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Supervisor de Rigging 
DSA TREINAMENTOS 
 Formação e qualificação de profissionais 
em movimentação de cargas 
2 
 
 
DSA TREINAMENTOS EM MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS 
E- MAIL: DSAMOVIMENTACAODECARGAS@BOL.COM.BR 
 
ÍNDICE 
 
3 SUPERVISOR DE RIGGING 31 ÂNGULO DA LANÇA 
4 NECESSIDADE DE 
CERTIFICAÇÃO 
 32 QUADRANTE DE OPERAÇÃO 
4 NOVAS TECNOLOGIAS 33 PESO EFETIVO 
5 INDICADORES DE MOMENTO DE 
CARGA 
 34 CENTRO DE GRAVIDADE 
5 CLASSIFICAÇÃO DOS 
GUINDASTES 
 36 REDUÇÃO DE CAPACIDADE 
6 TIPOS DE GUINDASTES 37 INFLUÊNCIA DO VENTO 
12 COMPARATIVO GUINDASTES 39 TABELA DE VELOCIDADE DO 
VENTO 
13 ALGUNS FABRICANTES 40 SUPERFÍCIE DE APOIO X 
RESISTÊNCIA 
14 COMPONENTES BÁSICOS DOS 
GUINDASTES 
 41 FORÇA MÁXIMA NA SAPATA 
16 MOITÃO 42 CABOS DE AÇO 
17 PASSADAS DE CABO 54 ESLINGAS 
18 CONEXÃO TERMINAL 56 EXERCÍCIOS 
19 PRINCÍPIOS APLICADOS AOS 
GUINDASTES 
 58 CAPACIDADE X ÂNGULO 
21 MODELO DE SIDE BOOM 59 ESLINGAS – EFICIÊNCIA 
TERMINAIS 
22 TOMBAMENTO DE GUINDASTE 64 CÁLCULO DE BALANCIM 
22 DIAGRAMA TENSÃO x 
DEFORMAÇÃO 
 66 TABELAS TUBOS SCHEDULE 
23 SISTEMAS DE MEDIDAS 70 CARGA LÍQUIDA COM 2 
GUINDASTES 
26 COMPRIMENTO DA LANÇA 72 OPERAÇÃO PRÓXIMA À LINHA 
DE ALTA TENSÃO 
26 CONTRA PESO 73 PLANO DE RIGGING - 
ELABORAÇÃO 
28 CARGA LÍQUIDA / CARGA BRUTA 75 GLOSSÁRIO 
29 CABO DOS GUINDASTES 76 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
 
 
 
 
 
DSA TREINAMENTOS 
 Formação e qualificação de profissionais 
em movimentação de cargas 
3 
 
 
DSA TREINAMENTOS EM MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS 
E- MAIL: DSAMOVIMENTACAODECARGAS@BOL.COM.BR 
 
 
SUPERVISOR DE RIGGING 
 
PRÉ-REQUISITOS: 
 No mínimo ensino médio completo; 
 Desejável: Nìvel técnico; 
 Prática em cálculos numéricos (matemática, geometria, trigonometria, 
resistência dos materiais, física-estática); 
 Conhecimentos de desenho técnico (mecânico, estrutura, civil, instalações 
industriais); 
 Prática em leitura de manuais técnicos de guindastes. 
 
ATRIBUIÇÕES BÁSICAS: 
 
 Selecionar o guindaste; 
 Planejar a operação; 
 Conferir a configuração do guindaste; 
 Compor a carga bruta; 
 Calcular as amarrações; 
 Especificar acessórios de amarração; 
 
 
PRINCIPAIS CAUSAS DE ACIDENTES 
 
 
RESPONSÁVEL CAUSA 
% 
PARTICIPAÇÃO 
 
 
 
HOMEM 
 
GERÊNCIA 
PLANEJAMENTO E 
ORGANIZAÇÃO 
12 
46 
NORMAS E 
PROCEDIMENTOS 
7 
SUPERVISÃO 27 
 
OPERAÇÃO 
FALTA DE 
CONCENTRAÇÃO 
14 
48 
DESOBED. ÀS 
NORMAS / PROCED. 
8 
IMPERÍCIA 26 
EQUIPAMENTO FALHA MECÂNICA 6 6 
 TOTAL 100 100 
 
 
DSA TREINAMENTOS 
 Formação e qualificação de profissionais 
em movimentação de cargas 
4 
 
 
DSA TREINAMENTOS EM MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS 
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NECESSIDADE DA CERTIFICAÇÃO 
 
 Atualização; 
 Exigência do mercado; 
 
 Hoje os profissionais certificados têm a preferência, mas no futuro, somente os 
profissionais certificados serão aceitos. 
 
NOVAS TECNOLOGIAS 
 
Guindastes antigos 
 
Alguns aspectos: 
 
 Estrutura super-dimensionada; 
 Estabilidade reduzida; 
 Capacidade especifica por quadrante; 
 Acionamento por alavanca e pedais; 
 Lança: 
 Com segmentos comandados individualmente; 
 Telescopagem permitida; 
 Comprimentos variáveis; 
 Treliça construída com perfis laminados. 
 
Guindastes modernos 
 
Algumas inovações: 
 
 Resistência estrutural próxima ao limite; 
 Maior estabilidade; 
 Maior aplicação dos recursos hidráulicos; 
 Monitoramento por computador ( LMI – Load Moment Indicator); 
 Acionamento por “Joystick”; 
 Cabine de comando elevado; 
 Comando fora da máquina; 
 Lança: 
 Com secção arredondada; 
 Com comprimento definido; 
 Hidráulica com segmentos desmontáveis; 
 Pinada mecanicamente ou hidraulicamente; 
 Telescopagem restrita; 
 Treliça tubular. 
 
DSA TREINAMENTOS 
 Formação e qualificação de profissionais 
em movimentação de cargas 
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DSA TREINAMENTOS EM MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS 
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INDICADORES DE MOMENTO DE CARGA 
 
Momento de carga 
 
 O momento de carga é o produto da multiplicação do PESO (ou FORÇA) pela 
distância do ponto de apoio até a aplicação do peso. 
Unidade Usual: tm(tonelada metro) ou kgcm(Quilograma centímetro). 
 
LMI – Load Moment Indicator (Indicador de Momento de Carga) 
 É o instrumento incorporado ao guindaste que permite configurar e operar o 
equipamento em condições seguras de acordo com a Tabela de Carga. 
Existem alguns tipos de LMI no mercado, que geralmente fornecem ao operador as 
seguintes informações: 
 Raio de operação; 
 Comprimento da Lança, Jib, Ângulo; 
 Peso real (Carga Bruta ou Líquida); 
 Número de passadas de cabo; 
 Contrapeso; 
 Velocidade do vento; 
 Força da sapata. 
 
 O LMI alerta o operador, quando o guindaste se aproxima de situações 
inseguras, com alarmes audiovisuais e bloqueia a operação, no caso de atingir os 
limites. Em alguns LMI é possível configurar os limites conforme a exigência da 
operação. 
O operador tem que conhecer as tabelas de carga para aplicar no LMI. 
 
CLASSIFICAÇÃO DOS GUINDASTES MÓVEIS PELO SISTEMA OPERACIONAL 
 
 Guindauto; 
 Sobre caminhões comerciais; 
 Industriais 
 Hidráulicos; 
 
Sobre Rodas: 
 Convencional rodoviário; 
 Compacto para cargas médias (CT); 
 Para terrenos irregulares (RT); 
 Para todo tipo de terreno (AT). 
 
Sobre Esteiras: 
 Lança treliçada; 
 Lança hidráulica; 
 Tipo torre; 
 Tipo”Ringer”. 
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 Formação e qualificação de profissionais 
em movimentação de cargas 
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LANÇA ARTICULADA 
LANÇA TELESCÓPICA 
UTILIZAÇÃO 
 
No transporte de material para obra; 
No transporte de áreas confinadas; 
Na movimentação de cargas leves. 
GUINDAUTO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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em movimentação de cargas 
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MONTADOS SOBRE CAMINHÕES COMERCIAIS 
 
 
 
 
 
 
 
INDUSTRIAL 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
São construídos sobre encomenda a partir do 
fornecimento do caminhão 
 
 Projetado basicamente para movimentação de 
cargas em áreas confinadas; 
 Capacidade média de carga; 
 Permite Telescopagem. 
 
 
DSA TREINAMENTOS 
 Formação e qualificação de profissionais 
em movimentação de cargas 
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DSA TREINAMENTOS EM MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS 
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Velocidade adequada para rodovias; 
Maior aproveitamento dos recursos 
hidráulicos; 
Grande estabilidade; 
Pode ser utilizado com plataforma 
para pessoas, montada na ponta da 
lança. 
Dimensões extremamente reduzidas; 
Facilidade nas manobras; 
Cabine única para operação e 
movimentação. 
• Projetado basicamente para 
movimentação de cargas em áreas 
confinadas; 
• Capacidade média de carga; 
• Permite Telescopagem. 
 
HIDRÁULICO SOBRE RODAS – CONVENCIONAL RODOVIÁRIOS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
HIDRÁULICO SOBRE RODAS – COMPACTO (CT) 
 
 
 
 
 São projetados para transitar em rodovias; 
 Flexibilidade operacional; 
 Facilidade para manobras. 
 
