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Rafael Oliveira 2022
Biomecânica da Aticulação 
Temporomandibular
ATM
• Para o entendimento da dinâmica dos 
movimentos mandibulares: 
• Além dos 4 determinantes anatômicos do 
aparelho estomatognático, 
• Quinto determinate: o fator emocional do 
paciente ligado ao sistema nervoso central 
– SNC
Biomecânica da Articulação
Okeson, 2013
ATM
• Determinantes posteriores 
• ATM direita e ATM esquerda 
• Determinante anterior: 
• Oclusão dentária
Biomecânica da Articulação
Okeson, 2013
ATM
Biomecânica da Articulação
Okeson, 2013
Determinantes posteriores 
( 2 ATMS)
Determinante anterior 
(Oclusão)
Função: 
Delimitam os movimentos mandibulares 
Okeson, 2013
5º Determinante ( Estado emocional, estresse e tensão do 
paciente): 
Contribui para o apertamento dentário, bruxismo, espasmo 
muscular, queixas sobre a ATM e outros.
Função: 
Programar o 4º determinante: sistema neuromuscular ( Polpa, 
ATM, Ligamento periodontal) que enviam impulsos para o 
SNC, criando reflexos condicionados
O terceiro determinate 
(oclusão) pode ser modificado 
pelo Cirurgião Dentista
E o quinto determinante?
ATM
• Fatores que incidem sobre os movimentos 
mandibulares: 
1. Posição fisiológica inicial : relação Cêntrica; 
2. Tipo de Movimento: Rotação e Translação; 
3. Direção do movimento e oplano em que 
ocorre; 
4. Grau de movimento e sua relação com as 
superfícies oclusais; 
5. Os significados clínicos do movimento, que 
exporessa a diferença entre os pacientes.
Biomecânica da Articulação
Okeson, 2013
Relação cêntrica (RC)
A posição mais ântero -
superior do côndilo na 
cavidade articular, a partir da 
qual um movimento de 
rotação pode ocorrer.
Relação cêntrica (RC)
• Relacionamento maxilo-mandibular independente do contato 
dentário, 
• Os côndilos se articulam na posição ântero-superior contra as 
inclinações posteriores das eminências articulares. 
• Nessa posição a mandíbula realiza um movimento puramente 
rotativo. 
• Clinicamente é uma posição de referência útil e repetível.
Oclusão cêntrica
Partindo-se da posição de inoclusão 
fisiológica estática, para uma posição de 
contato dental, sem desvios laterais ou 
sagitais da mandíbula, obtém-se uma 
fase de oclusão dita oclusão central 
(cêntrica). 
 
Relação cêntrica
Côndilos em equilíbrio 
na cavidade glenóide 
Oclusão cêntrica
ATM
• É Uma articulação extremamente complexa; 
• Duas articulações em um mesmo osso: 
torna o movimento mastigatório muito 
complexo; 
• Possui dois sistemas distintos: 
• (1) Um sistema responsável pelo 
movimento de rotação; 
• (2) Um sistema onde ocorre o 
movimento de translação.
Biomecânica da Articulação
Okeson, 2013
(1)
(2)
MOVIMENTO DE ROTAÇÃO
• A rotação ocorre quando a boca abre 
e fecha em torno de um ponto fixo ou 
eixo dentro dos côndilos; 
• A rotação ocorre como movimento 
dentro da cavidade inferior da 
articulação; 
• Os dentes podem ser separados e 
novamente ocluídos sem mudança de 
posição dos côndilos . 
•
Okeson, 2013
MOVIMENTO DE ROTAÇÃO
• A rotação ocorre quando a boca abre e 
fecha em torno de um ponto fixo ou eixo 
dentro dos côndilos; 
• A rotação ocorre como movimento 
dentro da cavidade inferior da 
articulação; 
• Os dentes podem ser separados e 
novamente ocluídos sem mudança de 
posição dos côndilos . 
•
Okeson, 2013
MOVIMENTO DE ROTAÇÃO
• A rotação ocorre quando a boca abre e 
fecha em torno de um ponto fixo ou eixo 
dentro dos côndilos; 
• A rotação ocorre como movimento 
dentro da cavidade inferior da 
articulação; 
• Os dentes podem ser separados e 
novamente ocluídos sem mudança de 
posição dos côndilos . 
