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Resumo do material “Proteção e Combate a Incêndio” Proteção e Combate a Incêndio (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia São Paulo) Digitalizar para abrir em Studocu A Studocu não é patrocinada ou endossada por nenhuma faculdade ou universidade Resumo do material “Proteção e Combate a Incêndio” Proteção e Combate a Incêndio (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia São Paulo) Digitalizar para abrir em Studocu A Studocu não é patrocinada ou endossada por nenhuma faculdade ou universidade Baixado por Anderson Pina (anderson7pina@gmail.com) lOMoARcPSD|53927475 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-do-material-protecao-e-combate-a-incendio https://www.studocu.com/pt-br/document/instituto-federal-de-educacao-ciencia-e-tecnologia-sao-paulo/protecao-e-combate-a-incendio/resumo-do-material-protecao-e-combate-a-incendio/15224827?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-do-material-protecao-e-combate-a-incendio https://www.studocu.com/pt-br/course/instituto-federal-de-educacao-ciencia-e-tecnologia-sao-paulo/protecao-e-combate-a-incendio/4904237?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-do-material-protecao-e-combate-a-incendio https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-do-material-protecao-e-combate-a-incendio https://www.studocu.com/pt-br/document/instituto-federal-de-educacao-ciencia-e-tecnologia-sao-paulo/protecao-e-combate-a-incendio/resumo-do-material-protecao-e-combate-a-incendio/15224827?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-do-material-protecao-e-combate-a-incendio https://www.studocu.com/pt-br/course/instituto-federal-de-educacao-ciencia-e-tecnologia-sao-paulo/protecao-e-combate-a-incendio/4904237?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-do-material-protecao-e-combate-a-incendio Departamento de Elétrica- DEL Engenharia de Controle e Automação Turma N9 Disciplina: SEGEL – Segurança do Trabalho em Eletricidade Professor: Domingos Teixeira Da Silva Neto Resumo do material “Proteção e Combate a Incêndio” Giovanna Villarrubia Rucci Prontuário 1667513 São Paulo, 12 de setembro de 2020. Baixado por Anderson Pina (anderson7pina@gmail.com) lOMoARcPSD|53927475 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-do-material-protecao-e-combate-a-incendio O material disponibilizado no Curso de Formação de Brigadistas Escolares (2013) aborda conceitos e teorias sobre o fogo e os principais elementos que o compõe. Posteriormente, são expostas as formas de propagação do fogo, além de seus pontos críticos e temperaturas recorrentes importantes de serem conhecidas. Por fim, são exemplificados os métodos de proteção e combate à incêndios, bem como os tipos de classes de incêndio, tipos de extintores de incêndio e instruções para casos de emergência. Uma reação química, dada pela mistura de gases em alta temperatura, que libera luz e calor, forma-se o conceito de fogo. Os elementos que devem interagir para que ocorra e mantenha a reação em cadeia são: o combustível (qualquer substância líquida, sólida ou gasosa capaz de queimar e alimentar a combustão), o comburente (ativa a combustão se juntado aos vapores inflamáveis dos combustíveis) e o calor (energia que inicia o fogo e faz a propagação). Em relação á substâncias sólidas, é importante destacar que quanto maior a superfície exposta ao fogo, mais rápido se aquece e queima. Quando se fala em substâncias líquidas, ressalta-se a dificuldade de extinção do fogo dependendo de suas propriedades físicas: aqueles com alta solubilidade pode ser diluídos até certo ponto para que a mistura não seja inflamável, já aqueles com alta volatilidade apresentam alto risco de gerar explosão e fogo. Contudo, as substâncias gasosas que têm seu peso menor do que o peso do ar, o gás tende a subir e dissipar-se, já na situação inversa, o gás permanece próximo ao solo e caminha de acordo com a direção do vento. Sobre o tópico de comburentes, destaca-se o oxigênio como o mais comum, que dependendo da concentração contida no ar, perde o domínio sob a combustão. Alguns outros exemplos de elementos químicos são: o hidrogênio que pode queimar