Logo Passei Direto
Buscar

ESTUDOS DISCIPLINARES XIII - QUESTIONÁRIO UNIDADE II UNIP

Relatório de envio do questionário da Unidade II do curso Estudos Disciplinares XIII: inclui excerto jornalístico sobre burnout (definições de cansaço, fadiga, burnout e depressão), questão de múltipla escolha com justificativa e dados do envio (aluna, data/horário, resultado 5/5).

Ferramentas de estudo

Questões resolvidas

Leia o texto a seguir. O que é metaverso, conceito que deixou Zuckerberg obcecado? De olho em uma transformação futurística da internet, o Facebook já investiu mais de US$ 50 milhões para construir “universo virtual” (24/11/2021) O que é o metaverso? Metaverso é um termo amplo. Geralmente, refere-se a ambientes de mundo virtual compartilhados que as pessoas podem acessar via internet. O termo pode se referir a espaços digitais que se tornam mais realistas com o uso de realidade virtual (RV) ou realidade aumentada (RA). Algumas pessoas também usam a palavra metaverso para descrever mundos de jogos, nos quais os usuários têm um personagem que pode andar e interagir com outros jogadores. Muitos livros e filmes de ficção científica, por exemplo, são ambientados em metaversos completos – mundos digitais alternativos que são indistinguíveis do mundo físico real. Mas isso ainda é ficção. Atualmente, a maioria dos espaços virtuais se parecem mais com o interior de um jogo de videogame do que com a vida real. O interesse acelerado neste mundo alternativo, porém, pode ser visto como resultado da pandemia covid-19. À medida que mais pessoas começaram a trabalhar e a frequentar a escola remotamente, aumentou a demanda por maneiras de tornar a interação online mais realista. O Facebook tem, hoje, mais de 10 mil funcionários focados na construção de dispositivos, como óculos de realidade aumentada, que ajudariam a acessar o metaverso da empresa. Na visão de Zuckerberg, esses dispositivos serão tão onipresentes quanto smartphones no futuro. Em setembro, a empresa anunciou um investimento de US$ 50 milhões para construir o metaverso: os recursos seriam usados ao longo de dois anos para garantir que as tecnologias do metaverso sejam “construídas de uma forma inclusiva e empoderadora”.
Com base na leitura e nos seus conhecimentos, avalie as asserções e a relação proposta entre elas.
I. O metaverso é um ambiente digital imaginário, cópia exata do mundo físico real, em que as pessoas compartilham experiências.
II. No metaverso, são usadas tecnologias de realidade virtual e realidade aumentada que permitem que as pessoas façam interações online mais realistas.
A asserção I é uma proposição falsa, e a asserção II é uma proposição verdadeira.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II justifica a I.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II não justifica a I.

Leia o poema a seguir. Porta do armário aberta Marina Colasanti Abro a porta do armário como abro um diário, a minha vida ali dependurada meu frusto cotidiano sem segredos intimidade exposta que os botões não defendem nem se veda nos bolsos, espelho mais real que todo espelho entregando à devassa as medidas do corpo. Armário tabernáculo do quarto que abro de manhã como à janela para sagrar o ritual do dia. Sala de Barba Azul coalhada de pingentes longas saias e véus emaranhados sem que sangue goteje. Corpos decapitados ausentes minhas mãos dos murchos braços. Do armário minhas roupas me perseguem como baú de herança ou maldição. Peles minhas pendentes em repouso silenciosas guardiãs dos meus perfumes tessituras de mim mais delicadas que a luz desbota que o tempo gasta que a traça rói ainda assim durarão nos seus cabides muito mais do que eu sobre meus ossos. Nenhuma levarei. Irei despida deixando atrás de mim a porta aberta.
Com base na leitura, avalie as afirmativas.
I. O objetivo do poema é questionar a necessidade de substituição das roupas no guarda-roupa de acordo com os ditames da moda.
II. Metaforicamente, o poema tem por objetivo revelar, por meio do armário e de suas roupas penduradas, a perda de um amor.
III. A questão central do poema é o ressentimento da mulher pelo fato de que suas roupas estão desbotadas e roídas pelas traças.
IV. A poetisa compara o armário a um diário: as roupas penduradas revelam aspectos da sua vida.
IV, apenas.
I e III, apenas.
II e IV, apenas.
II e III, apenas.
IV, apenas.
II, III e IV, apenas.

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Questões resolvidas

Leia o texto a seguir. O que é metaverso, conceito que deixou Zuckerberg obcecado? De olho em uma transformação futurística da internet, o Facebook já investiu mais de US$ 50 milhões para construir “universo virtual” (24/11/2021) O que é o metaverso? Metaverso é um termo amplo. Geralmente, refere-se a ambientes de mundo virtual compartilhados que as pessoas podem acessar via internet. O termo pode se referir a espaços digitais que se tornam mais realistas com o uso de realidade virtual (RV) ou realidade aumentada (RA). Algumas pessoas também usam a palavra metaverso para descrever mundos de jogos, nos quais os usuários têm um personagem que pode andar e interagir com outros jogadores. Muitos livros e filmes de ficção científica, por exemplo, são ambientados em metaversos completos – mundos digitais alternativos que são indistinguíveis do mundo físico real. Mas isso ainda é ficção. Atualmente, a maioria dos espaços virtuais se parecem mais com o interior de um jogo de videogame do que com a vida real. O interesse acelerado neste mundo alternativo, porém, pode ser visto como resultado da pandemia covid-19. À medida que mais pessoas começaram a trabalhar e a frequentar a escola remotamente, aumentou a demanda por maneiras de tornar a interação online mais realista. O Facebook tem, hoje, mais de 10 mil funcionários focados na construção de dispositivos, como óculos de realidade aumentada, que ajudariam a acessar o metaverso da empresa. Na visão de Zuckerberg, esses dispositivos serão tão onipresentes quanto smartphones no futuro. Em setembro, a empresa anunciou um investimento de US$ 50 milhões para construir o metaverso: os recursos seriam usados ao longo de dois anos para garantir que as tecnologias do metaverso sejam “construídas de uma forma inclusiva e empoderadora”.
Com base na leitura e nos seus conhecimentos, avalie as asserções e a relação proposta entre elas.
I. O metaverso é um ambiente digital imaginário, cópia exata do mundo físico real, em que as pessoas compartilham experiências.
II. No metaverso, são usadas tecnologias de realidade virtual e realidade aumentada que permitem que as pessoas façam interações online mais realistas.
A asserção I é uma proposição falsa, e a asserção II é uma proposição verdadeira.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II justifica a I.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II não justifica a I.

