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RELATÓRIO DE PRÁTICA 01 
Beatriz de Nazaré Baia Souza 
04080615 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
 
RELATÓRIO 01 
DATA: 
 
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RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: Citologia Clínica 
 
DADOS DO(A) ALUNO(A): 
 
NOME: Beatriz de Nazaré Baia Souza MATRÍCULA: 04080615 
CURSO: Farmácia POLO: Parque Shopping 
PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): Cleideane Sarges 
 
 
 
TEMA DE AULA: COLETA GINECOLÓGICA E ELEMENTOS CELULARES 
 
 
RELATÓRIO: 
 
1. COLETA DO MATERIAL CÉRVICO-VAGINAL 
 
A. Qual é o procedimento correto para a coleta do material cérvico-vaginal e quais são 
os instrumentos utilizados? 
Procedimento de Coleta tem que haver a preparação do paciente, fazendo as 
devidas orientações necessárias, em seguida posiciona-lo com os pés apoiados 
em estribos. A Higienização do profissional é essencial, utilizar luvas, lavar as mãos 
e afins. Logo após higienizar, fazer a inserção do especulo, isso permite a 
visibilidade do colo do útero. 
Os instrumentos usados são, escova de células, usada para coletar células do colo 
do útero (exame Papanicolau). Tem o Swab, uma espécie de cotonete estéril, que 
pode ser usado para coletar secreções vaginais ou cervicais. 
Após a coleta, o especulo é removido suavemente. O material coletado é colocado 
em um transporte apropriado ou em lâminas para exame, e deve ser rotulado de 
forma correta. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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B. Quais são os critérios de qualidade para a amostra de material cérvico-vaginal 
coletada e como isso pode influenciar o diagnóstico final? 
 
Os critérios de qualidade para a amostra de material cérvico-vaginal coletada 
incluem a técnica de Coleta, volume adequado do mesmo, a Conservação do 
material coletado, o Tempo de Processamento adequado após a coleta para evitar 
a degradação das células e a perda de informações diagnósticas. A identificação 
Correta da amostra, tem que estar claramente identificada para evitar erros de 
diagnóstico. 
Esses critérios influenciam diretamente o diagnóstico final, pois amostras de baixa 
qualidade podem levar a resultados falsos negativos ou positivos, comprometendo 
a identificação de condições como infecções, alterações celulares ou câncer. 
Assim, a qualidade da amostra é essencial para a eficácia e confiabilidade dos 
exames realizados. 
 
 
 
C. Descreva as características visuais observadas em cada uma das regiões 
anatômicas do colo uterino durante o exame. 
 
OBS: Devido à falta material biológico e a falta das lâminas, não podemos 
executar e concluir a prática. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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D. Descreva as técnicas de fixação e coloração do material cérvico-vaginal para 
análise microscópica. 
 
As técnicas de fixação e coloração do material cérvico-vaginal são essenciais para 
a análise microscópica, a fixação com Álcool para preservar a morfologia celular, 
os fixadores como Formol para preservar a estrutura celular e o Spray de Fixação 
para fixar rapidamente a amostra em lâminas. 
 De acordo com as explicações, já a coloração, tem a técnica Coloração de 
Papanicolaou (Pap), que utiliza corantes para diferenciar células normais e 
anormais. Tem a técnica de Coloração de Giemsa que possibilita a visibilidade de 
infecções e alterações citológicas. E tem a Coloração de Gram, que pode ser 
aplicada para reconhecer as bactérias e infecções. Todas essas técnicas 
asseguram além da visualização das células, mas também a preservação da 
mesma, concedendo assim diagnósticos precisos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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2. ELEMENTOS CELULARES 
 
A. Quais são as principais características morfológicas das células que compõem o 
epitélio escamoso e o epitélio glandular do colo uterino? 
 
O epitélio escamoso é um tipo de tecido epitelial caracterizado por suas células 
achatadas e dispostas em camadas delgadas. Forma achatada, com núcleo 
achatado, camadas múltiplas, superfície lisa e que fica localizado na base da célula. 
Já o epitélio glandular do colo do útero é composto por células secretoras, 
geralmente mais arredondadas, com núcleo arredondado, espaço intracelular 
reduzido, variedades morfológicas e localizado mais centralmente na célula. 
Refletindo sua especialização na produção e secreção de substâncias essenciais 
para o organismo. 
Essas características morfológicas são fundamentais para a função do colo uterino 
e desempenham papéis importantes na saúde reprodutiva. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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B. Adicione fotos das células do epitélio escamoso e glandular observadas durante o 
exame, destacando suas características distintivas. 
 
 
OBS: Não tivemos material para executar a prática devida. 
 
 
 
C. Quais são os estágios maturativos das células escamosas do colo uterino e como 
cada estágio pode ser identificado microscopicamente? 
 
