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Materia ANO TODO Sociologia do Direito e Criminologia (Universidade Positivo) Digitalizar para abrir em Studocu A Studocu não é patrocinada ou endossada por nenhuma faculdade ou universidade Materia ANO TODO Sociologia do Direito e Criminologia (Universidade Positivo) Digitalizar para abrir em Studocu A Studocu não é patrocinada ou endossada por nenhuma faculdade ou universidade Baixado por augusto ferreira (joaolucasribeiro1705@gmail.com) lOMoARcPSD|41300821 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=materia-ano-todo https://www.studocu.com/pt-br/document/universidade-positivo/sociologia-do-direito-e-criminologia/materia-ano-todo/4773140?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=materia-ano-todo https://www.studocu.com/pt-br/course/universidade-positivo/sociologia-do-direito-e-criminologia/3552453?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=materia-ano-todo https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=materia-ano-todo https://www.studocu.com/pt-br/document/universidade-positivo/sociologia-do-direito-e-criminologia/materia-ano-todo/4773140?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=materia-ano-todo https://www.studocu.com/pt-br/course/universidade-positivo/sociologia-do-direito-e-criminologia/3552453?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=materia-ano-todo SOCIOLOGIA DIA 26/02/16 (sexta-feira) CRIMINOLOGIA FLABJR@gmail.com Sociologia jurídica (1º e 2º bimestre) 1º bimestre -Eugen Ebdich (fundamentos da sociologia do direito) - Teoria marxista do direito **O que é ideologia** **Relação existente entre infra e superestrutura** - Karl marx - Antônio Gramsci 2º bimestre - Niklas luhmann - Pluralismo jurídico - Movimento do direito alternativo Criminologia (3º e 4º bimestre) 3º bimestre - Etiologia individua - XVIII – escola clássica - XIX – positivista - Etiologia sócio estrutural -Anomia - 1960 – labeling approach -Criminologia crítica/radical - Livro A PALAVRA DOS MORTOS 4º bimestre - Teorias neo-punitivistas - Abolicionismo penal - Temas da criminologia contemporânea -Política de drogas - Violência contra mulher Baixado por augusto ferreira (joaolucasribeiro1705@gmail.com) lOMoARcPSD|41300821 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=materia-ano-todo - Sistema carcerário brasileiro - adolescentes em conflito com a lei - influencia da mídia - desarmamento DIA 04/03/16 (sexta-feira) CRIMINOLOGIA EUGEN EHRLICH (1862-1918) 1913 “Fundamentos da sociologia do direito” Influenciado pela “escola histórica do direito” SAUVIGNY: “o direito não deve ser criado para sociedade; deve ser encontrado na sociedade” Integrante das “escolas do direito livre” LEI + REALIDADE SOCIAL – EX: paul magnaud EGCLICH VS KELSEN SOCIEDADE “conjunto de organizações sociais inter-relacionadas” ORGANIZAÇÃO SOCIAL NORMA JURIDICA “determinação jurídica transformada em ação” PRESCRIÇÃO JURIDICA “redação de uma determinação jurídica em um codigo de lei” CONJUNTO DE NORMAS JURIDICAS FATOS DE DIEREITO HABITO POSSE 1913 DOMINAÇÃO VS SUBORDINAÇÃO DIREITO VS ESTADO DIREITO ESTATAL LEI: decorre do estado quanto à forma DIREITO ESTATAL: Decorre do estado quanto ao conteúdo, todo direito estatal deve estar previsto em lei. DIA 18/03/16 (sexta-feira) CRIMINOLOGIA KARL MARX (1818-1883) MATERIALISMO HISTORICO DIALÉTICA (HEGEL) + MATERIALISMO (FEVERBACH) - Alemão - 1442 foi redator em uma revista a qual fazia críticas ao estado - Foi expulso da Alemanha em 1842 FILMES: GERMINAL ou DAENS MATERIALISMO - Relações de produção - Condições naturais Baixado por augusto ferreira (joaolucasribeiro1705@gmail.com) lOMoARcPSD|41300821 - Técnica - Divisão do trabalho social (material coisas E imaterial líder com crítica à propriedade privada dos meios de produção haverá exploração de mais valia, haverá uma luta de classes e grupos sociais distintos) - Força de trabalho + meio de produção MODOS DE PRODUÇÃO (configuração de uma forma mais ampla da história) - modelo patriarcal/ patriarcalista - modelo escravagista - modelo feudalismo - modelo capitalismo IDEOLOGIA PARA MARX A FALSA REPRESENTAÇÃO DA REALIDADE DIA 04/03/16 (sexta-feira) CRIMINOLOGIA EUGEN EHRLICH (1862-1918) 1913 “Fundamentos da sociologia do direito” Influenciado pela “escola histórica do direito” SAUVIGNY: “o direito não deve ser criado para sociedade; deve ser encontrado na sociedade” Integrante das “escolas do direito livre” LEI + REALIDADE SOCIAL – EX: paul magnaud EGCLICH VS KELSEN SOCIEDADE “conjunto de organizações sociais inter-relacionadas” ORGANIZAÇÃO SOCIAL: “conjunto de pessoas que em seu relacionamento mutuo reconhecem algumas regras como determinantes para seu agir e, em geral, de fato, agem de acordo com elas. ” NORMA JURIDICA “determinação jurídica transformada em ação” (uma regra que é respeitada, que é cumprida, aqui em nenhum momento se menciona que ela tem de ser escrita, estar no codigo) PRESCRIÇÃO JURIDICA “redação de uma determinação jurídica em um codigo de lei” (aqui ela ter que ser escrita no codigo, etc., aqui em nenhum momento se menciona que ela é respeitada) CONJUNTO DE NORMAS JURIDICAS FATOS DE DIEREITO HABITO POSSE 1913 DOMINAÇÃO) são sempre personalíssimas, estão vinculadas as pessoas em si, impossíveis de serem desfeitas) VS SUBORDINAÇÃO (aqui elas são hierárquicas, ela pode ser desfeita) Baixado por augusto ferreira (joaolucasribeiro1705@gmail.com) lOMoARcPSD|41300821 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=materia-ano-todo DIREITO (conjunto de normas jurídicas) VS ESTADO (conjunto de pessoas que agem de acordo com as regras, etc. o estado é mais uma das organizações sociais que compõe nossa sociedade) DIREITO ESTATAL (conjunto de regras de natureza jurídica criada pelo estado, tem caráter organizativo, para gerenciar a si mesmo). LEI: decorre do estado quanto à forma DIREITO ESTATAL: Decorre do estado quanto ao conteúdo, todo direito estatal deve estar previsto em lei. MONOPOLIO DO PODER COECEITINO LEGITIMO: ANOTAÇÕES DO CADERNO DIA 11/03/16 EUGEN EHRLICH (contra positivismo) DIREITO ESTATAL Estado=direito? (Não, só quem produz direito é o estado, só é lei aquilo que está no ordenamento jurídico, o estanho tem o poder legislativo, o estado também vai julgar quem infringir a lei e também o executivo. Esse não é a base que vai contra o positivismo) Normas de decisão=direito estatal indireto (100% lei. O juiz não pode agir de ex officio. O caso vai para o juiz, que da sua sentença, se o juiz levar em conta integralmente a lei será uma norma de decisão, porque ele só repete a lei) Normas de intervenção=direito estatal direto (aqui o estado não precisa de provocação para agir, o juiz pode agir de ex officio, diretamente ligado a força que o estado atribui as instituições) DIREITO DOS JUIZES Jurisprudência é a pratica no dia a dia, ou pode ser jurisprudência teórica nos livros, manuais. O caso provoca o juiz que dá a sentença. Se ele levar em conta 100% a lei será NORMA DE DECISÃO, mas no direito dos juízes ele irá levar em conta a lei, mas também irá acrescentar ou modificar a mesma se acordo com seus ideais, costumes, cultura, no caso em que está julgando. DIREITO VIVO Ele não está na lei, mas sim na nossa vida. O direito vivo é aquele que, apesar de não fixado em prescrições jurídicas, domina a vida. As fontes para conhecê-lo são sobretudo os documentos modernos, mastambém a observação direta do dia a dia do comercio, dos costumes e usos, e também das próprias organizações sociais, tanto as legalmente reconhecidas quanto as ignoradas e até mesmo ilegais. Lei (prescrição jurídica) X direito vivo (norma jurídica, sanção mais frágil, ele é dinâmico, -Força do estado fluido, vivo, acompanha a sociedade) -Segurança Baixado por augusto ferreira (joaolucasribeiro1705@gmail.com) lOMoARcPSD|41300821 -Lento DIA 08/04/16 ANTONIO GRAMSCI 1911 Turim 1915 l’ ordine nuoro 1919/20 avanti! 1921 p.c.i 1922/24 urss 1926 cárcere CONCEITO AMPLIADO DE ESTADO: todo complexo de atividades práticas e teóricas com o qual as classes dominantes não somente matem e justifica seu domínio, mas procura conquistar o consentimento ativo daqueles sobre os quais exercer sua dominação. SOCIEDADE POLITICA (conceito estrito de estado K.Marx): composto por aparelhos repressivos de estado SOCIEDADE CIVIL: composta por aparelhos privados de hegemonia, (poder de convencimento) 1 direcionamento intelectual e 1 moral. BLOCO HISTORICO: é a relação dialética entre infra e superestrutura, com todos os elementos ali presente, em determinado período da história. POLITICA JURIDICA CONSCIENCIA ECONOMIA IDEOLOGIA: falsa representação da realidade REVOLUÇÃO PASSIVA: vou mudar para me manter no poder, é preciso mudar para que as coisas continuarem como estão. DIA 18/03/16 (sexta-feira) CRIMINOLOGIA KARL MARX (1818-1883) MATERIALISMO HISTORICO DIALÉTICA (HEGEL) + MATERIALISMO (FEVERBACH) - Alemão - 1442 foi redator em uma revista a qual fazia críticas ao estado - Foi expulso da Alemanha em 1842 Infraestrutura Superestrutura Baixado por augusto ferreira (joaolucasribeiro1705@gmail.com) lOMoARcPSD|41300821 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=materia-ano-todo FILMES: GERMINAL ou DAENS MATERIALISMO - Relações de produção - Condições naturais - Técnica - Divisão do trabalho social (material coisas E imaterial líder com crítica à propriedade privada dos meios de produção haverá exploração de mais valia, haverá uma luta de classes e grupos sociais distintos) - Força de trabalho + meio de produção MODOS DE PRODUÇÃO (configuração de uma forma mais ampla da história) - modelo patriarcal/ patriarcalista - modelo escravagista - modelo feudalismo - modelo capitalismo IDEOLOGIA PARA MARX A FALSA REPRESENTAÇÃO DA REALIDADE 01-04 SOCIOLOGIA Karl Marx (cont) “Na produção social da própria existência, os homens entram em relação necessárias, determinadas, independentes de sua vontade. Essas relações de produção correspondem a um grau determinado de desenvolvimento de suas forças produtivas materiais. *(começa aqui o conteúdo da aula de hoje) A totalidade dessas relações de produção constitui a estrutura econômica da sociedade, a base real sobre a qual se eleva uma superestrutura política e jurídica e a qual correspondem formas sociais determinadas de consciência. O modo de produção da vida material condiciona o processo da vida social, política e intelectual. Não é a consciência dos homens que determina seu ser; ao contrário, é seu ser que determina sua consciência.” -livro: contribuição crítica da economia política. (Parágrafo a cima é desse texto) Existem tipos de relações que nos homens não podemos escapar, por ex. nós existimos, essas relações são as relações de produção. Comunismo para Marx: ele propõe que o caminho para sair do capitalismo pra chegar ao comunismo deve ser feita pela via socialista. A base do capitalismo é a concorrência. DIA 15/04/16 (sexta-feira) CRIMINOLOGIA ANTONIO GRAMSCI Baixado por augusto ferreira (joaolucasribeiro1705@gmail.com) lOMoARcPSD|41300821 “O processo de transformação radical” mudar a sua raiz Processo sequencia ordenada de atos no tempo -Crise de hegemonia: Revolução passiva - Guerra de posição Guerra de movimento (é a estratégia para a tomada do poder e decorrente transformação radical no ambiente oriente, é uma guerra armada, porque quem está no poder é por meios de repressão. Vou tomar o governo a força, em um movimento apenas. E isso só funciona no oriente) X guerra de posição (não há em nenhum momento a guerra armada. Existe passos para isso: 1- “reconhecimento do território”, 2- hegemonia X contra hegemonia, 3- “tomada de consciência”, 4- “desenvolvimento”. “No oriente, o estado era todo e a sociedade civil era primitiva e gelatinosa. No ocidente, estre estado e sociedade civil havia uma relação imediatamente se perubia uma robusta da sociedade civil. O estado era apenas uma trincheira avançada, por trás da qual se erguia uma robusta cadeia de fortaleza e casamatas Sociedade política aparelhos de repressão Sociedade civil transformações aos poucos, escola, mídia, etc. - O papel dos intelectuais A classe material a qual o indivíduo pertence não determina o tipo de intelectual que ele é. Ser um intelectual orgânico da transformação não é uma questão volitiva (de vontade, de querer). DIA 13/05/16 (sexta-feira) SOCIOLOGIA TEORIA SISTEMICA --> NIKNS LUHMANN (1927-1998) TEORIA GERAL DOS SISTEMAS (nao é construcao do direito é epistemologica, que a principio pode ser aplicado a qualquer siste,a -epistemologia (conhecinemto) -"estrutural-funcionalismo" (capaz de conhecer qualquer objeto na sua totalidade,1- compreender a estrutura do objeto, como é comporsto, 2- compreender o funcionamento do objeto em diferentes contextos, tudo que for capaz de imaginar sobre o objeto fara parte ou da estrutura ou da sua funcionalidade) 4 TIPOS DE SISTEMA (tudo que se pode enxerar faz parte do vivo ou do não vivo, tudo que puder mencionar sobre os objetos serao estrutura ou funcionalidade) -vivos (quando estuda o corpo humano) -não vivos (quando estudo um computador, uma caneta) -psiquicos(quando se estuda a mente, ideia,etc.) Baixado por augusto ferreira (joaolucasribeiro1705@gmail.com) lOMoARcPSD|41300821 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=materia-ano-todo -sociais (premissas) (a sociedade é um conjunto de COMUNICAÇÕES, só existe uma sociedade porque existe comunicações, com as comunicacoes consigo estabelecer limitacoes/barreiras fisicas, a comunicacao pela sua propria essencia nao existe limites ou fronteiras, havera uma SOCIEDADE UNICA porque a comunicacao nao encontra fronteiras RELAÇAO SISTEMA X AMBIENTE discute sobre estrutura ou sobre funcionalidade, estara falando sobre sistema social (estrutura) ou sobre o ambiente (funcionalidade), nao existe uma terceira possibilidade, é um ou outro. estudaremos o sistema social que é comunicacao e faz parte de um sistema social, que nao ha fronteiras e portanto é universal, uma sociedade universal, a sociedade. tudo que nao for comunicacao faz parte do ambiente (vivo, nao vivo e psiquico) CRITERIODA DUPLA NEGACAO consigo identificar um ambiente pela negacao do sistema, afirma um pela exclusao do outro. COMPLEXIDADE (x) (tenho varias possibilidades, podia estar dormindo, nabiblioteca estudando, tomando cafe, mas estou em sala estudando, como nao posso estar em todos os lugares, entao eu descartei todas as outros para estar aqui, entao eu tinha varias possibilidades mas nao posso realiza-las ao mesmo tempo" "sempre existem mais possibilidades do que se pode realizar" CONTINGENCIA (g) (estamos sempre assumindo riscos, porque a minha escolha pode nao ser a melhor, talvez as que eu descartei podiam ser melhores, talvez, quando aumento a complexidade eu aumento a contingencia, mas se diminuir a complexidade diminui a contingencia. se tem 10 possibilidades descartei 9 possibilidades , essas 9 podia ser uma das melhores, foram 9 riscos de frustação, mas se tem 10.000 possibilidades eu descarto 9.999, eu tereii9.999 riscos de frustação. "as possibilidades apontadas para as demais experiencias podem ser diferentes do esperado" DEMAIS EXPLICACOES SOBRE COMPLEXIDADE E CONTINGENCIA (se o ambiente é complexo é abstrato tambem. os sistemas socias tem sempre uma unica funcaqo, so serve para reducao de contingencia e complexidade, para reduzir riscos ao diminuir possibilidades, atraves da construcao comunicativa o sistema vai diminuir a contingencia e assim complexidade do seu ambiente. as comunicacoes servem para guiar as escolhas, para diminuir os riscos e assim as frustracoes. por existir varis formas de comunicacoes exist complexidade e contingencia dentro do sistema social mundial, comecara a arruma-las porbinomios comunicaticos e surgira subsistemas sociais. SUBSISTEMAS SOCIAIS AUTOPOIÉTICOS DE 2 GRAU" !!!!explicado em desenho no caderno!!!! (o direito é um subsistema sociais autopoietico de 2 grau e é uma comunicacao, o que as comunicacoes do direito dizem o que é licito e ilícito que denominamos de normas juridicas) sao compostos por binomios comunicativos, tambem sao orientados pela ideia da dupla negacao, que tem a funcao de reducao de complexidade e contingencia - autopoiético (aquela capaz de se produzir, nao precisa de ninuem para criair, utilizase se suas proprias comunicacoes uma nova comunicacao.) Baixado por augusto ferreira (joaolucasribeiro1705@gmail.com) lOMoARcPSD|41300821 - autoreferentes: (referem-se a si mesmo) auto-observação (de olhar para si mesmo, dentr do sistema se ve comunicacao e fora se ve complexidade e contingencia) e auto-preservação (o proprio sistema vai preserva-lo e nao o ambiente, ele so em a finalidade de reduzir a complexidade e contngencia, so assim ele se preserva, porque se ela nao fizer isso, nao tem porque estar ali) - clausula operacional (fechamento operacional, quando o sistema for operacionalizar ele fara isso de forma fechada, um momento operaciona sistemco é um sistema operacional autopoietiuco, tem que ser fechado para que nao tenha modificacoes do ambiente) quanto mais aberto cognitivo, mais fechato operacionalmente. RESUMÃO: OBSERVO A SUA ESTRUTURA OU O SEU AMBIENTE, TUDO EU POSSO CLASSIFICAR EM ESTRUTURA /AMBIENTE. NA ESTRUTURA É COMUNICACAO TEM FINCALIDADE DE DIMINUIR A COMPLEXIDADE E CONTINGENCIA ATRAVES DA COMUNICACAO QUE ORGANIZO-AS EM BINOMIOS QUE SAO SUBSISTEMAS SOCIAIS AUTOPOIETICOS DE 2 GRAUS, DEVE CUMPRIR SEU DEVER OU NAO PRECISAVA EXISTIR, ELA ANALISA SUAS COMUNICACOES, OLHA PRA SI MESMO, VE UM PROBLEMA ELE VAI RESOLVER ATRAVES DE UMA NOA COMUNICACAO ELE MESMO DEVE REALIZAR ISSO SE NAO, NAO PRECISA EXISTIR. E NA ESTRUTURA É DIA 20/05/16 (sexta-feira) SOCIOLOGIA O DIREITO COMO SUBSISTEMA SOCIAL - QUAL FUNÇÃO? "reduzir a complexidade do ambiente, absorvendo a contingencia do comportamento social, ao garantir certa contingencia entre as exepctativas de como os individuos vao se comportar, e a ganeralização dessas expectativas, pela imunizaçao do perigo de decepcionar-se" -relação norma VS conduta CONTROLE DE VALIDADE " o direito retira sua validade desda auto-referencia pura, pela qual qualquer operação juridica para o resultadoo de operacoes juridicas significa isto que a validade não pode ser importada do exterior do sistema, mas apenas obtidas a partir do seu interior" ***ANOTAÇÕES*** AUTOPOIESE sao normas criando novas normas para se organizar, REGRAS PRIMARIAS (se referem a conduta, vao definir quais comportamentos sao licitos e ilicitos eu diminuo a complexidade e contingencia, ou seja, reduzo os riscos) e REGRAS SECUNDARIAS (se referem nao a conduta e sim a outras regras, na conduta das regras secundarias que consigo explicar a autopoiese. tem 3 tipos de regras secundarias: 1-regra secundarias de reconhecimento: regra/norma que se refere a outra regra que tem a possibilidade de reconhcer se a outra regra integra ou nao ao ordenamento juridico, controla se as outras comunicacões sao ou nao normas, aqui nao há autopoiese. 2- regra secundaria de alteração: tem possibilidade de criar, alterar ou extinguir outra regra; extinguir = revogar, que ate aquele momento a regra produziu efeitos juridicos a partir daqui em diante sera outra, nao é declarar inconstitucionalidade pq se diz que a regra nunca deveria ter existido porque ela é inconstitucional, aqui não há autopoiese; criar = quero criar uma lei, a lei mesmo me diz como fazer isso -> é autopoiese isso. 3- regra secundaria de adjudicação - de julgamento- comunicação entre sentenças, se cria Baixado por augusto ferreira (joaolucasribeiro1705@gmail.com) lOMoARcPSD|41300821 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=materia-ano-todo sentenças de acordo como a lei determina, exemplo no NCPC, regras que permitem por intermedio de um procedimento chegar em outra comunicação, o judiciario esta modando de forma gradativa/gradual e é eterna). CONTROLE DE VALIDADE COMUNICATIVA: o sistema observa o ambiente, ele se irrita se observa internamente ele cria uma nova comunicação sozinho, quem diz que se essa comunicacao é valida tambem é o proprio sistema. a validade nao pode ser importada do ambiente e sim de si mesmo. a regra secundaria sistema faz o controle de validade serve para as regras secundarias de alteração e de julgamento. as regras secundarias fazem um controle meramente procedimental, mas precisa tambem de um controle material/substancial, quando o sistema jdco esta para "nascer" ele estara grudado em outro sistema jdco, para funcionar ele precisa de regras secundarias que criam novas comunicações, apos isso se cria um nucleo duro intransponivel, a partir da ele se desliga do outro sistema (politico) e quando isso ele realmente "nasce" ai ele provoca, se irrita, e etc. quem faz o controle material o nucleo duro intransponivel material->clausulas pétreas artigo 60 paragrafo 4, se a lei vai contra as clausulas petreas ela sera inconstitucional. DIA 03/06/16 (sexta-feira) CRIMINOLOGIA MONISMO JURIDICO (etapas) - Surgimento, século XVII. XVII - Sistematização, réu francos até início XX - Apogeu, 1920/70 - Crise, 1930 em diante PLURALISMO JURIDICO - Conceito: - Pluralidade de fontes - Busca por efetividade - Atenção ao dinamismo social PLURALISMO JURIDICO DREMOCRATICO PARTICIPATIVO (A. C. Walkner) - Fundamentos na realização de “necessidades fundamentais” (Agnes Heller) -Existenciais - Materiais - Sócio politicas - Culturais - Difusas - Minorias Baixado por augusto ferreira (joaolucasribeiro1705@gmail.com) lOMoARcPSD|41300821 DIA 17/06/2016 (sexta-feira) SOCIOLOGIA MOVIMENTO DO DIREITO ALTERNATIVO (M.D.A.) surgimento/proposta: classificações: 1)são 3 planos: 1- instituido sonegado (trabalharei com aquele direito que ja foi posto pelo estado/poder legislativo, primeiro se ve o que ja tem para resolver um problema, pegar o que ja temos e não foi usado e começar a usar). 2- instituido relido (direito que ja foi posto pelo estado, ele ja é aplicado, mas não da melhor forma possivel ao caso concreto, irei dar uma outra interpetação a esse direito). 3- instituinte negado (ele não esta posto pelo estado, ele não esta entre as regras pelo estado, porem na pratica ele gera direitos mas não é reconhecido por parte do estado - pluralismo juridico, pasargada) 2) direito alternativo lato senso, se divide em 2 planos: 1- direito alternativo stricto senso (pluralismo juridico, outro direito alm daquele que já se tem, direito alternativo propriamente dito) e 2- uso alternativo do direito (aqui não é outro direito, é o direito do estado, o que irei fazer é usa-lo de outra forma, um uso alternativo) USO ALTERNATIVO DO DIREITO "é um procedimento tecnivo-interpretativo que busca tirar proveito das contradições e antinomias do proprio direito positivo estatal em favor das camadas estatais excluidas" DIREITO ALTERNATIVO EM SENTIDO ESTRITO "constitui-senum direito paralelo ou consciente do direito posto oficialmente pelo estado. Uma outra legalidade que não se ajusta ao direito convencional vigente, podendo ser vista como um "novo" direito no espaço de manifestações plurais comunitarias" DIA 05/08/16 (sexta-feira) SOCIOLOGIA CRIMINOLOGIA EPISTEMOLOGIA objeto -> crime, criminoso, vitimas, contrle social -> questão criminal -> prisão e surgimento (surgiu em torno de 300/400 anos) -> prisão- pena X prisão custodia (pena: resposta ao crime, existe a mais ou menos 3/4 seculos. Custodia: serve para garantir que o individuo cumpa a pena, nao é a pena em si mas uma garantia que ele ira cumprir) -> direito barbarico (germanico) (primeira idade média, nao tinha grandes civilizações, geralmente eram pequenos grupos com laços sanguineos, ou seja, familia, quando havia conflito nao era dentro dos grupos e sim entre os grupos, a forma mais usual para a resolucao era a composição) -> composição/ordalios (composição: um acordo horizontal entre as partes, as partes envolvidas que irao resolver o caso, evitar ao maximo a guerra, tem que tentar resolver, para na haver guerra caso nao chegasse a uma composição utilizava-se as ordalias que são metodos Baixado por augusto ferreira (joaolucasribeiro1705@gmail.com) lOMoARcPSD|41300821 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=materia-ano-todo de produção de verdade, utilizar de meios para provar que a pessoa fala a verdade, utilizava-se a religião que se estivesse falando a verdade Deus ajudaria e não teria o que temer, como jogar a pessoa no rio, se fosse culpada ela nadaria e se fosse inocente ela morreria, utiliza-se revelações divinas, se estivesse falando a verdade Deus o ajudaria) - relação horizontal (relação direta entre iguais X X) -> Sec XI/XIII - "sequestro do conflito". (a igreja começou a dizer o que começou a dizer quem era culpado ou não, deixou de utilizar os ordalios, comecou a usar os pecados para "julgar" quem estaria fazendo algo errado. no sequestro de conflito na pratica aquela conduta nao violou apenas vc mas tambem a outra pessoa, quando um crime acontece tenho no minimo 2 vitimas, agora o estado tambem esta no jogo, ele é hierarquicamente superior ele que ira produzir o resultado, e o interesse da vitima penal ira se deixar de lado, o sequestro do conflito seria o estado pegar o conflito e resolver de uma forma que resolva o seu problema e não o da vitima, por isso esse ''sequestro'' pois o estado pega para si o conflito e o resolve de uma forma a resolver o seu problema e não o da real vitima) IDADE MEDIA -> racionalidade religiosas (acredita-se que precisa primeiramente resolver o seu pecado com Deus e depois resolvendo-o com a pessoa a qual ofendeu) -> penas corporais e execução espetacularizada (o processo de julgamento era feito as "portas fechadas" mas a execução penal era feita a publico, como enforcamentos a praça publica, eram penas absolutamente violentas mostrando que coisas que iam contra Deus a pena era essa) SEC XVI/XVII (começou a humanizar as penas) -> mudanças sociais, economicas e de racioinalidade (começa a ver mudanças da racionalidade em razão da religiao, a partir de agora ao inves de matar as pessoas, se prendia as pessoas para trabalhar, assim comecou a mudar a sociedade consequentemente a economia, e as pessoas agora seguem a racionalidade da prdução e acumulação de bens, ou seja, o comeco o capitalismo -> XVI: Bridwell (U.K) -> XVII: Spinhuis/ Husphuis (anstuda) PENA PASSA "DO CORPO A ALMA" (Foucauth) (utiliza-se a prisão para a domesticação das pessoas, a ideia é de que quando mais a fabrica se parecer com um carcere e o carcere se parecer com a fabrica é melhor) DESMITIFICAÇÃO DO CARATER ''HUMANISTA'' -> as prisoes comecaram com carater humanista, porem hoje nao sao, as penas de hoje nao sao mais humanista que as de antigamente a qual ocorria desmembramento e enforcamentos, porque nas prisoes de hoje nao sao nem um pouco humanitarias. ....e hoje?... DIA 12/08/16 (sexta-feira) SOCIOLOGIA ETIOLOGIA INDIVIDUAL Baixado por augusto ferreira (joaolucasribeiro1705@gmail.com) lOMoARcPSD|41300821 -> escola classica -> escola positiva ESCOLA CLASSICA contexto - iluminismo - liberalismo (todos somos seres iguais e livres, podemos fazer o que quiser) - contratualismo (o estado é formado a partir do contrato social, decorre da liberdade que todos somos livres, assim abrimos mao de uma parte da nossa liberdade para que o estado possa garantir a minha liberdade atraves do contrato social, ele vai proteger meus proprios interesses, o estado é a criação dos homens para os proprios homens ) Cesare de Bonesana e Marques de Beccaria (1938-1794) -> 1764 "os delitos e das penas" (livro que fundamenta o direito penal moderno) -> poder punitivo ( X liberdade individual " Nullum crime nolla pena sine lege" Função da pena: "produção geral negativa" (surgiram 3 correntes: 1- teorias retributivas/absolutas: nao tem nenhuma função a não ser ela prorpia, ela se esgota em si mesmo, a pena é um castigo, pq irei penalizar a pessoa? para punir apenas, vou prender alguem pq ele infringiu a lei e deve ser punido. 2- preventiva/relativa: prevenção geral - finalidade preventiva da penal é direcionada a toda a sociedade, a toda uma coletividade(positiva e negativa) prevenção especial - finalidade preventiva da pena é direcionada apenas ao criminoso (positiva e negativa), visão do Beccaria é prevenção geral negativa: contramotivação, a pena deve ser forte o suficiente para que iniba a sociedade de fazer, se vc tem um motivo para roubar um banco eu te darei um motiva para nao fazer isso, a pena.3- ) Francisco Carrara (1805-1888) crime como "ente juridico" -> pena retributiva -> crime? -> criminoso? -> direito penal? ESCOLA POSITIVISTA (final do séc. XIX, inicio do séc. XX) contexto: - social - episteemolgica -> individuo X sociedade (defesa social) Baixado por augusto ferreira (joaolucasribeiro1705@gmail.com) lOMoARcPSD|41300821 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=materia-ano-todo -> racioalismo X empirismo (2 metodos) Cesare Lombroso (1835-1929) " o homem deliquente" (1876) Enrico Ferri (1856-1929) "sociologia criminal" (1891) Rafaelle Gasfalo (1851-1934) "criminologia" (1885) -> direito penal de fato X direito penal do autor ....e hoje?... DIA 19/08/16 (sexta-feira) SOCIOLOGIA FILME INDICADO: la zona (mexicano) ETIOLOGIA SOCIO-ESTRUTURAL - Escola de chicago (grupo de pensadores que estuda sobre todos os assuntos, aqui estudaremos especialmente os que estudam sobre a criminologia, a diferença de sociedade que aumeta-se os crimes, eles estao comecando a ser estudados, comecam a prestar atenção, todas as trasnformacoes da virada do seculo XIX pro XX, promoveu um enfraquecimento do controle social formal por isso que a criminalidade aumentou) - Teoria da anomia (durkheim e merton) - proxima aula - proxima aula ESCOLA DE CHICAGO (teor e ecologica) contexto - virada do seculo xix p/ XX - forte imigração (varias pessoas de varias etnias diferentes) - acelerada industrialização (aumento do trabalho) - crescimento desenfreado das cidades (aumento da industrialização e forte imigração) Enfraquecimento do controle social, infernal (desorganização urbana produz criminlidade) controle social informal: instituicoes que de outra maneira conseguem resolver os problemas que existem, exemplo a vinzinhança, escola,etc.. controle social forma: intituições do estado que utilzamos para resolver os problemas que poderiam ser resolvidos informalmente) - Ernst Burguess (1886-1966) - Robert Park (1864-1944) - teoria das zonas concentrica (a criminalidade é por causa nao dos individuos, mas sim onde eles moram, depende de onde eles moram que sera os crimes, eram 5 zonas, azona 1 era o Baixado por augusto ferreira (joaolucasribeiro1705@gmail.com) lOMoARcPSD|41300821 centro, e as zonas iam se criando conforme o afastamento do centro, a zona 2 eram de pessoas passageiras, aquelas pesspas que veem a busca de emprego, nessa zona se concentra nessa a maior parte dos crimes, aqui o controle deve ser formal, nas zonas 3, 4, 5 sao areas residenciais, na 3 mora o proetariado, na 4 e 5 as pessoas com mais dinheiro, assim nessas zonas ha menos criminalidade, aqui se funciona o controle informal, nessas zonas que comecam a ter escolas, igrejas) - se digo que o crime nao é produto do individuo e sim da desorganização, eu deverei utiizar intervencoes de politicas publicas para diminuir a criminalidade, eu necessito o resgate da organizacao informal, assim na devo penalizar o individuo, quando se utiliza controle formal nao esta se diminuindo a criminalidade. Cifras oculas/cifras negras nem toda crimeque acontece no mundo real se torna estatatistica, nem todos os crimes que acontecem na realidade sao registrados, nem sempre as pessoas vao fazer um B.O em relação ao crime acontecido, de 1% - 3% sao crimes requistrados e de 97% - 99% não são registrados. TEORIA DA ANOMIA - Emille Durkhein (1858-1917) crime não é patologia, normal (os fatos sociais sao o que da base a criminalidade, toda e qq estrutura social terao regras politicas, sociais, linguisticas, etc. não existe uma sociedade em que não haja crime, o crime é umn elemento inerente a sociedade, o crime é fato social, sendo fato social ele deve ter uma função. -> crime para Durkhein é a violação da consciencia coletiva, quando se viola a consciencia coletiva (quando se mata alguem por exemplo) nós sociedade gostariamos de uma repreensao desse indivudo, pois se fere uma sociedade quem feriiu deve ser repreendido, se fere a consciencia coletiva é direito repressivo e consciencia individual é direito repreensivo. A pena é uma forma de restaurar por meio de punicao os valores da consciencia coletiva. - anomia? quando a função do crime foge a normalidade, são os casos exepcionais - Robert Merton (1910-2003) -> a cultura define as metas para saber quem atingiiu as metas socialmente definidas, ha objetivos que a cultura impoe para alguem que queria ser bem sucedido, como economico, moral, tambem define os meios legitimos para alcançar esses meios com o trabalho, herança. porem a nossa estrutua economica não tem como fornecer a todos esse meios estrutura estrutural X estrutura economica Metas X Merton (ambos vão dizer que todas as 5 condutas estao presentes na sociedade e de todas para haver um estado de normalidade, de harmonia social, o conportamento de conformação deve ser o predominante na sociedade) 5 comportamentos da sociedade - conformação: aqueles que concordam com as metas e aderem aos meios legitimos - inovação: buscar outros meios alem dos legitimos pois nao tem como atinigir as metas pelos meios legais, quer atingir as metas mas vai uutilizar de outros meios. - ritualismo: aquele que vai aderir aos meios legais, mas ja sabe que ele não vai coseguir chegar nas metas/objetivos Baixado por augusto ferreira (joaolucasribeiro1705@gmail.com) lOMoARcPSD|41300821 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=materia-ano-todo - apantia: nao concorda com as metas e nao se vincula aos meios tidos como legitimos - rebeliao: +/- aqui nao se pode dizer que nao se tem metas, ele tem outras metas e muito claras muitas das vezes, por contrarias daquelas que a sociedade se diz corretsa, eles tem outras metas, diferentes da sociedade. DIA 26/08/16 (sexta-feira) SOCIOLOGIA ETIOLOGIA SOCIO ESTRUTURAL a) ultima aula b) ultima aula c) teoria das associações diferenciais d) teoria das subculturas criminais ASSOCIAÇÕES DIFERENCIAIS -> Edwia Sutherland (1883-1950) "white colar crimes" (crimes de colarinho branco - pessoas que não são de baixa renda, e que possui ate uma capacidade intelectual maior que os demais) teoria da imitação - Gabriel Tarde (todos os comportamentos que temos nao sa totalmente novos, eles sao umconjunto de repeticoes de imitacoes que realizamos ao longo de nossa vida. Tentarei explicar o comportamento por essa repetição na sociedade) " O comportamento delitus não é determinado geneticamente, nem produzido por problemas de personalidade, e nem pela pobreza. trata-se, sim, de um comportamento aprendido por meio do contato diferencial" -> "maior carga" para determinações criminais -> ao longo da vida vc tem contatos com varios grupos socias, seja onde for, e ao longo dessas relacoes vc tem contato com diferentes comportamentos, e comeca a perceber que vc atribui diferentes importancias a essas pessoas, tem familiares que tem um grau de importancia e intesidade de relacao maior do que pessoas que voce com pouca frequencia e tem pouca itensidade nessa relacao, pode ter 4 formas de relacoes ( 1- muita importncia e muita intensidade, 2- muita importancia e pouca intensidade, 3- pouca importancia e pouca intensidade ou 4- pouca importancia e muita intensidade), ou seja, todos os comportamentos sao aprendidos tanto para os bons e para os criminosos. -> associações diferenciais: o crime nao é inerente ao ser humano, ele é aprendido com as relacoes sociais que vc teve ao decorrer da sua vida, nao tem relacao com a pobreza, mas sim com o costume, ja era uma conduta reiterada e assim voce aprende. indpende de contexto economico, subjetividade anatomica ou intelectual. crime de colarinho azul: crimes do proletariado, faz alusao ao uniforme do trabalhador TEORIA DAS SUBCULTURAS CRIMINAIS -> Albert Cohen (1902-1984) - delinquente boys Baixado por augusto ferreira (joaolucasribeiro1705@gmail.com) lOMoARcPSD|41300821 - função entre anomia e associação diferencial (ele ira juntar a teoria da anomia com a da associacoes diferenciais) - foco na deliquencia juvenil (quem mais desvia das condutas esperadas, são os adolescentes, porque seus comportamentos nao tem como finalidade atingir a meta do homem branco, e muitas das vezes seus comportamentos não tem relevancia/utilidade para a classe dominante, assim se define novos padores -> definição de padroes (comecam entao a construir padros paralelos que sao possiveis que ser atingidos, porque o padrao de homem branco, cristao, protestante, heterossexual, que possa construir uma familia tradicional) -> não utilidade (muitas das condutas realizadas pelos novos padroes nao tem utilidade para a classe dominante, porem dentro do grupo dos novos padroes tinham alguma finalidade), malicia (tinham malicia e dentro dos novos padroes tinham um certo respeito, porque ela so faz sentido dentro do novo grupo) e negativa (ela é um sinal negativo/contraria aos padroes de comportamento socialmente aceito) CONCLUSÕES ETIOLOGICAS SOCIO ESTRUTURAL - desvio/crimes e normalidade - respostas a criminalidade e politicas publicas (não pena) - reconhecimentos do pluralidade axiologicas - desvaloração das explicações biopsicologias DIA 02/09/16 (sexta-feira) SOCIOLOGIA Reação social individual OU Atribuída individual OU Labeling approach ETNOMETODOLOGIA (A. Schutz) - Realidade é incognoscível (não temos como compreender a realidade como ela realmente é. Toda realidade é uma construção social) - Construtivismo social INTERACIONALISMO SIMBOLICO (G. Mead, E Goffman e H. Becker) - Interações intersubjetivas - Medidas pôs símbolos - Subjetivamente re significados “O desvio e a criminalidade não é uma qualidade intrínseca da consulta a uma entidade ontológica pre-construida a reação (ou controle) social, mas uma qualidade (etiqueta) atribuída a determinados sujeitos através de complexos processos de interação social, isto é, processos formais informais de definição e seleção” Criminalização primaria – legislativo/estado (abstrata, condutas) Baixado por augusto ferreira (joaolucasribeiro1705@gmail.com)lOMoARcPSD|41300821 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=materia-ano-todo Criminalização secundaria – sujeitos/pessoas (policia, MP, vai ser julgado no judiciário e se for condenado vai cumprir uma pena no sistema carcerário) DIA 14/10/16 (sexta-feira) SOCIOLOGIA TEORIAS NEO-POSITIVAS - Movimento “Ler e Ordem”/ tolerância zero - D.P. do inimigo MOVIMENTO “LER E ORDEM”/TOLERANCIA ZERO Teoria das janelas quebradas (surge a partir de dois autores, esse artigo a princípio de criminologia, ele usa como experimento a psicologia comportamental de grupo. O desenvolvimento da criminalidade está na desordem ou na incivilidade, ou seja, quando o estado estiver ausente, gerará a criminalidade. Preciso concentrar meu poder punitivo nos pequenos delitos como prevenção de todas as continuidades que esses pequenos delitos poderão gerar, assim sendo, prevenindo maiores delitos.) - 1982- Wilson e Helling - Desordem/ incivilidade levam a criminalidade - NY: 1993 – 1996, redução 36% da criminalidade - São Diego: 1993 – 1996, redução 28% da criminalidade - EUA: 1989 – 1995, aumento de 124% - Dinamarca: 1989 -1995, aumento de 7% EUA: - Redução de 25% pop. Muaclina - 25% pop. Cacc muacua EUA: - 1981, 369.000 - 1991, 824.000 - 2007, 2.319.000 - 2014, 2.400.000 * 5.300.000 (jurisis) BRASIL: - 1885, 39.600 - 1990, 90.000 - 2007, 422.500 Baixado por augusto ferreira (joaolucasribeiro1705@gmail.com) lOMoARcPSD|41300821 - 2013, 570.000 - 2014, 622.000 DIREITO PENAL DO INIMIGO Anos 80/90/2003 – Gunter Jakobs - Direito penal do - direito penal do Cidadão inimigo - Culpabilidade - periculosidade - Pena - medida de segurança - Direito de - no sujeito de Garantias direito *QUEM É O INIMIGO? * DIA 21/10/16 (sexta-feira) SOCIOLOGIA TEORIAS CRÍTICAS Premissas - Perda de legitimidade do sistema penal - Combate a violência com mais violência? Abolicionismo penal: - Direito penal mínimo (não dá para continuar como está, precisa se reduzir o âmbito do direito penal que é violento, vamos retirar do sistema aqueles que não faz sentido) - Direito penal mínimo como meio (baratta/zafaroni) (não tem como acabar com o direito penal de imediato, irei diminuir o direito penal, cria-se esferas alternativas para cuidar da sociedade. Propõe que o direito penal mínimo seja um meio para acabar com o direito penal, acabar com o direito penal a longo prazo. AQUI QUER ACABAR COM O DIREITO PENAL, porque o direito penal é um problema em si.) - Direito penal mínimo como fim (“garantismo penal” – Luigi ferrajoli) (aqui o direito penal mínimo não poderá ser descartado, aqui o objetivo é ter o direito penal, não acabar com ele, acredita em re-legitimação do sistema. AQUI QUER CONTINUAR COM O DIREITO PENAL, mas diferente, que seja uma solução a conflitos sociais) (GARANTISMO PENAL Abolicionismo penal Contexto Principais nomes: Baixado por augusto ferreira (joaolucasribeiro1705@gmail.com) lOMoARcPSD|41300821 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=materia-ano-todo - Louk hulsman - Nils christie - Thomas mathiesen LOUK HULSMAN – 1981 “PENAS PERDIDAS” Virada linguística – “situações problema” (se troca a palavra crime por situação problemática para a pessoa, pois quando se fala em crime as pessoas imaginam um bandido que precisa ser punido/condenado a anos de prisão, quando se troca pela expressão “situações problemáticas” se analisa por outro viés, porque problemas se resolvem e não com penas) - Resgate de expectativa da vítima (se busca soluções pensando em resolver o problema da vítima, porque prender quem me roubou não irá resolver meu problema, eu quero o que me roubaram, então aqui se preocupa novamente com a vítima) - Respeito à dignidade das partes envolvidas (não pode diminuir a humanidade daqueles que estão envolvidos no problema “Meios” propostos por HULSMAN para resolver “situações problema” - Compensação: 90% dos crimes são patrimoniais, assim, eles devem ser compensados em $$, se é roubado um celular o que faz mais sentido é compensar essa vitima o valor do celular ao invés de prender por anos quem roubou esse celular. - Conciliação: uma tentativa de fazer uma mediação entre as partes. Resolver o problema entre o autor e réu. - Meios terapêuticos: terapia com a vitima - “Pena revisitada”: pena de banimento, irei banir quem realizou o “crime” - “Educação” – Abolir a punição em nós mesmos! DIA 28/10/16 (sexta-feira) SOCIOLOGIA POLÍTICA CRIMINAL DE DROGAS Relação homem X drogas (o homem utiliza as drogas desde seu início, como antes para fins de recreação ou até cura) Século XX – criminalização consequências?! TRATADOS INTERNACIONAIS - 1961 - 1971 - 1989 “Guerra às drogas” ESTERIÓTIPOS/SELETVIDADE Traficante Baixado por augusto ferreira (joaolucasribeiro1705@gmail.com) lOMoARcPSD|41300821 X Usuário NOVAS TENDENCIAS Redução de danos Descriminalização/ legalização ARTIGO 28 -> BEM JURIDICO?? DIA 04/11/16 (sexta-feira) SOCIOLOGIA CRIMINOLOGIA E GÊNERO O FEMININO NO SABER PENAL – secular aproximação com a fragilidade => reflexos ainda hoje. Durante um grande período da nossa história a mulher não foi vista como sujeito de direito. Vida pública (homem) vida privada (mulher). Mulher demorou ser reconhecida como vítima de crime. Ideia da mulher como ser inferior/criança/sem condições de ter vida civil, reservada ao ambiente da casa. Ideia de mulher mais emotiva x homem mais racional = afetividade/cuidar dos filhos x cuidar da economia/finanças da casa. Sec. XIX – escola positivista => mulher começa a ser vista como sujeito de direito, um pouco distinto nos saberes criminais. Percebem que, mesmo em menor número, as mulheres tb podem ser criminosas. Desvio => erotização e masculinização => traços biofisiológicos dos presos, mulheres criminosas => mulheres que se tornam erotizadas demais (prostitutas estavam presas – mulher pobre, vida sofrida, prostituição como última alternativa => mulher percebe o “poder” sobre os homens e elas se “aproveitam” disso para tirar dinheiro e cometer crimes) Outro fator é a masculinização das mulheres [adquirir características masculinas] => lesbianismo e, mais importante, são independentes [mulher não pudorada, não submissa]. Lembrar que no sec 19, no meio da revolução industrial, ficavam viuvas e passam a ter que cuidar sozinhas dos filhos, passando, muitas vezes, a trabalhar fora. Esses estereótipos continuam até hoje. VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER Violência? O que é violência? => objetificação do corpo feminino é um tipo de violência [mulher samambaia, dançarinas do faustão]. TIPOS DE VIOLÊNCIA CF LEI MARIA DA PENHA [entre outras] FISICA SEXUAL 3 4 MORAL OMS – 2005 => 25% a 50% => pesquisa feita no brasil, tentar identificar se a entrevistada havia sido vítima de violência no brasil. Na melhor das situações 1 a cada 4, nos ultimos 2 anos, havia sido vitima de uma dessas violências. Na pior, 1 a cada 2. Baixado por augusto ferreira (joaolucasribeiro1705@gmail.com) lOMoARcPSD|41300821 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=materia-ano-todo Em ambito domestico ou familiar. Muitas nem haviam percebido a violência [em briga de marido e mulher...]. A ideia é dar uma maior visibilidade para fazer frente a essas práticas e supera-las. A maior parte das violências é feita em espaço privado. Começa a emergir a partir da decada de 70/80 devido ao movimento feminista que reivindica essa maior visibilidade. No brasil, as primeiras medidas são na decada de 80. 1980 – SOS MULHER – SP => apoio imediato a mulheres vitimas de violencia [abrigo, proteção, trabalho] 1985 – DELEGACIA DA MULHER – SP 1994 – CONVENÇÃO DE BELÉM DO PARÁ – OEA 1995 – CONFERÊNCIA DE BEIJING – ONU Lei 9099/95 => SISTEMA NORMATIVO => juizado especial-> chance de conciliação, chance da vítima ser ouvida. PROBLEMAS => violência contra mulher é violação de direitos humanos. LEI 11340/06 – LEI MARIA DA PENHA => art. 6 -> violência doméstica é violação de dtos humanos. LMP não foi criação do nosso legislador, ms por pressão internacional [corte interamericana de dh]. Lei bastante complexa. Não é lei penal, é um sistema normativo autônomo, com princípios próprios [tem parte penal, civil e adm]. Os dispositivos penais são bem complicados, tem penas pesadas, separação dos filhos, é um dto penal BEM REPRESSIVO. ESQUERDA PUNITIVA => maria lucia karam => historicamente, a esquerda sempre foi contra o dp, descriminalizar as drogas e criminalizar o aborto. Decada de 80 [europa] e 90 [brasil] as bandeiras esquerdistas ganham espaço no discurso político. São protegidas e realizadas pelo DP [ex: proteger meio ambiente – crimes ambientais; violencia contra a mulher – penas mais pesadas; combate homofobia – criminaliza a homofobia]. Os valores que a esquerda sempre defendia passam a ser protegidos pelo dp. NÃO FUNCIONOU! Em vez de medidas protetivas e empoderamento da mulher, jdciario prende, aumenta a pena, e inviabiliza a discussão [maria da penha resolve pq prende => NÃO!]. Fazendo a msm pesquisa de 2005 teve o msm resultado. A LMP é um resposta simbólica, acalmou os ânimos, mas não resolve! LMP veda lei 9099/95 => o grosso não é super violento, o grosso é de crimes de ameaça, lesão corporal leve. Se eu não aplico essa lei eu não tenho mais a figura da conciliação entre as partes, não tem mais viabilização do diálogo entre as partes [que se conhecem, tem interesses em comum, muitas vezes afeto, pq a 90% da violência é entre amigos/familiares]. LMP => retratação, no caso de ameaça, p ex., precisa de audiência formal perante o juiz e tb será ouvido o MP nessa audiência => pra confirmar se a mulher se retrata pq qr ou pq está sendo coagida, ameaçada a fazer isso. Se MP entender que tem que continuar, ele vai continuar a ação penal. PROBLEMA => msm a mulher dizendo que não quer mais o processo, o juiz/mp sabe mais que ela e vai continuar o processo msm que vc não queira. A lei então está pautada na exceção, violando a liberdade da mulher. Lesão corporal seja leve, seja grave, MP toca incondicionamente, sem negociação, sem aplicar 9099/95. Em caso de lesão corporal culposa em ambiente familiar tb aplica LMP. Absurdo, pq crime culposo não pode ser motivado por questão de gênero [culposo não tem motivação alguma]. Exemplo forte da atuação da esquerda punitiva. Baixado por augusto ferreira (joaolucasribeiro1705@gmail.com) lOMoARcPSD|41300821 BOLSA FAMÍLIA => quem recebe o dinheiro é a mulher. Tradicionalmente, a mulher depende de tudo do marido, qdo é ela que recebe ela passa a ter uma grande independência financeira perante o marido. Reduziu drasticamente a violência grave contra a mulher. Curiosamente, não foi a LMP, ms o BF. LMP => marido/mulher; pai/filha; irmão/irmã; patrão/empregada que dorme na casa [relação doméstica familiar]; LMP é lei que protege contra violência de gênero que, historicamente, foi colocado em um grupo vulnerável com espaço secundário. Hoje, até mãe que agride a filha pode ser aplicada LMP. Casal homoafetivo -> se for 2 mulheres. Transgênero -> duas posições doutrinárias: Dp não assiste interpretação analógica/extensiva. Se é contra a mulher, é contra a mulher. Problema: o que é mulher? 1. Critério biofisiológico => transgênero não pode ser vítima 2. Critério que define a sexualidade é diferente do critério que define o gênero => critério biopsicológico [nascer no corpo errado, sexo masculino ms psicologicamente é do gênero feminino] => como é violência contra o gênero, cabe trans como vítima. i. Já tem jurisprudência nessa área. Baixado por augusto ferreira (joaolucasribeiro1705@gmail.com) lOMoARcPSD|41300821 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=materia-ano-todo