 
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 Formação e qualificação de profissionais 
em movimentação de cargas 
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HIDRÁULICO PARA TERRENOS IRREGULARES (RT) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• RT – ROUGHT 
TERRAIN; 
• Suspensão reforçada e 
pneus especiais; 
• Maior maneabilidade 
que outros guindastes. 
 
Cabine Fixa 
Cabine Giratória 
• Mais usado para trabalho 
em terrenos acidentados e 
na preparação de local para 
início de obras; 
• Pode trabalharsobre 
pneus e se locomover com 
a carga utilizando tabela de 
cargas específicas. 
 
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 Formação e qualificação de profissionais 
em movimentação de cargas 
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HIDRÁULICO PARA TODO TIPO DE TERRENO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 LANÇA TRELIÇADA SOBRE ESTEIRAS 
 
 
 
• Guindaste para grandes capacidades de carga e grandes alturas; 
• O guindaste pode se locomover com carga, sobre um terreno plano e resistente. 
 
 
 
 
 
 
• AT – ALL TERRAIN; 
• Combina as vantagens do guindaste convencional rodoviário com o guindaste 
tipo RT. 
 
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LANÇA TRELIÇADA PARA GRANDES CARGAS (TIPO “RINGER”) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• Guindaste sobre esteiras, 
montado no local sobre 
grande anel nivelado; 
• Capacidade adicional obtida através de 
contra peso móvel extra; 
• Projetado para operações de grandes 
cargas e de longa duração. 
 
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em movimentação de cargas 
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COMPARATIVO ENTRE GUINDASTES 
 
 
Hidráulico sobre Rodas 
 
Vantagens: 
 
• Locomove-se em rodovias; 
• Facilidade e rapidez na montagem; 
• Transita sob pontes e interferências sobre o solo; 
• Alguns guindastes permitem estender lança com carga. 
 
Desvantagens: 
 
• Menor capacidade; 
• Somente alguns tipos se locomovem com carga. 
 
Lança Treliçada sobre Esteiras 
 
Vantagens: 
 
• Locomove-se com carga; 
• Tem maior capacidade, pois tem a lança mais leve; 
• Alguns Guindastes operam como bate estaca, Dragline, Perfuratriz e como imã, 
Crawshell e com Caçambas de concreto. 
 
Desvantagens: 
 
• Demanda tempo e custo operacional para transporte, desmontagem e mudança de 
comprimento de lança; 
• A lança está mais sujeita a danos pelo transporte e manuseio. 
 
Observações: 
 
• As lanças treliçadas trabalham a compressão, não permitem ângulos pequenos devido 
à força gerada pelo peso da lança. 
• As Lanças Hidráulicas trabalham a flexão, nos ângulos grandes, a capacidade está 
limitada pelo engastamento entre os segmentos da lança. 
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ALGUNS FABRICANTES 
 
 
 
Atuantes no Brasil 
 
 
Americanos: American, Bantam, Clark, Gallion, Grove, Link-Belt, Manitowoc, 
Pettibone, P&H, Terex, Bucyrus, Lorain. 
Europeus: Demag, Liebherrer, krupp, Luna Asiáticos: Tadano, Kato, Nissan, Puyan 
Brasileiro: Madal. 
Joit Venture: Grove-Manitowoc, Demag-Terex, Tadano-Faun, Madal-Paulfinger. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RAIO DE OPERAÇÃO (m) 
51 48,8 40 37 36 33 25,5 18 
AMERICAN - 5530 
TADANO - ATF 70-4 
80 
60 
40 
20 
 
10,5 15,3 
GRÁFICO COMPARATIVO 
TRELIÇADO x HIDRÁULICO 
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EXTENSÃO MECÂNICA 
SAPATA 
VEÍCULO 
VIGA DE PATOLAMENTO 
CILINDRO DE 
 
CHASSIS DOVEÍCULO 
CILINDRO DE LEVANTAMENTO DA LANÇA 
GUINCHO 
 
GUINCHO PRINCIPALV 
BASE LANÇA 
ESTÁGIO INTERMEDIÁRIO DA LANÇA 
ESTÁGIO SUPERIOR DA LANÇA 
 
COMPONENTES BÁSICOS DO GUINDASTE 
 
GUINDASTE HIDRÁULICO SOBRE RODAS 
 
 
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CHASSIS DO VEICULO 
CONJUNTO GIRATÓRIO 
SAPATA 
PATOLA 
CONTRAPESO VEICULO 
BATENTE DA LANÇA 
BASE DA LANÇA 
PÓRTICO 
CONJUNTO INFERIOR 
DE ROLDANAS 
SEGMENTOS INTERMEDIÁRIOS DA 
LANÇA 
CONJUNTO SUPERIOR DE ROLDANAS 
PONTA DA LANÇA 
MOITÃO 
 
PENDENTE DA LANÇA 
CABO PRINCIPAL 
BOLA - PESO 
JIB 
PENDENTE DO JIB 
MASTRO DO JIB 
CABO AUXILIAR 
 
 
 
 
GUINDASTE LANÇA TRELIÇADA SOBRE RODAS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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MOITÃO 
 
 
 
 
 
 
 
 Os guindastes possuem geralmente uma série de moitões específicos para cada 
valor de carga, os quais devem ser escolhidos e considerados como parte integrante 
da carga bruta a ser içada. 
 Verifique o moitão adequado na tabela especificada pelo fabricante e considere 
o peso do mesmo na composição da carga bruta. 
 
DEFINIÇÃO DOS TERMOS 
 
 
Bola Peso (Moitão secundário) 
 
• È utilizada principalmente na 
linha auxiliar; 
• Possui uma esfera metálica que 
trabalha como peso na linha, 
criando uma tensão no cabo; 
• Em alguns guindastes a bola- 
peso está equipada com polias, 
permitindo montar mais de uma 
passada de cabo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Moitão convencional 
 
Moitões modulares 
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P (CARGA LÍQUIDA + AMARRAÇÕES E ACESSÓRIOS) 
PASSADAS DE CABO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PASSADAS DE CABO 
 
 
 
 
 F1= 
P+Peso Moitão
N° de pernas
 = Tensão em cada perna 
 
 Vc = 
𝑉𝑐𝑏
𝑁° 𝑑𝑒 𝑝𝑒𝑟𝑛𝑎𝑠
 
 
 
 η𝑡
 = RENDIMENTO TOTAL DO SISTEMA 
 
𝐹1
η𝑡 
 
• Quando a carga entra em movimento a Força F deve vencer a Carga Estática, a 
rigidez do cabo de aço em cada polia e o atrito nos eixos das polias. 
• Quanto maior a flexibilidade do cabo do guindaste e menor o coeficiente de atrito no 
eixo, maior será o rendimento do sistema. 
• Quanto maior o número de polias menor será o rendimento do sistema. 
 
OBSERVAÇÃO: A capacidade do moitão escolhido deve estar de acordo com a 
capacidade bruta tabelada do guindaste, caso contrário à capacidade bruta do 
guindaste estará limitada pela capacidade do moitão. 
 
VELOCIDADE DO CABO 
V
c
 
V
E
L
O
C
ID
A
D
E
 D
A
 C
A
R
G
A
 
Condição estática (Carga 
P parada) 
Condição Dinâmica 
(Carga em Movimento) 
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CONEXÃO TERMINAL DO CABO DO 
GUINDASTE 
 
 
 
 
Soquete com Cunha 
 
 São usados na maioria dos guindastes. 
 São dispositivos simples de ancoragem do cabo, que 
permitem montagem e desmontagem rápida, deixando a 
ponta do cabo livre para facilitar a passagem pelas roldanas. 
 O tipo de cunha mostrado na figura tem uma extensão com 
furo para fixação do cabo com grampo, oferecendo maior 
segurança. 
 A eficiência do soquete com cunha é de 80% da resistência 
do cabo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Terminal com Luva de ancoragem 
 
 
 Alguns guindastes utilizam este tipo de terminal, onde 
a luva se ajusta em uma cela adequada. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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P.A = F.B 
 
PRINCÍPIOS APLICADOSAOS GUINDASTES 
 
 
 Equação de Equilíbrio 
 
 
 
 
Tipo 01 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Tipo 02 Apoio 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Tipo 03 
 
 
 Apoio 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Apoio 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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F.A = P.B 
F . A = P . B 
ALAVANCA TIPO 01 (Exemplo) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ALAVANCA TIPO 02 (Exemplo ) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
P . B 
F = 
A
 
 
Terminal do 
cabo na lança 
Ponto de 
apoio 
Roldana do 
moitão 
P 
 
 
P 
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ALAVANCA TIPO 03 (Exemplo) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SIDE BOOM CAT 583 
 
 
 
F . A = P . B Ponto de apoio 
A
 B 
P 
F 
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TOMBAMENTO DO GUINDASTE 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A = Distância do CG do guindaste até o ponto de tombamento. 
B = Distância do CG da carga até o ponto de tombamento 
 
DIAGRAMA TENSÃO DEFORMAÇÃO 
 
Tensão kg/cm² 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Guindaste perdendo 
estabilidade 
Guindaste estável 
A = Zona Elástica 
B = Zona Plástica 
C = Zona Ruptura 
Alongamento cm 
 