As células escamosas do colo uterino passam por diferentes estágios maturativos 
que podem ser identificados microscopicamente. Os estágios incluem células 
basais, parabasais, intermediárias, superficiais e células descamativas. 
As Células basais: São pequenas, com núcleos grandes e citoplasma escasso. 
As Células parabasais: Apresentam núcleos menores que as basais e um aumento 
no tamanho do citoplasma. 
As Células intermediárias: Possuem um núcleo mais central e citoplasma mais 
abundante. 
As Células superficiais: São achatadas com núcleos picnóticos (condensados) e 
citoplasma eosinofílico. 
As Células descamativas: São células mortas que se desprendem da superfície do 
epitélio. 
Esses estágios maturativos podem ser observados em esfregaços citológicos do 
colo uterino, contribuindo no diagnóstico e monitoramento de condições como a 
displasia cervical. São importantes para entender a maturação celular e podem ser 
importantes na avaliação citológica, especialmente em exames como o 
Papanicolaou, onde a aparição de células em diferentes estágios pode indicar 
condições patológicas. 
 
 
 
 
 
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D. Quais são os elementos não-epiteliais que podem ser encontrados no colo uterino 
e qual é sua relevância clínica? 
 
Além das células epiteliais, o colo uterino pode conter elementos não-epiteliais, como 
leucócitos (neutrófilos, linfócitos e macrófagos), hemácias, muco cervical, bactérias e 
fungos. A presença e quantidade desses elementos podem fornecer informações 
importantes sobre a saúde do colo uterino. Por exemplo, a presença de leucócitos 
pode indicar inflamação ou infecção, enquanto a presença de bactérias e fungos pode 
sugerir um desequilíbrio na flora vaginal. A avaliação desses elementos não-epiteliais 
é relevante para a função e a saúde do colo uterino e têm implicações significativas 
em várias condições clínicas na investigação de infecções, inflamações e outras 
condições que afetam a saúde ginecológica da paciente. 
 
 
 
FOTOS AULA PRÁTICA 1 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE PRÁTICA 02 
Beatriz de Nazaré Baia Souza 
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DADOS DO(A) ALUNO(A): 
 
NOME: Beatriz de Nazaré Baia Souza MATRÍCULA: 04080615 
CURSO: Farmácia POLO: Parque Shopping 
PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): Cleideane SargesTEMA DE AULA: CITOLOGIA INFLAMATÓRIA E ALTERAÇÕES PRÉ NEOPLASICAS E 
NEOPLASICAS 
 
 
RELATÓRIO: 
 
1. CITOLOGIA INFLAMATÓRIA 
A. Descreva quais são os principais micro-organismos que podem causar infecções 
no colo uterino, como eles são identificados microscopicamente. 
 
Os principais micro-organismos que podem causar infecções no colo uterino 
incluem bactérias como Chlamydia trachomatis, Neisseria gonorrhoeae e diversas 
espécies de Gardnerella vaginalis, fungos do gênero Candida (Candida albicans), 
e protozoários como Trichomonas vaginalis. 
Na identificação desses micro-organismos microscopicamente, é possível observar 
a presença de células inflamadas, leucócitos (principalmente neutrófilos), bactérias 
cocoides ou bacilares, hifas de fungos e o próprio protozoário Trichomonas com 
sua forma característica de flagelo em movimento. Além disso, exames 
laboratoriais específicos, como cultura, testes de DNA ou imunocromatografia, 
também podem ser usados para identificar esses agentes infecciosos de forma 
mais necessaria. A correta identificação desses micro-organismos é importante 
para o diagnóstico e tratamento adequado das infecções no colo uterino. 
Esses micro-organismos retratam as causas mais comuns de infecções cervicais e 
são identificáveis através de métodos microscópicos e culturais, assim como testes 
moleculares. O diagnóstico precoce e correto é crucial para o tratamento eficaz 
dessas infecções. 
 
 
 
 
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B. Adicione fotos dos micro-organismos identificados, destacando suas características 
distintivas. 
 
OBS: Não tivemos material para executar a prática devida 
 
 
C. Qual é a importância clínica de identificar corretamente os micro-organismos que 
podem causar infestações e infecções no colo uterino? 
 
A importância clínica de identificar corretamente os micro-organismos que podem 
causar infestações e infecções no colo uterino reside na eficácia do tratamento. 
Cada agente infeccioso requer uma abordagem terapêutica específica, sendo 
crucial determinar o patógeno envolvido para garantir a escolha adequada dos 
antibióticos, antifúngicos ou outros medicamentos necessários. Além disso, a 
identificação correta dos micro-organismos permite um monitoramento mais 
preciso da resposta ao tratamento, evitando complicações, recorrências e a 
disseminação da infecção. Dessa forma, a identificação correta dos micro-
organismos é essencial para garantir um tratamento eficaz o diagnóstico preciso 
contribui significativamente para a saúde reprodutiva e bem-estar geral das 
pacientes. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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D. Descreva os micro-organismos observados durante os exames e como eles afetam 
o tecido cervical. 
 
