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FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 1 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 1 - Denominação e Informações de Identificação da Instituição Mantenedora: IESP - Instituto Educacional do Estado de São Paulo Mantida: FAPE - Faculdade de Presidente Epitácio Endereço: Rua Pernambuco, 17-05 - Presidente Epitácio - CEP 19470-000 Fone/Fax: (18) 3281-9600 e-mail: maria.helena@uniesp.edu.br Home page: www.uniesp.edu.br/epitacio Dependência Administrativa: Particular. Personalidade Jurídica: Sociedade Civil de Direito Privado 1.1 - Histórico da Instituição A FAPE – Faculdade de Presidente Epitácio objetiva suprir o Ensino Superior nas áreas de sua atuação, isto é, na formação de professores e bacharéis nas diversas áreas do conhecimento autorizadas pelos órgãos competentes. A IESP – Instituto Educacional do Estado de São Paulo, constituída juridicamente, sociedade civil sem fins lucrativos, é a entidade mantenedora da Faculdade. Paralelamente à sua atividade de ensino e formação, a Faculdade tem por meta a implementação de estudos e pesquisas relativas a esse ramo de conhecimento científico e técnico. Outro objetivo digno de destaque é a prestação de serviços à comunidade, mediante a colaboração com empresas privadas e com entidades públicas. A manutenção de intercâmbio cultural e técnico com os centros científicos e universitários do país, é outro traço no campo de atuação da Faculdade. A filosofia da Faculdade de Presidente Epitácio, no que tange ao ensino, é a de ser uma Escola de ponta e, para desempenhar esta vocação se propõe a seguir um conjunto de princípios em direção à qualidade de ensino, quais sejam: 1) O aluno como razão de ser da Faculdade; 2) Capacitação de seus recursos humanos, treinando funcionários em modernas técnicas administrativas e estimulando professores a um contínuo processo de aperfeiçoamento através da CPA; FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 2 3) Desenvolvimento de cursos e técnicas pedagógicas, cabendo ao professor conhecer profundamente sua disciplina e, também, as melhores técnicas e processos para ministrá-la; 4) Utilizar a informática como instrumento de ensino e suporte às demais atividades; 5) Abertura para o mundo, promovendo a execução de convênios com centros de excelência universitária absorvendo as mais modernas experiências, adaptando-as à realidade regional. Ex. Rotary; 6) Investimento em instalações físicas adequadas ao ensino; 7) Reconhecimento por parte da comunidade para que seus concursos vestibulares sejam procurados por um elevado número de candidatos e, como conseqüência, a seleção seja pautada pela qualidade; 8) Busca de parcerias com empresas e instituições procurando conscientizá-las de que a qualificação profissional começa na Escola. Nosso principal compromisso é com o aluno e com a qualidade de ensino. Todas as ações serão orientadas para o bom aprendizado e à formação de profissionais com consciência crítica de suas responsabilidades. Orientamos a busca da qualidade em todos os nossos processos, desde o planejamento das atividades, dos materiais de apoio, dos instrumentos de avaliação, até os procedimentos administrativos, dos mais complexos aos mais elementares. Procuramos formar profissionais aptos a interpretar a realidade e enfrentar o desconhecido. A investigação constante é em direção à pesquisa e experimentação de novas idéias que visem a contínua melhoria das condições de trabalho e do aprimoramento do processo educacional. A meta, enfim, é a de preservar o nome da Faculdade de Presidente Epitácio e a IESP no mais elevado conceito. A FAPE tem, portanto, definida como sua missão: Formar profissionais, objetivando a inserção social, com valores e princípios éticos, senso de justiça e igualdade, capaz de exercerem a cidadania em sua plenitude. A organização técnico-administrativa da FAPE abrange: I – Núcleo da Direção Diretor Geral II - Núcleo Técnico- Pedagógico Coordenação Pedagógica Coordenador de Estágio Coordenador do Núcleo de Pesquisa e Extensão Empresa FAPE Junior FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 3 Coordenador do Núcleo de Apoio Psicopedagógico Coordenador do Núcleo de Prática Jurídica Coordenador de Monografia III – Núcleo Administrativo Secretária Acadêmica Tesoureira Bibliotecária Técnico em Informática Coordenador de Projetos Sociais IV – Núcleo Operacional Vigilância e Atendimento Limpeza, manutenção e controle. V – Corpo Docente VI – Corpo Discente VII – Colegiados Diretório Acadêmico. Conselho Superior - CONSU Chefe de Departamento 1.2 – Dirigentes da Instituição Diretor-Presidente: José Fernando Pinto da Costa Brasileiro, casado, residente e domiciliado em Presidente Prudente-SP. Engenheiro Civil, pela UNESP/Ilha Solteira. Especializado em Administração Financeira e Curso de Especialização em Análise de Demonstrações Financeiras Diretora Geral: Maria Helena Bueno Brasileira, casada, residente e domiciliada em Presidente Vensceslau-SP. Advogada. Graduada em Estudo Sociais, Pedagogia e Direito, Especialista em Direito. Secretária Acadêmica: Sidinéia Rodrigues Martins de Oliveira Brasileira, Casada, residente e domiciliada em Presidente Epitácio, com mais de 01 ano e 06 meses de experiência na Área Administrativa / Secretaria de Faculdade, Graduada no curso de Letras. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 4 Tesouraria: Ariene Rodrigues Nantes Brasileira, Solteira, residente e domiciliada em Presidente Epitácio, Graduada em administração e pós-graduada em Gestão Ambiental e Agronegócios. 2 - Regime escolar, vagas, turnos de funcionamento, dimensão das turmas e período para integralização do curso. A denominação é Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação, com 100 vagas anuais, distribuídas em duas turmas. Como tamanho das turmas, se tem 50 alunos por turma. Seu regime de matrículas é seriado semestral, com turno de funcionamento noturno. Sua duração é equivalente á quatro anos, o que corresponde em carga horária a 3.400 h. O período mínimo para integralização do curso é de quatro anos, sendo o máximo possível para integralização sete anos. Vagas Turmas Tamanho Aulas Regime Período Carga Horária 100 02 50 alunos Teóricas e Práticas Seriado semestral (08 sem.) Noturno 3.400 h. 3 - Justificativa para implantação do curso Bacharelado em Sistemas de Informação em Presidente Epitácio. No contexto atual, uma das grandes carências de nosso país, talvez a maior, é a educação. A faculdade vem ao encontro desta necessidade atuando na educação superior, promovendo a disseminação do conhecimento e formando pessoas capacitadas a promover o desenvolvimento regional. A FAPE tem acompanhado a emergente sociedade da informação, promovendo ações estratégicas que visam garantir o cumprimento de sua missão, buscando adequar-se às necessidades do dinâmico ambiente em quede hidrelétricas, implantação de novas empresas, ampliações estruturais dos municípios da região, etc. a cidade de Presidente Epitácio adquiriu um importante papel na relação entre desenvolvimento econômico versus impacto provocado nas relações ambientais, haja vista ser considerada o centro econômico da região em que está localizada. O ecossistema da região poderá sofrer profundas alterações nos próximos anos, podendo provocar, em um futuro também próximo, efeitos indesejáveis na qualidade de vida dos habitantes da região. Faz-se necessário á adoção de uma política de desenvolvimento firme sobre o impacto ambiental e sobre o crescimento sustentável para reduzir os efeitos de novos investimentos em infra-estrutura e de projetos que esgotem os recursos. Uma política de crescimento sustentável é vital para conservar os recursos naturais e o seu ecossistema, a base da saúde intrínseca de um país e de seus habitantes. Nesse sentido, a instituição de ensino passa a ser o elemento catalisador e de função pró-ativa no processo de criação de uma consciência ecológica em todos os segmentos e classes sociais e a implementação de políticas e programas de gestão ambiental, objetivando a melhoria da qualidade de vida. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 33 10.5 - Diretriz produtiva e tecnológica É possível proporcionar uma profissionalização progressiva e intensa dos recursos humanos da cidade e da região por meio de parcerias, convênios, associações com faculdades e universidades tradicionais (Centros de Pesquisa), representantes de classes, instituições públicas e privadas, etc., que representam o elo de ligação entre a Faculdade de Presidente Epitácio e a promoção tecnológica a ser fornecida à comunidade local e regional. Outra vertente importantíssima para o desenvolvimento desses recursos humanos é a realização sistemática de palestras e cursos abertos ao meio acadêmico e à população, eventos promovidos com os melhores e mais conceituados profissionais atuantes no mercado. Tais eventos possibilitam um excelente intercâmbio entre escola x comunidade x desenvolvimento regional. 11 - Objetivos do Curso O curso bacharelado em sistemas de informação tem por objetivo a formação de profissionais para atuação em planejamento, análise, utilização e avaliação de modernas tecnologias de informação aplicadas às áreas administrativas e industriais, em organizações públicas e privadas. Para atingir este objetivo, um curso de bacharelado em sistemas de informação deve propiciar formação sólida em ciência da computação, básica em administração de empresas e abrangente em sistemas de informação, enfatizando aspectos teóricos e práticos, visando à formação de profissionais para atuação em desenvolvimento tecnológico em ciência da computação, com ênfase em gestão e desenvolvimento de sistemas de informação em organizações. Pretende-se preparar profissionais para identificar as necessidades das organizações, criar e gerir soluções tecnológicas, desenvolver sistemas informatizados para organizar os fluxos de informação das empresas, analisar e propor aperfeiçoamento de sistemas já em funcionamento, gerenciar equipes de desenvolvimento e de produção. O curso busca ainda, a consecução de um conhecimento de alta qualidade, o domínio dos meios de produção e a participação na vida social e política. Com uma FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 34 formação de intencionalidade, uma cultura investigativa, metodológica e uma postura ativa frente ao desconhecido, por meio da integração do ensino com a pesquisa, o curso estimula em seus alunos a capacidade de abordagem multidisciplinar, integrada e sistêmica das questões, seu potencial empreendedor e sua capacidade de comunicação. Assim, o curso bacharelado em sistemas de informação tem como seus principais objetivos: A formação de recursos humanos para a automação dos sistemas de informação das organizações, em concordância com as estruturas organizacionais e com ênfase em informática e suas aplicações. Formar profissionais empreendedores, capazes de projetar, implementar e gerenciar a infra-estrutura de tecnologia de informação, envolvendo computadores, comunicação e dados em sistemas organizacionais. Preparar profissionais com sólida e ampla formação técnica na área de tecnologia da informação aplicada às organizações. Contribuir na preparação do aluno para o exercício da cidadania através da formação humanística. Preparar recursos humanos capazes de contribuir para a promoção do desenvolvimento regional sustentável e o fortalecimento econômico da comunidade em que se insere, por meio da formação voltada ao empreendedorismo. Desenvolver a capacidade de auto-aprendizado do aluno e instaurar a necessidade da busca de novos conhecimentos de forma crítica e constante. Contribuir para a geração e disseminação de conhecimentos em sua área de atuação, por meio da realização de pesquisas e atividades de extensão. Oferecer uma formação técnica científica sólida ao egresso do curso. Desenvolver uma consciência crítica no egresso sobre valores éticos, morais, ambientais e humanísticos. Integrar a sociedade e a faculdade na solução de problemas da área de sistemas de informação. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 35 Para o alcance dos objetivos acima devem ser desenvolvidos conhecimentos técnicos, gerenciais e humanísticos, entre os quais se destacam: Lógica e ferramentas de programação, desenvolvimento e manutenção de sistemas. Administração de ambientes em rede de computadores e de sistemas distribuídos, tratando de aspectos como segurança, organização, manutenção e instalação. Gestão da informação e da tecnologia. Sistemas de apoio à decisão. Gerência de projetos de software e serviços na área de informática. Impacto da informática sobre a sociedade e postura ética no exercício profissional. A instituição pretende, por meio da oferta de um curso dinâmico que ofereça uma educação compatível com os padrões de qualidade recomendados para a área, adequar o processo educacional e o conjunto de conhecimentos adquiridos à região geográfica de abrangência na qual Presidente Epitácio está inserido, permitindo que a aplicação destes conhecimentos esteja em acordo com a realidade regional, e que seja compatível com a importância que esses profissionais possuem para o desenvolvimento do país e da comunidade que pertence. Dessa forma, o profissional egresso do curso poderá contribuir para a eficiência gerencial nas organizações, por meio do armazenamento, da recuperação, da distribuição e da disponibilização de dados para apoiar a tomada de decisões, bem como subsidiar usuários na análise de problemas, na criação de produtos e serviços, na visualização de mercados potenciais. 12 - Perfil do egresso pretendido pelo curso Atualmente, a utilização das tecnologias da informação disponível no mercado é fundamental para que uma organização tenha sucesso, uma vez que as soluções tecnológicas que automatizam e dinamizam os processos organizacionais tornaram-se ferramentas imprescindíveis para apoiar o processo de tomada de decisões nas organizações. Por isso, torna-se crescente a preocupação com a coleta, o FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 36armazenamento, o processamento e a transmissão da informação, na medida em que a disponibilidade da informação certa, no momento certo, para a pessoa certa, é requisito fundamental para a melhoria contínua da qualidade e da competitividade da organização. De acordo com as diretrizes curriculares, é possível identificar duas grandes áreas de atuação dos profissionais de sistemas de informação: 1. Inovação, planejamento e gerenciamento da infra-estrutura de informação e coordenação dos recursos de informação nas organizações; 2. Desenvolvimento e evolução de sistemas de informação e de infra-estrutura de informação para uso em processos organizacionais, departamentais e ou individuais. Para desenvolvimento das atividades inerentes às duas grandes áreas identificadas acima, o profissional de sistemas de informação deverá ter, além de um conhecimento teórico consistente, conhecimentos prioritariamente voltados à aplicação de soluções tecnológicas para atender às necessidades dos usuários. Para tanto, o curso o capacitará a: Conhecimentos técnicos científicos de áreas tais como as de computação, matemática, teoria de sistemas, administração, direito. Analisar o funcionamento de uma organização, propor e implantar sistemas de informação. Utilizar, adequada e eficazmente, tecnologias de informação na solução de problemas relativos a domínios de aplicação específicos. Prever e compreender os impactos das novas tecnologias no homem, nas organizações e na sociedade. Aplicar conhecimentos de forma independente e inovadora, acompanhando a evolução da área e contribuindo para a busca de soluções em diferentes setores nas organizações. Interagir com os diversos setores da organização, a fim de conceber, desenvolver, gerenciar e aprimorar sistemas de tratamento automatizado de informações. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 37 Interagir produtivamente com o usuário, mediante seleção e utilização de formas adequadas de comunicação oral, escrita e gráfica. Assumir postura ética no tratamento e na disponibilização de informações. Relacionar e compatibilizar ferramentas e ambientes computacionais entre si e com os usuários e respectivas tarefas. Conceber, projetar e desenvolver soluções para problemas, por meio da construção de programas. Aplicar modelos matemáticos no apoio à concepção de soluções para problemas específicos. Selecionar sistemas operacionais em função de suas características e da disponibilidade de ferramentas, privilegiando o mais adequado. Identificar tecnologias e definir a infra-estrutura de redes de computadores necessária para atender as necessidades da organização. Aplicar modelos de inteligência artificial na solução de problemas e na construção de sistemas interativos amigáveis. Integrar sistemas de bancos de dados às soluções em tecnologia da informação nas organizações. O egresso deverá possuir uma visão sistêmica do seu campo de atuação, apresentando habilidades e competências adquiridas durante o curso, enfatizando os aspectos de investigação e descrição de processos ligados à informática, produzindo conhecimentos e devendo ser capaz de: Apresentar sólidos conhecimentos das linguagens e técnicas de programação. Desenvolver projetos de software ergonomicamente concebidos, incorporando, entre outros aspectos, modelos cognitivos e lingüísticos que dão suporte a elementos de usabilidade, garantindo uma efetiva interface homem máquina. Compreender, analisar e introduzir modificações nos processos de informação das empresas, principalmente na área administrativa. Analisar a linguagem de computadores e os códigos de comunicação entre usuário e a máquina. Trabalhar coletivamente e compreender o seu trabalho através não só de uma ótica técnica, mas também humana, podendo atuar nos mais diversos campos. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 38 Este profissional deve ser capaz de implementar de modo eficiente a tecnologia da informação no âmbito organizacional, identificando as necessidades do usuário e oferecendo soluções adequadas a seus problemas. Esse processo de formação não pode prescindir de levar em conta também que o bacharel em sistemas de informação é, antes de tudo, um profissional de nível superior, cujo perfil deve refletir a seguinte configuração: Uma sólida formação geral-profissional, pautada por princípios ético políticos e técnico científicos voltados para a complexidade das relações e das demandas humanas e sociais. Entendimento de que a formação profissional é um processo contínuo de construção de competências que demanda aperfeiçoamento e atualização permanentes. A compreensão da profissão como uma forma de inserção e intervenção na sociedade, tendo por base a comunidade regional. Uma atitude crítica, responsável, criativa e respeitosa em relação às questões sociais e ambientais, com vistas à identificação e à resolução de problemas. A disponibilidade e competência para o exercício da interdisciplinaridade e para a atuação em equipes multiprofissionais, resguardada a autonomia profissional. A capacidade de pensar e de aportar o seu conhecimento no conhecimento já disponível, de maneira crítico, pessoal e consistente. A capacidade de utilizar os conhecimentos científicos e tecnológicos existentes e disponíveis e de produzir novos conhecimentos, deles derivando condutas pessoais e profissionais responsáveis, justas e éticas. A capacidade de auto-análise tendo em vista o aprimoramento de seu autoconhecimento e de suas relações interpessoais. Nesse sentido, a faculdade pretende para o bacharel em Sistemas de Informação, que ao término do curso, ele incorpore amplos conhecimentos dos eventos ao longo da história das diferentes culturas do mundo atual; habilidades para interagir com diversos grupos de pessoas de diferentes níveis culturais, para intercâmbio, troca de idéias e de experiências. Ter sensibilidade e capacidade de visualizar os contrastes em relação às forças econômicas, políticas e sociais no país e no mundo como um FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 39 todo. Ter experiência na abordagem de juízos de valores; desenvolver o raciocínio lógico e intuitivo, a ser aplicado nas situações do dia a dia. O Bacharel deverá desenvolver, ao longo de sua escala, uma formação humanística consciente e visão global, que o habilitarão a compreender o meio social, político, econômico e cultural onde estará inserido, estando capacitado a tomar decisões em um mundo globalizado, diversificado, interdependente e que passa pôr mutações contínuas e extremamente rápidas. Nesse contexto, se tornará imprescindível que o profissional tenha conhecimentos das forças de natureza econômica, social, cultural e psicológica que afetam o ambiente e, em especial, a organização onde ele presta serviços, devendo entender, também, o fluxo interno operacional das organizações e ser capaz de aplicar seus conhecimentos em situações específicas e diferentes, bem como ser capaz de absorver as rápidas mudanças do mundo dos negócios e na tecnologia, para fins de aplicação na sua organização. 13 – Acompanhamento de egressos A FAPE pretende ter como porte de sua avaliação institucional a verificação da distribuição ocupacional dos seus egressos, de maneira a poder ajustar o seu projeto pedagógico às necessidades do mercado e da sociedade, de maneira mais ampla. Desse modo, a FAPEpretende acompanhar a trajetória dos seus ex-alunos bacharéis em sistemas de informação por meio dos seguintes procedimentos acadêmicos e pesquisa: Realização de seminários com ex-alunos a cada dois anos. Oferecimento de descontos à ex-alunos para cursos de pós-graduação ofertados na Instituição. Controle dos resultados de concursos públicos em todas as esferas da federação. Os egressos deverão ser pesquisados para a observação dos seguintes indicadores: Percentual de ex-alunos aprovados em concursos públicos e nível de satisfação, importância social e política na cidadania / região. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 40 Relação entre formação técnica e crítica e as conseqüências profissionais e sociais. Importância prática da formação interdisciplinar na (re)construção do cotidiano profissional. 13.1 - Campo de atuação do profissional a ser formado É um momento altamente promissor para o crescimento do mercado profissional na área de informática. Cada nova indústria que chega traz uma demanda imediata por serviços ligados ao controle da produção, uma vez que a concorrência exige produtos com qualidade elevada. A modernização do Estado, por sua vez, implica níveis crescentes de informatização dos sistemas de gerenciamento administrativo, como base para a melhoria dos serviços oferecidos à população. Os investimentos em educação, considerados prioritários para a qualificação da mão-de-obra, não podem prescindir das modernas técnicas de transmissão de conhecimentos através da informática. A expansão do comércio, atividade muito desenvolvida no Estado, exige cada vez mais a utilização de tecnologias atualizadas no controle de estoques e na transmissão de dados, imprescindíveis para a integração com os sistemas desenvolvidos no resto do país e no exterior. Nesse cenário de transformação e modernização sócio-econômica, o profissional de Sistemas de Informação deverá ser uma das bases sobre as quais irá firmar-se o processo de qualificação profissional exigido pelas instituições públicas e pelas empresas privadas que tentam conquistar novos mercados, definir novos padrões de administração e novos hábitos de consumo. O profissional de sistemas de informação usa criativamente a tecnologia da informação para aquisição de dados, comunicação, coordenação, análise e apoio às decisões gerenciais. Seus conhecimentos são usados em funções organizacionais, como: contabilidade, finanças, vendas e produção. Seu papel pode ser definido na articulação entre recursos humanos e computacionais que interrelacionam a coleta, o armazenamento, a recuperação, a distribuição e o uso de dados com o objetivo de eficiência gerencial nas organizações. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 41 O egresso deste curso deverá atuar principalmente em empresas que usam o computador para apoio a seus processos administrativos e de negócios, como, por exemplo, em empresas do setor de comércio, indústria e prestação de serviços. O bacharel em sistemas de informação poderá atuar no desenvolvimento de projetos de sistemas de informação, como especificador, desenvolvedor, analista de sistemas e programador. Poderá, também, atuar em automação de processos empresariais, como integrador de sistemas, propositor de soluções tecnológicas que envolvam hardwares e softwares, analista de processos empresariais, formulador de projetos de reengenharia e planejador de planos diretores de automação de sistemas nos diversos níveis. 14 - As competências e habilidades do bacharel em sistemas de informação O profissional egresso do curso deve ter competência e habilidade para: Interagir com as diversas áreas das organizações concebendo, desenvolvendo, gerenciando e aprimorando sistemas de tratamento automatizado de informação. Elaborar, executar, supervisionar e avaliar planos, projetos e programas de tratamento automatizado da informação. Ter capacidade de interagir com profissionais que dão suporte ao desenvolvimento de sistemas de informação. Ter capacidade de interagir com profissionais que se utilizam de sistemas de informação na execução de suas atribuições dentro das organizações. Identificar fontes, seja a nível nacional quanto internacional, de desenvolvimento científico e tecnológico na área de sistemas de informação e ter capacidade de se comunicar com elas. Desenvolver uma postura ética no tratamento de informações. O ambiente acadêmico privilegiará as seguintes habilidades: Comunicação e expressão: estabelecer comunicação interpessoal, expressar-se corretamente nos documentos técnicos específicos e interpretar a realidade. Raciocínio lógico, crítico e analítico: operar com valores, formulações matemáticas, além de estabelecer relações formais causais entre fenômenos. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 42 Deverá também ser capaz de expressar-se de modo crítico e criativo frente aos diferentes contextos organizacionais e sociais. Visão sistêmica e estratégica: demonstrar a compreensão do todo, de modo integrado e sistêmico, bem como de suas relações com o ambiente externo. Criatividade e iniciativa: propor e implementar modelos de gestão, inovar e demonstrar em espírito administrativo, empreendedor. Negociação: demonstrar atitudes flexíveis e de adaptação a terceiros e a situações diversas. Tomada de decisão: ordenar atividades e programas, assumindo riscos e decidindo entre alternativas. Liderança: influenciar o comportamento do grupo com empatia e equidade, visando a interesses interpessoais e institucionais. Trabalho em equipe: atuar de forma interativa em prol dos objetivos comuns e compreendendo a importância da complementaridade das ações coletivas. Perspicácia tecnológica: acompanhar a evolução tecnológica com espírito investigativo. Perseguir: o estado da arte na área. O discente desenvolverá ao longo do curso as competências: Competências intelectuais e técnicas: 1. Reconhecer e definir problemas. 2. Raciocinar de forma abstrata. 3. Tratar situações cambiantes com flexibilidade intelectual. 4. Equacionar soluções. 5. Desenvolver, implantar, manter e controlar sistemas de informação. 6. Atuar preventivamente. 7. Transferir e generalizar conhecimentos. Competências organizacionais: 1. Auto-planejamento. 2. Auto-organização. 3. Estabelecimento de metodologias próprias. 4. Auto-gerenciamento do tempo. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 43 5. Gerenciamento do ambiente de trabalho. Competências sociais: 1. Socializar o conhecimento nos diferentes espaços. 2. Compreender sua participação na sociedade e ter uma atuação responsável. Competências comportamentais: 1. Iniciativa. 2. Criatividade. 3. Visão crítica. 4. Disposição para aprender. 5. Abertura às mudanças. 6. Consciência da qualidade e das implicações éticas em seu trabalho e na vida social. 7. Consciência e prática humanísticas. Competências políticas: 1. Entender sua posição e função na estrutura produtiva. 2. Entender seus direitos e deveres. 3. Entender como é afetado e como afeta a vida de outras pessoas no ambiente organizacional. Ainda buscando aprofundar os objetivos do curso e o perfil do egresso desejado, destaca-se a importância na habilidade da resolução de problemasdo mundo real, dentro de um contexto organizacional. Isto requer profissionais que entendam a complexidade organizacional, em suas diversas dimensões, e façam uso de conceitos, metodologias e ferramentas da área de sistemas de informação para se instrumentalizar e atuar satisfatoriamente neste ambiente. Desta forma, esta habilidade de resolução de problemas desejada envolve a identificação dos problemas e oportunidades na área de sistemas de informação, a decomposição destes problemas, o desenvolvimento de alternativas, a concepção de projetos e sistemas, o gerenciamento do desenvolvimento destes sistemas e projetos, a validação e a implementação das soluções identificadas. Isto deve ocorrer de maneira consistente buscando preparar a organização e seus processos de trabalho para as mudanças decorrentes da implementação das soluções desenvolvidas. Neste sentido, FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 44 a habilidade de trabalho em equipe, atuação em um contexto multidisciplinar e capacidade de comunicação oral e escrita destacam-se como fundamentais para o sucesso das soluções para os problemas a serem resolvidos no mundo real. 15 – Currículo pleno proposto Como definido nos objetivos do curso, os profissionais formados no curso de bacharelado em sistemas de informação devem ser capazes de atuar nas organizações em ações relacionadas à infra-estrutura de tecnologia de informação e também desenvolver uma atitude empreendedora e criativa. É imprescindível que tanto a organização curricular do curso quanto a metodologia de ensino aprendizagem adotada contribuam efetivamente para que esses objetivos sejam atingidos. No bacharelado em sistemas de informação, pela própria natureza interdisciplinar do curso, o estudante deve construir conhecimentos, competências e habilidades nas áreas de informática e administração e em outras áreas complementares. No entanto, o foco central de formação, que se institui nas inter- relações dessas áreas, é o desenvolvimento de sistemas de informação e sua integração no contexto das organizações. Para esse foco deve voltar-se a organização curricular, tendo presente o desenvolvimento de uma formação ao mesmo tempo técnica e humanística, geral e especializada. É essencial que o futuro profissional tenha uma formação que envolva o processo de engenharia e desenvolvimento de sistemas, aplicações da tecnologia da informação e também o contexto empresarial em que são desenvolvidos os sistemas. A organização curricular do curso deve prever a construção de um embasamento tecnológico em informática e, ao mesmo tempo, o desenvolvimento de competências em administração da informatização nas organizações. Configuram-se assim dois eixos de sustentação para o desenvolvimento da formação técnica do aluno: o da área da informática e o da administração. Na estruturação curricular, elementos interdisciplinares, que se localizam na fronteira entre esses dois eixos e que concretizam o relacionamento entre o contexto das organizações e a aplicação dos sistemas de informação, vão constituir o eixo FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 45 central da formação técnica do aprendiz: o eixo propriamente dito da formação em sistemas de informação. O profissional de sistemas de informação estará envolvido em equipes de trabalho nas quais o relacionamento interpessoal, a capacidade de comunicação, de análise crítica, de interpretação, entre outros aspectos, permeiam a qualidade do trabalho. portanto, além da formação técnica, é imprescindível que o estudante desenvolva competências e habilidades de comunicação, relacionamento, organização do trabalho em grupos de compreensão adequada ao contexto social, na perspectiva de uma atuação pessoal e profissional eficaz e, ao mesmo tempo, construtiva, justa, ética e responsável. De outra parte, quando se espera do egresso, de um lado, o entendimento de que a formação profissional é um processo contínuo de construção de competências e, de outro, a capacidade de utilizar os conhecimentos científicos e tecnológicos existentes e disponíveis e de produzir novos conhecimentos, torna-se necessário instrumentalizá-lo para o fazer científico. Uma formação complementar geral, humanística e instrumental deve agregar-se assim à formação técnica, de modo a que o egresso possa estar apto a lidar com a complexidade das relações e das demandas humanas e sociais. A área de sistemas de informação é muito ampla no que diz respeito à tecnologia e às respectivas formas de aplicação, e também muito dinâmica devido ao surgimento constante de novas tecnologias e mudanças significativas na forma de atuação das organizações que as utilizam. Os cursos de bacharelado em sistemas de informação focalizam os temas centrais na área, mas certamente não podem cobrir toda a gama de possibilidades em termos de formação específica. Da mesma forma verificam-se avanços teóricos e tecnológicos na área de formação complementar. Para permitir maior flexibilidade à formação profissional, torna-se, pois, relevante oportunizar, ao longo do curso, atividades de eleição do aluno segundo suas necessidades e interesses, mediante orientação e em ambas as áreas de formação. Em outras palavras, trata-se de lhe oportunizar uma formação suplementar específica. O desenvolvimento de competências e habilidades dentro dessa concepção curricular acontece de maneira contínua e gradual, isto é, em ciclos. O foco central de FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 46 formação, desenvolvimento e aplicação de sistemas de informação no contexto das organizações, reflete os objetivos do curso, permeia todo o processo de formação do profissional, em diferentes níveis de complexidade, e é abordado em cada ciclo de forma a contribuir para que os objetivos de aprendizagem sejam atingidos progressivamente. As metodologias educacionais, propostas pelos professores, compreendem: aulas expositivas, aulas práticas, seminários, painéis, estudos de casos, e outros métodos e técnicas de ensino, com apoio em tecnologia educacional condizente com o tipo de curso (CD-ROM's, vídeos, filmes, dispositivos, transparências, mapas, modelos funcionais, projetores multimídia e afins). Os programas de cada disciplina devem detalhar o ementário, além de indicar a bibliografia básica e a metodologia a ser adotada, com a aprovação da respectiva coordenação do curso. No sistema de avaliação do rendimento acadêmico, os critérios a serem aplicados estão regulamentados no Regimento Interno da Faculdade. É obrigatória apresentação e defesa de monografia ao final do curso perante uma banca examinadora composta por três professores a ser indicado pelo professor orientador. A composição da banca se dá com o orientador, um professor da casa e um convidado externo. A nota para aprovação deve ser mínima de 7,0(sete) pontos. O currículo pleno do Curso bacharelado em sistemas de informação está organizado conforme descrito na Matriz Curricular, e no Ementário das Disciplinas. 16 – Estágio curricular O estágio profissional consiste numa série de experiências que permitem ao futuro profissional de sistemas de informação vivenciar os conhecimentos e as técnicas adquiridas durante seu curso, numa ação ativa e reflexiva, aliando teoria e prática. Um instrumento que integra aperfeiçoamentos técnicos, culturais, científicos e humanos. O estágio profissional visa oferecer ao aluno oportunidade e subsídios para desenvolvimentode competência profissional em sistemas de informação e construir um meio eficaz para a consecução de atividades práticas que possibilite, simultaneamente: FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 47 A avaliação do aluno em relação aos conhecimentos adquiridos em sala de aula. Ajudar na fixação dos conteúdos teóricos. A capacitação para o futuro exercício da profissão. As práticas de extensão através de um serviço de atendimento à população, fazendo com que a Instituição cumpra com sua função social. O respeito aos critérios legais de excelência acadêmica. O estágio profissional do curso bacharelado em sistemas de informação é um dos requisitos para a integralização do curso, pois o mesmo faz parte da matriz curricular. Ele divide-se em duas disciplinas: estágio profissional I no 6º semestre e estágio profissional II no 7º semestre. Assim, o estágio profissional tem como objetivo principal integrar o aluno com o mercado de trabalho no desenvolvimento e na aplicação de atividades essencialmente práticas. Estas atividades serão realizadas em empresas que tenham parceria com a faculdade ou na própria empresa em que o aluno trabalha. Dessa forma, os discentes estarão em contato com o mercado de trabalho e poderão conhecer a realidade empresarial desenvolvendo atividades relacionadas ao diagnóstico de problemas nas empresas, esboço de propostas de soluções, projeto de soluções informatizadas, etc. Nesse sentido, considera-se de grande importância a interação da faculdade com o meio empresarial por meio de parcerias, possibilitando aproximar os meios empresariais e acadêmicos no conhecimento mútuo. Talvez o grande desafio dos cursos de sistemas de informação seja o de despertar e estimular as potencialidades da interação entre as empresas e a acadêmica no tocante ao desenvolvimento e aplicação de metodologias e tecnologias da informação. Uma das importantes mudanças que a sociedade está demandando é uma nova postura dos meios acadêmicos e empresariais, no sentido de atuarem como parceiros na educação de conteúdos de base técnica e aplicados. 17 – Atividade Complementar O projeto pedagógico do Curso bacharelado em sistemas de informação da FAPE, considerando a importância da existência de outras atividades acadêmicas na FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 48 formação do profissional, reservou um total de 200 (duzentas) horas para a realização de atividades complementares. Compreende-se que tais atividades ampliam os conteúdos das disciplinas que integram o currículo em sentido estrito, permitindo de forma mais efetiva, a interdisciplinaridade necessária ao profissional do novo milênio. A possibilidade de freqüentar cursos, seminários e outros eventos viabiliza a comunicação entre as diversas áreas da informática e outras ciências, cuja importância é evidente quando se deseja fazer uma leitura não só no contexto global, mas, sobretudo, no contexto social. A proposta também permite ao discente a participação na formação do seu currículo, atendendo à crescente demanda do conhecimento sem a conseqüente sobrecarga de creditação e no tempo de conclusão do curso. Tendo em vista a importância de preparar um profissional com capacidade crítica e reflexiva, que encontre soluções para um mundo em processo constante de mudanças, as atividades complementares têm um papel importante na formação crítica, reflexiva e construtiva que se quer oportunizar no curso. O curso estimulará o desenvolvimento dessas atividades, e buscará realizá-las, visando a atingir os objetivos acadêmicos, através de estreita parceria com outras instituições, de forma que seja possibilitada ao aluno uma contínua inserção no seu contexto social. Em termos formais, as atividades complementares encontram-se definidas em regulamento próprio, que, por sua vez, define forma e limites relativos à integralização das referidas atividades. São consideradas atividades complementares aquelas que atendam a todas as condições a seguir especificadas: Não estejam contempladas como conteúdo de disciplinas já integrantes da matriz curricular do curso. Sejam realizadas durante o período de vinculação do aluno ao curso. Sejam atividades relacionadas à área de formação do curso de sistemas de informação. Sejam atividades de livre escolha do acadêmico, observados os critérios estabelecidos nas normas da faculdade. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 49 O curso de sistemas de informação reconhece como atividade complementar o seguinte: Disciplinas extracurriculares. Monitorias em disciplinas pertencentes ao conteúdo obrigatório do curso. Projetos e programas de pesquisa e extensão orientados por docente e aprovadas pelo coordenador do curso. Eventos diversos na área de informática, tais como seminários, simpósios, congressos, conferências, aula magna, publicação de artigos, viagens de estudo, atividades de iniciação científica, prestação de serviços relevantes à comunidade, apresentação de trabalhos em congressos e seminários. Cursos de extensão presencial ou a distância. Estágio que não integra o estágio profissional obrigatório, aprovado pela coordenação do curso. Outras atividades que compreendam: Representação estudantil. Cursos de línguas. Assistir, comprovadamente, defesas de trabalhos de conclusão de curso de graduação em sistemas de informação. Atividades diversas, analisadas e autorizadas antecipadamente, em cada caso específico, pela coordenação do curso. 18 - Estrutura Curricular Os cursos de graduação apontam, como aspecto fundamental na composição dos currículos, a flexibilidade curricular. Essa flexibilidade expressa a importância que assume a configuração de um currículo que possibilite aos futuros profissionais a mobilidade nos sentidos teórico e prático da formação profissional. Trata-se de superar a rigidez com que eram tratados os currículos das graduações. Logo, a flexibilidade curricular permite a inovação e a construção cotidiana da identidade de cada curso. Assim, as atividades complementares confirmam essa flexibilidade, de acordo com o desenvolvimento ao longo da integralização do curso, a critério do aluno, respeitadas as cargas horárias exigidas na matriz curricular do curso. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 50 No que diz respeito à qualidade da estrutura curricular, a proposta para o Curso bacharelado em sistemas de informação da FAPE é 3.400horas/aula previstas para o seu currículo pleno, sendo divididas da seguinte forma: 3.040h de disciplinas obrigatórias, 80h projeto de Monografia (TCC), 80h de estágio profissional e 200h de atividades complementares. O projeto pedagógico do curso implica uma visão crítica, perpassando todas as disciplinas, sejam propedêuticas ou profissionalizantes. O currículo deve configurar-se como um sistema, de tal modo que os diferentes elementos que o constituem mantenham entre si uma articulação funcional. Nesse sentido, cada parte só tem razão de existir em relação orgânica com as demais partes constitutivas do currículo e em relação a este como um todo. Assim sendo, a estrutura curricular do curso define-se a partir da concepção de curso: ciclos de aprendizagem que se desenvolvem num gradiente de complexidade, em torno de um eixo centrale de dois outros de sustentação – para a formação técnica – e ao longo da formação complementar geral e suplementar específica. Para a definição dos ciclos, são considerados os objetivos gerais do curso, o perfil do egresso, os eixos de formação, o objeto de estudo e os objetivos específicos de cada ciclo, bem como as competências e habilidades a eles relacionadas. 18.1 – Matriz curricular do curso bacharelado em sistemas de informação 1º Semestre DISCIPLINA C.H. Algoritmos e Estrutura de Dados I 80 Fundamentos da Computação I 40 Fundamentos Matemáticos para Informática 80 Inglês Técnico 40 Laboratório de Programação I 80 Lógica I 40 Português Técnico 40 Total 400 2º Semestre DISCIPLINA C.H. Administração 40 FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 51 Algoritmos e Estrutura de Dados II 80 Fundamentos da Computação II 40 Laboratório de Programação II 80 Lógica II 40 Metodologia Científica 40 Noções de Cálculo Diferencial e Integral 80 Total 400 3º Semestre DISCIPLINA C.H. Álgebra Linear e Geometria Analítica 80 Algoritmos e Estrutura de Dados III 80 Fundamentos de Sistema de Informação 40 Laboratório de Programação III 80 Organização e Arquitetura de Computadores 40 Organização, Sistemas e Métodos 40 Teoria Geral dos Sistemas 40 Total 400 4º Semestre DISCIPLINA C.H. Banco de Dados I 80 Contabilidade e Custos 40 Engenharia de Software I 80 Paradigmas de Linguagens 80 Probabilidade e Estatística 80 Psicologia Aplicada a Sistemas de Informação 40 Total 400 5º Semestre DISCIPLINA C.H. Banco de Dados II 80 Engenharia de Software II 80 Gerência de Projeto de Software 80 Redes de Computadores 80 Sistemas Operacionais 80 Total 400 6º Semestre FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 52 DISCIPLINA C.H. Avaliação de desempenho de sistemas 80 Economia 40 Estágio Profissional I 40 Gerência de Redes de Computadores 80 Inteligência Artificial e Sistemas Especialistas 80 Multimídia e Interfaces Homem-Máquina 80 Total 400 7º Semestre DISCIPLINA C.H. Auditoria e Segurança de Sistema 80 Computação Gráfica 80 Estágio Profissional II 40 Sistemas Distribuídos 80 Sistemas Integrados 40 Sociologia 40 Trabalho de Conclusão I 40 Total 400 8º Semestre Empreendedorismo 80 Legislação em Informática e Ética 80 Tópicos Avançados em Banco de Dados 40 Tópicos Avançados em Internet 40 Tópicos Avançados em Programação 40 Tópicos Avançados em Rede 40 Tópicos Avançados em Sistemas de Informação 40 Trabalho de Conclusão II 40 Total 400 Componentes Curriculares Disciplinas Obrigatórias 3.040 Projeto Monografia 80 Estágio Profissional 80 Total 3200 Conteúdos obrigatórios extra-curriculares Atividades Complementares 200 Total 200 FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 53 É obrigatória a defesa de monografia perante banca examinadora no último semestre do curso. Escolheu-se o regime semestral que mantém convergência com os objetivos do curso, o perfil do profissional desejado e as condições sócio-econômicas e culturais da cidade-sede e região. 