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FACULDADE UNIFAHE (NOME DO COMPLETO DO ALUNO) TÍTULO DO ARTIGO CIENTÍFICO Mundo Novo - MS 2024 FACULDADE UNIFAHE TÍTULO DO TRABALHO CIENTÍFICO Artigo Científico apresentada à FACULDADE UNIFAHE, como requisito parcial para a obtenção do título de Especialista em XXXXXXX, sob supervisão do orientador(a): Prof. Thais Eriana Paula Salatine. Aprovado pelos membros da banca examinadora em / /2024.com a nota ( ). Mundo Novo – MS 2024 RESUMO Neste trabalho é apresentado um modelo que servirá de guia na confecção da versão final escrita dos projetos de graduação do Curso XXXXXXXXXXXXXXX da, FACULDADE UNIFAHE. Nele, são abordados temas referentes aos elementos obrigatórios e opcionais que devem compor um trabalho acadêmico, bem como ao formato e à apresentação do trabalho. Toda a informação referente ao formato e à padronização aqui contida está de acordo com as normas vigentes para apresentação de trabalhos acadêmicos da Associação Brasileira de Normas Técnicas. Ao final, é descrito o procedimento para entrega da versão final do trabalho à Coordenação de Projeto de Graduação do Curso XXXXXXXXXXXX da FACULDADE UNIFAHE. Palavras-chave: até 5 palavras, separadas entre si por ponto. Introdução A elaboração de um Artigo Científico causa certo desconforto e preocupação aos alunos de diversas instituições, entre elas, aqueles da Faculdade UNIFAHE. Em vista disso e objetivando atender a esta demanda por maiores orientações aos pós-graduandos da Faculdade, elaborou-se este artigo científico de revisão, contendo orientações pertinentes à elaboração, formatação e estrutura. Dentre os vários tipos de Trabalho de Conclusão de Curso permitidos pelo MEC, a Faculdade UNIFAHE tem o Artigo Científico, que é adotado como requisito parcial para obtenção do título de Especialista (Pós-Graduação ou Graduação). Conforme Moura, Ferreira e Paine (1998), o Artigo Científico é um texto elaborado, cientificamente, a partir de uma pesquisa teórico- metodológica, apresentando, sinteticamente, os estudos realizados a respeito de um tema e sua questão-problema. A elaboração desse artigo de orientação é também, o cumprimento da vontade dessa instituição de ensino, em oferecer aos seus alunos, ferramentas que os auxiliem na confecção do Artigo Científico, proporcionando a eles, sucesso na obtenção do título pretendido. Visando atender a esta vontade, elaborou-se este instrumento de orientação a partir de uma revisão bibliográfica em que se buscou apoio na análise do pensamento de autores, como Alves; Arruda (2008), Barba (2008), Brasil; Santos (2007) Lakatos; Marconi (2008-2009) e Moro (2010) entre outros, bem como, a utilização integral do material didático da FACULDADE UNIFAHE. Intencionou-se, também, trabalhar o conteúdo das normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT): - NBR 6021 (2003) – Informação e documentação - Publicação periódica científica impressa – Apresentação; - NBR 6022 (2003) – Informação e documentação - Artigo em publicação periódica científica impressa – Apresentação; - NBR 6023 (2002) - Informação e Documentação – Referências – Elaboração; - NBR 6028 (2003) – Resumos – Procedimentos; - NBR 10520 (2002) – Informação e documentação - Apresentação de citações em documentos; - NBR 14724 (2005) – Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos – Apresentação. A Associação Brasileira de Normas Técnicas em sua NBR 6021 (2003) especifica os requisitos para apresentação dos elementos que constituem a estrutura de organização física de uma publicação periódica científica impressa. Destina-se a orientar o processo de produção editorial e gráfica da publicação, no sentido de facilitar a sua utilização pelo usuário e pelos diversos segmentos relacionados como tratamento e a difusão da informação. No caso específico do Artigo Científico da Faculdade Unifahe, a única diferença é que o texto é digitalizado e não impresso, porém, os requisitos são os mesmos. A NBR 6022 (2003) estabelece um sistema para a apresentação dos elementos que constituem o artigo em publicação periódica