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Tecido Muscular Anatomia Segundo Semestre 2025 87 e C 0g C p6 Poo nc ul M tvC CA S ct o P CR Irc eic o LiS rk S o CD ur A 8 kI L세 e K A Aus cin de ▇ UC o UM ICo e C Cut EC S1 o 6 o Te TL M 5 Sos SA 1G 1G oS 9 1 0 행2 & 중 0 x C 치ry 이 Bo cD RA C CS Te TU Ra 6S RiA bA ccL uLA S U i 0 BM CC EAD AS ( G C6 TRAL 6 ト タ い U ト 8 * / ト ト 2 ド ⽂ F # ま イ ト) P * ト ム ト & se comunicomtastocom- & (NEUROTRANSMISSOR PARA A CONTRAÇÃO FINO Gere Catoi sobr7 - PRECISA DA ENERGIA ATR PARA GERAR CONTRACÃO S (GROSSO ' 11919124 ↑ - TRONCO ENCEFALICO ·MESENCEFALO BRAS PONTE - = BULBO QUIMICAS -> CEREBELO - CEREBRO - TELENCEFALO - - DIENCFALe TALAMOT - - HIPOTALAMO RECEBE MUITA GLICOSE 7 Se comunica- COM A V - MEDULA ImpuSOLTANDO- S. l .M -b NEURÔNIOS S Neurônios -NEURONIOS SINAL PROCESSA RESPOSTA ~ O ↳TROCA DE MENSAGENS - Q Devestido O sistema nervoso central é responsável pelas tarefas mais complexas do organismo; memória, raciocínio, formação da personalidade, controle motor voluntário Ele está localizado no centro do nosso corpo, no Encéfalo e Medula Espinal, ele é protegido e revestido por Meninges (fibroso) - Dura Mater - Aracniide mater - Pia mater isso tudo revestido por último pelo Crânio e Vértebras. Existe também um líquido que circula por todo esse sistema nervoso central chamado : Líquor ou Líquido Cerebrospinal ele circula abaixo da Menige Aracnóide Mater - Tem Função de Proteger - Nutrir e Remover resíduos do Sistrma Nervoso Central Sistema Nervoso da Medula Espinal (SNE); passa pelo canal vertebral e se ramifica em raizes nervosas que vão dar origem aos nervos espinais que dá origem ao sistema periférico. Neurônios Sensitivos ou Aferente Neurônios Motores ou Eferente Chegando dos nervos periféricos Partindo do Sistema nervoso central (Corno Posterior) E indo p/ nervos periféricos (Corno Anterior) Sistema Nervoso Periférico (SNP); ele vai ser formado basicamente por Nervos, raiz nervosa e glanglios nervosos. Podem ser nervos Espinal que se ramificam a partir da medula espinal ou podem ser nervos Cranianos que apesar de esterem dentro do crânio eles são Nervos e fazem parte do Sistema Nervoso Periférico. SE É NERVO É SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO Função: transmitir estímulos nervosos, tanto pra dentro quanto pra fora Classificação: Sensitivos ou Aferentes, levam a informação da periferia em direção ao SNC Motores ou Eferentes, levam informação do SNC em direção á periféria (órgãos efetores) Mistos, possuem neurônios sensitivos e motores ① EXPELE , ORGÃO INTERNOS = - OS NERVOS PODEM SERMIS TOS esse caso podem OS NEURONIOS NÃO SEROS MÚSCULOS CORTE TRANSVERSO SENERVO - E EXERC 0 - acelerar batimentos dilates pupite Neurônios Neurológias Sistema Nervoso: comunicação feita sempre por neurônios Comunicação ( impulso ) Auxiliar os neurônios . . Esses nomes se dá pelas comunicações com o corpo A mensagem chega no Denditro passa pelo Corpo e chega no Axôno 1- Dendritos 2- Corpo Celular 3- Axôno X - CORDO ⑧ V ju =↑ #· ar ↓ k · · - RESUMO 27/19/24 Sistema Nervoso está dividido e central e periférico . Sxc-encefalo e medula espinal7 SNP-curvos cranianos, nelos espinais , stânglios plexos intericos no intestino delgado e receptor senso- riais no pele SNP ~ - - Somatica Aulonoma -- - Simplica Parasimpático Kilera Susb Quimicad CARACTERÍSTICAS SN 8 3 O NERVO ESPINAL- · Alamente