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Tópicos Especiais em Contabilidade Demonstração do Resultado do Exercício – DRE Desenvolvimento do material Tancredo Lasagno 1ª Edição Copyright © 2022, Afya. Nenhuma parte deste material poderá ser reproduzida, transmitida e gravada, por qualquer meio eletrônico, mecânico, por fotocópia e outros, sem a prévia autorização, por escrito, da Afya. Sumário Demonstração do Resultado do Exercício – DRE Para início de conversa… ................................................................................ 3 Objetivo .................................................................................................... 3 1. Demonstração do Resultado do Exercício – DRE .............................. 4 2. Apresentação do Modelo e sua Elaboração ........................................ 5 3. Analisar a DRE ............................................................................................... 8 Referências .................................................................................................... 11 Para início de conversa… Neste capítulo, vamos estudar a demonstração contábil, que, juntamente com o Balanço Patrimonial, é uma das mais importantes fontes de informações: a DRE – Demonstração do Resultado do Exercício. Com base nas informações obtidas na DRE, seus usuários, principalmente os gestores das entidades, poderão visualizar de que forma se formou o lucro ou prejuízo alcançado por meio do embate de receitas e despesas/ custos de determinado período. Aprenderemos a efetuar a análise dos dados contidos na DRE, referentes a determinado período, por meio da Análise Vertical – que nos permite verificar, percentualmente, cada conta de despesas ou custos, confrontando com o resultado bruto – e da Análise Horizontal – que nos permite visualizar se ocorreu diminuição ou aumento das despesas, custos ou receitas. Como as demonstrações sempre são apresentadas no mínimo com dois períodos, o atual e o precedente, surge, então, a possibilidade de comparações entre eles. Ou seja, tal qual o Balanço Patrimonial e o Demonstrativo do Fluxo de Caixa, por meio da DRE é possível ver a “saúde” econômico-financeira de uma entidade. Objetivo Analisar a DRE. Tópicos Especiais em Contabilidade 3 1. Demonstração do Resultado do Exercício – DRE Você sabe o que é a Demonstração do Resultado do Exercício (DRE)? Trata-se de uma das mais importantes demonstrações contábeis apresentadas pela contabilidade, servindo de grande auxílio aos gestores de empresas em suas tomadas de decisões, bem como aos demais usuários das informações contábeis, sejam eles internos ou externos. A DRE é uma ferramenta à disposição dos gestores e apresenta, de maneira ordenada e metódica, o resultado das transações da entidade pertinentes a determinado período, com a finalidade de colocar em destaque o resultado líquido desse período. Nela, são incluídos todos os saldos das contas de resultado, ou seja, todas as contas de receitas, custos, despesas, perdas e ganhos que ocorreram durante o período, tendo sido recebidos ou não, uma vez que é seguindo o Regime de Competência. Vamos relembrar o que é Regime de Competência? O Regime de Competência estabelece que a receita e ou despesa apurada em determinado período por evento econômico acontecido, não vindo a caso seu recebimento ou pagamento, deve ser registrada nas datas em que ocorreram. Diferentemente do que ocorre no regime de caixa, em que a receita auferida (recebimento de numerário) e a despesa são de fato pagas (desembolso, saída de numerário) dentro do período apurado. É tido como um mecanismo de decisão e controle, contudo, legalmente, não pode ser utilizado, uma vez que a lei societária determina que a escrituração contábil deve ser efetuada em conformidade com as determinações da Lei Sociedades Simples (S/S) e da legislação comercial. Assim sendo, na DRE, são demonstradas a receita obtida (gerada ou