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APG 2 - Meninges, Ventrículo e Plexo Coroide _ Passei Direto

Apostila sobre meninges, plexo coroide, ventrículos e líquor. Contém objetivos (histofisiologia, origem embrionária, produção e drenagem do líquor) e descrição das três meninges (dura, aracnoide, pia), espaços meníngeos, seios da dura, vilosidades/granulações e ventrículos.

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Impresso por Luciene Santana De Souza Brito, E-mail luci@unifesspa.edu.br para uso pessoal e privado. Este material pode ser
protegido por direitos autorais e não pode ser reproduzido ou repassado para terceiros. 05/04/2025, 13:55:09
APG 2: Meninges, Plexo Coroide, Ventrículos e Líquor
1. Entender a Histofisiologia dos ventrículos
encefálicos, plexo coroide e das meninges. 
2. Estudar a origem embrionária do ventrículo
encefálico, plexo coroide e das meninges.
3. Compreender a composição, funções,
produção e drenagem do líquido encefálico.
4. Compreender a relação do Líquor com as
meninges, os ventrículos e o plexo coroide.
HISTOFISIOLOGIA
1. MENINGES 
 O tecido nervoso é altamente delicado, necessitando de
uma boa proteção.
- Proteção primária: formada pelo crânio e pela coluna
vertebral, que envolvem o encéfalo e a medula espinal,
respectivamente, evitando potenciais traumatismos.
- Proteção secundária: formada pelas meninges.
 As são três membranas protetoras,Meninges
compostas por tecido conjuntivo, que se situam entre o
arcabouço ósseo (crânio) e o tecido nervoso do encéfalo e
da medula espinal.
- Entre duas das meninges, existe o líquido
cerebrospinal, que envolve o sistema nervoso central
em um ambiente sem peso e fornece um coxim
hidráulico que absorve energia.
 São, da camada mais externa para a mais interna, a
dura-máter, aracnoide-máter e pia-máter. 
 As meninges espinais envolvem a medula espinal e são
contínuas, por meio do forame magno, com as meninges
cranianas, que recobrem o encéfalo.
- (superficial): espessa membranaDura-máter
formada por tecido conjuntivo denso irregular. Forma
um saco desde o forame magno, onde é contínua com a
dura-máter do encéfalo.
 Rica em colágeno e possui vasos e nervos.
 Parte craniana: contínua com o periósteo dos ossos
da caixa craniana. 
 Parte espinal: separado do periósteo das vértebras,
onde forma-se o espaço peridural.
OBS: Como o encéfalo não possui terminações
nervosas sensitivas, toda a sensibilidade intracraniana
se localiza na dura-máter e nos vasos sanguíneos,
responsáveis assim pela maioria das dores de cabeça.
 Seios da Dura-máter: canais venosos revestidos
por endotélio, situados entre os dois folhetos da
dura-máter. O sangue proveniente das veias do
encéfalo e do globo ocular é drenado para esses
seios, indo para as veias jugulares internas.
- Aracnoide-máter (mediana): membrana delgada e
avascular, revestidas por epitélio simples pavimentoso,
que é formada por células e fibras elásticas e de
colágeno. É contínua com a aracnoide-máter do
encéfalo no forame magno.
 Contato com a dura-máter, forma de membrana
 Traves que ligam com a pia-máter.
OBS: : entre a dura-máter eEspaço subdural
aracnoide-máter, que contém líquido intersticial
(lubrificação).
OBS: este espaço não existem em condições normais.
Pode-se acumular sangue externamente aracnoide, em
situações patológicas.
 Vilosidades da aracnoide: transferem o LCR para
o sangue (reabsorção).
 Cisternas subaracnóideas: são expansões
localizadas no espaço subaracnóideo, onde o líquor
circula.

Granulações aracnóideas: tufos da aracnoide que
penetram o interior dos seios da dura-máter
- (interna): fina camada de tecidoPia-máter
conjuntivo transparente que adere à superfície da
medula espinal e do encéfalo. É altamente
vascularizada.
