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30/06/2023
Fisiopatologia e 
Farmacoterapia das 
Doenças Infecciosas, 
Imunes e Virais
Estrutura, Funções e Distúrbios do 
Sistema Imunológico
Prof.ª Ms. Flávia Soares Lassie
• Unidade de Ensino: 1
• Competência da Unidade: Conhecer o sistema imunológico, as bases 
celulares e moleculares da imunologia.
• Resumo: Conceitos básicos das bases celulares e moleculares da 
imunologia, tolerância imunológica e imunologia tumoral e dos 
transplantes, fisiopatologia e farmacoterapia das principais doenças 
autoimunes.
• Palavras-chave: sistema imune, imunidade inata, imunidade adquirida, 
tolerância imunológica, autoimunidade, doenças autoimunes .
• Título da Teleaula: Estrutura, funções e distúrbios do sistema 
imunológico.
• Teleaula nº: 1
Contextualização
 Sistema imune;
 Imunidade Inata
 Imunidade adaptativa
 Tolerância imunológica
 Doenças autoimunes: 
 Artrite reumatoide
 Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES)
 Diabetes mellitus tipo I
 Anemia hemolítica autoimune.
Menino, 5 anos de idade foi encaminhado ao hospital e apresentava 
sede excessiva (polidipsia), significativa perda de peso e foi internado 
com um quadro característico de cetoacidose diabética. Os pais 
relataram que a criança frequenta a escola e apresenta um 
desenvolvimento intelectual normal mas com dificuldade de 
desenvolvimento físico. A criança foi diagnosticada com Diabetes Tipo 
1. 
Qual é a diferença entre a diabetes 
tipo 1 e 2? Como é realizado o 
tratamento da Diabetes tipo 1?
Fonte: http://binged.it/2MKias9
Sistema Imune:
Imunidade Inata e 
Adaptativa
SISTEMA IMUNE Conjunto de células, tecidos, órgãos e 
moléculas
IMUNIDADE
Reconhecimento e 
eliminação de material 
estranho (não próprio) que 
entra no corpo.
 Funções:
 Defesa contra infecções;
 Defendendo o organismo à 
agentes estranhos;
 Neutralizando e degradando 
moléculas estranhas;
 Isolando os agentes estranhos.
 ANTÍGENOS:
 Molécula que se liga a receptores específicos da resposta imune;
 Moléculas alvo dos Acs.
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5 6
mac
mac
30/06/2023
Imunidade
Inata 
Fonte: https://binged.it/2M5GmmX 
Adaptativa 
Fonte: https://binged.it/2LW3EeE 
Imunidade Inata ou natural
• Principal característica: já presente ao 
nascimentos- 1ª linha de defesa;
• Imunidade Inespecífica: não 
reconhecem o que estão combatendo (vírus, 
bactérias, protozoários, entre outros);
• Composta por: barreiras físicas e químicas 
(tecido epitelial e substâncias 
antimicrobianas) e celulares;
• Células fagócitas ( neutrófilos e macrófagos), 
NK, proteínas do sangue (Sistema 
Complemento e medidadores da inflamação), 
citocinas.
• Defesa inicial contra infecções e 
estimula as respostas da imunidade 
adquirida.
Fonte: Adaptado de Siverthorn, D.U. Fisiologia 
humana: uma abordagem integrada. 7. ed. 
Porto Alegre: Artmed, 2017.
Barreiras físicas: pele, 
mucosas, muco, ácido 
estomacal.
Imunidade inata
RECONHECIMENTO DE SUBSTÂNCIAS ESTRANHAS
 Se invasão dos m.o no epitélio Destruição 
através de fagócitos (células NK e proteínas 
citoplasmáticas: sistema complemento);
 Mecanismos existentes antes da infecção;
 Promovem respostas rápidas aos m.o;
 Reagem do mesmo modo às infecções repetidas.
Fonte: Adaptado de DELVES, P. J. et al. 
