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SISTEMAS DE 
TRANSPORTES
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
 > Conceituar integração de transportes.
 > Definir multimodalidade e intermodalidade.
 > Apresentar exemplos de integração de transportes.
Introdução
A qualidade de vida de uma determinada localidade está relacionada a diversos 
fatores. Dentre eles, está a oferta adequada de sistemas de transportes. Para 
prover essa oferta, os projetos de transportes devem ser desenvolvidos para 
sempre facilitar os acessos de pessoas e cargas em centros urbanos e grandes 
regiões (CAMPOS, 2013). Para isso, é necessário que o sistema de transporte 
seja integrado.
No Brasil, essas máximas estão previstas em leis. Por exemplo, o artigo 6° 
da Constituição Federal inclui o transporte como direito social, assim como a 
educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência 
social, a proteção à maternidade e à infância e a assistência aos desamparados 
(BRASIL, 2015, [2020]). Já os artigos 21 e 182 da Constituição Federal tratam 
da Política Nacional de Mobilidade Urbana (BRASIL, [2020]). Eles destacam 
a importância da integração entre os diferentes modos de transporte e da 
melhoria da acessibilidade e da mobilidade de pessoas e cargas no território 
(BRASIL, 2012).
Serviços integrados 
de transportes
Lilian da Silva Santos
Estratégias relacionadas à integração de transportes, como a multimoda-
lidade e a intermodalidade, são fundamentais para facilitar a movimentação 
de pessoas e cargas de forma sustentável. Assim, o transporte cumpre a sua 
função social da melhor forma possível, beneficiando os diversos stakehol-
ders do sistema de transporte, como o usuário, os operadores de transporte, 
as empresas e a localidade.
Neste capítulo, você vai conhecer o que é integração de transportes. Além 
disso, vai estudar os conceitos de intermodalidade e multimodalidade. Por fim, 
vai ver alguns exemplos de integração de sistemas de transportes.
Integração de transportes: um conceito 
estratégico
Provavelmente, você já ouviu o ditado “a união faz a força”. Ele está relacionado ao 
termo integração, muito utilizado atualmente. Em resumo, integrar significa incor-
porar um elemento num conjunto, incluir ou integralizar. A ideia de incorporação, 
no contexto da ciência do transporte, remete basicamente à integração modal, 
ou seja, quando um modo de transporte é integrado ao outro, de forma física 
e tarifária, por exemplo.
Integração vem do latim integratio (INTEGRAÇÃO, c2021), que significa 
incorporar, associar ou reunir. Além de significar a junção de dois 
elementos em um só grupo, essa palavra tem outros significados em diversas 
ciências. Na sociologia, por exemplo, significa “processo que consiste na assimi-
lação cultural, linguística e jurídica, de forma plena, por indivíduos estrangeiros 
em qualquer comunidade ou nação” (INTEGRAÇÃO, c2021, documento on-line). 
Na matemática, refere-se a “operação que consiste em achar a integral de uma 
equação diferencial” (INTEGRAÇÃO, c2021, documento on-line). 
Integração de transportes refere-se à incorporação de um sistema de 
transporte ao outro. Na verdade, não há como pensar em transporte se não 
for no conceito integrado, pois o próprio conceito de sistema de transporte já 
tem como premissa a integração. Afinal, o sistema de transporte é basicamente 
um conjunto de elementos integrados que envolvem recursos necessários 
ao deslocamento de indivíduos e bens por um tempo e percurso definidos 
(D’AGOSTO, 2015).
Serviços integrados de transportes2
Um sistema de transporte pode ser formado a partir da integração de vários 
componentes. Segundo D’Agosto (2015), os principais são a via, o veículo, o 
terminal e o controle.
 � Via: espaço designado ao deslocamento de pessoas e cargas.
 � Veículo: objeto que propicia o deslocamento de pessoas e cargas.
 � Terminal: local apropriado para operações de embarque e desembarque 
de pessoas ou carga e descarga de veículos.
 � Controle: conjunto de equipamentos que integram os demais compo-
nentes físicos do sistema de transporte e regulam sua operação, com 
o objetivo principal de promover segurança, eficiência e uso racional.
O sistema de transporte integrado é essencial para o funcionamento 
adequado de uma localidade. A integração de transportes pode ser de quatro 
tipos: física, operacional, tarifária e institucional. Veja a seguir um pouco mais 
sobre cada um desses tipos (ANTP, 2014).
