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SOBRE O MANUAL 
 
 
 
Olá, Síndico!
O Manual da Área Social Comum é um guia importante, criado para orientar você e os demais representantes do condomínio sobre os programas
de manutenção preventiva do residencial, com os cuidados necessários para garantir o uso adequado e a conservação das áreas comuns do
empreendimento. Neste material você ainda se informa sobre riscos que podem acarretar na perda da garantia dos itens e as orientações para
evitar danos decorrentes do mau uso. Além disso, disponibilizamos também a lista dos principais fornecedores, memorial do empreendimento e
demais documentos relacionados ao condomínio. Este manual contém alguns itens que variam conforme a característica individual de cada
empreendimento. Portanto, você deverá consultar seu memorial descritivo e projetos para identificar os itens que fazem parte de seu condomínio.
Por que eu devo ler o Manual da Área Comum se não sou o síndico?
Porque todos os moradores são corresponsáveis pela preservação, custeio das manutenções, e bom uso das áreas comuns do empreendimento.
Por isso, é tão importante que você leia as informações, para conseguir averiguar e cobrar dos responsáveis, a correta administração do
condomínio.
Boa leitura!
 
 
 
 
 
 
 
 
MRV Engenharia e Participações S.A.
Relacionamento com Clientes. 
Telefones - 4005.1313 Grandes Cidades - (31) 4005.1313 Outras Localidades. 
https://www.mrv.com.br/relacionamento
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Índice
 
1. Uso e Manutenção do Condomínio 3
2. Funcionamento do Condomínio 139
3. Manutenção Preventiva 169
4. Garantias 171
5. Fornecedores de Materiais e Serviços 198
6. Memorial das Áreas Comuns 200
7. Dúvidas e Conceitos 205
8. Documentos do Condomínio 214
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USO E MANUTENÇÃO DO CONDOMÍNIO 
 
Conheça as características, cuidados de uso e manutenção de itens específicos do seu condomínio, como instalações hidráulicas, sistema de
esgoto, castelos d’água, para-raios, entre outros. 
Seguindo corretamente as orientações do manual, normas e leis vigentes, você contribui para o alcance da vida útil do seu empreendimento e
evita a perda de garantia por mau uso ou ausência de manutenção.  
 
 
Acessibilidade (quando houver)
 
Descrição 
Alguns sistemas e equipamentos (exemplo: rampas e barras de apoio) nos imóveis e nos condomínios são projetados para possibilitar o acesso de
indivíduos que possuem alguma restrição de mobilidade, seja temporária ou permanente (deficientes, idosos, gestantes, pessoas em recuperação
de pós-operatório, fraturas, etc.). 
Para serem considerados acessíveis é necessário que todos os espaços, edificações, mobiliários e equipamentos urbanos que vierem a ser
projetados, construídos, montados ou implantados, bem como as reformas e ampliações de edificações e equipamentos urbanos, atendam ao
disposto na norma 9050. 
Segundo a NBR 9050 – (Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos), as edificações residenciais multifamiliares,
condomínios e conjuntos habitacionais necessitam de rotas acessíveis em suas áreas de uso comum e também para as unidades autônomas
destinadas a este público. 
Acessibilidade significa não apenas permitir que pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida participem de atividades que incluem o uso de
produtos, serviços e informação, mas a inclusão e extensão do uso destes por todas as parcelas presentes em uma determinada população,
visando sua adaptação e locomoção, eliminando as barreiras. Consiste também em ter acesso a todo e qualquer material produzido, em áudio ou
vídeo, para tanto adaptando todos os meios que a tecnologia permite. Ou seja, criar a possibilidade de todos se movimentarem não é somente
uma questão legal, mas de cidadania. 
Definições voltadas para acessibilidade 
Equipamentos Urbanos - são todos os bens públicos e privados, de utilidade pública, destinados à prestação de serviços necessários ao
funcionamento da cidade, implantados mediante autorização do poder público, em espaços públicos e privados. São exemplos de equipamento
urbano: ginásio de esportes, clubes, escolas, praças, parques, auditórios, estacionamentos e outros. 
Acessível - Espaços, mobiliários, equipamentos urbanos, edificações, transportes, informação e comunicação, inclusive seus sistemas e
tecnologias ou elemento que possa ser alcançado, acionado, utilizado e vivenciado por qualquer pessoa. 
Adaptável - espaço, edificação, mobiliário, equipamento urbano ou elemento cujas características possam ser alteradas para que se torne
acessível. 
Barreira Arquitetônica Ambiental - é aquela que causa impedimento da acessibilidade, natural ou resultante de implantações arquitetônicas ou
urbanísticas. 
Ser acessível - condição que cumpre um ambiente, espaço ou objeto para ser utilizado por todas as pessoas. Esta condição é um direito
universal, pois a referencia a todas as pessoas no plural, se associa a uma realidade essencial: a diversidade característica do ser humano. 
Desenho universal - é aquele que visa atender à maior gama de variações possíveis das características antropométricas e sensoriais da
população. E tem por base a ideia de produtos e espaços que atendam a toda uma gama de capacidades e habilidades. 
Proteção contra queda em rotas acessíveis – são previstas proteções laterais ao longo de rotas acessíveis, para impedir que pessoas sofram
ferimentos em decorrência de quedas. Por isto, barras laterais, corrimão, entre outros, não podem ser removidos, e precisam ser conservados
para o seu adequado uso. 
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Informação e Sinalização 
Informação e sinalização – as informações e sinalizações têm por objetivo garantir uma adequada orientação aos usuários. 
As informações precisam ser completas e claras, e por isto, podem ser transmitidas por meio de sinalizações visuais (textos, contrastes, símbolos
e figuras), táteis (relevos, como textos; símbolos e braile) e sonoras (sons compreensíveis pela audição). 
A sinalização deve ser localizada de forma a identificar claramente as utilidades disponíveis dos ambientes. Devem ser fixadas onde decisões são
tomadas, em uma sequência lógica de orientação, de um ponto de partida a um ponto de chegada. Devem ser repetidas sempre que existir a
possibilidade de alterações de direção. 
Em edificações os elementos de sinalização essenciais são informações de sanitários, acessos verticais e horizontais, número de pavimentos e
rotas de fuga. 
As sinalizações devem estar dispostas em locais acessíveis para pessoa em cadeira de rodas, com deficiência visual, entre outros usuários, de tal
forma que possa ser compreendida por todos. 
Símbolo internacional de acesso – SIA - consiste em um símbolo (pictograma) branco sobre o azul, ou também em branco e preto, sempre
voltado para o lado direito, e são destinados a sinalizar os locais acessíveis. 
 
Fonte: NBR 9050
 
Adequação e manutenção de condições de acessibilidade em condomínios 
A acessibilidade em edificações é uma questão prevista em legislação e norma técnica (NBR 9050). Os itens de acessibilidade visam proporcionar
funcionalidade aos espaços do condomínio, oferecendo maior independência aos usuários. Entre os itens mínimos de acessibilidade que devem
ser preservados estão as rampas, as barras facilitadoras de locomoção e de apoio ao deficiente físico ou à pessoas com restrições diversas
(dificuldades momentâneas e ou permanentes), como idosos, gestantes, lactantes, pessoas em recuperação cirúrgica, fraturas, deficientes, entre
outros. 
Portanto, para preservar e garantir esta acessibilidade nos condomínios é essencial à realização das manutenções nos espaços destinados a
mobilidade dos usuários com restrição, e que os condôminos colaborem com o correto uso dos sistemas e componentes. Sempre que necessário
o síndico deve convocar assembleias para discutir o assunto, explicar as necessidades legais e sociais e resolver questões como orçamentos de
possíveis obras e manutenções. Exemplo: manter as rampas em boas condições de uso, sem buracoscomo limpeza, o reservatório poderá ser fechado novamente. Para o
fechamento da boca de visita do costado, devem seguir as orientações do fabricante para uma vedação uniforme.
NOTA: concluídas todas as etapas descritas acima, e feitas todas as correções necessárias, o reservatório estará pronto para entrar novamente
em operação. 
Cuidados com as Bombas de Recalque e Pressurização:
Antes do acionamento de qualquer bomba, tenha certeza que os registros estão liberados, e certifique-se que:
Toda a tubulação e o corpo da bomba estejam com água – que ela está totalmente coberta pela água;
O abastecimento pela concessionária não está interrompido;
Os registros estão corretamente fechados ou abertos (conforme projeto);
A bomba não deve ser utilizada como pressurizador, bombeando água direto da rua e sim de um reservatório inferior (térreo) para partes
superiores (elevadas). A ligação direta pode acarretar entrada de ar na tubulação, danificando o sistema interno da bomba e acarretando a
perda da garantia;
IMPORTANTE: Designar responsável habilitado e treinado para operação das bombas e registros;
Manter bloqueado o acesso ao sistema aos demais condôminos; 
Ao manusear os registros, sempre operá-los de forma lenta assim evitando demasiadas pressões nas tubulações; 
Realizar limpeza periódica e inspeção das bombas conforme Norma pertinente e recomendações de manutenção preventiva deste manual; 
Em casos de vazamentos, sempre fechar os registros a fim de evitar maiores danos às bombas; 
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É essencial que a empresa contratada para a limpeza dos reservatórios tenha especial atenção para com as bombas antes de iniciar o
esvaziamento do castelo, pois existem bombas que só podem ser mantidas ligadas enquanto estiverem submersas (quando houver). Manter o seu
funcionamento em ambiente seco danifica o seu funcionamento e não há cobertura de garantia para situações de mau uso. 
Limpeza para reservatórios de água – Castelos
Cuidar do local de armazenamento da água do condomínio é fundamental para manter as condições de higiene adequadas para o consumo dos
moradores. A ausência de cuidados adequados pode ocasionar contaminação da água, impactando diretamente na saúde dos consumidores. 
Para contribuir no alcance da vida útil dos reservatórios, e garantir a qualidade da água armazenada em seu interior, recomenda que sejam feitas
limpezas periódicas nas partes interna e externa. Orientações adicionais do fabricante devem ser seguidas para uma boa execução da
manutenção. 
Destacamos abaixo algumas recomendações de como executá-las. 
A periodicidade da realização da limpeza interna do reservatório varia de acordo com a qualidade da água armazenada. Indícios da necessidade
de limpeza podem ser observados na possível alteração da coloração e/ou do gosto da água. O ideal é tentar coincidir a limpeza interna com
alguma parada programada no abastecimento. 
Verifique na tabela de orientações de manutenção deste manual as recomendações de periodicidade de verificação e limpeza dos reservatórios. 
Recomenda-se a presença de um técnico de segurança no local. Os colaboradores da empresa que o condomínio contratar para manutenção
devem usar equipamentos de proteção individual (EPI): luvas, galochas, máscaras de proteção, entre outros. 
IMPORTANTE: O responsável pelo condomínio deve acompanhar o trabalho da empresa contratada e verificar os procedimentos necessários
para limpeza e demais verificações relacionadas à integridade dos reservatórios. 
O Síndico deverá informar a todos os moradores do Condomínio das datas de limpeza do reservatório com antecedência; 
Para a limpeza e desinfecção do Reservatório d’água, recomendamos que sejam efetuadas análises físico-químico-bacteriológica, periódicas, para
controlar o padrão de potabilidade, de acordo com a NBR 5626; 
O maior cuidado no serviço de limpeza é com a impermeabilização, tubulações e bombas internas, boias ou automáticos, por isso, recomendamos
que seja efetuado por empresas especializadas e qualificadas, para não causar danos a esses itens e principalmente a impermeabilização; 
Verificar periodicamente se as tampas de alçapão estão bem posicionadas e fechadas – conferir a vedação; 
Verificar se a torneira de boia ou automáticos de boia estão regulados no nível adequado; 
Verificar se não há obstrução na tubulação do extravasor e no buzinote das águas pluviais; 
Limpeza Interna
a) Fechar a válvula do sistema de enchimento do reservatório (entrada); 
b) Esvaziar o reservatório: pode ser feito através dos drenos ou pela própria tubulação de saída; 
c) Fechar a válvula do sistema de distribuição (saída): para reservatórios destinados ao abastecimento de água, é recomendado que se verifique a
necessidade da instalação de um by pass na linha para não comprometer o serviço; 
d) Com o reservatório vazio, devem-se abrir as bocas de visita do teto e costado (se houver) para possibilitar o acesso ao interior do mesmo; 
e) Antes de se abrir a boca de visita do costado do reservatório, verifique se o mesmo realmente se encontra completamente vazio; 
f) Providenciar e instalar iluminação interna ao reservatório: o tipo de iluminação utilizada dependerá da real necessidade e das normas de
segurança vigentes no local onde este estiver instalado; 
NOTA: No caso de reservatórios que não apresentem boca de visita no costado, o acesso ao mesmo, a todo equipamento que será utilizado em
seu interior, será feita pela entrada do teto. Desça o equipamento de iluminação e o material de limpeza com cuidado para evitar que os mesmos
caiam no fundo do reservatório provocando avarias no revestimento (pintura), que não são cobertas pela garantia. 
g) Para a limpeza, deve-se retirar antes, os resíduos sólidos que estiverem no fundo, e em seguida lavar as paredes e o fundo do reservatório,
esfregando com escova de fibra vegetal ou de fios de plástico macios, “vassourinha de pelo”, sem muita força e água limpa corrente e abundante; 
   - Jamais faça uso de detergentes, sabão ou qualquer outro produto químico que possa vir a danificar o revestimento ou mesmo o material das
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chapas. Também se deve evitar o uso de qualquer produto abrasivo, como buchas, escovas de aço e etc. 
   - Durante a limpeza remova todo o particulado sólido que ficou sedimentado no fundo, e sobre qualquer outra estrutura que estiver dentro do
reservatório, como tubulações, suportes, boias de nível e etc. 
   - Remova toda a sujeira e a água que se acumulou dentro do reservatório; retire também todos os produtos de limpeza e o equipamento que foi
utilizado para a iluminação interna. 
   - Certifique-se de que nenhum objeto ficou dentro do reservatório antes de fechá-lo. 
h) Feche todas as bocas de visita do reservatório: teto e costado (se houver). 
i) Feche os drenos e todas as válvulas que foram usadas para o esvaziamento do reservatório, abra a válvula de entrada e encha completamente
o reservatório; 
j) Com o reservatório cheio, feche a válvula de entrada e adicione 1L (um litro) de Cloro para cada 1.000L (mil litros) de água armazenada; 
k) Depois de transcorridas 2 (duas) horas, o reservatório deverá ser novamente esvaziado. Essa água não é indicada para consumo, mas pode ser
utilizada para outras finalidades, como limpeza predial, limpeza interna da tubulação de distribuição e etc. Ao final desta operação o reservatório
estará pronto para receber a água e voltar a operar. 
Limpeza Externa
Para a limpeza externa não há necessidade de se esvaziar o reservatório. Ela deve ser realizada conforme recomendações das normas vigentes
de segurança, com uso de água e detergente neutro, e de acordo com a periodicidade e orientações indicadas pelo plano de manutenções
preventivas deste manual, ou ainda quando for necessária uma limpeza antes do período indicado, dependendo do estado de impregnação da
sujeira causada pela poluição ou fatores naturais. 
Não utilizar jato de água de alta pressão para lavagem das fachadas. A força do jato pode danificar orevestimento. 
Em função da altura do reservatório, recomenda-se a presença de um técnico de segurança antes de se iniciar esta atividade. 
Condições de Perda da Garantia
Falta de manutenção com empresa especializada e conforme as recomendações do fabricante. 
Manobras indevidas, com relação a registros, válvulas e bombas. 
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674. 
 
 
 
Castelo d’água Metálico, Reservatórios e Bombas (quando houver)
 
Confira no memorial deste manual e nos projetos se seu empreendimento possui castelo d’água, bomba pressurizadora, e bomba de recalque.
Estas informações são importantes para a programação das manutenções preventivas.
Descrição – Castelo D’água Metálico e Reservatórios
O castelo d’água é um reservatório de água elevado, podendo ser do tipo tubular ou taça. Geralmente é construído em local suficientemente
elevado para alimentar o sistema de distribuição d’água por gravidade. A água é enviada do ponto de captação ao reservatório. Como geralmente
a altitude do ponto de captação é inferior à altitude do reservatório, utilizam-se bombas para elevar o nível da água até o reservatório superior. Em
seguida a água é enviada, por gravidade, aos ramais de distribuição. O desenho esquemático a seguir pode variar conforme projeto.
 
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Fonte: figura adaptada de projetos elaborados para a MRV
 
Bomba pressurizadora (Pressurizador) (quando houver)
É utilizada para assegurar uma vazão de água estável sem golpes hidráulicos na rede de abastecimento de água. O sistema funciona
automaticamente, de acordo com a demanda de água do condomínio. Uma vez que haja consumo a bomba liga e mantêm a rede pressurizada.
Caso haja um pequeno vazamento na rede hidráulica, o sistema ligará quando a pressão atingir o nível mínimo aceitável, assim a rede fica
constantemente pressurizada e o condomínio abastecido. Em alguns casos, para garantir o funcionamento do sistema, é instalado um gerador, ele
garante o funcionamento da bomba e que a tubulação permaneça sempre pressurizada. A decisão da instalação deste gerador cabe ao projetista
que irá avaliar a real necessidade de acordo com a região.
Bombas de Recalque (quando houver)
A Bomba de Recalque leva a água limpa de baixo para cima, do reservatório de água inferior (no térreo) para o reservatório superior. 
O sistema é automático, só utilize o sistema manual em casos extremos ou de tempos em tempos para verificação do funcionamento e
manutenções periódicas.
Tipo de Uso
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Os Castelos D’água são usados para distribuição de água para os imóveis. Em algumas situações eles também funcionam como reserva técnica
para combate a incêndio.
Condições e Cuidados de Uso
Para contribuir no alcance da vida útil dos reservatórios, recomenda que sejam feitas inspeções periódicas, interna e externa a estes, conforme a
orientação do fabricante e da companhia de saneamento local. Aproveite os momentos de limpeza do castelo para executar as inspeções
preventivas. 
É obrigatório e de grande importância que o síndico mantenha contrato com empresa especializada para garantir a correta manutenção
e operação do castelo, do sistema de pressurização e do gerador (quando houver). 
É obrigatório que na manutenção da pintura das chapas, internas e externas, dos castelos metálicos sejam usados os tipos de tintas especificadas
no memorial/especificações deste manual. 
Para a pintura da tubulação exposta do castelo (Tubos em PVC ou galvanizado) é obrigatório o uso de tinta esmalte a base de água. 
O síndico deverá documentar suas respectivas inspeções e manutenções através de registros conforme ABNT NBR 5674 – Manutenção das
Edificações, que devem ser organizados de forma a comprovar a sua realização, auxiliar no controle dos prazos e condições de garantias,
formalizar e regularizar os documentos obrigatórios; 
É recomendável também a produção de laudos de inspeção de manutenção, uso e operação, a serem realizados periodicamente por profissionais
habilitados registrados nos conselhos profissionais competentes. Tais laudos poderão ser solicitados pelo incorporador, construtor, proprietário ou
condomínio; 
É obrigatório que um técnico de segurança seja consultado para a realização de uma APR – Análise Preliminar de Riscos, e que deverá também
montar um procedimento de segurança a ser seguido antes de se iniciar qualquer atividade que envolva a entrada no reservatório; 
Depois de transcorridos 02 (dois) anos da data de compra do reservatório, ou quando se for executar a limpeza do mesmo, é recomendável que
seja feita uma inspeção de alguns itens listados a seguir, a fim de se detectar qualquer problema que porventura venha a comprometer a sua vida
útil; 
É necessário contratar uma empresa especializada em manutenção de superfícies metálicas (ou especialista autônomo) para que uma proposta
técnica de inspeção seja elaborada a fim de garantir os serviços a serem realizados; 
A empresa contratada deverá providenciar um relatório de inspeção e/ou proposta técnica de manutenção contendo os seguintes itens: 
Condições das Chapas Metálicas - o inspetor deverá anotar todos os locais onde encontrar qualquer anomalia, como por exemplo: áreas
descascando, formação de bolhas, rachaduras, ou áreas corroídas. Nos locais onde for constatada qualquer uma destas anomalias, será
necessário efetuar um reparo no revestimento, a fim de se interromper o processo em andamento. 
NOTA: após qualquer reparo feito em função de corrosão, a região reparada deverá ser novamente pintada, utilizando-se as mesmas
especificações de tintas estabelecidas em projeto. 
Ao concluir a inspeção interna e eventuais manutenções necessárias, o reservatório poderá ser fechado novamente. Para o fechamento da boca
de visita do costado, devem seguir as orientações do fabricante para uma vedação uniforme. 
Demais Itens Externos 
Simultaneamente às inspeções internas, alguns itens externos ao reservatório podem ser inspecionados, a saber: 
- Chumbadores - no caso de haverem chumbadores no reservatório, deve-se observar se as porcas estão devidamente apertadas e se há
sinais de oxidação/corrosão. 
- Juntas - verificar se há algum tipo de vazamento nas juntas flangeadas – checar o aperto dos parafusos e porcas ou o estado de
conservação das soldas entre os flanges (esta variação pode ocorrer conforme projeto do reservatório);
- Escadas, Guarda-Corpo e Tampas - verificar se há pontos de corrosão que os comprometam estruturalmente, bem como os locais onde
são fixados por parafusos (verificar o aperto destes);
NOTA: concluídas todas as etapas descritas acima, e feitas todas as correções necessárias, o reservatório estará pronto para entrar novamente
em operação. 
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Além de todos os itens já mencionados, também deverão ser inspecionados todos os destacados no quadro abaixo:
 
 
Cuidados com as Bombas de Recalque e Pressurização
Antes do acionamento da bomba, tenha certeza que os registros estão liberados, certifique-se que: 
- Toda a tubulação e o corpo da bomba estejam com água;
- O abastecimento pela concessionária não esta interrompido;
- Os registros estão corretamente fechados e abertos – conforme projeto;
- A bomba não deve ser utilizada como pressurizador, bombeando água direto da rua e sim de um reservatório inferior (térreo) para a caixa
d’água. A ligação direta pode acarretar entrada de ar na tubulação, danificando o sistema interno da bomba e acarretando a perda da
garantia.
IMPORTANTE: Designar responsável habilitado e treinado para operação das bombas e registros;
- Manter bloqueado o acesso ao sistema aos demais condôminos;
- Ao manusear os registros, sempre operá-los de forma lenta assim evitando demasiadas pressões nas tubulações;
- Realizar limpeza periódica das caixas d’água conformeNorma pertinente e recomendações de manutenção preventiva deste manual;
O acesso aos reservatórios deve ser feito somente por pessoas capacitadas e com os devidos equipamentos de segurança. 
Em casos de vazamentos, busque por ajuda especializada. É muito importante fechar os registros a fim de evitar maiores danos, porém, deve-se
ter atenção quanto às bombas. 
Limpeza para reservatórios de água
Cuidar do local de armazenamento da água do condomínio é fundamental para manter as condições de higiene adequadas para o consumo dos
moradores. A ausência de cuidados adequados pode ocasionar contaminação da água, impactando diretamente na saúde dos consumidores. 
Para contribuir no alcance da vida útil dos reservatórios, e também garantir a qualidade da água armazenada em seu interior, recomenda que
sejam feitas limpezas periódicas nas partes interna e externa. Orientações adicionais do fabricante devem ser seguidas para uma boa execução
da manutenção. 
Destacamos abaixo algumas recomendações de como executá-las. 
A periodicidade da realização da limpeza interna do reservatório varia de acordo com a qualidade da água armazenada. Indícios da necessidade
de limpeza podem ser observados na possível alteração da coloração e/ou do gosto da água. O ideal é tentar coincidir a limpeza interna com
alguma parada programada no abastecimento. 
Busque na tabela de orientações de manutenção deste manual as recomendações de periodicidade de verificação e limpeza dos reservatórios. 
Recomenda-se a presença de um técnico de segurança no local. Os colaboradores da empresa que o condomínio contratar para manutenção
Item O que verificar:
Corrosão
Presença de pontos de corrosão nas chapas metálicas externas e
internas.
Base em concreto Presença de recalque ou trincas na base.
Fixação do castelo na base (parafusos)
Todos os parafusos devem estar fixados com a presença de 2 porcas
por haste.
Respiro
Respiro deve estar desobstruído e protegido por tela contra a entrada
de insetos ou animais.
Fixação de Escada de acesso para manutenção, guarda copo do teto e
tampas
A escada deve estar bem fixada (soldas e parafusos).
Isolamento (fechamento grade e cadeado)
Todo local de instalação do castelo deve ser isolado (com cadeado) e o
acesso a sistema/quadros elétricos bloqueados.
Calefamento entre a base do castelo e fundação
O espaço entre a base em concreto e a base metálica do reservatório
deve estar calafetada impedindo a entrada de água entre as estruturas.
Utilizar um selante a base de Poliuretano para a vedação.
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devem usar equipamentos de proteção individual (EPI): luvas, galochas, máscaras de proteção, cinto tipo paraquedista; entre outros. 
IMPORTANTE: O responsável pelo condomínio deve acompanhar o trabalho da empresa contratada e verificar os procedimentos necessários
para limpeza e demais verificações relacionadas à integridade dos reservatórios e segurança dos funcionários. 
Após as inspeções, o Síndico deverá registrá-las conforme determinação da ABNT NBR 5674. 
Limpeza Interna
a) Fechar a válvula do sistema de enchimento do reservatório (entrada); 
b) Esvaziar o reservatório: pode ser feito através dos drenos ou pela própria tubulação de saída; 
c) Fechar a válvula do sistema de distribuição (saída): para reservatórios destinados ao abastecimento de água, é recomendado que se verifique a
necessidade da instalação de um by pass na linha para não comprometer o serviço; 
d) Com o reservatório vazio, devem-se abrir as bocas de visita do teto e costado (se houver) para possibilitar o acesso ao interior do mesmo; 
e) Antes de se abrir a boca de visita do costado do reservatório, verifique se o mesmo realmente se encontra completamente vazio; 
f) Providenciar e instalar iluminação interna ao reservatório: o tipo de iluminação utilizada dependerá da real necessidade e das normas de
segurança vigentes no local onde este estiver instalado; 
NOTA: No caso de reservatórios que não apresentem boca de visita no costado, o acesso ao mesmo, a todo equipamento que será utilizado em
seu interior, será feita pela entrada do teto. 
Desça o equipamento de iluminação e o material de limpeza com cuidado para evitar que os mesmos caiam no fundo do reservatório provocando
avarias no revestimento (pintura), que não são cobertas pela garantia. 
g) Para a limpeza, aconselha-se o uso de panos, vassouras e escovas de cerdas macias e somente água limpa corrente e abundante; 
Jamais faça uso de detergentes, sabão ou qualquer outro produto químico que possa vir a danificar o revestimento ou mesmo o material das
chapas. Também se deve evitar o uso de qualquer produto abrasivo, como buchas, escovas de aço e etc. 
Durante a limpeza remova todo o particulado sólido que ficou sedimentado no fundo, sobre as soldas do costado e sobre qualquer outra estrutura
que estiver dentro do reservatório, como tubulações, suportes, bóias de nível e etc. 
Remova toda a sujeira e a água que se acumulou dentro do reservatório; retire também todos os produtos de limpeza e o equipamento que foi
utilizado para a iluminação interna. 
Certifique-se de que nenhum objeto ficou dentro do reservatório antes de fechá-lo. 
h) Feche todas as bocas de visita do reservatório: teto e costado (se houver). Verifique também o estado de conservação da junta de vedação (se
houver) e a necessidade de substituição; 
i) Feche os drenos e todas as válvulas que foram usadas para o esvaziamento do reservatório, abra a válvula de entrada, acione o sistema de
automatização e encha completamente o reservatório; 
j) Com o reservatório cheio, feche a válvula de entrada e adicione 1L (um litro) de Cloro para cada 1.000L (mil litros) de água armazenada; 
k) Depois de transcorridas 2 (duas) horas, o reservatório deverá ser novamente esvaziado. Essa água não é indicada para consumo, mas pode ser
utilizada para outras finalidades, como limpeza predial, limpeza interna da tubulação de distribuição e etc. Ao final desta operação o reservatório
estará pronto para receber a água e voltar a operar. 
 
Limpeza Externa
Para a limpeza externa não há necessidade de se esvaziar o reservatório. 
Em função da altura do reservatório, é essencial a presença de um técnico de segurança antes de se iniciar esta atividade. 
Condições de Perda da Garantia
Falta de manutenção com empresa especializada e conforme as recomendações do fabricante. 
Manobras indevidas, com relação a registros, válvulas e bombas. 
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
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e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674. 
NOTA: os dados do fabricante podem ser encontrados na lista de fornecedores deste manual e também na placa de identificação do reservatório,
localizada na parte inferior do mesmo. A referência do tipo de tinta a ser usado na recomposição do reservatório após manutenção está disponível
nas especificações. 
 
 
 
Células de segurança para acesso de pedestres e veículos (quando houver)
 
Descrição 
Trata-se de um conjunto de elementos fixos e móveis, que formam um sistema de controle de acessos ao condomínio, tanto para pedestres
quanto para veículos. 
O tipo de acionamento, para abertura e fechamento das células, pode ser manual e ou semiautomático (Portão eletrônico). 
IMPORTANTE: confira no “Memorial da Área Comum” deste manual, e nos respectivos projetos se seu residencial possui células de controle de
acesso.
Tipo de Uso
Restrição de acessos em condomínios.
Condições e Cuidados de Uso
A portaria deverá estar sempre fechada, e sua abertura deverá ocorrer mediante identificação; 
Na existência de porteiro, cabe ao condomínio todas as responsabilidades de treinamento, orientação e planejamento de substituições; 
As células de segurança devem ser mantidas em perfeito estado de conservação, livres de oxidação, pontos de corrosão e ou travas defeituosas;As células devem estar sempre livres de obstáculos que dificultem ou impeçam a passagem; 
A limpeza das células deverá ser realizada em períodos com menor fluxo de pessoas; 
Condições de Perda da Garantia
Perderá a garantia se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste
Manual (ver capítulo e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da
ABNT NBR 5674. 
 
 
 
Cerca elétrica com alarme (quando houver)
 
Descrição 
Uma cerca eletrificada é uma barreira física criada para impedir que pessoas sem autorização atravessem um determinado limite. 
IMPORTANTE: para saber se este dispositivo foi instalado em seu residencial, consulte o “Memorial da Área Comum” deste manual e respectivos
projetos.
Geralmente a cerca elétrica funciona da seguinte maneira: após sua instalação por profissionais capacitados e habilitados, a cerca elétrica pode
ser acionada através de dispositivos como um controle remoto ou através de uma chave em painel de controle.
Quando a cerca elétrica é atingida ou violada ela dispara uma onda elétrica no corpo invasor, e uma ou mais sirenes alertam os moradores sobre a
possível invasão.
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Fonte: ilustração elaborada para o manual MRV..
Tipo de Uso
Auxiliar na segurança de prédios, residências, empresas e comércios em geral.
Condições e Cuidados de Uso
Não esbarrar nas câmeras ou cercas, pois há riscos de acidente; 
É obrigatória a manutenção periódica do sistema. Para isto, o condomínio deve firmar contrato de manutenção com empresa capacitada e
habilitada para que seja garantida a periodicidade da manutenção preventiva e assim garantir condições técnicas a fim de atingir a vida útil do
sistema; 
Evitar que plantas e galhos se enrosquem ou fiquem próximas às linhas energizadas, pois podem provocar curtos; 
Orientar moradores e visitantes a não jogar objetos nas cercas, e principalmente não tocá-las, pois há riscos de acidentes graves. 
Condições de Perda da Garantia
Perderá a garantia se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste
Manual e do fornecedor/fabricante (ver capítulo e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas
conforme determinação da ABNT NBR 5674. 
 
 
 
Churrasqueira (quando houver) 
 
Descrição
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Fonte: figura ilustrativa de projetos MRV
 
Equipamento culinário normalmente feito de tijolos, com chaminé e caixa interna refratária onde se coloca carvão ou brasa para o preparo de
churrasco. A carne é colocada em espetos para que fique suspensa sobre o fogo. Pode ter motor giratório para os espetos ou apenas barras
transversais para apoio dos mesmos.
Tipo de Uso
É utilizada no preparo do churrasco.
Condições e Cuidados de Uso
Recomenda-se colocar pouca quantidade de carvão nas primeiras vezes que for utilizar a churrasqueira, para terminar de “curar” os tijolos; 
Colocar o carvão no fundo da câmara de combustão; 
Não ultrapassar a capacidade de combustão da zona de fogo (área com tijolo refratário). Se acidentalmente houver exagero na quantidade de
carvão, pode colocar em risco o equipamento ou a residência. Em caso do fogo ultrapassar a churrasqueira, com risco de propagação, é
necessário utilizar um extintor de incêndio do tipo Pó Químico para controle da chama; 
Sempre verifique possíveis obstruções no duto de descarga (chaminé) da churrasqueira; 
Não utilizar álcool ao acender o fogo. Esse produto é o maior responsável por acidentes nesse tipo de equipamento. Existem no mercado produtos
próprios para o acendimento. Manter sempre o rosto afastado no momento de acendimento do fogo na churrasqueira; 
Não lavar o forno ou churrasqueira quando estiver quente, nem jogar água para apagar o fogo. O choque térmico causa dilatação e o consequente
trincamento dos tijolos e/ou do rejunte; 
Após o uso e resfriamento da churrasqueira é possível lavar alguns equipamentos como a grelha de fundo e as canaletas laterais. Para tanto é
indicada a utilização de detergente neutro e logo em seguida a secagem da peça com o auxilio de um pano; 
Não modifique o projeto original; 
Não utilize a churrasqueira para outros fins, como queima de papéis, por exemplo; 
Seguir as instruções de uso do fabricante; 
Aos condomínios que possuem churrasqueiras na área externa: o uso desse ambiente deve seguir Regimento Interno do Condomínio. 
Condições de Perda da Garantia
Se não forem respeitadas as condições e cuidados de uso, se não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver
capítulo e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR
5674.
 
 
 
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Circuito Fechado de TV - CFTV (quando houver)
 
Descrição 
O sistema de circuito fechado de TV é um componente de segurança do sistema de vigilância, com monitoramento permanente. É constituído de
um conjunto de câmeras instaladas em pontos estratégicos das áreas comuns, principalmente nos acessos, monitor(es), cabos, gravador(es), etc. 
Normalmente estas câmeras serão posicionadas na parte interna do condomínio, tais como nas áreas de acesso a blocos e próximo à portaria. 
IMPORTANTE: para saber se em seu residencial possui CFTV, consulte o “Memorial da Área Comum” e respectivos projetos.
Tipo de Uso
Segurança de residências, Condomínios, indústrias, comércios em geral.
Condições e Cuidados de Uso
Não colocar objetos que possam reduzir a área de foco das câmeras; 
Evitar sujeira sobre o equipamento, superaquecimento, queda e manuseio incorreto; 
Seguir recomendações do fabricante; 
É obrigatória a manutenção periódica do sistema. Para isto, orientamos ao Condomínio firmar contrato de com empresa especializada para que
seja garantida a periodicidade das manutenções obrigatórias; 
Condições de Perda da Garantia
Perderá a garantia se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste
Manual e pelo fornecedor/fabricante (ver capítulo e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem
registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674. 
Manutenção Preventiva
Importante: além das manutenções previstas neste manual, é obrigatório seguir as orientações de manutenção preventivas indicadas no manual
do fabricante e pela empresa especializada em manutenção, contratada pelo condomínio.
 
 
 
Cobertura com engradamento metálico (quando houver)
 
Descrição 
O Engradamento metálico é um sistema de estrutura para telhados fabricados em aço galvanizado, alumínio, metalon, entre outros. 
Importante: é obrigatório que todo profissional contratado para realizar a manutenção do telhado/engradamento possua treinamento na
NR-35 – Trabalho em Altura. 
 
Fonte: ilustração adaptada do Manual Sinduscon-ES
 
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Tipo de Uso 
A finalidade dos engradamentos é dar inclinação e sustentação a cobertura. As peças componentes de um engradamento dependem do tipo de
telha que será utilizada e do material da própria estrutura do engradamento.
Condições e Cuidados de Uso 
Não pendurar equipamentos nem objetos nas peças que compõem o engradamento; 
Verificação da integridade da estrutura, das ligações soldadas e o nível de corrosão de todos os materiais metálicos; 
Para ajustes, usar chaves em parafuso, porca ou similares correspondentes, para evitar o desgaste da proteção anticorrosiva; 
Não manter contato direto com água. 
Condições de Perda da Garantia 
Reforma ou alteração sem aprovação da construtora; 
Engradamento em Madeira - Deterioração do sistema de cobertura devido a impactos indesejáveis causados por lançamento de objetos ou
trânsito de pessoas sobre o telhado; 
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítuloe tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674. 
 
 
 
Cobertura com engradamentos em madeira (quando houver)
 
Descrição
Os engradamentos são constituídos geralmente por uma trama (terças, caibros e ripas) e por tesouras, oitões, pontaletes ou vigas. As peças
componentes de um engradamento dependem do tipo de telha que será utilizada e do material da própria estrutura do engradamento. 
A madeira é um material higroscópico (capaz de absorver a umidade do ar). Várias de suas propriedades são afetadas pelo teor de umidade
presente. Sua natureza biológica submete-a aos diversos mecanismos de deterioração existentes na natureza. A essas características negativas
acrescenta-se sua suscetibilidade ao fogo e a cupins. 
Em consequência das variações de temperatura que acontecem em diferentes horários (dia e noite), pode haver dilatação e retração do material. 
Importante: é obrigatório que todo profissional contratado para realizar a manutenção do telhado/engradamento possua treinamento na
NR-35 – Trabalho em Altura. 
 
Fonte: ilustração adaptada do Manual Sinduscon-ES
 
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Tipo de Uso
A finalidade dos engradamentos é dar inclinação e sustentação às diferentes coberturas. A madeira, por ser um material natural poderá apresentar
variações na cor e formato dos veios. Inclusive pode haver alteração de tonalidade durante a fase de uso, a exemplo de áreas que não recebem a
luz. Portanto, essas alterações ocorrem pelo aspecto da nobreza do material e são comuns conforme sua destinação de uso.
Condições e Cuidados de Uso
Não pendurar equipamentos nem objetos nas peças que compõem o engradamento; 
Verificação da necessidade de pintura, verniz e tratamento para evitar infestação de vetores e pragas urbanas; 
Revisão da integridade física; 
Revisão das ligações entre as peças: parafusadas, pregadas, coladas ou por entalhe; 
Não manter contato direto com água. 
Condições de Perda da Garantia
Reforma ou alteração sem aprovação da construtora; 
Deterioração do sistema de cobertura devido a impactos indesejáveis causados por lançamento de objetos ou trânsito de pessoas sobre o telhado; 
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674. 
 
 
 
Cobertura em telha cerâmica (quando houver)
 
Descrição
A telha cerâmica é um material natural, feito de argila cerâmica. Seu desempenho depende conjuntamente da estrutura do telhado.
Tipo de Uso
São utilizadas para coberturas das edificações com a função de proteger o espaço interno do edifício das intempéries do ambiente exterior (como
a chuva, o vento, entre outros.), promovendo o conforto térmico e acústico aos usuários. Junto com outros componentes de cobertura, o telhado
também contribui para a captação de águas pluviais. As telhas possuem a função de vedação, conforto térmico e acústico (conforme modelo). Em
algumas situações, elas também possuem função estética (contribuindo no aspecto visual da edificação).
Condições e Cuidados de Uso
Em geral, não se deve armazenar materiais, nem equipamentos de instalações sobre a cobertura. No caso de ser estritamente necessário, dever-
se-á comprovar que o peso desse não ultrapasse a carga máxima que a cobertura pode suportar; 
Quando for necessário circular sobre o telhado para instalação ou intervenções técnicas em antenas, painéis solares ou outros equipamentos
devem ser respeitados os caminhos de passagem previstos em projetos, sendo recomendado, por questões de segurança, não trafegar sobre as
telhas úmidas ou molhadas; 
Quando houver necessidade de tráfego nos telhados, esta ação deverá ser restrita ao síndico e zelador juntamente com mão de obra
especializada, e deverá ser feito dentro dos padrões de segurança estabelecidos por Norma. Depois de finalizado os serviços o Condomínio deve
verificar o estado da cobertura (telhas, rufos, etc.), de modo a garantir a integridade e conservação; 
É muito importante à conscientização e a adoção de medidas relativas à segurança, que devem ser seguidas por todos os envolvidos na execução
de manutenção de um telhado, entre estas medidas está o uso obrigatório de equipamentos para a segurança, tais como: cintos de segurança,
linha da vida, botas de segurança, capacete, óculos e luvas; (O profissional que irá realizar a manutenção do telhado deve possuir treinamento na
NR-35 – Trabalho em Altura) 
Nunca pise diretamente sobre as telhas. Use tábuas colocadas nos dois sentidos, apoiadas sobre as terças, de modo a permitir a movimentação
segura sobre o telhado. O telhado foi dimensionado para suportar carga concentrada de até 120 kg, apoiada sobre tábuas. Não ultrapasse
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este limite. Amarre as tábuas maiores quando a inclinação for muito grande; 
 
Fonte: imagens exclusivas de obra MRV.
 
