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Mapa Mental Direito Tributário Art. 3º do CTN Regra: o pagamento do tributo previsto em norma deverá ser realizado em dinheiro. Exceção: o CTN possibilita que o pagamento também possa se realizado mediante a dação em pagamento de bem imóvel, desde que: a) exista lei específica do ente competente; b) que o contribuinte atenda as condições/requisitos dispostos em lei. Cuidado Nenhum tributo poderá ter caráter sancionatório, ou seja, ser forma de punição a qualquer pessoa. Os frutos oriundos da atividade ilícita poderão ser tributados (art. 118, I, do CTN). Aplicação do princípio da pecunia non olet, ou seja, o dinheiro não tem cheiro. Competência tributária Características da competência tributária Indelegável (art. 7º do CTN); Facultativa (art. 145 da CF); Irrenunciável; Inalterável. Atenção Somente a União tem competência para criar novos tipos de impostos (os chamados residuais) e novas contribuições de seguridade social (residual), mediante lei complementar. O Distrito Federal terá competência cumulativa para criar os impostos de competência dos Estados e dos Municípios (art. 147 da CF). Os Estados poderão criar os impostos descritos no art. 155 da CF. Os Municípios poderão cobrar os seus respectivos impostos (art. 156 da CF). Introdução, Conceito de Tributo e Competência Tributária Conceito de tributo https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm Princípio da legalidade Princípio da liberdade de tráfego Princípio do não confisco Princípio da irretroatividade Princípio da anterioridade Princípio da isonomia Nenhum tributo poderá impedir o livre exercício do direito de ir e vir. Tal princípio tem força coercitiva diretamente para a União. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios utilizar tributo com efeito de confisco. A norma tributária não poderá retroagir, ou seja, não poderá atingir fatos geradores que ocorreram antes de sua vigência. Dessa forma, aplica-se a lei vigente, alíquota e base de cálculo que estiverem em vigor quando da ocorrência do fato gerador. Logo, conclui-se: a norma tributária, via de regra, não poderá retroagir justamente para preservar o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e proporcionar a todos segurança jurídica. Tal princípio limita a possibilidade e atividade dos entes competentes de cobrarem os tributos por eles, respectivamente, realizados. Todos terão tratamento igualitário perante a norma tributária, carecendo somente de um trato desigual aqueles que se apresentam em uma situação de desigualdade. Nenhum tributo poderá ser criado ou majorado sem lei que o estabeleça. Portanto, geralmente, somente o Poder Legislativo poderá criar ou majorar tributo, sempre mediante observação do devido processo legislativo. Igualmente, torna-se importante referir que a redução e/ou extinção de tributo, via de regra, somente poderá ser realizada mediante lei, na forma do art. 97 do CTN. Logo, este princípio serve para informar ao contribuinte quando ele deverá e poderá ser cobrado dos respectivos tributos, uma vez realizados os fatos geradores dispostos na norma tributária. O presente ente federativo, em razão do texto constitucional, não poderá tratar os demais entes federativos e seus contribuintes de forma desigual. Logo, não poderão os entes estabelecer diferença tributária em razão de cargo, função e/ou salário. Mitigação no que tange à cobrança de pedágios. Salvo Princípio da isenção heterônoma A União não poderá se intrometer no que tange a benefícios fiscais nos tributos que não são de sua competência. Assim, não caberá isenções heterônomas, ou seja, a União não poderá conceder isenção de tributos que são de competência dos demais entes. Princípio da uniformidade geográfica Limitações ao Poder de Tributar – Princípios https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm Imunidade Dispensa constitucional de pagar tributo. Trata-se de formas de dispensas constitucionais para que o contribuinte não realize o pagamento do crédito tributário. Imunidades específicas São todas aquelas dispostas no texto constitucional, que dizem respeito a determinado caso concreto. Poderão albergar qualquer espécie tributária. Art. 150, VI, da CF/88 1ª espécie – imunidade recíproca: art. 150, VI, “a”, da CF/1988. STF entende que as Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista também terão direito a gozar desta espécie de imunidade genérica, desde que explorem atividade essencial pública em caráter de monopólio e não visem lucro. 