Leia o poema a seguir. Porta do armário aberta Marina Colasanti Abro a porta do armário como abro um diário, a minha vida ali dependurada meu frusto cotidiano sem segredos intimidade exposta que os botões não defendem nem se veda nos bolsos, espelho mais real que todo espelho entregando à devassa as medidas do corpo. Armário tabernáculo do quarto que abro de manhã como à janela para sagrar o ritual do dia. Sala de Barba Azul coalhada de pingentes longas saias e véus emaranhados sem que sangue goteje. Corpos decapitados ausentes minhas mãos dos murchos braços. Do armário minhas roupas me perseguem como baú de herança ou maldição. Peles minhas pendentes em repouso silenciosas guardiãs dos meus perfumes tessituras de mim mais delicadas que a luz desbota que o tempo gasta que a traça rói ainda assim durarão nos seus cabides muito mais do que eu sobre meus ossos. Nenhuma levarei. Irei despida deixando atrás de mim a porta aberta.
Com base na leitura, avalie as afirmativas.
I. O objetivo do poema é questionar a necessidade de substituição das roupas no guarda-roupa de acordo com os ditames da moda.
II. Metaforicamente, o poema tem por objetivo revelar, por meio do armário e de suas roupas penduradas, a perda de um amor.
III. A questão central do poema é o ressentimento da mulher pelo fato de que suas roupas estão desbotadas e roídas pelas traças.
IV. A poetisa compara o armário a um diário: as roupas penduradas revelam aspectos da sua vida.
IV, apenas.
I e III, apenas.
II e IV, apenas.
II e III, apenas.
IV, apenas.
II, III e IV, apenas.

Prévia do material em texto

Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE II
ESTUDOS DISCIPLINARES XIII 6721-20_SEI_RI_0122_R_20251 CONTEÚDO
Usuário MARIANA CUSTODIO VITALINO
Curso ESTUDOS DISCIPLINARES XIII
Teste QUESTIONÁRIO UNIDADE II
Iniciado 10/03/25 13:42
Enviado 10/03/25 13:43
Status Completada
Resultado da
tentativa
5 em 5 pontos  
Tempo decorrido 1 minuto
Resultados exibidos Todas as respostas, Respostas enviadas, Respostas corretas, Comentários, Perguntas
respondidas incorretamente
Pergunta 1
Leia o texto a seguir.
                                                 Burnout: problema é reconhecido pela OMS e faz cada vez mais
vítimas
Em 2019, uma pesquisa da International Stress Management Association (Isma-BR)
estimou que 32% da população economicamente ativa no país sofria de sintomas de
burnout. Em outro levantamento, feito já na pandemia (em 2020), 44% dos brasileiros
ouvidos disseram que o período de convívio com a covid-19 amplificou a sensação de
esgotamento profissional. Se formos transpor para números absolutos, daria algo em
torno de 39,6 milhões de trabalhadores afetados. Em um ranking de oito países sondados,
o Brasil ocupa a primeira colocação, à frente de Singapura (37%), Estados Unidos (31%) e
Índia (29%).
O assunto não passou batido pela 72ª Assembleia Mundial de Saúde, realizada em maio de
2019, em Genebra, na Suíça, com a participação dos 194 países-membros da Organização
Mundial da Saúde (OMS), quando se decidiu revisar a definição de burnout na Classificação
Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID). Antes, ele
era descrito apenas como um “estado de exaustão vital”. Podia ser interpretado até como
resultado de um infortúnio em casa ou na família. Na CID-11, que passou a vigorar em
janeiro de 2022, ele ganha oficialmente o entendimento mais aceito pelos especialistas, o
de um esgotamento que é fruto do “estresse crônico no local de trabalho”. Embora conste
na nova CID, o burnout ainda não tem status de doença. A OMS prefere situá-lo como
“fenômeno ocupacional”. Ou uma síndrome, palavra que, na terminologia médica, se refere
a um conjunto de sintomas, sejam eles físicos, psíquicos ou emocionais.
 
Entenda os termos (e as diferenças)
 
Burnout não é um mero cansaço. Saiba o que os profissionais entendem pelas palavras
abaixo.
 
Cansaço: estado de fraqueza ou indisposição depois de um esforço físico ou mental. É algo
CONTEÚDOS ACADÊMICOS BIBLIOTECAS MURAL DO ALUNO TUTORIAISUNIP EAD
0,5 em 0,5 pontos
http://company.blackboard.com/
https://ava.ead.unip.br/webapps/blackboard/execute/courseMain?course_id=_400537_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/blackboard/content/listContent.jsp?course_id=_400537_1&content_id=_4508936_1&mode=reset
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_25_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_27_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_47_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_29_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_10_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/login/?action=logout
Resposta Selecionada: b. 
Respostas: a. 
b. 
c. 
d. 
e. 
Comentário
da resposta:
normal, e tende a passar depois de uma boa noite de sono ou de um fim de semana.
 
