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UNA 1.4 - Introdução ao Impacto 
Ambiental
Apresentação
Tão importante quanto a identificação de um impacto é a definição da sua importância. Essa 
avaliação da importância de um impacto compreende uma etapa complexa, pois ela não depende 
apenas de um trabalho técnico de identificação, mas também envolve a atribuição de um valor ao 
impacto identificado. Para que a definição da importância de um impacto ocorra, torna-se 
necessário adotar indicadores que permitam o correto dimensionamento de um impacto. São esses 
indicadores que serão abordados nesta Unidade de Aprendizagem. 
Bons estudos.
Ao final desta Unidade de Aprendizagem, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
Definir impacto ambiental e as consequências do seu não reconhecimento ao longo da 
história.
•
Explicar o papel dos estudos de impacto ambiental em grandes obras de construção.•
Identificar as repercussões econômicas dos estudos de impacto ambiental.•
Infográfico
O infográfico a seguir apresenta uma compilação dos indicadores ambientais.
Conteúdo do Livro
Os impactos das atividades humanas no meio ambiente vêm provocando consequências cada vez 
mais graves. Logo, a avaliação de impactos ambientais apresenta como principal objetivo evitar, 
reduzir, neutralizar ou compensar efeitos negativos que um determinado produto, 
processo/atividade ou empreendimento pode ocasionar no ambiente. Sendo assim, como se pode 
mensurar os impactos que as mais diversas atividades ou empreendimento causam no meio 
ambiente?
 
A fim de obter maiores informações sobre impactos ambientais, leia o capítulo Introdução ao 
Impacto Ambiental, base teórica desta Unidade de Aprendizagem.
Boa leitura.
AVALIAÇÃO 
DE IMPACTOS 
AMBIENTAIS
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
> Definir impacto ambiental e as consequências do seu não reconhecimento 
ao longo da história.
> Explicar o papel dos estudos de impacto ambiental em grandes obras de 
construção.
> Identificar as repercussões econômicas dos estudos de impacto ambiental.
Introdução
Os impactos das atividades humanas no meio ambiente vêm gerando consequên-
cias cada vez mais graves. Nesse sentido, a avaliação de impactos ambientais 
tem como principal objetivo evitar, reduzir, neutralizar ou compensar efeitos 
negativos que um determinado produto, processo, atividade ou empreendimento 
pode ocasionar no ambiente. Sendo assim, como se pode mensurar os impactos 
que as mais diversas atividades ou empreendimentos causam no meio ambiente?
A avaliação de impactos ambientais é a etapa em que os possíveis impactos 
que uma determinada atividade pode ocasionar são avaliados e identificados nas 
suas diferentes fases (planejamento, instalação, operação e desativação). Com 
base nesse resultado, serão identificadas as medidas mitigadoras e compensa-
tórias que subsidiarão a tomada de decisão dos órgãos ambientais licenciadores.
Neste capítulo, você vai estudar a definição de impacto ambiental e como ele 
se origina. Você vai ver que grande parte dos impactos ambientais são causados 
por atividades antrópicas decorrentes da exploração do ambiente e do cresci-
mento social e econômico. Por fim, você vai conhecer as principais metodologias 
envolvidas em um estudo de impacto ambiental.
Introdução ao 
impacto ambiental
Ronei Tiago Stein
Impacto ambiental
Os impactos ambientais consistem nas alterações no ambiente causadas 
pelo desenvolvimento das atividades humanas em um determinado espaço 
geográfico. Os impactos ambientais podem ser positivos ou negativos, con-
forme descrito a seguir (Barsano; Barbosa; Viana, 2014):
 � Impactos ambientais positivos: resultam em melhorias para o ambiente.
 � Impactos ambientais negativos: as alterações causam algum risco para 
o ser humano ou para os recursos naturais encontrados no espaço. 
É fundamental compreender a diferença entre aspecto ambiental 
e impacto ambiental. Barsano, Barbosa e Viana (2014) trazem as 
seguintes definições:
 � Aspecto ambiental: mecanismo por meio do qual uma ação humana causa um 
impacto ambiental – ou seja, as ações humanas causam efeitos ambientais 
que, por sua vez, produzem impactos ambientais.
 � Impactos ambientais: podem ser positivos ou negativos e consistem em 
quaisquer modificações no meio ambiente, resultantes ou não dos aspectos 
ambientais.
Segundo Barsano, Barbosa e Viana (2014, p. 74):
Qualquer alteração não avaliada e de potencial significância pode desestabilizar 
sensivelmente aspectos importantes para o desenvolvimento socioeconômico-
ambiental, com perdas na qualidade ambiental dos seres vivos, prejuízos financeiros 
e de bens materiais, impactos sociais, deterioração da saúde pública, degradação 
ambiental e instabilidade ecológica – que em resumo quer dizer: muita poluição, 
extinção de espécies e indisponibilidade dos recursos naturais.
