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Fábio El Ajouri CONDOMINIO EDÍFICIO RENAISSANCE -R/0 
Engenheiro civil / Perito Judicial 
 
 
apta.laudos@gmail.com (41) 99692-0125 |APTA Engenharia & Gerenciamento 
DESCOBERTA
Condomínio Edífício Renaissance 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 LAUDO TÉCNICO 
 
INFILTRAÇÕES 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3 Fábio El Ajouri CONDOMINIO EDÍFICIO RENAISSANCE- R/0 
Engenheiro civil / Perito Judicial 
apta.laudos@gmail.com (41) 99692-0125 |APTA Engenharia & Gerenciamento 
 Sumário 
 
1 DADOS DO CONTRATANTE ............................................................... 4 
2 DADOS DO CONTRATADO ................................................................. 4 
3 DADOS DOS USUÁRIOS .................................................................... 4 
4 DADOS DA EDIFICAÇÃO ................................................................... 4 
4.1 LOCALIZAÇÃO GERAL DA EDIFICAÇÃO ............................................. 5 
4.2 FACHADA PRINCIPAL DA EDIFICAÇÃO ............................................. 5 
5 LAUDO TÉCNICO .............................................................................. 6 
5.1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS .............................................................. 6 
5.2 OBJETIVO ........................................................................................ 6 
5.3 METOLOGIA E LIMITAÇÕES .............................................................. 7 
5.4 LIMITAÇÕES DO ESCOPO ................................................................. 7 
5.5 CONFRONTANTES DO IMÓVEL-OBJETO DO ESTUDO ......................... 7 
5.6 SINTOMATOLOGIA...........................................................................7 
5.7 EMBASAMENTO LEGAL......................................................................8 
5.7.1 MANUAL de PROJETO HIDROSSANITÁRIO (SANEPAR)......................8 
5.7.2 NBR 8160 (ABNT).............................................................................8 
5.8 VISTORIA TÉCNICA.........................................................................11 
5.9 CONCEITOS TÉCNICOS....................................................................12 
6 DESCRIÇÃO DA EDIFICAÇÃO ......................................................... .15 
6.1 ÁREAS DA GARAGEM ...................................................................... 15 
6.2 ÁREAS DO JARDIM NO TERRENO DOS FUNDOS DO CONDOMINIO............21 
6.3 ÁREAS DO JARDIM NO TERRENO FRONTAL DO CONDOMINIO ................ 24 
7 RECOMENDAÇÕES TÉCNICAS ......................................................... 25 
8 CONCLUSÃO ................................................................................... 26 
9 RELATÓRIO DE ENSAIO..................................................................27 
10 ANEXOS .........................................................................................32 
11 ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA ............................... 36 
 
 
4 Fábio El Ajouri CONDOMINIO EDÍFICIO RENAISSANCE- R/0 
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1 DADOS DO CONTRATANTE 
 
RAZÃO SOCIAL CONDOMÍNIO EDÍFICIO RENAISSANCE 
CNPJ 01.053.821/0001-59 
CNAE (Principal) 5223/1-00 
2 DADOS DO CONTRATADO 
 
EMPRESA FABIO DRGAM EL AJOURI 
CNPJ 17.858.197/0001-05 
RESPONSÁVEL TÉCNICO FÁBIO D. EL AJOURI 
FORMAÇÃO ENG. CIVIL / ESP.GESTÃO PROJETOS/ESP 
PATOLOGIAS,PERICIAS, ENGº DIAGNÓSTICA EM OBRAS 
CREA PR-78795/D 
ART 1720250273130 
3 DADOS DOS USUÁRIOS 
 
 
CONDOMÍNIO CONDOMÍNIO EDÍFICIO RENAISSANCE-SÍNDICA CAROLINE 
CNPJ 01.053.821/0001-59 
 
4 DADOS DA EDIFICAÇÃO 
 
TIPO EDIFICAÇÃO EDIFÍCIO RESIDENCIAL 
ENDEREÇO RUA VINTE E UM DE ABRIL,N°557 – ALTO DA GLÓRIA 
MUNICÍPIO / ESTADO CURITIBA/PR 
CEP 80060-265 
COORDENADAS -25.435404, -49.263915 
ANO DE CONSTRUÇÃO 1991 
INDICAÇÃO FISCAL 32.092.007.006-0 
 
 
 
 
https://servicos.crea-pr.org.br/restrito/art/obra-servico?artId=11460649
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4.1 LOCALIZAÇÃO GERAL DA EDIFICAÇÃO 
A edificação, fundamento do presente trabalho, encontra-se localizada à Rua Vinte e Um de Abril, 
n° 557, bairro Alto da Glória, município de Curitiba, estado do Paraná, CEP 80060-265. 
 
Imagem 1 – Mapa de localização geral da edificação (Fonte: Google Maps) 
 
 
4.2 FACHADA PRINCIPAL DA EDIFICAÇÃO 
 
 
Imagem 2 – Fachada principal da edificação (Fonte: Google Maps) 
 
 
 
 
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5 LAUDO TÉCNICO 
 
5.1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS 
 
Este trabalho encontra-se pautado com todas as observâncias das leis municipais, estaduais, 
federais e normas brasileiras. 
Seguindo o Código de Ética profissional, o signatário deste trabalho declara-se totalmente à vontade 
para elaborar este laudo técnico com total imparcialidade e impessoalidade, livre de qualquer interesse no 
objeto em discussão. 
Neste trabalho, reputaram-se como verdadeiros, confiáveis e com resguardo de boa-fé, todos os 
documentos apresentados e as informações prestadas pelo contratante. 
Todos os direitos deste trabalho encontram-se reservados, restando proibida a reprodução total ou 
parcial dos textos, fotos e ilustrações, por qualquer meio, sem prévia autorização do subscritor deste 
trabalho. Ademais, o presente trabalho pode ser utilizado, tão somente, para o fim que foi contratado, 
conforme contrato firmado entre as partes, e o uso indevido do presente trabalho por terceiros não é de 
responsabilidade deste engenheiro e/ou da APTA Engenharia & Gereciamento. 
 
