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Exame de Técnicas de Expressão em Língua Portuguesa Lido o Texto, responda com clareza às questões que lhe são colocadas: 1. Corre na boca do povo um provérbio que diz que a floresta é a farmácia de Deus. 1.1. Identifique a tese ou proposição principal do texto. (1,0) 1.2. Identifique dois argumentos que o articulista usa para legitimar essa proposição. (1,0) 1.3. Classifique os mesmos argumentos quanto ao tipo. (10) 1.4. Classifique a frase 1 quanto ao tipo e às formas. (1,0) 2. Nos últimos séculos os homens esqueceram-se disso, enquanto cuidavam do progresso. 2.1. Classifique a oração sublinhada. (1,0) 2.2. Qual terá sido a provável razão que levou o articulista desenvolver esta argumentação? (1,0) 3. O texto da sua prova é Expositivo Argumentativo. · Considerando a intenção comunicativa e o tipo de linguagem fundamente a afirmação. (1,0) 4. Relacione tomada de notas com resumo. (1,5) 5. Atente ao 7º Parágrafo do texto. · Usando técnicas e processos de tomada de notas tome notas do paragrafo mencionado. (2,0) 6. Ajuste a forma verbal à forma de tratamento seleccionado. (1,0) a) b) Não (beber) (tu) tanto. c) (ter) (você) um pouco de paciência. d) (escrever) (tu) uma carta aos pais! e) Não (tomar) (V. Exª) decisões precipitadas. 7. Explique o tipo de relação que existe entre convocatória e acta. (1,0) 8. Distinga Acta do Relatório. (1,0) 9. Enuncie as três etapas do processo da escrita. (1,5) 10. A partir da sua prova materialize a terceira etapa. (1,0) 11.2. Na polêmica entre homens e mulheres um poeta escreveu a frase que não pontuou. Descubra como as mulheres e os homens pontuaram a frase para que saísse cada um a seu favor. (1,0) Se o homem soubesse o valor que tem a mulher andaria rastejando à sua procura 12. Fale da importância de TELP para a sua formação. (2,0) Ajuda a salvar a Natureza. Um dia ela pode fazer o mesmo por você. Corre na boca do povo um proverbio que diz que a floresta é a farmácia de Deus. Essa frase simples guarda muita sabedoria. Desde o princípio da civilização o homem aprendeu a encontrar na natureza o remédio para seus males e a cura das suas dores. Um manuscrito chinês do século II a.C. já classificava nada menos de 760 espécies botânicas e suas aplicações medicinais. Egípcios, sumérios e povos pré-colombianos, entre outros, também recolheram na floresta centenas de exemplares com poderes curativos. No Brasil, o uso das plantas medicinais era conhecido muito antes do seu descobrimento. Foi o sertanista Paret que informou que as índias utilizavam anticoncepcionais. Hoje, está provado que a planta nativa caáheé de facto inibe a procriação. A todo o momento, a curiosidade científica é despertada pela chamada medicina popular. No Recife, a universidade de Pernambuco é uma das entidades mais importantes do país na pesquisa das plantas medicinais. E, segundo o Instituto Nacional de Câncer, esse é o único centro de ciência brasileiro que está apresentando algo de novo na luta contra essa doença. Para os nossos antepassados a natureza era tudo o que eles possuíam: sua casa, seu alimento, sua religião seu remédio. Foi assim que eles aprenderam a amá-la e a respeitá-la. Nos últimos séculos os homens esqueceram-se disso, enquanto cuidavam do progresso. Felizmente, hoje em dia já se compreendeu que não pode existir desenvolvimento sem a colaboração da natureza. A importância das plantas medicinais no mundo moderno é um pequeno exemplo de como dependemos dela. Proteger a natureza é garantir o futuro. In revista Veja, n.º 450