Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Mapa Mental
Direito Tributário
Art. 3º do CTN
Regra: o pagamento do tributo previsto em norma deverá ser
realizado em dinheiro.
Exceção: o CTN possibilita que o pagamento também possa se
realizado mediante a dação em pagamento de bem imóvel,
desde que:
a) exista lei específica do ente competente;
b) que o contribuinte atenda as condições/requisitos
dispostos em lei.
Cuidado
Nenhum tributo poderá ter caráter
sancionatório, ou seja, ser forma de
punição a qualquer pessoa.
Os frutos oriundos da atividade ilícita
poderão ser tributados (art. 118, I, do
CTN). 
Aplicação do princípio da pecunia non
olet, ou seja, o dinheiro não tem cheiro.
Competência tributária
Características da competência tributária
Indelegável (art. 7º do CTN);
Facultativa (art. 145 da CF);
Irrenunciável;
Inalterável.
Atenção
Somente a União tem competência para criar novos tipos de impostos (os
chamados residuais) e novas contribuições de seguridade social (residual),
mediante lei complementar.
O Distrito Federal terá competência cumulativa para criar os impostos de
competência dos Estados e dos Municípios (art. 147 da CF). 
Os Estados poderão criar os impostos descritos no art. 155 da CF. 
Os Municípios poderão cobrar os seus respectivos impostos (art. 156 da CF).
Introdução, Conceito de Tributo e
Competência Tributária 
Conceito de tributo
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
Princípio da legalidade
Princípio da liberdade
 de tráfego
Princípio do não
confisco
Princípio da irretroatividade
Princípio da anterioridade
Princípio da isonomia
Nenhum tributo poderá impedir o
livre exercício do direito de ir e vir.
Tal princípio tem força coercitiva
diretamente para a União. 
Sem prejuízo de outras garantias
asseguradas ao contribuinte, é vedado
à União, aos Estados, ao Distrito Federal
e aos Municípios utilizar tributo com
efeito de confisco.
A norma tributária não poderá retroagir, ou seja,
não poderá atingir fatos geradores que
ocorreram antes de sua vigência. 
Dessa forma, aplica-se a lei vigente, alíquota e
base de cálculo que estiverem em vigor quando
da ocorrência do fato gerador. 
Logo, conclui-se: a norma tributária, via de regra,
não poderá retroagir justamente para preservar o
direito adquirido, o ato jurídico perfeito e
proporcionar a todos segurança jurídica.
Tal princípio limita a possibilidade e atividade
dos entes competentes de cobrarem os
tributos por eles, respectivamente,
realizados.
Todos terão tratamento igualitário
perante a norma tributária, carecendo
somente de um trato desigual aqueles
que se apresentam em uma situação
de desigualdade.
Nenhum tributo poderá ser criado ou majorado
sem lei que o estabeleça. Portanto, geralmente,
somente o Poder Legislativo poderá criar ou
majorar tributo, sempre mediante observação
do devido processo legislativo. 
Igualmente, torna-se importante referir que a
redução e/ou extinção de tributo, via de regra,
somente poderá ser realizada mediante lei, na
forma do art. 97 do CTN.
Logo, este princípio serve para informar ao
contribuinte quando ele deverá e poderá ser
cobrado dos respectivos tributos, uma vez
realizados os fatos geradores dispostos na
norma tributária.
O presente ente federativo, em razão do
texto constitucional, não poderá tratar
os demais entes federativos e seus
contribuintes de forma desigual.
Logo, não poderão os entes
estabelecer diferença tributária em
razão de cargo, função e/ou salário.
 Mitigação no que tange à
cobrança de pedágios.
Salvo
Princípio da isenção
heterônoma
A União não poderá se intrometer no que tange a
benefícios fiscais nos tributos que não são de sua
competência. 
Assim, não caberá isenções heterônomas, ou seja,
a União não poderá conceder isenção de tributos
que são de competência dos demais entes.
Princípio da uniformidade
geográfica Limitações ao Poder
de Tributar – Princípios
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
Imunidade
Dispensa constitucional de pagar
tributo. Trata-se de formas de dispensas
constitucionais para que o contribuinte
não realize o pagamento do crédito
tributário. 
Imunidades específicas
São todas aquelas dispostas no
texto constitucional, que dizem
respeito a determinado caso
concreto.
Poderão albergar qualquer
espécie tributária. 