Fadiga: é uma sensação de cansaço persistente que costuma indicar uma doença –
anemia, fibromialgia, depressão – a lista é extensa. Some após o tratamento.
 
Burnout: é a exaustão física e mental provocada pelo trabalho – seja pela carga em si, seja
pelo clima ou pressão do ambiente. Agora é tida como síndrome ocupacional pela própria
OMS.
 
Depressão: foi comparada pelo físico Stephen Hawking a um buraco negro. Gera angústia e
prostração incontrolável. Sem tratamento, pode ser fatal.
BERNARDO, A. Burnout: problema é reconhecido pela OMS e faz cada vez mais vítimas.
Veja Saúde, publicado em 23 fev. 2022. Disponível em: https://saude.abril.com.br/mente-sa
udavel/burnout-e-reconhecido-pela-oms/. Acesso em: 25 fev. 2022 (com adaptações). 
Com base na leitura, avalie as afirmativas.
 
I. O burnout é atualmente definido como um estado de cansaço e afetava, em 2020, 44% da
população brasileira.
II. A Assembleia Mundial de Saúde decidiu revisar o conceito de burnout na CID após
estudos realizados na pandemia de covid-19, em que houve aumento da sensação de
esgotamento profissional, principalmente entre os profissionais de saúde.
III. O burnout pode ser provocado pela carga excessiva de trabalho ou pelo clima
organizacional.
 
É correto o que se afirma em:
III, apenas.
I, II e III.
III, apenas.
II e III, apenas.
I e II, apenas.
I e III, apenas.
Resposta: B.
Comentário:
Análise das afirmativas.
I – Afirmativa incorreta.
JUSTIFICATIVA. Segundo o texto, em 2020, 44% dos brasileiros ouvidos
disseram que o período de convívio com a pandemia amplificou a
sensação de esgotamento profissional. Desde 2022, a definição de
burnout afirma que se trata de um esgotamento resultante do “estresse
crônico no local de trabalho”.
II – Afirmativa incorreta.
JUSTIFICATIVA. Segundo o texto, a revisão ocorreu antes da pandemia: “o
assunto não passou batido pela 72ª Assembleia Mundial de Saúde,
realizada em maio de 2019, em Genebra, na Suíça, com a participação dos
194 países-membros da OMS, quando se decidiu revisar a definição de
burnout na Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas
Relacionados à Saúde (CID)”.
III – Afirmativa correta.
JUSTIFICATIVA. De acordo com texto, o burnout “é a exaustão física e
mental provocada pelo trabalho – seja pela carga em si, seja pelo clima ou
pressão do ambiente. Agora é tida como síndrome ocupacional pela
própria OMS”.
Pergunta 2
Resposta
Selecionada:
d.
Respostas: a.
b.
Leia o texto a seguir.
                                         O que é metaverso, conceito que deixou Zuckerberg obcecado?
 
De olho em uma transformação futurística da internet, o Facebook já investiu mais de US$
50 milhões para construir “universo virtual” (24/11/2021)
O que é o metaverso?
Metaverso é um termo amplo. Geralmente, refere-se a ambientes de mundo virtual
compartilhados que as pessoas podem acessar via internet. O termo pode se referir a
espaços digitais que se tornam mais realistas com o uso de realidade virtual (RV) ou
realidade aumentada (RA). Algumas pessoas também usam a palavra metaverso para
descrever mundos de jogos, nos quais os usuários têm um personagem que pode andar e
interagir com outros jogadores. Muitos livros e filmes de ficção científica, por exemplo, são
ambientados em metaversos completos – mundos digitais alternativos que são
indistinguíveis do mundo físico real. Mas isso ainda é ficção. Atualmente, a maioria dos
espaços virtuais se parecem mais com o interior de um jogo de videogame do que com a
vida real. O interesse acelerado neste mundo alternativo, porém, pode ser visto como
resultado da pandemia covid-19. À medida que mais pessoas começaram a trabalhar e a
frequentar a escola remotamente, aumentou a demanda por maneiras de tornar a
interação online mais realista. O Facebook tem, hoje, mais de 10 mil funcionários focados
na construção de dispositivos, como óculos de realidade aumentada, que ajudariam a
acessar o metaverso da empresa. Na visão de Zuckerberg, esses dispositivos serão tão
onipresentes quanto smartphones
no futuro. Em setembro, a empresa anunciou um investimento de US$ 50 milhões para
construir o metaverso: os recursos seriam usados ao longo de dois anos para garantir que
as tecnologias do metaverso sejam “construídas de uma forma inclusiva e empoderadora”.
Disponível em: https://www.terra.com.br/noticias/tecnologia/o-que-e-metaverso-conceito-q
ue-deixou-zuckerberg-obcecado,d70358e652376e912b790a25f5f5a47alpwfw4og.html.
Acesso em: 12 jan. 2022 (com adaptações). 
Com base na leitura e nos seus conhecimentos, avalie as asserções e a relação proposta
entre elas.
 
I. O metaverso é um ambiente digital imaginário, cópia exatado mundo físico real, em que
as pessoas compartilham experiências.
                                                                        PORQUE
II. No metaverso, são usadas tecnologias de realidade virtual e realidade aumentada que
permitem que as pessoas façam interações online mais realistas.
 