19 - Metodologia A proposta do curso deverá estar em consonância com os demais elementos que compõem o projeto pedagógico. Na definição da concepção metodológica, há de se ter presente a concepção da organização curricular: os eixos central e de sustentação em torno dos quais se desenvolve a formação técnica, os ciclos de aprendizagem, bem como a formação complementar geral e suplementar específica. Em conformidade com a concepção curricular descrita, independentemente da estrutura formal pela qual se venha a optar, e tendo em conta os referenciais epistemológico-pedagógicos para os quais aponta a concepção contemporânea de ciência, a resolução de situações problema, mediante procedimentos próprios ao fazer científico, mostra-se como uma opção metodológica pertinente para dar sustentação às atividades de ensino-aprendizagem. De acordo com Santos (2000, p.22): Estabelecer objetivos de ensino não pode mais equivaler a objetiar conteúdos (característica própria da pedagogia tradicional e da ciência dogmática); consiste, antes, em identificar situações-problema com as quais o aluno deverá lidar, para o que deverá acessar, sistematizar (selecionando, descrevendo, analisando, sintetizando, etc) e utilizar conhecimentos disponíveis e necessários, e, quando for o caso, tornando-os, eles próprios, uma situação-problema. Fundem-se assim, no ensino, o processo científico e o pedagógico: uma pedagogia que, fundamentada no processo cientíico, traduz- se essencialmente pelo ato de facilitar, de criar condições para que o aluno aprenda o fazer científico. Assim, do ponto de vista metodológico, o curso propicia que seja levada a efeito o trinômio ação – reflexão – ação, e o processo de ensino aprendizagem passa a: Contribuir para tornar o aluno, de fato, sujeito ativo de sua aprendizagem. Contribuir para o processo de assimilação e elaboração do conhecimento, através do exercício de habilidades cognitivas, entre outras, as que tornam presente o objeto de conhecimento para o sujeito; estabelecem relações com e FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 54 entre os objetos e as que envolvem a aplicação de conhecimentos e resolução de problemas inéditos. Articular e vincular o conjunto de conteúdos, de forma a contribuir para o desenvolvimento e ou aprimoramento, principalmente das competências e habilidades de interesse. A abordagem metodológica de ensino deve estar centrada no uso de tecnologias modernas para o ensino e a prática de pesquisa. Isto requer uma atualização constante com relação ao uso de novas técnicas e tecnologias no ensino de conteúdos da área. Como a evolução tecnológica é constante, isto requer um contínuo processo de mudança nas práticas pedagógicas visando manter o curso em dia com estas mudanças. Tais mudanças não se referem somente ao ambiente tecnológico objeto de pesquisa e estudo do professor, mas também das próprias adoções e usos de novas tecnologias no ensino. Neste sentido, por tratar-se de uma matéria absolutamente aplicada, a indústria e o meio empresarial devem ser parceiros constantes da academia. Esta deve estar ciente das necessidades e expectativas do mercado de trabalho visando manter o currículo sempre adequado às expectativas e demandas futuras do mercado. Na esfera técnica, no tocante ao uso da infra-estrutura tecnológica, parcerias com empresas devem ser estimuladas, possibilitando aproximar os meios empresariais e acadêmicos no conhecimento mútuo. Os objetivos deverão ser alcançados por meio de aulas teóricas, práticas e trabalho por projetos, com intensa participação dos estudantes, através de mecanismos que os incentivem a participar efetivamente, com um elenco de disciplinas interrelacionadas, culminando no desenvolvimento, implementação e documentação de um projeto e sua respectiva descrição detalhada na forma de monografia. Os conteúdos programáticos e as atividades planejadas visam permitir a capacitação dos profissionais na área, formados com um conhecimento abrangente acerca das questões que envolvem os sistemas de informação. O projeto tem como escopo o de um curso de bacharelado moderno e humanista, desenvolvido para a formação deprofissionais competentes no que diz respeito às necessidades de um mundo em rápida transformação sócio-econômica e ao FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 55 resgate das relações humanas, ou seja, na direção em que o ser humano aparece como verdadeiro valor. Pretende-se ainda, a formação de uma mentalidade profissional que incorpore os alunos à realidade regional, com capacidade de utilizar técnicas inovadoras, desenvolvidas por meio de viagens culturais, seminários, palestras e estágios. A metodologia de ensino superior utilizada pelos professores é diversificada e abrange técnicas individualizadas e socializantes. Sendo que, nos processos individualizantes os professores utilizam-se de técnicas como: aula expositiva, estudo dirigido, estudo de caso, fichas didáticas e outras. Nas socializantes, predominam a dinâmica de grupo, debates, discussão, grupo de observadores e verbalização, dramatização, seminários e simpósios, visitas e entrevistas a instituições. O trabalho metodológico dos professores procura envolver o acadêmico na aprendizagem e na criação de uma nova postura e concepção, enfatizando o desenvolvimento da capacidade de tomada de decisão, fazendo-o assumir responsabilidade técnica e descobrindo a pesquisa. A avaliação referente ao processo acadêmico é realizada conforme estabelecida no regimento da FAPE. Através de atividades curriculares e verificações parciais, sendo, de acordo com o MEC uma avaliação de aprendizagem, observando os seguintes critérios: Avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais; Que o processo avaliativo seja orientado para a realimentação do esforço do aluno à medida que os resultados das atividades de avaliação sejam discutidos a fim de servirem para orientar o seu esforço de aprendizagem, indicando erros e limitações, sugerindo rumos e advertindo sobre riscos e não apenas comunicando aos alunos. Muito embora os cursos de graduação tenham por função precípua a formação profissionalizante, o que deve caracterizar o seu nível superior é o compromisso com a construção do conhecimento e não apenas a sua transmissão. O domínio do conhecimento é condição indispensável, mas não suficiente, pois o que lhe dá maior sentido e adequabilidade é o aprender a lidar criativamente com o mesmo, buscando o FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 56 seu avanço, ou seja, de acordo com Senge, aprender a aprender. Nesse sentido, aprender a aprender é condição necessária para que o profissional possa assimilar os sistemas de informação. 20 – Ementário e bibliografia Primeiro Semestre Algorítimos e Estrutura de Dados I – 80h: Construção de algorítimos. Programação imperativa: algoritímos e estruturas de dados primitivas. Subalgoritmos. Estrutura de dados homogêneas e heterogêneas: Registros, Vetores e Matrizes. Recursividade. Bibliografia básica GUIMARÃES, Ângelo de Moura & LAGES, Nilton Alberto de Castilho. Algoritmos e Estrutura de Dados. Rio de Janeiro: LTC Editora 1994. Bibliografia complementar SCHMITZ, Eber Assis & TELES, Antonio Aníbal de Souza. Pascal e Técnicas de Programação. Editora LTC, 1986. FARRER, Harry at Ali. Algoritmos Estruturados. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Kougar, 1989. Fundamentos da Computação I – Histórico da computação. Computadores: estrutura funcional; periféricos; organização básica da UCP. Estrutura de software: noções de redes; dispositivos de armazenamento; estruturas de sistemas operacionais; utilitários; linguagem de programação; compiladores e interpretadores. Processamento de dados: tipos de equipamentos disponíveis; noções de sistemas de informação; uso do computador em organizações. Unidade de aritmética e lógica. Memória. Interfaces de entrada e saída. Bibliografia básica MEIER, Marilyn. Nosso futuro e o Computador. Porto Alegre: Bookman, 2000. Bibliografia complementar VELLOSO, Fernando de Castro. Informática – Conceitos Básicos. Rio de Janeiro: Campus, 1997. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 57 BROOKSHEAR, J. Glenn. Ciência da Computação – Uma visão Abrangente. 5 ed. Porto Alegre: Bookman, 2000. CEBRIAN, Juan Luis. A Rede. São Paulo: Summus, 1999. BIZZOTTO, Carlos Eduardo Negrão. Informática Básica. Florianópolis: Visual Books, 1999. ALBERTIN, Alberto Luiz. Administração de Informática: funções e fatores críticos de sucesso. São Paulo: Atlas, 2001. Fundamentos Matemáticos para Informática – 80h: Teoria dos Conjuntos. Vetores, matrizes e determinantes. Sistemas Lineares. Indução, recursão e relações de ordem. Bibliografia básica BOLDRIN, J. L. Álgebra Linear. 2 ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1985. Bibliografia complementar GIOVANNI, José Ruy. Matemática Segundo Grau. São Paulo: Ática, 1988. SETANI, Vitor. Matemática Segundo Grau. São Paulo: Ática, 1984. BOLDRIN, José Luiz. Álgebra Linear. 2 ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1985. LIMA, R.B. Elementos de Álgebra Linear. São Paulo: Nacional, 1996. IEZZI, Gelson. Matemática 2º Grau. São Paulo: Saraiva, 2000. Inglês Técnico – 40h: Estudo de textos específicos da área de computação visando compreensão. Aspectos gramaticais e morfológicos pertinentes à compreensão. Desenvolvimento e ampliação das estratégias de leitura. Bibliografia básica BERLITZ, C. Inglês: passo a passo. São Paulo: Martins Fontes, 1999. GALANTE, T. P.; LAZARO, S. P. Inglês básico para informática. 6 ed. São Paulo: Atlas, 1995. GLENDINNING, Eric H. and MCEWAN, John. Basic English for Computing. Oxford University Press, 1999. Bibliografia complementar BROWN, B.P.C. English for Computing. Oxford University Press, 1994. COLLIN, S. M. H. Dictionary of Computing, 2nd edition, Peter Collin Publishing. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 58 GALANTE, T. P.; POW, E. M. Inglês para processamento de dados. 6 ed. São Paulo: Atlas, 1996. MURPHY, r. Essential Grammar in Use. Cambridge: Cambridge university Press, 1992. RILLEY, David. Vocabulary for Computing. Peter Collin Publishing Ltda, 1999. Laboratório de Programação I – 80h: Linguagem de Programação estruturada. Tipos de Dados Básicos e estruturados. Comandos das Linguagens de Programação. Bloco Estruturado. Sintaxe e Semântica. Interrupções. Modularização. Bibliografia básica O’BRIEN, S. K. Turbo Pascal 6.0: Completo e Total. São Paulo: McGraw-Hill, 1993. Bibliografia complementar ASCENCIO, Ana Fernanda Gomes. Lógica de Programação com PASCAL. São Paulo: Makron Books, 2000. WORTMAN, Leon. Programando em Turbo PASCAL com Aplicações. São Paulo: Campus, 1988. SEBESTA, Robert W. Conceitos de Linguagens de Programação. 4 ed. Porto Alegre, 2000. Lógica I – 40h: Circuitos lógicos. Álgebra Booleana. Lógica Sentencial e de Primeira Ordem. Sistemas Dedutivos Naturais e Axiomáticos. Completeza, Consistência e Coerência. Formalização de Problemas, Noções de Programação em Lógica (PROLOG). Bibliografia básica DAGHLIAN, Jacob. Lógica e Álgebra de Boole. São Paulo: Atlas, 1998. Bibliografia complementar GERSTING, Judith L. Fundamentos Matemáticos para a Ciência da Computação. 3 ed. Rio de Janeiro: Edutex, 1995. CIRINO, Hélio Fernando Ferreira. Lógica Matemática: Lógica Digital. Campinas:Papirus, 1984. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 59 COSTA, Newton C. A. A Lógica Indutiva e Probabilidade. São Paulo: EdUSP, 1998. Português Técnico – 40h: Acentuação, concordância. Pontuação. Crase. Técnicas de redação: descrição, narração, dissertação. Interpretação de textos. O padrão culto do português. Bibliografia básica ALMEIDA, Antônio Fernando de. e ALMEIDA, Valéria Silva Rosa de. Português Básico: Gramática, Redação, Texto. São Paulo: Atlas, 1999. BUIN, I. Aquisição da escrita coerência e coesão. São Paulo: Contexto, 2002. HENRIQUES, A. Língua portuguesa: noções básicas para cursos superiores. 7 ed. São Paulo: Atlas, 2004. Bibliografia complementar CUNHA, Celso. Gramática do Português Contemporâneo. São Paulo, Editora Descubra, 1971. GRANATIC, Branca. Técnicas Básicas de Redação. São Paulo, Scipione, 1988. HILDEBRAND, André de. Curso de Redação. São Paulo, Editora Moderna, 1988. KOCH, I. A coerência textual. 11 ed. São Paulo: Contexto, 2001. MARTINS, Dileta & ZILBERNOP, Lúcia Scliar. Português Instrumental. Porto Alegre, Editora Sagra – DC Luzzatto, 1995. MEDEIROS, João Bosco. Comunicação Escrita – A Moderna Prática da Redação (edição revisada). São Paulo, Editora Atlas, 1992. Segundo Semestre Administração – 40h: Introdução geral à administração. Processo administrativo: o estado das funções administrativas. Idéia central da teoria da administração. Administração por objetivos. Teoria dos sistemas. Desenvolvimento organizacional. Estudos de caso. Modelos de gestão. Bibliografia básica CHIAVENATO, I. Introdução à teoria geral da administração. 6 ed. Rio de Janeiro: Campus, 2000. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 60 LACOMBE, F. J. M.; HEILBORN, G. L. J. Administração: princípios e tendências. São Paulo: Saraiva, 2003.. ROBBINS, Stephen Paul. Administração: mudanças e perspectivas. São Paulo: Saraiva, 2000. Bibliografia complementar CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. Ed. McGraw- Hill. DRUCKER, P. F. Administração em tempos de grandes mudanças. São Paulo: Pioneira, 1994. HAMPTON, D. H. Administração contemporânea. 2 ed. São Paulo: McGraw Hill, 1983. MAXIMIANO, A. C. A. Teoria geral da administração: da revolução urbana à revolução digital. São Paulo: Atlas, 2005. MONTANA, Patrick J. Administração. Patrick J. Montana e Bruce H. Charnov. Tradução Robert Brian Taylor. Revisão técnica Reinaldo º da Silva. São Paulo: Saraiva, 1999. STONER, James A.F. FREEMAN, R. Edward. Administração. 5ª ed. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil, 1995. Algorítimos e Estrutura de Dados II – Estruturas de dados: listas. Filas. Pilhas. Árvores. Conjuntos. Grafos. Algorítimos para manipulação das estruturas de dados estudadas. Bibliografia básica GUIMARÃES, A. de M.; LAGES, N. A. de C. Algorítimos e estrutura de dados. Rio de Janeiro: LTC, 1994. SCHMITZ, E. A.; TELES, A. A. de S. Pascal e técnicas de programação. Rio de Janeiro: LTC, 1986. Bibliografia complementar FARRER, H. et al. Algorítimos estruturados. Rio de Janeiro: Guanabara Kougar, 1989. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 61 Fundamentos da Computação II – 40h: Conceitos básicos de teoria da computação. Máquinas universais e computabilidade. Linguagens formais e automatos. Bibliografia básica DALTRINI, B. M. Introdução à sistemas de computação digital. São Paulo: Makron Books, 1999. DIVERIO, T. A. Teoria da computação: máquinas universais e computabilidade. Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 1999. MEIER, Marilyn. Nosso futuro e o Computador. Porto Alegre: Bookman, 2000. NORTON, P. Introdução à informática. São Paulo: Makron Books, 1996. Bibliografia complementar ALBERTIN, Alberto Luiz. Administração de Informática: funções e fatores críticos de sucesso. São Paulo: Atlas, 2001. BIZZOTTO, Carlos Eduardo Negrão. Informática Básica. Florianópolis: Visual Books, 1999. BROOKSHEAR, J. Glenn. Ciência da Computação – Uma visão Abrangente. 5 ed. Porto Alegre: Bookman, 2000. CEBRIAN, Juan Luis. A Rede. São Paulo: Summus, 1999. VELLOSO, F. de C. Informática: conceitos básicos. Rio de Janeiro: Campus, 1999. Laboratório de Programação II – 80h: Linguagem de programação orientada a objetos. Concepção e implementação de programas orientados a objetos. Bibliografia básica LEÃO, Marcelo. DELPHI 6 & KYLIX – Curso Completo. Rio de Janeiro: Axcel Books, 2001. SCHMITZ, E. A. Pascal e técnicas de programação. Rio de Janeiro: LTC, 1999 Bibliografia complementar BLUE, Ted. Desenvolvendo Banco de Dados em Delphi. São Paulo: Makron Books, 1997. FACUNTE, Emerson. Delphi 5 – Desenvolvendo Aplicações Cliente/Servidor. Rio de Janeiro: Brasport, 1999. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 62 LONGO, Maurício B. Delphi 4 Total – Aplicações para a Internet. Rio de Janeiro: Brasport, 1998. SEBESTA, Robert W. Conceitos de Linguagens de Programação. 4 ed. Porto Alegre, 2000. STAA, Arndt von. Programação Modular. Rio de Janeiro: Campus, 2000. SONNINO, Bruno. Desenvolvendo Aplicativos em Delphi 6. São Paulo: Makron Books, 2001. SONNINO, Bruno. KYLIX – Delphi para Linux. São Paulo: Makron Books, 2001. Lógica II – 40h: Completeza, Consistência e Coerência. Formalização de Problemas, Noções de Programação em Lógica (PROLOG). Bibliografia básica DAGHLIAN, Jacob. Lógica e Álgebra de Boole. São Paulo: Atlas, 1998. Bibliografia complementar ALENCAR FILHO, Edgard de. Iniciação à Lógica Matemática. São Paulo: Nobel, 1999. GERSTING, Judith L. Fundamentos Matemáticos para a Ciência da Computação. 3 ed. Rio de Janeiro: Edutex, 1995. CIRINO, Hélio Fernando Ferreira. Lógica Matemática: Lógica Digital. Campinas: Papirus, 1984. COSTA, Newton C. A. A Lógica Indutiva e Probabilidade. São Paulo: EdUSP, 1998. Metodologia Científica – 40h: Noções gerais, tipologia, métodos e técnicas de pesquisa. Planejamento experimental. Metodologia da revisão bibliográfica. Organização e redação de textos técnicos científicos. Elaboração de relatórios e monografias. Bibliografia básica ANDRADE, M. M de. Introdução à metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas, 1996. CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A. Metodologia científica. São Paulo: McGraw-Hill, 2002. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 63 FERRARI, Alfonso Trujillo. Metodologia da Pesquisa Científica. São Paulo: McGraw- Hill, 1982. GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 1996. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. De A. Metodologia científica. São Paulo: Atlas, 1996. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 20 ed. São Paulo: Cortez, 1996. Bibliografia complementar DEMO, Pedro. Introdução à metodologia da ciência. São Paulo: Átlas, 1991. GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Átlas, 1995. LUNA, Sérgio Vasconcelos de. Planejamento de Pesquisa: uma introdução. São Paulo: EDUC. 2000. POPPER, Kar Raimund. A lógica da pesquisa científica. São Paulo: Cultrix, 1972. SOLOMÓN, Décio Vieira. Como fazer uma monografia. São Paulo: Martins Fontes, 1994. Noções de Cálculo Diferencial e Integral – 80h: Funções. Limite e Continuidade. Derivadas. Integrais.Bibliografia básica FLEMMING, Diva Marília. Cálculo A: Limite, derivação, integração. São Paulo: Makron Books, 1992. GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. 2. e.d. Rio de Janeiro: Editora Ltda, 1987. HOFFMANN, Laurence D. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações 1. Rio de Janeiro: McGraw-Hill, 1995. Bibliografia complementar CLAUDIO, Dalcídio Moraes. Cálculo Numérico Computacional: Teoria e Prática. 3 ed. São Paulo: Átlas, 2000. FLEMMING, Diva Marília. Cálculo A: Limite, derivação, integração. São Paulo: Makron Books, 1992. GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. 2. e.d. Rio de Janeiro: Editora Ltda, 1987. HOFFMANN, Laurence D. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações 1. Rio de Janeiro: McGraw-Hill, 1995. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 64 SWOKOWSKI, Earl William. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books, 1994. Terceiro Semestre Álgebra Linear e Geometria Analítica – 80h: Álgebra de vetores. A reta no espaço. Plano. Cônicas e quádricas. Sistemas de equações lineares. Espaços vetoriais. Transformações lineares. Bibliografia básica HOSTETLER, Robert P. Cálculo com Geometria Analítica. Rio de Janeiro: LTC, 1998. LARSON, Holand E. Cálculo com Geometria Analítica. Rio de Janeiro: LTC, 1998. LAY, David, C. Álgebra Linear e suas aplicações. Rio de Janeiro. LTC. 1999. Bibliografia complementar HOSTETLER, Robert P. Cálculo com Geometria Analítica. Rio de Janeiro: LTC, 1998. LARSON, Holand E. Cálculo com Geometria Analítica. Rio de Janeiro: LTC, 1998. LIPSCHUTZ, Sey Mour. Álgebra Linear: teoria e problemas. São Paulo: Makron Books, 1994. SWOKOWSKI, Earl William. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books, 1994. Algorítimos e Estrutura de Dados III – 80h: Ordenação. Pesquisa. Metodologias de desenvolvimento de algoritmos. Complexidade de algoritmos. Tópicos especiais em algoritmos. Bibliografia básica VELOSO, Paulo; SANTOS, Clésio dos., AZEREDO, Paulo; FURTADO, Antonio. Estrutura de Dados, Campus. 1983. Bibliografia complementar AZEREDO, Paulo A. Métodos de classificação de dados e análise de suas complexidades. Campus, 1996. RABUSKE, Márcia Aguiar. Introdução à Teoria dos Grafos. Editora da UFSC, 1992. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 65 PREISS, Bruno R. Estrutura de Dados e Algoritmos. Editora Campus. 1a. Edição. IBPI, Estrutura de Dados com Pascal. Editora Infobook, 1993. LUZZARDI, Paulo Roberto Gomes. Estrutura de Dados. EDUCAT – Univ. Católica de Pelotas, 1996. NETTO, Paulo Osvaldo Boaventura. Grafos: Teoria, Modelos e Algortimos. Editora Edgard Blücher Ltda, 2001. Fundamentos de Sistemas de Informação – 40h: Fundamentos e classificação de sistemas de informação. Conceitos de sistema. Componentes e relacionamentos de sistema. Custo/valor e qualidade da informação. Vantagem competitiva e informação. Especificação, projeto e reengenharia de sistemas de informação. Características do profissional de sistemas de informação e carreiras de sistemas de informação. Sistemas de informações gerenciais, de apoio à decisão, de suporte a Executivos, groupware. Economia Digital. Bibliografia básica LAUDON, Kenneth C. e LAUDON, Jane Price. Sistemas de Informação com Internet. 4. ed. Editora LTC, 1999. O’BRIEN, James A. Sistemas de Informação e as Decisões na Era da Internet. Editora Saraiva, 2002. Bibliografia complementar LAUDON, Kenneth C. e LAUDON, Jane Price. Gerenciamento de Sistemas de Informação. LTC, 2001. CUNNINGHAM, Michael J. B2B - Como Implementar Estratégias de ECommerce. Rio de Janeiro: Campus, 2001. HABERKORN, Ernesto. Teoria do ERP. Makron Books, 1999. MACHADO, Felipe Nery Rodrigues. Projeto de Datawarehouse – Uma Visão Multidimensional. Editora Érica, 2000 Laboratório de Programação III – 80h: Desenvolvimento de projetos de programação envolvendo tópicos avançados em linguagens de programação utilizando uma linguagem de programação de Alto Nível. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 66 Bibliografia básica REED JUNIOR, Paul R. Desenvolvimento de aplicativos com visual basic e uml. São Paulo: Makron Books, 2000. PETROUTSOS, Evangelos. Dominando a programação de banco de dados com visual basic: a bíblia. São Paulo: Makron Books, 2000. Bibliografia complementar BLUE, Ted. Desenvolvendo Banco de Dados em Delphi. São Paulo: Makron Books, 1997. FACUNTE, Emerson. Delphi 5 – Desenvolvendo Aplicações Cliente/Servidor. Rio de Janeiro: Brasport, 1999. Books, 2001. SONNINO, Bruno. KYLIX – Delphi para Linux. São Paulo: Makron Books, 2001. Organização e Arquitetura de Computadores – 40h: Representação dos dados: sistemas de numeração. Aritmética de Máquina. Álgebra de Boole: Mapa de Karnaugh e Portas Lógicas. Circuitos combinacionais, seqüênciais. Arquitetura básica de um processador: Memórias, E/S, Interrupções, Barramento e UCP. Arquitetura Risc e Cisc. Pipeline. Paralelismo de baixa granularidade. Processadores superescalares e superpipeline. Multiprocessadores. Multicomputadores. Arquiteturas paralelas e não convencionais. Noções de Linguagem de montagem. Bibliografia básica MONTEIRO, Mário A. Introdução a Organização de Computadores. 3 ed. Rio de Janeiro: LTC, 1996. Bibliografia complementar MURDOCA, Miles J., HEURING, Vincent P. Introdução a Arquitetura de Computadores. Rio de Janeiro: Campus, 2001. Organização, Sistemas e Métodos – 40h: Metodologias, técnicas e ferramentas para o diagnóstico de modelos organizacionais e para a proposição de Planos de Melhorias, como suporte estrutural às estratégias de negócios de empresas e instituições. Integração dos processos de O&M e a área de sistemas de informação. Bibliografia básica FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 67 CURY, A. Organização e métodos: uma visão holística. São Paulo: Atlas, 2000. Bibliografia complementar BALLESTERO-ALVAREZ, M. E. Manual de Organização, sistemas a métodos. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2000. CHINELATTO Filho, João. O&M integrado à informática: comportamento, sistemas, métodos, mecanização. Rio de Janeiro: LTC, 2000. CRUZ, Tadeu. Sistemas, organização e métodos: estudo integrado das novas tecnologia de informação. 3ed. São Paulo: Atlas, 2000. Teoria Geral dos Sistemas – 40h: Teoria Geral de Sistemas. Abordagens sistêmicas para resolver problemas. Visão sistêmica nas organizações. Modelagem de sistemas. Processo de construção de modelos. Sistemas de informação administrativos. Planejamento estratégico de sistemas de informação. Bibliografia básica LAUDON, C. Kenneth & Jane Price Laudon. Sistemas de Informação. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. STAIR, Ralph M. Princípios de sistema de informação: uma abordagem gerencial. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998. Bibliografia complementar MORGAN, G. Imagens da organização. São Paulo: Atlas, 1999. SENGE, P. A quinta disciplina: teoria e prática da organização de aprendizagem. São Paulo: Best-Seller, 1990. Quarto Semestre Banco de Dados I – 80h: SGBD: histórico e características. Aspectos de modelagem e projeto de banco de dados: conceitos, dependência funcional, restrições de integridade e formas normais. Álgebra relacional. SQL: linguagem de definição de dados, linguagem de manipulação, visões. Modelagem conceitual. Implementação de um modelo de dados em um sistemagerenciador de banco de dados. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 68 Bibliografia básica MACHADO, F. N. R. Projeto de banco de dados: uma visão prática. São Paulo: Érica, 1996. SETZER, V. W. Banco de dados: conceitos modelos gerenciadores projeto lógico projeto físico. São Paulo: Edgar, 1999. Bibliografia complementar GARCIA-MOLINA, H.; ULLMAN, J. D.; WIDOM, J. Implementação de sistemas de banco de dados. Rio de Janeiro: Campus, 2001. ÖZSU, M. T.; VALDURIEZ, P. Princípios de banco de dados distribuídos. Rio de Janeiro: Campus, 2001. PATRICK, J. J. SQL fundamentos. São Paulo: Berkeley Brasil, 2002. Contabilidade e Custos – 40h: Noções preliminares. Noções de balanço patrimonial. Procedimentos contábeis básicos. Problemas contábeis diversos. Demonstrações financeiras. Abordagem prática. Introdução à contabilidade de custos. Contabilidade de custos por ordens de produção. Contabilidade de custos por processo contínuo. Bibliografia básica MARTINS, E. Contabilidade de custos. São Paulo: Atlas, 2000. SANTOS, J. J. Análise de custos: custo marginal, relatórios e estudos de casos. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2000. Bibliografia complementar BORNIA, A. C. Análise gerencial de custos: aplicação em empresas modernas. São Paulo: Bookman, 2002. DUTRA, R. G. Custos: uma abordagem prática. São Paulo: Atlas, 1996. Engenharia de Software I – 80h: Fundamentos da engenharia de software. Definição de requisitos e validação. Análise e projetos de sistemas. Ciclo de vida. Manutenção de software. Metodologia de desenvolvimento de sistemas. Ferramentas CASE. Estimativas e custos de software. Projeto de implantação e documentação. Reengenharia. Teste de programas. Projeto de interfaces. Desenvolvimento de uma aplicação prática exercitando o ciclo de vida de desenvolvimento de software. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 69 Bibliografia básica PRESSMAN, R. S. Engenharia de software. São Paulo: Makron Books, 1995. Bibliografia complementar YORDON, E.; ARGILA, C. Análise baseada em objetos. São Paulo: Makron Books, 1999. PFLEEGER, S. L. Engenharia de software: teoria e prática. São Paulo: Prentice Hall, 2004. Paradigmas de Linguagens – 80h: Conceitos e avaliação de linguagens de programação. Paradigmas de programação imperativo, funcional e lógico: características e aplicações. Visão geral das principais linguagens representativas de cada paradigma. Conceitos básicos compiladores. Bibliografia básica MELO, A. C. V.; SILVA, F. S. C. Princípios de linguagens de programação. São Paulo: Edgard Blücher, 2003. VAREJÃO, F. Linguagens de programação: conceitos e técnicas. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. Bibliografia complementar AQUINO, J. C. G. X.; LEMAY, L. Aprenda em 21 dias Java 2. Rio de Janeiro: Campus, 1999. GHEZZI, C. Conceitos de linguagens de programação. Rio de Janeiro: Campus, 1997. PRICE, A. M. de A.; TOSCANI, S. S. Implementação de linguagens: compiladores. Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 2000. RUMBAUGH, J. Modelagem e projetos baseados em objetos. 8 ed. Rio de Janeiro: Campus, 1994. SEBESTA, R. W. Conceitos de linguagens de programação. Porto Alegre: Bookman, 2000. Probabilidade e Estatística – 80h: Conceitos básicos. Termos do estudo estatístico, métodos, população, amostra, variáveis, dados, apresentação dos dados, séries, FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 70 gráficos, medidas de tendência central, medidas de posição e dispersão. Introdução, história e conceitos preliminares de probabilidade. Eventos e teoremas, regras de probabilidade. Distribuições de probabilidades: introdução, variáveis aleatórias, propriedade, valor esperado, distribuição binominal, Poisson, normal. Objetivos da análise, comportamento e característica, tendência, ajustamento, interpolação, correlação e regressão, projeções. Bibliografia básica BARBETTA, P. A. Estatística aplicada às ciências sociais. 4º edição. Edição. Editora da UFSC, Florianópolis, 2001. SPEGEL, M. R. Estatística. São Paulo: McGraw-Hill, 1993. Bibliografia complementar AZEVEDO, A. G. & CAMPOS, P. H. B. Estatística Básica. Rio de Janeiro: LTC. BUSSAB, Wilton O. & MOREIRA, P. A Estatística Básica. 5. ed São Paulo: Saraiva, 2002. OLIVEIRA, F.; MARTINS, E. de. Estatística e probabilidade: exercícios resolvidos e propostos. 2 ed. São Paulo: Atlas, 1999. TOLEDO, Geraldo L. & OVALE, Ivo Izidoro. Estatística Básica. Atlas, 2000. VIEIRA Sônia, Princípios de Estatística. São Paulo: Pioneira, 1999. Psicologia Aplicada a Sistemas de Informação – 40h: Pessoa, personalidade e trabalho. Motivação. Relações interpessoais com ênfase no processo de interação analista-usuário. Trabalho em equipe. Liderança e poder. Agente de mudança: compreensão e ação frente aos processos de mudança de base tecnológica visando enfrentar e vencer desafios. Bibliografia básica BARROS, C. S. G. pontos de psicologia geral. 3 ed. São Paulo: Ática, 1986. BOCK, A. M. B. Psicologias: uma introdução ao estudo da psicologia. 13 ed. Ref. e aum. São Paulo: Saraiva, 2003. BERGAMINI, C.W. Psicologia aplicada à administração de empresas: psicologia do Comportamento organizacional. São Paulo: Atlas. 1990. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 71 Bibliografia complementar BOWDITTCH, J. L., BUONO, A. F. Elementos do Comportamento Humano. São Paulo: a. Pioneiras. 1992. CHANLAT, J. F. et al. O indivíduo na organização: dimensões esquecidas. São Paulo: Atlas, 1993. DE MASI, Domenico. O futuro do trabalho: fadiga e ócio na sociedade pós- industrial. Rio de Janeiro: José Olympio. 1999. FRANÇA, Ana Cristina L. e Rodrigues, Avelino Luiz. Stress e trabalho: Guia básico com abordagem psicossomática. São Paulo: editora Atlas. 1997 MINICUCCI, A. Técnicas do trabalho em grupo. São Paulo: Atlas. 1992. VERGARA, Sylvia Constant. Gestão de Pessoas. São Paulo: Ática. 1999. Quinto Semestre Banco de Dados II – 80h: Arquitetura de SGBD. Conceitos: transação, concorrência, recuperação, segurança, integridade, distribuição e auditoria. Técnicas de implementação. Bibliografia básica DATE, C. J. Introdução aos Sistemas de Banco de Dados. Rio de Janeiro: Campus, 1999. MACHADO, F. N. R. Projeto de banco de dados: uma visão prática. São Paulo: Érica, 1996. SETZER, V. W. Banco de dados: conceitos modelos gerenciadores projeto lógico projeto físico. São Paulo: Edgar, 1999. Bibliografia complementar COFFMAN, Gayle. SQL server 7 completo e total: guia de referências. São Paulo: Makron Books, 2000. GARCIA-MOLINA, H.; ULLMAN, J. D.; WIDOM, J. Implementação de sistemas de banco de dados. Rio de Janeiro: Campus, 2001. HEUSER, Carlos Alberto. Projeto de banco de dados. Sagra. 2000. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 72 KROENKE, David. Banco de Dados: Fundamentos, Projetos e Implementação. Rio de Janeiro: Editora LTC, 1999. ÖZSU, M. T.; VALDURIEZ, P. Princípios de banco de dados distribuídos. Rio de Janeiro: Campus, 2001. PATRICK, J. J. SQL fundamentos. São Paulo: Berkeley Brasil, 2002. RAMALHO, José Antonio. SQL: A Linguagem dos Bancos de Dados. São Paulo: Berkeley Brasil, 1999. SILBERSCHATZ, Abraham; KORTH, Henry F. eestamos inseridos. A área de informática, no contexto da sociedade da informação, tem se caracterizado por intensas mudanças provocadas, sobretudo, pelo desenvolvimento cada vez mais crescente dos conhecimentos, mais especificamente daqueles relativos à tecnologia da informação. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 5 O Projeto Pedagógico do Curso de Sistemas de Informação, ora apresentado, é resultado de ampla reflexão e discussão institucional no interior do próprio Curso, com contribuição do CONSU – Conselho Superior e colegiado de curso. O processo de construção do Projeto Pedagógico coincide, em diversos momentos, com a própria trajetória de implantação do Curso na faculdade, bem como com o processo desencadeado pela discussão e efetivação das Diretrizes Curriculares e Currículo de Referência da SBC – Sociedade Brasileira de Computação para os Cursos da área de Computação e Informática no Brasil, constituindo um processo coletivo que se constrói e se consolida na prática do dia a dia, sustentado na indissolução da tríade ensino-pesquisa-extensão preconizada nesta faculdade e do compromisso maior de participação no processo de construção da cidadania. A identidade de um curso institui-se quando as ações desenvolvidas para a formação do egresso fundamentam-se em referenciais comuns: valores ético-político, concepções de conhecimento, ciência, educação, ensino, aprendizagem, concepções teóricas relativas à área de conhecimento afeta ao curso. Nesse sentido, os referenciais orientadores ético-político, epistemológico-educacionais, didático-pedagógicos, que refletem uma opção do curso, constituem-se em norte no direcionamento da prática educacional e profissional. Atualmente, os computadores tornaram-se indispensáveis nas instituições, e estão se tornando um recurso cada vez mais presente nos lares. Como conseqüência, tanto o software quanto o hardware dos sistemas de informática necessitam cada vez mais de profissionais devidamente habilitados. Este curso tem como objetivo, formar profissionais que, apoiados nos conceitos e técnicas de informática, teoria de sistemas e administração, contribuam na solução de problemas de tratamento de informação nas organizações, por meio da concepção, construção e manutenção de modelos informatizados de automação corporativa. O campo profissional é amplo e diversificado. Nos últimos tempos às ocupações tradicionais como o projeto, desenvolvimento e manutenção de sistemas computacionais na indústria, comércio, empresas de serviço ou instituições governamentais, somou-se, a alternativa de atuar nas áreas de marketing e vendas de FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 6 empresas. A formação curricular incentiva ainda o empreendedorismo, isto é, a possibilidade de criar seu próprio negócio. Os sistemas de informação podem ser definidos como uma combinação de recursos humanos e computacionais que interrelacionam a coleta, o armazenamento, a recuperação, a distribuição e o uso de dados com o objetivo de eficiência gerencial nas organizações. Adicionalmente, os sistemas de informação podem também ajudar os gerentes e usuários a analisar problemas, criar novos produtos e serviços e visualizar questões complexas. O estudo de sistemas de informação bem como o seu desenvolvimento, envolve perspectivas múltiplas e conhecimentos multidisciplinares, que incluem diversos campos do conhecimento. Esses sistemas são difundidos por todas as funções organizacionais. Eles são usados por contabilidade, finanças, vendas, produção e assim por diante. Esse uso generalizado aumenta a necessidade de sistemas de informação e profissionais com conhecimento do desenvolvimento e gerenciamento de sistemas. Profissionais com esses conhecimentos apóiam a inovação, planejamento e gerenciamento da infra- estrutura de informação e coordenação dos recursos de informação. Assim, os sistemas de informação são mais conhecidos pelos benefícios que trazem para a gestão dos negócios em que se tenta eliminar os desperdícios, as tarefas demasiadamente repetitivas, com ou sem o uso de papel, de maneira a melhorar o controle dos custos, a qualidade do produto ou serviço, maximizando os benefícios alcançados com a utilização de tecnologia da informação. Com o intuito de atender à crescente heterogeneidade da formação educacional superior e à expectativa de todos os interessados neste nível de ensino, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional proporcionou maior flexibilidade na organização dos cursos. A Lei deixa clara a necessidade de profunda e responsável revisão dos currículos e objetivos dos cursos de forma a desburocratizá-los, direcionando-os rumo à tendência contemporânea de um mundo de negócios cada vez mais globalizado e complexo. Nesse sentido, apresenta-se imprescindível à formação de profissionais aptos a enfrentar os desafios da complexidade do mundo moderno, crescentemente mais competitivo e cobrador de conhecimento técnico, científicos, aliados à criatividade com FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 7 elevado nível de ética profissional, profissionais com espírito crítico construtivo, inquiridor, ensejando pesquisa fundamental e aplicada de alto nível; profissionais, enfim, que garantam às empresas e organizações em geral, públicas e privadas, com ou sem fins lucrativos, o sucesso administrativo-funcional, ética e moralmente responsável. Considerando que planejamento não é ação neutra, há sempre uma intencionalidade subjacente. Dessa forma, o Projeto Pedagógico do curso de Sistemas de Informação da FAPE – Faculdade de Presidente Epitácio, visa um produto, no qual se inscreve o perfil profissional do egresso em Sistemas de Informação que se deseja formar. Nesse sentido, em uma ação orientada por fundamentações científicas, técnicas, sociais e econômicas da produção e de seu gerenciamento, observados os níveis graduais do processo de tomada de decisão, apresentando flexibilidade intelectual e adaptabilidade contextualizada no trato de situações diversas, presentes ou emergentes, nos vários segmentos do campo de atuação do bacharel. O domínio dos fundamentos das ciências básicas é um importante instrumento para que durante sua vida profissional, seja capaz de assimilar e desenvolver novas tecnologias. Assim, a base pedagógica adotada visa desenvolver no estudante a capacidade de aprender a conhecer, aprender a fazer e principalmente aprender a aprender. O Curso de Sistemas de Informação, na construção de seu Projeto Pedagógico, assegura uma liberdade acadêmica, num contínuo esforço de adaptação e renovação, para responder às exigências da realidade contemporânea, objetivando associar à cultura humana a formação científica e tecnológica do profissional de Sistemas de Informação. O Curso apóia-se no tripé ensino, pesquisa e extensão, visando à transmissão de conhecimento, a fundamentação científica e a prática profissional entrelaçadas às demandas sociais. É importante ressaltar que esses elementos são indissociáveis para a formação de estudantes-profissionais, associando à formação teórica e técnica uma mentalidade ética, científica e humanista. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 8 3.1 - Cenários brasileiros que favorecem a profissionalização 3.1.1 – Cenário macroeconômico brasileiro deSudarshan, S. Sistemas de Banco de Dados. São Paulo: Makron Books, 1999. Engenharia de Software II – 80h: Fundamentos e teoria geral de sistemas. Modelagem de sistemas: conceitos, princípios e ferramentas. Estudo e comparação de algumas metodologias de análise de sistemas. Projeto lógico de sistemas: definição de requisitos, estudo de viabilidade, modelagem dos dados. Diagramas. Projeto físico de sistemas: estudo de hardware, viabilidade de software, dicionário de dados. Implementação e manutenção de um projeto de sistema. Transição de análise para o objeto. Fundamentos e desenvolvimento de sistemas de informação. Aspectos administrativos de projetos. Bibliografia básica PRESSMAN, R. S. Engenharia de software. São Paulo: Makron Books, 1995. Bibliografia complementar DEMARCO, Tom. Análise Estruturada e Especificação de Sistemas. Rio de Janeiro: Campus, 1989. FURLAN, José Davi. Modelagem de Objetos através da UML. São Paulo, Makron Books, 1998. MAYRHAUSER, Annliese Von. Software engeneering: methods and management. Academic Press, 1990. RUMBAUGH, James. Modelagem e Projeto Baseados em Objetos. Rio de Janeiro: Campus, 1994. YOURDON, Edward. Análise Estruturada Moderna. Rio de Janeiro: Campus, 1990. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 73 YOURDON, Edward. ARGILA, Carl. Análise Baseada em Objetos. São Paulo: Makron Books, 1999. Gerência de Projeto de Software – 80h: Tomada de decisão. Sistema de informação e o processo decisório. Gerências de projetos de software: conceitos, técnicas e ferramentas. Documentação do projeto. Bibliografia básica LAUDON, K. C.; LAUDON, J. P. Gerenciamento de sistemas de informação. 4 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001. STAIR, R. M. Princípios de sistemas de informação: uma abordagem gerencial. 2 ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998. Bibliografia complementar MONTEIRO, S.; MONTEIRO, R.; MONTEIRO, E. S. Projetos: como fazer e gerenciar usando a informática. Florianópolis: Visual Books, 2004. O’BRIEN, J. A. Sistemas de informação e as decisões na era da Internet. São Paulo: Saraiva, 2002. Redes de Computadores – 80h: Introdução a redes de computadores. Modelo de referência OSI/ISO. Arquitetura. Internet. Níel físico. Topologias de redes. Nível de enlace. Protocolos de acesso a diferentes meios. TCP/IP. Nível de rede. Roteamento. Classificação de algorítimos de roteamento. Noções básicas de algorítimos e protocolos de roteamento mais utilizados. Nível de transporte. Integração de serviços. Mecanismos de suporte. Switching. Frame relay. Redes ATM. Bibliografia básica TANENBAUM, Andrew S. Redes de Computadores. Rio de Janeiro: Campus, 1997. TEIXEIRA JR. J. H. Redes de computadores: serviços, administração e segurança. São Paulo: Makron Books, 1999. ZACKER, C. Redes de computadores: configuração, manutenção e expansão. São Paulo: Makron Books, 2000. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 74 Bibliografia complementar BURNETT, Steve. Criptografia e segurança: o guia oficial RSA. Rio de Janeiro: Campus, 2002. DAYLE, Paul & Zacker, Craig. Redes de computadores configuração, manutenção e expansão. São Paulo: Makron Books. 2000. EVANS, Tim. Construindo uma Intranet. São Paulo: Makron Books, 1998. HUNT, G. Servidores de redes com linux. Rio de Janeiro: Campus, 2000. MOURA, Gevilacio Aguiar Coêlho de. RNP-Internet: guia do usuário. São Paulo: Atlas, 1995. PALLARES, A. C. Redes e sistemas de telecomunicações. Rio de Janeiro: Brasport, 2001. SOARES, Luiz Fernando Gomes. Redes de Computadores: das LANs, MANs e WANs, às Redes ATM. Rio de Janeiro: Campus, 1995. TORRES, Gabriel. Redes de Computadores: Curso Completo. Rio de Janeiro: Axcel Books, 2001. THOMA, Rosert M. Introdução às redes locais. São Paulo: Makron Books. 1997. WIRTH, Almir. Redes de computadores, telecomunicações, comunicação via fibra ótica, voz, dados e imagem. São Paulo: Book Express. 2000. Sistemas Operacionais – 80h: Conceitos básicos. Serviços de sistemas operacionais. Gerência de entrada e saída. Gerenciamento de processos. Comunicação entre processos (IPC), semáforos, monitores, deadlock. Gerenciamento de memória. Programação concorrente. Sistemas de arquivos. Estudo de sistemas operacionais existentes. Bibliografia básica DAVIS, W. Sistemas operacionais: uma visão sistemática. Rio de Janeiro: Campus, 1991. SHAY, W. A. Sistemas operacionais. São Paulo: Makron Books, 1996. TANENBAUM, A. S. Sistemas operacionais modernos. 2 ed. São Paulo: Prentice Hall, 2003. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 75 Bibliografia complementar DAVIS, William S. Sistemas Operacionais. Rio de Janeiro: Campus, 1991. MACHADO, Francis B.; MAIA, Luiz Paulo. Arquitetura de Sistemas Operacionais. Rio de Janeiro, LTC, 1996. SHAY, William A. Sistemas Operacionais. Tradução Mário M. Fechio. São Paulo: Makron Books, 1996. SILBERSCHATZ, Abraham; GALVIN, Peter; GAGNE, Greg. Sistemas Operacionais: Conceitos e Aplicações. Rio de Janeiro: Campus, 2001. Sexto Semestre Avaliação de Desempenho de Sistemas – 80h: Conceitos básicos de métodos quantitativos e técnicas de otimização de recursos. Métodos analíticos: cadeias de Markov, redes de filas de espera e outros métodos estocásticos. Simulação discreta de sistemas. Bibliografia básica BOOCH, G. UML: guia do usuário. Rio de Janeiro: Campus, 2000. DIAS, C. Segurança e auditoria da tecnologia da informação. Rio de Janeiro: Axcel Books, 2000. PRESSMAN, R. S. Engenharia de software. São Paulo: Makron Books, 1995. Bibliografia complementar BARBETTA, P. A. Estatística aplicada às ciências sociais. 4 ed. Florianópolis: UFSC, 2001. DEITEL, H. M. Java como programar. 3 ed. Porto Alegre: Bookman, 2001. FOWLER, Martin. UML Essencial. Porto Alegre: Bookman, 2000. FURLAN, José Davi. Modelagem de Objetos através da UML. São Paulo: Makron Books, 1998. SHLAER, Sally, STEPPHEN, J. Mellor, Análise de Sistemas Orientada para Objetos. São Paulo: McGraw-Hill, 1990. WUTKA, Mark, Java Técnicas Profissionais. São Paulo: Berkeley, 1997. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 76 Economia – 40h: Definições de economia. Divisão da economia. Introdução geral aos problemas econômicos. Problemas econômicos centrais. A organização econômica. A moeda. A formação de preços. Organização da atividade econômica. Relações econômicas internacionais. Balanço de pagamento e o equilíbrio econômico interno. Bibliografia básica BAUMANN, R. (org). O Brasil e a economia global. Rio de Janeiro: Campus, 1996. PASSOS, Carlos Roberto Martins & NOGAMI, Otto. Princípios de Economia. São Paulo: Pioneira, 2001. ROSSETTI, J. P. Introdução à economia. 18 ed. São Paulo: Atlas, 2000. Bibliografia complementar FURTADO, M. Formação econômica. São Paulo: Nacional, 1998 MOCHON, F.; TROSTER, L. R. Introdução à economia. São Paulo: Makron Books. MAIA, Jayme de Mariz. Economia Internacional e Comércio Exterior. São Paulo: Altas S.A., 2001. PASSOS, Carlos Roberto Martins e NOGAMI, Otto. Princípios de Economia. São Paulo: Pioneira, 1998. SANDRONI, Paulo. Dicionário de Economia. São Paulo: Ed. Best Seller. USP, Professores. Manual de Economia. São Paulo: Saraiva Estágio Profissional I – 40h: Desenvolvimento de estágio profissional em uma organização aliando conhecimento teórico com o prático,contando com supervisão de um membro da organização e um professor orientador. O aluno estará desenvolvendo um sistema de informação, realizando algumas etapas: a definição do problema, objetivos, metas, recursos materiais e humanos, cronologia e custos. Bibliografia básica DATE, C. J. Introdução aos sistemas de banco de dados. Rio de Janeiro: Campus, 1999. HEUSER, C. A. Projeto de banco de dados. Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 2000. PRESSMAN, R. S. Engenharia de software. São Paulo: Makron Books, 1995. YOURDON, E.; ARGILA, C. Análise baseada em objetos. São Paulo: Makron Books, 1999. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 77 Bibliografia complementar COUGO, P. Modelagem conceitual e projeto de banco de dados. Rio de Janeiro: Campus, 1997. DEMARCO, T. Análise estruturada e especificação de sistemas. Rio de Janeiro: Campus, 1989. FURLAN, J. D. Modelagem de objetos através da UML. São Paulo: Makron Books, 1998. GARCIA-MOLINA, H.; ULLMAN, J. D.; WIDON, J. Implementação de sistemas de banco de dados. Rio de Janeiro: Campus, 2001. RUMBAUGH, J. Modelagem e projeto baseados em objetos. Rio de Janeiro: Campus, 1994. YOURDON, E. Análise estruturada moderna. Rio de Janeiro: Campus, 1990. Gerência de Redes de Computadores – 80h: Tecnologias de suporte à distribuição. Nível de aplicação: aplicações de infraestrutura, aplicações disponíveis ao usuário, aplicações emergentes. Gerência de redes de computadores: arquiteturas para gerência de redes (OSI-NM, Internet), segurança de redes. Ferramentas de gerência: estudo de casos. Bibliografia básica TANENBAUM, Andrew S. Redes de Computadores. Rio de Janeiro: Campus, 1997. TEIXEIRA JUNIOR, José Helvécio. Redes de computadores: serviços, administração e segurança. São Paulo: Makron Books, 1999. ZACKER, Craig. Redes de computadores. configuração, manutenção e expanção. São Paulo, Makron Books, 2000. Bibliografia complementar BURNETT, S. Criptografia e segurança: o guia oficial RSA. Rio de Janeiro: Campus, 2002. DAYLE, Paul & Zacker, Craig. Redes de computadores configuração, manutenção e expansão. São Paulo: EVANS, Tim. Construindo uma Intranet. São Paulo: Makron Books, 1998. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 78 MOURA, Gevilacio Aguiar Coêlho de. RNP-Internet: guia do usuário. São Paulo: Atlas, 1995. SOARES, L. F. G. Redes de computadores: das LANs, MANs e WANs, às redes Makron Books. 2000. ATM. Rio de Janeiro: Campus, 1995. TORRES, Gabriel. Redes de Computadores: Curso Completo. Rio de Janeiro: Axcel Books, 2001. WIRTH, Almir. Redes de computadores, telecomunicações, comunicação via fibra ótica, voz, dados e imagem. São Paulo: Book Express. 2000. Inteligência Artificial e Sistemas Especialistas – 80h: Linguagens simbólicas. Programação em lógica. Cláusulas de Horn. Unificação. Resolução. Metapredicados. Métodos de resolução de problemas. Redução de problemas. Estratégias de busca. Uso de heurísticas. Representação do conhecimento. Regras de produção. Redes semânticas. Lógica fuzzy. Redes neurais: aprendizado, redes de várias camadas, redes associativas. Sistemas especialistas e bases de conhecimento. Bibliografia básica BARRETO, J. M. Inteligência artificial no limiar do século XXI. 2 ed. Florianópolis: Duplic, 2000. E. Rich, K. Knight. Inteligência Artificial. 2. ed, Ed. Makron Books do Brasil, São Paulo, 1994. RUSSELL, S.; NORVIG, P. Inteligência artificial. 