2ª espécie – imunidade a templos de qualquer culto: art. 150, VI, “b”, da CF/1988. A propriedade privada locada por algum templo gozará de imunidade: conforme o art. 156, § 1º-A, da CF/88, mesmo o imóvel não sendo de propriedade do templo, resolveu o Constituinte Derivado estender a imunidade para estes casos. 3ª espécie – imunidade subjetiva: art. 150, VI, “c”, da CF/1988. Além dos impostos, as entidades de assistência social igualmente gozarão de imunidade no que tange as contribuições de seguridade social. 4ª espécie – imunidade objetiva: art. 150, VI, “d” e “e”, da CF/1988. A imunidade do art. 150, VI, “d”, será apenas no tocante ao objeto e não sobre eventual renda auferida com a venda do objeto ou imóvel; A imunidade prevista no art. 150, VI, "e", diz respeito a produção e venda de CDs e DVDs, desde que produzidos por artistas ou intérpretes brasileiros. Entretanto, a imunidade não abrangerá apenas a etapa de replicação destes objetos. Importante! Importante!Atenção! Cuidado! Limitações ao Poder de Tributar: Imunidades Cuidado Imunidades genéricas https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm Sujeito ativo e passivo da relação tributária Convenções particulares e da obrigação tributária É toda pessoa jurídica de direito público que tem a competência constitucional para criar e/ou exigir o crédito tributário, observando a norma e a realização do fato gerador pelo contribuinte. É aquele responsável pelo pagamento do crédito tributário e até mesmo da multa, uma vez realizado o fato gerador ou descumprida eventual obrigação acessória. Poderá ser tanto o contribuinte (aquele que realiza e tem vínculo direto com o fato gerador) quanto o responsável (não realiza o fato gerador, mas a norma legal lhe atribui o dever de pagar tributo). Art. 121 do CTNArt. 119 do CTN Art. 123 do CTN Nenhum contrato, acordo ou instrumento particular poderá ser oposto/apresentado contra a Fazenda Pública a fim de modificar a responsabilidade pelo pagamento do crédito tributário. Assim, na realização locatícia, por exemplo, em que 99% dos contratos estabelecem a responsabilidade pelo pagamento do IPTU ao locatário, caso este não venha a satisfazer o crédito, o fisco exigirá o IPTU do proprietário, in casu, o locador, visto que o contrato particular não poderá alterar a sujeição passiva tributária. Capacidade passiva tributária Art. 126 do CTN A capacidade tributária não dependerá da capacidade civildas pessoas naturais. Logo, mesmo que o sujeito passivo não tenha capacidade civil plena, ele terá que pagar tributo. O contrato particular também não poderá ser oposto contra o FISCO. Obrigação Tributária Sujeito PassivoSujeito Ativo https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm Elisão fiscal Domicílio tributário Art. 127 do CTN Art. 116, parágrafo único, do CTN O referido artigo traz a possibilidade de o ente competente desconsiderar os atos realizados pelo contribuinte, uma vez detectado que foram realizados com a tentativa de burlar o fisco para não pagar tributo, a fim de que ele venha a contribuir. Solidariedade Art. 124 do CTN Art. 125, I do CTN Art. 125, II do CTN Art. 125, III do CTN Os sujeitos passivos poderão ser solidariamente obrigados, caso exista interesse comum na situação que constitua o fato gerador da obrigação principal. O pagamento efetuado por um dos obrigados aproveita aos demais. A isenção (dispensa de pagamento) ou remissão (perdão do pagamento) realizada de forma geral aproveita-se a todos os solidariamente obrigados. A interrupção da prescrição, em favor ou contra um dos obrigados, favorece ou prejudica aos demais. Caberá ao contribuinte a determinação de seu domicílio fiscal tributário, ou seja, caberá ao contribuinte a