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SUMÁRIO 
Introdução Do Pré-Hospitalar................................................................................. 3 
História Do APH....................................................................................................... 3 
Principais Modelos De Atendimento Pré-Hospitalar............................................... 5 
Constituição............................................................................................................ 6 
Veículos De Atendimento Pré-Hospitalar (Portaria MS – 2048/02)....................... 7 
Atendimento Pré-Hospitalar (APH)......................................................................... 10 
Avaliações............................................................................................................... 11 
Avaliação primária................................................................................................... 11 
Avaliação secundária.............................................................................................. 15 
Avaliação Clínica..................................................................................................... 16 
Desfibrilador Externo Automático (DEA).................................................................. 21 
OVACE..................................................................................................................... 22 
Queimaduras........................................................................................................... 23 
Choques................................................................................................................... 26 
Evisceração............................................................................................................. 28 
Fratura..................................................................................................................... 29 
Sinais De Reconhecimento De TCE......................................................................... 31 
Trauma Raquimedular TRM..................................................................................... 33 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR 
 
Introdução Do Pré-Hospitalar 
 
É o serviço que procura chegar precocemente à vítima, após ter ocorrido agravo à saúde, 
atendê-la no local e transportá-la adequadamente a um serviço de saúde. 
 
História Do APH 
Barão Dominique Jean Larrey (1766 -1842) 
 
 
 
• Pai do APH 
• Rápido acesso ao paciente 
• Tratamento e estabilização no campo 
• Cuidados durante o transporte 
• Criador da Cruz Vermelha 
1795 D.C - Médico Francês DOMINIQUE JEAN LARREY (Pai do Atendimento Pré-Hospitalar), 
cria um sistema de atendimento dos feridos nos locais de batalha, utilizando carruagens 
leves, tornando-se o cirurgião chefe das tropas napoleônicas. 
Primeira Guerra Mundial 
“American Red Cross” 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Página | 4 
 
• Mundo o 1869 
– Criação do serviço de ambulância (carruagens) o 1870. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
– Primeiro registro de transporte aeromédico (balão) o 1899. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
– Primeira ambulância motorizada o 1965. 
 
 
 
 
 
 
 
 
– Ministério de Saúde Francês cria o SAMU. 
 
 
 
 
 
 
 
Página | 5 
 
 • Brasil o 1983 
- Lei que pretendia estabelecer o socorro médico em via pública em 1989 
- Introdução do SAMU em 1990 
 
 
- Início do APH por bombeiro 
 
 
 
Principais Modelos De Atendimento Pré-Hospitalar 
MODELO FRANCÊS 
Figura central: Médico. 
Filosofia: médico se desloca até o paciente. 
 
MODELO AMERICANO 
Figura central: paramédico 
Filosofia: 1ª intervenção pelo paramédico. Médico aguarda o paciente no hospital 
 
A Estrela da Vida 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Página | 6 
 
 
CARACTERÍSTICAS DO POVO BRASILEIRO 
“Cultura do socorrer por socorrer” 
“rapidez é mais importante que a qualidade” 
 
Conselho Federal de Medicina (Resolução CFM nº 1451/95), define-se: 
 
Urgência: a ocorrência imprevista de agravo à saúde com ou sem risco potencial de 
vida, cujo portador necessita de assistência médica imediata. 
 
 
 
Emergência: a constatação médica de condições de agravo à saúde que impliquem em 
risco iminente de vida ou sofrimento intenso, exigindo, portanto, tratamento médico 
imediato. 
 
 
Constituição 
 
Dos Direitos e Deveres Individuais e Coletivos 
 
Art. 5º- Todos são iguais perante a Lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se 
aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à 
liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: Da Saúde. 
 
Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e 
econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso 
universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação. 
 
 
 
 
 
 
Página | 7 
 
CÓDIGO PENAL 
 
 Art. 135 - Deixar de prestar assistência, quando possível fazê-lo sem risco pessoal, à 
criança abandonada ou extraviada, ou à pessoa inválida ou ferida, ao desamparo ou em grave 
e iminente perigo; ou não pedir, nesses casos, o socorro da autoridade pública: 
Pena - detenção, de 1 (um) a 6 (seis) meses, ou multa. 
Parágrafo único - A pena é aumentada , se da omissão resulta lesão corporal de natureza 
grave, e triplicada, se resulta a morte. 
 
Importante: O fato de chamar o socorro especializado, nos casos em que a pessoa não possui 
um treinamento específico ou não se sente confiante para atuar, já descaracteriza a 
ocorrência de omissão de socorro. 
 