O estudo de impacto ambiental (EIA) é um procedimento administrativo 
que, apoiado em uma avaliação de impacto sobre as incidências ambientais 
de um determinado projeto e em um processo de participação pública 
sobre tais incidências, subsidia o órgão ambiental na tomada de decisão 
em termos de aprovação, modificação ou recusa de um projeto. O art. 2º da 
Resolução nº 001/1986 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) 
estabelece que o licenciamento de atividades modificadoras do meio 
ambiente “dependerá de elaboração de estudo de impacto ambiental e 
respectivo relatório de impacto ambiental – RIMA, a serem submetidos à 
Introdução ao impacto ambiental2
aprovação do órgão estadual competente, e do Ibama em caráter supletivo” 
(Brasil, 1986, local. 1).
Os métodos de avaliação de impactos ambientais consistem em instru-
mentos utilizados para coletar informações qualitativas e quantitativas 
originadas de uma determinada atividade que possa resultar em modifica-
ções ambientais. As técnicas incluem mapeamentos de campo, análises de 
laboratório e elaboração de mapas temáticos analíticos – sendo estes muito 
comuns na análise de dispersão de poluentes no ar ou na água, por exemplo. 
A avaliação dos impactos ambientais consiste na análise sistemática 
dos impactos ambientais decorrentes de atividades e empreendimen-
tos que visam a se instalar em determinada área (Barsano; Barbosa; Viana, 2014).
O EIA deverá contemplar a proposição de medidas mitigadoras e de con-
trole ambiental, garantindo, assim, o uso sustentável dos recursos naturais. 
Dessa forma, segundo a Resolução Conama nº 001/1986 (Brasil, 1986), o EIA 
deve seguir um roteiro que inclua as etapas descritas a seguir:
1. Diagnóstico ambiental da área de influência do projeto: a primeira 
atividade em um EIA é o diagnóstico ambiental da área a ser estudada, 
que é uma atividade extremamente importante, pois serve de base para 
as atividades posteriores. O diagnóstico deve conter a descrição dos 
recursos ambientais e de suas interações, caracterizando as condições 
ambientais antes da implantação do projeto. Esse diagnóstico deverá 
contemplar os meios físico, biótico e socioeconômico. 
Um problema encontrado na etapa de diagnóstico ambiental da área 
de influência do projeto é a falta de disponibilidade de dados como 
informações cartográficas atualizadas e em escalas adequadas, dados referentes 
aos componentes físicos e biológicos do meio ambiente e dados econômicos e 
sociais da população local. Nem sempre existem todos os dados necessários 
para o diagnóstico da área, o que exige, na maioria das vezes, trabalho de campo 
para a sua complementação (Barsano; Barbosa; Viana, 2014).
2. Avaliação de impacto ambiental (AIA): análise dos impactos ambientais 
do projeto e de suas alternativas, por meio de identificação, previsão 
da magnitude e interpretação da importância dos prováveis impactos 
Introdução ao impacto ambiental 3
relevantes – como impactos diretos e indiretos, imediatos e a médio e 
longo prazos, temporários e permanentes, bem como o seu grau de re-
versibilidade e a distribuição dos ônus e benefícios sociais. Essa etapa, 
de maneira geral, é mais complexa devido àvariedade de impactos 
sobre os sistemas ambientais que podem ocorrer na área de estudo.
3. Medidas mitigadoras: são aquelas destinadas a corrigir impactos 
negativos ou a reduzir sua magnitude. Tendo sido identificados os 
impactos, deve-se pesquisar quais são os mecanismos capazes de 
reduzi-los ou anulá-los.
4. Programa de monitoramento dos impactos estabelecidos ainda durante 
o EIA: essa prática deve possibilitar comparar, durante a implantação 
e a operação da atividade, os impactos previstos com os que efetiva-
mente ocorreram. Esse programa deve permitir o acompanhamento 
da implantação e da operação de todas as medidas mitigadoras e 
compensatórias previstas, dentro do cronograma proposto, ficando 
automaticamente vinculado à licença prévia, de forma que a continui-
dade do processo de licenciamento permita a verificação da efetiva 
implementação das medidas propostas.
Struchel (2016) comenta que, quando o processo de licenciamento am-
biental tiver como pressuposto o EIA, esse estudo deve ser elaborado e 
apresentando anteriormente à emissão da Licença Ambiental Prévia (LP). O 
licenciamento ambiental é um procedimento administrativo prévio à implan-
tação do empreendimento e ao início da atividade, sendo parte introdutória 
do requerimento de licença ambiental e sujeitando-se a três condicionantes 
básicos, descritos a seguir (Struchel, 2016):
 � Transparência administrativa: todas as informações devem ser públicas, 
salvo o sigilo industrial.
