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Anatomia Aplicada 
Professor: Danielle Flores
2° PERÍODO 
II SEMINÁRIO 
Amanda Coutinho - 202324091
Caio Chrigor - 202411810
Gilmar Santos Ferreira - 202324140
Luciana Cleto Schumacker - 202422548
Rayane Beatriz da Silva Miranda Ramalho - 202422436
Vivia Machado - 202324152 
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Classificação de Pares Cranianos
Pares Cranianos Sensitivos (Aferentes)
Pares Cranianos Motores (Eferentes)
Nervo Trigêmeo
Inervação do Trigêmeo
Neuralgia do Trigêmeo
Referências
Pares Cranianos Mistos
Subdivisões do Nervo Trigêmeo
Principais Veias e Artérias 16 á 31
Classificação de Pares Cranianos
DE UM MODO GERAL, ESTÃO DIVIDIDOS EM:
 SENSITIVOS (AFERENTES), MOTORES (EFERENTES) E MISTOS.
Os nervos podem ser classificados de
acordo com a direção em que os sinais
são conduzidos:
Aferentes ou sensitivos: Transmitem
os impulsos nervosos dos órgãos
receptores até o SNC.
Eferentes ou motores: Transmitem os
impulsos nervosos do SNC para os
órgãos efetores.
Misto: Possuem tanto fibras
sensitivas quanto fibras motoras
Pares Nervos Cranianos
Sensitivos (Aferentes)
Pares Cranianos Motores (Eferentes)
 Nervo Oculomotor (NC III)
 Nervo Troclear (NC IV)
 Nervo Abducente (NC VI)
 Principal Função: inervação dos músculos extraoculares
 Todos os músculos extraoculares são inervados por ele, 
 exceto o músculo oblíquo superior do olho e o abducente 
 Função: Controlar a movimentação do músculo oblíquo superior do olho
É o menor dos nervos cranianos 
 Tem origem no mesencéfalo, logo acima da ponte 
 
Responsável por mover os olhos lateralmente
Atua sobre o musculo extraocular reto lateral 
 Divide-se em 4 porções: núcleo, cisternal, do seio cavernoso e
orbitária 
(ENVIAM COMANDOS DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL PARA MUSCULOS E GLÂNDULAS))
Pares Cranianos Motores (Eferentes)
 Nervo Acessório (NC XI)
Nervo essencialmente motor que inerva os músculos trapézio 
e esternocleidomastóideo 
Tem origem tanto craniana quanto espinhal 
 Nervo Hipoglosso (NC XII)
Controla os movimentos da língua 
Inerva músculos intrínsecos e extrínsecos da língua
permite articulação da fala, mastigação e deglutição
 (ENVIAM COMANDOS DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL PARA MUSCULOS E GLÂNDULAS))
Pares Cranianos Mistos 
 Nervo Trigêmeo (NC V)
 Nervo Facial (NC VII)
 Nervo Glossofaríngeo (NC IX)
 Nervo Vago (NC X)
Responsável pela sensibilidade facial e pela motricidade de alguns 
músculos envolvidos na mastigação 
Divide-se em 3 ramos: oftálmico, maxilar e mandibular 
Responsável pela expressão facial e pela percepção
gustativa nos dois terços anteriores da língua 
(POSSUEM FIBRAS TANTO SENSITIVAS QUANTO MOTORAS)
 Responsável pela percepção gustativa do terço posterior da língua
e pelas sensações da faringe, laringe e palato 
Responsável pelo controle parassimpatico de quase todos os 
órgãos abaixo do pescoço 
Nervo Trigêmeo
Origem: vem aparentemente na
face anterior da ponte ( ântero-
lateral), da união do terços
inferiores e no limite com os
pendúnculos cerebelares.
Nervo trigêmeo
O nervo trigêmeo é responsável
pelo controle dos movimentos de
mastigação e pelas percepções
sensoriais da face, seios da face
e dentes. Então, é um
componente tanto motor quanto
sensorial.
Por meio do gânglio trigemial,
esse nervo craniano divide-se em
três ramos terminais:
Nervo oftálmico – o nervo oftálmico surge da fissura orbital superior, que se
divide em outros três ramos, o nasociliar, o frontal e o lacrimal.
Nervo maxilar – penetra o crânio através da fossa pterigopalatina, usando o
forame redondo. Ele divide-se em nervo alveolar superior posterior e nervo intra-
orbital.
Nervo mandibular – atravessa o forame oval e se divide em diversos ramos. Os
dois principais são o nervo lingual e o alveolar inferior.
Nervo Trigêmeo
Inervação do Nervo Trigêmeo
Ele é dividido em três ramos principais:
Nervo oftálmico (V1): inerva a região da testa, olhos e
parte superior do nariz.
Nervo maxilar (V2): inerva a região do meio da face,
incluindo as bochechas, lábio superior e dentes
superiores.