ASPECTOS LEGAIS 
 
OMISSÃO DE SOCORRO (ART. 135º DO CÓDIGO PENAL) 
 
Todo cidadão é obrigado a prestar auxílio a quem esteja necessitando, tendo três formas para 
fazê-lo: 
❖ Atender, Auxiliar quem esteja atendendo ou Solicitar auxílio. 
Exceções da lei (em relação a atender e/ou auxiliar): menores de 16 anos, maiores de 65, 
gestantes a partir do terceiro mês, deficientes visuais, mentais e físicos (incapacitados). 
 
Veículos de atendimento Pré-hospitalar (Portaria MS – 2048/02) 
 
Define-se ambulância como um veículo que se destine exclusivamente ao transporte de 
enfermos. 
 
Tipo A 
• Remoção simples e de caráter eletivo 
• Motorista, técnico ou auxiliar de enfermagem 
 
Tipo B (Condutor – Técnico de Enfermagem) 
• Suporte Básico de Vida 
• Transporte intra-hospitalar com risco de vida conhecido 
• Transporte sem necessidade de intervenção no local e/ou durante o transporte Veículos de 
atendimento Pré Hospitalar (Portaria MS – 2048/02) 
 
 
Página | 8 
 
 
 
 Tipo C (3 Bombeiros Militares e Auxiliares) 
• Resgate 
• vítimas de acidentes ou pacientes em locais de difícil acesso 
• Equipamentos de salvamento 
 
 
 
Tipo D (Condutor – Enfermeiro – Médico) 
• Suporte Avançado 
• Pacientes de alto risco em emergências pré-hospitalares e/ou de transporte intra-hospitalar 
que necessitam de cuidados médicos intensivos. 
 
 
 
Tipo E 
• Aeronave de asa fixa ou rotativa 
• Transporte intra-hospitalar de pacientes e resgate 
• Equipamentos homologados pelo DAC 
• Considerado como Suporte avançado 
• Piloto, médico e enfermeiro 
 
 
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Tipo F 
• Transporte Médico destinado ao transporte por via marítima ou fluvial 
• Condutor de embarcação 
• Suporte básico: auxiliar/técnico de enfermagem 
• Suporte avançado: Médico e Enfermeiro 
 
 
 
Veículos IR (Intervenção rápida) 
• Transporte de médicos e equipamentos que oferecem suporte para as ambulâncias Tipo A, 
B, C e F. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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MT (Motolância) 
•Tripulados por Téc.Em enfermagem e ou Enfermeiros 
 
 
Profissionais atuantes no Central de Regulação 
✓ Telefonistas, Rádio operadores, Enfermeiro Regulador e Médico (Regulador/ 
Intervencionista). 
✓ Bases Descentralizadas 
✓ Condutores, técnicos de Enfermagem, Enfermeiros e Médicos (todos 
Intervencionistas). 
 
Atendimento Pré-Hospitalar (APH) 
 
Uma atenção pré-hospitalar qualificada é de suma importância para uma sobrevida a vítima 
até a chegada ao hospital. 
Nos locais onde esse sistema é inadequado, a mortalidade hospitalar por trauma, por 
exemplo, é baixa, porque os pacientes graves vão a óbito no local do acidente, ou durante o 
transporte. 
 
1. Avaliar cuidadosamente o cenário 
2. Sinalizar o local 
3. Acionar o serviço de apoio 
4. Equipamento de proteção individual 
 
SEGURANÇA DE CENA 
 
 
 
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SINALIZAÇÃO 
 
 
ACIONAR APOIO 
 
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL 
 
AVALIAÇÕES 
 
A prioridade de atendimento é determinada basicamente pela gravidade da vítima. 
O exame é dividido em dois tempos principais: 
 
1º. AVALIAÇÃO PRIMÁRIA (LOCAL). 
2º. AVALIAÇÃO SECUNDÁRIA (VTR). 
 
 
 
 
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Avaliação Primária (XABCDE) 1978 – DR. JIM STYNER 
 
X- (BLEEDING CONTROL) CONTROLE DE HEMORRAGIAS EXTERNAS GRAVES. 
A- (AIRWAY) vias aéreas; 
B- (BREATHING) respiração; 
C- (CIRCULATION) circulação; 
D- (DISABILITY) incapacidade; 
E- (EXPOSURE) exposição; 
 
Lembrando!!! 
O X.A.B.C.D.E. é apenas um ACRÔNIMO MNÊUMONICO com isso não pode ser denominado 
protocolo. 
 
Exame Céfalo-Podálico 
CABEÇA PESCOÇO 
OMBROS TÓRAX E MS 
ABDOMEM E PELVE 
MS INFERIORES 
 
Avaliação primária (X.A.B.C.D.E.) 
 