científica impressa. A premissa acima, aplica-se novamente. Nesse texto, por vezes será utilizado o texto dos originais, por se tratar de um estudo do conteúdo das referidas normas, no entanto, não será abordado neste instrumento o conteúdo das referidas normas na íntegra. A confecção de um Artigo Científico como TCC, bem como a sua publicação, justifica-se, não somente pela exigência do MEC, mas, também, pela necessidade de se fazer ciência na Educação e, com isso, buscar a melhoria do ensino brasileiro e de seus profissionais. Portanto, normas são estipuladas, com o objetivo primordial, a exigência de um padrão de apresentação dos trabalhos acadêmicos, principalmente, na divulgação dos dados técnicos obtidos e analisados, registrando-os em caráter permanente, o que proporciona a outros pesquisadores fontes de pesquisas fiéis, capazes de nortear futuros trabalhos de pesquisa, facilitando sua recuperação nos diversos sistemas de informação utilizados no país. Em sendo e para efeito deste artigo de orientações, seguem as seguintes definições: trabalhos acadêmicos (trabalho de conclusão de curso (TCC); trabalho de graduação interdisciplinar (TGI), trabalho de conclusão de curso e Artigo Científico): documento que representa o resultado de estudo, devendo expressar conhecimento do assunto escolhido, que deve ser obrigatoriamente emanado da disciplina, conforme a NBR 14724 (2005). Dentro desses parâmetros, é norma da Faculdade UNIFAHE a apresentação de um Artigo Científico contendo no mínimo de 8 a 15 páginas, da Introdução à Conclusão, devendo, o texto,ser corrido, ou seja, não se deve mudar de página para iniciar uma nova seção. Vale lembrar que, ninguém escreveu uma grande obra sem ter escrito uma pequena obra, primeiramente. No mundo acadêmico não são as grandes obras, ou as grandes pesquisas que se tem como mais usual. Hoje em dia, é muito comum autores escreverem uma série de pequenos artigos que depois são reunidos em livros. É cada vez mais comum as editoras publicarem livros “organizados”, escritos também por diversos autores. Cada autor escreve um ensaio que se tornará capítulo do livro. Isto se deve à forma cada vez mais privilegiada dos gêneros literários acadêmicos de tamanho reduzido. Estes gêneros são os seguintes, segundo a ABNT (NBR 6022, 2003, p. 2): ● Artigo: É o texto que irá discutir ideias, métodos, técnicas, processos e resultados. Ele tem a característica de ter sua autoria declarada, de ter como objetivo a divulgação através de periódicos. ● Artigo Acadêmico: É semelhante ao anterior, porém é resultado de uma pesquisa científica e por isso, busca ser publicado por uma revista de divulgação científica e é submetido à aprovação por julgamento. ● Ensaio: Este documento relata estudo sobre determinado assunto. É menos aprofundado que um tratado formal (tese, dissertação) e geralmente não se baseia em pesquisa empírica. ● Paper: É um pequeno artigo científico e resultado de um projeto de pesquisa, com o objetivo de ser apresentado como comunicação em um congresso científico, sujeito a sua aceitação por julgamento. O Artigo Científico e o Paper são hoje em dia as formas privilegiadas da transmissão do conhecimento acadêmico, muito mais que o livro. 1) utilizar sentenças em ordem direta; 2) evitar sentenças longas, deve-se dividi-las com ponto final; 3) sempre usar o termo mais simples possível; 4) sempre utilizar termos concretos e específicos. Todo artigo passa por algumas fases de amadurecimento. É difícil especificar estas fases, pois acontecem simultaneamente.Sequencialmente, deve-se, de acordo com Barba (2010): 1) Colocar as ideias no papel; 2) ordenar as ideias (reagrupamento dos parágrafos, coordenando os assuntos em sequência lógica); 3) dar acabamento ao texto (correção gramatical, da concordância e de estilo). É interessante imprimir o artigo para efetuar as correções em cada fase para facilitar a visualização dos pontos a serem corrigidos. Um vício muito comum entre os alunos que se iniciam na arte da escrita é o uso do pronome pessoal "nós" nos textos científicos. Este é um hábito transferido das