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INTERPRETAÇÃO DE DADOS / INDICADORES
Daniel Colares
INTERPRETAÇÃO DE DADOS / INDICADORES
DANIEL COLARES
IB CONCURSOS
CENSO ESCOLAR X EDUCACENSO
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) é responsável pela divulgação do cronograma que estabelece as datas e os responsáveis pelas duas etapas da coleta, além das atividades do processo de declaração das informações da pesquisa estatística.
A coleta de dados da primeira etapa – Matrícula Inicial – começa no dia 29 de maio, última quarta-feira do mês em 2024, considerada a data de referência do Censo Escolar. Os responsáveis pelas escolas e redes de ensino devem declarar os dados no Sistema EDUCACENSO até 31 de julho.
O Censo Escolar é dividido em duas etapas: Matrícula Inicial e Situação do Aluno. Na primeira, o Inep apura informações sobre os estabelecimentos de ensino, turmas, alunos, gestores e profissionais escolares em sala de aula.
Já na segunda etapa da pesquisa, o Instituto levantará informações relativas ao rendimento dos estudantes (quantidade de aprovados ou reprovados) e ao movimento (quantos foram transferidos, deixaram de frequentar a escola ou faleceram), ao término do ano letivo de 2024. A coleta de dados da Situação do Aluno ocorrerá no período de 3 de fevereiro a 14 de março de 2025.
É realizado, em regime de colaboração, entre as secretarias estaduais e municipais de Educação, com a participação de todas as escolas públicas e privadas do país. O levantamento abrange as diferentes etapas e modalidades da educação básica: ensino regular, educação especial, educação de jovens e adultos (EJA) e educação profissional.
As matrículas e os dados escolares coletados servem de base para o repasse de recursos do governo federal e para o planejamento e a divulgação de dados das avaliações realizadas pelo Inep. O censo também é uma ferramenta fundamental para que os atores educacionais possam compreender a situação educacional do país, das unidades federativas e dos municípios, bem como das escolas, permitindo acompanhar a efetividade das políticas públicas.
Essa compreensão é proporcionada por meio de um conjunto amplo de indicadores que possibilitam monitorar o desenvolvimento da educação brasileira, como o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (ldeb), as taxas de rendimento e de fluxo escolar, a distorção idade-série, entre outros. Todos eles são calculados com base nos dados do Censo Escolar e servem de referência para as metas do Plano Nacional da Educação (PNE).
TAXA DE DISTORÇÃO IDADE SÉRIE
O indicador de taxa de distorção idade/série utilizado no Censo Escolar indica o percentual de alunos que tem dois ou mais anos de idade acima do recomendado em determinada série, tendo como base a idade de seis anos estabelecida para ingresso no ensino fundamental.
A situação da defasagem idade x ano torna-se ainda mais difícil quando educandos apresentam defasagem de aprendizagem, o que se reproduz com aprovações sem critérios e que não coadunam com os objetivos mínimos para cada ano da educação básica, o que dificulta mais ainda a formação e por conseguinte, a capacidade do alunos em acompanhar o ritmo das turmas, deixando -os não apenas com a defasagem idade x ano, mas também com a frustração de não aprender, sendo o começo da indisciplina em sala de aula e da evasão escolar.
Se para os alunos a questão da defasagem escolar é causadora de grandes danos, também é para os educadores que estão à frente de salas de aulas com o misto de alunos em diferentes fases de desenvolvimento e com diferentes níveis de aprendizagem. O fracasso do aluno também pode ser entendido como um fracasso da escola por não saber lidar com a diversidade dos seus alunos. É preciso que o professor se atente também para as diferentes formas de ensinar e garanta variabilidade didática para alcançar o sucesso das aprendizagens, pois cada indivíduo aprende e entende de formas diferenciadas. Cabe ao educador compreender e aplicar de forma que o aluno consiga fazer parte da aprendizagem e do meio em que está inserido, devendo zelar para que todos os alunos aprendam e tenham sucesso na trajetória escolar. A defasagem escolar continua sendo um grande desafio enfrentado em salas de aulas, devendo ser mais trabalhado com práticas inovadoras para lidar com este problema, como as tecnologias aliadas ao ensino e conceitos mais criativos.
Considerando esses aspectos, a defasagem escolar está sempre presente no meio educacional, sendo em maior quantidade no ensino público. Isso tornou-se um dificultador da democratização do conhecimento e da redução da desigualdade. Cabe aos educadores e aos estabelecimentos de ensino, buscar maior sensibilidade ao lidar com alunos que apresentem tal defasagem, levando em conta que este é um dos principais problemas encontrados e produtores da indisciplina e infrequência dificultando o alcance das aprendizagens.
TAXA DE MATRICULA
A pesquisa estatística traz informações sobre todas as escolas, professores, gestores e turmas, além das características dos alunos da educação básica. Ao todo, foram registrados 47,3 milhões de estudantes, considerando todas as etapas educacionais, distribuídos em 178,5 mil escolas.