•
Okeson, 2013
MOVIMENTO DE TRANSLAÇÃO
• A translação ocorre quando a 
mandibula se move para frente, como 
na protrusão; 
• Os dentes, côndilos e ramos se movem 
todos na mesma direção e na mesma 
extensão. 
•
Okeson, 2013
MOVIMENTO DE TRANSLAÇÃO
• A translação ocorre quando a mandibula 
se move para frente, como na protrusão; 
• Os dentes, côndilos e ramos se movem 
todos na mesma direção e na mesma 
extensão. 
•
Okeson, 2013
MOVIMENTOS BORDEJANTES
•No plano sagital 
•No plano horizontal 
•No plano frontal
Okeson, 2013
MOVIMENTOS BORDEJANTES
• Ocorre em dois estágios: 
• Primeiro estágio: 
Okeson, 2013
NO PLANO SAGITAL
MOVIMENTOS BORDEJANTES
Okeson, 2013
NO PLANO SAGITAL
MOVIMENTOS BORDEJANTES
• Ocorre em dois estágios: 
• Primeiro estágio: 
•Partindo da relação cêntrica (RC) e indo até o ponto B, 
•A mandíbula pode ser aberta num movimento exclusivo de rotação (trajeto 1), 
•Assim a mandíbula pode ser rotacionada ao redor do eixo horizontal (ponto 
C), 
•Até uma distância de 20 a 25mm entre as bordas incisais dos dentes superiores 
e inferiores. 
• Nesta etapa ocorre apenas o movimento(de rotação) entre os côndilos e os 
discos articulares.
Okeson, 2013
NO PLANO SAGITAL
MOVIMENTOS BORDEJANTES
• Ocorre em dois estágios: 
• Primeiro estágio: 
•Partindo da relação cêntrica (RC) e indo até o ponto B, 
•A mandíbula pode ser aberta num movimento exclusivo de rotação 
(trajeto 1), 
•Assim a mandíbula pode ser rotacionada ao redor do eixo horizontal (ponto C), 
•Até uma distância de 20 a 25mm entre as bordas incisais dos dentes superiores e 
inferiores. 
• Nesta etapa ocorre apenas o movimento(de rotação) entre os côndilos e os 
discos articulares.
Okeson, 2013
NO PLANO SAGITAL
MOVIMENTOS BORDEJANTES
• Ocorre em dois estágios: 
• Primeiro estágio: 
•Partindo da relação cêntrica (RC) e indo até o ponto B, 
•A mandíbula pode ser aberta num movimento exclusivo de rotação (trajeto 1), 
•Assim a mandíbula pode ser rotacionada ao redor do eixo horizontal 
(ponto C), 
•Até uma distância de 20 a 25mm entre as bordas incisais dos dentes superiores 
e inferiores. 
• Nesta etapa ocorre apenas o movimento(de rotação) entre os côndilos e os 
discos articulares.
Okeson, 2013
NO PLANO SAGITAL
MOVIMENTOS BORDEJANTES
• Ocorre em dois estágios: 
• Primeiro estágio: 
•Partindo da relação cêntrica (RC) e indo até o ponto B, 
•A mandíbula pode ser aberta num movimento exclusivo de rotação (trajeto 1), 
•Assim a mandíbula pode ser rotacionada ao redor do eixo horizontal (ponto 
C), 
•Até uma distância de 20 a 25mm entre as bordas incisais dos dentes 
superiores e inferiores. 
• Nesta etapa ocorre apenas o movimento(de rotação) entre os côndilos e os 
discos articulares.
Okeson, 2013
NO PLANO SAGITAL
MOVIMENTOS BORDEJANTES
• Ocorre em dois estágios: 
• Primeiro estágio: 
•Partindo da relação cêntrica (RC) e indo até o ponto B, 
•A mandíbula pode ser aberta num movimento exclusivo de rotação (trajeto 1), 
•Assim a mandíbula pode ser rotacionada ao redor do eixo horizontal (ponto 
C), 
•Até uma distância de 20 a 25mm entre as bordas incisais dos dentes superiores 
e inferiores. 
• Nesta etapa ocorre apenas o movimento (de rotação) entre os côndilos e 
os discos articulares.