apresentações orais, nas quais a primeira pessoa do plural pode ser utilizada. Ao escrever um artigo, o autor deve tomar o cuidado de ser impessoal, usando termos como "O estudo provou ..." ou "Os resultados indicaram ...etc. Observando estas e outras orientações e alertas, será possível alcançar o sucesso na feitura do Artigo Científico, objetivo ímpar desse trabalho. Desenvolvimento Sem dúvidas, a ciência é uma tecnologia intelectual capaz de gerar excelentes entendimentos e interpretações acerca do mundo, bem como, de proporcionar intervenções e criação de objetos técnicos de maneira a corresponder a muitos projetos humanos; contudo, surge um problema sério com a ideologia da cientificidade. Vale dizer, em termos bastante abreviados, quando se considera que a ciência é o melhor modelo (em casos mais radicais, é considerada o único) para se compreender e representar o mundo e os homens. Conforme Fourez (1995) a força da ciência provém do fato de que seus protocolos, instrumentos e dispositivos de análise simplificam suficientemente a "realidade" com a finalidade estudá-la e atuar sobre ela. E, como presenciamos ao nosso redor, isso costuma acontecer de modo bastante eficaz. Mas o que está sob o guarda-chuva chamado ciência também pode cometer abusos de saber. Por exemplo, quando se pretende deduzir normas de conduta baseadas em unívocas evidências (pesquisas) científicas. Ou, então, “reduzir problemas somente à sua tradução em termos técnicos.” (FOUREZ, 1995, p. 25). Latour (1998) abordou a suposta transição de uma cultura da "ciência" rumo à cultura da "investigação" (p. 41). Entende-se, sob sua ótica que, a ciência como uma atividade fria, direta e objetiva e a investigação, por sua vez, seria acalorada, arriscada, geradora de outras implicações. Em sendo, se a ciência põe um final aos caprichos das disputas humanas, a investigação cria controvérsias. Como mencionado, a ciência opera sob o manto da ideia de objetividade, tentando escapar tanto quanto seja possível dos supostos grilhões da ideologia, das paixões e das emoções; já a investigação é nutrida de todos esses aspectos para gerar perguntas de investigação menos afastadas de nós próprios. Podemos pensar que essas duas perspectivas básicas coexistem em graus variados na atividade científica atual. Investigação ou não, o principal benefício obtido com a publicação dos resultados de uma pesquisa - e, sem dúvida, mais honroso e louvável - é o progresso da ciência. Ela é construída passo- a-passo, sendo cada passo alicerçado e impulsionado pelas pesquisas de outros. As vantagens para o autor passam pelo reconhecimento de seu esforço intelectual; estabelecimento e sedimentação de sua reputação de pesquisador por meio de acreditação pública; garantia de continuidade de seus projetos; prestígio e; obtenção de posições acadêmicas hierarquicamente superiores. Além disso, a produção científica é usada como parâmetro para concessão de recursos pelas agências de fomento à pesquisa, como ferramenta de avaliação dos cursos de graduação e de pós-graduação, como é o caso Da FACULDADE UNIFAHE e como critério para seleção de corpo docente e de equipe de pesquisa por muitas instituições. Isto posto, de acordo com a ABNT, (NBR 6022, 2003, p. 3) o Artigo Científico pode ser de dois tipos: ● Original ou divulgação: apresenta temas ou abordagens originais; ● Revisão: que analisam e discutem trabalhos já publicados (revisões bibliográficas). Sugerimos o segundo tipo, por acreditarmos que, este esteja mais propenso ao que pretende e espera, nosso aluno, com base, também, no pouco tempo destinado à pesquisa, haja vista, a brevidade do curso. De toda forma, é necessário que se faça uma preparação para a pesquisa, bem como a sua realização, antes de se proceder à feitura do Artigo Científico, propriamente dito. Para tanto, parte-se da escolha do tema que deve ser pertinente ao curso em andamento. A linguagem científica deve ser utilizada e precisa ser clara, objetiva e especializada. O vocabulário do texto do artigo deve ser peculiar da área de pesquisa, não sendo permitidas utilizações