rascularizada SE COMUNICA COM · clulas extremamente especializades A MEDULA - exclusive animal ESPINAL - FUN COES : S S i M Sensorial Integrativa Motora - Manda o Sinal processo reporta OS NEURÔNIOS NÃO Se TOCAM ↑ NEURÔNIOS SEM OU POUCA BAIA DE MIALINA FICA COM A TRANSMISSÃO CENTA CÉLULAS Do SISTEMA Nervoso NEURÔnios- conduzem os sinais elétricos pelo SN &NEUROGLIAS -D chilas shais evitam que os sinais sem dispusados entre os neurônios, tambémSustenta , ALIMENTA E PROTEJE 05 NEURÓNiOS Neurônios -> excitabilidade elétrica e potencial de aco ( PARTES DO NEURÔNIO CORPO CELULAR- contémum núcleo circundado por citoplasma DENDRITOS-recepção de estímulos Axónios> Conduz os impulsos nervosos a outros neurônios TERMINAIS AXÔNICOS => onde acorre as sinapses POTÊNCIAL De ACÃO - quandoe carga de NAentro S no neurônio e transforma a carga dentro do - Neurônio ou seja DESPOLARIZACAO -éa entrado I - de NAT no neuromo , isso acontece atraiz do estimulo se ta entando A deu abertura para saida do K(POTASS / 0) então acontecee REPOLARIZACA I Terceiro Semestre de Anatomia 05/02/25 I UNIDADE - Cardio Same-4 , 0 -avaliação - 5 , 0 I - atividades - 1 , 0 K- POTEssio & NAT-sodio * 4P 30 - - 50 - ↳OutNetoSo - 80 %voltes ESCLEROSE MULTIPLA E A DEGENERACAO (PERDA) DA BAINHA DE MIELINA PRESINPTICO -··(SAIDA EXCESSIVADe k + ↳ ANATOMOFISILOGIA I Sistema Cardiovascular Prof. Me Marcos Vinícius Oliveira Carneiro 05/02/25 - • CORAÇÃO • SISTEMA VASCULAR (VASOS) • SANGUE Componentes do Sistema Cardiovascular Sistema circulatório = série de tubos (vasos sanguíneos) cheios de líquido (sangue), conectados a uma bomba (coração) 2 O ar Cas = chega pelava -> Sai pela ARTERIA FUNÇÕES • Transporte Respiratórias (oxigênio e gás carbônico) Nutritivas (produtos absorvidos pela digestão) Excretoras (resíduos metabólicos) Reguladoras (hormônios) • Proteção Glóbulos Brancos Leucócitos Sistema Cardiovascular 3 circulação pont 17 Coração Órgão muscular, oco, funciona como uma bomba contrátil-propulsora • Localização: Cavidade torácica Mediastino (entre os dois pulmões) Atrás do Esterno e acima do diafragma 2/3 lado esquerdo do plano mediano Aproximadamente mão fechada (12x9cm) Peso médio 300g Átrios e Ventrículos 7200 litros de sangue por dia 4 Bombas ENTRA ↓ a Para Oz-todo Esquendo 2 2 Para Coz-Lado Dito sempre chegando - ↓ ↓ - -atron de VelaS SAI Oz songue pelos v P) Todo 2 Saindo Artérias Todo o CORPO Corpo Em Repou - Coração • Partes: Ápice (cone para baixo) e Base (superior, fixam os grandes vasos) 5 - • Pericárdio → Cavidade do Pericárdio Fibroso→ camada externa de tecido conjuntivo denso Seroso→ interna; fina (camada parietal e a camada visceral) • Camadas: Epicárdio (externa, lâmina visceral do pericárdio seroso) Miocárdio (média, tecido muscular cardíaco) Endocárdio (interna, contínua com o endotélio dos vasos sanguíneos) Coração 6 Coração 7 VEIAS Sistêmicas (CORPol ↳ Sangue Verso (↑ (O) VEIAS PULMONARE SIPULMÕES) ↳ Sangue Arterial (*) HEMATOSE [ troca de gasel ARTÉRIAS SISTÊMICAS corpe↳ Sangue arterial (02)- ARTERIAS PULMONARES(PULMOS↳ Sangue venoso /*Co2) 8 Coração- Coração 9 • Morfologia Interna Visa garantir um fluxo unidirecional Átrios → Direito e Esquerdo → Septo Inter atrial → Septos Atrioventricular Ventrículos → Direito e Esquerdo → Septo Interventricular Valvas Atrioventriculares Valva Mitral (átrio e ventrículo esquerdo) Valva Tricúspide (átrio