Art. 150, VI, da CF/88
1ª espécie – imunidade recíproca:
art. 150, VI, “a”, da CF/1988. 
STF entende que as Empresas Públicas e
Sociedades de Economia Mista também terão
direito a gozar desta espécie de imunidade
genérica, desde que explorem atividade
essencial pública em caráter de monopólio e
não visem lucro. 
2ª espécie – imunidade a templos de
qualquer culto: art. 150, VI, “b”, da CF/1988. 
A propriedade privada locada por algum
templo gozará de imunidade: conforme o
art. 156, § 1º-A, da CF/88, mesmo o imóvel
não sendo de propriedade do templo,
resolveu o Constituinte Derivado estender a
imunidade para estes casos. 
3ª espécie – imunidade subjetiva:
art. 150, VI, “c”, da CF/1988. 
Além dos impostos, as entidades de
assistência social igualmente gozarão de
imunidade no que tange as
contribuições de seguridade social.
4ª espécie – imunidade objetiva:
art. 150, VI, “d” e “e”, da CF/1988. 
A imunidade do art. 150, VI, “d”, será apenas no
tocante ao objeto e não sobre eventual renda
auferida com a venda do objeto ou imóvel;
A imunidade prevista no art. 150, VI, "e", diz
respeito a produção e venda de CDs e DVDs,
desde que produzidos por artistas ou
intérpretes brasileiros. Entretanto, a imunidade
não abrangerá apenas a etapa de replicação
destes objetos.
Importante!
Importante!Atenção!
Cuidado!
Limitações ao Poder de
Tributar: Imunidades
Cuidado
Imunidades genéricas
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
Sujeito ativo e passivo da relação
tributária
Convenções particulares e da
obrigação tributária
 É toda pessoa jurídica de direito público que tem
a competência constitucional para criar e/ou
exigir o crédito tributário, observando a norma e a
realização do fato gerador pelo contribuinte.
 É aquele responsável pelo pagamento do crédito tributário e até
mesmo da multa, uma vez realizado o fato gerador ou descumprida
eventual obrigação acessória. Poderá ser tanto o contribuinte
(aquele que realiza e tem vínculo direto com o fato gerador) quanto
o responsável (não realiza o fato gerador, mas a norma legal lhe
atribui o dever de pagar tributo).
Art. 121 do CTNArt. 119 do CTN
Art. 123 do CTN
Nenhum contrato, acordo ou instrumento particular poderá ser
oposto/apresentado contra a Fazenda Pública a fim de modificar
a responsabilidade pelo pagamento do crédito tributário.
Assim, na realização locatícia, por exemplo, em que 99% dos
contratos estabelecem a responsabilidade pelo pagamento do
IPTU ao locatário, caso este não venha a satisfazer o crédito, o
fisco exigirá o IPTU do proprietário, in casu, o locador, visto que o
contrato particular não poderá alterar a sujeição passiva tributária.
Capacidade passiva tributária
Art. 126 do CTN
A capacidade tributária não dependerá
da capacidade civildas pessoas
naturais. Logo, mesmo que o sujeito
passivo não tenha capacidade civil
plena, ele terá que pagar tributo.
O contrato particular
também não poderá ser
oposto contra o FISCO.
Obrigação Tributária
Sujeito PassivoSujeito Ativo
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
Elisão fiscal
Domicílio tributário
Art. 127 do CTN
Art. 116, parágrafo único, do CTN
O referido artigo traz a possibilidade de
o ente competente desconsiderar os
atos realizados pelo contribuinte, uma
vez detectado que foram realizados
com a tentativa de burlar o fisco para
não pagar tributo, a fim de que ele
venha a contribuir. 
Solidariedade
Art. 124 do CTN
Art. 125, I do CTN
Art. 125, II do CTN
Art. 125, III do CTN
Os sujeitos passivos poderão ser solidariamente
obrigados, caso exista interesse comum na situação que
constitua o fato gerador da obrigação principal.
O pagamento efetuado por um dos obrigados aproveita
aos demais.
A isenção (dispensa de pagamento) ou remissão (perdão
do pagamento) realizada de forma geral aproveita-se a
todos os solidariamente obrigados.
A interrupção da prescrição, em favor ou contra um dos
obrigados, favorece ou prejudica aos demais.
Caberá ao contribuinte a determinação de
seu domicílio fiscal tributário, ou seja, caberá
ao contribuinte a escolha de onde receberá
intimações, fiscalizações e cobranças da
autoridade fazendária.