2. ed. São Paulo: Campus, 2004. Bibliografia complementar BARRETO,J M, Inteligência Artificial no limiar do século XXI, 3 ed. Florianópolis: Duplic, 2001. BITTENCOURT, G. Inteligência artificial: ferramentas e teorias. Florianópolis: UFSC, 1998. GINSBERG, Matt. Essential of artificial intellingence. Morgan Kautmann Publish. 1993. LUGER, G. F. Inteligência artificial. 4 ed. São Paulo: Bookman, 2004. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 79 RUSSEL AND NORVIG. Artificial Intelligence: A modern approach. Prentice Hall. 1995. TEIXEIRA, J. de F. O que é inteligência artificial. São Paulo: Brasiliense, 2005. Multimídia e Interfaces Homem-Máquina – 80h: Interfaces homem-máquina: conceitos. Ergonomia. Aplicações. Concepções, desenvolvimento e implementação de interfaces. Multimídia: conceitos e aplicações. Comunicação usuário-máquina. Autoria – plataformas para multimídia, ferramentas de desenvolvimento. Áudio – propriedades físicas do som, representação digital. Processamento e síntese de som. Imagens – representação digital, dispositivos gráficos, processamento. Desenhos – representação de figuras. Vídeo – interfaces, processamento. Animação. Realidade virtual: modelagem, arquitetura e aplicações. Bibliografia básica FILHO, Wilson de Pádua Paula. Multimídia: Conceitos e Aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 2000. PEREIRA, V. A. Multimídia computacional: produção, planejamento e distribuição. Florianópolis: Visual Books, 2001. MINASI, M. Segredos de projeto de interface gráfica com o usuário. Rio de Janeiro: Infobook, 1994. Bibliografia complementar PAULA FILHO, W. de P. Multimídia: conceitos e aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 2000. PEREIRA, Valéria Arriero. Multimídia Computacional: produção, planejamento e distribuição. Florianópolis: Visual Books, 2001. HOLSINGER, E. Como funciona o multimídia. São Paulo: Quark do Brasil, 1994. NIELSEN, J. Projetando websites. Rio de Janeiro: Campus, 2000. ROCHA, H. V.; BARANAUSKAS, M. C. C. Design e avaliação de interfaces humano- computador. Campinas: NIEDUNICAMP, 2003. ROSENBORG, Victoria. Guia de Multimídia. Rio de Janeiro: Berkeley, 1993. WOLFGRAM, Douglas E. Criando em Multimídia. Rio de Janeiro: Campus, 1994. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 80 Sétimo semestre Auditoria e Segurança de Sistemas – 80h: Auditoria de sistemas. Segurança de sistemas. Metodologias de auditoria. Análise de riscos em sistemas de informação. Plano de contingência. Técnicas de avaliação de sistemas. Aspectos especiais: vírus, fraudes, criptografia, acesso não autorizado. Bibliografia básica DIAS, Cláudia, Segurança e Auditoria da Tecnologia da Informação. Axcel Books: Rio do Janeiro, 2000. GIL, Antonio de Loureiro. Auditoria de Computadores. 5. ed. São Paulo: Atlas. Bibliografia complementar BURNETT, Steve, PAINE Stephen. Criptografia e segurança: o guia oficial RSA. Rio de Janeiro: Campus, 2002. MAGALHAES, Antonio de Deus F. Auditoria das Organizações: metodologias alternativas ao planejamento e à operacionalização dos métodos e das técnicas. São Paulo: Atlas, 2001. Auditoria - suas áreas de atuação, Trevisan Auditores e Consultores: São Paulo - Atlas, 1996. NAKAMURA, Emilio Tissato, GEUS, Paulo Lício de. Segurança de redes em ambientes corporativos – São Paulo: Berkeley Brasil, 2002. Computação Gráfica – 80h: Sistemas e equipamentos gráficos. Representação vetorial e matricial. Algorítimos de conversão matricial de primitivas gráficas. Técnicas anti-serrilhado (antialiasing). Transformações geométricas. Sistemas de coordenadas. Algoritimos de recorte. Algoritimos de projeção. Sintetização de imagens (rendering). Modelagem de objetos sólidos. Transformações 2D: windowing e clipping 2D: segmentação e interação. Introdução a gráficos 3D: transformação, projeções, clipping 3D. tópicos especiais: visão global do realismoem 3D. Bibliografia básica AZEVEDO, E. Computação gráfica: teoria e prática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. GOMES, J.; VELHO, L. Computação Gráfica. vol. I. IMPA 1998. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 81 HETEM JR, A. Computação gráfica. Rio de Janeiro: LTC, 2006. Bibliografia complementar ANGEL, E. Interactive computer graphics – a top down approach with OpenGl, Reading, Ma, Addison-Wesley, 2000. FOLEY, J. D.; VAN DAM, A.; FEINER, S. K.; HUGHES, J. F. Computer graphics, principles and practice. Reading, Ma. Addison-Wesley, 1997. INASI, M. Segredos de projeto de Interface gráfica com o usuário. Infobook. 1994. MAGALHÃES, Léo Pini. Computação gráfica: interfaces em sistemas de computação gráfica. Campinas. Papirus, 1986. PLASTOCK, R. A; Kalley, G. Computação gráfica. McGraw Hill de Portugal, 1991. WELLS, D.; Young, C.; Farmer, D. Criações em Ray Tracing. São Paulo, Berkeley, 1995. Estágio Profissional II – 40h: Desenvolvimento de estágio profissional em uma organização aliando conhecimento teórico com o prático, contando com supervisão de um professor orientador. O aluno estará desenvolvendo um sistema de informação, realizando algumas etapas: implantação, implementação, testes validação. Bibliografia básica DATE, C. J. Introdução aos sistemas de banco de dados. Rio de Janeiro: Campus, 1999. PRESSMAN, R. S. Engenharia de software. São Paulo: Makron Books, 1995. Bibliografia complementar DEMARCO, T. Análise estruturada e especificação de sistemas. Rio de Janeiro: Campus, 1989. FURLAN, J. D. Modelagem de objetos através da UML. São Paulo: Makron Books, 1998. RUMBAUGH, J. Modelagem e projeto baseados em objetos. Rio de Janeiro: Campus, 1994. YOURDON, E. Análise estruturada moderna. Rio de Janeiro: Campus, 1990. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 82 Sistemas Distribuídos – 80h: Conceitos básicos de Sistemas Distribuídos. Arquitetura Cliente / Servidor. Bando de Dados Distribuídos. Sistemas de Informações distribuídos. Bibliografia básica TANENBAUM, A. S. Sistemas operacionais modernos. São Paulo: Prentice Hall, 1992. Bibliografia complementar COULOURIS, G. & DOLLIMORE, J. & KINDBERG, T. Distributed System Concept and Design. 3 ed. Addison Wesley, 2000. KIRNER, C.; MENDES, S. T. M. Sistemas operacionais distribuídos: aspectos gerais e análise de sua estrutura. Rio de Janeiro: Campus, 1988. MULLENDER, S. Distributed System. Addison-Wesley, 1993. ÖZSU, M. T.; VALDURIEZ, P. Princípios de banco de dados distribuídos. Rio de Janeiro: Campus, 2001. Sistemas Integrados – 40h: Sistemas de comércio eletrônico (e-business): conceitos, características, tecnologia e aplicações. Sistema integrado de gestão (ERP / CRM): conceitos, características e aplicações. Workflow: conceitos e características. Identificação de oportunidades de negócio. Determinação de custos de empreendimentos. Viabilidade financeira. Projeto de empreendedorismo. Gestão de negócios em informática. Bibliografia básica O’BRIEN, J. A. Sistemas de informação: e as decisões gerenciais na era da Internet. São Paulo: Saraiva, 2001. OLIVEIRA, J. F. de. Sistemas de informação versus tecnologias da informação. São Paulo: Érica, 2004. STAIR, R. M.; REYNOLDS, G. W. Princípios de sistemas de informação. 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Escolas sociológicas clássicas. As categorias sociológicas: estrutura – trabalho e necessidade, superestrutura – ideologia e liberdade. Impactos da informática nos processos de trabalho: características e transformação. Efeitos sociais: emprego, qualificação e saúde. Globalização. Crise do trabalho. efeitos sociais das novas tecnologias na sociedade. Bibliografia básica LAKATOS, E. M. Sociologia geral. 7. ed. São Paulo: Atlas, 1999. MARTINS, C. B. O que é sociologia. São Paulo: Atlas, 2004. SELL, Carlos Eduardo. Sociologia Clássica: Durkheim, Weber e Marx. Itajaí: UNIVALI, 2001. Bibliografia complementar BEAUD, Michel. História do Capitalismo. São Paulo: Brasiliense, 1987. BECKOUCHE, Pierre. Indústria: um só mundo. São Paulo: Ática, 1985. BOBBIO, N. Estado, governo, sociedade: para uma teoria geral da política .Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2000. CAMPOS, E. Sociologia da burocracia. 3. ed. Rio de Janeiro: J. Zahar, 1976. IANNI, Octávio. A era do globalismo. 2 ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasiliense, 1996. Marx. 7 ed. São Paulo: Ática, 1992. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 84 MARX, Karl. O Capital: crítica da economia política. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1994. Trabalho de Conclusão I – 40h: O trabalho de conclusão de curso compreende o desenvolvimento de um projeto na área de informática, sob orientação de um professor. Seminários e relatórios sobre o andamento do trabalho. Bibliografia básica LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e trabalhos científicos. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2001. ROESCH, S. M. A. Projetos de estágio e de pesquisa em administração: guias para estágios, trabalhos de conclusão, dissertações e estudo de casos. 2 ed. São Paulo: Atlas, 1999. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 20 ed. rev. e ampl. São Paulo: Cortez, 1996. Bibliografia complementar ANDRADE, M. M. de. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. 4 ed. São Paulo: Atlas, 1999. CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A. Metodologia científica. 5 ed. São Paulo: Prentice Hall, 2002. MATTALO JR, H. et al. Construindo o saber – metodologia científica: fundamentos e técnicas. 2 ed. Campinas: Papirus, 1989. RUIZ, J. A. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 4 ed. São Paulo: Atlas, 1996. Oitavo semestre Empreendedorismo – 80h: Atividade empreendedora. Identificação de oportunidades de negócio. Determinação de custos de empreendimentos. Viabilidade financeira. Projeto de empreendimento. Formação de preços. Controle de fluxo de caixa de empreendimentos. Qualidade e competitividade. Marketing. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 85 Bibliografia básica DORNELA, J. C. A. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. Rio de Janeiro: Campus, 2001. CHER, R. O meu próprio negócio. São Paulo: Elsevier,2002. Cullinane, J. J. Manual de Sobrevivência do Empreendedor, Berkeley do Brasil, 1993. Bibliografia complementar DALABELA, F. O segredo de Luisa. São Paulo: Ed. associados, 1999. Malferrari, C. J., Drucker, P. F. Inovação e Espírito Empreendedor: Prática e Princípios, 5. ed., Pioneira, 1998. Pavani, C; Plano de Negócios, Lexikon, 1998. Sheedy, E. Guia do Empreendedor para Fazer a Empresa Crescer, Nobel, 1996. Legislação em Informática e Ética – 80h: Noções e âmbito do Direito de informática. Regulamentação Jurídica da Informática no Brasil e sua evolução. Complexidade da Proteção Jurídica no Sistema Informática. Proteção Jurídica do Software no Brasil. Internet. Comércio Eletrônico. Relações de Consumo nos Contratos de Informática. Correio Eletrônico. Identificação de Usuário. Criptografia e Segurança. Certificação Eletrônica. Direito Autoral. Responsabilidade Civil em Informática. Crimes de Computador. Regulamentação da Profissão. Ética no Exercício da Profissão. Bibliografia básica PAESANI, Liliana Minardi. Direito de Informática. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2001. Bibliografia complementar CERQUEIRA, Tarcísio Queiroz. Software: lei, comércio, contratos e serviços de informática. Rio de Janeiro: ADCOAS, 2000. FELICIANO, Guilherme Guimarães. Informática e Criminalidade. Rio de Janeiro: Nacional de Direito, 2001. MARZOCHI, Marcelo de Luca. Direito.br: Aspectos Jurídicos da Internet no Brasil. São Paulo: LTR, 2000. VOLPI NETO, Angelo. Comércio Eletrônico – Direito e Segurança. Curitiba: Juruá, 2002. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 86 GRECO, Marco Aurélio. Direito e Internet: relações jurídicas. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2001. . Tópicos Avançados em Banco de Dados – 40h: Índices em bancos de dados. Otimização de consultas. Data mining. Data warehousing. Banco objeto relacional. Bancos orientado a objetos. Bibliografia básica DATE, C. J. Banco de dados: tópicos avançados. Campus, 1988. GARCIA-MOLINA, H.; ULLMAN, J. D. e WIDOM, J. Implementação de Sistemas de Banco de Dados. Campus, 2001. OZSU. M. T.; VALDURIEZ, P. Princípios de Banco de Dados Distribuídos. Campus, 2001. SILBERSCHATZ, A.; KORTH, H. F.; SUDARSHAN, S. Sistemas de banco de dados, 5. Ed. Makron Books, 2006. Bibliografia complementar COUCEIRO, L. A. C. C.; BARRENECHA, H. F. S. Sistemas de gerência de banco de dados distribuídos. LTC, 1984. DATE, C. J. Introdução a sistemas de bancos de dados. 8 ed. Campus, 2004. KHOSHAFIAN, S. Banco de Dados Orientado a Objetos. Infobook, 1994. MACHADO, F. N. R. Projeto de Datawarehouse – Uma Visão Multidimensional. Editora Érica, 2000. Tópicos Avançados em Internet – 40h: Web 1.0, Web 2.0, Web Semântica, Arquitetura Orientada a Serviços, Web Services, W3C, CSS, SOAP, XML, RDF, DOM, XHTML. Bibliografia básica Breitman, Karin. Web Semântica: A internet do Futuro. Editora LTC. 2005. Bibliografia complementar ANTONIOU, Grigoris and Harmelen, Frank van. Semantic Web Primer. Massachusets Institute of Technology, 2004. W3C Word Wid Web Consortion. Disponível no site: http://www.w3c.org. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 87 Tópicos Avançados em Programação – 40h: Listas encadeadas. Pilhas e Filas. Recursão. Árvores binárias. Busca e ordenação. Bibliografia básica DROZDEK, A. Estrutura de Dados e Algoritmos em C++. São Paulo: Berkeley Brasil, 2002. FARRER, H. et al. Programação Estruturada de Computadores - Algoritmos Estruturados. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos S.A., 1998. PINTO, W. S. Introdução ao desenvolvimento de Algoritmos e Estrutura de Dados. São Paulo: Érica, 1994. VENÂNCIO, C. F. Desenvolvimento de Algoritmos – Uma nova abordagem, São Paulo, Érica, 1997. ZIVIANI, N. Projeto de Algoritmos: com Implementação em Pascal e C. São Paulo, Pioneira. Bibliografia complementar LIBERTY, J. 10 minutos para aprender C++. São Paulo: Berkeley Brasil, 2000. Tópicos Avançados em Rede – 40h: Tópicos avançados em redes e sistemas distribuídos, correspondendo ao estado da arte tecnológica da área. Enfatizam-se assuntos que despertem interesse no período de desenvolvimento da disciplina e tenham possível impacto nas áreas abrangidas pelo estudo de redes, sistemas distribuídos e suas aplicações. Envolve tópicos como QoS, wireless networks, aplicações multimídia, novas linguagens e paradigmas de programação para aplicações em redes e distribuídas, arquiteturas de suporte, medidas e avaliações. Bibliografia básica TANENBAUM, Andrew S. Redes de Computadores. Rio de Janeiro; Campus, 1997. Bibliografia complementar Burgess, Mark Princípios de Administração de Redes e Sistemas. Rio de Janeiro; LTC, 2006. Tópicos Avançados em Sistemas de Informação – 40h: Introdução ao Planejamento Estratégico (PE) de Organizações e ao PSI. Introdução ao Planejamento de Sistemas de Informação. Métodos de Planejamento de Sistemas de Informação. Modelagem de FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 88 Processo. Requisitos de dados: Modelagem de Processos PSI; Análise de Requisitos de Dados em PSI; Definição da Arquitetura de Informação e Análise dos Sistemas Atuais. Arquitetura de Sistemas de Informação. Bibliografia básica FURLAN, J; IVO, I. M. e Amaral. Sistemas de Informações Executivas. São Paulo. Markron Brooks. 1994. Turban, McLean, Wetherbe: Information Technology for Management, Third Edition. 2002. Bibliografia complementar CLELAND, D. e IRELAND, L. Gerência de Projetos. Reichman & Affonso Editores. 2002. OZ, EFFY, Management Information Systems. 3rd Ed., Course Technology Thomson Learning, 2002. ROSSETO, C. R. Planejamento Estratégico e seu Desdobramento. Curso de Extensão de Gestão Estratégico em Projetos. Universidade Federal de Santa Catarina. 2000. STONER, James F. Administração. São Paulo: Prentice Hall do Brasil, 1985. WHITTEN, J. L, BENTLY, L. D., and Barlow, V. M., Systems Analysis & Design Methods, 3rd ed., Irwin, Boston, MA, 1994. Trabalho de Conclusão II – 40h: O trabalho de conclusão de curso compreende o desenvolvimento de um projeto na área de informática, sob orientação de um professor. Apresentação perante banca examinadora. Bibliografia básica LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e trabalhos científicos. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2001. ROESCH, S. M. A. Projetos de estágio e de pesquisa em administração: guias para estágios, trabalhos de conclusão, dissertações e estudo de casos. 2 ed. São Paulo: Atlas, 1999. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 20 ed. rev. e ampl. São Paulo: Cortez, 1996. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 89 Bibliografia complementar ANDRADE, M. M. de. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. 4 ed. São Paulo: Atlas, 1999. CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A. Metodologia científica. 5 ed. São Paulo: Prentice Hall, 2002. MATTALO JR, H. et al. Construindo o saber – metodologia científica: fundamentos e técnicas. 2 ed. Campinas: Papirus, 1989. RUIZ, J. A. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 4 ed. São Paulo: Atlas, 1996. 21 - Responsável pela Coordenação do Curso Viturino Santos Silva Graduação em Tecnologiada Informação pela Universidade São Marcos – UNIMARCOS, em 2001. Especialista em Telecomunicações pela Universidade São Judas Tadeo – USJT, em 2003. 22 - Perfil do corpo docente O corpo docente informado é o que está atuando nas duas turmas em andamento do curso, além do coordenador. Pretende-se estruturar a formação do corpo docente contando com profissionais que possuam simultaneamente experiência profissional na sua área de atuação como docente, assim como experiência docente e interesse em desenvolvimento de uma carreira a nível docente. Dar-se-á preferência na contratação aqueles docentes que já tenham concluído ou que estão em fase de conclusão do seu Mestrado e, se possível, também o Doutorado (ou também em fase de conclusão). Porém, para aqueles docentes ainda não formados em nível de pós-graduação, a Faculdade irá investir na sua formação, dando a eles condição de evoluírem nesse aspecto, o que certamente irá contribuir para elevar o nível de ensino e pesquisa na Instituição. Abaixo a relação de disciplinas e docentes que as ministram no segundo semestre 2009, para as duas turmas em andamento do curso sistemas de informação: FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 90 Trabalho de Conclusão de Conclusão II; Estágio Profissional I. Viturino Santos Silva Graduação em Tecnologia da Informação pela Universidade São Marcos – UNIMARCOS, em 2001. Especialista em Telecomunicações pela Universidade São Judas Tadeo – USJT, em 2003. Multimídia e Interfaces Homem-Máquina; Tópicos Avançados em Sistemas de Informação. Paula Jurema P. Langhi Graduada em Ciência da Computação pela Universidade do Oeste Paulista - UNOESTE, em 2005. Mestre em Ciências Cartográficas pela Universidade Estadual Paulista - UNESP, em 2009. Economia Daniele Aparecida Gonçalves Gregório Costa Graduação em Ciências Econômicas pela Faculdades Integradas Antônio Eufrásio de Toledo, em 2004. Especialização em Mba Em Controladoria e Gestão Financeira . (Carga Horária: 400h). Faculdades Integradas Antônio Eufrásio de Toledo, em 2005. Empreendedorismo José Rodrigues de Campos Graduação em Licenciatura Plena em Contabilidade, Organização Técnica e Est. Pela Universidade Estadual de Ponta Grossa, em 1976. Graduação em Bacharel em Administração pela Universidade Estadual de Ponta Grossa, em 1979. Especialização em Administração – Finanças pela Faculdade Católica de Administração e Economia, em 1984. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 91 Especialização em andamento em MBA em Gestão Empresarial pelo Centro de Ensino Superior de Maringá, em 2008. Tópicos Avançados em Internet; Tópicos Avançados em Rede; Gerência de Redes de Computadores. Lincoln Ferreira Dantas Graduado em Análise de Sistemas pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, em 2006. Especializando Lato Sensu em Administração de Sistemas de Informação, em 2010. Legislação em Informática e Ética. Thiago da Cunha Bastos Graduação em Bacharelado em Direito pela Faculdade de Presidente Epitácio, em 2007. Especialização em Meio Ambiente pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, em 2009. Tópicos Avançados em Bancos de Dados; Tópicos Avançados em Programação; Avaliação de Desempenho de Sistemas. Francisco V. Maracci Graduado em Bacharelado em Ciência da Computação pela Universidade do Oeste Paulista, em 2006. Mestrando em Ciência da Computação (Conceito CAPES 3) pela Universidade Estadual de Maringá, UEM, em 2009. Inteligência Artificial e Sistemas Especialistas. Danilo Filitto Graduação em Ciência da Computação pela Universidade do Oeste Paulista, em 2004. Especialização em Redes de Computadores e Comunicação de Dados pela Universidade Estadual de Londrina, em 2006. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 92 23 - Regime de Trabalho Os professores serão contratados sob o regime da legislação trabalhista para jornadas semanais de trabalho até o limite de 40 h., com exceção de alguns, que serão contratados por hora-aula, tendo em vista as características das disciplinas e do profissional selecionado. 24 - Titulação dos Professores O corpo docente é composto com titulação adequada às disciplinas para as quais foram indicados. Atualmente tem-se no curso, nesse segundo semestre de 2009, para as duas turmas em andamento, 01 Mestre, 01 Especialista cursando Mestrado, 05 Especialistas, 01 Graduando cursando Especialização, todos com experiência docente e profissional comprovada. Qualificação Número Percentual (%) Mestre 01 12,50 Especialista cursando Mestrado 01 12,50 Especialistas 05 62,50 Graduado cursando Especialização 01 12,50 Total 08 100,00 25 - Plano de Carreira e Remuneração 25.1- Plano de Carreira Docente A mantenedora da FAPE, desde o início de sua autorização, tem como proposta atingir alto grau de qualidade nos cursos que pretende oferecer a sua clientela. Assim, vem investindo na formação de um corpo docente qualificado, contratando somente especialistas, mestres e doutores para comporem o corpo docente da Instituição. O Plano de Cargos e de Carreira, assim como os planejamentos de implantação dos cursos, têm previsto recursos para a qualificação e aperfeiçoamento de seu pessoal docente e técnico-administrativo, oferecendo condições para que seus professores invistam em sua capacitação profissional. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 93 O Plano de Carreira Docente da Faculdade de Presidente Epitácio estabelece que o quadro do magistério da entidade - corpo docente - seja constituído por quatro categorias: Professor Pós-Doutor; Professor Doutor; Professor Mestre; e Professor Especialista. Os professores que estão envolvidos em cursos de mestrado (professor mestrando) e de doutorado (professor doutorando) foram incorporados à sua titulação atual (especialistas e mestres respectivamente). Os cargos ou funções do Magistério Superior da Instituição são acessíveis a todos quantos satisfaçam os requisitos estabelecidos neste Plano de Carreira. Entende-se como atividades de magistério superior, aquelas que são adequadas ao sistema indissociável do ensino, pesquisa e extensão, e sejam exercidas em uma unidade de ensino superior da Faculdade, com o objetivo de ampliar e transmitir o saber. São também consideradas como atividades de magistério, aquelas inerentes à administração escolar e universitária, privativas de docentes de nível superior. O referido Plano determina que a contratação deve ser feita por concurso, obedecidos aos critérios de competência profissional e docente, e atendidos os valores éticos e morais que norteiam a instituição. Estabelece, ainda, as diferentes formas de acesso a cada categoria docente, exigindo como titulação mínima, a pós-graduação lato sensu. A contratação, por se tratar de instituição particular de ensino, será efetivada via legislação trabalhista, com tempo de experiência pré-determinado, após processo regular de recrutamento, seleção e admissão. A forma de remuneração dos docentes está estabelecida na estrutura de cargos e salários, na forma de tabela salarial, conforme explicitado no item seguinte (Plano de Cargos e Remuneração). Segundo tal estrutura de cargos e salários, quando da contratação do docente, será feito o enquadramento no primeironível da primeira classe, da categoria na qual o mesmo se enquadrar. A progressão horizontal que é o acesso de um nível para outro, se dará a título de adicional por tempo de serviço efetivo na carreira docente no mesmo estabelecimento de ensino, em caráter permanente, a cada um ano de interstício ou por produtividade, a cada dois anos. Para fins de ascensão funcional à categoria mais elevada, o critério é a titulação do docente, e o enquadramento será automático no nível e classe correspondente. A admissão, progressão e ascensão funcional de um FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 94 professor, de acordo com a categoria, será efetivada conforme as disponibilidades tanto de quadro de pessoal como de viabilidade orçamentária, previamente programada. O desenvolvimento da carreira é parte constante e clara do regimento da Instituição, que buscará a valorização da qualificação do profissional como elemento básico de sua progressão funcional. A Instituição adota como premissa, ainda, uma forte ênfase no quadro docente de forma a direcionar caminho justo para a contratação, premiação, progressão e ascensão funcional de seus recursos humanos, tendo em vista a consecução dos objetivos de ensino, pesquisa e extensão. 