e ventrículo direito) Valvas Semilunares Valva Pulmonar (VD e Tronco Pulmonar) Valva Aortica (VE e Aorta) Coração 10 Coração 11 ADRTA ↑ Sonsul > PULMONAR nutrido entrez Sai São as artérias coronarios que irriga o proprio corosão que vai ser & -who Quando o venlu·-i avalvulacontro e o songue roi abie - Coração 12 s maioo VEIAS SISTEMICAS (Corpo ↳ Sangue venoso ( + C0) VELAS PULMONARES (PULMÕES) ↳ Sangue arterial (*) ARTÉRIAS SISTEMICAS ↳ Sangue artial (*) -> corpo - -CO2 ATERIAS PULMONARES -> PRIMOES↳ sangue vendo (co) HEMATOSE 202 • Vasos da Base: Átrio Direito → Veia Cava Superior e Inferior Átrio Esquerdo→ Veias Pulmonares Ventrículo Direito→ Tronco Pulmonar→ Artérias Pulmonares Ventrículo Esquerdo → Artéria Aorta (arco aórtico) • Átrios → chegam os vasos→ veias • Ventrículos → saem os vasos→ artérias Coração 13 14 O ápice das cúspides é preso por filamentos denominados cordas tendíneas as quais se inserem em pequenas colunas cárneas chamadas de Músculos Papilares Coração 15 · Coração 16 Coração 17 -que mais por volleamento e o 18 Fluxo sanguíneo no coração = compoporeste - A me Aixe ↑ Al Tudoope Ciclo Cardíaco • Um ciclo cardíaco único inclui todos os eventos associados a um batimento cardíaco. • No ciclo cardíaco normal os dois átrios se contraem, enquanto os dois ventrículos relaxam e vice versa. • O termo sístole designa a fase de contração. • A fase de relaxamento é designada como diástole. 19 -> Atividade para o coro , cori - -mercho - ler o Bole Quando o Atrio esta SISTOLE O VENTRICULo ESTA DIASTOLE or SEJA - Atrio fechado ventriculo relaxado e assim - Vice eVersa - Ciclo Cardíaco • Quando o coração bate, os átrios contraem-se primeiramente (sístole atrial); • O sangue passa para os ventrículos (diástole ventricular); • Uma vez preenchidos, os dois ventrículos contraem-se (sístole ventricular) e forçam o sangue para fora do coração e os átrios relaxam (diástole atrial). 20 Sístole → contração do músculo cardíaco Na sístole atrial as valvas atrioventriculares (tricúspide e bicúspide) estão abertas à passagem de sangue e as semilunares (pulmonar e aórtica) estão fechadas. Na sístole ventricular as valvas atrioventriculares estão fechadas e as semilunares (pulmonar e aórtica) abertas a passagem de sangue. Diástole → relaxamento do músculo cardíaco Ventricular → é quando os ventrículos se enchem de sangue, neste momento as valvas atrioventriculares estão abertas e as semilunares estão fechadas. Atrial → é quando os átrios se enchem de sangue vindo do corpo e pulmões Ciclo Cardíaco 21 Sístole Atrial / Diástole Ventricular Sístole Ventricular / Diástole Atrial Valvas Atrioventriculares Valvas Semilunares Ciclo Cardíaco 22 ABERTAS FECHADAS ABERTAS * FECHADAS ↑ ↑ 3 3 3 / ↓ 2 MiTRAL Lodo esquerdo TRCUSPiDe Lada Divita Pode-se dizer que o ciclo cardíaco compreende: 1 - Sístole atrial 2 - Sístole ventricular 3 - Diástole ventricular Ciclo Cardíaco 23 1- Diferencie: átrios e ventrículos, sangue venoso e arterial, veia e artéria 2- Quais as 3 camadas cardíacas e suas funções : 3- Informe o objetivo geral das válvulas, além do nome e localização de cada uma Atrios na parte superior onde recebe o songue os ventrículos localiza na parte inferior de onde sai o songue. 