Não pintar as telhas, pois pode alterar suas propriedades térmicas; 
Verificar constantemente se não há telhas trincadas ou soltas, existência de frestas evitando possíveis infiltrações; 
Verificar as condições dos rufos (soltos ou em más condições), evitando possíveis infiltrações a integridade dos selantes na calafetação de rufos e
outras chapas; 
Para limpeza dos telhados, de um modo geral, recomenda-se evitar sobrecargas e acúmulo de umidade; 
Use jato leve de água. Jamais utilize escovas ou palhas de aço; 
Condições de Perda da Garantia
Retenção localizada de água na estrutura, suas ligações, calhas e rufos decorrentes de ausência de manutenção preventiva; 
Se forem identificadas sobrecargas nas estruturas de cobertura além dos limites normais de utilização previstos, como por exemplo, instalações
irregulares de coletores solares, depósito de material pesados, etc.; 
Deterioração do sistema de cobertura devido a impactos indesejáveis causados por lançamento de objetos ou trânsito de pessoas sobre o telhado
de modo inadequado; 
Reforma ou alteração sem aprovação da construtora; 
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674. 
IMPORTANTE: as manutenções preventivas são essenciais para garantir integridade do telhado, e por consequência, para sua estanqueidade,
conforto térmico e acústico. A inobservância dos cuidados e manutenções, conforme orientação ocasiona perda de garantia. Não são passíveis de
garantias problemas que venham a ser gerados por precipitações pluviométricas e ventos superiores aos previstos nas normas, em conformidade
com o que prescreve a legislação pertinente.
 
 
 
Cobertura em telha metálica (quando houver)
 
Descrição
 
As telhas metálicas são produzidas a partir de bobinas de aço zincado. Por ser mais leve que os outros sistemas de telhamento, representa uma
diminuição do peso específico e da inclinação do telhado.
Tipo de Uso
São utilizadas para coberturas das edificações com a função de proteger o espaço interno do edifício das intempéries do ambiente exterior (como
a chuva, o vento, entre outros.), promovendo o conforto térmico e acústico aos usuários. Junto com outros componentes de cobertura, o telhado
também contribui para a captação de águas pluviais. As telhas possuem a função de vedação, conforto térmico e acústico (conforme modelo). Em
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algumas situações, elas também possuem função estética (contribuindo no aspecto visual da edificação).
Condições e Cuidados de Uso
Em geral, não se deve armazenar materiais, nem equipamentos de instalações sobre a cobertura. No caso de ser estritamente necessário, dever-
se-á comprovar que o peso desse não ultrapasse a carga máxima que a cobertura pode suportar; 
Quando for necessário circularsobre o telhado para instalação ou intervenções técnicas em antenas, painéis solares ou outros equipamentos
devem ser respeitados os caminhos de passagem previstos em projetos, sendo recomendado, por questões de segurança, não trafegar sobre as
telhas úmidas ou molhadas; 
Quando houver necessidade de tráfego nos telhados, esta ação deverá ser restrita ao síndico e zelador juntamente com mão de obra
especializada, e deverá ser feito dentro dos padrões de segurança estabelecidos por Norma. Depois de finalizado os serviços o Condomínio deve
verificar o estado da cobertura (telhas, rufos, etc.), de modo a garantir a integridade e conservação; 
É muito importante à conscientização e a adoção de medidas relativas à segurança, que devem ser seguidas por todos os envolvidos na execução
de manutenção de um telhado, entre estas medidas está o uso obrigatório de equipamentos para a segurança, tais como: cintos de segurança,
linha da vida, botas de segurança, capacete, óculos e luvas; (O profissional que irá realizar a manutenção do telhado deve possuir treinamento na
NR-35 – Trabalho em Altura) 
Nunca pise diretamente sobre as telhas. Use tábuas colocadas nos dois sentidos, apoiadas sobre as terças, de modo a permitir a movimentação
segura sobre o telhado. O telhado foi dimensionado para suportar carga concentrada de até 120 kg, apoiada sobre tábuas. Não ultrapasse
este limite. Amarre as tábuas maiores quando a inclinação for muito grande; 
 
Fonte: imagens exclusivas de obra MRV.
 
Não pintar as telhas, pois pode alterar suas propriedades térmicas; 
Verificar constantemente se não há telhas trincadas ou soltas, existência de frestas evitando possíveis infiltrações; 
Verificar as condições dos rufos (soltos ou em más condições), evitando possíveis infiltrações a integridade dos selantes na calafetação de rufos e
outras chapas; 
Para as telhas Metálicas é necessário verificar também as borrachas de vedação juntos aos parafusos de fixação das telhas devem que ser
verificadas, para checar se não estão ressecadas e assim evitar infiltrações. Evite o aperto excessivo nas fixações sob o risco de trincas nas
telhas; 
Para limpeza dos telhados, de um modo geral, recomenda-se evitar sobrecargas e acúmulo de umidade; 
Use jato leve de água. Jamais utilize escovas ou palhas de aço; 
Condições de Perda da Garantia
Retenção localizada de água na estrutura, suas ligações, calhas e rufos decorrentes de ausência de manutenção preventiva; 
Se forem identificadas sobrecargas nas estruturas de cobertura além dos limites normais de utilização previstos, como por exemplo, instalações
irregulares de coletores solares, depósito de material pesados, etc.; 
Deterioração do sistema de cobertura devido a impactos indesejáveis causados por lançamento de objetos ou trânsito de pessoas sobre o telhado
de modo inadequado; 
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Reforma ou alteração sem aprovação da construtora; 
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674. 
IMPORTANTE: as manutenções preventivas são essenciais para garantir integridade do telhado, e por consequência, para sua estanqueidade,
conforto térmico e acústico. A inobservância dos cuidados e manutenções, conforme orientação ocasiona perda de garantia. Não são passíveis de
garantias problemas que venham a ser gerados por precipitações pluviométricas e ventos superiores aos previstos nas normas, em conformidade
com o que prescreve a legislação pertinente.
 
 
 
Coberturas em telhas de fibrocimento (quando houver)
 
Descrição
A telha de fibrocimento é produzida a partir do material obtido da mistura de água, cimento Portland e fibras. Seu desempenho depende
conjuntamente da estrutura do telhado.
Tipo de Uso
São utilizadas para coberturas das edificações com a função de proteger o espaço interno do edifício das intempéries do ambiente exterior (como
a chuva, o vento, entre outros.), promovendo o conforto térmico e acústico aos usuários. Junto com outros componentes de cobertura, o telhado
também contribui para a captação de águas pluviais. As telhas possuem a função de vedação, conforto térmico e acústico (conforme modelo). Em
algumas situações, elas também possuem função estética (contribuindo no aspecto visual da edificação).
Condições e Cuidados de Uso
Em geral, não se deve armazenar materiais, nem equipamentos de instalações sobre a cobertura. No caso de ser estritamente necessário, dever-
se-á comprovar que o peso desse não ultrapasse a carga máxima que a cobertura pode suportar; 
Quando for necessário circular sobre o telhado para instalação ou intervenções técnicas em antenas, painéis solares ou outros equipamentos
devem ser respeitados os caminhos de passagem previstos em projetos, sendo recomendado, por questões de segurança, não trafegar sobre as
telhas úmidas ou molhadas; 
Quando houver necessidade de tráfego nos telhados, esta ação deverá ser restrita ao síndico e zelador juntamente com mão de obra
especializada, e deverá ser feito dentro dos padrões de segurança estabelecidos por Norma. Depois de finalizado os serviços o Condomínio deve
verificar o estado da cobertura (telhas, rufos, etc.), de modo a garantir a integridade e conservação; 
É muito importante à conscientização e a adoção de medidas relativas à segurança, que devem ser seguidas por todos os envolvidos na execução
de manutenção de um telhado, entre estas medidas está o uso obrigatório de equipamentos para a segurança, tais como: cintos de segurança,
linha da vida, botas de segurança, capacete, óculos e luvas; (O profissional que irá realizar a manutenção do telhado deve possuir treinamento na
NR-35 – Trabalho em Altura). 
Nunca pise diretamente sobre as telhas. Use tábuas colocadas nos dois sentidos, apoiadas sobre as terças, de modo a permitir a movimentação
segura sobre o telhado. O telhado foi dimensionado para suportar carga concentrada de até 120 kg, apoiada sobre tábuas. Não ultrapasse
este limite. Amarre as tábuas maiores quando a inclinação for muito grande; 
 
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Fonte: imagens exclusivas de obra MRV.
 
Não pintar as telhas, pois pode alterar suas propriedades térmicas; 
Verificar constantemente se não há telhas trincadas ou soltas, existência de frestas evitando possíveis infiltrações; 
Verificar as condições dos rufos (soltos ou em más condições), evitando possíveis infiltrações a integridade dos selantes na calafetação de rufos e
outras chapas; 
Para as telhas em Fibrocimento é necessário verificar também as borrachas de vedação juntos aos parafusos de fixação das telhas devem que ser
verificadas, para checar se não estão ressecadas e assim evitar infiltrações. Evite o aperto excessivo nas fixações sob o risco de trincas nas
telhas; 
Para limpeza dos telhados, de um modo geral, recomenda-se evitar sobrecargas e acúmulo de umidade. Use jato leve de água. Jamais utilize
escovas ou palhas de aço; 
Condições de Perda da Garantia
Retenção localizada de água na estrutura, suas ligações, calhas e rufos decorrentes de ausência de manutenção preventiva; 
Se forem identificadas sobrecargas nas estruturas de cobertura além dos limites normais de utilização previstos, como por exemplo, instalações
irregulares de coletores solares, depósito de material pesados, etc.; 
Deterioração do sistema de cobertura devido a impactos indesejáveis causados por lançamento de objetos ou trânsito de pessoas sobre o telhado
de modo inadequado; 
Reforma ou alteração sem aprovação da construtora; 
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674. 
IMPORTANTE: as manutenções preventivas são essenciais para garantir integridadedo telhado, e por consequência, para sua estanqueidade,
conforto térmico e acústico. A inobservância dos cuidados e manutenções, conforme orientação ocasiona perda de garantia. Não são passíveis de
garantias problemas que venham a ser gerados por precipitações pluviométricas e ventos superiores aos previstos nas normas, em conformidade
com o que prescreve a legislação pertinente.
 
 
 
Controle de Pragas Urbanas
 
Descrição
O Controle de Pragas é o tratamento por meios físicos, inseticidas ou biológicos destas infestações aos níveis tolerados ou recomendados. O
Controle de Pragas consiste em ações periódicas em locais onde foram detectadas as infestações ou ainda em outros locais como prevenção.
Desinsetização
Procedimento utilizado para o controle de insetos rasteiros, insetos voadores, aranhas, carrapatos, ácaros e escorpiões.
Desratização
Processo utilizado para a eliminação e controle de roedores conhecidos como camundongos, ratazanas e ratos de forro.
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Descupinização
Descupinização é o tratamento dado às infestações de cupins. Cabe enfatizar que para cada espécie de cupim é necessário um tipo de tratamento
específico. Como por exemplo: cupim de madeira seca; brocas de madeira; cupim de solo (alvenaria); cupim arbóreo.
Tipo de Uso
Controle de pragas urbanas.
Condições e Cuidados de Uso
É fundamental manter as áreas do condomínio limpas, sem entulhos, sem lixo e sem objetos que possam se transformar em focos de proliferação
de pragas, como ratos, baratas, mosquitos, etc.; 
Em períodos de chuvas, o condomínio deve colocar na rotina de inspeções o combate à criadouros de mosquitos transmissores de doenças, tais
como a dengue, febre amarela, entre outras; 
É necessário avaliar o processo e produtos utilizados pela empresa para que sejam tomadas as devidas medidas de precaução para a segurança
principalmente de animais, crianças, idosos e pessoas alérgicas; 
É importante ressaltar que os produtos utilizados devem ser de uso profissional e com registro no Ministério da Saúde; 
O tempo de garantia do serviço informado pela empresa também deve ser avaliado. 
Condições de Perda da Garantia
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674.
 
 
 
Deck (Quando houver)
 
Descrição 
Deck é um tipo de revestimento de madeira, utilizado em espaços próximos à piscinas, spas, jardins etc. Por ser um produto natural pode exibir
diferenças de tonalidades e variação na dimensão de suas peças, este provocado pela mudança de umidade do ambiente. 
O termo “Deck” tem sua origem de uso na indústria naval (marinha) para denominar piso dos pavimentos descobertos das embarcações -
exemplo: o convés dos barcos. Na arquitetura, representa um tablado, constituído por tábuas, na maioria das vezes, paralelas. 
 
Fonte: imagens ilustrativas obras MRV.
 
Confira no memorial deste manual e nos projetos se seu empreendimento possui este sistema. Estas informações são muito importantes para as
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manutenções preventivas futuras. 
Tipo de uso
Usado para compor pisos de ambientes diversos.
Condições e cuidados de uso
Verificar elementos de fixação conforme plano de manutenção preventiva; 
Conferir a integridade e reconstituir onde for necessário; 
A exposição constante as mudanças climáticas (intempéries como chuva e sol) torna essencial a manutenção para que a camada de verniz se
mantenha intacta. Caso verifique alguma deterioração da camada, contrate uma empresa capacitada para manutenção; 
A raspagem e aplicação de verniz especial, principalmente em áreas constantemente expostas a umidade, devem ser realizadas conforme plano
de manutenção preventiva, e após avaliação de empresa capacitada. 
Dicas do que não fazer
- Não encere um assoalho de madeira com acabamento em poliuretano; 
- Não passe produtos de limpeza que deixem um filme ou resíduo; 
- Não utilize esponjas ou palha de aço. Prefira um limpador de chão de madeira profissional para remover arranhões e marcas de sapato
ocasionais; 
- Não limpe o chão com um pano excessivamente úmido (a madeira naturalmente se expande quando é molhada em demasia); 
- Não use produtos químicos corrosivos; 
- Não aplique produtos a base de óleos; 
- Não use produtos a base de amônia; 
- Não deixe restos/resíduos de produtos de limpeza no piso; 
- Não aplique excesso de água para limpeza do deck; 
Condições de Perda da Garantia
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674.
 
 
 
Elevadores e Plataforma Elevatória (quando houver)
 
Descrição 
Os elevadores e as plataformas elevatórias são conjuntos de equipamentos com acionamento eletromecânico de transporte vertical. Por se tratar
de equipamentos complexos e sensíveis, somente empresas especializadas na sua manutenção e conservação devem ter acesso às instalações.
Confira no memorial deste manual e nos projetos, se seu o residencial possui algum destes sistemas (Elevadores eficientes ou comuns, e ou
Plataforma). Estas informações são muito importantes para as manutenções preventivas futuras.
Tipo de Uso 
Os elevadores e as plataformas elevatórias são equipamentos destinados ao transporte vertical de passageiros e cargas, entre os pavimentos de
uma edificação, e são considerados os veículos mais seguros que existem. Diariamente, transportam milhões de pessoas, em todo o mundo, e
falhas de segurança acontecem por vários fatores, normalmente provocadas pelos usuários ou por falta de manutenção adequada.
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Condições e cuidados de uso 
O uso de elevadores para o transporte de móveis, ou qualquer outro tipo de objeto, deve ser feito de modo consciente respeitando as dimensões e
a capacidade dos elevadores. Verifique nas especificações e projetos, as dimensões e capacidade de carga. Use as escadas se necessário; 
Colocar acolchoado de proteção na cabine para o transporte de cargas volumosas, especialmente durante mudanças. Verifique se a proteção da
cabine do elevador é suficiente para o tipo de objeto que será transportado. Sempre solicite a proteção padrão do condomínio para a cabine do
elevador; 
O limite de transporte de passageiros deverá ser sempre respeitado, conforme indicações em uma placa no interior da cabine; 
Não retirar a comunicação visual de segurança fixada nos batentes dos elevadores; 
Não utilizar indevidamente o alarme e o interfone, pois são equipamentos de segurança; 
Apertar o botão para chamar o elevador apenas uma vez; 
Não forçar a porta do equipamento; 
Não reter o elevador em seu andar, retardando seu funcionamento. A qualquer momento outro usuário pode dele precisar; 
Não permitir que crianças brinquem ou trafeguem sozinhas nos elevadores; 
Não pular ou fazer movimentos bruscos dentro da cabine; 
Em casos de existência de ruídos e vibrações anormais, comunicar ao zelador/gerente predial ou responsável; 
Em caso de falta de energia ou parada repentina do elevador, solicitar auxílio externo através do interfone ou alarme, sem tentar sair sozinho do
elevador; 
Jamais tentar retirar passageiros da cabine quando o elevador parar entre pavimentos, pois há grandes riscos de ocorrerem sérios acidentes.
Chamar sempre a empresa de manutenção ou o Corpo de Bombeiros; 
Havendo desnível da cabine, não permitir a saída de ninguém, muito menos colaborar no sentido de colocar cadeira ou qualquer objeto para servir
de escada, pois uma queda no poço poderá ser fatal. Aguardar a chegada do técnico para proceder ao nivelamento da cabine; 
Jamais tentar nivelar a cabine através do acionamento manual do freio, pois poderá gerar condições inseguras ou mesmo agravar a causa daparalisação; 
Ao ouvir o alarme, dirigir-se ao local e conversar com os passageiros presos na cabine do elevador, ressaltando a ausência de perigo e dizendo
que a empresa de manutenção está sendo acionada. Tal procedimento atenua a insegurança e fobias normais nesses casos; 
SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA: 
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Em caso de incêndio, não usar o elevador, e sim as escadas, que são isoladas e construídas para esse fim. Caso haja mau funcionamento dos
elevadores, é necessário reprogramá-los; 
Nunca transpasse a porta do elevador sem antes verificar se a cabine está no pavimento de chamada; 
Não fumar dentro do elevador. É proibido por lei; 
Nunca entrar no elevador com a luz apagada; 
A casa de máquinas dos elevadores Não pode ser usada como depósito de materiais ou ferramentas. Deve permanecer limpa. O acesso ao local
só será permitido a pessoas credenciadas para revisão ou manutenção dos elevadores; 
Não obstruir a ventilação e as passagens para a casa de máquinas; 
Manter a soleiras dos pavimentos sempre limpas para evitar desgastes das portas; 
Nunca esfregue as paredes. Não utilizar água para a limpeza das portas e cabines. Manchas devem ser limpas com pano branco limpo, apenas
umedecido; 
Não usar produtos de limpeza corrosivos; 
Efetuar limpeza dos painéis sem utilizar materiais abrasivos como palha de aço, sapólio etc.; 
Não utilizar água para a limpeza das portas e cabines. Deverá ser utilizada flanela macia ou estopa, umedecida com produto não abrasivo,
adequado para o tipo de acabamento da cabine; 
Evitar álcool sobre partes plásticas para não causar descoloração; 
Evitar que caia água através das soleiras, pois pode causar paralisação do equipamento e curto-circuito. 
Poço do Elevador
O poço do elevador e as rotas de acesso devem, obrigatoriamente, possuir uma iluminação adequada e não deve estar obstruída para o acesso
da empresa especializada. Caso o acesso esteja obstruído o equipamento deve ser desligado; 
O poço do elevador deve ser mantido livre de sujeiras, sendo efetuada a limpeza todas as vezes que for executada manutenção preventiva; 
Ter cuidado com a limpeza dos halls dos elevadores a fim de não deixar cair água próxima à porta dos mesmos, evitando-se o acúmulo de água
no poço; 
Não deixar acumular água ou óleo no poço do elevador.
Considerações e Recomendações Importantes 
É obrigatória a manutenção periódica dos sistemas (Elevadores, Plataformas Elevatórias, e casa de máquinas). Deverá ser firmado
contrato de manutenção com empresa capacitada, para que sejam garantidas a periodicidade da manutenção obrigatória e a eficiência
de operação do sistema. Somente utilizar peças originais;
O Condomínio deverá providenciar a apólice de seguro do elevador e seguir os termos das leis municipais pertinentes;
IMPORTANTE - A transferência de titularidade do contrato de manutenção do elevador é obrigatória. O contrato deve estar no nome do
Condomínio e não no nome da Construtora; 
Certifique-se de que a empresa que presta serviço de manutenção dos elevadores possui seguro adequado e de acordo com a legislação para
todas as suas atividades; 
A empresa contratada para fazer a manutenção deve determinar qual a periodicidade das manutenções preventivas e agir de acordo com a
legislação em vigor; 
Além dos procedimentos normais de manutenção, a legislação pode obrigar a testes periódicos dos componentes de segurança; 
Leia atentamente o manual do fornecedor, pois ele contém importantes orientações, e possui maior detalhamento dos cuidados de uso, operação
e manutenção dos elevadores. Por isto, mantenha estes manuais bem conservados, guardados em local seguro e disponível para consulta; 
Confira no manual do fornecedor informações relacionadas com a utilização normal do elevador, manutenção básica e instruções em caso de
avaria ou situações de emergência. Comunique ao fornecedor qualquer alteração relativa à utilização, funcionamento, ruídos e movimentos fora do
comum precisam ser rapidamente comunicados à empresa responsável pela manutenção. Isole o elevador e não permita seu uso até que seja
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restabelecida sua operação segura; 
O maior número de acidentes fatais ocorre, por desatenção dos usuários de elevadores, no momento em que abrem a porta do andar sem que o
elevador tenha chegado. Se a porta se abrir e a pessoa perder o equilíbrio ou entrar, achando que cabina chegou, cairá no poço, e, dependendo
do andar em que estiver, poderá sofrer um acidente grave ou fata; 
Ao transportar cargas busque distribuir o peso de modo uniforme dentro da cabina do elevador de modo a evitar movimentações da mesma
durante o deslocamento. Sempre confirme o peso da carga antes de transportá-la, pois, sobrecarga danificam os elevadores. Também tome muito
cuidado em relação aos pontos de contato da carga com as paredes, portas, teto e o piso da cabina para evitar avarias na lataria e nos
dispositivos de acionamento dos elevadores; 
É necessário um cuidado especial ao transportar cadeiras de rodas ou camas sobre rodas. É importante ter atenção em relação a abertura e
fechamento das portas nestas situações; 
Outro tipo de acidente grave quando há falha do equipamento: no momento em que pessoas tentam abrir a porta do andar com, o elevador já
partindo, no intuito de fazê-lo parar. Se a porta abrir e a pessoa tentar entrar, poderá ser guilhotinada pela movimentação da cabina; 
Não ultrapassar o número máximo de passageiros permitidos e/ou a carga máxima permitida, que estão indicados em uma placa no interior da
cabina; 
Embora o elevador seja projetado para suportar uma carga acima do especificado, essa reserva técnica é para preservar os componentes do
elevador. Ultrapassá-la pode fazer com que os dispositivos de segurança sejam acionados e o elevador trave entre os andares, desencadeando
uma série de transtornos; 
Não permitir que crianças brinquem ou trafeguem sozinhas nos elevadores; 
As crianças podem ser causadoras ou vítimas de acidentes em elevadores. Brincadeiras dentro da cabina do elevador fazem-na balançar, levando
o dispositivo do freio de segurança a travar, ocasionando todos os problemas de um resgate e intervenção dos técnicos para destravar o
equipamento; 
Brincar com os componentes eletrônicos, apertando todos os botões ou deixando cair líquido ou alimentos sobre eles pode ocasionar um curto-
circuito e danificar a fiação, paralisando o equipamento por longo tempo; 
Jogar bola dentro da cabina pode ocasionar a quebra de espelhos e luminárias, causando inclusive ferimento nas crianças; 
Crianças com menos de cinco anos podem não suportar o peso do fechamento da porta do elevador e ficar presas, inclusive sofrendo o
guilhotinamento se a cabina se movimentar; 
Não sobrecarregue os elevadores, seja com pessoas ou objetos. Em alguns elevadores a sobrecarga provocará a ativação de sinais sonoros na
cabina e paralização do elevador enquanto existir essa sobrecarga; 
Deixe sempre em local visível o nome e o número de telefone da empresa de manutenção dos elevadores; 
Não permita que curiosos e pessoas inabilitadas façam intervenções nos equipamentos, tais como ligar e desligar os circuitos de alimentação, os
de iluminação, etc.; 
O acesso ao painel de comando, caixa, poço e demais dependências correlatas do equipamento deve ser restrito; 
O RIA – Relatório Anual de Verificações dos elevadores – É uma espécie de atestado de saúde dos elevadores. O RIA exige que o engenheiro da
empresa responsável contratada pelo condomínio vá até o local e faça as inspeções necessárias; 
Recomenda-se que o Síndico, ou o Administrador do Condomínio, providencie periodicamente uma verificação visual do elevador e uma viagem
de elevador em toda a extensão do percurso. A inspeção normal deve determinar se: 
01 - O elevador e as portas funcionam sem qualquer ruído, vibrações ou cheiro fora do habitual.
02 - Os avisos de segurança estão todos nos locais devidos.
03 - A iluminação da cabina do elevador está inteiramente funcional.
04 - O sistemade alarme funciona.
05 - A inversão de movimento das portas (sistema de proteção), incluindo o botão de abrir portas, funciona corretamente.
06 - O pavimento da cabina do elevador fica sensivelmente no mesmo nível que o pavimento dos andares (o instalador poderá comunicar-
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lhe as tolerâncias).
07 - As seções ou painéis de vidro da cabina ou das portas não estão danificados e estão seguros.
08 - O pavimento da cabina não apresenta nenhum risco, especialmente de escorregar ou tropeçar.
09 - Todos os indicadores e comandos funcionam corretamente.
10 - A chave de abertura manual do freio e os diafragmas elétricos estão nos locais devidos.
11 - A casa das máquinas, a chave de emergência e as chaves dos outros sistemas estão nos locais próprios.
Por motivos de segurança, os procedimentos de acesso e saída do topo da cabina e poço devem ser realizados somente por técnicos
autorizados e com formação adequada. 
ATENÇÃO: quando a plataforma elevatória estiver em movimento, o usuário dever manter pés, mãos, cabeça, roupas afastados das bordas da
cabina. Deve-se sempre segurar no corrimão e nunca no topo das proteções laterais. Observe sempre a capacidade máxima de carga do
equipamento, pois o excesso de peso poderá acarretar no desgaste prematuro das peças da plataforma e consequente perda da garantia. Não
permita crianças nas proximidades da plataforma. 
Condições de Perda da Garantia 
Deixar de realizar as inspeções e manutenções com empresa especializada. Recomendando-se que esta empresa seja o próprio fabricante do
equipamento, ou empresa por ele indicada, como forma de garantir a preservação de suas características originais (a responsabilidade desta
contratação é do Síndico/Condomínio, estabelecida em lei); 
Se não forem tomados os devidos cuidados de uso ou não for feita a manutenção rotineira e preventiva necessária; 
Uso de peças não originais nas manutenções e ou reposição; 
Utilização em desacordo com a capacidade e objetivo do equipamento; 
Pane no sistema eletroeletrônico, motores e fiação, causados por sobrecarga de tensão ou queda de raios; 
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674. 
Elevadores Eficientes – De alto desempenho (quando houver)
Com atenção especial voltada às possibilidades de sustentabilidade e na redução dos impactos ambientais em seus empreendimentos, tanto no
processo produtivo, quanto no usufruto dos futuros moradores de seus imóveis, é que a MRV vem investindo cada vez no emprego de sistemas e
equipamentos mais eficientes. Por isto, já é possível que o elevador de seu condomínio possua um sistema eficiente, que favorece a regeneração
de energia necessária para o seu funcionamento.
Para saber se o(s) elevador(es) de seu residencial possui(em) estas características, confira as informações técnicas disponíveis no memorial
descritivo deste manual e nos projetos.
Sistema eficiente: a energia gerada pelo elevador é devolvida, através do drive REGEN, para a rede elétrica do edifício. Por isto, é muito
importante, que sistemas deste tipo, estejam sempre com as manutenções preventivas em dia, garantindo, assim, a eficiência de regeneração.
 
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Fonte: figura explicativa OTIS adaptada para o manual MRV.
 
O consumo e geração de energia é um fator chave para se observar o diferencial sustentável deste equipamento. Pois, através dele, ocorre
redução de impacto ambiental necessário para geração de energia pelas concessionárias que disponibilizam este recurso energético (Exemplo de
elevadores da OTIS). 
Para garantir a segurança, minimizar riscos, desgaste prematuro das peças, e assim assegurar o correto funcionamento dos equipamentos, é
essencial a manter contratos de prestação de serviços de manutenção e conservação dos elevadores (seja para modelos eficientes, ou mesmo,
para elevadores comuns). 
Leia atentamente os contratos dos prestadores de serviços de manutenção e o manual do fabricante dos elevadores. 
Nas manutenções, recomenda-se atenção quanto aos tipos de peças que podem ser substituídos sem custos para o condomínio, quando
detectado que a patologia ocorreu mesmo com o uso normal dos equipamentos. Também verifique os itens e serviços não cobertos pela garantia
do fornecedor do elevador, e que por isto, demandarão ainda mais cuidados e recursos nas manutenções preventivas. 
 
 
 
Esquadrias de madeira
 
Descrição
Sistema que compreende todos os componentes construtivos (caixilho) empregados na execução de portas, portões, janelas, basculantes etc.,
que utilizam a madeira como matéria-prima básica. 
A madeira é um material higroscópico. Várias de suas propriedades são afetadas pelo teor de umidade presente. Sua natureza biológica submete-
a aos diversos mecanismos de deterioração existentes na natureza. A essas características negativas, acrescenta-se sua suscetibilidade ao fogo e
a cupins. 
Em consequência das variações de temperatura que acontecem em diferentes horários (dia e noite), pode haver dilatação e retração do material. 
A madeira, por ser um material natural, poderá apresentar variações na cor e no formato dos veios. Pode haver alteração de tonalidade durante a
fase de uso, a exemplo de áreas que ficam atrás de móveis e cortinas e não recebem a luz. Portanto, entenda essas alterações pelo aspecto da
nobreza do material. 
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Tipo de Uso
Separação entre ambientes contíguos de forma permanente no caso das esquadrias fixas, ou de forma variável no caso dos móveis. Essa
separação permite a iluminação e a ventilação natural/ambiental, protege o interior das intempéries (chuva, ventos e controle de intrusão) e de
agentes externos como ar, poeira e insetos. Promove a segurança, limitando o acesso aos ambientes e contribui para o controle de agentes
internos como visão, ar e calor. 
Propiciam privacidade e conforto acústico quando fechadas. Algumas esquadrias também podem exercer função decorativa, podendo ser
pintadas, envernizadas ou enceradas. 
Condições e Cuidados de Uso
Não usar, em hipótese alguma, detergentes contendo saponáceos, esponjas de aço de nenhuma espécie, ou qualquer material abrasivo. No caso
de esquadrias de madeira, pintadas ou envernizadas, poderá ocorrer empolamento, descascamento, esfarelamento, alteração de cor ou
deterioração de acabamento; 
Antes de executar qualquer tipo de pintura nas paredes e fachadas, proteger as esquadrias com fitas adesivas de PVC. Não utilize fitas tipo
“crepe”, pois elas costumam manchar a esquadria quando em contato prolongado. Remover a fita adesiva imediatamente após o uso, porque sua
cola contém ácidos ou produtos agressivos que, em contato prolongado com as esquadrias, poderão danificá-las; 
Não abrir janelas ou portas empurrando a parte do vidro. Utilizar os puxadores e fechos; 
Evite bater portas e janelas ao fechá-las. As batidas podem causar trincas na madeira e na pintura, bem como comprometer sua fixação à parede.
Procure manter as portas fechadas para evitar que, com o tempo e principalmente com o sol, empenem; 
Providenciar batedores de porta a fim de não prejudicar as paredes e maçanetas; 
No caso de instalar prendedores para portas, prender sempre ao piso, nunca na parede ou no rodapé; 
Os trincos ou ‘cremonas’ não devem ser forçados. Se necessário, aplicar suave pressão ao manuseá-los; 
Manter as portas permanentemente fechadas, evitando assim o seu empenamento ou danos devidos às rajadas de vento; 
Verificar periodicamente o estado de conservação de portas e janelas pintadas; 
Substituir vidros quebrados, quando necessário; 
Nunca remova as borrachas ou massas de vedação. Não usar material áspero ou produto contendo cetonas, álcool ou éter no auxílio da limpeza; 
Mantenha os materiais sempre secos e isentos de umidade. Use flanela seca ou produtos específicos. Não useprodutos ácidos, à base de
amoníaco ou álcool para limpeza de portas; 
Mantenha também a lustração (vernizes, seladores ou ceras) sempre em perfeitas condições, para que não apareçam manchas derivadas do
desgaste do acabamento; 
As janelas Maxim-air podem ser mantidas abertas, com pequena angulação, em caso de chuvas moderadas. Entretanto, em caso de rajadas de
vento, os caixilhos podem ser danificados, portanto fique atento para travar as janelas; 
Não arrastar objetos através dos vãos de janelas e portas maiores que o previsto, evitando danificar seriamente as esquadrias; 
A limpeza das esquadrias deve ser feita com um pano umedecido ou bucha de espuma com detergente neutro e logo após um pano seco. Antes
tomar o cuidado de retirar o excesso de pó, com um espanador ou escova; 
As janelas e portas de correr exigem que seus trilhos inferiores sejam frequentemente limpos, evitando-se o acúmulo de poeira que, com o passar
do tempo, vai se compactando pela ação de abrir e fechar, transformando- se em crostas de difícil remoção, comprometendo o desempenho das
roldanas e exigindo a sua troca precoce; 
Evite o contato constante ou excessivo de água durante as lavações. As portas não resistem ao contato direto com a água, podendo promover o
seu apodrecimento, aparecimento de manchas e danos irreversíveis, e o desplacamento das folhas da porta; 
Evitar exposição excessiva a radiação solar, pois pode empenar a madeira; 
Não aplique produtos abrasivos nas fechaduras e ferragens, utilize um pano macio umedecido com água e uma flanela seca para limpeza; 
Para lubrificar as dobradiças e fechaduras utilizar pequena quantidade de grafite em pó. Nunca utilizar óleo lubrificante; 
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Nunca remova as borrachas de vedação para limpeza; 
As áreas comuns, escadas e corredores dos edifícios, bem como os banheiros dos apartamentos e da área comum que porventura sejam dotados
de janelas voltadas para a área externa, tem como objetivo promover iluminação natural e melhoria na ventilação dos ambientes. Assim é
importante que estas aberturas não sejam obstruídas, seja por alteração no modelo da janela, ou por outros componentes que impactem na
iluminação e ventilação. 
Condições de Perda da Garantia
Se for feito corte do encabeçamento (reforço da folha) da porta; 
Ausência do revestimento protetor; 
Uso de líquidos para limpeza ou exposição à umidade; 
Na ocorrência de impactos ou perfurações; 
Se forem instaladas cortinas ou quaisquer aparelhos, tais como persianas, ar-condicionado etc., diretamente na estrutura das esquadrias ou de
modo que nelas possam interferir; 
Se for feita qualquer mudança na esquadria, na sua forma de instalação, na modificação de seu acabamento (especialmente pintura), que altere
suas características originais; 
Danos provocados por arrombamento ou violação; 
Aparecimento de agentes nocivos à madeira (fungos, cupins, brocas); 
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674. 
Inspeção e Manutenção Preventiva
As recomendações de inspeções e manutenções, sua periodicidade, bem como o tipo de profissional ou empresa que estão habilitados para sua
realização estão listadas separadamente no capítulo (caso seja impresso) “Manutenção Preventiva” ou em caso de visualização online, na aba de
mesmo nome.
IMPORTANTE: Seguir as recomendações deste manual, as recomendações do fabricante e também todas as normas técnicas pertinentes é
imprescindível para o correto e adequado funcionamento do produto. Não seguir as indicações previstas neste manual, afeta negativamente a vida
útil das partes que compõem a edificação e prejudica a funcionalidade do sistema como um todo, sendo o ‘proprietário/síndico’ responsáveis por
providenciar as inspeções e manutenções, bem como o correto registro de suas execuções, conforme determinado na Norma Técnica NBR
5674:2012.
 
 
 
Esquadrias em alumínio
 
Descrição
São partes integrantes do sistema de vedação interna e externa da edificação entre outros. Entre as esquadrias de alumínio estão: portas, janelas,
basculantes, corrimão, guarda-corpo de terraços, painéis de fachada e outros elementos arquitetônicos; 
Além de possuir vários acabamentos e ser de um material extremamente durável, a esquadria de alumínio é geralmente muito precisa e estanque;
Podem ser confeccionadas em escala industrial ou sob encomenda, com perfis estruturados sólidos ou abertos ou mesmo pela associação dos
perfis com laminados de alumínio e chapas. 
Tipo de Uso
As esquadrias de alumínio são normalmente usadas na separação entre ambientes contíguos de forma permanente, no caso de esquadrias fixas,
ou de forma variável no caso de esquadrias móveis. Esta separação permite contato visual com o exterior, iluminação ambiente, possibilita a
ventilação natural, protege o interior das intempéries (chuvas e ventos) e de agentes externos como poeira e insetos, promove a segurança e limita
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o acesso ao interior dos ambientes. 
Condições e Cuidados de Uso
Não abrir janelas ou portas empurrando o vidro. 
Utilizar os puxadores e fechos; Em caso de ventos fortes, deve-se travar as janelas para que não sejam danificadas; 
As janelas Maxim-air podem ser mantidas abertas, com pequena angulação, em caso de chuvas moderadas. Entretanto, em caso de rajadas de
vento, os caixilhos podem ser danificados, portanto fique atento para travar as janelas; 
As janelas devem correr suavemente não devendo ser forçadas; 
Não remover as borrachas ou massas de vedação; 
Os trincos não devem ser forçados. Se necessário, aplicar uma pressão suave ao manuseá-los. No caso de instalar prendedores para portas,
prender sempre ao piso, nunca na parede ou no rodapé; 
Antes de executar qualquer tipo de pintura nas paredes e fachadas (seja tinta à óleo, látex ou cal), proteger as esquadrias com fitas adesivas de
PVC. Não utilize fitas tipo crepe, pois elas costumam manchar a esquadria, quando o contato é prolongado; 
Na limpeza das fachadas com revestimentos cerâmicos ou de granito, em que se utilizem soluções que contenham produtos agressivos de
quaisquer tipos, proteger as esquadrias com fita de PVC, aplicando-a cuidadosamente, sem deixar áreas desprotegidas ou com mau contato.
Caso isso não seja possível, recomenda-se que a limpeza da fachada seja feita com o uso de água com detergente neutro; 
A limpeza das esquadrias e seus componentes, guarnições de borrachas e escovas, deve ser feita com uma solução de água e detergente neutro
a 5%, com auxílio de esponja ou panos macio; 
Esquadrias de alumínio pintadas em que caiu argamassa: deve-se tomar muito cuidado para retirar a argamassa, não esfregando o lugar afetado,
pois a areia irá atritar o alumínio pintado. Para limpeza, deve-se amolecer o cimento com ácido orgânico a 30% dissolvido em água, tais como
ácido acético, e ir posteriormente esfarelando o resíduo da argamassa com o dedo, somente no lugar afetado; 
Não devem ser utilizados abrasivos, como detergente em pó e palha de aço ou solventes à base de cloro, gasolina, querosene, solventes, ácidos,
lixa ou materiais abrasivos, pois podem ocasionar danos à superfície dos perfis; 
Não usar produtos ácidos ou alcalinos. Sua aplicação poderá causar manchas na ‘anodização’ e tornar a pintura opaca; 
Não utilize objetos cortantes ou perfurantes para auxiliar na limpeza dos “cantinhos” de difícil acesso. Essa operação poderá ser feita com o uso de
pincel de cerdas macias embebido na solução de água e detergente neutro a 5%; 
Não utilize vaselina, removedor, thinner ou qualquer outro produto derivado do petróleo, pois além de ressecar plásticos ou borrachas, fazendo
com que percam sua função de vedação, possuem componentes que vão atrair partículas de poeira que agirão como abrasivo, reduzindo em
muito a vida do acabamento superficiale barreiras físicas (lixo, pedras, etc.),
manter as barras de apoio bem fixadas e sem resíduos oleosos e ou escorregadios em sua superfície, etc. 
A funcionalidade dos espaços oferece um maior grau de independência proporcionando conforto para seus usuários. Facilita o “ir e o vir” com
menos transtornos e com maior segurança. Portanto, a acessibilidade nos condomínios é também um meio de assegurar a inclusão social e
depende muito dos moradores e da administração dos condomínios para manter seu pleno uso e conservação. 
Acessibilidade nas unidades habitacionais 
Alguns imóveis já são projetados para prover a acessibilidade de pessoas com restrição de locomoção. Eles possuem, entre outros, portas de
acesso mais largas, banco articulado para banho (PNE) e barras apoio de banho (PNE). 
O Banco PNE fica disponível dentro da área de box do banheiro para apoio do usuário. 
(i) Branco sobre fundo azul (ii) Branco sobre fundo preto (iii) Preto sobre fundo branco
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As Barras de Banho PNE são necessárias para garantir o uso com segurança e autonomia das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida
e encontram-se instaladas prioritariamente em locais de transferência; 
 
Fonte: ilustrações de obras MRV
 
Os sanitários, banheiros, peças e medidas de portas, entre outras situações contidas nos imóveis adaptados para PNE, buscam oferecer
acessibilidade seguindo os parâmetros da NBR 9050 (Acessibilidade); 
Os materiais metálicos, tais como as barras de apoio e seus elementos de fixação são constituídos de material projetado para resistir a um esforço
de até 150 kg no sentido de utilização; 
Cuidados para preservar as características do aço inox 
Mesmo adotando os procedimentos normais de limpeza na manutenção do aço inox, existem cuidados que devem ser observados para preservar
suas características. 
- Ácidos e Produtos Químicos: ácidos e produtos químicos para piscina, ácido de bateria, ácido muriático, removedores de tintas e similares
danificam a superfície do aço inox; portanto, devem ser evitados. Use água entre fria e morna ao invés de água quente ou fervendo; 
- Produtos de Limpeza: polidores e saponáceos abrasivos só devem ser utilizados em casos extremos, pois podem prejudicar a superfície do aço
inox; 
- Aço Comum: não deixe artigos de aço comum em contato com o inox, especialmente se estiverem úmidos ou molhados. É o caso das esponjas
de aço, cuja ferrugem pode manchar o aço inox. Quando não for possível evitar o seu uso, as peças devem ser enxaguadas com água em
abundância. 
Limpeza 
- A Limpeza do material deverá ser feita através de detergente neutro ou limpa inox. 
- Para remoção de pequenos riscos em superfícies polidas utilizar pó de gesso em um pano úmido. 
Uso diário dos bancos e das barras 
Os bancos de fixação à parede devem ser recolhidos (encostados à parede) após o banho.
 