de gírias ou palavras coloquiais, típicas de contextos informais de uso da língua. Segundo Barba (2010 s/p), os itens abaixo constituem as exigências da linguagem científica que seu artigo científico, por ser um texto acadêmico, deve conter: - Impessoal: preferencialmente redigir o trabalho na 3ª pessoa do singular; - Objetividade: a linguagem objetiva deve afastar as expressões: “eu penso”, “eu acho”, “parece-me” que dão margem a interpretações simplórias e sem valor científico; - Estilo científico: a linguagem científica é informativa, de ordem racional, firmada em dados concretos, em que podem ser apresentados argumentos de ordem subjetiva, porém dentro de um ponto de vista científico; - Vocabulário técnico: a linguagem científica serve-se de um vocabulário formal, utilizado com clareza e precisão, uma vez que cada ramo da ciência possui uma terminologia técnica própria que deve ser observada; - A correção gramatical é indispensável, em que se deve procurar relatar a pesquisa com frases claras, evitando muitas orações subordinadas, intercaladas com parênteses, num único período. O uso de parágrafos deve ser dosado na medida necessária para articular o raciocínio: toda vez que se dá um passo a mais no desenvolvimento do raciocínio, muda-se o parágrafo. - Os recursos ilustrativos como gráficos estatísticos, desenhos, tabelas são considerados como figuras e devem ser criteriosamente distribuídos no texto, tendo suas fontes citadas. (Trecho adaptado). Além dos itens relatados acima, há também a necessidade de adequação a um nível de textualidade elevado, devendo estar coeso e coerente, apresentando concisão de ideias, unidade temática, progressão textual e articulação. Contradições de ideias e falta de clareza fazem com que o artigo se afaste do ideal de um texto científico. O Artigo Científico tem a mesma estrutura dos demais trabalhos acadêmicos: Elementos pré-textuais; Elementos textuais; Elementos pós-textuais. Porém e, por se tratar de um TCC, consta também, de capa e folha de rosto para a apresentação do mesmo. A capa deve conter: ● o nome da FACULDADE UNIFAHE no alto da página; ● seu nome logo após o nome da instituição, sem espaço; ● o título do Artigo Científico no meio da folha; ● o local e data no rodapé; ● todos os itens devem ser redigidos em negrito, fonte tamanho 12, centralizados e em maiúsculas. A folha de rosto deve conter: ● o nome da FACULDADE UNIFAHE no alto da página; ● seu nome logo após o nome da instituição, sem espaço; ● a nota do artigo logo abaixo do título (Orientações a seguir); ● o título do Artigo Científico no meio da folha; ● o local e data no rodapé; ● todos os itens devem ser redigidos em negrito, fonte tamanho 12, centralizados e em maiúsculas, menos a nota do artigo. A mesma deve ser redigida em fonte 10, com espaços simples entrelinhas e com recuo de 8,0 cm à direita. Deve seguir o exemplo: Artigo Científico encaminhado à FACULDADE UNIFAHE, como requisito parcial para obtenção do título de Especialista em (Seu curso). Elementos pré-textuais Os elementos pré-textuais constam dos seguintes itens: a) o título e subtítulo (seserão as próprias informações obtidas nos estudos consultados). Este ponto será considerado, de acordo com o tipo de estudo desenvolvido. Em seguida faz-se a discussão destes resultados (neste ponto, você pode fazer suas próprias intervenções, mas apenas comentando as informações que foram dadas, em forma de citações, na frase ou parágrafo anterior). Por exemplo: Em um texto informativo como este: “A linguagem seria então o motor do pensamento, contrariando assim a concepção desenvolvimentista que considera o desenvolvimento a base para a aquisição da linguagem”. (VYGOTSKY, 1991, p. 26). Você faz seu comentário pessoal a respeito dele, dessa forma: O disléxico apresenta dificuldades com a linguagem isso dificulta o desenvolvimento de sua aprendizagem e em função disso é necessário que o docente trabalhe de forma direcionada às dificuldades de cada aluno. (Comentário de aluno). Não deixe espaços entre os parágrafos, nem espaços em branco entre as seções do Artigo; É