 � Integração física: condição em que determinados nós da rede de trans-
portes funcionam como pontos de transbordos previamente estabele-
cidos em terminais e estações de transferências. Para isso, é necessário 
ter condições mínimas de conforto e segurança para os usuários.
 � Integração operacional: condição de compatibilidade entre as ofertas 
dos modos integrados.
 � Integração tarifária: pagamento de uma única tarifa, com eventual 
acréscimo, na realização de transbordos intra e intermodais.
 � Integração institucional: condição de harmonização da gestão intra e 
intermodal entre empresas operadoras e órgãos gestores.
Dois ou mais sistemas de transporte podem se organizar de várias for-
mas a partir da integração modal. Alguns exemplos são a integração aquário-
-ferroviário, a ferroviário-rodoviário, a aéreo-rodoviário e a rodoviário-aéreo. 
Geralmente, essas integrações modais não ocorrem de forma arbitrária; elas 
são viabilizadas como uma estratégia logística. Isso ocorre porque a utilização 
de mais de um modal para o mesmo deslocamento pode apresentar vantagens 
referentes à redução de custos, sejam eles monetários, espaciais e/ou temporais.
São diversos os beneficiados pela integração, como o usuário, os opera-
dores de transportes, as empresas e a localidade. O Quadro 1 mostra como 
cada um desses atores pode ser beneficiado pela integração modal.
Serviços integrados de transportes 3
Quadro 1. Vantagens da integração dos sistemas de transportes
Principal beneficiado Benefícios
Usuário Permite aos indivíduos o aumento da acessibilidade 
às diferentes áreas de uma determinada localidade, 
desde que elas sejam atendidas pela rede de 
transporte.
Operadores de 
transporte
Redução de riscos de desequilíbrio econômico-
financeiro oriundos de queda de receitas 
provenientes da fuga de clientes.
Empresas No caso do transporte urbano, é uma estratégia 
que permite impactos positivos nas contratações 
do mercado de trabalho, especialmente no mercado 
formal, em que algumas organizações devem 
custear os deslocamentos de seus colaboradores.
Localidade Amplia o alcance das redes de atendimento do 
transporte, pois as redes integradas de transporte 
tendem a racionalizar seus serviços e reduzir os 
custos e tempos de viagens.
Fonte: Adaptado de ANTP (2014).
A utilização de mais de um modal tem o potencial de agregar vantagens a 
cada modal. Dentre essas vantagens estão a melhoria do nível de serviço e 
a redução do custo de transporte. Por meio da integração modal, é possível 
garantir o equilíbrio entre preço e serviço de entrega porta a porta a um 
menor custo e a um tempo relativamente menor (RIBEIRO NETO; MAIA, 2018).
Intermodalidade e multimodalidade
A integração de um sistema de transportes pode ser realizada mediante duas 
estratégias: a intermodalidade e a multimodalidade. Confira seus conceitos 
na Figura 1.
Serviços integrados de transportes4
Figura 1. Estratégias de integração de transportes.
Fonte: Adaptada de ANTP (2014).
Estratégias de integração
de transportes
Multimodalidade
Integração da cadeia de transporte
com o uso de um mesmo contêiner,
um único prestador de serviço e um
documento único.
Intermodalidade
Integração entre modais e transportes
com o uso de vários equipamentos.
À primeira vista, intermodalidades e multimodalidade são dois conceitos 
que parecem sinônimos, mas eles são diferentes. Uma das principais diferen-
ças é que o conceito de transporte multimodal tem base jurídica, enquanto 
o transporte intermodal não (ANTT, 2020).
O conceito de transporte multimodal é o definido pela Lei nº 9.611/98(BRASIL, 1998). Por sua vez, o termo transporte intermodal não tem mais 
base jurídica, pois foi revogada a Lei nº 6.288/75 (BRASIL, 1975), que o definia 
(ANTT, 2020). Essa e outras legislações referentes ao transporte multimodal 
estão listadas no Quadro 2.
Quadro 2. Legislação relacionada ao transporte multimodal
Legislação Teor
Lei nº 9.611, de 19 de fevereiro 
de 1998
Dispõe sobre o transporte multimodal de 
cargas e dá outras providências.
Decreto nº 3.411, de 12 de abril 
de 2000
Regulamenta a Lei nº 9.611, de 19 de 
fevereiro de 1998.
Resolução nº 794, de 22 de 
novembro de 2004
Dispõe sobre a habilitação do operador de 
transporte multimodal, de que tratam a 
Lei nº 9.611, de 19 de fevereiro de 1988, e o 
Decreto nº 1.563, de 19 de julho de 1995.
Fonte: Adaptado de ANTT (2021).
No Brasil, a prática mais comum é a multimodalidade, pois a regulamen-
tação da prática do Operador de Transporte Multimodal (OTM) é uma das 
principais barreiras para a operacionalização da intermodalidade.
Serviços integrados de transportes 5
O OTM é a “pessoa jurídica contratada como principal para a realização 
do transporte multimodal de cargas, da origem até o destino, por meios 
próprios ou por intermédio de terceiros. O OTM poderá ser transportador ou 
não” (ANTT, 2021, documento on-line).
No portal da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), 
é possível consultar os OTMs habilitados cadastrados.
O OTM tem diversas funções:
[...] assume a responsabilidade pela execução desses contratos, pelos prejuízos 
resultantes de perda, por danos ou avaria às cargas sob sua custódia, assim como 
por aqueles decorrentes de atraso em sua entrega, quando houver prazo acor-
dado. Além do transporte, inclui os serviços de coleta, unitização, desunitização, 
consolidação, desconsolidação, movimentação, armazenagem e entrega da carga 
ao destinatário (ANTT, 2021, documento on-line).
Um dos principais motivos para a resistência à intermodalidade é que ela 
traria prejuízos à arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias 
e Serviços (ICMS) (FLEURY, 2000).
De acordo com Panitz (2010), a multimodalidade pode ocorrer de três 
formas distintas:
1. mediante a instalação de transporte para diferentes tipos de usuários 
e veículos;
2. transporte de bens e passageiros efetuado mediante vários modais 
de transportes;
3. carga que utiliza várias formas de transportes.
O transporte multimodal de cargas pode compreender outros serviços 
relacionados, como a coleta, a armazenagem, a unitização, a desunitização, 
a movimentação e a entrega da carga ao destinatário. Além disso, pode 
envolver a prestação de serviços correlatos que forem contratados entre 
a origem e o destino, inclusive os de consolidação e de desconsolidação 
documental de cargas (ANTT, 2020).
Serviços integrados de transportes6
Para conhecer mais sobre a legislação inerente ao transporte multi-
modal, assista ao evento virtual "Transporte multimodal de cargas 
no Brasil", promovido pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil 
(OAB) e pela Comissão Especial de Direito Marítimo e Portuário (2021). Você 
encontra o evento no YouTube, no canal da OAB Nacional.
Exemplos de integração de transportes
Em todo o planeta, existem diversos exemplos de cidades onde o sistema 
de Transporte Público Coletivo (TPC) é integrado. Nelas, é observada uma 
boa qualidade de vida. Alguns exemplos são Hong Kong, Berlim, Amsterdã, 
Zurique, Londres, Cambridge e Copenhague.
Um exemplo internacional de sistema de transporte é Copenhague 
(Figura 2), na Dinamarca. Copenhague conta com sistema de trans-
porte acessível a vários modos, como bicicleta, metrô, ônibus aquático, ônibus 
terrestre e trem. Além da diversidade de opções, esse sistema se destaca pela 
confiabilidade, oriunda da diversidade de horários, e pela pontualidade.
Figura 2. Multimodalidade em Copenhague, na Dinamarca.
Fonte: ExplorerBob/Pixabay.com.
Serviços integrados de transportes 7
Copenhague também é conhecida como a cidade das bicicletas. A cidade 
favorece o ciclismo, pois oferece mais de 400 km de ciclovias. Por isso, cerca 
de 50% da população utiliza a bicicleta diariamente para seus deslocamentos 
(MACIOROWSKI; LIMA; SOUZA, 2017).
Uma forma de integrar sistemas de transportes é por meio de redes de 
TPC, com uma base de veículos troncos alimentadores de transportes (metrôs, 
trens e veículos leves sobre trilhos) ligada a outros modos alimentadores, 
como o ônibus, por meio da integração modal. Veja a seguir, no Quadro 3, 
alguns exemplos desse tipo de TPC.
Quadro 3. Exemplos de sistemas de transportes integrados
Cidade Sistema
Bogotá (Colômbia) TransMilenio
Curitiba (Brasil) Rede Integrada de Transporte de Curitiba (RIT)
Cidade de México (México) Sistema Metrobus
São Paulo (Brasil) Sistema Integrado de Transporte Público 
Coletivo de Passageiros
Santiago (Chile) TranSantiago
A integração modal em cidades é facilitada pela provisão de redes de 
TPC. Essas redes são formadas por linhas estruturais e alimentadoras. 