Durante os exames do colo uterino, podem ser observados diversos micro-
organismos, como bactérias, fungos e vírus. Esses micro-organismos podem afetar o 
tecido cervical de diferentes formas, incluindo inflamação, irritação e danos 
estruturais. Bactérias patogênicas, como Chlamydia trachomatis e Neisseria 
gonorrhoeae, podem causar infecções que levam a secreção vaginal anormal, dor 
pélvica e, se não tratadas corretamente, podem haver complicações mais graves, 
como doença inflamatória pélvica e infertilidade. Fungos, como Candida albicans, 
podem causar infecções fúngicas, havendo coceira, corrimento vaginal anormal e 
irritação. Vírus, como o papilomavírus humano (HPV), podem causar verrugas genitais 
e aumentar o risco de desenvolver câncer cervical. Em resumo, a presença e a 
atividade desses micro-organismos no tecido cervical podem ter consequências 
significativas para a saúde reprodutiva das mulheres, enfatizando a importância da 
identificação precoce e do tratamento adequado. 
 
 
2. ALTERAÇÕES PRÉ NEOPLASICAS E NEOPLASICAS 
 
A. Descreva as características morfológicas das alterações pré-malignas observadas 
no colo uterino. 
 
As alterações pré-malignas no colo uterino, geralmente identificadas por meio de 
exames como o Papanicolau, incluem características morfológicas como: 
- Displasia: A presença de células anormais com aumento do tamanho e 
irregularidade no núcleo, que podem ser classificadas em leve, moderada ou grave. 
- Alterações na camada epitelial: Espessamento ou atrofia do epitélio escamoso, 
com perda da arquitetura normal. 
- Hiperplasia: Aumento do número de células, resultando em um epitélio mais 
espesso. 
- Alterações citoplasmáticas: Células podem apresentar citoplasma mais basofílico 
ou com características de queratinização. 
 
 
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- Alterações nucleares: Nucleoplasma com padrões irregulares, aumento da 
relação núcleo/citoplasma e presença de nucléolos proeminentes. 
Essas características são indicativas de um potencial risco para o desenvolvimento 
de câncer cervical, sendo importante o acompanhamento e a intervenção precoce. 
Essas características são indicativas de alterações que podem preceder o 
desenvolvimento do câncer cervical, tornando a detecção precoce e o 
monitoramento essenciais para a prevenção. 
 
 
 
B. Descreva as características morfológicas celulares das neoplasias malignas 
observadas no epitélio escamoso e glandular do colo uterino. 
 
As neoplasias malignas observadas no colo uterino podem ser de origem escamosa 
ou glandular. Na neoplasia maligna de origem escamosa, as células apresentam 
atipias, como aumento do núcleo em relação ao citoplasma, irregularidades 
nucleares, cromatina mais densa e distribuição desorganizada das células em 
camadas. Já na neoplasia maligna de origem glandular, as células glandulares 
apresentam atipias, como pleomorfismo nuclear, aumento da relação núcleo-
citoplasma, e formação de estruturas glandulares distorcidas e invasão do estroma 
adjacente. Estas características morfológicas são importantes para o diagnóstico e 
classificação das neoplasias malignas do colo uterino. Ambos os tipos de 
neoplasias malignas apresentam características de invasão local e potencial 
metastático, com células que demonstram desorganização e alterações 
significativas em sua morfologia. Essas alterações são fundamentais para o 
diagnóstico e estadiamento do câncer cervical. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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C. Descreva os efeitos celulares causados pelo HPV no tecido cervical. 
 
O HPV (Papilomavírus Humano) é um vírus que pode infectar as células do tecido 
cervical. Ele possui a capacidade de integrar seu material genético ao genoma das 
células hospedeiras, resultando em alterações celulares. O HPV pode causar 
mudanças morfológicas nas células cervicais, como aumento do núcleo em relação 
ao citoplasma, alterações nucleares (como pleomorfismo e irregularidades) e 
presença de cromatina condensada. Além disso, o HPV pode interferir no ciclo 
celular, levando ao crescimento descontrolado das células e contribuindo para o 
desenvolvimento de lesões pré-cancerosas e cancerígenas no colo uterino. Esses 
efeitos celulares são fundamentais para o entendimento da relação entre o HPV e 
o câncer cervical. Esses efeitos celulares, em conjunto, promovem a progressão de 
alterações cervicais que podem levar ao desenvolvimento de neoplasias malignas, 
como o câncer cervical. A detecção e o monitoramento das infecções por HPV são, 
portanto, essenciais para a prevenção e o tratamento precoce dessas condições. 
 
 
D. Adicione fotos das alterações pré-malignas observadas no colo uterino, destacando 
suas características morfológicas. 
 
OBS: Não tivemos material para executar a prática devida 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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