Educação infantil – O censo revela que o Brasil está a cerca de 900 mil matrículas de atingir a meta de crianças na creche. O objetivo foi estabelecido no Plano Nacional de Educação (2014-2024), que propõe chegar, em 2024, a 50% da população de até 3 anos matriculada.
Para isso, o país precisa sair das atuais 4,1 milhões e atingir algo em torno de 5 milhões de matrículas. A estimativa leva em conta, além do Censo Escolar, a população dessa faixa etária apurada no último Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em 2023, a rede privada manteve a tendência de crescimento (3,6%) verificada em 2022, quando a participação alcançou 29,9%, após o recuo observado no período da pandemia (2019 a 2021). Na rede pública, o aumento foi de 5,3%, no ano último ano. A diferença entre 2023 e 2019, nas creches públicas, é de mais de 296 mil matrículas (12,1%).
● Foram registradas 76,7 mil creches em funcionamento no Brasil.​
● 66,8% das crianças estão matriculadas na rede pública.
● 33,2% das crianças estão matriculadas na rede privada.
● 50,4% das crianças da rede privada estão em instituições conveniadas com o poder público.​
● 99,8% das crianças de creches públicas estão matriculadas em escolas municipais.​
● 57,9% das crianças estão matriculadas em tempo integral.
Ainda no universo da educação infantil, a pesquisa mostra um aumento nas matrículas da pré-escola que, em 2023, subiu 4,8%. O cenário é de retomada, tanto na rede pública, quanto na privada, que havia encolhido para 25,6% entre 2019 e 2021.
Há 5,3 milhões de alunos matriculados na pré-escola. O dado aponta para a universalização do atendimento educacional na faixa etária de 4 e 5 anos estabelecida pela Constituição Federal, ao considerar as informações coletadas no Censo Escolar e a população dessa idade apurada no Censo Demográfico mais recente do IBGE (5,4 milhões).​
● 78,1% dos alunos da pré-escola estão matriculados na rede pública.
● 21,9% dos alunos da pré-escola estão matriculados na rede privada.
● 15,8% dos alunos da rede privada estão em instituições conveniadas com o poder público.
● 14,2% dos estudantes estão matriculados em tempo integral.
Ensino fundamental – A maior parte do alunado da educação básica se concentra no ensino fundamental – 26,1 milhões de matrículas. Ao todo, 121,4 mil escolas (68%) ofertam alguma das suas etapas: 103,8 mil atendem alunos nos anos iniciais (1º ao 5º) e 61,8 mil cobrem os anos finais (6º a 9º).
A rede municipal é a principal responsável pela oferta do 1º ao 5º ano, com 10 milhões de estudantes matriculados (69,5%), o que representa 86,1% da rede pública. Nessa etapa, 19,3% dos alunos frequentam escolas privadas – essa rede cresceu 1,1% entre 2022 e 2023.
Ao todo, 11,6 milhões de alunos frequentam os anos finais, nos quais a divisão de responsabilidadeentre estados e municípios na oferta do ensino é mais equilibrada, se comparada aos anos iniciais. A rede municipal atende 5,1 milhões de estudantes (44%) e a estadual, 4,6 milhões (39,5%). As escolas privadas representam 16,3% das matrículas do 6º ao 9º ano.
Quando o assunto é tempo integral, o censo confirma a tendência no aumento de matrículas dessa modalidade, tanto nos anos iniciais (2,2 pontos percentuais de 2022 para 2023), quanto nos anos finais (2,8 pontos percentuais no mesmo período).
Ensino médio – Em 2023, foram registradas 7,7 milhões de matrículas no ensino médio. A ligeira queda de 2,4%, em relação a 2022 era um movimento esperado, em função do aumento das taxas de aprovação no período da pandemia.
A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) do IBGE, divulgada no segundo semestre de 2023, aponta que 91,9% da população de 15 a 17 anos frequenta escola. Esse percentual aumenta para 94,3% quando se refere aos alunos dessa faixa etária que já concluíram o ensino médio e não estão na educação superior.
A rede estadual tem a maior participação nessa etapa educacional (83,6%), com 6,4 milhões de alunos. As escolas estaduais também concentram a maioria dos estudantes de escolas públicas (95,9%). A rede federal participa com 236 mil alunos (3,1%). Já a rede privada possui cerca de 986,3 mil matriculados (12,8%).
· 84,8% dos alunos do ensino médio estudam no turno diurno.
· 15,2% dos estudantes estudam à noite.
· 94,5% dos alunos frequentam escolas urbanas.
· 43,4% das escolas de ensino médio atendem mais de 500 estudantes.