 Espaço perivasculares: locais onde os vasos
sanguíneos penetram o tecido nervoso.
 Composta por finas células pavimentosas e cúbicas
entrelaçadas com feixes de fibras de colágeno e
algumas fibras elásticas delgadas. 
 Estão presentes muitos vasos sanguíneos que
fornecem oxigênio e nutrientes.
 Ligamentos denticulados: projeções
membranosas da pia-máter que suspendem a
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APG 2: Meninges, Plexo Coroide, Ventrículos e Líquor
medula espinal. Se projetam lateralmente e se
fundem com a aracnoide e com a superfície interna
da dura-máter. São encontrados em toda a extensão
da medula espinal e a protegem contra
deslocamentos súbitos. 
 Espaço subaracnóideo: espaço entre a aracnoide-
máter e a pia-máter, que contém o líquido
cerebrospinal.
OBS: A medula espinal também é protegida por um
coxim de tecido adiposo e tecido conjuntivo localizado
no espaço epidural, espaço entre a dura-máter e a
parede do canal vertebral.
2. VENTRÍCULOS 
 Os são cavidades do sistema nervosoVentrículos
central, formadas pela dilatação do tubo neural durante a
embriogênese, responsáveis pela produção e circulação do
líquido cerebrospinal (ou líquor).
- O líquor é produzido por células da superfície
ventricular (células ependimárias e plexos coroides),
formações presentes no interior dos ventrículos,
constituídas por células ependimárias enoveladas em
torno de vasos sanguíneos. 
- O líquor circula no sistema ventricular e alcança o
espaço subaracnóideo (cisternas subaracnóideas), entre
as meninges pia-máter e aracnoide-máter, contribuindo
para proteção e ajuste da homeostase no ambiente
neural.
 No sistema ventricular há quatro cavidades: dois
ventrículos laterais, o III ventrículo e o IV ventrículo.
 IV ventrículo (cavidade do rombencéfalo): localizado
entre o tronco encefálico e o cerebelo.
- Limite anterior: formado pela região posterior
(dorsal) da ponte e do bulbo. 
- Teto: formado pela tela corióidea, que sustenta o
plexo corióideo. Fica localizado na região anterior ao
cerebelo. 
- Limites laterais: são os pedúnculos cerebelares
superior, médio e inferior.
- O assoalho do IV ventrículo (fossa romboide): é
formado pela parte dorsal da ponte e da porção aberta
do bulbo.
 É percorrido pelo sulco mediano, no qual, de cada
lado, há uma eminência (eminência medial.
- É contínua cranialmente com o aqueduto cerebral
(cavidade do mesencéfalo), através da qual o IV
ventrículo se comunica com o III ventrículo. 
- A cavidade do IV ventrículo se prolonga de cada lado
para formar os recessos laterais, que se comunicam de
cada lado com o espaço subaracnóideo por meio das
aberturas laterais do IV ventrículo (forames de
Luschka) e pela abertura mediana do IV ventrículo
(forame de Magendie).
 Por meio destas cavidades o líquido cérebro-
espinhal, que enche a cavidade ventricular, passa
para o espaço subaracnóideo.
 III ventrículo (cavidade do diencéfalo): estreita fenda
ímpar e mediana. 
- : comunica o III e IV ventrículos.Aqueduto cerebral
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APG 2: Meninges, Plexo Coroide, Ventrículos e Líquor
- (de Monro): comunicaForames interventriculares
cada ventrículo lateral com o III ventrículo. 
- : depressão que se estende doSulco hipotalâmico
aqueduto cerebral até o forame interventricular.
 A parte da parede situada acima do sulco pertencem
ao tálamo e as situadas abaixo, ao hipotálamo.
 Aderência intertalâmica: trave cinzenta que une,
em ponte, os dois talamos.
- No teto do III ventrículo, há um feixe de fibras
nervosas (estrias medulares do tálamo), onde se insere
a tela corióideo, onde invaginam-se na luz ventricular
os plexos corióides do III ventrículo, que se dispõem
em duas linhas paralelas e são contínuos através dos
respectivos forames interventriculares com os plexos
corióides dos ventrículos laterais.
