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ESTRUTURAS METÁLICAS
Barras Submetidas a 
Compressão
Universidade Federal do Pará – UFPA
Campus Universitário de Tucuruí – CAMTUC 
Faculdade de Engenharia Civil – FEC
AULA 1
TURMA CIVIL 2022 - RONDON 
EC18211/ 3º Período 
Obrigatório 
Professor M. Sc. Jedson H. C. Abrantes
Barras Submetidas a Compressão
1
• Considerações Inicias;
2
• Carga ´Crítica de Flambagem;
3
• Dimensionamento de Barras Comprimidas;
4
• Resistência de Calculo de Barras Comprimidas.
CONSIDERAÇÕES INICIAS
01.
Considerações Iniciais1
2
3
4
04
O COLAPSO
• O colapso de um elemento comprimido poderá ocorrer por ESCOAMENTO,
FLAMBAGEM GLOBAL ou FLAMBAGEM LOCAL DAS PARTES
COMPONENTES DO PERFIL.
✓ COLAPSO POR ESCOAMENTO:
• Poderá ocorrer nas barras com baixos valores do índice de esbeltez global
( ) e baixos valores de esbeltez local (relações b/t) isto é, nas barras “curtas”
e com espessura de chapa relativamente alta. Entretanto, na grande maioria
dos casos, o colapso é governado por fenômenos de instabilidade global ou
local, ocorrendo muitas vezes uma combinação dos dois fenômenos.
Considerações Iniciais1
2
3
4
05
FLAMBAGEM GLOBAL – Flambagem da barra:
• É comum considerar-se apenas o caso particular da flambagem por flexão. Quando se trata de
seções de dupla simetria, como por exemplo: seções quadradas, retangulares, circulares, “I” e
outras, a flambagem por flexão é, de fato, predominante (porém, nem sempre crítica). Caso
contrário, ou seja, para seções monossimétricas ou assimétricas, a análise do caso geral de
instabilidade, a flambagem por flexão e torção, não deve ser desprezada.
FLAMBAGEM LOCAL
• No caso de seções duplamente simétricas, a flambagem dar-se-á por flexão em torno dos eixos
principais (x ou y) ou por torção em torno do eixo longitudinal z. O menor valor da força Px, Py ou
Pz indicará a direção crítica;
• No caso de seções monossimétricas, a flambagem dar-se-á por flexão em torno do eixo de não
simetria ou por flexão em torno do eixo de simetria associada com torção. A condição crítica será
dada pelo menor valor entre Py e Pxz, onde x é o eixo de simetria.
Considerações Iniciais1
2
3
4
06
FLAMBAGEM LOCAL
• Já para as seções assimétricas,
o modo combinado envolvendo
flexão em torno dos dois eixos
principais e torção ocorrerá
sempre, e o valor da força crítica
será Pxyz.
• A norma brasileira NBR 8800
apresenta as equações do caso
geral de instabilidade no
ANEXO J, com o título
“flambagem por flexo-torção”.
Considerações Iniciais1
2
3
4
07
FLAMBAGEM LOCAL
• Já para as seções assimétricas,
o modo combinado envolvendo
flexão em torno dos dois eixos
principais e torção ocorrerá
sempre, e o valor da força crítica
será Pxyz.
• A norma brasileira NBR 8800
apresenta as equações do caso
geral de instabilidade no
ANEXO J, com o título
“flambagem por flexo-torção”.
Considerações Iniciais1
2
3
4
08
FLAMBAGEM LOCAL
Montante com Flambagem Global Perfis já ensaios mostrando a falha por flambagem local 
Considerações Iniciais1
2
3
4
09
FLAMBAGEM LOCAL
Montante com Flambagem Global 
CARGA CRÍTICA DE 
FLAMBAGEM 
02.
CARGA CRÍTICA DE FLAMBAGEM 1
2
3
4
11
▪ Carga a partir da qual a barra que está sendo comprimida mantêm-se em
posição indiferente.
