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O papel da Enfermagem no combate
a Violência contra a Mulher
EXTRAMUROS
Anna Lívia do Vale Silva
Carlos Daniel de Souza Pereira
Ellen Cindy Rodrigues Costa Lima
João Marcos Bastos de Oliveira
Mariana Vieira de Brito
Sabrina Morais Virginio
Sandra Ribeiro de Lima Nunes
Tainá Marques de Oliveira
 Orientador(a): Profª Marcilene Onorio Da Silva
Introdução
A violência contra a mulher é um problema de saúde pública e
uma violação aos direitos humanos, afetando a integridade
física, mental e social de milhões de mulheres no mundo. Nesse
contexto, a enfermagem emerge como uma profissão essencial
para o enfrentamento e combate à violência contra a mulher. O
objetivo geral do projeto de extensão é evidenciar as estratégias
e práticas que os profissionais de enfermagem podem adotar
para apoiar e proteger as vítimas.
O processo
O projeto foi pensado com o objetivo de destacar o papel
central da enfermagem na identificação, acolhimento e
orientação de mulheres em situação de violência. Realizamos
pesquisas sobre protocolos de atendimento e legislações, tipos
de violência contra as mulheres, e como o enfermeiro pode
identificar e orientar a vítima. Utilizamos recursos como artigos
científicos, protocolos oficiais e ferramentas digitais, obtidos por
meio de pesquisa e orientação de professores.
Desenvolvimento
O trabalho foi realizado na data
12 de setembro de 2024, na
UBS São Rafael, com cerca de
15 participantes. As mulheres
participaram de uma roda de
conversa de forma voluntária.
Promovemos a conscientização
sobre os tipos de violência de
gênero, como identificar
situações de violência e
fortalecer o autocuidado.
Portfólio
A equipe com as
profissionais de saúde
A equipe na UBS São
Rafael
Brindes entregues aos
participantes
Lições aprendidas
O final do projeto foi positivo, tivemos uma boa participação e
engajamento do público. Aprendemos sobre a importância de um
apoio psicológico, do fortalecimento da autoestima e do
entendimento dos direitos legais como medidas fundamentais
para o enfrentamento e a prevenção de novos episódios de
violência. Nos sentimos realizados, pois conseguimos promover
práticas de autocuidado, incluindo educação em saúde, apoio
psicológico e busca por serviços de proteção.
Referências 
Brasil. Ministério da Saúde. (2022). Política Nacional de Atenção Integral à Saúde
da Mulher.
Silva, R. L., Souza, C. M., & Silva, A. P. (2021). Enfermagem e violência de
gênero: análise das práticas de saúde. Revista de Enfermagem da USP, 55,
e12345.
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Relatório global sobre violência de gênero
e saúde. Genebra: OMS, 2021.
SOUZA, F. L.; CUNHA, V. R. Escuta ativa e acolhimento de vítimas de violência de
gênero: a prática de enfermagem, 2020.

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