 � Consulta aos interessados: a comunidade tem o direito e deve participar.
 � Motivação da decisão ambiental: devem ser apresentadas claramente 
as metodologias de investigação dos impactos ambientais (negativos 
e positivos).
De acordo com a Resolução nº 01/1986 (Brasil, 1986), a análise de impactos 
ambientais deve considerar alguns atributos, listados a seguir:
 � Natureza: os impactos são benéficos ou adversos? Positivos ou 
negativos?
Introdução ao impacto ambiental4
 � Duração: os impactos são temporários ou permanentes?
 � Incidência: os impactos são diretos (ocorrem na área onde vai ocorrer 
o empreendimento) ou são indiretos (podem afetar outras áreas)?
 � Reversibilidade: os impactos são reversíveis ou irreversíveis?
 � Sinergia: os impactos são cumulativos ou sinérgicos (não cumulativos)? 
Quando se fala de metodologias que buscam analisar impactos ambientais, 
é essencial destacar o Decreto nº 6.848, de 14 de maio de 2009 (Brasil, 2009). 
Essa legislação apresenta, por exemplo, o cálculo do valor da compensação 
ambiental (CA) e traz outras fórmulas importantes, como veremos a seguir.
Grau de impacto ambiental
Para calcular o grau de impacto ambiental (GI), utiliza-se a seguinte equação 
(Brasil, 2009):
 GI = ISB + CAP + IUC (1)
Onde:
 � ISB representa o impacto sobre a biodiversidade;
 � CAP representa o comprometimento de área prioritária; e
 � IUC representa a influência em unidades de conservação.
Os métodos de avaliação de impacto ambiental servem de referência 
nos estudos ambientais para determinar de forma mais precisa e 
significativa um impacto ambiental. Assista ao vídeo “Avaliação de impactos 
ambientais: principais metodologias e aplicação”, do canal Café Ambiental no 
YouTube (Avaliação [...], 2021), para compreender melhor como as fórmulas 
apresentadas neste capítulo são utilizadas na prática nos estudos de impactos 
ambientais. 
Introdução ao impacto ambiental 5
Impacto sobre a biodiversidade (ISB)
Para calcular o ISB, utiliza-se a seguinte equação (Brasil, 2009):
 ISB = IM × IB (IA+IT) (2)
Onde:
 � IM representa o índice magnitude;
 � IB representa o índice biodiversidade;
 � IA representa o índice abrangência; e
 � IT representa o índice temporalidade.
O valor do ISB varia entre 0 e 0,25%. O ISB tem como objetivo con-
tabilizar os impactos do empreendimento diretamente sobre a bio-
diversidade nas suas áreas de influência direta e indireta. Os impactos diretos 
sobre a biodiversidade que não se propagarem para além das áreas de influência 
direta e indireta não serão contabilizados para as áreas prioritárias (Brasil, 2009).
Comprometimento de área prioritária (CAP)
Para calcular o CAP, utiliza-se a seguinte equação (Brasil, 2009):
 CAP = IM × ICAP× IT (3)
Onde:
 � IM representa o índice magnitude;
 � ICAP representa o índice comprometimento de área prioritária; e
 � IT representa o índice temporalidade.
Introdução ao impacto ambiental6
O valor do CAP varia entre 0 e 0,25%. O CAP tem por objetivo con-
tabilizar efeitos do empreendimento sobre a área prioritária em 
que se insere. Isso é observado ao se relacionar a significância dos impactos 
frente às áreas prioritárias afetadas. Empreendimentos que tenham impactos 
insignificantes para a biodiversidade local podem fazer suas intervenções 
mudando a dinâmica de processos ecológicos, afetando ou comprometendo 
as áreas prioritárias (Brasil, 2009).
Influência em unidade de conservação (IUC)
A IUC varia de 0 a 0,15% e avalia a influência do empreendimento sobre as 
unidades de conservação ou suas zonas de amortecimento; os valores podem 
ser considerados cumulativamente até o valor máximo de 0,15% (Brasil, 2009). 
A IUC será diferente de 0 quando for constatada a incidência de impactos em 
unidades de conservação ou em suas zonas de amortecimento, de acordo 
com os valores a seguir (Brasil, 2009):
 � G1: parque (nacional, estadual e municipal), reserva biológica, estação 
ecológica, refúgio de vida silvestre e monumento natural = 0,15%
 � G2: florestas (nacionais e estaduais) e reserva de fauna = 0,10%
 � G3: reserva extrativista e reserva de desenvolvimento sustentável = 0,10%
 � G4: área de proteção ambiental, área de relevante interesse ecológico 
e reservas particulares do patrimônio natural = 0,10%
 � G5: zonas de amortecimento de unidades de conservação = 0,05%
Muitas vezes, os empreendimentos podem afetar unidades de conservação 
da natureza, podendo ocasionar impactos ambientais de grande magnitude. 