X – Controle de hemorragias externas graves, sangramento ativo podendo ser venoso ou 
arterial. 
Compressão direta; 
Elevação do membro; 
 
 
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Compressão indireta (pontos de pressão); 
Torniquete; 
 
Arterial Venoso Capilar 
 
 
A – Vias aéreas , desobstrução e estabilização da cervical. Identificar obstrução de via 
aérea, risco de obstrução e necessidade de via aérea definitiva. Procedimento é intubação 
orotraqueal, dispositivos supra glóticos ou cricotireoidostomia se necessário, com o colar 
cervical 
 
 
B – Respiração, Verificação do padrão respiratório + ausculta Identificar pneumotórax 
aberto ou hipertensivo, tórax instável, hemotórax maciço. Procedimento é intubação 
orotraqueal, drenagem torácica se necessário 
 
 
 
 
 
 
 
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C – Circulação, aferição de sinais vitais e ausculta cardíaca Identificar presença de pulso e 
sinais vitais, choque ou situações potenciais que podem evoluir, principalmente lesões 
abdominais Procedimento acesso venoso e reposição volêmica, contenção de hemorragias 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
D – Neurológico, avaliação primário de nível de consciência + Escala de Coma de Glasgow 
Identificação e avaliação pupilar e escala de Coma de Glasgow Procedimento intubação 
orotraqueal, e ECG. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 E – exposição, possíveis traumas e prevenção de hipotermia Identificar demais lesões 
potencialmente graves e menos graves, e controle de hipotermia. Procedimento de retirada 
de vestes, cobertura de vítima e deslocamento 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Avaliação Secundária 
 
 Nome, idade, telefone 
 O que aconteceu? 
 Isso já aconteceu antes? 
 Algum problema de saúde? 
 Está tomando algum remédio? 
 Está fazendo algum tratamento de saúde? 
 É alérgico a algum medicamento? 
 Fez uso de algum tipo de droga? 
 Qual o horário da última alimentação? 
 O que você está sentindo? Sente dor em algum lugar? 
 
 S A M P L A OU S A M P L E 
 
 
Escala de Coma de Glasgow 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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A V D I ou A V D N 
 
 
 
Avaliação Clínica 
 
Pressão Arterial 
O primeiro, de maior valor, é chamado de sistólico e corresponde à pressão da artéria no 
momento em que o sangue foi bombeado pelo coração. Já o segundo número, de menor 
valor, é chamado de diastólico e corresponde à pressão na mesma artéria no momento em 
que o coração está relaxado após uma contração. Usamos “mmHg” para indicar quantos 
milímetros o mercúrio sobe no medidor do aparelho. Quando lhe dizem que sua pressão está 
“doze por oito”, por exemplo, significa a medida de 120x80 mmHg, onde 120 é a pressão nos 
vasos, quando o coração se contrai, e 80 é a pressão nos vasos, quando o coração relaxa. 
 
Tabela da P.A. 
 
 
Frequência respiratória 
 
A frequência respiratória em geral é mensurada através da observação da expansão torácica 
contando o número de inspirações por um minuto. 
O adulto normal, em repouso, respira confortavelmente 12 a 18 vezes por minuto. Em recém-
nascidos, este valor chega até a 30 a 40 respirações por minuto, quase o dobro de um adulto 
em repouso e as crianças podem chegar a 25 até 30 respirações por minuto. 
O parâmetro de verificação é por mrm (Movimentos Respiratórios por Minuto), mas também é 
bem comum mpm (Movimentos Por Minuto). 
 
 
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Tipos de ritmos respiratórios 
Existem hoje algumas classificações de tipos respiratórios e elencamos os três tipos mais 
comuns. São eles: 
 
➢ Respiração de Cheyne-Stokes 
Caracteriza-se por uma fase de apnéia seguida de incursões inspiratórias cada vez mais 
profundas até atingir um máximo, para depois vir decrescendo até nova pausa. As causas 
mais frequentes desse tipo de respiração são insuficiência cardíaca, a hipertensão 
intracraniana, os AVEs e os traumatismos cranioencefálicos. 
 
➢ Respiração de Biot 
A respiração apresenta-se com duas fases. A primeira a apnéia, seguida de movimentos 
inspiratórios e expiratórios anárquicos quanto ao ritmo e amplitude. Quase sempre este tipo 
de respiração indica grave comprometimento cerebral. As causas mais frequentes deste 
ritmo são as mesmas da respiração de Cheyne-Stokes. 
 