importante que você mantenha um diálogo científico e formal com os autores, citando-os sempre que fizer afirmações ou alegações que exijam essas afirmativas, pois, jamais podemos afirmar sem que autoridades no assunto nos deem suporte teórico. E nas considerações finais faz-se o fechamento do assunto com as suas próprias palavras, isto é, sem fazer citações, mas, sem dar opiniões. Nelas deve-se anunciar, claramente e de forma reduzida: ● o que é que o trabalho descrito no artigo conseguiu e qual a sua relevância; ● apenas o que foi efetivamente discutido no trabalho, tendo em vista os objetivos do estudo e os resultados encontrados, respondendo à questão proposta inicialmente na introdução; ● as vantagens e limitações das propostas que o artigo apresenta; ● as referências a eventuais aplicações dos resultados obtidos e; ● as recomendações para trabalho futuro. http://pt.wikipedia.org/wiki/Linguagem Em trabalhos com assuntos que geram muita polêmica, você deve apresentar, ao longo do texto (Desenvolvimento), os pontos a favor e os pontos contra sobre o problema em questão e, nas Considerações finais, se posicionar, de maneira discreta, com relação a um ou outro ponto. Dessa maneira, você informará ao leitor interessado sobre todos os aspectos do problema, dará a sua opinião na Conclusão e deixará que o próprio leitor opte por um dos lados. Elementos pós-textuais Os elementos pós-textuais devem trazer em seu bojo: a) referências: elemento obrigatório, constituindo-se de uma lista ordenada dos documentos efetivamente citados no texto. (NBR 6023, 2000). Trata-se de uma listagem dos livros, artigos ou outros elementos bibliográficos que foram referenciados ao longo do artigo. De acordo com a ABNT (NBR 6023, 2000, p. 12) a ordem das referências pode ser numérica ou alfabética. A FACULDADE UNIFAHE exige a ordem alfabética; b) apêndices: elemento opcional. “Texto ou documento elaborado pelo autor a fim de complementar o texto principal.” (NBR 14724, 2002, p. 2); A palavra é escrita em CAIXA ALTA, fonte 12, negrito e centralizado. A apresentação de mais de um apêndice deve seguir uma sequência. Exemplo: APÊNDICE A; APÊNDICE B; c) anexos: elemento opcional, “texto ou documento não elaborado pelo autor, que serve de fundamentação, comprovação e ilustração.” (NBR 14724, 2002, p. 2); Observar a mesma formatação dos apêndices. d) agradecimentos: elemento opcional que, somente são aceitos quando dirigidos à instituições de fomento, que por ventura, tenham financiado o trabalho. Várias instituições de financiamento exigem, formalmente, que o seu apoio seja referido neste ponto. Mesmo que tal não fosse obrigatório, faz parte das regras de boa cordialidade científica mencionar, aqui, as instituições que apoiaram o trabalho. Se houverem ilustrações (quadros, figuras, fotos etc), as mesmas devem ter uma numeração sequencial. Conforme a ABNT, sua identificação aparece na parte inferior, precedida da palavra designativa, seguida de seu número de ordem de ocorrência do texto, em algarismos arábicos, do respectivo título, a ilustração deve figurar o mais próximo possível do texto a que se refere. (ABNT. NBR 6022, 2003, p. 5). Quanto à utilização de tabelas, conforme o IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (1993), estas devem ter um número em algarismo arábico, sequencial, inscritos na parte superior, a esquerda da página, precedida da palavra Tabela. Exemplo: Tabela 5 ou Tabela 3.5 Título: as tabelas devem conter um título por extenso, inscrito no topo da tabela, para indicar a natureza e abrangência do seu conteúdo. Fonte: a fonte deve ser colocada imediatamente abaixo da tabela em letra maiúscula/minúscula para indicar a autoridade dos dados e/ou informações da tabela, precedida da palavra Fonte. Conforme a NBR 14724 (2002), deve-se usar a fonte 12 para o texto e para as referências. Para as citações longas, notas de rodapé, paginação, legendas das ilustrações e tabelas, usar tamanho menor, no nosso caso, utilizar a fonte 10. A NBR 6022 (2003) não orienta quanto a apresentação gráfica dos artigos de periódicos. Citação