Ruptura 
Limite 
k 
kr 
kp 
ke 
A B C 
0 
Cuidado: a zona C é instantânea 
 
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SISTEMA DE MEDIDAS 
 
 SISTEMA INGLÊS 
SISTEMA IMPERIAL 
BRITÂNICO 
SISTEMA 
MÉTRICO 
DECIMAL 
ORIGEM INGLATERRA - IDADE 
MÉDIA 
FRANÇA -1799 
 
LOCAIS QUE UTILIZAM 
AMÉRICA DO NORTE 
INGLATERRA 
(PAÍSES DE LÍNGUA 
INGLESA) 
EUROPA E ÁSIA 
AMÉRICA DO SUL 
AMÉRICA CENTRAL 
 
GUINDASTES - MARCAS 
MANITOWOC,CLARK,P&H,G
ROVE,GALLION,LORAIN,LIN 
K BELT, TEREX, AMERICAN 
MADAL 
,TADANO,LIEBHERR 
,DEMAG, KRUPP, KATO 
,NISSAN,LUNA 
 
 
COMPRIMENTO 
 
 
POLEGADA ( " ) 
PÉS ( ′ ) 
 
MILÍMETRO (mm) 
CENTÍMETRO(cm) METRO 
(m) QUILOMETRO (km) 
 
PESO 
LIBRA – pound (lb) 
TONELADA CURTA 
(Ton) 
QUILOGRAMA (kg) 
TONELADA (t) 
MEDIDAS 
 
SUPERFÍCIE 
POLEGADA QUADRADA 
(pol 
²) 
 
METRO QUADRADO (m²) 
 PÉ QUADRADO (pe²) 
USUAIS 
 
 
NOS 
 
 
VOLUME 
 
GALÃO AMERICANO 
GALÃO INGLÊS 
METRO CÚBICO (m³) 
CENTÍMETRO CÚBICO 
(cm³) 
 
GUINDASTES 
 LIBRA POR POLEGADA 
AO QUADRADO (PSI ) 
QUILOGRAMA /CENTIMETRO 
QUADRADO (kg/cm²) 
 
PRESSÃO 
(lb / pol²) QUILOGRAMA/ METRO 
QUADRADO (kg/m²) 
 TONELADA POR 
METRO QUADRADO 
(t/m²) 
OBSERVAÇÃO 
NAS UNIDADES 
INGLESAS 
PONTO = VÍRGULA 
VÍRGULA = PONTO 
 
 
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polegada 
pé 
lb 
 
TON – tonelada curta 
km / hora 
lb/pol 2 
litro 
HP 
km/h 
Kgf 
km/h 
km/h 
 
2,5400 
 
0,3048 
 
0,4536 
 
0,9072 
 
0,5405 
 
0,0703 
 
0,0010 
 
0,7457 
 
0,2642 
 
0,2777 
 
9,8000 
 
0,6215 
 
0,5396 
cm 
m 
Kg 
t – tonelada métrica 
nó 
kg / cm2 
m3 
kw 
Galão (americano) 
m/s 
N(Newton) 
milha/hora(terrestre)(ML) 
 
 
Multiplicar por 
 
Dividir por 
Unidade 
B 
Fator de 
conversão 
Unidade 
A 
 
TABELA DE CONVERSÃO DE UNIDADES 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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C.G. 
Centro de giro do 
guindaste 
C.G. 
Raio de 
operação 
Para operação com dois guindastes 
o raio de operação é medido pelo 
moitão e não pelo C.G. da carga 
Raio de 
operação 
Centro de Giro do guindaste: 
É a distância horizontal do 
centro de giro do guindaste até 
o centro de gravidade da carga 
(posição do Moitão) com 
carga elevada 
DEFINIÇÃO DOS TERMOS 
 
 
 
Raio de Operação 
 
 
 
 
ATENÇÃO: 
• É recomendável adotar raios que constam na tabela de carga com respectiva 
capacidade bruta. 
• Ao trabalhar com raios intermediários use como referência, para 
determinar a capacidade bruta, sempre o raio imediatamente superior 
mostrado na tabela de carga. 
 
 
 
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COMPRIMENTO DA LANÇA 
 
 É o comprimento medido ao longo da lança do eixo de articulação da base até o 
eixo da polia na ponta da lança. 
 
ATENÇÃO: 
• Nos guindastes modernos só é possível 
trabalhar com comprimento de lança 
mostrado na tabela de cargas, os quais são 
configurados previamente pelo computador de 
bordo. 
• Nos Guindastes que permitem 
configurar comprimentos de lança, que não 
constam na tabela, o planejador deve 
determinar a capacidade bruta sempre pelo 
comprimento de lança imediatamente 
superior, mostrado na tabela de carga. 
 
 
CONTRAPESO 
• É uma carga adicional montada no guindaste, criando um momento de Força 
resistente aumentando assim, a capacidade da máquina quanto à estabilidade 
(Tombamento). 
• Quanto maior for o contrapeso e/ou distância, do mesmo centro de giro do 
guindaste, maior será a resistência ao tombamento. 
 
 
Contrapeso Standard 
• É o contrapeso fixo ao chassis giratório que não afeta a carga máxima permitida 
por eixo, para circulação em rodovias. 
 
Contrapeso Adicional no Chassis Superior 
• É o contrapeso que é adicionado na obra, conforme especificação do fabricante. 
 
Contrapeso Adicional Fora do Guindaste 
 • Este tipo de contrapeso pode ser metálico ou de concreto 
 • São montados sobre rodas que se distanciam do guindaste conforme 
necessidade, e também giram juntamente com o equipamento. 
 
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Contrapesos - Exemplos 
 
 CONTRAPESO STANDARD 
 
 
 
 
 
 
CONTRAPESO ADICIONAL E FORA DO GUINDASTE 
 
CONTRAPESO ADICIONAL 
NO GUINDASTE 
 
 
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CARGA BRUTA 
Bola –Peso 
Cabo auxiliar 
Jib 
Polias Extras 
Carga Líquida 
Amarrações 
Balancim 
Moitão Principal 
Cabo do guindaste 
 
CARGA BRUTA 
Bola –Peso 
Cabo auxiliar 
Polias Extras 
Carga Líquida 
Amarrações 
Balancim 
Moitão Principal 
Cabo do guindaste 
 
 
CARGA LÍQUIDA ESTÁTICA 
• É o peso real da peça parada a ser içada. 
 
 
CARGA BRUTA ESTÁTICA 
 
• É a somatória de todos os pesos reais parados, que são aplicados no guindaste. 
 
Exemplos: 
 
 
 
 
Carga Bruta Dinâmica 
 
• É a somatória da Carga Bruta Estática e as cargas eventuais originadas pelo 
movimento da peça. 
• Levantar a peça, girar ou frear pode originar um acréscimo na Carga Bruta Estática, 
devido à inércia e ao movimento. Este acréscimo poderá chegar a 50% da CargaBruta 
Estática, por isso a aceleração, frenagem e giro do guindaste deve ser o mais lento 
possível. 
• O percentual adotado para cargas eventuais é de 20% a 30% da Carga Bruta 
Estática. 
 
Capacidade Bruta 
• É a capacidade real máxima do guindaste, conforme sua configuração, determinada 
pelo fabricante e constantes nas tabelas de carga. 
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Capacidade Nominal 
 
 É a capacidade expressa comercialmente pelo fabricante, a qual depende de 
condições especiais na operação, tais como: 
• Menor comprimento de lança; 
• Menor raio de operação; 
• Operação na traseira; 
• Utilização de acessório especiais para grandes capacidades; 
• Maior número de passadas de cabo. 
 
 
 
CABO DO GUINDASTE 
 
• Principal – é o cabo de aço que trabalha no tambor principal do guindaste. 
Geralmente este cabo é utilizado para içar cargas na lança principal. 
• Auxiliar – é o cabo de aço que trabalha no tambor auxiliar do guindaste. 
Geralmente este cabo tem diâmetro menor e é utilizado para içar cargas na linha 
auxiliar, tais como: extensão e JIB, utilizando moitão mais leve ou bola-peso. 
 
 
 
OBSERVAÇÕES: 
• Em alguns guindastes, o Cabo Auxiliar pode trabalhar na lança principal; 
• A bola-peso, em alguns guindastes, pode trabalhar na lança principal, desde que a 
mesma tenha o terminal ou roldanas compatíveis com o cabo principal. Verifique 
sempre o manual de operação do Guindaste; 
• Na maioria dos guindastes, o Cabo deve fazer parte da composição da carga bruta. 
O fabricante sempre especifica no manual o cabo de aço: 
* Diâmetro 
* SWL – Por linha única 
* Tipo – Composição 
* Velocidade 
 
 
 
 
 
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Peso do cabo do Guindaste 
 
 É de responsabilidade do RIGGER: 
• Prever a quantidade máxima de cabo que ficará pendurado na lança durante a 
operação; 
• Calcular o peso do cabo 
• Somar o Peso na “Composição Da Carga Bruta”. 
 
