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SUMÁRIO
1. Sistema cardiovascular Cardiologia e angiologia
1. Furosemida
2. Hidroclorotiazida
3. Heparina Não Fracionada (HNF)
4. Enoxaparina sódica
5. Alteplase
6. Aspirina (Ácido acetilsalicílico tamponado)
7. Clopidogrel
2. Sistema respiratório Pneumologia
1. Salbutamol (Spray)
2. Fenoterol
3. Ipratrópio
4. Prednisona
5. Dexametasona
3. Medicamentos em neurologia
1. Diazepam
2. Hidantal, Fenitoína
3. Fluoxetina
4. Medicamentos para o trato gastrointestinal
1. Dramin (Dimenidrinato)
2. Ondansetrona
3. Omeprazol
4. Lactulose
5. Paracetamol (Acetaminofeno)
4. Escopolamina Buscopan
5. Cetoprofeno
6. Medicamentos em doenças infecciosas
1. Ceftriaxona
2. Piperacilina + Tazobactam
3. Meropenem
4. Azifromicina
5. Clindamicina
6. Ciprofloxacina
7. Oxacilina
Ô. Metronldazol
9. Fluconazol
7. Medicamentos em doenças metabólicas (diabetes e obesidade)
1. Insulina Humana Regular
2. Insulina NPH
3. Melformlna
4. Semaglutlda
fl. Medicamentos vasoativos e sedativos
1. Epinefrina
2. Noradrenalina
3. Dobutamina
4. Midazolam
5. Fentanila
6. Suxametónio Succinilcolina
7. Nitroprussiato de sódio
9. Hipodermóclise medicamentos compatíveis
1. SISTEMA CARDIOVASCULAR -
CARDIOLOGIA E ANGIOLOGIA
1. FUROSEMIDA
Classe Terapêutica: Anti-hipertensivo; diurétIco de alça.
Indicação: Edema agudo de pulmão: edema devido aos distúrbios cardíacos; hepátlcos e renais; Hipertensão arterial.
Posologia: 20 mg/2 ml 40 mg EV de 12/12h (dose adulto).
Dose adulto
· Oral e IV: Inicial: 20 a 40 mg, em dose única (para edema ou sobrecarga de volume)
· Dosagem em bolus/intermitente, IV: Inicial: Administrar 1 a 2,5 vezes a dose oral diária total de manutenção uma vez (ex.: se o paciente usar 40 mg oral 12/12 h, ou seja, Ô0 mg/dia, ele poderá usar Ô0 mg a 200 mg IV como um bolus inicial) (para edema refratário ou descompensação aguda)
· Infusão continua, IV (para os pacientes acima que precisam de diurese contínua e sustentada): Inicial: 5 mg/hora; se o paciente não responder bem, repetir a dose em bolus IV e aumentar a infusão contínua para 10 mg/hora; continuar a infusão em bolus e titule conforme necessário até 40 mg/hora
Dose pediátrica (Lactentes, Crianças e Adolescente)
· Oral: Dosagem intermitente (aguda): Inicial: 2 mg/kg em dose única; se ineficaz, pode aumentar em 6 a ô horas em incrementos de 1 a 2 mg/kg/dose; dose máxima: 6 mg/kg/dose
· IM, IV intermitente: Inicial: 0.5 a 2 mg/kg/ dose a cada 6 a 12 horas; se a dose inicial for ineficaz após 2 horas, pode-se aumentar a dose em 1 mg/kg/dose; dose máxima: 6 mg/kg/dose sem exceder a dose máxima para adultos: 200 mg/dose
· Infusão IV Contínua: Lactentes e crianças: Inicial: dose em bolus IV de 0,1 mg/kg seguida de infusão IV continua de 0.05 a 0.4 mg/kg/hora. Adolescentes: dose em bolus IV de 0,1 mg/kg; dose em bolus usual para adultos: 40 a 100 mg durante 1 a 2 minutos; seguido de infusão IV contínua de 0,1 a 0.4 mg/kg/ hora
Raciocínio clínico para prescrição: Esse é um diurético de alça, que pode levar à depleção de eletrólitos; considere monitorar sódio, potássio durante o uso e/ou associar a um diurético poupador de potássio (Espironolactona). Além disso, lembre-se; essa medicação vai aumentar a produção de urina, então não deve ser administrado em pacientes com obstrução urinária, injúria renal aguda ou outras condições que impeçam a diurese. É importante, sempre que possível, evitar uso noturno para evitar noctúria.
Reações adversas ou colaterais comuns: Lesão renal aguda, perda de fluldos/eletrólltos, reações de hipersensibilídade (imediata e tardia).
Forma de apresentação da droga, cálculo de medicação para administração parenteral, diluição e cuidados:
• Apresentação: Comprimido ou ampolas para administração EV. Injetável: 20-40 mg, EV ou IM, 1-2 vezes/dia, podendo ser repetida em intervalos de 2 h, doses de 20 mg a cada vez, até obter o efeito desejado
· Diluição: Pode ser administrado sem diluição, ou diluir em SF, SG 5%, Ringer e Ringer lactato, em uma concentração de 1-2 mg/ mL (para obter essa concentração, em uma seringa de 20 ml, aspirar os 2 ml de furosemida e acrescentar 1ô ml de soro). Concentração máxima: 10 mg/mL. Administrar em bolus lento e contínuo
· Conservação: Pôs-diluição manter por 24 horas, sob refrigeração ou em temperatura ambiente, protegido da luz. Atenção: toda medicação diluída deve conter os dados da data e hora do preparo, validade, responsável pelo preparo, pois só poderá ser administrada por este profissional
• Cuidados com paciente:
» Monitoramento do volume de diurese por meio do registro em prontuário, assim como, da melhora dos sintomas
» Acompanhar o volume do edema, podendo utilizar sistematicamente da avaliação de Godet
» Em pacientes hospitalizados é importante monitorizar o balanço hídrico, eletrólitos e função renal, sobretudo nos primeiros dias de tratamento, cenários de ajuste de dose, infusão em bomba e pacientes críticos. É essencial a avaliação diária do volume do edema e resposta clínica do paciente
Interação medicamentosa nutricional:
· Furosemida oral pode ser administrada com ou sem alimentos
· É importante observar os níveis séricos de potássio, magnésio, sódio, zinco e cálcio, pois pode gerar depleção severa. Se atentar a prescrição nutricional direcionada ao paciente
· Evitar administrar o medicamento com alimentos ricos em sódio
Tabela 1. Análise das possíveis interações entre alimentos/nutriente e fármacos
	Fármaco
	Alimentos/ nutrientes com interação
	Mecanismo
I
	Recomenda
ções
	Furosemida
	Arroz, alimentos ricos em Sódio (Na) cenoura e carne/Na
	Depleção de sódio (Na) diminui a absorção
	Evitar a administração com alimentos principalmente ricos em Na
Fonte: Adaptada de LOPES et a/.,2010.
2. HIDROCLOROTIAZIDA
Classe Terapêutica: Anti-hlpertensivo; diurético; tiazídico.
Indicação: Hipertensão arterial; insuficiência cardíaca ou doenças renais que cursam com edema (insuficiência renal crônica, glomerulonefrite aguda, síndrome nefrótica).
Posologia:
Dose adulto
· Hipertensão: 1-2 comprimidos de Moduretic 25 mg/2,5 mg, administrado 1 vez/dia ou em doses fracionadas
· Edema de origem cardíaca: 2 comprimidos (25/2,5 mg) ao dia. A posologia pode ser aumentada, mas não deve exceder 4 comprimidos (25/2,5 mg) ao dia
Cirrose hepática com ascite: 1-2 comprimidos (25/2,5 mg) 1 vez/dia, não exceder 4 comprimidos (25/2,5 mg) ao dia. A posologia de manutenção pode ser a mais baixa necessária para iniciar a diurese e quando o peso do paciente estiver estabilizado, deve-se tentar reduzir a dose diária da medicação
» Adulto: Não exceder 100 mg/10 mg (4 cps 25 mg/2,5 mg)
Dose pediátrica
• Não é recomendado
Raciocínio clínico para prescrição: Tlazidicos são a primeira linha de tratamento de HAS (maior nível de evidência de beneficio na prevenção de lesão de órgão alvo e doença cardiovascular). Tem efeito dlurético mais evidente nas primeiras semanas, depois há um equilíbrio. Por isso, oriente o paciente a não desistir do uso por Isso, e claro, prescreva para ser usado pela manhã.
Atenção: diurétlcos tiazidlcos levam à perda de sódio e potássio e aumento de cálcio. Diante de um paciente com, principalmente, hlponatremla, sempre questione o uso de diurético tiazídico, pois essa pode ser a causa.
Reações adversas ou colaterais comuns: Fotossensibilidade cutânea com hidroclorotiazlda; distúrbios eletrolíticos (hlpocalemia reversível, hipomagnesemia, hlpercalcemia e hiponatremia); gota; reações de hlpersenslbilidade (imediata e tardia); efeitos oculares (miopia transitória aguda e glaucoma agudo de ângulo fechado).
Forma de apresentação da droga, cálculo de medicação para administração parenteral, diluição e cuidados:
· Apresentação: Comprimidos de 25 mg. A apresentação da droga é em comprimidos para uso via oral
· Diluição: Este medicamento é exclusivo para uso via oral. O comprimido pode ser triturado, dissolvido e administrado via sonda nasoenteral ou sonda oroenteral
· Conservação: Conservar em temperatura ambiente entre 15 e 30°C
· Cuidados com paciente:
» Monitoramento da diurese por melo do balanço hídrico
» Manter supervisão diáriaem pacientes portadores de diabetes mellítus após a primeiro dose da droga
Interação medicamentosa nutricional:
• A Lactulose é conlraindlcada para pacientes com Intolerância à lactose, galactose e frutose
Tabela 4. Análise das possíveis interações entre allmentos/nutriente e fármacos
	Fármaco
	■
Alimentos/ nutrientes com interação
	1
Mecanismo Recomendações
r . HÉZM. |M| |
	Lactulose
	Sódio, potássio, cloreto e bicarbonato
	0 medicamento pode gerar uma perda consideravelmente desses componentes em pacientes Idosos
	Idosos debilitados, tratados continuamente, devem ter os níveis séricos de eletrólltos (sódio, potássio, cloreto e bicarbonate) controlados em intervalos regulares
Fonte: Adaptada de HAOC, 2017; LOPES, 2010.
5. MEDICAMENTOS PARA DOR
E INFLAMAÇÃO
1.TRAMAL (TRAMADOL)
A ALERTA
Classe Terapêutica: Analgésico Opioide.
Indicação: Alívio da dor que varia de moderada a severa e pode ter caráter agudo, subagudo ou crônico, com causas variadas.
Posologia:
Dose adulto
· Comprimido: 50 mg a cada 4-6 horas (conforme necessário); 25 a 50 mg 3 vezes ao dia podem ser suficientes para pacientes com dor aguda moderada. A dose pode ser aumentada, se necessário, para 50 a 100 mg a cada 4 a 6 horas
· Gotas: 20 gotas (50mg), ô vezes/dia
· Injetável: 50-100mg, a cada 4-6 h
Dose pediátrica
· Tramadol é contraindicado em crianças'com mteraçao
	Mecanismo
	dações
	Morfina
	Alimentos ricos em vitamina B1
	0 medicamento prejudica a absorção e a formação da forma coenzimática da vitamina BI
	Evitar a administração com esses alimentos
Fonte: Adaptada de HAOC, 2017; LOPES, 2010.
3. DIPIRONA
Classe Terapêutica: Analgésico não opioide.
Indicação: Quadros álgicos agudos ou crônicos; febre.
Posologia:
Dose adulto
· De 500 750 mg, VO. 1 4 vezes/dia; 1000 2500 mg, IM ou EV, 1-4 vezes/dia; 1000 mg, VR, 1 3 vezes/dia
Dose pediátrica
· De ô -11 anos: 250 500 mg, VO, 1 4 vezes/ dia
· De 5 7 anos: 20-25 mg/kg/dose, VO, a cada 6 horas. EV: 20-25 mg/kg/dose, a cada 6 horas. 300 mg, VR, 1 4 vezes/dia
Dose máxima
· Adultos:
» 5000 mg/dia
· Pediatria:
» 5aflkg:100 mg/dose
» 9 a 15 kg: 250 mg/dose
» 16 a 23kg: 400 mg/dose
» 24 a 30 kg: 500 mg/dose
» 31 a 45kg: 750 mg/dose
» 46 a 53kg: 900 mg/dose
Ajuste de dose
· Insuficiência renal e hepática: Para tratamento a longo prazo, desaconselha-se o uso de alias doses de dipirona sódica. visto que a taxa de eliminação é reduzida nestes pacientes
Raciocínio clinico para prescrição: A dipirona é um excelente analgésico, mas para isso precisamos fazer uso da dose adequada. Habitualmente 500 mg de dipirona tem bom efeito antitérmico, mas fraco poder analgésico. Para quadros álgicos em adultos, deve-se prescrever pelo menos 1 grama de dipirona, sabendo que a dose máxima é 2 gramas a cada 6 horas. A posologia adequada da dipirona pode diminuir a necessidade de prescrever opioides.
Reações adversas ou colaterais comuns: Hipotensão (forma injetável]; reações alérgicas tais como asma brónquica, pnncipalmente em indivíduos alérgicos ao ácido acetilsalicilico (forma oral).
Forma de apresentação da droga, cálculo de medicação para administração parenteral, diluição e cuidados:
· Apresentação: Frascos gotas multidoses, comprimido e ampolas de solução injetável
· Diluição: Para via oral e enteral Apresentação em gotas; diluir em 15 ml de água filtrada e administrar imediatamente via oral ou via sonda nasoenteral (SNE); sempre que o paciente em uso de SNE substituir a opção comprimido por gotas
» Para solução parenteral Diluir 2 gramas em ô ou 1Ô ml de soro fisiológico e administrar em bolus lento
» Pode ainda ser administrada via intramuscular, nesse caso não diluir
» Em pacientes em uso de hipodermóclise diluir 1-2 g em 10 ml de SF e administrar em bolus lento (Tempo de infusão -10 minutos)
· Conservação: Conservar em temperatura ambiente entre 15 e 30°C
· Cuidados com paciente:
» Instituir sistematização para avaliação da dor por meio de escalas de avaliação, antes e depois da droga
» Atentar-se para irritação local nos pacientes em uso de hipodermóclise
Interação medicamentosa nutricional:
• A Dipirona apresentada como Novalgina, apresenta na sua composição o corante Eritrosina e como Dipirona 50 mg/mL solução oral fr 100 mL, possui corante: vermelho Bordeaux, azul brilhante e vermelho poceau. Com isso, os alérgicos precisam de atenção
Tabela 3. Análise das possíveis interações entre alimentos/nutriente e fármacos
	3 -n n 7 o '
	1 Alimento., nutriente.
1 com mteraçao
	Mecanismo
	MM Recomen-
daçoes WMMBM
	
	
	O medicamen
	Evitar a
	
	Alimentos
	to prejudica a
	adminis
	Dipirona
	ricos em vitamina B1
	absorção e a formação da forma coenzimática da vitamina B1
	tração com esses alimentos
Fonle; Adaptada de HAOC, 2017; LOPES, 2010.
4. PARACETAMOL (ACETAMINOFENO)
Classe Terapêutica: Analgésico; Antipirético.
Indicação: Quadros álgicos agudos e crônicos; febre.
Posologia:
Dose adulto
· VO: 500 a 1000 mg a cada ô 6h ou 750 mg a cada 4 6 h
· EV: 50 kg 1000mg a cada 6 h
Dose pediátrica
· VO
» > 12 anos: Dose adulto
» £ 11 kg: Utilizar a suspensão. As doses po dem ser repetidas a cada 4 horas. Não exceder 5 administrações, em doses fracionadas. em um periodo de 24 horas
x> 12 anos > 50 kg: Dose adulto
> > 12 anos > 33 kg tã* ‘	p -■ " *
sea e vórrJo:-
Formo do apresentação da droço. cc'cz medicação poro adm.rsolução injetável e gel tópico
· Diluição: Pacientes com dificuldade de deglutição ou uso de SNE diluir as drágeas em água filtrada ou optar pela apresentação gotas
» Para solução parenteral Em via endovenosa diluir 20 mg em 20 mL de soro fisiológico
» Pode ser administrado por via intramuscular sem diluir
» Em pacientes em hipodermóclise, dvjir em 10 ml de soro fisiológico (Temoo de infusão 10 minutos)
· Conservação: Conservar em temperatura ambiente entre 15 e 30°C
· Cuidados com paciente: Supervisionar pacientes idosos, pois pode resultar em ações anticolinérgicas (boca seca, constipação, retenção urinária)
Interação medicamentosa nutricional:
· A Escopolamina precisa ser administrada com atenção no público idoso, devido algumas reações comuns, como: ações anticolinérgicas (boca seca, constipação, retenção urinária)
Tabela 5. Análise das possíveis interações entre alimentos/nutriente e fármacos
	