202 Sangue venoso : vias sistémicas e arteria pulmonar Sangue arterial : cai viras chegam o sangue, arteria sai o songe L ↑ EpicarDio - atua como cobertura externa lubi- ficante MIOCÁRDio- produz as contrações musculares que estom o songue Endocárdio-serve de revestimento interno protetor das camoras e valvés : L As válvulas controlamo entrada e asaide do - clas :sangue , sao MITRAL-atrio e ventricula esquerdo TRICKSPIDE-atria e ventricula direito valvula pulmonar - Valula arto-V . Er artaota · Sistema de Condução • Estimulação Intrínseca, ritmicidade dos batimentos cardíacos • Nervo Vago (parassimpático: inibe / simpático: estimula) Componentes Nó Sinoatrial → nó AS → Átrio Direito Nó Atrioventricular → nó AV → Septo Inter atrial Fascículo Atrioventricular → Feixe de His → Ventrículos Ramos Subendocárdicos → Fibras de Purkinje → Ventrículos Coração 24 Sistema de Condução Nódulo sinoatrial (SA) → controla a frequência cardíaca (marca-passo fisiológico) Nódulo atrioventricular → controla a passagem de sangue dos átrios para os ventrículos Feixe de His Fibras de Purkinje Coração 25 26Tortora, 2012. 27 28 ELETROCARDIOGRAMA • Onda P: despolarização atrial (sístole) • Complexo QRS: despolarização ventricular (sístole) • Onda T: repolarização ventricular (diástole) Tortora, 2012. Débito Cardíaco 29 DC (ml/min) = VS (ml) x FC (bpm) • Regulação do Volume Sistólico Volume diastólico final Força de contração Estimulação simpática Adrenalina Noradrenalina Nível de Ca+ aumentado do líquido intersticial Pressão necessária para ejetar o sangue dos ventrículos Valvas semilunares se abrem (pressão dos ventrículos é superior) Aumentam a força de contração Tortora, 2012. Débito Cardíaco 30 • Regulação da frequência cardíaca Nó SA por si próprio: 100 bpm Regulação química Hormônios: adrenalina e noradrenalina (medula da gl. Suprarrenal) melhoram a eficácia do bombeamento ↑ tanto a FC quanto a força de contração. Os hormônios da tireoide também estimulam a FC. Íons: Níveis elevados de Na+ ou K + diminuem a FC e a força de contração. O aumento moderado dos níveis de Ca2+ extra e intracelular aumenta a FC e a força de contração Regulação autônoma Centro cardiovascular (Barorreceptores e quimiorreceptores; Nervos; SNS; SNP) Tortora, 2012. 31Tortora, 2012. DÉBITO CARDÍACO DC (ml/min) = VS (ml) x FC (bpm) Exemplo: Repouso DC = FC x VE Sedentário 5.000 ml/min 72bpm x 70ml Treinado 5.000 ml/min 50bpm x 100ml 32 Vasos Sanguíneos • Permite transportar o sangue do coração para os capilares e dos capilares de volta ao coração. • A estrutura dos capilares permite as trocas de substâncias do sangue com os tecidos circunjacentes. • Rede de tubos fechada • Paredes Túnica Externa (tecido conjuntivo) Túnica Média (músculo liso) Túnica Interna (endotélio) 33 Vasos Sanguíneos • Existem três tipos básicos de vasos sanguíneos em nosso corpo: 34 Vasos Sanguíneos Artérias Tubos elásticos Sangue em direção divergente ao coração Diâmetro progressivamente menores a partir do coração artérias → arteríolas → capilares arteriais • Nomeclatura: Situação → a. braquial Direção → a. circunflexa da escapula Órgão irrigado → a. renal Peça óssea → a. femoral 35 36 Vasos Sanguíneos Capilares Vasos microscópicos Interpostos entre artérias e veias Trocas entre o sangue e os tecidos Distribuição Universal 37 Vasos Sanguíneos Veias Achatadas, nodosas (válvulas) Sangue em direção convergente ao coração Diâmetro progressivamente maiores em direção ao coração capilares venosos → vênulas → veias 38 39 • Retorno venoso 40 ARTÉRIAS ARTERÍOLAS