Okeson, 2013
NO PLANO SAGITAL
MOVIMENTOS BORDEJANTES
Okeson, 2013
NO PLANO SAGITAL
MOVIMENTOS BORDEJANTES
• Segundo estágio: 
•O segundo estágio da abertura da boca (trajeto 2), 
Okeson, 2013
NO PLANO SAGITAL
MOVIMENTOS BORDEJANTES
Okeson, 2013
NO PLANO SAGITAL
MOVIMENTOS BORDEJANTES
• Segundo estágio: 
•O segundo estágio da abertura da boca (trajeto 2), 
•A medida que a mandíbula se desloca do ponto B até o ponto E 
(abertura máxima), o côndilo é transladado, movendo-se anterior e 
inferiormente, mudando assim o eixo de rotação para o ponto D. 
•A abertura máxima da boca varia entre 40 e 60mm, medida entre as 
bordas incisais dos dentes superiores e inferiores. 
•Aqui o conjunto côndilo/disco articular, juntos, transladam contra a 
eminência articular do osso temporal.
Okeson, 2013
NO PLANO SAGITAL
MOVIMENTOS BORDEJANTES
• Segundo estágio: 
•O segundo estágio da abertura da boca (trajeto 2), 
•A medida que a mandíbula se desloca do ponto B até o ponto E 
(abertura máxima),o côndilo é transladado, movendo-se anterior e 
inferiormente, mudando assim o eixo de rotação para o ponto D. 
•A abertura máxima da boca varia entre 40 e 60mm, medida entre as 
bordas incisais dos dentes superiores e inferiores. 
•Aqui o conjunto côndilo/disco articular, juntos, transladam contra a 
eminência articular do osso temporal.
Okeson, 2013
NO PLANO SAGITAL
MOVIMENTOS BORDEJANTES
• Segundo estágio: 
•O segundo estágio da abertura da boca (trajeto 2), 
•A medida que a mandíbula se desloca do ponto B até o ponto E 
(abertura máxima), o côndilo é transladado, movendo-se anterior e 
inferiormente, mudando assim o eixo de rotação para o ponto D. 
•A abertura máxima da boca varia entre 40 e 60mm, medida entre as 
bordas incisais dos dentes superiores e inferiores. 
•Aqui o conjunto côndilo/disco articular, juntos, transladam contra a 
eminência articular do osso temporal.
Okeson, 2013
NO PLANO SAGITAL
MOVIMENTOS BORDEJANTES
Okeson, 2013
NO PLANO SAGITAL
MOVIMENTOS BORDEJANTES
• Protrusão máxima: 
• Levantamento da mandíbula (trajeto 3)
Okeson, 2013
NO PLANO SAGITAL
MOVIMENTOS BORDEJANTES
Okeson, 2013
NO PLANO SAGITAL
MOVIMENTOS BORDEJANTES
• Protrusão máxima: 
• Levantamento da mandíbula (trajeto 3) 
•Em uma posição para a frente (fechamento protrusivo) segue o 
traçado de E até P, com o côndilo localizando- se sob o ápice da 
eminência articular. 
•Quando os incisivos estiverem no ponto P, os dentes posteriores entram 
em contato, determinando a posição de protrusão máxima. 
Okeson, 2013
NO PLANO SAGITAL
MOVIMENTOS BORDEJANTES
• Protrusão máxima: 
• Levantamento da mandíbula (trajeto 3) 
•Em uma posição para a frente (fechamento protrusivo) segue o traçado 
de E até P, com o côndilo localizando- se sob o ápice da eminência 
articular. 
•Quando os incisivos estiverem no ponto P, os dentes posteriores 
entram em contato, determinando a posição de protrusão máxima. 
Okeson, 2013
NO PLANO SAGITAL
MOVIMENTOS BORDEJANTES
Okeson, 2013
NO PLANO SAGITAL
MOVIMENTOS BORDEJANTES
Okeson, 2013
NO PLANO SAGITAL
O primeiro estágio de abertura da 
boca, o segundo estágio e a protrusão 
máxima SÃO LIMITADOS PELOS 
LIGAMENTOS 
MOVIMENTOS BORDEJANTES
• Movimento bordejante de contato superior: 
•O movimento bordejante de contato superior vai da RC a MIH e 
termina em P que representa a protrusão máxima (trajeto 4), 
Okeson, 2013
NO PLANO SAGITAL
MOVIMENTOS BORDEJANTES
Okeson, 2013
NO PLANO SAGITAL
MOVIMENTOS BORDEJANTES
• Movimento bordejante de contato superior: 
•O movimento bordejante de contato superior vai da RC a MIH e termina 
em P que representa a protrusão máxima (trajeto 4), 
•É determinado pelas características das superfícies oclusais e 
incisais dos dentes. 