	Alimentos/ nutrientes com interação'
	Mecanismo
>
	Recomendações
	Escopolamina
	
	Sem interações específicas
	Sem observações
	Na população idosa, a atenção deve ser redobrada, devido ao risco de constipação e retenção urinária
Fonte: Adaptada de HAOC. 2017: LOPES. 2010.
6.CET0PR0FEN0
Classe Terapêutica: Analgésico Não Opioide: Anti-inflamatório não esteróide (AINE).
Indicação: Dor muscular e/ou articular incluindo tendinites, luxações e entorses oriundas de práticas esportivas.
Posologia:
Dose adulto
· Profenid: 100 mg, VO, 2 vezes/dia ou 50 mg 3 vezes/dia
· Profenid Entérico: Dose usual 200mg/dia, VO, fracionados em 2 doses
· Injetável: 100-300 mg/dia, EV
· O tratamento deve durar no máximo 4Ô h
Dose pediátrica
· Não deve ser administrada em menores de 15 anos.
Dose máxima
· 300mg/dia
Ajuste de dose
· Insuficiência renal 10
· Clcr 25mL/min: Dose maxima 150 mg/ dia VO
· Insuficiência hepática: Dose máxima 100 mg/dia
Atenção: os AINEs apresentam risco elevado de eventos trombótícos cardiovasculares graves, tais como infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral, podendo levar a consequências fatais. Tal risco pode surgir no início do tratamento e aumentar com a prolongação do uso. É importante destacar que o cetoprofeno é contraindicado em pacientes submetidos à cirurgia de revascularização miocárdica (CABG).
Raciocínio clínico para prescrição: Deve-se sempre prescrever cetoprofeno com cautela na fase aguda de lesões musculares em atletas, pois ele pode prejudicar a recuperação muscular. Além disso, essa medicação sempre deve ser prescrita pelo menor tempo possível pelo risco de piora dos sintomas de dispepsia e úlceras gastrointestinais.
Reações adversas ou colaterais comuns: Dispepsia; testes de função hepática anormais; dor abdominal; constipação, diarréia, flatulência, náusea, estomatite e vômitos.
Forma de apresentação da droga, cálculo de medicação para administração parenteral, diluição e cuidados:
· Apresentação: Frasco ampola, cápsulas e comprimidos revestidos
· Diluição: Reconstituir em 5 ml de soro fisiológico e diluir em 100 ml de soro fisiológico ou glicosado 5%. Administrar em equipo macrogotas. Tempo de infusão 30 minutos
· Conservação: Conservar em temperatura ambiente entre 15 e 30°C
· Cuidados com paciente: Orientar paciente a ingerir juntamente com alimentos para diminuir desconforto abdominal e a evitar consumo de bebida alcoólica
Interação medicamentosa nutricional:
· O Cetoprofeno pode ser administrado com alimentos para reduzir o desconforto gastrointestinal
Tabela 6. Análise das possíveis interações entre alimentos/nutriente e fármacos
	
	
	1.^35010»)®
						
	Cetoprofeno
	Alimentos ricos em vitamina B1
	O medicamento prejudica a absorção e a formação da forma coenzlmátlca da vitamina BI
	Evitar o consumo de bebidas alcoólicas (irrita Gl), aipo, alcaçuz, alfafa, alho, angélica chinesa, Artemisia, bromelaina, camomila.
castanha da India, chã verde, cogumelo helshl, cóleo, cordyceps, cúrcuma. orva doce, feno grego, freixo de espinho, fuço, gengibre, ginkgo, ginseng, quggul, molitoto.
rnlrlllo. óloo do prímula, raiz forte. S-adenosllmotlonlna, salgueiro branco, semente do uva, trovo vormolho o unha do gato
	(aH/idade anticoagulanto)	
Fonte: Adaptada do HAOC, 2017; LOPES, 2010.
6. MEDICAMENTOS EM
DOENÇAS INFECCIOSAS
1. CEFTRIAXONA
Classe Terapêutica: Antibiótico: Cefalosporina (Terceira Geração).
Indicação: Infecções (pneumonia, meningite, sepse. perilonile, gonorreia) causadas por germes sensivels à ceftriaxona.
Posologia:
Dose adulto
· IM e EV: 1*2 g a cada 12-24 horas
Dose pediátrica
· IM e EV: 50-75 mg/kg/dia em 1-2 doses divididas a cada 12-24 horas
Dose máxima
· 4 g/dia
Ajuste de dose
· Insuficiência renal: Apenas quando associado ã disfunção hepática: dose máxima: 
Mecanismo
1
	Recomendações
	Ceftriaxona
	Laticínios
	Essa interação ocorre por mecanismo de complexação, causando a diminuição da sua disponibilidade
	Evitar a administração com esses alimentos
Fonte; Adaptada de HAOC, 2017; LOPES, 2010.
2. PIPERACI LIN A + TAZOBACTAM
Classe Terapêutica: Beta-lactâmico com inibidor de beta-lactamase.
Indicação: Infecções bacterianas sistêmicas e/ou locais causadas por microrganismos Gram-positivos e Gram-negativos aeróbios e anaeróbios sensíveis à piperacilina/tazobactam ou à piperacilina (infecções em trato respiratório inferior, trato urinário, intra-abdominal, pele e tecidos moles, ginecológicas, osteoarticulares, sepse...). Tazocin é excelente para infecções por Pseudomonas Aeruginosa. Muito utilizado em ambiente hospitalar para Infecções por bactérias resistentes.
Uso: Off-Label em adulto
Infecção por mordedura, tratamento (mordedura animal ou humana); infecção da corrente sanguínea (bacteremia gram-negativa); fibrose cística, exacerbação pulmonar aguda grave; otite externa maligna (necrotizante); febre neutropênica, pacientes oncológicos de alto risco (terapia empírica); sepse e choque séptico; infecção do trato urinário complicada (pielonefrite ou infecção do trato urinário com sinais/sintomas sistêmicos).
Fonte: UpToDate (2023).
Posologia:
Dose adulto
· Apendicite, pneumonia adquirida na comunidade, infecção de pele ou tecido subcutâneo, doença inflamatóriapélvica, peritonite: 3,375 g EV a cada 6 horas por 7 a 10 dias
· Pneumonia nosocomial: 4,5 g EV a cada 6 horas em associação com aminoglicosídeo ou fluoroquinolona antipseudomonas por 7 a 14 dias
Dose pediátrica (dose baseada em piperacilina)
· 9 meses e adolescente: 100 mg piperacilina/kg/dose a cada ô horas
Dose máxima
· 16g de plperacilina/dia (Total = 1ô g/dia)
Ajuste de dose
· Insuficiência renal:
» Clcr > 40 mL/minuto: Não é necessário ajuste
» Clcr 20-40 mL/minuto: Administrar 2,25 g cada 6 horas (3,375 g cada 6 horas por pneumonia nosocomial)
» Clcr 50 mL/min: Não é necessário ajustes de dose
· Clcr 26-50 mL/min: A dose recomendada a cada 12 horas
· Clcr 10-25 mL/min: Dar a metade da dose recomendada a cada 12 horas
· Clcr Administrar criteriosamente nos horários prescritos para minimizar risco de falência da terapêutica por resistência bacteriana
» Instituir sistemática para identificação de sinais de flebite por meio de escalas de avaliação (Escala de Maddox)
Interação medicamentosa nutricional:
· O Meropenem não apresenta interações com nutrientes
Tabela 3. Análise das possíveis Interações entre alimentos/nutriente e fármacos
	Fármoco
	Alimentos/ nutrientes !com interação
	Mecanis
mo
1
	Recomendações
	Meropenem
	Sem interações
	Sem observações
	Sem restrições de alimentos ou nutrientes específicos
Fonte: Adaptada de HAOC. 2017; LOPES, 2010.
4. AZITROMICINA
Classe Terapêutica: Antibiótico macrolídeo.
Indicação: Infecções do Irato respiratório inferior (bronquite e pneumonia); infecções da pele e tecidos moles; otite média aguda e infecções do trato respiratório superior incluindo sinusite e faringile/tonsilite; infecções genitais não complicadas devido à Chlamydia trachomatis; cancro devido à Haemophilus ducreyi; e infecções genitais não complicadas devido ã Neisseria gonorrhoeae sem resistência múltipla.
Posologia:
Dose adulto
· Oral: 500 mg/dia por 3 dias ou 500 mg no primeiro dia e 250 mg, 1 vez/dia, do segundo ao quinto dia. Para infecções por Chlamydia trachomatis, Haemophilus ducreyi ou Neisseria gonorrhoeae: 1 g dose única
· EV: 500 mg/dia
Dose pediátrica
· Oral suspensão: 10 mg/kg/dia por 3 dias ou 10 mg/kg no primeiro dia e 5 mg/kg. 1 vez/ dia, do segundo ao quinto dia
· EV: Infecções graves: 10 mg/kg, 1 vez/dia, até 500 mg/dia
Dose máxima
· VO: Adulto e Pediatria: 2 g
· EV: Adulto: 500 mg/dose
Raciocínio clínico para prescrição: Azitromr cina è o primeiro linho de tratamento para pneumonia bactenana não complicada (500 mg no primeiro dia e depois 250 mg 1 vez ao dia por 5 a 7 dias). Não há necessidade de pesquiso microbiológica de rotina para o paciente ambulatorial.
Reações adversas ou colaterais comuns: Prolongamento do intervalo QT no Eletrocardiogramo (ECG) e taquicardía ventricular pohmõrfica: Infecção por Clostridioides difficile', hepatite colestática, hepatite hepotocelular; reações cutâneas graves (p. ex.: síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica): angioedema, urticaria e anafilaxio e atotoxicidade (perda auditiva e zumbido).
Forma de apresentação dadroga, cálculo de medicação para administração parenteral, diluição e cuidados:
· Apresentação: Suspensão oral, comprimido e frasco-ompola
· Diluição: Em pacientes com dificuldade de deglutição ou uso de sonda nasoenleral. optar pela suspensão oral
> Via endovenosa Reconstituição: 5 mL de águo destilada e diluir em 250 mL ou 500 mL SG 5%. Tempo de infusão • 250 mL em 1 hera e 500 mL em 3 horas
• Conservação: Conservar em temperatura omb ente entre 15 e 30°C
· Cuidados com paciente: Monitorar sinais de irritação no local da punção venosa
» Administrar críteriosamente nos horários prescritos para minimizar risco de falência da terapêutica por resistência bacteriana
» Instituir sistemática para identificação de sinais de flebite por meio de escalas de avaliação (Escala de Maddox)
Interação medicamentosa nutricional:
· A Azilromicina pode ou não ser ingerida com alimentos, mas é recomendado ser administrada com alimentos para evitar transtornos gastrointestinais
· No público infantil, ocorre uma diminuição da absorção dos nutrientes em geral, por isso é recomendado administrar uma hora antes ou 2 horas depois das refeições
Tabela 4. Análise das possíveis Interações entre alimentos/nutriente e fármacos
	£11 Fárma-|
CO
i
	Alimentos/ nutrientes com interação
	Mecanismo
	Recomendações
	Azitromicina
	Alimentos em geral
	A administração do medicamento em jejum pode possibilitar o desenvolvimento de transtornos gastrointestinais
	Administrar com alimentos
Fonte: Adaptada de HAOC. 2017; LOPES, 2010.
5. CLINDAMICINA
Classe Terapêutica: Antibiótico lincosamlda.
Indicação: Infecções causadas por bactérias anaeróbicas susceptíveis, por cepas susceptíveis de bactérias aeróbias Gram-positivas como estreptococos, estafilococos e pneumococos.
Posologia:
Dose adulto
· Oral: 600 a 1.Ô00 mg divididos a cada 6, ô ou 12 horas
· IM e EV: 1,2 a 2,7 g divididos em 2, 3 ou 4 doses
Dose pediátrica (acima de 1 mês de idade)
· Oral: ô a 40 mg/kg/dla divididos em 3 ou 4 doses
· IM e IV: 20 a 40 mg/kg/dia divididos em 3 ou 4 doses
Dose máxima
• Adulto
» Oral: 1,6 g/dia e 1,2 g/dose
» IM: 600 mg/dose
» EV:4,ôg/dia
• Pediatria
» Oral: 300 mg/dose; 1Ô00 mg/dia
» IM, EV: Até 2.700 mg/dia em infecções graves
Raciocínio clínico para prescrição: A clindamicina é superior ao metronidazol no tratamento de infecções pulmonares (incluindo abscesses e pneumonias necrotizantes) causadas por agentes anaeróbios. E, no tratamento de infecção de partes moles a combinação intravenosa de clindamicina (5 mg/kg a cada 6 horas) e gentamicina (1 mg/kg, a cada ô horas) mostrou-se tão eficaz quanto cefotaxima (20 mg/kg, a cada 6 horas).
Reações adversas ou colaterais comuns: Diarréia associada a antibióticos (não-Clostridioides difficile); Infecção por Clostridioides difficile; reações de hipersensibilidade (imediata e tardia).
Forma de apresentação da droga, cálculo de medicação para administração parenteral, diluição e cuidados:
· Apresentação: Cápsulas e frasco ampola
· Diluição: Para via oral e enteral Em pacientes com dificuldade de deglutição ou em uso de SNE abrir a cápsula e dispersar em 15 ml de água filtrada e administrar imediatamente
» Para via parenteral Administração por via intramuscular, em dose única e sem diluição: administração por via endovenosa, diluir em 100 ml de SF ou SG5%. Tempo de Infusão 40 a 60 minutos
· Conservação: Conservar o frasco fechado em temperatura ambiente entre 15 e 30°C. Estabilidade pós-diluição: 4ôh em temperatura ambiente (em conformidade com a RDC 67/07)
· Cuidados com paciente: A concentração da solução endovenosa não deve ultrapassar 16 mg/ml devido risco de fleblte
> Monitorar sinais de irritação no local da punçõo venosa
» Administrar critenosamente nos horários prescritos paro minimizar risco de falência da terapêutica por resistência bactenona
» Instituir sistemática para identificação de sinais de flebite por meio de escalas de avaliação (Escala de Maddox)
Interação medicamentosa nutricional:
• A Ciindomicma pode ser administrado com alimentos. A presença do alimento durante a administração da clindamicina não tem relevância clínica e recomenda-se a administração do medicamento com alimento cu um copo de água poro dimmuir irritação esofóQica
Tabela 5, Análise das possiveis interações entre alimentos/nutriente e fármacos
	