LARESCAPI VÊNULAS VEIAS 41 42 43 Endotélio Músculo Liso Tecido Conjuntivo Válvula 44 45 Circulação do sangue • É a passagem do sangue através do coração e dos vasos • 2 correntes sanguíneas partem ao mesmo tempo do coração Circulação Pulmonar (pequena circulação) Circulação Sistêmica (grande circulação) Circulação Coronária (irriga o coração) Sangue Arterial → maior concentração de oxigênio (artérias; exceto a. pulmonar; lado esquerdo do Coração) Sangue Venoso → maior concentração de gás carbônico (veias; exceto v. pulmonar; lado direito do Coração) 46 Circulação do sangue • Pequena Circulação (pulmonar) Transporta o sangue pobre em oxigênio para os pulmões, onde ele libera o CO2 e recebe O2 • Grande circulação (sistêmica) Carrega O2 e outros nutrientes vitais para as células, e capta CO2 e outros resíduos das células • Circulação Coronária (irriga o Coração) VD → Tronco pulmonar → Artérias Pulmonares → pulmões → veias pulmonares → AE VE → A. Aorta → capilares de todo o corpo → Veias Cavas → AD A. Aorta → aa. Coronárias Direita e Esquerda → Seio Coronário → AD 47 48 Funcionamento do coração 49 50 • As artérias coronárias são os vasos responsáveis pela chegada de oxigênio e outros nutrientes ao músculo cardíaco (miocárdio) ARTÉRIA CORONÁRIA 51 52 53 Terminologias Ciclo Cardíaco → o ciclo da circulação sanguínea aliado aos eventos elétricos e mecânicos que ocorrem enquanto o sangue entra e é ejetado pelo coração (em 1 min representa a FC). Frequência Cardíaca → batimentos do coração no período de 1 (um) minuto. VolumeSistólico → volume de sangue ejetado em cada batimento pelos ventrículos. Débito Cardíaco (Q) → O volume de sangue bombeado pelo coração a cada minuto (VS x FC). Diferença Arteriovenosa de O2 → diferença do conteúdo de O2 do sangue arterial e do sangue venoso. 54 Pressão Sanguínea • É a tensão que o sangue exerce sobre a parede do vaso sanguíneo. Pressão Sanguínea Resistência vascular • A resistência vascular é a oposição ao fluxo sanguíneo devido ao atrito entre o sangue e as paredes dos vasos sanguíneos. • O aumento da resistência vascular eleva a pressão sanguínea; a diminuição da resistência vascular tem o efeito oposto. • A resistência vascular depende: (1) do tamanho do lúmen do vaso sanguíneo, (2) da viscosidade do sangue e (3) do comprimento total do vaso sanguíneo. Pressão Arterial PRESSÃO ARTERIAL SISTÓLICA (PAS) ou Máxima: Valor de pressão durante o pico sistólico (120 mm Hg) PRESSÃO ARTERIAL DIASTÓLICA (PAD) ou Mínima: Valor de pressão durante o final da diástole (80 mm Hg) Regulação da pressão Sistema renina-angiotensina-aldosterona (RAA) 60 Regulação da pressão Adrenalina e noradrenalina: Em resposta à estimulação simpática, a medula da glândula suprarrenal libera adrenalina e noradrenalina. Esses hormônios aumentam o débito cardíaco. Hormônio antidiurético (ADH): produzido pelo hipotálamo e liberado pela neuro-hipófise, em resposta à desidratação ou à diminuição do volume sanguíneo. O ADH causa vasoconstrição, que aumenta a pressão sanguínea. ATEROSCLEROSE Enrijecimento das artérias ↑RVP (Resistência Vascular Periférica) ↑ Pressão arterial Fatores de Risco Sedentarismo Obesidade Excesso do consumo de sal Tabagismo Estresse 64 Sangue • Funções: transporte, regulação e proteção • Cor varia de acordo com a quantidade de Oxigênio ↑ O2 sangue vermelho vivo ↓ O2 sangue vermelho escuro • 8% do peso