em contato com o cloro, os metais leves que queimam em contato com o vapor de água e o cobre que queima em contato com o vapor de enxofre. Entre as formas de transmissão de calor entre corpos, pode-se destacar a ocorrência de uma ou mais ao mesmo tempo: condução (entre corpos iguais ou diferentes, entre moléculas), convecção (através de uma massa de ar aquecida, de um ambiente para o outro, por meio de compartimentações) e irradiação (por meio de ondas caloríficas através do espaço). É importante salientar que, cada combustível apresenta sua temperatura limite para começar a liberar vapores e entrar em combustão. Baixado por Anderson Pina (anderson7pina@gmail.com) lOMoARcPSD|53927475 Existem quatro métodos para realizar a extinção do fogo: por resfriamento (diminui-se a temperatura/calor para que o combustível não gere mais gases/vapores, a água é o agente mais utilizado nesse caso), por abafamento (impedir que o comburente mantenha contato com o combustível em quantidades que alimentam a combustão), por isolamento (retirando o combustível da reação, algum material que está queimando ou próximo do fogo) e por química (adicionar um agente químico capaz de transformar a mistura combustível-comburente em não inflamável). Pode-se dividir os combustíveis em cinco classes, cada uma com sua característica e com seu método adequado de extinção rápida e segura de incêndios: A – materiais fibrosos e combustíveis sólidos (quanto maior a quantidade, maior a queima e resíduos deixados pelo incêndio, sendo possível controlar por resfriamento); B – líquidos e gases combustíveis (queima pela superfície e não deixa resíduos, sendo possível controlar por abafamento); C – materiais energizados (alto risco no combate pela eletricidade envolvida, deve-se desconectar equipamento da fonte de energia, sendo possível controlar por agentes extintores que não conduzam eletricidade e que fiquem vedados a água e o gás carbônico); D – metais pirofóricos (irradiam luz forte, difíceis de serem apagados, sendo possível controlar por abafamento, sem água ou espuma); K – óleos e gorduras (proibido utilizar água, sendo possível controlar por abafamento). Ainda, têm-se uma nova classe ainda não reconhecida internacionalmente: E – materiais químicos e radioativos. Os extintores servem para auxiliar o combate imediato e rápido, em pequenos focos de incêndio, sendo proibido realizar a postergação do acionamento de alarme ou mobilização de recursos, nem mesmo a substituição deles por sistemas mais complexos de extinção. Há seis tipos de extintores, cada qual com sua função específica para cada situação: de água; de espuma química; de gás carbônico; de pó químico; de pó multiuso (ABC); de pó químico especial. O extintor de água pressurizada é mantido sob pressão e possui um cilindro para a água e o gás expelente. O extintor de água gás apresenta pressurização apenas no momento da operação e possui uma câmara, um recipiente de água e um cilindro de alta pressão, contendo o gás expelente, utilizado em pequenos focos de incêndio classe A. O manejo de ambos fala sobre retirar o extintor e seu esguicho do suporte, ir até o local do foco e romper o lacre da ampola do gás expelente apontar, abrindo totalmente o seu registro, apontando o jato (com alcance de8m) em direção à base do fogo. Pensando na manutenção, é essencial inspecioná-los frequentemente (verificar o nível da água, Baixado por Anderson Pina (anderson7pina@gmail.com) lOMoARcPSD|53927475 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-do-material-protecao-e-combate-a-incendio avarias na junta de borracha, selo, entupimento da mangueira e do orifício de segurança da tampa), recarga logo após o uso, verificar a carga e cilindro anualmente, bem como o do peso da ampola semestralmente. Este tipo de extintor apresenta alto risco se usado em eletricidade. O extintor de espuma química tem maior eficácia quando utilizado em incêndio de Classe “B”, seu cilindro contém uma solução de água com bicarbonato de sódio mais o agente estabilizador, mantendo a solução de sulfato de alumínio separado, em recipiente interno ao cilindro. Para manuseá-lo é necessário retirar do suporte sem movimentos bruscos, ir até