➢ Respiração de Kussmaul 
Compõem-se de quatro fases: inspirações ruidosas, apnéia em inspiração, expiração ruidosa 
e apnéia em expiração. A acidose, principalmente a diabética é a sua principal causa. 
 
➢ Bases de Frequência Respiratória 
Crianças respiram mais rápido do que adultos, então é preciso comparar o resultado de 
acordo com a taxa de respiração por minuto por grupo de idade. As taxas são as seguintes: 
 
 30 a 60 rpm para um bebê de zero a seis meses de idade. 
 24 a 30 rpm para um bebê de seis a 12 meses de idade. 
 20 a 30 rpm para uma criança de um a cinco anos de idade. 
 12 a 20 rpm para uma criança de seis a 11 anos de idade. 
 12 a 18 rpm para alguém com 12 anos de idade ou mais velho. 
 
Parâmetro normal: 
 
Mulher: 18 a 20 mrm; Homem: 16 a 18 mrm; Criança: 20 a 25 mrm; Lactantes: 30 a 40 mrm 
 
Ritmos 
 
 Apnéia: é a ausência dos movimentos respiratórios; 
 Dispnéia: dificuldade na execução dos movimentos respiratórios; 
 Bradipneia: diminuição da frequência respiratória; 
 Taquipnéia: aumento da frequência respiratória 
 
 
 
 
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Pulso 
Delimitação palpável da corrente sanguínea na artéria. 
TAQUICARDIA = Coração 
TAQUISFIGMIA = Pulso 
BRADICARDIA = Coração 
BRADISFIGMIA = Pulso 
 
Número de pulso por minuto de 60 a 100 ppm. 
 
Locais de verificação de pulso: 
✓ Radial 
✓ Poplítea 
✓ Apical 
✓ Temporal 
✓ Femoral 
✓ Ulnar 
✓ Carótida 
✓ Dorsal do pé 
✓ Tibial posterior 
 
Frequência Cardíaca 
 
A frequência cardíaca de uma pessoa varia ao longo de um mesmo dia, em virtude de 
diversos fatores, como alimentação, sono, medicamentos, atividades física ou mental, 
expectativa e até por crises de ansiedade. A quantidade normal de batimentos é de 50 a 90 
batimentos por minuto (bpm). 
 
• Crianças de até 2 anos: 120 a 140 bpm. 
• De 8 até 17 anos: 80 a 100 bpm. 
• Mulheres de 18 a 65 anos: 73 a 78 bpm. 
• Homens de 18 a 65 anos: 70 a 76 bpm. 
 
A bradicardia representaum contingente baixo de batimentos cardíacos, um número reduzido 
dos batimentos, onde permanecem estacionados abaixo de 50 batimentos por minuto. 
A taquicardia já seria a situação oposta, quando os batimentos cardíacos ultrapassam e 
permanecem acima de 90 por minuto. 
 
A arritmia é mais abrangente, pois representa um descompasso do ritmo, uma 
desorganização dos batimentos. Uma arritmia pode estar associada com a bradicardia ou 
com a taquicardia, uma pessoa pode estar apresentando número reduzido de batimentos 
cardíacos e estes estarem muito desorganizados também. Esta condição seria definida como 
uma bradiarritmia. 
 
Saturação (SpO2) 
 
A saturação é um valor em porcentagem que representa a quantidade de oxigênio circulante 
no sangue. Na prática, o oxigênio (O2) entra nos pulmões junto com ar que é inspirado, passa 
pelos alvéolos e se liga à hemoglobina, uma proteína presente nos glóbulos vermelhos que 
tem a função de fixá-lo. Então, ele é levado para cada uma das células do corpo por meio da 
circulação sanguínea. 
 
 
 
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É considerada uma saturação normal valores entre 100% e 95%. No entanto, alguns médicos 
consideram até 92%. Geralmente, entram nessa faixa pacientes fumantes, aqueles que 
estejam com gripes e resfriados ou com uma condição crônica como bronquite ou asma, não 
sendo motivo de preocupações. 
 
Temperatura 
 
Medida por meio de um termômetro, a temperatura demonstra o resultado entre ganho e 
perda de calor do corpo para o ambiente. O valor de referência é de 36,5ºC (graus Celsius), 
para qualquer idade. No entanto, existe uma variação aceitável, que fica entre 36,1ºC e 
37,2ºC. 
 
A temperatura corporal é o equilíbrio entre a produção e a perda de calor do organismo, 
mediado, pelo centro termorregulador, portanto, pode ser verificada na região axilar, inguinal, 
bucal ou retal. 
 