 Ventrículos Laterais (cavidades do Telencéfalo): tem
a forma da letra C, sendo constituído por cinco partes.
Geralmente o ventrículolateral esquerdo é maior que o
direito. No assoalho do ventrículo lateral está o plexo
corióideo.
- Corno frontal ou anterior: situa-se adiante do forame
interventricular. Sua parede medial é vertical e
constituída pelo septo pelúcido, que separa o corno
anterior dos dois ventrículos laterais.
- Corno occipital ou posterior: estende-se para dentro
do lobo occipital e termina posteriormente em ponta.
- Corno temporal ou inferior: curva-se inferiormente e
segue anteriormente em direção ao polo temporal a
partir do trígono colateral. 
- Parte central: estende-se dentro do lobo parietal do
nível do forame interventricular para trás até o esplênio
do corpo caloso, onde a cavidade se bifurca em cornos
inferior e posterior na região denominada trígono
colateral.
3. PLEXO COROIDE 
 Plexo coroide é uma estrutura encontrada nos
ventrículos do sistema nervoso, onde é produzido a maior
parte do líquido cefalorraquidiano (LCR), que é produzido
e secretado por diferentes regiões do plexo coróide.
 O plexo coróide consiste em células ependimárias
modificadas ao redor de um núcleo de capilares e tecido
conjuntivo frouxo. 
- : são células epiteliaisCélulas ependimárias
colunares que revestem os ventrículos do cérebro e o
canal central da medula espinal. Em alguns locais as
células ependimárias são ciliadas, o que facilita a
movimentação do líquido cefalorraquidiano (LCR).
- Num adulto, ocorre produção de cerca de 450ml/dia e
é usado para drenar certas substâncias (como drogas e
toxinas) para fora do cérebro. Todo o volume de LCR
é trocado em torno de três a quatro vezes por dia.
 É resultado de invaginação do teto do ependimário
para a cavidade ventricular. 
 Possui epitélio cuboide ou colunar simples e ocupa
cerca de 40cm² de área. Não possui a barreira
hematoencefálica típica do encéfalo, o que os tornam
vulneráveis a doenças.
 Existe um plexo coróide em cada um dos
quatro ventrículos. 
- : corno inferior e parte central.Ventrículos laterais
Não há plexo coróide no corno anterior. 
- : existe uma pequena porção no teto.III ventrículo
- : há um plexo coróide em parte do teto.IV ventrículo
 A camada epitelial do plexo coróide tem junções de
oclusão entre as células no lado voltado para o ventrículo,
que impedem que a maioria das substâncias atravesse a
camada celular para o líquido cefalorraquidiano (LCR). 
- O plexo coróide atua como uma barreira sangue-LCR
(barreira hematoencefálica).
 Composta por um par de membranas que separam o
sangue do LCR em nível capilar e o LCR do tecido
cerebral. 
 Permite seletivamente a passagem de substâncias
específicas para o cérebro e facilita a remoção de
metabólitos cerebrais e produtos metabólicos para o
sangue.
 A barreira sangue-líquido cefalorraquidiano
também modula a entrada de leucócitos do sangue 
- O plexo coróide regula a produção e composição do
LCR, que fornece uma flutuabilidade protetora para o
cérebro. 
 O LCR atua como um meio para o sistema de filtração
que facilita a remoção de resíduos metabólicos do
cérebro e a troca de biomoléculas e xenobióticos para
dentro e para fora do cérebro.
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APG 2: Meninges, Plexo Coroide, Ventrículos e Líquor
- Ajuda a manter o ambiente extracelular exigido pelo
cérebro para funcionar de forma otimizada.
 Lesões do plexo coróide estão associadas a casos de
hidrocefalia.
- Condição que se caracteriza pelo acúmulo do LCR
nos ventrículos cerebrais e no espaço subaracnóideo.
Pode ser causado por um desequilíbrio entre a
produção e a reabsorção do LCR ou por algum tipo de
obstrução que impeça sua circulação e drenagem. O
excesso retido faz os ventrículos cerebrais dilatarem, o
que pode provocar compressão e danos nas estruturas
encefálicas, sendo mais comum em crianças e idosos.