O ensino médio em tempo integral manteve a tendência de alta e atingiu um crescimento de 9,9 pontos percentuais na rede pública, entre 2019 e 2023. A rede privada cresceu 4,7 pontos percentuais nesta modalidade, no mesmo período.
EJA – As matrículas na educação de jovens e adultos (EJA) se mantiveram em queda, como ocorre desde 2018. Em 2023, foram registrados 2,5 milhões de estudantes. Desses, 2,3 milhões, na rede pública e cerca de 200 mil, na rede privada.
Aplicado pelo Inep, o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) é uma alternativa para a obtenção do certificado dos ensinos fundamental e médio.
Professores e diretores – Em 2023, foram contabilizados 2,4 milhões de professores e 161.798 diretores na educação básica. Quem exerce cargo de direção, em sua maioria, tem formação superior (90,8%) e é mulher (80,6%) .
Observação - taxas de transição escolar e de rendimento dos alunos
As taxas de rendimento são o grupo de taxas que avaliam o aluno quanto ao preenchimento ou não dos requisitos de aproveitamento e frequência ao final de um ano letivo. Elas são calculadas com base nas:
· Taxas de aprovação, 
· Taxas de reprovação e 
· Abandono escolar.
As taxas de fluxo ou de transição escolar são um grupo de taxas que avaliam a progressão dos alunos entre anos letivos consecutivos; constituem-se pelas taxas:
· De promoção, 
· De repetência e 
· De evasão. 
Isso explica as diferenças entre termos que comumente confundimos: abandono X evasão escolar e reprovação X repetência.
Qual a diferença entre abandono e Evasão Escolar?
Ambos os termos - abandono e evasão - referem-se a momentos escolares diferentes. Se o aluno não conseguiu finalizar o ano letivo por excesso de faltas, costumamos dizer que abandonou o curso. No entanto, se no ano seguinte este mesmo aluno não se matricular para cursar novamente a série que abandonou, ele passa a fazer parte das estatísticas de evasão escolar.
O conceito de abandono é semelhante ao de reprovação por faltas - um aluno que abandonou a escola, por definição, não está frequentando as aulas ao final do ano letivo. Os conceitos, no entanto, podem caracterizar situações distintas. É incomum, mas em alguns casos, o aluno frequenta as aulas no final do ano letivo e mesmo assim é reprovado por faltas excessivas que aconteceram no início do ano.
Reprovação ou repetência?
A reprovação é uma situação escolar que impede o aluno de cursar a próxima série do segmento. Seja pelo excesso de faltas, seja por notas insatisfatórias, ele não pode passar do 5º para o 6º ano, por exemplo.
Na repetência o aluno cursa, no ano seguinte, a série em que foi reprovado por notas ou por abandono.
Ao final do ano letivo o aluno poderá apresentar três condições diferentes, dependendo do seu desempenho (ou rendimento): aprovado, reprovado ou ter abandonado o curso. A somatória das taxas de aprovação, reprovação e abandono sempre será igual a 100%.
Quando o aluno reprova por faltas (mesmo que não tenha sido reprovado por seu rendimento) e não se matricula para voltar à escola no ano letivo seguinte, estamos diante de um caso de evasão escolar. Assim como nas taxas de rendimento, a somatória das taxas de transição - promoção, repetência e evasão - também deve ser igual a 100% do número de alunos.
LEITURA COMPLEMENTAR I - Educação de Jovens e Adultos – EJA
 I - O que é Educação de Jovens e Adultos?
A Educação de Jovens e Adultos (EJA) é uma forma de pessoas com mais de 15 anos retomarem os estudos da educação básica. Assim, é possível concluir o ensino médio e/ou fundamental em menos tempo do que no modelo tradicional.
II - Para que serve a Educação de Jovens e Adultos?
De acordo com o IBGE, cerca de 47% da população ainda não concluiu a educação básica obrigatória até o ensino médio. Com o EJA é possível mudar esses dados!
Isso porque, o EJA possibilita conciliar a rotina de trabalho e outras atividades do dia a dia enquanto estuda para concluir etapas do ensino fundamental e médio e conseguir melhores oportunidades profissionais.
Além disso, em 2022, quase 10 milhões de pessoas com mais de 15 anos eram analfabetas no Brasil. O analfabetismo é um grande desafio tanto para a empregabilidade quanto para funções básicas do dia a dia, como pegar ônibus, entender prescrições médicas e outras.
Por isso, o EJA é muito importante para garantir mais qualidade de vida e dignidade para as pessoas que ainda não concluíram seus estudos.
III - Como funciona o EJA?
No EJA, a formação vai desde a alfabetização e os conhecimentos básicos, passando por todo o currículo nacional até o ensino médio. O curso dura entre 6 meses e 2 anos por cada etapa e pode ser feito presencialmente ou à distância em diversas instituições no país.
Para obter o certificado de conclusão do ensino fundamental e/ou médio, é preciso ser aprovado(a) na prova Encceja (sigla para Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos).
A prova é aplicada anualmente de forma gratuita em todo país e é composta por 4 provas aplicadas durante um dia inteiro (manhã e tarde), com 30 questões para cada área do conhecimento e uma redação.
Para quem quer concluir o ensino fundamental, as áreas de conhecimento são:
· Língua Portuguesa, Língua Estrangeira Moderna, Artes, Educação Física e Redação;
· Matemática;
· História e Geografia;
· Ciências Naturais.
Já para o ensino médio, as provas são de:
· Linguagens, Códigos e suas Tecnologias e Redação;
· Matemática e suas Tecnologias;
· Ciências Humanas e suas Tecnologias;
· Ciências da Natureza e suas Tecnologias.
IV - Como passar no Encceja?
Cada prova possui 30 questões objetivas cada, com diferente grau de dificuldade e nota para cada uma. Para conseguir a aprovação, é preciso atingir 100 pontos em cada prova, além de tirar nota maior que 5 na redação.
Para isso, existem dois caminhos:
Estudar por conta própria com o material gratuito disponibilizado no site do Inep para fazer a prova do Encceja;
Se matricular em um Curso de Educação para Jovens e Adultos (CEJA, CEEJA, CIEJA, CEEBEJA e outras variações) para cursar as séries e se preparar para a prova.
V - Quanto tempo dura o EJA?
No EJA, cada série (que leva 1 ano no ensino regular) pode ser concluída em 6 meses. Assim, a duração do EJA varia de acordo com a série que você vai começar para o ensino fundamental e/ou médio.
Se você começar desde o 6º ano do ensino fundamental, levará 3 anos e meio para concluir o ensino fundamentale médio. Se tiver somente o ensino médio para fazer, pode concluir em 1 ano e meio, desde que tenha mais de 18 anos.
VI - Com quantos anos pode fazer EJA?
Pessoas com mais de 15 anos podem fazer EJA para concluir o ensino fundamental e, com mais de 18 anos, para concluir o ensino médio.
VII - Como se matricular no EJA?
Você pode buscar por escolas e instituições de ensino que oferecem EJA na sua cidade. Assim, você pode entrar em contato para levar sua documentação e fazer a matrícula. A documentação para matrícula no EJA inclui (originais e cópias):
· Certidão de Nascimento ou Certidão de Casamento;
· Comprovante de residência recente em nome do estudante ou da mãe/pai/responsável legal;
· Histórico Escolar;
· RG ou Registro Nacional Migratório (RNM) / Protocolo de Solicitação de Refúgio;
· CPF.
Recursos Financeiros 
Bolsa Família x Acompanhamento Escolar
O Programa Bolsa Família (PBF) é uma Política que integra a transferência de renda com estratégias voltadas à garantia do exercício dos direitos sociais, tendo como destinatários grupos em situação de vulnerabilidade, isto é, grupos que apresentam limitações em suprir as necessidades básicas para sua subsistência.
Os segmentos mais pobres da população brasileira são os que têm mais dificuldade em acessar bens e serviços sociais, fato que contribui para a persistência da desigualdade social e manutenção da condição intergeracional da pobreza.
Além de garantir transferência direta de renda para as famílias em situação de pobreza, o PBF integra políticas públicas, fortalecendo o acesso das famílias aos direitos básicos como saúde, educação e assistência social.
Dessa forma, o Programa visa articular à ação de transferência de renda a permanência do beneficiário na escola e seu sucesso escolar. Para tanto, o Ministério da Educação, por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (SECADI) realiza o acompanhamento educacional dos estudantes beneficiários do PBF, monitorando o cumprimento das condicionalidades de frequência escolar e, para tanto, disponibiliza o Sistema Presença.
O Sistema Presença – que além de processar as bases necessárias para possibilitar as coletas de frequência a cada período de acompanhamento, tem suas sustentação e manutenção exercidas pela Subsecretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação (STIC), do MEC – é ferramenta de registro da frequência escolar e de acompanhamento dos estudantes beneficiários do Programa Bolsa Família, contribuindo, assim, para a melhoria das políticas educacionais, principalmente no que diz respeito à redução das desigualdades sociais.
A coordenação desse acompanhamento educacional do PBF compete à Coordenação de Acompanhamento Educacional do Programa Bolsa Família- CAEBF/ SECADI, que, também é responsável por prestar orientações em relação à coleta da frequência dos beneficiários pela rede de profissionais da educação que atuam no Programa, promovendo oficinas de treinamentos do Sistema Presença para a rede colaborativa (Unidades Federadas e Municípios).
