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………………………. URIANÁLISE ………………………. 
- ferramenta diagnóstica, simples e rápida, de baixo custo 
- fornece informações fisiológicas e patológicas 
- avalia a função renal e metabolismo 
 
 
EXAME COMPLETO 
 
1. Macroscópico (Exame Físico) 
a. volume 
b. coloração = ∆ com 
i. alimentos (beterraba, cenoura) 
ii. medicamentos 
iii. produtos metabólicos, 
iv. infecções 
c. odor = cheiro de UREIA (urina concentrada) 
i. cetoacidose diabética → odor frutado ou 
adocicado 
ii. medicamentos, antibióticos 
iii. presença de Bactérias na uretra 
iv. alimentos: Café, alho, aspargos, uva, etc 
d. aspecto = turbidez 
i. límpida 
ii. levemente turva 
iii. turva (+ concentrada, + sedimentos) = 
leucocituria, hematúria, quiluria (linfa+gorduras 
emulsificadas) 
e. densidade 
i. faixa normal: 1,005 a 1,030 
ii. Baixa densidade ( 1,030): 
1. Desidratação. 
2. Glicosúria (associada ao diabetes mellitus). 
3. Proteinúria. 
4. Uso de contraste radiológico recente. 
 
 
2. Exame Bioquímico (tiras reagentes) investiga: 
a. pH da urina = 4,5 8,0): 
1. Doença renal crônica = dificuldade em acidificar urina 
2. Dieta vegetariana ou rica em alimentos alcalinos. 
3. Infecções urinárias (principalmente por bactérias que produzem amônia). 
4. Alcalose metabólica ou respiratória (sangue reflete ➡ urina - rim tenta eliminar 
pH alcalino pela urina) 
5. Retenção prolongada da amostra de urina antes da análise. 
b. proteinúria 
i. normal: ausente ou traço 
ii. sensível à albumina > 30mg/dL 
iii. urina espumosa 
iv. problema no Glomérulo = aumento da permeabilidade glomerular, síndrome nefrítica, 
exercício extenuante (sugere doença renal) 
c. glicosúria 
i. filtrada pelos glomérulos e reabsorvida pelos túbulos renais 
ii. > 180 mg/dL = rins não conseguem REABSORVER toda a glicose / capacidade máxima 
de reabsorção dos túbulos é ultrapassada, glicose aparece na urina 
iii. a glicosúria é detectada por uma reação enzimática específica para glicose. 
d. cetonúria 
i. presença de corpos cetônicos = distúrbios no metabolismo de ácidos graxos e CHO 
(lipídeos) 
ii. Cetoacidose diabética 
iii. Cetoacidose por jejum prolongado, alcoolismo 
iv. Lipidose hepática 
e. nitrito 
i. detecção de bacteriúria assintomática 
ii. indica presença de bactérias Gram-negativas na urina = convertem nitrato ➡ nitrito 
iii. infecção urinária 
f. bilirrubina/urobilinogênio 
i. Hb senescente ➡ bilirrubina ➡ ID: bactérias metabolizam ➡ reduzida a urobilinogênio 
➡ parte volta ao sangue ➡ parte é reabsorvido e removido pelo fígado ➡ parte é 
excretada na urina (se excesso, identifica-se) 
ii. aumento de bilirrubina conjugada no sangue ➡ reflete na urina 
 
3. Sedimentoscopia 
a. hematúria (3/campo) 
i. origem: trato urinário (rins, ureteres, bexiga ou uretra) 
ii. desafio clínico: variedade de possibilidades diagnósticas 
1. esforço físico intenso = hematúria do atleta 
2. doenças renais graves 
3. lesões ou infecções no trato urinário (ITU) 
4. HPB (homens) 
5. Distúrbios de coagulação (ex: hemofilia, uso de anticoagulantes). 
iii. Hematúria Macroscópica 
1. pigmentos de drogas, alimentos, hemoglobina, mioglobina e porfirina 
iv. Hematúria Microscópica (assintomática ou sintomática) 
 