Cálculo: 
 
Onde: 
 
P Cab. Guind. = peso do cabo do guindaste. 
H = altura máxima que o cabo terá 
durante a operação. 
nº = número de passadas de cabo 
D = peso do cabo por metro (utilize 
tabela ao lado) 
 
 
Polias Extras 
 
 São polias adicionais que em, alguns guindastes, é necessário montar na ponta da 
lança, para compor as passadas de cabo exigida 
 
Porcentagem de Utilização do Guindaste 
 
É a quantidade de capacidade do guindaste que está sendo utilizada na 
operação. Pode ser calculada como segue: 
 
 % utilização= 
𝑪𝒂𝒓𝒈𝒂 𝑩𝒓𝒖𝒕𝒂
𝑪𝒂𝒑𝒂𝒄𝒊𝒅𝒂𝒅𝒆 𝑩𝒓𝒖𝒕𝒂 
 x 100 
Exemplo : 
Capacidade Bruta = 100,00 t Carga Bruta = 73,00 t 
 
 
 % utilização= 
𝟕𝟑
𝟏𝟎𝟎 
 x 100 = 73% 
 
No exemplo estamos utilizando 73 % da Capacidade Bruta tabelada. 
DIAMETRO PESO 
kg/m) 
5/8” ,16 mm 1,10 
3/4” , 19 mm 1,60 
7/8” , 22 mm 2,20 
1” , 26 mm 2,80 
1 1/8”, 29mm 3,50 
1 1/4”,32mm 4,30 
1 3/8”,35 mm 5,30 
1 1/2”,38 mm 6,20 
P Cab. Guind = H . nº . D 
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ÂNGULO DA LANÇA 
 
É o ângulo formado entre a lança e a 
horizontal. O ângulo da lança não tem precisão na 
configuração do guindaste devido à flexibilidade 
da lança, que quando carregada descreve uma 
curva. 
 Por isso, é recomendável que a 
configuração do guindaste seja elaborada pelo 
raio de operação. 
Obs: Algumas tabelas de carga, principalmente 
nos Guindastes Antigos, apresentam os ângulos 
da lança. 
 
 
 
Extensão da Lança 
É um acessório auxiliar que aumenta o 
comprimento da lança. A capacidade da 
extensão, geralmente está limitada pela 
resistência estrutural da mesma. 
 
 
 
JIB 
 
É um acessório auxiliar que pode ser montado na ponta da lança (ou extensão) 
e que possibilita formar ângulos relação à lança( é chamado ângulo OFF-SET). 
 A capacidade do JIB, geralmente está limitada pela resistência estrutural do 
mesmo. 
 
OBS: Os JIBs facilitam a colocação de cargas em locais fechados ou em situações em 
que se necessita de uma lança maior. 
 
 Em alguns guindastes é necessário verificar a estabilidade nas tabelas 
Principais. 
 
 
 
 
JIB 
Ângulo da Lança 
Lança 
Principal 
 
Extensão da lança 
 
Extensão 
Ângulo do 
JIB-Off SET 
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JIB 
 
É um acessório auxiliar a lança que permite 
aumentar o seu comprimento. 
 
 
Atenção: 
 
1-) Quando a carga está sendo içada na lança 
principal ,são também consideradas como parte da 
carga bruta ,se montados : o peso efetivo da 
extensão. do JIB , da extensão do JIB , da Bola 
Peso e do cabo auxiliar. 
2-) Quando a carga está sendo içada na extensão 
(linha auxiliar) são consideradas como parte da 
carga bruta ,se montados : o peso efetivo do JIB , da 
extensão do JIB , do moitão principal e cabo 
principal. 
3-) Quando a carga está sendo içada no JIB (linha 
auxiliar) são também considerada como parte da 
carga bruta ,se montados : o peso efetivo do moitão 
principal e do cabo principal. 
 
 
QUADRANTE DE OPERAÇÃO 
 
• É a área ao redor do guindaste onde é feito o içamento. 
• Para alguns guindastes as capacidades são diferentes ao trabalhar na dianteira, 
traseira ou lateral. O “RIGGER” deve verificar sempre a situação mais crítica ao 
movimentar a carga. 
• Cada fabricante tem critérios diferentes na definição da dianteira, traseira e lateral no 
seu guindaste. Portanto consulte sempre o gráfico dos quadrantes específicos de 
cada fabricante. 
 
 
JIB 
Ângulo da Lança 
Lança 
Principal 
 
Extensão da lança 
 
Extensão 
Ângulo do 
JIB-Off SET 
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Maior efeito exercido n 
 
o sistema 
 
Menor efeito exercido no sistema 
Nenhum efeito exercido no sistema 
 
Peso Efetivo 
 
 
É a força que um elemento exerce num sistema, devido a sua posição. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Bola 
peso 
JIB 
JIB 
Bola 
Extensão 
peso
 
 
Extensão 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Moitão 
 
 
Peso Efetivo 
 
 
 
A B C D 
 
A – O peso efetivo do JIB na ponta da lança e da bola peso na ponta do JIB 
é maior que os pesos reais. 
B - O peso efetivo da extensão treliçada, do JIB e da bola peso é maior que 
os pesos reais. 
C - O peso efetivo da extensão treliçada guardada na lança é menor que o 
peso real. 
D – O peso efetivo do moitão recolhido é menor que o peso real. 
 
Centro de Gravidade 
 É o ponto de equilibrio, onde está determinada a resultante total das massas de um 
objeto. 
 
• Símbolo Gráfico 
•C.G.
 
 
• Dependendo da geometria da peça, o Centro de Gravidade pode se localizar fora 
do objeto. 
• Para localização do Centro de Gravidade no espaço é necessário definir as 3 
coordenadas espaciais: X , Y , Z. 
 
Atenção: 
 
Para toda operação com um guindaste o içamento deverá ser feito pelo Centro de 
Gravidade da carga. 
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b = 
F3 . largura 
Peso total 
 
Determinação do C.G. da Peça no Campo 
 
 
 
 
 
Para este ensaio é necessário 
efetuar 3 levantamentos com 
guindaste equipado com LMI e 2 
medidas, como segue: 
 
 
 Peso total = F1+F2 
 Largura = a + b 
 
Comprimento = c + d 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Cuidados Operacionais Básicos 
 
1) Guindaste Nivelado : - Guindaste sobre Esteiras – Nivelar o terreno. 
- Guindaste Hidráulico – Ajuste individual por sapata. 
2) As 4 sapatas estendidas de forma igual conforme determinação do 
fabricante. 
3) Solo Resistente: 
 Usar calços de madeira (Mats) devidamente construídos e com área 
de Suporte adequado. 
 Usar estrado de madeira para guindaste sobre esteira, quando necessário. 
4) Cabo de Içamento na vertical. 
5) Carga Livremente Suspensa – Não sacar, não extrair, não puxar 
6) Movimento Lentos: O Guindaste não é uma máquina de produção. 
7) Cuidado com o Vento: Atenção à velocidade máxima do vento permitido 
ao Guindaste. 
c 
d 
F4 
2 
F3 
F1 
Largura 
F2 d = 
F2 . comprimento 
Peso total 
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REDUÇÃO DA CAPACIDADE PELO DESNIVELAMENTO DO GUINDASTE 
 
 
O desnivelamento do Guindaste causa forças laterais na lança, reduzindo sua 
capacidade. Em alguns casos a perda de capacidade é muito grande como mostra a 
tabela abaixo: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Redução da Capacidade do Guindaste nos Movimentos Operacionais 
 
 Os movimentos bruscos de giro do guindaste podem causar inclinação do cabo em 
relação à verticalidade da lança; 
 Aceleração rápida no levantamento da carga pode causar um acréscimo no peso da 
carga; 
 Desaceleração (Frenagem) na descida da carga pode causar um acréscimo no 
peso da carga. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
COMPRIMENTO DA LANÇA/RAIO 
DE OPERAÇÃO 
1° 2° 3° 
LANÇA CURTA / RAIO MÍNIMO 10% 20% 30% 
LANÇA CURTA / RAIO MÁXIMO 8% 15% 20% 
LANÇA LONGA / RAIO MÍNIMO 30% 41% 50% 
LANÇA LONGA / RAIO MÁXIMO 5% 10% 15% 
 ESPAÇO DE FRENAGEM 
Velocidade 
da carga 
m/min 
3m 2 m 0,5m 
30 0,4% 0,7% 2,2% 
46 1,0% 1,6% 4,9% 
61 1,7% 2,9% 8,6% 
76 2,7% 4,5% 13,5% 
91 3,9% 6,5% 19,4% 
106 5,3% 8,8% 26,4% 
121 6,9% 11,5% 34,5% 
a = aceleração 
v = velocidade final 
Vo = velocidade inicial 
t = tempo 
F = força 
m = massa 
 
 
v – v0 
a = 
t
 
F = m .a 
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INFLUÊNCIA DO VENTO 
 
 
Exemplo com guindaste LIEBHERR LTM 1120: 
 
Dados: 
 
 
 Peso da carga (P); 
 Superfície submetida ao vento (Aw); 
 Velocidade do vento permitida conforme TEBELA DE CARGAS (Vp). 
 