	O®
	í	;;
	pr
	Clmdamlcina
	Erva de São João
	Diminui a concentração sérica do medicamento
	Evitar a administração com esses alimentos
Fonte: Adaptada de HAOC, 2017; LOPES, 2010.
6. CIPROFLOXACINO
Classe Terapêutica: Antimicrobiano; Quinolona.
Indicação: Infecções complicadas e não complicadas causadas por mlcrorganlsmos sensíveis ao ciprofloxacino (infecções causadas por ex.: Klebsiella, Enterobacter, Proteus, E. coll, Pseudomonas, Haemophilus, Moraxella, Legionella e Staphylococcus! em: ouvido médio, seios paranasais, olhos, rins e trato urinário, órgãos reprodutores, cavidade abdominal, pele e tecidos moles).
Posologia:
Dose adulto
· VO: 250-750 mg a cada 12 h
· EV: 400-000 mg divididos a cada 12 h, até 1200 mg divididos a cada ô h
Dose pediátrica
· VO e EV: 20 a 30 mg/kg/dia divididas em 2 doses
Dose máxima
· Adulto e Pediatria
» EV: 1200 mg/dia
» VO: 1500 mg/dia
Ajuste de dose
Insuficiência renal:
• Adulto
» EV
· Clcr > 30 mL/minuto: Não é necessário ajuste para insuficiência renal
· Clcr 5-29 mL/minuto: 200 400 mg a cada 1fl 24 horas
» VO
· Clcr 30-50 mL/minuto: 250-500 mg a cada 12 horas
· Clcr 5-29 mL/minuto: 250-500 mg a cada 1Ô horas
• Pediatria
» EVeVO
· CICr 10 29 mL/minuto: 10 a 15 mg/kg/ dose a cada 1ô horas
· CICr7. OXACILINA
Classe Terapêutica: Antibiótico; Penicilina.
Indicação: Infecções por estafilococos resistentes à penicilina.
Posologia:
Dose adulto
· IM e EV
· Infecções de leve a moderadas: 250-500 mg a cada 4-6 horas
· Infecções graves (por exemplo, endocardite, meningite bacteriana, osteomielite, infecção relacionada a cateter, entre outras): 1-2 g
Dose pediátrica
· IM e EV
· Infecções de leve a moderadas: 50 mg/kg/ dia a cada 6 horas
· Infecções graves: 100 mg/kg/dia a cada 6 horas.
Raciocínio clínico para prescrição: A oxacilina pode ser usada antes dos testes microbiológicos para se iniciar a terapia em pacientes com suspeita de infecção estafilocócica por estafilococos resistentes à penicilina, que deve ser sempre confirmada. Esse medicamento não deve ser administrado em infecções causadas por microrganismos suscetíveis à penicilina G.
Reações adversas ou colaterais comuns: Hepatotoxicidade e a erupção cutânea.
Forma de apresentação da droga, cálculo de medicação para administração parenteral, diluição e cuidados:
· Apresentação: Frasco-ampola
· Diluição: Apenas para via parenteral reconstituir em água destilada
» Na administração IM reconstituir em 2,5 mL e administrar
» Na administração endovenosa direta, reconstituir em 5 mL de água destilada e diluir em 15 ml de soro fisiológico, infundir em bolus lento. Tempo de infusão -10 minutos
» Na administração endovenosa contínua, reconstituir em 5 mL de água destilada e diluir em 100 mL SF/SG 5%. Tempo de infusão -15 a 30 minutos
• Conservação: Conservar em temperatura ambiente entre 15 e 30°C
» Após a reconstituição, estabilidade de 72 h em temperatura ambiente e 7 dias sob-refrigeração (2 a Ô°C)
» Após a diluição, estabilidade de 6 horas em temperatura ambiente
• Cuidados com paciente: Monitorar sinais de irritação no local da punção venosa
» Administrar criteriosamente nos horários prescritos para minimizar risco de falência da terapêutica por resistência bacteriana
» Instituir sistemática para identificação de sinais de flebite por meio de escalas de avaliação (Escala de Maddox)
» Evitar administração rápida devido ao potencial de causar crises convulsivas
» Administrar no glúteo maior quando prescrição IM
Interação medicamentosa nutricional:
· A Oxacilina deve ser administrado longe das refeições para que a absorção seja mais eficiente, sendo recomendado o jejum uma hora antes ou duas horas após as refeições
Tabela 7. Analiso das possíveis inloraçôos onlre alimentos/nutrlente o fármacos
	_.	Alimentos/
arrna"; nvtrientes com
	Mecanismo
	Reco-
[ mendações
	1 C°
	interação
	
	
	
	
	As penicilinas
	Evitar a
	
	Antagonistas
	podem aumen
	adminis
	Oxaci-
	de vitamina K
	tar o efeito antl-
	tração
	lina
	(por exemplo,
	coagulante dos
	com
	
	varfarlna)
	antagonistas de
	esses ali
	
	
	vitamina K
	mentos
Fonte; Adaptada de HAOC, 2017; LOPES, 2010;
EINSTEIN, 201Ô.
Ô. METRONIDAZOL
Classe Terapêutica: Antimicrobiano; Antiparasitário.
Indicação: Tricomoniase; vaginose bacteriana; vaginites por Gardnerella vaginalis; giardíase; amebíase e tratamento de infecções causadas por bactérias anaeróbias como Bacteroides fragilis e outros bacteroides, Fusobacterlum sp, Clostridium sp, Eubacterium sp e cocos anaeróbios.
Posologia:
Dose adulto
· EV: 500 mg, a cada 6-Ô h
· VO: 250-750 mg, a cada ô h
Doso pediátrico
· I SWfnono o 4 serr.o^ 33 d ■ 3 . ■ d-? 15 mg/kg seguido d-: m.a^jíerção d4 anos: Dose de a’ao^e de 15 mg '■> g oe g. c~ do manutenção de 75 mg/kg a cada 5 nsrcs
Dose máxima
· Adulto: 4 g/dia /;□ 0'0 ou m‘'0:e. 500 mg a cada 5-T2 horas. Continua. 500 mg a caaa 6-12 horas
· Insuficiência hepática: Cons ae'd' redução de 50?© da dose poro pacientes com insu ‘r ciência hepática grave
Raciocínio clínico para prescrição: O metronidazol è um antibiótico que possui um espectro de ação especifico contra anaeróbios. ou seio, bactérias que crescem na ausência de oxigênio. Deve ser utilizado para o tratamento ae infecções causadas por esses tipos de microrganismos, como infecções do trato gastrointestinal. ginecológicas, entre outras.
Reações adversas ou colaterais comuns*. Neuropatia periférica, meningite asséptica, ataxia, toxicidade neurocerebelar, confusão ou desorientação, disartria, encefalopatia, convulsões, neuropatia óptica e vertigem, reação tipo dlssulfiram se em uso concomitante de álcool.
Forma de apresentação da droga, cálculo de medicação para administração parenteral, diluição e cuidados:
· Apresentação: Cápsulas e solução em bolsa pronta para uso
· Diluição: Para via oral e enteral Triturar, dissolver em 15 mL e administrar imediatamente
» Para via parenteral Solução pronta para uso. Tempo de infusão 60 minutos
· Conservação: Conservar em temperatura ambiente entre 15 e 30°C
· Cuidados com paciente: Monitorar sinais de irritação no local da punção venoso
» Administrar criteriosamente nos horários prescritos para minimizar risco de falência da terapêutica por resistência bacteriana
» Instituir sistemática para identificação de sinais de flebite por meio de escalas de avaliação (Escala de Maddox)
Interaçõo medicamentosa nutricional:
· O Metronidazol pode alterar a flora intestinal, Inibindo a velocidade da síntese de vitamina K pelos microrganismos intestinais
· Administrar preferencialmente em jejum. Evitar o consumo de bebidas alcoólicas (pode causar rubor, cefaleia, náusea, vômito, sudorese ou taquícardia)
Tabela ô. Análise das possíveis interações entre alimentos/nutriente e fármacos
	Farma-
	Alimentos/ nutrientes
•
com
Interação
	Mecanismo
1
i
	Recomendações . B
	Metronidazol
	Alimentos fonte de vitamina B2
	O medicamento diminui a absorção da vitamina B2
	Evitar a administração com esses alimentos
	
	Alimentos fonte da vitamina K
	0 medicamento altera a flora intestinal, inibindo a velocidade da síntese de vitamina K pelos microrganismos intestinais
	
Fonte: Adaptada de HAOC. 2017; LOPES, 2010;
EINSTEIN. 201Ô.
9. FLUCONAZOL
Classe Terapêutica: Agente Antifúngico: derivado Azólico.
Indicação: Infecções fúngicas, principalmente as causadas por Candida spp., como a candidíase vaginal e orofaríngea, e por Cryptococcus neoformans, como a meningite criptocócica.
Posologia:
Dose adulto
· Por via oral, 12 mg/kg/dia não podendo exceder Ô00 mg/dia, casos de candidíase orofaríngea 50 a 100 mg em dose única diária por 7 a 14 dias. Candidíase sistêmica 200 a 600 mg/dia; candidíase esofágica: 100 mg 2 vezes/dia por três semanas. Meningite criptoccóccica fluconazol 400 mg/ dia por 10 semanas. Profilaxia de infecções fúngicas: 400 mg/dia.
Dose pediátrica
· Candidíase de mucosa: 3 mg/kg/dia; candidíase sistêmica e infecções criptocócicas: 6-12 mg/kg/dia EV. Obs.: Para neonatos a dose em mg/kg pode ser a mesma com intervalo posológico a cada 72 h
Dose máxima
· 12 mg/kg/dia
Ajuste de dose
· Insuficiência renal: Se Clcradministrar somente após completa solubilização
» Para via parenteral Solução em bolsa pronta para uso, conectar ao equipo macrogotas. Tempo de infusão 60 minutos
· Conservação: Conservar em temperatura ambiente entre 15 e 30°C
· Cuidados com paciente:
» Monitorar sinais de prolongamento de intervalo QT e controlar a velocidade de infusão para prevenir este risco
» Monitorar sinais de irritação no local da punção venosa
» Administrar criteriosamente nos horários prescritos para minimizar risco de falência da terapêutica por resistência bacteriana
» Instituir sistemática para identificação de sinais de flebite por meio de escalas de avaliação (Escala de Maddox)
Interação medicamentosa nutricional:
• O Fluconazol pode ser tomado juntamente com as refeições, pois a presença de alimentos no tubo digestivo não influencia a absorção do medicamento
Tabela 9. Análise das possíveis interações entre alimentos/nutriente e fármacos
	Fárma-
1 CO
	Alimentos/nutrienfes >	com interação
	í Mecanismo
	Recomendações
	Fluconazol
	Sem interações
	Sem observações
	Sem interações
Fonte: Adaptada de HAOC, 2017; LOPES, 2010; EINSTEIN, 2016.
7. MEDICAMENTOS EM DOENÇAS METABÓLICAS (DIABETES E OBESIDADE)
1. INSULINA HUMANA REGULAR
A ALERTA
Classe Terapêutica: Hípoglicemionte; insulina de ação curta.
Indicação: Diabetes mellitus tipo I e diabetes mellifus tipo II insulino dependente, cetoacidose diabética.
Posologia:
Dose adulto
• Diabetes mellitus 1: As necessidades diárias totais de insulina estão geralmente entre 0.5 a 1 unidade/kg/dia
» Insulina U-100 (Humulin R; Novolin R):
· Subcutânea: Injetar 30 minutos antes de uma refeição; geralmente deve ser usada em um regime com uma insulina de ação intermediária ou prolongada (basal)
· IV: Administrar somente sob supervisão médica com monitoramento rigoroso da glicemia e potássio sérico
» Humulin R: Diluir a uma concentração de 0,1 a 1 U/mL em um sistema de infusão usando bolsas de infusão de cloreto de polivimla; é estável em solução salina normal
» Novolin R: Diluir a uma concentração de 0,05 a 1 unidade/mL em um sistema de Infusão usando bolsas de infusão de polipropileno; é estável em solução salina normal, 5% dextrose ou 10% dextrose com 40 mmol/L de cloreto de potássio
» Insulina U-500 (Humulin R U-500): 2 a 3 vezes ao dia, 30 minutos antes do início de uma refeição (uso exclusivo para administração subcutânea). Esta Insulina é para uso em pacientes que necessitam de mais de 200 unidades de insulina por dia
Diabetes mellitus 2: As doses iniciais geralmente estão na faixa de 4 a 6 unidades ou 0,1 unidades/kg ou 10% da dose basal de insulina
» Insulina U-100 (Humulin R; Novolln R): (vide DM1)
» Insulina U-500 (Humulin R U-500): (vide DM1)
Cetoacidose diabética
» Infusão inicial de insulina recomendada para tratar a cetoacidose diabética é de 0,14 Unidades/kg/h. No entanto, essa dose pode ser ajustada para 0,02 a 0,05 Unidades/kg/h à medida que a glicemla do paciente diminui. É importante que a dose de Insulina se|a ajustada com cuidado e monitorada regularmente para evitar quedas excessivas nos níveis de glicose no sangue
• Hipercalemia
» Na parada cardiorresplratória, é fundamental iniciar imediatamente medidas de ressuscitação, incluindo a administração de medicações para estabilizar o paciente. A infusão Inicial de insulina recomendada para o tratamento de parada cardiorrespiratória é de 0,14 unidades/ kg/h. No entanto, se a glicemia do paciente diminuir para 300 mg/dL, a dose pode ser ajustada para 0,02 a 0,05 unidades/Kg/h
» Para o manejo não dialítico de hipercalemia grave, uma das opções é a glicoinsulinoterapia, que consiste na administração de 10 unidades de insulina regular e 0 g de SG 50%. Essa terapia ajuda a diminuir os níveis de potássio no sangue, ao mesmo tempo que previne quedas excessivas na glicemia
· Estado hiperglicêmico hiperosmolar
» A infusão inicial de insulina recomendada para tratar o estado hiperglicêmico hiperosmolar é de 0,14 Unidades/kg/h. À medida que a glicemia do paciente diminui para 300 mg/dL, a dose pode ser ajustada para 0,02 a 0,05 Unidades/kg/h
Dose pediátrica
· Cetoacidose diabética: É recomendado uma dose inicial de 0,1 unidade/kg/h, que pode ser reduzida para 0,05 unidade/kg/h caso o paciente demonstre sensibilidade à insulina. É importante adicionar SG 5% à terapia quando a glicemia estiver entre 250 a 300 mg/dL. A infusão contínua endovenosa deve ser iniciada 1 a 2 horas após a expansão volêmica
· Hipercalemia (neonatos):
» Para o tratamento de hipercalemia em neonatos, a dose recomendada é de 0.1 a 0,6 unidade/kg/h em solução de glicose a 10%, administrada a uma taxa de 5 a 10 mL/kg/h
· Hipercalemia:
» Para o tratamento de hipercalemia em pacientes pediátricos, é recomendada a administração EV de 0,2 unidades de insulina por grama de glicose. A glicemia deve ser mantida entre 160 a 270 mg/dL
Ajuste de dose
• Em pacientes com insuficiência renal, é recomendado o ajuste da dose de insulina de acordo com a função renal. Para pacientes com clearance de creatinina (CICr) entre 10 e 50 mL/min, a dose normal deve ser reduzida em 25%, e a glicemia deve ser monitorada cuidadosamente. Já para pacientes com CICr abaixo de 10 mL/min. a dose normal deve ser reduzida em 50%, e a glicemia também deve ser monitorada de perto
• Pacientes com insuficiência hepática podem ter uma diminuição na capacidade do fígado de metabolizar a insulina, o que pode levar a um aumento do efeito da medicação e risco de hipoglicemia. Por essa razão, pode ser necessário reduzir a dose de insulina em pacientes com insuficiência hepática, especialmente em casos mais graves
Raciocínio clínico para prescrição: A insulina regular tem ação rápida, por isso as suas doses devem ser distribuídas ao longo do dia, aproximadamente 30 minutos antes das refeições principais. É importante orientar o paciente sobre a Importância da alimentação após ministrar a medicação pelo risco de hipoglicemia.
Reações adversas ou colaterais comuns: Cardiovascular: edema periférico; dermatológicas: prurido no local da injeção; endócrino e melabólíco: amiloidose (localizada no local da injeção), hipoglicemia, hipocalemia, ganho de peso; hipersensibilidade: anafilaxia, reação de hipersensibilidade; imunológico: imunogenicidade; local: eritema no local da injeção, hipertrofia no local da injeção, lipoatrofia no local da injeção e inchaço no local da injeção.
Forma de apresentação da droga, cálculo de medicação para administração parenteral, diluição e cuidados:
· Apresentação: Frasco-ampola
· Diluição: Se via SC ou IM Sem diluição
» Se via endovenosa Diluir cada 100 UI de insulina em 100 mL de SF 0,9% sem PVC (equipo e soro), atingindo concentração de 1 unidade/mL. Administrar em bomba de infusão para controle rigoroso
· Conservação: Medicamento termolàbiL Conservar entre 2 e Ô°C. Nunca congelar e proteger da luz solar e do calor excessivo
· Cuidados com paciente:
» Instituir monitoramento rigoroso dos níveis de glicemia
» Monitorar sinais de hipoglicemia: Irritabilidade, ansiedade, nervosismo, tremor, palpitações, confusão mental, visão borrada, cefaleia, sudorese, palidez, fome, boca seca, convulsão, coma
» Realizar rodízio dos locais de administração para minimizar o risco de lipodistrofia
» A insulina regular constitui o grupo das medicações descritas como alto alerta ou alta vigilância, devido ao seu potencial de provocar danos significativos aos pacientes, como, por exemplo, hipoglicemia e parada cardiorrespiratória
Interação medicamentosa nutricional:
· A Insulina humana pode causar hipoglicemia, por isso a equipe multiprofissional deve estar atenta à conduta nutricional
Tabela 1. Análise das possíveis interações entre alimentos/nutriente e fármacos
	Fármaco
	Alimentos/ i nutrientes com interação
	Mecanismo
	Recomendações
	