escolha de onde receberá intimações, fiscalizações e cobranças da autoridade fazendária. Caso o contribuinte não realize tal opção e sendo ele pessoa física, o domicílio tributário será no local de sua residência e, se não houver informação da residência atual, poderá ser o local onde exerce habitualmente suas atividades. Se o contribuinte for pessoa jurídica de direito privado e não houver escolhido o seu domicílio tributário, terá como domicílio fiscal o local onde está estabelecida a sua empresa, e/ou será no local do estabelecimento onde tenha dado origem o fato gerador. Obrigação Tributária https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm O que é “exigibilidade”? É a possiblidade de cobrança administrativa pelo fisco. Como é constituído o crédito? Através do Lançamento Tributário. Art. 142 do CTN Na atividade de lançamento: 1) Determina-se a matéria tributável (certeza); 2) Calcula-se o montante do tributo devido (liquidez); 3) Identifica-se o sujeito passivo (quem deve); 4) Se for o caso, propõe-se multa. HIPÓTESE DE INCIDÊNCIA + FATO GERADOR = OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA PRINCIPAL OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA PRINCIPAL + LANÇAMENTO TRIBUTÁRIO = CRÉDITO TRIBUTÁRIO Lançamento de ofício (“lançamento direto”): art. 149 do CTN; Exemplo de tributos com lançamento de ofício: IPVA, IPTU, Taxas e Contribuição de Iluminação Pública. Lançamento por declaração (“misto”): art. 147 do CTN; Ex: ITBI e ITCMD. Lançamento por homologação (“autolançamento”): art. 150 do CTN. Ex: IR, IPI, ITR, ICMS, ISS, PIS/COFINS e contribuições previdenciárias. Lançamento Constituição do Crédito Tributário Modalidades de lançamento https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm Hipóteses Art. 151 do CTN Moratória; Depósito integral; Recurso administrativo; Liminar ou tutela antecipada; Parcelamento. Moratória Trata-se de dilação do prazo para pagamento do tributo. Caráter geral OU especial. Há a possibilidade de a União conceder moratória de tributos estaduais e municipais, desde que faça o mesmo com seus tributos, na forma do art. 152, I, b, do CTN. Depósito do montante integral Súmula 112 do STJ; Trata-se de uma garantia prestada ao credor, pelo devedor. Depositar não significa “pagar”. Significa garantir ao credor (fazenda pública) de que o valor exigido está “reservado”, caso o contribuinte perca a discussão. Reclamações e recursos administrativos Não é necessária (embora recomendada) a constituição de advogado pelo contribuinte, que pode fazer sua defesa diretamente junto ao órgão fiscal. Liminar ou tutela antecipada Diversamente da via administrativa, na esfera judicial, o mero acionamento não suspende a exigibilidade do crédito tributário. Parcelamento Art. 155-A O parcelamento do crédito tributário não exclui a incidência de juros e multas. Entretanto, existe a possibilidade ser excluído desde que previsto em lei. As hipóteses de suspensão da exigibilidade do crédito não dispensam o cumprimento das obrigações assessórias dependentes da obrigação principal cujo crédito seja suspenso. Atenção! Súmula Vinculante 21; Súmula Vinculante 28. Suspensão da Exigibilidade do Crédito Atenção! Cuidado Atenção! Importante https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm Noções gerais Art. 156 do CTN e Súmula Vinculante nº 8 O STF (ADI 2405/02) decidiu pela possibilidade de previsão de outras formas de extinção do crédito pelos entes federados, desde que não afrontem a CF/88. 1) Pagamento; 2) Compensação; 3) Transação; 4) Remissão; 5) Prescrição e decadência; 6) Pagamento antecipado e homologação do lançamento; 7) Conversão de depósito em renda; 8) Consignação em pagamento; 9) Decisões administrativa e judicial; 10) Dação em pagamento em bens imóveis. Decadência tributária Art. 173 do CTN É a perda do direito de lançar. a) Regra geral da decadência (art. 173, I, CTN); b) Regra diferenciada da decadência: lançamento por homologação (art. 150, § 4º, do CTN); c) Regra especial: antecipação da contagem da decadência (art. 173, parágrafo único, do CTN); d) Regra especial: anulação do lançamento