corporal • Varia com o peso e altura Homem → 5 a 6 litros Mulher → 4 a 5 litros Sangue • Constituído basicamente de: plasma, glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas. • O plasma é a porção líquida do sangue, contém água (mais de 90%) e outras substâncias. • Glóbulos Vermelhos = hemácias → distribuição de O2 • Glóbulos Brancos → defesa do organismo • Plaquetas → células menores (coagulação) 67 • Artérias: Aorta → Diâmetro de 2 a 3cm PRINCIPAIS VASOS SANGUÍNEOS 68 69 70 • Artérias PRINCIPAIS VASOS SANGUÍNEOS 71 • Artérias Carótidas 72 73 • Artérias Mesentéricas Superior Inferior 74 • Artérias PRINCIPAIS VASOS SANGUÍNEOS 75 • Artérias PRINCIPAIS VASOS SANGUÍNEOS 76 • Artérias PRINCIPAIS VASOS SANGUÍNEOS 77 • Artérias PRINCIPAIS VASOS SANGUÍNEOS 78 • Artérias PRINCIPAIS VASOS SANGUÍNEOS 79 80 • Veias PRINCIPAIS VASOS SANGUÍNEOS 81 • Veias PRINCIPAIS VASOS SANGUÍNEOS 82 • Veias PRINCIPAIS VASOS SANGUÍNEOS 83 • Veias PRINCIPAIS VASOS SANGUÍNEOS 84 • Veias PRINCIPAIS VASOS SANGUÍNEOS 85 • Veias PRINCIPAIS VASOS SANGUÍNEOS 86 • Veias PRINCIPAIS VASOS SANGUÍNEOS 87 • Veias PRINCIPAIS VASOS SANGUÍNEOS 88 Locais para aferir a pulsação Obrigado!!! Prof.: Me Marcos Vinícius Oliveira Carneiro 89 O que é a química dos alimentos ? Por que estudar ? -Açucares-Lipideos-Loctose-Fevilalanine Lisino Classificação das alterações nos alimentos S I - tutura salar con - perda de valor nutricional e segurance . Algumas reações Agua e sua estrutura demolécula - propriedades físicas - quanto mais agua tem o alimento maior - e chance de estragar Atividade de Azue a= F/f - a- = Pussao de capa de amostraa ~o de copa de Águaparec = URE ( % )100 Unidade e quantidade deque Al stividade de águe , valores serão semp 0 a 1 O efeito do aquecimento na Au - depende do alimento mesmo se fo um alimento que tenhoe muma An O mamo alimento vai ter diferente ativ cidade de águe com mudando a temps- - rahe - Microbiologia dos alimentos DOCENTE: CAIQUE S. RAMALHO Planejamento título da apresentação 2 • INTRODUÇÃO • PRINCIPAIS OBJETIVOS • INFECÇÕES E INTOXICAÇÕES DE ORIGEM ALIMENTAR • ASPECTOS BÁSICOS E CONCEITOS • PATÓGENOS DE ORIGEM ALIMENTAR • MÉTODOS DE DETECÇÃO E CARACTERIZAÇÃO • CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS E CRITÉRIOS MICROBIOLÓGICOS • PRÁTICAS DE PRODUÇÃO HIGIÊNICA Elaborado pelo autor, 20243 • Analisando do ponto de vista alimentar, conceituar a segurança envolve muitos processos desde a produção até a maneira como esse produto é distribuído; • Considerando uma série de fatores que podem estar envolvidos como: Elaborado pelo autor, 20244 Embalagens Equipamentos adequados ManipuladoresTempo e temperatura Atividade de água dos alimentos Elaborado pelo autor, 20245 Então “Seguro”, na Nutrição, é um termo muito relativo e que traz muitos viés sob qual etapa estamos nos referindo! Morfologia dos principais microrganismos contaminantes dos alimentos Microbiologia título da apresentação 7 Microbiologia: Mikros (=pequeno) + Bio (=vida) + logos (= ciência); Hoje sabe-se que grande parte dos microrganismos vive em comunidades na natureza, compostas muitas vezes por inúmeros gêneros e espécies distintos, que cooperam entre si, como em uma cidade microbiana; Tais associações são denominadas biofilmes e exercem importantes atividades em nosso planeta. 