Fonte: ilustração elaborada para o manual MRV.
 
Importante: muita atenção aos pontos de articulação do banco, eles estão localizados junto às zonas de contato, conforme indicado pelo detalhe
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da figura acima. Pode ocorrer aperto de membros, como dedos ou mãos, devido ao movimento das partes articuladas, caso estes estejam
posicionados sobre a zona de contato. Por isto, evite contato com estas partes no momento de movimentar o banco. 
No uso do banco de banho, tenha atenção para possíveis escorregões devido ao uso dos produtos de higiene. Para reduzir este possível risco,
pode-se usar uma tela de borracha com orifícios aplicada sobre o banco e no piso. 
Após o banho, seque o banco, e quando não estiver em uso, conserve ao abrigo do calor. 
Verifique sempre se todos os pinos de ajuste dos bancos e das barras de apoio estão bem encaixados (fixados). 
Condições de perda da Garantia 
Mau uso dos equipamentos; 
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674. 
Inspeção e Manutenção Preventiva 
As recomendações de inspeções e manutenções, sua periodicidade, bem como o tipo de profissional ou empresa que estão habilitados para sua
realização estão listadas separadamente no capítulo (caso seja impresso) “Manutenção Preventiva” ou em caso de visualização online, na aba de
mesmo nome. 
IMPORTANTE: Seguir as recomendações deste manual, as recomendações do fabricante e também todas as normas técnicas pertinentes é
imprescindível para o correto e adequado funcionamento do produto. Não seguir as indicações previstas neste manual, afeta negativamente a vida
útil das partes que compõem a edificação e prejudica a funcionalidade do sistema como um todo, sendo o ‘proprietário/síndico’ responsáveis por
providenciar as inspeções e manutenções, bem como o correto registro de suas execuções, conforme determinado na Norma Técnica NBR
5674:2012. 
 
 
 
Água Pluvial / Drenagem
 
Descrição 
O sistema de drenagem tem como característica o escoamento das águas pluviais de forma integrada com os demais sistemas de saneamento. É
composto por canaletas, calhas, ralos, bocas de lobo e poços de visita de águas pluviais.
Condições e Cuidados de Uso
Realizar a manutenção rotineira de maneira que folhas, papéis, plásticos e outros objetos não obstruam a rede pluvial; 
Vistoriar as caixas de água pluvial e os muros dos terrenos ao lado é tão importante quanto manter o bom funcionamento desses serviços no seu
condomínio. Por isso, você deve manter contato com seu vizinho e acompanhar de perto a limpeza e vistorias. O acúmulo de água no terreno ao
lado pode causar danos na estrutura do muro de divisa por isso, é preciso evitar que um eventual descuido por parte dele ocasione transtornos
para o seu residencial; 
É necessário ter atenção com os locais próximos aos muros do condomínio, principalmente no que diz respeito à possibilidade de erosão, que
podem ser causadas por ações do homem (como por exemplo, a retirada de cobertura vegetal) e por excesso de chuvas (causas naturais) que
podem originar inconsistências no terreno, seja no lado interno ou no externo ao empreendimento; 
A rede pluvial não pode ser conectada a rede de esgotamento sanitário; 
As canaletas, calhas, ralos, bocas de lobo, poços de visita de águas pluviais e demais elementos de drenagem devem ser mantidos limpos, livres
de folhas, terras e objetos em geral, evitando empoçamentos; 
Anteriormente à época de chuvas e ventanias, deve-se promover revisão dos telhados e descidas, troca de peças quebradas, reposição de peças
deslocadas, etc. Isso é de extrema importância para integridade de taludes e muros; 
Inspecionar canaletas, redes e decidas d’água e realizar reparos caso necessário efetuar limpeza periódica do sistema das águas pluviais,
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especialmente em época de chuvas intensas; 
Limpeza de caixas coletoras e poço de visita periodicamente e antes do período chuvoso, por equipe de manutenção local, abrindo-se as tampas
das caixas e retirando todo o material armazenado no fundo das mesmas; 
Para evitar que ocorram danos nos telhados e lajes, bem como manutenções incorretas, os serviços deverão ser acompanhados pelo síndico ou
representante por ele designado; 
Sempre que se verifique a necessidade de circular sobre o telhado para instalação ou intervenções técnicas na limpeza do sistema de drenagem
de águas pluviais (calhas e rufos) devem ser respeitados os caminhos de passagem previstos em projetos bem como todas as regras de
segurança para evitar acidentes; 
Condições de Perda da Garantia 
Se não forem respeitadas as condições e cuidados de uso, se não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver
capítulo e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR
5674.
 
 
 
Alvenaria Estrutural (quando houver)
 
Descrição 
A alvenaria estrutural é um métododo alumínio; 
Após o término da pintura, é necessário remover a fita protetora imediatamente, pois, a permanência por tempo prolongado pode danificar a
esquadria. Se ocorrer o contato da tinta com o perfil da esquadria, limpar enquanto fresca, com pano seco e, depois, umedecido com água e
detergente neutro. Nunca utilize espátula metálica e/ou esponja de aço para remover tinta seca; 
Não usar em hipótese alguma detergentes contendo saponáceos, esponjas de aço de nenhuma espécie, ou qualquer outro material abrasivo; 
Caso ocorram respingos de cimento, gesso, ácido ou tinta, remova-os imediatamente com um pano umedecido na mesma solução de água e
detergente neutro a 5% e, logo após, passe uma flanela seca; 
Respingo de tinta látex nas esquadrias de alumínio pintadas: a tinta látex, por ser solúvel em água, poderá ser removida facilmente, com auxílio de
um tecido (flanela) umedecido em álcool a 98°, pois o álcool remove a tinta látex e não agride a tinta poliéster, utilizada para fabricação da
esquadria; 
As janelas e portas de correr exigem que seus trilhos inferiores sejam frequentemente limpos, evitando-se o acúmulo de poeira que, com o passar
do tempo, vai se compactando pela ação de abrir e fechar, transformando-se em crostas de difícil remoção, comprometendo o desempenho das
roldanas e exigindo a sua troca precoce; 
Devem-se manter os drenos (orifícios) dos trilhos inferiores sempre bem limpos e desobstruídos, principalmente na época de chuvas mais
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intensas, pois esta é a causa principal de “borbulhamento” e vazamento de água para o interior do ambiente; 
Não utilizar jato de água de alta pressão para lavagem das fachadas. A força do jato pode arrancar as partes calafetadas com silicone ou qualquer
outro material protetor contra infiltração; 
Todas as articulações e roldanas trabalham sobre a camada de nylon auto lubrificante, razão pela qual dispensam quaisquer tipos de graxa ou
óleo lubrificante. Esses produtos não devem ser aplicados às esquadrias, pois em sua composição poderá haver ácidos ou componentes não
compatíveis com os materiais usados na fabricação das esquadrias; 
As áreas comuns, escadas e corredores dos edifícios, bem como os banheiros dos apartamentos e da área comum que porventura sejam dotados
de janelas voltadas para a área externa, tem como objetivo promover iluminação natural e melhoria na ventilação dos ambientes. Assim é
importante que estas aberturas não sejam obstruídas, seja por alteração no modelo da janela, ou por outros componentes que impactem na
iluminação e ventilação. 
Condições de Perda da Garantia
Se for feita qualquer mudança na esquadria, na sua forma de instalação, ou modificação de seu acabamento (especialmente pintura) que altere
suas características originais; 
Se forem instaladas cortinas ou quaisquer aparelhos, tais como: persianas, ar condicionado, etc., diretamente na estrutura das esquadrias ou de
algum modo que possa interferir no seu funcionamento; 
Caso ocorra a aplicação de produtos quimicamente agressivos; 
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674. 
Inspeção e Manutenção Preventiva
As recomendações de inspeções e manutenções, sua periodicidade, bem como o tipo de profissional ou empresa que estão habilitados para sua
realização estão listadas separadamente no capítulo (caso seja impresso) “Manutenção Preventiva” ou em caso de visualização online, na aba de
mesmo nome.
IMPORTANTE: Seguir as recomendações deste manual, as recomendações do fabricante e também todas as normas técnicas pertinentes é
imprescindível para o correto e adequado funcionamento do produto. Não seguir as indicações previstas neste manual, afeta negativamente a vida
útil das partes que compõem a edificação e prejudica a funcionalidade do sistema como um todo, sendo o ‘proprietário/síndico’, responsáveis por
providenciar as inspeções e manutenções, bem como o correto registro de suas execuções, conforme determinado na Norma Técnica NBR
5674:2012.
Instruções de troca de vidro em janela com fixo inferior (Alumasa)
Ferramentas e materiais para a troca: martelo borracha, chave de fenda, pistola de silicone, luva de instalador, cunha, espátula;
Vamos agora ao passo a passo:
1º remova as borrachas com uma ferramenta pontiaguda, começando pelas borrachas da largura superior e inferior, e depois as da altura (cuidado
para não comprometer a pintura); 
2º agora remova as Baguetes (Perfil de Alumínio removível) com um martelo de borracha, e com auxílio de uma cunha de madeira. Retire os
baguetes da largura, e depois o da altura do meio da esquadria. NÃO remova os das extremidades.
3º use luvas de proteção de corte para retirar o vidro. Coloque uma mão por fora e outra por dentro para a remoção. Cuidado com os retalhos de
vidro. 
4º Com uma espátula ponteaguda, retire todos os resíduos de silicone com atenção para os cantos das esquadrias;
5º Na limpeza fina a superfície deverá ser seca e totalmente livre de impurezas, para só então aplicar o novo silicone nos cantos superiores;
6º Atenção na colocação do vidro, baguetes e borrachas. Antes de posicionar o vidro, é de essencial importância conferir o lado correto do vidro. A
parte com relevo do vidro deve ficar para o lado interno e o lado liso para o externo.
Com a ajuda de um martelo de borracha, coloque primeiro as baguetes das alturas e depois os das larguras.
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Para facilitar a colocação das borrachas, recomenda-se enchaguar em água com detergente. Não recorte as borrachas, nem as estique, pois, esse
erro pode ocasionar infiltrações posteriores.
Pronto. Está finalizada a instalação!
 
 
 
Esquadrias Metálicas (aço - ferro)
 
Descrição
Esquadria é o nome genérico usado para portas, venezianas, janelas, e suas variantes. Faz parte do sistema de vedação vertical utilizado no
fechamento de aberturas (vãos), com função de controle da passagem de agentes. Portanto, é muito importante que não sejam forçadas ou mal
operadas, pois podem perder essas funções. Neste caso, trataremos das esquadrias feitas em aço e ou ferro confeccionadas em escala industrial
ou não, com perfis laminados, perfis tubulares ou perfis abertos, e chapas. 
As Portas Blindadas na guarita (quando houver) são confeccionadas com chapa de aço e possuem característica de resistência contra
arrombamento. Oferecem proteção contra diversos tipos de armas de fogo de variados calibres. 
As venezianas blindadas na guarita (quando houver) são produzidas com perfis em aço soldados entre si, com as espessuras apropriadas para
ambientes que necessitam de segurança sem perder a circulação de ar. Por isto, seu uso é comum em guaritas condominiais. 
O ‘passa volumes blindado’ na guarita (quando houver) possui como característica a capacidade de reduzir o contato de pessoas externas com os
agentes de segurança da guarita do condomínio. São produzidas com placas blindadas, internas e externas, de alta resistência mecânica. 
IMPORTANTE: para saber se houve instalação de portas, venezianas e passa volumes – todos do tipo blindados - na guarita de seu residencial,
consulte o “Memorial da Área Comum” e respectivos projetos. Cabe destacar que a blindagem destes itens contribui parcialmente para a
segurança na guarita, porém, é de grande importância que a equipe de portaria seja exaustivamente treinada e capacitada para atuar em
situações de risco, sendo o Síndico, juntamente com a equipe administrativa do condomínio, os responsáveis por estas providências. 
Tipo de Uso
Separação entre ambientes contíguos de forma permanente no caso das esquadrias fixas, ou de forma variável no caso dos móveis. Essa
separação permite a iluminação e a ventilação natural/ambiental, protege o interior das intempéries (chuva, ventos e controle de intrusão) e de
agentes externos como ar,poeira e insetos. Promove a segurança, limitando o acesso aos ambientes e áreas externas ou internas e contribui para
o controle de agentes internos como ar e calor. Propiciam privacidade e conforto acústico quando fechadas.
Condições e Cuidados de Uso
A limpeza das esquadrias como um todo, deverá ser feita com solução de água e detergente neutro a 5%, com auxílio de esponja macia; 
Na limpeza das fachadas com revestimentos cerâmicos ou de granito, em que se utilizem soluções que contenham produtos agressivos de
quaisquer tipos, proteger as esquadrias com fita de PVC, aplicando-a cuidadosamente, sem deixar áreas desprotegidas ou com mau contato.
Caso isso não seja possível, recomenda-se que a limpeza da fachada seja feita com o uso de água com detergente neutro a 5%; 
Não devem ser utilizados abrasivos, como detergente em pó e palha de aço, ou solventes à base de cloro, produtos ácidos ou alcalinos, pois
podem danificar o acabamento e a camada de revestimento/proteção; 
Não utilizar jato de água de alta pressão para lavagem das fachadas. A força do jato pode arrancar as partes calafetadas com silicone ou qualquer
outro material protetor contra infiltração; 
Antes de executar qualquer tipo de pintura nas paredes e fachadas, proteger as esquadrias com fitas adesivas de PVC. Não utilize fitas tipo crepe,
pois, elas costumam manchar a esquadria quando o contato é prolongado; 
Remover a fita adesiva imediatamente após o uso, porque sua cola contém ácidos ou produtos agressivos que, em contato prolongado com as
esquadrias, poderão danificá-las; 
Não abrir janelas ou portas empurrando o vidro. Utilizar os puxadores e fechos; 
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No caso de instalar prendedores para portas, prender sempre ao piso, nunca na parede ou no rodapé; 
Nunca remova as borrachas ou massas de vedação, para evitar infiltrações indesejáveis. Não usar material áspero ou produto contendo cetonas,
álcool ou éter no auxílio da limpeza; 
É proibida limpeza com gasolina, querosene, solventes, ácidos, lixa ou materiais abrasivos, porque podem ocasionar danos; 
As janelas do tipo báscula ou Maxim-air podem ser mantidas abertas, com pequena angulação, em caso de chuvas moderadas. Entretanto, em
caso de rajadas de vento, os caixilhos podem ser danificados, portanto fique atento para travar as janelas; 
Aconselha-se lubrificar os caixilhos periodicamente, aplicando óleo de máquina ou desengripante nas partes móveis (roldanas) e na parte inferior
das folhas móveis; 
As janelas devem correr suavemente. Evite forçá-las; 
Os trincos não devem ser forçados. Se necessário, aplicar suave pressão ao manuseá-los; 
As janelas e portas de correr exigem que seus trilhos inferiores sejam frequentemente limpos, evitando-se o acúmulo de poeira, que com o passar
do tempo, vai se compactando pela ação de abrir e fechar, transformando-se em crostas de difícil remoção, comprometendo o desempenho das
roldanas e exigindo a sua troca precoce; 
Devem-se manter os drenos (orifícios) dos trilhos inferiores sempre bem limpos e desobstruídos, principalmente na época de chuvas mais
intensas, pois essa é a causa principal do “borbulhamento” e vazamento de água para o interior do ambiente; 
Evite bater portas e janelas ao fechá-las. As batidas podem causar trincas nas paredes, além de comprometer sua fixação à parede; 
Não utilize objetos cortantes ou perfurantes para auxiliar na limpeza dos “cantinhos” de difícil acesso. Essa operação poderá ser feita com o uso de
pincel de cerdas macias embebido em solução de água e detergente neutro. Seque bem o local após a limpeza para evitar oxidação; 
Repintar as áreas e elementos, após o tratamento devido dos pontos de oxidação, com as mesmas especificações da pintura original; 
Não utilize vaselina, removedor, thinner ou qualquer outro produto derivado do petróleo, pois, além de ressecar plásticos ou borrachas, fazendo
com que percam sua função de vedação, possuem componentes que vão atrair partículas de poeira que agirão como abrasivo, reduzindo em
muito a vida do acabamento superficial; 
As áreas comuns, escadas e corredores dos edifícios, bem como os banheiros dos apartamentos e da área comum que porventura sejam dotados
de janelas voltadas para a área externa, tem como objetivo promover iluminação natural e melhoria na ventilação dos ambientes. Assim é
importante que estas aberturas não sejam obstruídas, seja por alteração no modelo da janela, ou por outros componentes que impactem na
iluminação e ventilação. 
Condições de Perda da Garantia
Se for feita qualquer mudança na esquadria, na sua forma de instalação, ou modificação de seu acabamento (especialmente pintura) que altere
suas características originais; 
Troca de componentes da esquadria; 
Uso inadequado das portas e janelas; 
Caso ocorra aplicação de produtos ácidos e abrasivos; 
Se ocorrer danos causados por impactos (mau uso); 
Se forem instaladas cortinas ou quaisquer aparelhos, tais como: persianas, ar-condicionado etc., diretamente na estrutura das esquadrias ou de
modo que interfira no seu funcionamento; 
Se não forem respeitadas as condições, e cuidados de uso, e se não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver
capítulo e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR
5674. 
Observação 
Corrimão de escada, escadas do tipo marinheiro de acesso às coberturas, tampas de caixas de incêndio, alçapões de acesso em geral, tampas
de inspeção, telefone etc., por serem artefatos também fabricados em material metálico, deverão obedecer às mesmas recomendações para uso e
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operação e manutenção das esquadrias em ferro. 
 
Fonte: ilustração adaptada do Manual Sinduscon-ES
 
Inspeção e Manutenção Preventiva
As recomendações de inspeções e manutenções, sua periodicidade, bem como o tipo de profissional ou empresa que estão habilitados para sua
realização estão listadas separadamente no capítulo (caso seja impresso) “Manutenção Preventiva” ou em caso de visualização online, na aba de
mesmo nome.
 
IMPORTANTE: Seguir as recomendações deste manual, as recomendações do fabricante e também todas as normas técnicas pertinentes é
imprescindível para o correto e adequado funcionamento do produto. Não seguir as indicações previstas neste manual, afeta negativamente a vida
útil das partes que compõem a edificação e prejudica a funcionalidade do sistema como um todo, sendo o ‘proprietário/síndico’ responsáveis por
providenciar as inspeções e manutenções, bem como o correto registro de suas execuções, conforme determinado na Norma Técnica NBR
5674:2012.
 
 
 
Estação de Tratamento (ETE) / Fossas e Sumidouros (quando houver)
 
Descrição
ETE (Estação de Tratamento de Esgoto) é a unidade operacional do sistema de esgotamento sanitário que através de processos físicos, químicos
ou biológicos, remove as cargas poluentes do esgoto, devolvendo ao ambiente o produto final, efluente tratado, em conformidade com os padrões
exigidos pela legislação ambiental. Em alguns casos é necessário a EEE (Estação Elevatória de Esgoto), devido a topografia do terreno, que irá
direcionar o esgoto para a rede coletora da concessionária de serviço local. 
As Estações de Tratamento de Esgoto (ETE’s) objetivam reproduzir, em um menor espaço de tempo, a capacidade dos cursos d’água de
decompor naturalmente a matéria orgânica. O tratamento do esgoto consiste na separação da parte líquida da parte sólida e no tratamento de
cada uma delas, separadamente, através de processos físicos, químicos ou biológicos removendo as cargas poluentes do esgoto. O objetivo é
reduzir a carga poluidora, para que elas possam ser dispostas adequadamente, sem causar prejuízos ao meio ambiente. 
O tratamento de esgoto visa a preservação ambiental, pois impede a poluição dos cursos d’água pela matéria orgânica presente no esgoto que é
alimento para os micro-organismos. Reduz os impactos causados nos rios pela remoção de contaminantes comoo nitrogênio e o fósforo
(presentes em detergentes), além dos impactos a saúde, causados por organismos presentes no esgoto, capazes de causar doenças. 
As fossas sépticas são unidades de tratamento primário nos esgotos domésticos, nas quais são feitas a separação e transformação de matéria
sólida (físico-química) contida no esgoto. 
O sumidouro tem a função de permitir a infiltração da parte líquida dos esgotos no solo. O tamanho do sumidouro depende do número de pessoas
que utilizam o sistema e da capacidade de infiltração do terreno. 
IMPORTANTE: para saber se em seu residencial possui algum destes sistemas, consulte o “Memorial da Área Comum” deste manual e
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respectivos projetos.
É obrigatório que o síndico mantenha contrato com empresa especializada para garantir a correta manutenção e operação da estação de
tratamento de esgoto, fossas e sumidouros (quando houver).
NOTA: Devido à necessidade de Manutenção Preventiva constante, é necessário que o condomínio organize financeiramente para conseguir
manter o custo de manutenção da ETE, para isto deve ser incluso no orçamento mensal do condomínio os custos ordinários de manutenção
preventiva deste sistema.
 
Condições e Cuidados de Uso
Nunca despejar gordura ou jogar resíduos sólidos nos ralos, pias, lavatórios e vasos sanitários; 
Caso projeto da EEE mostre caixa de gradeamento para limpeza de sólidos, esta deve ser limpa periodicamente; 
Não estacione, nem utilize equipamentos pesados acima da fossa e sumidouro; 
Não deixe que plásticos, papéis, vidros, óleos, tintas e outros materiais não-orgânicos entrem na fossa; 
Evite planta de raiz muito profunda em áreas próximas, assim como outras atividades que possam ser prejudiciais ao sistema de fossas e
sumidouros; 
As Estações de Tratamentos de Efluentes devem receber vistorias periódicas conforme indicação do fabricante e legislação ambiental; 
Efetuar regularmente análises químicas na entrada/saída do efluente da ETE; 
É de suma importância o uso de equipamentos de proteção individual – (EPI), na operação da ETE; 
Inspecionar os lacres do sistema ETE. Notificar qualquer ocorrência ou anormalidade ao fornecedor; 
É obrigatória a manutenção periódica do sistema ETE, fossas e sumidouros. É dever do condomínio firmar contrato de manutenção com empresa
especializada, para que sejam garantidas a periodicidade da manutenção obrigatória e a eficiência de operação dos sistemas; 
No caso de entupimento na rede de coleta de esgoto e águas pluviais, avisar a equipe de manutenção local e acionar imediatamente, caso
necessário, uma empresa especializada em desentupimento; 
Não utilizar, para eventual desobstrução da tubulação de esgoto, hastes, agua quente, ácidos ou similares, sempre que necessário, contrate
empresa especializada em desentupimento; 
Somente utilizar peças originais ou com desempenho de características comprovadamente equivalente; 
A ETE é um sistema com alto risco contaminante, por isto, é obrigatório que o condomínio possua um planejamento especifico, em conformidade
com os componentes, complexidade e tamanho da ETE do empreendimento, contendo a definição mínima das ações, prazos e pessoas que
devem realizar as atividades em conformidade com as diretrizes da ABNT NBR 5674 e legislação especifica do local onde a mesma esta
implantada e onde serão depositados os resíduos; 
É obrigatório seguir a legislação ambiental, bem como todos os requisitos exigidos na licença de operação da ETE; 
Condições de Perda da Garantia
Danos decorrentes de objetos estranhos no interior do equipamento ou nas tubulações, que prejudiquem ou impossibilitem o seu funcionamento; 
Danos decorrentes de mau uso, manuseio inadequado, entre outros; 
Desgaste natural pelo tempo de uso; 
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674. 
IMPORTANTE: a periodicidade de manutenção do programa de manutenção preventiva deste manual pode ser alterada conforme avaliação da
empresa especializada contratada, em decorrência do tamanho e da complexidade da ETE instalada no Condomínio.
 
 
 
Estação de Tratamento de Água - ETA (quando houver)
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Descrição 
Uma estação de tratamento de água (ETA) consiste em um sistema preparado para propiciar que as águas disponíveis para o consumo do
condomínio estejam com níveis de potabilidade adequadas para fins de limpeza, higiene e produção de alimentos. 
O tratamento objetiva assegurar a qualidade das águas dentro dos padrões legais e técnicos (NBR/ABNT) para o consumo humano, respeitando
padrões e parâmetros representativos. 
Para a escolha do melhor processo de tratamento da água, estudos são realizados para conhecer a sua composição em estado bruto (original), ou
seja, suas características físico-químicas e biológicas, e ainda a qualidade que se deseja alcançar para a água tratada com total segurança no
método (Conforme indicação das Portarias do Ministérios da Saúde em Vigor). 
Os principais indicadores de qualidade da água são os aspectos físicos, químicos e biológicos: 
Físicos: temperatura, sabor e odor, coloração, turbidez, sólidos, e condutividade elétrica.
Químicos: pH (potencial hidrogeniônico), alcalinidade, dureza, cloretos, ferro e manganês, nitrogênio, fósforo, fluoretos, oxigênio dissolvido
(OD), matéria orgânica, Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO), Demanda Química de Oxigênio (DQO), Componentes Inorgânicos, e
componentes orgânicos.
Biológicos: Coliformes totais (microrganismos) Escherichia Coli e algas.
No Brasil, as Estações de Tratamento de Água estão classificadas em três categorias básicas: 
Convencional
Por filtração
De flotação
Os padrões de qualidade da água e seu padrão de potabilidade são estabelecidos em portaria especifica pelo Ministério da Saúde, sendo, por isto,
objeto de controle e vigilância por órgãos federais, estaduais, municipais, e do distrito federal.
Confira no memorial deste manual e nos projetos se seu empreendimento possui Estação de Tratamento de Água. Estas informações são
muito importantes para as manutenções preventivas. 
IMPORTANTE: o fornecedor/fabricante da ETA disponibilizará o manual de manutenção preventiva específico para o modelo de Estação de
Tratamento de Água (ETA) empregado no Condomínio. Porém, é necessário ter muita atenção em relação às regras gerais (Leis, normas técnicas,
órgãos reguladores, etc.), comuns para todos os tipos de ETA. 
É obrigatório que o Condomínio mantenha contrato com empresa especializada para garantir a correta manutenção e operação da
estação de tratamento de água (ETA), que necessita sempre ser assistida pelo Síndico, que entre outras atribuições deve cobrar a
realização dos de ensaios físico-químicos e bacteriológicos com entrega dos respectivos relatórios, nos prazos determinados pelos
órgãos fiscalizadores.
NOTA: Devido à necessidade de Manutenção Preventiva constante, é necessário que o condomínio se organize financeiramente para conseguir
manter o custo de manutenção da ETA, para isto deve ser incluso no orçamento mensal do condomínio os custos ordinários de manutenção
preventiva deste sistema.
Tipo de Uso
A ETA é usada no tratamento da água para fins de limpeza, higiene e produção de alimentos, desde em níveis de potabilidade adequadas.
Condições e Cuidados de Uso
É obrigatório que somente profissionais e empresas especializadas atuem de forma direta na manutenção da ETA, no fornecimento de peças,
relatórios, laudos, e no controle da qualidade da água para consumo humano do condomínio (Conforme determinação do Ministério da Saúde). 
A ETA deve contar com profissionais e empresas especializadas para operação e acompanhamento do programa de monitoramento e
apresentação aos Órgãos de Fiscalização, e Anotação de Responsabilidade Técnica - ART, referente à supervisão técnica do sistema;O Condomínio deve, obrigatoriamente, manter e controlar a qualidade da água, por meio de controle operacional do(s) ponto(s) de captação,
adução, tratamento, reservação e distribuição, quando aplicável; 
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Promover todas as manutenções preventivas indicadas pelo fornecedor/fabricante, sempre em conformidade com as leis e normas técnicas
vigentes; 
Providenciar laudo de atendimento dos requisitos de saúde estabelecidos em norma técnica da ABNT 15.784, para o controle de qualidade dos
produtos químicos utilizados no tratamento de água; 
Garantir a emissão laudo de inocuidade, conforme determinação da Portaria 2914 do Ministério da Saúde, dos materiais utilizados na produção e
distribuição que tenham contato com a água; 
Exigir da empresa contratada para manutenção da ETA as análises laboratoriais da água, com amostras provenientes das diversas partes dos
sistemas e das soluções alternativas coletivas, conforme plano de amostragem estabelecido pelos órgãos fiscalizadores, leis e normas técnicas; 
O condomínio deve providenciar e encaminhar à autoridade de saúde pública dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios relatórios das
análises dos parâmetros mensais, trimestrais e semestrais com informações sobre o controle da qualidade da água, conforme o modelo
estabelecido pela referida autoridade – confira periodicamente, junto as autoridades de saúde pública, as leis, normas e regras por elas exigidas
sobre tais laudos (Prazos, modelos, etc.); 
Cumprir integralmente todas as exigências legais e normativas em relação ao tratamento e manutenção da ETA, com emissão de laudos, e
diligencia do que for necessário para o ideal cumprimento das diretrizes ambientais e de saúde pública; 
Quando identificadas situações de risco, o Síndico deve elaborar plano de ação, em conjunto com as autoridades de saúde, e tomar as medidas
cabíveis, incluindo a eficaz comunicação à população que faz uso da água, sem prejuízo das providências imediatas para a correção da
anormalidade; 
É proibida a entrada de pessoas inabilitadas ou animais na área da estação de tratamento de água; 
É obrigatório o uso permanente dos Equipamentos de Proteção Individual - EPIs, como máscaras, luvas, botas e uniformes, na operação da ETA; 
Só permita o acesso e manuseio nos equipamentos da ETA, por pessoas devidamente treinadas a operar o sistema; 
Devem ser rigorosamente seguidas todas as orientações dos fabricantes referentes às manutenções e à operação de equipamentos, tais como:
lubrificação, limpeza, conservação, ajustes e recomendações de segurança e uso; 
O condomínio deve manter bem guardados e organizados, todos os registros de manutenções, laudos e comprovantes fiscais que atestem o
integral cumprimento das manutenções e exigências normativas e legais da operação da ETA; 
Condições de Perda da Garantia
Danos decorrentes de mau uso, manuseio inadequado, entre outros; 
Desgaste natural pelo tempo de uso; 
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas pelo fabricante/fornecedor e
neste Manual (ver capítulo e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme
determinação da ABNT NBR 5674. 
IMPORTANTE: a periodicidade de manutenção do programa de manutenção preventiva deste manual deve ser adequada, conforme as
orientações estabelecidas no manual do fabricante/fornecedor, que podem variar em decorrência do tamanho, modelo e da complexidade da ETA
instalada no Condomínio, bem como da legislação e normas técnicas em vigor. 
 
 
 
Estrutura convencional (quando houver)
 
Descrição
Conjunto de elementos (vigas, lajes e pilares) que formam o esqueleto de uma obra e sustentam as paredes, telhados, forros, revestimentos e
instalações, além das demais cargas de ocupação da edificação. As estruturas podem ser fabricadas com concretos: simples, armado, protendido,
pré-fabricadas e/ou moldadas "in loco". 
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As paredes de vedação são o conjunto de paredes, constituídas por blocos cerâmicos ou de concreto e argamassa. Este conjunto de paredes faz
parte do sistema de vedação vertical interna ou externa, que tem a função de realizar o preenchimento dos vãos das estruturas reticuladas. 
Os Sistemas de Vedações Verticais têm como finalidade a proteção da edificação contra intempéries, como chuvas, ventos e ruídos além dos
permitidos por norma. 
Quando a edificação é formada por pilares, vigas e lajes de concreto, os sistemas de vedação verticais são usados para a divisão de ambientes
sendo os vãos preenchidos com tijolos cerâmicos para vedação. Neste método construtivo, o peso da edificação é distribuído nos pilares, vigas,
lajes e fundações. 
Os materiais utilizados na estrutura, alvenaria e revestimentos das paredes são de naturezas diversas, possuindo diferentes coeficientes de
elasticidade, de resistência e dilatação térmica. Assim, diante de variações bruscas de temperatura ambiente, da acomodação natural da estrutura
causada pela ocupação gradativa do edifício, bem como, quando submetidos às cargas específicas, podem se comportar de forma diferente, o que
poderá eventualmente acarretar o aparecimento de fissuras localizadas no revestimento das paredes, o que não compromete a segurança da
edificação. 
Os chapins assentados nos topos dos muros e platibandas têm como finalidade somente proteger as paredes externas contra infiltração no seu
topo e garantir melhor aspecto visual. Portanto, não protegem as paredes contra as sujeiras provocadas por chuva, ventos, etc. 
Condições e Cuidados de Uso
Não fixar ganchos para redes de descanso. Sempre verificar em projeto se existe previsão para a fixação deste item, e a localização prevista
para sua correta instalação; 
No caso de instalar prendedores para portas, prender sempre ao piso, nunca na parede ou no rodapé; 
Sempre que for necessário fazer algum tipo de furação para fixação de objetos e/ou móveis e/ou equipamentos, utilizar parafusos com buchas
recomendados adequados, sempre considerando a capacidade de carga admissível do elemento e o peso do que vai ser fixado; 
Não efetue perfuração na parede próxima ao quadro de distribuição de luz (QDL) e nos alinhamentos verticais de interruptores e tomadas, para
evitar acidentes com os fios elétricos; 
Antes de perfurar as paredes, consultar projetos e detalhamento do seu imóvel, evitando deste modo a perfuração de tubulações de água, energia
elétrica ou gás nelas embutidas e certifique-se de que no local escolhido não existam vergas e contravergas (confira o tipo de estrutura no
memorial); 
Proibido terminantemente fazer qualquer intervenção na estrutura, sob pena de colocar em risco a integridade do edifício (consulte
sempre a construtora); 
Evitar o contato direto de matéria orgânica, substâncias ácidas e produtos químicos sobre a superfície do concreto; 
Não sobrecarregar as estruturas e paredes (todo e qualquer tipo de estruturas e seu sistema de vedação vertical externo e interno) além dos
limites normais de utilização previstos no projeto, pois esta sobrecarga pode gerar fissuras ou até comprometer os elementos estruturais e de
vedação; 
Deverá ser verificada a integridade, tanto das paredes externas e muros, quanto das paredes internas, conforme recomendado pelas normas
pertinentes e com a periodicidade indicada pelo plano de manutenções preventivas deste manual, reconstituindo onde for necessário (seja através
de correções ou repintura), evitando assim o envelhecimento, a perda de brilho, o descascamento e eventuais fissuras que possam causar
infiltrações. 
Toda vez que for realizada uma repintura após a entrega da edificação, deverá ser feito um tratamento das fissuras evitando assim infiltrações
futuras de água. 
Procure manter os ambientes bem ventilados, principalmente nos períodos de inverno ou de chuva, pois pode ocorrer o surgimento de mofo nas
paredes decorrente de condensação de água por deficiente ventilação, principalmente emambientes fechados (armários, atrás de cortinas e forros
de banheiro); 
Combata o mofo com o uso de detergente ou água sanitária dissolvidos em água; 
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Realizar a lavagem das fachadas conforme recomendações das normas vigentes e de acordo com a periodicidade e orientações indicadas pelo
plano de manutenções preventivas deste manual, ou ainda quando for necessária uma limpeza antes do período indicado, dependendo do estado
de impregnação da sujeira causada pela poluição ou fatores naturais. Recomenda-se atenção especial a segurança, aos cuidados com as
esquadrias e outras partes integrantes da alvenaria, com uso de materiais e métodos adequados para esta lavagem; 
Para limpeza, é necessário observar as recomendações do sistema de revestimento da parede (Pintura, cerâmica, rochas ornamentais etc.); 
Condições de Perda da Garantia
Se forem identificadas sobrecargas e fixações não previstas nas estruturas e paredes além dos limites normais de utilização previstos; 
Se forem realizadas alterações, intervenções, supressão de paredes, demolição de paredes, mudança da posição original das paredes, reformas,
abertura de vãos não previstos no projeto original, etc. Ou seja, se forem alterados total ou parcialmente quaisquer paredes com relação ao projeto
original, e quaisquer outras ações danosas que venham a afetar a integridade, vindo a interferir nas cargas (o que pode incrementar o
aparecimento de trincas) das estruturas, pois poderá abalar a solidez e segurança da edificação; 
Se não for realizada a repintura nos prazos adequados e com os cuidados necessários (com materiais e produtos apropriados e por empresa
capacitada), além das outras manutenções de fachada e paredes (internas e externas) previstas neste manual; 
Substituição do revestimento ou alteração da cor que acarrete maior absorção de calor; 
Impactos não previstos, ou acima da carga permitida; 
Ausência de comunicação à construtora, dentro dos prazos legais, quando da ocorrência de infiltrações (quando proveniente de vício construtivo
oculto); 
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674. 
IMPORTANTE: para saber o tipo de alvenaria que foi empregada em seu residencial, consulte os projetos e também “Memorial do Cliente e da
Área Comum”
 
 
 
Estruturas e sobrecargas
 
A estrutura do edifício é constituída por elementos que formam o esqueleto de uma edificação e sustentam telhados, forros, revestimentos e
instalações, além das demais cargas de ocupação da edificação. Visam garantir a estabilidade e segurança da construção. Abaixo destacamos os
3 tipos mais comuns de estrutura. São elas: 
1 Estrutura convencional de concreto armado (pilares, vigas) com alvenaria de vedação. 
2 Alvenaria estrutural com bloco de concreto ou cerâmico.
3 Paredes maciças de concreto.
 Para saber o tipo de alvenaria que foi empregada em seu residencial, consulte os projetos e também “Memorial do Cliente e da Área Comum”.
Sobrecarga máxima das paredes: cada parede está dimensionada para suportar cargas somente dentro das seguintes especificações: carga
máxima de 80 Kg (ou seja, o peso não pode ser superior a 80kg), apoiada em pelo menos quatro pontos de fixação (exemplo: mão francesa). 
Importante: para instalação correta e segura, consulte as orientações do fabricante sobre as especificações e procedimentos serem adotadas
para a fixação do suporte de sustentação, bem como do equipamento e ou objeto a ser instalado (exemplo: tipo de parafuso, ferramentas corretas,
buchas, etc.). 
Sobrecarga máxima das lajes: a carga máxima das lajes é de 150kgf/m² e deverá ser respeitada (laje dos apartamentos/casas, laje do térreo
interno e externo, etc.). 
Descumprir esta recomendação pode ocasionar danos à estrutura e comprometer a vida útil do empreendimento. 
Para realizar o serviço de manutenção de fachada em seu empreendimento (casas, torres, blocos, etc.) você precisa conferir no memorial deste
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manual e nos projetos, as opções disponíveis para ancoragem de equipamentos de sustenção de andaimes e cabos de segurança. Confira a
seguir algumas situações possíveis de serem encontradas: 
• Verifique na laje de seu empreendimento onde estão fixados os ganchos destinados à ancoragem de equipamentos de sustentação de andaimes
e de cabos de segurança para o uso de proteção individual a serem utilizados nos serviços de limpeza, manutenção e restauração de fachada. Os
ganchos são constituídos de material resistente às intempéries, como aço inoxidável ou material de características equivalentes. 
• Há empreendimentos que possuem opção de fixação de ganchos através de furos estrategicamente disponibilizados na platibanda. Neste caso,
o Condomínio recebe da construtora, pelo menos um KIT de gancho, confeccionado por fornecedor exclusivo (ver lista de fornecedores deste
manual) para executar a manutenção das fachadas. As platibandas terão diversos furos ( ø3/4”), conforme indicado no projeto. Estes furos não
poderão ser tampados em hipótese alguma, pois, são neles que os ganchos são fixados. Veja as ilustrações abaixo do gancho e sua forma de
fixação. 
 