Assim, é necessário analisar o grau de impactos ambientais nessas unida-
des. Existem diferentes tipos de unidades de conservação, dependendo 
da quantidade de espécies animais e vegetais presente nesses locais, bem 
como da sua importância em relação à hidrologia. A avaliação de impactos 
ambientais visa a exigir, para todos os empreendimentos com potencial 
ambiental impactante, a observação de pontos que promovam a harmoni-
zação das atividades antrópicas com o meio ambiente, a fim de disciplinar 
a ação humana e impor limites à utilização dos recursos naturais de forma 
sustentável. A seguir, vamos analisar como surge o impacto ambiental e como 
ele deve ser abordado no EIA.
Introdução ao impacto ambiental 7
Origem de um impacto ambiental
Desde que a vida surgiu na Terra, há mais de 3,5 bilhões de anos, os seres vivos 
vêm se diversificando e se adaptando às mudanças que ocorrem em nosso 
planeta. Essas mudanças costumavam ser lentas e graduais, dando tempo 
para que os seres vivos se adaptassem a elas. Porém, a Revolução Industrial, o 
crescimento urbano desordenado, o aumento da população mundial e o apelo 
da propaganda ocasionaram diversos impactos ambientais, principalmente 
relacionados à poluição do ar, das águas e dos solos (Peçanha et al., 2012). 
Segundo Peçanha et al. (2012), inúmeros problemas ambientais ocasionados 
pela atuação antrópica irresponsável sobre o ambiente são verificados dia 
após dia, gerando poluição da água e do ar, passivos ambientais, degradação 
de paisagens, problemas de saúde, doenças infectocontagiosas, entre outras 
consequências. Além disso, o ambiente não está conseguindo se recuperar, 
nem mesmo repor seus recursos naturais, tão cobiçados pelo homem.
Entende-se por recurso natural os bens que estão à disposição do 
homem e que são usados para sua sobrevivência, seu bem-estar 
e seu conforto. Pode-se citar como exemplos de recursos naturais a água, o 
solo, a madeira, os minerais, o petróleo, o carvão e todos os demais materiais 
utilizados pelo homem. Todos os recursos,de uma forma ou de outra, têm 
um preço embutido. Nesse contexto, o termo capital natural entra em cena 
(Peçanha et al., 2012). 
Durante séculos, o homem vem retirando do meio ambiente matérias-
-primas para seu sustento e devolvendo ao ambiente poluição e contaminação. 
Por isso, a humanidade tem uma responsabilidade socioambiental enorme, 
sendo necessário suprir as necessidades das gerações presentes, mas sem 
comprometer a capacidade das gerações futuras de suprirem suas próprias 
necessidades. Por isso a análise dos impactos ambientais é tão importante, 
sendo um dos itens do EIA. O Quadro 1 apresenta um pequeno resumo sobre 
as informações básicas que devem estar presentes em um EIA. 
Introdução ao impacto ambiental8
Quadro 1. Informações que devem constar no EIA
Informações gerais Visam a identificar, localizar, informar e sintetizar 
o empreendimento.
Caracterização do 
empreendimento
Refere-se ao planejamento, à implantação, à 
operação e à desativação da obra.
Área de influência Limita a área geográfica do empreendimento, 
representando-a em mapas.
Diagnóstico ambiental Diz respeito à caracterização ambiental da área 
antes da implantação do empreendimento.
Qualidade ambiental
Expõe as interações e descreve as inter-relações 
entre os componentes bióticos, abióticos e 
antrópicos do sistema, apresentando-os em um 
quadro sintético.
Fatores ambientais
São descritos o meio físico, o meio biótico e o 
meio antrópico. Sua pormenorização dependerá 
da relevância dos fatores em função das 
características da área em que se desenvolverá 
o projeto.
Análise dos impactos 
ambientais
Envolve a identificação e a interpretação dos 
prováveis impactos ocorridos nas diferentes 
fases do projeto. Leva-se em conta a repercussão 
do empreendimento sobre o meio.
Medidas mitigadoras
São descritas medidas que visam a minimizar 
os impactos adversos, especificando a sua 
natureza, a época em que deverão ser adotadas, 
o prazo de duração, o fator ambiental específico 
a que se destina e a responsabilidade pela sua 
implantação.
De forma geral, os EIAs devem abranger quatro pontos principais (Struchel, 
2016): a identificação causa-efeito; a previsão ou o cálculo dos efeitos e da 
magnitude dos impactos; a interpretação dos impactos e dos efeitos am-
bientais; e a prevenção dos efeitos. Engana-se quem pensa que os impactos 
ambientais ocorrem apenas em grandes obras. Eles estão presentes em todo 
e qualquer tipo de obra, atividade ou empreendimento, independentemente 
do porte – por exemplo, na construção de uma moradia, no estabelecimento 
de uma lavoura com agroquímicos, entre outras atividades. As atividades de 
menor escala muitas vezes acabam não sendo consideradas.