Fundamentos de imunologia. 13. ed. 
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018 
(PÁG. 5) .
Células efetoras imunidade inata
Constituem a maioria das 
células da imunidade inata
Fonte: DELVES, P. J. et al. 
Fundamentos de imunologia. 13. ed. 
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018 
(PÁG. 13) .
Fagocitose
Fonte: Adaptado de Mango Slices/Wikimedia Commons.
Disponível em: http://bit.ly/3pV8TvE
Células natural killer (NK)
 Classe de linfócitos;
 Produzem INF- γ  citocina ativa macrófagos;
 Citocinas produzidas na imunidade inata ativam: a inflamação 
(TNF, IL-1, quimiocinas), céls. NK (IL-12) e os macrófagos (INF-
γ); Fonte: http://bit.ly/3ru3wEa acesso fev. 2020
TNF
IL-6
IL-8
IL-12
Produção de Ac pelos LB e induz 
a proliferação de LT.
Polarização de LT em LT aux.
Iniciação da produção de 
citocinas.
Quimiotaxia dos neutrófilos, 
ativação dos neutrófilos.
Fonte: Adaptado de DELVES, P. J. et al. 
Fundamentos de imunologia. 13. ed. Rio de 
Janeiro: Guanabara Koogan, 2018 (PÁG. 18) .
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30/06/2023
Imunidade 
inata
Sistema 
Imunológico
Imunidade 
adquirida
Imunidade 
humoral
Imunidade 
celular
Linfócito B
Linfócito T
Fonte: http://bit.ly/36OPoxe
Linfócitos B e T:
 Células capazes de reconhecer e 
distinguir de modo específico diversos 
Ag;
 Classificados de acordo com a função –
formas iguais;
Produzem Ac
Mediadores da 
imunidade 
celular
LT CD4+
(helper)
LT CD8+
(citotóxico)
Imunidade adaptativa Imunidade adaptativa
Imunidade inataImunidade inata Imunidade adquirida
Barreiras epiteliais
Anticorpos
Células T efetoras
Fonte: http://binged.it/3cPhQ5J
 Mecanismos estimulados pela exposição 
aos agentes infecciosos;
 Aumentam em magnitude a capacidade 
defensiva em cada exposição sucessiva;
 Apresenta grande especificidade para 
distintas macromoléculas;
 Capacidade de lembrar e responder 
vigorosamente as repetidas exposições.
IMUNIDADE HUMORAL 
X 
IMUNIDADE CELULAR
Fonte: ABBAS, A. K. et al. Imunologia celular e molecular. 8. ed. Rio de 
Janeiro: Elsevier, 2015 (PÁG. 34) .
Componente celular sistema imune adaptativo
Linfócito T
Linfócito B
• Auxiliam na produção de 
anticorpos
• Destruição das células 
infectadas por vírus
• Função reguladora
• Produção de Ac
Fonte: Adaptado de DELVES, P. J. et al. Fundamentos de imunologia. 13. ed. Rio de Janeiro: Guanabara 
Koogan, 2018 (PÁG. 16) .
INATA X ADQUIRIDA
• Presente ao nascer
• Não-específica
• Não muda de 
intensidade com a 
exposição
• Não há memória
• À partir da exposição
• Específica
• Aumenta a intensidade 
com a exposição
• Memória
Antígeno x Anticorpo
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30/06/2023
Antígeno e Anticorpo
Antígeno: Qualquer molécula que é reconhecida por 
um BCR ou TCR
Imunógenos: Ag que é reconhecido por receptores 
e capazes de ativar Linfócitos. 
Fonte: livro didático da disciplina
Como os TCRs interagem com os Ag?
 LT : interação com outras células  receber sinais 
ativadores, para auxilia-las ou eliminá-las;
 TCR são capazes de reconhecer o Ag quando ligado às 
proteínas do MHC;
 2 tipos de moléculas MHC:
 Genes do MHC: localizados no braço curto do 
cromossomo 6  Antígenos Leucocitários Humanos 
(HLA)
 3 genes de classe I: HLA-A, HLA-B, HLA-C
 3 genes de classe II: HLA-DP, HLA-DQ, HLA-DR. 
