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RESUMO PROVA CONCRETO 2 (PILAR) • Definição de Pilares: “Elementos lineares de eixo reto, usualmente dispostos na vertical, em que as forças normais de compressão são preponderantes”. Nas estruturas usuais, as cargas atuantes nas lajes são transmitidas para as vigas e destas para os pilares, andar a andar, até as fundações. • Armadura longitudinal: armação principal, paralelas ao eixo do pilar, resiste às tensões de compressão em conjunto com o concreto, resiste às tensões de tração no caso de flexão composta. • Armaduras transversais: Sempre que houver possibilidade de flambagem das armaduras devem ser tomadas algumas precauções para serem evitadas. A NBR 6118 considera que os estribos poligonais garantem contra a flambagem as barras longitudinais situadas em seus cantos e a por ele abrangidas situadas à no máximo 20Øt se não houver mais de duas barras não contando com a do canto. • Estribo: armação transversal ao eixo do pilar, mantém o posicionamento e evita a flambagem das barras longitudinal, também é empregado para atender os esforços horizontais • Gancho: armação utilizada, quando necessário, para evitar a flexão lateral dos estribos e, consequentemente, a flambagem das barras longitudinais. Obs: Os ganchos devem envolver as barras longitudinais e, principalmente, os estribos. • Dimensões mínimas (NBR 6118/14): não deve apresentar dimensão menor que 19 cm. Área mínima de 360 cm², h ≤ 5.b (b é a menor dimensão da seção do pilar). • Cobrimento: • Armaduras longitudinais: O diâmetro das barras não devem ser inferior à 10 mm e nem superior à 1/8 da menor dimensão da seção transversal. Em seções poligonais, deve existir pelo menos uma barra em cada vértice, e em seções circulares no mínimo 6 barras distribuídas ao longo do perímetro. • Armaduras transversais: Deve ser colocada em toda altura do pilar, sendo obrigatória sua colocação na região de cruzamento com vigas e lajes, O espaçamento longitudinal dos estribos, medidos na direção do eixo do pilar, deve ser igual ou inferior ao menor dos seguintes valores. MÉTODO DE CÁLCULO – CURVATURA APROXIMADA 1. PASSO: Cálculo da excentricidade de 1ª ordem, e1 - Sendo Hi= pé direito/altura total - Ø1= 1/200=0,005 (m) 2. PASSO: Cálculo da excentricidade mínima (emín) (m) - Depois de encontrada a excentricidade de 1ª ordem e a excentricidade mínima, adota-se o MAIOR VALOR. 3. PASSO: Cálculo do momento fletor de cálculo total de 1ª ordem (KN.m) Sendo, Nsd= 1,4 . Nk 4. PASSO: Verificação da dispensa dos efeitos de 2ª ordem ( λ ≤ λ1) • Comprimento de flambagem do pilar Le ≤ lo + h (cm) L’= pé direito (comprimento total) (cm) Adota-se o menor valor • Índice de Esbeltez h e Le dado em cm • Esbeltez Limite h dado em metros Onde, αb= 1 (NBR 6118), e1= valor adotado 35