✓ A seqüência experimental é:
1º 
PASSO
A barra reta é submetida à 
compressão axial sem 
excentricidade, isto é, H = 0.
P  Pcr
 = 0
Com a retirada de P a 
barra retorna à posição 
inicial. 
CARGA CRÍTICA DE FLAMBAGEM 1
2
3
4
12
▪ Carga a partir da qual a barra que está sendo comprimida mantêm-se em
posição indiferente.
✓ A seqüência experimental é:
A barra reta é submetida a 
uma compressão axial de 
maior intensidade, e a barra 
começa a ter uma deformação 
lateral ().
P = Pcr
 = inicial
A barra mantém-se em 
posição indiferente 
(impondo-se um 
deslocamento permanece 
na posição deslocada).
2º 
PASSO
CARGA CRÍTICA DE FLAMBAGEM 1
2
3
4
13
▪ Carga a partir da qual a barra que está sendo comprimida mantêm-se em
posição indiferente.
✓ A seqüência experimental é:
A barra reta é submetida a 
uma compressão axial de 
intensidade maior que a 
crítica, e a barra entra em 
colapso
P>Pcr
 é de colapso
A barra rompe ou sua 
deformação é muito 
grande.
3º 
PASSO
• Normalmente tomamos como referência o valor da carga crítica para uma barra 
bi-rotulada.
CARGA CRÍTICA DE FLAMBAGEM 1
2
3
4
14
▪ Segundo a EULER
Onde:
E - módulo de elasticidade do aço;
I - menor momento de inércia da barra;
Lfl - comprimento de flambagem da barra.
2
2 **
fl
cr
L
IE
P

=
▪ Parâmetro ou índice de esbeltez
K*L
λ=
r
Onde:
K - coeficiente de flambagem (NBR 8800/2024 – Anexo E, item E.2);
r - menor raio de giração da barra.
CARGA CRÍTICA DE FLAMBAGEM 1
2
3
4
15
▪ Comprimento de flambagem
Onde:
K - coeficiente de flambagem (NBR 8800/2024 –
Anexo E, item E.2);
L - comprimento da barra.
▪ Parâmetro ou índice de esbeltez
K*L
λ=
r
Onde:
K - coeficiente de flambagem (NBR 8800/2024 – Anexo E, item E.2);
r - menor raio de giração da barra.
flL =K*L
CARGA CRÍTICA DE FLAMBAGEM 1
2
3
4
16
▪ Coeficiente de
flambagem por flexão de
elementos isolados
(NBR 8800/2024 – Anexo E,
tabela E.1)
CARGA CRÍTICA DE FLAMBAGEM 1
2
3
4
17
▪ Substituindo:
( ) 22
22
2
2
*
***
*
**
r
ArE
Lk
IE
Pcr


==
2
2 **

 AE
Pcr =
2
2 *

 E
fcr =
DIMENSIONAMENTO DE 
BARRAS COMPRIMIDAS 
03.
DIMENSIONAMENTO DE BARRAS COMPRIMIDAS 1
2
3
4
19
• Para o dimensionamento de barras à compressão devemos levar em conta as 
condições de vínculo das barras que determinam o parâmetro de flambagem (K) (NBR 
8800/2024 – Anexo E, tabela E.1).
• O índice de esbeltez das barras comprimidas (), tomado como a maior relação entre 
o produto K*L e o raio de giração correspondente r, portanto K*L/r, onde K é o 
coeficiente de flambagem fornecido por E.2.1.1, E.2.1.2 ou E.2.1.3, o que for aplicável, e 
L é o comprimento destravado, não deve ser superior a 200 (NBR 8800/2024 – item 
5.3.4.1).