 
 
b. leucocitúria (5/campo) 
i. número aumentado de leucócitos na urina = esterase leucocitária (enzima produzida 
pelos leucócitos (glóbulos brancos)) 
ii. pode indicar a infecção/ inflamação nas vias urinárias = bacteriana, fúngica, cálculo 
renal, traumas/lesões 
c. piúria 
i. pus na urina 
d. cilindrúria 
i. indicativo de lesão glomerular 
ii. estruturas microscópicas que se moldam nos túbulos renais (por isso forma cilíndrica) = 
compostas por proteínas, células ou detritos 
 
iii. cilindros hialinos = proteínas produzidas pelos túbulos renais 
iv. cilindros granulosos = degradação de proteínas e restos celulares (lesão tubular aguda, 
doenças renais crônicas - nefrite, glomerulonefrite) 
v. cilindros hemáticos = hemácias (hemorragia nos túbulos renais, indicativos de 
glomerulonefrite) 
vi. cilindros leucocitários = leucócitos (infecções, inflamações renais) 
vii. cilindros epiteliais = cél. epiteliais renais (lesão tubular = necrose aguda, toxicidade, etc) 
viii. cilindros cerosos 
ix. cilindros gordurosos = lipídios (síndrome nefrótica, proteinúria severa) 
x. cilindros pigmentares = hemólise (anemia hemolítica), rabdomiólise 
e. cristais 
i. pouca água, consumo de sais 
 
ii. ácido úrico 
iii. urato 
iv. oxalato de cálcio 
v. fosfato de cálcio 
vi. colesterol 
vii. tirosina 
f. filamentos de muco 
i. normal = ausente 
ii. lesão uretral 
iii. infecção 
iv. IST 
v. coleta errada (principalmente mulheres) 
g. bactéria 
i. normal = ausente 
 
ITU (infecção do trato urinário) 
- esterase leucocitária (leucocitúria) 
- nitrito 
- hematúria 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
……… ASPECTOS BIOQUÍMICOS DO TRANSPORTE TUBULAR RENAL ……… 
Visão geral sobre os aspectos bioquímicos do transporte tubular renal, com foco na reabsorção e 
secreção de substâncias ao longo das diferentes regiões do néfron. 
O material destaca a importância desses processos na manutenção da homeostase eletrolítica e no equilíbrio 
ácido-base, detalhando os principais transportadores e regulações hormonais envolvidos. 
 
Principais pontos abordados: 
1. Concentração de íons no LIC (líquido intracelular) e LEC (líquido extracelular): 
Explica a distribuição de cátions e ânions no organismo, indicando os principais mecanismos que 
regulam essas concentrações. 
 
2. Funções gerais do néfron: 
Inclui ultrafiltração no glomérulo, reabsorção, secreção e excreção, destacando os mecanismos: 
○ Passivos 
○ Ativos 
○ Pinocitose 
○ Transcelular 
○ Paracelular 
 
3. Reabsorção e secreção ao longo do néfron: 
○ Túbulo proximal: Alta capacidade de transporte devido às microvilosidades e proteínas 
transportadoras 
■ Reabsorve 65% = Na+, Cl-, HOC3-, glicose, aminoácidos 
■ 65% da H2O é reabsorvida a favor da [ ], pressão osmótica = transporte isosmótico com 
Na+ 
○ Alça de Henle: Dividida em segmentos: 
■ Alça Descendente: reabsorve 25% de água 
■ Alça Ascendente: Impermeável à água, mas ativa no transporte de íons. 
■ Túbulo distal e coletor: Reabsorção de água modulada por ADH 
 
4. Reabsorção de sódio (Na+): 
○ Co-transporte (Na+/glicose, 
Na+/aminoácidos). 
○ Regulação por aldosterona 
e outros hormônios. 
 