por vício formal (art. 173, inciso II, do CTN). Prescrição tributária Art. 174 do CTN É a perda da pretensão executória. Caso uma dívida prescrita seja voluntariamente paga, no direito civil, não haverá direito à restituição do valor. Quando inicia o prazo prescricional? Na data da constituição definitiva do crédito tributário. Cuidado! Muito importante olhar a Súmula 436 do STJ! No direito tributário, SIM! Extinção do Crédito Tributário Atenção Hipóteses https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://portal.stf.jus.br/jurisprudencia/sumariosumulas.asp?base=26&sumula=1209 https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm Formas de exclusão Art. 175 do CTN Impedem a constituição do crédito (o lançamento): Isenção Anistia A exclusão do crédito (isenção ou anistia) apenas dispensa da obrigação principal, mantendo-se o contribuinte com os deveresrelativos às obrigações acessórias do tributo isentado ou da multa anistiada. Isenção Art. 176 do CTN É a dispensa legal do pagamento de tributo. 1) A isenção pode ser revogada? Através de lei, sim! Exceto quando concedida por prazo certo e em razão de determinadas condições. Art. 178 do CTN e a Súmula nº 544 do STF 2) A revogação da isenção precisa observar o princípio da anterioridade? A revogação, por ser entendida como “aumento indireto de tributo”, necessita aguardar as anterioridades, conforme entendimento fixado pelo STF (RE 564225 AgR-EDv-AgR). 3) No caso específico do ICMS, as isenções ou benefícios fiscais, além de lei autorizativa do Estado, precisam ser precedidas de autorização através de Convênio do CONFAZ (Conselho Nacional de Política Fazendária) - artigo 155, § 2º, XII, g, da CF/88 e LC 24/75. Anistia Art. 180 do CTN É a dispensa legal do pagamento de multa. Art. 182 do CTN Isenção X anistia Isenção Anistia Dispensa do tributo; Apenas para fatos posteriores; Exige lei; Caráter geral ou individual; Exclusão do crédito tributário; Dispensa da multa (infração); Apenas para fatos pretéritos; Exige lei; Caráter geral ou individual; Exclusão do crédito tributário. Atenção! Atenção! Exclusão do Crédito Tributário Cuidado! Importante: Cuidado! https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp24.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm Será expedida certidão positiva. E qual certidão será expedida quando o contribuinte nada deva ao ente competente? Quando o cidadão apresenta débito tributário perante o ente competente, porém a exigibilidade deste débito está suspensa (parcelamento, moratória, liminar, tutela provisória, por exemplo) ou o juízo da execução fiscal estiver garantido quando o débito já estiver sendo executado, fará jus o cidadão a uma certidão positiva com efeito de negativa. "A certidão negativa expedida com dolo ou fraude, que contenha erro contra a Fazenda Pública, responsabiliza pessoalmente o funcionário que a expedir, pelo crédito tributário e juros de mora acrescidos”. Trata-se dos direitos de fiscalização dos entes, no interesse da arrecadação. O exercício desta administração tributária deverá ser sempre balizado na observância dos ditames legais, bem como da capacidade contributiva e econômica do sujeito passivo. A Fazenda Pública poderá fiscalizar e investigar o contribuinte com a finalidade de proporcionar melhor arrecadação de tributo para o respectivo ente competente. Certidões Conceito Aplicação Art. 208 do CTN Se um servidor público, a pedido ou mediante propina, emite certidão fraudulenta? Mas, e se ele for devedor de tributos perante aquele ente? Certidão negativa. Art. 206 do CTN Garantias e Privilégios do Crédito, Administração Tributária e Certidões O crédito tributário poderá servir-se, via de regra, de quaisquer bens do devedor para a satisfação do crédito, inclusive aqueles com cláusula de inalienabilidade ou impenhorabilidade (art. 184 do CTN). Cuidado Exceção à impenhorabilidade por dívida fiscal - art. 3º, IV, da Lei nº 8.009/90. Será presumida fraude toda vez que ocorrer alienação de bens com a finalidade de não pagar tributo. O lapso temporal para definição da fraude é a inscrição em dívida ativa (art. 185 do CTN). Atenção Parágrafo único do art. 187 do CTN passou a ser inconstitucional. Regra: crédito tributário somente será preterido em razão de créditos trabalhistas e de acidente de trabalho. Exceção: processo de falência (art. 186 do CTN e art. 83 da Lei n° 11.101/05). Administração tributária Garantias e Privilégios do Crédito Importante https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8009.