25.2 - Plano de cargos e remuneração O valor de remuneração da hora-aula será Pós-doutor nível I a IV, Doutor nível I a IV, mestre nível I a IV, especialista nível I a IV de acordo com plano de carreira. O referido plano apresentado no presente Projeto, regulamenta o processo de recrutamento, seleção, admissão, progressão horizontal, progressão vertical, ascensão funcional, promoção e dispensa do professor, que está sujeito, ainda, às normas regimentais. Assim, com o intuito de implementar suas políticas de recursos humanos, a entidade preserva o Plano de Cargos e Remuneração, voltado para o pessoal docente e não-docente. Seu objetivo é a valorização profissional, mediante avaliação permanente do desempenho do pessoal, ao lado da implementação de programas de educação continuada voltados, principalmente, aos seus professores. Os cargos da Instituição são representativos da linha de atividade funcional, de acordo com a natureza, grau de responsabilidades e complexidade das funções previstas em sua estrutura organizacional. O Plano, da forma em que foi concebido, registra as atribuições e responsabilidades de todos os membros da organização formal, conforme estabelecido no regimento da Faculdade. A estrutura de cargos do pessoal docente, integrante do magistério superior da Faculdade será constituída, na forma de tabela de cargos e salários, por quatro categorias, com três classes e quatro níveis. A cada categoria de docente, estão associadas três classes, com cada uma delas, por sua vez, se desdobrando em quatro níveis salariais. Esses últimos são estabelecidos de forma progressiva, sendo o FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 95 primeiro nível os inícios salariais de cada classe, que permite a progressão horizontal ao longo dos demais níveis até atingir o último degrau/nível da escala. Esta progressão salarial é pré-fixada de acordo com a política salarial estabelecida pela entidade para diferenciar os salários de forma justa e profissional. A forma de mobilidade ao longo dos níveis, progressão horizontal, bem como entre classes diferentes, progressão vertical, está estabelecida no Plano de Carreira. A Faculdade fixará, anualmente, por Departamento, o número de cargos do Magistério Superior, no regime de tempo parcial e integral. A Instituição poderá, na medida de sua conveniência, contratar professores em outros regimes e/ou regime modular. As horas de trabalho não utilizadas como carga didática do docente, será distribuída em preparo de aulas, assistência aos alunos, preparação e correção de provas e exames, pesquisas, reuniões, trabalhos práticos ou atividades de assessoria e extensão a se desenvolverem na Faculdade ou na Mantenedora. Como instrumento para a movimentação e mobilidade do pessoal nas categorias, faixas e classes previstas no Plano de Cargos e Remuneração, foi adotado o Plano de Capacitação de Recursos Humanos, conforme explicitado a seguir. 25.3 - Plano de capacitação de recursos humanos A entidade, por meio de um plano de capacitação de recursos humanos, desenvolverá programas de pós-graduação, próprios ou em convênio com outras instituições de ensino, objetivando atualizar, aperfeiçoar ou capacitar seus professores e pessoal não-docente. O Plano de Capacitação de Recursos Humanos deve ser operacionalizado em consonância com o disposto no Plano de Carreira Docente. Os professores que, no ato da admissão, possuam somente a graduação, por dificuldades pessoais ou institucionais de participação em programas de pós- graduação, serão automaticamente incluídos em programas específicos, a fim de capacitá-los academicamente para o exercício do magistério superior. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 96 26 - Formas de participação do corpo docente nas atividades de direção do curso O curso tem como linha mestra para as suas atividades a participação e o envolvimento do corpo docente na gestão do curso. Desde o seu planejamento, passando pela sua execução até os mecanismos de controle que devam ser implementados, a participação e o envolvimento dos professores deve estar presente. Através das informações obtidas nas salas de aulas será possível identificar com uma maior clareza as necessidades e os anseios do público alvo atendido pelo curso de, desenvolvendo e implementando mecanismos e procedimentos que permitam a execução de um serviço educacional focado no cliente e com utilidade prática para o futuro profissional do aluno. Semestralmente, o corpo docente se reune, antes do início das aulas, para a formulação do seu planejamento docente. Aspectos referentes à interligação dos planos de ensino, aproximação dos conteúdos programáticos, assim como a união das disciplinas deverá ser analisada e estudada com cuidados especiais. A direção da instituição atuará apoiando as iniciativas docentes na busca pela melhoria da qualidade do curso. As alterações curriculares e demais mudanças que se fizerem necessárias serão realizadas em conjunto com os professores do departamento, almejando uma maior união e envolvimento do grupo de trabalho. Todos os esforços convergirão para a criação de uma parceria duradoura e permanente entre corpo docente e direção da instituição na busca pelo atendimento da sua missão e das políticas de negócios. A Faculdade de Presidente Epitácio é partidária da concepção segundo a qual a qualidade e eficácia do trabalho executado em uma Instituição de Ensino Superior estão diretamente vinculadas à forma democrática com que são planejadas e conduzidas as suas atividades. Assim, compreende ser fundamental o incentivo à participação de seu corpo docente no definir dos rumos a serem tomados pelo curso. Logo, faz-se necessário não só possibilitar a participação do docente nas instâncias diretivas, mas também garantir a mesma. Nesta perspectiva, a participação do corpo docente nas atividades de direção da instituição é garantida por meios dos seguintes órgãos deliberativos da FAPE, nos FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 97 quais vem definido expressamente,nas formas da Instituição, o direito do professor de representar e de ser representado: Conselho Superior, Conselho de Pesquisa e Extensão, Colegiado de curso e, pela Coordenadoria dos Cursos em funcionamento. Conselho Superior, órgão superior da estrutura administrativa, normativa e de aconselhamento em matéria administrativa, acadêmica e disciplinar, por traçar a política geral de educação da FAPE, estatuir normas para o funcionamento da mesma, entre outras tantas atribuições, congrega os coordenadores e 02 representantes dos professores, indicado por seus pares e 01 representante do corpo discente, indicado na forma da lei. Conselho de Pesquisa e Extensão, órgão técnico de coordenação e assessoramento em matéria de pesquisa e extensão, conta com a participação de seis professores, indicados pelos seus pares e um representante do corpo discente, indicado pelo Diretório Acadêmico. Colegiado de Curso, órgão deliberativo de coordenação didático-pedagógica onde se garante a representação em um assento, composto pelo coordenador do curso, cinco docentes que ministram disciplinas diferentes e um discente; 27 - Política de recursos humanos O Centro de Ensino Superior de Presidente Epitácio adota uma política de recursos humanos objetivando valorizar o seu quadro docente e não-docente. Parte-se do pressuposto que os educadores, principalmente, necessitam de ambiente adequado para o desenvolvimento de sua missão de acumular e transmitir conhecimento, bem como de preparar e formar mão-de-obra de alto nível. A instituição tem como premissas: 1º) A busca incansável pelos melhores profissionais do mercado; 2º) A constante atualização e aperfeiçoamento profissional; 3º) A preservação de relações harmônicas entre os seus membros; 4º) O apoio às iniciativas e produções científicas; 5º) O apoio às iniciativas de desenvolvimento profissional, como por exemplo, cursos de mestrado, doutorado, etc.; 6º) A diferenciação do quadro docente, nas variadas ciências, para a obtenção da visão holística e geral, com focos distintos; FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 98 7º) O apoio à criatividade na criação e utilização de técnicas pedagógicas modernas e inovadoras; 8º) A utilização de elevados padrões éticos no desempenho profissional; 9º) A valorização do ser humano, como cerne de diferenciação dos serviços prestados; Visando a execução dessas diretrizes a entidade mantém Plano de Carreira Docente e Plano de Cargos e Salários aplicáveis ao seu quadro técnico e administrativo. 28 - Biblioteca 28.1- Estrutura, Organização e Informatização Desde o início da década de 90, as tecnologias da informação tiveram suas fronteiras de uso alargadas de forma rápida, passando a abranger praticamente todas as áreas de conhecimento e trabalho. Mesmo áreas de trabalho que eram tidas como poucas sujeitas aos impactos das tecnologias da informação, passaram a ter nessas tecnologias recursos para suporte e facilidades cada vez maiores. Os softwares para microcomputadores têm evoluído de tal forma que já são evidentes seus impactos na produtividade e capacitação de operários e administradores. Livros eletrônicos, educação e treinamento apoiado por computador e apresentações multimídia, bem como tratamento hipermídia está mudando as formas de ensino no final da década de 90. A didática mediada por tecnologias da informação poderá reduzir substancialmente o tempo e recursos alocados para as disciplinas no Curso, liberando os professores para atividades essencialmente educacionais e pedagógicas, ao mesmo tempo em que passa a exigir um trabalho de maior qualidade para a criação de lições computadorizadas, contribuindo também para a otimização da relação aluno-professor- conhecimento dentro do conceito maior de educação livre de interesses limitantes ou polarizados. A Biblioteca, como instrumento de apoio indispensável ao desenvolvimento do Curso, faz jus à especial atenção da instituição, tanto na adequação de seu espaço físico e na qualificação de seus recursos humanos, como na informatização de suas atividades e acervo bibliográfico. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 99 Em nível operacional, a Biblioteca funciona de segunda-feira à sexta-feira, das 13h30 às 22 horas. Adota o Sistema Decimal Universal - CDU, para classificação de seu acervo. As obras são catalogadas segundo as normas do código anglo-americano. 28.2 - Acervo Bibliográfico Visando a sua permanente atualização, o acervo sofrerá um constante processo de inclusão de novas obras por indicação dos professores, solicitação de seus dirigentes ou por parte de sugestão dos alunos do curso. Tal processo é fundamental em razão de novas edições ou para reciclagem dos temas objeto de estudos, além de publicações destinadas a subsidiar projetos de pesquisa e extensão. A filosofia é que o acervo oferecido atenda adequadamente às funções de ensino, pesquisa e extensão, tanto na forma de livros, como periódicos, ou mesmo mídia eletrônica como é o caso de CD-ROM's, vídeos, DVD´s e demais formas editoriais. A Biblioteca Liliana Gonzaga da Faculdade de Presidente Epitácio é dirigida por uma equipe de funcionários, sendo um Bibliotecário e cinco auxiliares. A Biblioteca conta hoje com mais de vinte mil exemplares, divididos em diversas áreas de Direito, Turismo, Educação, Informática, Filosofia, Sociologia, Letras, Literatura, Teoria Literária, Administração e Contabilidade. O horário de funcionamento da biblioteca é de segunda a sexta-feira, das 09h às 22h00 e aos sábados, das 10h às 14:00hs. A consulta ao acervo se processa por meio de terminais de computadores abertos á consulta ao público interno e externo à Faculdade. Porém, o empréstimo dos materiais é efetuado somente para os alunos, professores e funcionários. O serviço de empréstimo é totalmente informatizado, podendo o usuário fazer a retirada de, no máximo, três livros, no prazo de sete dias corridos para efetuar a devolução, com exceção dos professores, que podem retirar cinco livros, com o prazo de dez dias para efetuar a devolução dos mesmos. Estão disponíveis para empréstimos os documentos existentes na Biblioteca, exceto: obras de referência, dicionários, enciclopédias; periódicos, jornais e revistas; coleção de periódicos em CD-ROM; monografias de conclusão de curso. O acesso aos FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 100 documentos é disponibilizado por uma base de dados local, e conta com o serviço de empréstimo entre bibliotecas da rede UNIESP. São oferecidos aos usuários: Sala de estudos com 06 mesas com o total de 24 cadeiras; 01 Sala de estudo individual: 03 repartição para estudos individuais com o total de 03 mesas e 12 cadeiras para utilização do mesmo; 04 microcomputadores para acesso a internet para usuário; 03 microcomputadores para acesso a base de dados local, 01 impressora laser e 02 microcomputadores no balcão para efetuar empréstimos; 66 estantes com periódicos específicos e complementares que são atualizados constantemente. São prestados ainda os seguintes serviços: Referência: promove o atendimento e orientação ao usuário na busca da informação para o estudo e pesquisa e para a utilização do acervo. Levantamento Bibliográfico realizado através do sistema da Biblioteca. Treinamento e orientação formal e informal dos usuários, prestados a qualquer momento na Biblioteca. Normalização de trabalhos acadêmicos e comutação bibliográfica.Pretende-se a construção de um espaço maior para a biblioteca, tendo em vista o objetivo de oferecer um acervo aberto aos usuários. Em breve será instalado o leitor óptico para os empréstimos e devoluções. Está em fase de implantação a consulta e reserva ao acervo por meio da Internet. Atualmente, o acervo bibliográfico conta com: ÁREAS TÍTULOS EXEMPLARES PERIÓDICOS FITAS CD Ciências Sociais e Humanas 4.669 7.426 21 129 35 Ciências Biológicas e Saúde 71 118 0 0 0 Ciências Exatas e Tecnológicas 468 1.189 1 5 75 Ciências Agrárias 57 70 0 0 0 Letras 1.603 5.522 0 0 0 Artes 42 83 0 5 0 Direito 2.526 6.136 5 51 32 TOTAL 9.436 20.544 26 190 142 FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 101 29 - Instalações físicas e equipamentos audiovisuais 29.1- Considerações sobre as Instalações Físicas O Centro de Ensino Superior de Presidente Epitácio, mantenedor da Faculdade de Presidente Epitácio, instalado à Rua Pernambuco, nº 17-05 – Presidente Epitácio/SP, possui total condição estrutural para atender o Curso de sistemas de informação. As salas de aula são projetadas segundo as exigências específicas do ensino superior, particularmente para as aulas noturnas. São arejadas, com iluminações naturais e artificiais adequadas, amplas, confortáveis, comportando turmas de até 60 alunos. Dispõem de instalações próprias para a utilização dos recursos audiovisuais disponíveis, além do quadro de giz, projetado e confeccionado de forma funcional e inovadora. A Faculdade ainda possui salas específicas para o seu corpo diretivo, salas de convivência, sala para os seus professores, sala para laboratório de informática, sanitários adequados e extremamente higienizados, sala ambiente de estudos específicos, e outras instalações comuns aos demais cursos da Faculdade, ou seja, tudo aquilo que uma Faculdade e um curso de ponta e contemporâneo exigem nas proximidades do terceiro milênio. 29.2 - Equipamentos audiovisuais O curso poderá dispor dos seguintes equipamentos audiovisuais específicos, além da possibilidade e acesso aos equipamentos de uso comum: DICRIMINAÇÃO Quantidade Projetor multimídia 01 DVD 03 Vídeo cassete 02 Tv 29’ 04 Tv 33’ 01 Retroprojetor 05 Equipamento de som 03 Total 19 FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 102 30 - Laboratório de informática Estão disponíveis para o curso dois laboratórios de informática contendo 46 computadores, ligados em rede e com acesso à Internet, para serem usados exclusivamente para o ensino. Explicitamente, ter-se-ão resultados centrados no alunado, quanto ao acesso a informações gerais administrativas e, principalmente, um processo ensino- aprendizagem eficaz na medida em que se atinge a padronização e evita-se a repetição de aulas e sessões acadêmicas, dada às múltiplas possibilidades de interação aluno- sistema multimídia. Como resultados específicos na forma de produtos multimídia, ter- se-iam a implantação de Perfil da Entidade, Informações Acadêmicas, Aplicação Multimídia no Ensino, Aplicação Multimídia na Divulgação da Entidade, e Quiosque Multimídia. Complementarmente, será disponibilizado aos professores um instrumento e ferramental didático de suporte às aulas, tanto as tradicionais como aquelas ministradas de forma não convencional, alcançando-se uma efetiva aprendizagem por parte dos alunos. Os equipamentos (hardware e software) que comporão cada Laboratório de Informática são basicamente: 1 Servidor, Pentium 4 com 2.8 Ghz, 1 Gb Memória, HD 40 Gb, monitor color 15”, leitor de CD-ROM 32x, bus PCI e AGP, com a tecnologia plug and play; com conexões de rede local-LAN; 01 Servidor Intel Xenon QuadI com 2.6 Ghz, 4 Gb Memória, HD 500 GB; 24 estações de trabalho, Pentium 4 com 32 Ghz, 1 Gb Memória, HD 40 Gb, monitor color 17”, Placa de Rede, mouses, teclado, estabilizadores, com o sistema Operacional Windows XP; 24 estações de trabalho, Celeron com 2.3 Gb, 256 DDR Mémoria, HD 40 Gb, monitor color 15”, Placa de Rede, mouses, teclados, estabilizadores, com o sistema Operacional Windows XP; 1 impressora multifuncional Laser para uso compartilhado com a configuração de hardware e software estabelecida; FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 103 1 scanner de mesa colorido, para digitalização de imagens; placas, 2 hubs 8 portas, 2 Switches 24 portas, cabeamento e demais componentes de hardware para rede local, com respectivo software para rede Windows NT Server; kit de hardware e software, roteadores, para acesso à Internet; 31 - Considerações finais As bases que nortearam o presente texto são as de que ele servirá como guia para alunos, professores e coordenação, ou seja, servirá como uma bússola, orientadora das decisões que serão tomadas no dia a dia do curso. A elaboração do projeto pedagógico iniciou-se com a reflexão por parte dos envolvidos com o curso acerca do que se tem hoje e onde se quer chegar. Para tanto, partiu-se do princípio de que um curso existe para realizar algo. Entende-se, que o projeto pedagógico estrutura-se a partir da missão do curso, o que permite identificar seu propósito específico, sua razão de existir e os valores que o mantém. Nesse contexto, a FAPE se alicerça em uma concepção de educação que visa o desenvolvimento da liberdade e da solidariedade humana, buscando promover o desenvolvimento integral do homem e do seu meio. Sendo assim, o ensino, a pesquisa e a extensão, são os veículos para a consolidação de uma concepção humanística de educação. Ressalta-se que essa visão requer atividades acadêmicas voltadas para a construção e apropriação de conhecimentos científicos, para que promova uma educação formadora de profissionais com senso crítico e ético. Conforme salientado, a proposta pedagógica, se, de um lado traduz uma perspectiva de mudança paradigmática nos referenciais científico pedagógicos para o curso de sistemas de informação, de outro, traz uma alternativa de operacionalização, ainda que gradual, considerada possível e pertinente para que os agentes envolvidos possam, progressivamente assimilar as referidas mudanças. Somente a discussão coletiva e contínua sobre o projeto pedagógico, permitirá, com maior adesão dos agentes, a efetivação das mudanças estruturais para as quais apontam os novos referenciais. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 104 Em essência, o eixo da formação do profissional de Sistemas de Informação, se caracteriza por atividades de ensino, pesquisa e extensão, voltadas para a construção e reconstrução do conhecimento, buscando desenvolver no acadêmico o perfil de um profissional facilmente adaptável às mudanças vigentes no mercado de trabalho global. Presidente Epitácio/SP, 26 de novembro de 2009. ________________________________ Prof. Viturino Santos Silva Coordenador Curso Sistemas de Informação1994 a 2003 a) Controle do processo inflacionário: a partir da implantação do Plano Real em 1994, mediante a utilização de âncora cambial baseada no dólar norte- americano, como mecanismo de desindexação e a manutenção de altas taxas de juros reais. b) Crescimento econômico lento: a política econômica que priorizou o controle dos índices de inflação resultou em baixo crescimento econômico com o PIB- Produto Interno Bruto evoluindo a taxa média de 2,5% ao longo do período de 1995 a 2003. c) Estagnação da renda per capita: o baixo crescimento da economia brasileira não permitiu que houvesse a elevação da renda média dos brasileiros, levando a sua estagnação no patamar de 1980, ou seja, estável durante 25 anos. d) Estagnação da taxa de investimento: os níveis de investimentos em formação bruta de capital fixo estabilizaram-se em níveis relativamente modestos, em torno de 19% do PIB – Produto Interno Bruto, enquanto que o montante de outros países com altas taxas de crescimento como a China e tigres asiáticos, situa-se em torno de 25% do PIB. e) Taxa de câmbio semifixa (1994-1998): a adoção de uma política cambial baseada no regime de taxa de câmbio semifixa em relação ao dólar norte- americano, visando à desindexação da economia brasileira, gerou ao longo do período de 1994 a 1998, a tendência de deterioração das contas externas do país, acompanhada de elevação das importações, baixo desempenho das exportações e crescimento do endividamento do país. f) Taxa de câmbio flutuante (1999-2003): a crise cambial de janeiro de 1999, seguida de forte desvalorização, elevou substancialmente a rentabilidade dos produtos brasileiros no exterior, possibilitando a geração de expressivos superávits comerciais e crescimento das exportações do país, com destaque para o setor do agronegócio. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 9 3.1.2 - Cenário da região da Alta Sorocabana do Estado de São Paulo a) A região apresenta uma população de 788.100 habitantes, sendo 672.986 residem na área urbana e 115.124 na área rural, com taxa de urbanização de 85% (SEADE, 2004). b) A taxa de mortalidade infantil encontra-se na faixa de 18% por mil nascimentos, número de leitos do SUS – Sistema Único de Saúde, por mil habitantes é de 2,77 (SEADE, 2004). c) Apresenta 102.752 pessoas empregadas, sendo 23.370 na indústria, 21.692 no comércio e 46.818 nos serviços (SEADE, 2004). d) A região representa 2% do índice de participação do ICMS do Estado de São Paulo, 1881 estabelecimentos industriais, concentrados na cidade de Pres. Prudente. É a Segunda região mais pobre do estado, após a Região do Vale do Ribeira (SEADE, 2004). e) A região possui grande potencial agropecuário, sendo considerada a nova fronteira agrícola do Estado de São Paulo. O setor agropecuário tem como maiores produtos o plantio do algodão em caroço, a cana de açúcar e a pecuária de corte. Os dados para 2003 para estas culturas são fornecidos abaixo (IEA, 2004): f) Produto Área – hectare Produção Algodão 9.357 1.198.498 @ Cana de açúcar 106.208 8.660.346 t Soja 66.536 3.224.149 sc 60kg Bovinos 1.733.567 932.432 cabeças g) A região concentra problemas fundiários há muitos anos, sendo que o programa de regularização fundiária lançado pelo governo estadual sinaliza a resolução desta questão para os próximos anos, o que deverá estimular o crescimento econômico, com ênfase para o agronegócio. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 10 3.1.3 - Cenário do município de Presidente Epitácio A grande região a que pertence Presidente Epitácio foi há tempos idos, habitada por índios Opauos, da subnação Caiuá, começou a ser conhecida a partir de 1888, com a passagem do gado trazido dos sertões de Mato Grosso. Por volta de 1902, Domingos Barbosa Martins, o Gato Preto, e Major Cecílio de Lima começaram a organizar pousos e currais para descanso do gado, ocasião em que se fundou a Vila de Porto Tibiriçá, já com inúmeros moradores. Em 1919 com a chegada dos trilhos da Estrada de Ferro Sorocabana, hoje Fepasa, surgiram novas condições de vida para o porto de Presidente Epitácio. O tráfego ferroviário, iniciado em maio de 1922, marcou a data de fundação da cidade. As terras do atual município pertenciam por doação a Antônio Mendes Campos Filho e foram posteriormente divididos e negociados a 200 mil réis os lotes, por seu procurador Álvaro Coelho, a Joaquim de Souza Martins, Zeferino Pereira, Domingos Francisco dos Santos, Antônio Batista, Carlos dos Santos e Maria Júlia de Oliveira, considerados fundadores de Presidente Epitácio. Os primeiros moradores se dedicavam quase exclusivamente à extração de madeira adquirida pela Sorocabana. Na ausência de estradas, a estação ferroviária era atingida por picadões rasgados na mata. Em 1924, os trilhos da estrada de ferro foram estendidos até a barranca do rio Paraná, por determinação do então chefe de uma colônia revoltosa, Coronel Izidoro Dias Lopes. Data dessa época a instalação do Porto Fluvial de Presidente Epitácio. Que, em 13 de janeiro de 1936, foi elevado a Distrito de Paz e situação geográfica de Presidente Epitácio, que na época dividindo com os Estados de Mato Grosso do Sul e Paraná, e o fácil escoamento da madeira pelo rio Paraná favoreceram a instalação em 1947, de várias serrarias, e conseqüentemente, o progresso do Distrito. Em 1º de Janeiro de 1948, iniciou-se um movimento para a criação do município, fato que se concretizou em 24 de dezembro daquele ano. Como município, Presidente Epitácio passou a desenvolver-se rapidamente. Novas famílias se radicavam na cidade, confiante nas oportunidades que surgiram. Grandes empresas madeireiras se instalaram e armadores se aparelhavam para o transporte fluvial de madeira, gado e cereais. Com as empresas de navegação FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 11 surgiram as indústrias de construção naval. Foi uma fase áurea de Presidente Epitácio, os serviços de carga e descarga, tanto nos guindastes como nas esplanadas, ofereciam farta mão-de-obra, atraindo, grande número de trabalhadores. O serviço de Navegação da Bacia da Prata e Companhia Mate Laranjeira empregavam em suas frotas tripulação superior a 1500 embarcadiços. Atualmente, o principal enfoque turístico é o Rio Paraná, com seus 712 quilômetros navegáveis, é o terceiro rio em importância do País. Escoadouro de mercadorias provenientes, por via fluvial do Paraguai, Estado do Paraná e Estado do Mato Grosso. Sua profundidade média no canal é de 15 metros e no geral em média de 5 metros a nível normal. No município, o Rio Paraná tem uma extensão de 103.5 km, toda navegável e propícia à pesca, assim como para prática de qualquer tipo de esporte náutico. Sua Largura varia entre 1800 a 2500 metros. No trecho pertencente ao município possuem um grande número de ilhas, todas de fácil acesso, tanto pelo cais do Porto, como Parque Municipal Figueiral e o Centro de Lazer do SESI. A Ponte Professor Maurício Joppert da Silva possui 2500 metros de comprimento, vista como orgulho da engenharia nacional, servindo de elo entre o Estado de São Paulo e Mato Grosso do Sul, além de ser caminho natural para Bolívia e Paraguai. Trata-se de uma das mais importantes obras da engenharia nacional, não só por sua extensão como pelas suas características, tanto de concepção como de execução. Foi construída pelo Governo Federal e inaugurada em 1965. Situa-se na barranca do Rio Paraná, a 3kmdo centro da cidade, o Parque Municipal O Figueiral. Trata-se de uma área de lazer, com linda vegetação, onde o turista encontrará árvores centenárias, tipo Figueira. Dotado de toda infra-estrutura, com barracas, lanchonetes, praia, playground, área para camping, chuveiros, estacionamento. As condições de acesso ao local são excelentes, podendo chegar ao pela Rodovia Raposo Tavares via marginal, ou centro da cidade via marginal. Neste Parque são realizados todos os grandes eventos do município, como: - Festival Nacional de Pesca e Miss Turismo, Festa do Trabalhador, Festa Juninas, Festa de Iemanjá. Fator de grande importância no desenvolvimento e escoamento de grãos provenientes do Estado do Paraná, Mato Grosso do Sul e Paraguai é o Cais do Porto. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 12 Serve como atração turística, podendo o visitante desfrutar da bela paisagem existente no local, principalmente ao entardecer, fator este que em qualquer ponto do município - via marginal - barranca do Rio, é proporcionado um grande espetáculo: o pôr do sol. O porto foi construído em 1960 pela Ferrovias Paulistas S.A. (Fepasa), tendo como finalidade principal à interligação do trecho do rio Paraná, entre Guaira (PR) e Jupiá, na divisa de São Paulo e Mato Grosso do Sul, com o terminal ferroviário da antiga Companhia Paulista de Estradas de Ferro. A construção teve a anuência do Departamento Nacional de Portos e Vias Navegáveis (DNPVN). Posteriormente a Portobrás (AHRANA), e atual Codesp/AHRANA, teve participação importante na operacionalização do porto, através de aquisição de equipamentos. Em 10/11/98, foi realizado o leilão de privatização da Malha Paulista, antiga Fepasa, na bolsa do Rio, vencendo o consórcio formado principalmente pela Vale do Rio Doce e os fundos de pensão Previ e Funcef, por 30 anos de concessão. Hoje, o porto é administrado pela Ferrovia Bandeirante S.A. (Ferroban). Está localizado na margem esquerda do rio Paraná, no município de Presidente Epitácio (SP), junto à divisa com Mato Grosso do Sul. Tendo como área de influência, abrange o noroeste do estado de São Paulo e o sudeste de Mato Grosso do Sul. Demografia: caracterização do território com base no ano 2004 População: 41.332 habitantes; Taxa de urbanização (em %): 93,33; Taxa geométrico crescimento anual da população 2000/2004 (em %): 1,30; Área (em km2): 1.277. Trabalho: com base no ano 2003 Setor Estabelecimentos Trabalhadores Formais Indústria 56 1.882 Comércio 316 1.133 Serviços 189 2.028 Outros 616 338 Total 704 5.381 FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 13 4 - Projetos Sociais Atenta às dificuldades da região do Pontal do Paranapanema, onde se situa a FAPE, idealizou seus Projetos Sociais. Programas facilitadores para o acesso de jovens e adultos carentes no ensino superior, já são conhecidos em todo o Estado e reconhecidos pela Secretaria de Educação do Estado de São Paulo. Coordenado por docente da Instituição, tem como missão: Alcançar a oferta e a prática de uma Educação Solidária, através de parcerias com Instituições, Projetos Sociais, Educacionais e Culturais, permitindo a Educação para todos e a Inserção Social. A FAPE – Faculdade de Presidente Epitácio ciente que as instituições de ensino são por excelência o veículo natural de disseminação da responsabilidade social, pois são as responsáveis pela formação do cidadão, visa a proporcionar aos jovens carentes a possibilidade de ingresso ao ensino superior, e ao longo dos seus seis anos de existência firmou e consolidou parcerias com órgãos governamentais e instituições para concessão de bolsas de estudo de até 100%. No entanto, acreditando que em Responsabilidade Social na área educacional, não pode existir doação e sim reciprocidade a Faculdade exige dos alunos contemplados bom desempenho acadêmico e contrapartida social através da prestação de serviços em creches, asilos, hospitais, associações de moradores, agrovilas, associação de produtores rurais, escolas municipais e estaduais e instituições beneficentes. Dentro dos Projetos Sociais da UNIESP Solidária firmou convênios com prefeituras, sindicatos, empresas, associações, fundações, cooperativas, entre outras, que fazem de seus participantes/alunos um UNIVERSITÁRIO CIDADÃO. Para os mais de 100 parceiros, os convênios promovem a valorização do funcionário/associado por proporcionar um elemento facilitador para ingresso no ensino superior. Além disso, esse incentivo que acarreta na melhoria da motivação do funcionário, e, consequentemente, no aumento da produtividade. Ainda mais, este passa a aplicar o conhecimento adquirido na faculdade em seu dia-a-dia, o que pode representar um trabalho de maior qualidade, visto que há um maior conhecimento. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 14 Nesse sentido, apresentamos uma síntese desses trabalhos abaixo, idealizados pela UNIESP, e em parceria com os Governos Federais e Estaduais. UNIESP Bolsa Escola Municipal Para o Ensino Superior O Projeto Bolsa Escola Municipal para o ensino superior, criado pela Fundação UNIESP Solidária em parceria com as prefeituras municipais, tem como objetivo proporcionar a promoção do desenvolvimento local e sustentável através da inserção de estudantes carentes no ensino superior. Nesse projeto a Fundação firmou parceria a faculdade e caberá a esta a concessão de 50% de Bolsa de Estudo a estudantes ingressantes no Ensino Superior, residentes nos municípios das prefeituras conveniadas. Caberá à prefeitura municipal conveniada promover a concessão de Bolsa de Estudo para o Ensino Superior em sua municipalidade, de no máximo 50% da mensalidade escolar da Faculdade e o transporte do aluno de acordo com o convênio firmado. O principal objetivo do Projeto Bolsa Escola Municipal para o Ensino Superior é propiciar a Integração UNIESP Solidária – Faculdade - Município, através de parceria, para a promoção do desenvolvimento local, integrado e sustentável. Podemos dizer ainda que este projeto visa fixar o estudante no seu local de origem, melhorando a qualificação da mão de obra local e fazendo com que este estudante, participe ativamente como cidadão nos segmentos públicos de sua cidade. Universitário Cidadão Consiste na contemplação de bolsa de até 50% tendo como proposta a prestação de serviço voluntário do aluno bolsista em instituições filantrópicas, asilos, creches, hospitais, ONGS e instituições sociais, transformando-as em centros comunitários, voltados para o exercício da cidadania. Com o objetivo de inserir o jovem no ensino superior e, conseqüentemente incentivar o voluntariado, o FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 15 Universitário Cidadão é sem dúvida uma criativa e contundente política social implementada em nossa região, de extraordinária dimensão social, pois atende diretamente a classe social menos favorecida através da mais nobre ação social que uma instituição pode conceber: a educação aliada à consciência de cidadania e dever cívico. O aluno Universitário Cidadão será contemplado com um percentual de bolsa de acordo com a quantidade de horas de prestação de serviços: 50% de Bolsa, 8 horas de serviço voluntário; 40% de Bolsa, 7 horas de serviço voluntário; 30% de Bolsa, 6 horas de serviçovoluntário; 20% de Bolsa, 5 horas de serviço voluntário. Poderá ser válido, desde que o aluno cumpra com suas atribuições; que não seja reprovado por notas ou faltas; que não atrase o pagamento da mensalidade; que a instituição continue necessitando do aluno como Universitário Cidadão, e de acordo com o orçamento da faculdade. Educador Voluntário O projeto Educador Voluntário foi desenvolvido a partir das dificuldades encontradas pelos alunos que se inscreveram no Programa Bolsa Escola da Família e, por falta de vagas, não foram contemplados, com o objetivo de contemplar com 50% de bolsa, os alunos que constassem da lista de espera do Programa Bolsa Escola da Família, tendo como proposta a prestação de serviços do aluno bolsista nas escolas públicas estaduais, aos finais de semana, transformando-as em centros comunitários, com a intenção de atrair os jovens e suas famílias para um espaço voltado à prática da cidadania, onde são desenvolvidas atividades artísticas, culturais e esportivas. Cabe ao aluno contemplado com os 50% de bolsa pela faculdade buscar uma Escola Estadual do seu município, mais próxima à sua residência e se cadastrar como Educador Voluntário, oferecendo uma contrapartida social que poderá ser executada através da promoção de atividades artísticas, culturais e esportivas, durante ou nos finais de semana, nas escolas públicas estaduais de acordo com a necessidade da escola (num total de 8 horas semanais enquanto for educador voluntário). FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 16 PROSIES – Projeto Social de Incentivo a Alunos Potenciais O PROSIES - Projeto Social de Incentivo a Alunos Potenciais para Ingresso no Ensino Superior - procura alcançar três objetivos simultâneos: a participação da comunidade através de instituições sociais, abrir oportunidades a alunos especiais para ingresso no ensino superior e a prática e o exercício da cidadania. O PROSIES, portanto, em se tratando de projeto social, não poderia deixar de contar com a participação de instituições sociais: sindicatos, igrejas, associações, ONG’s, entidades de classe, cooperativas, fundações, entre outras formas como as OSCIP, por exemplo. Cabe a tais instituições sociais identificar eventuais candidatos carentes e/ou em situação de risco, porém, potenciais, para o ensino superior. Uma vez identificados, os candidatos devem ser apresentados e encaminhados pelas instituições sociais a uma das Faculdades da UNIESP, os quais receberão tratamento legal e orientação, inclusive orientação vocacional, sem qualquer cobrança de taxas, para a devida participação no processo seletivo, conforme normas regulamentares. Para a instituição social parceira, sem qualquer ônus, exceto se desejar apoiar diretamente o aluno, o principal benefício estará na oportunidade de incrementar suas atividades, junto a seu público alvo, integrando-se à área educacional e apoiando a comunidade. Para o aluno, principal beneficiário, a oportunidade de ascensão social, através da educação superior. Para a comunidade, o atendimento social e a integração de suas instituições através de uma das mais nobres ações: a educação. Depois de matriculado, a faculdade auxiliará o aluno a fazer seu cadastramento, no FIES Programa de Financiamento Estudantil nos prazos definidos pelo programa desde que aprovado pela Caixa Econômica Federal para ingresso no FIES, a Faculdade providenciará os demais trâmites necessários e promoverá a complementação do valor não financiado (30%) e o Auxilio Transporte. Pela experiência da UNIESP, ao longo dos dois últimos anos na administração do FIES junto a seus alunos, percebe-se que a grande dificuldade reside na organização do processo de inscrição junto à Caixa Econômica Federal. A contrapartida da instituição social, portanto, seria a de orientação e apoio ao aluno na organização do processo do FIES junto à Caixa. Obviamente, é importante, também, FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 17 que a Instituição acompanhe o desempenho acadêmico do aluno durante seu período de estudo. Programa Fidelidade UNIESP Dentro do Programa Fidelidade a UNIESP concederá 5% (cinco por cento) do valor pago pelo aluno à escola parceira que o encaminhou, que serão transformados em pontos. Com a pontuação adquirida a escola poderá efetuar a troca por equipamentos audiovisuais, computadores, impressoras, máquinas fotográficas, laboratórios, material didático, livros, e outros de forma a atender o pedagógico. O principal objetivo do Programa Fidelidade UNIESP é propiciar a Integração Faculdade-Escola, através de parceria, visando à promoção do desenvolvimento das escolas com a inclusão dos jovens egressos do ensino médio público e privado no ensino superior, de forma integrada e sustentável, para que possam ser revertidos às escolas benefícios, alavancando assim o processo: ensino-aprendizagem. O Programa Fidelidade terá vigência a partir da assinatura do Termo de Adesão, firmado entre a UNIESP e a Escola parceira, valendo apenas para os alunos que efetuarem a matrícula através de ingresso por vestibular ou transferência. A partir do ingresso na UNIESP do primeiro aluno indicado, será computado para a escola e para a APM o referido percentual transformado em pontos, conforme consta do presente regulamento. GOVERNO FEDERAL PROUNI – Programa Universidade para Todos O Programa Universidade para Todos, denominado de PROUNI é destinado à concessão de bolsas de estudo integrais e bolsas de estudo parciais de cinqüenta por cento (meia-bolsa) para cursos de graduação e seqüenciais de formação específica, em instituições privadas de ensino superior, com ou sem fins lucrativos e oferece ainda a implementação de políticas afirmativas de acesso ao ensino superior aos auto-declarados indígenas ou negros e aos portadores de deficiência. A UNIESP, diante do lançamento do PROUNI pelo Ministro da Educação e FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 18 ciente da carência social existente no Oeste Paulista, apoiou o Secretário Executivo do MEC - Fernando Haddad e foi a primeira das 35 instituições que aderiram ao programa, quando do lançamento pelo Ministro da Educação disponibilizando 10% de suas vagas iniciais, para ingresso de alunos ao ensino superior. A UNIESP disponibilizou até 200 vagas a serem divididas entre as Faculdades de Presidente Prudente, Presidente Epitácio, Birigui, Mirandópolis e Guararapes. Poderá ser beneficiado pelo PROUNI o estudante que participou do ENEM do ano a ingressar e que tenha cursado o ensino médio completo em escola pública ou em instituição privada na condição de bolsista integral. Estudante portador de necessidades especiais. Professor da rede pública de ensino que se candidate a cursos de licenciatura destinada ao magistério e à educação básica e pedagogia, independente da renda. Desde que haja vaga e após a seleção do Ministério da Educação e da Faculdade. Poderá participar o estudante que atenda aos requisitos anteriores e que tenha renda per capita familiar de, no máximo, um salário mínimo e meio e também aqueles que atendam aos requisitos anteriores e que tenha renda per capita familiar de, no máximo, três salários mínimos. GOVERNO ESTADUAL Bolsa Escola da Família Visando a contribuir para o desenvolvimento de uma cultura de paz, o Programa Bolsa Escola da Família, elaborado pelo Governo do Estado de São Paulo e através da parceria com faculdades proporcionaa abertura, aos finais de semana, de várias escolas da Rede Estadual de Ensino no Oeste Paulista transformando-as em centro de convivência, com atividades voltadas às áreas esportiva, cultural, de saúde e de qualificação para o trabalho. 4.1 Programas institucionais de financiamento de estudos A Faculdade de Presidente Epitácio é consciente de que uma grande parcela de seus alunos, principalmente as classes C e D, são trabalhadores por vezes braçais que FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 19 não dispõem de tempo e disposição para se dedicar a um dos projetos sociais que a IES oferece, é pensando nestes alunos que a FAPE oferece ainda aos seus alunos a possibilidade de financiar o seu estudo. Por meio de parceria com o Governo Federal através do FIES. No entanto, conhecedores das exigências e da grande procura por este programa, de universitários de todo o Brasil, a FAPE por meio da sua mantenedora e em parceria com a Fundação UNIESP Solidária, possui um financiamento próprio da Faculdade, denominado FIENESP, num plano sem juros e sem correção. Estes dois programas de financiamentos em conjunto com os projetos sociais, é parte das ações para o cumprimento de sua missão. FINESP - Financiamento Estudantil da Própria Faculdade O FINESP é um programa que tem como objetivo facilitar o acesso e formação a faculdade, podendo financiar até 70% das mensalidades durante todo o período regular do curso escolhido, pagando apenas 30% das mensalidades valor do 1º dia útil, o financiamento é oferecido de uma maneira clara e objetiva através do plano SEM: sem juros, sem correção e sem avalista (desde que não tenha restrições financeiras). No início de cada semestre os alunos novos e transferidos que não conseguiram nenhuma bolsa e estiver interessado em fazer o FINESP, poderão se inscrever no financiamento, desde que se enquadre nos requisitos descritos abaixo: Estar regularmente matriculado na faculdade; Ter cursado o ensino médio em escola pública; Condição sócia econômica de acordo com a avaliação da renda bruta total mensal familiar de no máximo cinco salários mínimos; Inscrito em algum projeto de bolsas e não ter sido contemplado; Possuir comportamento e notas conforme o regimento interno da faculdade; Não possuir restrições financeiras (podendo apresentar avalista); O financiamento é válido durante todo período regular do curso ou até quando o aluno achar necessário, o valor de desconto do financiamento virá descrito no corpo do boleto. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 20 Para renovar o financiamento a cada semestre, o aluno precisa ter no mínimo 75% de presença e médias suficientes para aprovação em todas as disciplinas do semestre anterior ao da renovação. Caso contrário o aluno perderá o seu financiamento. O estudante poderá, a seu critério, encerrar seu financiamento a qualquer momento e sua opção terá validade no primeiro dia útil do mês seguinte à solicitação. Para isso, o estudante deverá comunicar a Faculdade sobre sua decisão através de requerimento. No entanto, o aluno que encerrar o financiamento em curso começará a amortizar o valor financiado um mês após a solicitação. FIES - Financiamento Estudantil do Governo Federal O FIES Programa de Financiamento Estudantil do governo brasileiro, operado pelo Ministério da Educação em conjunto com a Caixa Econômica Federal. Financia, no máximo, 50% das despesas estudantis, e o saldo poderá ser amortizado em até uma vez e meia o período de utilização do financiamento, sendo o valor das prestações calculado pela Tabela Price. FIES - Financiamento Estudantil do Governo Federal é um programa do Ministério da Educação destinado a financiar a graduação no Ensino Superior de estudantes que não têm condições de arcar com os custos de sua formação e estejam regularmente matriculados em instituições particulares, conveniadas com o Programa e com notas positivas nas avaliações do MEC. 5 - O professor Dados os objetivos especiais e as peculiaridades de um curso dirigido à bacharéis em sistemas de informação, o perfil do professor integrante de tal projeto educacional deverá ter atitudes e comportamentos especiais, a fim de que tenha uma ação eficaz. Naturalmente não se abre mão de uma sólida formação acadêmica, mas a peculiaridade vai se apresentar na forma de relacionamento com os alunos, ou seja, numa relação especial de construção, reconstrução e apropriação de conhecimento. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 21 É inegável que, com a dinâmica e velocidade das mudanças que hoje ocorrem na economia, na sociedade e na tecnologia, é bem possível que a realidade mencionada anteriormente sofra mudanças no transcorrer do tempo em que o aluno do curso de graduação permanecerá na escola. Devido ás circunstâncias apontadas, o corpo docente ligado à formação de bacharelado em sistemas de informação deve apresentar sensibilidade tanto às mudanças que estão em processo na realidade como à percepção que o aluno está tendo da mesma. Deve funcionar como uma ponte, como um guia que orienta a visão que o aluno tem do real, no sentido de aclarar, ampliar e revelar outras dimensões. As conclusões sobre os problemas colocados devem permanecer muito mais no nível das reflexões dos alunos do que em uma só resposta ditada pelo professor. Assim, ele deve ser mediador no processo de superação do senso comum através do senso filosófico, na busca do senso científico. Propor debates e intervir na discussão com prudência. Dominar uma diversidade de saberes que o habilitem, em situações complexas, a deliberar, analisar, interpretar situações e tomar decisões. Deve ter a preocupação com o processo e com os fatores humanos e sociais que interferem no processo de ensino aprendizagem. 