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.
A asserção I é uma proposição falsa, e a asserção II é uma
proposição verdadeira.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II
justifica a I.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II não
justifica a I.
0,5 em 0,5 pontos
c.
d.
e. 
Comentário da
resposta:
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a asserção II é uma
proposição falsa.
A asserção I é uma proposição falsa, e a asserção II é uma
proposição verdadeira.
As asserções I e II são proposições falsas.
Resposta: D
Comentário:
Análise das asserções.
I – Asserção falsa.
JUSTIFICATIVA. Não se trata de uma cópia exata do mundo físico real.
II – Asserção verdadeira.
JUSTIFICATIVA. Segundo o texto, “o termo pode se referir a espaços
digitais que se tornam mais realistas com o uso de realidade virtual
(RV) ou realidade aumentada (RA)”.
Pergunta 3
Leia a charge e o trecho a seguir e avalie as afirmativas.
                                           
  Disponível em: https://www.reddit.com/r/brasil/comments/mk5z37/brasil_2021/. Acesso
em: 02 ago. 2021.
 
Algo muito estranho está acontecendo no mundo atual. Vivemos melhor do que qualquer
outra geração anterior. Pessoas são saudáveis graças às ciências da saúde. Moram em
residências robustas, produto da engenharia. Usam eletricidade, domada pelo homem
devido ao seu conhecimento de química e física. Paradoxalmente, essas mesmas pessoas
ligam seus computadores, tablets e celulares para adquirir e disseminar informações que
rejeitam a mesma ciência que é tão presente em suas vidas. Vivemos num mundo em que
pessoas usam a ciência para negar a ciência.
KOWALTOWSKI, Alicia. Usando a ciência para negar a ciência. Nexo, 2019. Disponível em: htt
ps://www.nexojornal.com.br/ (com adaptações). Acesso em: 02 ago. 2021. 
0,5 em 0,5 pontos
Resposta Selecionada: a. 
Respostas: a. 
b. 
c. 
d. 
e. 
Comentário
da resposta:
I. A charge ilustra o paradoxo que se afirma no texto: novas tecnologias, frutos do
desenvolvimento científico, são usadas para negar a ciência.
II. A charge tem por objetivo contrapor um professor arcaico com as novas tecnologias, que
permitem assimilar o conhecimento de forma mais rápida.
III. De acordo com o texto, é paradoxal que as pessoas atualmente, com o desenvolvimento
científico contemporâneo, ainda fiquem doentes e não tenham moradias robustas.
É correto o que se afirma em:
I, apenas.
I, apenas.
II, apenas.
III, apenas.
I e II, apenas.
I e III, apenas.
Resposta: A.
Comentário:
Análise das afirmativas.
I – Afirmativa correta.
JUSTIFICATIVA. A comunicação via redes sociais é fruto da evolução
tecnológica observada nos últimos anos. Assim, vemos que o
personagem com o celular na mão usa “a ciência para negar a ciência”,
ou seja, vale-se de uma forma de informação só possibilitada pelo
desenvolvimento científico para desacreditar pesquisas que o
possibilitam.
II – Afirmativa incorreta.
JUSTIFICATIVA. A charge mostra a situação absurda de alguém que, sem
qualquer fundamento, apenas com uma mensagem do “zap”, tenta
desvalidar pesquisas sérias e embasadas da ciência.
III – Afirmativa incorreta.
JUSTIFICATIVA. O paradoxo refere-se ao fato de as pessoas se valerem de
benefícios possibilitados pelo pensamento científico para criticá-lo.
Pergunta 4
Leia o poema a seguir.
Porta do armário aberta
Marina Colasanti
 
Abro a porta do armário
como abro um diário,
a minha vida ali
dependurada
meu frusto cotidiano
sem segredos
intimidade exposta
que os botões não defendem
nem se veda nos bolsos,
0,5 em 0,5 pontos
Resposta Selecionada: d. 
Respostas: a. 
b. 
c. 
d. 
e. 
espelho mais real que todo espelho
entregando à devassa
as medidas do corpo.
Armário
tabernáculo do quarto
que abro de manhã
como à janela
para sagrar o ritual do dia.
Sala de Barba Azul
coalhada de pingentes
longas saias e véus
emaranhados sem que sangue goteje.
Corpos decapitados
ausentes minhas mãos
dos murchos braços.
Do armário minhas roupas
me perseguem
como baú de herança ou
maldição.
Peles minhas pendentes
em repouso
silenciosas guardiãs
dos meus perfumes
tessituras de mim
mais delicadas
que a luz desbota
que o tempo gasta
que a traça rói
ainda assim durarão nos seus cabides
muito mais do que eu sobre meus ossos.
Nenhuma levarei.
Irei despida
deixando atrás de mim
a porta aberta.
 
COLASSANTI, Marina. Rota de colisão. Rio de Janeiro: Rocco, 1993. 
Com base na leitura, avalie as afirmativas.
 
I. O objetivo do poema é questionar a necessidade de substituição das roupas no guarda-
roupa de acordo com os ditames da moda.
II. Metaforicamente, o poema tem por objetivo revelar, por meio do armário e de suas
roupas penduradas, a perda de um amor.
III. A questão central do poema é o ressentimento da mulher pelo fato de que suas roupas
estão desbotadas e roídas pelas traças.
IV. A poetisa compara o armário a um diário: as roupas penduradas revelam aspectos da
sua vida.
 