✓ Caso tenhamos uma barra com o parâmetro de esbeltez MAIOR que o valor limite -
TROCAR A BARRA
200* =
r
LK
máx
DIMENSIONAMENTO DE BARRAS COMPRIMIDAS 1
2
3
4
20
• Barras compostas, formadas por dois ou mais perfis trabalhando em conjunto, em 
contato ou com afastamento igual à espessura de chapas espaçadoras, devem 
possuir ligações entre esses perfis a intervalos tais que o índice de esbeltez L/r de 
qualquer perfil, entre duas ligações adjacentes, não seja superior a 1/2 do índice de 
esbeltez da barra composta (K*L/r), onde K é fornecido por E.2.1.1, E.2.1.2 ou E.2.1.3, o 
que for aplicável, conforme ilustra a Figura 12 da NBR 8800/2024.
• Para cada perfil componente, o índice de esbeltez deve ser calculado com o seu raio 
de giração mínimo. Adicionalmente, pelo menos duas chapas espaçadoras devem 
ser colocadas ao longo do comprimento, uniformemente espaçadas.
DIMENSIONAMENTO DE BARRAS COMPRIMIDAS 1
2
3
4
21
04.
RESISTÊNCIA DE CÁLCULO DE 
BARRAS COMPRIMIDAS 
(NBR8800/2024 - ITEM 5.3)
RESISTÊNCIA DE CÁLCULO DE BARRAS COMPRIMIDAS 1
2
3
4
23
c,Sd c,RdN N
Nc,Sd - Força axial de compressão solicitante de cálculo.
Nc,Rd - Força axial de compressão resistente de cálculo, determinada conforme NBR
8800/2024 – item 5.3.2.
RESISTÊNCIA DE CÁLCULO DE BARRAS COMPRIMIDAS 1
2
3
4
24
g y
c,Rd
a1
χ*Q*A *f
N =
γ
 - Fator de redução associado à resistência à compressão, dado no item 5.3.3 da
NBR 8800/2024;
Q - Fator de redução total associado à flambagem local, cujo valor deve ser obtido
no Anexo F da NBR 8800/2024;
Ag - Área bruta da seção transversal da barra.
RESISTÊNCIA DE CÁLCULO DE BARRAS COMPRIMIDAS 1
2
3
4
25
▪ Os coeficientes a1 são fornecidos no item 4.8.2 da NBR 8800/2024 (para o
ELU).:
RESISTÊNCIA DE CÁLCULO DE BARRAS COMPRIMIDAS 1
2
3
4
26
g y
0
e
Q*A *f
λ =
N
Ne - Força axial de flambagem elástica, dado no Anexo E da NBR 8800/2024.
O valor de  pode ser também obtidoda Figura 11 ou da Tabela 4 da NBR 8800/2024, para
os casos em que 0 não supere 3,0.
RESISTÊNCIA DE CÁLCULO DE BARRAS COMPRIMIDAS 1
2
3
4
27
Figura 11 da NBR 8800/2024 – Valor de  em função do índice de esbeltez 0
RESISTÊNCIA DE CÁLCULO DE BARRAS COMPRIMIDAS 1
2
3
4
28
RESISTÊNCIA DE CÁLCULO DE BARRAS COMPRIMIDAS 1
2
3
4
29
▪ Valores da força axial de flambagem elástica, Ne (NBR 8800/2024 – Anexo E):
• Seções com dupla simetria ou simétricas em relação a um ponto (item E.1.1 da NBR
8800/2024):
• A força axial de flambagem elástica, Ne, de uma barra com seção transversal
duplamente simétrica ou simétrica em relação a um ponto é dada por:
• Flambagem por flexão em relação ao eixo central de inércia x da seção transversal:
RESISTÊNCIA DE CÁLCULO DE BARRAS COMPRIMIDAS 1
2
3
4
30
▪ Valores da força axial de flambagem elástica, Ne (NBR 8800/2024 – Anexo E):
• Seções com dupla simetria ou simétricas em relação a um ponto (item E.1.1 da NBR
8800/2024):
• A força axial de flambagem elástica, Ne, de uma barra com seção transversal
duplamente simétrica ou simétrica em relação a um ponto é dada por:
• Flambagem por flexão em
relação ao eixo central de
inércia x da seção
transversal:
• Flambagem por flexão
em relação ao eixo
central de inércia y da
seção transversal:
• Flambagem por torção 
em relação ao eixo 
longitudinal z:
RESISTÊNCIA DE CÁLCULO DE BARRAS COMPRIMIDAS 1
2
3
4
31
Kx*Lx - Comprimento de flambagem por flexão em relação ao eixo x (o coeficiente de
flambagem Kx é dado no item E.2.1 do Anexo E da NBR 8800/2024).