	
	Sem
	Observar o ní
	Insulina humana
	Sem interações
	observações
	vel glicêmico dos pacientes
Fonte: Adaptada de HAOC, 2017; LOPES, 2010;
EINSTEIN. 201Ô.
2. INSULINA NPH
A ALERTA
Classe Terapêutica: Hipoglicemiante; insulina de ação intermediária.
Indicação:Diabetes mellitus tipo I e diabetes mellitus tipo II insulino dependente.
Posologia:
Dose adulto
• A dosagem para adultos deve ser personalizada de acordo com as necessidades individuais de cada paciente. No diabetes mellitus tipo 1, a dose diária recomendada varia entre 0,5 e 1,0 U/kg/dia. Em pré-adolescentes, a média diária de insulina necessária varia entre 0,7 e 1,0 U/kg/dia. Já no diabetes mellitus tipo 2, a dosagem recomendada varia de 0,3 a 0,6 U/kg/dia
Ajuste de dose
• Para pacientes com insuficiência renal ou hepática, pode ser necessário ajustar a dose de insulina, reduzindo-a conforme a necessidade. Entretanto, não foi possível encontrar informações sobre o ajuste de dose em pacientes em hemodiálise nas referências consultadas
Raciocínio clínico para prescrição: A insulina NPH é uma insulina de ação intermediária que é geralmente administrada duas vezes ao dia, cerca de 30 minutos antes do café da manhã e do jantar. Importante Iniciar com uma dose baixa e ir ajustando gradativamente, de acordo com a resposta glicêmica do paciente.
Reações adversas ou colaterais comuns: Edema periférico; prurido no local da injeção; amiloidose (cutânea no local da injeção), hipoglicemia, hipocalemia, lipodistrofia, lipohipertrofia, ganho de peso; anafilaxia, reação de hipersensibilidade. Imunolôgico; Imunogenicidade. Local: atrofia no local da injeção, eritema no local da injeção, hipertrofia no local da injeção, reação no local da injeção, inchaço no local da injeção. Neuromuscular e esquelético: inchaço das extremidades. Oftálmico: Distúrbio visual.
Forma de apresentação da droga, cálculo de medicação para administração parenteral, diluição e cuidados:
· Apresentação: Frasco-ampola
· Diluição: Via subcutânea (SC) sem diluição. Administrar em coxa, abdômen, região glútea ou região deltoide
· Conservação: Medicamento termolábil. Conservar entre 2 e Ô°C. Nunca congelar e proteger da luz solar e do calor excessivo
· Cuidados com paciente:
» Instituir monitoramento rigoroso dos níveis de glicemia
» Monitorar sinais de hipoglicemia: irritabilidade, ansiedade, nervosismo, tremor, palpitações, confusão mental, visão borrada, cefalela, sudorese, palidez, fome, boca seca, convulsão, coma
» Realizar rodízio dos locais de administração para minimizar o risco de lipodistrofia
» A insulina NPH constitui o grupo das medicações descritas como alto alerta ou alta vigilância, devido ao seu potencial de provocar danos significativos aos pacientes, como por exemplo hipoglicemia e parada cardiorrespiratória
Interação medicamentosa nutricional:
• A Insulina humana pode causar hipoglicemia, por isso a equipe multiprofissional deve estar atenta à conduta nutricional
Tabela 2. Análise das possíveis interações entre alimentos/nutriente e fármacos
	i 1
1 ..Pr—
	CO
	Alimentos/ nutrientes com interação
	i Mecanis-: Recomendamo	ções	]
	Insulina humana
	Sem interações
	Sem observações
	Observar o nível glicémico dos pacientes
Fonte: Adaptada de HAOC, 2017; LOPES, 2010;
EINSTEIN. 201Ô.
3. METFORMINA
Classe Terapêutica: Antidiabético oral.
Indicação: Diabetes mellitus tipo II, prevenção de diabetes em pacientes com glicemia de jejum alterada.
Posologia:
Dose adulto
· Glifage: 500 mg 2 vezes/dia ou 650 mg 1 vez/dia. Se necessário a dose será aumentada, semanalmente, de acordo com a posologia (dose máx.: 2.500 mg; fracionada: dois no café da manhã, um no almoço e dois no jantar) ou (dose máx.; 2.550 mg, fracionada: um no café da manhã, um no almoço e um no jantar)
· Síndrome de ovários policísticos: 1.000 a 1.500 mg/dia, divididos em 2 ou 3 tomadas
· Glifage XR: 500 mg ou 750 mg Ivez/dia no jantar. Conforme a necessidade, a dose será aumentada a cada 2 semanas
Dose pediátrica
· Crianças acima de 10 anos: a dose inicial é de 1 comprimido (500 mg ou Ô50 mg) ao dia. Não é indicado para crianças abaixo de 10 anos
Dose máxima
· Adultos: Glifage: 2.550 mg. Glifage XR: 4 comprimidos de 500 mg ou 3 comprimidos de 750 mg
· Pediatria: 2.000 mg
Ajuste de dose
· Insuficiência renal: Contraindicado em casos de Clcr 30 minutos antes do primeiro alimento, bebida ou outros medicamentos do dia.
» Inicial: 3 mg uma vez ao dia por 30 dias, depois aumentar para 7 mg uma vez ao dia; pode aumentar para 14 mg uma vez ao dia após 30 dias na dose de 7 mg, se necessário, para atingir as metas glicêmicas
» Nota: A dose inicial mais baixa (3 mg por dia) destina-se a reduzir os sintomas gastrointestinais e não fornece controle glicêmico eficaz
Subcutâneo:
» Inicial: A dosagem recomendada é de 0,25 mg uma vez por semana durante 4 semanas, seguida de um aumento para 0,5 mg uma vez por semana. Se necessário para atingir metas glicêmicas, a dose pode ser aumentada para 1 mg uma vez por semana após 4 semanas na dose de 0,5 mg/semana. Se ainda for necessário atingir os objetivos glicêmicos, a dose pode ser aumentada para 2 mg uma vez por semana após 4 semanas na dose de 1 mg/semana, sendo este o limite máximo. É importante observar que a dose inicial mais baixa C0,25 mg semanalmente) é destinada a reduzir sintomas gastrointestinais e não fornece um controle glicêmico eficaz. Se necessário alterar o dia da administração, aguarde pelo menos 4Ô horas entre 2 doses
Semaglulida \ Wegovy
Atenção, para controle de peso, crônico, pa cientes com IMC >30 kg/m 2 ou com IMC >27 kg/m 2 e >1 comorbidade associada ao peso (por exemplo, hipertensão, díslipidemla).
· Semana 1 até a semana 4: 0,25 mg uma vez por semana
· Semana 5 até a semana fi: 0,5 mg uma vez por semana
· Semana 9 até a semana 12: 1 mg uma vez por semana
· Semana 13 até a semana 16:1,7 mg uma vez por semana
· Semana 17 e seguintes (dosagem de manutenção): 2,4 mg uma vez por semana; se não for tolerado, pode diminuir temporariamente a dosagem para1,7 mg uma vez por semana por até 4 semanas adicionais, depois aumentar para 2,4 mg uma vez por semana
Raciocínio clínico para prescrição: No tratamento da obesidade, a semaglutida deve ser administrada por via subcutânea com dose inicial de 0,25 mg uma vez por semana (na caneta de 1 g, isso equivale a 1Ô cliques). A dose pode subir até o máximo de 2,4 mg por semana. Os efeitos colaterais (náusea, diarréia e constipação) geralmente não são dose-dependentes e tendem a ser mais brandos quando se reduz a ingestão de alimentos com alto índice de açúcares e gordura.
Reações adversas ou colaterais comuns: Lesão renal aguda: retinopaha diabética: doença da vesícula biliar; dor abdominal, constipação, diarréia, náusea e vômito, anafilaxia e angicedema, carcinoma medular da tireoide: pancreatite.
Forma de apresentação da droga, cálculo de medicação para administração parenteral, diluição e cuidados:
· Apresentação: Solução injetável em sistema de aplicação preenchido (multidose)
· Diluição: Não diluir, medicamento pronto para uso. Administração por via subcutânea
· Conservação:
» Antes de iniciar o uso: Armazenar em refrigerador (2 a Ô°C), proteger da luz e não congelar
» Durante o uso: Armazenar abaixo de 30°C ou em refrigerador (2 a Ô°C), proteger da luz
· Cuidados com paciente:
» Suspender o uso 10 dias antes de procedimentos endoscópicos
» Monitorar sinais de hipoglicemia quando em uso com insulina ou sulfonilureias
Interação medicamentosa nutricional:
· A Semaglulida por via subcutânea pode ser administrada a qualquer hora do dia, independentemente das refeições. Sintomas gastrointestinais, como náuseas, vômitos e diarréia, são os efeitos colaterais mais comuns da semaglutida
Tabela 4. Análise das possíveis interações entre
alimentos/nutriente e fármacos
	Fármaca
	nutrientes com interação'
	BR I
Mecanismo
	Recomen; dações
	Semaglutida
	Alimentos gordurosos
	0 medicamento reduz a preferência por alimentos ricos em gordura
	Evitar a administração com esses alimentos
Fonte: Adaptada de HAOC, 2017; LOPES, 2010;
EINSTEIN, 201Ô.
Ô. MEDICAMENTOS
VASOATIVOS E SEDATIVOS
1. EPINEFRINA
A ALERTA
Classe Terapêutica: Agonlsta Adrenérgico; alfa-/ bela-agonista.
Indicação: Parada cardlorrespiratória; anafilaxia; broncoespasmos; reações de hipersensibilidade.
Posologia:
Dose adulto
· Assistolia, parada cardíaca sem pulso (=AESP, atividade elétrica sem pulso), fibrilação ventricular ou taquicardia ventricular sem pulso: 1 mg, a cada 3-5 min. Na parada cardíaca pode ser utilizada a via intracardiaca, limitada à sala cirúrgica, quando não há possibilidade de uso de outras vias
· Bradicardia: 2-10 mcg/min ou 0,1-0,5 mcg/ kg/min, infusão EV
· Broncodilatação: 0,3-0,5 mg, SC, a cada 20 min por 3 doses
· Reação de hipersensibilidade; 0,2-0,5 mg, IM ou SC, a cada 5-15 min; 0,1 mg por 5 min, EV, com infusão de 1-4 mcg/min. A administração SC resulta numa absorção mais lenta e menos confiável. A administração IM no anterolateral do terço médio da coxa é preferível em situações de anafilaxia
· Hipolensõo/choque não responsive a reposição volémica (Off-lobef): 0.1-0.5 meg/kg/ min, Infusão EV
· Indução e manutenção da midriase durante cirurgia intraocular: Diluir a solução de 1:1000 (1 mg/ mL) para uma concentração final de 1:100.000 a 1:1.000.000 (10 mcg/mL a 1 mcg/mL), Intraocular
Dose pediátrica
· Assistolia, parada cardiaca sem pulso, fibrilação ventricular ou taquieardta ventricular sem pulso: 0,01 mg/kg, EV, a cada 3-5 mm. Dose máxima por dose: 1 mg; 0.1-1 meg/kg/ min, infusão EV
· Bradicardia: 0,01 mg/kg, EV, a cada 3-5 min se necessário. Dose máxima por dose: 1 mg; 0,1-1 meg/kg/min, infusão EV
· Broncodllalação: 0,01 mg/kg. SC. a cada 20 min por 3 doses
· Reação de hipersensibilidade: 0,01 mg/kg. IM ou SC, a cada 5-15 min. A administração SC resulta numa absorção mais lenta e menos confiável. A administração IM no anterolateral do terço médio da coxa é preferível em situações de anafilaxia
· Hipotensão/choque não responsivo a reposição volémica (off-labef); 0,1-01 meg/kg/ min, infusão EV
· Indução e manutenção da midriase durante cirurgia intraocular: Igual a dose de adulto
Raciocínio clínico para prescrição: Adrenalina é aplicada por via intramuscular no tratamento de anafilaxia e broncoespasmo. Para ressuscitação cardíaca, é aplicada por via intravenosa ou intracardíaca. É importante lembrar que a porção não utilizada deve ser desprezada.
Reações adversas ou colaterais comuns: Angina pectoris, arritmia cardíaca, cardiomlopatia (estresse), acidente vascular cerebral, dor torácica, hipertensão, ansiedade, apreensão, hemorragia cerebral, desorientação, tontura, sonolência, exacerbação da doença de Parkinson, náuseas, vômitos, hiperglicemia, dispnéia; edema pulmonar.
Forma de apresentação da droga, cálculo de medicação para administração parenteral, diluição e cuidados:
· Apresentação: Ampola
· Diluição: A medicação pode ser administrada por via EV, IM, SC, INAL, intraocular, intracardíaca
» Para administração subcutânea e intramuscular, não diluir
» Para administração endovenosa, em situações de parada cardiorrespiratória em adultos, não diluir
» Para administração endovenosa direta, em situações de parada cardiorrespiratória em pediatria, diluir em 10 mL de soro fisiológico obtendo 0,1 mg/mL. Administrar conforme solicitação médica e peso da criança
» Para administração endovenosa contínua, diluir em 100 a 250 mL de soro fisiológico ou SG 5%
· Conservação: Conservar em temperatura ambiente entre 15 e 30°C. Após a diluição utilizar imediatamente devido ã fotossensibilidade da droga
· Cuidados com paciente;
y> A adrenalina constitui o grupo das medicações descritas como alto alerta ou alta vigilância, devido ao seu potencial de provocar danos significativos aos pacientes, como por exemplo arritmias cardíacas
» Instituir monitorização rigorosa da frequência cardíaca e da pressão arterial
» Administrar preferencialmente via cateter venoso central (CVC) devido ao alto risco de ulceração e necrose do tecido subcutãneo
» Proteger da luz durante a administração endovenosa contínua (medicamento fotossensível), utilizando bolsa e equipo fotoprotetor
Interação medicamentosa nutricional:
· A Epinefrina não apresenta interações com alimentos ou nutrientes específicos
Tabela 1. Análise das possíveis interações entre alimentos/nutriente e fármacos
	Fár;
moco : J
	Alimentos/ nutrientes com interacaoi
	i
Mecanis
mo
i
	