Caso o contribuinte não realize tal opção e
sendo ele pessoa física, o domicílio
tributário será no local de sua residência e,
se não houver informação da residência
atual, poderá ser o local onde exerce
habitualmente suas atividades.
Se o contribuinte for pessoa jurídica de
direito privado e não houver escolhido o seu
domicílio tributário, terá como domicílio fiscal
o local onde está estabelecida a sua empresa,
e/ou será no local do estabelecimento onde
tenha dado origem o fato gerador.
Obrigação Tributária
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
O que é “exigibilidade”?
É a possiblidade de cobrança
administrativa pelo fisco. 
Como é constituído o crédito?
Através do Lançamento Tributário.
Art. 142 do CTN
Na atividade de lançamento: 
1) Determina-se a matéria tributável (certeza); 
2) Calcula-se o montante do tributo devido (liquidez);
3) Identifica-se o sujeito passivo (quem deve); 
4) Se for o caso, propõe-se multa.
HIPÓTESE DE INCIDÊNCIA +
FATO GERADOR = OBRIGAÇÃO
TRIBUTÁRIA PRINCIPAL
OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA
PRINCIPAL + LANÇAMENTO
TRIBUTÁRIO = CRÉDITO
TRIBUTÁRIO
Lançamento de ofício (“lançamento direto”): art. 149 do CTN;
Exemplo de tributos com lançamento de ofício: IPVA, IPTU,
Taxas e Contribuição de Iluminação Pública.
Lançamento por declaração (“misto”): art. 147 do CTN;
Ex: ITBI e ITCMD.
Lançamento por homologação (“autolançamento”): art. 150 do CTN.
Ex: IR, IPI, ITR, ICMS, ISS, PIS/COFINS e contribuições previdenciárias.
Lançamento
Constituição do
Crédito Tributário
Modalidades de lançamento
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
Hipóteses
Art. 151 do CTN
Moratória;
Depósito integral;
Recurso administrativo;
Liminar ou tutela antecipada;
Parcelamento.
Moratória
Trata-se de dilação do prazo para pagamento
do tributo.
Caráter geral OU especial.
Há a possibilidade de a União conceder
moratória de tributos estaduais e municipais,
desde que faça o mesmo com seus tributos,
na forma do art. 152, I, b, do CTN. 
Depósito do
montante integral
Súmula 112 do STJ;
Trata-se de uma garantia prestada ao
credor, pelo devedor. 
Depositar não significa “pagar”. Significa
garantir ao credor (fazenda pública) de
que o valor exigido está “reservado”,
caso o contribuinte perca a discussão. 
Reclamações e recursos
administrativos
Não é necessária (embora recomendada) a
constituição de advogado pelo contribuinte,
que pode fazer sua defesa diretamente junto
ao órgão fiscal. 
Liminar ou tutela
antecipada
Diversamente da via administrativa, na
esfera judicial, o mero acionamento
não suspende a exigibilidade do
crédito tributário. 
Parcelamento
Art. 155-A
O parcelamento do crédito tributário não
exclui a incidência de juros e multas.
Entretanto, existe a possibilidade ser
excluído desde que previsto em lei.
As hipóteses de suspensão da exigibilidade
do crédito não dispensam o cumprimento
das obrigações assessórias dependentes da
obrigação principal cujo crédito seja
suspenso. 
Atenção!
Súmula Vinculante 21;
Súmula Vinculante 28.
Suspensão da
Exigibilidade do Crédito
Atenção!
Cuidado
Atenção!
Importante
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
Noções gerais
Art. 156 do CTN e 
Súmula Vinculante nº 8
O STF (ADI 2405/02) decidiu
pela possibilidade de previsão
de outras formas de extinção
do crédito pelos entes
federados, desde que não
afrontem a CF/88. 
1) Pagamento; 
2) Compensação; 
3) Transação; 
4) Remissão; 
5) Prescrição e decadência;
6) Pagamento antecipado e homologação do lançamento;
7) Conversão de depósito em renda; 
8) Consignação em pagamento; 
9) Decisões administrativa e judicial; 
10) Dação em pagamento em bens imóveis. 
Decadência tributária
Art. 173 do CTN
É a perda do direito de lançar.
a) Regra geral da decadência (art. 173, I, CTN); 
b) Regra diferenciada da decadência: lançamento
por homologação (art. 150, § 4º, do CTN); 
c) Regra especial: antecipação da contagem da
decadência (art. 173, parágrafo único, do CTN); 
d) Regra especial: anulação do lançamento por
vício formal (art. 173, inciso II, do CTN).