Ix - Momento de inércia da seção transversal em relação ao eixo x.
Ky*Ly - Comprimento de flambagem por flexão em relação ao eixo y (o coeficiente de
flambagem Ky é dado no item E.2.1 do Anexo E da NBR 8800/2024).
Iy - Momento de inércia da seção transversal em relação ao eixo y.
Kz*Lz - Comprimento de flambagem por torção (o coeficiente de flambagem Kz é dado
no item E.2.2 do Anexo E da NBR 8800/2024).
E - Módulo de elasticidade do aço.
Cw - Constante de empenamento da seção transversal.
G - Módulo de elasticidade transversal do aço.
J - Constante de torção da seção transversal.
r0 - Raio de giração polar da seção bruta em relação ao centro de cisalhamento.
RESISTÊNCIA DE CÁLCULO DE BARRAS COMPRIMIDAS 1
2
3
4
32
• rx e ry são os raios de giração em relação aos eixos centrais x e y, respectivamente, e
xo e yo são as coordenadas do centro de cisalhamento na direção dos eixos centrais x
e y, respectivamente, em relação ao centro geométrico da seção.
RESISTÊNCIA DE CÁLCULO DE BARRAS COMPRIMIDAS 1
2
3
4
33
▪ A força axial de flambagem elástica, Ne, de uma barra com seção transversal
monossimétrica, cujo eixo y é o eixo de simetria, é dada por:
• Flambagem elástica por flexão em relação ao eixo central de inércia x da seção
transversal (caso o eixo x seja o eixo de simetria, basta substituir x por y)
RESISTÊNCIA DE CÁLCULO DE BARRAS COMPRIMIDAS 1
2
3
4
34
▪ Flambagem elástica por flexo-torção (caso o eixo x seja o eixo de simetria, basta
substituir y por x e y0 por x0):
Ney - Força axial de flambagem elástica conforme o item E.1.1b) da NBR 8800/2024.
Nez - Força axial de flambagem elástica conforme o item E.1.1c) da NBR 8800/2024.
RESISTÊNCIA DE CÁLCULO DE BARRAS COMPRIMIDAS 1
2
3
4
35
▪ Seções assimétricas, exceto o caso de cantoneiras simples previsto no item E.1.4 da
NBR 8800/2024 (item E.1.3 da NBR 8800/2024):
• A força axial de flambagem elástica, Ne, de uma barra com seção transversal
assimétrica (sem nenhum eixo de simetria) é dada pela menor das raízes da seguinte
equação cúbica:
RESISTÊNCIA DE CÁLCULO DE BARRAS COMPRIMIDAS 1
2
3
4
36
▪ Cantoneiras simples conectadas por uma aba (item E.1.4 da NBR 8800/2024):
• Os efeitos da excentricidade da força de compressão atuante em uma cantoneira
simples podem ser considerados por meio de um comprimento de flambagem
equivalente, desde que essa cantoneira:
• a) seja carregada nas extremidades através da mesma aba;
• b) seja conectada por solda ou por pelo menos dois parafusos na direção da
solicitação;
• c) não esteja solicitada por ações transversais intermediárias.