ganha) e a despesa efetuada (consumida/utilizada). Já no Balanço Patrimonial (BP), são apresentados os gastos efetuados com determinada antecedência a sua utilização (despesas antecipadas) e às antecipações que viraram receitas (receitas recebidas antecipadamente). Em síntese, a DRE é uma ferramenta corporativa, um relatório que simplifica e informa a situação econômico-financeira de uma entidade, em determinado período, tomando por base os procedimentos operacionais e não operacionais, levando ao usuário da informação uma clara situação de existência de lucro ou prejuízo e de como este foi apurado. Via de regra, a DRE é emitida ao término do exercício fiscal, determinado por Lei. Contudo, como é uma ferramenta de grande valor aos gestores e administradores, geralmente, é emitida mensalmente, pois dá base para as decisões a serem tomadas. Tópicos Especiais em Contabilidade 4 A DRE, o BP e a DFC são os três mais importantes relatórios no auxílio à gestão de negócios. Por intermédio dessas três demonstrações, torna- se possível um diagnóstico completo quanto à “saúde” financeira do negócio de uma entidade, auxiliando na elaboração de novos planos e projetos para sua empresa. A DRE, em particular, possibilita visualizar a capacidade de criação de receita de seus negócios, fornecendo os dados necessários aos gestores das entidades a fim de saber se devem mudar ou manter a mesma atuação diante do quadro apresentado. A DRE é, na verdade, um dado de estratagema de perspectivas que auxiliam muito a ação dos gestores no futuro. 2. Apresentação do Modelo e sua Elaboração Veja que o modelo e a sua construção são tão importantes e fundamentais que estão regulamentados na Lei 6.404/76. Em seu art. 187, fica determinado que a DRE deverá abordar os seguintes itens: I – a receita bruta das vendas e serviços, as deduções das vendas, os abatimentos e os impostos; II – a receita líquida das vendas e serviços, o custo das mercadorias e serviços vendidos e o lucro bruto; III – as despesas com as vendas, as despesas financeiras, deduzidas das receitas, as despesas gerais e administrativas, e outras despesas operacionais; IV – o lucro ou prejuízo operacional, as outras receitas e as outras despesas; V – o resultado do exercício antes do Imposto sobre a Renda e a provisão para o imposto; VI – as participações de debêntures, empregados, administradores e partes beneficiárias, mesmo na forma de instrumentos financeiros, e de instituições ou fundos de assistência ou previdência de empregados, que não se caracterizem como despesa; VII – o lucro ou prejuízo líquido do exercício e o seu montante por ação do capital social. (BRASIL, 1976) Diante do abordado pela Lei 6.404/76, ficaremos, então, com a seguinte estrutura de nosso DRE: ESTRUTURA SIMPLIFICADA DA DRE - Em 31-12-X1 (Em R$) 1. RECEITA BRUTA DE VENDAS E SERVIÇOS Receitas de Comercialização Receitas de Venda de Serviços 2. (-) DEDUÇÕES DA RECEITA BRUTA Vendas Canceladas Abatimentos e Descontos Impostos sobre Vendas Descontos Incondicionais 3. (=) RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA Tópicos Especiais em Contabilidade 5 4. (-) CUSTOS DAS VENDAS Custo dos Produtos Vendidos (CPV) Custo dos Serviços Prestados (CSP) Custo das Mercadorias Vendidas (CMV) 5. (=) RESULTADO OPERACIONAL BRUTO (LUCRO BRUTO) 6. (-) DESPESAS OPERACIONAIS Despesas com Vendas Despesas Administrativas e Despesas Gerais (+/-) Outras Receitas ou Despesas 7. (=) RESULTADO OPERACIONAL LÍQUIDO 8. (+/-) RESULTADO FINANCEIRO Despesas Financeiras Receitas Financeiras 9. (=) RESULTADO ANTES DO IMPOSTO DE RENDA (LAIR) Provisão para Contribuição Social Provisão para Imposto de Renda 10. (=) RESULTADO DO EXERCÍCIO APÓS IMPOSTO DE RENDA (LADIR) 11. (-) PARTICIPAÇÕES Debêntures Empregados Administradores Partes Beneficiárias 12. LUCRO/PREJUÍZO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO Lucro Líq. do Exercício por ação do Cap. Social Figura 1: Exemplo de Estrutura simplificada de uma DRE. Fonte: Elaborado pelo autor. Para um maior entendimento, a seguir, iremos discriminar cada uma daspartes que compõem a DRE. Observe: 1. RECEITA BRUTA DE VENDAS – É definido pelo CPC 30 que receita vem a ser “o ingresso bruto de benefícios econômicos durante o período proveniente das atividades ordinárias da entidade que resultam no aumento de seu PL, exceto as contribuições dos sócios” (CPC, 2018). 