Classe I
Classe II
Como os BCRs interagem com os Ag?
ANTICORPOS: glicoproteínas sintetizadas por LB IMUNOGLOBOLINAS (Ig)
1. Fixados na membrana plasmática dos 
linfócitos receptor para antígenos 
(BCR); 
2. Na forma solúvel, encontrados em 
diversos tecidos do organismo.
COMPOSTOS: 2 Cadeias de maior tamanho (Cadeias Pesadas)
2 cadeias menores (Cadeias leves)
Cadeia 
leve
Cadeia 
pesada
Ligação para AgImunoglobulinas (IGs ou Anticorpos)
Fonte: http://bit.ly/3ty2XLb
CLASSE 
IGs FUNÇÕES EFETORAS ESPECÍFICAS
IgM
IgG
IgA
IgE
IgD
Principal Ig formada em resposta 1ª
Principal Ig formada em resposta 2ª
Imunidade na mucosa: neutralização 
de m.o e toxinas
Degranulação dos mastócitos, basófilos 
(reações de hipersensibilidade imediata)
Receptor de céls. B
 Funções:
• Neutralização
• Opsonização do Ag
• Ativação do sistema complemento
Como os BCRs interagem com os Ag?
Fonte: livro didático da disciplina
Tolerância Imunológica
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30/06/2023
Como o sistema mantém a não responsividade aos 
Ags próprios?
Quais são os fatores que podem contribuir para o 
desenvolvimento da autoimunidade?
Fonte: https://bit.ly/3rwLzVk
Tolerância 
imunológica
Não responsividade a um antígeno, induzida 
pela exposição prévia a este antígeno.
 Indivíduos normais: tolerantes aos seus Ags os linfócitos que 
reconhecem Ags próprios são destruídos ou inativados, ou mudam a 
sua especificidade.
Falha daautotolerância
Lesão 
celular e 
tecidual
doenças 
autoimunes
Tolerância imunológica
 3 respostas após a exposição dos Ags aos linfócitos:
Ausência de resposta dos linfócitos após a 
exposição aos Ags.
Fonte: MELO, P. S.. Fisiopatologia e 
Farmacoterapia das doenças infecciosas, imunes 
e virais. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional 
S.A, 2018 (PÁG. 31) .
Mecanismos de auto tolerância
Tolerância central:
 Ocorre em órgãos centrais (ou 
primários )
 “Primeira seleção”
Tolerância periférica:
 Ocorre em tecidos periféricos
 Controle periférico da 
resposta imunológica
Fonte: MELO, P. S.. Fisiopatologia e Farmacoterapia das 
doenças infecciosas, imunes e virais. Londrina: Editora e 
Distribuidora Educacional S.A, 2018 (PÁG. 32) .
• Autoimunidade: resposta imunológica a 
antígenos próprios 
• Doenças autoimunes:
doenças causadas pela
falha da autotolerância
com consequente lesão
celular e tecidual
Diabetes, LES e 
artrite reumatoide
Fonte: MELO, P. S.. Fisiopatologia e Farmacoterapia das 
doenças infecciosas, imunes e virais. Londrina: Editora e 
Distribuidora Educacional S.A, 2018 (PÁG. 33) .
Quais são as causas da autoimunidade?
Artrite 
reumatoide
 Caracterizada pela inflamação das articulações associada a 
destruição da cartilagem óssea – principalmente 
articulações das extremidades (mãos, pés, ombros, 
joelhos, cotovelos e tornozelos);
 Prevalência de 3 casos a cada 10.000 adultos – maior 
prevalência (entre 30-45 anos);
 Etiologia desconhecida
 Multifatorial;
 HLA-DR4 e HLA-DRB1
Doença autoimune sistêmica e crônica
Fonte: https://binged.it/3tH59jF
Fonte: https://binged.it/3aMAQQ0
FISIOPATOLOGIA AR
Cápsula articular 
inflamada
Sinóvia inflamada
Osso
Proliferação de 
LT
Proliferação de 
LB
Capsula articular
Membrana
sinovial
Osteoclasto
Fibroblasto
Macrófago
Cél dendrítica
LT
LB
Angiogênese 
extensa
Mastócito
Parede sinovial 
hiperplástica
Induz a formação 
vasos sanguíneos
na membrana sinovial
Ag?
Citocinas
Linfócitos circulantes 
aderem ao endotélio
Migram e se alojam na 
sinóvia
Fonte: https://bit.ly/3qlFMlv
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30/06/2023
Diagnóstico da AR
 Dados clínicos, laboratoriais e radiográficos;
 Exames laboratoriais:
 Fator reumatoide – grupo de autoanticorpos que 
reagem com determinados epítopos da porção Fc da 
IgG atua ativamente na patogênese da AR.
 Anticorpo anti-CCP – citrulinização (modificação pós-
traducional de determinada proteína (resíduo de 
arginina é convertido em citrulina);
• Produzido localmente na membrana sinovial 
inflamada e no líquido sinovial de pacientes com AR 
e capazes de reagir com diversos peptídeos 
citrulinados.
Produção 
fator reumatóide
Ac contra a porção Fc de IgG
IgM contra IgG
Formação
de complexos
Doenças autoimunes
Lúpus eritematoso sistêmico (LES)
 Doença inflamatória crônica;
 Produção de autoanticorpos, formação e deposição de 
imunocomplexos (Ag- Ac);
 Inflamação e lesão tecidual (lesão direta em tecidos 
normais)
 Problemas vasculares e renais;
 Diversas complicações;
 Etiologia desconhecida, associada à:
 Fatores genéticos (antígenos HLA-B8, HLA-Dr2 e DQ3)
 Fatores ambientais: medicamentos, radiação ultravioleta, 
vinis, epóxi, resinas, óleos pesados, implantes cutâneos 
derivados do ácido hialurônico e silicones e brotos de alfafa
 Vírus Ebstein Barr
Complexo Ag - Ac 
Fonte: https://binged.it/370AAvz
20 – 30 
anos
LES Critérios diagnóstico
Fonte: BORBA, E.F.B. Consenso de Lúpus Eritematoso Sistêmico. Disponível em: 
https://www.scielo.br/pdf/rbr/v48n4/v48n4a02.pdf
Diagnóstico LES
 Imunológico: anticorpos alterados
 FAN: fator antinúcleo
- Detectado por imunofluorescência 
indireta
- Principais anticorpos pesquisados:
- Anti-Dna: autoanticorpos Anti-DNA
nativo ou de dupla hélice (95% de 
especificidade para LES);
- Anti-Sm: alta especificidade para LES 
(99%), baixa sensibilidade: presente 
em 15-30% dos pacientes.