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/lei/l11101.htm Responsabilidade nas operações societárias Responsabilidade pessoal do sócio administrador Responsabilidade do adquirente de bem imóvel Responsabilidade do adquirente de fundo/estabelecimento comercial Denúncia espontânea Responsabilidade dos sucessores Todos os tributos devidos relativos ao bem imóvel que fora adquirido (impostos, taxas e contribuição de melhoria) serão transferidos ao adquirente do bem. Logo, passará à responsabilidade do adquirente os tributos devidos em razão do imóvel. Art. 130 do CTN Espólio/meeiros Herdeiros Conforme o art. 131, II e III, do CTN, será de responsabilidade do: Eventuais débitos tributários devidos pelo de cujus. Toda unidade resultante quando da ocorrência de uma fusão, incorporação, transformação e cisão passará a ser responsável pelos débitos tributários da empresa antiga. Será responsável tributário todo adquirente de estabelecimento ou fundo de comércio que der continuidade (sucessão) aos negócios do estabelecimento adquirido, sob o mesmo ou outro CNPJ, por eventuais débitos tributários devidos pelo antigo estabelecimento até a data do trespasse. Art. 133 do CTN Art. 135, III, do CTN Serão pessoalmente responsáveis pelos créditos correspondentes a obrigações tributárias resultantes de atos praticados com excesso de poderes ou infração de lei, contrato social ou estatutos os diretores, gerentes ou representantes de pessoas jurídicas de direito privado. Art. 138 do CTN A denúncia espontânea é a verdadeira delação premiada do contribuinte que está em mora para com a autoridade fazendária, ou seja, é o mandamento legal que autoriza ao contribuinte que se autodelata (entrega- se) para a autoridade fazendária o não pagamento da multa tributária. A responsabilidade do meeiro e herdeiro apenas ocorrerá se recebida a herança, limitado ao valor da herança recebida. Além dos tributos, a unidade resultante também será responsável pelas multas tributárias na forma da Súmula nº 554 do STJ. Responsabilidade Tributária e Denúncia Espontânea https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm Impostos federais 7) imposto sobre grandes fortunas. Impostos estaduais Impostos municipais 1) Imposto de importação; 2) Imposto de exportação ; 3) Imposto de renda; 4) Imposto sobre produto industrializado; 5) Imposto sobre operação financeira; 6) imposto sobre território rural; 1) Imposto sobre transmissão causa mortis e doação; 1) Imposto sobre propriedade de imóvel urbano; 2) Imposto sobre circulação de mercadoria e serviços; 3) Imposto sobre propriedade de veículo automotor. 2) Imposto sobre transmissão onerosa de bens imóveis; 3) Imposto sobre serviços de qualquer natureza. Impostos em Espécie Atenção Nem toda contraprestação por uso de serviço público será uma taxa. É possível que seja uma tarifa (ou “preço público”). Ex: energia elétrica, transporte público, telefonia, manutenção de rodovias(pedágios). Taxas Art. 145, II, da CF/88 e arts. 77 ao 80 do CTN Competência comum; Vinculado quanto ao fato gerador; Bilateral; Contraprestacional ou retributivo. 