Nervo mandibular (V3): tem funções sensoriais e motoras,
inervando a mandíbula, dentes inferiores e controlando os
músculos mastigatórios.
Nervo alveolar superior posterior
Dotam de fibras nervosas a polpa e o periodonto.
Nervo intra-orbital
O nervo intra-orbital, por sua vez, se fragmenta em:
1 - Nervo alveolar superior médio – atribuem fibras nervosas
à polpa e ao periodonto dos dentes pré-molares e raiz mesio-
vestibular do primeiro molar superior.
2 - Nervo alveolar superior anterior- inerva a polpa dentária
e o periodonto de caninos e incisivos superiores anteriores.
3 - Nervo palatino – causador da sensibilidade da mucosa do
palato duro.
Nervo maxilar
Subdivisões do Nervo Trigêmeo
O nervo mandibular é um nervo misto, sendo composto
por fibras motoras e sensitivas. Ele acaba se dividindo em
seis ramificações, cada uma delas tendo uma grande
importância para a boca e suas funções.
Na parte sensitiva encontram-se o nervo lingual e o nervo
alveolar inferior. 
O nervo lingual permite que a língua tenha sensibilidade nos
2/3 anteriores dela.
Nervo alveolar inferior auxilia na fonética e na mastigação.
Adentra o forame da mandíbula e caminha pelo interior do
osso pelo canal da mandíbula até o dente incisivo central.
Perto do segundo pré-molar, esse nervo expõe um ramo
colateral, que é o nervo mental, que surge pelo forame que
carrega o mesmo nome, fornecendo sensibilidade às partes
moles do mento, ou seja, o segmento inferior e médio da
face, abaixo do lábio inferior.
No interior do canal da mandíbula, o nervo alveolar inferior
se reparte. No entanto, seus ramos realizam uma
anastomose sem ordem para constituir o plexo dental
inferior.
Sobre a parte motora do nervo mandibular, ela inerva os
músculos de mastigação, que são o temporal, o masseter e o
pterigoideo medial e lateral.
Subdivisões do Nervo Trigêmeo
Nervo mandibular
https://simpatio.com.br/nervo-mandibular/
https://simpatio.com.br/nervo-mandibular/
https://simpatio.com.br/nervo-mandibular/
Nervo lingual
O nervo lingual encaminha-se para a língua, fornecendo
sensibilidade aos dois terços anteriores dela.
Nervo alveolar inferior
O nervo alveolar pode ser subdividido nos seguintes ramos:
Mentoniano: inerva o queixo, o lábio inferior e a gengiva
vestibular dos dentes que estão na parte inferior da boca;
Incisivo: inerva a gengiva interior e inferior, além dos
dentes;
Bucal: pele das bochechas e gengiva dos dentes pré-
molares e molares;
Aurículo temporal: glândula parótida, tímpano, meato
interno, pavilhão da orelha e uma parte da ATM;
Lingual: musosa da língua, glândula submandibular,
glândula sublingual e mucosa do soalho bucal.
Subdivisões do Nervo Trigêmeo
Nervo mandibular
https://simpatio.com.br/atm/
Neuralgia do Nervo Trigêmeo
Neuralgia do trigêmeo
A neuralgia do trigêmeo é um distúrbio que provoca
uma dor insuportável na região do rosto, por onde
passa o par de nervo trigêmeo.
O que causa a dor intensa é o contato entre um vaso
sanguíneo normal e o nervo. Isso faz com que haja um
pressionamento da estrutura do nervo, deixando ele
sem funcionar corretamente.
O tratamento desse problema relativo a um dos nervos
cranianos é feito com medicamentos
anticonvulsivantes, analgésicos e antidepressivos. Em
casos mais graves, é necessário a realização de
fisioterapias ou até mesmo cirurgias.
https://simpatio.com.br/neuralgia-trigemeo/
https://simpatio.com.br/neuralgia-trigemeo/A artéria facial é proveniente da A. carótida externa, com origem próximo ao
ângulo da mandíbula, cerca de um centímetro acima da A. lingual. Emite
diversos ramos e cruza a base da mandíbula, se distribuindo amplamente
pela face. Dentre eles, destaca-se as Aa. submentoniana, labial inferior,
labial superior e A. angular. Intervenções invasivas na face podem lesar seus
ramos vasculares, levando a rupturas, oclusão do vaso com interrupções no
fluxo sanguíneo e consequente necrose tecidual. Com isso, o objetivo deste
trabalho foi realizar um relato de caso com a caracterização anatômica e a
descrição dos ramos da artéria facial em peça cadavérica formolizada. Para
isso, foi selecionada uma peça anatômica proveniente do acervo do
Laboratório de Anatomia Humana da Universidade Federal de Uberlândia,
previamente preparada e fixada com solução de formaldeído a 37%. Foram
utilizados instrumentais cirúrgicos específicos e técnicas anatômicas
preconizadas na literatura. A pele, a tela subcutânea e alguns músculos
foram cuidadosamente rebatidos, bem como os demais componentes
anatômicos interpostos, até proceder acesso a A. facial e seus ramos. A
partir daí, foi possível a visualização da extensa rede vascular da face, com
observação das variações e do trajeto tortuosos dos vasos, principalmente
devido à grande mobilidade dos tecidos e músculos da região. Pode-se
concluir que o conhecimento da presença e trajeto da A. facial é essencial
durante procedimentos clínicos e cirúrgicos na face, minimizando as
intercorrências e erros profissionais, com sequelas ao paciente.