2. (-) DEDUÇÕES DA RECEITA BRUTA – Da Receita Bruta são subtraídos os descontos comerciais, ou desconto incondicional, abatimentos, devolução de vendas e tributações inerentes. Aplicadas as deduções aqui mencionadas, apuramos a 3. (=) RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA. Agora que já conhecemos um pouco mais a estrutura, você sabe o que é desconto incondicional? Tópicos Especiais em Contabilidade 6 4. (-) CUSTOS DAS VENDAS – Trata-se do reconhecimento do Custo da Mercadoria Vendida (CMV), se estabelecimento comercial, do Custo do Produto Vendido (CPV), sendo indústria, ou Custo do Serviço Prestado (CSP), sendo prestador de serviços. De acordo com as características da entidade, que pode ter de uma a três especificações, abatem-se os valores do CV/CPV/CSP e chega-se ao 5. (=) RESULTADO OPERACIONAL BRUTO (LUCRO BRUTO). 6. (-) DESPESAS OPERACIONAIS – Pela lei societária, os gastos que tenham ocorrido na área de vendas são classificados da seguinte forma: ▪ Despesas de vendas: Desembolso com promoção, colocação e distribuição do produto, comissões s/ vendas etc. ▪ Despesas gerais e administrativas: Desembolso relacionado a mais de um setor: salários e encargos do pessoal administrativo, aluguel, material de escritório, despesas jurídicas etc. Aqui também são incluídas as despesas com depreciação. ▪ Outras receitas ou despesas: Produto positivo/negativo na equivalência patrimonial, receita de dividendos provenientes de investimentos avaliados pelo custo, receita de aluguel e variações monetárias ativas/passivas, ganhos/perdas na venda de bens do ativo não circulante. 7. (=) RESULTADO OPERACIONAL LÍQUIDO 8. (+/-) RESULTADO FINANCEIRO – As receitas financeiras são as derivadas de juros incorridos em descontos financeiros obtidos, de juros recebidos ou a receber pela origem de aplicações temporárias em títulos. Já as despesas financeiras são oriundas de juros de mora incidentes no caso de atraso da liquidação de dívidas, descontos dados em recebimento de duplicatas e comissões e despesas bancárias. Efetuados os devidos lançamentos é hora da apuração. 9. (=) RESULTADO ANTES DO IMPOSTO DE RENDA (LAIR) – Em cima do LAIR, efetua-se o cálculo do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Não é exatamente o lucro apurado pela Contabilidade o valor usado como base de cálculo, mas, sim, o lucro condicionado às orientações do RIR/99, mediante a adição e exclusão de itens especificados pela legislação fiscal. Sobre o resultado ajustado, denominado Lucro Real (LR), calcula-se, então, o Imposto de Renda. A CSLL é devida pelas pessoas jurídicas domiciliadas no país e pelas que lhes são equiparadas pela legislação do Imposto de Renda. Feitas as devidas provisões, chegamos ao 10. (=) RESULTADO DO EXERCÍCIO APÓS IMPOSTO DE RENDA (LADIR) – É obtido após a dedução do Imposto de Renda e Contribuição Social. 11. (-) PARTICIPAÇÕES – Do valor encontrado, diminuem-se as participações de terceiros no lucro, chegando-se, assim, ao lucro líquido do exercício. A Lei 11.941/09, artigo 187, inciso VI, considera como participações no lucro: Tópicos Especiais em Contabilidade 7 As participações de debêntures, empregados, administradores e partes beneficiárias, mesmo na forma de instrumentos financeiros, e de instituições ou fundos de assistência ou previdência de empregados, que não se caracterizem como despesa. (BRASIL, 2009) 12. LUCRO/PREJUÍZO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO – Definido após a dedução das participações, chega-se ao resultado do período que, sendo credor, vem a ser o lucro da entidade, ou devedor, um prejuízo do período. 