 
 
 
 
 
5. Reabsorção e excreção de potássio (K+): 
○ Reabsorção de 65% no túbulo proximal. 
○ Secreção no túbulo distal e coletor, modulada por fatores como dieta, aldosterona, equilíbrio 
ácido-base e fluxo urinário. 
○ 98% LIC e 2% LEC 
 
 
6. Ureia: 
○ Filtrada, reabsorvida e secretada = 40% secretada 
○ Participa na geração de hipertonicidade medular. 
 
7. Cálcio (Ca2+): 
○ Reabsorvido no túbulo proximal, alça ascendente espessa e túbulo distal. 
○ Regulado pelo calcitriol e PTH, que aumentam os níveis plasmáticos. 
 
………… indicadores bioquímicos da função renal ………… 
- indicadores de função renal 
- creatinina 
- ureia 
- indicadores de lesão renal 
- glomerular 
- cistatina C 
- tubular 
- cistatina C 
- KIM-1 
- albuminúria 
O que é depuração renal? remoção de substância do plasma por minuto 
Capacidade dos rins de remover uma substância específica do sangue e eliminá-la na urina, processo 
essencial para manter o equilíbrio de substâncias no organismo e garantir o funcionamento adequado do 
corpo. 
Creatinina: A depuração de creatinina é comumente usada como um marcador para estimar a taxa de 
filtração glomerular (TFG), um indicador chaveda função renal. 
Aplicações clínicas: 
● Avaliar a função renal. 
● Diagnosticar insuficiência renal ou outras doenças renais. 
● Ajustar doses de medicamentos eliminados pelos rins. 
● Monitorar a progressão de doenças renais. 
 
O que é clearance renal? 
 Taxa na qual os rins conseguem "limpar" uma substância específica do plasma sanguíneo, medindo o 
volume de plasma que é completamente "depurado" dessa substância por unidade de tempo. Indicador 
importante para avaliar a eficiência dos rins em excretar substâncias. 
Clearance de creatinina: Um teste mais comum para estimar a TFG. Apesar de ser mais prático, pode 
superestimar ligeiramente a TFG, pois a creatinina é levemente secretada pelos túbulos renais. 
Aplicações clínicas: 
● Avaliação da função renal: Estimar a TFG, que é essencial para detectar insuficiência renal. 
● Ajuste de doses de medicamentos: Muitos fármacos são eliminados pelos rins, e seu clearance pode 
ser ajustado para evitar toxicidade. 
● Diagnóstico de doenças: Ajuda a identificar condições como insuficiência renal, glomerulonefrite ou 
doenças tubulares. 
 
 
 
 
 
Taxa de Filtração Glomerular (TFG) 
 Volume de plasma filtrado pelo glomérulo para o espaço de Bowman durante um período de tempo 
(minuto) - cerca de 120ml sangue/minuto. Indica capacidade renal de depurar uma substância. 
 TFGe: estimar a gravidade do dano renal 
Creatinina Sérica 
1. Excreção renal da creatinina 
- Origem da creatinina: subproduto do metabolismo muscular = catabolismo da creatina e da 
fosfocreatina no Músculo Esquelético 
- Produção diária relativamente constante (depende da massa muscular do indivíduo) 
- Livremente filtrada e não reabsorvida 
- Após ser filtrada ou secretada, a creatinina é eliminada na urina, praticamente sem reabsorção tubular. 
- Varia com idade, sexo, atividade física e dieta 
 