1) O exercício regular do poder de polícia; 2) A utilização, efetiva ou potencial, de serviço público específico e divisível, prestado ao contribuinte ou posto à sua disposição. Taxa de polícia: art. 78 do CTN; Taxa de serviço: art. 79 do CTN. Súmula Vinculante 41 Art. 145, III, da CF/88 Características Competência comum; Bilateral ou retributivo; Vinculado quanto ao fato gerador. É necessário que se observe dois limites na cobrança desse tributo (art. 81 do CTN): a) Limite individual: o fisco não poderá cobrar mais do que valorizou o imóvel do contribuinte; b) Limite global: a soma dos valores cobrados de todos os contribuintes beneficiados não poderá ser superior ao custo total para realizar a obra. Contribuição de melhoria Espécies de taxas OBRA PÚBLICA VALORIZAÇÃO DE IMÓVEL DO CONTRIBUINTE LEI ORDINÁRIA DO ENTE COMPETENTE CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA. Requisitos cumulativos Atenção Importante Atenção! Características Fatos geradores: Taxas e Contribuição de Melhoria https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://portal.stf.jus.br/jurisprudencia/sumariosumulas.asp?base=26&sumula=2218#:~:text=O%20servi%C3%A7o%20de%20ilumina%C3%A7%C3%A3o%20p%C3%BAblica%20n%C3%A3o%20pode%20ser%20remunerado%20mediante%20taxa.&text=I%20%E2%80%94%20Lei%20que%20restringe%20os,do%20servi%C3%A7o%20de%20ilumina%C3%A7%C3%A3o%20p%C3%BAblica. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm É majoritária a posição doutrinária e jurisprudencial de que há outros dois tipos de tributos que configuram espécies autônomas: os empréstimos compulsórios e as contribuições “especiais”. Características Competência privativa da União; Arrecadação vinculada; Somente poderá criar esse tributo mediante lei complementar: CF/88, art. 148. Causas que fundamentam a instituição desse tributo 1) Calamidade pública, de guerra externa ou sua iminência: caso em que o tributo será de cobrança imediata, ou seja, não precisa respeitar as anterioridades; 2) Investimento público de caráter urgente e de relevante interesse nacional: caso em que deverá ser respeitada as anterioridades, não sendo de cobrança imediata. Características peculiares desse tributo Temporário Restituível Atenção Empréstimos Compulsórios Extinto assim que cessadas as causas da sua instituição; Deve ser feita em dinheiro, vedada que seja em títulos de dívida pública, conforme já decidiu o STF. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm Art. 149 da CF/88 Características Podem ter o mesmo fato gerador e base de cálculo de impostos; Trata-se de tributos finalísticos, de arrecadação vinculada. Contribuições sociais 1. Contribuições sociais gerais: art. 6º da CF/88. 2. Contribuições para a seguridade social: art. 195 da CF/88. 3. Contribuições para custeio de regime próprio de previdência social: art. 40, § 18, da CF/88. Art. 195, §4º e §6º da CF/1988 Contribuição de intervenção sobre domínio econômico (CIDE) Contribuição de interesse das categorias profissionais ou econômicas Art. 149 e art. 177, § 4º, I, b, da CF/88 Somente poderá ser criada e/ou majorada pela União, mediante Lei Ordinária. Art. 149 da CF/88 A contribuição paga para a Ordem dos Advogados do Brasil não é tributo visto que, conforme o STF, o órgão representativo dos advogados tem regime jurídico sui generis. Caso o advogado venha a atrasar ou não satisfazer sua contribuição, o conselho não poderá se utilizar da Execução Fiscal para cobrar o valor devido. Importante! Atenção! Contribuições Especiais Fundamento geral https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm Lei nº 6.830/80 É o rito processual disponível para que os entes públicos possam buscar a satisfação dos débitos tributários (e também os não tributários). Importante Súmula 558 do STJ; Súmula 559 do STJ; Súmula 392 do STJ. Art. 6º da Lei nº 6.830/80 Se o executado não pagar, nem oferecer bens à penhora, o ente exequente requererá no processo a penhora de bens que garantam o pagamento da dívida: art. 11 da Lei nº 6.830/80. É possível a substituição de bens penhorados, por requerimento do executado ou da fazenda pública interessada (art. 15 da Lei 6.830/80). Art. 833 do CPC/15. A Lei nº 8.009/1990 (art. 3º) prevê uma exceção à impenhorabilidade do bem de família por dívida fiscal. Se, após todas as diligências, não se encontrar bens ou, caso não seja encontrado o executado para citação válida, ocorrerá a suspensão do processo por um ano (art. 40 da Lei n° 6830/80). Após um ano de suspensão da execução, será o processo arquivado, e se mais cinco anos após o arquivamento passarem, continuando sem sucesso a execução, não havendo diligências úteis para a fazenda pública, haverá ocorrência da prescrição intercorrente, extinguindo o crédito tributário. Requisitos da petição inicial Bens absolutamente impenhoráveis Cuidado! Execução Fiscal Atenção https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6830.