6 - O aluno O vestibular será classificatório, não se colocando a avaliação em termos absolutos (notas), mas ordenando-se os candidatos a partir da comparação entre seu perfil e as atividades que ele deseja desenvolver. Do ponto de vista dos examinadores, a seleção dos candidatos se colocará como um desafio para identificar aqueles com maior potencial para, ao final do curso de graduação estarem preparados para assumir funções seja pública ou privada em seus diversos segmentos, atuando com uma postura crítica em face dos sistemas de informação, entendendo-o como fenômeno dinâmico e em construção, adequando-o a situação social, política e econômica emergente. O aluno é sujeito ativo no processo de apropriação do conhecimento. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 22 7 - O ensino O bacharel em sistemas de informação necessita conhecer bem as técnicas, mas, para ter êxito, precisa também de habilidade para lidar com as situações que envolvem pessoas com diferentes formações. Se houver falhas na formação de suas competências e habilidades, menores serão suas chances de ocupar espaço profissional. Nesse sentido, não se pode deixar de desenvolver algumas habilidades como relacionamento interpessoal, negociação e capacidade de análise crítica, sob o risco de afetar as possibilidades competitivas no mercado de trabalho. A dicotomia encontrada entre a formação acadêmica e a prática profissional poderá ser amenizada se os professores do curso trabalharem com a aprendizageme não com o ensino, de tal forma que o aluno, de acordo com Peter Senge, possa aprender a aprender num processo dinâmico. Por meio do desenvolvimento da aprendizagem, o aluno deve buscar respostas aos estímulos propostos como desafios às situações do cotidiano, sob a orientação e coordenação do professor. Não há respostas pré-estabelecidas, e as novas descobertas devem ser discutidas, analisadas e revistas conjuntamente, deslocando-se, assim, o foco do ensino para a aprendizagem. Havendo vivência do aluno com práticas profissionais, haverá a possibilidade de qualificá-lo para enfrentar os desafios da dinâmica social. Para isso, será preciso mudar o foco da relação ensino aprendizagem e fazer da sala de aula um verdadeiro laboratório de experiências de práticas profissionais, sob a orientação e coordenação dos professores. Considerando as especificidades dos objetivos educacionais envolvidos no desenvolvimento dos bacharéis com formação humanista, os pressupostos da ação pedagógica a ser exercida devem pautar-se pelas seguintes diretrizes explicitadas a seguir. As ações de ensino e aprendizagem devem ser planejadas a partir de levantamento das reais necessidades dos sistemas de informação e continuamente reestruturadas em seus conteúdos; Deve-se usar de linguagem adequada à compreensão pelo aluno sem cair em exageros acadêmicos; FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 23 Garantir que a estrutura e o desenvolvimento do curso estejam estritamente a altura do formando; Fomentar a aprendizagem por meio da ação e na relação com outras pessoas do mesmo nível, reconhecendo que os alunos podem aprender uns com os outros; Instalar um sistema educativo altamente participativo em lugar do passivo; O formador de bacharéis em sistemas de informação deve ter vivência, além de conhecer a realidade da profissão, possuir uma visão holística e ao mesmo tempo ter domínio de habilidades pedagógicas; Focar todas as atividades com os alunos em um esquema geral e ao mesmo tempo especifico de avaliação de resultados da ação pedagógica; O processo de ensino, que é basicamente uma função do tempo, deve ser tão ou mais importante que os conteúdos. É necessário dirigir o processo com a devida sensibilidade de forma que este dê lugar à aprendizagem e, portanto, a uma mudança de comportamento. No processo de ensino, como integrar a teoria ensinada nas faculdades com a realidade da profissão é uma antiga questão em que ambas as partes vêm repensando seus papéis. Aprimorar e adaptar a matriz curricular às exigências do mercado de trabalho é uma maneira de ampliar a chance do estudante ingressar na profissão que escolheu. O Curso de bacharelado em sistemas de informação da FAPE compreende que não há como estabelecer uma proposta de ensino eficiente sem a busca incessante por um equilíbrio entre os conteúdos teóricos, ministrados e investigados na Instituição e a prática. E por este motivo tem o interesse de desenvolver uma gama de atividades que auxiliem o acadêmico na descoberta de sua área preferida, bem como na fixação através da prática, do conhecimento desenvolvido pelo professor. Várias são as formas de lograr tal intento que são buscadas pelo Curso. Nesse contexto, destaca-se o estágio supervisionado obrigatório e as atividades complementares, que possibilita ao aluno desde cedo ter experiência no campo prático. A promoção de conferências, palestras, seminários e projeção de vídeos que informem ao acadêmico as formas positivas de como os sistemas de informação são ou FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 24 devem ser implementados, aliado às visitas técnicas são outras formas de associar conhecimento apropriado à prática cotidiana. A partir do conhecimento ao mesmo tempo holístico e especializado, o discente tem as ferramentas básicas para a melhoria de seu desenvolvimento profissional. Uma outra discussão no processo de ensino aprendizagem é a questão da interdisciplinaridade. Nesse sentido, faz-se necessário ponderar que essa abordagem interdisciplinar só acontece quando os conteúdos das disciplinas se relacionam para a ampla compreensão de um tema estudado, ou seja, a relação entre as matérias é à base de tudo, pois ela dá significado ao conteúdo acadêmico, rompendo a divisão hermética das disciplinas. Desse modo, a FAPE pretende oferecer um bacharelado não apenas ensinando alguns conteúdos, mas sim formar um profissional com um conjunto de habilidades e qualidades, e para atingir esse intento é preciso levar em conta a constante relação entre estes enfoques. No bacharelado em sistemas de informação, pela própria natureza interdisciplinar do curso, o estudante deve construir conhecimentos e competências, habilidades nas áreas de informática e administração e em outras complementares. No entanto, o foco central de formação, que se institui nas inter- relações dessas áreas, é o desenvolvimento de sistemas de informação e sua integração no contexto das organizações. Para esse foco deve voltar-se a organização curricular, tendo presente o desenvolvimento de uma formação ao mesmo tempo técnica e humanística, geral e especializada. Mais do que apenas introduzir novas disciplinas reflexivas na matriz curricular, é necessário integrá-las às disciplinas técnicas, de modo que a análise das normas e dos conceitos técnicos fundamentais seja permeada pelo seu referenciamento histórico, filosófico, sociológico e político. É imprescindível que tanto a organização curricular do curso quanto a metodologia de ensino aprendizagem adotada contribuam efetivamente para que esses objetivos sejam atingidos. 8 - Missão e concepção do curso O Curso de Sistemas de Informação pretende contribuir, efetivamente, com o esforço de modernização que vem sendo perseguido pelo país, através da preparação FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 25 de pessoal especializado, indispensável ao desenvolvimento harmônico e eficiente das tecnologias ligadas a gestão de sistemas de informação. É uma área de atuação profissional cuja atualização é de vital importância, à medida que profundas e freqüentes transformações ocorrem, tanto em âmbito nacional quanto internacional, no que se refere aos aspectos tecnológico, político, social, cultural e econômico e financeiro do país. Tais transformações acabam por afetar, não só as organizações de natureza jurídica privada, como também aquelas governamentais e, até mesmo, governos de diferentes países. Nesse sentido, o curso de Sistemas de Informação foi concebido com o intuito de formar tecnicamente profissionais para o desenvolvimento de atividades de planejamento e implantação de projetos na área de sistemas de informação. Permitindo ao egresso uma visão estratégica e integrada para a gestão competente de sistemas de informação alinhados com a realidade das empresas. O avanço tecnológico pelo qual passa o mundo, e a conseqüente disponibilidade da informação e valorização do conhecimento gerado pelas mudanças que, associadas a outros fatores como a questão econômica, ocasionaram avanços imprevisíveis em décadas atrás. A sociedade contemporânea, denominada a sociedade do conhecimento, valoriza a produção do saber e os avanços científicos e tecnológicos, que muitas vezes causa impacto pela velocidade com que se processa e transforma comportamentos, serviços, produtos e a própria ordem social, econômica e política das nações. É evidente que a informaçãodeixou de significar poder, mas neste início de milênio está mais acessível, graças, principalmente, pela informática. O avanço dos meios tecnológicos popularizou a informação disponibilizando-a a um número cada vez maior de pessoas. A educação foi uma das grandes beneficiadas pela informática, pois o seu uso possibilitou a democratização do saber e a conseqüente inclusão social em todo o mundo. O Brasil, embora com alguns anos de atraso, está desenvolvendo inúmeros projetos nesta área. Neste cenário, o papel dos profissionais de informática é de extrema relevância como parte dessa transformação, pela qual passa a sociedade de forma geral e o FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 26 mundo organizacional como um todo. Diante desse contexto, ao bacharel em sistemas de informação, compete trabalhar a informação e apoiar a tomada de decisão dentro das organizações. Para isso, a instituição pretende promover as condições necessárias à oferta de um curso dinâmico, com práticas educativas, inovadoras e investigativas, voltadas à conscientização pela busca de uma educação permanente, que prepare seus egressos a tornarem-se futuros empresários, preocupados em apresentar soluções aos processos mediante sistemas informatizados, contribuindo com o desenvolvimento das organizações. O paradigma educacional proposto para o curso baseia-se em parâmetros inovadores, em que o aluno será incentivado a adotar uma postura de autonomia crescente, no sentido de construir, sob a mediação docente, o seu saber, de forma consistente e contínua. Para tanto, estão previstas atividades metodológicas que oportunizarão o equilíbrio entre o saber teórico e prático, o que possibilitará a autonomia necessária à construção do conhecimento. O curso abrange duas grandes áreas de atuação: 1. Aquisição, desenvolvimento e gerenciamento de serviços e recursos da tecnologia da informação; 2. Desenvolvimento e evolução de sistemas computacionais e infra-estrutura para o seu uso em processos organizacionais. As atividades de aquisição, desenvolvimento e gerenciamento de serviços e recursos, envolvem o uso criativo da tecnologia da informação para a automação de processos organizacionais e interorganizacionais. O principal pressuposto desta atividades é que a informática tem nela um papel importante como atividade meio, para que a finalidade principal da organização funcione de forma eficaz e eficiente. Considerando-se que nos dias atuais muito poucas organizações funcionam sem a informatização dos seus sistemas, entende-se que o profissional com este perfil tem espaço e importância neste mercado. Segundo fonte da SBC, estima-se que mais da metade da demanda profissional nas áreas de informática e computação afine-se com o perfil voltado para os sistemas de informação. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 27 Não se pretende, com isso, apenas fornecer ao estudante o aparato técnico e instrumental, para que possa solucionar problemas ligados à informatização de sistemas. Na sociedade moderna não é concebível a formação de profissionais que não estejam também engajados nas suas questões maiores. Nesse sentido, outra linha fundamental de caracterização profissional do egresso deste curso é a formação de um cidadão ético, consciente e engajado na melhoria e qualificação dos processos sociais, localizados no espectro de abrangência do seu trabalho. Espera-se com isto o comprometimento do sujeito na melhoria e desenvolvimento de seu meio. Além destas características, é notória a rápida defasagem que sofre o conhecimento e, por conseqüência, a formação nas áreas técnicas à medida que passa o tempo. Devido ao seu particular dinamismo, nas áreas de informática e computação esta depreciação dos saberes é ainda mais dramática, e requer cuidados especiais. Com base nesta afirmação e conscientes de que o estado da arte destas áreas altera- se completamente em poucos meses, optou-se pela construção de um novo currículo e, conseqüentemente, de um profissional com uma formação teórica de base sólida. Esta formação irá permitir que o egresso possa adequar-se e adaptar-se às mudanças tecnológicas a partir de referências que tornem a tarefa gerenciável. Ao fazermos isto, entendemos que estamos preparando um profissional em condições de tratar com a modernidade e com o novo, ser empreendedor e ter iniciativa de mudanças e qualificação, em outras palavras, preparar o futuro profissional para um aprendizado constante. Por outro lado, o colegiado de curso propõe um currículo flexível, de tal forma que este possa, na medida das suas potencialidade, reenquadrar-se permanentemente frente aos novos desafios impostos e construídos pela pesquisa em sistemas de informação. A proposta do curso integra componentes da formação humanística que entendemos como essenciais para as questões que compreendem a formação do bacharel em sistemas de informação. Em razão disto, todos os componentes da formação humanística serão desenvolvidos ao longo do curso, juntamente com outros componentes que buscarão a intercomplementaridade do conhecimento e o desenvolvimento de uma proposta pedagógica coletivamente construída no processo de sua implementação. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 28 Nesse contexto, a formação acadêmica deve contemplar que os discentes entendam o ambiente de uma organização, bem como o macro-ambiente no qual a mesma está inserida, a fim de permitir que o futuro profissional tome decisões e articule ações estratégicas no âmbito da empresa. Para tanto, o projeto pedagógico do curso de Sistemas de Informação da FAPE, procura desenvolver um profissional com um perfil composto de três dimensões: gerador, disseminador e detentor de conhecimento. Assim, a missão do curso está embasada em contribuir para a melhoria e transformação da sociedade, atendendo às aspirações e aos interesses da comunidade, tornando-se fator de integração regional, desenvolver as atividades de ensino, pesquisa e extensão em estreita parceria com a sociedade, garantindo-se a qualidade e a utilização eficaz dos recursos tecnológicos. Busca-se também, fomentar as capacidades intelectuais, o comportamento crítico e investigativo, as atitudes produtivas e empreendedoras, acompanhando o estado da arte, formando bacharéis capazes de acompanhar as mudanças que estão ocorrendo na sociedade, atento para a humanização dos sistemas. 9 - Bases filosóficas do Curso de Sistemas de Informação A filosofia do curso terá como enfoque a integração entre a formação técnica, humanística e a gestão empresarial, objetivando: a) A compreensão das reais necessidades das organizações e da determinação de alternativas de solução através dos recursos fornecidos pela informática; b) A aplicação dos conhecimentos teóricos pelo uso prático de equipamentos e recursos computacionais; c) A formação do aluno como profissional integrado e participante da sociedade de forma responsável; d) A utilização racional dos recursos administrativos e computacionais, o aprimoramento, e uma orientação e condução das habilidades existentes no educando. O curso está alicerçado na formação de profissionais para atuar em posições de gerenciamento dos sistemas de informações, profissionais capazes de obter os requisitos de informação necessários para o desenvolvimento das aplicações, definindo, planejando, implementando e gerenciando sistemas de informações, FFAACCUULLDDAADDEE DDEEPPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 29 adaptando-se facilmente às diversas situações que são impostas pelo mercado de trabalho. O Bacharel em Sistemas de Informação deve desenvolver o espírito empreendedor e a prática profissional, aliado ao alto gerenciamento e a assimilação de novas informações, apresentando flexibilidade intelectual e adaptabilidade contextualizada no trato de situações diversas presentes ou emergentes nos vários segmentos do campo de atuação. 10 - Diretrizes filosóficas do Curso de Sistemas de Informação As atividades do ensino vêm consolidar e concretizar a missão e diretrizes da Instituição. Como atividade sistemática de apropriação e construção de conhecimentos científicos, o ensino procura contribuir no desenvolvimento de habilidades, competências e atitudes na formação do homem, buscando dotá-lo de condições para dar qualidade a sua vida pessoal e profissional, ao contexto que o cerca e à sociedade que compõe. 10.1- Diretriz social Refere-se ao ajustamento social dos ingressantes do curso, que fomenta o profícuo relacionamento entre o individual e o grupal, consciente de que a união entre as pessoas deve-se processar em clima respeitoso e pró-ativo. A comunidade é o principal foco da instituição de ensino. Promover o seu crescimento através do ensino e da pesquisa, de forma ampla e sustentável é o grande objetivo da instituição e do curso. O individual não pode absorver o social integralmente, tampouco o social pode exaurir o individual. Dessa forma, ter consciência da necessidade de tornar-se um profissional justo, ou seja, ter dentro de si uma vontade constante de dar a cada um o que lhe pertence, pois quando esta disposição não existe, o que passa a existir na sociedade são, apenas, conjuntos normativos, ou seja, puros regulamentos funcionais. O individualismo alimenta o egoísmo, desenfreia paixões, conduz à exaustão da autoridade. A exacerbação do social torna o indivíduo prisioneiro e escravo do sistema político e econômico. O egresso deve ter condições de assumir um papel de agente FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 30 transformador do mercado, sendo capaz de provocar mudanças através da incorporação de novas tecnologias na solução dos problemas e propiciando novos tipos de atividades, agregando: Domínio de novas tecnologias da informação e gestão da área de sistemas de informação, visando melhores condições de trabalho e de vida; Conhecimento e emprego de modelos associados ao uso das novas tecnologias da informação e ferramentas que representem o estado da arte na área; Conhecimento e emprego de modelos associados ao diagnóstico, planejamento, implementação e avaliação de projetos de sistemas de informação aplicados nas organizações; Uma visão humanística consistente e crítica do impacto de sua atuação profissional na sociedade e nas organizações. 10.2- Diretriz cultural Fundamenta-se no compromisso cultural, a acepção mais comum deste termo, possibilita aos homens cultivar todos os valores humanos, visando à formação do homem culto, isto é, aquele que tem espírito de tal forma conformado que, para ele, não existem problemas secundários, enquanto estes se situarem nos horizontes de sua existência. Mas, portanto, que os homens eruditos, que se limita a reunir e justapor conhecimentos, o homem culto os unifica e anima com um sopro de espiritualidade e entusiasmo. Essa diretriz se dimensiona no sentido de promover a cultura no plural, não se isolando ou se recusando ao que vem de fora em nome de preservar a sua identidade. Não aceita este ou aquele dogmatismo, que consiste em emitir juízos de valor sem antes arrolar criticamente as razões da avaliação. Navega no pluralismo e mantém a identidade através do próprio valor e não na negação do valor de outrem. Preserva a razão em nome dos méritos intrínsecos a ela e não em nome da rejeição preconceituosa do que emana do imaginário. Este compromisso constitui o aporte legítimo à cultura através de teorias, métodos, técnicas e práticas dos sistemas de informação. FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 31 10.3- Diretriz de integração Esta diretriz busca a consolidação da cidadania através da conjugação da atividade acadêmica (inserida num contexto mais amplo). Ela busca constituir-se como um espaço de diálogo para refletir com a sociedade problemas específicos, integrando- se a ela completamente. O Curso de Sistemas de Informação da Faculdade de Presidente Epitácio propõe-se a estar imerso e de forma interativa com diversas instituições da sociedade como escolas de ensino fundamental e médio, Secretaria de Educação e Cultura, empresas e ONGs. Temos como missão alcançar a oferta e a prática de uma educação solidária, permitindo a educação para todos e a inserção social, e desde sua criação, procurando inserir na região de abrangência das instituições parceiras projetos sociais como um instrumento de apoio às iniciativas de promoção do desenvolvimento social e econômico. 10.4- Diretriz ambiental O compromisso que queremos assumir deverá compreender que a espécie humana possui um espaço limitado para a expansão de suas atividades e que, em razão disso, a delimitação do que seria matéria (natureza) para o trabalho e matéria (natureza) para o lazer é feita dentro de um universo finito. A necessidade de expansão produtiva torna a natureza exclusivamente recurso e fonte de reprodução econômica, sobre a qual se concentra a grande maioria das preocupações, justificando a importância da economia ambiental ou de recursos. A natureza assumindo o papel de fornecedora de matéria-prima e receptora de materiais danosos implica num ambiente constituído como espaço onde se encontram os recursos naturais, inclusive os já reproduzidos (transformados) e degenerados (poluídos), conforme se constata no meio urbano. Esse conceito, contudo, não se limita a ar, água e terra, mas se estende ao conjunto das condições de existência humana, que integra e influência o relacionamento entre os homens, sua saúde e seu desenvolvimento. Entre homem e meio ambiente ecologicamente equilibrado se instaura o compromisso preceituado no artigo 225 da Constituição Federal, no qual se entende a FFAACCUULLDDAADDEE DDEE PPRREESSIIDDEENNTTEE EEPPIITTÁÁCCIIOO FFAAPPEE Autorizada pela Portaria MEC nº 194/98 de 06.03.98 – DOU 46-E de 10.03.1998 32 qualidade de vida não apenas no sentido quantitativo, traduzido por conquistas materiais. No aspecto qualitativo, não obstante a redundância de expressão, alarga-se o sentido da qualidade de vida, que se acresce da perspectiva de bem-estar, estatuída no direito do homem poder desfrutar do bom ar, da boa paisagem, etc., a partir da compreensão de que a natureza não representa um fato isolado, mas que se integra à vida do homem, estando relacionada à produção, ao trabalho, bem como ao seu lazer. A qualidade de vida, por fim, traduzida nos conceitos de bem-estar ou bem viver (esta última de Aristóteles) se define na Declaração da Conferência de Estocolmo, 1973: O homem tem o direito fundamental à liberdade e ao desfrute de condições de vida adequadas em um meio de qualidade tal que lhe permita levar uma vida digna e gozar de bem estar e tendo a solene obrigação de proteger e melhorar o meio para as gerações presentes e futuras. Em virtude dos investimentos que estão sendo realizados na região, através do desenvolvimento de hidrovias, da construção