 
 
1. Verificar no diagrama 1, qual é o limite de área permitida para carga P. 
 
 
2. Se a área real (Aw) for igual ou menor que a área permitida (Ap), utilizar a 
velocidade permitida (Vp). 
 
 
3. Se a área real (Aw) for maior que a área permitida (Ap) reduzir a velocidade 
conforme equação abaixo: 
 
 
Vr = velocidade reduzida 
 
 
 
 
 
 Vr = Vp 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Ap 
 
Aw 
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INFLUÊNCIA DO VENTO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Carga (t) 
Diagrama 01 
 
Guindaste 
Liebherr LTM 
1120 
 
Ap 
 
Superfície 
submetida ao 
vento (m²) 
 
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TABELA DE VELOCIDADE DO VENTO 
 
 
FORÇA DO VENTO VELOCIDADE DO VENTO 
Beaufort Designação m/
s 
km/h 
0 Parado 0 – 0,2 1 
1 Aragem leve 0,3 – 1,5 1 – 5 
2 Brisa fraca 1,6 – 3,3 6 – 
11 
3 Brisa leve 3,4 – 5,4 12 – 19 
4 Brisa média 5,5 – 7,9 20 -28 
5 Brisa forte 8 – 10,7 29 -38 
6 Vento leve 10,8 – 13,8 39- 49 
7 Vento forte 13,9 – 17,1 50 -61 
8 Vento impetuoso 17,2 – 20,7 62- 74 
9 Tempestade leve 20,8 – 24,4 75 -88 
10 Tempestade média 24,5 – 28,4 89- 102 
11 Tempestade forte 28,5 – 32,6 103 -117 
12 Furacão 32,7 – 36,9 118- 133 
 
 
 
 
 
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DETERMINAÇÃO DA SUPERFÍCIE DE APOIO NECESSÁRIA EM FUNÇÃO DA 
RESISTÊNCIA DO TERRENO 
 O guindaste em operação transmite forças consideráveis ao solo, através das 
sapatas, originadas pelo guindaste, pelo contrapeso adicional e pela carga 
bruta; 
 O solo tem de suportar estas forças com segurança; 
 É importante que a resistência do solo seja determinada por especialistas nesta 
área, através de sondagens ou instrumentos de ensaios no local; 
 Uma vez determinada à força aplicada na sapata (Fs) e a resistência do solo 
(R), podemos calcular a área de suporte, que deve ser construídos com madeira 
de alta resistência a compressão, pela equação a seguir: 
 
 Superficie de apoio = Força da sapata (kg) 
 necessária (cm2) Resistência do terreno (kg/cm 2) 
 
 
Qualidade do 
terreno 
(daN/cm
²) 
(kg/cm²) 
Terreno aterrado, não comprimido artificialmente. 0 – 1 
Terreno natural, visivelmente não mexido. 
1. Lama, turfa, terra pantanosa. 0 
2. Terreno não coesivo, suficientemente estratificados 
Areia fina até média 
Areia grossa até cascalho 
1,5 
2,0 
3. Terreno coesivo: 
Pastoso 
Mole 
Firme 
Semi-consistente 
Duro 
0 
0,4 
1,0 
2,0 
4,0 
4. Rocha pouco gretada em estado saudável, não 
degradado e estratificação favorável: 
Em camadas fechadas 
Em formação compactada ou colunar 
15 
30 
Terreno comprimido artificialmente 
1. Asfalto 5-15 
2. Betão 
Betão grupo B I 
Betão grupo B II 
50 – 250 
350 - 550 
 
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LEGENDA 
A = Distância do Giro à Sapata 
mais próxima 
CA = Contra Peso Adicional 
CBr = Carga Bruta 
Fs = Força na Sapata 
PG = Peso do Guindaste 
RO = Raio de Operação 
CÁLCULO ESTIMATIVO DA FORÇA MÁXIMA NA SAPATA 
 
 
 
 
 
 
NOTAS : 
 
• Considerar sempre as medidas da sapata mais próxima ao centro de giro do guindaste. 
• Peso do guindaste – consultar o catálogo do fabricante. 
• Quando desconhecido, adotar: p: = nº de eixos x 12, 00 t. 
• Este cálculo é estimativo, quando disponível, utilize os valores determinados pelo 
fabricante nos manuais técnicos ou no software do guindaste. 
 
 
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CABO DE AÇO – COMPOSIÇÃO 
 
 
 
• a - arame 
• b - perna 
• c – alma 
• d - cabo 
 
 
 
 
 
Arames 
 Os arames usados na fabricação dos cabos de aço são submetidos à teste de 
resistência à FADIGA, ABRASÃO e principalmente à RESISTÊNCIA À TRAÇÃO. 
 
A RESISTÊNCIA A TRAÇÃO DO AÇO É PROPORCIONAL A QUALIDADE DO 
MESMO E À ÁREA DA SECÇÃO 
 
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Almas 
 
 Alma do cabo de Aço é o núcleo em torno do qual as pernas são torcidas. Tem 
como função principal estruturar a formação e a distribuição uniforme das pernas. 
 AF – alma de fibra 
 
Tipos: fibra sintética (polipropileno) fibra natural (sisal). 
VANTAGENS: cabos mais flexíveis. 
 DESVANTAGENS: cabos menos resistentes, sujeitos a 
deformações e vida útil menor. 
 
AACI - Alma de Aço de Cabo Independente 
Este tipo de alma aumenta a flexibilidade. 
 
AA – Alma de Aço 
 
VANTAGENS: Maior resistência à tração, ao calor e ao 
amassamento. 
DESVANTAGENS: Maior rigidez 
 
Tratamentos na fabricação 
Pré Formação: 
 
Consiste na torção prévia do arame, de forma helicoidal, próxima à posição de 
montagem. 
Vantagens: Diminui as tensões internas reduzindo a fricção entre os arames e o 
desgaste. 
 Manuseio mais fácil e seguro. 
Pré Tensão: 
Consiste na operação de preesticamento do cabo, dentro do limite elástico do material. 
Vantagens: Diminui a deformação estrutural ao aplicar a carga. 
Lubrificação: 
Os cabos são fornecidos lubrificados interna e externamente com um lubrificante 
composto especialmente para cabos. 
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Tipos de Torção 
 
 
 
 
Alternada 
Torção alternada: Maior 
resistência ao amassamento 
e ao atrito nas polias e 
tambores 
 
 
 
Lang à esquerda 
 
Torção Lang: Maior 
resistência à abrasão à 
fadiga e maior flexibilidade 
 
 
Lang à direita 
 
 
 Torção regular: Os arames 
Regular à direita ficam posicionados 
aproximadamente paralelos 
 ao eixo longitudinal do 
cabo. 
 
 
 
 
 
 
Regular à esquerda 
Maior estabilidade, maior 
resistência ao desgaste, à 
torção, ao amassamento e à 
 deformação. 
 
 
Classificação 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Na classificação numérica de construção dos cabos, o primeiro número indica a 
quantidade de pernas e o segundo, a quantidade de fios por perna. Assim, 6x25 
significa um cabo com 6 pernas de 25 fios cada. 
 Quando esses números são usados para designar classes padrão de cabos de 
aço, o segundo número é puramente nominal, uma vez que a quantidade de fios por 
perna da classe poderá estar ligeiramente acima ou abaixo da nominal. 
Para cabos com alma formada por fios, pode ser usado um segundo grupo de 
números para indicar a construção da alma, por exemplo: 1x21, 1x23, etc. 
A construção padrão dos cabos compreende quatro grupos gerais: 6x7, 6x9, 
6x37, 8x19. Os três primeiros têm seis pernas, e o último, oito. 
 
6 x 7 
Seis pernas 
Sete arames por perna 
 
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Flexibilidade 
 
 
 
 
 
 
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Construção 
 
Padrões mais Comuns de Construção 
 A maioria dos arranjos utilizados nas pernas dos cabos de aço 
pode ser classificada nas seguintes categorias gerais: Normal, Filler, 
Warrington e Seale. A construçaõ normal está mostrada á direita. 
Warrington 
 O tipo Warrington difere dos demais pelo fato de que a camada 
externa de cada perna é composta por fios de diâmetro maior e 
menor, dispostos alternadamente. Um cabo tipo Warrington pode ser 
identificado facilmente devido a essa característica. 
 
 
Filler 
 Os fios externos de um cabo Filler têm o mesmo diâmetro. Os 
internos têm diâmetro dos externos mas, possuem fios mais finos 
entre os fios principais, que dão apoio aos fios externos. 
 
 
Seale 
 Os cabos tipo Seale são construídos com a mesma quantidade 
de fios nas camadas internas e externas. Os fios da camada interna 
têm diâmetro menor, para caber no espaço menor. 
 