Prescrição tributária
Art. 174 do CTN
É a perda da pretensão executória.
Caso uma dívida prescrita seja
voluntariamente paga, no direito civil,
não haverá direito à restituição do valor. 
Quando inicia o prazo prescricional? Na data
da constituição definitiva do crédito tributário. 
Cuidado!
Muito importante olhar a
Súmula 436 do STJ!
No direito tributário, SIM!
Extinção do Crédito
Tributário
Atenção
Hipóteses
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://portal.stf.jus.br/jurisprudencia/sumariosumulas.asp?base=26&sumula=1209
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
Formas de exclusão
Art. 175 do CTN
Impedem a constituição do crédito (o lançamento):
Isenção Anistia
A exclusão do crédito (isenção ou anistia) apenas
dispensa da obrigação principal, mantendo-se o
contribuinte com os deveresrelativos às obrigações
acessórias do tributo isentado ou da multa anistiada. 
Isenção
Art. 176 do CTN
É a dispensa legal do pagamento de tributo.
1) A isenção pode ser revogada? Através de
lei, sim! Exceto quando concedida por prazo
certo e em razão de determinadas condições. 
Art. 178 do CTN e a Súmula nº 544 do STF
2) A revogação da isenção precisa observar o
princípio da anterioridade? 
A revogação, por ser entendida como “aumento
indireto de tributo”, necessita aguardar as
anterioridades, conforme entendimento fixado
pelo STF (RE 564225 AgR-EDv-AgR). 
3) No caso específico do ICMS, as isenções ou
benefícios fiscais, além de lei autorizativa do
Estado, precisam ser precedidas de autorização
através de Convênio do CONFAZ (Conselho
Nacional de Política Fazendária) - artigo 155, § 2º,
XII, g, da CF/88 e LC 24/75. 
Anistia
Art. 180 do CTN 
É a dispensa legal do
pagamento de multa. 
Art. 182 do CTN 
Isenção X anistia
Isenção Anistia
Dispensa do tributo;
Apenas para fatos posteriores;
Exige lei;
Caráter geral ou individual;
Exclusão do crédito tributário;
Dispensa da multa (infração);
Apenas para fatos pretéritos;
Exige lei;
Caráter geral ou individual;
Exclusão do crédito tributário.
Atenção!
Atenção!
Exclusão do Crédito
Tributário
Cuidado!
Importante: Cuidado!
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp24.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
 Será expedida certidão positiva.
E qual certidão será expedida
quando o contribuinte nada deva ao
ente competente?
Quando o cidadão apresenta débito tributário
perante o ente competente, porém a
exigibilidade deste débito está suspensa
(parcelamento, moratória, liminar, tutela
provisória, por exemplo) ou o juízo da execução
fiscal estiver garantido quando o débito já
estiver sendo executado, fará jus o cidadão a
uma certidão positiva com efeito de negativa.
"A certidão negativa expedida com dolo ou
fraude, que contenha erro contra a Fazenda
Pública, responsabiliza pessoalmente o
funcionário que a expedir, pelo crédito
tributário e juros de mora acrescidos”.
Trata-se dos direitos de fiscalização dos
entes, no interesse da arrecadação.
O exercício desta
administração tributária
deverá ser sempre
balizado na observância
dos ditames legais, bem
como da capacidade
contributiva e econômica
do sujeito passivo.
A Fazenda Pública poderá
fiscalizar e investigar o
contribuinte com a finalidade
de proporcionar melhor
arrecadação de tributo para o
respectivo ente competente. 
Certidões
Conceito
Aplicação
Art. 208 do CTN
Se um servidor público, a pedido ou mediante
propina, emite certidão fraudulenta?
Mas, e se ele for devedor de tributos
perante aquele ente?
Certidão negativa.
Art. 206 do CTN
Garantias e Privilégios do Crédito,
Administração Tributária e Certidões
O crédito tributário poderá servir-se, via de
regra, de quaisquer bens do devedor para
a satisfação do crédito, inclusive aqueles
com cláusula de inalienabilidade ou
impenhorabilidade (art. 184 do CTN).
Cuidado
Exceção à impenhorabilidade por dívida
fiscal - art. 3º, IV, da Lei nº 8.009/90.