Okeson, 2013
NO PLANO SAGITAL
MOVIMENTOS BORDEJANTES
Okeson, 2013
NO PLANO SAGITAL
Okeson, 2013
A extensão dos movimentos 
de abertura posterior e 
anterior é determinada 
principalmente pelos 
ligamentos e pela morfologia 
das ATMs
Os movimentos bordejantes 
de contato superiores são 
determinados pelas 
superfícies oclusais e incisais 
dos dentes.
Os movimentos funcionais 
NÃO SÃO considerados 
movimentos bordejantes. Eles 
são determinados pelas 
respostas condicionadas do 
sistema neuromuscular.
MOVIMENTO FUNCIONAL
• Ocorrem durante a atividade funcional da 
mandíbula; 
• Eles geralmente acontecem dentro dos 
movimentos bordejantes, e por isso são 
considerados movimentos livres. 
• Quando a mandibula está em repouso, ela se 
localiza 2 a 4mm abaixo da MIH e é 
chamada de posição clínica de repouso.
Okeson, 2013
A extensão dos movimentos 
de abertura posterior e 
anterior é determinada 
principalmente pelos 
ligamentos e pela morfologia 
das ATMs
A extensão dos movimentos 
de abertura posterior e 
anterior é determinada 
principalmente pelos 
ligamentos e pela morfologia 
das ATMs
• Registro do arco gótico : registra os 
movimentos mandibulares no plano 
horizontal. 
• Ele consiste em uma placa de registro presa 
nos dentes superiores e uma pua inscritos 
presa aos dentes inferiores.
Okeson, 2013
MOVIMENTOS BORDEJANTES
NO PLANO HORIZONTAL
1. Bordejante lateral esquerdo; 
2. Bordejante lateral esquerdo continuado 
com protrusão; 
3. Bordejante lateral direito; 
4. Bordejante lateral direito continuado com 
protrusão.
Okeson, 2013
MOVIMENTOS BORDEJANTES
NO PLANO HORIZONTAL
1 MOVIMENTOS BORDEJANTES LATERAL ESQUERDO
Okeson, 2013
1 MOVIMENTOS BORDEJANTES LATERAL ESQUERDO
• Côndilos na posição de RC, a contração 
do pterigóideo lateral inferior direito fará 
o côndilo direito se movimentar anterior 
e medialmente; 
• Se o pterigoideo lateral esquerdo permanece 
relaxado, o côndilo esquerdo permanecerá 
posicionado em RC; 
• E o resultado será o movimento bordejante 
lateral esquerdo.
Okeson, 2013
1 MOVIMENTOS BORDEJANTES LATERAL ESQUERDO
• Com os côndilos na posição de RC, a 
contração do pterigóideo lateral inferior 
direito fará o côndilo direito se movimentar 
anterior e medialmente; 
• Se o pterigoideo lateral esquerdo 
permanece relaxado, o côndilo esquerdo 
permanecerá posicionado em RC; 
• E o resultado será o movimento bordejante 
lateral esquerdo.
Okeson, 2013
1 MOVIMENTOS BORDEJANTES LATERAL ESQUERDO
• Com os côndilos na posição de RC, a 
contração do pterigóideo lateral inferior 
direito fará o côndilo direito se movimentar 
anterior e medialmente; 
• Se o pterigoideo lateral esquerdo permanece 
relaxado, o côndilo esquerdo permanecerá 
posicionado em RC; 
• E o resultado será o movimento 
bordejante lateral esquerdo.
Okeson, 2013
1 MOVIMENTOS BORDEJANTES LATERAL ESQUERDO
1. Bordejante lateral esquerdo; 
• O Côndilo esquerdo é chamado de côndilo 
de trabalho; 
• O Côndilo direito é chamado de côndilo de 
balanceio.