RESISTÊNCIA DE CÁLCULO DE BARRAS COMPRIMIDAS 1
2
3
4
37
▪ Cantoneiras simples conectadas por uma aba (item E.1.4 da NBR 8800/2024):
• Nesse caso, a força axial de flambagem elástica da cantoneira, Ne, é dada por:
Ix1 - Momento de inércia da seção transversal em relação ao eixo que passa pelo
centro geométrico e é paralelo à aba conectada;
Kx1*Lx1 - Comprimento de flambagem equivalente, dado nos itens E.1.4.2 ou E.1.4.3 da
NBR 8800/2024, o que for aplicável.
RESISTÊNCIA DE CÁLCULO DE BARRAS COMPRIMIDAS 1
2
3
4
38
▪ Cantoneiras simples conectadas por uma aba (item E.1.4 da NBR 8800/2024):
• Para cantoneiras de abas iguais ou de abas desiguais conectadas pela aba de maior
largura, que são barras individuais ou diagonais ou montantes de treliças planas com
as barras adjacentes conectadas do mesmo lado das chapas de nó ou das cordas (ver
item 5.3.4.1 da NBR 8800/2024) (item E.1.4.2 da NBR 8800/2024):
RESISTÊNCIA DE CÁLCULO DE BARRAS COMPRIMIDAS 1
2
3
4
39
▪ Cantoneiras simples conectadas por uma aba (item E.1.4 da NBR 8800/2024):
• Para cantoneiras de abas iguais ou de abas desiguais conectadas pela aba de maior largura,
que são barras individuais ou diagonais ou montantes de treliças planas com as barras
adjacentes conectadas do mesmo lado das chapas de nó ou das cordas (ver item 5.3.4.1 da NBR
8800/2024) (item E.1.4.2 da NBR 8800/2024):
Lx1
Comprimento da cantoneira, tomado
entre os pontos de trabalho situados
nos eixos longitudinais das cordas da
treliça.
rx1
Raio de giração da seção transversal
em relação ao eixo que passa pelo
centro geométrico e é paralelo à aba
conectada.
RESISTÊNCIA DE CÁLCULO DE BARRAS COMPRIMIDAS 1
2
3
4
40
▪ Cantoneiras simples conectadas por uma aba (item E.1.4 da NBR 8800/2024):
• Nas cantoneiras de abas desiguais com relação entre as larguras das abas de até 1,7 e
conectadas na menor aba, o produto Kx1*Lx1 não pode ser tomado inferior ao valor:
Aumentado de
rmin - Raio de giração mínimo da cantoneira.
be - Largura da maior aba da cantoneira.
bs - Largura da menor aba da cantoneira.
Quando
RESISTÊNCIA DE CÁLCULO DE BARRAS COMPRIMIDAS 1
2
3
4
41
▪ Cantoneiras simples conectadas por uma aba (item E.1.4 da NBR 8800/2024):
Aumentado de
rmin - Raio de giração mínimo da cantoneira.
be - Largura da maior aba da cantoneira.
bs - Largura da menor aba da cantoneira.