8título da apresentação Fungos Bactérias Vírus Fungos Características Estrutura Reprodução Requerimentos Nutricionais 9título da apresentação • Pertencentes ao supre-reino: Eukarya • São heterotróficos; • Podem ser divididos em: • Leveduras • Fungos filamentosos • Dimórficos Unicelulares Somente uma célula Fungos Características Estrutura Reprodução Requerimentos Nutricionais 10título da apresentação Leveduras: • Unicelulares • Ovóides Dimórficos: • Existem variações que suportam até 37ºC • Existem variações que suportam entre 20 e 25ºC Fungos filamentosos: • Multicelulares; • Longos filamentos; • Ramificações verdadeiras; • Estruturas de frutificação Fungos Características Estrutura Reprodução Requerimentos Nutricionais 11título da apresentação Divididos em 2 grupos, bolores colônia filamentosa e leveduras colônia mais cremosa. Bolores Leveduras Fungos Leveduras Características Estrutura Reprodução Requerimentos Nutricionais 12título da apresentação • A reprodução das leveduras ocorre por brotamento/gemulação; • Formação de colônias semelhantes as das bactérias; • Geralmente 24-48h após o período de incubação • Através da fermentação, leveduras quebram moléculas de glicose produzindo ATP, formando co2 e álcool para produção de bebidas alcoólicas e pães. Fungos filamentosos Características Estrutura Reprodução Requerimentos Nutricionais 13título da apresentação A reprodução dos fungos filamentosos se dá através dos esporos • Formação de colônia de 5 a 7 dias; • Pigmentação; • Micélios aéreos; • Invasores Fungos Características Estrutura Reprodução Requerimentos Nutricionais 14título da apresentação Como alimentos: Penicillium requefort Saccharomyces cervisiae Mucor, Aspergillus... Fungos patogênicos Características Estrutura Reprodução Requerimentos Nutricionais Doenças causadas por fungos título da apresentação • Onicomicose. • Candidíase. • Rinossinusite • Histoplasmose. • Meningite fúngica. • Pneumocistose. Cândida albicans Histoplasma capsulatum Aspergillus e o Candida sp Pneumocystis Cryptococcuse Fusarium solani Bactérias Características Estrutura Reprodução Requerimentos Nutricionais 16título da apresentação As bactérias classificam-se morfologicamente de acordo com a forma da célula e com o grau de agregação Quanto a forma: • Coco: De forma esférica ou subesférica; • Bacilo: Em forma de bastonete (do género Bacillus) • Vibrião: Em forma de vírgula (do género Vibrio) • Espirilo: de forma espiral/ondulada (do género Spirillum) Bactérias Características Estrutura ReproduçãoRequerimentos Nutricionais 17título da apresentação • Diplococo: De forma esférica ou subesférica e agrupadas aos pares; • As principais doenças conhecidas são: pneumonia e meningite, além de bacteremia, otite, sinusite, entre outras. • Causam hemólise do tipo alfa, destruindo parcialmente os eritrócitos. Bactérias Características Estrutura Reprodução Requerimentos Nutricionais 18título da apresentação • Beta hemólise: processo que destrói completamente as hemácias (glóbulos vermelho); • Alfa hemólise: tipo de hemólise que ocorre quando as hemácias perdem parcialmente a hemoglobina; • Gama hemólise: ausência de hemólise, quando há quebra das células vermelhas no sangue. Bactérias Características Estrutura Reprodução Requerimentos Nutricionais 19título da apresentação • Estreptococos: Formam cadeia semelhante a um "colar“ • Microrganismos aeróbios Gram-positivos que causam muitos distúrbios, incluindo faringite, pneumonia, infecções em feridas e na pele, sepsia e endocardite • Leite cru ou incorretamente pasteurizado, gelados, saladas, e marisco. Bactérias Características Estrutura Reprodução Requerimentos Nutricionais 20título da apresentação • Estafilococos: Uma forma desorganizada de agrupamento, formando cachos; • Leite, creme, tortas recheadas com creme, saladas de batata, atum, frango e presunto cozido. • Os estafilococos estão presentes na superfície de pele de cerca de 20% das pessoas, e no nariz de 30% dos adultos, o que é considerado normal. Bactérias Características Estrutura Reprodução Requerimentos Nutricionais 21título da apresentação Bactérias Características Estrutura Reprodução Requerimentos Nutricionais 22título da apresentação Bactérias Características Estrutura Reprodução Requerimentos Nutricionais 23título da apresentação • A reprodução das bactérias é assexuada por um processo chamado divisão binária (cissiparidade) ou bipartição. • Procariontes, não possuem envoltório nuclear. Desenvolvimento e multiplicação bacteriana Características Estrutura Reprodução Requerimentos Nutricionais 24 Multiplicação: Água, fonte de energia, fonte de nitrogênio, vitaminas e sais minerais. Crescimento: Carbono nitrogênio, oxigênio, enxofre e fósforo. Vírus Características Estrutura Reprodução 25título da apresentação • Os vírus são agentes infecciosos acelulares que, fora das células hospedeiras, são inertes, sem metabolismo próprio, mas dentro delas, seu ácido nucléico torna-se ativo, podendo se reproduzir. • São parasitos intracelulares obrigatórios. • Multiplicam-se dentro de células vivas usando a maquinaria de síntese das células. • Não possuem metabolismo. • Toda energia que utilizam provém da célula hospedeira. Vírus Características Doenças associadas Estrutura Reprodução 26título da apresentação • Vírus envelopados : • DNA : Catapora, Herpes, Hepatite B • RNA : HIV, Febre amarela, Hepatite C, Rubéola, Sarampo, Varíola, Gripe, Poliomielite, Raiva, Caxumba, Dengue, Resfriado • Vírus não envelopados : • DNA : HPV • RNA : Hepatite A e E Vírus Características Estrutura Reprodução 27título da apresentação Possuem um envoltório proteico que protege o material genético denominado capsídeo. O capsídeo pode ou não ser revestido por um envelope lipídico derivado das membranas celulares Vírus Características Estrutura Reprodução 28título da apresentação Morfologia da partícula viral: • Poliédrica • Poliédrica envelopada • Helicoidal • Helicoidal envelopada • Complexa Vírus Características Estrutura Reprodução 29título da apresentação Adsorção Penetração Descapsidaç ão Transcrição Tradução Replicação Maturação Liberação Hospedeiro dos Vírus Características Estrutura Reprodução título da apresentação • Praticamente todos os organismos vivos podem ser infectados pelos vírus. Os vírus podem infectar células de animais, vegetais, fungos, bactérias e protistas. Referências título da apresentação 31 FORSYTHE, Stephen J.. Microbiologia da segurança dos alimentos. 2.ed. PORTO ALEGRE: Artmed, 2013., 607 p. MÉDIO INTEGRADO À EDUCAÇÃO PROFISSIONAL, E. Escola Estadual de Educação Profissional-EEEP. [s.l: s.n.]. NOGUEIRA, A. VERZANI.; SILVA FILHO, G. NUNES. Microbiologia. [s.l.] CED/LANTEC/UFSC, 2010. WORLD HEALTH ORGANIZATION. FOODBORNE DISEASE BURDEN EPIDEMIOLOGY REFERENCE GROUP. WHO estimates of the global burden of foodborne diseases. [s.l: s.n.].