Quando não houver ganchos na laje, nem furos na platibanda, é necessário contratar empresa especializada, para o emprego seguro de outras
técnicas de restauração de fachadas (exemplo de uso de andaimes); 
Caso o empreendimento seja dotado de sistema de geração de energia fotovoltaica, não utilizar o sistema de ganchos fixados na laje devendo-se
recorrer aos outros métodos de fixação supracitados. 
Sobrecarga suspensa nos tetos: 
A laje (teto) de cozinha, sala e dormitório suportam carga suspensa concentrada de 6,5Kg
No teto do Banheiro a carga máxima suspensa concentrada é de até 3Kg.
Em caso de uso de varal suspenso aparafusado ao teto da cozinha, o peso máximo permitido é limitado a 6,5Kg por apoio. Vale ressaltar
que a colocação deste tipo de varal deve ser realizada considerando a passagem de cabos elétricos nos tetos. Por isto, os projetos
elétricos devem ser consultados para evitar acidentes.
Importante: para instalação correta e segura, consulte as orientações do fabricante sobre as especificações e procedimentos serem adotadas
para a fixação do suporte de sustentação, bem como do equipamento e ou objeto a ser instalado (exemplo: tipo de parafuso, ferramentas corretas,
buchas, etc.). 
Sobrecarga em estacionamentos: a sobrecarga máxima permitida para estacionamentos é de 300Kg/m² 
Cobertura: o acesso a cobertura do edifício (exceto as áreas privativas) é restrito ao síndico, zelador ou mão de obra especializada e deverá ser
feito dentro dos padrões de segurança estabelecidos por Norma.
Gancho e suas peças. Gancho montado.
Parte da frente da Platibanda -
exemplo de gancho instalado.
Parte de trás da Platibanda –
exemplo de gancho instalado.
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Telhados: O telhado foi dimensionado para suportar carga concentrada de até 120 kg, apoiada sobre tábuas. Não ultrapasse este limite.
É muito importante à conscientização e a adoção de medidas relativas à segurança, que devem ser seguidas por todos os envolvidos na execução
de manutenção de um telhado, entre estas medidas está o uso obrigatório de equipamentos para a segurança, tais como: cintos de segurança,
linha da vida, botas de segurança, capacete, óculos e luvas; (O profissional que irá realizar a manutenção do telhado deve possuir treinamento na
NR-35 – Trabalho em Altura) 
Nunca pise diretamente sobre as telhas. Use tábuas colocadas nos dois sentidos, apoiadas sobre as terças, de modo a permitir a movimentação
segura sobre o telhado. Amarre as tábuas maiores quando a inclinação for muito grande; 
 
 
 
Extintores de incêndio
 
Descrição
Extintor de incêndio é um equipamento de segurança que faz parte das instalações de combate a incêndio e possui afinalidade de extinguir ou
controlar incêndios em casos de emergências. Em geral é um cilindro que pode ser carregado até o local do incêndio, contendo um agente extintor
sob pressão.
Tipo de Uso
Os extintores de incêndio servem para um primeiro combate a pequenos incêndios. Para tanto é importante ler atentamente as instruções contidas
no corpo do próprio equipamento, especialmente sobre às classes de incêndio, para qual o extintor é indicado e como utilizá-lo.
Condições e Cuidados de Uso
Em caso de situação de incêndio, siga as recomendações abaixo: 
1 - Acionar o alarme de incêndio; 
2 - Informe a portaria para avisar aos demais moradores; 
3 - Ligue para o Corpo de Bombeiros no telefone 193; 
4 - Não utilize os elevadores (exceto em caso de elevador de emergência); 
5 - Deixe imediatamente o local.
A tabela elucida a utilização:
 
Tipos de Incêndio Mangueira de água
Extintores
Água pressurizada Gás carbônico Pó químico seco
Em madeira, papel, pano,
borracha, etc.
ÓTIMO ÓTIMO POUCO EFICIENTE SEM EFICIÊNCIA
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Classificação de incêndio e Extintor recomendado
 
Os extintores e o local de sua colocação não devem ser alterados, pois foram determinados pelo Corpo de Bombeiros. Não obstruir o acesso aos
extintores; 
Não combata o incêndio, a menos que você saiba manusear os extintores (Brigada de Incêndio);
Extintor de CO2 
Deve ser utilizado exclusivamente quando houver fogo provocado em equipamentos elétricos ou eletrônicos. Perto do fogo, puxe o pino de trava.
Aponte o local de saída do CO2 para a base do fogo e puxe o gatilho. 
Extintor de Água Pressurizada 
Deve ser utilizado apenas quando houver fogo provocado por materiais fibrosos ou sólidos, mais especificamente, papel, madeira e tecidos em
geral. O extintor de água não deve ser utilizado para fogo localizado em equipamentos elétricos ou eletrônicos. Para utilizá-lo, destrave-o e dirija o
jato sobre o fogo. 
Extintor de Pó Químico 
Sua utilização é indicada unicamente quando o fogo for proveniente de líquidos combustíveis de origem química (gasolina, álcool, óleos), plásticos
e metais inflamáveis (sódio, potássio, lítio, magnésio, plutônio e titânio). Para utilizá-lo, é necessário retirar o pino de segurança e soltar a
mangueira. Aponte para a base do fogo e aperte o gatilho. 
O condomínio deve solicitar ao Corpo de Bombeiros a vistoria de regularização e renovação do alvará de funcionamento; 
Não permita que pessoas e empresas não habilitadas inspecionem seu extintor; 
Os extintores não podem, em hipótese alguma, serem utilizados para outro fim como lavar calçadas, garagem, escadas, entre outros, devendo ser
mantidos secos e/ou limpos para evitar deterioração; 
Quando o extintor de incêndio estiver submetido à ação do tempo e a condições agressivas, fique atento aos prazos para inspeção, que podem
ser reduzidos em razão do estado em que o extintor se apresentar. 
Condições de Perda da Garantia
Existência de extintores com prazo de validade vencido; 
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674. 
 
 
 
Fachadas
 
Em gasolina, óleo, tintas,
graxa, gases, etc.
CONTRA INDICADO
Espalha o fogo
CONTRA INDICADO
Espalha o fogo
BOM ÓTIMO
Em equipamento elétrico
CONTRA INDICADO
Conduz eletricidade
CONTRA INDICADO
conduz eletricidade
ÓTIMO
BOM Pode causar danos
em equipamentos delicados
Em metais e produtos
químicos
CONTRA INDICADO - não apaga e pode aumentar o fogo BOM
Classe de Incêndio Tipo de material que está queimando Extintor recomendado
A Materiais sólidos, fibras, madeira, papel, etc. Água pressurizada
B Líquidos inflamáveis e derivados de petróleo. Gás carbônico, pó químico
C Material elétrico, motores, transformadores, etc. Gás carbônico, pó químico
D Gases inflamáveis sob pressão. Pó químico
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Descrição
As fachadas das edificações são idealizadas arquitetonicamente para atender a vários requisitos, e entre eles está o de transmitir uma imagem de
bem-estar, valor e segurança, tanto para os moradores quanto para os visitantes. As fachadas também visam atender a requisitos técnicos, como
o de vedação. Por isto, os seus componentes e elementos, tais como a alvenaria, os revestimentos, as esquadrias, e os acabamentos, são
pensadas para suportar as mais variadas intemperes do meio ambiente, como sol, chuvas, ventos, etc. 
Entre as esquadrias que podem compor uma fachada estão: portas, janelas, basculantes, guarda-corpo de terraços, painéis de fachada e outros
elementos arquitetônicos; 
Entre os diversos tipos de revestimentos possíveis de uso em fachadas estão: pintura, granitos, ecogranitos, cerâmica, azulejos, etc. 
Como exemplos de acabamentos para fachadas estão às luminárias, os painéis, as molduras, etc. 
Nas fachadas também são encontradas as juntas de dilatação, que permitem a expansão e a retração da superfície provocada pela variação de
temperatura. 
A composição das fachadas pode ser identificada nos projetos e no memorial do empreendimento. 
Tipos de uso
Vedação vertical de edificações contra intempéries e agentes diversos do ambiente externo.
Condições e Cuidados de Uso
Verifique no memorial (especificações) do seu residencial se há previsão para instalação de ar condicionado. Se existir a previsão, o proprietário
deve instalar o equipamento na fachada apoiado em suporte específico para este fim. Em áreas litorâneas, usar material metálico resistente as
intempéries do ambiente, como exemplo, de aço inox. Para regiões litorâneas recomenda-se o uso do suporte em alumínio. Antes de comprar o
equipamento e contratar o serviço de instalação, é obrigatório definir e aprovar em assembleia: modelos de suporte, de equipamento e a empresa
especializada (com profissionais capacitados), que fará todo o processo de instalação, e que deve também, obrigatoriamente, seguir todas as
normas de segurança e de qualidade na instalação da parte elétrica; 
Realizar a lavagem das fachadas conforme recomendações das normas vigentes e de acordo com a periodicidade e orientações indicadas pelo
plano de manutenções preventivas deste manual. Dependendo do estado de impregnação da sujeira causada pela poluição ou fatores naturais, a
frequência de limpeza poderá ser em menor tempo; 
Para limpeza, é necessário observar as recomendações do sistema de revestimento da parede (Pintura, cerâmica, rochas ornamentais etc.); 
Na limpeza de fachadas com revestimentos cerâmicos, pastilhas, granitos e ecogranitos, etc., é proibido usar soluções que contenham produtos
agressivos. Recomenda-se que a limpeza seja feita com o uso de água com detergente neutro a 5%, sempre protegendo as esquadrias; 
O ecogranito possui características semelhantes à massa corrida, não sendo projetado para receber impactos (colisões, pancadas, etc.) e cargas
(não é permitido subir ou colocar peso sobre ele). 
Incidência de necessidade de reparos, os pontos corrigidos podem apresentar leve diferença de tonalidade, que com o passar do tempo tendem a
diminuir. Este fato ocorre principalmente em regiões com incidência de intempéries ambientais mais agressivas. 
Há localidades em que as condições climáticas exigem maior frequência nas manutenções das fachadas. Como, por exemplo, em áreas
litorâneas, e onde existirem altos índices de humidade do ar, ventos fortes e ou períodos extensos de chuvas. Estas condições climáticas
aumentam as chances do surgimento de mofos, e manchas ocasionadas pela disposição de sujeiras depositadas pela ação dos ventos. Para inibir
estes efeitos naturais e indesejáveis, devem-se realizar lavagens periódicas nas fachadas, com aplicação uma solução de hipoclorito de sódio
diluído com água limpa em toda a fachada com jatos de média pressão. 
Não utilizar jato de água de alta pressão para lavagem das fachadas. A força do jato pode arrancaras partes calafetadas com silicone ou qualquer
outro material protetor contra infiltração; Caso haja danos à calafetação, esta deverá ser recomposta com material de mesma qualidade ou de
qualidade superior ao material danificado. 
É obrigatório ter atenção especial em relação à segurança, aos cuidados com as esquadrias e outras partes integrantes da alvenaria, com uso de
materiais e métodos adequados para esta lavagem; 
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As fachadas devem ser pintadas a cada 3 (Três) anos, evitando assim o envelhecimento, a perda de brilho e descascamento, além de eventuais
fissuras que possam causar infiltrações, garantindo correto funcionamento, contribuindo no alcance da vida útil das vedações e valorizando assim
o seu imóvel; 
Confira o encontro da janela com a parede. Inspecione a vedação das frestas entre as janelas e a fachada, se necessário, faça a recomposição
com uso de silicone, evitando infiltração de água em períodos de chuvas. 
Para realizar o serviço de manutenção de fachada em seu empreendimento (casas, torres, blocos, etc.) você precisa conferir no memorial deste
manual e nos projetos, as opções disponíveis para ancoragem de equipamentos de sustenção de andaimes e cabos de segurança. Confira a
seguir algumas situações possíveis de serem encontradas: 
• Verifique na laje de seu empreendimento onde estão fixados os ganchos destinados à ancoragem de equipamentos de sustentação de andaimes
e de cabos de segurança para o uso de proteção individual a serem utilizados nos serviços de limpeza, manutenção e restauração de fachada. Os
ganchos são constituídos de material resistente às intempéries, como aço inoxidável ou material de características equivalentes. 
• Há empreendimentos que possuem opção de fixação de ganchos através de furos estrategicamente disponibilizados na platibanda. Neste caso,
o Condomínio recebe da construtora, pelo menos um KIT de gancho, confeccionado por fornecedor exclusivo (ver lista de fornecedores deste
manual) para executar a manutenção das fachadas. As platibandas terão diversos furos ( ø3/4”), conforme indicado no projeto. Estes furos não
poderão ser tampados em hipótese alguma, pois, são neles que os ganchos são fixados. Veja as ilustrações abaixo do gancho e sua forma de
fixação. 
 
Quando não houver ganchos na laje, nem furos na platibanda, é necessário contratar empresa especializada, para o emprego seguro de outras
técnicas de restauração de fachadas (exemplo de uso de andaimes); 
Caso o empreendimento seja dotado de sistema de geração de energia fotovoltaica, não utilizar o sistema de ganchos fixados na laje devendo-se
recorrer aos outros métodos de fixação supracitados. 
Antes de executar qualquer tipo de pintura nas paredes e fachadas (seja tinta à óleo, látex ou cal), proteger as esquadrias com fitas adesivas de
PVC; 
IMPORTANTE: a passagem de cabos externos, que ficam aparentes na fachada, gera desvalorização ao empreendimento e aos imóveis. Por isto,
é essencial definir em assembleia qual empresa atenderá os moradores no serviço de TV a cabo. Dependendo da espessura do cabo para sinal
de TV por assinatura, o diâmetro da tubulação poderá comportar no máximo 02 tipos – confira as especificações destas medidas em projeto antes
de qualquer decisão. 
REFORMAS: para qualquer tipo alteração de elementos na fachada é obrigatório aprovação em Assembleia. Os quóruns para aprovação são
previstos em Lei e também podem ser encontrados na Convenção de Condomínio. Consulte sempre pessoal técnico para avaliar as implicações
Gancho e suas peças. Gancho montado.
Parte da frente da Platibanda -
exemplo de gancho instalado.
Parte de trás da Platibanda –
exemplo de gancho instalado.
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nas condições de estabilidade, segurança, salubridade e conforto, decorrentes das modificações desejadas, e sempre siga as leis e normas
técnicas.
Condições de Perda da Garantia
Se não for realizada a repintura nos prazos adequados e com os cuidados necessários (com materiais e produtos apropriados e por empresa
capacitada), além das outras manutenções de fachada e paredes (internas e externas) previstas neste manual; 
Substituição do revestimento ou alteração da cor que acarrete maior absorção de calor; 
 
 
 
Ferragens das esquadrias
 
Descrição 
As ferragens das esquadrias são componentes de instalação e ligação das esquadrias, bem como de tranca. Exemplos de componentes: braços,
dobradiças, espelhos, fechaduras, ferrolho, maçanetas, manoplas, pivôs, roldanas, rótula, sapatas, trincos, etc.
Tipo de Uso
Usados em portas e janelas para fixação, movimento e travamento de partes fixas e móveis.
Condições e Cuidados de Uso 
Não force os trincos, aplicar sempre uma pressão suave; 
Não usar, detergentes contendo saponáceos, esponjas de aço de nenhuma espécie, ou qualquer outro material abrasivo. Não aplique produtos
abrasivos nas fechaduras e ferragens; utilize uma flanela seca para limpeza; 
Inspecionar periodicamente a pintura, acabamento, fixação e funcionamento de maçanetas, fechaduras e dobradiças para garantir a efetividade de
seu funcionamento. 
Lubrifique periodicamente as dobradiças e fechaduras com pequena quantidade de grafite em pó. Isso manterá sempre perfeito o seu
funcionamento. Nunca utilize óleos lubrificantes. 
Reapertar, sempre que necessário, parafusos de fechaduras, dobradiças, trincos, entre outros. 
Condições de Perda da Garantia
Caso ocorra aplicação de abrasivos. 
Se for constatada a ocorrência de pancadas. 
Se for feita qualquer mudança nas ferragens, na modificação de seu acabamento, que altere suas características originais. 
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674. 
 
 
 
Fundações diretas e indiretas - Elementos Estruturais
 
Descrição
Fundações são os elementos estruturais com função de transmitir as cargas da estrutura ao solo onde ela se apoia. São definidas principalmente
em função das características do terreno e podem ser fundações diretas como radier, sapatas corridas, etc., ou fundações indiretas como tubulão
a céu aberto, estaca strauss, hélice contínua, etc. 
Os Elementos de transição, como o paliteiro, também transmitem os esforços da estrutura para a fundação em que ele se apoia.
Condições e Cuidados de Uso
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Os elementos estruturais devem ser vistoriados periodicamente para avaliação do seu estado de conservação. Abaixo os itens mínimos
recomendados para inspeção. Além destes, outras manutenções, bem como as periodicidades recomendadas e os responsáveis pelas inspeções
estão sinalizados na tabela de manutenção preventiva.
 
 
Preservar a vegetação superficial do entorno e cuidar da estabilidade de encostas e taludes próximos a fundações, para evitar que uma
movimentação de terra possa promover processos de erosão e sedimentação e causar danos à estrutura. 
Evitar sobrecargas além das previstas em projeto; 
Proibido terminantemente fazer qualquer intervenção na fundação, sob pena de colocar em risco a integridade do edifício como todo; 
Manter limpos e desobstruídos os elementos de drenagem, para evitar o acúmulo de água nas fundações. 
Condições de Perda da Garantia
Se não forem respeitadas as cargas determinadas em projeto; 
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674.
 
 
 
Gazebos e Pergolados (quando houver)
 
Descrição
Os gazebos e pergolados são elementos decorativos instalados em áreas externas, podem ser fabricados em madeira, concreto, material
metálico, entre outros. 
O pergolado pode ser usado para dar suporte à diferentes tipos de plantas, como as espécies trepadeiras, que auxiliamno sombreamento e
embelezamento dos espaços de circulação dos condomínios.
 
Fonte: imagens de obra MRV e figura ilustrativa fictícia MRV
Item O que verificar
Vegetação e solo
Conferir e conservar a vegetação. Cuidar da estabilidade das encostas
e taludes. Identificar e tratar possíveis erosões e sedimentações.
Construções e ou melhorias no condomínio
Toda construção e ou melhorias no condomínio, e também, obras nas
imediações que estejam próximas a qualquer elemento estrutural, tais
como fundações, paliteiros, etc., precisam de consulta prévia a um
profissional especializado para avaliação de uma possível aplicação de
sobrecarga ou interferência na construção existente. Informar a
Construtora e fornecer o projeto da construção e o de melhorias a
serem executadas bem como o Responsável Técnico (RT) contratado
pelo condomínio.
Drenos e Canaletas
Manter limpos e desobstruídos os elementos de drenagem ou caixas
que armazenem água (Passagem, pluviais, abastecimento, etc.), para
evitar o acúmulo de água nas fundações.
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Tipo de uso
Elementos decorativos usados em áreas de lazer.
Condições e Cuidados de uso
Deve receber manutenções preventivas, tais como revitalização da camada de proteção, verniz e tintas, quando materiais que necessitem este
tratamento; 
Quando constituídos de madeira, os gazebos e pergolados precisam receber inspeções e tratamentos preventivos para evitar o surgimento de
pragas; 
Conferir as estruturas, seja em metal, alvenaria ou madeira, quanto a estabilidade e segurança, promovendo tratamento e revitalização, sempre
que necessário; 
Estas instalações não devem ser utilizadas em praticas que fogem de sua finalidade decorativa; 
Condomínios que optarem em cobrir o pergolado com plantas do tipo trepadeira, devem redobrar os cuidados com insetos, pragas, sobrecarga e
com as demais manutenções preventivas dos materiais que compõem este sistema, garantido assim, segurança, conforto e longevidade para os
pergolados; 
Exigir o uso de equipamentos de segurança, como luvas, óculos de proteção, etc., para profissionais que venham a realizar tratamentos nas
estruturas; 
Condições de Perda da Garantia
Perderá a garantia se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste
Manual (ver capítulo e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da
ABNT NBR 5674.
 
 
 
Hidrantes de Recalque (quando houver)
 
Descrição
Dispositivo do ‘Sistema Hidráulico Preventivo’ (SHP), normalmente, encontrado em frente às edificações. Esse hidrante é utilizado pelos
bombeiros para pressurizar e alimentar o SHP, possibilitando que todos os hidrantes de parede tenham água com pressão suficiente para o
combate ao fogo. 
Esse sistema também pode ser utilizado para abastecer as viaturas do Corpo de Bombeiros em casos de extrema necessidade, quando não
existam hidrantes de colunas nas proximidades. 
Confira no memorial deste manual e nos projetos se seu empreendimento possui este sistema. Estas informações são muito importantes para
as manutenções preventivas futuras.
Tipo de Uso
Os hidrantes de recalque têm a função de abastecer os hidrantes e mangotinhos da edificação, depois de esgotada a reserva técnica de incêndio,
através do recalque de água da bomba-tanque do Corpo de Bombeiros. Assim, os bombeiros poderão utilizar as mangueiras do pavimento onde
está ocorrendo o incêndio e também dos mais próximos, com maior rapidez para o primeiro combate ao fogo.
Condições e cuidados de Uso 
As mangueiras dos hidrantes não podem, em hipótese alguma, serem utilizadas para outro fim como lavar calçadas, garagem, escadas, entre
outros, devendo ser mantidos secos e/ou limpos para evitar deterioração; 
Nunca deixe fechado o registro geral de hidrantes; 
Não trancar caixas de hidrantes; 
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As tampas dos hidrantes devem ser mantidas sempre bem sinalizadas e desobstruídas; 
Limpar a tampa do abrigo do hidrante evitando acumulo de água ou detritos no interior do abrigo, que possam ocasionar danos e/ou o
impedimento do uso imediato, no caso de emergência. 
Condições de Perda da Garantia 
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674.
 
 
 
Holofote com sensor de presença (quando houver)
 
Descrição
O sensor de presença é um dispositivo que, ao detectar movimento, aciona a iluminação de alguma lâmpada, refletor, holofote, etc. 
Isso quer dizer que a luz é ligada somente quando for detectado que algum(uns) individuo(s) está(ão) nesse espaço, e que ali permanece (m) por
um determinado tempo. 
Tanto a faixa de distância, como o campo de visão, podem e devem ser ajustados para garantir o melhor uso. 
Graças à tecnologia LED, a durabilidade das lâmpadas não é afetada quando um sensor entra em ação, já que ela é medida de acordo com as
horas de consumo e não com a quantidade de vezes que a lâmpada é acesa.
IMPORTANTE: para saber se este sistema foi instalado em seu residencial, consulte o “Memorial da Área Comum” deste manual e respectivos
projetos.
 
Fonte: imagem fornecedor MRV.
 
Tipo de Uso
Auxílio na segurança de condomínios, residências, indústrias, comércios.
Condições e Cuidados de Uso
Não alterar a posição das lâmpadas e sensores. Estes ajustes devem ser realizados somente com a orientação de empresa capacitada; 
A limpeza deve ser realizada com segurança, e por profissional ou empresa capacitada, com atenção para as áreas energizadas (cerca elétrica); 
Em caso de necessidade de troca de lâmpadas, sensores ou qualquer outro componente, deve-se acionar empresa ou profissional capacitado
para as substituições; 
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Quando detectado movimento suspeito, a equipe de segurança deverá ser alertada;
Condições de Perda da Garantia
Qualquer mudança no sistema que altere suas características originais; 
Ocorrência de pane no sistema eletroeletrônico e fiação, causados por sobrecarga de tensão ou queda de raios; 
Ocorrência de curto circuito; 
Perderá a garantia se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste
Manual (ver capítulo e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da
ABNT NBR 5674.
 
 
 
Iluminação automática (quando houver)
 
Descrição
A iluminação automática é um sistema que visa à economia no consumo de energia elétrica, evitando que as lâmpadas fiquem constantemente
acesas. 
Os componentes do sistema de iluminação automática são: minuterias, sensores de presença, pulsadores, contadores, luzes acionadas por
fotocélulas e luzes acionadas através do sistema de automação predial. 
Confira no memorial deste manual e nos projetos se seu empreendimento possui este sistema. Estas informações são muito importantes para
as manutenções preventivas futuras.
Tipo de Uso
Instalações prediais, comerciais e industriais;
Condições e Cuidados de Uso
Nunca travar os pulsadores da iluminação automática das minuterias, pois isto pode danificá-las; 
Não alterar a posição de sensores de presença de movimento; 
É proibido o uso de lâmpadas incandescente em qualquer local do empreendimento. Seja no apartamento ou na área comum; 
Quando houver a necessidade de substituição de lâmpadas, é recomendado o uso das lâmpadas de LED, pois elas possuem vida útil de
aproximadamente 50 mil horas; 
Nos sensores de presença, os reatores devem ser compatíveis com o tipo de lâmpada nele utilizada; 
Não substituir as lâmpadas entregues por outras de maior potência, pois pode acarretar a queima do sensor de presença. 
Não jogar água nas tomadas e pontos de luz; 
Efetuar a limpeza adequada nas fotocélulas; 
Condições de Perda da GarantiaQualquer mudança no sistema que altere suas características originais; 
Ocorrência de pane no sistema eletroeletrônico e fiação, causados por sobrecarga de tensão ou queda de raios; 
Ocorrência de curto circuito; 
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674.
 
 
 
Iluminação de emergência
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Descrição
Fonte: foto obra MRV.
 
Iluminação de emergência é o sistema destinado a alimentar a iluminação da edificação prevista no projeto (halls, escadarias, subsolos e outros)
para atender à necessidade de circulação e saída de pessoas em segurança, no caso de interrupção do fornecimento de energia elétrica da
concessionária, entrando em funcionamento automaticamente. Possui como componentes: luminárias autônomas ou central de baterias. 
Quando ocorre a interrupção de luz ou apagão a luminária de emergência acende. Ela possui uma bateria interna recarregável. Sua utilização é
obrigatória. Quanto a manutenção das luminárias que utilizam lâmpadas fluorescentes, podem ocorrer eventuais troca de lâmpadas, circuitos
inversores e baterias. Já as luminárias que utilizam leds não requerem manutenção, mas devem estar sempre limpas e ligadas na energia como
as outras. 
A iluminação de emergência faz parte do sistema de segurança da edificação. Em caso de incêndio, ela contribui para a visibilidade de corredores,
escadas e passagens no momento da evacuação do edifício.
Tipo de Uso
Instalações prediais residenciais, industriais, comerciais etc.
Condições e Cuidados de Uso
Não desligar o disjuntor que alimenta o sistema de iluminação de emergência, para que o sistema possa funcionar perfeitamente em caso de falta;
Quando necessária à troca de lâmpadas das luminárias, verificar a mesma potência e tensão (voltagem); 
Não jogar jato de água nas luminárias e/ou na central de baterias;
Condições de Perda da Garantia
Qualquer mudança no sistema que altere suas características originais; 
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674.
 
 
 
Impermeabilização áreas internas e externas
 
Descrição
A impermeabilização é o tratamento dado em partes ou componentes da construção, para garantir sua estanqueidade, impedindo a passagem
indesejável de fluidos em áreas molhadas, podendo contê-los ou escoá-los para fora do local que se necessita proteger. 
Existem vários tipos de materiais empregados nas impermeabilizações, tais como asfálticos, argamassas poliméricas, filme polimérico, aplicação
de camadas de betume ou massa impermeável chamada de manta, resinas acrílicas termoplásticas, membranas acrílicas, entre outras. 
As áreas molháveis não são estanques e, portanto, o critério de estanqueidade não é aplicável. 
Fique atento e verifique em seu projeto quais são as áreas de seu imóvel que possuem impermeabilização.
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Tipo de uso 
A impermeabilização pode ser usada em fachadas, lajes, paredes, sacadas, caixas d’água, piscinas, estruturas em geral e fundações ou
elementos em contato com o solo. 
Pretende-se com a impermeabilização impedir a infiltração de água, ou qualquer tipo de líquidos, gases e vapores em áreas que recebem água
constantemente, como por exemplo, a parte do piso box do banheiro (são as denominadas áreas molhadas).
Condições e Cuidados de Uso
Em ‘Revestimento Interno em Rochas Ornamentais’ e ‘Revestimentos Cerâmicos para Pisos e Paredes Externos’ (cerâmicas, azulejos,
porcelanatos, pastilhas em geral), quando necessária a recolocação de peças, verifique o uso correto do tipo de argamassa colante e rejunte
conforme especificado, bem como para a preservação da integridade da impermeabilização, quando existente; 
Em revestimentos ‘Revestimento Interno em Rochas Ornamentais’ e ‘Revestimentos Cerâmicos para Pisos e Paredes Externos’ (cerâmicas,
azulejos, porcelanatos, pastilhas em geral), nunca furar o piso em áreas molhadas e molháveis (aquelas sujeitas a serem molhadas mesmo que
eventualmente) para não comprometer a impermeabilização;
OBSERVAÇÃO: em relação aos pisos, caso seja necessário uma substituição, deve-se verificar as especificações, para que a reposição esteja
em conformidade com o desempenho mínimo do sistema. Uma substituição incorreta pode afetar o desempenho acústico e térmico do ambiente.
Também é necessário atenção às regras estabelecidas pela norma de reformas NBR 16280. 
Não poderão sofrer qualquer tipo de modificação ou perfuração em superfícies sob as quais tenha sido aplicada a impermeabilização; 
Para qualquer tipo de instalação de equipamento sobre superfície impermeabilizada, deve-se solicitar a presença de uma empresa especializada
em impermeabilização; 
Não fixar pregos ou parafusos e buchas, nem chumbadores nos revestimentos das platibandas, rufos, muros e paredes impermeabilizadas; 
Não permitir a fixação de antenas, postes de iluminação ou outros equipamentos sobre lajes impermeabilizadas através da utilização de buchas,
parafusos ou chumbadores. Sugerimos a utilização de base de concreto sobre a camada de proteção da impermeabilização, sem removê-la ou
danificá-la; 
Evitar plantas com raízes agressivas que possam danificar a impermeabilização entupir os ralos ou obstruir os drenos de escoamentos. Quando
houver jardineiras, deverá ser mantido o nível de terra em, no mínimo, 15 cm abaixo da borda para evitar infiltrações; 
Tomar os devidos cuidados com o uso de ferramentas tais como picaretas, enxadões etc. nos serviços de plantio e manutenção dos jardins, ao
movimentar a terra, evite a utilização de ferramentas ou objetos contundentes/pontiagudos, de modo a evitar danos à camada de proteção
mecânica existente; 
Caso haja danos à impermeabilização, não executar os reparos com os materiais e sistemas diferentes do aplicado originalmente, pois a
incompatibilidade pode comprometer o bom desempenho do sistema; 
No caso de defeitos de impermeabilização e de infiltração de água, não tente você mesmo resolver o problema, sempre busque por empresas
especializadas; 
Não permitir que se introduzam objetos de nenhuma espécie nas juntas de dilatação; Evitar o aquecimento não previsto; 
Evitar o contato direto da manta asfáltica com as intempéries do dia-a-dia, como sol e chuva ou somente nos casos que o material tiver tal
finalidade; 
Evite atacar a impermeabilização. Não use elementos derivados do petróleo, soda cáustica e ácidos; 
Lavar os reservatórios com produtos de limpeza e materiais adequados, mantendo a caixa vazia somente o tempo necessário para limpeza. Não
utilizar máquinas de alta pressão, produtos que contenham ácidos nem ferramentas como espátula, escova de aço ou qualquer tipo de material
pontiagudo. É recomendável que esta lavagem seja feita por empresa especializada; 
Utilizar “lavagem a seco” para o piso dos subsolos (quando houver). As lavagens com mangueira devem ser evitadas. Caso seja utilizada, sempre
puxar a água para o ralo evitando empoçamentos; 
As garagens cobertas não possuem impermeabilização. Portanto, não utilizar água no processo de limpeza, apenas varrição da superfície. Os
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ralos existentes são apenas para situações emergenciais. Para evitar poeira, poderá ser feita umectação da superfície para facilitar a varrição; 
Mantenha ralos, grelhas e extravasores sempre limpos.
Condições de Perda da Garantia
Danificação da manta (camada impermeabilizante) devido à instalação de equipamento ou reformas em geral; Utilização de produtos e
equipamentos inadequados para limpeza de reservatórios; 
Reparo e/ou manutenção executados por empresas não especializadas; 
Alteração das características originais do imóvel (reformas);Exposição a altas temperaturas. 
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674.
 
 
 
Instalações de antena coletiva
 
Descrição
A antena coletiva compreende o sistema de recepção e distribuição dos sinais de televisão aberta para todas as unidades habitacionais. É
composto por antena de TV, geralmente instalada no topo do edifício, e pela central de recepção/distribuição, cabeamento e tomadas de saída
para cabo coaxial. 
Cada residencial possui um sistema específico para antena coletiva, que segue o previsto no memorial descritivo (especificações). Podendo
assim, o empreendimento ser projetado com a infraestrutura (tubulação seca) para futura instalação de antena coletiva (sinal aberto) ou TV a cabo
no(s) ponto(s) de TV previsto(s) para cada apartamento. Neste caso a instalação do sistema fica a cargo do proprietário e do condomínio. Em
alguns casos o empreendimento já vem com o sistema de antena coletiva instalada. 
Portanto, o cliente e o síndico devem verificar no referido memorial para identificar qual a infraestrutura de antena coletiva está prevista
para o empreendimento. 
O tubo de instalação do cabo tem uma capacidade restrita, desta forma o síndico deve limitar o número de prestadoras de serviço de TV por
assinatura no condomínio, para evitar a passagem de cabos pela área externa do edifício.
Tipo de uso
Edifícios unifamiliares, multifamiliares ou comerciais.
Condições e Cuidados de Uso
A ligação do seu aparelho de TV com o ponto de antena deve ser feita através de cabo coaxial. A qualidade da recepção está diretamente
relacionada à instalação e a regulagem do seu aparelho; 
Caso o condomínio instale uma antena coletiva ou antena do tipo TV a Cabo, esta deve ser interligada no SPDA por empresa especializada; 
As ligações dos cabos nos aparelhos devem ser feitas com conectores apropriados, devendo-se evitar ligações improvisadas que possam
prejudicar a qualidade da transmissão; 
No caso de instalação de armário ou painéis que estejam sobre pontos antena, o armário deverá ter o fundo recortado, para garantir o acesso para
manutenção; 
Não é permitido o uso das tubulações de antena coletiva para a descida de cabos de antena de TV por assinatura individual nos shafts; 
A manutenção e a regulagem da antena ou conjunto de antenas devem ser feitas por empresa habilitada e autorizada pelo síndico/administradora.
Serviço executado de forma incorreta prejudicará a qualidade do sinal nos seus vizinhos; 
Não permitir a fixação de antenas, postes de iluminação ou outros equipamentos sobre lajes impermeabilizadas através da utilização de buchas,
parafusos ou chumbadores. Sugerimos a utilização de base de concreto sobre a camada de proteção da impermeabilização, sem removê-la ou
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danificá-la. Não fixar pregos ou parafusos e buchas, nem chumbadores nos revestimentos das platibandas, rufos, muros e paredes
impermeabilizadas; 
Para qualquer tipo de instalação de equipamento sobre superfície impermeabilizada, os serviços deverão ser realizados por meio de empresa
especializada em impermeabilização, com o devido registro das obras, conforme descrito na NBR 5674; 
Em lajes impermeabilizadas de cobertura evitar a perfuração de mantas e danos à cobertura que possibilitem vazamentos; 
É obrigatória a manutenção periódica do sistema. Recomendamos firmar contrato de manutenção com empresa capacitada para que seja
garantida a periodicidade da manutenção obrigatória; 
Sempre que se verifique a necessidade de circular sobre o telhado para instalação ou intervenções técnicas em antenas ou outros equipamentos
devem ser respeitados os caminhos de passagem previstos em projetos bem como todas as regras de segurança para evitar acidentes; 
Para evitar que ocorram danos nos telhados e lajes, bem como manutenções incorretas, os serviços deverão ser acompanhados pelo síndico ou
representante por ele designado; 
Sempre que for necessário realizar inspeção, reparo, manutenção ou instalação de TV paga por assinatura deverá ser feito o controle e a
verificação, antes e depois do acesso ao conjunto de antenas, para evitar avarias em telhados, furos na manta, retirada de vedações, sobras de
materiais etc. 
Condições de Perda da Garantia
Se forem feitas alterações na instalação original; 
Sistema danificado em consequência de descarga atmosférica; 
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674.
 
 
 
Instalações de combate a incêndio
 
Descrição
As instalações de combate a incêndio compreendem o conjunto de equipamentos e peças necessárias e usuais para o combate a incêndio de
diversos tipos, alarme de alerta aos usuários e ocupantes do imóvel e sinalização das áreas de fuga. Estas instalações são compostas por
equipamentos como extintores, hidrantes, sistema de sprinklers, sinalizadores, tubulações, etc. 
O sistema de combate a incêndios possui um conjunto de tubos, reservatórios, peças de utilização, equipamentos, dispositivos e outros
componentes que são destinados a conduzir água da fonte de abastecimento aos pontos de utilização, podendo ser direto, quando a água provém
diretamente da fonte de abastecimento, ou indireto, quando a água provém de um reservatório do edifício. 
É importante que o condomínio esteja atento a manutenção e preservação da reserva de incêndio. Usualmente ela fica na caixa d’água superior
ou castelo, entre o nível de fundo da caixa d’água e o nível de saída da tubulação de abastecimento da edificação, garantindo assim que o sistema
de incêndio nunca fique sem água. Em alguns casos, quando o residencial possui piscina, ela também pode ter sido projetada para armazenar a
reserva de incêndio, nestes casos o síndico deve manter a piscina sempre cheia. 
O Corpo de Bombeiros é o órgão competente para vistoriar o empreendimento, e através da emissão denominado Auto de Vistoria do Corpo de
Bombeiros – AVCB, certificar que as edificações possuíam e cumpriram todas as condições de segurança contra incêndio, ou seja, todos os
equipamentos de segurança e normas estabelecidas pelo corpo de bombeiros foram atendidas na conclusão da obra. 
É responsabilidade do síndico a renovação do AVCB. O período de renovação varia de Estado para Estado, por isto, o síndico deve consultar o
corpo de bombeiros de sua região e se informar sobre qual seja a periodicidade de renovação. 
Tipo de Uso
As instalações de combate a incêndio são usadas em prédios residenciais, industriais, comerciais etc. 
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Condições e Cuidados de Uso
Não utilizar extintores, rede de hidrantes e mangueiras para outras finalidades; 
Não utilizar a reserva de água do reservatório destinada para o combate a incêndio para outra finalidade; 
Não trancar as portas corta-fogo e as caixas de hidrantes; 
Não tampar ou obstruir as grelhas e os sensores de fumaça; 
Nunca instale lâmpadas a uma distância de até 20cm dos bicos dos sprinklers para que eles não sejam acionados desnecessariamente; 
Não aproxime dos sprinklers qualquer objeto ou equipamento que produza calor de aproximadamente 68°C, temperatura de rompimento dos
bicos; 
Nunca deixe fechado o registro geral de hidrantes. 
Condições de Perda da Garantia
Se forem realizadas mudanças que alterem suas características originais; 
Aplicação de peças não originais ou inadequadas ou ainda adaptação de peças adicionais sem autorização prévia do fabricante; 
Danos causados por impacto ou perfurações; 
Se forem constatados nos sistemas pressão fora das normas (desregulagem da válvula redutora de pressão, etc.); 
Reparos ou manutenção por pessoas não autorizadas peloconstrutivo que está presente no Brasil há muitas décadas. As paredes se transformam em elementos
estruturais - o equivalente a vigas e pilares - não podendo ser retiradas ou cortadas. As cargas atuantes, ou seja, o peso próprio da estrutura e
tudo mais que a ela se agrega (o peso das lajes, das paredes, além dos móveis, pessoas e quaisquer outros objetos dentro das residências) são
descarregados até a base da edificação pelas paredes estruturais, e aí descarregados no solo através de elementos estruturais em concreto
armado e das fundações. 
Tem a função de auxiliar na sustentação do conjunto edificado e de compartimentar e definir os ambientes, além da isolação térmica e acústica
dos ambientes, estanqueidade à água, proteção contra incêndio etc. 
Quando as alvenarias utilizadas são estruturais, os pesos da edificação são descarregados até a base da construção pelas paredes estruturais. 
Os conjuntos de paredes estão indicados nos projetos e, em hipótese alguma, poderão ser deslocadas, removidas ou receber algum tipo
de sobrecarga ou retirada parcial. 
Os materiais utilizados na estrutura, alvenaria e revestimentos das paredes são de naturezas diversas, possuindo diferentes coeficientes de
elasticidade, de resistência e dilatação térmica. Assim, diante de variações bruscas de temperatura ambiente, da acomodação natural da estrutura
causada pela ocupação gradativa do edifício, bem como, quando submetidos às cargas específicas, podem se comportar de forma diferente, o que
poderá eventualmente acarretar o aparecimento de fissuras localizadas no revestimento das paredes, fato que não compromete a segurança da
edificação. 
IMPORTANTE: para saber o tipo de alvenaria que foi empregada em seu residencial, consulte o “Memorial do Cliente e da Área Comum”. 
Condições e Cuidados de Uso 
Não fixar ganchos para redes de descanso. Sempre verificar em projeto se existe previsão para a fixação deste item, e a localização prevista
para sua correta instalação; 
No caso de instalar prendedores para portas, prender sempre ao piso, nunca na parede ou no rodapé; 
Sempre que for necessário fazer algum tipo de furação para fixação de objetos e/ou móveis e/ou equipamentos, utilizar parafusos com buchas
recomendados adequados, sempre considerando a capacidade de carga admissível do elemento e o peso do que vai ser fixado; 
Não efetue perfuração na parede próxima ao quadro de distribuição de luz (QDL) e nos alinhamentos verticais de interruptores e tomadas, para
evitar acidentes com os fios elétricos. Antes de perfurar as paredes, consultar projetos e detalhamento do seu imóvel, evitando deste modo a
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perfuração de tubulações de água, energia elétrica ou gás nelas (confira o tipo de estrutura empregada no memorial); 
É terminantemente proibido fazer qualquer intervenção em paredes estruturais: não é permitido demolir paredes e nem alterar a posição
original prevista em projeto, é proibido abrir vãos e/ou nichos de qualquer natureza tampouco fazer rasgos e alteração nas instalações prediais sob
pena de colocar em risco a integridade do edifício como todo. A não observância do exposto, em paredes estruturais, pode causar colapso de todo
o edifício; 
IMPORTANTE: Remover ou modificar as paredes estruturais equivaleria a remover um pilar ou uma viga de concreto, o que afetaria a estabilidade
de toda a edificação. Por isto, é proibido retirar total ou parcialmente quaisquer elementos estruturais, para não abalar a solidez e a
segurança da edificação. Qualquer intervenção seja para passar dutos de coifa, dutos de ar condicionado, perfurações para ralos,
descascamentos para instalações de tomadas, instalações de banheiras ou bacias sanitárias, entre outros, em locais não previstos, só deverá ser
feita após anuência por escrito do projetista de estrutura, sob pena de comprometer a segurança e a solidez da edificação como um todo; 
Evitar exposição de superfícies de concreto ao fogo; 
Evitar o contato direto de matéria orgânica, substâncias ácidas e produtos químicos sobre a superfície do concreto; 
Não sobrecarregar as estruturas e paredes (todo e qualquer tipo de estruturas e seu sistema de vedação vertical externo e interno) além dos
limites normais de utilização previstos no projeto, pois esta sobrecarga pode gerar fissuras ou até comprometer os elementos estruturais e de
vedação; 
Deverá ser verificada a integridade, tanto das paredes externas e muros, quanto das paredes internas, conforme recomendado pelas normas
pertinentes e com a periodicidade indicada pelo plano de manutenções preventivas deste manual, reconstituindo onde for necessário (seja através
de correções ou repintura), evitando assim o envelhecimento, a perda de brilho, o descascamento e eventuais fissuras que possam causar
infiltrações; 
Toda vez que for realizada uma repintura após a entrega da edificação, deverá ser feito um tratamento das fissuras evitando assim infiltrações
futuras de água; 
Procure manter os ambientes bem ventilados, principalmente nos períodos de inverno ou de chuva, pois pode ocorrer o surgimento de mofo nas
paredes decorrente de condensação de água por deficiente ventilação, principalmente em ambientes fechados (armários, atrás de cortinas e forros
de banheiro); 
Combata o mofo com o uso de detergente ou água sanitária dissolvidos em água; 
Realizar a lavagem das fachadas conforme recomendações das normas vigentes e de acordo com a periodicidade e orientações indicadas pelo
plano de manutenções preventivas deste manual, ou ainda quando for necessária uma limpeza antes do período indicado, dependendo do estado
de impregnação da sujeira causada pela poluição ou fatores naturais. Recomenda-se atenção especial a segurança, aos cuidados com as
esquadrias e outras partes integrantes da alvenaria, com uso de materiais e métodos adequados para esta lavagem; 
Para limpeza, é necessário observar as recomendações do sistema de revestimento da parede (Pintura, cerâmica, rochas ornamentais etc.); 
Condições de Perda da Garantia 
Se forem identificadas sobrecargas e fixações não previstas nas estruturas e paredes além dos limites normais de utilização previstos; 
Se forem realizadas alterações, intervenções, supressão de paredes, demolição de paredes, mudança da posição original das paredes, reformas,
abertura de vãos não previstos no projeto original, etc. Ou seja, se forem alterados total ou parcialmente quaisquer paredes estruturais (elemento
estrutural) com relação ao projeto original, e quaisquer outras ações danosas que venham a afetar a integridade, vindo a interferir nas cargas (o
que pode incrementar o aparecimento de trincas) das estruturas, pois poderá abalar a solidez e segurança da edificação; 
Se não for realizada a repintura nos prazos adequados e com os cuidados necessários (com materiais e produtos apropriados e por empresa
capacitada), além das outras manutenções de fachada e paredes (internas e externas) previstas neste manual; 
Substituição do revestimento ou alteração da cor que acarrete maior absorção de calor; Impactos não previstos, ou acima da carga permitida; 
Ausência de comunicação à construtora, dentro dos prazos legais, quando da ocorrência de infiltrações (quando proveniente de vício construtivo
oculto); 
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Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674. 
 