direta, com mais de três linhas deve ter destaque de 4 cm do parágrafo. A fonte deve ser menor do que a do texto. O espaçamento entre linhas deve ser simples. (NBR 14724 (2003). Nas referências, devem-se seguir as normas da ABNT, atentando para a ordem alfabética dos autores. No seu material didático existem vários exemplos e modelos de referências que devem ser consultados, quando da elaboração da sua lista. O espaçamento deve ser simples entre as linhas e duplo entre as referências. O alinhamento, das mesmas, deve ser à margem esquerda. O título é centralizado, em maiúsculas e negrito. Para concluir o trabalho, deve-se atentar para a formatação e estrutura do mesmo, dentro das normas exigidas pela instituição. Abaixo, segue a apresentação gráfica a ser seguida: ● Papel: formato A4; ● Fonte (letra do texto): Arial ou Times New Roman; ● Margem direita: 2,0cm; ● Margem esquerda: 3,0cm; ● Margem superior: 3,0cm; ● Margem inferior: 2,0cm; ● Paragrafação para o texto: Justificado e com recuo de 1,5 cm na 1ª linha; ● Texto das partes que compõem o corpo do Artigo: fonte tamanho 12, espaço entre linhas de 1,5 cm; ● Nota do artigo, nota de rodapé, resumo e citações longas: fonte tamanho 10, espaçamento simples entre linhas; ● Nota de artigo e citação longa: recuo de 4,0 cm da margem esquerda; fonte 10; ● O Título do artigo, as palavras Resumo e Referências: fonte tamanho 12, CAIXA ALTA, negrito, centralizado; ● Indicativos de seção: é o número que antecede os subtítulos, grafado em números inteiros a partir de 1. Não se utiliza ponto, hífen, travessão ou qualquer sinal após o indicativo. Os indicativos dos subitens do Desenvolvimento apresentam decimais (2.1, 2.2); ● Subtítulos sem indicativo numérico: Resumo e Referências; ● Subtítulos (Introdução, Desenvolvimento e seus subitens, Considerações finais): fonte tamanho 12, caixa baixa, negrito, alinhados à esquerda; Não se deve colocar ponto final no título, subtítulos, resumo, introdução, desenvolvimento, considerações finais e referências. Paginação: inicia-se a contagem a partir da primeira página textual. O número deve ser colocado no canto superior direito das folhas. Considerações finais Pretendeu-se que este trabalho proporcionasse, de forma muito sintética, mas objetiva e estruturante, uma familiarização com os principais cuidados a ter na escrita de um artigo científico. Para satisfazer este objetivo, optou-se por uma descrição sequencial dos componentes típicos de um documento desta natureza. Pensa-se que o resultado obtido satisfaz os requisitos de objetividade e pequena dimensão que pretendia atingir. Pensa-se também que constituirá um auxiliar útil, de referência frequente paraserão as próprias informações obtidas nos estudos consultados). Este ponto será considerado, de acordo com o tipo de estudo desenvolvido. Em seguida faz-se a discussão destes resultados (neste ponto, você pode fazer suas próprias intervenções, mas apenas comentando as informações que foram dadas, em forma de citações, na frase ou parágrafo anterior). Por exemplo: Em um texto informativo como este: “A linguagem seria então o motor do pensamento, contrariando assim a concepção desenvolvimentista que considera o desenvolvimento a base para a aquisição da linguagem”. (VYGOTSKY, 1991, p. 26). Você faz seu comentário pessoal a respeito dele, dessa forma: O disléxico apresenta dificuldades com a linguagem isso dificulta o desenvolvimento de sua aprendizagem e em função disso é necessário que o docente trabalhe de forma direcionada às dificuldades de cada aluno. (Comentário de aluno). Não deixe espaços entre os parágrafos, nem espaços em branco entre as seções do Artigo; É importante que você mantenha um diálogo científico e formal com os autores, citando-os sempre que fizer afirmações ou alegações que exijam essas afirmativas, pois, jamais podemos afirmar sem que autoridades no assunto nos deem suporte teórico. E nas considerações finais faz-se o fechamento do assunto com as suas próprias palavras, isto é, sem fazer citações, mas, sem dar opiniões. Nelas deve-se anunciar, claramente e de forma