	Epinefrina
	Sem Interações
	Sem observações
	Não apresenta interações com alimentos ou nutrientes específicos
Fonte: Adaptada de HAOC, 2017; LOPES, 2010; EINSTEIN, 2016.
2. NORADRENALINA
A ALERTA
Classe Terapêutica: Alfa-/BetaAgonista.
Indicação: Hipotensão aguda; choque cardiogênico ou séptico.
Posologia:
Dose adulto
Atenção: todos os pacientes devem ter a dose de norepinefrina titulada de acordo com a resposta individual.
· Choque/Hipolensão Aguda: Inicial: Ô-12 mcg/min (se diluído para 16 mcg/mL, 0,50,75 mL da solução/min). Manutenção: 2-4 mcg/min (se diluído para 16 mcg/mL, 0,1250,25 mL/ min)
· Pós parada cardíaca: Iniciai: 0,1-0.5 mcg/ kg/mln. Manutenção: Titular conforme resposta
· Choque séptico: Doses utilizadas em estudos clínicos: 0,01-3 mcg/kg/mln
Dose pediátrica
· Inicial: 0,05-0,1 mcg/kg/min, ajustando a posologia de acordo com a resposta do paciente
Dose máxima
· Adulto: 3,3 mcg/kg/minuto
· Pediatria: 2,5 mcg/kg/minuto
Raciocínio clínico para prescrição: É uma medicação amplamente utilizada em âmbito de UTI/emergéncia, em diversos cenários: choque séptico, choque hipovolêmico refratário à hidratação venosa. É importante saber que há grande variação individual na dose necessária para estabilizar e manter adequadamente a pressão arterial. Todos os pacientes devem ter a dose de norepinefrina titulada de acordo com a resposta individual.
Reações adversas ou colaterais comuns: Cardiovascular: bradicardia, arritmia cardíaca, cardiomiopatia (estresse), insuficiência vascular periférica. Sistema nervoso central: ansiedade, dor de cabeça transitória. Respiratório: Dispnéia.
Forma de apresentação da droga, cálculode medicação para administração parenteral, diluição e cuidados:
· Apresentação: Ampola
• Diluição: Diluir em SG 5%, SF 0,9%, Soro Glicofisiológico ou Ringer Lactato
» Não fazer EV direta
» Na solução padrão (dependerá da instituição), 4 mg ou ô mg pode ser adicionada a um volume de 96 ou 192 mL de SF ou SG
Como calcular mcg/kg/min para
medicamentos vasoativos:
K constante:
K = (principio ativo) mg x 1000 / volume
total solução (vol. solufo + vol. solvente)
tempo (60 min)
mcg/kg/min: Dosagem fornecida ao pa-
ciente em mcg num intervalo de tempo
conhecido (1min), adequando os efeitos das
drogas (dose) ao peso do paciente,
mcg/kg/min = mL da solução x K
peso
Conservação: Após diluído em SG: 24 h em temperatura ambiente. A fotoproteção da droga se faz necessária apenas no armazenamento, portanto, a solução da droga não requer íotoproteção
Cuidados com paciente:
» Instituir imediatamente a monitorização hemodinãmica, com controle rigoroso da pressão arterial e frequência cardíaca
» Encaminhar paciente para setor de alta complexidade, em que a presença do médico seja contínua (Sala vermelha ou estabilização e unidades de terapia intensiva ou semi-intensiva)
» A noradrenalina constitui o grupo das medicações descritas como alto alerta ou alta vigilância, devido ao seu potencial de provocar danos significativos aos pacientes, como por exemplo arritmias cardíacas e hipertensão arterial
» Administrar por cateter venoso central devido ao potencial de necrose subcutânea
» Administrar em acesso venoso periférico, por curto período e em situações emergenciais, apenas enquanto aguarda a punção do cateter venoso central, monitorando rigorosamente sinais de irritação no local da punção venosa
» Administrar em bomba de infusão, seguindo a vazão conforme prescrição médica
» Não administrar solução de bicarbonato ou outra solução alcalina simultaneamente no mesmo acesso venoso, sob o risco de inativação do efeito da noradrenalina
Interação medicamentosa nutricional:
Tabela 2. Análise das possiveis interações entre alimentos/nutriente e fármacos
	Fármaco
	Alimentos/ | nutrientes com interação
	[	■ ' ■
Mecanismo
	Recomendações
	Noradrenalina
	Tiramina (presente em alguns alimentos, como por exemplo, queijos fermentados, iogurte, chocolate, vinho tinto, cerveja, carnes e peixes embutidos e defumados)
	Ela atua liberando noradrenalina nas terminações adrenérgicas, o que pode potencializar os efeitos dos inibidores de monoaminoxldase (IMAO), causando crises hipertensivas
	Evitar a administração com esses alimentos
Fonte: Adaptada de HAOC, 2017; LOPES. 2010; ISGH. 2014.
3.DOBUTAMINA
A ALERTA
Classe Terapêutica: Agonista Adrenérgico befall inotrópico.
Indicação: Insuficiência cardíaca; choque cardiogênico; suporte em procedimentos cirúrgicos.
Posologia:
Dose adulto
• Iniciar com a dose mais baixa (2.5 mcg/kg/ min). As doses geralmente se situam enfre 2,5 a 10 mcg/kg/min. Doses de até 20 mcg/kg/min são necessárias para melhora adequada da hemodinãmica. Em raras ocasiões doses de até 40 mcg/kg/mm foram reportadas
Dose pediátrica
•5a 20mcg/kg/min, mas considerando as particularidades da resposta clínica
Dose máxima
• Adultos e crianças: 40mcg/kg/minuto
Raciocínio clínico para prescrição: A dobutamina é um agente inotrópico de ação direta, tendo efeitos moderados sobre a frequência cardíaca, e a pressão arterial. A fraca elevação da pressão arterial se explica pela compensação do aumento do débito cardíaco concomitante à diminuição da resistência vascular periférica. Além disso, não dilata seletivamente os vasos renais, o que pode melhorar o débito sanguíneo renal, a taxa de filtração glomerular, o débito urinário e a excreção de sódio. É a medicação de escolha em pacientes com choque cardiogènico.
Reações adversas ou colaterais comuns: Aumento da frequência cardíaca, aumento da pressão arterial sistólica, contrações ventriculares prematuras, angina pectoris, dor no peito, palpitações, cefaleía, náusea; dispnéia.
Forma de apresentação da droga, cálculo de medicação para administração parenteral, diluição e cuidados:
· Apresentação: Ampola
· Diluição: Pode ser diluído em SG 5%, SF 0,9%, SG 10%, Ringer Lactato
» Em infusão contínua até 250 mg em 210230 mL de SF ou SG5%
» Não fazer EV direta
• Conservação: Conservar em temperatura ambiente entre 15 e 30°C. Após a diluição, possui estabilidade em 24 h em temperatura ambiente. Coloração rosada da solução indica leve oxidação, mas sem perda de potência
* Cuidados com paciente:
» Instituir imediatamente a monitorização hemodinâmica, com controle rigoroso da pressão arterial e frequência cardíaca
» Encaminhar paciente para setor de alta complexidade, em que a presença do médico seja continua (Sala vermelha ou estabilização e unidades de terapia intensiva ou semi-infensiva)
» A dobutamina, constitui o grupo das medicações descritas como alto alerta ou alta vigilância, devido ao seu potencial de provocar danos significativos aos pacientes, como por exemplo arritmias cardíacas
» Administrar por cateter venoso central devido ao potencial de necrose subcutânea
» Administrar em acesso venoso periférico, por curto período e em situações emergenciais, apenas enquanto aguarda a punção do cateter venoso central, monitorando rígorosamente sinais de irritação no local da punção venosa
» Administrar em bomba de infusão, seguindo a vazão conforme prescrição médica e utilizar bolsa e equipo de fotoproteção para soluções intermitentes ou contínuas devido à fotossensibilidade da droga
» Não administrar solução de bicarbonato ou outra solução alcalina, succinato sádico de hidrocortisona, cefazolina, cefamandol, cefalotina, penicilina, ácido etacrínico e heparina sódica, simultaneamente no mesmo acesso venoso, sob o risco de inativação do efeito da dobutamina
Interação medicamentosa nutricional:
• A Dobutamina não apresenta interação com alimentos ou nutrientes específicos
	Fd,.
moco ;
	Alimentos/ nutrientes com i interação
	Mecanismo
	Recomendações
	Dobutamina
	Sem interações
	Sem observações
	Não apresenta interação com alimentos ou nutrientes específicos
Tabela 3. Análise das possíveis interações entre
alimentos/nutriente e fármacos
Fonte: Adaptada de HAOC. 2017; LOPES, 2010;
EINSTEIN, 201Ô.
4. MIDAZOLAM
A ALERTA
Classe Terapêutica: Benzodiazepinico (sedativo).
Indicação: Sedação para procedimentos cirúrgicos ou diagnósticos, em UTI ou para IOT (intubação orotraqueal), como tratamento de curta duração para insônia.
Posologia:
Dose adultos 5 60 anos de idade
• Para sedação consciente (EV):
» Dose inicial: 2-2,5 mg
» Dose de titulação: 1 mg
» Dose total: 3,5-7,5 mg
17Ô
· Pré-medlcação anestésica:
» EV: 1 2 mg repetida
» IM: 0,07-0,1 mg/kg
· Indução anestésica:
» EV: 0,2 mg/kg (0,2-0,35 mg/kg sem pré-medicação)
• Componente sedativo em combinação com anestesia
» Doses intermitentes de 0,03-0,1 mg/kg ou Infusão continua de 0,03-0,1 mg/kg/h
Dose adultos > 60 anos e cronicamente doentes, pacientes de alto risco
• Para sedação consciente (EV):
» Dose inicial: 0,5-1 mg
» Dose de titulação: 0,5-1 mg
» Dose total: adultos > 60 anos e com doença crônica) (EV):
· Dose inicial: 0,03-0,3 em incrementos de 1-2,5 mg	;
· Dose de manutenção: 0,03-0,2 mg/kg/h
Dose pediátrica
· Para sedação consciente:
» EV: 6 meses 5 anos de idade:
· Dose inicial: 0,05-0,1 mg/kg
· Dose total: 6 meses de idade: Dose: 0,3-0,5 mg/kg
» IM: 1-15 anos de idade
» Dose: 0,05-0,15 mg/kg
• Pré-medicação anestésica:
» Retaldos resultados de exames laboratoriais quanto às possíveis alterações eletrolíticos em pacientes hospitalizados
Interação medicamentosa nutricional:
· O grupo de anli-hipertensivos como a Hidroclorotiazida pode ler sua absorção elevada na presença de alimentos gordurosos
· Evitar administrar o medicamento com alimentos ricos em sódio
Tabela 2. Análise das possíveis interações entre alimentos/nutriente e fármacos
	Fármaco
	Alimentos/ nutrientes com interaçao
	Mecanismo
	Recomendações
	Hldroclorotiazida
	Ovo, alimentos gordurosos, carne e trituras
	Aumenta a absorção do fàrmoco e depleção sódio
	Evitar a administração com alimentos ricos em Na. Administrar com alimentos gordurosos
Fonte: Adaptada de LOPES et al.. 2010.
3. HEPARINA NÃO FRACIONADA (HNF)
Classe Terapêutica: Anticoagulante.
Indicação: Afecções tromboembólicas e uso após tratamento trombolitico, com estreptoqulnase (por exemplo, na coagulação intravascular disseminada, no Infarto do miocàrdio, na Inibição da coagulação ao utilizar a circulação extracorpórea ou a hemodiàlise).
Posologia:
Dose adulto
• Tromboembolismo venoso:
» Profilaxia: 5.000 UI, SC, 8/8 horas ou 12/12 horas
» Tratamento de tromboembolismo venoso: 24.000 a 32.000 UI em 24 horas, administradas preferencialmente por infusão intravenosa continua, podendo ser utilizada injeção intravenosa intermitente. Ou 80 Ul/kg (ou alternatlvamente 5.000 UI) EV bolus, seguido de infusão contínua de 18 Ul/kg/hora (ou alternativamente 1.000 Ul/hora)
· Prevenção de trombos nos circuitos dialiticos:
» 150-300 Ul/kg e deve ser administrada na linha arterial do circuito dialítico
TTPa é a sigla para "Tempo de Tromboplastina Parcial Ativado". É uma medida do tempo de coagulação do sangue.
Dose pediátrica
· Injeções intermitentes: 50-100 Ul/kg, 4/4 horas
· Infusão contínua: Iniciar com administração de 75UI/kg em 10 minutos, seguida de dose de manutenção, 20 Ul/kg/hora, mantendo TTPa entre 60-65 s
Parâmetros de monitoramento
Hemoglobina, hematócrito, contagem de plaquetas, PT, aPTT, sinais/sintomas de sangramento, fatores de risco para sangramento, pesquisa de sangue oculto nas fezes (se clinicamente indicado); potássio.
O nível de anticoagulação pode ser monitorado pela atividade anti-fator Xa ou aPTT (calibrado pela atividade anti-fator Xa ou pelo ensaio de titulação de protamina) ou pelo tempo de coagulação ativado dependendo da indicação.
Raciocínio clínico para prescrição: A posologia para o tratamento deve ser Individualizada e sempre ajustada às circunstâncias especiais de cada caso, baseando-se no TTPa que deve ser colhido a cada 4-6 horas, com monitoração do hemograma e sinais hemorrágicos. É importante estar atento, durante o uso, a sinais de sangramento e lembrar que a heparina pode ser revertida com dose equivalente de Protamina (antídoto).
Reações adversas ou colaterais comuns: Cardiovascular (vasoespasmo); dermatológicas (ulceração da pele no local das injeções, alopecia transitória); endócrino e metabólico (insuficiência adrenocortical aguda, hipercalemia, supressão da síntese de aldosterona); hematológicos e oncológicos (contusão, hemorragia, trombocltopenla Induzida por heparina, hemorragia retroperitoneal, trombocitopenia).
Forma de apresentação da droga, cálculo de medicação para administração parenteral, diluição e cuidados:
· Apresentação: Apresentação na forma líquida em ampolas ou frasco-ampolas para administração subcutânea ou endovenosa
· Diluição: Para administração subcutânea não deve ser diluída. Prescrição endovenosa administrar em bolus sem diluição ou em solução diluída em SF 0,9% ou SG 5% com infusão intermitente ou contínua em bomba de infusão
Atenção: leia atentamente a via de administração da droga antes de prepará-la!
· Conservação: Conservar em temperatura ambiente entre 15 e 30°C
· Cuidados com paciente:
» A heparina constitui o grupo das medicações descritas como alto alerta ou alta vigilância, devido ao seu potencial de provocar danos significativos aos pacientes, como por exemplo hemorragias
» É substancial a vigilância quanto a presença de sangramentos gengivais, por vias urinárias ou nas fezes quando em uso deste medicamento. Para além disso, deve acompanhar os resultados do hemograma e marcadores de coagulação sanguínea
» Orientar o paciente sobre evitar possíveis traumas de pele
» Na administração subcutânea realizar o rodízio dos locais de administração
Interação medicamentosa nutricional:
· O grupo de anticoagulantes como a Heparina pode ter sua absorção reduzida em pacientes acima de 60 anos
· Evitar administrar o medicamento com óleo mineral, pois diminui os níveis de heparina por inibição da absorção gastrointestinal
· Junto à equipe multidisciplinar verificar a necessidade de suplementação de ferro
Tabela 3. Análise das possíveis interações entre alimentos/nutriente e fármacos
	