É correto o que se afirma em:
IV, apenas.
I e III, apenas.
II e IV, apenas.
II e III, apenas.
IV, apenas.
II, III e IV, apenas.
Comentário da
resposta:
Resposta: D
Comentário:
Análise das afirmativas.
I – Afirmativa incorreta.
JUSTIFICATIVA. As roupas aparecem em sentido conotativo
(metafórico); a moda não é o tema do poema.
II – Afirmativa incorreta.
JUSTIFICATIVA. Não há nenhuma referência à perda amorosa; fala-se
sobre envelhecimento e proximidade da morte.
III – Afirmativa incorreta.
JUSTIFICATIVA. O poema não tem como tema as roupas no sentido
denotativo, mas, sim, o que elas metaforicamente representam.
IV – Afirmativa correta.
JUSTIFICATIVA. Nos quatro primeiros versos, isso já fica evidente:
“Abro a porta do armário/como abro um diário,/a minha vida
ali/dependurada”.
Pergunta 5
Leia o meme e o texto a seguir.
                                                          
Fonte: https://pt.dopl3r.com/memes/engra%C3%A7ado/as-pessoas-deveriam-antes-de-co
mpartilhar-pesquisar-se-as-frases-atribuidasa-pessoasfamosas-realmente-pertencem-a-ela
s-d-pedro/102625/. Acesso em: 21 jul. 2021.  
Fake news são notícias e informações falsas – ou modificadas – veiculadas na internet com
o propósito de manipular pessoas e eventos. Elas também estão ligadas ao
sensacionalismo, que visa chamar a atenção e obter “ likes” para gerar lucro. Segundo
pesquisa do Instituto Reuters para o estudo do Jornalismo, as redes sociais são a maior
fonte de notícias para os brasileiros. E isso só aumenta, já que o percentual de pessoas que
usam as redes sociais como fonte de notícias foi de 47% em 2013 para 72% em 2016. Isso
mostra que a repercussão de uma notícia falsa pode atingir inúmeras pessoas em poucos
minutos e acarretar prejuízos morais e até mesmo financeiros. Algumas pessoas acreditam
que as fake news prejudicam apenas pessoas públicas, mas isso não é uma regra. É o caso
de uma mulher em São Paulo que foi espancada até a morte depois de ter sido acusada de
sequestrar e matar crianças para fazer magia negra. Os boatos associavam seu nome e sua
imagem ao crime; só após sua morte a verdade apareceu. Outra situação envolvendo fake
0,5 em 0,5 pontos
Resposta Selecionada: c. 
Respostas: a. 
b. 
news foi a da vereadora Marielle Franco, que teve seu nome vinculado a mentiras com o
intuito de desqualificar sua imagem. Uma das notícias foi a de que ela seria casada com
um traficante e eleita por uma das maiores facções criminosas do país, o Comando
Vermelho. Contudo, tais informações eram inverídicas. 
                             
                               Fonte: https://foconoenem.com/fake-news-redacao-enem/. Acesso em: 20
jan. 2019.
 
Com base na leitura e nos seus conhecimentos, avalie as afirmativas.
 
I. O meme,para criticar a propagação de fake news, apoia-se, ironicamente, em uma citação
falsa.
II. O meme e o texto apresentam discursos antagônicos, pois o primeiro mostra que as
notícias falsas podem ser simples brincadeira.
III. O texto alerta para a necessidade de se checar a fonte das informações, pois as fake
news podem trazer prejuízo à sociedade.
 
É correto o que se afirma em:
I e III, apenas.
I e II, apenas.
I, apenas.
c. 
d. 
e. 
Comentário da
resposta:
I e III, apenas.
III, apenas.
II e III, apenas.
Resposta: C.
Comentário:
Análise das afirmativas.
I – Afirmativa correta.
JUSTIFICATIVA. Certamente, a citação do meme não é de autoria de
Dom Pedro.
II – Afirmativa incorreta.
JUSTIFICATIVA. Os discursos não são antagônicos. Os dois textos
criticam as fake news.
III – Afirmativa correta.
JUSTIFICATIVA. O texto aponta problemas causados pela divulgação de
notícias falsas e mostra formas para se checar a veracidade de
informações.
Pergunta 6
Observe a pintura de Kevin Lee, intitulada “A invisibilidade da pobreza”, e leia o texto a
seguir.
                                                    
  Fonte: https://streetartutopia.com/2024/11/22/the-invisibility-of-poverty-street-art-by-kevi
n-lee/. Acesso em: 12 dez. 2024.
 
                         Falta de dados reflete invisibilidade da população em situação de rua no
Brasil
                                                                    CNN, São Paulo – 01.06.2021
 
"Eu até me emociono quando me fazem essa pergunta, porque dói muito ver a pessoa em
situação de rua. Pra mim, dói muito". Poucas pessoas que não experimentaram o que é
dormir sem um teto sobre a cabeça poderiam dar uma resposta como essa. O músico
Wellington Antônio Vanderlei sabe bem o que é isso e, entre suas idas e vindas na rua
desde a adolescência, é certeiro quando responde qual o sentimento relegado à população
0,5 em 0,5 pontos
Resposta Selecionada: e. 
Respostas: a. 
b. 
c. 
d. 
e. 
Comentário da
resposta:
que vive sem ter onde morar. "Ah, o sentimento é que você é invisível mesmo, né?".
Invisível aos olhos da sociedade e, muitas vezes, também aos olhos do poder público. As
discussões a respeito do adiamento do censo populacional que seria realizado neste ano
lançaram luz sobre a importância de pesquisas para a formulação de políticas públicas.
Políticas essas que reduzem os níveis de desigualdade, combatem a fome, o desemprego,
o abandono escolar e tantos outros gargalos sociais. O problema é que quem vive na rua
não entra nas estatísticas do censo.
A única vez em que foi realizado um levantamento nacional exclusivamente sobre a
população em situação de rua foi em 2008, quando foram registradas informações
extremamente relevantes e até inesperadas, como o fato de que 70% dessa população
tinha algum tipo de trabalho. Outros dados, nem tão inesperados assim: 67% dessas
pessoas eram negras, retrato do racismo e da desigualdade no nosso país.
O que o país tem de mais recente sobre a população em situação de rua é uma estimativa
produzida por Marcos Natalino, pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada
(Ipea), que projetou 222 mil pessoas vivendo nas ruas do Brasil até março do ano passado.
O cenário, é claro, agravou-se durante a pandemia.
"Agora, na pandemia, eles são visíveis à medida que, quando fecha a cidade, menos
pessoas circulam pelas ruas. Os únicos que circulam nas ruas são eles. Então, é um jogo.
Ora eles são visíveis, ora eles são invisíveis. Quando incomodam, são visíveis. Quando não
incomodam a ordem estabelecida, são invisíveis", opina o padre Júlio Lancellotti, que há
anos é uma referência no apoio a quem vive nas ruas.
Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/2021/06/01/podcast-entre-vozes-ale
rta-para-invisibilidade-de-quem-vive-em-situacao-de-rua. Acesso em: 25 jul. 2021 (com
adaptações).  
Com base na leitura, avalie as afirmativas.
 