Combinação Warrington Seale 
 
O Gráfico mostra a construção de cada perna 
 
 Devido ao grande número de fios utilizados na classificação 6x37, usam-se 
combinações dos tipos Filler, Seale e Warrington, pois as bitolas ficariam muito 
grandes se fosse usado um dos três padrões básicos. A classe 6x37 pode incluir os 
tipos: 
• Filler 
• Filler Seale 
• Warrington Seale 
• Seale Filler 
• Seale Warrington 
• Seale Warrington Seale 
 
 
 
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Rota-tivo 
 
não 
 
 
 
 
 
 
 
Filler 
Filler Sale 
 
Abrasão Amassamento Flexibilidade 
Gráfico Comparativo da Propriedade de Alguns Cabos 
 
 
Cabos Não Rotativos 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Os cabos não rotativos, resistentes à torção, são a melhor e a mais econômica 
solução para diversas aplicações específicas, se forem selecionados, manuseados e 
usados corretamente. 
 Construídos com espirais de sentidos contrários, os cabos não rotativos são 
diferentes dos cabos comuns por serem projetados para trabalhar com toque menos. 
As condições de falha e desgaste desses cabos podem ser diferentes das dos cabos 
comuns, e sua natureza exige condições especiais de manuseio. 
 
Características construtivas dos 
tubos não rotativos. 
As camadas internas e 
externas são enroladas em 
sentido oposto. 
A tendência de 
giro da camada 
externa para a 
direita é 
equilibrada pela 
tendência de giro 
à esquerda da 
camada interna. 
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 A seleção de um cabo de aço depende da aplicação prevista. Por essa razão, são 
aplicados fatores de segurança diferentes para cada aplicação. O fator de Segurança 
(FS) é definido como sendo a razão entre a resistência nominal do cabo e a carga total 
máxima prevista. 
 O uso de fatores de segurança permite que as instalações que utilizam cabos 
tenham garantia de dispor de capacidade adequada ao serviço a ser feito, durante toda 
a vida do cabo. Os critérios para estabelecimento dos fatores de segurança envolvem o 
tipo de serviço (velocidade de operação, condições de trabalho, mudanças repentinas 
de carga), o projeto do equipamento e as conseqüências da falha. Os cabos usados 
em elevadores têm fator de segurança de 10, ou seja, o cabo não deverá receber 
nunca uma carga superior a 10% de sua resistência a tração. Os elevadores usam 
esse fator de segurança porque, se falharem, ocorrerá um acidente de proporções 
muito graves. 
 Na maioria das aplicações, o fabricante de equipamento já selecionou previamente 
o cabo a ser usado, com base no fator de segurança adequado. Numa aplicação onde 
for usado um cabo diferente, ou uma nova aplicação, verifique o fator de segurança a 
ser adotado, junto à indústria e às associações responsáveis pela segurança. Tipos 
diferentes de cabos, usados numa mesma aplicação, podem ter necessidades 
diferentes com respeito a fatores de projeto. 
 As normasexigem que os fatores de segurança sejam aplicados à resistência à 
tração (tensão de ruptura) dos cabos de aço para determinar a capacidade máxima de 
carga. Para calculas essa capacidade, para uma determinada aplicação, dividida a 
tensão de ruptura do cabo pelo fator exigido. Essa será a carga máxima que o cabo 
deverá receber. Poderá haver outros fatores limitados em determinada aplicação, que 
façam com que a carga máxima possível seja menor que a máxima permitida pelo fator 
de segurança. Um exemplo é o laço (linga) de cabo, que leva em conta um fator de 
segurança e outro referente à eficiência de dobragem ou acoplamento. 
 Lembre-se que a capacidade só estará de acordo com o fator de segurança 
quando o cabo for novo. À medida que for sendo usado, o cabo terá sua resistência 
reduzida até chegar a u ponto de exaustão. (OHSA, Reg. 213/91 seção 169). 
 
 
Para uso em eslingas o fator de segurança = 5 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Fator de Segurança Recomendado 
 
 
A – Cargas de Trabalho e Fatores de Segurança 
 
 Carga de trabalho é a massa máxima que o cabo de aço está autorizado a 
sustentar. 
 A carga de trabalho de um cabo de uso geral, especialmente quando ele é 
movimentado, não deve, via de regra, exceder a um quinto da carga de ruptura mínima 
efetiva do mesmo. 
 
 O fator ou índice de segurança é a relação entre a carga de ruptura mínima efetiva 
do cabo e a carga aplicada. No caso acima mencionado, esse fator seria 5. 
Um fator de segurança adequado garante: 
• Segurança da operação, evitando rupturas. 
• Duração do cabo e, conseqüentemente, economia. 
 
 Damos a seguir os fatores de segurança mínimos para diversas aplicações: 
 
 
 
 
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 Courtesy: Bridon American 
Especificações 
 
 
 
CABO DE AÇO ESPECIAL PARA GUINDASTE 
 
 Atualmente os fabricantes de cabos de aço desenvolvem cabos específicos para 
determinados guindastes levando em consideração os requisitos de capacidade, 
flexibilidade, vida útil, velocidade, etc. 
 
Exemplo abaixo: 
 
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ESLINGAS -DEFINIÇÃO 
 
 Acessório flexível usado em amarrações para içamento de cargas com 
comprimento definido e com olhais nas pontas: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SAPATILHA 
METÁLICA 
CABO DE AÇO 
FIBRA SINTÉTICA 
COMPRIMENTO 
CORRENTE 
CINTA 
METÁLICA 
COMPRIMENTO 
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= 
Crup = F . f = F . 5 
Tendo a carga de ruptura, determinamos o diâmetro do cabo no catálogo do 
fabricante. 
 
 
ESLINGAS –DIMENSIONAMENTO (CABO DE AÇO) 
 
Cargas com centro de gravidade no centro: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Para determinação do diâmetro do cabo de aço adota-se o seguinte cálculo: 
swl (carga segura de trabalho). 
Crup = Carga de Ruptura (tabelada pelo fabricante do cabo). 
f = fator de segurança (para eslinga = 5). 
 
 carga segura de trabalho = 
Carga de Ruptura 
 
fator de segurança 
ou 
 
 
 
 
 
 
 
= 
P / 2 
H / C 
P / 2 
 
F = 
F 
C
 
 
 
 
 
Eslingas em ângulos 
 
Eslingas verticais 
 P 
F = 
2
 
F F 
Crup 
swl = 
 
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DIMENSIONAMENTO 
 
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS: 
 
 
 
 
 
 
 F= 
𝐏
𝟐
 = 
𝟏𝟎
𝟐
 = 5t 
 
 
 
 
 
Da tabela = cabo Ø 7/8" 
 
 
 
 
 F= 
𝐏/𝟐
𝐒𝐞𝐧 𝛂
 = 
𝟓
𝟎,𝟓
 = 10t 
 
 
 
 
 
 
 
Da tabela = cabo Ø 1 1/4" 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Crup = F . f = 5 . 5 = 25 t 
Crup = F . f = 10 . 5 = 50 t 
 
 
 Determinar o diâmetro do cabo 
(6x37 AF IPS) p/ 10 t 
 
30º 
 
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Determinar o diâmetro do cabo 
(6x37 AF IPS) p/ 10 t 
ESLINGAS –DIMENSIONAMENTO 
 
Exercícios resolvidos: 
 
 
 
 
 F= 
𝐏/𝟐
𝐒𝐞𝐧 𝛂
 = 
𝟓
𝟎,𝟕𝟎𝟕𝟏
 = 7,07t 
 
 
 
 
 
 
Da tabela = cabo Ø 1 " 
 
 
 
 
 
 
 
 
 F= 
𝐏/𝟐
𝐒𝐞𝐧 𝛂
 = 
𝟓
𝟎,𝟖𝟔𝟔
 = 5,77t 
 
 
 
 
 
 
 Da tabela = cabo Ø 7/8" 
 
 
 
 
 
Crup = F . f = 5 . 7,07 = 35,35 t 
Crup = F . f = 5 . 5,77 = 28,85 t 
 
45º 
 
 
60º 
 
 
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CAPACIDADE X ÂNGULO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 TENSÃO = CARGA X FATOR
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 ÂNGULO 90° 70° 45° 30°
 FATOR 1,0 1,06 1,15 1,41 2,00
kg kg kg kg 
Recomendado 
maior que 45 
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ESLINGAS - EFICIÊNCIA DOS TERMINAIS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Sapatilha Laço trançado com presilha prensada – 100% 
Luva prensada – 100% 
Soquete macho/fêmea – 100% 
Soquete chumbado 100% 
Soquete c/ cunha 80% 
Cunha 
Laço montado com clips 80 % 
não recomendado para içamento de cargas 
 
 
 
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Dimencionamento 
 H 
 
 
 
 B 
 C.G 
 
 P 
Fc = força efetiva no cabo c 
 Fc = 
𝐏. 
𝐁
𝐀+𝐁
𝐒𝐞𝐧 𝛂
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fd = força efetiva no cabo d 
 Fd = 
𝐏. 
𝐀
𝐀+𝐁
𝐒𝐞𝐧 𝛃
 
 
COMPRIMENTO 
DA LINHA C 
 
C= √𝐇² + 𝐀² 
 
C = 
𝐀
𝐂𝐨𝐬 𝛂
 
COMPRIMENTO 
DA LINHA D 
 
C= √𝐇² + 𝐁² 
 
C = 
𝐁
𝐂𝐨𝐬 𝛃
 
C D 
A 
β 
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ESLINGAS MÚLTIPLAS EQUIVALÊNCIAS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 ERRADO CORRETO 
 
 
 
• Quando a força efetiva na linha atingem valores grandes, podemos usar cabos 
múltiplos com diâmetro menor, facilitando o manuseio e com custo menor. 
• Nunca use grupos de eslinga na mesma linha, utilize sempre uma única eslinga 
“dobrada” para que a força na eslinga se equalize em todas as pernas. 
 