QUANDO OS BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA NÃO CUMPREM A FREQUÊNCIA ESCOLAR MÍNIMA EXIGIDA
Na hipótese de as crianças, adolescentes e jovens beneficiários do Programa Bolsa Família não cumprirem a frequência escolar mínima exigida na Medida Provisória n° 1164 de 2023, as instituições escolares deverão informar via sistema os motivos de baixa frequência. O que são motivos de baixa frequência? São as situações que impedem esses estudantes de frequentarem as escolas e outros registros de situações específicas. Se porventura houver estudantes beneficiários do Programa Bolsa Família que se encontram em situação de SVE - Sem Vínculo Escolar, quem registra a informação no sistema são os Coordenadores Municipais ou Auxilires Municipais. Para isto, o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome - MDS e o Ministério da Educação – MEC, elaboraram uma lista de 27 motivos e 84 submotivos de baixa frequência escolar que representam importantes mapas e diagnósticos socioeducacionais e territorializados. Também são os principais indicadores da situação acentuada de vulnerabilidade social em que se encontram as famílias beneficiadas pelo Bolsa Família.
Trabalho importante para identificar a causa da baixa frequência, a fim de evitar o abandono escolar.
Bolsa Família: Quantas faltas cancelam o benefício?
Na parte da educação, é exigida uma frequência escolar mínima conforme a idade dos integrantes. Assim, a família que extrapolar esse limite de faltas estará sujeita a perder o benefício.
· Frequência escolar mínima de 60% para crianças de 4 a 5 anos;
· Frequência escolar mínima de 75% para beneficiários de 6 a 18 anos incompletos que não tenham concluído a educação básica.
Ainda, fazem parte do conjunto de condicionalidades do Bolsa Família:
· Realização do acompanhamento pré-natal;
· Acompanhamento do calendário nacional de vacinação;
· Realização do acompanhamento do estado nutricional das crianças menores de 7 anos;
Posso justificar as faltas para não perder o Bolsa Família?
Em alguns casos em que não é possível evitar a falta, a família tem o recurso de justificar a ausência em sala de aula sem correr o risco de perder o benefício.
Segundo informações do governo, o Sistema de acompanhamento do PBF considera os seguintes motivos como justificáveis:
· Doença do aluno (comprovada/avaliada pela escola);
· Doença/óbito na família (comprovada/avaliada pela escola);
· Inexistência da oferta de serviço educacional;
· Fatores impeditivos da liberdade de ir e vir (enchentes, falta de transporte, violência
urbana na área escolar e calamidades).
Por outro lado, existem casos em que a falta escolar não pode ser justificada, demandando intervenção de políticas públicas, são eles:
· Gravidez precoce;
· Mendicância/Trajetória de rua;
· Negligência de pais ou responsáveis;
· Trabalho infantil;
· Violência e exploração sexual;
· Violência doméstica;
· Sem motivo identificado.
O que é e como funciona o Fies - Financiamento Estudantil
O que é Fies? 
O Fundo de Financiamento Estudantil, criado pela Lei nº 10.260, de 12 de julho de 2001, é uma ação do Ministério da Educação que financia cursos superiores particulares com avaliação positiva no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes).
O que é o Novo Fies
O Novo Fies tem as duas modalidades: o Fies, que oferece vagas com juros zero para os estudantes que tiverem uma renda per capita mensal familiar de até três salários mínimos, e o P-Fies, que é a categoria destinada aos estudantes de maior renda.
Desde 2020, não existe um limite de renda para participar desta segunda modalidade e não é mais necessário ter realizado alguma edição do Enem. Diferentemente da edição convencional do Fies, também não há um período de inscrições limitado para o P-Fies, e o financiamento pode ser solicitado a qualquer momento do ano. 
A nota do Enem também passou a servir para limitar as transferências de cursos em instituições de Ensino Superior para alunos que possuem financiamento do Fies. Agora, é necessário um resultado igual ou superior à nota de corte do curso de interesse para a transferência.
Entenda melhor como funciona o financiamento estudantil
O financiamento estudantil tem como principal objetivo ajudar estudantes que precisam de ajuda financeira para terem acesso à universidade. O crédito universitário se encarregará de pagar as parcelas do curso. Por sua vez, o estudante paga à instituição financeira em um prazo maior e, consequentemente, com parcelas de valores menores. 
O Fies é uma iniciativa pública, mas o financiamento pode ser feito de forma privada, por meio de bancos ou instituições financeiras. As diferenças entre essas modalidades são as taxas de juros e a facilidade de contratação.
Cursos que participam do Fies
Para participar do Fies, o curso superior precisa preencher os seguintes requisitos: ser presencial, ter conceito igual 3 ou maior no Sinaes (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior)e pertencer a uma instituição participante do Fies. Durante o período de inscrições, no primeiro e no segundo semestre, é possível consultar todas as vagas disponíveis no site oficial do FiesSeleção.