 
 
Arejador e Restritor Plástico de Vazão (quando houver)
 
Descrição 
Arejadores e restritores de vazão de água têm por objetivo proporcionar a redução do consumo de água em determinados pontos de utilização.
Além da economia no consumo e no valor da conta, esta redução também contribui com a preservação dos recursos hídricos, em sua captação e
tratamento, uma vez que ocasiona sensível redução na demanda.
Arejadores são componentes que, uma vez instaladosserviço de assistência técnica; 
Uso indevido do sistema; 
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674. 
 
 
 
Instalações de gás - Sistema de distribuição de Gás
 
Descrição
 
Fonte: foto obra MRV
 
O Sistema de distribuição é o conjunto de tubulações e equipamentos, aparentes ou embutidos, destinados ao transporte, disposição e/ou controle
de fluxo distribuição de gás em uma edificação, conforme projeto específico elaborado de acordo com as normas técnicas brasileiras da ABNT e
diretivas das concessionárias. 
O Sistema de distribuição de gás pode variar de condomínio para condomínio. Existem condomínios onde há gás canalizado com e sem cilindros. 
Os componentes do sistema de medição e abastecimento devem ser protegidos contra choque mecânico, ação de substâncias corrosivas, fontes
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produtoras de calor ou chama, faíscas ou fontes de acionamento elétrico, fique atento a qualquer agente que possa representar risco de dano ao
sistema. 
Tipo de Uso
Instalações que se destinam ao transporte de gás oriundo da central ou da rede de abastecimento até os equipamentos de consumo (fogão, forno,
sistema de aquecimento de água etc.). Composto por tanques de armazenamento para o caso de central de gás (GLP), tubulações de distribuição,
conexões e os equipamentos de consumo.
 
Condições e Cuidados de Uso
Leia com atenção os manuais que acompanham os equipamentos a gás; 
Por questões de segurança, não é permitido ao proprietário manusear a instalação da válvula de bloqueio de gás por conta própria. Busque mão
de obra especializada. 
Recomendamos usar mangueira flexível de gás com malha de aço por ser a mais segura. Ela serve para GLP (gás abastecido em botijões e
cilindros) e GN (conhecido como gás de rede canalizada diretamente da rua) e pode ficar atrás do fogão ou fornos. 
 
Fonte: imagem obra MRV
 
O modelo de mangueira plástica de PVC transparente com tarja amarela não é recomendado pela MRV, mas também pode ser usada. Alertamos
que este modelo possui varias restrições, tais como: 
- Não podem permanecer encostadas no fogão ou fornos, pois o calor pode danificar o plástico da maqueira provocando vazamentos;
- Não podem ser usadas em gás GN (Gás Natural – fornecido em rede de gás diretamente da rua) e nem em equipamentos
eletrodomésticos do tipo cooktop; 
- Devem ser certificadas pelo IMETRO e atenderem a norma NBR8613.
- Cuidado com o prazo de validade destas mangueiras, pois são de no máximo 5 anos, por isto, troque-a sempre que necessário.
 
Fonte: imagem obra MRV
 
A instalação de seu fogão e aquecedor de gás deve ser feita por empresa especializada ou por profissional especializado; 
É obrigatório o uso dos equipamentos, de acordo com as recomendações dos fabricantes e normas vigentes; 
Siga as orientações deste manual para o correto uso das instalações de gás disponibilizadas pela construtora; 
É terminantemente proibido o uso de botijão de gás de cozinha nas unidades; 
Não pendurar objetos nas instalações (tubulações) aparentes; 
Verifique o prazo de validade da mangueira de ligação da tubulação de gás ao eletrodoméstico e garanta que seja certificada pelo Inmetro (com
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cobertura metálica). Troque as mangueiras sempre que necessário. 
Antes de perfurar as paredes, consulte os projetos, evitando deste modo a perfuração de tubulações de gás, nelas embutidas (se for o caso); 
Não utilizar o local como depósito, para qualquer fim, principalmente não armazenar produtos combustíveis que poderão gerar risco de incêndio; 
Evite causar impactos em ligações flexíveis de fogões ou aquecedores, que podem ser danificadas com a batida; 
Evite deslocar frequentemente o fogão para limpeza do piso da cozinha, pois a ligação do fogão à tubulação pode ser danificada; 
Sempre que não houver utilização constante, ou em caso de ausência prolongada no imóvel, mantenha os registros e as torneiras fechados; 
Os ambientes onde se situam aparelhos à gás e os medidores devem permanecer ventilados para que, em caso de emergência, o gás e os pontos
de combustão se dispersem. As explosões ocorrem pelo acúmulo de gás. Por isto, não bloqueie a ventilação desses ambientes; 
Na instalação de armários ou gabinetes em paredes onde há tubulação de gás, sejam elas aparentes (visíveis) ou embutidas, é obrigatório
colocar pontos de ventilação com abertura mínima de 10x10cm em cada porta frontal dos armários. Ou seja, os armários devem possuir
aberturas que possibilitam a circulação do ar em seu interior evitando, assim, o acumulo de gás em um possível vazamento, pois, se
enclausurado, pode ocasionar acidentes com explosões; 
Nunca teste ou procure vazamentos num equipamento ou tubulação de gás utilizando fósforo ou qualquer outro material inflamável. É
recomendado o uso de espuma de sabão ou sabonete; 
Caso se verifique vazamento de gás de algum aparelho, feche imediatamente os respectivos registros. Mantenha os ambientes ventilados, abrindo
as janelas e portas, não acenda as luzes nem risque fósforos. Não utilizar nenhum equipamento elétrico ou acionar qualquer interruptor. Caso
perdure o vazamento, solicitar ao zelador/gerente predial o fechamento da rede de abastecimento. Acionar imediatamente a concessionária
competente, ou fornecedor dos equipamentos ou Corpo de Bombeiros; 
Em atendimento ao item 4.6 “Inspeção periódica” ABNT NBR 15526/2009, recomenda-se que sejam realizadas inspeções periódicas na rede de
distribuição interna; 
Para execução de qualquer serviço de manutenção ou instalação de equipamentos a gás, sirva-se de empresas especializadas ou profissionais
habilitados pela concessionária e utilize materiais (flexíveis, conexões etc.) adequados. Ao inserir novos equipamentos de consumo de gás
consultar um projetista para a exaustão; 
Recomendamos que as inspeções sejam realizadas anualmente ou de acordo com definição da autoridade competente, podendo variar para
menos em função de riscos decorrentes das situações construtivas, das condições ambientais (em especial aquelas sujeitas a atmosferas
corrosivas) e de uso, de acordo com avaliação e registros realizados pelo responsável da inspeção; 
No caso de ser necessário reformar o piso de sua unidade, avaliar nas plantas “anexo deste manual” o caminhamento da tubulação de gás, para
evitar furo e/ou rompimento da mesma; 
 
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Fonte: imagem desenvolvida pela MRV
 
ATENÇÃO:
Ao sentir cheiro de gás em seu apartamento, não provoque nenhum tipo de combustão, não acenda a luz, não fume, não acenda fósforo ou
isqueiro e nem ligue o celular; 
Abra as janelas e verifique se todas as saídas de gás do seu fogão estão fechadas. Se não estiverem, feche-as; 
Persistindo o cheiro forte de gás, feche a válvula abre-fecha do gás de seu apartamento. Caso o cheiro continue, é sinal de que, provavelmente, o
odor venha de fora de seu apartamento. Neste caso, abra o shaft de gás localizado no hall do elevador (caso houver), para melhorar a circulação
de ar, e notifique imediatamente o síndico, zelador ou pessoa responsável pela manutenção do condomínio, para que entre em contato com a
empresa responsável, pois, provavelmente, existe perigo de explosão; 
Não permita que crianças brinquem próximo à bateria de botijões de gás, nem que pessoas fumem ou manuseiem material inflamável; 
Ambientes que possuem gás de cozinha conjugado com ambientes que possuem ar- condicionado oferecem risco de morte e devem ter sua
ventilação e exaustão que promovem a renovação do ar, avaliadas por projetista; 
Os fechamentos de varanda, não permitidos, prejudicam a ventilação, em caso de ponto de gás. 
O que fazer em caso de vazamento de gás
 
Fonte: Corpo de Bombeiros
 
Como medida de segurança, o Síndico deve orientar os funcionários do condomínio para conferir diariamente possíveisirregularidades em relação
às instalações de gás. Havendo qualquer sinal de irregularidade, deve-se chamar imediatamente o fornecedor para uma análise mais detalhada.
A inspeção periódica, por empresa especializada, é destinada a manter as condições de operação e segurança da rede de distribuição
interna, verificando no mínimo se: 
1. A tubulação e os acessórios encontram-se com acessos desobstruídos e devidamente sinalizados;
2. As válvulas e dispositivos de regulagem funcionam normalmente;
3. Tubos, conexões e interligações com equipamentos e aparelhos não apresentam vazamentos. Verificação das condições da mangueira
de ligação da tubulação ao eletrodoméstico e trocar quando necessário (vencimento ou danificado);
4. As tubulações estão pintadas sem qualquer dano, inclusive com relação aos suportes empregados;
5. A identificação está conforme o especificado;
6. Os dispositivos de controle de pressão usados nas tubulações estão funcionando de forma adequada;
7. Em caso de indícios de vazamentos de gás, deve ser realizada inspeção imediata da rede de distribuição interna e tomadas as
providências necessárias para a sua eliminação;
8. Revisão da instalação da central e dos medidores, com teste de estanqueidade;
9. Realizar inspeção e teste de toda tubulação de gás para verificação da operação e segurança.
Vazamento de gás sem fogo Vazamento de gás com fogo
Feche o registro de gás Se possível, feche o registro de gás.
Afaste as pessoas de local Afaste as pessoas do local.
Não acione interruptores de eletricidade.
Caso a chave geral de eletricidades estiver afastada do vazamento
desligue-a.
Caso a chave geral de eletricidades estiver afastada do vazamento
desligue-a.
Retire do local os materiais combustíveis que puder.
Não fume nem acenda fósforos ou isqueiros. Chame o Corpo de Bombeiros.
Se ocorrer em ambiente fechado, abra portas e janelas.
Entre em contato com a empresa distribuidora de gás e, em casos
mais graves, com o Corpo de Bombeiros.
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10. Verificar existência de pontos de corrosão nos vasos de pressão e tubulações aparentes
11. Vistoria da mangueira do fogão em todos os apartamentos; 
12. Verificar a necessidade de recomposição ou substituição dos componentes do sistema caso existam desgastes excessivos ou perda de
função, utilizando sempre peças e materiais da mesma especificação original, incluso Pig-tail e reguladores;
13. O resultado da inspeção deve ser registrado e deve estar disponível para verificação junto à documentação da rede de distribuição
interna (documentação técnica da obra).
Importante: a periodicidade de revisão para os itens acima pode ser identificada na tabela de manutenção preventiva.
Condições de Perda da Garantia
Se for verificada instalação inadequada de equipamentos; 
Se não forem tomados os cuidados de uso ou não for feita a manutenção preventiva necessária. 
Quando fizer alterações em prumadas, ramais e pontos de alimentação sem ser com empresa especializada. 
Quando da ocorrência de incêndios. 
Se for verificado que a pressão utilizada não é a especificada no projeto. 
Caso a manutenção nos equipamentos que compõe o sistema de gás não for realizada por empresa especializada. 
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674. 
Medição Individualizada de Gás
Verifique em seu memorial descritivo, disponível neste manual, e nos projetos, se o seu residencial possui medidores individualizados por
unidade habitacional, disponíveis para a identificação e apuração do consumo periódico de gás. 
Os medidores individualizados do consumo de gás, quando colocados pela MRV, são instalados em um abrigo específico, por bloco/torre/Village.
 
 
 
Instalações de Interfone e Telefone
 
Descrição 
 
 
O interfone visa possibilitar a comunicação entre um usuário externo à edificação com o porteiro, do porteiro com o morador ou do usuário com o
morador. Sua instalação é feita por técnico especializado. Instalado, o porteiro deve estar treinado para manusear corretamente as chaves ou
teclas da mesa operadora. 
Toda a rede telefônica, correspondente a tubulação, fiação e instalação das tomadas, seu projeto e execução respeitam padrões e critérios
preconizados pelas normas vigentes. Após vistoria e aprovação da tubulação e da rede telefônica, é emitido um Laudo de Aprovação da Rede pela
Concessionária. Portanto, a sua unidade já está pronta para a ligação de uma linha telefônica. Identifique os pontos de tomada para telefone no
seu imóvel. 
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Tipo de Uso 
O interfone e o telefone desempenham as funções de comunicação. O interfone também auxilia na segurança, por permitir o controle de acessos
ao empreendimento.
Condições e Cuidados de Uso 
Teste o interfone, no momento do recebimento do imóvel; 
Não utilizar indevidamente o interfone, pois são equipamentos de comunicação e segurança. O uso incorreto pode danificá-lo; 
Procure colocar e manter o fone do interfone perfeitamente encaixado no suporte, para evitar danos ao sistema; 
No caso de interrupção de energia elétrica, o interfone deve ser desligado, pois quando a energia volta geralmente vem com maior força e pode
queimar os componentes do circuito; 
O interfone é um aparelho de segurança. Somente deve ser aberto o portão de entrada do prédio quando se tiver a certeza da identificação do
visitante; 
Qualquer alteração ou serviço no interfone, ou caso ocorra alguma falha, contate o síndico. Ele contratará empresa especializada e capacitada
para a execução do serviço; 
Permitir somente que profissionais habilitados tenham acesso às instalações e equipamentos de interfone e telefone; 
É obrigatória a manutenção periódica do sistema de interfone. Recomendamos firmar contrato de manutenção com uma empresa
capacitada para que sejam garantidas a periodicidade da manutenção obrigatória e a eficiência de operação do sistema; 
O interfone deverá ser protegido no caso de reformas ou limpeza pesada, pois o pó é o grande causador de problemas no seu funcionamento; 
A limpeza do interfone e da base deve ser feita apenas com pano umedecido em álcool; 
A limpeza do interfone deve ser adequada, evitando-se a infiltração de produtos químicos de limpeza, que fatalmente irão prejudicá-lo; 
Nunca jogue água na parede onde está instalado o interfone. A água pode entrar na fiação e no próprio aparelho, oxidando o sistema; 
Procedimentos iniciais para proceder com a ligação do telefone: basta que, possuindo ou após a locação de uma assinatura, você entre em
contato com a concessionária e solicite sua instalação. Após a ligação da linha telefônica, verifique se todas as tomadas de telefone estão
funcionando. Todas as tomadas de telefone e elétrica foram previamente testadas; 
A solicitação ou transferência da linha telefônica deve ser feita na concessionária de preferência do cliente; 
De acordo com a Anatel, as concessionárias têm obrigação de atender às solicitações de instalação de linha residencial no prazo máximo de sete
dias após a solicitação. A prestadora não pode condicionar a instalação da linha ao pagamento prévio de taxa de instalação; 
O prazo é contado sempre a partir da solicitação do usuário; 
A prestadora deve realizar a mudança de endereço do telefone residencial em até 10 dias úteis a partir da data da solicitação do consumidor. O
valor a ser cobrado pela mudança de endereço do terminal do consumidor não pode ser superior ao valor da habilitação praticado pela prestadora
no seu plano básico; 
Ligue 1331 para registrar reclamações, denúncias, ou pedidos de informações; 
Pessoas com deficiências auditivas: Ligue 1332 de qualquer telefone adaptado. http://www.anatel.gov.br/. 
Dicas úteis: Ao conectar aparelhos e acessórios na sua rede telefônica, utilizar sempre componentes homologados pela Concessionária.Condições de Perda da Garantia 
Qualquer tipo de alterações nos pontos de interfone e telefone; 
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674. 
 
 
 
Instalações Elétricas
 
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Descrição 
É o sistema destinado a distribuir energia elétrica de forma segura e controlada em uma edificação, dentro das normas técnicas brasileiras (ABNT)
e aprovado pela concessionária local. 
Cada unidade de seu edifício possui uma instalação elétrica independente que é constituída por diversos elementos, tais como: 
Medidor de consumo de energia; 
Tomadas de corrente, para ligação de eletrodomésticos de uso frequente; 
Tomadas especiais de corrente, para ligação de máquinas domésticas, tais como lavadora e secadora de roupas, lavadora de louças, forno de
micro-ondas, torneiras, banheiras, chuveiros elétricos etc.; 
Pontos de iluminação, para ligação de lâmpadas e luminárias; Interruptores, para acionamento dos pontos de iluminação; 
Quadro elétrico contendo os dispositivos necessários para proteção da instalação e seccionamento dos circuitos, além de permitir o acesso
individual aos circuitos da respectiva unidade, de forma controlada. 
Quadro Elétrico - QE: equipamento destinado a receber energia através de uma alimentação e distribuí-la a um ou mais circuitos, podendo
desempenhar funções de proteção, seccionamento, controle e/ou medição. Neste quadro encontramos os disjuntores termomagnéticos que
servem para proteção direta dos circuitos; DR (dispositivo diferencial residual que protege contra choques elétricos e fuga de corrente em
eletrodomésticos ou em instalações elétricas em más condições de conservação) e eventualmente o DPS (dispositivos contra surtos elétricos); 
Circuito: trata-se de um conjunto de componentes da instalação (condutores, interruptores, tomadas, pontos de energia e iluminação) alimentados
a partir de uma mesma origem (mesmo disjuntor no Quadro Elétrico - QE); 
No caso das áreas de uso comum e coletivo, existem vários quadros, nos diversos ambientes. Nos quadros de distribuição, por sua vez, existem
vários circuitos, dividindo as cargas de acordo com sua localização (salão de festa, espaço gourmet, garagem, etc.) e utilização (motores, bombas,
iluminação, tomadas de uso geral etc.); 
Aparelhos Elétricos: lembre-se que as instalações elétricas de seu apartamento foram dimensionadas para uso dos aparelhos instalados ou
previstos em projeto. Ao adquirir um aparelho elétrico, verifique se o local escolhido para a sua instalação foi previsto em projeto, de modo que o
funcionamento ocorra nas condições exigidas pelo fabricante. As instalações de luminárias, máquinas ou similares deverão ser executadas por
técnicos habilitados, observando-se, em especial, o aterramento, a voltagem, bitola, qualidade dos fios, isolamento, tomadas e plugues dos
equipamentos; 
Todos os quadros elétricos, inclusive os disjuntores das áreas comuns estão identificados. 
Tipo de Uso 
Instalações elétricas prediais, embutidas em paredes, ou aparentes em áreas cobertas.
Condições e Cuidados de Uso 
Não sobrecarregar os circuitos elétricos para além das cargas previstas no projeto; 
É proibido o uso de lâmpadas incandescente em qualquer local do empreendimento. Seja no apartamento ou na área comum; 
É recomendável substituir as lâmpadas durante o processo de manutenção por lâmpadas de LED, pois elas possuem vida útil de
aproximadamente 50 mil horas contra 5 mil horas das fluorescentes; 
É proibido efetuar rasgos nas paredes para colocação de novos pontos de tomadas. Use canaletas para esta finalidade e sempre verifique a
capacidade prevista no projeto elétrico para estas novas inclusões, com atenção especial para o tipo de uso a que elas se destinam, evitando ligar
aparelhos (seja pelo uso simultâneo de vários equipamentos, ou mesmo de um único equipamento que exija grande quantidade de carga elétrica)
que venham a sobrecarregar o sistema elétrico; 
Em caso de sobrecarga momentânea, o disjuntor do circuito atingido se desligará automaticamente. Neste caso bastará religá-lo e tudo voltará ao
normal. Caso ele volte a desligar, é sinal de que há sobrecarga contínua ou que está ocorrendo um curto em algum aparelho ou no próprio circuito.
Neste caso, é preciso solicitar os serviços de um profissional habilitado, não se devendo aceitar conselhos de leigos ou curiosos; 
Ao adquirir aparelhos elétricos, verifique se o local escolhido para a sua colocação é provido de instalação elétrica adequada para o seu
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funcionamento nas condições especificadas pelos fabricantes; 
Antes de adquirir ou instalar qualquer equipamento elétrico verifique a tensão (voltagem) da tomada/ponto elétrico (se 110 ou 220 Volts) e a carga
máxima admissível do seu circuito (potência em Watts) em projeto específico; 
Não ligar aparelhos de voltagem diferente das tomadas; 
Sempre verificar se a carga do aparelho a ser instalado não sobrecarregará a capacidade de carga elétrica da tomada e a instalação; 
As instalações de equipamentos (exemplo: ventiladores e ar-condicionado), lustres ou similares deverão ser executadas por técnico habilitado,
observando-se em especial o aterramento, tensão (voltagem), bitola e qualidade dos fios, isolamentos, tomadas e plugues a serem empregados
na instalação dos equipamentos; 
Nunca utilize benjamins (dispositivos com que se ligam vários aparelhos a uma só tomada) ou extensões com várias tomadas, pois elas provocam
sobrecargas; 
Utilizar proteção individual (ex.: estabilizadores, filtros de linha etc.) para equipamentos mais sensíveis (como computadores, home-theater, central
de telefone etc.); 
- Para unidade habitacional é necessário adquirir lâmpadas que propiciem o alcance de níveis mínimos de desempenho de iluminamento para
cada tipo de ambiente do imóvel. 
Por isto, fique atento às indicações de níveis descritos a seguir: 
- Para sala de estar, dormitório, banheiro o LUX ideal deve ser maior ou igual a 100 que equivale a utilização de lâmpada fluorescente de 40w. 
Para cozinha, o LUX ideal deve ser maior ou igual a 200 que equivale a utilização de luminária tipo calha com refletor e 02 lâmpadas fluorescentes
de 40 w. 
Só instalar lâmpadas compatíveis com a tensão do projeto; 
Em sensores de presença não devem ser utilizadas lâmpadas fluorescentes tubulares ou compactas (PL), pois não foram feitas para ligar e
desligar com frequência; 
Nunca ligar aparelhos diretamente nos quadros de luz; 
Não pendurar objetos nas instalações (tubulações) aparentes; 
Luminárias utilizadas em áreas descobertas ou externas onde existe umidade excessiva podem ter seu tempo de vida diminuído, necessitando de
constantes manutenções com troca de lâmpadas – veja a periodicidade de inspeção e troca recomendadas no plano de manutenção; 
Em áreas comuns, onde as lâmpadas ficam permanentemente acesas é necessário observar a vida útil que é dada pelo fabricante, pois pode ser
necessária uma troca muito frequente devido ao uso constante que consome rapidamente sua durabilidade – veja a periodicidade de inspeção e
troca recomendadas no plano de manutenção; 
O condomínio possui vários quadros de distribuição de circuitos (Quadro de Luz), onde estão colocados os disjuntores que protegem os diversos
circuitos de sobrecarga elétrica. Estes quadros foram rigorosamente projetados e executados dentro das normas de segurança, não podendo ter
suas chaves/disjuntores alterados por outros diferentes das especificações. Nos quadros de distribuição existe um esquema identificando todos os
circuitos e suas respectivas tensões (voltagens). Para evitar acidentes, não é recomendável abrir furos perto do quadro de distribuição; 
Os cabos alimentadores (cabos que saem dos painéis de medição e vão até os diversos quadros elétricos) não poderão ser sangradospara
derivação de suprimento de energia; 
Não utilizar o local do centro de medição como depósito, principalmente não armazenar produtos combustíveis que poderão gerar risco de
incêndio; 
Permitir o acesso somente de profissionais habilitados às instalações e equipamentos. Isso evitará curto circuito, choque, incêndios e outros
prejuízos; 
Só permitir o acesso às dependências do centro de medição de energia a profissionais habilitados ou agentes credenciados da companhia
concessionária de energia elétrica; 
Evitar contato dos componentes dos sistemas com água; 
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Quando verificado qualquer problema elétrico, utilizar sapatos com sola de borracha e nunca segurar dois fios ao mesmo tempo; 
A manutenção preventiva das instalações elétricas deve ser executada com os circuitos desenergizados (disjuntores desligados); 
Sempre que for executada manutenção nas instalações, limpeza e reapertos dos componentes, desligar os disjuntores correspondentes; 
Não realizar a desativação ou remoção do dispositivo DR, pois significa a eliminação de medida protetora contra choques elétricos e risco de vida
para os usuários da instalação; 
Todo serviço elétrico deve ser executado por profissional habilitado, inclusive quando forem instalados armários, painéis ou outros acessórios de
marcenaria próximos às tomadas. É comum os marceneiros recortarem a madeira e reinstalarem as tomadas no próprio corpo do armário
(lembramos que o marceneiro não é o profissional habilitado para fazer esse serviço). Nesses casos, é preciso que o isolamento seja perfeito e
que o fio utilizado seja compatível com a instalação original; 
No caso de instalação de armário ou painéis que estejam sobre pontos elétricos/telefone/antena, o armário deverá ter o fundo recortado, para
garantir o acesso para manutenção; 
Sempre que for fazer manutenção, limpeza, reaperto nas instalações elétricas ou mesmo uma simples troca de lâmpadas, desligue o disjuntor
correspondente ao circuito ou, na dúvida, o disjuntor geral; 
Efetuar limpeza nas partes externas das instalações elétricas (espelho, tampas de quadros etc.) somente com pano limpo umedecido; 
A iluminação indireta feita com lâmpadas fluorescentes tende a manchar a superfície (forro de gesso) da qual estiver muito próxima. Portanto, são
necessárias limpezas ou pinturas constantes neste local – Veja a periodicidade de inspeção, limpeza e pinturas recomendadas no plano de
manutenção; 
Possíveis Problemas 
Apresentamos a seguir os principais problemas que podem ocorrer eventualmente nas instalações elétricas do imóvel e suas respectivas ações
corretivas:
Parte da instalação não funciona? 
Verificar no quadro de distribuição (QDL) se a chave daquele circuito (disjuntor) não está desligada (desarmada). Em caso afirmativo religá-la, e se
esta voltar a desarmar veja 05 (cinco) possibilidades de ocorrências: 
1 - A chave (disjuntor) está com defeito e é necessária a sua substituição por uma nova;
2 - Existe algum curto-circuito na instalação e é necessário reparo deste circuito;
3 - Existe algum problema na instalação (desgaste de parte elétrica) e é necessário averiguar causa e reparar;
4 - Eventualmente pode ocorrer a “falta de uma fase” no fornecimento de energia, o que faz com que determinada parte da instalação não
funcione. Nestes casos, somente a concessionária terá condições de resolver o problema, após solicitação do consumidor;
5 - Sobrecarga no sistema devido a algum equipamento com carga superior ao suportado pela instalação;
Veja as recomendações do plano de manutenções para soluções.
Superaquecimento no quadro de luz de força e/ou luz (Quadro de Distribuição de Luz - QDL)? 
Verificar se existem conexões frouxas e reapertá-las, e se existe alguma chave (disjuntor) com aquecimento acima do normal, que pode ser
provocado por mau contato interno à chave ou sobrecarga do circuito, devendo a chave ser substituída. Não é permitida a instalação de cargas
cuja potência seja superior às previstas no projeto – veja as recomendações do plano de manutenções; 
Caso as chaves do Quadro de Luz estejam desarmando com frequência: podem existir maus contatos elétricos (conexões frouxas) que são
sempre fonte de calor, o que afeta a capacidade das chaves. Neste caso, um simples reaperto nas conexões resolverá o problema. Outra
possibilidade é de que o circuito esteja sobrecarregado com instalação de novas cargas, cujas características de potência são superiores às
previstas no projeto. Tal fato deve ser rigorosamente evitado – veja as recomendações do plano de manutenções; 
Choques elétricos? 
Ao perceber qualquer sensação de choque elétrico, proceder da seguinte forma: 
Desligar a chave de proteção deste circuito; 
Verificar se o isolamento dos fios de alimentação não foi danificado e se os fios estão fazendo contato superficial com alguma parte metálica; 
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Caso isso não tenha ocorrido, o problema possivelmente está no isolamento interno do próprio equipamento. Neste caso, repará-lo ou substituí-lo
por outro com as mesmas características elétricas. 
Chuveiro elétrico não esquenta a água? 
Verificar se o disjuntor no quadro de distribuição está desarmado. Caso esteja, religá-lo. Se persistir o problema, verificar se não ocorreu a queima
da resistência do chuveiro elétrico. Se for o caso, substitua; 
No caso de sobrecarga momentânea, o disjuntor do circuito atingido se desligará automaticamente. Neste caso bastará religá-lo e o circuito voltará
a funcionar. Caso ele volte a desligar, é sinal de há sobrecarga continua ou que está ocorrendo um curto em algum ponto. 
Condições de Perda da Garantia 
Se for feita qualquer mudança no sistema de instalação que altere suas características originais; 
Se for evidenciada a substituição de disjuntores por outros de capacidade diferente da especificada em projeto, especialmente de maior
amperagem; 
Se for evidenciado o uso de eletrodomésticos velhos, chuveiros ou aquecedores elétricos sem blindagem, desarmando os disjuntores; 
Se for evidenciada sobrecarga nos circuitos devido a ligação de vários equipamentos no mesmo circuito; 
Se for verificada a não utilização de proteção individual para equipamentos sensíveis; 
Temperatura de trabalho com equipamentos superior a 60º; 
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674. 
 
 
 
Instalações Hidrossanitárias
 
Descrição das Instalações Hidrossanitárias 
As Instalações hidrossanitárias são o conjunto de tubulações e equipamentos, aparentes em shafts ou embutidos nas paredes, destinados ao
transporte, disposição e/ou controle de fluxo de fluidos (fluidos sólidos em suspensão, líquidos, vapores ou gases) em uma edificação, conforme
projeto específico elaborado de acordo com as normas técnicas brasileiras. O sistema hidráulico se divide em instalações de água fria, quente
(quando houver) e esgoto, sendo composto de tubos e conectores com espessura dimensionada conforme a pressão de serviço submetida. 
O sistema de esgotamento sanitário é um conjunto de obras e instalações destinadas a propiciar a coleta, o afastamento, o acondicionamento
(tratamento, quando necessário) e uma disposição final sanitariamente adequada para as águas servidas de uma edificação ou comunidade. 
Registros de pressão (água fria e quente (quando houver)): válvulas de pequeno porte, instaladas em sub-ramais ou pontos de utilização,
destinadas à regulagem da vazão de água. 
Registros de gaveta (água fria e quente (quando houver)): válvulas de fecho, destinadas à interrupção eventual de passagem de água para
reparos na rede ou ramal. 
Todos os registros hidráulicos das áreas comuns estão identificados e/ou etiquetados. 
Esta é uma das partes do imóvel que requer maiores cuidados de manutenção, pois o seu mau uso pode acarretar entupimentos eoutras avarias
de difícil e custoso reparo. Leia com atenção as recomendações para sua conservação e transmita-as às demais pessoas usuárias do imóvel e
condomínio. 
Descrição do Sistema Hidráulico de Água Potável 
O sistema de instalações de água fria se origina no ponto de abastecimento da empresa concessionária dos serviços públicos de fornecimento de
água potável. 
Medição e Consumo: no ponto de origem, passando pelo hidrômetro (no térreo), a concessionária efetua a medição do consumo por períodos de
uso. 
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Reservatório (caixas d’água): do hidrômetro geral, segue para o reservatório inferior, e dali a água é bombeada para o reservatório superior. O
bombeamento é controlado por um sistema eletromecânico (veja mais detalhes sobre este item em parte específica deste manual). 
Distribuição: do reservatório superior, as tubulações seguem para o barrilete. Após o barrilete, alimentam os andares inferiores, quando se
denominam prumadas de água fria. Nos andares dos pavimentos tipo, as prumadas sofrem derivações para o abastecimento das unidades
individuais. 
“Os recursos naturais de transformação da água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com
racionalidade, precaução e parcimônia. (Artigo 3 da Declaração Universal dos Direitos da Água)”. 
Tipo de uso 
Instalações prediais de água fria, quente e de esgoto.
Condições e Cuidados de Uso 
"Caso o proprietário escolha comprar um aquecedor com exaustão forçada, este (o proprietário) deverá se responsabilizar pela
adequação do aparelho conforme especificado na etiqueta do aquecedor". Ao comprar seu aquecedor certifique-se de que ele não possua
temperaturas maiores que 50 C°, pois acima desta temperatura haverá risco de danos nas instalações hidráulicas – sempre adquira equipamentos
com empresas idôneas e especializadas. 
Antes de executar qualquer perfuração nas paredes, consulte os projetos para evitar danos na parte hidrossanitária. Para pendurar algum
acessório, faça uso de furadeira e de buchas com parafusos, que devem ser colocados preferencialmente nas juntas dos azulejos; 
Verificar se as tampas das caixas d´água estão bem vedadas e presas; 
Estando o imóvel há muito tempo sem uso, convém jogar água limpa nas caixas sifonadas e sifões, para evitar o mau cheiro 
Não apertar em demasia os registros e torneiras; 
Não pendurar baldes, plantas ou outro objeto nos registros, torneiras e tubos de chuveiro; 
Mantenha vedado o ponto, quando em desuso, de esgotamento de água da máquina de lavar junto à parede, usando acessórios próprios; 
Nunca jogue gordura ou resíduo sólido nos ralos das pias e dos lavatórios, ou qualquer outra parte das instalações hidráulicas (exemplo: vaso
sanitário). Encaminhe para reciclagem e/ou disponha de forma ambientalmente adequada; 
Verificar e corrigir eventuais vazamentos; 
Não realizar troca de peças e acessórios por conta própria, utilize mão de obra especializada e peças originais; 
Quando as caixas d’água forem de fibra verificar se não há nenhuma rachadura ou vazamentos nos flanges; 
Nas máquinas de lavar e tanque deve-se dar preferência ao uso de sabão biodegradável, para evitar retorno de espuma; 
O sistema de aviso e ou ladrão não devem ter as suas tubulações obstruídas; 
Falta de uso prolongado dos mecanismos de descarga pode acarretar danos como ressecamento de alguns componentes e acúmulo de sujeira,
causando vazamentos ou mau funcionamento. Caso esses problemas sejam detectados, NÃO mexer nas peças e acionar a assistência técnica do
fabricante; 
É importante proceder à limpeza periódica de todos os ralos, caixas sifonadas e sifões das pias. 
Para prevenir entupimentos ou mesmo desentupir pias e lavatórios, use apenas o desentupidor de borracha. Nunca use materiais à base de soda
cáustica, arames, hastes rígidas ou ferramentas não apropriadas. 
Caso não consiga resultado na desobstrução, chame um profissional ou empresa especializada. 
Nunca quebre o piso para acessar a tubulação sem antes consultar a equipe de Assistência Técnica da MRV, que auxiliará na indicação da correta
forma de alcançar esta tubulação sem comprometer a solidez estrutural de seu imóvel. 
Para evitar mal cheiro mantenha os sifões sanfonados e curvados, tal como no exemplo a seguir. 
 
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Condições de Perda da Garantia 
Danos causados por impacto ou perfurações em tubulações (aparentes, embutidas ou requadradas); 
Instalação ou uso incorreto dos equipamentos; 
Manobras indevidas, com relação a registros, válvulas e bombas; 
Se for constatado entupimento por quaisquer objetos jogados nos vasos sanitários e ralos, tais como: absorventes higiênicos, folhas de papel,
cotonetes, cabelos etc.; 
Se for constatada a retirada dos elementos de apoio (mão-francesa, coluna do tanque etc.), provocando a queda ou quebra da peça ou bancada;
Se forem constatadas nos sistemas hidráulicos pressão e temperatura fora das normas (desregulagem da válvula redutora de pressão, geradores
de calor, aquecedores etc.); 
Aplicação de peças não originais ou inadequadas ou ainda adaptação de peças adicionais sem autorização prévia do fabricante; 
Alterações não previstas no sistema; 
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674. 
 