I. A imagem e o texto jornalístico apresentam discursos antagônicos, pois o artista enfatiza,
com seus traços, a visibilidade de um menino pobre, e a matéria aponta que as pessoas
em situação de rua são ora visíveis, ora invisíveis.
II. Segundo o texto, as pessoas em situação de rua são pouco visíveis ao poder público, e
isso implica a criação insuficiente de políticas direcionadas a elas.
III. O objetivo da imagem é mostrar que o menino, mesmo pobre, pode ter ascensão social,
representada pela escada e pela rampa.
IV. De acordo com o texto, a pandemia aumentou a visibilidade das pessoas que moram na
rua porque gerou mais ações de solidariedade.
 
É correto o que se afirma em:
II, apenas.
I e II, apenas.
II e IV, apenas.
I e III, apenas.
III e IV, apenas.
II, apenas.
Resposta: E.
Comentário:
Análise das afirmativas.
I – Afirmativa incorreta.
JUSTIFICATIVA. Os discursos não são antagônicos. A pintura revela a
invisibilidade do menino pobre, chamando a atenção do receptor para
suas condições.
II – Afirmativa correta.
JUSTIFICATIVA. A falta de visibilidade social dos pobres acarreta falta de
ações e de políticas públicas eficientes.
III – Afirmativa incorreta.
JUSTIFICATIVA. A escada não representa, na pintura, ascensão social.
Trata-se de um espaço do cenário urbano ocupado por pessoas em
condições de pobreza.
IV – Afirmativa incorreta.
JUSTIFICATIVA. No texto, afirma-se que a pandemia tornou os
moradores de rua mais visíveis porque as ruas ficaram mais vazias.
Pergunta 7
Leia o texto a seguir.
                                         O último paradoxo da vida moderna: por que ficamos presos ao
celular, mas odiamos falar por telefone?
                                                   Não deixe uma ligação rápida arruinar uma longa e confusa
série de mensagens de WhatsApp
                                                                                                           Sílvia Lopez – 01/06/2019
 