	Alimentos/
	
	1 o
	
	S i ■ i nutrientes comi ■WWMNSM mteraçao
	Mecanismo
	Recomenda* ções
	Heparina
	Ovo, carnes e alimentos ricos em ferro
	Aumenta a perda de ferro
	Evitar a administração com alimentos ricos em ferro
Fonte: Adaptada de ARAÚJO, 201Ô.
4. ENOXAPARINA SÓDICA
A ALERTA
Classe Terapêutica: Anticoagulante; heparina de Baixo Peso Molecular (HBPM).
Indicação: Prevenção de tromboembolismo venoso e recorrências; tratamento de trombose venosa profunda com ou sem embollsmo pulmonar; prevenção da coagulação durante a hemodiállse em circuitos de circulação extracorpórea.
Posologia:
Dose adulto
· Profilaxia de tromboembolismo durante procedimento cirúrgico geral, em pacientes com risco moderado: 20 mg, SC, 1 vez/ dia sendo a primeira injeção administrada 2 h antes da intervenção
· Profilaxia de tromboembolismo durante procedimento cirúrgico geral, em pacientes com alto risco: 40 mg. SC, 1 vez/dia, sendo a primeira Injeção administrada 12 h antes da intervenção. A duração do tratamento depende da persistência do risco tromboembólico (em média 7 a 10 dias)
· Profilaxia de tromboembolismo venoso em pacientes clínicos: 40 mg SC 1 vez/dia por, no mínimo, 6 dias, devendo ser continuado até a deambulação total do paciente. Prevenção da coagulação do circuito extracorpóreo durante a hemodiálise: 1 mg/kg de enoxaparina sádica injetada na linha do circuito, no início da sessão de hemodiálise. Em pacientes sob alto risco hemorrágico, a dose deve ser reduzida para 0,5 mg/kg quando o acesso vascular for duplo ou 0,75 mg/kg quando o acesso vascular for simples. Tratamento da trombose venosa profunda: 1 mg/kg, SC, a cada 12 h ou 1,5 mg/ kg, SC, 1 vez/dia
· Tratamento da angina instável e infarto do miocárdio sem onda Q: 1 mg/kg, SC, a cada 12 horas administrada concomitantemente com ácido acetilsalicílico (100 a 325 mg, 1 vez/dia)
Dose pediátrica
· Profilaxia de tromboembolismo venoso: ( 2 meses): 0.5 mg/kg. SC, a cada 12 horas
· Tratamento de tromboembolismo venoso: ( 2 meses): 1 mg/kg/dose, SC, a cada 12 horas
Dose máxima
· Adulto: 1 mg/kg, 2 vezes/dia
· Pediatria: 1,5 mg/kg 2 vezes/dia para crianças 2 meses
Ajuste de dose
· Insuficiência renal
» Correção para insuficiência grave (Clcr Monitorização clínica cuidadosa na insuficiência moderada (Clcr 30-50 mL/min) e leve (50-00 mL/min)
Atenção: nos casos que necessitam de hemodiálise. recomenda-se a monitorização freauente da atividade anti-Xa.
Raciocínio clínico para prescrição: Essa é uma das drogas mais usadas para prevenção de eventos tromboembóhcos e é importante ressaltar que a dose plena de 1 mg/kg/dia se aplica para pacientes com função renal normal e peso entre 40 e 120 kg. Para usar essa medicação em pacientes com dlsfunção renal, é necessário monitonzar a dosagem sérica da heparina de baixo peso ou a inibição antifator-Xa.
Reações adversas ou colaterais comuns: Endema Periférico: hematomas: náusea; hematúria.
Forma de apresentação da droga, cálculo de medicação para administração parenteral,> 6 meses de idade: 0,3-0,5 mg/kg
» IM: 1-15 anos de idade: 0,00-0,2 mg/kg
· Indução anestésica e componente sedativo em combinação com anestesia: Não são indicados para o grupo pediátrico
Atenção: para sedação em unidades de terapia intensiva no grupo pediátrico:
· EV: neonatos 32 semanas até crianças com 6 meses de idade: 0,06 mg/kg/h !
· EV: > 6 meses de idade: Dose inicial: 0,050,2 mg/kg
Raciocínio clínico para prescrição: O Midazolam tem um longo tempo de início de ação (60 a 90 segundos) por isso não é a medicação mais adequada para uso em procedimentos na emergência, devendo ser escolhida apenas na ausência de outros sedativos como Etomidalo, Quetamina e Propofol. O Midazolan tem efeito hipotensor moderado, que pode se tornar intenso quando associado com Fentanil ou outros opioides. Para tratar crise convulsiva em curso pode-se usar Midazolam intramuscular (IM) como primeira escolha: dose inicial de 10 mg se > 40 kg; reduzir para 5 mg se peso entre 13 e 40 kg; não há recomendação para repetição.
Reações adversas ou colaterais comuns: Vômitos, apneia, bradipneia e bradicardia.
Forma de apresentação da droga, cálculo de medicação para administração parenteral, diluição e cuidados:
· Apresentação: Cápsula, ampola e solução oral
· Diluição: Pode ser diluído em SF 0,9%, SG 5%, SG 10% ou Solução de Ringer
» Para administração parenteral: Pode ser utilizada por via intramuscular ou endovenosa
» Via endovenosa direta Se ampola de 15 mg/3mL, diluir em 12 ml de soro fisiológico resultando em uma solução de 1 mg/ ml. Administrar em bolus, conforme prescrição médica
» Via endovenosa intermitente ou contínua Diluir em 250 ml de SG 5% e administrar sob bomba de infusão
• Conservação: Conservar em temperatura ambiente entre 15 e 30°C. A solução diluída tem estabilidade de 24 h em temperatura ambiente
* Cuidados com paciente:
» Instituir imediatamente a monitorização hemodinãmlca, com controle rigoroso da pressão arterial, frequência cardíaca, frequência respiratória e saturação
» Instituir sistematicamente avaliação do nível de sedação por meio de escalas (Ramsay, SAS e/ou RASS)
» Implementar medidas para prevenção de quedas
» Administrar, preferencialmente em via endovenosa contínua ou intermitente, em cateter venoso central
» O midazolan, constitui o grupo das medicações descritas como alto alerta ou alta vigilância, devido ao seu potencial de provocar danos significativos aos pacientes, como por exemplo hipotensão e bradicardia
» Utilizar com cautela em idosos, pois seu efeito nesta população pode ser potencializado e apresentando risco aumentado de depressão respiratória e parada cardiorrespiratória
Interação medicamentosa nutricional:
• O Midazolam deve ser administrado uma hora antes ou 2 horas depois das refeições
Tabela 4. Análise das possíveis interações entre alimentos/nutriente e fármacos
	maco
	Alimentos/ nutrientes com interação
	Mecanismo
	RecoI men1 daçõesl
	Midazolam
	Suco de laranja
	Aumenta as concentrações séricas do medicamento
	Evitar a administração com esses alimentos
	
	Bebidas alcoólicas
	Aumenta a depressão do SNC
	
	
	Erva de São João
	Reduz os niveis de midazolam e aumenta a depressão do SNC
	
	
	Centella asiática, kava kava e valeriana
	Aumentam a depressão do SNC
	
Fonte: Adaptada de HAOC. 2017; LOPES, 2010;
EINSTEIN, 201Ô.
5. FENTANILA
A ALERTA
Classe Terapêutica: Analgésico opioide.
Indicação: Analgesia de curta duração (pré-intubação ou pós-operatório).
Posologia:
Dose adulto
· A dose deve ser individualizada
· Pré-medicação: 50 a 100 mcg (0,05 a 0,1 mg), IM, 30 a 60 min antes da cirurgia
· Componente de anestesia geral: Dose baixa (procedimentos cirúrgicos com dor de baixa intensidade): 2 mcg/kg (0,002 mg/kg), EV
· Dose moderada (cirurgia de maior duração e intensidade da dor moderada): 2 a 20 mcg/kg (0,002 a 0,02 mg/kg), EV
· Manutenção (quando movimentos ou alterações nos sinais vitais indiquem resposta reflexa ou trauma cirúrgico ou superficialização da analgesia): 25 a 100 mcg/kg (0,025 a 0,1 mg/kg), EV
· Dose elevada (durante a cirurgia cardíaca e certos procedimentos ortopédicos e neurocirúrgicos em que a cirurgia é mais prolongada): 20 a 50 mcg/kg (0,02 a 0,05 mg/kgj. EV
· Como anestésico geral: 50 a 10 mcg/kg, EV, administradas com oxigênio e relaxante muscular
· Anestesia regional: 1,5 mcg/kg, por via espinhal, se necessário complementação da anestesia, doses de 50 a 100 mcg (0.05 a 0,1 mg), IM ou EV, podem ser administradas
· No pós-operatório: 50 a 100 mcg (0,05 a 0,1 mg), que pode ser repetida após 1 a 2 horas, se necessário
Dose pediátrica
· Indução e manutenção: Crianças de 2 a 12 anos: 20 a 30 mcg (0,02 a 0,03 mg ou 0,4 a 0,6 mL), EV, a cada 10 a 12 kg de peso corporal
Ajuste de dose
· Insuficiência renal:
» Clcr entre 10 e 50 mL/minuto: 75% da dose normal
» Clcr menor que 10 mL/minuto: 50% da dose normal
· Insuficiência hepática: Usar com cautela
Raciocínio clínico para prescrição: Antes de prescrever Fentanil, é importante considerar que essa é uma medicação com ação muito rápida, curta duração (aproximadamente 30 minutos) e muito potente (tem 100 vezes mais poder analgésico do que a morfina). Mas é também uma medicação que pode levar à depressão respiratória, dependência e abuso. A Indicação do fentanil como pré-tratamento na intubação orotraqueal não deve ser feita de rotina e, quando indicada, a infusão (3 a 5 minutos antes da sedação) deve ser lenta para evitar a síndrome do tórax rígido.
Reações adversas ou colaterais comuns: Constipação; depressão respiratória; síndrome de abstinência; bradicardia.
Forma de apresentação da droga, cálculo de medicação para administração parenteral, diluição e cuidados:
· Apresentação: Ampola e frasco-ampola
· Diluição: Pode ser diluída em solução fisiológica 0,9% e solução de glicose 5%
» Administração endovenosa direta; até 100 mcg em 10 mL SF
» Administração endovenosa intermitente: até 500 mcg em 100 mL SF ou SG 5% ou até 1000 mcg em 250 mL SF ou SG 5%
» Administração via intramuscular Não diluir e administrar em grandes músculos
• Conservação: Conservar em temperatura ambiente entre 15 e 30°C, Após diluição mantém estabilidade por 24 h em temperatura ambiente
• Cuidados com paciente:
» A fentanila constitui o grupo das medicações descritas como alto alerta ou alta vigilância, devido ao seu potencial de provocar danos significativos aos pacientes. como por exemplo hipotensão. bradicardia e tórax rígido
» Implementar medidas para minimizar o risco de queda, devido ao efeito sedativo da droga
» Sistematizar a rotina de avaliação da dor por meio de escalas de avaliação
» Administrar a solução da fentanila em bomba de infusão
» Lembrar que a naloxona é antagonista da fentalina
Interação medicamentosa nutricional:
• A fentanila tem efeito tóxico sobre a mucosa intestinal, levando a lesões por bloqueio da replicação celular da mucosa, além de levarem ao surgimento de náuseas, vômitos e sintomas dispépticos
Tabela 5. Análise das possíveis interações entre alimentos/nutriente e fármacos
	Fármaco
	Alimentos/ nutrientes com interação
	Mecanis-; mo
	•
Recomendações
	Fentanila
	Bebidas alcoólicas, Centella asiática, erva de São João, kava kava, valeriana
	Aumenta a depressão do SNC
	Evitar a administração com esses alimentos
Fonte: Adaptada de HAOC, 2017; LOPES, 2010;
EINSTEIN, 2016.
6. SUXAMETÔNIO SUCCINILCOLINA
Classe Terapêutica: Bloqueador neuromuscular despolarizante.
Indicação: Bloqueio neuromuscular pré-intubação orotraqueal ou para auxílio de ventilação mecânica.
Posologia:
Dose adulto (EV)
· Procedimentos curtos: 0,6 mg/kg (0,3-1,1 mg/kg) em 10-30 segundos
· Procedimentos longos: 2,5 a 4,3 mg/min em infusão contínua
· Infubação rápida: 1,5 mg/kg em bolus
Dose pediátrica (EV)
· Intubação rápida: Adolescentes: 1 mg/kg; crianças: 2 mg/kg
Dose pediátrica (IM)
· De 3 a 4 mg/kg (máximo de 150 mg). O início da ação é normalmente observado em cerca de 2 a 3 minutos
Raciocínio clínico para prescrição: A succinilcolina é o bloqueador neuromuscular de escolha para IOTpelo rápido início da ação (45 segundos por via endovascular) e meia vida curta. Diante de alguma contraindicação para o uso da succinilcolina (Hipertermia maligna, miopatias, hipercalemia etc.) deve-se optar pelo uso do Rocurônio. O Rocurônio tem a vantagem de poder ser revertido com Sugamadex (Bridion).
Reações adversas ou colaterais comuns: Ondas T anormais no ECG (onda T de pico); assistolia; bradicardia; erupção cutânea; hipercalemia; hipercalemia; hipertermia maligna; aumento da pressão intraocular; apneia, depressão respiratória.
Forma de apresentação da droga, cálculo de medicação para administração parenteral, diluição e cuidados:
· Apresentação: Frasco-ampola
Diluição: Reconstituir em 10 mL de água destilada
» Administração endovenosa intermitente: Até 200 mg em 100 mL SF ou SG 5% e até 500 mg em 250 mL SF ou SG 5%
» Administração endovenosa contínua: Até 1000 mg em 500 mL SF ou SG 5% e acima de 1000 mg em 1000 mL SF ou SG 5%
Conservação: Conservar em temperatura ambiente entre 15 e 30°C. Após reconstituição possui estabilidade durante 24h sob refrigeração (2 a Ô°C) e após diluição mantém-se estável por 24 h em temperatura ambiente
Cuidados com paciente:
» Monitorar sinais de depressão respiratória, apneia, bradícardia e hipotensão e de hipertermia maligna em indivíduos susceptíveis
» Garantir a Inconsciência / sedação do paciente até a reversão completa do bloqueio neuromuscular
» Realizar o monitoramento contínuo dos sinais vitais e saturação de oxigênio continuamente
· Monitorar grau de bloqueio neuromuscular (avaliação objetiva com estimulador de nervo periférico) durante a infusão e até o retorno completo do tônus muscular
» Manter suporte ventilatório até que a função muscular respiratória esteja adequada e/ou a proteção das vias aéreas sejam asseguradas
» Monitorar temperatura corporal continuamente ou sistematicamente
» Monitorar níveis séricos de potássio e cálcio
Interação medicamentosa nutricional:
· O suxametônio deve ser administrado com grande atenção nos pacientes sofrendo de desequilíbrio eletrolítico (desequilíbrio de íons presentes no sangue, como por exemplo: íons sódio e potássio)
Tabela 6. Análise das possíveis interações entre alimentos/nutríente e fármacos
	Fármaco
	Allmentos/nutrientes com interação
	Mecanismo
	Recomendações
	Succinilcollna
	Sódio e potássio
	0 medicamento pode reduzir as quantidades de sódio e potássio
	Atenção para o equilíbrio eletrolítico do paciente
Fonte: Adaptada de HAOC, 2017; LOPES, 2010;
EINSTEIN. 201Ô.
7. NITROPRUSSIATO DE SÓDIO
Classe Terapêutica: Anti-hipertensivo; vasodllatador.
Indicação: Emergências Hipertensivas Cdissecção aguda de aorta, edema agudo de pulmão, encefalopatia hipertensiva etc.); indução controlada de hipotensão durante cirurgias e insuficiência cardíaca aguda.
Posologia:
Dose adulto
· Crise hipertensiva: Dose inicial: 0,3-0,5 mcg/kg/min, podendo ser aumentado para 0,5 mcg/kg/min a cada poucos minutos, para atingir efeitos hemodinâmicos desejáveis. Dose usual: 3 mcg/kg/min
· Insuficiência cardíaca descompensada: Dose inicial: 5-10 mcg/min, podendo ser aumentado a cada 5 minutos para atingir efeitos hemodinâmicos desejáveis. Dose usual: 5-300 mcg/min
Dose pediátrica
· Dose inicial: 0,3-0,5 mcg/kg/min, podendo ser aumentado a cada poucos minutos, para atingir efeitos hemodinâmicos desejáveis
Dose máximo
· Adultos: 10 mcg/kg/min ou 400 mcg/min
· Pediatria: 10 mcg/kg/min
Ajuste de dose
• Insuficiência renal: A dose recomendada não pode exceder a velocidade máxima de infusão de 10 pg/kg/minuto. Limitar o uso devido ao acúmulo de tiocianato
Raciocínio clínico para prescrição: O Nitrcprusseto de sódio deve ser administrado usando-se bomba infusora, pois a velocidade da infusão deverá ser determinada para caaa paciente por meio de controle continuo da pressão sanguínea. A infusão deve ser interrompida de forma lenta (levando entre 10 e 30 min) e pacientes idosos geralmente precisam de doses menores para se ooter os mesmos efeitos hipotensores.
Reações adversas ou colaterais comuns: Srcdicardia, alterações no ECG» rubor, palpitações, hipotensão grave, dor subesternal. taquicardia, apreensão, tontura, dor de cabeça, aumento da pressão intracraniana, inquietação, diaforese, estrias entematosas localizadas, erupção cutânea, hipotireoidismo, dor abdominal, obstrução intestinal, náusea e ânsia de vômito.
Forma de apresentação da droga, cálculo de medicação para administração parenteral, diluição e cuidados;
• Apresentação: Frasco-ampola
• Diluição: Compatível com SG 5%
» Medicamento fotossensível, portanto, utilizar bolsa e equipe fotoprotetor
» Administrar exclusivamente através de Infusão intravenosa
» Diluir 50 mg em 250 mL de SG 5%
· Conservação: Mantém estabilidade após reconstituição de 4 h em temperatura ambiente e protegido da luz. Após a diluição, mantém estabilidade por 24 h em temperatura ambiente protegido da luz
· Cuidados com paciente:
» Instituir monitorização contínua da pressão arterial e da frequência cardíaca
» Monitorar os sinais de hipotensão arterial
Interação medicamentosa nutricional:
· O Nitroprussiato de sódio pode ler a sua ação reduzida com o uso concomitante de alguns fitoterápicos
	«r-
	Àlimentos/nutrientes |	... .meroçoo
	
	Recomenda-
J ções
	
	
	
	
	Nitroprus-
	Fitoierópicos com propriedades hipertenslvas como alcaçuz, caulophyllum, cola, efedra, gengibre, ginseng americano, murta, pimenta-de-caiena
	Podem diminuir o efeito anti-hlpertenslvo do nitroprusseto
	Evitar a administração com esses alimentos
	siato de sódio
	Fitoierópicos com propriedades hipotensivas como bolsa-de-pastor, cimicífuga, cóleo, era lego, Hydrastis. papoula-da-califórnia, Quintna, vinca e Visco
	Podem aumentar o efeito anti-hipertensivo do nitroprusseto
	