• Hipotermia: temperatura abaixo de 35°C. 
• Afebril: 36,1 a 37,2°C. 
• Estado febril/subfebril: 37,3 a 37,7°C. 
• Febre/hipertermia: 37,8 a 38,9°C. 
• Pirexia: 39 a 40°C. 
• Temperatura oral: Valores normais para o adulto variam de 36 a 38°C. 
 
Parada Respiratória 
 
É a supressão súbita dos movimentos respiratórios, podendo acompanhar-se ou não de 
parada cardíaca. Diagnósticos se dá, pela ausência de movimentos respiratórios de cianose, 
midríase e perda de consciência. 
A ação a ser tomada é desobstrução das vias respiratórias e ventilação mecânica Ventilação 
mecânica com a Bolsa Válvula Máscara com uma frequência de 1 ventilação a cada 6 
segundos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Parada Cardiorrespiratória (PCR) 
 
Parada cardiorrespiratória (PCR) é a interrupção inesperada e abrupta do trabalho cardíaco e 
da respiração, com consequente perda da consciência. O que se observa na maioria desses 
casos é que o evento não acontece por acaso, ele é o resultado da evolução de algum fator. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Avaliação De Uma Parada Cardiorrespiratória (PCR) 
 
Avalia-se pulsação (carotídeo), de 5 a 10 segundos, aproximando o ouvido da região da face 
do paciente (cuidando a exposição a fluidos) e verificar expansão torácica. 
Confirmado a PCR, chame por auxílio especializado e inicia-se a RCP (Reanimação 
Cardiopulmonar). 
Inicia-se 30 compressões x 2 ventilações,(1 socorrista). 
De 100 a 120 bpm. Compressões em adultos com profundidade de 5 a 6 cm, em crianças de 
3 a 4 cm. 
 
Formas De Compressões 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Desfibrilador Externo Automático (DEA) 
 
O DEA, ou desfibrilador Externo Automático, é um equipamento portátil destinado a reverter 
parada cardiorrespiratória através da detecção automática de ritmos chocáveis (fibrilação 
ventricular e taquicardia ventricular) e aplicação de pulso de desfibrilação bifásico. 
 
O DEA além de diagnosticar as arritmias cardíacas também é capaz de tratá-las através da 
desfibrilação, uma aplicação de corrente elétrica que para a arritmia, fazendo com que o 
coração retome o ciclo cardíaco normal 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Se a criança ou bebê estiver com menos de 60 batimentos por minuto com sinais de 
hipoperfusão, isso significa que ele está em PCR e temos que fazer a RCP. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Afogamento 
Observação: RCP inicia com 5 ventilações de resgate após isso as compressões. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Obstrução De Via Aérea Por Corpo Estranho (OVACE) 
 
Consiste na obstrução de vias aéreas causada por aspiração de corpo estranho, geralmente 
localizado na laringe ou traqueia. Essa condição pode ser um evento potencialmente fatal. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Coloque o bebê de bruços em cima do seu braço e faça cinco tamponamento entre as 
escápulas (no meio das costas). Vire o bebê de barriga para cima em seu braço e efetue mais 
cinco compressões sobre o esterno (osso que divide o peito ao meio), na altura dos mamilos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Queimaduras 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Classificação Quanto à profundidade: 
 
1º grau: atinge a epiderme (camada superficial da pele). Apresentação com vermelhidão sem 
bolhas e discreto inchaço local. A dor está presente. 
 
 
Página | 24 
 
2º grau: atinge a epiderme e parte da derme (2ª camada da pele). Há presença de bolhas e a 
dor é acentuada. 
 
3º grau: atinge todas as camadas da pele, apresenta com cor esbranquiçada ou escura. A dor 
é ausente, devido à profundidade da queimadura, que pode lesar todas as terminações 
nervosas responsáveis pela condução da sensação de dor. 
 
4º grau: atinge todas as camadas da pele, músculos e ossos. Ocorre necrose da pele (morte 
do tecido), A dor é ausente, devido à profundidade da queimadura, que lesar todas as 
terminações nervosas responsáveis pela condução da sensação de dor. 
 
Agentes Físicos 
➢ Térmicas: líquidos quentes, gordura quente, ferro quente, vapor e através do fogo; 
➢ Elétricas: corrente de baixa voltagem (eletrodomésticos), alta tensão e raio; 
➢ Radiantes: resultam da exposição à luz solar ou fontes nucleares. 
 
Agentes Químicos 
➢ Substâncias químicas industriais, produtos de uso doméstico, como solventes, soda 
cáustica, alvejantes ou qualquer ácido ou álcalis. 
 