Tipos de financiamento oferecidos pelo Fies
O financiamento é dividido em duas modalidades, distintas por renda e pelo agente financiador. Na primeira, o fundo oferece vagas com juros zero para os estudantes que tiverem uma renda per capita mensal familiar de até três salários mínimos (R$ 3.135 – de acordo com o salário mínimo nacional). Na categoria Fies, o aluno começará a pagar as prestações respeitando o seu limite de renda, fazendo com que os encargos a serem pagos pelos estudantes diminuam consideravelmente.
Já a segunda, chamada P-Fies, é destinada aos estudantes de maior renda mensal familiar, e não há limite para contatar o financiamento. Essa modalidade funciona com recursos dos fundos constitucionais e de desenvolvimento (fundos do governo para combater a desigualdade social) e com recursos dos bancos privados participantes.
Faça o cálculo do financiamento pelo Fies
O valor exato das prestações é informado no momento da assinatura do contrato, mas com um simulador é possível ter uma boa noção com antecedência de quanto você vai gastar para pagar o financiamento. Algumas faculdades participantes do Fies disponibilizam em seus sites o simulador. Além do portal da Caixa Econômica Federal, o próprio site do Fies tem a ferramenta para o cálculo.
Saiba como se inscrever no Fies
Para se inscrever no processo seletivo do Fies e do P–Fies, acesse o portal Acesso Único do MEC. Lá, você será direcionado para a página do GOV.BR, onde deverá efetuar o login e, em seguida, preencher todas as informações solicitadas.
Veja como é o processo seletivo do Fies
O Fies tem uma edição em cada semestre. As inscrições são gratuitas e os interessados devem acessar o site do programa e fazer um cadastro vinculado ao CPF. Quem não for pré-selecionado ainda pode ter uma segunda chance, ficando em uma lista de espera para o caso de algum pré-selecionado não confirmar sua inscrição.
A classificação é feita com base na nota do Enem, sendo dada preferência a quem nunca cursou nenhum curso superior. O candidato pode selecionar até três cursos de seu interesse que tenham vagas no Fies.
O que é CPSA?
A CPSA é a Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento. Ela é responsável pela validação das informações prestadas pelo candidato no ato da inscrição, aditamento do Fies e demais auxílios relacionados ao programa. Cada local de oferta de cursos da instituição de ensino deverá constituir uma CPSA do Fies.
Cálculo da nota de corte
A nota de corte será divulgada quando forem ocupadas todas as vagas disponibilizadas para o grupo de preferência escolhido pelo candidato. O FiesSeleção calcula a nota de corte para o grupo de preferência, com base no número de vagas disponíveis e no total dos candidatos inscritos nesse mesmo grupo.
A nota de corte servirá de referência para auxiliar o candidato no monitoramento de sua inscrição, não sendo garantia de pré-seleção. O candidato pode acompanhar as notas de corte e alterar o grupo de preferência e sua(s) opção(ões) de curso até o encerramento das inscrições. A inscrição válida é sempre a última confirmada pelo candidato.
Como é feita a classificação dos candidatos?
Na modalidade Fies, os candidatos serão classificados no grupo de preferência para o qual se inscreveram, atendida a prioridade indicada dentre as três opções de curso/turno/local de oferta escolhidas, em ordem decrescente e de acordo com as notas obtidas no Enem, nesta seguinte sequência:
1 – Candidatos que não tenham concluído o Ensino Superior e não tenham sido beneficiados pelo financiamento estudantil;
2 – Candidatos que não tenham concluído o Ensino Superior, mas já tenham sido beneficiados pelo financiamento estudantil e o tenham quitado;
3 – Candidatos que já tenham concluído o Ensino Superior e não tenham sido beneficiados pelo financiamento estudantil; e
4 – Candidatos que já tenham concluído o Ensino Superior e tenham sido beneficiados pelo financiamento estudantil e o tenham quitado.
Serão pré–selecionados na chamada única os candidatos classificados com base no número de vagas disponíveis no grupo de preferência.
Os critérios de desempate são:
No caso de notas idênticas no Enem, o desempate será de acordo com os seguintes critérios:
1 – Maior nota obtida na redação;
2 – Maior nota obtida na prova de linguagens, códigos e suas tecnologias;
3 – Maior nota obtida na prova de matemática e suas tecnologias;
4 – Maior nota obtida na prova de ciências da natureza e suas tecnologias;
5 – Maior nota obtida na prova de ciências humanas e suas tecnologias.
Resultado do Fies: passo a passo para saber o seu
No dia estipulado pelo MEC, a consulta do resultado do Fies pode ser feita diretamente na internet. Basta acessar o site do Fies e clicar na opção “Ver meu boletim de acompanhamento”. Informe seus dados do Enem para visualizar a lista de pré-selecionados.
Requisitos gerais para contratar o financiamento pelo Fies
Poderá se inscrever no processo seletivo o candidato que participou do Enem, a partir da edição de 2010 e tenha obtido média aritmética das notas nas provas igual ou superior a 450 (quatrocentos e cinquenta) pontos e nota superior a zero na redação.