reduzida: ● o que é que o trabalho descrito no artigo conseguiu e qual a sua relevância; ● apenas o que foi efetivamente discutido no trabalho, tendo em vista os objetivos do estudo e os resultados encontrados, respondendo à questão proposta inicialmente na introdução; ● as vantagens e limitações das propostas que o artigo apresenta; ● as referências a eventuais aplicações dos resultados obtidos e; ● as recomendações para trabalho futuro. http://pt.wikipedia.org/wiki/Linguagem Em trabalhos com assuntos que geram muita polêmica, você deve apresentar, ao longo do texto (Desenvolvimento), os pontos a favor e os pontos contra sobre o problema em questão e, nas Considerações finais, se posicionar, de maneira discreta, com relação a um ou outro ponto. Dessa maneira, você informará ao leitor interessado sobre todos os aspectos do problema, dará a sua opinião na Conclusão e deixará que o próprio leitor opte por um dos lados. Elementos pós-textuais Os elementos pós-textuais devem trazer em seu bojo: a) referências: elemento obrigatório, constituindo-se de uma lista ordenada dos documentos efetivamente citados no texto. (NBR 6023, 2000). Trata-se de uma listagem dos livros, artigos ou outros elementos bibliográficos que foram referenciados ao longo do artigo. De acordo com a ABNT (NBR 6023, 2000, p. 12) a ordem das referências pode ser numérica ou alfabética. A FACULDADE UNIFAHE exige a ordem alfabética; b) apêndices: elemento opcional. “Texto ou documento elaborado pelo autor a fim de complementar o texto principal.” (NBR 14724, 2002, p. 2); A palavra é escrita em CAIXA ALTA, fonte 12, negrito e centralizado. A apresentação de mais de um apêndice deve seguir uma sequência. Exemplo: APÊNDICE A; APÊNDICE B; c) anexos: elemento opcional, “texto ou documento não elaborado pelo autor, que serve de fundamentação, comprovação e ilustração.” (NBR 14724, 2002, p. 2); Observar a mesma formatação dos apêndices. d) agradecimentos: elemento opcional que, somente são aceitos quando dirigidos à instituições de fomento, que por ventura, tenham financiado o trabalho. Várias instituições de financiamento exigem, formalmente, que o seu apoio seja referido neste ponto. Mesmo que tal não fosse obrigatório, faz parte das regras de boa cordialidade científica mencionar, aqui, as instituições que apoiaram o trabalho. Se houverem ilustrações (quadros, figuras, fotos etc), as mesmas devem ter uma numeração sequencial. Conforme a ABNT, sua identificação aparece na parte inferior, precedida da palavra designativa, seguida de seu número de ordem de ocorrência do texto, em algarismos arábicos, do respectivo título, a ilustração deve figurar o mais próximo possível do texto a que se refere. (ABNT. NBR 6022, 2003, p. 5). Quanto à utilização de tabelas, conforme o IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (1993), estas devem ter um número em algarismo arábico, sequencial, inscritos na parte superior, a esquerda da página, precedida da palavra Tabela. Exemplo: Tabela 5 ou Tabela 3.5 Título: as tabelas devem conter um título por extenso, inscrito no topo da tabela, para indicar a natureza e abrangência do seu conteúdo. Fonte: a fonte deve ser colocada imediatamente abaixo da tabela em letra maiúscula/minúscula para indicar a autoridade dos dados e/ou informações da tabela, precedida da palavra Fonte. Conforme a NBR 14724 (2002), deve-se usar a fonte 12 para o texto e para as referências. Para as citações longas, notas de rodapé, paginação, legendas das ilustrações e tabelas, usar tamanho menor, no nosso caso, utilizar a fonte 10. A NBR 6022 (2003) não orienta quanto a apresentação gráfica dos artigos de periódicos. Citação direta, com mais de três linhas deve ter destaque de 4 cm do parágrafo. A fonte deve ser menor do que a do texto. O espaçamento entre linhas deve ser simples. (NBR 14724 (2003). Nas referências, devem-se seguir as normas da ABNT, atentando para a ordem alfabética dos autores. No seu material didático existem vários exemplos e modelos de referências que devem ser consultados, quando da elaboração da sua lista. O espaçamento deve ser