Agentes Biológicos 
➢ Seres vivos: como por exemplos, taturanas, “água viva”, urtiga”. 
 
As queimaduras térmicas são as mais frequentes nas emergências, provocadas por fogo, 
líquidos superaquecidos (água ou leite ferventes, açúcar queimado, óleo de frituras), objetos 
quentes (canos de motos, ferro de passar, panelas, por exemplo) ou exposição ao sol. 
As queimaduras químicas ocorrem por contato com substâncias químicas, como soda 
cáustica, venenos, pilhas e baterias, que têm materiais corrosivos. 
As queimaduras elétricas são causadas pelo calor gerado na corrente elétrica durante um 
choque e interferem nos sistemas cardíaco e nervoso. 
 
TABELA DE PORCENTAGEM DE QUEIMADURAS NO CORPO 
 
 
 
 
 
 
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Regra Dos Nove 
 
A regra dos nove é um método muito utilizado em adultos, mas que, em algumas situações, 
pode ser extrapolado para a pediatria. Possui como vantagem ser uma forma rápida e prática 
de quantificar a área corporal queimada, sendo muito útil nas emergências. No entanto, este 
método só deve ser utilizado em crianças acima de 14 anos, uma vez que não há 
diferenciação por faixa etária, e a avaliação corre o risco de ser feita erroneamente em uma 
criança muito pequena. Na regra dos nove, o corpo é dividido em menos segmentos, em 
relação ao método anterior, e cada segmento representa, em porcentagem, nove ou múltiplos 
de nove. 
 
Tabela da Regra dos 9 no Corpo Humano 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Regra Da Palma Da Mão 
 
Geralmente a palma da mão de um indivíduo representa 1% da superfície corporal.Assim 
pode ser estimada a extensão de uma queimadura calculando o “número de palmas de mão”. 
 
 
 
Regra da palma É uma regra muito usada na pediatria e pode ser utilizada para avaliar 
pacientes com queimaduras pequenas e irregulares, e com uma superfície corporal queimada 
menor do que 10%. Neste método, considera-se que a palma inteira (mão e dedos) da criança 
equivale a 1% da sua superfície corporal. Dessa forma, é possível estimar a extensão da 
queimadura de forma comparativa com o tamanho da palma do paciente, por exemplo, uma 
 
 
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criança que apresenta uma queimadura que equivale a duas medidas da sua palma tem 2% 
de superfície corporal queimada. 
 
Choques 
 
O choque é uma condição potencialmente letal que se caracteriza por redução significativa 
da perfusão tecidual, resultando em inadequada oferta de oxigênio aos tecidos. Os tipos mais 
comuns de choque são: 
 
➢ CARDIOGÊNICO (OBSTRUTIVO) 
➢ DISTRIBUTIVO 
➢ HIPOVOLÊMICO 
 
COMO O OXIGÊNIO CHEGA NOS TECIDOS? 
 
 
 
Choque Hipovolêmico 
 
É resultante da redução do volume intravascular secundário devido a perda de sangue ou 
fluídos e eletrólitos, gerando assim uma redução pré carga e consequentemente o débito 
cardíaco (DC). A resistência vascular sistêmica (RVS) aumenta numa tentativa de manter a 
perfusão de órgãos vitais. Hemorragias externas ou internas (trauma, hemorragias 
digestivas), Perdas cutâneas (queimaduras extensas), gastrointestinais (diarreias e vômitos) 
ou urinário Sequestro de líquido para terceiro espaço (pancreatite, peritonite). 
 
 
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Choque Cardiogênico 
 
Ocorre em decorrência a uma falência da bomba cardíaca, resultando na incapacidade do 
coração de manter uma adequada perfusão tecidual, mesmo na presença de volume 
intravascular adequado. O infarto Agudo do Miocárdio, afeta o ventrículo esquerdo, 
representa 74,5% das causas. 
• IAM 
• Arritmia 
• Miocardiopatia 
• Causas mecânicas (defeito valvares, ruptura de septo, aneurisma) 
• Insuficiência mitral aguda 
 
Choque Distributivo 
 
É caracterizado pela presença de má distribuição do fluxo sanguíneo relacionado a uma 
inadequação entre a demanda tecidual e a oferta de oxigênio, fenômeno descrito como 
SHUNT. 
• Choque Séptico (infecção de foco pulmonar, urinário, infecção generalizada) 
• Choque Anafilático (reações de anafilaxia, alergias graves) 
• Choque Neurogênico (Trauma Raquimedular) 
• Insuficiência adrenal 
• Coma mixedematoso 
 
