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219 A respeito da postura dos Estados Unidos em sua polí- tica externa no continente americano, nos dois perío- dos históricos destacados acima, identifique como ver- dadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas: ( ) A Doutrina Monroe defendia a autonomia dos paí- ses americanos frente ao domínio da Europa, após a emancipação das colônias hispânicas. Ao longo do sé- culo XIX, tal ideário serviu para justificar a política de preponderância norte-americana sobre os demais paí- ses do continente americano. ( ) O presidente Obama defende a reconciliação entre os Estados Unidos e Cuba após o rompimento diplomá- tico ocasionado pela Guerra Hispano-Americana. Por meio do pan-americanismo, os norte-americanos de- fendem a implantação da democracia e da moderniza- ção em Cuba. ( ) A Doutrina Monroe defendia a união aduaneira dos países do continente americano, inspirada no ideário pan-americano, após a emancipação das colônias his- pânicas. Ao longo do século XIX, essa política favore- ceu o domínio norte-americano sobre os países latinos produtores de matéria-prima. ( ) O presidente Obama defende a reconciliação entre os Estados Unidos e Cuba após o rompimento das re- lações diplomáticas durante a Guerra Fria. Ao mesmo tempo em que reivindicam de Cuba o respeito aos direi- tos humanos, os Estados Unidos mantêm domínio so- bre a baía de Guantánamo. Assinale a alternativa que apresenta a sequência cor- reta, de cima para baixo. a) V – V – V – F. b) F – V – F – F. c) V – F – V – F. d) F – F – F – V. e) V – F – F – V. 885. (UFGD MS/2016) Leia o texto a seguir. [...] voltada para as classes populares, desenvolveu-se no período entre as guerras a partir das críticas ao sis- tema liberal, considerado incapaz de solucionar os pro- blemas sociais. [...] manifestou-se na Europa, e em ou- tras partes do mundo, uma crise do liberalismo: os im- pactos da Primeira Guerra Mundial e da Revolução Russa provocaram, segundo inúmeros autores, uma crise de consciência generalizada que, por sua vez, re- sultou em críticas à democracia representativa parla- mentar de cunho individualista. Correntes intelectuais e políticas antiliberais e antidemocráticas, de diferentes matizes, revelavam extrema preocupação com a ques- tão social e muito se discutia sobre novas formas de controle das massas com o intuito de evitar a eclosão de revoluções socialistas. CAPELATO, Maria Helena. O Estado Novo: o que trouxe de novo? In. FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucília de Almeida Neves. O Brasil Republicano: o tempo do nacionalestatismo – do início da década de 1930 ao apogeu do Estado Novo (v.2). Rio de Ja- neiro: Civilização Brasileira, 2003, p. 109. O texto apresenta informações relevantes que identifica a) a política populista adotada em vários países da América Latina e da Europa no período entre as duas grandes guer- ras mundiais. b) a expansão do liberalismo na década de 1930 em decor- rência dos resultados positivos da livre concorrência de mercado. c) a política de distribuição de renda implantada na Europa após a crise do capitalismo de 1929, que considerou o so- cialismo a única alternativa para resolver problemas econô- micos e sociais. d) a estabilidade política, econômica e social gerada pelo American Way of Life após a Primeira Guerra Mundial. e) o controle das massas exercido pelo liberalismo através de políticas que defenderam o mercado livre e a não inter- venção do Estado na economia. 886. (UTF PR/2017) O desenvolvimento das treze colô- nias da América do Norte foi muito desigual. As colô- nias de exploração, ao sul, caracterizavam-se pela agri- cultura de exportação, pelas grandes propriedades mo- nocultoras e pelo trabalho escravo. As colônias do cen- tro e do norte, prosperaram pela agricultura de subsis- tência, baseada na pequena propriedade, na policultura e no trabalho livre, em geral, dos próprios colonos, sendo chamadas de: a) Colônias Independentes. b) Colônias de Povoamento. c) Colônias de Refúgio. d) Colônias de Experimentação. e) Colônias de Alta Produção. 887. (UCB DF/2016) Há autores que afirmam que um dos motivos de a América Anglo-Saxônica (Estados Unidos e Canadá) ter se desenvolvido mais que a América La- tina seria em razão do protestantismo. VESENTINI, José William. Geografia: o mundo em transição. Ensino médio. Vol. 3. São Paulo: Ática, 2013, com adaptações. Considerando a relação entre capitalismo e protestan- tismo, assinale a alternativa correta. a) A Igreja Romana estimulava os prazeres materiais entre os fiéis, ao contrário dos protestantes que buscavam man- ter o espírito mais fortalecido para Deus. b) Para Max Weber, sociólogo alemão, o protestantismo te- ria sido mais apropriado para o desenvolvimento do capita- lismo, uma vez que dava à vida terrena um significado es- piritual: a prosperidade terrena para os escolhidos por Deus. c) Segundo Weber, o protestantismo era muito mais con- servador e repressivo que o catolicismo. Os protestantes combatiam as inovações tecnológicas, que eram indispen- sáveis para o progresso. d) Todos os países de maioria protestante, sejam na Amé- rica, África ou Europa, tiveram prosperidade econômica e social e alto nível de desenvolvimento tecnológico. e) Na América Latina, os trabalhadores apoiavam muito mais as empresas privadas e o mercado, enquanto, nos Es- tados Unidos e no Canadá, eles confiavam mais nas em- presas estatais. O catolicismo, com isso, incentivava o indi- vidualismo.