 
 
Interfones Sem Fio (quando houver)
 
Descrição
Este sistema destina a prover comunicação entre a portaria e os moradores; entre portaria e colaboradores. 
A Central de Interfones Sem Fio (Celular) é um sistema de comunicação fechado, assim, só faz e recebe ligações de números cadastrados. Ou
seja, não há instalação cabeada. 
A central é entregue configurada, pronta para uso, basta ligar e começa a usar. 
A central é composta pelo módulo de origem e “recepção” de chamadas. Utiliza a rede existente de qualquer operadora de telefonia móvel para
realizar a comunicação condominial. Lembrando que há flexibilidade para trocar para a operadora que ofereça o melhor plano/tarifa. 
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Os moradores não gastam créditos de seus telefones para utilizar o sistema. Todas as ligações originadas e recebidas têm os custos centralizados
na portaria. 
Conta detalhada mensal facilita a realização de rateio além de servir como ferramenta de gestão de custos. 
Cada morador é responsável pelo seu celular, chip e atualização do cadastro. 
O cadastro dos números na central deve ser feito pelo sindico 
A manutenção a ser realizada no cadastro dos números de telefone é de responsabilidade do condomínio/Síndico, e jamais deve ser delegada aos
porteiros. As Centrais são protegidas por senhas (de programação e PIN do chip) que se chegarem ao conhecimento dos porteiros permitirá que
estes possam realizar ligações não autorizadas gerando custos inesperados. 
O porteiro deve estar treinado para manusear corretamente as chaves ou teclas da mesa operadora. 
Os porteiros, não fazem nem recebem ligações particulares. As comunicações são mantidas apenas com os números cadastrados. 
A manutenção do sistema de interfone sem fio é diferente do sistema tradicional. Pois, sua configuração e manutenção da central podem ser
realizadas via SMS. 
O custo de operação é de apenas alguns centavos mês/morador e não há custo de manutenção mensal. O condomínio pode optar por um custo
de operação mensal fixo, que permite melhor planejamento e evita surpresas nas contas. 
IMPORTANTE: para saber se o tipo de interfone de seu residencial é sem fio, e assim, aplicar as corretas ações de uso e manutenções, consulte
o “Memorial do Cliente e da Área Comum” deste manual, bem como os respectivos projetos. 
Tipo de uso
Comunicação condominial.
Condições e Cuidados de Uso
Sempre inserir créditos se estiver utilizando chip pré-pago ou pagar a conta dos chips se estiver utilizando um chip pós-pago. O bloqueio do chip
pararealizar chamadas por falta de crédito ou pagamento está entre os principais motivos pelo qual a central de interfones pode parar de
funcionar. 
Outra recomendação importante é não inserir ou retirar o chip com a central energizada. Sempre desligue da energia para manusear os chips. 
Manter um backup (cópia) do plano de numeração do condomínio (número do imóvel(is) com o(s) respectivo(s) telefone(s)). A cópia dos dados
pode ser feita na agenda de um celular ou em um chip que não esteja sendo utilizado. 
A Central de Interfone deve ser ligada a um nobreak com recurso de proteção contra surtos. O nobreak além de manter o funcionamento da
Central durante uma falta de energia realizará proteção contra surtos. 
Teste o interfone, no momento do recebimento do imóvel; 
Não utilizar indevidamente o interfone, pois são equipamentos de comunicação e segurança. 
O interfone é um aparelho de segurança. Somente deve ser aberto o portão de entrada do prédio quando se tiver a certeza da identificação do
visitante; 
Qualquer alteração ou serviço no interfone, ou caso ocorra alguma falha, contate o síndico. Ele contratará empresa especializada e capacitada
para a execução do serviço; 
Permitir somente que profissionais habilitados tenham acesso às instalações e equipamentos de interfone; 
O interfone deverá ser protegido no caso de reformas ou limpeza pesada, pois o pó é o grande causador de problemas no seu funcionamento; 
A limpeza do interfone e da base deve ser feita apenas com pano levemente umedecido em álcool; 
A limpeza do interfone deve ser adequada, evitando-se a infiltração de produtos químicos de limpeza, que fatalmente irão prejudicá-lo; 
Nunca molhe o aparelho de interfone; 
Condições de Perda da Garantia
Mau uso e tentativa de manutenção realizada por pessoa não habilitada; 
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
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e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674. 
 
 
 
Jardins - Paisagismo
 
Descrição
O paisagismo dos residenciais são espaços contemplativos e agradáveis, utilizando plantas e outros elementos decorativos. 
O paisagismo é de grande importância para a composição estética do conjunto arquitetônico e também beneficia a drenagem pluvial urbana, pois
garante a infiltração da água da chuva no solo e, consequentemente, a reposição dos níveis do lençol freático e redução do impacto gerado pelas
enchentes e inundações. 
É considerada área verde todo espaço constituído de vegetação, como árvores, flores, gramas, hortas, pomares, etc. 
Um paisagismo bem cuidado contribui para a valorização dos imóveis, e torna os ambientes ainda mais agradáveis para os habitantes dos
residenciais. 
Em alguns residenciais, pode ocorrer o plantio de algumas espécies frutíferas, formando pequenos pomares. 
A seleção das espécies frutíferas e das variedades a serem cultivadas é feita com base na época de colheita e regionalização, visando à produção
e oferta de frutos no maior número possível de meses do ano. 
É muito importante manter os jardins, pomares, árvores e áreas gramadas sempre em boas condições, para isto, é necessário que o condomínio
contrate empresa ou profissional habilitado, para que periodicamente sejam realizadas podas, revitalização, adubação e eliminação de pragas. 
Também é necessário treinar a equipe de manutenção local, para que possam regar e cuidar da vegetação de modo apropriado. 
O Condomínio deve estabelecer regras de uso e aproveitamento consciente dos frutos produzidos nos pomares.
Tipo de Uso
É utilizado para criação de projetos, englobando a jardinagem e demais artifícios que interfiram na paisagem externa às edificações.
Condições e Cuidados de Uso
Orientar e conscientizar todos os moradores e visitantes do condomínio quanto aos cuidados necessários para a preservação das áreas de
vegetação; 
Não jogar lixo sobre as áreas de vegetação; 
Não pavimentar ou eliminar áreas permeáveis. Pois, além de descumprir leis e normas, estará reduzindo a possibilidade de recarga dos lençóis
freáticos e aumentando a probabilidade de inundações. 
Evitar trânsito sobre os jardins para não danificar a vegetação; 
Não é permitido o corte de árvores. Toda e qualquer intervenção em relação a poda e ou corte de árvores só pode ser feito com a devida
autorização dos órgãos públicos responsáveis (Prefeitura/Secretaria de meio ambiente, etc.); 
Ao regar não usar jato forte de água diretamente nas plantas. Utilizar bico aspersor; 
O projeto de paisagismo é estudado quanto ao porte, volume, local de sobra e sol, textura e cores de cada espécie vegetal a ser usada. Portanto,
nenhuma troca de vegetação deverá ser feita sem consulta ao paisagista; 
Não se troca o solo de um jardim, seja ele sobre a laje ou não. Incorpora-se matéria orgânica no mínimo duas vezes ao ano e aduba-se
regularmente. Para cada tipo de vegetação há uma época do ano mais adequada e um tipo de adubo; 
Pragas e doenças deverão ser controladas fazendo a inspeção periódica; 
O controle das ervas daninhas deverá ser feito para que não se alastrem e tomem conta do jardim, principalmente da grama. Retire todas as ervas
daninhas antes da poda do gramado; 
A adubação de manutenção deverá ser feita sempre que as plantas apresentem falta de elementos necessários para sua nutrição. Isto pode ser
reconhecido ao observar o crescimento, o vigor e, principalmente a cor das plantas (aparência de vivacidade) independentemente da tonalidade
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própria de cada espécie; 
Durante o primeiro ano, fase de consolidação do jardim, é aconselhável a rega diária, de preferência nas primeiras horas da manhã ou no final do
dia, quando o sol é menos intenso. 
A periodicidade da rega dos jardins varia de acordo com a época do ano, sendo suspensa nos dias de chuva e intensificada no período de seca. 
Se as condições de abastecimento de água não permitirem, ou por falta de tempo ou outro motivo, é preferível regar menos vezes por semana,
porém mais intensa e profundamente. 
Abaixo segue alguns exemplos de plantas utilizados. Consulte empresa capacitada para maiores esclarecimentos das espécies do seu
empreendimento e de como deve ser feita sua manutenção. 
 
Fonte: imagens de obras MRV.
 
Azaléia: Devem ser podadas para manter a altura original.
Pingos de Ouro: Devem ser podados para manter a altura de 40 cm.
Hibisco: Devem formar uma cerca viva com altura de 2 m.
Viburno: Devem ser podados para manter a altura de 80 cm, formando cerca viva.
Ligustrão: Deverá ser podado para manter a altura de 2 m.
Bromélia: Segundo o Instituto Oswaldo Cruz as bromélias não constituem um problema epidemiológico como foco de propagação do
Mosquito da Dengue. Não regue bromélias excessivamente: elas podem suportar climas secos com muita facilidade, mas não fazem o
mesmo com raízes ensopadas. Apenas regue assim que 5 centímetros superiores de terra secarem.
Condições de Perda da Garantia
Não há garantia para paisagismo.
 
 
 
Juntas de dilatação em fachadas
 
Descrição 
Feitas em revestimentos de grandes áreas, como os de fachadas e muros, as juntas de dilatação são espaçamentos, previstos antes da execução,
que permitem a expansão e a retração da superfície provocadas pela variação de temperatura, pela movimentação da alvenaria ou do próprio
revestimento, assim como as movimentações decorrentes da acomodação estrutural (fluência). A solução visa a minimizar as tensões superficiais
do revestimento, reduzindo a ocorrência de trincas e fissuras que podem afetar a durabilidade do sistema que sofre desgaste natural pelo uso. 
Composto geralmente por: 
Pintura eleastomérica;
Apoio flexível;
Mastique de poliuretano.
Tipo de Uso 
Fachadas.
Condições e Cuidados de Uso 
Não use elementos derivados do petróleo, soda cáustica e ácidos para limpar as juntas de dilatação; 
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Não aplicar jatos d’água dealta pressão sobre as juntas de dilatação; 
Se durante a realização de qualquer tipo de obra, forem alteradas as condições iniciais da junta, esta deverá ser reparada imediatamente; 
Não executar qualquer tipo de serviço que possa romper ou danificar a junta, mesmo de dentro para fora. Nesse caso, deverá ser verificada a
espessura da parede, antes de fazer furos que possam vir a atingir camadas externas do componente; 
Não introduza objetos de qualquer espécie nas juntas de dilatação. 
Condições de Perda da Garantia 
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674.
 
 
 
Louças Sanitárias / Metais Sanitários / Caixas de Descarga e Válvulas
 
Descrição - Louças Sanitárias 
As louças sanitárias compreendem bacias sanitárias, bidês, lavatórios, mictórios, tanques. São fabricadas em cerâmica e recebem na sua
superfície visível uma camada de esmalte.
Descrição - Metais Sanitários 
Os metais sanitários compreendem pertences e acessórios que compõem os aparelhos sanitários, como torneiras, válvulas, misturadores,
registros, sifão e demais componentes.
Descrição - Caixas de Descarga e Válvulas 
A caixa de descarga é um reservatório de água para ser usado na descarga de fluidos com sólidos em suspensão, líquidos ou gases do vaso
sanitário, cujo registro de controle do fluxo de água está integrado a ela. 
Sistema Dual Flush: Na caixa de descarga você encontra o mecanismo de saída Dual Flush. Ele possui como diferencial o duplo acionamento,
onde a economia de água, na hora de efetuar a descarga, pode chegar a até 50%. O funcionamento é bem simples, tal como pode ser observado
na figura abaixo: para escoar líquidos, basta acionar o botão do acionador destinado à vazão de metade da água da caixa acoplada; enquanto que
o outro botão, que libera toda a água armazenada, fica reservado para o escoamento de sólidos. Este dispositivo promove a sustentabilidade, pois,
busca contribuir na economia, e também com o meio ambiente, na redução do gasto com água. 
 
Fonte: ilustração elaborada para o manual MRV.
 
A válvula sanitária é um registro que controla o fluxo de água entre a caixa de descarga e o vaso sanitário.
ATENÇÃO: na colocação do boxe nos banheiros (da sua unidade), metais sanitários de apoio (porta-papel, toalheiros, saboneteiras), gabinetes
das pias ou armários de cozinha, verifique os desenhos e esquemas de cada parede contendo instalações hidráulicas, para que as tubulações não
sejam danificadas.
Condições e Cuidados de Uso - Louças Sanitárias 
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Não utilize quaisquer aparelhos sanitários como ponto de apoio, pois eles podem trincar ou quebrar ocasionando ferimentos graves; 
NUNCA jogue gordura ou resíduo sólido nos ralos das pias e dos lavatórios, leve a gordura para um posto de reciclagem e o resíduo sólido deve
ser embalado e enviado para o aterro sanitário; 
NÃO deixe de usar a grelha de proteção que acompanha a cuba da pia de cozinha; 
NÃO jogue nos vasos sanitários e pias, quaisquer objetos que possam causar entupimento, entre eles: absorventes higiênicos, folhas de papel,
cotonetes, cabelos, fio dental, preservativos, etc.; 
 
Fonte: ilustração adaptada do manual Sinduscon-ES
 
Nunca permitir que pessoas fiquem em pé sobre vasos sanitários ou bancas (para lavagem de azulejos ou substituição de lâmpadas, por
exemplo), que crianças dependurem nas extremidades de lavatórios e tanques de lavar roupa, nem empilhamento excessivo de pratos e panelas
sobre pias de lavar louça, pois esses utensílios podem trincar ou quebrar, ocasionando ferimentos graves; 
Não permitir sobrecarga nas louças sanitárias e bancadas; 
Caso os tubos flexíveis (rabichos), que conectam as instalações hidráulicas às louças forem danificados, causando vazamentos, substitua-os
tomando o cuidado de fechar o registro geral de água antes da troca; 
Limpe periodicamente (conforme orientação da planilha de manutenção preventiva) os ralos e sifões das louças, tanques e pias do seu imóvel,
retirando todo e qualquer material causador de entupimento (piaçava, panos, fósforos, cabelos etc.) e nos ralos após a retirada da
cesta/sifonamento para limpeza o mesmo deve ser colocado novamente, após deve ser jogado água para manter o fecho hídrico nos ralos
sifonados, jogando água para manter o fecho hídrico nos ralos sifonados, evitando assim o mau cheiro proveniente da rede de esgoto; 
Não tente desentupir pias, tanques e ralos colocando produtos a base de soda cáustica dentro da tubulação (ralos de pias e tanques, etc.) e não
despeje água extremamente quente nas tubulações. Pois no resfriamento da mistura de soda cáustica, água quente e gordura na tubulação
podem ocorrer a formação de sabão sólido, obstruindo ainda mais a tubulação. Siga as instruções de manutenção preventiva da planilha de
recomendações deste manual para evitar entupimentos. 
Para limpeza das louças sanitárias, usar água, sabão e detergentes não agressivos. Não utilizar esponjas de aço, apenas esponjas macias; 
Não use desinfetantes abrasivos à base de soda cáustica nem esponjas de aço, pois podem danificar a superfície das louças. 
Como desentupir a pia 
Com o auxílio de luvas de borracha e um desentupidor, siga os seguintes passos: 
Retire o sifão e limpe-o, nele ficam depositados os resíduos, geralmente responsáveis pelo entupimento, mas não se esqueça de colocar um balde
embaixo da pia, pois a água pode cair no chão. 
Recoloque o sifão; 
Encha a pia de água; 
Coloque o desentupidor a vácuo sobre o ralo, pressionando-o para baixo e para cima. Observe se ele está totalmente submerso; 
Quando a água começar a descer, continue a movimentar o desentupidor, deixando a torneira aberta; 
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Se a água não descer, com uma sonda, tente desobstruir o ralo da pia, de baixo para cima. Algumas vezes, os resíduos se localizam neste trecho
do encanamento, daí a necessidade de usar a sonda; 
Recoloque o sifão. Não coloque produtos a base de soda cáustica dentro da tubulação de esgoto e não despeje água extremamente quente nas
tubulações, pois a mistura de soda cáustica, água quente e gordura formam um tipo de sabão, obstruindo ainda mais a tubulação; 
Depois do serviço pronto, abra a torneira e deixe correr água em abundância, para limpar bem. 
Condições e Cuidados de Uso - Metais Sanitários 
NÃO aperte em demasia os registros e torneiras; 
Mantenha os registros fechados no caso de ausência prolongada do imóvel; 
Em caso de necessidade, troque os acabamentos dos registros pelo mesmo modelo ou por outro do mesmo fabricante, evitando assim a troca da
base; 
Caso os tubos flexíveis (rabichos), que conectam as instalações hidráulicas às louças forem danificados, substitua-os tomando o cuidado de fechar
o registro geral de água antes da troca. 
Ao instalar filtros, torneiras e outros metais, cuidado ao atarraxá-los, pois o excesso de força poderá danificar a saída da tubulação, provocando
vazamentos; 
Durante o manuseio de torneiras e registros, não se deve forçá-los, pois isso pode danificar as suas vedações internas e provocar vazamentos; 
Não utilizar torneiras ou registros como apoio ou cabide; 
Evitar batidas nos tubos flexíveis que alimentam os lavatórios e as caixas acopladas dos vasos sanitários; 
O sifão geralmente pode ser desentupido por bombeamento ou outro dispositivo pressurizador. Sifões metálicos ou de plástico, do tipo P ou
garrafa possuem acesso para limpeza de suas partes interiores. Os ramais de descarga desses aparelhos podem ser desentupidos pela
introdução de haste flexível na tubulação; 
Limpar os metais sanitários, ralos das pias e lavatórios com água e sabão neutro e pano macio, nunca com esponja ou palha de aço e produtos
abrasivos. 
Nunca deve ser usado qualquer tipo de palha ou esponja de aço e produtos abrasivos ou à base de soda cáustica paraa limpeza; 
Proceda periodicamente à limpeza dos aeradores (bicos removíveis) das torneiras, pois é comum o acúmulo de resíduos provenientes da própria
água; 
Evite o uso de desinfetantes abrasivos ou à base de soda cáustica; 
- Como consertar a torneira que está vazando 
Feche o registro; 
Retire a tampa/botão (quando houver) da cruzeta com a mão; 
Utilizando uma chave de fenda, desrosqueie o parafuso que prende a cruzeta; 
Com o auxílio de um alicate de bico, desrosqueie a porca que prende a canopla para poder ter acesso ao mecanismo de vedação; Com o auxílio
de um alicate de bico, desrosqueie o mecanismo de vedação do corpo e o substitua por um novo. 
Por fim, abra o registro. 
Condições e Cuidados de Uso - Caixas de Descarga e Válvulas 
A falta de uso prolongado dos mecanismos de descarga pode acarretar danos como ressecamento de alguns componentes e acúmulo de sujeira,
causando vazamentos ou mau funcionamento. Caso esses problemas sejam detectados, NÃO mexer nas peças e acionar a assistência técnica do
fabricante; 
Não jogue nos vasos sanitários quaisquer objetos que possam causar entupimento, entre eles: absorventes higiênicos, folhas de papel, cotonetes,
cabelos, fio dental, preservativos, etc.; 
Não alterar as regulagens e ajustes; 
A caixa de descarga acoplada não pode servir de apoio ao usuário (não resiste a esforços ou impactos). Para dar descarga, basta pressionar
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levemente o botão. Não se deve mantê-lo acionado até esvaziar a caixa; 
Nunca suba ou se apoie nos vasos sanitários, pois podem se soltar ou quebrar, causando ferimentos graves. Tome cuidados especiais com
crianças; 
Tanto para materiais plásticos quanto cerâmicos, recomenda-se a limpeza somente com um pano macio, com água e sabão neutro ou detergente
doméstico. Evitar contato com produtos abrasivos ou químicos e esponjas de aço; 
Como regular a caixa de descarga acoplada da bacia sanitária 
Regulagem: com cuidado, abra e retire a tampa da caixa acoplada; 
Com ajuda de um alicate, rosqueie a bóia, deixando-a mais firme para que, quando a caixa estiver cheia, não permita que a água transborde pelo
ladrão. 
Substituição: com cuidado, abra e retire a tampa da caixa acoplada; 
Feche o registro; 
Desrosqueie a bóia; 
Leve-a à um depósito de materiais de construção para que sirva de modelo para a compra de uma nova; 
Com a nova bóia em mãos, encaixe-a e rosqueie-a exatamente no local de onde a antiga foi retirada. 
Condições de Perda da Garantia - Louças Sanitárias / Metais Sanitários / Caixas de Descarga 
As garantias deste manual não cobrem peças que apresentem desgaste natural, pelo uso regular, tais como: vedantes, gaxetas, anéis de
vedação, guarnições, mecanismos de vedação, dentre outros; 
Danos sofridos pelas partes integrantes das instalações em consequência de quedas acidentais, maus tratos, manuseio inadequado, instalação
incorreta e erros de especificação; 
Danos causados por impacto ou perfurações em tubulações (aparentes, embutidas ou equadradas); 
Danos causados aos acabamentos por limpeza inadequada (produtos químicos, solventes, abrasivos do tipo saponáceo, palha de aço, esponja
dupla face); 
Danos causados por entupimentos originados por quaisquer objetos jogados nos vasos sanitários e ralos, tais como: absorventes higiênicos,
folhas de papel, cotonetes, cabelos, em fim, quaisquer objetos estranhos no interior do equipamento ou nas tubulações que prejudiquem ou
impossibilitem o seu funcionamento (provenientes de mau uso); 
Equipamentos instalados em locais onde a água é considerada não potável ou contenha impurezas e substâncias estranhas à mesma que
ocasione o mau funcionamento do produto; 
Instalação ou uso incorreto dos equipamentos; 
Equipamentos que foram reparados por pessoas não autorizadas pelo serviço de Assistência Técnica; 
Metais Sanitários - Se for constatada a falta de troca dos vedantes (courinhos) das torneiras; 
Metais Sanitários - Se for constatada a falta de limpeza nos aeradores, provocando assim acúmulo de resíduos nos mesmos; 
Se não forem respeitadas as condições e cuidados de uso, se não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver
capítulo e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR
5674. 
 
 
 
Muro de Arrimo / Cortina Atirantada / Taludes / Gabião (quando houver)
 
Descrição
São itens relacionados à solidez da edificação, e que podem comprometer a sua segurança. Entre eles estão incluídos taludes, arrimos, cortina
atirantada, entre outros.
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Taludes são planos inclinados no limite de um platô que têm como função garantir a estabilidade do solo. Em alguns casos podem estar
associados com elementos de contenção, como muros de arrimo.
Muros de arrimo são estruturas de contenção, que podem ser construídos em concreto armado, blocos de concreto, gabião, etc. Sua função é
garantir a estabilidade do solo.
Gabião é um tipo de estrutura armada e drenante e de grande resistência, produzidos com malha de fios de aço, e preenchidos com seixos ou
pedras britadas. Não prejudicam o meio ambiente e se adaptam bem a ele. 
A Cortina Atirantada é um tipo de contenção recomendada para solos submetidos a grandes cargas. O tirante é um elemento estrutural linear que
são ancorados na cortina e no terreno para aumentar a estabilidade dos mesmos. 
Em alguns empreendimentos específicos podem ser usadas outras formas de contenção, como retangulões, solo grampeado, estacas pré-
moldadas, entre outros. Confira no memorial deste manual e nos projetos se seu empreendimento possui algum destes sistemas. Estas
informações são muito importantes para as manutenções preventivas futuras. 
Tipo de Uso
Os taludes e contenções foram cuidadosamente calculados e projetados para garantir a estabilidade do solo, e como são elementos estruturais,
não podem ser retirados ou alterados.
 
Fonte: imagens ilustrativas de obras MRV.
 
Condições e Cuidados de Uso
Não remover ou alterar a forma dos taludes e contenções, pois pode abalar a solidez e segurança da edificação; 
Verificar periodicamente a preservação da manta vegetal, e os sistemas de drenagens (canaletas, caixas de passagem, drenos e barbacãs)
mantendo sempre limpos e desobstruídos; 
Não depositar objetos sobre os taludes, arrimos, cortinas, etc. 
Não utilizar as contenções para apoiar estruturas, objetos, entre outros. 
Qualquer intervenção a ser realizada, em qualquer tipo de contenção presente no condomínio (com seus respectivos elementos e componentes)
deve possuir projeto, ser executado por profissional qualificado, juntamente com as devidas ARTs (anotação de responsabilidade técnica). 
Pelo menos duas vezes por ano, e também, antes do período de chuvas, os itens abaixo devem ser vistoriados para garantir o pleno
funcionamento das estruturas e garantir a segurança dos moradores:
 
Item O que verificar:
Drenos e canaletas
Realizar a limpeza, desobstruindo e permitindo a correta vazão da água
para evitar um aumento de carga submetida a estrutura de contenção.
Redes Hidráulicas
Devem estar isentos de vazamentos ou entupimentos as redes
próximas a estrutura para evitar um aumento de carga na estrutura de
contenção.
Integridade da estrutura
Solo e vegetação acima das contenções ou talude não devem estar
com erosão ou falha na vegetação. Trincas e fissuras na estrutura ou no
piso próximo à estrutura devem ser avaliadas por um profissional
qualificado
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Condições de Perda da Garantia
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674.
 
 
 
Paredes de concreto (quando houver)
 
Descrição 
Conjunto de paredes executadas em concreto armado. É parte do sistema de vedação vertical interna ou externa e também do sistema estrutural.Tem a função de auxiliar na sustentação do conjunto edificado e de compartimentar e definir os ambientes, além da isolação térmica e
acústica dos ambientes, estanqueidade à água, proteção contra incêndio etc.; 
Os conjuntos de paredes estão indicados nos projetos e, em hipótese alguma, poderão ser deslocadas, removidas ou receber algum tipo
de sobrecarga ou retirada parcial e furos não previstos em projeto; 
Os materiais utilizados na parede de concreto e revestimentos são de naturezas diversas, possuindo diferentes coeficientes de elasticidade, de
resistência e dilatação térmica. Assim, diante de variações bruscas de temperatura ambiente, da acomodação natural da estrutura causada pela
ocupação gradativa do edifício, bem como, quando submetidos às cargas específicas, podem se comportar de forma diferente, o que poderá
eventualmente acarretar o aparecimento de fissuras (pequenas rupturas), trincas localizadas no revestimento das paredes, fato que não
compromete a segurança da edificação; 
IMPORTANTE: para saber o tipo de alvenaria que foi empregada em seu residencial, consulte os projetos e também o “Memorial do Cliente e da
Área Comum”. 
Condições e Cuidados de Uso 
Não fixar ganchos para redes de descanso. Sempre verificar em projeto se existe previsão para a fixação deste item, e a localização prevista
para sua correta instalação; 
No caso de instalar prendedores para portas, prender sempre ao piso, nunca na parede ou no rodapé; 
Sempre que for necessário fazer algum tipo de furação para fixação de objetos e/ou móveis e/ou equipamentos, utilizar parafusos com buchas
recomendados adequados, sempre considerando a capacidade de carga admissível do elemento e o peso do que vai ser fixado; 
Não efetue perfuração na parede próxima ao quadro de distribuição de luz (QDL) e nos alinhamentos verticais de interruptores e tomadas, para
evitar acidentes com os fios elétricos; 
Antes de perfurar as paredes, consultar projetos e detalhamento do seu imóvel, evitando deste modo a perfuração de tubulações de água, energia
elétrica ou gás nelas embutidas e certifique-se de que no local escolhido não existam vergas e contravergas (incluso vigas e pilares quando a
estrutura for em concreto – Ver tipo de estrutura empregada no memorial da edificação); 
Proibido terminantemente fazer qualquer intervenção na estrutura, sob pena de colocar em risco a integridade do edifício (seja a estrutura de
alvenaria ou de concreto); 
É terminantemente proibido fazer qualquer intervenção em paredes: não é permitido demolir paredes e nem alterar a posição original prevista em
projeto, é proibido abrir vãos e/ou nichos de qualquer natureza tampouco fazer rasgos e alteração nas instalações prediais sob pena de colocar em
risco a integridade do edifício como todo. A não observância do exposto, em paredes estruturais, pode causar colapso de todo o edifício; 
IMPORTANTE: Remover ou modificar estrutura de alvenaria ou de concreto equivaleria a remover um pilar ou uma viga de concreto, o que
afetaria a estabilidade de toda a edificação. Por isto, é proibido retirar total ou parcialmente quaisquer elementos estruturais, para não abalar a
Carga de Tirantes (quando existir)
De acordo com a NBR 11682/2009, as cargas de tirantes devem ser
revistas a cada 5 anos para verificar se atendem aos esforços previstos
em projeto. Este ensaio deve ser realizado por empresa especializada.
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solidez e a segurança da edificação. Qualquer intervenção seja para passar dutos de coifa, dutos de ar condicionado, perfurações para ralos,
descascamentos para instalações de tomadas, instalações de banheiras ou bacias sanitárias, entre outros, em locais não previstos, só deverá ser
feita após anuência por escrito do projetista de estrutura, sob pena de comprometer a segurança e a solidez da edificação como um todo; 
Evitar exposição de superfícies de concreto ao fogo; 
Evitar o contato direto de matéria orgânica, substâncias ácidas e produtos químicos sobre a superfície do concreto; 
Não sobrecarregar as estruturas e paredes (todo e qualquer tipo de estruturas e seu sistema de vedação vertical externo e interno) além dos
limites normais de utilização previstos no projeto, pois esta sobrecarga pode gerar fissuras ou até comprometer os elementos estruturais e de
vedação; 
Deverá ser verificada a integridade, tanto das paredes externas e muros, quanto das paredes internas, conforme recomendado pelas normas
pertinentes e com a periodicidade indicada pelo plano de manutenções preventivas deste manual, reconstituindo onde for necessário (seja através
de correções ou repintura). Evitando, assim, o envelhecimento, a perda de brilho, o descascamento e eventuais fissuras que possam causar
infiltrações. 
Toda vez que for realizada uma repintura após a entrega da edificação, deverá ser feito um tratamento das fissuras evitando assim infiltrações
futuras de água. 
Procure manter os ambientes bem ventilados, principalmente nos períodos de inverno ou de chuva, pois pode ocorrer o surgimento de mofo nas
paredes decorrente de condensação de água por deficiente ventilação, principalmente em ambientes fechados (armários, atrás de cortinas e forros
de banheiro); 
Combata o mofo com o uso de detergente ou água sanitária dissolvidos em água; 
Realizar a lavagem das fachadas conforme recomendações das normas vigentes e de acordo com a periodicidade e orientações indicadas pelo
plano de manutenções preventivas deste manual, ou ainda quando for necessária uma limpeza antes do período indicado, dependendo do estado
de impregnação da sujeira causada pela poluição ou fatores naturais. Recomenda-se atenção especial a segurança, aos cuidados com as
esquadrias e outras partes integrantes da alvenaria, com uso de materiais e métodos adequados para esta lavagem; 
Para limpeza, é necessário observar as recomendações do sistema de revestimento da parede (Pintura, cerâmica, rochas ornamentais etc.); 
Condições de Perda da Garantia 
Se forem identificadas sobrecargas e fixações não previstas nas estruturas e paredes além dos limites normais de utilização previstos; 
Se forem realizadas alterações, intervenções, supressão de paredes, demolição de paredes, mudança da posição original das paredes, reformas,
abertura de vãos não previstos no projeto original, etc. Ou seja, se forem alterados total ou parcialmente quaisquer paredes estruturais (elemento
estrutural) com relação ao projeto original, e quaisquer outras ações danosas que venham a afetar a integridade, vindo a interferir nas cargas (o
que pode incrementar o aparecimento de trincas) das estruturas, pois poderá abalar a solidez e segurança da edificação; 
Se não for realizada a repintura nos prazos adequados e com os cuidados necessários (com materiais e produtos apropriados e por empresa
capacitada), além das outras manutenções de fachada e paredes (internas e externas) previstas neste manual; 
Substituição do revestimento ou alteração da cor que acarrete maior absorção de calor; 
Impactos não previstos, ou acima da carga permitida; 
Ausência de comunicação à construtora, dentro dos prazos legais, quando da ocorrência de infiltrações (quando proveniente de vício construtivo
oculto); 
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674. 
 
 
 
Pavimentação externa – Asfalto (quando houver)
 
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Descrição 
O revestimento asfáltico é definido como a camada superior destinada a resistir diretamente às ações do tráfego e transmiti-las de forma atenuada
às camadas inferiores, impermeabilizando o pavimento, além de melhorar as condições de rolamento (conforto e segurança). Os tipos de asfalto
para construção civil são encontrados em forma líquida ou em semissólidos na natureza, sendo um material caracterizado por sua alta
viscosidade, sua cornegra e aparência pegajosa.
Asfalto: material cimentante, preto, sólido ou semissólido, que se liquefaz quando aquecido, composto de betume e alguns outros metais. 
Tipo de Uso 
Pavimentação.
Condições e Cuidados de Uso 
Proibida a passagem de veículos de carga. Verificar no projeto se há áreas específicas onde é permitido o tráfego desses veículos; 
Não utilizar máquina de alta pressão para limpeza; 
Não deixar cair óleos, graxas, solventes e produtos químicos. 
Condições de Perda da Garantia 
Se não forem respeitadas as condições e cuidados de uso, se não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver
capítulo e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR
5674.
Velocidade nas ruas dos condomínios e garagens 
Para evitar acidentes a colaboração de todos é muito importante. 
Carros entram e saem a todo momento; manobras acontecem nas garagens e ruas; e um considerável número de adultos e crianças circulam
constantemente. 
Para garantir a segurança de todos e evitar acidentes, exige-se dos motoristas o uso de velocidade máxima de 10 Km/h, por ocasião da
entrada, saída e manobras na garagem, com atenção redobrada em relação à circulação de pedestres. 
Permaneça com os faróis ligados durante todo o tempo em que estiver com o veículo circulando ou em movimento. 
É essencial ter prudência durante o tráfego e manobras no Condomínio, com maior cuidado em dias de chuva, pois, as garagens ficam molhadas
e escorregadias. 
Os proprietários de carros e seus motoristas deverão utilizar as vagas de garagem respeitando as faixas que delimitam seu espaço e sem
prejudicar as áreas de manobra, permitindo desta forma o acesso desimpedido e a utilização plena e normal das outras vagas pelos demais
condôminos. 
Qualquer dano causado por um veículo a outro será de inteira responsabilidade do proprietário do veículo causador do dano, devendo o mesmo
ressarcir o prejuízo causado na melhor forma acordada entre as partes. 
 
 
 
Pavimentação Externa - Piso Intertravado – área permeável (quando houver)
 
Descrição
 Os pisos intertravados são blocos modulares pré-moldados em concreto, com diversas formas e cores (exemplo: bloco intertravado retangular,
bloco intertravado 16 faces, concregrama, etc.), que são justapostos e se mantêm fixos por conta do atrito da área lateral das peças em relação às
outras, formando o piso. 
Devidamente assentados e compactados, eles formam uma pavimentação intertravada. Esse sistema de pavimentação é uma evolução dos
antigos calçamentos, porém seu desempenho é diferente. O intertravamento das partes possui a capacidade de resistir e transmitir para as peças
vizinhas os esforços procedentes do tráfego sejam eles verticais, horizontais, de rotação e giração. 
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Fonte: fotos obras MRV
 
Podemos ver a seguir alguns modelos de pisos: 
A pavimentação intertravada, do tipo blocograma, possui como vantagem ser parcialmente permeável (outros tipos de pisos intertravado possuem
esta característica, dependendo de sua base e sub-base), proporcionando assim, a infiltração das águas pluviais no solo. 
Ao contrário do que ocorre com outros tipos de pavimentação, com o decorrer do tempo o piso intertravado apresenta menor vibração e ruído,
devido ao preenchimento gradual dos seus poros. Os blocos, por serem de concreto, possuem elevada resistência mecânica, e este tipo de piso
apresenta uma menor absorção da luz solar, produzindo uma menor elevação da temperatura, quando comparado a pavimentos de cores escuras. 
A infiltração nos blocos pré-moldados maciços se dará através das juntas e, nos blocos pré-moldados vazados ou perfurados, se dará através das
juntas e dos furos ou espaços vazados. 
Quando se utilizam blocos vazados, seu preenchimento pode ser feito com grama, que auxilia a retenção do escoamento superficial e infiltração
da água de chuva. 
 
Fonte: foto obra MRV
 
Tipo de Uso 
Os pavimentos drenantes variam segundo a utilização. Eles podem ser usados em ciclovias, passagem de veículos, de pedestres (calçadas), em
estacionamentos e ainda com o objetivo de simplesmente possibilitar a infiltração da água das chuvas.
Condições e Cuidados de Uso 
É proibido o tráfego de veículos de carga. Os locais onde este tipo de veículo pode transitar deverão ser verificados em projeto; 
Não é permitido utilizar máquina de alta pressão para limpeza; 
O pavimento intertravado deve ser limpo apenas com uma varrição e esporadicamente é permitido um leve jato de água; 
Caso o rejuntamento arenoso dos pisos intertravados estejam saindo, deve-se preencher com areia e varrer levemente. 
Não deixar cair óleos, graxas, solventes e produtos químicos; 
É proibido executar a selagem das juntas dos pisos drenantes, pois estas são responsáveis por promover a infiltração das águas pluviais. Além
disso, quanto mais espessas e porosas as camadas receptoras e de base, maior será a capacidade de armazenamento e infiltração da estrutura
de pavimento drenante; 
As áreas permeáveis possuem importante papel socioambiental, pois, são usadas para prevenir o risco de inundações em áreas urbanas com alta
impermeabilização do solo e ainda para amenizar a solicitação das redes públicas de drenagem urbana. Por isto, é proibido remover e ou cobrir os
pisos drenantes. 
Condições de Perda da Garantia 
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Se não forem respeitadas as condições e cuidados de uso, se não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver
capítulo e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR
5674.
IMPORTANTE: É imprescindível seguir as recomendações deste manual, as recomendações do fabricante e também todas as normas técnicas
pertinentes para o correto e adequado funcionamento do produto. Não seguir as indicações previstas neste manual, afeta negativamente a vida útil
das partes que compõem a edificação e prejudica a funcionalidade do sistema como um todo, sendo o ‘proprietário/síndico’ responsável por
providenciar as inspeções e manutenções, bem como o correto registro de suas execuções, conforme determinado na Norma Técnica NBR
5674:2012. 
Velocidade nas ruas dos condomínios e garagens 
Para evitar acidentes a colaboração de todos é muito importante. 
Carros entram e saem a todo momento; manobras acontecem nas garagens e ruas; e um considerável número de adultos e crianças circulam
constantemente. 
Para garantir a segurança de todos e evitar acidentes, exige-se dos motoristas o uso de velocidade máxima de 10 Km/h, por ocasião da
entrada, saída e manobras na garagem, com atenção redobrada em relação à circulação de pedestres. 
Permaneça com os faróis ligados durante todo o tempo em que estiver com o veículo circulando ou em movimento. 
É essencial ter prudência durante o tráfego e manobras no Condomínio, com maior cuidado em dias de chuva, pois, as garagens ficam molhadas
e escorregadias. 
Os proprietários de carros e seus motoristas deverão utilizar as vagas de garagem respeitando as faixas que delimitam seu espaço e sem
prejudicar as áreas de manobra, permitindo desta forma o acesso desimpedido e a utilização plena e normal das outras vagas pelos demais
condôminos. 
Qualquer dano causado por um veículo a outro será de inteira responsabilidade do proprietário do veículo causador do dano, devendo o mesmo
ressarcir o prejuízo causado na melhor forma acordada entre as partes. 
 
 
 
Pinturas e Vernizes (interna e externa)
 
Descrição 
Tem por finalidade o acabamento final do produto proporcionando: 
Uniformidade da superfície; 
Proteção de elementos estruturais, reboco, gesso, madeira, etc.; 
Conforto e beleza pela utilização de cores. 
Tipo de Uso 
Substratos minerais porosos:
Todos os tipos de superfícies minerais porosas de ambientes internos e externos, constituídas de materiais à base de cimento ou cal, tais
como: argamassa de cimento, de cal ena saída da água da torneira, fazem com que ela saia aerada ou mesmo em forma de
chuveirinho (spray), trazendo uma grande economia sem que se perca o conforto de uso. 
Restritor de vazão é um dispositivo projetado para limitar a quantidade de líquidos que saem de uma torneira ou outro distribuidor. Estes
dispositivos visam gerar economia hídrica, e consequentemente, redução do valor da conta de água.
 
Fonte: Ilustração elaborada para o manual MRV.
 
Tipo de Uso 
Arejadores e restritores plásticos de vazão são componentes usados nas torneiras para redução do fluxo de água em residências, edifícios,
indústria, etc.
Condições e Cuidados de Uso – Arejador e Restritor
Faça limpeza no arejador da torneira sempre que perceber redução no fluxo de água, ou conforme a periodicidade definida no plano de
manutenção preventiva deste manual. 
A limpeza do arejador deve ser realizada com sabão neutro e pano macio para evitar danos ao material. Nunca use palhas de aço; 
Não use produtos de limpeza que possam causar danos ao revestimento do arejador (exemplo: ácido muriático, sapólios, ou outros tipos de
abrasivos); 
Quando for realizar troca de torneira, lembre-se de usar restritor de vazão para contribuir na economia de água; 
Veja a seguir, algumas instruções de como limpar o arejador de sua torneira. 
10/216
A limpeza deve seguir a seguinte ordem: 
 
Fonte: Ilustrações adaptadas do fornecedor Docol.
 
Problemas e soluções no arejador e ou no restritor de vazão 
 
Condições de Perda da Garantia 
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674.
IMPORTANTE: É imprescindível seguir as recomendações deste manual, as recomendações do fabricante/instalador e também todas as normas
técnicas pertinentes para o correto e adequado funcionamento do produto. Não seguir as indicações previstas neste manual, afeta negativamente
a vida útil das partes que compõem a edificação e prejudica a funcionalidade do sistema como um todo, sendo o ‘proprietário/síndico’ responsável
por providenciar as inspeções e manutenções, bem como o correto registro de suas execuções, conforme determinado na Norma Técnica NBR
5674:2012. 
 