O Choque Séptico é o exemplo clássico, mais importante e mais prevalente no choque 
distributivo, levando a altas taxas de mortalidade, que variam entre 20 e 50%. Em outras 
causas estão ainda a Anafilaxia e o Choque Neurogênico. 
Resulta de uma obstrução mecânica do débito cardíaco causando a hipoperfusão. 
• Tromboembolismo pulmonar maciço 
• Tamponamento cardíaco 
• Pneumotórax hipertensivo 
• Hipertensão pulmonar 
 
 
 
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Consequências 
 
➢ HIPOTENSÃO 
➢ OLIGÚRIA (pouca urina, insuficiência renal) 
➢ ALTERAÇÃO DO ESTADO MENTAL (pouco O² no cérebro) 
➢ ACIDOSE METABÓLICA (medida compensatória) 
➢ MÁ PERFUSÃO PERIFÉRICA 
 
Estados Do Choque 
 
✓ Agitação; 
✓ Ansiedade (sinais de hipóxia cerebral); 
✓ Cansaço; 
✓ Sonolência; 
✓ Confusão mental; 
✓ Taquicardia e pulso filiforme; 
✓ Respiração curta, rápida e superficial; 
✓ Hipotensão arterial; 
✓ Náusea; 
✓ Sede; 
✓ Sudorese; 
✓ Pele fria, pálida e úmida; 
✓ Câimbras; 
✓ Mucosas esbranquiçadas; 
✓ Enchimento capilar lento (perfusão 
periférica maior que 2 segundos) ou 
ausente; 
✓ Hipotermia; 
✓ Tremores; 
✓ Perda gradual da consciência e coma.
 
Evisceração 
 
É a protrusão de vísceras para fora da cavidade abdominal, como consequência de incisão 
abdominal entreaberta ou pós-trauma. É um trauma relativamente comum, ocasionado por 
armas brancas e acidentes automobilísticos. 
O socorrista realizará um curativo do tipo oclusivo, da seguinte maneira: 
 
1º. Irrigar uma compressa estéril com soro fisiológico e colocá-la por cima, cobrindo as 
vísceras expostas. 
 
2º. Aplicar uma bandagem ou plástico protetor, fixando-o no lugar com esparadrapo. 
 
❖ É importante essa prevenção de contaminação, com a proteção adequada dos órgãos 
eviscerados. 
 
❖ Evite a manipulação das vísceras ou reintroduzi-las para dentro da cavidade 
abdominal, pois esse procedimento será feito durante o ato cirúrgico. 
 
 
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Fratura 
 
Embora sejam comuns no paciente traumatizado, as lesões de extremidades raramente 
apresentam risco de morte imediato. 
Quando leva à acentuada perda sanguínea, o trauma de extremidades pode pôr em risco a 
vida do paciente. 
 
 
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Todo politraumatizado deve ser imobilizado em prancha longa e o mais próximo possível da 
posição anatômica. 
 
Como Proceder: 
1º. Realizar exame primário. 
2º. Realizar hemostasia (controle das hemorragias). 
3º. Tratar o choque. 
4º. No exame secundário, examinar os pulsos, coloração da pele, função motora e 
sensibilidade do membro com suspeita de fratura 
5º. Imobilizar adequadamente todo o membro, usando talas ou outros materiais rígidos (a 
imobilização ajuda a conter a hemorragia e proporciona alívio da dor). 
6º. Após a imobilização, aplicar bolsa de gelo ou compressa fria no local pode ajudar a 
reduzir a dor e o edema. 
7º. Movimentar o membro lesado o mínimo possível. 
 
✓ O Socorrista pode tentar realinhá-lo delicadamente, trazendo o membro à posição 
anatômica. 
✓ Se houver resistência ou dor intensa, a tentativa deverá ser abandonada. 
✓ É importante ressaltar que o fato de imobilizar o membro na posição normal melhora 
a dor e a circulação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fratura Exposta 
 
 O socorrista não deve tentar “recolocar os ossos no lugar”, especialmente quando se 
trata de fraturas expostas. 
 Cobrir com curativo estéril as feridas abertas ou extremidades ósseas expostas. 
 Remover joias e relógios (esses objetos podem prejudicar a circulação, quando o 
edema aumentar). 
 Verificar pulso, sensibilidade e cor do membro, antes e após realizar a imobilização. 
 