LÍQUIDO ENCEFÁLICO
 O líquor ou líquido cerebrospinal é um fluido aquoso e
incolor que ocupa o espaço subaracnóideo e as
cavidades ventriculares. 
- É composto por pequenas quantidades de glicose,
proteínas, ácido lático, ureia, cátions e ânions.
 A função primordial do liquor é de proteção mecânica
do sistema nervoso central, formando um verdadeiro
coxim líquido entre este e o estojo ósseo. 
- Qualquer pressão ou choque que se exerça em um
ponto deste coxim líquido, em virtude do princípio de
Pascal, irá se distribuir igualmente a todos os pontos. 
- Além disso, em virtude da disposição do espaço
subaracnóideo, que envolve todo o SNC, este fica
submerso em líquido e, de acordo com o princípio de
Arquimedes, torna-se muito mais leve, o que reduz o
risco de traumatismos do encéfalo resultantes do
contato com os ossos do crânio.
 O estudo do liquor é especialmente valioso para o
diagnóstico dos diversos tipos de meningites (inflamação
das meninges).
- O liquor normal adulto é límpido e incolor, apresenta
de zero a quatro leucócitos por mm³ e uma pressão de
5cm a 20cm de água.
- Seu volume total é de 100 a 150ml, que se renova a
cada 8 horas.
- Os plexos coroides o produzem pela filtração seletiva
do plasma e da secreção de elementos específicos,
sendo secretado pelo epitélio ependimário.
 Esta capacidade secretória é bidirecional e
responsável pela produção contínua de LCS e pelo
transporte de metabólitos do tecido encefálico de
volta para o sangue.
OBS: não é formado somente pelos plexos coroides.
Pode ser produzido nas paredes ventriculares.
 A formação do liquor envolve transporte ativo de Na+
e CI- pelas células ependimárias dos plexos coroides, com
certa quantidade de água, que mantém o equilíbrio
osmótico.
 Circulação do LCS
- Os ventrículos laterais contribuem com o maior
contingente liquórico, que passa ao IlI ventrículo pelos
forames interventriculares e daí ao IV ventrículo pelo
aqueduto cerebral.
- Por meio das três aberturas mediana e laterais do IV
ventrículo, o líquor ganha o espaço subaracnóide e se
projeta no interior dos seios da dura-máter, chegando à
circulação geral sistêmica.
- Gradualmente é reabsorvido para o sangue por meio
das vilosidades aracnóideas (extensões digitiformes da
aracnoide-máter) que se projetam para os seios
venosos durais, principalmente para o seio sagital
superior.
 Principais funções do liquor:
- Proteção mecânica do encéfalo;
- Manutenção de um meio químico estável no sistema
ventricular (homeostase);
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APG 2: Meninges, Plexo Coroide, Ventrículos e Líquor
 O pH do LCS influencia a ventilação pulmonar e o
fluxo sanguíneo encefálico. 
 Funciona como um sistema de transporte para
hormônios polipeptídicos secretados pelos
neurônios hipotalâmicos que agem em locais
remotos do encéfalo.
- Excreção de produtos tóxicos do metabolismo do
sistema nervoso;
 Espaço intersticial Liquor Sangue
- Veículo de comunicação entre diferentes espaços do
SNC;
- Transporte de substâncias (glicose, oxigênio...).
EMBRIOLOGIA
 Dos três folhetos embrionários, é o ectoderma aquele
que está em contato com o meio externo e é deste
folheto que se origina o sistema nervoso.
 O primeiro indício de formação do sistema nervoso
consiste em um espessamento do ectoderma, situado
acima da notocorda, formando a chamada placa neural por
volta do 20° dia de gestação.
 A placa neural cresce progressivamente, torna-se mais
espessa e adquire um sulco longitudinal (sulco neural).
 O sulco neural aprofunda-se ainda mais para formar a
goteira neural, na qualseus lábios se fundem para formar
o tubo neural.