 
 
Automação de portões
 
Descrição 
A automação de ‘portões eletrônicos’ é um mecanismo de abertura e fechamento automático quando acionados por controle remoto ou botoeiras.
Possui como componentes: motor, cintas, roldanas, controle remoto e botoeiras.
Tipo de uso 
1º Retirar arejador com utilização da chave*
(Imagem 1);
(*) No caso de arejadores com "coin slot" a
desmontagem pode ser executada com uma
moeda;
2º Lavar o arejador para retirada do excesso de
partículas (Imagem - Problemas e soluções no
arejador e ou no restritor de vazão);
3º Fixação do arejador com a chave* (Imagem
3);
(*) Para produtos não embutidos a
desmontagem pode ser feita com as mãos ou
uma chave de boca com a utilização de uma
proteção para evitar riscos no componente.
DEFEITO CAUSA SOLUÇÃO ILUSTRAÇÃO
Baixa vazão na torneira ou no
misturador
Acúmulo de sujeira no arejador Limpeza do arejador
Fonte: ilustração adaptada do
fornecedor Docol.
Acúmulo de sujeira do restritor de
vazão
Limpeza do restritor de vazão
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Portas e portões deslizantes, pivotantes ou basculantes.
Condições e Cuidados de Uso 
Manter as chaves de fim de curso bem reguladas evitando batidas no fechamento; 
Os comandos de operação deverão ser completados (executados) evitando a inversão instantânea no sentido de operação do portão,
principalmente nos pivotantes; 
Não inverter as fases que alimentam o equipamento. Isso provoca o não funcionamento do sistema de fim decurso, causando sérios danos ao
equipamento; 
A operação manual do portão deve ser feita apenas em casos excepcionais e por pessoa capacitada. Estes cuidados são necessários para manter
a garantia do portão e do conjunto do automatizador. 
Evitar colocar o controle remoto em locais sujeitos à umidade ou ao calor excessivo. 
Somente acione o controle quando o portão estiver visível, certificando-se da ausência de pessoas ou objetos no seu percurso. 
Por questões de segurança, certifique-se, antes de sair do carro, se o portão está fechado, e ao entrar, observe sempre a presença de pessoas
estranhas na rua; 
O porteiro (quando houver) deverá ser alertado a prestar atenção aos portões até que estejam fechados completamente; 
É extremamente importante que as crianças sejam orientadas para NÃO brincar próximo ao portão, pois podem ser prensadas; 
Desligue o seu automatizador em dias de chuva forte e temporais, pois estão sujeitos a descargas elétricas. Assim, você evita a queima dos
componentes eletrônicos; 
É obrigatória a manutenção periódica do sistema. Recomendamos firmar contrato de manutenção com empresa capacitada para que seja
garantida a periodicidade da manutenção obrigatória; 
É fundamental que o condomínio mantenha sempre um contrato de manutenção e conservação com empresa especializada para promover as
regulagens e lubrificações; 
Todas as partes móveis tais como roldanas, cabos de aço, correntes, dobradiças etc., devem ser mantidas limpas, isentas de ferrugem,
lubrificadas ou engraxadas. 
Condições de Perda da Garantia 
Danos causados por colisões; 
Se não forem tomados os cuidados de uso ou não forem feitas as manutenções preventivas necessárias; 
Qualquer alteração do sistema; 
Danos provocados por acidentes ou agentes da natureza, tais como raios, inundações, desabamentos, etc.; 
Danos provocados por acessórios ou equipamentos acoplados ao produto por técnico não autorizado; 
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674. 
 
 
 
Bancada em Rochas Ornamentais e mármore sintético/ Cubas Metálicas em Aço Inox
 
Descrição - Bancada em Rochas Ornamentais e Mármore Sintético 
As bancadas são superfícies horizontais, neste caso em rochas ornamentais, onde são fixadas as cubas e torneiras, podendo ser utilizadas como
local de trabalho geralmente em áreas molhadas e molháveis. Podem ser fixadas diretamente na vedação vertical, através de chumbação
(embutimento) ou apoiadas em peças metálicas tipo mão-francesa ou similares. 
As rochas ornamentais e de revestimento: também designadas pedras naturais, rochas lapídeas, rochas dimensionais e materiais de cantaria,
compreendem os materiais geológicos naturais que podem ser extraído sem blocos ou placas, cortados em formas variadas e beneficiados por
12/216
meio de esquadrejamento, polimento, lustro, etc. Além do efeito decorativo, visam a proteger os ambientes e aumentar seu desempenho contra
umidade e infiltração de água, facilitando a limpeza, tornando o ambiente mais higiênico. As diferenças de tonalidade e desenho também são
características desses tipos de revestimento, por serem produtos naturais. Outra propriedade do material é a porosidade, não sendo, portanto,
totalmente estanque. 
Descrição - Cubas Metálicas em Aço Inox 
Cubas ou tanques em aço inox são utilizados geralmente em cozinhas e áreas de serviço, por apresentarem propriedades resistentes à corrosão
comum nesses locais. 
Os aços inoxidáveis são, basicamente, ligas de ferro-cromo. Outros metais atuam como elementos de liga, mas o cromo é o mais importante. 
Sua presença é indispensável para conferir a resistência desejada à corrosão. São aços onde não ocorre oxidação em ambientes normais. Suas
características de resistência são obtidas graças à formação de um óxido protetor que impede o contato do metal base com a atmosfera agressiva.
Condições e Cuidados de Uso - Bancadas em Rochas Ornamentais e Mármore Sintético 
Não usarmista, gesso, reboco etc.
Substratos de madeira e de seus derivados:
Referem-se a todos os tipos de superfícies, internas e externas, constituídos por madeiras, tais como: portas, janelas, paredes etc.
Substratos metálicos ferrosos:
Todos os tipos de superfícies, internas e externas, constituídos por metais ferrosos, como portões, esquadrias, estruturas de ferro e aço.
Condições e Cuidados de Uso 
Evitar atrito nas superfícies pintadas, pois a abrasão pode remover a tinta deixando manchas; 
99/216
Evitar pancadas que marquem ou trinquem a superfície; 
Evitar contato de produtos químicos de limpeza, principalmente produtos ácidos; 
Em caso de necessidade de limpeza, jamais utilizar esponjas ásperas, buchas, palha de aço, lixas e máquinas com jato de pressão; 
Evitar o acúmulo de água nas superfícies pintadas; 
Evitar o contato com pontas de lápis ou canetas; 
Não utilizar álcool para limpeza de áreas pintadas; 
Nas áreas internas com pintura, evitar a exposição prolongada ao sol utilizando cortinas nas janelas; 
Manter os ambientes ventilados, para que não ocorra mofo proveniente da condensação por deficiência de ventilação; 
Limpeza em paredes e tetos: para remoção de poeira, manchas ou sujeiras, utilizar-se de espanadores, flanelas secas ou levemente umedecidas
com água e sabão neutro. Deve-se tomar o cuidado de não exercer pressão demais na superfície; 
Em caso de manchas de gordura, limpar com água e sabão neutro imediatamente; 
Tanto as áreas internas (unidades privativas e áreas comuns) como as áreas externas (fachada muros, etc.) devem ser pintadas a cada 3 anos,
evitando assim o envelhecimento, a perda de brilho e descascamento, além de eventuais fissuras que possam causar infiltrações, garantindo a
vida útil, a durabilidade, o bom funcionamento e o correto desempenho das vedações; 
Preliminarmente à repintura, deverão ser tomados todos os cuidados com a preparação e limpeza da superfície (substrato); 
Não deixar que animais domésticos urinem sobre a pintura, pois a acidez pode danificá-la de forma irreversível. 
Condições de Perda da Garantia 
Se não forem respeitadas as condições e cuidados de uso, se não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver
capítulo e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR
5674.
 
 
 
Piscina (quando houver)
 
Descrição
Reservatório de água, dotado de sistema de tratamento, destinado ao banho de lazer e/ou esporte dos usuários. São produzidas em fibra, vinil ou
concreto revestido (azulejos, pastilhas, etc.), equipamentos de limpeza e filtragem.
IMPORTANTE: confira no memorial disponível neste manual, se seu empreendimento possui piscina e o tipo de material que ela foi produzida (se
ela é em vinil – fibra – concreto revestido (pastilhas, azulejos, etc.), etc.).
Tipo de Uso
Instalações prediais residenciais, serviços (recreação).
NOTA: Em alguns casos, quando o residencial possui piscina, ela também pode ter sido projetada para armazenar a reserva de incêndio, nestes
casos o Síndico deve manter a piscina sempre cheia. Mais informações sobre volumes de reserva de incêndio podem ser obtidas no projeto
hidráulico e de prevenção contra incêndio.
 
Condições e Cuidados de Uso
É obrigatório e de grande importância que o Síndico mantenha contrato com empresa especializada para garantir a correta manutenção
e operação da(s) piscina(s), e dos sistemas e equipamentos que a compõe (quando houver).
 
100/216
Fonte: modelo de placa meramente ilustrativa elaborada para o manual MRV.
 
As placas de alertas sobre o uso da piscina devem ser mantidas e conservadas, e suas orientações devem ser seguidas pelos usuários; 
Verifique sempre as informações sobre profundidade das piscinas; 
Não use garrafas, copos de vidro e objetos cortantes na área da piscina; 
Não é recomendado ingerir bebidas alcóolicas e alimentos antes de entrar na piscina; 
Coopere com a manutenção das piscinas. Recomenda-se não utilizar a piscina com óleos no corpo (bronzeadores), pois podem ficar impregnados
nas paredes e bordas; 
É obrigatório o uso da ducha antes de usar a piscina; 
Crianças devem usar a piscina somente com a supervisão de um adulto – pais ou responsáveis. Para as crianças e pessoas com limitações e
dificuldades de locomoção, e para aquelas que não sabem nadar, esta supervisão deve ser de 100%; 
Não é permitido usar as piscinas com roupas folgadas. Sempre use trajes apropriados a esta área de convivência; 
Não são recomendadas brincadeiras violentas que aumentem o risco de afogamento, acidentes e perda súbita da consciência; 
Não corra nas proximidades das piscinas; 
É proibido usar joias durante os banhos de piscina, principalmente colares, pulseiras e braceletes; 
O enrosco do cabelo é uma das maiores causas de aprisionamento no ralo de fundo das piscinas, assim, por questões de segurança, o uso da
touca é obrigatório para homens e mulheres de todas as idades, além de serem higiênicas, elas podem evitar graves acidentes; 
Não é permitido sentar e ou deitar nos ralos posicionados ao fundo das piscinas, pois eles podem sugar partes do corpo e provocar afogamento; 
Antes de liberar o uso das piscinas, certifique-se de a bomba está desligada; 
Não salte (pulos) nas piscinas; 
Advertências: acidentes decorrentes de mau uso das piscinas e principalmente de mergulho podem causar afogamentos, sofrimentos, graves
lesões físicas, incluindo na medula cervical e em situações extremas pode até mesmo causar morte. Por isto, esteja atendo aos cuidados e regras
no uso das piscinas. Em situações de emergência, ligue para 193; 
A qualidade da água deve atender ao disposto na NBR 10818; 
Deve-se fazer um controle do nível da água, evitando o aparecimento de trincas no seu material de acabamento e/ou desbotamento do material
usado. Só esvazie a piscina em caso de conserto de vazamentos, para efetuar uma limpeza mais rigorosa ou para manutenção do rejunte;
Piscinas em fibra de vidro não podem ser esvaziadas pois podem sofrer fissuras na sua estrutura. 
Antes de aspirar, retirar cistos e objetos com a peneira, evitando entupimentos; 
Ligar o filtro todos os dias, variando o seu tempo de funcionamento em função do uso e relação capacidade de filtragem/volume de água da
piscina; 
Limpar as bordas da piscina com produtos específicos (limpa-bordas), removendo vestígios oleosos. 
101/216
O uso inadequado de produtos químicos (inclusive do cloro) pode causar manchas no revestimento e no rejuntamento, além de danificar
tubulações, equipamentos e o próprio rejuntamento, podendo ocasionar infiltrações. Busque informações junto aos fabricantes dos produtos e com
empresas de manutenção de piscinas para a correta aplicação dos produtos; 
Recomendamos que sejam seguidas as orientações da vigilância sanitária de sua região para o uso de produtos de limpeza da piscina; 
Recomendamos o uso de equipamentos de proteção individual (conforme recomendações dos fabricantes destes produtos) para a aplicação de
cloro e de qualquer outro produto químico no tratamento da água e na limpeza da piscina; 
Limpar o cesto da bomba sempre que detectar algum material em seu interior; 
Ao manusear os registros, só fazer a manobra (retrolavagem, lavagem, aspiração, sucção) da alavanca do filtro com a bomba desligada. Seguir
corretamente as orientações nos adesivos que estão colados ao lado de cada registro; 
Piscinas em fibra de vidro não podem ser esvaziadas, pois, podem sofrer fissuras na sua estrutura. As piscinas em vinil também devem ser
mantidas sempre com água. O esvaziamento pode comprometer o revestimento vinílico. Caso seja necessário esvaziar, sempre chame um técnico
especializado; 
Nunca use palha de aço para limpar as bordas as piscinas, pois, resíduos deste material podem cair na piscina e provocar manchas de ferrugem; 
Em piscinas de vinil é proibido o uso de cloradores flutuantes de pastilhas (tricloro/dicloro), pois, afetama matéria prima vinílica formando rugas e
desbotamento; 
Respeitar a capacidade (lotação) da piscina de 01 (uma) pessoa por metro quadrado (m²); 
Verificar o pré-filtro sempre que se realizar a retrolavagem; 
Manter o PH e o nível de cloro da água em níveis ideais, para evitar fungos e bactérias; 
Mantenha a piscina sempre com água, conservando o nível d’água no mínimo a 10 cm abaixo da borda. Deixar a água transbordar pode causar
danos, principalmente em piscinas de vinil, por isto, sempre respeite os níveis de enchimento; 
A matéria prima vinílica é um material poroso, portanto há uma possibilidade maior de impregnação de oleosidade nas bordas. Esta oleosidade é
usualmente trazida à piscina pelo próprio banhista, através do uso de protetor solar e óleo bronzeador, por exemplo, sem a prévia eliminação de
resíduos através de ducha ou meio similar. Este tipo de problema é inerente às características do produto, quando não respeitadas às normas de
uso de uma piscina; 
Não usar rodo aspirador com rodas em piscinas de vinil e ou qualquer outro tipo de material pontiagudo, pois pode furar ou cortar o revestimento; 
O tempo de filtração da piscina varia de acordo com o tipo de piscina e conforme as normas da ABNT NBR 10339. 
É importante manter a água balanceada e saudável. Por isto, confira as recomendações no manual do fornecedor de piscinas, e siga as
orientações de ajustes/correções do pH, limpeza da água (remoção de impurezas, sujeiras, etc.).
Reserve um local seguro para armazenar os produtos químicos de limpeza da piscina e de tratamento da água: o local deve ser limpo e
arejado, pois gases originários desses produtos, especialmente o cloro, são tóxicos e não devem se aspirados. Não guarde na casa de máquinas,
pois estes gases danificam (oxidam) as partes metálicas dos equipamentos. Não permita que crianças e animais domésticos acessem este local. 
Condições de Perda da Garantia
Uso inadequado de produtos químicos; 
Utilização de produtos e equipamentos inadequados para limpeza; 
Reparo e/ou manutenção por empresa não especializada; 
Exposição a altas temperaturas; 
Se não forem respeitadas as Condições e Cuidados de Uso, se não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver
capítulo e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR
5674.
PISCINA - PROBLEMAS E SOLUÇÕES
A tabela a seguir tem a finalidade de servir de guia para detectar possíveis causas de problemas apresentados na água e o método necessário
102/216
para suas correções.
 
 
 
 
Piso Cimentado / em Concreto / Contrapiso / Calçadas
 
Descrição 
São argamassas ou concreto, especialmente preparados, destinados a regularizar e dar acabamento final a pisos ou servir de base para
assentamento de revestimentos como cerâmicas, pedras, carpetes, pisos laminados e outros. É um piso monolítico, ou seja, ao contrário de uma
superfície composta por diversas peças cerâmicas independentes, funciona como uma peça única, de grande dimensão, feita à base de cimento. 
Composto, em geral, por cimento, agregados (miúdos e graúdos) e aditivos químicos. Quando utilizado como acabamento final, pode ser polido,
para reduzir sua porosidade. Este tipo de piso é extremamente durável, já que a sua limpeza e manutenção são muito simples. Por possuir grande
resistência à abrasão, é muito difícil que este material quebre. Entretanto, uma das características mais comuns do cimento queimado são as
trincas superficiais. 
Descrição Causa Correção
Materiais sólidos em suspensão água turva ou
leitosa.
Filtração insuficiente;1.
Precipitação de carbonatos devido a pH
muito básico.
2.
Verifique e lave o filtro;1.
Filtre continuamente;2.
Corrija o pH;3.
Teste o residual de cloro e mantenha-o
entre 1 e 1,5 ppm.
4.
Algas, água verde, turva ou manchas verdes e
pretas nas paredes.
Teor de cloro insuficiente;1.
Ausência de tratamento algistático com
algicida.
2.
Faça uma supercloração;1.
Teste de pH e corrija-o, se necessário;2.
S iga o t ra tamento a lg isa tá t i co de
prevenção.
3.
Espuma na água - a água da piscina parece ter
bolhas de sabão.
Acúmulo de material orgânico na água, ou
seja, falta cloro livre;
1.
Adição inadequada de produto espumante
à água.
2.
Faça uma supercloração para eliminar
contaminações orgânicas;
1.
Drene parcialmente a piscina, se continuar
espumando, e complete o volume com
água nova.
2.
Manchas de ferrugem nas superfícies da
piscina junto às paredes metálicas.
1. Corrosão devido a pH muito baixo. 1. Ajuste o pH à faixa de 7,2 a 7,6.
Irritação nos olhos; Cheiro de Cloro na água.
pH inadequado;1.
Cloro Contaminado.2.
Verifique se o pH está na faixa ideal e
corrija-o se necessário;
1.
Faça a supercloração da água;2.
Mantenha sob maior vigilância o controle do
pH e do residual de cloro livre.
3.
Água Colorida - água se torna demasiadamente
azul, verde, marrom ou aquarela quando
tratada com cloro.
1. Cobre, ferro e manganês já presentes na
água de alimentação ou dissolvidos pela
corrosão (pH muito baixo). Quando o cloro é
adicionado, acrescentar forma com esses
metais com- postos coloridos que tingem a
água.
Ajuste o pH à faixa de 7,2 a 7,6;1.
Adicionar produto eliminador de metais;2.
Fi l tre continuamente e lave o f i l t ro,
conforme necessário;
3.
Aspire os sedimentos que se as- sentarem
no fundo.
4.
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Cimentado Comum: trata-se de piso executado com argamassa de cimento e areia, podendo apresentar acabamento rústico ou desempenado,
natado, pigmentado ou não. A aplicação acontece sobre contrapiso em concreto armado ou, no mínimo, em argamassa armada com tela. 
Pisos de Concreto: durabilidade, dureza e resistência devem ser as principais características dos pisos de concreto, especialmente naquelas
superfícies sujeitas ao tráfego intenso de pessoas e de veículos e à ação de substâncias químicas. 
Contrapiso: camada de argamassa de cimento e areia lançada sobre uma base (laje estrutural ou lastro de concreto) para regularização, que
varia de 2 a 6 centímetros e nivela o piso antes da aplicação do revestimento. 
Tipo de Uso 
Revestimento e base de pisos de áreas internas e externas.
Condições e Cuidados de Uso 
Não utilizar maquina de alta pressão para limpeza na edificação; 
Não deixar cair óleos, graxas, solventes e produtos químicos; 
Em caso de danos, principalmente em garagens ou áreas externas, proceder à imediata recuperação do piso cimentado sob risco de aumento
gradual da área danificada; 
No caso de demolição parcial do piso, atentar para não provocar deformações, destacamentos, depressões, saliências, fissuras ou outras
imperfeições, tanto no piso remanescente como no novo trecho; 
Evitar bater com peças pontiagudas; 
No caso de instalar prendedores para portas, prender sempre ao piso, nunca na parede ou no rodapé; 
Cuidado no transporte de eletrodomésticos, móveis e materiais pesados. Evitar arrastá-los sem proteção sobre o piso, para não danificar; 
Respeitar as sobrecargas previstas neste Manual, nos projetos e no memorial; 
Não raspar com espátulas metálicas. Utilizar, quando necessário, espátula de PVC; 
Cuidado com as juntas de dilatação: não as retire e, sempre que houver manutenção que implique na sua remoção temporária, devem ser
recolocadas utilizando os mesmos materiais e espaçamento; 
Não permitir uso de patins e skates, pois podem riscar e danificar o piso. 
Condições de Perda da Garantia 
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674.
 
 
 
Piso de borracha (playground e fitness coberto – quando houver)
 
Descrição 
Piso confeccionado com borracha reciclada, durável e resistente a intempéries. É leve, macio e anti-choque. Piso permeável, que contribuino
escoamento da água impedindo a criação de fungos. Amortece quedas e possui material atóxico e antialérgico.
Tipo de Uso 
Serviços de recreação, como playground e fitness.
Condições e Cuidados de Uso 
Pode ser varrido normalmente. Para limpar não é indicada a utilização de nenhum produto químico, apenas água e detergente neutro; 
No início da sua utilização, existe a possibilidade de desprender algumas “raspas”, o que é comum pelo excesso do produto; 
É importante ressaltar que alguns brinquedos como roda-peão, escorregador, balanças, etc., geram muito atrito e podem com o tempo desgastar,
inclusive pisos de concreto. Desta forma é comum que o piso emborrachado tenha também, com o tempo, um desgaste maior ao redor desses
brinquedos. 
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Para limpeza do piso, utilizar primeiramente um aspirador de pó potente ou soprador. Para remover sujeiras pontuais, utilizar um spray com água,
sabão neutro e escova de cerdas macias. Realize a limpeza preferencialmente em dias ensolarados e quentes, para garantir que o piso seque
rapidamente. 
Também pode ser usada na limpeza uma lavadora de alta pressão, porém apenas no modo "spray", e a uma distância entre 50 e 60 centímetros.
Nunca utilizar o modo jato, pois danificará o produto; 
Para pintura do piso utilizar uma tinta bicomponente flexível, de baixa viscosidade, que acompanhe a dilatação e contração da borracha.
Recomenda-se não permanecer descalço sobre o piso em dias muito quentes com muito sol, pois os pisos de borracha retém calor. 
Condições de Perda da Garantia 
Se não forem respeitadas as condições e cuidados de uso, se não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver
capítulo e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR
5674.
 
 
 
Piso Laminado (quando houver)
 
Descrição 
Os pisos laminados recebem este nome porque são feitos a partir de um miolo ou substrato (HDF-H) revestido por camadas que recebem o nome
de lâminas que podem ser naturais, como no caso do Piso Laminado de Baixa Resistência, ou de celulose, como no caso do Piso Laminado de
Alta Resistência. 
As lâminas naturais (madeira) utilizadas podem, por ser um produto natural, apresentar diferenças de cor e desenhos. É possível a alteração de
tonalidade durante a fase de uso, a exemplo de áreas que ficam sob móveis e tapetes e não recebem a luz. Em consequência das variações de
temperatura que acontecem em diferentes horários (dia e noite), existe a possibilidade de acontecer dilatação e retração do material. Assim, é
muito comum ouvir estalos, principalmente à noite, quando acontece a retração. 
Tipo de Uso 
Revestimento de pisos de áreas secas. 
Condições e Cuidados de Uso 
Os carpetes de madeira são lâminas protegidas por uma resina melamínica (material plástico termorrígido e resistente). Assim, não é
recomendada a aplicação de produtos à base de cera ou silicone, pois podem formar uma película gordurosa na superfície, acarretando o
aparecimento de manchas; 
Em hipótese nenhuma, deve-se passar, sobre os pisos, álcool, querosene ou outros solventes; Nunca lavar o piso. É necessário sempre evitar
contato com a umidade; 
Barre a passagem da água de lugares como banheiro e cozinha, feche janelas quando chover e não deixe vasos de plantas diretamente em
contato com o piso. Se isso acontecer, seque o local imediatamente, pois a umidade poderá penetrar no piso ocasionando inchaço ou bolhas; 
Nos procedimentos de limpeza diária, remover primeiro o pó ou partículas sólidas com vassoura de pelo e pano macio, sem aplicar pressão
excessiva, para evitar riscos e desgastes precoces devido ao atrito; 
Utilizando o aspirador, recomenda-se o uso de uma escova macia para minimizar riscos; 
Nunca tentar remover mancha com produtos genéricos de limpeza ou com soluções caseiras. Sempre que houver algum problema, consultar
empresas especializadas, pois muitas vezes a aplicação de produtos inadequados, danificam as peças e podem gerar manchas permanentes; 
Cuidado com as cadeiras com rodinhas. Elas riscam a superfície, podendo marcar de forma irreversível; 
Evitar bater com peças pontiagudas, que podem causar lascamento; 
Evite caminhar sobre o piso com sapatos de salto alto tipo agulha ou outros que tenham pregos ou metais expostos no solado; 
105/216
Evite a exposição direta e intensa de raios solares sobre o piso, evitando assim a deformação física e/ou alterações na coloração; 
Para recolocação das peças, atentar para a mesma forma de fixação conforme projeto; 
No caso de instalar prendedores para portas, prender sempre ao piso, nunca na parede ou no rodapé; 
Coloque capachos junto às portas de entrada. Isso ajuda a recolher a sujeira e possíveis partículas de pedra e areia retidas na sola dos sapatos
que podem arranhar a superfície do piso; 
Cuidado no transporte de eletrodomésticos, móveis, equipamentos, materiais pesados, etc. Não arrastá-los sobre o piso sem proteção, para evitar
riscos, desgastes e/ou lascamentos; 
Proteja os pés e bases dos móveis e máquinas com feltro, carpete ou borracha para evitar o aparecimento de riscos e manchas; 
Riscos de lápis podem ser facilmente removidos com uso de borracha. 
Condições de Perda da Garantia 
Se não forem respeitadas as condições e cuidados de uso, se não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver
capítulo e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR
5674.
 
 
 
Piso sem revestimento (quando houver)
 
Descrição 
O piso sem revestimento é a superfície do chão do imóvel preparada para possibilitar a futura instalação do revestimento de acabamento pelo
próprio cliente.
Tipo de uso 
Assentamento futuro de revestimento pelo cliente.
Condições e Cuidados de Uso 
Nunca jogue água nos cômodos sem revestimento de piso; 
Até que seja realizada a aplicação do revestimento recomenda-se a não utilização de dispositivos que apliquem carga pontual no piso e que
consequentemente possam rasgar ou perfurar o sistema; 
Ao realizar a escolha do revestimento para o piso é recomendado uma avaliação das condições climáticas da região para conciliação destas
características, como por exemplo, evitar pisos frios em regiões de temperaturas mais baixas; 
É essencial a escolha de revestimentos que contribuam para a redução do volume de ruídos durante as movimentações rotineiras e cotidianas na
habitação do imóvel, colaborando, assim, para uma melhor qualidade de vida entre vizinhos, e garantindo o atendimento da qualidade acústica
prevista nas normas vigentes; 
Durante a colocação dos revestimentos dos pisos, é recomendado atenção em relação aos horários definidos pelo Condomínio para realização de
obras e reformas nos imóveis; 
Credencie a equipe de prestadores de serviços junto a Administração do Condomínio, garantindo segurança durante a realização dos serviços; 
É proibido perfurar, cortar ou retirar camadas do piso entregue sem revestimento, pois o mesmo foi preparado, com especificações e ensaios
técnicos que visam atender a normas diversas. A colocação de qualquer tipo de acabamento escolhido pelo cliente deverá considerar técnicas e
alternativas que levem estas exigências em consideração; 
É proibido perfurar, cortar, ou retirar camadas do piso entregue sem acabamento, pois, pode causar danos ao imóvel do andar inferior, além de
outras perdas de funcionalidades previstas em normas; 
Não é recomendado o uso de equipamentos e maquinários pesados e que propaguem ruídos tremores de forte intensidade para a colocação do
acabamento do piso; 
106/216
Na colocação de revestimentos do tipo cerâmico, porcelanatos ou similares, recomendamos a colocação de rejuntes de boa qualidade, pois, eles
podem contribuir para evitar a infiltração de água; 
Não é permitido deixar restos de materiais, resíduos e entulhos nas áreas de passagem do Condomínio; 
É essencial observara quantidade de peso de material por metro quadrado nos pisos que também servem como laje para andares inferiores, pois,
pode sobrecarregar a estrutura – veja no memorial o peso máximo permitido por metro quadrado, considerando que estes limites devem ser
respeitados desde a estocagem até a aplicação da carga definitiva do sistema escolhido como acabamento. 
Condições de Perda da Garantia 
Não há garantia para piso sem revestimento.
 
 
 
Playground
 
Descrição 
São locais geralmente abertos, com brinquedos para a utilização de crianças sob a supervisão de adultos. Existem algumas regras de segurança a
serem observadas, especialmente quando os aparelhos usados pelas crianças oferecem risco de queda. Por isso, a escolha dos brinquedos deve
ser sempre criteriosa, considerando as normas técnicas vigentes com especial cuidado para os materiais aplicados e a toxidade dos mesmos.
Tipo de Uso 
Serviços (recreação).
Condições e Cuidados de Uso 
Não é permitido adicionar outros brinquedos na área de playground além dos que foram entregues pela construtora. Em caso de
troca/substituição/reparo, é necessária a reposição de acordo com as características originais, conforme normas técnicas e de segurança; 
Fazer limpeza frequente, observando presença de cacos de vidro ou outros resíduos ou substâncias contaminantes; 
Antes do início das atividades, o condomínio ou o responsável pela área de lazer deverá estabelecer um sistema adequado de gestão de
segurança da área de lazer do playground. O responsável deverá registrar todas as medidas relativas a gestão de segurança da área de lazer. Os
registros deverão estar disponíveis para todos os usuários, inclusive os projetos, memoriais descritivos, check-list de inspeção e orientações de
manutenção; 
Respeite a sinalização (conforme instrução do fabricante) para uso dos brinquedos sob determinadas condições climáticas; 
Manter as placas do playground sempre em bom estado, alertando os condôminos quanto às regras de uso dos brinquedos e outras informações;
Não permitir que animais circulem sobre as camadas de amortecimento ou nos brinquedos; 
Cada brinquedo deverá ser utilizado pela criança de acordo com a faixa etária estabelecida em placas indicativas no local, conforme manual do
fabricante; 
Não utilizar os equipamentos fora das especificações do fabricante. 
Condições de Perda da Garantia 
Se não forem respeitadas as condições e cuidados de uso, se não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver
capítulo e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR
5674.
 
 
 
Poço Artesiano (quando houver)
 
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Descrição 
Poço Artesiano é construído para viabilizar o acesso a águas profundas do subsolo. Tem como finalidade suprir o abastecimento de água para uso
humano em substituição ao abastecimento público. Portanto, trata-se de um patrimônio importante, que demanda limpeza, conservação, e
cuidados específicos.
Tipo de Uso 
Pode ser usado para residências e indústrias, seja no lazer, higiene, consumo, irrigação ou processos produtivos.
Condições e Cuidados de Uso 
O uso dos recursos hídricos do poço artesiano deve ser consciente, evitando desperdícios; 
Para a boa operação do poço artesiano é necessário um serviço permanente de manutenção preventiva, que garanta seu correto funcionamento,
contribua na vida útil, a otimização da produtividade, e a inibição do desperdício de energia, materiais, etc.; 
É necessário que sejam mantidos controles sobre a qualidade da água conforme determina o Ministério da Saúde e demais órgãos competentes,
mantendo o órgão de vigilância sanitária informado sobre o respectivo controle. Portanto, ao término das revisões periódicas, é necessária a
realização de coleta de amostras de água para análise em laboratório, de modo a garantir sua qualidade; 
Manter a disposição dos órgãos fiscalizadores a outorga e demais documentos necessários a legalização dos poços artesianos; 
Para a correta operação e manutenção do poço artesiano, é necessário que o condomínio contrate uma empresa especializada. As manutenções
periódicas devem ser realizadas conforme recomendado no plano de manutenções preventivas e orientações dos órgãos competentes e normas
técnicas específicas, para inibir problemas de abastecimento e gastos inesperados. 
Condições de Perda da Garantia 
Se não forem respeitadas as condições e cuidados de uso, se não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver
capítulo e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR
5674.
 
 
 
Portas corta-fogo (quando houver)
 
Descrição 
A Porta Corta-Fogo é um elemento utilizado para fechamento de aberturas em paredes corta-fogo, que isolam a escada de emergência,
antecâmaras, saídas de emergência, casa de máquinas, etc. As portas são dotadas de fechamento automático, por meio de dispositivo
incorporado a dobradiça e também de ferragens especiais (dobradiças em aço, maçanetas de alavanca ou barras antipânico).
Tipo de uso 
A Porta Corta-Fogo é utilizada para proteger as rotas de fuga em caso de emergência de incêndio, pois protege o ambiente do fogo e fumaça.
Condições e Cuidados de Uso 
É vedada a utilização de pregos, parafusos e aberturas de orifícios na folha da porta, o que pode alterar suas características gerais,
comprometendo seu desempenho frente ao fogo; 
É terminantemente proibida a utilização de calços ou outros obstáculos que impeçam o livre fechamento da porta, podendo danificá-la; 
Nunca fechar com chaves ou cadeados; 
A passagem jamais poderá ser obstruída, pois todos devem ter livre acesso; 
Manter as grelhas, de entrada e saída de ar do edifício, desobstruídas, pois elas contribuem para a ventilação (quando houver); 
Manter as escadas desobstruídas, evitando depósito de materiais, mesmo que temporário, principalmente como acúmulo de lixo; 
Todas as portas corta-fogo deverão estar reguladas para permanecer fechadas; 
Lubrificar as dobradiças e maçanetas para garantir o seu perfeito funcionamento; 
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Quando for efetuada a repintura das portas, deve-se tomar o cuidado de não pintar a placa de identificação do fabricante e do selo da ABNT e de
não remover as sinalizações existentes na porta. Sempre usar tinta específica para este tipo de porta; 
Recomendamos que para serviços que envolvam substituição de peças devam ser executados pelo fabricante ou por empresas especializadas, de
modo a garantir a qualidade e a eficiência do conjunto porta corta-fogo; 
A limpeza da porta corta fogo e do batente precisa ser feita com pano umedecido com água e em seguida com pano seco. No piso ao redor não
devem ser utilizados produtos químicos (água sanitária, cloro, removedores de qualquer natureza, produtos a base de ácido), pois são agressivos
à pintura e ao aço que compõe o conjunto porta corta-fogo. 
Condições de Perda da Garantia 
Se forem realizadas mudanças que alterem suas características originais; 
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674. 
 
 
 
Quadra Gramada - natural ou sintética (quando houver)
 
Descrição 
Espaço destinado à prática de esportes, podendo ser equipada com traves, postes, cabos de aço e redes, alambrado, rede de cobertura e
iluminação.
Tipo de Uso 
Serviços (recreação) e prática de esportes.
Condições e Cuidados de Uso 
Durante períodos prolongados de chuva, é possível que o gramado adquira uma aparência rala e amarelada. Isso costuma revelar a presença de
fungos. Exija da empresa especializada a utilização de produto adequado; 
Não corte a grama com o gramado muito alto, a fim de evitar pontos falhos e o aspecto de queimado. Por outrolado, cortes muito frequentes
tendem a esgotar as reservas nutritivas da grama, deixando-a fraca, suscetível ao ataque de pragas e doenças. Apare cada vez que a grama
ultrapassar cerca de 5 a 7 cm de altura; 
Mantenha as lâminas de corte sempre afiadas evitando assim que as folhas sejam “mastigadas” pela máquina, sem que aconteça o corte. O corte
com as lâminas “cegas” favorece o aparecimento de doenças, às vezes de difícil controle, deixando o gramado irregular e com uma aparência
amarronzada; 
Procure alterar a direção dos cortes da grama, evitando assim uma possível compactação do solo. A compactação do terreno reduz a quantidade
de oxigênio disponível para as raízes e dificulta seu crescimento normal. Em casos mais graves pode até levar à morte das plantas. Por exemplo,
se desta vez a grama for cortada no sentido Norte-Sul, na próxima prefira cortar na direção Leste-Oeste, e assim sucessivamente; 
Em casos onde não for possível evitar a compactação do solo, utilizar equipamentos especializados para efetuar a aeração e correta
descompactação do gramado; 
Procure evitar cortar a grama nas primeiras horas da manhã, quando ainda há uma grande quantidade de orvalho, depositada sobre o gramado.
Além de facilitar a ocorrência de doenças, é desaconselhável também sob o ponto de vista da segurança do operador; 
Após cortar a grama, varra vigorosamente o gramado. Se as aparas permanecerem, acabarão por formar uma camada de palha seca, ou feltro,
que prejudicará o arejamento do solo e a própria saúde do gramado; 
Fertilize o gramado pelo menos no início da primavera e no final do verão; 
No inverno, é necessário muito cuidado com a umidade, para não atrair fungos. Sendo assim, irrigar somente nos horários de sol quente. Já no
verão, é preciso ter muito cuidado com as chuvas. Se chover, não precisa molhar. Em dias secos, pode-se molhar mais de uma vez ao dia; 
109/216
Não utilizar a quadra para outros fins; 
Não aplicar cargas não previstas, principalmente as pontuais, pois podem comprometer a estrutura; 
Alambrados e redes não suportam peso de objetos ou de pessoas; 
Recomendamos que as redes sejam guardadas e instaladas somente durante o uso; 
Pintar os equipamentos esportivos anualmente, quando estiverem danificados ou apresentarem oxidações; Recomenda-se não utilizar a quadra
quando estiver molhada, pois ela fica escorregadia, podendo ocasionar acidentes. 
Condições de Perda da Garantia 
Se não forem respeitadas as condições e cuidados de uso, se não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver
capítulo e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR
5674.
 
 
 
Quadra poliesportiva / Street Ball (quando houver)
 
Descrição 
Espaço destinado à prática de esportes. As quadras podem ser de concreto polido e pintado, flutuante de madeira, flutuante (flexível e
autodrenante) e de grama. Podendo ser equipada com traves, tabelas, aros, postes, catracas, cabos de aço e redes, alambrado, rede de cobertura
e iluminação.
Tipo de Uso 
Serviços (recreação) e prática de esportes.
Condições e Cuidados de Uso 
Não utilizar a quadra para outros fins, como pista de skate, patins e bicicleta; 
Não aplicar cargas não previstas, principalmente as pontuais, pois podem comprometer a estrutura; 
Em quadras revestidas de asfalto e/ou madeira, não caminhar de salto alto sobre o piso e nem apoiar tendas, pula-pulas e similares, pois podem
ocorrer afundamentos/marcas no piso; 
Manter as canaletas, ralos e demais elementos de drenagem sempre limpos, evitando empoçamentos; 
Alambrados e redes não suportam peso de objetos ou de pessoas; 
Não utilizar calçados com solado de borracha preta, chuteiras ou qualquer tipo de calçado que possa deixar marcas no piso; 
Recomendamos que as redes sejam guardadas e instaladas somente durante o uso; 
Em pisos de concreto polido pintado, repintar a superfície a cada dois anos ou quando for necessário, em função do uso da quadra; 
Pintar os equipamentos esportivos anualmente, quando estiverem danificados ou apresentarem oxidações; 
Recomenda-se não utilizar a quadra quando ela estiver molhada, pois fica escorregadia e pode ocasionar acidentes; 
"Deve-se respeitar o ciclo de uso da quadra gramada de acordo com orientação a ser passada ao condomínio por empresa especializada,
contratada pelo mesmo, para os serviços de manutenção da vegetação/paisagismo". 
Condições de Perda da Garantia 
Se não forem respeitadas as condições e cuidados de uso, se não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver
capítulo e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR
5674.
 
 
 
110/216
Ralos e caixas sifonadas
 
Descrição 
Os ralos e as caixas sifonadas possuem a função de conectar os ramais de descarga (águas servidas) aos ramais de esgoto ou de drenagem, ou
ainda no caso dos ralos, para coleta de águas de pisos. 
O ralo pode ser definido como a saída da água das pias, de um cômodo (banheiro, cozinha etc.), ou de uma área externa (quintal etc.). Em geral
os ralos são extremidades de canos conectados à rede de esgotos ou de drenagem. Essas extremidades em geral também se apresentam
protegidas por tampas permeáveis (proteção, na forma grade, de orifícios ou frestas), impedindo a entrada de detritos que as entupam. 
Todos os ralos possuem grelhas de proteção para evitar que detritos maiores caiam em seu interior, ocasionando entupimento; 
Ralos sifonados e sifões têm “fecho hidráulico”, que consiste numa pequena cortina de água, que evita o retorno do mau cheiro. 
Tipo de Uso 
Os ralos e as caixas sifonadas são utilizados em áreas de serviços, banheiros, terraços e outros pontos onde a água precisa ser escoada.
Condições e Cuidados de Uso 
Não jogue resíduos sólidos ou quaisquer objetos nos ralos e bacias sanitárias, que possam causar entupimento, tais como: absorventes
higiênicos, folhas de papel, cotonetes, cabelos, fio dental, preservativos, etc.; 
Nunca jogue gordura ou resíduo sólido nos ralos das pias e dos lavatórios, leve a gordura para um posto de reciclagem e o resíduo sólido deve ser
embalado e enviado para o aterro sanitário; 
Não deixe de usar a grelha de proteção que acompanha a cuba da pia de cozinha; 
Banheiros, cozinhas e áreas de serviço sem utilização por longos períodos, podem ocasionar mau cheiro, por causa da ausência de água nos
ralos e sifões. Para eliminar esse problema, jogar dois copos de água pelo ralo, para que o fecho hídrico volte a ser preenchido e volte a funcionar; 
Em caso de entupimento de canalização, chame um técnico. Evite a introdução de objetos rígidos para tentar o desentupimento; 
Na limpeza de ralos, sifões, engates e prumadas de esgoto, não usar ácidos ou produtos cáusticos, água quente ou produtos que produzam alta
temperatura, hastes ou arames não apropriados, porque podem danificar as peças de PVC. 
Manter os ralos sempre limpos nas áreas descobertas; 
Condições de Perda da Garantia 
Se for constatado entupimento por quaisquer objetos jogados nos vasos sanitários e ralos, tais como absorventes higiênicos, folhas de papel,
cotonetes, cabelos etc.; 
Objetos estranhos no interior do equipamento ou nas tubulações que prejudiquem ou impossibilitem o seu funcionamento; 
Se for constatada a falta de limpeza provocando o acúmulo de resíduos nos mesmos; 
Se não forem respeitadas as condições e cuidados de uso, se não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver
capítulo e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR
5674. 
 