Introdução ao impacto ambiental 9
Existem distintos métodos que podem ser aplicados para o desen-
volvimento de um EIA. Esses métodos não são estabelecidos pela 
legislação e, dessa forma, podem e devem ser modificados de acordo com o 
tipo de projeto que será desenvolvido. Além disso, os impactos devem ser 
considerados durante todas as fases do empreendimento: na fase preliminar 
(LP), na fase de instalação (LI), na fase de operação (LO) e na fase de desativação 
(se for o caso).
Os métodos de análise de impactos ambientais objetivam comparar, orga-
nizar e analisar informações sobre impactos ambientais de uma determinada 
atividade, incluindo formas de apresentação escrita e visual desses dados. 
Após a identificação e a valoração dos impactos ambientais, é preciso indicar 
as medidas mitigadoras e compensatórias para cada impacto detectado no 
estudo. As medidas mitigadoras podem ser classificadas quanto à natureza 
(preventiva ou corretiva), à fase (construção, operação e/ou desativação), 
à duração (curta, média ou longa) e à responsabilidade (empreendedor ou 
poder público). 
O Quadro 2 apresenta alguns critérios que devem ser avaliados na instala-
ção e na operação de um empreendimento e alguns planos de monitoramento.
Quadro 2. Itens que devem ser avaliados ao longo do EIA, visando a deter-
minar medidas mitigadoras
Etapa do 
empreendimento Itens a serem avaliados
Instalação do 
empreendimento
 � Redução das interferências e dos transtornos 
à população no que se refere às emissões 
atmosféricas, aos ruídos e ao tráfego de máquinas
 � Controle dos impactos resultantes das obras de 
terraplanagem (erosão e instabilidade do solo)
 � Mitigação da retirada de cobertura vegetal
 � Proteção de nascentes, cursos de água e lagoas 
existentes na área
 � Proteção do patrimônio histórico e paisagístico
 � Mitigação do incremento da impermeabilização do 
solo
 � Mitigação dos efeitos do lançamento das águas 
pluviais
 � Destinação final adequada para efluentes sanitários 
e resíduos sólidos gerados no canteiro de obras e 
nas demais instalações de apoio administrativo
(Continua)
Introdução ao impacto ambiental10
Etapa do 
empreendimento Itens a serem avaliados
Operação do 
empreendimento
 � Garantia de segurança à população do entorno
 � Garantia de atendimento de transporte coletivo ao 
empreendimento
 � Tratamento e disposição final de efluentes 
sanitários do empreendimento
 � Coleta e destino final de resíduos sólidos
 � Arborização do sistema viário e de espaços de uso 
comum
 � Recuperação e revegetação das áreas degradadas
Planos de 
monitoramento
O monitoramento proposto deverá abranger, no 
mínimo, os seguintes planos:
 � Plano de avaliação das obras destinadas à 
contenção de encostas e drenagem pluvial
 � Plano de acompanhamento do desenvolvimento da 
arborização
 � Plano de monitoramento do sistema de 
abastecimento e da qualidade da água
 � Plano de monitoramento do sistema de tratamento 
de efluentes líquidos
O EIA é obrigatório por lei, mas o método de avaliação dos impactos é 
definido de acordo com a equipe técnica que desenvolverá o estudo. Qualquer 
que seja o método escolhido, o mais importante é descrever detalhadamente 
cada impacto detectado, bem como as formas de mitigar ou compensar cada 
um desses impactos. A seguir, vamos compreender os fatores e aspectos 
relacionados à duração do impacto.
Duração dos impactos ambientais
Quando se fala em duração de um impacto ambiental, trata-se do tempo de 
duração do impacto em uma determinada área ou local específico, podendo 
ser um impacto temporário ou permanente. Existem diferentes critérios para 
a classificação de um impacto ambiental como temporário ou permanente, 
conforme descrito a seguir (Sánchez, 2013):
(Continuação)
Introdução ao impacto ambiental 11
 � Impacto temporário: quando um impacto cessa a manifestação de seus 
efeitos em um horizonte temporal definido ou conhecido. Por exemplo, 
digamos que tenha havido uma supressão de vegetação nativa sem o 
devido licenciamento ambiental. A avaliação do impacto ambiental vai 
prever a reposição da vegetação nativa e estipular um tempo para que 
essa vegetação se regenere. Normalmente, em 10 anos, a vegetação já 
estará em estágio médio de regeneração. 