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6830.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6830.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6830.htm https://www.google.com/search?q=cpc+planalto&rlz=1C1RXQR_pt-PTBR1070BR1070&oq=&aqs=chrome.1.69i57j69i59j69i64j0i433i512l3j0i512j46i131i175i199i433i512.1759j0j7&sourceid=chrome&ie=UTF-8 https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8009.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6830.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6830.htm Ação declaratória e mandado de segurança preventivo Ação declaratória de inexistência de relação jurídico-tributária Ação preventiva; Ação de conhecimento (rito procedimental comum do CPC/15). Procedimento especial, de rito mais célere, conforme a Lei 12.016/09; Não é possível a dilação probatória (produção de provas); Será necessária a prova pré- constituída (documental); Caberá concessão de liminar para suspensão da exigibilidade de eventual crédito lançado. Ação anulatória de débito fiscal ou de lançamento fiscal Ação repressiva; Ação de conhecimento pelo rito procedimental comum do CPC/15. Súmula vinculante 28 Mandado de segurança repressivo Tem pertinência em casos semelhantes à ação anulatória, ou seja, quando já houve o lançamento do crédito. Art. 164 do CTN O propósito da ação de consignação é o pagamento do crédito tributário e não a discussão sobre sua validade/legalidade. Ação de repetição de indébito tributário Art. 165 do CTN Atenção Prazo prescricional para o ajuizamento dessa ação: 5 (cinco) anos, contados do pagamento indevido (art. 168 do CTN). O art. 169 do CTN fixa o prazo de dois anos de prescrição para a ação anulatória da decisão administrativa que denegar a restituição.Embargos à execução fiscal Art. 16 do CTN Têm natureza de ação; Rito próprio, previsto na Lei de Execução Fiscal (Lei nº 6.830/1980); Somente poderá ser utilizada quando presentes os requisitos da garantia do juízo (art. 16, § 1º, da Lei no 6.830/1980) e do prazo de 30 dias. Desnecessidade de dilação probatória; Que a matéria possa ser conhecida de ofício pelo magistrado. Cuidado Ação anulatória e mandado de segurança repressivo Mandado de segurança preventivo Exceção de pré- executividade (EPE) Ação de consignação em pagamento Requisitos Ações Tributárias https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13105.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/lei/l12016.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13105.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6830.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6830.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6830.htm Art. 96 do CTN Atenção A expressão “legislação tributária” abrange não somente leis e tratados, mas decretos e atos infralegais, chamados de “normas complementares”. Lei ordinária Regra: É a norma exigida pra criar, extinguir, majorar ou diminuir tributos. Quatro tributos exigem lei complementar para sua criação: Imposto Residual (art. 154, I, da CF/88); Contribuição Social Residual (art. 195, § 4º, da CF/88); Imposto sobre Grandes Fortunas (art. 153, VII, da CF/88); Empréstimos Compulsórios (art. 148 da CF/1988). Lei complementar Art. 146 da CF/88 Cuidado O CTN foi recepcionado pela CF/88 com status de lei complementar; Para alterar ou revogar dispositivo do CTN, portanto, é necessária lei complementar. Medida provisória Possibilidade de criação ou majoração de tributo mediante Medida Provisória, uma vez obedecidos os requisitos do art. 62, § 2º, da CF/1988, desde que não se trate dos tributos reservados à lei complementar. Tratados internacionais Art. 98 do CTN Poderão revogar e/ou modificar a legislação interna brasileira, desde que ratificados por nosso chefe de governo, suspendendo os efeitos da norma interna e fazendo prevalecer o tratado do internacional. Atenção Legislação Tributária https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm