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Resumo: ELISA Direto x Indireto
	CARACTERÍSTICA
	ELISA DIRETO
	ELISA INDIRETO
	Detecção
	Antígeno
	Anticorpo
	Anticorpo primário
	Conjugado com enzima
	Não conjugado
	Anticorpo secundário
	Não usado
	Sim, conjugado com enzima
	Especificidade
	Menor (1 anticorpo)
	Maior (2 anticorpos = amplificação)
	Etapas
	Mais simples e rápida
	Mais etapas, porém mais sensível
🧪 ELISA Direto
· Detecta antígenos.
· Usa um único anticorpo que já está ligado à enzima.
· É mais rápido, mas pode ser menos sensível.
· Menor risco de reatividade cruzada.
🧪 ELISA Indireto
· Detecta anticorpos (geralmente em testes sorológicos).
· Usa dois anticorpos: o primário (sem enzima) e o secundário (com enzima).
· Mais sensível, por ter amplificação de sinal.
· Pode haver mais chance de reatividade cruzada.
Diferença entre ELISA e Imunofluorescência
	CARACTERÍSTICA
	ELISA
	IMUNOFLUORESCÊNCIA
	Princípio
	Reação enzimática com substrato → cor
	Fluorescência por anticorpos marcados
	Leitura do resultado
	Espectrofotômetro (leitura de absorbância)
	Microscópio de fluorescência
	Tipo de marcador
	Enzima (ex: peroxidase)
	Corante fluorescente (ex: FITC)
	Visualização
	Quantitativa (valor numérico)
	Qualitativa ou semi-quantitativa (visual)
	Aplicação comum
	Testes laboratoriais em larga escala
	Localização de antígenos em tecidos/células
	Tempo de leitura
	Mais demorado (processamento e leitura)
	Mais rápido visualmente, mas depende do preparo
	Equipamento necessário
	Leitor de ELISA
	Microscópio de fluorescência
Resumo Geral: Diretas x Indiretas
	TÉCNICA
	DIRETA
	INDIRETA
	ELISA
	Usa anticorpo primário já conjugado à enzima → detecção simples e direta
	Usa anticorpo primário + anticorpo secundário com enzima → mais sensível
	Imunofluorescência
	Anticorpo marcado com fluoróforo liga-se diretamente ao antígeno
	Anticorpo primário se liga ao antígeno, e secundário (fluorescente) ao primário
	Aglutinação
	Anticorpos reagem diretamente com antígenos → formação de grumos visíveis
	Usa partículas sensibilizadas para detectar anticorpos na amostra
	Hemaglutinação
	Anticorpos reagem diretamente com antígenos nas hemácias
	Detecta anticorpos ligados às hemácias usando anticorpos secundários (ex: teste de Coombs indireto)
Aglutinação
· Envolve anticorpos que se ligam a antígenos particulados (ex: bactérias, esferas de látex).
· A reação forma aglomerados visíveis a olho nu.
· Pode ser usada com partículas artificiais (como esferas de látex revestidas com antígeno ou anticorpo).
 Hemaglutinação
· Tipo de aglutinação onde os antígenos estão presentes nas hemácias.
· Muito usada em:
· Tipagem sanguínea (ABO, Rh).
· Diagnóstico de vírus (ex: influenza, dengue) usando hemácias de animais.
· Teste de Coombs (direto e indireto).
Imunidade Humoral vs Imunidade Celular
	CARACTERÍSTICA
	IMUNIDADE HUMORAL
	IMUNIDADE CELULAR
	Principal célula
	Linfócitos B
	Linfócitos T (CD4⁺ e CD8⁺)
	Atua contra
	Patógenos extracelulares (bactérias, toxinas)
	Patógenos intracelulares (vírus, células infectadas)
	Mecanismo de ação
	Produção de anticorpos
	Ação direta das células T sobre células-alvo
	Resposta final
	Neutralização, opsonização e lise via anticorpos
	Morte de células infectadas e ativação de macrófagos
	Memória imunológica
	Linfócitos B de memória
	Linfócitos T de memória
	Tipo de hipersensibilidade
	Tipo I, II, III (mediadas por anticorpos)
	Tipo IV (hipersensibilidade tardia)
Imunidade Humoral
· Mediadas por anticorpos produzidos pelos linfócitos B (que viram plasmócitos).
· Defende contra vírus e bactérias fora das células.
· Atua neutralizando toxinas, ativando o complemento, e marcando patógenos para fagocitose.
Imunidade Celular
· Mediadas pelos linfócitos T:
· CD4⁺ (T helper): coordenam a resposta imune.
· CD8⁺ (citotóxicos): destroem células infectadas ou tumorais.
· Atua em infecções intracelulares (vírus, alguns parasitas, fungos) e em células anormais.
Anticorpos de Membrana vs Anticorpos Secretados
	CARACTERÍSTICA
	ANTICORPO DE MEMBRANA
	ANTICORPO SECRETADO
	Localização
	Preso à membrana do linfócito B
	Circula livremente no sangue e fluidos corporais
	Função
	Atua como receptor de antígeno (BCR)
	Atua na defesa imune, neutralizando patógenos
	Produzido por
	Linfócito B virgem ou de memória
	Linfócito B ativado/plasmócito
	Ativação
	Reconhece antígeno e ativa o linfócito B
	Participa diretamente da resposta humoral
	Formato estrutural
	Integrado à membrana com região hidrofóbica
	Sem região de ancoragem; forma solúvel
	Classe mais comum
	IgM e IgD (na superfície de B virgens)
	IgG, IgA, IgE, IgM — dependendo do tipo de resposta
Explicando rapidinho:
· Anticorpos de membrana:
→ Funcionam como receptores de antígeno (chamados BCR – B cell receptor).
→ Estão presentes na superfície dos linfócitos B antes da ativação.
· Anticorpos secretados:
→ São produzidos pelos plasmócitos após ativação dos linfócitos B.
→ Circulam no sangue e linfa e combatem diretamente os antígenos.
Tabela Comparativa das Imunoglobulinas
	Ig
	FUNÇÃO PRINCIPAL
	LOCALIZAÇÃO
	FORMA
	CARACTERÍSTICAS MARCANTES
	IgA
	Protege mucosas (barreiras)
	Secreções: saliva, lágrima, leite, mucosa respiratória/intestino
	Dímero (2)
	Resiste à digestão; passa para o bebê pelo leite materno
	IgM
	Primeira a ser produzida na infecção
	Plasma (sangue)
	Pentâmero (5)
	Alta avidez; eficaz na ativação do sistema complemento
	IgG
	Principal na resposta secundária; memória imunológica
	Sangue e líquidos extracelulares
	Monômero
	Única que atravessa a placenta; mais abundante no sangue
	IgD
	Atua como receptor (BCR) na superfície de linfócitos B
	Membrana de linfócitos B
	Monômero
	Função pouco compreendida; marcadora de maturação do B
	IgE
	Defesa contra parasitas e envolvida em alergias
	Tecidos (ligada a mastócitos e basófilos)
	Monômero
	Libera histamina; causa sintomas alérgicos
Dicas para memorizar:
· IgA → "A" de Aparelho digestivo / respiratório (mucosas).
· IgM → "M" de Mais primeiro (é o primeiro a ser produzido).
· IgG → "G" de Gestação (atravessa a placenta).
· IgD → "D" de Desconhecida (função ainda meio misteriosa).
· IgE → "E" de Espirro (alergias) e Eosinófilo (parasitas).
Quadro Comparativo: RIA x ELISA x Imunofluorescência
	CARACTERÍSTICA
	RADIOIMUNOENSAIO (RIA)
	ELISA
	IMUNOFLUORESCÊNCIA (IFA)
	Tipo de marcador
	Isótopo radioativo
	Enzima (ex: peroxidase, fosfatase alcalina)
	Fluoróforo (ex: FITC, TRITC)
	Detecção
	Medida da radioatividade
	Reação enzimática → mudança de cor
	Emissão de luz fluorescente
	Equipamento necessário
	Contador de radiação (gama ou beta)
	Leitor de absorbância (espectrofotômetro)
	Microscópio de fluorescência
	Sensibilidade
	Muito alta
	Alta
	Alta
	Custo e segurança
	Alto, exige controle rígido (radiação)
	Mais barato e seguro
	Custo moderado, exige equipamento especializado
	Aplicações comuns
	Dosagem hormonal (ex: TSH, insulina)
	Diagnóstico de infecções (HIV, dengue, etc.)
	Autoimunes (ex: lúpus), detecção em tecidos/células
	Formato
	Geralmente quantitativo
	Quantitativo ou qualitativo
	Geralmente qualitativo ou semi-quantitativo
Explicações rápidas:
☢️ RIA (Radioimunoensaio)
· Anticorpo ou antígeno é marcado com isótopo radioativo.
· A ligação antígeno-anticorpo é quantificada pela radioatividade detectada.
· Extremamente sensível, mas pouco usado hoje devido ao risco biológico.
🌈 ELISA
· Usa enzima ligada a anticorpo/antígeno.
· Ao adicionar um substrato cromogênico, ocorre uma mudança de cor proporcional à quantidade do alvo.
· Muito usado por ser seguro, sensível e fácil de automatizar.
🔬 Imunofluorescência (IFA)
· Usa anticorpos marcados com substâncias fluorescentes.
· A detecção é feita com microscopia de fluorescência.
· Muito útil para localizar antígenos em células e tecidos.
Quadro Comparativo das Hepatites Virais
	TIPO
	TRANSMISSÃO
	FORMA
	CRÔNICA?
	VACINA?
	GRUPOS DE RISCO
	A
	Fecal-oral (água/alimentos contaminados)
	Aguda (autolimitada)
	❌ Não
	✅ Sim
	Crianças, áreas com saneamento precário
	B
	Sexual, sangue, parto (vertical)
	Aguda ou Crônica
	✅ Sim
	✅ Sim
	Profissionais da saúde,recém-nascidos
	C
	Sangue (transfusão, agulhas)
	Assintomática → Crônica
	✅ Sim
	❌ Não
	Usuários de drogas, transfusão pré-1993
	D
	Sexual, sangue (só com coinfecção B)
	Aguda ou Crônica
	✅ Sim
	❌ (usa a da B)
	Quem já tem hepatite B
	E
	Fecal-oral (água contaminada)
	Aguda (geralmente leve)
	❌ Raro
	❌ Não (exceto Ásia)
	Gestantes (risco de forma grave)
Destaques rápidos de cada uma:
🅰️ Hepatite A
· Transmissão por alimentos/água contaminados.
· Não vira crônica.
· Prevenção com vacina e higiene.
· Muito comum na infância.
🅱️ Hepatite B
· Transmitida por sangue, sexo, vertical (mãe-filho).
· Pode evoluir para crônica e causar cirrose/câncer.
· Tem vacina (obrigatória no SUS desde 1998).
🅲️ Hepatite C
· Transmissão principalmente por sangue.
· Na maioria dos casos é assintomática, mas pode virar crônica.
· Não tem vacina, mas tem cura com antivirais modernos.
🅳️ Hepatite D (Delta)
· Só ocorre em quem já tem hepatite B (coinfecção ou superinfecção).
· Mais grave que a B sozinha.
· Prevenção = vacinar-se contra B.
🅴️ Hepatite E
· Transmissão fecal-oral.
· Casos geralmente leves, mas perigosa em gestantes.
· Rara no Brasil. Vacina disponível em alguns países (ex: China).
Rubéola — Resumo das Principais Informações
	ASPECTO
	DETALHES
	Agente etiológico
	Vírus da rubéola (família Togaviridae, gênero Rubivirus)
	Transmissão
	Via aérea (gotículas) de saliva, espirro, fala
	Período de incubação
	14 a 21 dias
	Período de transmissão
	De 5 dias antes até 7 dias após o aparecimento das manchas
	Grupo de risco
	Gestantes — risco de rubéola congênita no bebê
	Sintomas clássicos
	Febre baixa, exantema maculopapular (começa no rosto e desce), linfadenopatia retroauricular e cervical
	Complicações
	Mais grave em gestantes → Síndrome da Rubéola Congênita (SRC)
	Diagnóstico
	Sorologia (IgM e IgG), PCR, avaliação clínica
	Tratamento
	Sintomático (não há antivirais específicos)
	Prevenção
	Vacinação (tríplice viral: sarampo, caxumba e rubéola)
	Notificação
	Doença de notificação obrigatória no Brasil
Rubéola Congênita
· Ocorre quando a infecção é transmitida durante a gestação, especialmente no 1º trimestre.
· Pode causar:
· Surdez
· Microcefalia
· Cardiopatias congênitas
· Catarata
· Retardo mental
Validação Intrínseca
Avalia o comportamento do teste em condições ideais, ou seja, em laboratório controlado.
· Sensibilidade: capacidade de detectar corretamente os positivos reais (doentes).
· Especificidade: capacidade de detectar corretamente os negativos reais (não doentes).
Alta sensibilidade → poucos falsos negativos
Alta especificidade → poucos falsos positivos
· VPP (Valor preditivo positivo): chance de que um positivo seja realmente doente.
· VPN (Valor preditivo negativo): chance de que um negativo seja realmente saudável.
Depende diretamente da prevalência da doença na população.
Validação Extrínseca – Conceitos de Precisão e Exatidão
1. Exatidão (Acurácia)
· Mede o quão próximo o resultado do teste está do valor verdadeiro.
· Relaciona-se com a capacidade do teste de dar o diagnóstico correto.
Alta exatidão = o teste acerta na média (poucos falsos positivos e falsos negativos).
2. Precisão (Reprodutibilidade)
· Mede a capacidade de obter resultados semelhantes em repetições sucessivas do mesmo teste, mesmo que em condições diferentes (outros operadores, laboratórios etc).
· Foca na consistência dos resultados.
 Alta precisão = resultados estáveis e reproduzíveis, mesmo que todos estejam errados (por ex., todos os testes dão falso positivo).
Características das Reações Antígeno-Anticorpo
	CARACTERÍSTICA
	DEFINIÇÃO
	IMPORTÂNCIA PRÁTICA
	Especificidade
	Capacidade do anticorpo de reconhecer e se ligar somente ao seu antígeno específico
	Evita falsos positivos nos testes.
	Afinidade
	Força de ligação entre um único epítopo e o sítio de ligação do anticorpo
	Quanto maior a afinidade, mais estável é a ligação.
	Avidez
	Força total da ligação entre vários epítopos e múltiplos sítios de anticorpo (ligação multivalente)
	Um anticorpo com baixa afinidade pode ter alta avidez se for multivalente.
	Reações cruzadas
	Quando um anticorpo reconhece e se liga a um antígeno semelhante, mas diferente do original
	Pode causar falsos positivos e autoimunidade.
Exemplos para fixar:
· Especificidade: um anticorpo anti-dengue tipo 1 não reage com zika — em teoria!
· Reação cruzada: anticorpo contra dengue pode reconhecer zika — por isso dá confusão nos testes!
· Afinidade alta: IgG madura se liga com mais força ao antígeno do que IgM recém-produzida.
· Avidez alta: IgM, por ter 10 sítios de ligação, mesmo com baixa afinidade, “abraça” o antígeno.
🎯 Dica de macete: E-A-A-R =
Especificidade → Quem você escolhe
Afinidade → O quanto você gosta dessa escolha
Avidez → O quanto você se agarra nela
Reação cruzada → Quando você confunde alguém com a sua escolha
Relação Antígeno X Anticorpo – Três Fases Clássicas
	FASE
	DESCRIÇÃO
	O QUE ACONTECE?
	Zona de equivalência
Poszona
	[Ag] ≈ [Ac] (proporção ideal)
	Formação ótima de complexos → visível (ex: precipitado)
	Zona de excesso de antígeno
	[Ag] ≫ [Ac]
	Pouca ou nenhuma formação de complexos → reação fraca
	Zona de excesso de anticorpo
Prozona
	[Ac] ≫ [Ag]
	Também há pouca formação de complexos → reação ineficiente
Exemplo prático:
· Em um teste de imunodifusão em gel, o precipitado só aparece na zona de equivalência.
· Fora dessa zona, mesmo que haja antígeno ou anticorpo, não há rede suficiente de ligação para formar um complexo visível.
Dica de ouro:
Para um teste sorológico ser eficiente, precisa atingir a zona de equivalência, ou seja, o equilíbrio perfeito entre antígeno e anticorpo.
Testes Imunodiagnósticos
Reações com Reagentes NÃO Marcados
Baseadas em reações visíveis a olho nu ou ao microscópio, sem uso de marcadores químicos.
	TÉCNICA
	PRINCÍPIO
	EXEMPLO PRÁTICO
	Precipitação
	Formação de complexos Ag-Ac insolúveis
	Imunodifusão em gel (fungos, autoimunes)
	Aglutinação
	Grumos visíveis por interação Ag-Ac
	Testes de látex, febre tifóide, tipagem sanguínea
🔹 Vantagens: Simples, barata
🔹 Limitações: Menor sensibilidade e precisão
Reações com Reagentes MARCADOS
Utilizam anticorpos ou antígenos com marcadores (enzima, fluorescência ou radiação).
	TÉCNICA
	MARCADOR USADO
	EXEMPLO PRÁTICO
	Radioimunoensaio (RIA)
	Isótopo radioativo
	Dosagem hormonal (ex: T3, T4)
	ELISA
	Enzima (ex: peroxidase)
	Testes de HIV, hepatites, dengue
	Imunofluorescência
	Corante fluorescente
	FAN (lúpus), toxoplasmose
🔹 Vantagens: Alta sensibilidade e especificidade
🔹 Limitações: Mais caro, requer equipamentos específicos
Resumo Comparativo:
	TIPO DE REAÇÃO
	REAGENTE
	VISUALIZAÇÃO
	Precipitação
	Não marcado
	Formação de anel ou linha
	Aglutinação
	Não marcado
	Grumos visíveis
	Radioimunoensaio
	Marcado (rad.)
	Detecção por radioatividade
	ELISA
	Marcado (enzima)
	Cor visível em leitor
	Imunofluorescência
	Marcado (fluor.)
	Fluorescência no microscópio
Diluição Seriada (Titulação) – Resumo Prático
Diluição seriada é o processo de diluir uma substância progressivamente em fatores constantes, geralmente de 2 (diluições dobradas: 1:2, 1:4, 1:8...) ou de 10 (1:10, 1:100, 1:1000...).
Finalidade: Titulação
· Usada para determinar a maior diluição de uma amostra em que ainda se observa reação positiva.
· O resultado da titulação é chamado de “título”.
Título = a última diluição com resultado positivo
Exemplo: se a última diluição positiva foi 1:160, o título é 1:160
Como funciona uma diluição seriada?
	Tubo
	Diluição
	Explicação
	1
	1:2
	1 parte de soro + 1 parte de diluente
	2
	1:4
	1 parte do tubo 1 + 1 parte de diluente
	3
	1:8
	1 parte do tubo 2 + 1 parte de diluente
	...
	...
	e assim por diante
Importância prática na sorologia:
· Titulação de anticorpos (ex: toxoplasmose, lúpus, dengue)
· Avaliação da intensidade da resposta imune
· Diferenciação entre infecção aguda e passada:
· Títulos altos ou crescentes → infecção ativa
· Títulos baixos ou estáveis → exposição passada
Dica:
Título ↑ alto = mais anticorpos → reação ainda positiva mesmo com diluiçãoTítulo ↓ baixo = poucos anticorpos → desaparece cedo na série de diluições
COMPLETE
Quanto _______________ a especificidade, _________________ a ocorrência de resultados falso positivos e _________________ a ocorrência de reações cruzadas.
Quanto maior a especificidade, menor a ocorrência de resultados falso positivos e menor a ocorrência de reações cruzadas.
Explicando:
· Especificidade alta = o teste reconhece apenas o antígeno-alvo com precisão.
· Isso evita reações cruzadas, que são quando o anticorpo reage com algo "parecido" mas errado.
· Consequentemente, reduz os falsos positivos (resultados que parecem positivos, mas não são).

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