 � Permanente: quando um impacto apresenta efeitos que se estendem 
além de um horizonte temporal definido e/ou conhecido. Um exemplo 
prático é um acidente nuclear em determinada região. Os impactos 
são acumulativos durante décadas, tanto na saúde humana como na 
dos animais, podendo causar câncer e mutações nas gerações futuras. 
Logo, estipular um prazo para quando o local voltará ao “normal” 
torna-se muito difícil.
Quanto aos métodos de avaliação de impactos e ponderação de atributos, 
os mais utilizados são descritos a seguir.
Método ad hoc
O método ad hoc consiste na formação de grupos de trabalho com membros de 
diferentes áreas, como geólogos, biólogos, engenheiros, etc., que apresentam 
suas impressões com base nas suas experiências para a elaboração de um 
relatório que vai relacionar o projeto a ser implantado com seus possíveis 
impactos gerados (Cremonez et al., 2014). Carvalho e Lima (2010) ressaltam que 
esse método é indicado para situações com escassez de dados, ou quando 
a avaliação deveser disponibilizada em um curto espaço de tempo. Entre 
as vantagens, estão os gastos econômicos, que são menores em relação a 
outros métodos, e o fato de esse método ser facilmente compreensível pelo 
público em geral.
Introdução ao impacto ambiental12
Método checklist
Conforme aponta Sánchez (2013), o método checklist apresenta uma relação 
dos impactos mais relevantes, associando-os ou não ao respectivo aspecto 
ambiental (a causa do impacto) ou mesmo ao meio afetado (físico, biológico 
ou socioeconômico). Além disso, o método permite avaliar os impactos por 
meio da atribuição de qualificações ou da quantificação de atributos como 
magnitude, natureza, entre outros. A aplicação desse método também permite 
a elaboração e a aplicação de questionários. Como vantagem, esse método 
pode ser considerado simples e de fácil visualização, no entanto, não permite 
caracterizar e discutir de forma mais minuciosa cada impacto.
Matrizes de interação (matriz de Leopold)
As matrizes de interação são uma técnica que relaciona ações com fatores 
ambientais. Embora possa incorporar parâmetros de avaliação, é um método 
voltado basicamente à identificação. O princípio básico da matriz de interação 
consiste em, primeiramente, assinalar todas as possíveis interações entre as 
ações e os fatores para, em seguida, estabelecer, em uma escala variável, a 
magnitude e a importância de cada impacto, identificando posteriormente 
se ele é positivo ou negativo. Posteriormente, o índice global de impacto 
ambiental resultante do somatório de todos os fatores compõe uma célula. 
Na matriz de interação, faz-se o cruzamento das ações do empreendimento 
com as variáveis do meio ambiente, gerando um conjunto de retículos, re-
presentando as possibilidades de ocorrência de impactos (Sánchez, 2013). 
O Quadro 3 apresenta os fatores considerados na avaliação dos impactos 
ambientais na matriz de interação.
Introdução ao impacto ambiental 13
Quadro 3. Fatores para avaliação dos impactos ambientais
Magnitude (M)
Pequeno (P) – 1
Médio (M) – 2
Grande (G) – 3
Amplitude (A)
Local (L) – 1
Regional (R) – 2
Estratégico (E) – 3
Prazo de efeito (P)
Curto prazo (CP) – 1
Médio prazo (MP) – 2
Longo prazo (LP) – 3
Horizonte de tempo (T)
Temporário (T) – 1
Cíclico (C) – 2
Permanente (P) – 3
Fonte: Adaptado de Sánchez (2013).
O somatório de todos os fatores compõe uma célula, e determina-se o 
valor dessa célula da seguinte forma:
(+/−) S
M A
P T
Onde S é o somatório de M + A + P + T (Sánchez, 2013).
Para compreender melhor como ocorre a montagem da matriz de interação, 
Veja no Quadro 4 um exemplo de matriz preenchida:
Introdução ao impacto ambiental14
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Introdução ao impacto ambiental 15
Redes de interação
As redes de interação buscam estabelecer relações de precedência entre 
ações de um empreendimento e os impactos por ele causados (sejam eles 
diretos ou indiretos). Ou seja, essa metodologia visa à identificação de uma 
sequência de impactos ambientais provenientes de determinada intervenção, 
representando-os por meio de gráficos. Ela pode ainda ser utilizada para 
orientar as medidas a serem propostas para a minimização dos impactos 
ambientais observados (Carvalho; Lima, 2010). 
Superposição de cartas
A superposição de cartas consiste na confecção de uma série de cartas 
temáticas, uma para cada fator ambiental, nas quais se apresentam dados 
organizados em categoria. Essas cartas são superpostas para reproduzir 
a síntese da situação ambiental de uma área geográfica. A superposição 
de cartas é útil para estudos que envolvem alternativas de localização e 
outras questões de dimensão espacial e vem sendo muito utilizada para a 
avaliação de impacto ambiental de projetos lineares (estradas de rodagens, 
linhas de transmissão, dutos, etc.), já que favorece a representação visual e 
a identificação da extensão dos efeitos. A utilização de imagens de satélite 
é um recurso valioso para esse tipo de método, conforme apontam Pimentel 
e Pires (1992).