simples entre as linhas e duplo entre as referências. O alinhamento, das mesmas, deve ser à margem esquerda. O título é centralizado, em maiúsculas e negrito. Para concluir o trabalho, deve-se atentar para a formatação e estrutura do mesmo, dentro das normas exigidas pela instituição. Abaixo, segue a apresentação gráfica a ser seguida: ● Papel: formato A4; ● Fonte (letra do texto): Arial ou Times New Roman; ● Margem direita: 2,0cm; ● Margem esquerda: 3,0cm; ● Margem superior: 3,0cm; ● Margem inferior: 2,0cm; ● Paragrafação para o texto: Justificado e com recuo de 1,5 cm na 1ª linha; ● Texto das partes que compõem o corpo do Artigo: fonte tamanho 12, espaço entre linhas de 1,5 cm; ● Nota do artigo, nota de rodapé, resumo e citações longas: fonte tamanho 10, espaçamento simples entre linhas; ● Nota de artigo e citação longa: recuo de 4,0 cm da margem esquerda; fonte 10; ● O Título do artigo, as palavras Resumo e Referências: fonte tamanho 12, CAIXA ALTA, negrito, centralizado; ● Indicativos de seção: é o número que antecede os subtítulos, grafado em números inteiros a partir de 1. Não se utiliza ponto, hífen, travessão ou qualquer sinal após o indicativo. Os indicativos dos subitens do Desenvolvimento apresentam decimais (2.1, 2.2); ● Subtítulos sem indicativo numérico: Resumo e Referências; ● Subtítulos (Introdução, Desenvolvimento e seus subitens, Considerações finais): fonte tamanho 12, caixa baixa, negrito, alinhados à esquerda; Não se deve colocar ponto final no título, subtítulos, resumo, introdução, desenvolvimento, considerações finais e referências. Paginação: inicia-se a contagem a partir da primeira página textual. O número deve ser colocado no canto superior direito das folhas. Considerações finais Pretendeu-se que este trabalho proporcionasse, de forma muito sintética, mas objetiva e estruturante, uma familiarização com os principais cuidados a ter na escrita de um artigo científico. Para satisfazer este objetivo, optou-se por uma descrição sequencial dos componentes típicos de um documento desta natureza. Pensa-se que o resultado obtido satisfaz os requisitos de objetividade e pequena dimensão que pretendia atingir. Pensa-se também que constituirá um auxiliar útil, de referência frequente parao aluno que pretenda construir a sua competência na escrita de artigos científicos, bem como, a realização de seu TCC. Faz-se notar, todavia, que ninguém pode se considerar perfeito neste tipo de tarefa. A arte de escrever artigos científicos constrói-se no dia-a-dia, através da experiência e da cultura. Assim, as indicações deste texto deverão ser entendidas como um mero primeiro passo, enquadrador, para uma jornada plena de iniciantes, mas, que por se só, não fará milagres e nunca terá fim. Após a confecção deste artigo espera-se que os alunos dos cursos de pós- graduação lato sensu desta instituição encontrem o suporte necessário para a confecção do TCC (Artigo científico), no que tange aos aspectos de elaboração, formatação e estrutura, dentro das normas e especificações da ABNT e de acordo com os autores de metodologia científica citados, bem como da própria instituição. A instituição pretende continuar buscando e oferecendo, aos seus alunos, ferramentas de apoio que possibilitem a verdadeira apreensão dos conceitos relativos à prática da ciência e sua divulgação, atendendo ao dispositivo legal que exige a produção científica nas instituições de ensino superior. REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6022: informação e documentação: artigo em publicação periódica científica impressa: apresentação. Rio de Janeiro, 2003. . NBR 6023: informação e documentação: elaboração: referências. Rio de Janeiro, 2002. . NBR 6024: Informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento. Rio de Janeiro, 2003. . NBR 6028: resumos. Rio de Janeiro, 1990. . NBR 10520: informação e documentação: citação em documentos. Rio de Janeiro, 2002. . NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2002. . ALVES, Maria Bernardete Martins; ARRUDA, Susana Margaret de. 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