- Tal fechamento ocorre de maneira lenta nas
extremidades, podendo coexistir as duas estruturas.
 O ectoderma, ainda não diferenciado, se fecha sobre o
tubo neural, isolando-o do meio externo.
 No ponto em que este ectoderma encontra os lábios da
goteira neural, desenvolvem-se as células da crista neural
(lâmina longitudinal).
- Tubo neural elementos do SNC
- Crista Neural elementos do SNP e outras
estruturas
 As cristas neurais, antes contínuas craniocaudamente,
se dividem, dando origem aos gânglios espinhais.
- Local onde ocorre a diferenciação dos neurônios
sensitivos, pseudounipolares. 
- Os elementos derivados da crista neural são os
seguintes: 
 Gânglios sensitivos, gânglios do SNA (viscerais),
medula da glândula suprarrenal, melanócitos,
células de Schwann, anficitos, odontoblastos. 
 Sabe-se hoje que as meninges, dura-máter e
aracnoide também são derivadas da crista neural.
 O crescimento das paredes do e atubo neural
diferenciação de células não são uniformes, dando origem
às seguintes formações:
- duas lâminas alares: deriva neurônios ligados a
sensibilidade e motricidade.
- duas lâminas basais: deriva grupos de neurônios
(núcleos) ligados a sensibilidade e motricidade.
- uma lâmina do assoalho: forma o sulco mediano do
assoalho do IV ventrículo.
- uma lâmina do teto: dá origem ao epêndima da tela
corióideo e dos plexos coroides. 
OBS: Sulco limitante: separa as lâminas alares
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 Formação dos ventrículos:
- A cavidade dilatada do rombencéfalo forma o IV
ventrículo. 
- As cavidades do diencéfalo e da parte mediana do
telencéfalo formam o . III ventrículo
- A luz do mesencéfalo permanece estreita e constitui o
aqueduto cerebral, que une o III ao IV ventrículo. 
- A luz das vesículas telencefálicas laterais forma, de
cada lado, os , unidos ao IIIventrículos laterais
ventrículo pelos dois forames interventriculares. 
- Todas estas cavidades são revestidas por um epitélio
cuboide, denominado epêndima e, com exceção do
canal central da medula, contêm o denominado líquido
cérebro-espinhal, ou líquor.
 Formação do plexo corióideo e do líquor.
- O Plexo coroide é um conjunto de estruturas que vão
formar uma membrana vascular, sendo responsável
pela produção e secreção do líquido cerebrospinal.
- Ele é formado pela invaginação da Pia-máter dentro
do Teto ependimário, que acontece no III, IV e
ventrículos laterais.
 É uma região altamente vascularizada.
- Ocorre a invaginação no teto do IV e III ventrículos,
nas paredes mediais dos ventrículos laterais.
- Dessa forma, o líquor será secretado pelo plexo
corióideo, com a adição de substâncias pela superfície
do encéfalo, medula espinal e pelas meninges.
- O líquor controla a diferenciação das células
neuroprogenitoras.
- O líquor passa pelos ventrículos, realiza a circulação
e volta para o espaço subaracnóideo.
 A absorção ocorre no sistema venoso das vilosidades
aracnoides.
Produção Reabsorção
 Formação das Meninges
- As meninges são formadas pela dura-máter, pia-
máter e aracnoide, que se desenvolvem a partir das
células do mesênquima e células da crista neural,
durante o 20º a 35º dia.
 Essas células migram e cobrem o tubo neural,
formando as meninges primitivas.
- : proveniente do mesênquima queDura-máter
circunda o tubo neural. 
- : são derivadas das célulasPia-máter e a Aracnoide
da crista neural.
Referências:
MACHADO, Angelo B. M. Neuroanatomia
funcional. 2 ed. São Paulo: Atheneu Editora,
2007. Cap. 5 e 7
MACHADO, Angelo B. M. Neuroanatomia
Funcional. 3 ed. São Paulo: Atheneu, 2014. Cap.
2 e 8.
TORTORA, Gerard J. Princípios de anatomia e
fisiologia. 14. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2017. Cap. 14
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