 
EQUIVALÊNCIA DE CAPACIDADE POR DIAMETRO 
1 PERNA 3” 2 ½ ” 2”1 ½” 1” 
 
2 
PERNAS 
 
2 1/8” 
 
1 ¾” 
 
1 
½” 
 
1 1/8” 
 
3/4” 
 
3 
PERNAS 
 
1 ¾” 
 
1 ½” 
 
1 
¼” 
 
7/8” 
 
5/8” 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2 eslingas 
1 eslinga dobrada 
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REQUISITOS PARA ESPECIFICAÇÃO DE SUPERLAÇOS CIMAF 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
NA ESPECIFICAÇÃO DEVEM 
CONSTAR: 
Tipo por exemplo C, C2, 
C3(força), C4, etc Acessórios (se 
houver). 
Diâmetro normal 
Comprimento Carga de 
trabalho Número da norma 
(recomenda-se NBR 
13541). 
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TABELA ORIENTATIVA 
R = 1,5 Ø FURO 
H = 2,0 Ø FURO 
TUBO 
FECHAR O TUBO COM 
CHAPA DE ESPESSURA 
IGUAL À ESPESSURA DO 
TUBO , SOLDADA 
FAZER RASGO NO TUBO E 
ADAPTAR A CHAPA NAS 
EXTREMIDADES 
COINCIDIR AS FORÇAS 
NO MESMO PONTO 
Ø FURO CONFORME 
PINO DA MANILHA 
SOLDAR ARRUELAS 
ESPAÇADORAS 
ESPESSURA DA 
CHAPA VIDE 
TABELA 
ESPESSURA TOTALCONFORME 
MANILHA 
CORDÃO DE SOLDA 
ALTURA = ESPESSURA 
CHAPA 
ELETRODO AWS E 7018 
ESAB OK 48.04 ( OU SIMILAR) 
ESPESSURA 
CHAPA 
CARGA 
TRABALHO 
3/8” 2,0 t 
5/8” 4,5 t 
3/4” 13,5 t 
1” 19,0 t 
 
BALANCIM – DETALHES CONSTRUTIVOS 
 
OBS : Estes detalhes são orientativos .para fabricar um balancim de tubo estrutural 
sujeito à esforço de flambagem, desenvolver projeto e cálculo específico conforme 
necessidade. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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TABELA TUBOS SCHEDULE 
Diâmetro Schedule Espessura 
 
Tubo em mm 
Momento de 
 
Inércia cm 
4
 J 
Modulo de 
 
Flexão W cm³ 
Pêso 
 
do Metal Kg/m 
Secção do 
 
Metal mm² 
Normal 
 
Externo 
 
 
2" 
 
 
60,32 
40 ST 40 S 3,9 27,7209 9,193 5,43 693 
80 x S 80 S 5,5 36,1288 11,979 7,47 953 
160 8,7 48,4075 16,043 11,07 1413 
XX 11,0 54,6094 18,091 13,43 1713 
 
 
2 1/2" 
 
 
73,02 
40 ST 405 5,1 63,6832 17,436 8,66 1099 
80 x S 80 S 7 80,1243 21,942 11,4 1454 
160 9,5 97,9389 26,825 14,89 1900 
XX 14 119,541 32,741 20,38 2599 
 
 
3" 
 
 
88,90 
40 ST 40 S 5,4 125,70 28,251 11,33 1437 
80 x S 80 S 7,6 162,33 36,477 15,26 1945 
160 11,1 209,36 47,129 21,23 2713 
XX 15,2 249,32 56,125 27,65 3526 
 
 
 
 
4" 
 
 
 
 
114,30 
40 ST 40 S 6,0 300,93 52,77 16,20 2045 
80 x S 80 S 8,5 399,99 69,97 22,30 2845 
120 11,1 484,91 84,88 28,21 3600 
160 13,4 552,34 96,68 33,49 4271 
XX 17,1 636,41 111,27 40,98 5226 
 
 
 
 
5" 
 
 
 
 
141,30 
40 ST 40 S 6,5 631,42 89,31 22,04 2774 
80 x S 80 S 9,5 860,76 121,75 30,92 3942 
120 12,7 1071,38 151,58 40,24 5129 
160 15,8 1249,94 176,98 49,06 6258 
XX 19 1400,20 198,28 57,37 7355 
 
 
 
 
6" 
 
 
 
 
168,27 
40 ST 40 S 7,1 1169,61 139,29 28,55 3600 
80 x S 80 S 10,7 1685,73 200,41 42,52 5419 
120 14,2 2064,50 245,48 54,16 6903 
160 18,2 2455,76 291,85 67,41 8593 
XX 21,9 2759,60 328,23 79,11 10090 
DSA TREINAMENTOS 
 Formação e qualificação de profissionais 
em movimentação de cargas 
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TABELA TUBOS SCHEDULE 
Diâmetro Schedule Espessura 
 
Tubo em mm 
Momento de 
 
Inércia cm 
4
 J 
Modulo de 
 
Flexão W cm³ 
Pêso 
 
do Metal Kg/m 
Secção do 
 
Metal mm² 
 
Normal 
 
Externo 
 
 
 
 
 
 
 
8" 
 
 
 
 
 
 
 
219,07 
 
20 
 
6,3 
 
2401,65 
 
219,42 
 
33,29 
 
4245 
 
30 
 
7,0 
 
2638,90 
 
240,72 
 
37,20 
 
4684 
 
40 ST 40 S 
 
8,1 
 
3017,67 
 
275,46 
 
42,87 
 
5419 
 
60 
 
10,3 
 
3696,12 
 
337,24 
 
52,97 
 
6761 
 
80 x S 80 S 
 
12,7 
 
4399,55 
 
401,81 
 
64,57 
 
8232 
 
120 
 
18,2 
 
5352,19 
 
534,22 
 
90,18 
 
11510 
 
XX 
 
22,2 
 
6742,93 
 
615,66 
 
107,77 
 
13742 
 
160 
 
23,0 
 
6905,25 
 
630,57 
 
111,16 
 
14174 
 
 
 
 
 
 
 
10" 
 
 
 
 
 
 
 
273,05 
 
20 
 
6,3 
 
4732,53 
 
346,75 
 
41,68 
 
5322 
 
30 
 
7,7 
 
5723,16 
 
419,51 
 
52,08 
 
6497 
 
40 ST 40 S 
 
9,2 
 
6692,98 
 
489,97 
 
61,21 
 
7684 
 
80 x S 80 S 
 
12,7 
 
8824,08 
 
645,65 
 
81,45 
 
10387 
 
80 
 
15,0 
 
10189,31 
 
745,61 
 
95,68 
 
12206 
 
120 
 
21,4 
 
13498,34 
 
988,14 
 
132,74 
 
16929 
 
160 
 
28,5 
 
16624,23 
 
1217,55 
 
172,18 
 
21948 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
12" 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
323,85 
 
20 
 
6,3 
 
7987 
 
493,25 
 
49,7 
 
6335 
 
30 
 
8,3 
 
10343 
 
639,09 
 
66,96 
 
8310 
 
ST 40 S 
 
9,5 
 
11613 
 
717,75 
 
75,45 
 
9406 
 
40 
 
10,3 
 
12487 
 
771,83 
 
79,61 
 
10155 
 
XS 80 S 
 
12,7 
 
15067 
 
929,14 
 
97,35 
 
12413 
 
60 
 
14,2 
 
16691 
 
1029,1 
 
108,93 
 
13884 
 
80 
 
17,4 
 
19771 
 
1220,83 
 
131,7 
 
16800 
 
120 
 
25,4 
 
26722 
 
1650,17 
 
186,76 
 
23813 
 
160 
 
33,3 
 
32507 
 
2009,05 
 
238,55 
 
30413 
 
 
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TABELA TUBOS SCHEDULE 
 
 
Diâmetro 
 
 
Schedule 
 
 
Espessura 
 
 
 
Tubo em mm 
 
 
Momento de 
 
 
Inércia cm 
4
 
J 
 
 
Modulo de 
 
 
 
Flexão W cm³ 
 
 
Pêso 
 
 
 
do Metal Kg/m 
 
 
Secção do 
 
 
 
Metal mm² 
 
 
Normal 
 
 
Externo 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
14" 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
355,60 
 
 
30 ST 
 
 
9,5 
 
 
15525 
 
 
873,43 
 
 
81,25 
 
 
10355 
 
 
40 
 
 
11,1 
 
 
17856 
 
 
1004,52 
 
 
94,34 
 
 
12026 
 
 
XS 
 
 
12,7 
 
 
20145 
 
 
1132,34 
 
 
107,29 
 
 
13684 
 
 
60 
 
 
15,0 
 
 
23392 
 
 
1315,88 
 
 
126,34 
 
 
16116 
 
 
80 
 
 
19,0 
 
 
28595 
 
 
1609,20 
 
 
157,89 
 
 
20142 
 
 
120 
 
 
26,9 
 
 
37877 
 
 
2128,67 
 
 
218,46 
 
 
27851 
 
 
160 
 
 
35,7 
 
 
46493 
 
 
2615,36 
 
 
281,41 
 
 
35890 
 
 
 