Será presumida fraude toda vez que
ocorrer alienação de bens com a finalidade
de não pagar tributo. O lapso temporal para
definição da fraude é a inscrição em dívida
ativa (art. 185 do CTN).
Atenção
Parágrafo único do art. 187
do CTN passou a ser
inconstitucional.
Regra: crédito tributário
somente será preterido em
razão de créditos trabalhistas
e de acidente de trabalho.
Exceção: processo de
falência (art. 186 do CTN e
art. 83 da Lei n° 11.101/05).
Administração
tributária
Garantias e
Privilégios do Crédito
Importante
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8009.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/lei/l11101.htm
Responsabilidade nas
operações societárias
Responsabilidade pessoal do
sócio administrador
Responsabilidade do
adquirente de bem imóvel Responsabilidade do adquirente
de fundo/estabelecimento 
comercial
Denúncia espontânea
Responsabilidade
dos sucessores
Todos os tributos devidos relativos ao
bem imóvel que fora adquirido (impostos,
taxas e contribuição de melhoria) serão
transferidos ao adquirente do bem. Logo,
passará à responsabilidade do adquirente
os tributos devidos em razão do imóvel.
Art. 130 do CTN
Espólio/meeiros
Herdeiros
Conforme o art. 131, II e III, do CTN,
será de responsabilidade do:
Eventuais débitos
 tributários devidos 
pelo de cujus.
Toda unidade resultante quando da
ocorrência de uma fusão, incorporação,
transformação e cisão passará a ser
responsável pelos débitos tributários da
empresa antiga.
Será responsável tributário todo adquirente de
estabelecimento ou fundo de comércio que
der continuidade (sucessão) aos negócios do
estabelecimento adquirido, sob o mesmo ou
outro CNPJ, por eventuais débitos tributários
devidos pelo antigo estabelecimento até a
data do trespasse. 
Art. 133 do CTN
Art. 135, III, do CTN
Serão pessoalmente responsáveis pelos
créditos correspondentes a obrigações
tributárias resultantes de atos praticados
com excesso de poderes ou infração de lei,
contrato social ou estatutos os diretores,
gerentes ou representantes de pessoas
jurídicas de direito privado.
Art. 138 do CTN
A denúncia espontânea é a verdadeira
delação premiada do contribuinte que está
em mora para com a autoridade fazendária,
ou seja, é o mandamento legal que autoriza
ao contribuinte que se autodelata (entrega-
se) para a autoridade fazendária o não
pagamento da multa tributária.
A responsabilidade do
meeiro e herdeiro apenas
ocorrerá se recebida a
herança, limitado ao valor
da herança recebida.
Além dos tributos, a unidade
resultante também será responsável
pelas multas tributárias na forma da
Súmula nº 554 do STJ. 
Responsabilidade Tributária
e Denúncia Espontânea
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
Impostos federais
7) imposto sobre grandes fortunas. 
Impostos estaduais
Impostos municipais
1) Imposto de importação; 
2) Imposto de exportação ; 
3) Imposto de renda; 
4) Imposto sobre produto
industrializado;
5) Imposto sobre operação financeira; 
6) imposto sobre território rural;
1) Imposto sobre transmissão causa mortis e doação;
1) Imposto sobre propriedade de imóvel urbano;
2) Imposto sobre circulação de mercadoria e serviços;
3) Imposto sobre propriedade de veículo automotor.
2) Imposto sobre transmissão onerosa de bens imóveis; 
3) Imposto sobre serviços de qualquer natureza. 
Impostos em Espécie
Atenção
Nem toda contraprestação por uso de serviço público
será uma taxa. É possível que seja uma tarifa (ou “preço
público”). Ex: energia elétrica, transporte público,
telefonia, manutenção de rodovias(pedágios).
Taxas
Art. 145, II, da CF/88 e
arts. 77 ao 80 do CTN
Competência comum;
Vinculado quanto ao fato gerador;
Bilateral;
Contraprestacional ou retributivo.
1) O exercício regular do poder de polícia; 
2) A utilização, efetiva ou potencial, de serviço
público específico e divisível, prestado ao
contribuinte ou posto à sua disposição.
Taxa de polícia: art. 78 do CTN;
Taxa de serviço: art. 79 do CTN.
 Súmula Vinculante 41
Art. 145, III, da CF/88
Características
Competência comum;
Bilateral ou retributivo;
Vinculado quanto ao fato gerador.