Modelos de simulação
O método de modelos de simulação é constituído por modelos matemáticos 
destinados a representar a estrutura e o funcionamento dos sistemas am-
bientais por meio de relações complexas entre componentes quantitativos 
ou qualitativos, físicos, biológicos ou socioeconômicos, a partir de um con-
junto de hipóteses ou pressupostos (Pimentel; Pires, 1992). Os modelos mais 
utilizados são aqueles feitos para estimar os impactos de emissões gasosas 
e de lançamento de efluentes no meio ambiente. Nestes, são incorporadas 
hipóteses e pressupostos sobre os processos e as relações entre seus fatores 
bióticos, físicos e culturais frente às alterações causadas palas ações que 
devem ser avaliadas (Malheiros; Nocko; Grauer, 2009).
Introdução ao impacto ambiental16
Além dos métodos descritos aqui, existem outros como as metodolo-
gias quantitativas e o Sistema de Avaliação de Impactos Ambientais 
de Inovações Tecnológicas Agropecuárias (Ambitec-Agro). A seleção do método 
depende dos objetivos que se deseja alcançar, da disponibilidade de dados, das 
características do projeto e das especificidades da localização, bem como do 
tempo e dos recursos financeiros e técnicos disponíveis (Pimentel; Pires, 1992).
Considerações finais
A preocupação com as questões ambientais não é recente, mas tem ganhado 
mais evidência nos últimos anos. O crescimento populacional tem resultado 
em maior demanda por recursos naturais. Assim, a gestão ambiental visa 
ao uso de métodos e processos administrativos que possibilitem reduzir ao 
máximo o impacto ambiental das atividades econômicas no meio ambiente. 
Nesse contexto, o EIA se mostra como um instrumento de controle dos po-
tenciais riscos de determinada atividade, elaborado a partir do trabalho de 
uma equipe multidisciplinar, sendo essencial para o procedimento de licen-
ciamento ambiental. Analisar os impactos ambientais em determinada obra 
ou atividade não é uma tarefa fácil, tampouco existe uma “receita de bolo”. 
Cada empreendimento ou atividade apresenta suas próprias particularidades, 
e os profissionais devem analisar com cautela os impactos ambientais que 
podem ocorrer no ambiente. 
Referências 
AVALIAÇÃO de impactos ambientais: principais metodologias e aplicação. [S. l.: s. n.], 
2021. 1 vídeo (46 min). Publicado pelo canal Café Ambiental. Disponível em: https://
www.youtube.com/watch?v=7KzxHVZe0Fw. Acesso em: 20 maio 2024.
BARSANO, P. R.; BARBOSA, R. P.; VIANA, V. J. Poluição ambiental e saúde pública. Barueri: 
Érica, 2014. E-book.
BRASIL. Decreto nº 6.848, de 14 de maio de 2009. Altera e acrescenta dispositivos ao 
Decreto nº 4.340, de 22 de agosto de 2002, para regulamentar a compensação ambiental. 
Brasília: Presidência da República, 2009. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/
ccivil_03/_ato2007-2010/2009/decreto/d6848.htm. Acesso em: 20 maio 2024.
BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). 
Resolução nº 001, de 23 de janeiro de 1986. Brasília: Conama, 1986. Disponível em: 
https://www.ibama.gov.br/sophia/cnia/legislacao/MMA/RE0001-230186.PDF. Acesso 
em: 20 maio 2024.
Introdução ao impacto ambiental 17
CARVALHO, D. L.; LIMA, A. V. Metodologias para avaliação de impactos ambientais de 
aproveitamentos hidrelétricos. In: ENCONTRO NACIONAL DOS GEÓGRAFOS, 16., 2010, 
Porto Alegre. Anais [...]. São Paulo: AGB, 2010.
CREMONEZ, F. E. et al. Avaliação de impacto ambiental:metodologias aplicadas no 
Brasil. Remoa – Revista Monografias Ambientais, v. 13, n. 5, p. 3821-3830, 2014. 
MALHEIROS, A. L.; NOCKO, H. R.; GRAUER, A. Estudo da dispersão atmosférica de poluen-
tes, utilizando o modelo ISCST3 (Industrial Source Complex) para a usina termoelétrica 
de Agudos do Sul (município de Agudos do Sul/PR): KCC Geração de Energia Elétrica 
Ltda. Curitiba: Engevex, Similar, 2009.
PEÇANHA, M. P. et al. Saúde e meio ambiente. In: ROSA, A. H.; FRACETO, L. F.; MOSCHINI-
-CARLOS, V. (org.). Meio ambiente e sustentabilidade. Porto Alegre: Bookman, 2012. p. 