 
 
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wfl = F.l 
4. σfl 
 
mfl = MOMENTO FLETOR (kg.cm) 
 
σfl = TENSÃO ADMISSÍVEL A FLEXÃO (kg/cm²) 
 
wfl = MÓDULO DE RESISTÊNCIA À FLEXÃO 
l = COMPRIMENTO DO BALANCIM (cm) 
O MÓDULO DE RESISTÊNCIA À FLEXÃO É ESPECIFICADO PELOS 
FABRICANTES DE PERFIS METÁLICOS EM SUAS TABELAS TÉCNICAS 
CÁLCULO DO BALANCIM À FLEXÃO: 
 
 Podemos calcular a viga adequada para um balancim simples utilizando-se o 
esquema abaixo: 
 
mfl= 
𝐅 . 𝐥
𝟒
 
 
wfl = 
𝐦𝐟𝐥
𝛔𝐟𝐥
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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em movimentação de cargas 
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OU 
 
CL1 = P – CL2 
. P 
B 
D 
CL1 = 
PARA 
GUINDASTE 1 
OU 
CL2 = P – CL1 
. P 
A 
D 
CL2 = 
PARA 
GUINDASTE 2 
 
CÁLCULODA CARGA LÍQUIDA EM OPERAÇÃO COM 2 GUINDASTES: 
 
 
 
 
 
 
 
Equações básicas para determinar a carga líquida para cada guindaste : 
GUINDASTE 
G1 
GUINDASTE 
G2 
P = Peso 
 
D = Distância entre cabos 
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P = Peso 
 
D = Distância entre cabos 
Equações básicas para determinar as distâncias A e B 
conforme capacidade dos guindastes pré –estabelecidas: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
GUINDASTE 
G2 
GUINDASTE 
G1 
CAPACIDADE LÍQUIDA G1 
B = 
.A 
CAPACIDADE LÍQUIDA G2 CAPACIDADE LÍQUIDA G1 
.B A = 
CAPACIDADE LÍQUIDA G2 
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OPERAÇÃO PRÓXIMA À LINHA DE ALTA TENSÃO: 
 
1- O guindaste deve ficar sempre afastado da rêde elétrica conforme tabelas adotadas 
pela concessionária local. (Abaixo alguns exemplos de tabelas). 
 
Tabela OETIO - CANADÁ 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2- Fazer o aterramento elétrico do guindaste com haste e condutor de acordo com a 
voltagem e corrente da linha elétrica. 
 
3- Utilize distanciadores, não condutores, na ponta da lança para controle de 
distâncias. 
 
4 - Alguns guindastes têm sensores que acusa a aproximação do campo elétrico. 
 
5 - Cuidados especiais devem ser considerados para operação sujeita a descargas 
elétricas. (consulte os manuais específicos). 
 
6 - Consulte a operadora de energia local. 
 
 
 
 
 
Tabela ABEMI 
Associação Brasileira de Eng. 
Industrial 
 
FAIXA DE 
TENSÃO (V) 
METROS 
ATÉ A 
125.000 
5,00 
125.001 A 
250.000 
6,00 
ACIMA DE 
250.000 
7,50 
 
FAIXA DE 
TENSÃO (V) 
METROS 
750 A 
150.000 
3,00 
150.001 A 
250.000 
4,50 
ACIMA DE 
250.000 
6,00 
 
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PLANO DE RIGGING – ELABORAÇÃO: 
 
 O Plano de Rigging deve ser elaborado de forma específica para cada operação, 
devendo ser detalhado conforme o grau de complexidade e responsabilidade da 
operação. 
 
É COMPETÊNCIA DO RIGGER: 
 
1. Determinar e calcular o peso real da carga líquida. 
2. Determinar ou calcular a posição do centro de gravidade da carga. 
3. Projetar, dimensionar e apresentar no plano final os desenhos 
detalhes das amarrações, com listas de acessórios e eslingas. * 
4. Projetar e apresentar os desenhos dos balancins, quando utilizados.* 
5. Visita ao local da obra para estudar: 
- Melhor condição de acesso, montagem e patolamento do guindaste. 
- Local do depósito da peça a ser movimentada. 
- Melhor condição do terreno, quanto à resistência e nivelamento. 
- Possíveis interferências no solo: canaletas, bueiros, valas, tubulação, etc. 
- Possíveis interferências aéreas: redes elétricas, prédios, pipe rack, etc. 
- Possíveis interferências climáticas: ventos, chuvas, descargas elétricas, etc. 
- Possíveis providencias circunstanciais: iluminação da área, isolamento, 
aterramento, etc 
- Verificar recursos e condições do guindaste caso o mesmo foi selecionado “a 
priori” 
6. Selecionar o Guindaste mais apropriado para o serviço. 
7. Planejar a configuração do Guindaste: lança, raio, contra peso, sapatas, moitão, 
passadas de cabo, etc. 
8. Definir a estratégia de levantamento e movimentação da carga, do inicio até a 
montagem final e apresentar a operação em desenhos técnicos, conforme norma, 
das etapas. 
9. Apresentar memórias de cálculo, descrições e procedimentos seguintes: 
- Composição de carga bruta; 
- Capacidade bruta do Guindaste; 
- Força da sapata; 
- Tabela de carga adotada; 
- Porcentagem de utilização do Guindaste. 
 
* nota: Os desenhos de apresentação e cálculos estruturais de balancim podem 
ser elaborados pelo setor de Engenharia a partir dos dados fornecidos pelo 
RIGGER. 
 
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Exemplo de Plano de Rigging 
 
 
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PEQUENO GLOSSÁRIO DE TÊRMOS TÉCNICOS APLICADOS AOS GUINDASTES: 
 
 
 
LMI Limitador Automático 
de Momento 
 Hook block Bbloco do mitão 
Boom Lança Load Carga, peso 
Boom angle Ângulo da lança Load chart Tabela de carga 
Carrier Caminhão Load radius Raio de operação 
Clamshell Caçamba Net load Carga líquida 
Core Alma do cabo de aço Off-set Ângulo entre JIB/ 
Lança 
Counterweight Contrapeso Outrigger Sapata, patola 
Crane Guindaste Over front Over 
rear 
Sobre a dianteira 
Crane capacity Capacidade do 
Guindaste 
 Over rear Sobre a traseira 
Crawlers Esteiras Over side Sobre a lateral 
Drum Tambor Overall height Altuta total 
Front jack Spata dianteira Overall length Comprito total 
Gantry Cavalete Overload Sobregarga 
Gradeability Rampa Overrall width Largura total 
Gross capacity Capacidade bruta Parts lines N° de passadas 
do cabo 
Gross weight Carga bruta Safety devices Sistemas de 
segurança 
Ground Solo Safety factor Fator de 
segurança 
Ground 
pressure 
Pressão sobre o solo Shackle Manilha 
Hoist Guincho 
 
 
 
 
 
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
 
 
 ABNT NBR 7500:2011 
 ABNT NBR ISO 2408:2009 
 NBR ISO 3108: 1998 
 ABNT NBR 11900:2011 
 NBR-5940:1997 
 NBR-10015:1987 
 NBR-10852:1989 
 NBR-13541:2011 
 NBR-14768:2001 
 NBR-1084:1987 
 NBR-7557:1982; 
 NBR-8400:1987 
 ABNT NBR 10014:1987 
 NBR-10070:1987 
 NBR-11436-1998 
 NBR-13129:1994 
 NBR-13545:2012 
 NBR-15466:2007 
 ABNT NBR ISO 4309: 
 ABNT NBR 13595:1996 
 P-NB-153:1967 
 ABNT NBR 11393:1990 
 ABNT NBR 11327:1990 
 ABNT NBR 10981:1989 
 ABNT NBR 11095:1989 
 ABNT NBR 9974:2005 
 ABNT NBR ISO 1834:2005 
 ABNT ISO 2408: 2009 
 ABNT NBR 13543:1995 
 NBR 15637-1 e 2:2012 
 ABNT NBR 15883-2:2010 
 ABNT NBR ISO 3076:2005 
 ABNT NBR ISO 1834:2005 
 ABNT NBR 15293:2006 
 
 
Normas Regulamentadoras (MTE) 
 NR 11 
 NR 18 
 NR 34 
 
 Normas ASME (Internacionais) 
 ASME B30.1-2004 
 ASME B30.2-2005 
 ASME B30.3-2004 
 ASME B30.4-2003 
 ASME B30.5-2007 
 ASME B30.6-2003 
 ASME B30.8-2004 
 ASME B30.9-2006 
 ASME B30.10-2005 
 ASME B30.11-2004 
 ASME B30.13-2003 
 ASME B30.16-2007 
 ASME B30.19-2005 
 ASME B30.20-2006 
 ASME B30.21-2005 
 ASME B30.22-2005 
 ASME B30.23-2005 
 ASME B30.26-2004 
 
 Catálogo Elevação – Tecnotextil- 
edição 2016. 
 
 Catálogo RUD- G8// Edição 22A. 
 
 Tabela Tubos Schedule 
 
 Crosby Users Guide For Lifting

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