Okeson, 2013
1 MOVIMENTOS BORDEJANTES LATERAL ESQUERDO
Okeson, 2013
2 MOVIMENTOS BORDEJANTES LATERAL ESQUERDO CONTINUADO 
COM PROTRUSÃO
• Com a mandíbula na posição bordejante 
lateral esquerda, a contração do músculo 
pterigóideo lateral inferior esquerdo 
juntamente com a contração ininterrupta 
do músculo pterigóideo lateral inferior 
direito levará o côndilo esquerdo a se 
movimentar anteriormente e para a direita. 
• O Côndilo direito já está em sua posição anterior máxima 
e o movimento do côndilo esquerdo até a posição 
anterior máxima causará um desvio da linha média 
mandibular para coincidir com a linha média da face.
Okeson, 2013
2 MOVIMENTOS BORDEJANTES LATERAL ESQUERDO CONTINUADO 
COM PROTRUSÃO
• Com a mandíbula na posição bordejante lateral 
esquerda, a contração do músculo pterigóideo lateral 
inferior esquerdo juntamente com a contração 
ininterrupta do músculo pterigóideo lateral inferior 
direito levará o côndilo esquerdo a se movimentar 
anteriormente e para a direita. 
• O Côndilo direito já está em sua posição 
anterior máxima e o movimento do 
côndilo esquerdo até a posição anterior 
máxima causará um desvio da linha média 
mandibular para coincidir com a linha 
média da face.
Okeson, 2013
2 MOVIMENTOS BORDEJANTES LATERAL ESQUERDO CONTINUADO 
COM PROTRUSÃO
Okeson, 2013
2 MOVIMENTOS BORDEJANTES LATERAL ESQUERDO CONTINUADO 
COM PROTRUSÃO
Okeson, 2013
3 MOVIMENTOS BORDEJANTES LATERAL DIREITO
Okeson, 2013
3 MOVIMENTOS BORDEJANTES LATERAL DIREITO
• Com os côndilos na posição de RC, a 
contração do pterigóideo lateral inferior 
esquerdo fará o côndilo esquerdo se 
movimentar anterior e medialmente; 
• Se o pterigoideo lateral inferior direito 
permanece relaxado, o côndilo direito 
permanecerá posicionado em RC; 
• E o resultado será o movimento bordejante 
lateral direito.
Okeson, 2013
3 MOVIMENTOS BORDEJANTES LATERAL DIREITO
• Com os côndilos na posição de RC, a 
contração do pterigóideo lateral inferior 
esquerdo fará o côndilo esquerdo se 
movimentar anterior e medialmente; 
• Se o pterigoideo lateral inferior direito 
permanece relaxado, ocôndilo direito 
permanecerá posicionado em RC; 
• E o resultado será o movimento bordejante 
lateral direito.
Okeson, 2013
3 MOVIMENTOS BORDEJANTES LATERAL DIREITO
• Com os côndilos na posição de RC, a 
contração do pterigóideo lateral inferior 
esquerdo fará o côndilo esquerdo se 
movimentar anterior e medialmente; 
• Se o pterigoideo lateral inferior direito 
permanece relaxado, o côndilo direito 
permanecerá posicionado em RC; 
• E o resultado será o movimento 
bordejante lateral direito.
Okeson, 2013
3 MOVIMENTOS BORDEJANTES LATERAL DIREITO
Okeson, 2013
• O Côndilo direito é chamado de côndilo de 
trabalho; 
• O Côndilo esquerdo é chamado de côndilo 
de balanceio.
3 MOVIMENTOS BORDEJANTES LATERAL DIREITO
Okeson, 2013
4 MOVIMENTOS BORDEJANTES LATERAL DIREITO CONTINUADO COM 
PROTRUSÃO
• Com a mandíbula na posição bordejante 
lateral direita, a contração do músculo 
pterigóideo lateral inferior direito, 
juntamente com a contração ininterrupta do 
músculo pterigóideo lateral inferior esquerdo 
levará o côndilo direito a se movimentar 
anteriormente e para a esquerda. 
• O Côndilo direito já está em sua posição anterior 
máxima, o movimento do côndilo esquerdo até a 
posição anterior máxima causará um desvio da linha 
média mandibular para coincidir com a linha média da 
face.