2. Utilidade da creatinina na avaliação da TFG 
- A dosagem de creatinina sérica = fórmulas matemáticas (Cockcroft-Gault, MDRD e CKD-EPI) que 
estimam a TFG considerando fatores como idade, sexo, etnia e peso. 
- Vantagens: 
- É um marcador fácil de medir, amplamente disponível e barato. 
- Útil para rastrear e monitorar doenças renais crônicas (DRC). 
- Limitações 
- Dependência da massa muscular: Indivíduos com maior massa muscular produzem mais 
creatinina, enquanto idosos, mulheres e desnutridos podem apresentar valores baixos, 
mascarando reduções da TFG. 
- Suas limitações tornam necessário considerar outros marcadores, como a cistatina C, ou 
métodos mais precisos, como o uso de contrastes exógenos (ex.: inulina ou iohexol), em casos 
específicos. 
- Contribuição da secreção tubular: Nos estágios iniciais de disfunção renal, a secreção tubular 
pode compensar parcialmente a redução da filtração, subestimando a gravidade da redução da 
TFG. 
- Em estágios iniciais de lesão renal, a TFG começa a diminuir, ou seja, menos creatinina 
é filtrada pelos glomérulos. 
- No entanto, para manter a excreção total de creatinina relativamente estável, o rim 
aumenta a secreção tubular de creatinina. 
- Esse mecanismo compensatório faz com que os níveis séricos de creatinina 
permaneçam normais ou apenas ligeiramente elevados, mascarando a real redução da 
função renal. 
- Fatores externos: Dieta (consumo de carne) e medicamentos (como trimetoprima ou 
cimetidina) podem interferir na creatinina sérica. 
 
 
 
 
Cistatina C Sérica 
- proteína de baixo peso molecular (13 kDa) 
- produzida por praticamente todas as células nucleadas do organismo em uma taxa constante 
 
- filtrada livremente pelo glomérulo renal, quase completamente reabsorvida e catabolizada nos túbulos 
proximais do néfron - Assim, não é excretada em quantidades significativas na urina em 
condições normais (depuração 0%), o que a torna uma ferramenta útil para avaliar a filtração 
glomerular (TFG). 
 
 
 
Vantagens na Avaliação da TFG 
1. Produção constante e independente da massa muscular: Diferente da creatinina, que é 
influenciada pela musculatura, a cistatina C apresenta menor variabilidade relacionada à idade, gênero 
ou etnia. 
2. Sensibilidade para detectar redução precoce da TFG: Por não ser afetada por fatores 
extracelulares como dieta ou metabolismo muscular, a cistatina C pode detectar alterações discretas 
da função renal. 
3. Altera-se muito pouco com a idade 
Limitações 
● Custo elevado: Sua dosagem é mais cara e menos acessível do que a creatinina. 
● Interferências não renais: Alguns estados inflamatórios, disfunções da tireoide e o uso de certos 
medicamentos podem alterar os níveis séricos de cistatina C. 
 
 
Ureia 
Processo de excreção renal da ureia 
- Provém do catabolismo dos aminoácidos e proteínas no fígado 
- Cerca de 50% da ureia filtrada será excretada, mas isso depende das condições renais e metabólicas. 
- A ureia remanescente no filtrado é eliminada na urina. 
- Marcador fraco = produção varia com dieta e varia ao longo do dia 
 
Utilidade da ureia na avaliação da TFG 
A ureia é um marcador indireto da taxa de filtração glomerular (TFG), mas apresenta limitações devido a 
fatores extrarrenais que influenciam sua concentração plasmática. 
Vantagens: 
● Facilidade de medição: A dosagem da ureia é amplamente disponível e econômica. 
● Sensibilidade inicial: Pode aumentar precocemente em casos de comprometimento renal. 
Limitações: 
● NÃO é produzida constantemente durante o dia 
● [ ] varia de acordo a ingestão proteica, hidratação, ADH, dietas hiperproteicas uso de alguns 
medicamentos, como os corticosteroides. 
● Redução na insuficiência hepática e desnutrição. 
● Menor especificidade: A ureia não é tão específica quanto a creatinina para a avaliação da TFG, 
especialmente em doenças renais crônicas. 
 
Nefrina 
- proteína presente nos podócitos glomerulares 
- marcador em investigação, promissor 
—---------------------- 
 
 
BIOMARCADORES 
- creatinina 
- A creatinina sérica só aumenta quando o parênquima renal está 40–50% danificado, o que 
significa que o dano anterior não é detectado 
- albuminuria 
- cistatina C 
- IL-8 
- KIM-1 (molécula-1 de lesão renal) 
 
EXERCÍCIOS 
1. Utilidade da Avaliação da TFG: A avaliação da Taxa de Filtração Glomerular (TFG) é fundamental 
para monitorar a função renal e detectar insuficiência renal precocemente. Ela fornece uma estimativa 
de quão bem os rins estão filtrando os resíduos do sangue e mantém o equilíbrio dos líquidos e 
eletrólitos. A TFG é usada para diagnosticar e monitorar doenças renais, como a Doença Renal 
Crônica (DRC), e para determinar o estágio da doença renal. Além disso, é essencial para a dosagem 
de medicamentos que dependem da função renal. 
 