Tabela 7. Análise das possíveis interações entre
alimentos/nutriente e fármacos
Fonte: Adaptada de HAOC, 2017; LOPES, 2010;
EINSTEIN. 201Ô.
9. HIPODERMÓCLISE -
MEDICAMENTOS COMPATÍVEIS
Hipodermóclise é um procedimento médico no qual fluidos são administrados por via subcutânea (por baixo da pele) usando uma agulha pequena e um tubo. Essa técnica é tipicamente utilizada em casos em que a administração de fluidos por via oral ou intravenosa (IV) não é possível, sobretudo em cuidados paliativos e geriatria.
São locais comumente utilizados para hipodermócllse:
Figura 1. Regiões para a punção subcutânea
Entretanto, nem todos os medicamentos são adequados para serem administrados por hipodermóclise, pois alguns podem causar irritação ou inflamação no tecido subcutânea. Os medicamentos que são frequentemente administrados por hipodermóclise incluem:
· Analgésicos, como a morfina e o paracetamol
· Anti-inflamatórios, como o diclofenaco e o ibuprofeno
· Antibióticos, como ceftriaxona
· Antieméticos, como a metoclopramida e a ondansetrona
· Antipsicóticos, como a haloperidol e a olanzapina
· Hídratação parenteral, como solução salina e dextrose
São medicamentos compatíveis para administração combinada ou simultânea na hipodermóclise:
Figura 2. O uso da via subcutânea em geriatria e cuidados paliativos
	Medicamentos
	Cefepime
	Ceftrlaxona
	Dipirona
	escapolamlna
	furosemida
	haloperidol
	levomepromazma
	metoclopromida
	midazolan
	morfina 	■
	octreotidea
	ondansetrona
	ranitidina
	tramadol
	Cefeplme
	1
	C
	C
	C
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	C
	C
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	Ceftrlaxona
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	Dipirona
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	C
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	haloperidol
	c
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	c
	
	C
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	c
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	levomepromazlna
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	metodopromlda
	c
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	mldazolan
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	morfina
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	C
	C
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	octreotidea
	c
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	c
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	c
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	C
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	c
	ondansetrona
	c
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	tramadol
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	1
	1
	1
	1
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	1
	1
	1
I Incompatível	C Compatível
Fonte: Adaptada de Azevedo e Barbosa, 2012.
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image1.jpeg
image2.jpeg
image3.jpegdiluição e cuidados:
· Apresentação: Seringas pré-preenchidas
· Diluição: Prontas para uso por via subcutânea
· Conservação: Conservar em temperatura ambiente (15-30£C)
· Cuidados com paciente:
> Realizar monitorização clínica devido ao risco de sangramento, principalmente quando associado a outros anticoagulantes ou antiplaquetários
» Pacientes de baixo peso (mulheres 100 kg: 9mg em bolus (1 minuto) seguido de 81 mg (infusão continua por 60min)
• Tratamento de IAM:
» Até 6 horas do aparecimento dos sintomas: 15 mg por injeção intravenosa direta, seguida de 50 mg (se peso > ou = 65
26 kg) ou 0,75 mg/kg (se peso ou = 65 kg) ou 0,5 mg/kg (se peso 12 anos e Adolescentes com peso 50 kg: 325 a 650 mg a cada 4 a 6 horas; dose diária máxima: 4.000 mg/dia
• Para efeito antHnflamatórío:
» Lactentes, Crianças eAdolescentes: Oral: Inicial: 60 a 90 mg/kg/ dla em doses fracionadas; manutenção usual: Ô0 a 100 mg/kg/dia frocionados a cada 6 a í horas; monitorar as concentrações séncas
• Para efeitos antiplaquetários:
» Lactentes, crianças e adolescentes: Oral: Nâo foram realizados estudos pediátricos adequados; a dosagem pediátrica é derivada de estudos em adultos. A dose diária máxima usual em adultos para efe/tos antiplaquetârios é de 325 mg/dia
AVC isquêmico agudo (AIS): Não cardioembólico: 1 a 5 mg/kg/dose uma vez ao dia por >2 anos: pacientes ataques isquêmicos transitórios recorrentes devem fazer a transição para clopidagrel. HBPM. Atualmente a varfarma é pouco utilizada na prevenção secundária ae AVC, sendo os ma«s utihzaaos os NOACs (Rivaroxabana. Edoxabana. Apixabana e Dabigatrana)
Pacientes pediátricos: medicação de alto risco
Os salicilatos em pacientes> 2,5 a 5.0 mg. alè 4 vezes/dia
» Dose máxima: 32 mg/dia
Dose pediátrica
• Inalação oral:
» Broncoespasmo agudo/crise de asma: 100 mcg (1 dose), a cada 4 a 6 horas. Se for necessário, aumentar para 200 mcg (2 doses)
» Exacerbação da asma: 2 a 4 inalações a cada 20 minutos por 2 a 3 doses
» Tratamento crônico: Até 200 mcg, 4x/dia
» Dose máxima: Não exceder 4x/dia
• Nebulização:
» 1ô meses: 2.5 mg de salbutamol, até 4x/ dia
» Dose máxima: 32 mg/dia
Raciocínio clinico para prescrição: Salbutamol é um broncodilatador de curta duração e está muito bem Indicado em casos de broncoespasmo, mas lembre-se que em pacientes com asma grave ou instável ou ainda broncoespasmos refratários, ele não deve ser o único tratamento, considere associação com corticoldes sistêmico e/ou adrenalina nesses casos.
Reações adversas ou colaterais comuns: Efeitos cardiovasculares (Taquicardia leve, arritmias cardíacas, e casos mais graves de isquemia cardíaca, insuficiência cardíaca e cardiomiopatia); efeitos do SNC (excitação, tremor, ansiedade, Insônia).
Atenção: usar com cautela em pacientes com diabetes mellitus; beta-2 agonlstas podem aumentar a glicose sérica e agravar diabetes e cetoacidose preexistentes.
Forma de apresentação da droga, cálculo de medicação para administração parenteral e diluição:
· Apresentação: Solução para nebulização multldoses ou frasco spray multidoses. Seguir a quantidade de puff ou mlcrogramas da prescrição médica
· Diluição: Não se aplica
· Conservação: Conservar em temperatura ambiente entre 15 e 30°C e após aberto utilizar em até 30 dias
· Cuidados com paciente:
» Manter frascos de spray multidoses para uso individual, com exceção na criança quando houver auxílio do espaçador
» Monitorar sinais de arritmias cardíacas e queixas de cefaleia
Interação medicamentosa nutricional:
· O grupo de broncodilatadores como o Salbutamol pode ter sua ação intensificada com o uso combinado de derivados de xantina
· Contraindicado para pacientes com histórico de hipersensibilldade a qualquer componente do fórmula, hipersens*oiiidade grave às proteínas do leite
· Esse medicamento pode reduzir o ní/el de potássio sérico e aumentar os ní /eis de a! cose
Tabola 1. Análise das possíveis interações entre alímentos/nutriente e fármacos
	Fórmoco
	Alimentos/nutrientes com interação
	Mecanismo
	Recomendações
	
	Derivados de xantina
	Poten-
	
	
	(cafeínas presentes
	ciGhza
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	Salbu
	no café, teofihnas
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	das no cacau)
	dora
	
Fonte: Adaptada de HAOC. 20*7.
2. FEN0TER0L
Classe Terapêutica:
· Broncodilatador (Beta-2 agomsta seletivo)
· Berolec Solução aerossol (UFA) 100 mcg/ dose (200 doses) (Não Padrão)
· Berolec Solução (gotas) 5 mg/mL 20 mL (1 mL = 20 gotas; 1 gota = 0,25 mg)
Indicação: Broncodilatador usado para alivio sintomático da asma; outras condições como bronquite crônica ou enfisema e prevenção de broncoespasmo induzido por exercício.
Posologia:
· Aerossol: Adulto: 1 a 2 doses até o máximo de ô doses/dia
Inalação: Crises agudas de asma e outras enfermidades com broncoespasmo reversível das vias aéreas:
· Adulto: 2 a 5 gotas, com doses totais diárias de até ô gotas em casos graves, sob supervisão médica
· Pediatria (6 a 12 anos): 1 a 2 gotas, até 6 gotas em casos graves, sob supervisão médica
• Inalação: Profilaxia da asma induzida por exercício:
» Adulto: 2 gotas por administração antes do exercício
» Pediatria (menores de 6 anos): 50 mcg/kg/ dose, dose máxima de 2 gotas por dose, até 3 vezes/dia, sob supervisão médica
• Solução Oral:
» Adulto: 10 a 20 gotas (2,5 a 5 mg), 3 vezes/dia
» Pediatria (6 a 12 anos): 10 gotas (2,5mg), 3 vezes/dia; (1 a 6 anos): 5 a 10 gotas (1,25 a 2,5 mg). 3 vezes/dia; (até 1 ano): 3 a 7 gotas (0,75 a 1,75 mg), 2 a 3 vezes/dia
Raciocínio clínico para prescrição: Diante de exacerbações graves de asma, prefira o uso
Inalatório com nebulizador, pois, nesses casos, dado o desconforto respiratório do paciente, é mais difícil garantir a técnica adequada com o uso da bombinha + espaçador. O uso de broncodilatador parenteral não mostrou benefícios e está associado à acidose lática, hipercalemia e taquiarritmias, devendo ser considerado somente na iminência de parada cardiorrespiratória.
Reações adversas ou colaterais comuns: Tremores: taquicardia; palpitações: cefaleia; náuseas e vômitos; hipocalemia: agitação.
Forma de apresentação da droga, cálculo de medicação para administração parenteral, diluição e cuidados:
· Apresentação: Solução para nebulização multidoses para uso por via inalatória
· Diluição: Para inalação Deve ser dissolvido em 5 ml de soro fisiológico (adultos) ou 3 a 4 ml (crianças) e conectado a fonte de oxigênio ou ar comprimido (conforme prescrição médica) ligado até iniciar a formação da névoa, acoplar a face do paciente
· Conservação: Conservar em temperatura ambiente entre 15 e 30°C e após aberto utilizar por até 30 dias
· Cuidados com paciente:
» Atentar-se para reações adversas do tipo arritmias cardíacas, hipocalemia
Interação medicamentosa nutricional:
· O grupo de broncodilatadores como o Fenoterol pode ter sua ação intensificada com o uso combinado de derivados de xantina
· Para administração exclusivamente por via oral deve-se considerar que este medicamento contém 24 mg de sódio por dose máxima recomendada, e deve ser levado em consideração por pacientes com uma dieta controlada de sódio
Tabela 2. Análise das possíveis interações entre alimentos/nutriente e fármacos
	MM Fár-
	1 k	■'
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	Mecanismo
	men-
	maco
	
	
	daçoes
	Fenoterol
	Derivados de xantina (cafeínas presentes no café, teofilinas presentes em chás e teobromina encontradas no cacau)
	Potencializa a ação broncodilatadora
	Evitar a administração
	
	
	Reduz a
	com
	
	Alimentos fonte de potássio
	quantidade de potássio
	esses alimentos
	
	
	no sangue
	
Fonte: Adaptada de ISGH, 2017.
3. IPRATRÓPIO
Classe Terapêutica: Broncodilatador anticolinérgico.
Indicação: No tratamento de manutenção e nas crises de broncoespasmo associado à Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), incluindo bronquite crônica, enfisema e Asma.
Posologia:
Dose adulto
· Crise aguda: 2 mL (40 gotas = 0,5 mg), 3 a 4 vezes/ dia
· Tratamento de manutenção: 2 mL (40 gotas = 0,5 mg), 3 a 4 vezes/dia
Dose pediátrica (adaptada a critério médico)
·de derivados de xantina
Tabela 3. Análise das possíveis interações entre alimentos/nutriente e fármacos
	MrAlimentos ricos em Vitamina A, C, B6, ácido fóllco, Ca, K, P, Mg, Zn e tiamlna
	· Reduz a absorção Vitaminas A, C, B6, ácido fóllco, Ca.K. P e Mg
· Também aumenta a excreção do Vitaminas C, B6, K, Zn o tiamlna
	· Limitar o consumo de cafeína
· Evitar o consumo de bebidas alcoólicas (pode aumentar a Irritação da mucosa gástrica), erva do São João (diminui os nlvols de prednlsolona), unha de gato e oqulnácoa (possuem propriedades imunoostlmulantes)
· Aumentar o consumo de frutas nos intervalos das refeições o evitar o consumo de laticínios após refeições que contenham ferro	
Fonte: Adaptada do HAOC. 2017; LOPES. 2010.
3. MEDICAMENTOS EM
NEUROLOGIA
1. DIAZEPAM
Classe Terapêutica: Ansiolitico e benzodlazepinico.
Indicação: Sedação, crise epiléptica; delirium tremens; crise de ansiedade; agitação psicomotora.
Posologia:
Dose adulto
· VO: 5-20 mg/dia
· Injetável: 2-30 mg/dia, EV ou IM
Dose pediátrica
· 2-5 anos: 0,5 mg/kg
· 6-11 anos: 0,3 mg/kg
· >12 anos: Utilizar dose para adultos
Dose máxima
· Pediatria: 20 mg/dia
· Adulto: 3 mg/kg/dia (Mal epiléptico): 100 mg/dia (eclampsia)
Ajuste de dose
· Insuficiência hepátlca: reduzir a dose em 50%
Raciocínio clinico para prescrição: Diazepam, assim como todos os benzodiazepínicos, é uma medicação depressora do sistema nervoso central que pode ser usada pelos seus efeitos sedativos em diversas condições. O uso deve ser prescrito sempre pelo menor tempo possível, pois o uso crônico pode levar à dependência (e a retirada abrupta pode levar a sintomas de abstinência). Diante de uma intoxicação aguda por benzodiazepínicos com rebaixamento do nível de consciência, o antídoto a ser considerado é o flumazenil, Para tratar crise convulsiva em curso podemos usar Diazepam intravenosa: dose inicial de 10 mg para adultos, 0,15 a 0,2 mg/kg/dose para crianças ou pacientes com menor peso; podendo ser repetida dose adicional se necessário (até duas vezes).
Reações adversas ou colaterais comuns: Sonolência; hipotensão; erupção cutânea; dor abdominal, diarréia, anormalidade no pensamento, ataxia, tontura; euforia, dor de cabeça; desconforto nasal.
Forma de apresentação da droga, cálculo de medicação para administração parenteral, diluição e cuidados:
· Apresentação: Comprimidos de 5 ou 10 mg e solução injetável. Pode ser administrado via sonda nasoenteral
· Diluição: Apenas pacientes em sonda nasoenteral Pode ser administrado via sonda. Triturar o comprimido e dissolver rapidamente em 15 mL de água e administrar imediatamente
» Administração por via endovenosa Pode ser administrado em bolus sem diluição
» Administração por via intramuscular Preferencialmente em grupos musculares de grande volume, como glúteo. Sugere-se que, quando a via de escolha for a IM, a medicação mais indicada é o Midazolam
· Conservação: Conservar em temperatura ambiente entre 15 e 30°C
· Cuidados com paciente:
» Manter supervisão contínua do paciente devido ao risco de queda
Interação medicamentosa nutricional:
· O Diazepam deve ser evitado nas refeições hiperlipídicas. Evitar o consumo de bebidas alcoólicas, erva de São João, kava kava, Centella asiática, valeriana (aumenta a depressão do SNC) e suco de grapefruit (nivel sérico aumenta)
Tabela 1. Análise das possíveis interações entre alimentos/nutriente e fármacos
	i^â?
	