 
 
 
 
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Sinais de Reconhecimento de TCE 
 
✓ Ferimento na cabeça; 
✓ Exposição óssea ou de massa encefálica; 
✓ Alterações do nível de consciência (agitação, confusão mental, desorientação, 
sonolência e coma); 
✓ Cefaleia; 
✓ Perda de liquor e/ou sangue pelo nariz e ouvido (rinorreia e otorreia, rinorragia e 
otorragia); 
✓ Dor, náusea e vômito em jato (devido à hipertensão intracraniana); 
✓ Edema e hematoma periorbital (“sinal de guaxinim”); 
✓ Padrões respiratórios irregulares; 
✓ Alterações pupilares (anisocoria); 
✓ Posturas anormais (decorticação ou descerebração); 
✓ Possível incontinência urinária ou fecal; 
✓ Distúrbios visuais; 
✓ Alterações da fala e da marcha; 
✓ Hemiparesia, 
✓ Convulsão etc. 
 
➢ Dica: “Todo politraumatizado é um portador de lesão na coluna cervical, até que se 
prove o contrário!” 
 
Imobilização completa é imprescindível (prancha longa rígida, uso do colar cervical e 
imobilizador lateral de cabeça). 
 
A vítima deverá ser manipulada por equipe especializada, com as devidas técnicas e 
protocolos de atendimento ao traumatizado. 
 
O socorrista deverá monitorar os sinais vitais e nível de consciência e, caso exista 
extravasamento de fluidos pelo nariz e/ou boca (sangue ou liquor), não deve tentar contê-los. 
 
 
 
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TRM 
 
Lesão Traumática da raqui(coluna) e medula espinal resultando algum grau de 
comprometimento temporário ou permanente das funções neurológicas 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Principais Causas 
 
 Acidente de carro – Efeito Chicote 
 Mergulho em águas rasas 
 FAF 
 FAB 
 Quedas 
Esportes 
 
Suspeitar de TRM nos Seguintes Casos: 
 
 Vítimas inconscientes que sofreram algum tipo de trauma; 
 Dor ou deformidade em qualquer região da coluna vertebral; 
 Traumatismo facial grave ou traumatismo de crânio fechado; 
 "Formigamento" (anestesia) ou paralisia de qualquer parte do corpo abaixo do 
pescoço; 
 Mergulho em água rasa 
 
 
 
 
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Fratura Cervical (mais comum) 
 
 Fratura Torácica (rara devido proteção de caixa torácica) 
 Fratura Toracolombar (Comum em quedas com impacto dos pés e região glútea) 
 Lombar baixa (Os traumas produzem ruptura de discos) 
 
Gravidade do Trauma 
 
DEPENDE SE A MEDULA É ATINGIDA 
• Lesão medular cervical é a mais comum – C2 e C3 
• C4 a C7 – mais vulnerável a lesão 
• Torácica - proteção de costelas 
• Toracolombar – T11, T12 e L1 
 
• Lesão estável ou instável 
• Difícil de avaliar no pré-hospitalar. 
• Considerar toda lesão instável até se prove o contrário 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FRATURA COM LUXAÇÃO COMPLETA TORÁCICA BAIXA 
INCOMPLETA 
 
 
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TRM Penetrante 
 
Perfuração da coluna (arma branca, tiro ou estilhaço de bomba na coluna). 
 
Lesão medular completa ou incompleta, associada ou não a lesão dos nervos espinhais e/ou 
tronco dos plexos nervosos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Quadro neurológico é variável. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Sintomas 
 
✓ Dor 
✓ Formigamento, fraqueza 
✓ Dor com movimentação 
✓ Dificuldade de respirar 
✓ Deformidade 
✓ Inchaço 
✓ Laceração ou contusão 
✓ Paralisia ou anestesia 
✓ Incontinência 
✓ Paraplegia – paralisia de ambas as pernas. 
✓ Quadriplegia ou Tetraplegia – paralisia de 
ambos os braços e pernas. 
✓ Hemiplegia – paralisia do braço e perna do 
mesmo lado 
 
 
 
 
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Tipos De Lesão 
 
 Partes moles. 
 Lesão óssea (coluna) sem lesão medular. 
 Lesão óssea (coluna) com lesão medular incompleta. 
 Lesão óssea (coluna) com lesão medular completa 
 
Tratamento 
 
✓ Restaurar vias aéreas; 
✓ Ventilação adequada; 
✓ Controle de hemorragia; 
✓ Atenção ao choque medular ou neurogênico – hipotensão, bradicardia, vasodilatação; 
✓ Imobilização antes mesmo de qualquer mobilização; 
✓ Todos os pacientes com suspeita de TRM devem receber O²; 
✓ Lesões cervicais e torácicas podem causar paralisia da musculatura da parede 
torácica e a respiração ser apenas diafragmática; 
✓ Encaminhar a centro especializado.

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