É necessário que se observe dois limites na
cobrança desse tributo (art. 81 do CTN): 
a) Limite individual: o fisco não poderá
cobrar mais do que valorizou o imóvel
do contribuinte;
b) Limite global: a soma dos valores
cobrados de todos os contribuintes
beneficiados não poderá ser superior
ao custo total para realizar a obra.
Contribuição de melhoria
Espécies de taxas
OBRA PÚBLICA 
VALORIZAÇÃO DE IMÓVEL DO
CONTRIBUINTE
LEI ORDINÁRIA DO ENTE COMPETENTE
CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA.
Requisitos cumulativos 
Atenção
Importante
Atenção!
Características
Fatos geradores:
Taxas e Contribuição de Melhoria
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://portal.stf.jus.br/jurisprudencia/sumariosumulas.asp?base=26&sumula=2218#:~:text=O%20servi%C3%A7o%20de%20ilumina%C3%A7%C3%A3o%20p%C3%BAblica%20n%C3%A3o%20pode%20ser%20remunerado%20mediante%20taxa.&text=I%20%E2%80%94%20Lei%20que%20restringe%20os,do%20servi%C3%A7o%20de%20ilumina%C3%A7%C3%A3o%20p%C3%BAblica.
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
É majoritária a posição doutrinária e
jurisprudencial de que há outros dois tipos
de tributos que configuram espécies
autônomas: os empréstimos compulsórios
e as contribuições “especiais”.
Características
Competência privativa da União;
Arrecadação vinculada;
Somente poderá criar esse tributo mediante
lei complementar: CF/88, art. 148.
Causas que fundamentam a
instituição desse tributo
1) Calamidade pública, de guerra externa ou sua
iminência: caso em que o tributo será de cobrança
imediata, ou seja, não precisa respeitar as anterioridades; 
2) Investimento público de caráter urgente e de relevante
interesse nacional: caso em que deverá ser respeitada as
anterioridades, não sendo de cobrança imediata.
Características peculiares
desse tributo
Temporário Restituível
Atenção
Empréstimos Compulsórios
Extinto assim que
cessadas as causas
da sua instituição;
Deve ser feita em dinheiro,
vedada que seja em títulos
de dívida pública, conforme
já decidiu o STF.
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
Art. 149 da CF/88 
Características
Podem ter o mesmo fato gerador e base
de cálculo de impostos; 
Trata-se de tributos finalísticos, de
arrecadação vinculada. 
Contribuições sociais
1. Contribuições sociais gerais: art. 6º da
CF/88. 
2. Contribuições para a seguridade social:
art. 195 da CF/88. 
3. Contribuições para custeio de regime
próprio de previdência social: art. 40, §
18, da CF/88. 
Art. 195, §4º e
§6º da CF/1988 
Contribuição de intervenção
sobre domínio econômico (CIDE)
Contribuição de interesse das
categorias profissionais ou econômicas
Art. 149 e art. 177, § 4º, I, b, da CF/88 
Somente poderá ser criada e/ou majorada
pela União, mediante Lei Ordinária. 
Art. 149 da CF/88 
A contribuição paga para a Ordem dos Advogados do Brasil não é
tributo visto que, conforme o STF, o órgão representativo dos
advogados tem regime jurídico sui generis. 
Caso o advogado venha a atrasar ou não satisfazer sua
contribuição, o conselho não poderá se utilizar da Execução
Fiscal para cobrar o valor devido. 
Importante!
Atenção!
Contribuições Especiais
Fundamento geral
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
Lei nº 6.830/80
É o rito processual disponível para que os entes
públicos possam buscar a satisfação dos débitos
tributários (e também os não tributários).
Importante
Súmula 558 do STJ;
Súmula 559 do STJ;
Súmula 392 do STJ.
Art. 6º da Lei nº 6.830/80
Se o executado não pagar, nem oferecer bens à
penhora, o ente exequente requererá no processo a
penhora de bens que garantam o pagamento da
dívida: art. 11 da Lei nº 6.830/80.
É possível a substituição de bens penhorados,
por requerimento do executado ou da fazenda
pública interessada (art. 15 da Lei 6.830/80).
Art. 833 do CPC/15.
A Lei nº 8.009/1990 (art. 3º) prevê uma
exceção à impenhorabilidade do bem de
família por dívida fiscal.
Se, após todas as diligências, não se encontrar bens ou, caso
não seja encontrado o executado para citação válida, ocorrerá
a suspensão do processo por um ano (art. 40 da Lei n°
6830/80).
Após um ano de suspensão da execução, será o processo
arquivado, e se mais cinco anos após o arquivamento
passarem, continuando sem sucesso a execução, não havendo
diligências úteis para a fazenda pública, haverá ocorrência da
prescrição intercorrente, extinguindo o crédito tributário. 
Requisitos da petição inicial
Bens absolutamente impenhoráveis
Cuidado!
Execução Fiscal
Atenção
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6830.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6830.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6830.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6830.htm
https://www.google.com/search?q=cpc+planalto&rlz=1C1RXQR_pt-PTBR1070BR1070&oq=&aqs=chrome.1.69i57j69i59j69i64j0i433i512l3j0i512j46i131i175i199i433i512.1759j0j7&sourceid=chrome&ie=UTF-8
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8009.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6830.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6830.htm
Ação declaratória e mandado
de segurança preventivo
Ação declaratória de inexistência
de relação jurídico-tributária
Ação preventiva;
Ação de conhecimento (rito
procedimental comum do
CPC/15).
Procedimento especial, de rito mais
célere, conforme a Lei 12.016/09;
Não é possível a dilação probatória
(produção de provas);
Será necessária a prova pré-
constituída (documental);
Caberá concessão de liminar para
suspensão da exigibilidade de
eventual crédito lançado.
Ação anulatória de débito
fiscal ou de lançamento fiscal
Ação repressiva;
Ação de conhecimento pelo rito
procedimental comum do CPC/15.
Súmula vinculante 28
Mandado de segurança repressivo
Tem pertinência em casos semelhantes
à ação anulatória, ou seja, quando já
houve o lançamento do crédito.
Art. 164 do CTN
O propósito da ação de
consignação é o pagamento
do crédito tributário e não a
discussão sobre sua
validade/legalidade.
Ação de repetição de
indébito tributário
Art. 165 do CTN
Atenção
Prazo prescricional para o ajuizamento
dessa ação: 5 (cinco) anos, contados do
pagamento indevido (art. 168 do CTN).
O art. 169 do CTN fixa o prazo de dois anos de
prescrição para a ação anulatória da decisão
administrativa que denegar a restituição.Embargos à execução fiscal
Art. 16 do CTN
Têm natureza de ação;
Rito próprio, previsto na Lei de
Execução Fiscal (Lei nº 6.830/1980);
Somente poderá ser utilizada quando
presentes os requisitos da garantia
do juízo (art. 16, § 1º, da Lei no
6.830/1980) e do prazo de 30 dias.
Desnecessidade
de dilação
probatória;
Que a matéria possa
ser conhecida de ofício
pelo magistrado.
Cuidado
Ação anulatória e mandado de
segurança repressivo
Mandado de segurança preventivo
Exceção de pré-
executividade (EPE)
Ação de consignação
em pagamento
Requisitos
Ações Tributárias
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13105.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/lei/l12016.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13105.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6830.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6830.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6830.htm
Art. 96 do CTN
Atenção
A expressão “legislação tributária”
abrange não somente leis e tratados, mas
decretos e atos infralegais, chamados de
“normas complementares”.
Lei ordinária
Regra: É a norma exigida pra criar,
extinguir, majorar ou diminuir tributos.
Quatro tributos exigem lei complementar para sua criação:
Imposto Residual (art. 154, I, da CF/88);
Contribuição Social Residual (art. 195, § 4º, da CF/88);
Imposto sobre Grandes Fortunas (art. 153, VII, da CF/88);
Empréstimos Compulsórios (art. 148 da CF/1988).
Lei complementar
Art. 146 da CF/88
Cuidado
O CTN foi recepcionado pela CF/88
com status de lei complementar;
Para alterar ou revogar dispositivo
do CTN, portanto, é necessária lei
complementar.
Medida provisória
Possibilidade de criação ou majoração de tributo
mediante Medida Provisória, uma vez obedecidos os
requisitos do art. 62, § 2º, da CF/1988, desde que não se
trate dos tributos reservados à lei complementar.
Tratados internacionais
Art. 98 do CTN
Poderão revogar e/ou modificar a legislação interna brasileira, desde
que ratificados por nosso chefe de governo, suspendendo os efeitos
da norma interna e fazendo prevalecer o tratado do internacional.
Atenção
Legislação Tributária
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172compilado.htm

Mais conteúdos dessa disciplina