 Bioquímico: Urinálise – proteinúria e cilindúria persistente;
 Hematológico: anemia, plaquetopenia, linfopenia ou 
leucopenia;
Fonte: MARTINS, M. A. et. al. Cliníca Médica. Vol.5: Doenças endócrinas e reumatológicas. São 
Paulo: Manole, 2009 (pág. 540)
Anemia hemolítica autoimune (AHAI)
 Autoanticorpos que se ligam às membranas das 
hemácias Destruição via sistema complemento ou 
sistema reticuloendotelial;
 Após reconhecimento pelos anticorpos são destruídas 
no baço  Anemia
 Classificação: temperatura de reatividade dos Ac às 
hemácias:
 AHAI a quente: autoanticorpos “quentes” reagem à T ºC 
corporal (37ºC) - hemólise sistema reticuloendotelial;
 AHAI a frio: autoanticorpos “frios” se ligam as hemácias 
(TºC: 4 e 18ºC) – aglutinação das hemácias na circulação 
sanguínea (lise do eritrócito)
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AHAI
 Outra forma de classificação: baseada na etiologia:
 Idiopática ou 1ª: não tem associação com a doença de base;
 2ª: doenças linfoproliferativas, imunodeficiências, 
medicamentos ou neoplasias
 Ac que reagem a T corporal: IgG;
 25% casos: a quente é classificada como 2ª (Neoplasias 
linfoides, LES, artrite reumatoide, AINES);
 Ac “a frio”: crioaglutininas e hemoglobinúria paroxística a frio
IgM contra Ag polissacarídeos na superfície das hemácias;
 Produzidos em resposta a infecções ou doenças 
linfoproliferativas
 Inicio de modo lento, sintomas inespecíficos típicos de anemia: 
cansaço, palidez, icterícia;
 Tratamento: agentes imunossupressores – corticoides 1ª escolha
Pâncreas Ilhotas de 
Langerhans
Células - α 
Células - β
Ácinos exócrino
Diabetes mellitus tipo 1
 Distúrbio endócrino;
 Manifestação e diagnóstico: desde os 1º anos de 
vida até a vida adulta;
 Destruição rápida das células-β das ilhotas de 
Langerhans ou destruição progressiva -
autoimunidade;
 Etiologia: multifatorial, predisposição genética e 
fatores ambientais desconhecidos;
 Biomarcadores: autoanticorposanti-insulina – GAD 
65, IA2 e IA2B, Znt.
 Microrganismos – subst. antigênicas idênticas aos 
Ag humanos mimetismo molecular indução de 
RI
Fonte: https://binged.it/3aQdJE9
Paciente saudável
Paciente com Diabetes Tipo 1
Linfócitos T
Células dendríticas
Células- β
LT reconhecem as proteínas 
como inimigas e atacam as 
células- β
A insulina produzida pelas 
células- β liberam proteínas em 
exossomos que são absorvidos 
pelas céls. dendríticas 
As céls. dendríticas apresentam o 
conteúdo do exossomo para os LT 
Fonte: https://bit.ly/3b8fDjJ
FISIOPATOLOGIA
 Tratamento: 
INSULINOTERAPIA
DM 1 X DM 2
Diabetes Mellitus
 Doença autoimune, poligênica, decorrente de destruição de 
células β do pâncreas deficiência completa na produção de 
insulina;
 Representa de 5-10% de todos os casos de diabetes
 Crianças, adolescentes e alguns casos adultos jovens, 
afetando igualmente homens e mulheres;
 Anticorpos presentes antes do início dos sintomas (+ de 1 ou 
mais autoanticorpos)
 Marcadores conhecidos de autoimunidade são: Ac anti-ilhota, 
anti-insulina, antidescarboxilase do ácido glutâmico (anti-
GAD65), Ac antitirosina-fosfatase e Ac antitransportador de 
zinco;
 Em crianças normalmente tem evolução mais rápida
Tipo 1 Diabetes Mellitus
 Representa de 90-95% de todos os casos;
 Origem: defeito na secreção da insulina e/ou
defeito na ação da insulina
 Hábitos dietéticos e inatividade física OBESIDADE;
 Pode ocorrer em qualquer idade: usualmente após os 
40 anos;
 Raramente causa cetoacidose espontânea
 Características: pessoa mais velha, início lento; 
sobrepeso/obeso (85%)
Tipo 2
37 38
39 40
41 42
30/06/2023
DM 1 X DM 2
RECAPITULANDO....
Recapitulando.....
 Sistema imune;
 Imunidade Inata
 Imunidade adaptativa
 Tolerância imunológica
 Doenças autoimunes: 
 Artrite reumatoide
 Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES)
 Diabetes mellitus tipo I
 Anemia hemolítica autoimune.
43 44
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