Quando
RESISTÊNCIA DE CÁLCULO DE BARRAS COMPRIMIDAS 1
2
3
4
42
▪ Cantoneiras simples conectadas por uma aba (item E.1.4 da NBR 8800/2024):
• Para cantoneiras de abas iguais ou de abas desiguais conectadas pela aba de maior largura,
que são diagonais ou montantes de treliças espaciais com as barras adjacentes conectadas do
mesmo lado das chapas de nó ou das cordas (ver item 5.3.4.1 da NBR 8800/2024) (item E.1.4.3 da
NBR 8800/2024):
RESISTÊNCIA DE CÁLCULO DE BARRAS COMPRIMIDAS 1
2
3
4
43
▪ Cantoneiras simples conectadas por uma aba (item E.1.4 da NBR 8800/2024):
• Nas cantoneiras de abas desiguais com relação entre as larguras das abas de até 1,7 e
conectadas na menor aba, o produto Kx1*Lx1 não pode ser tomado inferior ao valor:
Aumentado de
Quando
RESISTÊNCIA DE CÁLCULO DE BARRAS COMPRIMIDAS 1
2
3
4
44
▪ Cantoneiras simples conectadas por uma aba (item E.1.4 da NBR 8800/2024):
Aumentado de
Quando
RESISTÊNCIA DE CÁLCULO DE BARRAS COMPRIMIDAS 1
2
3
4
45
▪ Cantoneiras simples conectadas por uma aba (item E.1.4 da NBR 8800/2024):
• Cantoneiras simples com ligações diferentes das descritas nos itens E.1.4.2 e E.1.4.3 da NBR
8800/2024, com relação entre as larguras das abas maior que 1,7 ou com forças transversais,
devem ser tratadas como barras submetidas à combinação de força axial e momentos fletores.
(item E.1.4.4 da NBR 8800/2024).
RESISTÊNCIA DE CÁLCULO DE BARRAS COMPRIMIDAS 1
2
3
4
46
▪ Valores dofator de redução total associado à flambagem local, Q (NBR 8800/2024 –
Anexo F):
• Os elementos que fazem parte das seções transversais usuais, exceto as seções tubulares
circulares, para efeito de flambagem local, são classificados em AA (duas bordas longitudinais
vinculadas) e AL (apenas uma borda longitudinal vinculada), conforme o item 5.1.2.2.1 da NBR
8800/2024.
• As barras submetidas à força axial de compressão, nas quais todos os elementos componentes
da seção transversal possuem relações entre largura e espessura (relações b/t) que não superam
os valores de (b/t )lim dados na Tabela F.1 da NBR 8800/2024, têm o fator de redução total Q igual
a 1,00.
RESISTÊNCIA DE CÁLCULO DE BARRAS COMPRIMIDAS 1
2
3
4
47
▪ Tabela F.1 da NBR
8800/2024 – Valores de
(b/t)lim
RESISTÊNCIA DE CÁLCULO DE BARRAS COMPRIMIDAS 1
2
3
4
48
▪ Tabela F.1 da NBR
8800/2024 – Valores de
(b/t)lim
RESISTÊNCIA DE CÁLCULO DE BARRAS COMPRIMIDAS 1
2
3
4
49
▪ Tabela F.1 da NBR
8800/2024 – Valores de
(b/t)lim
RESISTÊNCIA DE CÁLCULO DE BARRAS COMPRIMIDAS 1
2
3
4
50
▪ As barras submetidas à força axial de compressão, nas quais os elementos
componentes da seção transversal possuem relações b/t maiores que os valores de
(b/t )lim dados na Tabela F.1 da NBR 8800/2024 (elementos esbeltos), têm o fator de
redução total Q dado por:
Qs -
Fator de redução que leva em conta a flambagem local dos elementos AL, cujo
valor deve ser determinado como mostrado no item F.2 da NBR 8800/2024. Se
a seção possuir apenas elementos AL (Q = Qs).
Qa -
Fator de redução que leva em conta a flambagem local dos elementos AA, cujo
valor deve ser determinado como mostrado no item F.3 da NBR 8800/2024. Se
a seção possuir apenas elementos AA (Q = Qa).
RESISTÊNCIA DE CÁLCULO DE BARRAS COMPRIMIDAS 1
2
3
4
51
• Elementos comprimidos AL (NBR 8800/2024 – item F.2). Se existirem dois ou mais
elementos AL com fatores de redução Qs diferentes, deve-se adotar o menor destes
fatores.
• Elementos do Grupo 3 da Tabela F.1 da NBR 8800/2024):
RESISTÊNCIA DE CÁLCULO DE BARRAS COMPRIMIDAS 1
2
3
4
52
• Elementos comprimidos AL (NBR 8800/2024 – item F.2). Se existirem dois ou mais
elementos AL com fatores de redução Qs diferentes, deve-se adotar o menor destes
fatores.