Para iniciar um texto, Hemingway dizia a si mesmo: “Escreva a frase mais verdadeira que
você conhece”. Neste caso, seria: a psicóloga Cristina Pérez, do Siquia, respondeu por meio
de mensagens de áudio às perguntas que lhe enviamos por e-mail. Essa curiosidade
metajornalística não tem importância nem altera a qualidade de suas respostas, só ilustra
a variedade e a fluidez de opções com as quais podemos nos comunicar hoje. Recebemos
um e-mail? Respondemos com um áudio. Chegou um áudio de WhatsApp? Respondemos
com um texto. Recebemos um telefonema? Não respondemos. Esperamos. Esperamos. E
escrevemos: “Você me ligou? Não posso falar, é melhor me escrever”. O paradoxo do
grande vício do século XXI é que estamos presos ao celular, mas temos fobia das ligações
telefônicas.
Voto de silêncio
É uma tendência mais presente entre os mais jovens, mas comum em todas as faixas
etárias: só na Espanha, o uso diário de aplicativos de mensagens instantâneas como
WhatsApp, Telegram e Facebook Messenger é quase o dobro do uso de ligações por
telefone fixo e celular, segundo o Relatório da Sociedade Digital na Espanha de 2018, da
Fundação Telefónica. Não só preferimos as mensagens instantâneas aos telefonemas,
como também preferimos essas mensagens a interagir com outras pessoas. Ou pelo
menos foi o que 95,1% da população espanhola disse preferir (o cara a cara só tem 86,6%
de popularidade). A ligação telefônica − que, até não muito tempo atrás, esperávamos com
alegria ou tolerávamos com resignação, mas nunca evitávamos com uma rejeição universal
– tornou-se uma presença intrusiva e incômoda, perturbadora e tirânica, mas por quê?
“Uma das razões é que quando recebemos uma ligação, ela interrompe algo que
estávamos fazendo, ou simplesmente não temos vontade de falar nesse momento”,
explica a psicóloga Cristina Pérez. “Por outro lado, também exige de nós uma resposta
imediata, ao contrário do que ocorre na comunicação escrita, que nos permite pensar bem
no que queremos dizer. E a terceira razão seria o fato de não poder saber de antemão qual
será a duração do telefonema”, acrescenta.
Introvertidos e entregues às telas
Perder tempo em um telefonema é uma perspectiva assustadora. No entanto,segundo um
relatório mundial da Deloitte, consultamos nossas telas mais de 40 vezes ao dia, e uma de
cada quatro pessoas faz isso entre 100 e mais de 200 vezes.
Talvez a coisa mais valiosa que nosso interlocutor exija em uma ligação não seja o tempo, e
sim a concentração. Será que o ódio de falar por telefone poderia ser sintoma de um
problema mais profundo, como um distúrbio de déficit de atenção? “Em princípio não”,
responde a psicóloga. Mas “sim, é possível que uma pessoa com déficit de atenção tenha
dificuldade para manter uma longa conversa telefônica e até mesmo que às vezes perca o
fio da meada e volte sua atenção para outra coisa, assim como lhe ocorreria em uma
0,5 em 0,5 pontos
Resposta Selecionada: b. 
Respostas: a. 
conversa frente a frente, mas isso não quer dizer que desenvolva um ódio de falar por
telefone”.
Cristina Pérez alerta: “Sim, pode ser sinal de uma personalidade introvertida. O
imediatismo de um telefonema faz com que as pessoas introvertidas não se sintam
confortáveis neles. São pessoas que dependem muito da observação e, por telefone, não
podem examinar a expressão do interlocutor. Se uma interação social já é incômoda para
elas, é muito pior quando não têm essa ajuda visual que utilizam tanto. De fato, esse tipo
de personalidade prefere a comunicação escrita à falada”.
Como cortar a ligação
Infelizmente, para esses introvertidos, não há uma fórmula que os libere de todos os
telefonemas, embora o identificador do número que está ligando lhes dê certa autoridade.
“Quando você recebe uma ligação, é você que decide se é o momento de atendê-la ou de
deixá-la para mais tarde”, assinala a psicóloga. “Se você decidir atendê-la e precisar cortá-
la, a melhor maneira de fazer isso é de forma assertiva (estabelecendo limites, embora
inicialmente isso nos custe um pouco, já que podemos pensar que a outra pessoa ficará
chateada, mas é questão de treinamento e paciência), só que você também deve detectar
qual é o momento certo para cortar”.
O problema não é apenas que nosso interlocutor queira falar ad infinitum. Ele muitas vezes
quer de nós uma resposta rápida, se for, por exemplo, um telefonema de trabalho. O
terror de não ter tempo para pensar o que devemos responder também nos impede de
atender o telefone. A psicóloga também tem um truque para esses casos: “Se pedem uma
resposta imediata que nesse momento você não pode dar, uma frase muito útil é ‘vou
pensar com calma e amanhã conversamos’, já que se não temos certeza quanto a uma
resposta, o melhor é adiá-la, porque o imediatismo nos faz agir impulsivamente e é
possível que depois nos arrependamos da resposta dada”.
Adeus à dialética?
A aversão à conversa da chamada “geração muda” poderia ter mais consequências do que
apenas evitar as reuniões sociais. “O preço a pagar por nascer nesta geração é, muitas
vezes, a falta de habilidade na hora de iniciar ou manter uma conversa, embora essas
pessoas possam passar horas e horas no celular, porque estão mais concentradas naquilo
que seu dispositivo lhes pode oferecer (o que às vezes será uma conversa com outra
pessoa, mas não frente a frente). São gerações nas quais o vício por novas tecnologias está
na ordem do dia, e o problema não é apenas que não valorizem o quanto uma boa
conversa pode ser enriquecedora. Os efeitos do uso excessivo do celular afetam também
sua personalidade, já que são pessoas com baixa tolerância à frustração e com
necessidade de um reforço social contínuo, que ocorre através das curtidas. Em suma, a
tecnologia é boa desde que seja usada de forma compatível com a vida cotidiana da
pessoa, ou seja, quando não interferir em sua vida social, trabalhista ou pessoal”, destaca a
psicóloga.
Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/06/01/tecnologia/1559392400_168692.
html?utm_source=Facebook&ssm=FB_BR_CM&fbclid=IwAR0tUqfDyfynJW1aheWqEnGYU1G
xGvsGbJmdxD63FnvmY-jCT7CAkjKswWs#Echobox=1625268988. Acesso em: 06 jul. 2021
(com adaptações).  
Com base na leitura, avalie as afirmativas.
 
I. De acordo com a pesquisa, falar ao telefone ou encontrar alguém pessoalmente são
ações indesejadas pela maioria da população.
II. O paradoxo apontado no texto refere-se ao fato de as pessoas alternarem diversos
formatos de respostas às mensagens do dia a dia.
III. De acordo com a psicóloga, o telefonema apresenta, para muitas pessoas, a
desvantagem de exigir uma resposta imediata e de interromper o que se está fazendo no
momento.
 
É correto o que se afirma em:
III, apenas.
I, II e III.
b. 
c. 
d. 
e. 
Comentário
da resposta:
III, apenas.
I e III, apenas.
II e III, apenas.
I e II, apenas.
Resposta: B
Comentário:
Análise das afirmativas.
I – Afirmativa incorreta.
JUSTIFICATIVA. O texto afirma que, de acordo com a pesquisa, o “cara a
cara” tem 86,6% de popularidade.
 
II – Afirmativa incorreta.
JUSTIFICATIVA. O paradoxo refere-se ao fato de as pessoas viverem
conectadas e com o celular na mão, mas não quererem falar por meio
dele.
 
III – Afirmativa correta.
JUSTIFICATIVA. Segundo a entrevistada, as pessoas preferem as
mensagens porque as ligações interrompem o que se está fazendo. Ela
afirma: “uma das razões é que quando recebemos uma ligação, ela
interrompe algo que estávamos fazendo, ou simplesmente não temos
vontade de falar nesse momento”.
Pergunta 8
Na chamada “Black Friday”, é comum vermos anúncios como o mostrado na figura a seguir.
                                         
               Fonte: https://200porcento.com/50-desconto-na-segunda-unidade-toysrus-593919
6. Acesso em: 27 set. 2021.
 
Com base nessa situação, avalie as asserções e a relação proposta entre elas.
 
I. Se o cliente comprar a segunda unidade de um produto que custe R$ 300,00, pagará o
equivalente a R$ 225,00 por unidade.
                                                               PORQUE
II. O cliente terá 50% de desconto no valor total a ser pago.
 
Assinale a alternativa correta.
0,5 em 0,5 pontos
Resposta
Selecionada:
c. 
Respostas: a.
b.
c. 
d. 
e. 
Comentário da
resposta:
A asserção I é verdadeira, e a asserção II é falsa.
As asserções I e II são verdadeiras, e a asserção II justifica a
asserção I.
As asserções I e II são verdadeiras, e a asserção II não justifica a
asserção I.
A asserção I é verdadeira, e a asserção II é falsa.
A asserção I é falsa, e a asserção II é verdadeira.
As asserções I e II são falsas.
Resposta: C
Análise das asserções.
I – Asserção verdadeira.
JUSTIFICATIVA. O anúncio promete desconto de 50% na segunda
unidade, o que significa que ela custará R$ 150,00. Assim, o total pago
pelas duas unidades será R$ 450,00, ou seja, R$ 225,00 por cada uma
delas.
II – Asserção falsa.
JUSTIFICATIVA. Sem o desconto, a pessoa pagaria R$ 600,00 pelas duas
unidades. Assim, houve redução de R$ 150,00. Esse valor corresponde a
25% do total.
Pergunta 9
Leia os quadrinhos a seguir.
                                     
                     Fonte: https://www.umsabadoqualquer.com. Acesso em: 2 dez. 2018 (com
adaptações).
0,5 em 0,5 pontos
Resposta
Selecionada:
e.
Respostas: a.
b.
c. 
d. 
e.
Comentário da
resposta:
 
Os quadrinhos apresentados:
Criticam o predomínio de crenças e opiniões pessoais sobre
evidências científicas.
Trazem evidências científicas de que o café causa agitação em quem
o consome.
Incentivam a valorização das crenças em detrimento dos fatos.
Apontam o diálogo como solução para a desinformação.
Desvalorizam os saberes populares.
Criticam o predomínio de crenças e opiniões pessoais sobre
evidências científicas.
Resposta: E.
Comentário:
Análise das alternativas.
A - Alternativa incorreta.
JUSTIFICATIVA. Os quadrinhos não apresentam justificativas para o
fato de o café gerar agitação em seus consumidores.
B - Alternativa incorreta.
JUSTIFICATIVA. Os quadrinhos criticam a valorização de crenças e
opiniões em detrimento dos fatos.
C - Alternativa incorreta.
JUSTIFICATIVA. Os quadrinhos mostram uma situação de diálogo
entre duas pessoas, mas não relatam um caso de desinformação.
D - Alternativa incorreta.
JUSTIFICATIVA.Os quadrinhos não fazem referência a saberes
populares.
E – Alternativa correta.
JUSTIFICATIVA. Os quadrinhos criticam a valorização de crenças e
opiniões em detrimento dos fatos.
Pergunta 10
Leia o texto a seguir.
– Mas o que é a língua? Para nós, ela não se confunde com a linguagem; é somente uma
parte determinada, essencial dela, indubitavelmente. É, ao mesmo tempo, um produto
social da faculdade de linguagem e um conjunto de convenções necessárias, adotadas pelo
corpo social para permitir o exercício dessa faculdade nos indivíduos. Tomada em seu
todo, a linguagem é multiforme e heteróclita; o cavaleiro de diferentes domínios, ao
mesmo tempo física, fisiológica e psíquica, ela pertence, além disso, ao domínio individual
e ao domínio social; não se deixa classificar em nenhuma categoria de fatos humanos, pois
não se sabe como inferir sua unidade. A língua, ao contrário, é um todo por si e um
princípio de classificação. Desde que lhe demos o primeiro lugar entre os fatos da
linguagem, introduzimos uma ordem natural num conjunto que não se presta a nenhuma
outra classificação.
0,5 em 0,5 pontos
Segunda-feira, 10 de Março de 2025 13h43min46s BRT
Resposta Selecionada: b. 
Respostas: a. 
b. 
c. 
d. 
e. 
Comentário da
resposta:
A esse princípio de classificação, poder-se-ia objetar que o exercício da linguagem repousa
numa faculdade que nos é dada pela natureza, ao passo que a língua constitui algo
adquirido e convencional, que deveria subordinar-se ao instinto natural em vez de
adiantar-se a ele.
                                                            SAUSSURE, F. Curso de linguística geral. São Paulo: Cultrix,
2006.
Com base na leitura, avalie as afirmativas.
 
I. De acordo com o texto, a língua não é uma linguagem, pois é um fenômeno social e
convencional.
II. Segundo o autor, a língua, com suas dimensões físicas, fisiológicas e psíquicas, é
subordinada a um instinto natural; essas características não permitem que a língua seja
classificada como um fato social.
III. Para o autor, a língua, entendida como um sistema estruturado e convencional, ocupa o
primeiro lugar entre os fatos de linguagem.
 
Assinale a alternativa certa.
Apenas a afirmativa III é correta.
Nenhuma afirmativa é correta.
Apenas a afirmativa III é correta.
Apenas as afirmativas I e III são corretas.
Apenas a afirmativa II é correta.
Todas as afirmativas são corretas.
Resposta: B.
Comentário:
Análise das afirmativas.
I - Afirmativa incorreta.
JUSTIFICATIVA. De acordo com o texto, a língua é uma parte
determinada e essencial da linguagem.
II - Afirmativa incorreta.
JUSTIFICATIVA. Segundo o autor, a língua constitui algo adquirido e
convencional e pertence ao domínio social.
III - Afirmativa correta.
JUSTIFICATIVA. Para o autor, a língua é, ao mesmo tempo, um produto
social da faculdade de linguagem e um conjunto de convenções
necessárias; ela ocupa lugar de destaque entre os fatos de linguagem.
← OK

Mais conteúdos dessa disciplina