Okeson, 2013
4 MOVIMENTOS BORDEJANTES LATERAL DIREITO CONTINUADO COM 
PROTRUSÃO
• Com a mandíbula na posição bordejante lateral direita, a 
contração do músculo pterigóideo lateral inferior direito, 
juntamente com a contração ininterrupta do músculo 
pterigóideo lateral inferior esquerdo levará o côndilo 
direito a se movimentar anteriormente e para a esquerda. 
• O Côndilo direito já está em sua posição 
anterior máxima, o movimento do 
côndilo esquerdo até a posição anterior 
máxima causará um desvio da linha 
média mandibular para coincidir com a 
linha média da face.
Okeson, 2013
4 MOVIMENTOS BORDEJANTES LATERAL DIREITO CONTINUADO COM 
PROTRUSÃO
Okeson, 2013
4 MOVIMENTOS BORDEJANTES LATERAL DIREITO CONTINUADO COM 
PROTRUSÃO
Okeson, 2013
• Com a mandíbula em MIH um movimento 
bordejante lateral esquerdo é feito 
criando um traçado inferior côncavo (1). 
Okeson, 2013
MOVIMENTOS BORDEJANTES
NO PLANO FRONTAL
Okeson, 2013
MOVIMENTOS BORDEJANTES
NO PLANO FRONTAL
• Na sequencia um movimento de abertura 
da mandíbula produz um traçado 
convexo (2), denominado de movimento 
bordejante lateral esquerdo de abertura, 
que ao nível da abertura máxima (AM) 
coincide com a linha média (lm). 
• De volta a posição de MIH, um 
movimento bordejante lateral 
direito é feito criando um traçado 
inferior côncavo (3) , semelhante ao 
verificado no lado esquerdo. 
Okeson, 2013
MOVIMENTOS BORDEJANTES
NO PLANO FRONTAL
Okeson, 2013
MOVIMENTOS BORDEJANTES
NO PLANO FRONTAL
• Na sequência um movimento de 
abertura da mandíbula produz um 
tracado convexo (4) , denominado 
de movimento bordejante lateral 
direito de abertura.
Movimento de Bennett e Ângulo de Bennett
O Movimento e o Ângulo de Bennett ocorrem durante o 
movimento de lateralidade da mandíbula 
Movimento de Bennett
O movimento de Bennett, é o resultado do deslizamento do 
côndilo do lado de trabalho (lado para o qual a mandíbula se 
dirige), dentro da fossa mandibular, durante o movimento de 
lateralidade da mandíbula. 
Movimento de Bennett
Ângulo de Bennett
Do lado oposto ao movimento realizado pela mandíbula, denominado 
lado de balanceio, o côndilo do mesmo lado (côndilo de balanceio) 
acompanhando a movimentação mandibular, e guiado pela parede 
mediana da fossa mandibular, vai se deslocar para frente, para baixo e 
para dentro , determinando (em linha reta), um ângulo denominado de 
ÂNGULO DE BENNETT 
. 
Ângulo de Bennett
Relacionamento dental inter-arcos
• Oclusão dente-dois-dentes. 
• Oclusão dente-dente.
Relacionamento dental inter-arcos
Oclusão dente-dois-dentes. 
• Neste tipo de relacionamento 
oclusal, as cúspides vestibulares dos 
dentes inferiores e as cúspides 
palatinas dos dentes superiores, ou 
seja, as cúspides cêntricas, ocluem 
contra fossas e cristas marginais 
antagonistas.
Relacionamento dental inter-arcos
Oclusão dente-dentes. 
• Outra forma de oclusão. 
• Bem menos encontrada nas dentições 
naturais 
• Cada cúspide de apoio ou de contenção 
cêntrica (C.C.C.) sempre se aloja na fossa 
oclusal do dente oposto, de modo a cada 
d e n te o cl u i r c o m ap e n as u m d e n te 
antagonista, ocorrendo sempre o tripoidismo.
Função Mandibular no Lado de Trabalho
• Função Canina ou Guia Canina. 
• Função em grupo
Função Mandibular no Lado de Trabalho
• Função Canina ou Guia Canina. 
• No movimento de lateralidade da mandíbula, no lado de trabalho, 
somente o canino inferior desliza na face palatina do canino superior, 
até a posição de topo-a-topo , desocluindo a mandíbula em relação a 
maxila. 