• Elementos do Grupo 4 da Tabela F.1 da NBR 8800/2024):
RESISTÊNCIA DE CÁLCULO DE BARRAS COMPRIMIDAS 1
2
3
4
53
• Elementos comprimidos AL (NBR 8800/2024 – item F.2). Se existirem dois ou mais
elementos AL com fatores de redução Qs diferentes, deve-se adotar o menor destes
fatores.
• Elementos do Grupo 5 da Tabela F.1 da NBR 8800/2024):
RESISTÊNCIA DE CÁLCULO DE BARRAS COMPRIMIDAS 1
2
3
4
54
• Elementos comprimidos AL (NBR 8800/2024 – item F.2). Se existirem dois ou mais
elementos AL com fatores de redução Qs diferentes, deve-se adotar o menor destes
fatores.
• Elementos do Grupo 6 da Tabela F.1 da NBR 8800/2024):
h - Altura da alma.
tw - Espessura da alma.
b - Largura do elemento (ver Tabela F.1 da NBR 8800/2024).
t - Espessura do elemento (ver Tabela F.1 da NBR 8800/2024).
RESISTÊNCIA DE CÁLCULO DE BARRAS COMPRIMIDAS 1
2
3
4
55
• O fator de redução Qa das seções transversais com elementos comprimidos AA, cuja
relação entre largura e espessura ultrapassa os valores indicados na Tabela F.1 da
NBR 8800/2024, é definido como:
Ag - Área bruta.
Aef - Área efetiva da seção transversal.
RESISTÊNCIA DE CÁLCULO DE BARRAS COMPRIMIDAS 1
2
3
4
56
b - Largura do elemento (ver Tabela F.1 da NBR 8800/2024).
t - Espessura do elemento (ver Tabela F.1 da NBR 8800/2024).
bef - Largura efetiva de um elemento comprimido AA, conforme o item F.3.2 da NBR
8800/2024.
ca - Coeficiente, igual a 0,38 para mesas ou almas de seções tubulares retangulares
e 0,34 para todos os outros elementos.
 - Tensão que pode atuar no elemento analisado.
RESISTÊNCIA DE CÁLCULO DE BARRAS COMPRIMIDAS 1
2
3
4
57
Com  obtido conforme o item 5.3.3 da NBR 8800/2024, adotando Q igual a 1,0. OPCIONALMENTE, de
FORMA CONSERVADORA, pode-se tomar  = fy.
RESISTÊNCIA DE CÁLCULO DE BARRAS COMPRIMIDAS 1
2
3
4
58
▪ Seções tubulares circulares (NBR 8800/2024 – item F.4)
• Nas seções tubulares circulares, o fator de redução para flambagem local da
parede é dado por:
• Não é prevista a utilização de seções tubulares circulares com D/t superior a
D - Diâmetro externo da seção tubular circular.
t - Espessura da parede.
OBRIGADO!!!
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PROF. M. Sc. Jedson Abrantes 
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“O sucesso nasce do querer, da determinação e
persistência em se chegar a um objetivo. Mesmo
não atingindo o alvo, quem busca e vence
obstáculos, no mínimo fará coisas admiráveis.”
José de Alencar
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	Slide 1: ESTRUTURAS METÁLICAS Barras Submetidas a Compressão
	Slide 2: Barras Submetidas a Compressão
	Slide 3: CONSIDERAÇÕES INICIAS
	Slide 4: Considerações Iniciais
	Slide 5: Considerações Iniciais
	Slide 6: Considerações Iniciais
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	Slide 8: Considerações Iniciais
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	Slide 10: CARGA CRÍTICA DE FLAMBAGEM 
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	Slide 18: DIMENSIONAMENTO DE BARRAS COMPRIMIDAS 
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