5.2 OBJETIVO 
 
O presente trabalho tem o objetivo de registrar e avaliar tecnicamente a possível origem, vícios 
construtivos, como infiltrações e anomalias estruturais na garagem, seus sistemas e subsistemas, de forma 
a permitir um acompanhamento sistêmico do comportamento em seu uso ao longo da vida útil, para que 
sejam mantidas as condições mínimas necessárias à segurança, habitabilidade e durabilidade da edificação. 
Conforme escopo da proposta: 
1. Análise ”in locu” nas áreas para constatação: 
 1.1 fundos do Condomínio com os confrontantes Estádio e casa de madeira onde esta vindo o contínuo fluxo de água; 
 1.2 lateral de divisa confrontante lado esquerdo verificar pontos de infiltração; 
 1.3 pontos com problemas na impermeabilização (ralos, rejuntes, argamassa)área descoberta acima das garagens; 
 1.4 Central de GLP ponto de tubulação com falta de vedação; 
 1.5 infiltrações em alguns pontos da garagem, parede e laje verificação; 
 1.6 área de drenagem na frente do condomínio, jardim; 
 
Desta maneira será citado, constatações evidenciadas em vistoria das áreas supracitadas do 
Condomínio Edíficio Renaissance, a fim de analisar os aspectos construtivos e de segurança da edificação, 
apontando então todas as irregularidades encontradas nas áreas do escopo contratado, infiltrações nos 
fundos do terreno com o confrontante escritório de advocacia, lateral do muro do lado esquerdo para o 
confrontante Estádio, infiltrações na garagem advindas da área descoberta do próprio condomínio, área 
lateral do lado direito confrontante casa comercial, área frontal de jardim em frente ao condomínio. 
 
O presente trabalhotem o objetivo de registrar e avaliar tecnicamente a possível origem e qualidade 
da água que está infiltrando no solo junto às contenções laterais na divisa do lote. 
 
 
 
 
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5.3 METOLOGIA E LIMITAÇÕES 
 
Este trabalho encontra-se embasado em sintonia com as normas técnicas, bibliografia especializada 
e visita técnica ao local. As propostas, bem como o diagnóstico técnico estão contempladas na conclusão 
deste documento. 
A Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) é referente apenas ao conteúdo deste laudo técnico, 
não podendo ser utilizado para outros fins. 
O presente laudo técnico não contempla a execução de desmontes, reparos, construção, 
metodologias destrutivas, bem como nenhum serviço de execução civil, hidráulico e elétrico. 
 
5.4 LIMITAÇÕES DO ESCOPO 
 
O escopo deste parecer técnico está delimitado em realizar um levantamento das manifestações 
patológicas e anomalias, existentes na área da garagem única, fundos do terreno na área de jardim toda, e 
frente do terreno área toda de jardim, área descoberta de circulação de pessoas, acima da garagem, 
provável diagnóstico e sugestão de execução (prognóstico),recomendações técnicas em geral. Não estão 
inclusas anomalias existentes nos seguintes locais: 
Área comum das Torres do Condomínio Residencial, nas unidades autônomas, fachadas, pois estas 
não fazem parte do escopo de trabalho contratado. 
 
5.5 CONFRONTANTES DO IMÓVEL-OBJETO DO ESTUDO 
 
✓ Fundos, Casa Comercial com escritório de advocacia; 
✓ Lateral esquerda, de frente para a rua 21 de Abril , casa comercial escritório; 
✓ Lateral direita, de frente para a rua 21 de Abril, estádio de futebol. 
5.6 SINTOMATOLOGIA 
 
No momento da vistoria foram evidenciadas as seguintes irregularidades: 
-Durante nossa inspeção técnica pudemos diagnosticar na edificação: 
• Infiltração no fundo da garagem, advindo da área de jardim dos fundos do terreno; 
• Infiltração lateral do lado esquerdo da garagem de quem olha da rua; 
• Infiltração lateral do lado direito da garagem de quem olha da rua; 
• Infiltração em alguns pontos no teto/laje da garagem, piso de transito área descoberta 
acima das garagens. 
 
Área fundos terreno/jardim -Durante nossa inspeção técnica pudemos diagnosticar na edificação: 
• Percolação de água ou outro liquído de aparência viscosa de forma contínua localizada no 
muro dos fundos em toda extensão com o confrontante Casa/Escritório de advocacia; 
• Percolação de água ou outro liquído, na lateral do muro para o confrontante Estádio; 
 -Durante nossa inspeção técnica pudemos diagnosticar na edificação: 
• Percolação de água pluvial, neste jardim e adentrando na frente da garagem; 
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5.7 EMBASAMENTO LEGAL 
 
O presente Parecer Técnico de Engenharia será apresentado de acordo com as diretrizes de leis 
municipais, boas práticas construtivas e normas brasileiras. A principal norma utilizada neste parecer será a 
ABNT NBR 13752/1997 (número da norma/ano de vigência) – Perícias de engenharia na construção civil. 
ABNT NBR 15575/2021 (número da norma/ano de vigência) – Desempenho nas Edificações. 
A Lei nº 11.095, de 21 de julho de 2004, dispõe sobre as normas que regulam a aprovação de 
projetos, o licenciamento de obras e atividades, a execução, manutenção e conservação de obras no 
município de Curitiba, independente das normas estaduais e federais aplicáveis. 
Este trabalho encontra-se pautado com todas as observâncias do Manual de Projeto Hidrossanitário 
– SANEPAR, da ABNT NBR 8160/1999 – Sistemas prediais de esgoto sanitário – Projeto e execução, bem 
como da Portaria GM/MS n° 888 de 04 de maio de 2021, a qual dispõe sobre os procedimentos de controle e 
de vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade. 
Para realização deste parecer foram realizadas Vistorias Técnicas pelo profissional da APTA 
Engenharia e Gerenciamento nas áreas comuns, garagem, jardim, muros, áreas descobertas, drenagem e 
escoamento na rua Ubaldino do Amaral, Estádio Couto Pereira, na rua Floriano Essenfelder, rua 21 de 
Abril, nos dias 08/09/14 do mês de Janeiro, do ano de 2025. 
As vistorias técnicas foram realizadas de forma visual e fotográfica com o auxílio dos ensaios não 
destrutíveis de umidade, percussão. Para tanto, não foram utilizados ensaios destrutíveis. 
 
5.7.1 MANUAL de PROJETO HIDROSSANITÁRIO (SANEPAR) 
 
O item 5.1.6 cita as exigências a serem consideradas na ligação predial de esgoto e demais 
parâmetros abaixo: 
• É de responsabilidade do cliente as obras e instalações de dispositivos necessárias ao esgotamento das 
edificações, cujos pontos de coleta estejam situados abaixo do nível da rede, conforme estabelece o 
Regulamento dos Serviços Básicos de Saneamento do Paraná – Resolução 003/2020 
• Os efluentes de aparelhos sanitários e de dispositivos instalados em nível inferior ao do logradouro 
devem ser descarregados em uma ou mais caixas de inspeção, as quais devem ser ligadas a uma caixa 
coletora, disposta de modo a receber o esgoto por gravidade 
 
5.7.2 NBR 8160 (ABNT) 
 
O item 4.1.1 define que o sistema de esgoto sanitário tem por funções básicas coletar e conduzir os 
despejos provenientes do uso adequado dos aparelhos sanitários a um destino apropriado. Por uso 
adequado dos aparelhos sanitários pressupõe-se a sua não utilização como destino para resíduos outros que 
não o esgoto. 
O item 4.1.3 define que o sistema predial de esgoto sanitário deve ser projetado de modo a: 
• evitar a contaminação da água, de forma a garantir a sua qualidade de consumo, tanto no interior dos 
sistemas de suprimento e de equipamentos sanitários, como nos ambientes receptores; 
• permitir o rápido escoamento da água utilizada e dos despejos introduzidos, evitando a ocorrência de 
vazamentos e a formação de depósitos no interior das tubulações; 
• impedir que os gases provenientes do interior do sistema predial de esgoto sanitário atinjam áreas de 
utilização; 
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• impossibilitar o acesso de corpos estranhos ao interior do sistema; 
• permitir que os seus componentes sejam facilmente inspecionáveis; 
• impossibilitar o acesso de esgoto ao subsistema de ventilação; 
• permitir a fixação dos aparelhos sanitários somente por dispositivos que facilitem a sua remoção para 
eventuais manutenções. 
O item 4.1.3.1 define que o sistema predial de esgoto sanitário deve ser separador absoluto em 
relação ao sistema predial de águas pluviais, ou seja, não deve existir nenhuma ligação entre os dois sistemas. 
O item 4.1.4 define que a disposição final do efluente do coletor predial de um sistema de esgoto 
sanitário deve ser feita: 
• em rede pública de coleta de esgoto sanitário, quando ela existir; 
• em sistema particular de tratamento, quando não houver rede pública de coleta de esgoto sanitário. 
O item 4.1.7 define que todos os materiais e componentes utilizados nos sistemas prediais de esgoto 
sanitário devem atender ser especificados em função do tipo de esgoto a ser conduzido, da sua temperatura, 
dos efeitos químicos e físicos e dos esforços ou solicitações mecânicas a que possam ser submetidas as 
instalações. Não podem ser utilizados nos sistemas prediais de esgoto sanitário, materiais ou componentes 
não constantesna normalização brasileira. 
O item 4.2.6.2 define que o interior das tubulações, embutidas ou não, deve ser acessível por 
intermédio de dispositivos de inspeção (caixa de inspeção). Para garantir a acessibilidade aos elementos do 
sistema, devem ser respeitadas no mínimo as seguintes condições: 
• a distância entre dois dispositivos de inspeção não deve ser superior a 25,00 m; 
• a distância entre a ligação do coletor predial com o público e o dispositivo de inspeção mais próximo 
não deve ser superior a 15,00 m; 
• os comprimentos dos trechos dos ramais de descarga e de esgoto de bacias sanitárias, caixas de 
gordura e caixas sifonadas, medidos entre os mesmos e os dispositivos de inspeção, não devem ser 
superiores a 10,00 m. 
Os desvios, as mudanças de declividade e a junção de tubulações enterradas devem ser feitos 
mediante o emprego de caixas de inspeção ou poços de visita. Em prédios com mais de dois pavimentos, as 
caixas de inspeção não devem ser instaladas a menos de 2,00 m de distância dos tubos de queda que 
contribuem para elas. Não devem ser colocadas caixas de inspeção ou poços de visita em ambientes 
pertencentes a uma unidade autônoma, quando os mesmos recebem a contribuição de despejos de outras 
unidades autônomas. As caixas de inspeção podem ser usadas para receber efluentes fecais. As caixas de 
passagem devem ser dimensionadas de acordo com 5.1.5.2. 
As caixas de inspeção e os poços de visita devem ser dimensionados de acordo com 5.1.5.3. Os 
dispositivos de inspeção devem ser instalados junto às curvas dos tubos de queda, de preferência à montante 
das mesmas, sempre que elas forem inatingíveis por dispositivos de limpeza introduzidos pelas caixas de 
inspeção ou pelos demais pontos de acesso. Os dispositivos de inspeção devem ter as seguintes 
características: 
• abertura suficiente para permitir as desobstruções com a utilização de equipamentos mecânicos de 
limpeza; 
• tampa hermética removível; 
• quando embutidos em paredes no interior de residências, escritórios, áreas públicas, etc., não devem 
ser instalados com as tampas salientes. 
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5.7.3 PORTARIA GM/MS N° 888 DE 04 DE MAIO DE 2021 
 
A Organização Mundial da Saúde define como água potável aquela que atende às seguintes 
exigências: 
• apresenta aspecto límpido e transparente; 
• não apresenta cheiro ou gosto objetáveis; 
• não contém nenhum tipo de microrganismo que possa causar doença no ser humano; 
• não contém nenhuma substância em concentrações que possam causar qualquer tipo de prejuízo à 
saúde do ser humano. 
Com base nessa definição são estabelecidos os padrões de potabilidade para as águas destinadas ao 
abastecimento público. 
Os testes físicos indicam propriedades detectáveis pelos sentidos. Os testes químicos determinam 
as quantidades de substâncias minerais e orgânicas que afetam a qualidade da água. Os testes 
microbiológicos mostram a presença de bactérias e outros microrganismos, características da contaminação 
fecal. 
Os coliformes totais são um dos inúmeros grupos de bactérias que podem estar presentes na água 
quando a mesma teve esse contato. Portanto, a presença dos mesmos é indicativa de que pode haver outros 
grupos que não foram analisados e, portanto, a água deve passar por procedimento de desinfecção com 
cloro. De modo em geral, nas águas para abastecimento o limite de coliformes legalmente toleráveis não 
deve ultrapassar 4.000 coliformes em 100 ml de água em 80% das amostras colhidas em qualquer período 
do ano. 
Atualmente denominados de termotolerantes, os coliformes fecais são o grupo dos coliformes 
totais que estão presentes especificamente no intestino e nas fezes de animais de sangue quente e são 
considerados uma indicação mais precisa de contaminação fecal de animais e humanos. 
Estas bactérias, transmitidas por meio das fezes, são capazes de provocar problemas intestinais de 
gravidade variada. A principal bactéria dos coliformes fecais é a Escherichia choli. Ela dá febre, dor de 
barriga, diarreia, vômitos, calafrios. As principais doenças transmitidas pela água contaminada são: 
amebíase, giardíase, gastroenterite, febre tifoide e paratifoide, hepatite infecciosa (Hepatite A e E) e 
cólera. Indiretamente, a água também está ligada à transmissão de verminoses, como esquistossomose, 
ascaridíase, teníase, oxiuríase e ancilostomíase. 
Os ensaios microbiológicos garantem a potabilidade da água onde são analisados quais 
microrganismos estão presentes na amostra e a quantidade. Por isso, alguns testes importantes são: 
• a contagem das bactérias totais; 
• coliformes totais, 
• presença de E. coli e, 
• coliformes termorresistentes 
Para verificar a potabilidade da água são realizadas análises laboratoriais dos parâmetros físico- 
químicos (cor, turbidez, condutividade elétrica, temperatura, pH, alcalinidade, dureza total, etc.) e 
microbiológicos (coliformes totais e termotolerantes, e bactérias mesófilas aeróbias). 
A água potável deve apresentar ausência de coliformes termotolerantes ou Escherichia coli em 100 
ml de amostra e ausência de bactéria do grupo coliformes totais em 100 ml da amostra. 
A presença de coliformes fecias em um corpo hídrico sugere que o meio recebeu matéria fecal ou 
esgotos e portanto pode conter outras bactérias e patógenos. 
Contagens de microrganismos pelo Número Mais Provável (NMP) são técnicas que permitem avaliar 
estatisticamente a quantidade de microrganismos presentes em uma amostra e estimar a proporção viável 
metabolicamente ativa. 
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5.8 VISTORIA TÉCNICA 
 
Para realização deste parecer foram realizadas Vistorias Técnicas pelo profissional da APTA 
Engenharia e Gerenciamento nas áreas comuns nos dias 02 do mês de Dezembro, e 09/ 16/21 do mês de 
Janeiro e 08 do mês de fevereiro do ano de 2025. 
As vistorias técnicas foram realizadas de forma visual e fotográfica com o auxílio dos ensaios não 
destrutíveis de umidade. Para tanto, não foram utilizados ensaios destrutíveis. 
A APTA Engenharia e Gerenciamento informa que este parecer técnico será realizado com total 
imparcialidade conforme o Código de Ética profissional de Perícias de Engenharia. Informamos também que 
foram considerados todas as informações solicitadas no local com resguardo de boa-fé. A vistoria técnica 
tem como função avaliar e registrar o atual estado dos sistemas construtivos da edificação em análise, em 
especial a verificação das instalações de esgotamento sanitário, a área descoberta de piso antiderrapante 
no térreo impermeabilização, pontos de infiltração abaixo no teto da garagem, muro dos fundos com 
liquído contínuo percolando , na área lateral do muro percolação de liquido continuo,área de jardim frontal 
ao Condomínio. Esta avaliação foi realizada com técnica de inspeção visual, coleta de amostra de água 
residual e relatos do usuário. 
Conforme acompanhamento técnico do autor, nas datas mencionados acima foram realizadas 
algumas fotos demonstrando, se a drenagem de águas pluviais e escoamento superficial da Rua Ubaldino 
do Amaral, na rua Amâncio Moro, na Rua Floriano Essenfelder influenciam a situação encontrada nos 
muros do Objeto deste laudo. Durante a coleta da amostra para análise da água infiltrada no solo. O local 
situa- se nos fundos edificio, área externa onde encontra-se o jardim e a água continua aparece debaixo 
dos muros, como um “ córrego”. Abaixo esta o subsolo, ou seja, o estacionamento (imagens 
13/14/15/16),existe um muro de contenção e a cortina de contençãode solo executadas para a escavação 
do subsolo. A cortina de contenção é uma solução que consiste em executar sucessivas estacas no 
terreno natural, para que estas formem uma espécie de cortina que manterá a estabilidade do solo, 
tornando possível a escavação. As cortinas de contenção têm as estacas como elementos principais, que 
são executadas no interior do solo, antes da escavação do terreno. Elas apresentam pequena 
deslocabilidade e são destinadas a oferecer oposição aos empuxos e tensões geradas em decorrência da 
alteração na condição de equilíbrio, provocada pela escavação ou corte do solo. Geralmente, essas estacas 
são solidarizadas por meio de vigas de amarração (coroamento) e não são impermeabilizadas. Quando da 
existência de água do terreno deve-se rebaixar o nível do lençol freático. Este autor não pode observar que a 
cortina de contenção está seca, pois não tive acesso entre o estacionamento e a cortina de contenção, pois 
existe um muro de arrimo anterior, sem indicativos de que existe ou não existe infiltração vinda do solo 
nesta posição. Nas imagens 17 a 19, onde foi coletada a amostra de água, podemos observar que o solo 
está saturado (encharcado), o que indica a presença de água no mesmo. A imagem 21 indica o local, em vista 
aérea, da infiltração. 
Com o intuito de descobrir a possível causa desta infiltração foi coletada uma amostra da água e 
enviada ao laboratório, a fim de verificar a sua potabilidade, onde são realizadas análises laboratoriais dos 
parâmetros físico-químicos e microbiológicos. 
 
 
 
 
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5.9 CONCEITOS TÉCNICOS 
 
Os conceitos utilizados no presente Parecer Técnico serão 
disseminados abaixo. 
5.9.1 PATOLOGIA-MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS 
A palavra patologia tem origem grega, sendo “Páthos” = doença e “logos”= estudos, portanto 
estudos das doenças, utilizada a princípio pela Medicina nos estudos das doenças do corpo humano, 
adaptada para a engenharia civil para estudar as falhas existentes nas construções. Desta forma entende-
se como patologia uma ciência formada por um conjunto de teorias que servem para explicar os seus 
mecanismos de degradação (doença da edificação) e esses mecanismos são as manifestações patológicas 
(SILVA, 2011). 
5.9.2 FISSURAS 
Segundo Lordsleem Jr. (1997), manifestação patológica é resultante de uma solicitação maior do 
que a capacidade de resistência da alvenaria, com aberturas lineares até a ordem de 1 mm de largura, que 
podem interferir nas suas características estéticas, funcionais ou estruturais. 
Segundo a norma de impermeabilização (ABNT NBR 9575/2010), as microfissuras têm abertura 
inferior a 0,05 mm. As aberturas com até 0,5 mm são chamadas de fissuras, as maiores de 0,5 mm e 
menores de 1,0 mm são chamadas de trincas e as maiores que 1,0 mm são chamadas de abertura. 
Quanto à classificação das fissuras de acordo com a atividade, as ativas são fissuras que 
apresentam variações de abertura ao longo do tempo e as fissuras passivas não apresentam variações de 
abertura ao longo do tempo (Duarte, 1998 apud Taguchi, 2010). 
5.9.3 INFILTRAÇÃO 
São várias as formas sob as quais as patologias, devido à presença de umidade, podem se 
manifestar; tais manifestações poderão ser detectadas visualmente através de ensaios, análises ou cálculos 
específicos. Em seu artigo, Nappi (1995, p.1), afirma que “muitas vezes, apenas a observação visual poderá 
acarretar incertezas sobre a patologia, devido ao fato de vários destes sintomas não serem específicos de 
um dado tipo de infiltração”. Pode-se afirmar que a umidade em uma edificação se manifesta de várias 
formas diferentes, dentre as quais se destacam: umidade por capilaridade; umidade de construção; 
umidade de precipitação; umidade devido a outras causas (CECHINEL et al., 2017). 
5.9.4 IMPERMEABILIZAÇÃO 
Conjunto de operações e técnicas construtivas (serviços), composto por uma ou mais camadas, que tem 
por finalidade proteger as construções contra a ação deletéria de fluidos, de vapores e da umidade 
(ABNT, 2010). 
5.9.5 OXIDAÇÃO DOS METAIS 
A oxidação é considerada o início do processo de degradação de um metal e o indicado é que o 
tratamento seja realizado imediatamente após seu surgimento.Na oxidação o processo é agravado e 
pode se transformar em corrosão e posteriormente em ferrugem. 
Quando a superfície do metal desprotegida entra em contato direto com o ar, vapor d’água ou água e 
então ocorre a fragilidade do metal em pontos específicos. 
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5.9.6 VAZAMENTO HIDRAÚLICO 
Efeito do escapamento de fluído em região não prevista e indesejada (FIGUEIREDO, 2002). 
5.9.7 LIXIVIAÇÃO E EFLORESCÊNCIA 
Campante e Baía (2008) definem eflorescência como o aparecimento de depósitos cristalinos de cor 
esbranquiçada na superfície do revestimento. A formação destes depósitos se dá pelo contato do ar 
com os sais solúveis, presentes nos componentes do sistema e carreados pela água. 
Gastaldini e Sichieri (2007) explicam que a passagem de água acarretada pela infiltração da água 
presente nos compostos do sistema, além da água da chuva penetrada pelo rejuntamento ou até pelo 
vazamento de alguma tubulação hidráulica, solubiliza os sais solúveis ou da cal presente no emboço, e 
possibilitam o desenvolvimento de depósitos de sais na superfície das placas originando a 
eflorescência. 
O uso de cimento com baixo teor de álcalis, placas cerâmicas de boa qualidade (queimadas em alta 
temperatura) além da espera do tempo necessário para a secagem das camadas anteriores a fixação 
do revestimento, são prevenções que podem ser adotadas para evitar a eflorescência (FONTENELLE, 
2004). Além disso, ressalta-se que o uso de material pozolânico reduz o efeito das eflorescências. 
Fatores que favorecem o surgimento desta manifestação patológica são: materiais com alto teor de 
sais solúveis e/ou excesso de água, ambiente quente e úmido, impurezas na areia e fissuras no rejunte 
ou a falta dele. 
5.9.8 CORROSÃO DAS ARMADURAS 
Deterioração química ou eletroquímica de um metal devido a sua interação com o meio inserido. A 
corrosão das armaduras no concreto armado pode ocorrer de duas formas, por meio da carbonatação 
ou por meio do ataque de cloretos. A partir desses ataques nas estruturas é ocasionado uma 
diminuição da passivação da armadura possibilitando o início da corrosão. 
A consequência dessa reação, com o passar do tempo, é a expansão desses metais que 
consequentemente podem ocasionar destacamento do cobrimento do concreto, podendo gerar 
acidentes. Além de que, com o passar do tempo a corrosão faz com que ocorra a diminuição da seção 
transversal do aço, gerando perda de resistência na estrutura (DYER, 2015). 
5.9.9 FERRUGEM 
A ferrugem é o processo mais agressivo de um metal e ela ocorre quando uma peça já passou 
peloprocesso de oxidação e de corrosão e não teve nenhum tipo de tratamento. É o fenômeno que mais 
compromete a resistência do metal e dependendo da sua magnitude, inviabiliza a recuperação sendo 
necessária a substituição do metal. 
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6 DESCRIÇÃO DA EDIFICAÇÃO 
Trata-se de uma edificação com ocupação residencial composta por dois blocos. Ao todo são 46 
apartamentos, em seus dois blocos, contém 04 (quatro) apartamentos por andar,com exceção do 
pavimento térreo que contém 03 (três) apartamentos, sendo que no bloco "A"/térreo contém a sala 
de recreação e, no bloco "B"/térreo contém a casa para zelador. O edifício possui pavimento subsolo 
onde estão dispostas 21 vagas de garagem. O sistema estrutural é do tipo concreto armado, com 
paredes de vedação em blocos cerâmicos convencionais. A fachada é revestida com pintura textura 
acrílica. A cobertura possui telhado com telhas de fibrocimento e estrutura de madeira. O alvará de 
construção do empreendimento são datados do ano de 1991. 
Na sequência seguem imagens das áreas comuns que foram inspecionadas durante a elaboração deste 
trabalho. (Imagens 3 a 26). 
Para caracterização das manifestações do Condomínio Renaissance, será apresentadas cada ítem: 
 
6.1 Áreas da Garagem 
Infiltração na lateral da garagem, fotos abaixo, advindo do confrontante casa comercial, lado esq. de 
quem olha o Prédio de frente para a rua 21 de abril,conforme imagem 4 logo abaixo. 
Esta área demarcada na imagem com a seta vermelha e as setas azuis, tem grande permeabilidade de 
águas pluviais, escoam superficialmente, um pouco é absorvido pelo asfalto e pela abertura 
encontrada nas setas azuis, percolando até a a contenção da fundação da garagem e o muro em 
concreto, causando por assim dizer infiltrações neste elementos estruturais, fazendo bolhas na 
pintura, massa corrida descascando, e acabamento em reboco esfarelando. 
 Sugestão de execução 
Esta água da chuva que escoa, conforme a imagem 4, pode ser melhor vedada com tinta polimérica, 
formando uma camada de borracha de proteção na parte externa dentro da casa comercial, para depois 
impermeabilizar a parede do subsolo do Edificio conforme imagem 3 logo abaixo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Imagem 3 – Lado esq. da garagem área interna confrontante Casa Comercial 
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 Imagem 4 – Área do confrontante/ casa comercial parte interna, Central de GLP. 
Infiltração no teto da garagem, advindo da área descoberta de piso antiderrapante logo acima, no 
pisso térreo, que abrange desde o hall de entrada da portaria até o término do piso no fundo da 
edificação. 
As infiltrações são pontuais, compreendendo pontos específicos conformes imagens 05/06/07. Para o 
contratante compreender melhor as infiltrações pontuais existentes na garagem, o melhor foi este 
autor, apresentar uma visão periférica dos problemas, no piso acima da laje, piso antiderrapante, com 
os problemas ou falhas identificadas, conforme imagens 08/09/10/11/12. 
Nestas imagens, foram identificadas: 
➢ dezenas de peças soltas de ceramica,com som cavo ou ocas; 
➢ falta de rejunte em outras peças; 
➢ falta de argamassa; 
➢ rodapés soltando; 
➢ apenas um ralo deficiente com infiltração na garagem; 
➢ tubo de cobre da central de GLP também apresentando infiltração abaixo na garagem. 
Falhas construtivas ou de manutenção fáceis de resolver, não identificado problemas maiores na 
execução da impermeabilização ou no sistema impermeabilizante, ralos com funcionamento regular. 
 Sugestão de execução 
Revisão geral primeiro nas peças soltas de ceramica, o piso antiderrapante de toda esta extensão de área 
descoberta, será muito importante, assentando com argamassa ACII no mínimo,retirar rodapés soltos e 
recolocar, refazer todo o rejuntamento com Rejunte Acrílico em volta de todas estas peças que serão 
reassentadas, revisar o ralo com infiltração fazendo nova impermeabilização, colar de volta ao redor do 
tubo de gás de cobre, com massa de secagem rápida em pó ou polimero, em dias secos e com sol, com 
esta solução, todas as infiltrações serão solucionadas, depois aguardar dias chuvosos e verificar, 
repetindo o processo até findar as infiltrações, com isto não prolongará as infiltrações desencadeando 
problemas ainda maiores como , fissuras, trincas em elementos estruturais. 
 
 
 
 
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 Imagem 5 – Área interna garagem, laje/teto, ou seja piso da área descoberta no térreo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 6 – Área interna garagem-Infiltrações laje/teto,ao redor deste ralo, na laje. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 7 – Área interna garagem-Infiltrações laje/teto, ao redor do tubo de cobre de gás, percolando para laje. 
 
 
 
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 Imagem 8 – Área externa -piso antiderrapante,área descoberta no térreo, área da Central de GLP. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 9 – Área externa -som cavo em várias peças, peças ocas, falta de rejuntamento. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 10 – Área externa -ralos funcionando, mas deve ser realizado uma revisão, eflorescências no piso. 
 
 
 
 
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 Imagem 11 – Área externa -falhas no assentamento, rejunte, e rodapés, som cavo, argamassa descolando. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 12 – Área externa -falhas no assentamento desde o hall de entrada até os fundos na Central de GLP. 
 
 
Infiltração na lateral da garagem, fotos abaixo, advindo do confrontante terreno do estádio, lado 
direito de quem olha o Prédio de frente para a rua 21 de abril,conforme imagem 13/14/15/16 logo 
abaixo. 
Esta área de muro lateral, pela vistoria e análise, projetos não encontrados, existe como em todo 
subsolo de edificio,uma contenção com parede de diafragma para o confrontante estádio do couto e 
outro muro de arrimo junto, inexistente dreno entre paredes, possibiltando a passagem e percolação 
maior de águas do lençol freático rebaixado para a garagem e não para um dreno, onde as águas 
infiltradas pluviais poderiam adentrar e escoar até as caixas de passagem e ir para a rede da 
prefeitura. 
 Sugestão de execução 
Executar no piso da garagem, drenagem, como o exemplo existente da grelha que foi executada, que 
capta esta água que escoa por baixo do muro e segue na direção da grelha, conforme a imagem 13/14, e 
então esta água pode ser direcionada para a tubulação na garagem e direcionando para a rede. 
 
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 Imagem 13 – Área interna -lado direito garagem, muro em concreto armado,infiltrações pontuais, sem dreno entre paredes. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 14 – Área interna -descascamento e embolhamento da pintura e massa corrida. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 15 – Área interna -Visão geral do muro e contenção lateral com confrontante Estádio. 
 
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 Imagem 16 – Área interna -muro lateral visão geral, muro fundos, divisa com o jardim do condomínio. 
 
 
6.2 Áreas do Jardim no terreno dos fundos do Condomínio 
Infiltração na lateral do muro e no fundo do muro , fotos abaixo, advindo do confrontante terreno do 
estádio, lado dir. de quem olha o Prédio de frente para a rua 21 de abril, e fundos do terreno 
confrontante escritório de advocacia. 
Esta área do jardim dos fundos, conforme as imagens 17 até a 24, todos os muros, tanto os laterais 
até os muros de fundo, recebem grande proporção de água que infiltra aparentemente dos 
confrontantes e entra para dentro do jardim, este liquido um pouco mais viscoso, que “brota” e surge 
em toda a área de jardim, não precisa chover ou estar com o tempo seco, ela tem um fluxo contínuo, e 
com os anos de acordo com o relatado pelos moradores e síndica ela aumentou de volume, inclusive o 
talude no muro lateral do Condomínio é do estádio e esta bem mais alto que o nível do jardim do 
condomínio, provocando já fissuras e trincas neste muro de arrimo de contenção, grande presença de 
bolor e fungos. 
 Sugestão de execução 
Esta água da chuva que escoa,e adentra aos muros, saíndo pela parte de baixa da viga baldrame, pode 
ser realizada uma obra de canalização em todo o perímetro através de uma meia cana, e com isso caixas 
de concreto que concentrem esta água e a direcionem para as tubulações de água pluvial para as 
garagens sendo após lançadas para a rede do Urbanismo, e a mesma coisa pode ser realizada com a 
água contaminada sendo direcionada para a rede de esgoto da Sanepar. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 Imagem 17 – Área externa -área do jardim, muro lateral, água contínua desaguando no terreno . 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 18 – Área externa -área do jardim visão geral fotos angulo do fundo e angulo de frente, 80m2 . 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 Imagem 19 – Área externa -área do jardim, muro dos fundos, infiltrações aparentes na extensão de todo muro . 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 20 – Área externa -área do jardim, muro dos fundos, infiltrações aparentes na extensão de todo muro . 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 21 – Área externa -muro lateral/fundos, córrego contínuo todos os dias , água contaminada pelos testes . 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 22 – Área externa -área do jardim, muro dos fundos, infiltrações aparentes na extensão de todo muro . 
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 Imagem 23 – Área externa -área do jardim, muro lateral confrontante área externa Estádio, água contínua todos os dias. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 24 – Área externa -área do jardim, muro dos fundos, fissuras e trincas extensão de todo muro . 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 25 – Área externa infiltrações, fissuras e até trincas no muro de arrimo na extensão de todo muro . 
 
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6.3 Áreas do Jardim no terreno frontal do Condomínio 
Infiltração na parte interna da garagem , frontal a rua 21 de abril, devido ao condutor de água pluvial 
do telhado do Condomínio,descer a este local , e sair na caixa de passagem no jardim.Dependendo do 
volume de águas de chuva , como tem acontecido, podendo causar o refluxo desta água ou até mesmo 
as caixas ficarem entupidas com terra. 
Esta área do jardim frontal, deve ser melhor drenada, para mitigar e até desaparecer os problemas de 
infiltrações dentro desta parede da garagem, não ocasionado presença de bolor, descascamento de 
pintura e até mesmo fissuras e trincas. 
 Sugestão de execução 
Esta água da chuva que caí no telhado, se encontra até o sistema de calhas e depois através de um 
condutor desce neste jardim e desagua em uma caixa, seria interessante , aumentar os diametros da 
caixa, mas também criar um sistema de drenagem com espinha de peixe ou drenos de captação de água 
que percolem até as caixas e depois interligue a outra caixa e se ligue a rede de água e a direcionem para 
a rede do Urbanismo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 26 – Área externa -área do jardim, muro dos fundos, infiltrações aparentes na extensão de todo muro . 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 Imagem 27 – Imagem aérea, retangulo em vermelho onde esta a área nos fundos do terreno do condominio, encharcada. 
 Seta em Azul em linha reta, águas pluviais infiltram em todo este terreno e escoam para o lençol freático. 
 
 
 
7 RECOMENDAÇÕES TÉCNICAS 
Abaixo algumas recomendações técnicas para os procedimentos de manutenção das instalações de 
esgotamento sanitário. Executar qualquer serviço de engenharia com o auxílio de empresa e/ou profissional 
habilitado que forneça a devida Anotação de Responsabilidade Técnica. 
• É recomendado o planejamento de inspeções periódicas no sistema predial de esgoto com vistas a 
detectar os defeitos que venham a ocorrer em função do uso indevido e ao próprio tempo de uso 
das instalações 
• Recomenda-se a confecção de roteiros de inspeção nos principais pontos críticos do sistema, que 
podem ser identificados no projeto, e a correção destes roteiros é feita ao longo do tempo, visando 
melhor adaptar a característica de funcionamento do sistema 
• Os componentes do sistema predial de esgoto sanitário devem ser estanques ao ar e à água 
• Executar a limpeza periódica do sistema deesgoto sanitário 
• Ao final do uso de substâncias químicas, todas as superfícies expostas dos aparelhos sanitários 
devem ser lavadas com detergentes para remover qualquer ácido ou outra substância química que 
possa vir a lesar o usuário do aparelho 
• Executar a desobstrução do sistema de esgoto, de forma a garantir, ao longo do tempo de uso, o 
máximo de eficiência 
• Inspecionar o sistema periodicamente para a verificação de entupimento devido a materiais como 
toalhas de papel e absorventes higiênicos. 
 
 
 
 
 
 
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8 CONCLUSÃO 
 
A presença de umidade no terreno e edificações é um fator que afeta os moradores e também pode 
contribuir na deterioração da infraestrutura. Além disso, possuem impacto direto no surgimento de 
manifestações patológicas, como fissuras, recalques do solo e desmoronamentos. 
 
A movimentação da massa de solo é um dos principais fatores que causam danos nas fundações. 
 
Ela pode ocorrer por diversos fatores externos, como a alteração do uso de terrenos vizinhos (como 
exemplo o estádio Couto Pereira, que fez a pouco tempo uma obra de escavação e retirada de um volume 
de terra ao lado do muro), que pode ser verificado e notado indo até o local, obra de reforma no 
confrontante do final do terreno (escritório de advocacia, mas na constatação realizada nada se percebe, 
além de um aterro e novo piso ceramico externo), e execução de grandes escavações nas proximidades de 
outras construções, verificando o entorno do Condomínio não existe nenhuma obra com escavações 
profundas, fundações ou aterramento. Além disso, escavações não protegidas junto a divisas, rompimento 
de canalizações enterradas e descarga e rebaixamento do nível de água podem ser motivos desses 
problemas. 
 
 A presença de efluentes em terrenos vizinhos, podem ocorrer por falta ou drenagem com má 
execução do escoamento superficial, tubulações de esgoto danificadas ou rompimento por serviços de 
escavação, ou até memso desvio na tubulação em alguma obra ou reforma sem ter o cuidado de verificar 
para qual direção o efluente tomou. 
 
O relatório de ensaio laboratorial confirma a presença de coliformes totais, bem como coliformes 
termotolerantes (fecais), o que nos indica que tal água é provinda da rede de esgoto sanitário, ou alguma 
outra contaminação do material como solo e não de água infiltrada no solo pelas chuvas. É necessário 
realizar sondagens nas instalações de esgoto existentes, inclusive na vizinhança, com o intuito de verificar a 
ruptura em tubulações, conexões e caixas de inspeção e com isso, efetuar a devida manutenção corretiva. 
 
Este laudo técnico possui ao todo 36 páginas, sendo esta datada e assinada pelo responsável técnico 
deste documento. O profissional que elaborou o presente trabalho encontra-se à disposição, sob consulta, 
para eventuais dúvidas ou esclarecimentos. Este trabalho encontra-se registrado na Anotação de 
Responsabilidade Técnica (ART), n° 1720250273130. 
Curitiba, 17 de fevereiro de 2025. 
 
 
 
 
 
FÁBIO D. EL AJOURI 
ENG. CIVIL / ESP. GERENCIAMENTO & GESTÃO DE PROJETOS / ESP. ENGº DIAGNÓSTICA, PATOLOGIAS EM OBRAS- CREA PR-78796/D 
 
https://www.instagram.com/p/CxtaY89JuDp/
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9 RELATÓRIO DE ENSAIO
 
 
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10 ANEXOS 
 
 
Sugestão para reparos devido a sintomatologia apresentada na área do jardim frontal: 
Drenagem no terreno usando os seguintes métodos: 
 
Valas de Infiltração: 
Descrição: São canais estreitos e profundos preenchidos com material permeável (cascalho ou 
brita) que facilitam a infiltração de água diretamente no solo. 
Aplicação: Essas valas evitam o acúmulo de água em áreas críticas. 
Benefícios: Reduzem o escoamento superficial e permitem que a água da chuva infiltre 
diretamente no solo, minimizando a erosão e problemas de infiltrações no elementos 
Depois consertar as caixas existentes de concreto e direcionar as águas de chuva para as 
mesmas. 
 
 
Sugestão para reparos devido a sintomatologia apresentada na área do jardim fundos: 
Drenagem no terreno usando os seguintes métodos: 
 
Valetas de concreto ou tubulação de dreno conter as águas e direcionar para as caixas: 
Descrição: São canais estreitos e profundos em cimento ou prontos para comprar do tipo mei 
cana em concreto ou tubos de drenagem para captar esta águas de fluxo contínuo e as conduzirem 
até caixas 2 ou 3 de captação neste jardim, para depois realizar a ligação na rede de esgoto. 
 
33 
 
 
Aplicação: Essas valetas ou tubulações captam e direcionam os efluentes do confrontante para 
não gerar acúmulo de água em áreas críticas e danificar o subsolo do estacionamento. 
Benefícios: Reduzem o escoamento superficial e permitem que a água da chuva infiltre 
diretamente no solo, minimizando a erosão e problemas de infiltrações no elementos 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
34 
 
 
Sugestão para reparos na parede da garagem devido a sintomatologia apresentada na 
área da garagem subsolo, lado esquerdo com o confrontante caso comercial, e lado direito 
confrontante estadio área aberta: 
 
Impermeabilização com sistema de Cristalização MC Bacuhemie Xypex Admix C-500 NF: 
 
Descrição: Aditivo cristalizante de aplicação simples que fica integrado ao concreto de maneira 
permanente, resistindo às pressões positivas e negativas. Em contato com água, o aditivo e alguns 
agentes presentes no concreto reagem entre si, formando cristais dentro dos poros do concreto e 
bloqueando a passagem de água por eles. 
 Aplicação: Limpar muito bem a superfície do concreto e com a porosidade aberta , umedeça o 
concreto, a superficie deve ficar seca, depois o produto deve ser misturado com água na proporção do 
fabricante e passado com uma TRINCHA,depois realizar o processo de “ cura” BORRIFANDO COM UM 
SPRAY ÁGUA 2 a 3 x ao dia, nas áreas com infiltrações em concreto, muro de arrimo, garagem de 
subsolo. 
Benefícios: Resiste a pressões hidrostáticas positivas e negativas, torna-se parte integrante do 
concreto, Altamente resistente contra substâncias químicas agressivas, Alta resistência a substâncias 
agressivas – pH 3 a 11 (contato permanente) e pH 2 a 12 (contato temporário), Contribui para 
selamento de microfissuras estáticasou projeção, oferecendo versatilidade e praticidade na 
execução. 
Aplicações Recomendadas 
• Áreas Molhadas Internas: Banheiros, sacadas e varandas. 
• Estruturas em Contato com Água Potável: Piscinas e reservatórios elevados de concreto armado. 
• Frisos e Elementos de Fachada: Proteção de detalhes arquitetônicos expostos. 
• Floreiras e Jardineiras: Proteção contra umidade e infiltração. 
• Áreas Molháveis Internas: Como áreas de serviço e lavanderias. 
 
 
 
 
 
 
36 
 
 
11 ART 
 
 
 
 
 
		2025-02-17T12:04:13-0300

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