155-176.
PIMENTEL, G.; PIRES, S. H. Metodologia de avaliação de impacto ambiental: aplicações 
e seus limites. Revista de Administração Pública (RAP), v. 26, n. 1, p. 56-68, 1992.
SÁNCHEZ, L. E. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. 2. ed. São Paulo: 
Oficina de Textos, 2013.
STRUCHEL, A. C. O. Licenciamento ambiental municipal. São Paulo: Oficina de Textos, 
2016. 
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publicação do material. No entanto, a rede é extremamente dinâmica; suas 
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Introdução ao impacto ambiental18
Dica do Professor
Assista ao vídeo para obter melhor entendimento relacionado ao uso dos indicadores ambientais 
para a qualificação de impactos ambientais.
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/cee29914fad5b594d8f5918df1e801fd/bb2e6d18096228a1c81e94ce178873e4
Exercícios
1) Entre as opções a seguir, indique uma que poderia ter sua expressão classificada como 
positiva.
A) Perda da qualidade da água.
B) Aumento de material particulado no ar.
C) Aumento de ruído.
D) Crescimento da renda per capta.
E) Afugentamento de fauna.
2) Como gestor ambiental, você tem a responsabilidade de identificar os impactos que são 
diretamente vinculados à indústria na qual você trabalha (fábrica de refrigerantes em lata). 
Dentre as opções a seguir, identifique um impacto indireto. 
A) Alteração da qualidade do ar devido à emissões atmosféricas.
B) Saturação de aterro sanitário.
C) Impermeabilização de solo.
D) Alteração na paisagem.
E) Poluição de corpo hídrico
3) A duração de um impacto compreende um importante indicador, o qual permite a 
identificação de impactos temporários ou permanentes. Encontre, dentre as opções a seguir, 
um impacto permanente. 
A) Alteração da paisagem provocada por mineração.
B) Alteração da qualidade da água provocada por lançamento de efluentes.
C) Alteração da qualidade do ar provocada pelo lançamento de material particulado no ar.
D) Geração de ruído.
E) Geração de empregos diretos.
4) Ao se trabalhar com um indicador relacionado à origem de um impacto, torna-se possível 
avaliar se este impacto é: 
A) positivo.
B) negativo.
C) direto.
D) temporário.
E) permanente.
5) Dentre as opções a seguir, selecione a que NÃO representa um procedimento correto que 
deve ser adotado ao se trabalhar com indicadores em processos de avaliação de impactos 
ambientais. 
A) Deve-se estabelecer um conjunto limitado de indicadores, visando a facilitar a interpretação 
dos resultados.
B) Os indicadores devem ser relevantes ao longo de todo o ciclo de vida da atividade.
C) A seleção de indicadores deve considerar o custo para obtenção dos dados necessários, 
adotando-se sempre a alternativa com menor custo.
D) é de extrema relevancia que os resultados do monitoramento sejam confiáveis e que a equipe 
responsável pelo estudo tenha a capacidade adequada para desenvolver e analisar os 
indicadores.
E) O estabelecimento prévio de um valor de referência é essencial para a comparação dos 
resultados obtidos por meio de indicadores.
Na prática
Imagine-se como gestor ambiental de uma grande fábrica. Durante a sua atuação profissional, você 
realiza regulares avaliações de impacto, a fim de monitorar continuamente se a empresa encontra-
se alinhada às condicionantes ambientais presentes na licença de operação.
 
 
A fim de sanar este problema, você passa a inserir, na sua planilha de controle, alguns indicadores 
que permitem não só identificar um impacto, mas também qualificá-lo. A partir desse momento, 
você passa a ter mais subsídios para justificar, a sua diretoria, a necessidade de intervenção em 
algum processo, produto ou instalação da empresa.
Saiba mais
Para ampliar o seu conhecimento a respeito desse assunto, veja abaixo as sugestões do professor:
BRASIL. Conselho Nacional do Meio Ambiente. Resolução no 
1, de 23 de janeiro de 1986. Diário Oficial da União, 17 fev. 
1986a. Seção 1, n. 31, p. 2.548
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Avaliação de impacto ambiental
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
SILVA, Antonio Waldimir Leopoldino da; SELIG, Paulo 
Maurício; MORALES, Aran Bey Tcholakian. Indicadores de 
sustentabilidade em processos de avaliação ambiental 
estratégica. Ambient. soc., São Paulo , v. 15, n. 3, p. 75-96, Dec. 
2012
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
http://www2.mma.gov.br/port/conama/legislacao/CONAMA_RES_CONS_1986_001.pdf
http://www.rc.unesp.br/igce/aplicada/ead/estudos_ambientais/ea20b.html
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-753X2012000300006&lng=en&nrm=iso

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