Principais Veias e
Artérias da Face
As principais veias da face
têm uma função crucial no
retorno do sangue venoso
da face e do crânio para o
coração. A seguir, estão
algumas das veias mais
importantes da face e
suas funções:
Veia facial:
Origem: Começa na região medial do olho, a partir da veia angular.
Drenagem: Drena o sangue venoso da maior parte da face, incluindo nariz, lábios, músculos faciais e parte da cavidade
nasal.
Curso: Corre obliquamente para baixo e para trás, atravessando a mandíbula, e se une à veia jugular interna.
Importância clínica: Devido às suas conexões com o plexo venoso pterigoideo e com as veias oftálmicas, há risco de
disseminação de infecções da face para a cavidade craniana, incluindo áreas como o seio cavernoso.
Veia angular:
Origem: É formada pela união das veias supraorbital e supratroclear.
Curso: Desce pela margem medial do olho e se torna a veia facial.
Drenagem: Drena a região medial da testa e do nariz.
Importância clínica: Tem conexão direta com as veias oftálmicas, o que permite uma via de comunicação entre a face e
o seio cavernoso, tornando infecções faciais perigosas.
Veia oftálmica superior:
Origem: Forma-se na órbita a partir de pequenos ramos que drenam as pálpebras, músculos oculares e parte da
cavidade nasal.
Curso: Passa pela fissura orbital superior e se drena no seio cavernoso.
Drenagem: Órbita e estruturas adjacentes.
Importância clínica: Como comunica-se com a veia facial por meio da veia angular, infecções na face podem se
espalhar para o seio cavernoso, resultando em complicações graves como trombose do seio cavernoso.
Veia oftálmica inferior:
Origem: Formada por pequenos ramos que drenam a órbita.
Curso: Corre pela parte inferior da órbita e pode drenar diretamente para a veia oftálmica superior ou para o plexo
venoso pterigoideo.
Drenagem: Parte inferior da órbita.
Importância clínica: Similar à veia oftálmica superior, devido às suas conexões com estruturas faciais profundas e o
seio cavernoso.
Veias emissárias:
Função: São veias que conectam as veias extracranianas às intracranianas, passando por forames no crânio.
Drenagem: Permitem a comunicação entre as veias da face, couro cabeludo e as do interior do crânio.
Importância clínica: São rotas potenciais para a propagação de infecções entre o exterior e o interior do crânio,
tornando infecções faciais, como furúnculos no “triângulo da morte” da face (região que vai do nariz até os cantos da
boca), extremamente perigosas.
Veia retromandibular:
Origem: Formada pela união das veias maxilar e temporal superficial.
Curso: Corre para baixo, através da glândula parótida, e se bifurca em dois ramos — um anterior, que se une à veia
facial, e um posterior, que se une à veia auricular posterior para formar a veia jugular externa.
Drenagem: Têmporas e áreas adjacentes.
Importância clínica: Participa da drenagem da região posterior da face e das glândulas salivares.
Veia jugular externa:
Origem: Formada pela união da veia retromandibular e da veia auricular posterior.
Curso: Corre superficialmente no pescoço e drena para a veia subclávia.
Drenagem: Parte lateral da face, couro cabeludo e pescoço.
Importância clínica: Embora seja mais superficial, também pode estar envolvida na
drenagem de infecções ou condições que envolvem a face.
Essas veias estão interconectadas, o que significa que infecções na face podem
rapidamente se espalhar para regiões mais profundas, como o crânio. Portanto, a
circulação venosa da face é de grande interesse tanto em anatomia clínica quanto em
cirurgia.
Referências bibliográficas:
Disponível em:
https://mundoeducacao.uol.com.br/biologia/nervos-
cranianos.htm Disponível em:
http://anatpat.unicamp.br/bineucerebroext-nervos.html
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/biologia/doze-
pares-de-nervos.htm
https://simpatio.com.br/nervos-cranianos
https://amp/s/simpatio.com.br/sistema-arterial-cabeca-
pescoco/amp/
https://pt.slideshare.net/slideshow/arterias-e-veias-da-face-
2015/60538114#4
https://atenaeditora.com.br/catalogo/post/anatomia-da-arteria-
facial-e-estudo-do-padrao-de-irrigacao-da-face

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