• Os demais dentes, tanto os anteriores aos caninos como os posteriores, 
ficam desocluídos. 
• É um tipo de desoclusão muito efetiva, visto que os caninos possuem 
implantação e suporte periodontal bastante apropriados para esta função. 
•
Função Mandibular no Lado de Trabalho
• Função Canina ou Guia Canina. 
• No movimento de lateralidade da mandíbula, no lado de trabalho, 
somente o canino inferior desliza na face palatina do canino superior, até a 
posição de topo-a-topo , desocluindo a mandíbula em relação a maxila. 
• Os demais dentes, tanto os anteriores aos caninos como os 
posteriores, ficam desocluídos. 
• É um tipo de desoclusão muito efetiva, visto que os caninos possuem 
implantação e suporte periodontal bastante apropriados para esta função. 
•
Função Mandibular no Lado de Trabalho
• Função Canina ou Guia Canina. 
• No movimento de lateralidade da mandíbula, no lado de trabalho, somente 
o canino inferior desliza na face palatina do canino superior, até a posição 
de topo-a-topo , desocluindo a mandíbula em relação a maxila. 
• Os demais dentes, tanto os anteriores aos caninos como os posteriores, 
ficam desocluídos. 
• É um tipo de desoclusão muito efetiva, visto que os caninos possuem 
implantação e suporte periodontal bastante apropriados para esta 
função. 
•
Função Mandibular no Lado de Trabalho
• Função em grupo. 
• Neste tipo de função, também verificada no movimento de lateralidade 
da mandíbula, no lado de trabalho, as cúspides de contenção cêntrica 
dos dentes inferiores (vestibulares) deslizam, em grupo, contra as 
cúspides de proteção dos dentes superiores (vestibulares). 
• Os contatos dentários em lateralidade, no lado de trabalho, ocorrem 
simultâneamente entre todos os dentes posteriores ou pode ocorrer 
progressivamente a partir do canino, seguindo-se pré-molares e molares. 
Função Mandibular no Lado de Trabalho
• Função em grupo. 
• Neste tipo de função, também verificada no movimento de lateralidade da 
mandíbula, no lado de trabalho, as cúspides de contenção cêntrica dos 
dentes inferiores (vestibulares) deslizam, em grupo, contra as cúspides de 
proteção dos dentes superiores (vestibulares). 
• Os contatos dentários em lateralidade, no lado de trabalho, ocorrem 
simultâneamente entre todos os dentes posteriores ou pode ocorrer 
progressivamente a partir do canino, seguindo-se pré-molares e 
molares. 
Função Mandibular no Lado de Balanceio
• Do lado oposto ao lado de trabalho, ou seja, lado de balanceio ou 
de não-trabalho, não devem haver contatos dentários que 
causem deflexão mandibular e possam alterar a guia do lado de 
trabalho. 
• Contatos em balanceio podem causar interferências oclusais e 
provocar uma alavanca no côndilo de balanceio com possibilidade 
de causar dor muscular ou disfunção no disco articular. 
Efeito da Postura no Movimento Mandibular
• Com a cabeça ereta, os dentes 
são elevados diretamente na 
máxima intercuspidação a partir 
da posição postural. 
Efeito da Postura no Movimento Mandibular
• Com a cabeça elevadaa 45 
graus, a posição postural da 
mandí bula torna- s e mais 
posterior, ou seja, quando os 
dentes ocluem, o contato 
o c o r re p o s te r io r m e n te a 
posição de intercuspidação. 
Efeito da Postura no Movimento Mandibular
• Com a cabeça formando um 
ângulo de 30 graus para 
frente também chamada de 
p o s i ç ã o d e a l e r t a d e 
al imentação, a posição 
postural da mandíbula se 
torna mais anterior. 
Efeito da Postura no Movimento Mandibular
Movimento de Protrusão e Retrusão Mandibular
Movimento de Protrusão e Retrusão Mandibular
Protrusão é o movimento que a mandíbula faz no sentido póstero-
anterior. 
Retrusão é o retorno da mandíbula em sentido oposto.
REFERÊNCIAS 
• Okeson JP. Tratamento das desordens temporomandibulares e Oclusão. 7. ed. São 
Paulo: Elsevier, 2013.