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FFAACCUULLDDAADDEE DDEE 
PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO 
FFAAPPEE 
 
Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 
46-E de 10.03.1998 
 
 
1 
 
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 
 
1 - Denominação e Informações de Identificação da Instituição 
Mantenedora: IESP - Instituto Educacional do Estado de São Paulo 
Mantida: FAPE - Faculdade de Presidente Epitácio 
Endereço: Rua Pernambuco, 17-05 - Presidente Epitácio - CEP 19470-000 
Fone/Fax: (18) 3281-9600 
e-mail: maria.helena@uniesp.edu.br 
Home page: www.uniesp.edu.br/epitacio 
Dependência Administrativa: Particular. 
Personalidade Jurídica: Sociedade Civil de Direito Privado 
 
1.1 - Histórico da Instituição 
A FAPE – Faculdade de Presidente Epitácio objetiva suprir o Ensino Superior nas áreas 
de sua atuação, isto é, na formação de professores e bacharéis nas diversas áreas do 
conhecimento autorizadas pelos órgãos competentes. A IESP – Instituto Educacional do Estado 
de São Paulo, constituída juridicamente, sociedade civil sem fins lucrativos, é a entidade 
mantenedora da Faculdade. 
Paralelamente à sua atividade de ensino e formação, a Faculdade tem por meta a 
implementação de estudos e pesquisas relativas a esse ramo de conhecimento científico e 
técnico. Outro objetivo digno de destaque é a prestação de serviços à comunidade, mediante a 
colaboração com empresas privadas e com entidades públicas. A manutenção de intercâmbio 
cultural e técnico com os centros científicos e universitários do país, é outro traço no campo de 
atuação da Faculdade. 
 A filosofia da Faculdade de Presidente Epitácio, no que tange ao ensino, é a de ser uma 
Escola de ponta e, para desempenhar esta vocação se propõe a seguir um conjunto de 
princípios em direção à qualidade de ensino, quais sejam: 
1) O aluno como razão de ser da Faculdade; 
2) Capacitação de seus recursos humanos, treinando funcionários em modernas 
técnicas administrativas e estimulando professores a um contínuo processo de 
aperfeiçoamento através da CPA; 
 
 
FFAACCUULLDDAADDEE DDEE 
PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO 
FFAAPPEE 
 
Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 
46-E de 10.03.1998 
 
 
2 
 
3) Desenvolvimento de cursos e técnicas pedagógicas, cabendo ao professor conhecer 
profundamente sua disciplina e, também, as melhores técnicas e processos para 
ministrá-la; 
4) Utilizar a informática como instrumento de ensino e suporte às demais atividades; 
5) Abertura para o mundo, promovendo a execução de convênios com centros de 
excelência universitária absorvendo as mais modernas experiências, adaptando-as à 
realidade regional. Ex. Rotary; 
6) Investimento em instalações físicas adequadas ao ensino; 
7) Reconhecimento por parte da comunidade para que seus concursos vestibulares 
sejam procurados por um elevado número de candidatos e, como conseqüência, a 
seleção seja pautada pela qualidade; 
8) Busca de parcerias com empresas e instituições procurando conscientizá-las de que 
a qualificação profissional começa na Escola. 
Nosso principal compromisso é com o aluno e com a qualidade de ensino. Todas as 
ações serão orientadas para o bom aprendizado e à formação de profissionais com consciência 
crítica de suas responsabilidades. Orientamos a busca da qualidade em todos os nossos 
processos, desde o planejamento das atividades, dos materiais de apoio, dos instrumentos de 
avaliação, até os procedimentos administrativos, dos mais complexos aos mais elementares. 
Procuramos formar profissionais aptos a interpretar a realidade e enfrentar o desconhecido. A 
investigação constante é em direção à pesquisa e experimentação de novas idéias que visem a 
contínua melhoria das condições de trabalho e do aprimoramento do processo educacional. A 
meta, enfim, é a de preservar o nome da Faculdade de Presidente Epitácio e a IESP no mais 
elevado conceito. 
A FAPE tem, portanto, definida como sua missão: Formar profissionais, objetivando a 
inserção social, com valores e princípios éticos, senso de justiça e igualdade, capaz de 
exercerem a cidadania em sua plenitude. 
A organização técnico-administrativa da FAPE abrange: 
I – Núcleo da Direção 
 Diretor Geral 
II - Núcleo Técnico- Pedagógico 
 Coordenação Pedagógica 
 Coordenador de Estágio 
 Coordenador do Núcleo de Pesquisa e Extensão 
 Empresa FAPE Junior 
 
 
FFAACCUULLDDAADDEE DDEE 
PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO 
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Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 
46-E de 10.03.1998 
 
 
3 
 
 Coordenador do Núcleo de Apoio Psicopedagógico 
 Coordenador do Núcleo de Prática Jurídica 
 Coordenador de Monografia 
III – Núcleo Administrativo 
 Secretária Acadêmica 
 Tesoureira 
 Bibliotecária 
 Técnico em Informática 
 Coordenador de Projetos Sociais 
IV – Núcleo Operacional 
 Vigilância e Atendimento 
 Limpeza, manutenção e controle. 
V – Corpo Docente 
VI – Corpo Discente 
VII – Colegiados 
 Diretório Acadêmico. 
 Conselho Superior - CONSU 
 Chefe de Departamento 
 
1.2 – Dirigentes da Instituição 
Diretor-Presidente: José Fernando Pinto da Costa 
Brasileiro, casado, residente e domiciliado em Presidente Prudente-SP. Engenheiro 
Civil, pela UNESP/Ilha Solteira. Especializado em Administração Financeira e Curso de 
Especialização em Análise de Demonstrações Financeiras 
Diretora Geral: Maria Helena Bueno 
Brasileira, casada, residente e domiciliada em Presidente Vensceslau-SP. Advogada. 
Graduada em Estudo Sociais, Pedagogia e Direito, Especialista em Direito. 
Secretária Acadêmica: Sidinéia Rodrigues Martins de Oliveira 
Brasileira, Casada, residente e domiciliada em Presidente Epitácio, com mais de 01 ano 
e 06 meses de experiência na Área Administrativa / Secretaria de Faculdade, Graduada 
no curso de Letras. 
 
 
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Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 
46-E de 10.03.1998 
 
 
4 
 
Tesouraria: Ariene Rodrigues Nantes 
Brasileira, Solteira, residente e domiciliada em Presidente Epitácio, Graduada em 
administração e pós-graduada em Gestão Ambiental e Agronegócios. 
 
2 - Regime escolar, vagas, turnos de funcionamento, dimensão das turmas e 
período para integralização do curso. 
A denominação é Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação, com 100 
vagas anuais, distribuídas em duas turmas. Como tamanho das turmas, se tem 50 
alunos por turma. Seu regime de matrículas é seriado semestral, com turno de 
funcionamento noturno. Sua duração é equivalente á quatro anos, o que corresponde 
em carga horária a 3.400 h. 
O período mínimo para integralização do curso é de quatro anos, sendo o 
máximo possível para integralização sete anos. 
Vagas 
 
Turmas Tamanho Aulas Regime Período Carga 
Horária 
 
100 
 
02 
 
50 alunos 
Teóricas e 
Práticas 
Seriado semestral 
(08 sem.) 
Noturno 
3.400 h. 
 
3 - Justificativa para implantação do curso Bacharelado em Sistemas de 
Informação em Presidente Epitácio. 
No contexto atual, uma das grandes carências de nosso país, talvez a maior, é a 
educação. A faculdade vem ao encontro desta necessidade atuando na educação 
superior, promovendo a disseminação do conhecimento e formando pessoas 
capacitadas a promover o desenvolvimento regional. 
A FAPE tem acompanhado a emergente sociedade da informação, promovendo 
ações estratégicas que visam garantir o cumprimento de sua missão, buscando 
adequar-se às necessidades do dinâmico ambiente em quede hidrelétricas, implantação de novas 
empresas, ampliações estruturais dos municípios da região, etc. a cidade de Presidente 
Epitácio adquiriu um importante papel na relação entre desenvolvimento econômico 
versus impacto provocado nas relações ambientais, haja vista ser considerada o centro 
econômico da região em que está localizada. 
O ecossistema da região poderá sofrer profundas alterações nos próximos anos, 
podendo provocar, em um futuro também próximo, efeitos indesejáveis na qualidade de 
vida dos habitantes da região. 
Faz-se necessário á adoção de uma política de desenvolvimento firme sobre o 
impacto ambiental e sobre o crescimento sustentável para reduzir os efeitos de novos 
investimentos em infra-estrutura e de projetos que esgotem os recursos. 
Uma política de crescimento sustentável é vital para conservar os recursos 
naturais e o seu ecossistema, a base da saúde intrínseca de um país e de seus 
habitantes. Nesse sentido, a instituição de ensino passa a ser o elemento catalisador e 
de função pró-ativa no processo de criação de uma consciência ecológica em todos os 
segmentos e classes sociais e a implementação de políticas e programas de gestão 
ambiental, objetivando a melhoria da qualidade de vida. 
 
 
 
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Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 
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10.5 - Diretriz produtiva e tecnológica 
É possível proporcionar uma profissionalização progressiva e intensa dos 
recursos humanos da cidade e da região por meio de parcerias, convênios, 
associações com faculdades e universidades tradicionais (Centros de Pesquisa), 
representantes de classes, instituições públicas e privadas, etc., que representam o elo 
de ligação entre a Faculdade de Presidente Epitácio e a promoção tecnológica a ser 
fornecida à comunidade local e regional. 
Outra vertente importantíssima para o desenvolvimento desses recursos 
humanos é a realização sistemática de palestras e cursos abertos ao meio acadêmico e 
à população, eventos promovidos com os melhores e mais conceituados profissionais 
atuantes no mercado. Tais eventos possibilitam um excelente intercâmbio entre escola 
x comunidade x desenvolvimento regional. 
 
11 - Objetivos do Curso 
O curso bacharelado em sistemas de informação tem por objetivo a formação de 
profissionais para atuação em planejamento, análise, utilização e avaliação de 
modernas tecnologias de informação aplicadas às áreas administrativas e industriais, 
em organizações públicas e privadas. 
Para atingir este objetivo, um curso de bacharelado em sistemas de informação 
deve propiciar formação sólida em ciência da computação, básica em administração de 
empresas e abrangente em sistemas de informação, enfatizando aspectos teóricos e 
práticos, visando à formação de profissionais para atuação em desenvolvimento 
tecnológico em ciência da computação, com ênfase em gestão e desenvolvimento de 
sistemas de informação em organizações. 
Pretende-se preparar profissionais para identificar as necessidades das 
organizações, criar e gerir soluções tecnológicas, desenvolver sistemas informatizados 
para organizar os fluxos de informação das empresas, analisar e propor 
aperfeiçoamento de sistemas já em funcionamento, gerenciar equipes de 
desenvolvimento e de produção. 
O curso busca ainda, a consecução de um conhecimento de alta qualidade, o 
domínio dos meios de produção e a participação na vida social e política. Com uma 
 
 
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Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 
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formação de intencionalidade, uma cultura investigativa, metodológica e uma postura 
ativa frente ao desconhecido, por meio da integração do ensino com a pesquisa, o 
curso estimula em seus alunos a capacidade de abordagem multidisciplinar, integrada e 
sistêmica das questões, seu potencial empreendedor e sua capacidade de 
comunicação. 
Assim, o curso bacharelado em sistemas de informação tem como seus 
principais objetivos: 
 A formação de recursos humanos para a automação dos sistemas de informação 
das organizações, em concordância com as estruturas organizacionais e com 
ênfase em informática e suas aplicações. 
 Formar profissionais empreendedores, capazes de projetar, implementar e 
gerenciar a infra-estrutura de tecnologia de informação, envolvendo 
computadores, comunicação e dados em sistemas organizacionais. 
 Preparar profissionais com sólida e ampla formação técnica na área de 
tecnologia da informação aplicada às organizações. 
 Contribuir na preparação do aluno para o exercício da cidadania através da 
formação humanística. 
 Preparar recursos humanos capazes de contribuir para a promoção do 
desenvolvimento regional sustentável e o fortalecimento econômico da 
comunidade em que se insere, por meio da formação voltada ao 
empreendedorismo. 
 Desenvolver a capacidade de auto-aprendizado do aluno e instaurar a 
necessidade da busca de novos conhecimentos de forma crítica e constante. 
 Contribuir para a geração e disseminação de conhecimentos em sua área de 
atuação, por meio da realização de pesquisas e atividades de extensão. 
 Oferecer uma formação técnica científica sólida ao egresso do curso. 
 Desenvolver uma consciência crítica no egresso sobre valores éticos, morais, 
ambientais e humanísticos. 
 Integrar a sociedade e a faculdade na solução de problemas da área de 
sistemas de informação. 
 
 
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Para o alcance dos objetivos acima devem ser desenvolvidos conhecimentos 
técnicos, gerenciais e humanísticos, entre os quais se destacam: 
 Lógica e ferramentas de programação, desenvolvimento e manutenção de 
sistemas. 
 Administração de ambientes em rede de computadores e de sistemas 
distribuídos, tratando de aspectos como segurança, organização, manutenção e 
instalação. 
 Gestão da informação e da tecnologia. 
 Sistemas de apoio à decisão. 
 Gerência de projetos de software e serviços na área de informática. 
 Impacto da informática sobre a sociedade e postura ética no exercício 
profissional. 
A instituição pretende, por meio da oferta de um curso dinâmico que ofereça 
uma educação compatível com os padrões de qualidade recomendados para a área, 
adequar o processo educacional e o conjunto de conhecimentos adquiridos à região 
geográfica de abrangência na qual Presidente Epitácio está inserido, permitindo que a 
aplicação destes conhecimentos esteja em acordo com a realidade regional, e que seja 
compatível com a importância que esses profissionais possuem para o 
desenvolvimento do país e da comunidade que pertence. 
Dessa forma, o profissional egresso do curso poderá contribuir para a eficiência 
gerencial nas organizações, por meio do armazenamento, da recuperação, da 
distribuição e da disponibilização de dados para apoiar a tomada de decisões, bem 
como subsidiar usuários na análise de problemas, na criação de produtos e serviços, 
na visualização de mercados potenciais. 
 
12 - Perfil do egresso pretendido pelo curso 
Atualmente, a utilização das tecnologias da informação disponível no mercado é 
fundamental para que uma organização tenha sucesso, uma vez que as soluções 
tecnológicas que automatizam e dinamizam os processos organizacionais tornaram-se 
ferramentas imprescindíveis para apoiar o processo de tomada de decisões nas 
organizações. Por isso, torna-se crescente a preocupação com a coleta, o 
 
 
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Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 
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36armazenamento, o processamento e a transmissão da informação, na medida em que a 
disponibilidade da informação certa, no momento certo, para a pessoa certa, é requisito 
fundamental para a melhoria contínua da qualidade e da competitividade da 
organização. 
De acordo com as diretrizes curriculares, é possível identificar duas grandes 
áreas de atuação dos profissionais de sistemas de informação: 
1. Inovação, planejamento e gerenciamento da infra-estrutura de informação e 
coordenação dos recursos de informação nas organizações; 
2. Desenvolvimento e evolução de sistemas de informação e de infra-estrutura de 
informação para uso em processos organizacionais, departamentais e ou 
individuais. 
Para desenvolvimento das atividades inerentes às duas grandes áreas 
identificadas acima, o profissional de sistemas de informação deverá ter, além de um 
conhecimento teórico consistente, conhecimentos prioritariamente voltados à aplicação 
de soluções tecnológicas para atender às necessidades dos usuários. Para tanto, o 
curso o capacitará a: 
 Conhecimentos técnicos científicos de áreas tais como as de computação, 
matemática, teoria de sistemas, administração, direito. 
 Analisar o funcionamento de uma organização, propor e implantar sistemas de 
informação. 
 Utilizar, adequada e eficazmente, tecnologias de informação na solução de 
problemas relativos a domínios de aplicação específicos. 
 Prever e compreender os impactos das novas tecnologias no homem, nas 
organizações e na sociedade. 
 Aplicar conhecimentos de forma independente e inovadora, acompanhando a 
evolução da área e contribuindo para a busca de soluções em diferentes setores 
nas organizações. 
 Interagir com os diversos setores da organização, a fim de conceber, 
desenvolver, gerenciar e aprimorar sistemas de tratamento automatizado de 
informações. 
 
 
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 Interagir produtivamente com o usuário, mediante seleção e utilização de formas 
adequadas de comunicação oral, escrita e gráfica. 
 Assumir postura ética no tratamento e na disponibilização de informações. 
 Relacionar e compatibilizar ferramentas e ambientes computacionais entre si e 
com os usuários e respectivas tarefas. 
 Conceber, projetar e desenvolver soluções para problemas, por meio da 
construção de programas. 
 Aplicar modelos matemáticos no apoio à concepção de soluções para problemas 
específicos. 
 Selecionar sistemas operacionais em função de suas características e da 
disponibilidade de ferramentas, privilegiando o mais adequado. 
 Identificar tecnologias e definir a infra-estrutura de redes de computadores 
necessária para atender as necessidades da organização. 
 Aplicar modelos de inteligência artificial na solução de problemas e na 
construção de sistemas interativos amigáveis. 
 Integrar sistemas de bancos de dados às soluções em tecnologia da informação 
nas organizações. 
O egresso deverá possuir uma visão sistêmica do seu campo de atuação, 
apresentando habilidades e competências adquiridas durante o curso, enfatizando os 
aspectos de investigação e descrição de processos ligados à informática, produzindo 
conhecimentos e devendo ser capaz de: 
 Apresentar sólidos conhecimentos das linguagens e técnicas de programação. 
 Desenvolver projetos de software ergonomicamente concebidos, incorporando, 
entre outros aspectos, modelos cognitivos e lingüísticos que dão suporte a 
elementos de usabilidade, garantindo uma efetiva interface homem máquina. 
 Compreender, analisar e introduzir modificações nos processos de informação 
das empresas, principalmente na área administrativa. 
 Analisar a linguagem de computadores e os códigos de comunicação entre 
usuário e a máquina. 
 Trabalhar coletivamente e compreender o seu trabalho através não só de uma 
ótica técnica, mas também humana, podendo atuar nos mais diversos campos. 
 
 
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Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 
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Este profissional deve ser capaz de implementar de modo eficiente a tecnologia 
da informação no âmbito organizacional, identificando as necessidades do usuário e 
oferecendo soluções adequadas a seus problemas. 
Esse processo de formação não pode prescindir de levar em conta também que 
o bacharel em sistemas de informação é, antes de tudo, um profissional de nível 
superior, cujo perfil deve refletir a seguinte configuração: 
 Uma sólida formação geral-profissional, pautada por princípios ético políticos e 
técnico científicos voltados para a complexidade das relações e das demandas 
humanas e sociais. 
 Entendimento de que a formação profissional é um processo contínuo de 
construção de competências que demanda aperfeiçoamento e atualização 
permanentes. 
 A compreensão da profissão como uma forma de inserção e intervenção na 
sociedade, tendo por base a comunidade regional. 
 Uma atitude crítica, responsável, criativa e respeitosa em relação às questões 
sociais e ambientais, com vistas à identificação e à resolução de problemas. 
 A disponibilidade e competência para o exercício da interdisciplinaridade e para 
a atuação em equipes multiprofissionais, resguardada a autonomia profissional. 
 A capacidade de pensar e de aportar o seu conhecimento no conhecimento já 
disponível, de maneira crítico, pessoal e consistente. 
 A capacidade de utilizar os conhecimentos científicos e tecnológicos existentes e 
disponíveis e de produzir novos conhecimentos, deles derivando condutas 
pessoais e profissionais responsáveis, justas e éticas. 
 A capacidade de auto-análise tendo em vista o aprimoramento de seu 
autoconhecimento e de suas relações interpessoais. 
Nesse sentido, a faculdade pretende para o bacharel em Sistemas de 
Informação, que ao término do curso, ele incorpore amplos conhecimentos dos eventos 
ao longo da história das diferentes culturas do mundo atual; habilidades para interagir 
com diversos grupos de pessoas de diferentes níveis culturais, para intercâmbio, troca 
de idéias e de experiências. Ter sensibilidade e capacidade de visualizar os contrastes 
em relação às forças econômicas, políticas e sociais no país e no mundo como um 
 
 
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todo. Ter experiência na abordagem de juízos de valores; desenvolver o raciocínio 
lógico e intuitivo, a ser aplicado nas situações do dia a dia. O Bacharel deverá 
desenvolver, ao longo de sua escala, uma formação humanística consciente e visão 
global, que o habilitarão a compreender o meio social, político, econômico e cultural 
onde estará inserido, estando capacitado a tomar decisões em um mundo globalizado, 
diversificado, interdependente e que passa pôr mutações contínuas e extremamente 
rápidas. 
Nesse contexto, se tornará imprescindível que o profissional tenha 
conhecimentos das forças de natureza econômica, social, cultural e psicológica que 
afetam o ambiente e, em especial, a organização onde ele presta serviços, devendo 
entender, também, o fluxo interno operacional das organizações e ser capaz de aplicar 
seus conhecimentos em situações específicas e diferentes, bem como ser capaz de 
absorver as rápidas mudanças do mundo dos negócios e na tecnologia, para fins de 
aplicação na sua organização. 
 
13 – Acompanhamento de egressos 
A FAPE pretende ter como porte de sua avaliação institucional a verificação da 
distribuição ocupacional dos seus egressos, de maneira a poder ajustar o seu projeto 
pedagógico às necessidades do mercado e da sociedade, de maneira mais ampla. 
Desse modo, a FAPEpretende acompanhar a trajetória dos seus ex-alunos 
bacharéis em sistemas de informação por meio dos seguintes procedimentos 
acadêmicos e pesquisa: 
 Realização de seminários com ex-alunos a cada dois anos. 
 Oferecimento de descontos à ex-alunos para cursos de pós-graduação ofertados 
na Instituição. 
 Controle dos resultados de concursos públicos em todas as esferas da 
federação. 
Os egressos deverão ser pesquisados para a observação dos seguintes 
indicadores: 
 Percentual de ex-alunos aprovados em concursos públicos e nível de satisfação, 
importância social e política na cidadania / região. 
 
 
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 Relação entre formação técnica e crítica e as conseqüências profissionais e 
sociais. 
 Importância prática da formação interdisciplinar na (re)construção do cotidiano 
profissional. 
 
13.1 - Campo de atuação do profissional a ser formado 
É um momento altamente promissor para o crescimento do mercado profissional 
na área de informática. Cada nova indústria que chega traz uma demanda imediata por 
serviços ligados ao controle da produção, uma vez que a concorrência exige produtos 
com qualidade elevada. A modernização do Estado, por sua vez, implica níveis 
crescentes de informatização dos sistemas de gerenciamento administrativo, como 
base para a melhoria dos serviços oferecidos à população. Os investimentos em 
educação, considerados prioritários para a qualificação da mão-de-obra, não podem 
prescindir das modernas técnicas de transmissão de conhecimentos através da 
informática. 
A expansão do comércio, atividade muito desenvolvida no Estado, exige cada 
vez mais a utilização de tecnologias atualizadas no controle de estoques e na 
transmissão de dados, imprescindíveis para a integração com os sistemas 
desenvolvidos no resto do país e no exterior. 
Nesse cenário de transformação e modernização sócio-econômica, o profissional 
de Sistemas de Informação deverá ser uma das bases sobre as quais irá firmar-se o 
processo de qualificação profissional exigido pelas instituições públicas e pelas 
empresas privadas que tentam conquistar novos mercados, definir novos padrões de 
administração e novos hábitos de consumo. 
O profissional de sistemas de informação usa criativamente a tecnologia da 
informação para aquisição de dados, comunicação, coordenação, análise e apoio às 
decisões gerenciais. Seus conhecimentos são usados em funções organizacionais, 
como: contabilidade, finanças, vendas e produção. Seu papel pode ser definido na 
articulação entre recursos humanos e computacionais que interrelacionam a coleta, o 
armazenamento, a recuperação, a distribuição e o uso de dados com o objetivo de 
eficiência gerencial nas organizações. 
 
 
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O egresso deste curso deverá atuar principalmente em empresas que usam o 
computador para apoio a seus processos administrativos e de negócios, como, por 
exemplo, em empresas do setor de comércio, indústria e prestação de serviços. 
O bacharel em sistemas de informação poderá atuar no desenvolvimento de 
projetos de sistemas de informação, como especificador, desenvolvedor, analista de 
sistemas e programador. 
Poderá, também, atuar em automação de processos empresariais, como 
integrador de sistemas, propositor de soluções tecnológicas que envolvam hardwares e 
softwares, analista de processos empresariais, formulador de projetos de reengenharia 
e planejador de planos diretores de automação de sistemas nos diversos níveis. 
 
14 - As competências e habilidades do bacharel em sistemas de informação 
O profissional egresso do curso deve ter competência e habilidade para: 
 Interagir com as diversas áreas das organizações concebendo, desenvolvendo, 
gerenciando e aprimorando sistemas de tratamento automatizado de informação. 
 Elaborar, executar, supervisionar e avaliar planos, projetos e programas de 
tratamento automatizado da informação. 
 Ter capacidade de interagir com profissionais que dão suporte ao 
desenvolvimento de sistemas de informação. 
 Ter capacidade de interagir com profissionais que se utilizam de sistemas de 
informação na execução de suas atribuições dentro das organizações. 
 Identificar fontes, seja a nível nacional quanto internacional, de desenvolvimento 
científico e tecnológico na área de sistemas de informação e ter capacidade de 
se comunicar com elas. 
 Desenvolver uma postura ética no tratamento de informações. 
O ambiente acadêmico privilegiará as seguintes habilidades: 
 Comunicação e expressão: estabelecer comunicação interpessoal, expressar-se 
corretamente nos documentos técnicos específicos e interpretar a realidade. 
 Raciocínio lógico, crítico e analítico: operar com valores, formulações 
matemáticas, além de estabelecer relações formais causais entre fenômenos. 
 
 
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Deverá também ser capaz de expressar-se de modo crítico e criativo frente aos 
diferentes contextos organizacionais e sociais. 
 Visão sistêmica e estratégica: demonstrar a compreensão do todo, de modo 
integrado e sistêmico, bem como de suas relações com o ambiente externo. 
 Criatividade e iniciativa: propor e implementar modelos de gestão, inovar e 
demonstrar em espírito administrativo, empreendedor. 
 Negociação: demonstrar atitudes flexíveis e de adaptação a terceiros e a 
situações diversas. 
 Tomada de decisão: ordenar atividades e programas, assumindo riscos e 
decidindo entre alternativas. 
 Liderança: influenciar o comportamento do grupo com empatia e equidade, 
visando a interesses interpessoais e institucionais. 
 Trabalho em equipe: atuar de forma interativa em prol dos objetivos comuns e 
compreendendo a importância da complementaridade das ações coletivas. 
 Perspicácia tecnológica: acompanhar a evolução tecnológica com espírito 
investigativo. 
 Perseguir: o estado da arte na área. 
O discente desenvolverá ao longo do curso as competências: 
 Competências intelectuais e técnicas: 
1. Reconhecer e definir problemas. 
2. Raciocinar de forma abstrata. 
3. Tratar situações cambiantes com flexibilidade intelectual. 
4. Equacionar soluções. 
5. Desenvolver, implantar, manter e controlar sistemas de informação. 
6. Atuar preventivamente. 
7. Transferir e generalizar conhecimentos. 
 Competências organizacionais: 
1. Auto-planejamento. 
2. Auto-organização. 
3. Estabelecimento de metodologias próprias. 
4. Auto-gerenciamento do tempo. 
 
 
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5. Gerenciamento do ambiente de trabalho. 
 Competências sociais: 
1. Socializar o conhecimento nos diferentes espaços. 
2. Compreender sua participação na sociedade e ter uma atuação responsável. 
 Competências comportamentais: 
1. Iniciativa. 
2. Criatividade. 
3. Visão crítica. 
4. Disposição para aprender. 
5. Abertura às mudanças. 
6. Consciência da qualidade e das implicações éticas em seu trabalho e na vida 
social. 
7. Consciência e prática humanísticas. 
 Competências políticas: 
1. Entender sua posição e função na estrutura produtiva. 
2. Entender seus direitos e deveres. 
3. Entender como é afetado e como afeta a vida de outras pessoas no ambiente 
organizacional. 
Ainda buscando aprofundar os objetivos do curso e o perfil do egresso desejado, 
destaca-se a importância na habilidade da resolução de problemasdo mundo real, 
dentro de um contexto organizacional. Isto requer profissionais que entendam a 
complexidade organizacional, em suas diversas dimensões, e façam uso de conceitos, 
metodologias e ferramentas da área de sistemas de informação para se 
instrumentalizar e atuar satisfatoriamente neste ambiente. 
Desta forma, esta habilidade de resolução de problemas desejada envolve a 
identificação dos problemas e oportunidades na área de sistemas de informação, a 
decomposição destes problemas, o desenvolvimento de alternativas, a concepção de 
projetos e sistemas, o gerenciamento do desenvolvimento destes sistemas e projetos, a 
validação e a implementação das soluções identificadas. Isto deve ocorrer de maneira 
consistente buscando preparar a organização e seus processos de trabalho para as 
mudanças decorrentes da implementação das soluções desenvolvidas. Neste sentido, 
 
 
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a habilidade de trabalho em equipe, atuação em um contexto multidisciplinar e 
capacidade de comunicação oral e escrita destacam-se como fundamentais para o 
sucesso das soluções para os problemas a serem resolvidos no mundo real. 
 
15 – Currículo pleno proposto 
Como definido nos objetivos do curso, os profissionais formados no curso de 
bacharelado em sistemas de informação devem ser capazes de atuar nas organizações 
em ações relacionadas à infra-estrutura de tecnologia de informação e também 
desenvolver uma atitude empreendedora e criativa. É imprescindível que tanto a 
organização curricular do curso quanto a metodologia de ensino aprendizagem adotada 
contribuam efetivamente para que esses objetivos sejam atingidos. 
No bacharelado em sistemas de informação, pela própria natureza 
interdisciplinar do curso, o estudante deve construir conhecimentos, competências e 
habilidades nas áreas de informática e administração e em outras áreas 
complementares. No entanto, o foco central de formação, que se institui nas inter-
relações dessas áreas, é o desenvolvimento de sistemas de informação e sua 
integração no contexto das organizações. Para esse foco deve voltar-se a organização 
curricular, tendo presente o desenvolvimento de uma formação ao mesmo tempo 
técnica e humanística, geral e especializada. 
É essencial que o futuro profissional tenha uma formação que envolva o 
processo de engenharia e desenvolvimento de sistemas, aplicações da tecnologia da 
informação e também o contexto empresarial em que são desenvolvidos os sistemas. A 
organização curricular do curso deve prever a construção de um embasamento 
tecnológico em informática e, ao mesmo tempo, o desenvolvimento de competências 
em administração da informatização nas organizações. Configuram-se assim dois eixos 
de sustentação para o desenvolvimento da formação técnica do aluno: o da área da 
informática e o da administração. 
Na estruturação curricular, elementos interdisciplinares, que se localizam na 
fronteira entre esses dois eixos e que concretizam o relacionamento entre o contexto 
das organizações e a aplicação dos sistemas de informação, vão constituir o eixo 
 
 
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central da formação técnica do aprendiz: o eixo propriamente dito da formação em 
sistemas de informação. 
O profissional de sistemas de informação estará envolvido em equipes de 
trabalho nas quais o relacionamento interpessoal, a capacidade de comunicação, de 
análise crítica, de interpretação, entre outros aspectos, permeiam a qualidade do 
trabalho. portanto, além da formação técnica, é imprescindível que o estudante 
desenvolva competências e habilidades de comunicação, relacionamento, organização 
do trabalho em grupos de compreensão adequada ao contexto social, na perspectiva 
de uma atuação pessoal e profissional eficaz e, ao mesmo tempo, construtiva, justa, 
ética e responsável. 
De outra parte, quando se espera do egresso, de um lado, o entendimento de 
que a formação profissional é um processo contínuo de construção de competências e, 
de outro, a capacidade de utilizar os conhecimentos científicos e tecnológicos 
existentes e disponíveis e de produzir novos conhecimentos, torna-se necessário 
instrumentalizá-lo para o fazer científico. 
Uma formação complementar geral, humanística e instrumental deve agregar-se 
assim à formação técnica, de modo a que o egresso possa estar apto a lidar com a 
complexidade das relações e das demandas humanas e sociais. 
A área de sistemas de informação é muito ampla no que diz respeito à 
tecnologia e às respectivas formas de aplicação, e também muito dinâmica devido ao 
surgimento constante de novas tecnologias e mudanças significativas na forma de 
atuação das organizações que as utilizam. Os cursos de bacharelado em sistemas de 
informação focalizam os temas centrais na área, mas certamente não podem cobrir 
toda a gama de possibilidades em termos de formação específica. Da mesma forma 
verificam-se avanços teóricos e tecnológicos na área de formação complementar. Para 
permitir maior flexibilidade à formação profissional, torna-se, pois, relevante oportunizar, 
ao longo do curso, atividades de eleição do aluno segundo suas necessidades e 
interesses, mediante orientação e em ambas as áreas de formação. Em outras 
palavras, trata-se de lhe oportunizar uma formação suplementar específica. 
O desenvolvimento de competências e habilidades dentro dessa concepção 
curricular acontece de maneira contínua e gradual, isto é, em ciclos. O foco central de 
 
 
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formação, desenvolvimento e aplicação de sistemas de informação no contexto das 
organizações, reflete os objetivos do curso, permeia todo o processo de formação do 
profissional, em diferentes níveis de complexidade, e é abordado em cada ciclo de 
forma a contribuir para que os objetivos de aprendizagem sejam atingidos 
progressivamente. 
As metodologias educacionais, propostas pelos professores, compreendem: 
aulas expositivas, aulas práticas, seminários, painéis, estudos de casos, e outros 
métodos e técnicas de ensino, com apoio em tecnologia educacional condizente com o 
tipo de curso (CD-ROM's, vídeos, filmes, dispositivos, transparências, mapas, modelos 
funcionais, projetores multimídia e afins). 
Os programas de cada disciplina devem detalhar o ementário, além de indicar a 
bibliografia básica e a metodologia a ser adotada, com a aprovação da respectiva 
coordenação do curso. 
No sistema de avaliação do rendimento acadêmico, os critérios a serem 
aplicados estão regulamentados no Regimento Interno da Faculdade. 
É obrigatória apresentação e defesa de monografia ao final do curso perante 
uma banca examinadora composta por três professores a ser indicado pelo professor 
orientador. A composição da banca se dá com o orientador, um professor da casa e um 
convidado externo. A nota para aprovação deve ser mínima de 7,0(sete) pontos. 
O currículo pleno do Curso bacharelado em sistemas de informação está organizado 
conforme descrito na Matriz Curricular, e no Ementário das Disciplinas. 
 
16 – Estágio curricular 
O estágio profissional consiste numa série de experiências que permitem ao 
futuro profissional de sistemas de informação vivenciar os conhecimentos e as técnicas 
adquiridas durante seu curso, numa ação ativa e reflexiva, aliando teoria e prática. Um 
instrumento que integra aperfeiçoamentos técnicos, culturais, científicos e humanos. 
O estágio profissional visa oferecer ao aluno oportunidade e subsídios para 
desenvolvimentode competência profissional em sistemas de informação e construir 
um meio eficaz para a consecução de atividades práticas que possibilite, 
simultaneamente: 
 
 
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 A avaliação do aluno em relação aos conhecimentos adquiridos em sala de aula. 
 Ajudar na fixação dos conteúdos teóricos. 
 A capacitação para o futuro exercício da profissão. 
 As práticas de extensão através de um serviço de atendimento à população, 
fazendo com que a Instituição cumpra com sua função social. 
 O respeito aos critérios legais de excelência acadêmica. 
O estágio profissional do curso bacharelado em sistemas de informação é um 
dos requisitos para a integralização do curso, pois o mesmo faz parte da matriz 
curricular. Ele divide-se em duas disciplinas: estágio profissional I no 6º semestre e 
estágio profissional II no 7º semestre. 
Assim, o estágio profissional tem como objetivo principal integrar o aluno com o 
mercado de trabalho no desenvolvimento e na aplicação de atividades essencialmente 
práticas. 
Estas atividades serão realizadas em empresas que tenham parceria com a 
faculdade ou na própria empresa em que o aluno trabalha. Dessa forma, os discentes 
estarão em contato com o mercado de trabalho e poderão conhecer a realidade 
empresarial desenvolvendo atividades relacionadas ao diagnóstico de problemas nas 
empresas, esboço de propostas de soluções, projeto de soluções informatizadas, etc. 
Nesse sentido, considera-se de grande importância a interação da faculdade 
com o meio empresarial por meio de parcerias, possibilitando aproximar os meios 
empresariais e acadêmicos no conhecimento mútuo. 
Talvez o grande desafio dos cursos de sistemas de informação seja o de 
despertar e estimular as potencialidades da interação entre as empresas e a acadêmica 
no tocante ao desenvolvimento e aplicação de metodologias e tecnologias da 
informação. Uma das importantes mudanças que a sociedade está demandando é uma 
nova postura dos meios acadêmicos e empresariais, no sentido de atuarem como 
parceiros na educação de conteúdos de base técnica e aplicados. 
 
17 – Atividade Complementar 
O projeto pedagógico do Curso bacharelado em sistemas de informação da 
FAPE, considerando a importância da existência de outras atividades acadêmicas na 
 
 
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formação do profissional, reservou um total de 200 (duzentas) horas para a realização 
de atividades complementares. Compreende-se que tais atividades ampliam os 
conteúdos das disciplinas que integram o currículo em sentido estrito, permitindo de 
forma mais efetiva, a interdisciplinaridade necessária ao profissional do novo milênio. A 
possibilidade de freqüentar cursos, seminários e outros eventos viabiliza a 
comunicação entre as diversas áreas da informática e outras ciências, cuja importância 
é evidente quando se deseja fazer uma leitura não só no contexto global, mas, 
sobretudo, no contexto social. A proposta também permite ao discente a participação 
na formação do seu currículo, atendendo à crescente demanda do conhecimento sem a 
conseqüente sobrecarga de creditação e no tempo de conclusão do curso. 
Tendo em vista a importância de preparar um profissional com capacidade crítica 
e reflexiva, que encontre soluções para um mundo em processo constante de 
mudanças, as atividades complementares têm um papel importante na formação crítica, 
reflexiva e construtiva que se quer oportunizar no curso. 
O curso estimulará o desenvolvimento dessas atividades, e buscará realizá-las, 
visando a atingir os objetivos acadêmicos, através de estreita parceria com outras 
instituições, de forma que seja possibilitada ao aluno uma contínua inserção no seu 
contexto social. 
Em termos formais, as atividades complementares encontram-se definidas em 
regulamento próprio, que, por sua vez, define forma e limites relativos à integralização 
das referidas atividades. 
São consideradas atividades complementares aquelas que atendam a todas as 
condições a seguir especificadas: 
 Não estejam contempladas como conteúdo de disciplinas já integrantes da 
matriz curricular do curso. 
 Sejam realizadas durante o período de vinculação do aluno ao curso. 
 Sejam atividades relacionadas à área de formação do curso de sistemas de 
informação. 
 Sejam atividades de livre escolha do acadêmico, observados os critérios 
estabelecidos nas normas da faculdade. 
 
 
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O curso de sistemas de informação reconhece como atividade complementar o 
seguinte: 
 Disciplinas extracurriculares. 
 Monitorias em disciplinas pertencentes ao conteúdo obrigatório do curso. 
 Projetos e programas de pesquisa e extensão orientados por docente e 
aprovadas pelo coordenador do curso. 
 Eventos diversos na área de informática, tais como seminários, simpósios, 
congressos, conferências, aula magna, publicação de artigos, viagens de estudo, 
atividades de iniciação científica, prestação de serviços relevantes à 
comunidade, apresentação de trabalhos em congressos e seminários. 
 Cursos de extensão presencial ou a distância. 
 Estágio que não integra o estágio profissional obrigatório, aprovado pela 
coordenação do curso. 
 Outras atividades que compreendam: 
 Representação estudantil. 
 Cursos de línguas. 
 Assistir, comprovadamente, defesas de trabalhos de conclusão de curso de 
graduação em sistemas de informação. 
 Atividades diversas, analisadas e autorizadas antecipadamente, em cada caso 
específico, pela coordenação do curso. 
 
18 - Estrutura Curricular 
Os cursos de graduação apontam, como aspecto fundamental na composição 
dos currículos, a flexibilidade curricular. Essa flexibilidade expressa a importância que 
assume a configuração de um currículo que possibilite aos futuros profissionais a 
mobilidade nos sentidos teórico e prático da formação profissional. Trata-se de superar 
a rigidez com que eram tratados os currículos das graduações. Logo, a flexibilidade 
curricular permite a inovação e a construção cotidiana da identidade de cada curso. 
Assim, as atividades complementares confirmam essa flexibilidade, de acordo 
com o desenvolvimento ao longo da integralização do curso, a critério do aluno, 
respeitadas as cargas horárias exigidas na matriz curricular do curso. 
 
 
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No que diz respeito à qualidade da estrutura curricular, a proposta para o Curso 
bacharelado em sistemas de informação da FAPE é 3.400horas/aula previstas para o 
seu currículo pleno, sendo divididas da seguinte forma: 3.040h de disciplinas 
obrigatórias, 80h projeto de Monografia (TCC), 80h de estágio profissional e 200h de 
atividades complementares. O projeto pedagógico do curso implica uma visão crítica, 
perpassando todas as disciplinas, sejam propedêuticas ou profissionalizantes. 
O currículo deve configurar-se como um sistema, de tal modo que os diferentes 
elementos que o constituem mantenham entre si uma articulação funcional. Nesse 
sentido, cada parte só tem razão de existir em relação orgânica com as demais partes 
constitutivas do currículo e em relação a este como um todo. 
Assim sendo, a estrutura curricular do curso define-se a partir da concepção de 
curso: ciclos de aprendizagem que se desenvolvem num gradiente de complexidade, 
em torno de um eixo centrale de dois outros de sustentação – para a formação técnica 
– e ao longo da formação complementar geral e suplementar específica. 
Para a definição dos ciclos, são considerados os objetivos gerais do curso, o 
perfil do egresso, os eixos de formação, o objeto de estudo e os objetivos específicos 
de cada ciclo, bem como as competências e habilidades a eles relacionadas. 
 
18.1 – Matriz curricular do curso bacharelado em sistemas de informação 
 
1º Semestre 
DISCIPLINA C.H. 
Algoritmos e Estrutura de Dados I 80 
Fundamentos da Computação I 40 
Fundamentos Matemáticos para Informática 80 
Inglês Técnico 40 
Laboratório de Programação I 80 
Lógica I 40 
Português Técnico 40 
Total 400 
 
2º Semestre 
DISCIPLINA C.H. 
Administração 40 
 
 
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Algoritmos e Estrutura de Dados II 80 
Fundamentos da Computação II 40 
Laboratório de Programação II 80 
Lógica II 40 
Metodologia Científica 40 
Noções de Cálculo Diferencial e Integral 80 
Total 400 
 
3º Semestre 
DISCIPLINA C.H. 
Álgebra Linear e Geometria Analítica 80 
Algoritmos e Estrutura de Dados III 80 
Fundamentos de Sistema de Informação 40 
Laboratório de Programação III 80 
Organização e Arquitetura de Computadores 40 
Organização, Sistemas e Métodos 40 
Teoria Geral dos Sistemas 40 
Total 400 
 
4º Semestre 
DISCIPLINA C.H. 
Banco de Dados I 80 
Contabilidade e Custos 40 
Engenharia de Software I 80 
Paradigmas de Linguagens 80 
Probabilidade e Estatística 80 
Psicologia Aplicada a Sistemas de Informação 40 
Total 400 
 
5º Semestre 
DISCIPLINA C.H. 
Banco de Dados II 80 
Engenharia de Software II 80 
Gerência de Projeto de Software 80 
Redes de Computadores 80 
Sistemas Operacionais 80 
Total 400 
 
6º Semestre 
 
 
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DISCIPLINA C.H. 
Avaliação de desempenho de sistemas 80 
Economia 40 
Estágio Profissional I 40 
Gerência de Redes de Computadores 80 
Inteligência Artificial e Sistemas Especialistas 80 
Multimídia e Interfaces Homem-Máquina 80 
Total 400 
 
7º Semestre 
DISCIPLINA C.H. 
Auditoria e Segurança de Sistema 80 
Computação Gráfica 80 
Estágio Profissional II 40 
Sistemas Distribuídos 80 
Sistemas Integrados 40 
Sociologia 40 
Trabalho de Conclusão I 40 
Total 400 
 
8º Semestre 
Empreendedorismo 80 
Legislação em Informática e Ética 80 
Tópicos Avançados em Banco de Dados 40 
Tópicos Avançados em Internet 40 
Tópicos Avançados em Programação 40 
Tópicos Avançados em Rede 40 
Tópicos Avançados em Sistemas de Informação 40 
Trabalho de Conclusão II 40 
Total 400 
 
Componentes Curriculares 
Disciplinas Obrigatórias 3.040 
Projeto Monografia 80 
Estágio Profissional 80 
Total 3200 
 
Conteúdos obrigatórios extra-curriculares 
Atividades Complementares 200 
Total 200 
 
 
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É obrigatória a defesa de monografia perante banca examinadora no último 
semestre do curso. 
Escolheu-se o regime semestral que mantém convergência com os objetivos do 
curso, o perfil do profissional desejado e as condições sócio-econômicas e culturais da 
cidade-sede e região. 
 
19 - Metodologia 
A proposta do curso deverá estar em consonância com os demais elementos 
que compõem o projeto pedagógico. Na definição da concepção metodológica, há de 
se ter presente a concepção da organização curricular: os eixos central e de 
sustentação em torno dos quais se desenvolve a formação técnica, os ciclos de 
aprendizagem, bem como a formação complementar geral e suplementar específica. 
Em conformidade com a concepção curricular descrita, independentemente da 
estrutura formal pela qual se venha a optar, e tendo em conta os referenciais 
epistemológico-pedagógicos para os quais aponta a concepção contemporânea de 
ciência, a resolução de situações problema, mediante procedimentos próprios ao fazer 
científico, mostra-se como uma opção metodológica pertinente para dar sustentação às 
atividades de ensino-aprendizagem. De acordo com Santos (2000, p.22): 
 
Estabelecer objetivos de ensino não pode mais equivaler a objetiar conteúdos 
(característica própria da pedagogia tradicional e da ciência dogmática); 
consiste, antes, em identificar situações-problema com as quais o aluno 
deverá lidar, para o que deverá acessar, sistematizar (selecionando, 
descrevendo, analisando, sintetizando, etc) e utilizar conhecimentos 
disponíveis e necessários, e, quando for o caso, tornando-os, eles próprios, 
uma situação-problema. Fundem-se assim, no ensino, o processo científico e o 
pedagógico: uma pedagogia que, fundamentada no processo cientíico, traduz-
se essencialmente pelo ato de facilitar, de criar condições para que o aluno 
aprenda o fazer científico. 
 
Assim, do ponto de vista metodológico, o curso propicia que seja levada a efeito 
o trinômio ação – reflexão – ação, e o processo de ensino aprendizagem passa a: 
 Contribuir para tornar o aluno, de fato, sujeito ativo de sua aprendizagem. 
 Contribuir para o processo de assimilação e elaboração do conhecimento, 
através do exercício de habilidades cognitivas, entre outras, as que tornam 
presente o objeto de conhecimento para o sujeito; estabelecem relações com e 
 
 
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entre os objetos e as que envolvem a aplicação de conhecimentos e resolução 
de problemas inéditos. 
 Articular e vincular o conjunto de conteúdos, de forma a contribuir para o 
desenvolvimento e ou aprimoramento, principalmente das competências e 
habilidades de interesse. 
A abordagem metodológica de ensino deve estar centrada no uso de tecnologias 
modernas para o ensino e a prática de pesquisa. Isto requer uma atualização constante 
com relação ao uso de novas técnicas e tecnologias no ensino de conteúdos da área. 
Como a evolução tecnológica é constante, isto requer um contínuo processo de 
mudança nas práticas pedagógicas visando manter o curso em dia com estas 
mudanças. Tais mudanças não se referem somente ao ambiente tecnológico objeto de 
pesquisa e estudo do professor, mas também das próprias adoções e usos de novas 
tecnologias no ensino. 
Neste sentido, por tratar-se de uma matéria absolutamente aplicada, a indústria 
e o meio empresarial devem ser parceiros constantes da academia. Esta deve estar 
ciente das necessidades e expectativas do mercado de trabalho visando manter o 
currículo sempre adequado às expectativas e demandas futuras do mercado. Na esfera 
técnica, no tocante ao uso da infra-estrutura tecnológica, parcerias com empresas 
devem ser estimuladas, possibilitando aproximar os meios empresariais e acadêmicos 
no conhecimento mútuo. 
Os objetivos deverão ser alcançados por meio de aulas teóricas, práticas e 
trabalho por projetos, com intensa participação dos estudantes, através de mecanismos 
que os incentivem a participar efetivamente, com um elenco de disciplinas 
interrelacionadas, culminando no desenvolvimento, implementação e documentação de 
um projeto e sua respectiva descrição detalhada na forma de monografia. 
Os conteúdos programáticos e as atividades planejadas visam permitir a 
capacitação dos profissionais na área, formados com um conhecimento abrangente 
acerca das questões que envolvem os sistemas de informação. 
O projeto tem como escopo o de um curso de bacharelado moderno e 
humanista, desenvolvido para a formação deprofissionais competentes no que diz 
respeito às necessidades de um mundo em rápida transformação sócio-econômica e ao 
 
 
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resgate das relações humanas, ou seja, na direção em que o ser humano aparece 
como verdadeiro valor. 
Pretende-se ainda, a formação de uma mentalidade profissional que incorpore os 
alunos à realidade regional, com capacidade de utilizar técnicas inovadoras, 
desenvolvidas por meio de viagens culturais, seminários, palestras e estágios. 
A metodologia de ensino superior utilizada pelos professores é diversificada e 
abrange técnicas individualizadas e socializantes. Sendo que, nos processos 
individualizantes os professores utilizam-se de técnicas como: aula expositiva, estudo 
dirigido, estudo de caso, fichas didáticas e outras. Nas socializantes, predominam a 
dinâmica de grupo, debates, discussão, grupo de observadores e verbalização, 
dramatização, seminários e simpósios, visitas e entrevistas a instituições. 
O trabalho metodológico dos professores procura envolver o acadêmico na 
aprendizagem e na criação de uma nova postura e concepção, enfatizando o 
desenvolvimento da capacidade de tomada de decisão, fazendo-o assumir 
responsabilidade técnica e descobrindo a pesquisa. 
A avaliação referente ao processo acadêmico é realizada conforme estabelecida 
no regimento da FAPE. Através de atividades curriculares e verificações parciais, 
sendo, de acordo com o MEC uma avaliação de aprendizagem, observando os 
seguintes critérios: 
 Avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência 
dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do 
período sobre os de eventuais provas finais; 
 Que o processo avaliativo seja orientado para a realimentação do esforço 
do aluno à medida que os resultados das atividades de avaliação sejam discutidos a fim 
de servirem para orientar o seu esforço de aprendizagem, indicando erros e limitações, 
sugerindo rumos e advertindo sobre riscos e não apenas comunicando aos alunos. 
Muito embora os cursos de graduação tenham por função precípua a formação 
profissionalizante, o que deve caracterizar o seu nível superior é o compromisso com a 
construção do conhecimento e não apenas a sua transmissão. O domínio do 
conhecimento é condição indispensável, mas não suficiente, pois o que lhe dá maior 
sentido e adequabilidade é o aprender a lidar criativamente com o mesmo, buscando o 
 
 
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46-E de 10.03.1998 
 
 
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seu avanço, ou seja, de acordo com Senge, aprender a aprender. Nesse sentido, 
aprender a aprender é condição necessária para que o profissional possa assimilar os 
sistemas de informação. 
 
20 – Ementário e bibliografia 
Primeiro Semestre 
 
Algorítimos e Estrutura de Dados I – 80h: Construção de algorítimos. Programação 
imperativa: algoritímos e estruturas de dados primitivas. Subalgoritmos. Estrutura de 
dados homogêneas e heterogêneas: Registros, Vetores e Matrizes. Recursividade. 
Bibliografia básica 
GUIMARÃES, Ângelo de Moura & LAGES, Nilton Alberto de Castilho. Algoritmos e 
Estrutura de Dados. Rio de Janeiro: LTC Editora 1994. 
Bibliografia complementar 
SCHMITZ, Eber Assis & TELES, Antonio Aníbal de Souza. Pascal e Técnicas de 
Programação. Editora LTC, 1986. 
FARRER, Harry at Ali. Algoritmos Estruturados. Rio de Janeiro: Editora Guanabara 
Kougar, 1989. 
 
Fundamentos da Computação I – Histórico da computação. Computadores: estrutura 
funcional; periféricos; organização básica da UCP. Estrutura de software: noções de 
redes; dispositivos de armazenamento; estruturas de sistemas operacionais; utilitários; 
linguagem de programação; compiladores e interpretadores. Processamento de dados: 
tipos de equipamentos disponíveis; noções de sistemas de informação; uso do 
computador em organizações. Unidade de aritmética e lógica. Memória. Interfaces de 
entrada e saída. 
Bibliografia básica 
MEIER, Marilyn. Nosso futuro e o Computador. Porto Alegre: Bookman, 2000. 
Bibliografia complementar 
VELLOSO, Fernando de Castro. Informática – Conceitos Básicos. Rio de Janeiro: 
Campus, 1997. 
 
 
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Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 
46-E de 10.03.1998 
 
 
57 
 
BROOKSHEAR, J. Glenn. Ciência da Computação – Uma visão Abrangente. 5 ed. 
Porto Alegre: Bookman, 2000. 
CEBRIAN, Juan Luis. A Rede. São Paulo: Summus, 1999. 
BIZZOTTO, Carlos Eduardo Negrão. Informática Básica. Florianópolis: Visual Books, 
1999. 
ALBERTIN, Alberto Luiz. Administração de Informática: funções e fatores críticos 
de sucesso. São Paulo: Atlas, 2001. 
 
Fundamentos Matemáticos para Informática – 80h: Teoria dos Conjuntos. Vetores, 
matrizes e determinantes. Sistemas Lineares. Indução, recursão e relações de ordem. 
Bibliografia básica 
BOLDRIN, J. L. Álgebra Linear. 2 ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1985. 
Bibliografia complementar 
GIOVANNI, José Ruy. Matemática Segundo Grau. São Paulo: Ática, 1988. 
SETANI, Vitor. Matemática Segundo Grau. São Paulo: Ática, 1984. 
BOLDRIN, José Luiz. Álgebra Linear. 2 ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1985. 
LIMA, R.B. Elementos de Álgebra Linear. São Paulo: Nacional, 1996. 
IEZZI, Gelson. Matemática 2º Grau. São Paulo: Saraiva, 2000. 
 
Inglês Técnico – 40h: Estudo de textos específicos da área de computação visando 
compreensão. Aspectos gramaticais e morfológicos pertinentes à compreensão. 
Desenvolvimento e ampliação das estratégias de leitura. 
Bibliografia básica 
BERLITZ, C. Inglês: passo a passo. São Paulo: Martins Fontes, 1999. 
GALANTE, T. P.; LAZARO, S. P. Inglês básico para informática. 6 ed. São Paulo: 
Atlas, 1995. 
GLENDINNING, Eric H. and MCEWAN, John. Basic English for Computing. Oxford 
University Press, 1999. 
Bibliografia complementar 
BROWN, B.P.C. English for Computing. Oxford University Press, 1994. 
COLLIN, S. M. H. Dictionary of Computing, 2nd edition, Peter Collin Publishing. 
 
 
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46-E de 10.03.1998 
 
 
58 
 
GALANTE, T. P.; POW, E. M. Inglês para processamento de dados. 6 ed. São Paulo: 
Atlas, 1996. 
MURPHY, r. Essential Grammar in Use. Cambridge: Cambridge university Press, 
1992. 
RILLEY, David. Vocabulary for Computing. Peter Collin Publishing Ltda, 1999. 
 
Laboratório de Programação I – 80h: Linguagem de Programação estruturada. Tipos 
de Dados Básicos e estruturados. Comandos das Linguagens de Programação. Bloco 
Estruturado. Sintaxe e Semântica. Interrupções. Modularização. 
Bibliografia básica 
O’BRIEN, S. K. Turbo Pascal 6.0: Completo e Total. São Paulo: McGraw-Hill, 1993. 
Bibliografia complementar 
ASCENCIO, Ana Fernanda Gomes. Lógica de Programação com PASCAL. São 
Paulo: Makron Books, 2000. 
WORTMAN, Leon. Programando em Turbo PASCAL com Aplicações. São Paulo: 
Campus, 1988. 
SEBESTA, Robert W. Conceitos de Linguagens de Programação. 4 ed. Porto 
Alegre, 2000. 
 
Lógica I – 40h: Circuitos lógicos. Álgebra Booleana. Lógica Sentencial e de Primeira 
Ordem. Sistemas Dedutivos Naturais e Axiomáticos. Completeza, Consistência e 
Coerência. Formalização de Problemas, Noções de Programação em Lógica 
(PROLOG). 
 
Bibliografia básica 
DAGHLIAN, Jacob. Lógica e Álgebra de Boole. São Paulo: Atlas, 1998. 
Bibliografia complementar 
GERSTING, Judith L. Fundamentos Matemáticos para a Ciência da Computação. 3 
ed. Rio de Janeiro: Edutex, 1995. 
CIRINO, Hélio Fernando Ferreira. Lógica Matemática: Lógica Digital. Campinas:Papirus, 1984. 
 
 
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COSTA, Newton C. A. A Lógica Indutiva e Probabilidade. São Paulo: EdUSP, 1998. 
 
Português Técnico – 40h: Acentuação, concordância. Pontuação. Crase. Técnicas de 
redação: descrição, narração, dissertação. Interpretação de textos. O padrão culto do 
português. 
Bibliografia básica 
ALMEIDA, Antônio Fernando de. e ALMEIDA, Valéria Silva Rosa de. Português 
Básico: Gramática, Redação, Texto. São Paulo: Atlas, 1999. 
BUIN, I. Aquisição da escrita coerência e coesão. São Paulo: Contexto, 2002. 
HENRIQUES, A. Língua portuguesa: noções básicas para cursos superiores. 7 ed. 
São Paulo: Atlas, 2004. 
Bibliografia complementar 
CUNHA, Celso. Gramática do Português Contemporâneo. São Paulo, Editora 
Descubra, 1971. 
GRANATIC, Branca. Técnicas Básicas de Redação. São Paulo, Scipione, 1988. 
HILDEBRAND, André de. Curso de Redação. São Paulo, Editora Moderna, 1988. 
KOCH, I. A coerência textual. 11 ed. São Paulo: Contexto, 2001. 
MARTINS, Dileta & ZILBERNOP, Lúcia Scliar. Português Instrumental. Porto Alegre, 
Editora Sagra – DC Luzzatto, 1995. 
MEDEIROS, João Bosco. Comunicação Escrita – A Moderna Prática da Redação 
(edição revisada). São Paulo, Editora Atlas, 1992. 
Segundo Semestre 
 
Administração – 40h: Introdução geral à administração. Processo administrativo: o 
estado das funções administrativas. Idéia central da teoria da administração. 
Administração por objetivos. Teoria dos sistemas. Desenvolvimento organizacional. 
Estudos de caso. Modelos de gestão. 
Bibliografia básica 
CHIAVENATO, I. Introdução à teoria geral da administração. 6 ed. Rio de Janeiro: 
Campus, 2000. 
 
 
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60 
 
LACOMBE, F. J. M.; HEILBORN, G. L. J. Administração: princípios e tendências. São 
Paulo: Saraiva, 2003.. 
ROBBINS, Stephen Paul. Administração: mudanças e perspectivas. São Paulo: 
Saraiva, 2000. 
Bibliografia complementar 
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. Ed. McGraw-
Hill. 
DRUCKER, P. F. Administração em tempos de grandes mudanças. São Paulo: 
Pioneira, 1994. 
HAMPTON, D. H. Administração contemporânea. 2 ed. São Paulo: McGraw Hill, 
1983. 
MAXIMIANO, A. C. A. Teoria geral da administração: da revolução urbana à 
revolução digital. São Paulo: Atlas, 2005. 
MONTANA, Patrick J. Administração. Patrick J. Montana e Bruce H. Charnov. 
Tradução Robert Brian Taylor. Revisão técnica Reinaldo º da Silva. São Paulo: Saraiva, 
1999. 
STONER, James A.F. FREEMAN, R. Edward. Administração. 5ª ed. Rio de Janeiro: 
Prentice Hall do Brasil, 1995. 
 
Algorítimos e Estrutura de Dados II – Estruturas de dados: listas. Filas. Pilhas. 
Árvores. Conjuntos. Grafos. Algorítimos para manipulação das estruturas de dados 
estudadas. 
Bibliografia básica 
GUIMARÃES, A. de M.; LAGES, N. A. de C. Algorítimos e estrutura de dados. Rio de 
Janeiro: LTC, 1994. 
SCHMITZ, E. A.; TELES, A. A. de S. Pascal e técnicas de programação. Rio de 
Janeiro: LTC, 1986. 
Bibliografia complementar 
FARRER, H. et al. Algorítimos estruturados. Rio de Janeiro: Guanabara Kougar, 
1989. 
 
 
 
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61 
 
Fundamentos da Computação II – 40h: Conceitos básicos de teoria da computação. 
Máquinas universais e computabilidade. Linguagens formais e automatos. 
Bibliografia básica 
DALTRINI, B. M. Introdução à sistemas de computação digital. São Paulo: Makron 
Books, 1999. 
DIVERIO, T. A. Teoria da computação: máquinas universais e computabilidade. Porto 
Alegre: Sagra Luzzatto, 1999. 
MEIER, Marilyn. Nosso futuro e o Computador. Porto Alegre: Bookman, 2000. 
NORTON, P. Introdução à informática. São Paulo: Makron Books, 1996. 
Bibliografia complementar 
ALBERTIN, Alberto Luiz. Administração de Informática: funções e fatores críticos 
de sucesso. São Paulo: Atlas, 2001. 
BIZZOTTO, Carlos Eduardo Negrão. Informática Básica. Florianópolis: Visual Books, 
1999. 
BROOKSHEAR, J. Glenn. Ciência da Computação – Uma visão Abrangente. 5 ed. 
Porto Alegre: Bookman, 2000. 
CEBRIAN, Juan Luis. A Rede. São Paulo: Summus, 1999. 
VELLOSO, F. de C. Informática: conceitos básicos. Rio de Janeiro: Campus, 1999. 
 
Laboratório de Programação II – 80h: Linguagem de programação orientada a 
objetos. Concepção e implementação de programas orientados a objetos. 
Bibliografia básica 
LEÃO, Marcelo. DELPHI 6 & KYLIX – Curso Completo. Rio de Janeiro: Axcel Books, 
2001. 
SCHMITZ, E. A. Pascal e técnicas de programação. Rio de Janeiro: LTC, 1999 
Bibliografia complementar 
BLUE, Ted. Desenvolvendo Banco de Dados em Delphi. São Paulo: Makron Books, 
1997. 
FACUNTE, Emerson. Delphi 5 – Desenvolvendo Aplicações Cliente/Servidor. Rio 
de Janeiro: Brasport, 1999. 
 
 
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62 
 
LONGO, Maurício B. Delphi 4 Total – Aplicações para a Internet. Rio de Janeiro: 
Brasport, 1998. 
SEBESTA, Robert W. Conceitos de Linguagens de Programação. 4 ed. Porto 
Alegre, 2000. 
STAA, Arndt von. Programação Modular. Rio de Janeiro: Campus, 2000. 
SONNINO, Bruno. Desenvolvendo Aplicativos em Delphi 6. São Paulo: Makron 
Books, 2001. 
SONNINO, Bruno. KYLIX – Delphi para Linux. São Paulo: Makron Books, 2001. 
 
Lógica II – 40h: Completeza, Consistência e Coerência. Formalização de Problemas, 
Noções de Programação em Lógica (PROLOG). 
Bibliografia básica 
DAGHLIAN, Jacob. Lógica e Álgebra de Boole. São Paulo: Atlas, 1998. 
Bibliografia complementar 
ALENCAR FILHO, Edgard de. Iniciação à Lógica Matemática. São Paulo: Nobel, 
1999. 
GERSTING, Judith L. Fundamentos Matemáticos para a Ciência da Computação. 3 
ed. Rio de Janeiro: Edutex, 1995. 
CIRINO, Hélio Fernando Ferreira. Lógica Matemática: Lógica Digital. Campinas: 
Papirus, 1984. 
COSTA, Newton C. A. A Lógica Indutiva e Probabilidade. São Paulo: EdUSP, 1998. 
 
Metodologia Científica – 40h: Noções gerais, tipologia, métodos e técnicas de 
pesquisa. Planejamento experimental. Metodologia da revisão bibliográfica. 
Organização e redação de textos técnicos científicos. Elaboração de relatórios e 
monografias. 
Bibliografia básica 
ANDRADE, M. M de. Introdução à metodologia do trabalho científico. São Paulo: 
Atlas, 1996. 
CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A. Metodologia científica. São Paulo: McGraw-Hill, 
2002. 
 
 
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63 
 
FERRARI, Alfonso Trujillo. Metodologia da Pesquisa Científica. São Paulo: McGraw-
Hill, 1982. 
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 1996. 
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. De A. Metodologia científica. São Paulo: Atlas, 1996. 
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 20 ed. São Paulo: Cortez, 1996. 
Bibliografia complementar 
DEMO, Pedro. Introdução à metodologia da ciência. São Paulo: Átlas, 1991. 
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Átlas, 1995. 
LUNA, Sérgio Vasconcelos de. Planejamento de Pesquisa: uma introdução. São 
Paulo: EDUC. 2000. 
POPPER, Kar Raimund. A lógica da pesquisa científica. São Paulo: Cultrix, 1972. 
SOLOMÓN, Décio Vieira. Como fazer uma monografia. São Paulo: Martins Fontes, 
1994. 
 
Noções de Cálculo Diferencial e Integral – 80h: Funções. Limite e Continuidade. 
Derivadas. Integrais.Bibliografia básica 
FLEMMING, Diva Marília. Cálculo A: Limite, derivação, integração. São Paulo: 
Makron Books, 1992. 
GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. 2. e.d. Rio de Janeiro: Editora Ltda, 1987. 
HOFFMANN, Laurence D. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações 1. Rio de 
Janeiro: McGraw-Hill, 1995. 
Bibliografia complementar 
CLAUDIO, Dalcídio Moraes. Cálculo Numérico Computacional: Teoria e Prática. 3 
ed. São Paulo: Átlas, 2000. 
FLEMMING, Diva Marília. Cálculo A: Limite, derivação, integração. São Paulo: 
Makron Books, 1992. 
GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. 2. e.d. Rio de Janeiro: Editora Ltda, 1987. 
HOFFMANN, Laurence D. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações 1. Rio de 
Janeiro: McGraw-Hill, 1995. 
 
 
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64 
 
SWOKOWSKI, Earl William. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron 
Books, 1994. 
 
Terceiro Semestre 
 
Álgebra Linear e Geometria Analítica – 80h: Álgebra de vetores. A reta no espaço. 
Plano. Cônicas e quádricas. Sistemas de equações lineares. Espaços vetoriais. 
Transformações lineares. 
Bibliografia básica 
HOSTETLER, Robert P. Cálculo com Geometria Analítica. Rio de Janeiro: LTC, 
1998. 
LARSON, Holand E. Cálculo com Geometria Analítica. Rio de Janeiro: LTC, 1998. 
LAY, David, C. Álgebra Linear e suas aplicações. Rio de Janeiro. LTC. 1999. 
Bibliografia complementar 
HOSTETLER, Robert P. Cálculo com Geometria Analítica. Rio de Janeiro: LTC, 
1998. 
LARSON, Holand E. Cálculo com Geometria Analítica. Rio de Janeiro: LTC, 1998. 
LIPSCHUTZ, Sey Mour. Álgebra Linear: teoria e problemas. São Paulo: Makron 
Books, 1994. 
SWOKOWSKI, Earl William. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron 
Books, 1994. 
Algorítimos e Estrutura de Dados III – 80h: Ordenação. Pesquisa. Metodologias de 
desenvolvimento de algoritmos. Complexidade de algoritmos. Tópicos especiais em 
algoritmos. 
Bibliografia básica 
VELOSO, Paulo; SANTOS, Clésio dos., AZEREDO, Paulo; FURTADO, Antonio. 
Estrutura de Dados, Campus. 1983. 
Bibliografia complementar 
AZEREDO, Paulo A. Métodos de classificação de dados e análise de suas 
complexidades. Campus, 1996. 
RABUSKE, Márcia Aguiar. Introdução à Teoria dos Grafos. Editora da UFSC, 1992. 
 
 
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65 
 
PREISS, Bruno R. Estrutura de Dados e Algoritmos. Editora Campus. 1a. Edição. 
IBPI, Estrutura de Dados com Pascal. Editora Infobook, 1993. 
LUZZARDI, Paulo Roberto Gomes. Estrutura de Dados. EDUCAT – Univ. Católica de 
Pelotas, 1996. 
NETTO, Paulo Osvaldo Boaventura. Grafos: Teoria, Modelos e Algortimos. Editora 
Edgard Blücher Ltda, 2001. 
 
Fundamentos de Sistemas de Informação – 40h: Fundamentos e classificação de 
sistemas de informação. Conceitos de sistema. Componentes e relacionamentos de 
sistema. Custo/valor e qualidade da informação. Vantagem competitiva e informação. 
Especificação, projeto e reengenharia de sistemas de informação. Características do 
profissional de sistemas de informação e carreiras de sistemas de informação. 
Sistemas de informações gerenciais, de apoio à decisão, de suporte a Executivos, 
groupware. Economia Digital. 
Bibliografia básica 
LAUDON, Kenneth C. e LAUDON, Jane Price. Sistemas de Informação com 
Internet. 4. ed. Editora LTC, 1999. 
O’BRIEN, James A. Sistemas de Informação e as Decisões na Era da Internet. 
Editora Saraiva, 2002. 
Bibliografia complementar 
LAUDON, Kenneth C. e LAUDON, Jane Price. Gerenciamento de Sistemas de 
Informação. LTC, 2001. 
CUNNINGHAM, Michael J. B2B - Como Implementar Estratégias de ECommerce. Rio 
de Janeiro: Campus, 2001. 
HABERKORN, Ernesto. Teoria do ERP. Makron Books, 1999. 
MACHADO, Felipe Nery Rodrigues. Projeto de Datawarehouse – Uma Visão 
Multidimensional. Editora Érica, 2000 
 
Laboratório de Programação III – 80h: Desenvolvimento de projetos de programação 
envolvendo tópicos avançados em linguagens de programação utilizando uma 
linguagem de programação de Alto Nível. 
 
 
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66 
 
Bibliografia básica 
REED JUNIOR, Paul R. Desenvolvimento de aplicativos com visual basic e uml. 
São Paulo: Makron Books, 2000. 
PETROUTSOS, Evangelos. Dominando a programação de banco de dados com 
visual basic: a bíblia. São Paulo: Makron Books, 2000. 
Bibliografia complementar 
BLUE, Ted. Desenvolvendo Banco de Dados em Delphi. São Paulo: Makron Books, 
1997. 
FACUNTE, Emerson. Delphi 5 – Desenvolvendo Aplicações Cliente/Servidor. Rio 
de Janeiro: Brasport, 1999. 
Books, 2001. 
SONNINO, Bruno. KYLIX – Delphi para Linux. São Paulo: Makron Books, 2001. 
Organização e Arquitetura de Computadores – 40h: Representação dos dados: 
sistemas de numeração. Aritmética de Máquina. Álgebra de Boole: Mapa de Karnaugh 
e Portas Lógicas. Circuitos combinacionais, seqüênciais. Arquitetura básica de um 
processador: Memórias, E/S, Interrupções, Barramento e UCP. Arquitetura Risc e Cisc. 
Pipeline. Paralelismo de baixa granularidade. Processadores superescalares e 
superpipeline. Multiprocessadores. Multicomputadores. Arquiteturas paralelas e não 
convencionais. Noções de Linguagem de montagem. 
Bibliografia básica 
MONTEIRO, Mário A. Introdução a Organização de Computadores. 3 ed. Rio de 
Janeiro: LTC, 1996. 
Bibliografia complementar 
MURDOCA, Miles J., HEURING, Vincent P. Introdução a Arquitetura de 
Computadores. Rio de Janeiro: Campus, 2001. 
 
Organização, Sistemas e Métodos – 40h: Metodologias, técnicas e ferramentas para 
o diagnóstico de modelos organizacionais e para a proposição de Planos de Melhorias, 
como suporte estrutural às estratégias de negócios de empresas e instituições. 
Integração dos processos de O&M e a área de sistemas de informação. 
Bibliografia básica 
 
 
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67 
 
CURY, A. Organização e métodos: uma visão holística. São Paulo: Atlas, 2000. 
Bibliografia complementar 
BALLESTERO-ALVAREZ, M. E. Manual de Organização, sistemas a métodos. 2 ed. 
São Paulo: Atlas, 2000. 
CHINELATTO Filho, João. O&M integrado à informática: comportamento, sistemas, 
métodos, mecanização. Rio de Janeiro: LTC, 2000. 
CRUZ, Tadeu. Sistemas, organização e métodos: estudo integrado das novas 
tecnologia de informação. 3ed. São Paulo: Atlas, 2000. 
 
Teoria Geral dos Sistemas – 40h: Teoria Geral de Sistemas. Abordagens sistêmicas 
para resolver problemas. Visão sistêmica nas organizações. Modelagem de sistemas. 
Processo de construção de modelos. Sistemas de informação administrativos. 
Planejamento estratégico de sistemas de informação. 
Bibliografia básica 
LAUDON, C. Kenneth & Jane Price Laudon. Sistemas de Informação. 4. ed. Rio de 
Janeiro: LTC, 1999. 
STAIR, Ralph M. Princípios de sistema de informação: uma abordagem gerencial. 2. 
ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998. 
Bibliografia complementar 
MORGAN, G. Imagens da organização. São Paulo: Atlas, 1999. 
SENGE, P. A quinta disciplina: teoria e prática da organização de aprendizagem. São 
Paulo: Best-Seller, 1990. 
 
Quarto Semestre 
 
Banco de Dados I – 80h: SGBD: histórico e características. Aspectos de modelagem e 
projeto de banco de dados: conceitos, dependência funcional, restrições de integridade 
e formas normais. Álgebra relacional. SQL: linguagem de definição de dados, 
linguagem de manipulação, visões. Modelagem conceitual. Implementação de um 
modelo de dados em um sistemagerenciador de banco de dados. 
 
 
 
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Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 
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68 
 
Bibliografia básica 
MACHADO, F. N. R. Projeto de banco de dados: uma visão prática. São Paulo: Érica, 
1996. 
SETZER, V. W. Banco de dados: conceitos modelos gerenciadores projeto lógico 
projeto físico. São Paulo: Edgar, 1999. 
Bibliografia complementar 
GARCIA-MOLINA, H.; ULLMAN, J. D.; WIDOM, J. Implementação de sistemas de 
banco de dados. Rio de Janeiro: Campus, 2001. 
ÖZSU, M. T.; VALDURIEZ, P. Princípios de banco de dados distribuídos. Rio de 
Janeiro: Campus, 2001. 
PATRICK, J. J. SQL fundamentos. São Paulo: Berkeley Brasil, 2002. 
 
Contabilidade e Custos – 40h: Noções preliminares. Noções de balanço patrimonial. 
Procedimentos contábeis básicos. Problemas contábeis diversos. Demonstrações 
financeiras. Abordagem prática. Introdução à contabilidade de custos. Contabilidade de 
custos por ordens de produção. Contabilidade de custos por processo contínuo. 
Bibliografia básica 
MARTINS, E. Contabilidade de custos. São Paulo: Atlas, 2000. 
SANTOS, J. J. Análise de custos: custo marginal, relatórios e estudos de casos. 3 ed. 
São Paulo: Atlas, 2000. 
Bibliografia complementar 
BORNIA, A. C. Análise gerencial de custos: aplicação em empresas modernas. São 
Paulo: Bookman, 2002. 
DUTRA, R. G. Custos: uma abordagem prática. São Paulo: Atlas, 1996. 
 
Engenharia de Software I – 80h: Fundamentos da engenharia de software. Definição 
de requisitos e validação. Análise e projetos de sistemas. Ciclo de vida. Manutenção de 
software. Metodologia de desenvolvimento de sistemas. Ferramentas CASE. 
Estimativas e custos de software. Projeto de implantação e documentação. 
Reengenharia. Teste de programas. Projeto de interfaces. Desenvolvimento de uma 
aplicação prática exercitando o ciclo de vida de desenvolvimento de software. 
 
 
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Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 
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69 
 
Bibliografia básica 
PRESSMAN, R. S. Engenharia de software. São Paulo: Makron Books, 1995. 
Bibliografia complementar 
YORDON, E.; ARGILA, C. Análise baseada em objetos. São Paulo: Makron Books, 
1999. 
PFLEEGER, S. L. Engenharia de software: teoria e prática. São Paulo: Prentice Hall, 
2004. 
 
Paradigmas de Linguagens – 80h: Conceitos e avaliação de linguagens de 
programação. Paradigmas de programação imperativo, funcional e lógico: 
características e aplicações. Visão geral das principais linguagens representativas de 
cada paradigma. Conceitos básicos compiladores. 
Bibliografia básica 
MELO, A. C. V.; SILVA, F. S. C. Princípios de linguagens de programação. São 
Paulo: Edgard Blücher, 2003. 
VAREJÃO, F. Linguagens de programação: conceitos e técnicas. Rio de Janeiro: 
Elsevier, 2004. 
Bibliografia complementar 
AQUINO, J. C. G. X.; LEMAY, L. Aprenda em 21 dias Java 2. Rio de Janeiro: Campus, 
1999. 
GHEZZI, C. Conceitos de linguagens de programação. Rio de Janeiro: Campus, 
1997. 
PRICE, A. M. de A.; TOSCANI, S. S. Implementação de linguagens: compiladores. 
Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 2000. 
RUMBAUGH, J. Modelagem e projetos baseados em objetos. 8 ed. Rio de Janeiro: 
Campus, 1994. 
SEBESTA, R. W. Conceitos de linguagens de programação. Porto Alegre: Bookman, 
2000. 
 
Probabilidade e Estatística – 80h: Conceitos básicos. Termos do estudo estatístico, 
métodos, população, amostra, variáveis, dados, apresentação dos dados, séries, 
 
 
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70 
 
gráficos, medidas de tendência central, medidas de posição e dispersão. Introdução, 
história e conceitos preliminares de probabilidade. Eventos e teoremas, regras de 
probabilidade. Distribuições de probabilidades: introdução, variáveis aleatórias, 
propriedade, valor esperado, distribuição binominal, Poisson, normal. Objetivos da 
análise, comportamento e característica, tendência, ajustamento, interpolação, 
correlação e regressão, projeções. 
Bibliografia básica 
BARBETTA, P. A. Estatística aplicada às ciências sociais. 4º edição. Edição. 
Editora da UFSC, Florianópolis, 2001. 
SPEGEL, M. R. Estatística. São Paulo: McGraw-Hill, 1993. 
Bibliografia complementar 
AZEVEDO, A. G. & CAMPOS, P. H. B. Estatística Básica. Rio de Janeiro: LTC. 
BUSSAB, Wilton O. & MOREIRA, P. A Estatística Básica. 5. ed São Paulo: Saraiva, 
2002. 
OLIVEIRA, F.; MARTINS, E. de. Estatística e probabilidade: exercícios resolvidos e 
propostos. 2 ed. São Paulo: Atlas, 1999. 
TOLEDO, Geraldo L. & OVALE, Ivo Izidoro. Estatística Básica. Atlas, 2000. 
VIEIRA Sônia, Princípios de Estatística. São Paulo: Pioneira, 1999. 
 
Psicologia Aplicada a Sistemas de Informação – 40h: Pessoa, personalidade e 
trabalho. Motivação. Relações interpessoais com ênfase no processo de interação 
analista-usuário. Trabalho em equipe. Liderança e poder. Agente de mudança: 
compreensão e ação frente aos processos de mudança de base tecnológica visando 
enfrentar e vencer desafios. 
Bibliografia básica 
BARROS, C. S. G. pontos de psicologia geral. 3 ed. São Paulo: Ática, 1986. 
BOCK, A. M. B. Psicologias: uma introdução ao estudo da psicologia. 13 ed. Ref. e 
aum. São Paulo: Saraiva, 2003. 
BERGAMINI, C.W. Psicologia aplicada à administração de empresas: psicologia 
do Comportamento organizacional. São Paulo: Atlas. 1990. 
 
 
 
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71 
 
Bibliografia complementar 
BOWDITTCH, J. L., BUONO, A. F. Elementos do Comportamento Humano. São 
Paulo: a. Pioneiras. 1992. 
CHANLAT, J. F. et al. O indivíduo na organização: dimensões esquecidas. São 
Paulo: Atlas, 1993. 
DE MASI, Domenico. O futuro do trabalho: fadiga e ócio na sociedade pós-
industrial. Rio de Janeiro: José Olympio. 1999. 
FRANÇA, Ana Cristina L. e Rodrigues, Avelino Luiz. Stress e trabalho: Guia básico 
com abordagem psicossomática. São Paulo: editora Atlas. 1997 
MINICUCCI, A. Técnicas do trabalho em grupo. São Paulo: Atlas. 1992. 
VERGARA, Sylvia Constant. Gestão de Pessoas. São Paulo: Ática. 1999. 
 
Quinto Semestre 
 
Banco de Dados II – 80h: Arquitetura de SGBD. Conceitos: transação, concorrência, 
recuperação, segurança, integridade, distribuição e auditoria. Técnicas de 
implementação. 
 
Bibliografia básica 
DATE, C. J. Introdução aos Sistemas de Banco de Dados. Rio de Janeiro: Campus, 
1999. 
MACHADO, F. N. R. Projeto de banco de dados: uma visão prática. São Paulo: Érica, 
1996. 
SETZER, V. W. Banco de dados: conceitos modelos gerenciadores projeto lógico 
projeto físico. São Paulo: Edgar, 1999. 
Bibliografia complementar 
COFFMAN, Gayle. SQL server 7 completo e total: guia de referências. São Paulo: 
Makron Books, 2000. 
GARCIA-MOLINA, H.; ULLMAN, J. D.; WIDOM, J. Implementação de sistemas de 
banco de dados. Rio de Janeiro: Campus, 2001. 
HEUSER, Carlos Alberto. Projeto de banco de dados. Sagra. 2000. 
 
 
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72 
 
KROENKE, David. Banco de Dados: Fundamentos, Projetos e Implementação. Rio 
de Janeiro: Editora LTC, 1999. 
ÖZSU, M. T.; VALDURIEZ, P. Princípios de banco de dados distribuídos. Rio de 
Janeiro: Campus, 2001. 
PATRICK, J. J. SQL fundamentos. São Paulo: Berkeley Brasil, 2002. 
RAMALHO, José Antonio. SQL: A Linguagem dos Bancos de Dados. São Paulo: 
Berkeley Brasil, 1999. 
SILBERSCHATZ, Abraham; KORTH, Henry F. eestamos inseridos. 
A área de informática, no contexto da sociedade da informação, tem se 
caracterizado por intensas mudanças provocadas, sobretudo, pelo desenvolvimento 
cada vez mais crescente dos conhecimentos, mais especificamente daqueles relativos 
à tecnologia da informação. 
 
 
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O Projeto Pedagógico do Curso de Sistemas de Informação, ora apresentado, é 
resultado de ampla reflexão e discussão institucional no interior do próprio Curso, com 
contribuição do CONSU – Conselho Superior e colegiado de curso. 
O processo de construção do Projeto Pedagógico coincide, em diversos 
momentos, com a própria trajetória de implantação do Curso na faculdade, bem como 
com o processo desencadeado pela discussão e efetivação das Diretrizes Curriculares 
e Currículo de Referência da SBC – Sociedade Brasileira de Computação para os 
Cursos da área de Computação e Informática no Brasil, constituindo um processo 
coletivo que se constrói e se consolida na prática do dia a dia, sustentado na 
indissolução da tríade ensino-pesquisa-extensão preconizada nesta faculdade e do 
compromisso maior de participação no processo de construção da cidadania. 
A identidade de um curso institui-se quando as ações desenvolvidas para a 
formação do egresso fundamentam-se em referenciais comuns: valores ético-político, 
concepções de conhecimento, ciência, educação, ensino, aprendizagem, concepções 
teóricas relativas à área de conhecimento afeta ao curso. Nesse sentido, os referenciais 
orientadores ético-político, epistemológico-educacionais, didático-pedagógicos, que 
refletem uma opção do curso, constituem-se em norte no direcionamento da prática 
educacional e profissional. 
Atualmente, os computadores tornaram-se indispensáveis nas instituições, e 
estão se tornando um recurso cada vez mais presente nos lares. Como conseqüência, 
tanto o software quanto o hardware dos sistemas de informática necessitam cada vez 
mais de profissionais devidamente habilitados. 
Este curso tem como objetivo, formar profissionais que, apoiados nos conceitos 
e técnicas de informática, teoria de sistemas e administração, contribuam na solução de 
problemas de tratamento de informação nas organizações, por meio da concepção, 
construção e manutenção de modelos informatizados de automação corporativa. 
O campo profissional é amplo e diversificado. Nos últimos tempos às ocupações 
tradicionais como o projeto, desenvolvimento e manutenção de sistemas 
computacionais na indústria, comércio, empresas de serviço ou instituições 
governamentais, somou-se, a alternativa de atuar nas áreas de marketing e vendas de 
 
 
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empresas. A formação curricular incentiva ainda o empreendedorismo, isto é, a 
possibilidade de criar seu próprio negócio. 
Os sistemas de informação podem ser definidos como uma combinação de 
recursos humanos e computacionais que interrelacionam a coleta, o armazenamento, a 
recuperação, a distribuição e o uso de dados com o objetivo de eficiência gerencial nas 
organizações. Adicionalmente, os sistemas de informação podem também ajudar os 
gerentes e usuários a analisar problemas, criar novos produtos e serviços e visualizar 
questões complexas. O estudo de sistemas de informação bem como o seu 
desenvolvimento, envolve perspectivas múltiplas e conhecimentos multidisciplinares, 
que incluem diversos campos do conhecimento. 
Esses sistemas são difundidos por todas as funções organizacionais. Eles são 
usados por contabilidade, finanças, vendas, produção e assim por diante. Esse uso 
generalizado aumenta a necessidade de sistemas de informação e profissionais com 
conhecimento do desenvolvimento e gerenciamento de sistemas. Profissionais com 
esses conhecimentos apóiam a inovação, planejamento e gerenciamento da infra-
estrutura de informação e coordenação dos recursos de informação. 
Assim, os sistemas de informação são mais conhecidos pelos benefícios que 
trazem para a gestão dos negócios em que se tenta eliminar os desperdícios, as tarefas 
demasiadamente repetitivas, com ou sem o uso de papel, de maneira a melhorar o 
controle dos custos, a qualidade do produto ou serviço, maximizando os benefícios 
alcançados com a utilização de tecnologia da informação. 
Com o intuito de atender à crescente heterogeneidade da formação educacional 
superior e à expectativa de todos os interessados neste nível de ensino, a Lei de 
Diretrizes e Bases da Educação Nacional proporcionou maior flexibilidade na 
organização dos cursos. A Lei deixa clara a necessidade de profunda e responsável 
revisão dos currículos e objetivos dos cursos de forma a desburocratizá-los, 
direcionando-os rumo à tendência contemporânea de um mundo de negócios cada vez 
mais globalizado e complexo. 
Nesse sentido, apresenta-se imprescindível à formação de profissionais aptos a 
enfrentar os desafios da complexidade do mundo moderno, crescentemente mais 
competitivo e cobrador de conhecimento técnico, científicos, aliados à criatividade com 
 
 
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elevado nível de ética profissional, profissionais com espírito crítico construtivo, 
inquiridor, ensejando pesquisa fundamental e aplicada de alto nível; profissionais, 
enfim, que garantam às empresas e organizações em geral, públicas e privadas, com 
ou sem fins lucrativos, o sucesso administrativo-funcional, ética e moralmente 
responsável. 
Considerando que planejamento não é ação neutra, há sempre uma 
intencionalidade subjacente. Dessa forma, o Projeto Pedagógico do curso de Sistemas 
de Informação da FAPE – Faculdade de Presidente Epitácio, visa um produto, no qual 
se inscreve o perfil profissional do egresso em Sistemas de Informação que se deseja 
formar. Nesse sentido, em uma ação orientada por fundamentações científicas, 
técnicas, sociais e econômicas da produção e de seu gerenciamento, observados os 
níveis graduais do processo de tomada de decisão, apresentando flexibilidade 
intelectual e adaptabilidade contextualizada no trato de situações diversas, presentes 
ou emergentes, nos vários segmentos do campo de atuação do bacharel. 
O domínio dos fundamentos das ciências básicas é um importante instrumento 
para que durante sua vida profissional, seja capaz de assimilar e desenvolver novas 
tecnologias. Assim, a base pedagógica adotada visa desenvolver no estudante a 
capacidade de aprender a conhecer, aprender a fazer e principalmente aprender a 
aprender. 
O Curso de Sistemas de Informação, na construção de seu Projeto Pedagógico, 
assegura uma liberdade acadêmica, num contínuo esforço de adaptação e renovação, 
para responder às exigências da realidade contemporânea, objetivando associar à 
cultura humana a formação científica e tecnológica do profissional de Sistemas de 
Informação. 
O Curso apóia-se no tripé ensino, pesquisa e extensão, visando à transmissão 
de conhecimento, a fundamentação científica e a prática profissional entrelaçadas às 
demandas sociais. É importante ressaltar que esses elementos são indissociáveis para 
a formação de estudantes-profissionais, associando à formação teórica e técnica uma 
mentalidade ética, científica e humanista. 
 
 
 
 
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3.1 - Cenários brasileiros que favorecem a profissionalização 
3.1.1 – Cenário macroeconômico brasileiro deSudarshan, S. Sistemas de Banco de 
Dados. São Paulo: Makron Books, 1999. 
 
Engenharia de Software II – 80h: Fundamentos e teoria geral de sistemas. 
Modelagem de sistemas: conceitos, princípios e ferramentas. Estudo e comparação de 
algumas metodologias de análise de sistemas. Projeto lógico de sistemas: definição de 
requisitos, estudo de viabilidade, modelagem dos dados. Diagramas. Projeto físico de 
sistemas: estudo de hardware, viabilidade de software, dicionário de dados. 
Implementação e manutenção de um projeto de sistema. Transição de análise para o 
objeto. Fundamentos e desenvolvimento de sistemas de informação. Aspectos 
administrativos de projetos. 
Bibliografia básica 
PRESSMAN, R. S. Engenharia de software. São Paulo: Makron Books, 1995. 
Bibliografia complementar 
DEMARCO, Tom. Análise Estruturada e Especificação de Sistemas. Rio de Janeiro: 
Campus, 1989. 
FURLAN, José Davi. Modelagem de Objetos através da UML. São Paulo, Makron 
Books, 1998. 
MAYRHAUSER, Annliese Von. Software engeneering: methods and management. 
Academic Press, 1990. 
RUMBAUGH, James. Modelagem e Projeto Baseados em Objetos. Rio de Janeiro: 
Campus, 1994. 
YOURDON, Edward. Análise Estruturada Moderna. Rio de Janeiro: Campus, 1990. 
 
 
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73 
 
YOURDON, Edward. ARGILA, Carl. Análise Baseada em Objetos. São Paulo: Makron 
Books, 1999. 
 
Gerência de Projeto de Software – 80h: Tomada de decisão. Sistema de informação 
e o processo decisório. Gerências de projetos de software: conceitos, técnicas e 
ferramentas. Documentação do projeto. 
Bibliografia básica 
LAUDON, K. C.; LAUDON, J. P. Gerenciamento de sistemas de informação. 4 ed. 
Rio de Janeiro: LTC, 2001. 
STAIR, R. M. Princípios de sistemas de informação: uma abordagem gerencial. 2 
ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998. 
Bibliografia complementar 
MONTEIRO, S.; MONTEIRO, R.; MONTEIRO, E. S. Projetos: como fazer e gerenciar 
usando a informática. Florianópolis: Visual Books, 2004. 
O’BRIEN, J. A. Sistemas de informação e as decisões na era da Internet. São 
Paulo: Saraiva, 2002. 
 
Redes de Computadores – 80h: Introdução a redes de computadores. Modelo de 
referência OSI/ISO. Arquitetura. Internet. Níel físico. Topologias de redes. Nível de 
enlace. Protocolos de acesso a diferentes meios. TCP/IP. Nível de rede. Roteamento. 
Classificação de algorítimos de roteamento. Noções básicas de algorítimos e protocolos 
de roteamento mais utilizados. Nível de transporte. Integração de serviços. Mecanismos 
de suporte. Switching. Frame relay. Redes ATM. 
Bibliografia básica 
TANENBAUM, Andrew S. Redes de Computadores. Rio de Janeiro: Campus, 
1997. 
TEIXEIRA JR. J. H. Redes de computadores: serviços, administração e segurança. 
São Paulo: Makron Books, 1999. 
ZACKER, C. Redes de computadores: configuração, manutenção e expansão. São 
Paulo: Makron Books, 2000. 
 
 
 
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Bibliografia complementar 
BURNETT, Steve. Criptografia e segurança: o guia oficial RSA. Rio 
de Janeiro: Campus, 2002. 
DAYLE, Paul & Zacker, Craig. Redes de computadores configuração, manutenção e 
expansão. São Paulo: Makron Books. 2000. 
EVANS, Tim. Construindo uma Intranet. São Paulo: Makron Books, 1998. 
HUNT, G. Servidores de redes com linux. Rio de Janeiro: Campus, 2000. 
MOURA, Gevilacio Aguiar Coêlho de. RNP-Internet: guia do usuário. 
São Paulo: Atlas, 1995. 
PALLARES, A. C. Redes e sistemas de telecomunicações. Rio de Janeiro: Brasport, 
2001. 
SOARES, Luiz Fernando Gomes. Redes de Computadores: das LANs, MANs e 
WANs, às Redes ATM. Rio de Janeiro: Campus, 1995. 
TORRES, Gabriel. Redes de Computadores: Curso Completo. Rio de 
Janeiro: Axcel Books, 2001. 
THOMA, Rosert M. Introdução às redes locais. São Paulo: Makron Books. 1997. 
WIRTH, Almir. Redes de computadores, telecomunicações, comunicação via fibra 
ótica, voz, dados e imagem. São Paulo: Book Express. 2000. 
 
Sistemas Operacionais – 80h: Conceitos básicos. Serviços de sistemas operacionais. 
Gerência de entrada e saída. Gerenciamento de processos. Comunicação entre 
processos (IPC), semáforos, monitores, deadlock. Gerenciamento de memória. 
Programação concorrente. Sistemas de arquivos. Estudo de sistemas operacionais 
existentes. 
Bibliografia básica 
DAVIS, W. Sistemas operacionais: uma visão sistemática. Rio de Janeiro: Campus, 
1991. 
SHAY, W. A. Sistemas operacionais. São Paulo: Makron Books, 1996. 
TANENBAUM, A. S. Sistemas operacionais modernos. 2 ed. São Paulo: Prentice 
Hall, 2003. 
 
 
 
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Bibliografia complementar 
DAVIS, William S. Sistemas Operacionais. Rio de Janeiro: Campus, 1991. 
MACHADO, Francis B.; MAIA, Luiz Paulo. Arquitetura de Sistemas Operacionais. 
Rio de Janeiro, LTC, 1996. 
SHAY, William A. Sistemas Operacionais. Tradução Mário M. Fechio. São Paulo: 
Makron Books, 1996. 
SILBERSCHATZ, Abraham; GALVIN, Peter; GAGNE, Greg. Sistemas Operacionais: 
Conceitos e Aplicações. Rio de Janeiro: Campus, 2001. 
 
Sexto Semestre 
 
Avaliação de Desempenho de Sistemas – 80h: Conceitos básicos de métodos 
quantitativos e técnicas de otimização de recursos. Métodos analíticos: cadeias de 
Markov, redes de filas de espera e outros métodos estocásticos. Simulação discreta de 
sistemas. 
Bibliografia básica 
BOOCH, G. UML: guia do usuário. Rio de Janeiro: Campus, 2000. 
DIAS, C. Segurança e auditoria da tecnologia da informação. Rio de Janeiro: Axcel 
Books, 2000. 
PRESSMAN, R. S. Engenharia de software. São Paulo: Makron Books, 1995. 
Bibliografia complementar 
BARBETTA, P. A. Estatística aplicada às ciências sociais. 4 ed. Florianópolis: 
UFSC, 2001. 
DEITEL, H. M. Java como programar. 3 ed. Porto Alegre: Bookman, 2001. 
FOWLER, Martin. UML Essencial. Porto Alegre: Bookman, 2000. 
FURLAN, José Davi. Modelagem de Objetos através da UML. São Paulo: Makron 
Books, 1998. 
SHLAER, Sally, STEPPHEN, J. Mellor, Análise de Sistemas Orientada para Objetos. 
São Paulo: McGraw-Hill, 1990. 
WUTKA, Mark, Java Técnicas Profissionais. São Paulo: Berkeley, 1997. 
 
 
 
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Economia – 40h: Definições de economia. Divisão da economia. Introdução geral aos 
problemas econômicos. Problemas econômicos centrais. A organização econômica. A 
moeda. A formação de preços. Organização da atividade econômica. Relações 
econômicas internacionais. Balanço de pagamento e o equilíbrio econômico interno. 
Bibliografia básica 
BAUMANN, R. (org). O Brasil e a economia global. Rio de Janeiro: Campus, 1996. 
PASSOS, Carlos Roberto Martins & NOGAMI, Otto. Princípios de Economia. São 
Paulo: Pioneira, 2001. 
ROSSETTI, J. P. Introdução à economia. 18 ed. São Paulo: Atlas, 2000. 
Bibliografia complementar 
FURTADO, M. Formação econômica. São Paulo: Nacional, 1998 
MOCHON, F.; TROSTER, L. R. Introdução à economia. São Paulo: Makron Books. 
MAIA, Jayme de Mariz. Economia Internacional e Comércio Exterior. São Paulo: 
Altas S.A., 2001. 
PASSOS, Carlos Roberto Martins e NOGAMI, Otto. Princípios de Economia. São 
Paulo: Pioneira, 1998. 
SANDRONI, Paulo. Dicionário de Economia. São Paulo: Ed. Best Seller. 
USP, Professores. Manual de Economia. São Paulo: Saraiva 
 
Estágio Profissional I – 40h: Desenvolvimento de estágio profissional em uma 
organização aliando conhecimento teórico com o prático,contando com supervisão de 
um membro da organização e um professor orientador. O aluno estará desenvolvendo 
um sistema de informação, realizando algumas etapas: a definição do problema, 
objetivos, metas, recursos materiais e humanos, cronologia e custos. 
Bibliografia básica 
DATE, C. J. Introdução aos sistemas de banco de dados. Rio de Janeiro: Campus, 
1999. 
HEUSER, C. A. Projeto de banco de dados. Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 2000. 
PRESSMAN, R. S. Engenharia de software. São Paulo: Makron Books, 1995. 
YOURDON, E.; ARGILA, C. Análise baseada em objetos. São Paulo: Makron Books, 
1999. 
 
 
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Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 
46-E de 10.03.1998 
 
 
77 
 
Bibliografia complementar 
COUGO, P. Modelagem conceitual e projeto de banco de dados. Rio de Janeiro: 
Campus, 1997. 
DEMARCO, T. Análise estruturada e especificação de sistemas. Rio de Janeiro: 
Campus, 1989. 
FURLAN, J. D. Modelagem de objetos através da UML. São Paulo: Makron Books, 
1998. 
GARCIA-MOLINA, H.; ULLMAN, J. D.; WIDON, J. Implementação de sistemas de 
banco de dados. Rio de Janeiro: Campus, 2001. 
RUMBAUGH, J. Modelagem e projeto baseados em objetos. Rio de Janeiro: 
Campus, 1994. 
YOURDON, E. Análise estruturada moderna. Rio de Janeiro: Campus, 1990. 
 
Gerência de Redes de Computadores – 80h: Tecnologias de suporte à distribuição. 
Nível de aplicação: aplicações de infraestrutura, aplicações disponíveis ao usuário, 
aplicações emergentes. Gerência de redes de computadores: arquiteturas para 
gerência de redes (OSI-NM, Internet), segurança de redes. Ferramentas de gerência: 
estudo de casos. 
Bibliografia básica 
TANENBAUM, Andrew S. Redes de Computadores. Rio de Janeiro: Campus, 
1997. 
TEIXEIRA JUNIOR, José Helvécio. Redes de computadores: serviços, administração 
e segurança. São Paulo: Makron Books, 1999. 
ZACKER, Craig. Redes de computadores. configuração, manutenção e expanção. 
São Paulo, Makron Books, 2000. 
Bibliografia complementar 
BURNETT, S. Criptografia e segurança: o guia oficial RSA. Rio de Janeiro: Campus, 
2002. 
DAYLE, Paul & Zacker, Craig. Redes de computadores configuração, manutenção e 
expansão. São Paulo: EVANS, Tim. Construindo uma Intranet. São Paulo: Makron 
Books, 1998. 
 
 
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Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 
46-E de 10.03.1998 
 
 
78 
 
MOURA, Gevilacio Aguiar Coêlho de. RNP-Internet: guia do usuário. 
São Paulo: Atlas, 1995. 
SOARES, L. F. G. Redes de computadores: das LANs, MANs e WANs, às redes 
Makron Books. 2000. 
ATM. Rio de Janeiro: Campus, 1995. 
TORRES, Gabriel. Redes de Computadores: Curso Completo. Rio de 
Janeiro: Axcel Books, 2001. 
WIRTH, Almir. Redes de computadores, telecomunicações, comunicação via fibra 
ótica, voz, dados e imagem. São Paulo: Book Express. 2000. 
 
Inteligência Artificial e Sistemas Especialistas – 80h: Linguagens simbólicas. 
Programação em lógica. Cláusulas de Horn. Unificação. Resolução. Metapredicados. 
Métodos de resolução de problemas. Redução de problemas. Estratégias de busca. 
Uso de heurísticas. Representação do conhecimento. Regras de produção. Redes 
semânticas. Lógica fuzzy. Redes neurais: aprendizado, redes de várias camadas, redes 
associativas. Sistemas especialistas e bases de conhecimento. 
Bibliografia básica 
BARRETO, J. M. Inteligência artificial no limiar do século XXI. 2 ed. Florianópolis: 
Duplic, 2000. 
E. Rich, K. Knight. Inteligência Artificial. 2. ed, Ed. Makron Books do Brasil, São 
Paulo, 1994. 
RUSSELL, S.; NORVIG, P. Inteligência artificial. 2. ed. São Paulo: Campus, 2004. 
Bibliografia complementar 
BARRETO,J M, Inteligência Artificial no limiar do século XXI, 3 ed. Florianópolis: 
Duplic, 2001. 
BITTENCOURT, G. Inteligência artificial: ferramentas e teorias. Florianópolis: 
UFSC, 1998. 
GINSBERG, Matt. Essential of artificial intellingence. Morgan Kautmann Publish. 
1993. 
LUGER, G. F. Inteligência artificial. 4 ed. São Paulo: Bookman, 2004. 
 
 
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Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 
46-E de 10.03.1998 
 
 
79 
 
RUSSEL AND NORVIG. Artificial Intelligence: A modern approach. Prentice Hall. 
1995. 
TEIXEIRA, J. de F. O que é inteligência artificial. São Paulo: Brasiliense, 2005. 
 
Multimídia e Interfaces Homem-Máquina – 80h: Interfaces homem-máquina: 
conceitos. Ergonomia. Aplicações. Concepções, desenvolvimento e implementação de 
interfaces. Multimídia: conceitos e aplicações. Comunicação usuário-máquina. Autoria – 
plataformas para multimídia, ferramentas de desenvolvimento. Áudio – propriedades 
físicas do som, representação digital. Processamento e síntese de som. Imagens – 
representação digital, dispositivos gráficos, processamento. Desenhos – representação 
de figuras. Vídeo – interfaces, processamento. Animação. Realidade virtual: 
modelagem, arquitetura e aplicações. 
Bibliografia básica 
FILHO, Wilson de Pádua Paula. Multimídia: Conceitos e Aplicações. Rio de Janeiro: 
LTC, 2000. 
PEREIRA, V. A. Multimídia computacional: produção, planejamento e distribuição. 
Florianópolis: Visual Books, 2001. 
MINASI, M. Segredos de projeto de interface gráfica com o usuário. Rio de Janeiro: 
Infobook, 1994. 
Bibliografia complementar 
PAULA FILHO, W. de P. Multimídia: conceitos e aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 
2000. 
PEREIRA, Valéria Arriero. Multimídia Computacional: produção, planejamento e 
distribuição. Florianópolis: Visual Books, 2001. 
HOLSINGER, E. Como funciona o multimídia. São Paulo: Quark do Brasil, 1994. 
NIELSEN, J. Projetando websites. Rio de Janeiro: Campus, 2000. 
ROCHA, H. V.; BARANAUSKAS, M. C. C. Design e avaliação de interfaces humano-
computador. Campinas: NIEDUNICAMP, 2003. 
ROSENBORG, Victoria. Guia de Multimídia. Rio de Janeiro: Berkeley, 1993. 
WOLFGRAM, Douglas E. Criando em Multimídia. Rio de Janeiro: Campus, 1994. 
 
 
 
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Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 
46-E de 10.03.1998 
 
 
80 
 
Sétimo semestre 
 
Auditoria e Segurança de Sistemas – 80h: Auditoria de sistemas. Segurança de 
sistemas. Metodologias de auditoria. Análise de riscos em sistemas de informação. 
Plano de contingência. Técnicas de avaliação de sistemas. Aspectos especiais: vírus, 
fraudes, criptografia, acesso não autorizado. 
Bibliografia básica 
DIAS, Cláudia, Segurança e Auditoria da Tecnologia da Informação. Axcel Books: 
Rio do Janeiro, 2000. 
GIL, Antonio de Loureiro. Auditoria de Computadores. 5. ed. São Paulo: Atlas. 
Bibliografia complementar 
BURNETT, Steve, PAINE Stephen. Criptografia e segurança: o guia oficial RSA. Rio 
de Janeiro: Campus, 2002. 
MAGALHAES, Antonio de Deus F. Auditoria das Organizações: metodologias 
alternativas ao planejamento e à operacionalização dos métodos e das técnicas. São 
Paulo: Atlas, 2001. 
Auditoria - suas áreas de atuação, Trevisan Auditores e Consultores: São Paulo - 
Atlas, 1996. 
NAKAMURA, Emilio Tissato, GEUS, Paulo Lício de. Segurança de redes em 
ambientes corporativos – São Paulo: Berkeley Brasil, 2002. 
 
Computação Gráfica – 80h: Sistemas e equipamentos gráficos. Representação 
vetorial e matricial. Algorítimos de conversão matricial de primitivas gráficas. Técnicas 
anti-serrilhado (antialiasing). Transformações geométricas. Sistemas de coordenadas. 
Algoritimos de recorte. Algoritimos de projeção. Sintetização de imagens (rendering). 
Modelagem de objetos sólidos. Transformações 2D: windowing e clipping 2D: 
segmentação e interação. Introdução a gráficos 3D: transformação, projeções, clipping 
3D. tópicos especiais: visão global do realismoem 3D. 
Bibliografia básica 
AZEVEDO, E. Computação gráfica: teoria e prática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. 
GOMES, J.; VELHO, L. Computação Gráfica. vol. I. IMPA 1998. 
 
 
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46-E de 10.03.1998 
 
 
81 
 
HETEM JR, A. Computação gráfica. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 
Bibliografia complementar 
ANGEL, E. Interactive computer graphics – a top down approach with OpenGl, 
Reading, Ma, Addison-Wesley, 2000. 
FOLEY, J. D.; VAN DAM, A.; FEINER, S. K.; HUGHES, J. F. Computer graphics, 
principles and practice. Reading, Ma. Addison-Wesley, 1997. 
INASI, M. Segredos de projeto de Interface gráfica com o usuário. Infobook. 1994. 
MAGALHÃES, Léo Pini. Computação gráfica: interfaces em sistemas de computação 
gráfica. Campinas. Papirus, 1986. 
PLASTOCK, R. A; Kalley, G. Computação gráfica. McGraw Hill de Portugal, 1991. 
WELLS, D.; Young, C.; Farmer, D. Criações em Ray Tracing. São Paulo, Berkeley, 
1995. 
 
Estágio Profissional II – 40h: Desenvolvimento de estágio profissional em uma 
organização aliando conhecimento teórico com o prático, contando com supervisão de 
um professor orientador. O aluno estará desenvolvendo um sistema de informação, 
realizando algumas etapas: implantação, implementação, testes validação. 
Bibliografia básica 
DATE, C. J. Introdução aos sistemas de banco de dados. Rio de Janeiro: Campus, 
1999. 
PRESSMAN, R. S. Engenharia de software. São Paulo: Makron Books, 1995. 
Bibliografia complementar 
DEMARCO, T. Análise estruturada e especificação de sistemas. Rio de Janeiro: 
Campus, 1989. 
FURLAN, J. D. Modelagem de objetos através da UML. São Paulo: Makron Books, 
1998. 
RUMBAUGH, J. Modelagem e projeto baseados em objetos. Rio de Janeiro: 
Campus, 1994. 
YOURDON, E. Análise estruturada moderna. Rio de Janeiro: Campus, 1990. 
 
 
 
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Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 
46-E de 10.03.1998 
 
 
82 
 
Sistemas Distribuídos – 80h: Conceitos básicos de Sistemas Distribuídos. Arquitetura 
Cliente / Servidor. Bando de Dados Distribuídos. Sistemas de Informações distribuídos. 
Bibliografia básica 
TANENBAUM, A. S. Sistemas operacionais modernos. São Paulo: Prentice Hall, 
1992. 
Bibliografia complementar 
COULOURIS, G. & DOLLIMORE, J. & KINDBERG, T. Distributed System Concept 
and Design. 3 ed. Addison Wesley, 2000. 
KIRNER, C.; MENDES, S. T. M. Sistemas operacionais distribuídos: aspectos gerais 
e análise de sua estrutura. Rio de Janeiro: Campus, 1988. 
MULLENDER, S. Distributed System. Addison-Wesley, 1993. 
ÖZSU, M. T.; VALDURIEZ, P. Princípios de banco de dados distribuídos. Rio de 
Janeiro: Campus, 2001. 
 
Sistemas Integrados – 40h: Sistemas de comércio eletrônico (e-business): conceitos, 
características, tecnologia e aplicações. Sistema integrado de gestão (ERP / CRM): 
conceitos, características e aplicações. Workflow: conceitos e características. 
Identificação de oportunidades de negócio. Determinação de custos de 
empreendimentos. Viabilidade financeira. Projeto de empreendedorismo. Gestão de 
negócios em informática. 
Bibliografia básica 
O’BRIEN, J. A. Sistemas de informação: e as decisões gerenciais na era da 
Internet. São Paulo: Saraiva, 2001. 
OLIVEIRA, J. F. de. Sistemas de informação versus tecnologias da informação. 
São Paulo: Érica, 2004. 
STAIR, R. M.; REYNOLDS, G. W. Princípios de sistemas de informação. São Paulo: 
Pioneira, 2000. 
Bibliografia complementar 
ALBERTIN, A. L. Comércio eletrônico: modelo, aspectos e contribuições de sua 
aplicação. São Paulo: Atlas, 2000. 
 
 
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Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 
46-E de 10.03.1998 
 
 
83 
 
DORNELAS, JOSÉ CARLOS ASSIS. Empreendedorismo: transformando idéias em 
negócios. Rio de Janeiro: Campus, 2001. 
LAUDON, K. C.; LAUDON, J. P. Sistemas de informações. Rio de Janeiro: LTC, 1999. 
MELO, I. S. Administração de sistemas de informação. São Paulo: Pioneira, 2002. 
OLIVEIRA, J. F. de. Sistemas de informação: um enfoque gerencial inserido no 
contexto empresarial e tecnológico. São Paulo: Érica, 2000. 
POLLONI, ENRICO GIULIO FRANCO. Administrando sistemas de informação: 
estudo de viabilidade. São Paulo: Futura, 2001. 
RODRIGUES, LEONEL CEZAR. Empreendedorismo: construindo empresas 
vencedoras. Blumenau: Acadêmica, 2000. 
 
Sociologia – 40h: Sociologia: formação e objetos. Escolas sociológicas clássicas. As 
categorias sociológicas: estrutura – trabalho e necessidade, superestrutura – ideologia 
e liberdade. Impactos da informática nos processos de trabalho: características e 
transformação. Efeitos sociais: emprego, qualificação e saúde. Globalização. Crise do 
trabalho. efeitos sociais das novas tecnologias na sociedade. 
Bibliografia básica 
LAKATOS, E. M. Sociologia geral. 7. ed. São Paulo: Atlas, 1999. 
MARTINS, C. B. O que é sociologia. São Paulo: Atlas, 2004. 
SELL, Carlos Eduardo. Sociologia Clássica: Durkheim, Weber e Marx. Itajaí: UNIVALI, 
2001. 
Bibliografia complementar 
BEAUD, Michel. História do Capitalismo. São Paulo: Brasiliense, 1987. 
BECKOUCHE, Pierre. Indústria: um só mundo. São Paulo: Ática, 1985. 
BOBBIO, N. Estado, governo, sociedade: para uma teoria geral da política .Rio de 
Janeiro: Paz e Terra, 2000. 
CAMPOS, E. Sociologia da burocracia. 3. ed. Rio de Janeiro: J. Zahar, 1976. 
IANNI, Octávio. A era do globalismo. 2 ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasiliense, 
1996. 
Marx. 7 ed. São Paulo: Ática, 1992. 
 
 
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Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 
46-E de 10.03.1998 
 
 
84 
 
MARX, Karl. O Capital: crítica da economia política. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 
1994. 
 
Trabalho de Conclusão I – 40h: O trabalho de conclusão de curso compreende o 
desenvolvimento de um projeto na área de informática, sob orientação de um professor. 
Seminários e relatórios sobre o andamento do trabalho. 
Bibliografia básica 
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Metodologia do trabalho científico: 
procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e 
trabalhos científicos. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2001. 
ROESCH, S. M. A. Projetos de estágio e de pesquisa em administração: guias para 
estágios, trabalhos de conclusão, dissertações e estudo de casos. 2 ed. São Paulo: 
Atlas, 1999. 
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 20 ed. rev. e ampl. São Paulo: 
Cortez, 1996. 
Bibliografia complementar 
ANDRADE, M. M. de. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração 
de trabalhos na graduação. 4 ed. São Paulo: Atlas, 1999. 
CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A. Metodologia científica. 5 ed. São Paulo: Prentice Hall, 
2002. 
MATTALO JR, H. et al. Construindo o saber – metodologia científica: fundamentos 
e técnicas. 2 ed. Campinas: Papirus, 1989. 
RUIZ, J. A. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 4 ed. São Paulo: 
Atlas, 1996. 
 
Oitavo semestre 
 
Empreendedorismo – 80h: Atividade empreendedora. Identificação de oportunidades 
de negócio. Determinação de custos de empreendimentos. Viabilidade financeira. 
Projeto de empreendimento. Formação de preços. Controle de fluxo de caixa de 
empreendimentos. Qualidade e competitividade. Marketing. 
 
 
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85 
 
Bibliografia básica 
DORNELA, J. C. A. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. Rio de 
Janeiro: Campus, 2001. 
CHER, R. O meu próprio negócio. São Paulo: Elsevier,2002. 
Cullinane, J. J. Manual de Sobrevivência do Empreendedor, Berkeley do Brasil, 
1993. 
Bibliografia complementar 
DALABELA, F. O segredo de Luisa. São Paulo: Ed. associados, 1999. 
Malferrari, C. J., Drucker, P. F. Inovação e Espírito Empreendedor: Prática e 
Princípios, 5. ed., Pioneira, 1998. 
Pavani, C; Plano de Negócios, Lexikon, 1998. 
Sheedy, E. Guia do Empreendedor para Fazer a Empresa Crescer, Nobel, 1996. 
 
Legislação em Informática e Ética – 80h: Noções e âmbito do Direito de informática. 
Regulamentação Jurídica da Informática no Brasil e sua evolução. Complexidade da 
Proteção Jurídica no Sistema Informática. Proteção Jurídica do Software no Brasil. 
Internet. Comércio Eletrônico. Relações de Consumo nos Contratos de Informática. 
Correio Eletrônico. Identificação de Usuário. Criptografia e Segurança. Certificação 
Eletrônica. Direito Autoral. Responsabilidade Civil em Informática. Crimes de 
Computador. Regulamentação da Profissão. Ética no Exercício da Profissão. 
Bibliografia básica 
PAESANI, Liliana Minardi. Direito de Informática. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2001. 
Bibliografia complementar 
CERQUEIRA, Tarcísio Queiroz. Software: lei, comércio, contratos e serviços de 
informática. Rio de Janeiro: ADCOAS, 2000. 
FELICIANO, Guilherme Guimarães. Informática e Criminalidade. Rio de Janeiro: 
Nacional de Direito, 2001. 
MARZOCHI, Marcelo de Luca. Direito.br: Aspectos Jurídicos da Internet no Brasil. São 
Paulo: LTR, 2000. 
VOLPI NETO, Angelo. Comércio Eletrônico – Direito e Segurança. Curitiba: Juruá, 
2002. 
 
 
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Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 
46-E de 10.03.1998 
 
 
86 
 
GRECO, Marco Aurélio. Direito e Internet: relações jurídicas. São Paulo: Revista dos 
Tribunais, 2001. 
. 
Tópicos Avançados em Banco de Dados – 40h: Índices em bancos de dados. 
Otimização de consultas. Data mining. Data warehousing. Banco objeto relacional. 
Bancos orientado a objetos. 
Bibliografia básica 
DATE, C. J. Banco de dados: tópicos avançados. Campus, 1988. 
GARCIA-MOLINA, H.; ULLMAN, J. D. e WIDOM, J. Implementação de Sistemas de 
Banco de Dados. Campus, 2001. 
OZSU. M. T.; VALDURIEZ, P. Princípios de Banco de Dados Distribuídos. Campus, 
2001. 
SILBERSCHATZ, A.; KORTH, H. F.; SUDARSHAN, S. Sistemas de banco de dados, 
5. Ed. Makron Books, 2006. 
Bibliografia complementar 
COUCEIRO, L. A. C. C.; BARRENECHA, H. F. S. Sistemas de gerência de banco de 
dados distribuídos. LTC, 1984. 
DATE, C. J. Introdução a sistemas de bancos de dados. 8 ed. Campus, 2004. 
KHOSHAFIAN, S. Banco de Dados Orientado a Objetos. Infobook, 1994. 
MACHADO, F. N. R. Projeto de Datawarehouse – Uma Visão Multidimensional. 
Editora Érica, 2000. 
 
Tópicos Avançados em Internet – 40h: Web 1.0, Web 2.0, Web Semântica, 
Arquitetura Orientada a Serviços, Web Services, W3C, CSS, SOAP, XML, RDF, DOM, 
XHTML. 
Bibliografia básica 
Breitman, Karin. Web Semântica: A internet do Futuro. Editora LTC. 2005. 
Bibliografia complementar 
ANTONIOU, Grigoris and Harmelen, Frank van. Semantic Web Primer. Massachusets 
Institute of Technology, 2004. 
W3C Word Wid Web Consortion. Disponível no site: http://www.w3c.org. 
 
 
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Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 
46-E de 10.03.1998 
 
 
87 
 
Tópicos Avançados em Programação – 40h: Listas encadeadas. Pilhas e Filas. 
Recursão. Árvores binárias. Busca e ordenação. 
Bibliografia básica 
DROZDEK, A. Estrutura de Dados e Algoritmos em C++. São Paulo: Berkeley Brasil, 
2002. 
FARRER, H. et al. Programação Estruturada de Computadores - Algoritmos 
Estruturados. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos S.A., 1998. 
PINTO, W. S. Introdução ao desenvolvimento de Algoritmos e Estrutura de Dados. 
São Paulo: Érica, 1994. 
VENÂNCIO, C. F. Desenvolvimento de Algoritmos – Uma nova abordagem, São 
Paulo, Érica, 1997. 
ZIVIANI, N. Projeto de Algoritmos: com Implementação em Pascal e C. São Paulo, 
Pioneira. 
Bibliografia complementar 
LIBERTY, J. 10 minutos para aprender C++. São Paulo: Berkeley Brasil, 2000. 
 
Tópicos Avançados em Rede – 40h: Tópicos avançados em redes e sistemas 
distribuídos, correspondendo ao estado da arte tecnológica da área. Enfatizam-se 
assuntos que despertem interesse no período de desenvolvimento da disciplina e 
tenham possível impacto nas áreas abrangidas pelo estudo de redes, sistemas 
distribuídos e suas aplicações. Envolve tópicos como QoS, wireless networks, 
aplicações multimídia, novas linguagens e paradigmas de programação para aplicações 
em redes e distribuídas, arquiteturas de suporte, medidas e avaliações. 
Bibliografia básica 
TANENBAUM, Andrew S. Redes de Computadores. Rio de Janeiro; Campus, 1997. 
Bibliografia complementar 
Burgess, Mark Princípios de Administração de Redes e Sistemas. Rio de Janeiro; 
LTC, 2006. 
 
Tópicos Avançados em Sistemas de Informação – 40h: Introdução ao Planejamento 
Estratégico (PE) de Organizações e ao PSI. Introdução ao Planejamento de Sistemas 
de Informação. Métodos de Planejamento de Sistemas de Informação. Modelagem de 
 
 
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Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 
46-E de 10.03.1998 
 
 
88 
 
Processo. Requisitos de dados: Modelagem de Processos PSI; Análise de Requisitos 
de Dados em PSI; Definição da Arquitetura de Informação e Análise dos Sistemas 
Atuais. Arquitetura de Sistemas de Informação. 
Bibliografia básica 
FURLAN, J; IVO, I. M. e Amaral. Sistemas de Informações Executivas. São Paulo. 
Markron Brooks. 1994. 
Turban, McLean, Wetherbe: Information Technology for Management, Third Edition. 
2002. 
Bibliografia complementar 
CLELAND, D. e IRELAND, L. Gerência de Projetos. Reichman & Affonso Editores. 
2002. 
OZ, EFFY, Management Information Systems. 3rd Ed., Course Technology Thomson 
Learning, 2002. 
ROSSETO, C. R. Planejamento Estratégico e seu Desdobramento. Curso de Extensão 
de Gestão Estratégico em Projetos. Universidade Federal de Santa Catarina. 2000. 
STONER, James F. Administração. São Paulo: Prentice Hall do Brasil, 1985. 
WHITTEN, J. L, BENTLY, L. D., and Barlow, V. M., Systems Analysis & Design 
Methods, 3rd ed., Irwin, Boston, MA, 1994. 
 
Trabalho de Conclusão II – 40h: O trabalho de conclusão de curso compreende o 
desenvolvimento de um projeto na área de informática, sob orientação de um 
professor. Apresentação perante banca examinadora. 
Bibliografia básica 
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Metodologia do trabalho científico: 
procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e 
trabalhos científicos. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2001. 
ROESCH, S. M. A. Projetos de estágio e de pesquisa em administração: guias para 
estágios, trabalhos de conclusão, dissertações e estudo de casos. 2 ed. São Paulo: 
Atlas, 1999. 
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 20 ed. rev. e ampl. São Paulo: 
Cortez, 1996. 
 
 
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89 
 
Bibliografia complementar 
ANDRADE, M. M. de. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração 
de trabalhos na graduação. 4 ed. São Paulo: Atlas, 1999. 
CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A. Metodologia científica. 5 ed. São Paulo: Prentice Hall, 
2002. 
MATTALO JR, H. et al. Construindo o saber – metodologia científica: fundamentos 
e técnicas. 2 ed. Campinas: Papirus, 1989. 
RUIZ, J. A. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 4 ed. São Paulo: 
Atlas, 1996. 
 
21 - Responsável pela Coordenação do Curso 
Viturino Santos Silva 
Graduação em Tecnologiada Informação pela Universidade São Marcos – 
UNIMARCOS, em 2001. 
Especialista em Telecomunicações pela Universidade São Judas Tadeo – USJT, em 
2003. 
 
22 - Perfil do corpo docente 
O corpo docente informado é o que está atuando nas duas turmas em 
andamento do curso, além do coordenador. 
Pretende-se estruturar a formação do corpo docente contando com profissionais 
que possuam simultaneamente experiência profissional na sua área de atuação como 
docente, assim como experiência docente e interesse em desenvolvimento de uma 
carreira a nível docente. Dar-se-á preferência na contratação aqueles docentes que já 
tenham concluído ou que estão em fase de conclusão do seu Mestrado e, se possível, 
também o Doutorado (ou também em fase de conclusão). Porém, para aqueles 
docentes ainda não formados em nível de pós-graduação, a Faculdade irá investir na 
sua formação, dando a eles condição de evoluírem nesse aspecto, o que certamente 
irá contribuir para elevar o nível de ensino e pesquisa na Instituição. 
Abaixo a relação de disciplinas e docentes que as ministram no segundo 
semestre 2009, para as duas turmas em andamento do curso sistemas de informação: 
 
 
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PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO 
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Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 
46-E de 10.03.1998 
 
 
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Trabalho de Conclusão de Conclusão II; Estágio Profissional I. 
Viturino Santos Silva 
Graduação em Tecnologia da Informação pela Universidade São Marcos – 
UNIMARCOS, em 2001. 
Especialista em Telecomunicações pela Universidade São Judas Tadeo – USJT, em 
2003. 
 
Multimídia e Interfaces Homem-Máquina; Tópicos Avançados em Sistemas de 
Informação. 
Paula Jurema P. Langhi 
Graduada em Ciência da Computação pela Universidade do Oeste Paulista - 
UNOESTE, em 2005. 
Mestre em Ciências Cartográficas pela Universidade Estadual Paulista - UNESP, em 
2009. 
 
Economia 
Daniele Aparecida Gonçalves Gregório Costa 
Graduação em Ciências Econômicas pela Faculdades Integradas Antônio Eufrásio de 
Toledo, em 2004. 
Especialização em Mba Em Controladoria e Gestão Financeira . (Carga Horária: 400h). 
Faculdades Integradas Antônio Eufrásio de Toledo, em 2005. 
 
Empreendedorismo 
José Rodrigues de Campos 
Graduação em Licenciatura Plena em Contabilidade, Organização Técnica e Est. Pela 
Universidade Estadual de Ponta Grossa, em 1976. 
Graduação em Bacharel em Administração pela Universidade Estadual de Ponta 
Grossa, em 1979. 
Especialização em Administração – Finanças pela Faculdade Católica de 
Administração e Economia, em 1984. 
 
 
FFAACCUULLDDAADDEE DDEE 
PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO 
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Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 
46-E de 10.03.1998 
 
 
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Especialização em andamento em MBA em Gestão Empresarial pelo Centro de Ensino 
Superior de Maringá, em 2008. 
 
Tópicos Avançados em Internet; Tópicos Avançados em Rede; Gerência de 
Redes de Computadores. 
Lincoln Ferreira Dantas 
Graduado em Análise de Sistemas pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, 
em 2006. 
Especializando Lato Sensu em Administração de Sistemas de Informação, em 2010. 
 
Legislação em Informática e Ética. 
Thiago da Cunha Bastos 
Graduação em Bacharelado em Direito pela Faculdade de Presidente Epitácio, em 
2007. 
Especialização em Meio Ambiente pela Universidade Estadual Paulista Júlio de 
Mesquita Filho, em 2009. 
 
Tópicos Avançados em Bancos de Dados; Tópicos Avançados em Programação; 
Avaliação de Desempenho de Sistemas. 
Francisco V. Maracci 
Graduado em Bacharelado em Ciência da Computação pela Universidade do Oeste 
Paulista, em 2006. 
Mestrando em Ciência da Computação (Conceito CAPES 3) pela Universidade 
Estadual de Maringá, UEM, em 2009. 
 
Inteligência Artificial e Sistemas Especialistas. 
Danilo Filitto 
Graduação em Ciência da Computação pela Universidade do Oeste Paulista, em 2004. 
Especialização em Redes de Computadores e Comunicação de Dados pela 
Universidade Estadual de Londrina, em 2006. 
 
 
 
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Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 
46-E de 10.03.1998 
 
 
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23 - Regime de Trabalho 
Os professores serão contratados sob o regime da legislação trabalhista para 
jornadas semanais de trabalho até o limite de 40 h., com exceção de alguns, que serão 
contratados por hora-aula, tendo em vista as características das disciplinas e do 
profissional selecionado. 
 
24 - Titulação dos Professores 
O corpo docente é composto com titulação adequada às disciplinas para as 
quais foram indicados. Atualmente tem-se no curso, nesse segundo semestre de 2009, 
para as duas turmas em andamento, 01 Mestre, 01 Especialista cursando Mestrado, 05 
Especialistas, 01 Graduando cursando Especialização, todos com experiência docente 
e profissional comprovada. 
Qualificação Número Percentual (%) 
Mestre 01 12,50 
Especialista cursando Mestrado 01 12,50 
Especialistas 05 62,50 
Graduado cursando Especialização 01 12,50 
Total 08 100,00 
 
 
25 - Plano de Carreira e Remuneração 
25.1- Plano de Carreira Docente 
A mantenedora da FAPE, desde o início de sua autorização, tem como proposta 
atingir alto grau de qualidade nos cursos que pretende oferecer a sua clientela. Assim, 
vem investindo na formação de um corpo docente qualificado, contratando somente 
especialistas, mestres e doutores para comporem o corpo docente da Instituição. 
O Plano de Cargos e de Carreira, assim como os planejamentos de implantação 
dos cursos, têm previsto recursos para a qualificação e aperfeiçoamento de seu 
pessoal docente e técnico-administrativo, oferecendo condições para que seus 
professores invistam em sua capacitação profissional. 
 
 
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Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 
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O Plano de Carreira Docente da Faculdade de Presidente Epitácio estabelece 
que o quadro do magistério da entidade - corpo docente - seja constituído por quatro 
categorias: Professor Pós-Doutor; Professor Doutor; Professor Mestre; e Professor 
Especialista. Os professores que estão envolvidos em cursos de mestrado (professor 
mestrando) e de doutorado (professor doutorando) foram incorporados à sua titulação 
atual (especialistas e mestres respectivamente). Os cargos ou funções do Magistério 
Superior da Instituição são acessíveis a todos quantos satisfaçam os requisitos 
estabelecidos neste Plano de Carreira. 
Entende-se como atividades de magistério superior, aquelas que são adequadas 
ao sistema indissociável do ensino, pesquisa e extensão, e sejam exercidas em uma 
unidade de ensino superior da Faculdade, com o objetivo de ampliar e transmitir o 
saber. São também consideradas como atividades de magistério, aquelas inerentes à 
administração escolar e universitária, privativas de docentes de nível superior. 
O referido Plano determina que a contratação deve ser feita por concurso, 
obedecidos aos critérios de competência profissional e docente, e atendidos os valores 
éticos e morais que norteiam a instituição. Estabelece, ainda, as diferentes formas de 
acesso a cada categoria docente, exigindo como titulação mínima, a pós-graduação 
lato sensu. A contratação, por se tratar de instituição particular de ensino, será 
efetivada via legislação trabalhista, com tempo de experiência pré-determinado, após 
processo regular de recrutamento, seleção e admissão. 
A forma de remuneração dos docentes está estabelecida na estrutura de cargos 
e salários, na forma de tabela salarial, conforme explicitado no item seguinte (Plano de 
Cargos e Remuneração). Segundo tal estrutura de cargos e salários, quando da 
contratação do docente, será feito o enquadramento no primeironível da primeira 
classe, da categoria na qual o mesmo se enquadrar. 
A progressão horizontal que é o acesso de um nível para outro, se dará a título 
de adicional por tempo de serviço efetivo na carreira docente no mesmo 
estabelecimento de ensino, em caráter permanente, a cada um ano de interstício ou por 
produtividade, a cada dois anos. Para fins de ascensão funcional à categoria mais 
elevada, o critério é a titulação do docente, e o enquadramento será automático no 
nível e classe correspondente. A admissão, progressão e ascensão funcional de um 
 
 
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professor, de acordo com a categoria, será efetivada conforme as disponibilidades tanto 
de quadro de pessoal como de viabilidade orçamentária, previamente programada. 
O desenvolvimento da carreira é parte constante e clara do regimento da 
Instituição, que buscará a valorização da qualificação do profissional como elemento 
básico de sua progressão funcional. A Instituição adota como premissa, ainda, uma 
forte ênfase no quadro docente de forma a direcionar caminho justo para a contratação, 
premiação, progressão e ascensão funcional de seus recursos humanos, tendo em 
vista a consecução dos objetivos de ensino, pesquisa e extensão. 
 
25.2 - Plano de cargos e remuneração 
O valor de remuneração da hora-aula será Pós-doutor nível I a IV, Doutor nível I 
a IV, mestre nível I a IV, especialista nível I a IV de acordo com plano de carreira. O 
referido plano apresentado no presente Projeto, regulamenta o processo de 
recrutamento, seleção, admissão, progressão horizontal, progressão vertical, ascensão 
funcional, promoção e dispensa do professor, que está sujeito, ainda, às normas 
regimentais. 
Assim, com o intuito de implementar suas políticas de recursos humanos, a 
entidade preserva o Plano de Cargos e Remuneração, voltado para o pessoal docente 
e não-docente. Seu objetivo é a valorização profissional, mediante avaliação 
permanente do desempenho do pessoal, ao lado da implementação de programas de 
educação continuada voltados, principalmente, aos seus professores. 
Os cargos da Instituição são representativos da linha de atividade funcional, de 
acordo com a natureza, grau de responsabilidades e complexidade das funções 
previstas em sua estrutura organizacional. O Plano, da forma em que foi concebido, 
registra as atribuições e responsabilidades de todos os membros da organização 
formal, conforme estabelecido no regimento da Faculdade. 
A estrutura de cargos do pessoal docente, integrante do magistério superior da 
Faculdade será constituída, na forma de tabela de cargos e salários, por quatro 
categorias, com três classes e quatro níveis. A cada categoria de docente, estão 
associadas três classes, com cada uma delas, por sua vez, se desdobrando em quatro 
níveis salariais. Esses últimos são estabelecidos de forma progressiva, sendo o 
 
 
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primeiro nível os inícios salariais de cada classe, que permite a progressão horizontal 
ao longo dos demais níveis até atingir o último degrau/nível da escala. 
Esta progressão salarial é pré-fixada de acordo com a política salarial 
estabelecida pela entidade para diferenciar os salários de forma justa e profissional. A 
forma de mobilidade ao longo dos níveis, progressão horizontal, bem como entre 
classes diferentes, progressão vertical, está estabelecida no Plano de Carreira. 
A Faculdade fixará, anualmente, por Departamento, o número de cargos do 
Magistério Superior, no regime de tempo parcial e integral. A Instituição poderá, na 
medida de sua conveniência, contratar professores em outros regimes e/ou regime 
modular. 
As horas de trabalho não utilizadas como carga didática do docente, será 
distribuída em preparo de aulas, assistência aos alunos, preparação e correção de 
provas e exames, pesquisas, reuniões, trabalhos práticos ou atividades de assessoria e 
extensão a se desenvolverem na Faculdade ou na Mantenedora. 
Como instrumento para a movimentação e mobilidade do pessoal nas 
categorias, faixas e classes previstas no Plano de Cargos e Remuneração, foi adotado 
o Plano de Capacitação de Recursos Humanos, conforme explicitado a seguir. 
 
25.3 - Plano de capacitação de recursos humanos 
A entidade, por meio de um plano de capacitação de recursos humanos, 
desenvolverá programas de pós-graduação, próprios ou em convênio com outras 
instituições de ensino, objetivando atualizar, aperfeiçoar ou capacitar seus professores 
e pessoal não-docente. O Plano de Capacitação de Recursos Humanos deve ser 
operacionalizado em consonância com o disposto no Plano de Carreira Docente. 
Os professores que, no ato da admissão, possuam somente a graduação, por 
dificuldades pessoais ou institucionais de participação em programas de pós-
graduação, serão automaticamente incluídos em programas específicos, a fim de 
capacitá-los academicamente para o exercício do magistério superior. 
 
 
 
 
 
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26 - Formas de participação do corpo docente nas atividades de direção do curso 
O curso tem como linha mestra para as suas atividades a participação e o 
envolvimento do corpo docente na gestão do curso. Desde o seu planejamento, 
passando pela sua execução até os mecanismos de controle que devam ser 
implementados, a participação e o envolvimento dos professores deve estar presente. 
Através das informações obtidas nas salas de aulas será possível identificar com uma 
maior clareza as necessidades e os anseios do público alvo atendido pelo curso de, 
desenvolvendo e implementando mecanismos e procedimentos que permitam a 
execução de um serviço educacional focado no cliente e com utilidade prática para o 
futuro profissional do aluno. 
Semestralmente, o corpo docente se reune, antes do início das aulas, para a 
formulação do seu planejamento docente. Aspectos referentes à interligação dos 
planos de ensino, aproximação dos conteúdos programáticos, assim como a união das 
disciplinas deverá ser analisada e estudada com cuidados especiais. A direção da 
instituição atuará apoiando as iniciativas docentes na busca pela melhoria da qualidade 
do curso. 
As alterações curriculares e demais mudanças que se fizerem necessárias serão 
realizadas em conjunto com os professores do departamento, almejando uma maior 
união e envolvimento do grupo de trabalho. 
Todos os esforços convergirão para a criação de uma parceria duradoura e 
permanente entre corpo docente e direção da instituição na busca pelo atendimento da 
sua missão e das políticas de negócios. 
A Faculdade de Presidente Epitácio é partidária da concepção segundo a qual a 
qualidade e eficácia do trabalho executado em uma Instituição de Ensino Superior 
estão diretamente vinculadas à forma democrática com que são planejadas e 
conduzidas as suas atividades. Assim, compreende ser fundamental o incentivo à 
participação de seu corpo docente no definir dos rumos a serem tomados pelo curso. 
Logo, faz-se necessário não só possibilitar a participação do docente nas instâncias 
diretivas, mas também garantir a mesma. 
Nesta perspectiva, a participação do corpo docente nas atividades de direção da 
instituição é garantida por meios dos seguintes órgãos deliberativos da FAPE, nos 
 
 
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quais vem definido expressamente,nas formas da Instituição, o direito do professor de 
representar e de ser representado: Conselho Superior, Conselho de Pesquisa e 
Extensão, Colegiado de curso e, pela Coordenadoria dos Cursos em funcionamento. 
 Conselho Superior, órgão superior da estrutura administrativa, normativa e de 
aconselhamento em matéria administrativa, acadêmica e disciplinar, por traçar a 
política geral de educação da FAPE, estatuir normas para o funcionamento da 
mesma, entre outras tantas atribuições, congrega os coordenadores e 02 
representantes dos professores, indicado por seus pares e 01 representante do 
corpo discente, indicado na forma da lei. 
 Conselho de Pesquisa e Extensão, órgão técnico de coordenação e 
assessoramento em matéria de pesquisa e extensão, conta com a participação 
de seis professores, indicados pelos seus pares e um representante do corpo 
discente, indicado pelo Diretório Acadêmico. 
 Colegiado de Curso, órgão deliberativo de coordenação didático-pedagógica 
onde se garante a representação em um assento, composto pelo coordenador 
do curso, cinco docentes que ministram disciplinas diferentes e um discente; 
 
27 - Política de recursos humanos 
O Centro de Ensino Superior de Presidente Epitácio adota uma política de 
recursos humanos objetivando valorizar o seu quadro docente e não-docente. Parte-se 
do pressuposto que os educadores, principalmente, necessitam de ambiente adequado 
para o desenvolvimento de sua missão de acumular e transmitir conhecimento, bem 
como de preparar e formar mão-de-obra de alto nível. 
A instituição tem como premissas: 
1º) A busca incansável pelos melhores profissionais do mercado; 
2º) A constante atualização e aperfeiçoamento profissional; 
3º) A preservação de relações harmônicas entre os seus membros; 
4º) O apoio às iniciativas e produções científicas; 
5º) O apoio às iniciativas de desenvolvimento profissional, como por exemplo, cursos 
de mestrado, doutorado, etc.; 
6º) A diferenciação do quadro docente, nas variadas ciências, para a obtenção da visão 
holística e geral, com focos distintos; 
 
 
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7º) O apoio à criatividade na criação e utilização de técnicas pedagógicas modernas e 
inovadoras; 
8º) A utilização de elevados padrões éticos no desempenho profissional; 
9º) A valorização do ser humano, como cerne de diferenciação dos serviços prestados; 
Visando a execução dessas diretrizes a entidade mantém Plano de Carreira 
Docente e Plano de Cargos e Salários aplicáveis ao seu quadro técnico e 
administrativo. 
 
28 - Biblioteca 
28.1- Estrutura, Organização e Informatização 
Desde o início da década de 90, as tecnologias da informação tiveram suas 
fronteiras de uso alargadas de forma rápida, passando a abranger praticamente todas 
as áreas de conhecimento e trabalho. Mesmo áreas de trabalho que eram tidas como 
poucas sujeitas aos impactos das tecnologias da informação, passaram a ter nessas 
tecnologias recursos para suporte e facilidades cada vez maiores. Os softwares para 
microcomputadores têm evoluído de tal forma que já são evidentes seus impactos na 
produtividade e capacitação de operários e administradores. 
Livros eletrônicos, educação e treinamento apoiado por computador e 
apresentações multimídia, bem como tratamento hipermídia está mudando as formas 
de ensino no final da década de 90. 
A didática mediada por tecnologias da informação poderá reduzir 
substancialmente o tempo e recursos alocados para as disciplinas no Curso, liberando 
os professores para atividades essencialmente educacionais e pedagógicas, ao mesmo 
tempo em que passa a exigir um trabalho de maior qualidade para a criação de lições 
computadorizadas, contribuindo também para a otimização da relação aluno-professor-
conhecimento dentro do conceito maior de educação livre de interesses limitantes ou 
polarizados. 
A Biblioteca, como instrumento de apoio indispensável ao desenvolvimento do 
Curso, faz jus à especial atenção da instituição, tanto na adequação de seu espaço 
físico e na qualificação de seus recursos humanos, como na informatização de suas 
atividades e acervo bibliográfico. 
 
 
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Em nível operacional, a Biblioteca funciona de segunda-feira à sexta-feira, das 
13h30 às 22 horas. Adota o Sistema Decimal Universal - CDU, para classificação de 
seu acervo. As obras são catalogadas segundo as normas do código anglo-americano. 
 
28.2 - Acervo Bibliográfico 
Visando a sua permanente atualização, o acervo sofrerá um constante processo 
de inclusão de novas obras por indicação dos professores, solicitação de seus 
dirigentes ou por parte de sugestão dos alunos do curso. Tal processo é fundamental 
em razão de novas edições ou para reciclagem dos temas objeto de estudos, além de 
publicações destinadas a subsidiar projetos de pesquisa e extensão. 
A filosofia é que o acervo oferecido atenda adequadamente às funções de 
ensino, pesquisa e extensão, tanto na forma de livros, como periódicos, ou mesmo 
mídia eletrônica como é o caso de CD-ROM's, vídeos, DVD´s e demais formas 
editoriais. 
A Biblioteca Liliana Gonzaga da Faculdade de Presidente Epitácio é dirigida por 
uma equipe de funcionários, sendo um Bibliotecário e cinco auxiliares. 
A Biblioteca conta hoje com mais de vinte mil exemplares, divididos em diversas 
áreas de Direito, Turismo, Educação, Informática, Filosofia, Sociologia, Letras, 
Literatura, Teoria Literária, Administração e Contabilidade. 
O horário de funcionamento da biblioteca é de segunda a sexta-feira, das 09h às 
22h00 e aos sábados, das 10h às 14:00hs. A consulta ao acervo se processa por meio 
de terminais de computadores abertos á consulta ao público interno e externo à 
Faculdade. Porém, o empréstimo dos materiais é efetuado somente para os alunos, 
professores e funcionários. 
O serviço de empréstimo é totalmente informatizado, podendo o usuário fazer a 
retirada de, no máximo, três livros, no prazo de sete dias corridos para efetuar a 
devolução, com exceção dos professores, que podem retirar cinco livros, com o prazo 
de dez dias para efetuar a devolução dos mesmos. 
Estão disponíveis para empréstimos os documentos existentes na Biblioteca, 
exceto: obras de referência, dicionários, enciclopédias; periódicos, jornais e revistas; 
coleção de periódicos em CD-ROM; monografias de conclusão de curso. O acesso aos 
 
 
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documentos é disponibilizado por uma base de dados local, e conta com o serviço de 
empréstimo entre bibliotecas da rede UNIESP. 
São oferecidos aos usuários: Sala de estudos com 06 mesas com o total de 24 
cadeiras; 01 Sala de estudo individual: 03 repartição para estudos individuais com o 
total de 03 mesas e 12 cadeiras para utilização do mesmo; 04 microcomputadores para 
acesso a internet para usuário; 03 microcomputadores para acesso a base de dados 
local, 01 impressora laser e 02 microcomputadores no balcão para efetuar 
empréstimos; 66 estantes com periódicos específicos e complementares que são 
atualizados constantemente. 
São prestados ainda os seguintes serviços: Referência: promove o atendimento 
e orientação ao usuário na busca da informação para o estudo e pesquisa e para a 
utilização do acervo. Levantamento Bibliográfico realizado através do sistema da 
Biblioteca. Treinamento e orientação formal e informal dos usuários, prestados a 
qualquer momento na Biblioteca. Normalização de trabalhos acadêmicos e comutação 
bibliográfica.Pretende-se a construção de um espaço maior para a biblioteca, tendo em vista 
o objetivo de oferecer um acervo aberto aos usuários. Em breve será instalado o leitor 
óptico para os empréstimos e devoluções. Está em fase de implantação a consulta e 
reserva ao acervo por meio da Internet. 
Atualmente, o acervo bibliográfico conta com: 
ÁREAS TÍTULOS EXEMPLARES PERIÓDICOS FITAS CD 
Ciências Sociais e Humanas 4.669 7.426 21 129 35 
Ciências Biológicas e Saúde 71 118 0 0 0 
Ciências Exatas e Tecnológicas 468 1.189 1 5 75 
Ciências Agrárias 57 70 0 0 0 
Letras 1.603 5.522 0 0 0 
Artes 42 83 0 5 0 
Direito 2.526 6.136 5 51 32 
TOTAL 9.436 20.544 26 190 142 
 
 
 
 
 
 
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29 - Instalações físicas e equipamentos audiovisuais 
29.1- Considerações sobre as Instalações Físicas 
O Centro de Ensino Superior de Presidente Epitácio, mantenedor da Faculdade 
de Presidente Epitácio, instalado à Rua Pernambuco, nº 17-05 – Presidente 
Epitácio/SP, possui total condição estrutural para atender o Curso de sistemas de 
informação. 
As salas de aula são projetadas segundo as exigências específicas do ensino 
superior, particularmente para as aulas noturnas. São arejadas, com iluminações 
naturais e artificiais adequadas, amplas, confortáveis, comportando turmas de até 60 
alunos. Dispõem de instalações próprias para a utilização dos recursos audiovisuais 
disponíveis, além do quadro de giz, projetado e confeccionado de forma funcional e 
inovadora. 
A Faculdade ainda possui salas específicas para o seu corpo diretivo, salas de 
convivência, sala para os seus professores, sala para laboratório de informática, 
sanitários adequados e extremamente higienizados, sala ambiente de estudos 
específicos, e outras instalações comuns aos demais cursos da Faculdade, ou seja, 
tudo aquilo que uma Faculdade e um curso de ponta e contemporâneo exigem nas 
proximidades do terceiro milênio. 
 
29.2 - Equipamentos audiovisuais 
O curso poderá dispor dos seguintes equipamentos audiovisuais específicos, 
além da possibilidade e acesso aos equipamentos de uso comum: 
 
DICRIMINAÇÃO Quantidade 
Projetor multimídia 01 
DVD 03 
Vídeo cassete 02 
Tv 29’ 04 
Tv 33’ 01 
Retroprojetor 05 
Equipamento de som 03 
Total 19 
 
 
 
 
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46-E de 10.03.1998 
 
 
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30 - Laboratório de informática 
Estão disponíveis para o curso dois laboratórios de informática contendo 46 
computadores, ligados em rede e com acesso à Internet, para serem usados 
exclusivamente para o ensino. 
Explicitamente, ter-se-ão resultados centrados no alunado, quanto ao acesso a 
informações gerais administrativas e, principalmente, um processo ensino-
aprendizagem eficaz na medida em que se atinge a padronização e evita-se a repetição 
de aulas e sessões acadêmicas, dada às múltiplas possibilidades de interação aluno-
sistema multimídia. Como resultados específicos na forma de produtos multimídia, ter-
se-iam a implantação de Perfil da Entidade, Informações Acadêmicas, Aplicação 
Multimídia no Ensino, Aplicação Multimídia na Divulgação da Entidade, e Quiosque 
Multimídia. 
Complementarmente, será disponibilizado aos professores um instrumento e 
ferramental didático de suporte às aulas, tanto as tradicionais como aquelas 
ministradas de forma não convencional, alcançando-se uma efetiva aprendizagem por 
parte dos alunos. 
Os equipamentos (hardware e software) que comporão cada Laboratório de 
Informática são basicamente: 
 
 1 Servidor, Pentium 4 com 2.8 Ghz, 1 Gb Memória, HD 40 Gb, monitor color 15”, 
leitor de CD-ROM 32x, bus PCI e AGP, com a tecnologia plug and play; com 
conexões de rede local-LAN; 
 01 Servidor Intel Xenon QuadI com 2.6 Ghz, 4 Gb Memória, HD 500 GB; 
 24 estações de trabalho, Pentium 4 com 32 Ghz, 1 Gb Memória, HD 40 Gb, 
monitor color 17”, Placa de Rede, mouses, teclado, estabilizadores, com o 
sistema Operacional Windows XP; 
 24 estações de trabalho, Celeron com 2.3 Gb, 256 DDR Mémoria, HD 40 Gb, 
monitor color 15”, Placa de Rede, mouses, teclados, estabilizadores, com o 
sistema Operacional Windows XP; 
 1 impressora multifuncional Laser para uso compartilhado com a configuração de 
hardware e software estabelecida; 
 
 
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 1 scanner de mesa colorido, para digitalização de imagens; 
 placas, 2 hubs 8 portas, 2 Switches 24 portas, cabeamento e demais 
componentes de hardware para rede local, com respectivo software para rede 
Windows NT Server; 
 kit de hardware e software, roteadores, para acesso à Internet; 
 
31 - Considerações finais 
As bases que nortearam o presente texto são as de que ele servirá como guia 
para alunos, professores e coordenação, ou seja, servirá como uma bússola, 
orientadora das decisões que serão tomadas no dia a dia do curso. 
A elaboração do projeto pedagógico iniciou-se com a reflexão por parte dos 
envolvidos com o curso acerca do que se tem hoje e onde se quer chegar. Para tanto, 
partiu-se do princípio de que um curso existe para realizar algo. Entende-se, que o 
projeto pedagógico estrutura-se a partir da missão do curso, o que permite identificar 
seu propósito específico, sua razão de existir e os valores que o mantém. 
Nesse contexto, a FAPE se alicerça em uma concepção de educação que visa o 
desenvolvimento da liberdade e da solidariedade humana, buscando promover o 
desenvolvimento integral do homem e do seu meio. Sendo assim, o ensino, a pesquisa 
e a extensão, são os veículos para a consolidação de uma concepção humanística de 
educação. Ressalta-se que essa visão requer atividades acadêmicas voltadas para a 
construção e apropriação de conhecimentos científicos, para que promova uma 
educação formadora de profissionais com senso crítico e ético. 
Conforme salientado, a proposta pedagógica, se, de um lado traduz uma 
perspectiva de mudança paradigmática nos referenciais científico pedagógicos para o 
curso de sistemas de informação, de outro, traz uma alternativa de operacionalização, 
ainda que gradual, considerada possível e pertinente para que os agentes envolvidos 
possam, progressivamente assimilar as referidas mudanças. Somente a discussão 
coletiva e contínua sobre o projeto pedagógico, permitirá, com maior adesão dos 
agentes, a efetivação das mudanças estruturais para as quais apontam os novos 
referenciais. 
 
 
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Em essência, o eixo da formação do profissional de Sistemas de Informação, se 
caracteriza por atividades de ensino, pesquisa e extensão, voltadas para a construção 
e reconstrução do conhecimento, buscando desenvolver no acadêmico o perfil de um 
profissional facilmente adaptável às mudanças vigentes no mercado de trabalho global. 
 
Presidente Epitácio/SP, 26 de novembro de 2009. 
 
 
 
 
________________________________ 
Prof. Viturino Santos Silva 
Coordenador Curso Sistemas de Informação1994 a 2003 
a) Controle do processo inflacionário: a partir da implantação do Plano Real em 
1994, mediante a utilização de âncora cambial baseada no dólar norte-
americano, como mecanismo de desindexação e a manutenção de altas taxas 
de juros reais. 
b) Crescimento econômico lento: a política econômica que priorizou o controle dos 
índices de inflação resultou em baixo crescimento econômico com o PIB- 
Produto Interno Bruto evoluindo a taxa média de 2,5% ao longo do período de 
1995 a 2003. 
c) Estagnação da renda per capita: o baixo crescimento da economia brasileira não 
permitiu que houvesse a elevação da renda média dos brasileiros, levando a sua 
estagnação no patamar de 1980, ou seja, estável durante 25 anos. 
d) Estagnação da taxa de investimento: os níveis de investimentos em formação 
bruta de capital fixo estabilizaram-se em níveis relativamente modestos, em 
torno de 19% do PIB – Produto Interno Bruto, enquanto que o montante de 
outros países com altas taxas de crescimento como a China e tigres asiáticos, 
situa-se em torno de 25% do PIB. 
e) Taxa de câmbio semifixa (1994-1998): a adoção de uma política cambial 
baseada no regime de taxa de câmbio semifixa em relação ao dólar norte-
americano, visando à desindexação da economia brasileira, gerou ao longo do 
período de 1994 a 1998, a tendência de deterioração das contas externas do 
país, acompanhada de elevação das importações, baixo desempenho das 
exportações e crescimento do endividamento do país. 
f) Taxa de câmbio flutuante (1999-2003): a crise cambial de janeiro de 1999, 
seguida de forte desvalorização, elevou substancialmente a rentabilidade dos 
produtos brasileiros no exterior, possibilitando a geração de expressivos 
superávits comerciais e crescimento das exportações do país, com destaque 
para o setor do agronegócio. 
 
 
 
 
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3.1.2 - Cenário da região da Alta Sorocabana do Estado de São Paulo 
a) A região apresenta uma população de 788.100 habitantes, sendo 672.986 
residem na área urbana e 115.124 na área rural, com taxa de urbanização de 
85% (SEADE, 2004). 
b) A taxa de mortalidade infantil encontra-se na faixa de 18% por mil 
nascimentos, número de leitos do SUS – Sistema Único de Saúde, por mil 
habitantes é de 2,77 (SEADE, 2004). 
c) Apresenta 102.752 pessoas empregadas, sendo 23.370 na indústria, 21.692 
no comércio e 46.818 nos serviços (SEADE, 2004). 
d) A região representa 2% do índice de participação do ICMS do Estado de São 
Paulo, 1881 estabelecimentos industriais, concentrados na cidade de Pres. 
Prudente. É a Segunda região mais pobre do estado, após a Região do Vale 
do Ribeira (SEADE, 2004). 
e) A região possui grande potencial agropecuário, sendo considerada a nova 
fronteira agrícola do Estado de São Paulo. O setor agropecuário tem como 
maiores produtos o plantio do algodão em caroço, a cana de açúcar e a 
pecuária de corte. Os dados para 2003 para estas culturas são fornecidos 
abaixo (IEA, 2004): 
 
f) 
Produto Área – hectare Produção 
Algodão 9.357 1.198.498 @ 
Cana de açúcar 106.208 8.660.346 t 
Soja 66.536 3.224.149 sc 60kg 
Bovinos 1.733.567 932.432 cabeças 
 
g) A região concentra problemas fundiários há muitos anos, sendo que o programa de 
regularização fundiária lançado pelo governo estadual sinaliza a resolução desta 
questão para os próximos anos, o que deverá estimular o crescimento econômico, 
com ênfase para o agronegócio. 
 
 
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3.1.3 - Cenário do município de Presidente Epitácio 
A grande região a que pertence Presidente Epitácio foi há tempos idos, habitada 
por índios Opauos, da subnação Caiuá, começou a ser conhecida a partir de 1888, com 
a passagem do gado trazido dos sertões de Mato Grosso. 
Por volta de 1902, Domingos Barbosa Martins, o Gato Preto, e Major Cecílio de 
Lima começaram a organizar pousos e currais para descanso do gado, ocasião em que 
se fundou a Vila de Porto Tibiriçá, já com inúmeros moradores. Em 1919 com a 
chegada dos trilhos da Estrada de Ferro Sorocabana, hoje Fepasa, surgiram novas 
condições de vida para o porto de Presidente Epitácio. O tráfego ferroviário, iniciado em 
maio de 1922, marcou a data de fundação da cidade. 
As terras do atual município pertenciam por doação a Antônio Mendes Campos 
Filho e foram posteriormente divididos e negociados a 200 mil réis os lotes, por seu 
procurador Álvaro Coelho, a Joaquim de Souza Martins, Zeferino Pereira, Domingos 
Francisco dos Santos, Antônio Batista, Carlos dos Santos e Maria Júlia de Oliveira, 
considerados fundadores de Presidente Epitácio. 
Os primeiros moradores se dedicavam quase exclusivamente à extração de 
madeira adquirida pela Sorocabana. Na ausência de estradas, a estação ferroviária era 
atingida por picadões rasgados na mata. 
Em 1924, os trilhos da estrada de ferro foram estendidos até a barranca do rio 
Paraná, por determinação do então chefe de uma colônia revoltosa, Coronel Izidoro 
Dias Lopes. Data dessa época a instalação do Porto Fluvial de Presidente Epitácio. 
Que, em 13 de janeiro de 1936, foi elevado a Distrito de Paz e situação geográfica de 
Presidente Epitácio, que na época dividindo com os Estados de Mato Grosso do Sul e 
Paraná, e o fácil escoamento da madeira pelo rio Paraná favoreceram a instalação em 
1947, de várias serrarias, e conseqüentemente, o progresso do Distrito. Em 1º de 
Janeiro de 1948, iniciou-se um movimento para a criação do município, fato que se 
concretizou em 24 de dezembro daquele ano. Como município, Presidente Epitácio 
passou a desenvolver-se rapidamente. Novas famílias se radicavam na cidade, 
confiante nas oportunidades que surgiram. 
Grandes empresas madeireiras se instalaram e armadores se aparelhavam para 
o transporte fluvial de madeira, gado e cereais. Com as empresas de navegação 
 
 
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surgiram as indústrias de construção naval. Foi uma fase áurea de Presidente Epitácio, 
os serviços de carga e descarga, tanto nos guindastes como nas esplanadas, 
ofereciam farta mão-de-obra, atraindo, grande número de trabalhadores. O serviço de 
Navegação da Bacia da Prata e Companhia Mate Laranjeira empregavam em suas 
frotas tripulação superior a 1500 embarcadiços. 
Atualmente, o principal enfoque turístico é o Rio Paraná, com seus 712 
quilômetros navegáveis, é o terceiro rio em importância do País. Escoadouro de 
mercadorias provenientes, por via fluvial do Paraguai, Estado do Paraná e Estado do 
Mato Grosso. 
Sua profundidade média no canal é de 15 metros e no geral em média de 5 
metros a nível normal. No município, o Rio Paraná tem uma extensão de 103.5 km, 
toda navegável e propícia à pesca, assim como para prática de qualquer tipo de 
esporte náutico. Sua Largura varia entre 1800 a 2500 metros. No trecho pertencente ao 
município possuem um grande número de ilhas, todas de fácil acesso, tanto pelo cais 
do Porto, como Parque Municipal Figueiral e o Centro de Lazer do SESI. 
A Ponte Professor Maurício Joppert da Silva possui 2500 metros de 
comprimento, vista como orgulho da engenharia nacional, servindo de elo entre o 
Estado de São Paulo e Mato Grosso do Sul, além de ser caminho natural para Bolívia e 
Paraguai. Trata-se de uma das mais importantes obras da engenharia nacional, não só 
por sua extensão como pelas suas características, tanto de concepção como de 
execução. Foi construída pelo Governo Federal e inaugurada em 1965. 
Situa-se na barranca do Rio Paraná, a 3kmdo centro da cidade, o Parque 
Municipal O Figueiral. Trata-se de uma área de lazer, com linda vegetação, onde o 
turista encontrará árvores centenárias, tipo Figueira. Dotado de toda infra-estrutura, 
com barracas, lanchonetes, praia, playground, área para camping, chuveiros, 
estacionamento. As condições de acesso ao local são excelentes, podendo chegar ao 
pela Rodovia Raposo Tavares via marginal, ou centro da cidade via marginal. Neste 
Parque são realizados todos os grandes eventos do município, como: - Festival 
Nacional de Pesca e Miss Turismo, Festa do Trabalhador, Festa Juninas, Festa de 
Iemanjá. Fator de grande importância no desenvolvimento e escoamento de grãos 
provenientes do Estado do Paraná, Mato Grosso do Sul e Paraguai é o Cais do Porto. 
 
 
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Serve como atração turística, podendo o visitante desfrutar da bela paisagem existente 
no local, principalmente ao entardecer, fator este que em qualquer ponto do município - 
via marginal - barranca do Rio, é proporcionado um grande espetáculo: o pôr do sol. O 
porto foi construído em 1960 pela Ferrovias Paulistas S.A. (Fepasa), tendo como 
finalidade principal à interligação do trecho do rio Paraná, entre Guaira (PR) e Jupiá, na 
divisa de São Paulo e Mato Grosso do Sul, com o terminal ferroviário da antiga 
Companhia Paulista de Estradas de Ferro. A construção teve a anuência do 
Departamento Nacional de Portos e Vias Navegáveis (DNPVN). Posteriormente a 
Portobrás (AHRANA), e atual Codesp/AHRANA, teve participação importante na 
operacionalização do porto, através de aquisição de equipamentos. Em 10/11/98, foi 
realizado o leilão de privatização da Malha Paulista, antiga Fepasa, na bolsa do Rio, 
vencendo o consórcio formado principalmente pela Vale do Rio Doce e os fundos de 
pensão Previ e Funcef, por 30 anos de concessão. 
Hoje, o porto é administrado pela Ferrovia Bandeirante S.A. (Ferroban). Está 
localizado na margem esquerda do rio Paraná, no município de Presidente Epitácio 
(SP), junto à divisa com Mato Grosso do Sul. Tendo como área de influência, abrange 
o noroeste do estado de São Paulo e o sudeste de Mato Grosso do Sul. 
Demografia: caracterização do território com base no ano 2004 
 População: 41.332 habitantes; 
 Taxa de urbanização (em %): 93,33; 
 Taxa geométrico crescimento anual da população 2000/2004 (em %): 1,30; 
 Área (em km2): 1.277. 
 
Trabalho: com base no ano 2003 
Setor Estabelecimentos Trabalhadores Formais 
Indústria 56 1.882 
Comércio 316 1.133 
Serviços 189 2.028 
Outros 616 338 
Total 704 5.381 
 
 
 
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4 - Projetos Sociais 
 
Atenta às dificuldades da região do Pontal do Paranapanema, onde se situa a 
FAPE, idealizou seus Projetos Sociais. Programas facilitadores para o acesso de 
jovens e adultos carentes no ensino superior, já são conhecidos em todo o Estado e 
reconhecidos pela Secretaria de Educação do Estado de São Paulo. 
Coordenado por docente da Instituição, tem como missão: Alcançar a oferta e a 
prática de uma Educação Solidária, através de parcerias com Instituições, Projetos 
Sociais, Educacionais e Culturais, permitindo a Educação para todos e a Inserção 
Social. 
A FAPE – Faculdade de Presidente Epitácio ciente que as instituições de ensino 
são por excelência o veículo natural de disseminação da responsabilidade social, pois 
são as responsáveis pela formação do cidadão, visa a proporcionar aos jovens 
carentes a possibilidade de ingresso ao ensino superior, e ao longo dos seus seis anos 
de existência firmou e consolidou parcerias com órgãos governamentais e instituições 
para concessão de bolsas de estudo de até 100%. 
No entanto, acreditando que em Responsabilidade Social na área educacional, 
não pode existir doação e sim reciprocidade a Faculdade exige dos alunos 
contemplados bom desempenho acadêmico e contrapartida social através da prestação 
de serviços em creches, asilos, hospitais, associações de moradores, agrovilas, 
associação de produtores rurais, escolas municipais e estaduais e instituições 
beneficentes. 
Dentro dos Projetos Sociais da UNIESP Solidária firmou convênios com 
prefeituras, sindicatos, empresas, associações, fundações, cooperativas, entre outras, 
que fazem de seus participantes/alunos um UNIVERSITÁRIO CIDADÃO. 
Para os mais de 100 parceiros, os convênios promovem a valorização do 
funcionário/associado por proporcionar um elemento facilitador para ingresso no ensino 
superior. Além disso, esse incentivo que acarreta na melhoria da motivação do 
funcionário, e, consequentemente, no aumento da produtividade. Ainda mais, este 
passa a aplicar o conhecimento adquirido na faculdade em seu dia-a-dia, o que pode 
representar um trabalho de maior qualidade, visto que há um maior conhecimento. 
 
 
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 Nesse sentido, apresentamos uma síntese desses trabalhos abaixo, idealizados 
pela UNIESP, e em parceria com os Governos Federais e Estaduais. 
 
 
 
UNIESP 
 
Bolsa Escola Municipal Para o Ensino Superior 
O Projeto Bolsa Escola Municipal para o ensino superior, criado pela 
Fundação UNIESP Solidária em parceria com as prefeituras municipais, 
tem como objetivo proporcionar a promoção do desenvolvimento local e sustentável 
através da inserção de estudantes carentes no ensino superior. Nesse projeto a 
Fundação firmou parceria a faculdade e caberá a esta a concessão de 50% de Bolsa 
de Estudo a estudantes ingressantes no Ensino Superior, residentes nos municípios 
das prefeituras conveniadas. Caberá à prefeitura municipal conveniada promover a 
concessão de Bolsa de Estudo para o Ensino Superior em sua municipalidade, de no 
máximo 50% da mensalidade escolar da Faculdade e o transporte do aluno de acordo 
com o convênio firmado. 
O principal objetivo do Projeto Bolsa Escola Municipal para o Ensino Superior é 
propiciar a Integração UNIESP Solidária – Faculdade - Município, através de parceria, 
para a promoção do desenvolvimento local, integrado e sustentável. Podemos dizer 
ainda que este projeto visa fixar o estudante no seu local de origem, melhorando a 
qualificação da mão de obra local e fazendo com que este estudante, participe 
ativamente como cidadão nos segmentos públicos de sua cidade. 
 
Universitário Cidadão 
Consiste na contemplação de bolsa de até 50% tendo como proposta a 
prestação de serviço voluntário do aluno bolsista em instituições 
filantrópicas, asilos, creches, hospitais, ONGS e instituições sociais, transformando-as 
em centros comunitários, voltados para o exercício da cidadania. Com o objetivo de 
inserir o jovem no ensino superior e, conseqüentemente incentivar o voluntariado, o 
 
 
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Universitário Cidadão é sem dúvida uma criativa e contundente política social 
implementada em nossa região, de extraordinária dimensão social, pois atende 
diretamente a classe social menos favorecida através da mais nobre ação social que 
uma instituição pode conceber: a educação aliada à consciência de cidadania e dever 
cívico. 
O aluno Universitário Cidadão será contemplado com um percentual de bolsa de 
acordo com a quantidade de horas de prestação de serviços: 50% de Bolsa, 8 horas de 
serviço voluntário; 40% de Bolsa, 7 horas de serviço voluntário; 30% de Bolsa, 6 horas 
de serviçovoluntário; 20% de Bolsa, 5 horas de serviço voluntário. 
Poderá ser válido, desde que o aluno cumpra com suas atribuições; que não seja 
reprovado por notas ou faltas; que não atrase o pagamento da mensalidade; que a 
instituição continue necessitando do aluno como Universitário Cidadão, e de acordo 
com o orçamento da faculdade. 
 
Educador Voluntário 
O projeto Educador Voluntário foi desenvolvido a partir das dificuldades 
encontradas pelos alunos que se inscreveram no Programa Bolsa Escola da Família e, 
por falta de vagas, não foram contemplados, com o objetivo de contemplar com 50% de 
bolsa, os alunos que constassem da lista de espera do Programa Bolsa Escola da 
Família, tendo como proposta a prestação de serviços do aluno bolsista nas escolas 
públicas estaduais, aos finais de semana, transformando-as em centros comunitários, 
com a intenção de atrair os jovens e suas famílias para um espaço voltado à prática da 
cidadania, onde são desenvolvidas atividades artísticas, culturais e esportivas. 
Cabe ao aluno contemplado com os 50% de bolsa pela faculdade buscar uma 
Escola Estadual do seu município, mais próxima à sua residência e se cadastrar como 
Educador Voluntário, oferecendo uma contrapartida social que poderá ser executada 
através da promoção de atividades artísticas, culturais e esportivas, durante ou nos 
finais de semana, nas escolas públicas estaduais de acordo com a necessidade da 
escola (num total de 8 horas semanais enquanto for educador voluntário). 
 
 
 
 
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PROSIES – Projeto Social de Incentivo a Alunos Potenciais 
O PROSIES - Projeto Social de Incentivo a Alunos Potenciais para 
Ingresso no Ensino Superior - procura alcançar três objetivos 
simultâneos: a participação da comunidade através de instituições sociais, abrir 
oportunidades a alunos especiais para ingresso no ensino superior e a prática e o 
exercício da cidadania. 
O PROSIES, portanto, em se tratando de projeto social, não poderia deixar de 
contar com a participação de instituições sociais: sindicatos, igrejas, associações, 
ONG’s, entidades de classe, cooperativas, fundações, entre outras formas como as 
OSCIP, por exemplo. Cabe a tais instituições sociais identificar eventuais candidatos 
carentes e/ou em situação de risco, porém, potenciais, para o ensino superior. Uma vez 
identificados, os candidatos devem ser apresentados e encaminhados pelas instituições 
sociais a uma das Faculdades da UNIESP, os quais receberão tratamento legal e 
orientação, inclusive orientação vocacional, sem qualquer cobrança de taxas, para a 
devida participação no processo seletivo, conforme normas regulamentares. 
Para a instituição social parceira, sem qualquer ônus, exceto se desejar apoiar 
diretamente o aluno, o principal benefício estará na oportunidade de incrementar suas 
atividades, junto a seu público alvo, integrando-se à área educacional e apoiando a 
comunidade. Para o aluno, principal beneficiário, a oportunidade de ascensão social, 
através da educação superior. Para a comunidade, o atendimento social e a integração 
de suas instituições através de uma das mais nobres ações: a educação. 
Depois de matriculado, a faculdade auxiliará o aluno a fazer seu cadastramento, 
no FIES Programa de Financiamento Estudantil nos prazos definidos pelo programa 
desde que aprovado pela Caixa Econômica Federal para ingresso no FIES, a 
Faculdade providenciará os demais trâmites necessários e promoverá a 
complementação do valor não financiado (30%) e o Auxilio Transporte. 
Pela experiência da UNIESP, ao longo dos dois últimos anos na administração 
do FIES junto a seus alunos, percebe-se que a grande dificuldade reside na 
organização do processo de inscrição junto à Caixa Econômica Federal. A 
contrapartida da instituição social, portanto, seria a de orientação e apoio ao aluno na 
organização do processo do FIES junto à Caixa. Obviamente, é importante, também, 
 
 
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que a Instituição acompanhe o desempenho acadêmico do aluno durante seu período 
de estudo. 
 
Programa Fidelidade UNIESP 
Dentro do Programa Fidelidade a UNIESP concederá 5% (cinco por cento) do 
valor pago pelo aluno à escola parceira que o encaminhou, que serão transformados 
em pontos. Com a pontuação adquirida a escola poderá efetuar a troca por 
equipamentos audiovisuais, computadores, impressoras, máquinas fotográficas, 
laboratórios, material didático, livros, e outros de forma a atender o pedagógico. 
O principal objetivo do Programa Fidelidade UNIESP é propiciar a Integração 
Faculdade-Escola, através de parceria, visando à promoção do desenvolvimento das 
escolas com a inclusão dos jovens egressos do ensino médio público e privado no 
ensino superior, de forma integrada e sustentável, para que possam ser revertidos às 
escolas benefícios, alavancando assim o processo: ensino-aprendizagem. 
O Programa Fidelidade terá vigência a partir da assinatura do Termo de Adesão, 
firmado entre a UNIESP e a Escola parceira, valendo apenas para os alunos que 
efetuarem a matrícula através de ingresso por vestibular ou transferência. A partir do 
ingresso na UNIESP do primeiro aluno indicado, será computado para a escola e para 
a APM o referido percentual transformado em pontos, conforme consta do presente 
regulamento. 
 
GOVERNO FEDERAL 
 
PROUNI – Programa Universidade para Todos 
O Programa Universidade para Todos, denominado de PROUNI é 
destinado à concessão de bolsas de estudo integrais e bolsas de estudo 
parciais de cinqüenta por cento (meia-bolsa) para cursos de graduação e seqüenciais 
de formação específica, em instituições privadas de ensino superior, com ou sem fins 
lucrativos e oferece ainda a implementação de políticas afirmativas de acesso ao 
ensino superior aos auto-declarados indígenas ou negros e aos portadores de 
deficiência. A UNIESP, diante do lançamento do PROUNI pelo Ministro da Educação e 
 
 
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ciente da carência social existente no Oeste Paulista, apoiou o Secretário Executivo do 
MEC - Fernando Haddad e foi a primeira das 35 instituições que aderiram ao programa, 
quando do lançamento pelo Ministro da Educação disponibilizando 10% de suas vagas 
iniciais, para ingresso de alunos ao ensino superior. 
A UNIESP disponibilizou até 200 vagas a serem divididas entre as Faculdades 
de Presidente Prudente, Presidente Epitácio, Birigui, Mirandópolis e Guararapes. 
Poderá ser beneficiado pelo PROUNI o estudante que participou do ENEM do 
ano a ingressar e que tenha cursado o ensino médio completo em escola pública ou em 
instituição privada na condição de bolsista integral. 
Estudante portador de necessidades especiais. Professor da rede pública de 
ensino que se candidate a cursos de licenciatura destinada ao magistério e à educação 
básica e pedagogia, independente da renda. Desde que haja vaga e após a seleção do 
Ministério da Educação e da Faculdade. 
Poderá participar o estudante que atenda aos requisitos anteriores e que tenha 
renda per capita familiar de, no máximo, um salário mínimo e meio e também aqueles 
que atendam aos requisitos anteriores e que tenha renda per capita familiar de, no 
máximo, três salários mínimos. 
 
GOVERNO ESTADUAL 
 
Bolsa Escola da Família 
Visando a contribuir para o desenvolvimento de uma cultura de paz, o 
Programa Bolsa Escola da Família, elaborado pelo Governo do Estado de São 
Paulo e através da parceria com faculdades proporcionaa abertura, aos finais de 
semana, de várias escolas da Rede Estadual de Ensino no Oeste Paulista 
transformando-as em centro de convivência, com atividades voltadas às áreas 
esportiva, cultural, de saúde e de qualificação para o trabalho. 
 
4.1 Programas institucionais de financiamento de estudos 
 A Faculdade de Presidente Epitácio é consciente de que uma grande parcela de 
seus alunos, principalmente as classes C e D, são trabalhadores por vezes braçais que 
 
 
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Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 
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não dispõem de tempo e disposição para se dedicar a um dos projetos sociais que a 
IES oferece, é pensando nestes alunos que a FAPE oferece ainda aos seus alunos a 
possibilidade de financiar o seu estudo. Por meio de parceria com o Governo Federal 
através do FIES. 
No entanto, conhecedores das exigências e da grande procura por este 
programa, de universitários de todo o Brasil, a FAPE por meio da sua mantenedora e 
em parceria com a Fundação UNIESP Solidária, possui um financiamento próprio da 
Faculdade, denominado FIENESP, num plano sem juros e sem correção. 
Estes dois programas de financiamentos em conjunto com os projetos sociais, é 
parte das ações para o cumprimento de sua missão. 
 
FINESP - Financiamento Estudantil da Própria Faculdade 
O FINESP é um programa que tem como objetivo facilitar o acesso e 
formação a faculdade, podendo financiar até 70% das mensalidades 
durante todo o período regular do curso escolhido, pagando apenas 30% das 
mensalidades valor do 1º dia útil, o financiamento é oferecido de uma maneira clara e 
objetiva através do plano SEM: sem juros, sem correção e sem avalista (desde que não 
tenha restrições financeiras). 
 No início de cada semestre os alunos novos e transferidos que não conseguiram 
nenhuma bolsa e estiver interessado em fazer o FINESP, poderão se inscrever no 
financiamento, desde que se enquadre nos requisitos descritos abaixo: 
­ Estar regularmente matriculado na faculdade; 
­ Ter cursado o ensino médio em escola pública; 
­ Condição sócia econômica de acordo com a avaliação da renda bruta total 
mensal familiar de no máximo cinco salários mínimos; 
­ Inscrito em algum projeto de bolsas e não ter sido contemplado; 
­ Possuir comportamento e notas conforme o regimento interno da faculdade; 
­ Não possuir restrições financeiras (podendo apresentar avalista); 
 O financiamento é válido durante todo período regular do curso ou até quando o 
aluno achar necessário, o valor de desconto do financiamento virá descrito no corpo do 
boleto. 
 
