos sentidos) – 5 milhões de receptores do tato; pontas dos dedos tem uns 3.000 - enviam impulsos nervosos ao cérebro através da medula • Paladar - Desde muito cedo, a boca é a primeira fonte de prazer (16 semanas de vida as papilas gustativas já estão desenvolvidas) • Olfato – feromônios (do Grego: que transmite excitação) – Subst. Secretadas pelo animal com função de atração sexual - resultam em sensações prazerosas EXCITAÇÃO EREÇÃO – resposta a um estímulo ocorre liberação de óxido nítrico (vasodilatador) – relaxa a musculatura lisa das artérias dos corpos cavernosos aumento do fluxo sanguíneo nos CORPOS CAVERNOSOS Ereção - Possibilita a penetração relaxamento da musculatura lisa dos corpos cavernosos ÓXIDO NÍTRICO ESTIMULO ENZIMA GUANILATO CICLASE ativa/liga INDUZ AUMENTO DOS NÍVEIS MONOFOSFATO DE GUANOSINA CÍCLICO (GMPC) CITRATO DE SIDENAFIL Inibidor seletivo - Fosfodiesterase tipo 5 (PDE5) - Degradação do GMPC Tadalafila(Cialis®), Vardenafila (Levitra®) EJACULAÇÃO Macho ejeta o sémem, através de um órgão copulador com objetivo fecundar a fêmea sob controle do SNSimpático (stress) FASE DA SAÍDA: • Contração dos ductos deferentes para impulsionar os Sptz dos epidídimos, onde foram armazenados, até o final ducto deferente • Sptz passam pelo ducto ejaculatório juntando-se aos fluidos das vesículas seminais, próstata, glândula bulbouretral para formar o sêmem •FASE DA EJACULAÇÃO PROPRIAMENTE DITA: • O sêmen é impulsionado através da uretra por contrações rítmicas gerada pelo músculo bulbouretral Duração: 17 segundos consistindo de 10 a 15 contrações • Período total de ejaculação – coincide com o auge da estimulação sexual - sensações fisiológicas e psicológicas – Orgasmo EJACULAÇÃO RESOLUÇÃO • O organismo volta a seu estado de repouso, não-estimulado. • Respiração, ritmo cardíaco e a pressão sangüínea retornam rapidamente ao nível basal. • Período refratário.