2. Biomarcadores na Avaliação da TFG: 
 
● Creatinina: A creatinina é o biomarcador mais comumente utilizado. Sua concentração no sangue é 
inversamente proporcional à TFG. 
● Cistatina C: Outro biomarcador, menos influenciado pela massa muscular, é utilizado para estimar a 
TFG, especialmente em pacientes com alterações na massa muscular. 
● Ureia: Embora seja comumente usada, a ureia tem limitações, pois seus níveis podem ser afetados 
por fatores não renais, como dieta e desidratação. 
Padrão Ouro: O padrão ouro para a avaliação precisa da TFG é a medição da depuração de substâncias 
como a inulina ou a iohexol, que são filtradas exclusivamente pelos glomérulos, sem reabsorção ou 
secreção tubular. No entanto, como essas substâncias não são de uso rotineiro devido à complexidade do 
procedimento, a creatinina é frequentemente usada como biomarcador substituto. 
 
3. Excreção Renal da Creatinina: A creatinina é um produto do metabolismo muscular e é excretada 
pelos rins de forma quase exclusiva através da filtração glomerular. Sua excreção renal é um reflexo 
direto da função renal. Como a creatinina é excretada pelos rins, seus níveis sanguíneos aumentam 
quando a função renal diminui, o que torna a dosagem de creatinina uma ferramenta importante para 
estimar a TFG. 
Utilidade na Avaliação daTFG: A creatinina é utilizada para calcular a TFG através de fórmulas, 
como a equação de Cockcroft-Gault ou a MDRD (Modification of Diet in Renal Disease). Contudo, a 
creatinina pode ser influenciada pela massa muscular, dieta e hidratação, o que pode limitar a precisão 
da estimativa de TFG. 
 
4. Excreção Renal da Ureia: A ureia é um subproduto do metabolismo das proteínas e é filtrada pelos 
glomérulos. No entanto, uma porção da ureia é reabsorvida pelos túbulos renais, especialmente 
quando o corpo está desidratado ou quando há alterações nos níveis de sódio. 
Utilidade na Avaliação da TFG: A ureia é usada como marcador para monitorar a função renal, mas 
tem limitações, já que seus níveis podem ser influenciados por fatores como dieta (principalmente a 
ingestão de proteínas) e o estado de hidratação. Por esse motivo, a ureia não é considerada tão 
precisa quanto a creatinina para estimar a TFG. 
 
5. Utilidade da Cistatina C na Avaliação da TFG: A Cistatina C é uma proteína produzida por todas as 
células nucleadas do corpo e filtrada exclusivamente pelos glomérulos, sendo reabsorvida e 
degradada nos túbulos renais e 0% excretada. Ao contrário da creatinina, seus níveis no sangue não 
são influenciados pela massa muscular, idade, sexo ou dieta, o que torna a cistatina C uma alternativa 
útil, especialmente em casos de pacientes com condições que afetam esses fatores. 
Utilidade na Avaliação da TFG: A cistatina C é considerada um biomarcador mais preciso para a 
estimativa da TFG, particularmente em populações em que a creatinina pode não refletir com precisão 
a função renal, como em idosos ou pacientes com doenças musculares. Ela tem a vantagem de ser 
mais confiável em situações em que os biomarcadores convencionais apresentam limitações. 
 
 
 
	Aplicações clínicas: 
	Aplicações clínicas: 
	Vantagens na Avaliação da TFG 
	Limitações 
	Processo de excreção renal da ureia 
	Utilidade da ureia na avaliação da TFG 
	Vantagens: 
	Limitações:

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