Para se inscrever para as modalidades Fies e P-Fies, é necessário que o candidato possua renda familiar mensal bruta, por pessoa, de até três salários mínimos. Já para concorrer, exclusivamente, para a modalidade P-Fies, o candidato deve comprovar renda familiar mensal bruta familiar, por pessoa, de três salários mínimos até cinco salários mínimos.
Documentos necessários
É a instituição de ensino que decide quais documentos serão aceitos para comprovar os dados preenchidos pelo candidato no momento da inscrição. São três grupos de documentos, sendo eles: documento de identificação, comprovantes de rendimentos e comprovantes de residência. Além disso, serão exigidos outros documentos que devem ser entregue ao banco. 
Confira no portal SisFies a lista completa. 
Quem não tem direito ao Fies
Segundo o Ministério da Educação, não poderão se candidatar ao processo seletivo do Fies os alunos:
1 – cuja matrícula acadêmica esteja em situação de trancamento geral de disciplinas no momento da inscrição;
2 – que já tenham sido beneficiados pelo Fies;
3 – que sejam responsáveis por inadimplência junto ao Programa de Crédito Educativo (PCE/CREDUC);
4 – beneficiários de bolsa integral do Programa Universidade para Todos (Prouni);
5 – beneficiários de bolsa parcial do Programa Universidade para Todos, em curso/habilitação/turno diferente daquele vinculado à bolsa do Prouni;
6 – cuja renda bruta total mensal familiar seja inferior ao valor da mensalidade do curso a ser financiado. Essa restrição não se aplica aos bolsistas parciais de 50% do Prouni e aos bolsistas complementares de 25%, pois esse grupo não passa por processo seletivo para obter o Fies – já tem assegurado o financiamento desde que observadas algumas condições.
Quem pode ser fiador
Esta atribuição não pode ser concedida ao cônjuge do candidato, nem aos beneficiários do Fies e do Programa de Crédito Educativo. Somente cidadão brasileiro, ou português, poderá atuar como fiador do beneficiário do Fies.  O fiador poderá ser alterado posteriormente durante o processo de aditamento semestral do Fies.
Tipos de fiança do Fies
O Fies oferece duas modalidades de fiança, que podem ser escolhidas diretamente no SisFies: a fiança convencional e a finança solidária.
Na primeira, o estudante precisa selecionar até duas pessoas (maiores de 18 anos), com renda suficiente para quitar a dívida do financiamento em caso de inadimplência. Os fiadores precisam ter um salário bruto mensal equivalente ao dobro da mensalidade financiada.
Já na finança solidária, o aluno pode escolher de três a cinco pessoas. Nessa modalidade não é necessário apresentar comprovação de rendimentos. Os fiadores devem ser estudantes da mesma instituiçãoque o candidato e não podem ser do mesmo grupo familiar dele.
Boleto Fies
Durante o curso, serão exigidos pagamentos mensais referentes a taxas bancárias e seguro de vida. Quando estiver formado, além das taxas e do seguro de vida, o candidato  passará a pagar o financiamento em si.
Se não estiver trabalhando quando se formar, o pagamento integral não começará imediatamente, sendo permitido pagar apenas uma mensalidade reduzida, até conseguir uma fonte de renda fixa. Caso perca o emprego também, os pagamentos são reduzidos ao mínimo, até que você esteja empregado novamente. Deste ponto em diante, as cobranças mensais passam a ser descontadas na fonte, ou seja, diretamente do seu salário.
Aditamento do Fies
O aditamento é a renovação do contrato de financiamento do Fies, um procedimento que deve ser feito todo semestre.
Essa renovação serve para confirmar que o aluno continua em situação regular na instituição de ensino para a qual solicitou o financiamento, e também corrigir ou alterar dados do contrato. O processo é conduzido pela Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) de cada instituição e acontece no período de matrículas.
Próximos passos após conseguir o financiamento
Os candidatos pré-selecionados precisam complementar as informações da inscrição no Fies Seleção, hospedado no site oficial do programa, fornecendo mais dados para a contratação do financiamento. Depois, em até cinco dias úteis, deverão comparecer à Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) na instituição escolhida  para validar suas informações pessoais.
Após a validação das informações pessoais e requisitos para o programa, o estudante deve comparecer à Caixa Econômica Federal, em até dez dias, com a documentação exigida e especificada previamente no portal.
Já os candidatos que pediram o financiamento na modalidade P-Fies devem comparecer diretamente à CPSA da Instituição de Ensino escolhida para validar as informações pessoais em até cinco dias úteis. Depois, em até dez dias, comparecer a um agente financeiro, com a documentação exigida, que varia para cada banco.