 
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Para renovar o financiamento a cada semestre, o aluno precisa ter no mínimo 
75% de presença e médias suficientes para aprovação em todas as disciplinas do 
semestre anterior ao da renovação. Caso contrário o aluno perderá o seu 
financiamento. 
O estudante poderá, a seu critério, encerrar seu financiamento a qualquer 
momento e sua opção terá validade no primeiro dia útil do mês seguinte à solicitação. 
Para isso, o estudante deverá comunicar a Faculdade sobre sua decisão através de 
requerimento. No entanto, o aluno que encerrar o financiamento em curso começará a 
amortizar o valor financiado um mês após a solicitação. 
 
FIES - Financiamento Estudantil do Governo Federal 
O FIES Programa de Financiamento Estudantil do governo brasileiro, 
operado pelo Ministério da Educação em conjunto com a Caixa Econômica 
Federal. Financia, no máximo, 50% das despesas estudantis, e o saldo poderá ser 
amortizado em até uma vez e meia o período de utilização do financiamento, sendo o 
valor das prestações calculado pela Tabela Price. 
FIES - Financiamento Estudantil do Governo Federal é um programa do 
Ministério da Educação destinado a financiar a graduação no Ensino Superior de 
estudantes que não têm condições de arcar com os custos de sua formação e estejam 
regularmente matriculados em instituições particulares, conveniadas com o Programa e 
com notas positivas nas avaliações do MEC. 
 
5 - O professor 
Dados os objetivos especiais e as peculiaridades de um curso dirigido à 
bacharéis em sistemas de informação, o perfil do professor integrante de tal projeto 
educacional deverá ter atitudes e comportamentos especiais, a fim de que tenha uma 
ação eficaz. 
Naturalmente não se abre mão de uma sólida formação acadêmica, mas a 
peculiaridade vai se apresentar na forma de relacionamento com os alunos, ou seja, 
numa relação especial de construção, reconstrução e apropriação de conhecimento. 
 
 
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É inegável que, com a dinâmica e velocidade das mudanças que hoje ocorrem 
na economia, na sociedade e na tecnologia, é bem possível que a realidade 
mencionada anteriormente sofra mudanças no transcorrer do tempo em que o aluno do 
curso de graduação permanecerá na escola. 
Devido ás circunstâncias apontadas, o corpo docente ligado à formação de 
bacharelado em sistemas de informação deve apresentar sensibilidade tanto às 
mudanças que estão em processo na realidade como à percepção que o aluno está 
tendo da mesma. Deve funcionar como uma ponte, como um guia que orienta a visão 
que o aluno tem do real, no sentido de aclarar, ampliar e revelar outras dimensões. 
As conclusões sobre os problemas colocados devem permanecer muito mais no 
nível das reflexões dos alunos do que em uma só resposta ditada pelo professor. 
Assim, ele deve ser mediador no processo de superação do senso comum através do 
senso filosófico, na busca do senso científico. Propor debates e intervir na discussão 
com prudência. Dominar uma diversidade de saberes que o habilitem, em situações 
complexas, a deliberar, analisar, interpretar situações e tomar decisões. Deve ter a 
preocupação com o processo e com os fatores humanos e sociais que interferem no 
processo de ensino aprendizagem. 
 
6 - O aluno 
O vestibular será classificatório, não se colocando a avaliação em termos 
absolutos (notas), mas ordenando-se os candidatos a partir da comparação entre seu 
perfil e as atividades que ele deseja desenvolver. 
Do ponto de vista dos examinadores, a seleção dos candidatos se colocará 
como um desafio para identificar aqueles com maior potencial para, ao final do curso de 
graduação estarem preparados para assumir funções seja pública ou privada em seus 
diversos segmentos, atuando com uma postura crítica em face dos sistemas de 
informação, entendendo-o como fenômeno dinâmico e em construção, adequando-o a 
situação social, política e econômica emergente. 
O aluno é sujeito ativo no processo de apropriação do conhecimento. 
 
 
 
 
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7 - O ensino 
O bacharel em sistemas de informação necessita conhecer bem as técnicas, 
mas, para ter êxito, precisa também de habilidade para lidar com as situações que 
envolvem pessoas com diferentes formações. Se houver falhas na formação de suas 
competências e habilidades, menores serão suas chances de ocupar espaço 
profissional. Nesse sentido, não se pode deixar de desenvolver algumas habilidades 
como relacionamento interpessoal, negociação e capacidade de análise crítica, sob o 
risco de afetar as possibilidades competitivas no mercado de trabalho. 
A dicotomia encontrada entre a formação acadêmica e a prática profissional 
poderá ser amenizada se os professores do curso trabalharem com a aprendizageme 
não com o ensino, de tal forma que o aluno, de acordo com Peter Senge, possa 
aprender a aprender num processo dinâmico. Por meio do desenvolvimento da 
aprendizagem, o aluno deve buscar respostas aos estímulos propostos como desafios 
às situações do cotidiano, sob a orientação e coordenação do professor. Não há 
respostas pré-estabelecidas, e as novas descobertas devem ser discutidas, analisadas 
e revistas conjuntamente, deslocando-se, assim, o foco do ensino para a 
aprendizagem. 
Havendo vivência do aluno com práticas profissionais, haverá a possibilidade de 
qualificá-lo para enfrentar os desafios da dinâmica social. Para isso, será preciso mudar 
o foco da relação ensino aprendizagem e fazer da sala de aula um verdadeiro 
laboratório de experiências de práticas profissionais, sob a orientação e coordenação 
dos professores. 
Considerando as especificidades dos objetivos educacionais envolvidos no 
desenvolvimento dos bacharéis com formação humanista, os pressupostos da ação 
pedagógica a ser exercida devem pautar-se pelas seguintes diretrizes explicitadas a 
seguir. 
 As ações de ensino e aprendizagem devem ser planejadas a partir de 
levantamento das reais necessidades dos sistemas de informação e 
continuamente reestruturadas em seus conteúdos; 
 Deve-se usar de linguagem adequada à compreensão pelo aluno sem cair em 
exageros acadêmicos; 
 
 
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 Garantir que a estrutura e o desenvolvimento do curso estejam estritamente a 
altura do formando; 
 Fomentar a aprendizagem por meio da ação e na relação com outras pessoas do 
mesmo nível, reconhecendo que os alunos podem aprender uns com os outros; 
 Instalar um sistema educativo altamente participativo em lugar do passivo; 
 O formador de bacharéis em sistemas de informação deve ter vivência, além de 
conhecer a realidade da profissão, possuir uma visão holística e ao mesmo 
tempo ter domínio de habilidades pedagógicas; 
 Focar todas as atividades com os alunos em um esquema geral e ao mesmo 
tempo especifico de avaliação de resultados da ação pedagógica; 
 O processo de ensino, que é basicamente uma função do tempo, deve ser tão ou 
mais importante que os conteúdos. É necessário dirigir o processo com a devida 
sensibilidade de forma que este dê lugar à aprendizagem e, portanto, a uma 
mudança de comportamento. 
No processo de ensino, como integrar a teoria ensinada nas faculdades com a 
realidade da profissão é uma antiga questão em que ambas as partes vêm repensando 
seus papéis. Aprimorar e adaptar a matriz curricular às exigências do mercado de 
trabalho é uma maneira de ampliar a chance do estudante ingressar na profissão que 
escolheu. 
O Curso de bacharelado em sistemas de informação da FAPE compreende que 
não há como estabelecer uma proposta de ensino eficiente sem a busca incessante por 
um equilíbrio entre os conteúdos teóricos, ministrados e investigados na Instituição e a 
prática. E por este motivo tem o interesse de desenvolver uma gama de atividades que 
auxiliem o acadêmico na descoberta de sua área preferida, bem como na fixação 
através da prática, do conhecimento desenvolvido pelo professor. 
Várias são as formas de lograr tal intento que são buscadas pelo Curso. Nesse 
contexto, destaca-se o estágio supervisionado obrigatório e as atividades 
complementares, que possibilita ao aluno desde cedo ter experiência no campo prático. 
A promoção de conferências, palestras, seminários e projeção de vídeos que 
informem ao acadêmico as formas positivas de como os sistemas de informação são ou 
 
 
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devem ser implementados, aliado às visitas técnicas são outras formas de associar 
conhecimento apropriado à prática cotidiana. 
A partir do conhecimento ao mesmo tempo holístico e especializado, o discente 
tem as ferramentas básicas para a melhoria de seu desenvolvimento profissional. 
Uma outra discussão no processo de ensino aprendizagem é a questão da 
interdisciplinaridade. Nesse sentido, faz-se necessário ponderar que essa abordagem 
interdisciplinar só acontece quando os conteúdos das disciplinas se relacionam para a 
ampla compreensão de um tema estudado, ou seja, a relação entre as matérias é à 
base de tudo, pois ela dá significado ao conteúdo acadêmico, rompendo a divisão 
hermética das disciplinas. 
Desse modo, a FAPE pretende oferecer um bacharelado não apenas ensinando 
alguns conteúdos, mas sim formar um profissional com um conjunto de habilidades e 
qualidades, e para atingir esse intento é preciso levar em conta a constante relação 
entre estes enfoques. No bacharelado em sistemas de informação, pela própria 
natureza interdisciplinar do curso, o estudante deve construir conhecimentos e 
competências, habilidades nas áreas de informática e administração e em outras 
complementares. No entanto, o foco central de formação, que se institui nas inter-
relações dessas áreas, é o desenvolvimento de sistemas de informação e sua 
integração no contexto das organizações. Para esse foco deve voltar-se a organização 
curricular, tendo presente o desenvolvimento de uma formação ao mesmo tempo 
técnica e humanística, geral e especializada. 
Mais do que apenas introduzir novas disciplinas reflexivas na matriz curricular, é 
necessário integrá-las às disciplinas técnicas, de modo que a análise das normas e dos 
conceitos técnicos fundamentais seja permeada pelo seu referenciamento histórico, 
filosófico, sociológico e político. É imprescindível que tanto a organização curricular do 
curso quanto a metodologia de ensino aprendizagem adotada contribuam efetivamente 
para que esses objetivos sejam atingidos. 
 
8 - Missão e concepção do curso 
O Curso de Sistemas de Informação pretende contribuir, efetivamente, com o 
esforço de modernização que vem sendo perseguido pelo país, através da preparação 
 
 
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de pessoal especializado, indispensável ao desenvolvimento harmônico e eficiente das 
tecnologias ligadas a gestão de sistemas de informação. 
É uma área de atuação profissional cuja atualização é de vital importância, à 
medida que profundas e freqüentes transformações ocorrem, tanto em âmbito nacional 
quanto internacional, no que se refere aos aspectos tecnológico, político, social, cultural 
e econômico e financeiro do país. Tais transformações acabam por afetar, não só as 
organizações de natureza jurídica privada, como também aquelas governamentais e, 
até mesmo, governos de diferentes países. 
Nesse sentido, o curso de Sistemas de Informação foi concebido com o intuito de 
formar tecnicamente profissionais para o desenvolvimento de atividades de 
planejamento e implantação de projetos na área de sistemas de informação. Permitindo 
ao egresso uma visão estratégica e integrada para a gestão competente de sistemas 
de informação alinhados com a realidade das empresas. 
O avanço tecnológico pelo qual passa o mundo, e a conseqüente disponibilidade 
da informação e valorização do conhecimento gerado pelas mudanças que, associadas 
a outros fatores como a questão econômica, ocasionaram avanços imprevisíveis em 
décadas atrás. A sociedade contemporânea, denominada a sociedade do 
conhecimento, valoriza a produção do saber e os avanços científicos e tecnológicos, 
que muitas vezes causa impacto pela velocidade com que se processa e transforma 
comportamentos, serviços, produtos e a própria ordem social, econômica e política das 
nações. 
É evidente que a informaçãodeixou de significar poder, mas neste início de 
milênio está mais acessível, graças, principalmente, pela informática. O avanço dos 
meios tecnológicos popularizou a informação disponibilizando-a a um número cada vez 
maior de pessoas. 
A educação foi uma das grandes beneficiadas pela informática, pois o seu uso 
possibilitou a democratização do saber e a conseqüente inclusão social em todo o 
mundo. O Brasil, embora com alguns anos de atraso, está desenvolvendo inúmeros 
projetos nesta área. 
Neste cenário, o papel dos profissionais de informática é de extrema relevância 
como parte dessa transformação, pela qual passa a sociedade de forma geral e o 
 
 
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mundo organizacional como um todo. Diante desse contexto, ao bacharel em sistemas 
de informação, compete trabalhar a informação e apoiar a tomada de decisão dentro 
das organizações. 
Para isso, a instituição pretende promover as condições necessárias à oferta de 
um curso dinâmico, com práticas educativas, inovadoras e investigativas, voltadas à 
conscientização pela busca de uma educação permanente, que prepare seus egressos 
a tornarem-se futuros empresários, preocupados em apresentar soluções aos 
processos mediante sistemas informatizados, contribuindo com o desenvolvimento das 
organizações. 
O paradigma educacional proposto para o curso baseia-se em parâmetros 
inovadores, em que o aluno será incentivado a adotar uma postura de autonomia 
crescente, no sentido de construir, sob a mediação docente, o seu saber, de forma 
consistente e contínua. Para tanto, estão previstas atividades metodológicas que 
oportunizarão o equilíbrio entre o saber teórico e prático, o que possibilitará a 
autonomia necessária à construção do conhecimento. 
O curso abrange duas grandes áreas de atuação: 
1. Aquisição, desenvolvimento e gerenciamento de serviços e recursos da 
tecnologia da informação; 
2. Desenvolvimento e evolução de sistemas computacionais e infra-estrutura para o 
seu uso em processos organizacionais. 
As atividades de aquisição, desenvolvimento e gerenciamento de serviços e 
recursos, envolvem o uso criativo da tecnologia da informação para a automação de 
processos organizacionais e interorganizacionais. O principal pressuposto desta 
atividades é que a informática tem nela um papel importante como atividade meio, para 
que a finalidade principal da organização funcione de forma eficaz e eficiente. 
Considerando-se que nos dias atuais muito poucas organizações funcionam sem a 
informatização dos seus sistemas, entende-se que o profissional com este perfil tem 
espaço e importância neste mercado. Segundo fonte da SBC, estima-se que mais da 
metade da demanda profissional nas áreas de informática e computação afine-se com 
o perfil voltado para os sistemas de informação. 
 
 
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Não se pretende, com isso, apenas fornecer ao estudante o aparato técnico e 
instrumental, para que possa solucionar problemas ligados à informatização de 
sistemas. Na sociedade moderna não é concebível a formação de profissionais que não 
estejam também engajados nas suas questões maiores. Nesse sentido, outra linha 
fundamental de caracterização profissional do egresso deste curso é a formação de um 
cidadão ético, consciente e engajado na melhoria e qualificação dos processos sociais, 
localizados no espectro de abrangência do seu trabalho. Espera-se com isto o 
comprometimento do sujeito na melhoria e desenvolvimento de seu meio. 
Além destas características, é notória a rápida defasagem que sofre o 
conhecimento e, por conseqüência, a formação nas áreas técnicas à medida que passa 
o tempo. Devido ao seu particular dinamismo, nas áreas de informática e computação 
esta depreciação dos saberes é ainda mais dramática, e requer cuidados especiais. 
Com base nesta afirmação e conscientes de que o estado da arte destas áreas altera-
se completamente em poucos meses, optou-se pela construção de um novo currículo e, 
conseqüentemente, de um profissional com uma formação teórica de base sólida. Esta 
formação irá permitir que o egresso possa adequar-se e adaptar-se às mudanças 
tecnológicas a partir de referências que tornem a tarefa gerenciável. Ao fazermos isto, 
entendemos que estamos preparando um profissional em condições de tratar com a 
modernidade e com o novo, ser empreendedor e ter iniciativa de mudanças e 
qualificação, em outras palavras, preparar o futuro profissional para um aprendizado 
constante. Por outro lado, o colegiado de curso propõe um currículo flexível, de tal 
forma que este possa, na medida das suas potencialidade, reenquadrar-se 
permanentemente frente aos novos desafios impostos e construídos pela pesquisa em 
sistemas de informação. 
A proposta do curso integra componentes da formação humanística que 
entendemos como essenciais para as questões que compreendem a formação do 
bacharel em sistemas de informação. Em razão disto, todos os componentes da 
formação humanística serão desenvolvidos ao longo do curso, juntamente com outros 
componentes que buscarão a intercomplementaridade do conhecimento e o 
desenvolvimento de uma proposta pedagógica coletivamente construída no processo 
de sua implementação. 
 
 
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Nesse contexto, a formação acadêmica deve contemplar que os discentes 
entendam o ambiente de uma organização, bem como o macro-ambiente no qual a 
mesma está inserida, a fim de permitir que o futuro profissional tome decisões e articule 
ações estratégicas no âmbito da empresa. 
Para tanto, o projeto pedagógico do curso de Sistemas de Informação da FAPE, 
procura desenvolver um profissional com um perfil composto de três dimensões: 
gerador, disseminador e detentor de conhecimento. Assim, a missão do curso está 
embasada em contribuir para a melhoria e transformação da sociedade, atendendo às 
aspirações e aos interesses da comunidade, tornando-se fator de integração regional, 
desenvolver as atividades de ensino, pesquisa e extensão em estreita parceria com a 
sociedade, garantindo-se a qualidade e a utilização eficaz dos recursos tecnológicos. 
Busca-se também, fomentar as capacidades intelectuais, o comportamento crítico e 
investigativo, as atitudes produtivas e empreendedoras, acompanhando o estado da 
arte, formando bacharéis capazes de acompanhar as mudanças que estão ocorrendo 
na sociedade, atento para a humanização dos sistemas. 
 
9 - Bases filosóficas do Curso de Sistemas de Informação 
A filosofia do curso terá como enfoque a integração entre a formação técnica, 
humanística e a gestão empresarial, objetivando: 
a) A compreensão das reais necessidades das organizações e da determinação de 
alternativas de solução através dos recursos fornecidos pela informática; 
b) A aplicação dos conhecimentos teóricos pelo uso prático de equipamentos e 
recursos computacionais; 
c) A formação do aluno como profissional integrado e participante da sociedade de 
forma responsável; 
d) A utilização racional dos recursos administrativos e computacionais, o 
aprimoramento, e uma orientação e condução das habilidades existentes no 
educando. 
O curso está alicerçado na formação de profissionais para atuar em posições de 
gerenciamento dos sistemas de informações, profissionais capazes de obter os 
requisitos de informação necessários para o desenvolvimento das aplicações, 
definindo, planejando, implementando e gerenciando sistemas de informações, 
 
 
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adaptando-se facilmente às diversas situações que são impostas pelo mercado de 
trabalho. 
O Bacharel em Sistemas de Informação deve desenvolver o espírito 
empreendedor e a prática profissional, aliado ao alto gerenciamento e a assimilação de 
novas informações, apresentando flexibilidade intelectual e adaptabilidade 
contextualizada no trato de situações diversas presentes ou emergentes nos vários 
segmentos do campo de atuação. 
 
10 - Diretrizes filosóficas do Curso de Sistemas de Informação 
As atividades do ensino vêm consolidar e concretizar a missão e diretrizes da 
Instituição. Como atividade sistemática de apropriação e construção de conhecimentos 
científicos, o ensino procura contribuir no desenvolvimento de habilidades, 
competências e atitudes na formação do homem, buscando dotá-lo de condições para 
dar qualidade a sua vida pessoal e profissional, ao contexto que o cerca e à sociedade 
que compõe. 
 
10.1- Diretriz social 
Refere-se ao ajustamento social dos ingressantes do curso, que fomenta o 
profícuo relacionamento entre o individual e o grupal, consciente de que a união entre 
as pessoas deve-se processar em clima respeitoso e pró-ativo. 
A comunidade é o principal foco da instituição de ensino. Promover o seu 
crescimento através do ensino e da pesquisa, de forma ampla e sustentável é o grande 
objetivo da instituição e do curso. 
O individual não pode absorver o social integralmente, tampouco o social pode 
exaurir o individual. Dessa forma, ter consciência da necessidade de tornar-se um 
profissional justo, ou seja, ter dentro de si uma vontade constante de dar a cada um o 
que lhe pertence, pois quando esta disposição não existe, o que passa a existir na 
sociedade são, apenas, conjuntos normativos, ou seja, puros regulamentos funcionais. 
O individualismo alimenta o egoísmo, desenfreia paixões, conduz à exaustão da 
autoridade. A exacerbação do social torna o indivíduo prisioneiro e escravo do sistema 
político e econômico. O egresso deve ter condições de assumir um papel de agente 
 
 
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transformador do mercado, sendo capaz de provocar mudanças através da 
incorporação de novas tecnologias na solução dos problemas e propiciando novos tipos 
de atividades, agregando: 
 Domínio de novas tecnologias da informação e gestão da área de sistemas de 
informação, visando melhores condições de trabalho e de vida; 
 Conhecimento e emprego de modelos associados ao uso das novas tecnologias 
da informação e ferramentas que representem o estado da arte na área; 
 Conhecimento e emprego de modelos associados ao diagnóstico, planejamento, 
implementação e avaliação de projetos de sistemas de informação aplicados nas 
organizações; 
 Uma visão humanística consistente e crítica do impacto de sua atuação 
profissional na sociedade e nas organizações. 
 
10.2- Diretriz cultural 
Fundamenta-se no compromisso cultural, a acepção mais comum deste termo, 
possibilita aos homens cultivar todos os valores humanos, visando à formação do 
homem culto, isto é, aquele que tem espírito de tal forma conformado que, para ele, 
não existem problemas secundários, enquanto estes se situarem nos horizontes de sua 
existência. Mas, portanto, que os homens eruditos, que se limita a reunir e justapor 
conhecimentos, o homem culto os unifica e anima com um sopro de espiritualidade e 
entusiasmo. 
Essa diretriz se dimensiona no sentido de promover a cultura no plural, não se 
isolando ou se recusando ao que vem de fora em nome de preservar a sua identidade. 
Não aceita este ou aquele dogmatismo, que consiste em emitir juízos de valor sem 
antes arrolar criticamente as razões da avaliação. Navega no pluralismo e mantém a 
identidade através do próprio valor e não na negação do valor de outrem. Preserva a 
razão em nome dos méritos intrínsecos a ela e não em nome da rejeição 
preconceituosa do que emana do imaginário. 
Este compromisso constitui o aporte legítimo à cultura através de teorias, 
métodos, técnicas e práticas dos sistemas de informação. 
 
 
 
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10.3- Diretriz de integração 
Esta diretriz busca a consolidação da cidadania através da conjugação da 
atividade acadêmica (inserida num contexto mais amplo). Ela busca constituir-se como 
um espaço de diálogo para refletir com a sociedade problemas específicos, integrando-
se a ela completamente. 
O Curso de Sistemas de Informação da Faculdade de Presidente Epitácio 
propõe-se a estar imerso e de forma interativa com diversas instituições da sociedade 
como escolas de ensino fundamental e médio, Secretaria de Educação e Cultura, 
empresas e ONGs. Temos como missão alcançar a oferta e a prática de uma educação 
solidária, permitindo a educação para todos e a inserção social, e desde sua criação, 
procurando inserir na região de abrangência das instituições parceiras projetos sociais 
como um instrumento de apoio às iniciativas de promoção do desenvolvimento social e 
econômico. 
 
10.4- Diretriz ambiental 
O compromisso que queremos assumir deverá compreender que a espécie 
humana possui um espaço limitado para a expansão de suas atividades e que, em 
razão disso, a delimitação do que seria matéria (natureza) para o trabalho e matéria 
(natureza) para o lazer é feita dentro de um universo finito. 
A necessidade de expansão produtiva torna a natureza exclusivamente recurso 
e fonte de reprodução econômica, sobre a qual se concentra a grande maioria das 
preocupações, justificando a importância da economia ambiental ou de recursos. 
A natureza assumindo o papel de fornecedora de matéria-prima e receptora de 
materiais danosos implica num ambiente constituído como espaço onde se encontram 
os recursos naturais, inclusive os já reproduzidos (transformados) e degenerados 
(poluídos), conforme se constata no meio urbano. Esse conceito, contudo, não se limita 
a ar, água e terra, mas se estende ao conjunto das condições de existência humana, 
que integra e influência o relacionamento entre os homens, sua saúde e seu 
desenvolvimento. 
Entre homem e meio ambiente ecologicamente equilibrado se instaura o 
compromisso preceituado no artigo 225 da Constituição Federal, no qual se entende a 
 
 
FFAACCUULLDDAADDEE DDEE 
PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO 
FFAAPPEE 
 
Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 
46-E de 10.03.1998 
 
 
32 
 
qualidade de vida não apenas no sentido quantitativo, traduzido por conquistas 
materiais. No aspecto qualitativo, não obstante a redundância de expressão, alarga-se 
o sentido da qualidade de vida, que se acresce da perspectiva de bem-estar, estatuída 
no direito do homem poder desfrutar do bom ar, da boa paisagem, etc., a partir da 
compreensão de que a natureza não representa um fato isolado, mas que se integra à 
vida do homem, estando relacionada à produção, ao trabalho, bem como ao seu lazer. 
A qualidade de vida, por fim, traduzida nos conceitos de bem-estar ou bem viver 
(esta última de Aristóteles) se define na Declaração da Conferência de Estocolmo, 
1973: 
O homem tem o direito fundamental à liberdade e ao desfrute de condições de 
vida adequadas em um meio de qualidade tal que lhe permita levar uma vida 
digna e gozar de bem estar e tendo a solene obrigação de proteger e melhorar 
o meio para as gerações presentes e futuras. 
 
Em virtude dos investimentos que estão sendo realizados na região, através do 
desenvolvimento de hidrovias, da construção

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