o local do foco (mantendo-o sempre na vertical) e colocá-lo de cabeça para baixo até o final, agitando para agilizar a reação e apontando o jato em direção à superfície do combustível, abafando toda a superfície. Pensando na manutenção, é essencial vistoriá-los mensalmente, analisar semestralmente a carga (que deve ser trocada todo ano, independente do uso) e o poder de reação das soluções, bem como lavar internamente após o uso para que os resíduos da reação química não corroam as paredes do cilindro. Este tipo de extintor apresenta alto risco se usado em eletricidade. O extintor de gás carbônico tem maior eficácia quando utilizado em incêndio de Classe “C”, por ter capacidade condutora praticamente nula, agindo por abafamento. O seu manejo se dá na retirada do extintor de seu suporte, indo até o local do foco e rompendo o grampo de segurança, segurando o difusor (fazendo movimentos circulares) com firmeza e acionando o gatilho, apontando a nuvem de gás em direção à base da chama, aplicando de forma homogênea e rápida para não dissipar. Pensando na manutenção, é essencial inspecioná-los e pesá-los mensalmente, recarregar a carga do cilindro se apresentar uma perda superior a 10% de sua capacidade e submeter o extintor a testes hidrostáticos a cada 5 anos. O extintor de pó químico tem maior eficácia quando utilizado em incêndio de Classes “B” e “C”, pois utilizam os agentes extintores bicarbonato de sódio (o mais comum) ou o bicarbonato de potássio. O seu manejo se dá na retirada do extintor de seu suporte, indo até o local do foco (observando a direção do vento). No extintor de pó químico pressurizado rompe-se o seu lacre. No extintor de pó químico a pressurizar é necessário acionar a válvula do cilindro de gás. Após isso, em ambos se destrava o gatilho, comprime-se a trava para frente (segura o difusor no caso do extintor a pressurizar) e aciona o gatilho, dirigindo o jato para a base do fogo. Pensando na Baixado por Anderson Pina (anderson7pina@gmail.com) lOMoARcPSD|53927475 manutenção, é essencial inspecioná-lo rotineiramente e sua carga deve ser substituída anualmente. O extintor de pó multiuso tem maior eficácia quando utilizado em incêndio de Classes “A”, “B” e “C”, pois utilizam base de monofosfato de amônia siliconizado como agente extintor. O seu manejo se dá na retirada do extintor de seu suporte, indo até o local do foco (observando a direção do vento). Em seguida, rompe-se o lacre, se destrava o gatilho, comprime-se a trava para frente e aciona o gatilho, dirigindo o jato para a base do fogo. Pensando na manutenção, é essencial inspecioná-lo rotineiramente e sua carga deve ser substituída anualmente. Por fim, o extintor de pó químico especial é utilizado em incêndio de Classe “D”, agindo por abafamento. Em casos de incêndio, é importante manter a calma, ligar para o Corpo de Bombeiros através do número 193, acionar o alarme mais próximo, respirar somente pelo nariz, retirar as pessoas do local, desligar o quadro de luz e usar o extintor mais adequado para a situação. Ainda, se houver fumaça é essencial molhar algum pano ou lenço para usar como máscara, mantendo roupas, cabelos e calçados molhados para se proteger do calor e desidratação (ou quando tiver que atravessar o fogo, recomendado ainda se enrolar em panos compridos). Se alguma peça de roupa incendiar, é primordial se jogar no chão e rolar lentamente para que elas se apaguem por abafamento. Ademais, para se confinar do fogo, quando não é possível sair do local, recomenda-se ficar agachado, onde o calor e fumaça é menor. É proibido que pessoas subam as escadas, sendo permitido apenas descer, retirando sapatos de salto alto e meias escorregadias. No dia a dia, sempre que chegar em algum local, é recomendado que se conheça todas as saídas disponíveis, inclusive as rotas de fuga. Por fim, sempre que puder, aconselha-se a participação em treinamentos teóricos, práticos e reciclagens que sejam ministrados, conhecendo e praticando as normas de proteção e combate ao princípio de incêndio. Baixado por Anderson Pina (anderson7pina@gmail.com) lOMoARcPSD|53927475 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-do-material-protecao-e-combate-a-incendio