Pé-de-meia - Incentivo financeiro do governo federal para estudantes já está valendo! Veja o que é preciso para participar do programa 
Lançado elo governo federal tendo como objetivo apoiar financeiramente estudantes de baixa renda matriculados no Ensino Médio da rede pública e pertencentes a famílias beneficiadas pelo Bolsa Família. Podendo chegar a R$ 9,2 mil, o incentivo financeiro funciona como uma espécie de poupança e foi anunciado pelo presidente LUIS INÁCIO LULA DA SILVA (PT) no final do ano passado. A bolsa busca incentivar a conclusão dos estudos e enfrentar os desafios relacionados à evasão escolar. 
O que é e como funciona o Pé-de-Meia
O título do programa é inspirado na expressão popular que tem origem em tempos passados, quando a população, especialmente rural, não confiava em instituições financeiras. Por este motivo, guardavam suas economias em uma meia velha, ou que estava “viúva” de outro pé. Assim como estocar dinheiro debaixo do colchão, era uma forma de manter um espaço reservado para guardar quantias acumuladas de dinheiro. E é esta mesma a lógica do novo programa chefiado pelo MEC (Ministério da Educação). 
A ideia é que alunos de baixa renda ganhem uma espécie de mesada pela sua vida escolar. A recompensa é dada conforme o estudante atinge algumas metas – como em um jogo de vídeo game. Ao realizar a matrícula no início do ano, já garante R$ 200. Se manter a frequência escolar igual ou acima a 80% das horas letivas, garante mais R$ 1.800 ao ano. Caso realize a prova do Enem no fim do terceiro ano, também ganha R$ 200. Agora, se complementar um ano letivo inteiro, embolsa mais R$ 1.000. 
A transferência do dinheiro é dividida entre categorias de parcelas únicas e parcelas mensais. Entre as duas, há ainda o grupo de parcelas que só são recebidas na conclusão do Ensino Médio. Veja a divisão:
Os R$ 200 referentes à matrícula no início do ano são recebidos pelo estudante de uma só vez, em parcela única, no ano que realizar o processo. 
Os R$ 200 dados pela participação na prova do Enem também são recebidos de uma só vez, no mesmo ano. Mas atenção: essa parcela não vale para treineiros, só recebem os estudantes que prestarem o exame no final do terceiro ano; 
Já os R$ 1.800 resultantes da frequência escolar são divididos em nove parcelas mensais de R$ 200, ao longo de cada série; 
A recompensa de R$ 1.000 pela conclusão de uma série também é uma parcela única, mas só é recebida no final do Ensino Médio. Isto é, ao concluir o terceiro ano, o estudante recebe, de uma só vez, R$ 3.000.
Caso o estudante atinja todas as metas estabelecidas pelo MEC e guarde o dinheiro, sem realizar nenhum saque durante os três anos, pode embolsar no total R$ 9.200. Veja a soma: 
Estão incluídos no programa Pé-de-Meia somente os estudantes regularmente matriculados no Ensino Médio da rede pública e pertencentes a famílias beneficiadas pelo Bolsa Família. O depósito será feito por meio de uma conta criada automaticamente no nome do estudante na Caixa Econômica Federal. Não é necessário ir até uma agência abrir uma conta. 
Para receber o benefício, o estudante deve atender a três requisitos: 
Estar matriculado no Ensino Médio da rede pública 
Estudantes de escolas particulares, ainda que de famílias beneficiadas pelo Bolsa Família, não estão incluídos no programa Pé-de-Meia. Para participar, é obrigatório estar cursando o Ensino Médio em uma escola de rede pública. O próprio ato de matrícula no início do ano já lhe garante R$ 200 na poupança. Caso o aluno já esteja no 2º ou 3º ano do Ensino Médio, não haverá pagamento retroativo, de séries cursadas anteriormente – isto é, só receberá o referente às metas alcançadas a partir deste ano. 
Ter um CPF
O CPF (Cadastro de Pessoas Físicas) nada mais é do que um registro, feito a partir de qualquer idade, para todo e qualquer cidadão brasileiro. É um documento único, com um número seriado definitivo que vale para toda a vida. Cada brasileiro tem um, e todos são gerenciados pela Receita Federal. Há inúmeras funções para o documento: de identificação básica até declaração do Imposto de Renda. Caso o estudante não tenha o documento, é preciso solicitar um no portal da Receita Federal. 
Estar inscrito no CadÚnico
Se o estudante é pertencente a uma família beneficiada pelo Bolsa Família, é certo que já é inscrito no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais). Trata-se de um registro do governo federal que reúne informações de famílias de baixa renda, usado principalmente para identificar beneficiários de programas sociais e políticas públicas. Ele inclui dados como composição familiar, renda e moradia. 
 	 CONTATOS: (88) 3521 – 7033 / Contato@ibconcursos.com.br / Travessa Jardim 133, São Miguel, CRATO|CE
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