3. Analisar a DRE Agora que já sabemos como é a estrutura de uma DRE e dos itens que a compõem, podemos concluir que várias são as informações que podemos obter por meio dessa demonstração, e é com base na análise delas que as decisões são tomadas. Uma das análises que pode ser efetuada é o desenvolvimento das receitas através dos períodos, o que indica se o negócio está evoluindo na velocidade desejada por seus gestores. Para isso, é necessário que a DRE apresente, no mínimo, dois períodos sequenciais. Outra informação disponibilizada pela DRE é o desenvolvimento dos gastos incorridos, que pode ajudar os gestores no reconhecimento de novos estratagemas empresariais. Quando avaliados ao longo do tempo, esses custos operacionais podem identificar a necessidade de reexame de posicionamentos operacionais, o que auxilia muito o desempenho de uma entidade. Os casos em questão nos levam a atentar para o fato de que, além de possuirmos dados confiáveis, é necessário verificar as variações não só em valores absolutos, como também em percentuais, a fim de não dar a atenção desnecessária ou deixar algo importante sem a devida análise. Uma das técnicas de análise mais simples, entretanto, dentre as mais importantes, consiste na avaliação do desempenho empresarial, por meio das análises vertical e horizontal. Na análise horizontal, verifica-se a evolução – crescimento ou redução – de uma rubrica da demonstração financeira, de um período (mês, ano etc.) para outro. Tal processo facilita muito a verificação de números divergentes e que merecem um maior trato. Análise Horizontal das Demonstrações de Resultados Demonstrações de Resultado 2003 2004 2005 Milhares R$ AV% Milhares R$ AV% Milhares R$ AV% Receita Bruta 2.714.158 - 3.339.686 - 3.548.056 - (-) Impostos (557.697) - (774.988) - (815.324) - Receita Líquida 2.156.461 100,0 2.564.698 100,0 2.732.732 100,0 CPV (1.568.406) (72,7) (1.849.829) (72,1) (2.018.534) (73,9) Tópicos Especiais em Contabilidade 8 Lucro Bruto 588.055 27,3 714.869 27,9 714.198 26,1 Despesas Operacionais (406.842) (18,9) (445.441) (17,4) (451.993) (16,5) Vendas (224.549) (10,4) (261.256) (10,2) (288.458) (10,6) Gerais e Administrativas (155.518) (7,2) (160.983) (6,3) (138.967) (5,1) Amort. ágio na recompra de ações (9.520) (0,4) (9.520) (0,4) (9.520) (0,3) Financeiras, líquidas (17.255 (0,8) (13.682) (0,5) (15.048) (0,6) Resultado de equivalência patrimonial 6.702 0,3 21.176 0,8 24.308 0,9 Lucro Operacional 187.915 8,7 290.604 11,3 286.513 10,5 Resultado não operacional 2.228 0,1 (12) (0,0) 1.822 0,1 Lucro antes da CS e IR 190.143 8,8 290.592 11,3 288.335 10,6 Provisão de IR e CS (30.410) (1,4) (71.496) (2,8) (75.931) (2,8) Lucro Líquido 159.733 7,4 219.096 8,5 212.404 7,8 Tabela 1: Exemplo de Análise Horizontal. Fonte: Adaptado de Contabilidade Fácil (2014). A análise vertical, também conhecida como análise da proporção, possui a finalidade, por meio de cálculos, de fornecer o percentual de cada conta em relação ao total da receita bruta ou líquida. Nela, verifica-se a participação relativa (%) de cada item que estrutura a DRE sobre o total. No cálculo da análise vertical da DRE, a base pode ser a receita líquida ou a receita bruta. No exemplo apresentado a seguir, apresentamos como base a Receita Líquida de vendas. Análise Vertical das Demonstrações de Resultados Demonstrações de Resultado 2003 2004 2005 Milhares R$ AV% Milhares R$ AV% Milhares R$ AV% Receita Bruta 2.714.158 - 3.339.686 - 3.548.056 - (-) Impostos (557.697) - (774.988) - (815.324) - Receita Líquida 2.156.461 100,0 2.564.698 100,0 2.732.732 100,0 CPV (1.568.406) (72,7) (1.849.829) (72,1) (2.018.534) (73,9) Lucro Bruto 588.055 27,3 714.869 27,9 714.198 26,1 Despesas Operacionais (406.842) (18,9) (445.441) (17,4) (451.993) (16,5) Tópicos Especiais em Contabilidade 9 Vendas (224.549) (10,4) (261.256) (10,2) (288.458) (10,6) Gerais e Administrativas (155.518) (7,2) (160.983) (6,3) (138.967) (5,1) Amort. ágio na recompra de ações(9.520) (0,4) (9.520) (0,4) (9.520) (0,3) Financeiras, líquidas (17.255) (0,8) (13.682) (0,5) (15.048) (0,6) Resultado de equivalência patrimonial 6.702 0,3 21.176 0,8 24.308 0,9 Lucro Operacional 187.915 8,7 290.604 11,3 286.513 10,5 Resultado não operacional 2.228 0,1 (12) (0,0) 1.822 0,1 Lucro antes da CS e IR 190.143 8,8 290.592 11,3 288.335 10,6 Provisão de IR e CS (30.410) (1,4) (71.496) (2,8) (75.931) (2,8) Lucro Líquido 159.733 7,4 219.096 8,5 212.404 7,8 Tabela 2: Exemplo de Análise Vertical. Fonte: Adaptado de Contabilidade Fácil (2014). A análise da DRE, assim como nas demais demonstrações, seja na modalidade de empresa que for e independentemente de seu tamanho, auxilia muito na determinação dos pontos fortes e fracos das performances operacional e financeira de qualquer organização. Ao tomar ciência desses pontos, os responsáveis na tomada de decisão podem tomar atitudes no intuito de melhorar o desempenho empresarial; essas ações irão sanar irregularidades diagnosticadas, fazendo com que o gestor tome suas decisões apoiado em informações retiradas de seus próprios demonstrativos, ou seja, baseando-se em fatos reais e comprovados em sua DRE. Neste capítulo, tomamos maior conhecimento sobre uma das mais importantes demonstrações contábeis, que nos proporciona ter uma visão geral do resultado econômico-financeiro de uma entidade, o que nos possibilita colher informações importantes para a gestão de uma empresa. Podemos citar como exemplos o total das despesas gerais da empresa, a constituição dos custos relacionados aos produtos e serviços, a receita total de vendas, o lucro obtido pela empresa com sua operacionalidade, as cargas tributárias sobre os produtos, o patamar de endividamento em que se encontra e quais serão as estratégias consequentemente adotadas. Dessa forma, podemos concluir que a DRE não deve ser usada apenas para cumprimento de lei ou de fins fiscais; ela serve, também, para a gestão estratégica do negócio e para uma boa governança corporativa. Com a DRE, torna-se possível analisar, de forma mais apurada, os números informados e determinar a eficiência das práticas adotadas pela empresa, possibilitando, assim, uma boa gestão financeira de toda a organização no futuro. Tópicos Especiais em Contabilidade 10 http://facil-contabilidade.blogspot.com/2014/05/analise-vertical-e-analise-horizontal.html Referências CONTABILIDADE FÁCIL. Análise vertical e análise horizontal. 2014. Disponível em: facil-contabilidade.blogspot.com/2014/05/analise- vertical-e-analise-horizontal.html. Acesso em: 24 set. 2019. CPC. CPC 30 (R1), revogado a partir de 1º de janeiro de 2018. Disponível em: www.cpc.org.br/CPC/Documentos-Emitidos/Pronunciamentos/ Pronunciamento?Id=61. Acesso em: 24 set. 2019. BRASIL. Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976. Dispõe sobre as Sociedades por Ações. Disponível em: www.planalto.gov.br/ccivil_03/ leis/L6404compilada.htm. Acesso em: 24 set. 2019. ______. Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002. Institui o Código Civil. Disponível em: www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10406.htm. Acesso em: 24 set. 2019. ______. Lei nº 11.941, de 27 de maio de 2009. Altera a legislação tributária federal relativa ao parcelamento ordinário de débitos tributários. [2014]. Disponível em: www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/ L11941.htm. Acesso em: 24 set. 2019. NORMAS LEGAIS. Sociedade simples. Disponível em: www.normaslegais. com.br/guia/clientes/sociedade-simples.htm. Acesso em: 24 set. 2019. Tópicos Especiais em Contabilidade 11 Demonstração do Resultado do Exercício – DRE Para início de conversa… Objetivo 1. Demonstração do Resultado do Exercício – DRE 2. Apresentação do Modelo e sua Elaboração 3. Analisar a DRE Referências