As linhas alimentadoras têm como propósito captar a demanda de passageiros, 
geralmente provenientes de bairros. As linhas estruturais desempenham a 
função de tronco, recebendo a demanda captada pelas alimentadoras. Assim, 
é formado um sistema tronco alimentador, que é o conceito de redes de TPC 
(BNDES, 2018).
Todos esses sistemas de transportes foram implantados com a justifica-
tiva de proporcionar diversos benefícios à localidade onde estão inseridos. 
Os possíveis benefícios são diversos; veja a seguir (BNDES, 2018).
 � Aumento da oferta de ligações transversais e interbairros.
 � Eliminação de viagens ociosas.
 � Maior confiabilidade, melhor desempenho operacional e mais rapidez.
 � Melhor circulação nos centros de cidade e nos corredores.
Serviços integrados de transportes8
 � Melhorias em termos ambientais.
 � Redução da incidência tarifária para os usuários que atualmente têm 
de utilizar mais de uma linha sem integração.
 � Redução do consumo de combustíveis.
 � Redução do número de veículos em circulação.
 � Redução do tempo de viagem dos usuários.
Contudo, a implantação de sistemas de transportes integrados também 
traz diversos entraves que dificultam iniciativas de integração entre diferentes 
modos de transporte. A Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP, 
2014) cita três dos principais motivos:
 � modelos institucionais presentes em órgãos distintos, pois tratam de 
modais diferentes;
 � grandes diferenças nos métodos de gestão;
 � fragilidade institucional de muitos sistemas locais e metropolitanos.
Esses problemas tendem a dificultar o sucesso de sistemas de transportes 
integrados não só no Brasil, mas em outros locais do mundo (MESTIZO AYURE; 
FERREIRA; LEITE, 2014).
Com base em experiências sobre o funcionamento do RIT de Curitiba, 
da mexicana Metrobus, do Sistema Integrado de Transporte Público 
de Passageiros de São Paulo, do TransMilenio de Bogotá e do TranSantiago da 
Colômbia, Mestizo Ayure, Ferreira e Leite (2014) observaram diversos problemas. 
Tais problemas se devem, na maioria das vezes, a erros no planejamento e a 
decisões políticas. Os mais comuns são a falta de infraestrutura e de oferta de 
veículos e outros problemas com a integração tarifária e a receita.
Mestizo Ayure, Ferreira e Leite (2014) defendem que o sucesso de uma inte-
gração de transporte depende da integração tarifária e da receita junto ao seu 
componente tecnológico. Com base nessa perspectiva, os autores fizeram uma 
análise do sistema de Bogotá:
[...] segundo as análises realizadas e experiências aqui descritas e sua conceituação, 
segue os requisitos básicos da integração modal dentro dos três níveis (institucional, 
operacional e f ísico), no entanto, se recomenda a inclusão de um novo nível, a 
integração tarifária. Esta deve ser tratada diferenciadamente dos outros níveis 
abordados por ser um elemento tão complexo e conjuntural do sistema [...]. As 
experiências analisadas mostraram que estes dois elementossão conjunturais e 
se tornam uma rota crítica, ou seja, o sistema não pode iniciar antes que estes dois 
elementos estejam prontos (MESTIZO AYURE; FERREIRA; LEITE, 2014, p. 38).
Serviços integrados de transportes 9
Neste capítulo, você viu o conceito de integração de transportes, refle-
tindo sobre a importância dessa estratégia para a dinâmica adequada de 
uma localidade e como promotora de qualidade de vida da população. Além 
disso, percebeu que no Brasil ainda existem muitos entraves para promover a 
integração modal, principalmente por motivos infraestruturais e institucionais. 
Ainda, você estudou os conceitos de intermodalidade e multimodalidade, que 
apesar de parecerem sinônimos, trazem em sua essência diferenciais legais 
e práticos. Por fim, viu exemplos de integração de transportes.
Esses conhecimentos sobre integração de transportes, multimodalidade e 
intermodalidade são essenciais para qualquer cidadão na condição de usuário 
do transporte. Eles também são fundamentais na atividade profissional de 
técnicos e estudiosos da área.
Referências
AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES (ANTT). OTM — Perguntas fre-
quentes. ANTT, 2020. Disponível em: https://antt.gov.br/documents/359159/0/OTM+-
-+PERGUNTAS+FREQUENTES.pdf/. Acesso em: 24 set. 2021.
AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES (ANTT). Transporte multimodal. 
Disponível em: http://appweb2.antt.gov.br/carga/multimodal/otm.asp. Acesso em: 
24 set. 2021.
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE TRANSPORTES PÚBLICOS (ANTP). Sistema de mobilidade 
urbana — parte II. 2014. (Apostila do Curso de Gestão da Mobilidade Urbana, da Asso-
ciação Nacional de Transportes Públicos).
BANCO NACIONAL DO DESENVOLVIMENTO (BNDES). Transporte Público Coletivo (TPC): 
os diferentes sistemas e suas características. BNDES, 2018. Disponível em: https://
www.bndes.gov.br/wps/portal/site/home/conhecimento/noticias/noticia/guia-tpc. 
Acesso em: 24 set. 2021.
BRASIL. [Constituição (1988)]. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. 
Brasília: Presidência da República, [2020]. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/
ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 24 set. 2021.
BRASIL. Emenda Constitucional nº 90. Dá nova redação ao art. 6º da Constituição Fe-
deral, para introduzir o transporte como direito social. Brasília: Senado Federal, 2015. 
Disponível em: https://www.senado.leg.br/atividade/const/con1988/EMC90_15.09.2015/
EMC90.asp. Acesso em: 24 set. 2021.
BRASIL. Lei nº 6.288, de 11 de dezembro de 1975. Dispõe sobre a utilização, movimentação 
e transporte, inclusive intermodal, de mercadorias em unidades de carga, e dá outras 
providências. Brasília: Presidência da República, 1975. Disponível em: http://www.
planalto.gov.br/ccivil_03/leis/1970-1979/L6288impressao.htm. Acesso em: 24 set. 2021.
BRASIL. Lei nº 9.611, de 19 de fevereiro de 1998. Dispõe sobre o transporte multimodal 
de cargas e dá outras providências. Brasília: Presidência da República, 1998. Disponível 
em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9611.htm. Acesso em: 24 set. 2021.
Serviços integrados de transportes10
BRASIL. Lei nº 12.587, de 3 de janeiro de 2012. Institui as diretrizes da Política Nacional 
de Mobilidade Urbana; revoga dispositivos dos Decretos-Leis n. 3.326, de 3 de junho 
de 1941... Brasília: Presidência da República, 2012. Disponível em: http://www.planalto.
gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12587.htm. Acesso em: 24 set. 2021.
CAMPOS, V. B. G. Planejamento de transportes: conceitos e modelos. Rio de Janeiro: 
Interciência, 2013.
D'AGOSTO, M. A. Transporte, uso de energia e impactos ambientais: uma abordagem 
introdutória. Rio de Janeiro: Campus, 2015.
FLEURY, P. F. Conceito de logística integrada e supply chain management. In: FLEURY, 
P. F.; WANKE, P. F.; FIGUEIREDO, K. F. (org.). Logística empresarial: a perspectiva brasileira. 
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MACIOROWSKI, M. M.; LIMA, M. L. T. F.; SOUZA, J. C. O papel da integração modal na 
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MESTIZO AYURE, D. A.; FERREIRA, A. F.; LEITE, A. D. Contextualização da integração do 
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Acesso em: 24 set. 2021.
PANITZ, C. E. Dicionário de logística, gestão de cadeia de suprimentos e operações. 
2. ed. São Paulo: Clio, 2010.
RIBEIRO NETO, L. G. R.; MAIA, M. L. A. Transporte intermodal de passageiros: fatores 
constituintes da qualidade do serviço. In: CONGRESSO DE PESQUISA E ENSINO EM 
TRANSPORTE DA ANPET, 32., 2018, Gramado. Anais [...]. Gramado: Anpet, 2018. p. 750-761.
Leitura recomendada
CONSELHO FEDERAL DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL (OAB). Comissão Especial 
de Direito Marítimo e Portuário. Transporte multimodal de cargas no Brasil. Brasília: 
OAB Nacional, 2021. 1 vídeo (125 min). Publicado pelo canal OAB Nacional. Disponível 
em: https://www.youtube.com/watch?v=Dl-nSA1vU6I. Acesso em: 24 set. 2021.
Os links para sites da web fornecidos neste capítulo foram todos 
testados, e seu funcionamento foi comprovado no momento da 
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páginas estão constantemente mudando de local e conteúdo. Assim, os edito-
res declaram não ter qualquer responsabilidade sobre qualidade, precisão ou 
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