	
	Mecanismo
	’Xdações
	Diazepam
	Café
	A ingestão de cafeína pode reduzir os níveis plasmáticos de diazepam
	Limitar 0 consu mo de cafeína
	
	
	Evitar pela manhã para pacientes com dieta geral ou branda
	
Fonte: Adaptada de HAOC, 2017; LOPES. 2010.
2. HIDANTAL, FENITOÍNA
Classe Terapêutica: Anticonvulsivante.
Indicação: Crise convulsiva; estado de mal epiléptico.
Posologia: Talvez seja preciso realizar uma adaptação na dose para atingir os níveis sanguíneos apropriados de 10-15 mcg/mL para cada indivíduo.
Atenção: qualquer posologia acima da faixa terapêutica gera um aumento exponencial no nível sérico, podendo causar intoxicação e necessitando, portanto, de monitoramento do paciente.
Dose adulto
· VO: Iniciar com 100 mg, VO, 3 vezes/dia, manter com 300-400 mg/dia em doses fracionadas
· EV (controle de estados agudos): 125-500 mg, EV/IM, em uma hora. Nunca exceder 250 mg no prazo de 15 min
Dose pediátrica
· VO: Iniciar com 5 mg/kg/dia fracionados em 2-3 doses, manter com 4-Ô mg/kg/dia em doses fracionadas
» Crianças acima de 6 anos podem necessitar da dose mínima de adultos (300mg/ dia)
· EV (controle de estados agudos): 2,0-2,5 mg/kg/dose, EV, nunca repetir a dose antes de 15 min
Dose máxima
· Adulto: VO: 600 mg/dia. EV: 1000 mg/dia
· Pediatria: VO: 300 mg/dia. EV: 15 mg/ kg/dia
Ajuste de dose
· Insuficiência renal grave ou insuficiência hepática É importante ter cuidado ao administrar o medicamento, pois pode ser preciso diminuir a dose devido ao aumento da biodlsponibilidade em pacientes desse grupo. É recomendável monitorar os níveis séricos da medicação
Raciocínio clínico para prescrição: A fenitoína não deve ser iniciada para uso habitual em qualquer paciente que teve uma primeira crise. Ela está indicada para pacientes com crises recorrentes ou aqueles com suspeita de estado de mal epiléptico não convulsivo (que não apresentaram recuperação do nível de consciência após uma crise). Ainda assim é comumente usada na primeira crise em serviços onde essa é a única droga disponível. Nesses casos, é importante estar atento aos efeitos colaterais como sonolência, hiponatremia, nistagmo e outros efeitos pouco tolerados, sobretudo em pacientes idosos.
Reações adversas ou colaterais comuns: Reações de hlpersensibilidade; sonolência: nistagmo; arrltmias (principalmente durante infusão intravenosa).
Atenção: taxa de administração intravenosa de fenitoína não deve exceder 50 mg/minuto em adultos e 1 a 3 mg/kg/minuto (ou 50 mg/ minuto, o que for mais lento) em pacientes pediátricos devido ao risco de hipotensão grave e arritmias cardíacas.
Forma de apresentação da droga, cálculo de medicação para administração parenteral, diluição e cuidados:
· Apresentação: Comprimidos de 100 mg e solução injetável de 250 mg por 5 ml
· Diluição: Apenas pacientes em sonda nasoenteral Pode ser administrado via sonda. Triturar o comprimido e dissolver o comprimido em 15 mL de água e administrar
» Administração por via endovenosa Diluir a solução da ampola em 100 ml de soro fisiológico e administrar por gravidade com equipo macrogotas
· Conservação: Conservar em temperatura ambiente entre 15 e 30°C
· Cuidados com paciente:
» Monitorar o nível sérico de fenitoína, sempre que possível, pois a administração de fenitoína e dieta enteral podem acarretar a diminuição da absorção do fármaco
» Recomenda-se pausar a dieta enteral 1 hora antes e 2 horas depois da administração
» Realizar flush de 20 ml de soro fisiológico após a administração da droga. Pois, a alcalinidade do medicamento potencializa irritação local e pode causar flebite
Interação medicamentosa nutricional:
· O Hidanlal deve ser administrado preferencialmente em jejum. Evitar o consumo de bebidas alcoólicas, prímula (diminui o limiar comicial); Centella asiática, erva de São João, kava kava, valeriana (aumenta a depressão do SNC)
· A fenitoína pode aumentar as concentrações séricas de glicose em pacientes diabéticos
Tabela 2. Análise das possíveis interações entre alimentos/nutrlente e fármacos
	í ■
1
	J
	
	J.		
	
	Mecanismo
	Recomendações
	Hidanta 1
	Folatos e metotrexato
	Reduzem □ eficácia da fenitoína
	Evitar a administração com esses alimentos
	
	Dietas hi perlipíd icas
	Tem sua absorção aumentada, pois são medicamentos lipossolúveis
	
Fonte: Adaptada de HAOC, 2017: LOPES, 2010.
3. FLUOXETINA
Classe Terapêutica: Antidepressivo.
Indicação: Transtornos de ansiedade: depressão: bulimia e outros transtornos alimentares; transtorno obsessivo compulsivo.
Posologia:
Dose adulto
· Depressão: 20 mg/dia, após algumas semanas a dose pode ser aumentada até Ô0 mg/ dia
· Bulimia nervosa: 60 mg/dia
· Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC): 20 mg/dia, após algumas semanas esta dose pode ser aumentada até 60 mg/dia
· Transtorno disfórico pré-menstrual:20 mg/ dia, durante todos os dias do ciclo ou iniciar 14 dias antes do início previsto da menstruação até o primeiro dia do fluxo menstruai
· Síndrome do pânico: 10 mg/dia, após uma semana 20 mg/dia. A dose pode ser aumentada até 60 mg/día
Dose pediátrica
· Não é recomendado para crianças
Dose máxima
· Ô0 mg/dia
Ajuste de dose
· Insuficiência hepática: Recomenda-se a administração de doses menores ou com menor frequência. Em caso de cirrose, é aconselhável administrar 50% da dose
Raciocínio clínico para prescrição: Como regra geral, são necessárias doses mais baixas para tratar transtornos depressivos e maiores para transtornos ansiosos e alimentares. Mas a dose ótima (entre 20 e Ô0 mg\dia) será reconhecida caso a caso, acompanhando o quadro clínico do paciente.
Reações adversas ou colaterais comuns: Ativação de mania ou hipomania; risco de sangramento; fraturas por fragilidade; reações de hipersenslbilidade; hiponatremia; glaucoma agudo de ângulo fechado; síndrome serotoninérgica; disfunção sexual; pensamento e comportamento suicida; síndrome de abstinência.
Atenção: em estudos de curto prazo envolvendo crianças, adolescentes e adultos jovens diagnosticados com transtorno depressivo maior (TDM) e outros transtornos psiquiátricos, foi observado que os antidepressivos aumentam o risco de suicídio em comparação com o grupo placebo.
Forma de apresentação da droga, cálculo de medicação para administração parenteral, dl[footnoteRef:1] luição e cuidados: [1: 	 Apresentação: Cápsulas de 20 mg e frascos multidoses com solução gotas. Medicamento excluslvamente para uso via oral ou por sonda nasoenteral] 
• Diluição: Apenas pacientes em sonda nasoenteral Nas apresentações em cápsulas, abrir a cápsula, dispersar em 15 mL de água e administrar imediatamente; nas apresentações de frascos multidoses gotas, acrescentar a dosagem prescrita em gotas em 15 ml de água e administrar imediatamente
Dica: lembrar que em medicamentos multidoses gotas 1 ml é equivalente a 20 gotas.
Logo, se prescrito 40 mg de fluoxetina gotas e a apresentação consta de um frasco de Fluoxetina 20mg/mL Gts FR 20mL, devem ser administradas no paciente 40 gotas.
· Conservação: Conservar em temperatura ambiente entre 15 e 30°C. O frasco multidose após aberto deve ser utilizado por até 30 dias
· Cuidados com paciente:
» Supervisionar nível de consciência em idosos, devido à meia-vida longa e risco de estimulação excessiva do nível de consciência
» Monitorar glicemla capilar em pacientes com diabetes mellltus e/ou doenças hepátlcas
» Supervisionar o desmame/retirada da medicação devido a possíveis efeitos de descontinuação (fadiga, tontura, agitação, insônia, aumento de sonhos)
Interação medicamentosa nutricional:
· A Fluoxetina pode ser administrada com alimentos sem que interações ocorram
· Durante o tratamento com Fluoxetina deve ser evitado o consumo de bebidas alcoólicas, Centella asiática, erva de São João, kavakava, valeriana
Tabela 3. Análise das possíveis interações entre alimentos/nutriente e fármacos
	OH
	I
nutrientes com : interaçao
	Mecaníj
	Recomendações
	Fluoxetina
	Refeições ricas em fibra
	Diminuem significativamente a absorção do alimento
	Evitar a administração com esses alimentos
	
	Aminoácidos neutros
	
	
Fonte: Adaptada de HAOC, 2017; LOPES, 2010.
4. MEDICAMENTOS PARA O TRATO GASTROINTESTINAL
1. DRAMIN CDIMENIDRINATO)
Classe Terapêutica: Antl-histaminico.
Indicação: Náusea; vômito; tontura; incluindo durante a gravidez e períodos pré e pós-operatórios.
Posologia:
Dose adulto
· 50 a 100 mg (14 a 1 comprimido), a cada 4 a 6 horas
Dose pediátrica
· Acima de 12 anos: mesma dose de adulto
· a. por ate 5 dias. Para crianças com uma afea de superfície corporal maior que 1.2 muma dose inicial de Ô mg, EV. imediatomente antes do tratamento, seguido de Ô mg. VO. após 12 h. Pode-se continuar com Ô mg. VO. 2 vezes/dia, por até 5 dias. Alternabvcmenle. em crianças de 6 meses ou mats, pode-se administrar uma dose único de 0,15 mg/kg (não exceder Ô mg). EV, imea atomente antes do tratamento. Esta dose pode ser repetida a cada 4 h num total de 3 doses (não exceder a dose adulta). Uma dose VO de 4 mg. 2 vezes/dia. pode ser continuada por ate 5 dias
· Náuseas e vômdos no pos-operatório: Em pacentes pediátricos, administrar 0,1 mg/ kg olé um máximo de 4 mq, EV lento, antes, durante ou após o indução da anestesia, ou □pós Cirurgia
Dose máxima
· 24 mg/dia. Injetável: 16 mg/doseAjuste de dose
· Insuficiência hepática: Pacientes com insuficiência hepática moderada ou grave não devem exceder ô mg/dia
Raciocínio clínico para prescrição: A apresentação sublingual da ondansetrona tem a vantagem, em relação ao Dramin, de ter efeito mais rápido contra a náusea e de não causar sonolência. Porém, a ondansetrona é uma medicação mais cara do que o Dramin. Compartilhe com o paciente e considere essa Informação no momento da prescrição.
Reações adversas ou colaterais comuns: Constipação, dor de cabeça, reações de hlpersenslbilidade, prolongamento do intervalo QT no ECG e bradicardia.
Forma de apresentação da droga, cálculo de medicação para administração parenteral, diluição e cuidados:
· Apresentação: Cápsulas de desintegração oral, cápsulas revestidas ou solução Injetável por via endovenosa
· Diluição: Apenas pacientes em sonda nasoenteral Macerar a cápsula, dissolver em 15 ml água e administrar imediatamenle
· Para solução endovenosa dose de até 6 mg diluir em 20 mL água destilada e administrar em bolus de 1 a 2 minutos; dose de até 16mg diluir em 100 mL SF/SG 5%, administrar em 15 minutos utilizando equipo macrogotas
· Pode ser realizada em via intramuscular em dose de até ô mg
· Conservação: Conservar em temperatura ambiente entre 15 e 30°C
· Cuidados com paciente:
» Realizar monitorização cardíaca em pacientes com intervalo QT alargado, Insuficiência cardíaca e bradiarritmias
» Monitorar distúrbios hidroeletrolíticos e corrigir hipocalemia e hipomagnesemia antes de administração da droga
» Acompanhar a motilidade intestinal e a eliminação de fezes em pacientes com suspeita de obstrução intestinal
Interação medicamentosa nutricional:
· É preciso ter atenção com esse medicamento e a dieta indicada para o paciente, pois o mesmo pode causar constipação. O ideal é uma alimentação rica em fibras, para evitar esses danos
Tabola 2. Analiso das possíveis Interações entro alimontos/nufriente e fármacos
	Fármaco
	Alimentos/ nutrientes ; com interação
	Recomendações
	On* dansetrona
	Erva de São
João
	Diminui os níveis do medicamento
	Atenção com pacientes que apresentam anormalidades eletrolíticos (hipocalemia ou hipomagnesemia)
	
	
	
	Administrar sem considerar as refeições
Fonte: Adaptada de HAOC, 2017; LOPES. 2010.
3.OMEPRAZOL
Classe Terapêutica: Inibidor da Bomba de Prótons.
Indicação: Dispepsia; úlceras pèpticas; esofagite de refluxo; gastrites.
Posologia:
Dose adulto
· Profilaxia de úlcera de estresse: 40 mg/dia. VO/EV
· Úlcera Duodenal e Gástrica. Esofagite de Refluxo: VO: 20 mg/dia. EV: 40 mg/dia (sem sangramento ativo) ou 40 mg a cada 12h (em caso de sangramento atlvo)
Zollinger-Ellison: Iniciar com 60 mg/dla, VO/EV; doses aclma de 60 mg devem ser divididas em duas tomadas
Helicobacter pylori: 20-Ô0 mg/dia, VO. Doses variam de acordo com a combinação dos antibióticos
Dispepsia associada à acidez gástrica: 1020 mg/dia, VO
Uso de AINH: 20 mg/dia, VO/EV
Profilaxia de aspiração: 40 mg, VO/EV, na noite anterior à cirurgia, seguida de 40 mg na manhã do dia da cirurgia. Caso ocorra atraso superior à 2 h, administrar uma dose adicional de 40 mg
Profilaxia de úlcera de estresse: 40 mg/dia, VO/EV
ose pediátrica (1 a 16 anos)
Doença do refluxo gastroesofágico, úlceras e esofagites: 5-10 kg; 5 mg/dia; 10-20 kg: 10 mg/dia. > 20 kg: 20 mg/dia
Profilaxia de úlcera de estresse: 0,5 mg/kg a cada 12 h. Pode exigir intervalos a cada 6-6 h. A segurança e eficácia do medicamento não são relatadas para crianças menores de 1 ano de idade. A via intravenosa está indicada quando a administração do omeprazol na forma farmacêutica, por comprimidos, está Impossibilitada
Dose máxima
Adultos: Doses únicas orais de até 160 mg e doses totais de até 360 mg/dia. Doses únicas intravenosas de até Ô0 mg e 270 mg/dia • Pediatria: Até 40 mg/dia
Ajuste de dose
· Insuficiência hepática: 10-20 mg/dia
Raciocínio clínico para prescrição: O omeprazol C20 mg/dla) pode ser usado para alivio da dispepsia quando ainda não temos um diagnóstico definitivo da causa da dispepsia. Mas a ausência de melhora dos sintomas após 4 semanas de uso, indica necessidade de Investigação adicional que em geral envolve exame endoscópico.
Reações adversas ou colaterais comuns: Distúrbio do sistema respiratório (principalmente em bebês e crianças menores de 2 anos): erupção cutânea; dor abdominal, diarréia, náusea e vômito; dor de cabeça.
Forma de apresentação da droga, cálculo de medicação para administração parenteral, diluição e cuidados:
· Apresentação: Pó liofilizado com diluente próprio e cápsulas revestidas
· Diluição: Apenas pacientes em sonda nasoenteral Não administrar devido ao risco de cbstruçoo da sonda e pelos microgrãnu’ios quando triturados serem motivados pe'o pH ocido estomacal
> Pprg ccp? endovenosa ’ Reconstituir em ?o ml do diluente próprio e admir's‘-Qf ífrediatomente em bolus de 3 a 5 m nutos
• Conservação: Conservar em temperatura CTtente entre 15 e 30*C
* Cuídodos com paciente:
> Ev tar uso prolongado
» Em pac entes com ôoa mgesto oral, priorize* c ~ed comento no forma de cápsulas
Interação medicamentosa nutricional:
· O c~ecrazo4 è um agente antiulceroso que contém o corante ó*ido férrico marrom-a>e*~e-ado. pacientes alérgicos precisam de otençôo
· Fero ew ter a redvçõo de absorção de nutfientes res a mentos é indicado odmmis*as
• Cuidados com paciente:
» Realizar lavagem ca sanea nasoentera com 20 ml de água após acm s!ração do medicamento
» Avaliar e registrar as e m^acões mtestinais do paciente quanto a frequência e característica das fezes
» Monitorar a concentração de g cose plasmática e potássio sénco
» Evitar a administração de lactulose em pacientes em uso de antiõeidos
» Em pacientes desidratados acompanhar sinais de piora do quadro clínico
» Acompanhar a gasometna arterial de pacientes com encefalopatia hepática devido ao risco de acidose
» Monitorar a presença de tezes líquidas

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