 
 
Rebaixamento de teto em gesso (quando houver)
 
Descrição 
Sistema de revestimento do teto, de função estética, instalados abaixo da laje através da fixação de placas e/ou painéis de gesso, servindo para
ocultar tubulações, peças estruturais etc.Tipo de Uso 
Revestimento de teto da parte interna das edificações, podendo ser utilizado para encobrir tubulações do pavimento imediatamente acima.
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Condições e Cuidados de Uso 
Não jogar água diretamente no forro do gesso para que não ocorra a sua deterioração. Em caso de necessidade de limpeza, verificar e seguir a
recomendação do tipo de acordo com a tinta utilizada; 
Nos revestimentos e acabamentos em que se utiliza gesso, evitar qualquer tipo de impacto direto para, evitar que se quebrem, furem ou trinquem; 
Não é permitida a colocação de ganchos ou suportes para pendurar vasos de plantas ou outros tipos de objetos. Pela sua composição, os forros
falsos não possuem resistência suficiente para esse tipo de sobrecarga; 
A fixação de ventiladores e varais suspensos deverá ser feita diretamente na laje de concreto e não no rebaixo de gesso, sob o risco de colapso
do mesmo devido ao sobrepeso, podendo causar acidentes. Verificar em projeto se foi previsto reforço para a fixação dos mesmos; 
Cuidado ao fixar luminárias, para não romper os arames que sustentam o forro na laje. Caso ocorra, recompor a fixação imediatamente; 
Utilizar “spots” com peso até o limite especificado pelo fabricante; 
A fixação dos “spots” deve ser feita com 40 cm de espaçamento entre eles e aplicados com buchas para “drywall”; 
Manter os ambientes bem ventilados, evitando o aparecimento de bolor nos tetos. Combata o mofo com o uso de água sanitária dissolvida em
água (utilizar esponjas macias ou pano levemente umedecido, acompanhado de EPI); 
Em caso de ter de refazer o rebaixo de gesso, deve-se ter cuidado com as instalações que passam dentro da laje. A fixação deve ser feita com
base nos projetos de instalações. 
Condições de Perda da Garantia 
Incidência de cargas e impactos não previstos; 
Abertura de vãos não previstos no projeto original; 
Reforma ou alteração sem aprovação da construtora; 
Caso ocorra aplicação de abrasivos; 
Se for constatada a ocorrência de pancadas; 
Se for feita qualquer mudança na sua fixação, na modificação de seu acabamento, que altere suas características originais; 
Ocorrência de incêndio; 
Se não forem respeitadas as condições e cuidados de uso, se não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver
capítulo e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR
5674. 
 
 
 
Rebaixamento de teto em PVC (quando houver)
 
Descrição 
Placas ou frisos de PVC instalados abaixo da laje com a finalidade de permitir o acabamento do teto, ocultando principalmente elementos de
instalação das redes de eletricidade, água, esgoto e ar-condicionado. O PVC é inócuo, durável, não propagador de chama, isolador térmico,
elétrico e acústico, resistente a ataque químico e bacteriológico, resistente a intempéries e corrosão, além de ser extremamente leve. Os forros
são normalmente compostos por um fixador (que se prende ao teto), um porta-painel e um painel.
Tipo de Uso 
Revestimento de teto da parte interna das edificações e externa de coberturas, podendo ser utilizado com função estética e isolamento
térmico/acústicos, dependendo de suas características para encobrir tubulações do pavimento imediatamente acima.
Condições e Cuidados de Uso 
Para limpeza: utilizar somente pano macio, água e detergente doméstico neutro; 
Em caso de necessidade de correção de problemas nas redes ocultadas, retirar o forro, iniciando pela última lâmina que está somente encaixada;
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Não forçar o forro, para evitar danos ao mesmo; 
É necessário ter cuidado com a instalação de luminárias, pois os forros podem sofrer deformações ou manchas, devido ao excesso de calor e
peso. Sempre verificar se a luminária está adequada ao tipo de rebaixamento antes de cortar o forro para fazer a instalação (principalmente a
altura da luminária); 
Não fixar diretamente no forro de PVC equipamentos de som, luminárias, lustres, componentes de ar-condicionado e outros materiais pesados; 
Não pintar ou utilizar produtos químicos, principalmente solventes. 
Condições de Perda da Garantia 
Incidência de cargas e impactos não previstos; 
Abertura de vãos não previstos no projeto original; 
Reforma ou alteração sem aprovação da construtora; 
Caso ocorra aplicação de abrasivos; 
Se for constatada a ocorrência de pancadas; 
Se for feita qualquer mudança na sua fixação, na modificação de seu acabamento, que altere suas características originais; 
Ocorrência de incêndio; 
Aquecimento por luminárias ou outros equipamentos; 
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674. 
 
 
 
Rejuntes
 
Descrição 
Tratamento dado às juntas de assentamento dos materiais cerâmicos e pedras naturais para garantir a estanqueidade e o acabamento final dos
revestimentos de pisos e paredes, dificultando a penetração de água. 
Os rejuntes também têm a função de absorver pequenas deformações, por isso, existe um tipo específico de rejuntamento para cada local e tipo
de revestimento. São utilizados no preenchimento das juntas de revestimentos cerâmicos em pisos e paredes, tanto interna quanto externamente.
Também são utilizados em pedras naturais, pastilhas de porcelana, pastilhas de vidro e no acabamento entre louças e revestimento. 
Tipo de Uso 
Cobrimento das juntas de assentamento de materiais cerâmicos e pedras naturais.
Condições e Cuidados de Uso 
Na limpeza, não utilizar detergentes agressivos, ácidos ou soda cáustica, cloro líquido ou ácido muriático, escovas, palhas, esponjas de aço e
produtos concentrados de amoníaco, que atacam não só o rejunte, mas também o esmalte das peças cerâmicas. 
A limpeza e a lavagem dos rejuntes poderão ser feitas com sabão em pó neutro, utilizando pano úmido ou esponjas com cerdas macias; 
Em áreas muito úmidas como banheiros, deixar sempre o ambiente ventilado para evitar fungos ou bolor no rejunte; 
Evitar bater com peças pontiagudas, que podem causar lascamento nas placas e descolamento do rejunte; 
Não utilizar máquina de alta pressão para limpeza da edificação; 
Quanto maior for a junta, maiores serão as tensões; 
Quanto maiores forem as tensões, mais flexível deve ser a argamassa de rejuntamento; 
Quanto mais fina for a junta, maior deve ser a aderência da argamassa de rejuntamento. 
Condições de Perda da Garantia 
Se não forem respeitadas as condições e cuidados de uso, se não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver
113/216
capítulo e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR
5674.
 
 
 
Revestimento de paredes e tetos em argamassa ou gesso
 
Descrição 
São revestimentos utilizados para regularizar a superfície dos elementos de vedação e estruturais, servindo de base para receber outros
acabamentos ou pintura, auxiliando também na proteção contra a ação direta de agentes agressivos.
Tipo de Uso 
Revestimento de fachada, paredes e tetos.
Condições e Cuidados de Uso 
Para melhor fixação de objetos nas paredes e tetos, utilizar parafusos com buchas apropriadas. Não utilizar pregos para não danificar o
acabamento; 
Evitar o choque causado por batida de portas; 
Não lavar as paredes e tetos com água e produtos abrasivos; 
Manter os ambientes bem ventilados, evitando o aparecimento de bolor nos tetos de banheiros e cozinhas; 
Poderá ocorrer o surgimento de mofo nas paredes, principalmente em ambientes fechados (armários, atrás de cortinas, etc.), combata o mofo com
o uso de detergente, formol ou água sanitária dissolvida em água (utilizar esponja ou pano levemente umedecido). 
Condições de Perda da Garantia 
Quebras ou trincas por impacto; 
Uso de pregos na fixação de quadros ou outros materiais;Contato contínuo das paredes e tetos com água ou vapor; 
Ambiente com falta de ventilação; 
Ambiente com excesso de umidade por mau uso; 
Se não forem respeitadas as condições e cuidados de uso, se não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver
capítulo e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR
5674. 
 
 
 
Revestimentos para pisos e paredes internos e externos
 
Cerâmicas, porcelanatos, pastilhas em geral, ecogranito, etc. 
Descrição 
Cerâmicas, porcelanatos, pastilhas em geral e ecogranito, são utilizados em revestimentos de paredes internas, fachadas e pisos. Além de serem
elementos decorativos, protegem os ambientes e aumentam seu desempenho contra umidade e infiltração de água, facilitando a limpeza e
tornando o ambiente mais higiênico. O revestimento cerâmico sozinho não garante a estanqueidade da superfície. É necessário que também os
rejuntes sejam estanques, portanto, cuidado com excesso de água nas áreas molhadas e molháveis. 
Ecogranito é um revestimento com aparência real de granito. Ele consiste em uma massa a base de resina acrílica aplicável diretamente na
superfície, resistente ao intemperismo e aderente em madeira, metal, vidro, isopor, reboco, plástico e que pode ser aplicado em superfícies ovais e
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disformes. Quando aplicado em ambientes externos, com o passar do tempo pode ocorrer leve desbotamento em função da natureza dos
pigmentos utilizados. 
Tipo de Uso 
Revestimento, fachadas, pisos e paredes internos e externos.
Condições e Cuidados de Uso 
Limpeza do ecogranito: o produto aplicado e curado pode ser limpo com água sob leve pressão, pano úmido e sabão neutro. 
O ecogranito possui características semelhantes à massa corrida, não sendo projetado para receber impactos (colisões, pancadas, etc.) e cargas
(não é permitido subir ou colocar peso sobre ele). 
Incidência de necessidade de reparos, os pontos corrigidos podem apresentar leve diferença de tonalidade, que com o passar do tempo tendem a
diminuir. Este fato ocorre principalmente em regiões com incidência de intempéries ambientais mais agressivas. 
Na limpeza dos revestimentos, não utilizar detergentes agressivos, ácidos ou soda cáustica, cloro líquido ou ácido muriático bem como escovas,
palhas, esponjas de aço e produtos concentrados de amoníaco que atacam não só o rejunte, mas também o esmalte das peças cerâmicas; 
Nunca tentar remover mancha com produtos genéricos de limpeza ou com soluções caseiras. Sempre que houver algum problema, procurar
consultar empresas especializadas, pois muitas vezes a aplicação de produtos inadequados em manchas poderá, além de danificar as peças,
tornar as manchas permanentes; 
A limpeza e a lavagem dos rejuntes poderão ser feitas com sabão em pó neutro, utilizando pano úmido ou esponjas com cerdas macias; 
Na área da cozinha limpar com produto desengordurante regularmente, mas não utilize removedores do tipo "limpa forno"; 
Na limpeza, tomar cuidado com encontro de paredes e tetos em gesso; 
Não utilize objetos cortantes ou perfurantes para auxiliar na limpeza dos cantos de difícil acesso, devendo ser utilizada escova apropriada; 
Não raspar com espátulas metálicas, utilizar, quando necessário, espátula de PVC; 
Evitar bater com peças pontiagudas nos revestimentos, pois podem causar lascamento nas placas e descolamento do rejunte; 
Quando necessária a recolocação de peças, atentar para o uso correto do tipo de argamassa colante e rejunte conforme especificado, bem como
para a preservação da integridade da impermeabilização, quando existente; 
Não utilizar na lavagem, bomba de pressurização de água (máquina de alta pressão), vassouras de piaçava ou escovas com cerdas duras, pois
podem danificar o rejuntamento; 
Não jogue baldes de água diretamente sobre o piso de salas, quartos e varandas. Tenha o hábito de passar pano úmido regularmente, para a
realização das limpezas, pois estas áreas não são impermeabilizadas e jogar água diretamente, pode ocasionar infiltrações; 
Evitar deixar cair sobre a superfície graxa, óleo, massa de vidro, tinta e etc. Caso aconteça, o local deve ser limpo o mais breve possível, com um
pano absorvente ou papel toalha; 
Para a fixação de objetos, equipamentos e/ou móveis, as perfurações nas paredes das áreas molhadas (banhos, cozinhas, lavanderias) devem ser
feitas, sempre que possível, nos rejuntamentos, utilizando parafusos com buchas especiais e evitando impacto nos revestimentos que possam
causar fissuras. Neste caso, é imprescindível que o furo seja tratado com mastique (selante elástico) para garantir a estanqueidade do sistema; 
Não colocar vasos de planta diretamente sobre o revestimento, pois podem causar manchas; 
No caso de instalar prendedores para portas, prender sempre ao piso, nunca na parede ou no rodapé; 
Nunca furar o piso em áreas molhadas e molháveis (aquelas sujeitas a serem molhadas mesmo que eventualmente) para não comprometer a
impermeabilização; 
Em áreas muito úmidas como banheiros, deixar sempre o ambiente ventilado para evitar fungo ou bolor no rejunte. No caso de exaustão
mecânica, mantê-la ligada enquanto o ambiente estiver em uso; 
Cuidado no transporte de eletrodomésticos, móveis, equipamentos, materiais pesados, etc. Não arrastá-los sobre o piso sem proteção, para evitar
riscos, desgastes e/ou lascamentos; 
Sempre que possível, utilizar capachos ou tapetes nas entradas, para evitar o volume de partículas que podem arranhar a superfície do piso, em
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especial os pisos polidos; 
Evitar contato do revestimento com material ferruginoso oxidável; 
Proteger com feltros ou carpetes os pés dos móveis e máquinas; 
Antes de perfurar qualquer peça deve-se consultar os projetos de instalações para evitar perfurações em tubulações e camadas
impermeabilizadas; 
Para limpeza das áreas impermeabilizadas, como área externa de Cobertura e a área do box do banheiro, retirar os excessos evitando a formação
poças e lâminas d’água; 
Na instalação de telas de proteção, grades ou equipamentos, não danificar o revestimento e também tratar os furos com silicone ou mastique para
evitar a infiltração de água. 
Condições de Perda da Garantia 
Aplicação de produtos abrasivos e alcalinos, ou ainda se for realizada lavagem do revestimento com água em alta pressão; 
Se não forem respeitadas as condições e cuidados de uso, se não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver
capítulo e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR
5674. 
 
 
 
Sauna (quando houver)
 
Sauna Úmida: Ambiente tecnicamente preparado para, de forma controlada, atingir e manter temperaturas maiores que a temperatura ambiente
por meio de injeção de vapor de água.
 
Fonte: Imagem ilustrativa ficticia MRV.
 
ATENÇÃO: A sauna não deve ser utilizada por grávidas nos três primeiros meses de gestação, devido ao risco de aborto. Não há
contraindicações do uso da sauna para pessoas em bom estado de saúde. Não permita a permanência de crianças desacompanhadas do
responsável. A porta da sauna nunca deve ser obstruída. Não leve bebidas alcoólicas para dentro da sauna. 
É obrigatório e de grande importância que o Síndico mantenha contrato com empresa especializada para garantir a correta manutenção
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e operação da Sauna e seus equipamentos (quando houver). 
Tipo de Uso 
Serviços (recreação).
Condições e Cuidados de Uso 
Crianças com menos de 12 anos de idade, idosos, pessoas com problemas circulatórios, hipertensos e hipotensos não devem fazer uso da sauna
sem aprovação médica; 
O tempo de permanência na sauna não deve ultrapassar 30 minutos (iniciantes: 10 minutos na primeira vez e depois prolongando de forma
gradativa); 
Jamais tomar banho de sauna após as refeições, aguardando pelo menos 2 horas; 
Cuidado ao entrar e sair da sauna com o corpo molhado, pois há riscosde escorregões e ofuscamento; 
Para o caso da sauna seca, não jogar água diretamente no forno e nunca tirar a proteção de madeira do forno, pois ela defende o usuário contra
possíveis queimaduras; 
Verificar regularmente o correto funcionamento do termostato, pois se estiver mal regulado ocasiona o funcionamento contínuo da sauna, podendo
até gerar incêndio; 
Verificar no manual de uso do fabricante, as temperaturas apropriadas ao uso; 
O local da saída do vapor não deve ser obstruído; 
Não se sente muito próximo a saída de vapor, pois há riscos de queimadura; 
Não fixar objetos nas paredes, no piso ou no teto; 
Não depositar objetos que possam obstruir a abertura da porta e o caminho de saída; 
É importante ressaltar que o registro, localizado na máquina da sauna, deve ser mantido SEMPRE aberto. 
Manter a porta fechada (não trancar) enquanto o equipamento estiver funcionando. 
Verificar o desligamento completo da sauna após sua utilização, para evitar risco de incêndio; 
Sempre, após o uso, deixar a porta aberta, para ventilar o ambiente, prevenindo contra bolor; 
No caso de sauna úmida, limpar as paredes, teto e piso com água e detergente neutro. Somente realizar a limpeza com o gerador de vapor
desligado; 
Seguir as instruções de uso do fabricante; 
Caso ocorra qualquer irregularidade no seu funcionamento, ligar para a assistência técnica. 
Condições de Perda da Garantia 
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674.
 
 
 
Sistema de análise de vídeo (quando houver)
 
Descrição
O sistema de análise de vídeo consiste em um software de análise inteligente. A adoção dessa tecnologia demanda câmeras com atributos
técnicos que as diferencia das usadas em uma instalação de CFTV tradicional. Seu funcionamento apropriado depende de particularidades como
campo de visão, posição e quantidade de câmeras existentes. 
Com o sistema de análise de vídeo é possível monitorar locais específicos com identificação de pessoas em locais proibidos ou em circunstância
suspeita. O sistema detecta e registra automaticamente pessoas. Por exemplo: se alguém pular o muro, é enviando alerta na guarita. 
O software é utilizado em sistemas de CFTV (com Câmeras perimetrais), e potencializa a capacidade de monitoramento de áreas pré-
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determinadas, pois, cada câmera de vídeo possui inteligência que permite entender o que está em visualização, assim, na detecção de possíveis
ameaças, elas ativam alerta que contribui para a ampliação dos níveis de segurança. 
Conforme as configurações predeterminadas no sistema, as gravações ocorrem de modo organizado. O sistema também emite sinais
(mensagens) de alerta, que aparecem para orientar o operador quanto a situações de segurança, ou mesmo para ajustes de configurações. 
O sistema de análise de vídeo usa o computador para identificar automaticamente ocorrências pré-determinadas. Por exemplo: determinam-se
linhas virtuais de monitoramento de perímetros sobre muros específicos. Caso a câmera detecte alguém ultrapassando esta linha, um alarme é
disparado. Se determinado individuo estiver circulando em uma área somente de passagem, o comportamento é detectado e o alerta é enviado
para o operador do sistema.
IMPORTANTE: para saber se há sistema de análise de vídeo em seu residencial, consulte o “Memorial do Cliente e da Área Comum”.
Tipo de Uso
Proteção das áreas externas de condomínios.
Condições e Cuidados de Uso
O sistema será parametrizado para acionar usuários pré-cadastrados, normalmente o porteiro, o síndico e os subsíndicos. Se o condomínio optar
pela contratação de uma central de monitoramento, o sistema poderá ser configurado para comunicar diretamente com essa central.
 
Fonte: imagem adaptada para o manual MRV.
 
O sistema de inteligência avisará apenas os usuários previamente nele cadastrados, normalmente o porteiro, síndico e subsíndicos, para
receberem alertas em caso de ocorrência de eventos suspeitos. 
O condomínio deve usar o sistema nas configurações entregues. Em caso de necessidade de ajustes, deve-se buscar pela empresa responsável
em solução de segurança.
Em casos de necessidade de manutenção no sistema, o condomínio deverá acionar a empresa responsável pela solução de segurança. 
O condomínio deve sempre atender a legislação vigente com relação ao uso e a conservação de imagens captadas pelo sistema.
Condições de Perda da Garantia
Perderá a garantia se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste
Manual e pelo fabricante/fornecedor (ver capítulo e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem
registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674.
 
 
 
Sistema de captação e aproveitamento de águas pluviais (quando houver)
 
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Com o interesse de apoiar, estimular, induzir e propagar práticas sustentáveis, é que a MRV coloca à disposição informações sobre
Aproveitamento de Água Pluvial (água da chuva) – Conceitos e Informações Gerais.
O integral e racional aproveitamento dos recursos naturais se destaca entre os principais atributos de uma sociedade comprometida com o
principio da sustentabilidade como base de geração de crescimento econômico, qualidade de vida e bem-estar.
Confira no memorial deste manual e nos projetos se seu empreendimento possui sistema de captação e aproveitamento de águas pluviais.
Estas informações são muito importantes para as manutenções preventivas futuras.
É obrigatório e de grande importância que o Síndico mantenha contrato com empresa especializada para garantir a correta manutenção
e operação do sistema captação e aproveitamento de águas pluviais (quando houver).
Descrição 
O Sistema de Captação e Aproveitamento de Águas Pluviais (água de chuva) tem como objetivo captar e armazenar a água de chuva para uso
futuro. Ele consiste na coleta de água de chuva pelas coberturas dos edifícios. A água é conduzida a um reservatório exclusivo e, posteriormente,
destinada a usos não potáveis, em especial para irrigação de jardins e serviços de limpeza, conforme previsto no projeto hidrossanitário. 
Parte da água de chuva coletada pelas calhas proveniente do telhado é armazenada em uma caixa d’água específica, esta água não é potável, já
que o telhado concentra grande parte de impurezas. 
Porque aproveitar a água da chuva?
Além de gerar economia de água, o sistema também contribui para diminuir o problema de enchentes. Ou seja, a captação e aproveitamento da
água proveniente de chuvas contribuem para: 
A desoneração da rede pública de drenagem, com redução do escoamento superficial;
Redução do risco de enchentes e erosões em áreas urbanas;
Reduz o consumo de água potável, com consequente diminuição dos custos associados às tarifas de água;
É uma água captada com baixa concentração de poluentes;
Com uso consciente, este aproveitamento contribui para a conservação dos recursos hídricos naturais disponíveis de modo sustentável.
A torneira de acesso a esta água é instalada na área externa do edifício. É uma torneira como qualquer outra, por este motivo os condôminos e
equipe de manutenção devem ser orientados a não beberem desta água ou utilizá-la no preparo de alimentos.
Condições e Cuidados de Uso 
Na entrada do reservatório de captação de águas pluviais de algumas obras, pode ou não existir um sistema de filtragem que deve ser limpo
periodicamente.
No caso de reforma, não jogar na tubulação restos sólidos de obras, vidros ou argamassas de rejunte, sob o risco de esse material causar
obstruções e entupimentos nas tubulações.
Deve ser limpo uma vez por ano, para a retirada do lodo depositado no fundo. O lodo retirado deve ser destinado adequadamente;
Deve-se evitar a entrada de luz para impedir a proliferação de algas;A entrada da água e o extravasor devem ser protegidos por telas para evitar a entrada de insetos e pequenos animais no tanque;
Confira periodicamente se há vazamentos;
A água do sistema de aproveitamento é para uso exclusivo de limpeza nas áreas comuns e para regar (molhar) plantas existentes.
 
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Fonte: imagem ilustrativa elaborada para o manual MRV.
 
Os pontos de uso de água da chuva devem ser sinalizados, por isto, mantenha as placas bem conservadas e sempre oriente os moradores e
funcionários do condomínio sobre o seu correto uso;
A água deve ser analisada periodicamente por laboratório químico no que se refere a parâmetros físicos, químicos ou microbiológicos. É
importante verificar se a água captada é compatível em termos qualitativos com o uso previsto.
Coberturas/telhados: limpar os telhados, eliminar ninhos de animais, retirar detritos que prejudiquem o escoamento da água, a cada 3 meses.
Calhas e condutores: limpar a cada 3 meses, em especial no final da estação seca e no final da estação das chuvas. Onde houver muitas árvores,
a limpeza deve ser feita com a frequência necessária para assegurar o escoamento adequado das águas.
O filtro autolimpante (quando houver) deve ser limpo no mesmo período da manutenção do reservatório de descarte da primeira chuva.
Normalmente, isso ocorrerá com frequência trimestral, salvo necessidade de aumentar a frequência pelo acúmulo excessivo de folhas e galhos.
Reservatório de armazenamento: deve ser limpo anualmente, por meio do esgotamento de todo o seu interior em direção ao sistema de
drenagem. Caso seja verificada sensorialmente a degradação da qualidade da água antes do período de um ano, recomenda-se limpeza mais
frequente. O período ideal para essa tarefa é o mais seco do ano. O sistema de captação flutuante deve limpo mensalmente, o que pode ser
alterado caso seja observada a necessidade de maior frequência de manutenção. Caso ocorra a elevação do nível d’água no reservatório de
armazenamento, acima do nível do sifão extravasor, a operação de limpeza deve ser repetida. 
Segurança: Toda torneira alimentada por água não potável, como água de chuva, tem uma sinalização indicando usos restritos não potáveis. Em
hipótese alguma essa sinalização deverá ser retirada para evitar que pessoas desavisadas, principalmente crianças, utilizem essa água de forma
imprópria, colocando em risco a sua saúde. 
Condições de Perda da Garantia 
Se não forem respeitadas as condições e cuidados de uso, se não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver
capítulo e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR
5674.
 
 
 
Sistema de detecção e alarme de incêndio (quando houver)
 
Descrição 
O sistema compõe-se da instalação de detectores de fumaça e/ou de temperatura que realizam a supervisão automática do ambiente e identificam
a presença de fumaça e calor. Os equipamentos de detecção e alarme de incêndio são interligados à central de detecção, que receberá as
sinalizações provenientes dos detectores e as processará, acionando os alarmes, sonoros e visuais, e demais equipamentos periféricos, no caso
de incêndio ou emergência.
Botoeira (quando houver) 
 
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Fonte: obra MRV
 
Dispositivo destinado a transmitir a informação de um princípio de incêndio, quando acionado por uma pessoa, através da quebra do vidro.
Quando acionado é ligado o alarme sonoro de aviso de incêndio.
Confira no memorial deste manual e nos projetos se seu empreendimento possui estes sistemas. Estas informações são muito importantes
para as manutenções preventivas futuras. 
Condições de uso 
Substituição de pilotos e de fusíveis, no caso de estarem defeituosos; 
Não utilizar indevidamente os elementos componentes dos sistemas manuais de alarme de incêndios (botões de alarme); Obrigatório contrato de
manutenção periódica do sistema com empresa capacitada. 
Condições de Perda da Garantia 
Deformações oriundas de golpes, que danifiquem o equipamento; 
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674. 
 
 
 
Sistema de infiltração de águas pluviais (quando houver)
 
Descrição 
O sistema de infiltração de águas pluviais tem por objetivo permitir que elas possam escoar de maneira controlada ou ainda beneficiar a sua
infiltração no solo. O sistema de infiltração busca prevenir o risco de inundações, como alagamentos, enchentes e erosões, diminuir a poluição
difusa, desonerar as redes públicas de drenagem e favorecer a recarga do lençol freático. 
Para propiciar a infiltração de águas pluviais pode ser empregado um tipo de reservatório de retenção com sistema adequado para infiltração
natural das águas provenientes de chuvas. 
Poços de Infiltração: Os poços de infiltração são estruturas geralmente cilíndricas cuja profundidade e diâmetro dependem das características do
perfil do solo e do volume de água a ser infiltrado. O dimensionamento deve considerar o volume de armazenamento do poço e a capacidade de
infiltração do terreno. 
Os poços de infiltração são projetados e construídos objetivando o armazenamento temporário e a infiltração. Neles existe também uma saída
para o lançamento do volume de água excedente na rede pública de drenagem de águas pluviais. 
São alternativas de materiais de construção os geotêxteis que funcionam como filtros, as alvenarias ou blocos de concreto e manilhas e pneus
furados que atuam dando estabilidade ao poço. Qualquer que seja a técnica construtiva é essencial manter os poços fechados com tampas
removíveis, de modo a facilitar a manutenção e a evitar acidentes. 
Nem todo residencial possui este tipo de sistema de infiltração de águas pluviais, pois sua execução dependerá de diversas características locais,
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que permitirão estabelecer, entre outras questões, situações de desempenho e viabilidade do sistema. Como exemplos de estudos, temos a
identificação do perfil do solo local, que busca estimar se a capacidade de infiltração do solo é boa ou não, e ainda, podem ser realizados ensaios
específicos em laboratório, como o edométrico, que permite obter os parâmetros do solo caracterizadores da sua compressibilidade. 
É muito importante que você identifique se em seu empreendimento existe algum tipo de sistema de infiltração de água pluvial. Para isto, basta
conferir no memorial e também nos projetos hidráulicos. Depois de confirmada a existência do sistema, o Síndico deve conferir neste manual
as indicações de condições e cuidados de uso, operação e manutenção, de modo a permitir o pleno funcionamento do sistema. 
É obrigatório e de grande importância que o Síndico mantenha contrato com empresa especializada para garantir a correta manutenção
e operação do sistema de infiltração de águas pluviais (quando houver). 
 
Figura: Imagem ilustrativa de Poço de infiltração de águas pluviais - MRV
 
Tipo de Uso 
Áreas residenciais, industriais, comerciais, etc.
Condições e Cuidados de Uso 
É essencial preservar as áreas verdes naturais, principalmente junto às drenagens, preservando a infiltrabilidade do solo e impedindo que seja
gerado um volume excessivo de fluxo superficial ou de lançamentos em sistemas de drenagem de águas pluviais; 
Os custos de manutenção e operação incluem despesas de serviços que devem ser executados periodicamente, como limpezas, inspeções e
reparos. Para isto, é essencial que o condomínio contrate empresa especializada para a realização destes serviços; 
Manter os poços fechados com tampas removíveis, de modo a facilitar a manutenção e a evitar acidentes; 
Manter os controles e as manutenções do sistema de infiltração atualizado para não ocasionar desconforto à vizinhança, ou seja, não deve
possibilitar alagamentos, ruídos ouvibrações devido à altura de descarga de água, mau cheiro ocasionado pelo acúmulo de matéria orgânica em
decomposição ou risco à estabilidade das edificações, dentre outros; 
Estes requisitos visam suprir as limitações deste sistema de drenagem pluvial, propiciando maior desempenho, dimensionamento econômico e
funcional, além do cumprimento do propósito para o qual foi projetado, que é o restabelecimento do balanço hídrico local. Para isto, deve-se:
- Conferir a capacidade de amortecimento das vazões no sistema de drenagem urbana;
- Verificar o tempo de esvaziamento;
- Averiguar a estabilidade da estrutura do solo submetido a grandes variações de taxa de umidade;
- Manter controle para evitar a contaminação do solo e do lençol freático.
Não é permitido perfurações e construções próximas ao poço de infiltração de água pluvial; 
Não permita que pessoas inabilitadas e não autorizadas removam a tampa do poço de infiltração; 
Mantenha as áreas próximas ao poço de infiltração, sinalizadas quanto a sua existência e riscos; 
Condições de Perda da Garantia 
Haverá perda da garantia se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas
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neste Manual (ver capítulo e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme
determinação da ABNT NBR 5674.
Inspeção e Manutenção Preventiva 
As recomendações de inspeções e manutenções, sua periodicidade, bem como o tipo de profissional ou empresa que estão habilitados para sua
realização estão listadas separadamente no capítulo (Aba) “Manutenção Preventiva”. 
IMPORTANTE: É imprescindível seguir as recomendações deste manual, as recomendações do fabricante e também todas as normas técnicas
pertinentes para o correto e adequado funcionamento do produto. Não seguir as indicações previstas neste manual, afeta negativamente a vida útil
das partes que compõem a edificação e prejudica a funcionalidade do sistema como um todo, sendo o ‘proprietário/síndico’ responsáveis por
providenciar as inspeções e manutenções, bem como o correto registro de suas execuções, conforme determinado na Norma Técnica NBR
5674:2012. 
 
 
 
Sistema de proteção contra descargas atmosféricas - SPDA (Para-raios)
 
Descrição 
Sistema completo destinado a proteger a estrutura do edifício contra efeitos das descargas atmosféricas. É constituído por captores de descarga
atmosférica, condutores, conexões e acessórios localizados no topo do edifício, além de elementos de condução dessa descarga até o terreno
natural, para ser dissipada. Deve ser lembrado que o para-raios não impede a ocorrência das descargas atmosféricas. O sistema instalado
conforme norma não pode assegurar a proteção absoluta de uma estrutura, de pessoas e bens, entretanto, reduz significativamente os riscos de
danos ocasionados pelas descargas atmosféricas. O sistema não contempla a proteção de equipamentos elétricos e eletrônicos contra
interferência eletromagnética causada pelas descargas atmosféricas. 
IMPORTANTE: deve ser mantido no local ou em poder dos responsáveis pela manutenção do SPDA, atestado de medição com o registro dos
valores medidos de resistência de aterramento a ser utilizado nas inspeções, qualquer modificação ou reparos no SPDA e novos projetos se
houver. 
Tipo de uso 
Instalações prediais residenciais, industriais, comerciais etc.
Condições e cuidados de uso 
O sistema SPDA não tem a finalidade de proteger aparelhos elétricos e eletrônicos, recomenda-se o uso de dispositivos DPS (Dispositivos de
Proteção Contra Surtos) dimensionados para cada equipamento; 
Caso o condomínio instale uma antena coletiva ou antena do tipo TV a Cabo, esta deve ser interligada no SPDA por empresa especializada; 
É obrigatória a manutenção periódica do sistema. Para isto, é essencial que o Síndico contrate uma empresa capacitada, para que seja garantida
a periodicidade da manutenção obrigatória e a eficiência de operação do sistema; 
Jamais se aproximar dos elementos que compõe o sistema e das áreas onde estão instalados em momentos que antecedam chuvas ou nos
períodos que elas estiverem ocorrendo; 
Todas as construções acrescentadas à estrutura posteriormente à instalação original como antenas, as placas fotovoltaicas, placas para
aquecimento de água, coberturas, e ou qualquer outro tipo de equipamento metálico, deverão ser conectadas ao sistema de SPDA ou este deverá
ser ampliado mediante consulta junto à empresa especializada contratada pelo Condomínio; 
Atenção! Obedeça e exija o cumprimento da seguinte norma: (i) Anualmente deve-se realizar pelo menos uma inspeção visual do SPDA; (ii) A
cada 5 anos devem ser realizadas inspeções completas para estruturas destinadas a fins residenciais, comerciais, administrativos, agrícolas ou
industriais, excetuando-se áreas classificadas com risco de incêndio ou explosão. (NBR 5419:2000 ABNT/CB-03 – Comitê Brasileiro de
Eletricidade) 
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Quando for constatado que o SPDA foi atingido por uma descarga atmosférica, deve-se:
• Verificar a documentação, tais como: projeto, ART etc.; 
• Verificar se todos os componentes estão em bom estado. As conexões e fixações deverão estar firmes e livres de corrosão; 
• Verificar se o valor da resistência de aterramento continua compatível com as condições do subsistema de aterramento e com a resistividade do
solo, no caso de SPDA externo; 
• Para SPDA estrutural são recomendáveis os testes de continuidade elétrica de acordo com o anexo E da norma NBR5419. 
Condições de Perda da Garantia 
Em caso de vandalismo ou furto; 
Em caso de intervenções e alterações no sistema original; 
Em caso de falha da proteção (previsto na norma NBR5419); 
Caso sejam realizadas mudanças em suas características originais; 
Caso não sejam feitas as inspeções; 
Caso o Atestado – sistema de proteção à descarga atmosférica (SPDA) – não seja renovado pelo condomínio anualmente; 
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674. 
 
 
 
Sistema Fotovoltaico - Fonte de energia alternativa (quando houver)
 
As fontes de energia alternativas são aquelas de origens renováveis, pois são naturalmente reabastecidas pelo meio ambiente e possuem baixa
probabilidade de esgotamento. 
Elas são importantes porque são consideradas limpas, com baixo ou nenhum índice de geração de poluentes, não sendo, deste modo, agressivas
para com o meio ambiente. 
Confira no memorial deste manual e nos projetos se seu empreendimento possui fonte de energia alternativa do tipo fotovoltaica, bem como
ela funciona (se para somente área comum, e ou, para áreas comuns e imóveis). Estas informações são muito importantes para as manutenções
preventivas futuras.
É obrigatório e de grande importância manter contrato com empresa especializada para garantir a correta manutenção e operação de
todo sistema fotovoltaico e seus componentes. 
Descrição - Sistema Fotovoltaico 
 Por ser uma fonte de energia natural e limpa, a energia solar possui potencial importância econômica, ecológica e social.
 O calor produzido pelo Sol (raios solares) é uma fonte enorme de energia. Entre as tecnologias desenvolvidas para captá-las e gerar
eletricidade e calor estão às células solares dos painéis fotovoltaicos (FV).
 A captação da radiação solar é feita por meio de placas coletoras, estrategicamente posicionadas para a geração de energia elétrica.
 O sistema possui uma central geradora de energia elétrica com potência especifica instalada (exemplo: 50kwp), utilizando como fonte de
geração a energia solar, a qual está conectada a uma rede de baixa tensão interligada à rede da concessionária (Exemplo: trifásica em
220V).
 O desempenho projetado, no sistema para geração de energia, pode variar todo mês, pois ele dependedetergentes corrosivos, sapólios ou similares, porque atacam sua superfície ocasionando a perda de brilho. Não cortar alimentos, não
usar vinagre, óleo, vinho, sucos com corantes, limão, manteiga e, entre outros produtos sobre a superfície, pois podem causar manchas e
arranhões nas pedras. Nunca apoiar latas ou outros metais por longo tempo sobre a bancada, para evitar ferrugem e danos; 
Para limpeza das bancadas de mármore sintético usar apenas água e sabão neutro. É proibido o uso de palha de aço e materiais abrasivos. 
Nunca subir ou apoiar objetos pesados sobre as bancadas, pois elas não estão dimensionadas para sobrecargas, podendo trincar ou quebrar,
ocasionando ferimentos graves. São necessários cuidados especiais com crianças; 
Não devem ser retirados elementos de apoio (mão-francesa, coluna do tanque etc.). Sua falta pode ocasionar quebra ou queda da peça ou
bancada; 
Não usar as bancadas como local de apoio para subir, sentar ou pendurar adultos e crianças; 
Ao instalar armário sob a bancada, atenção para evitar esbarrões ou forçar o tubo de esgoto e o sifão. 
No caso de peças polidas (ex.: pisos, bancadas de granito etc.), é recomendável um enceramento mensal com cera específica para proteger a
pedra de agentes agressivos. 
Condições e Cuidados de Uso - Cubas Metálicas em Aço Inox 
Não deixe de usar a grelha de proteção que acompanha a cuba de inox das pias de cozinha; 
Evitar o acúmulo de louças dentro da cuba, pois o excesso de peso pode ocasionar o rompimento de sua fixação na bancada; 
A limpeza deve ser feita com água morna, detergentes suaves e neutros, aplicados com um pano macio ou uma esponja de nylon. Depois basta
enxaguar, com bastante água, e secar com um pano macio. A secagem é importante para evitar o aparecimento de manchas na superfície do
produto, que periodicamente pode ser limpo com polidores para metais; 
Para preservar as características do aço inox, deve-se evitar o uso de ácidos e produtos químicos, tais como ácido muriático, removedores de
tintas e similares, que danificam a superfície do aço inox e, portanto, devem ser evitados. Saponáceos abrasivos não devem ser utilizados mesmo
em casos extremos, pois podem prejudicar a superfície do aço inox. 
Condições de Perda da Garantia - Cubas Metálicas em Aço Inox e Bancadas em Rochas Ornamentais e Mármore Sintético 
Bancadas - Manchas e perda do polimento por utilização inadequada de produtos químicos; 
Bancadas - Quebra por impacto; 
Bancadas - Riscos causados por transporte de materiais ou objetos; 
Bancadas - Utilização de máquinas de alta pressão; 
Se não forem respeitadas as condições e cuidados de uso, se não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver
capítulo e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR
5674. 
 
 
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Bicicletário – Solução Alternativa de Transporte (quando houver)
 
Descrição
Bicicletário é um ambiente preparado especialmente para guardar ou estacionar bicicletas. Normalmente fica em local visível e delimitado na área
social comum, com uma quantidade de vagas restrita. O bicicletário é dotado de suportes que acomodam diferentes tipos de bicicletas sem
danificá-las, e que ainda possibilita que sejam usados cadeados no quadro, conferindo maior segurança em sua guarda.
 
Fonte: imagens e ilustrações obras e projetos MRV
 
Verifique no memorial descritivo deste manual se seu residencial possui estrutura de bicicletário, e comece a usufruir das vantagens do
uso de bicicletas em sua rotina diária de locomoção.
Tipo de Uso 
As bicicletas são um meio de transporte alternativo que facilita a locomoção, de uma maneira saudável e sustentável. Por isto, a MRV está
investindo na disponibilização de bicicletário em seus Condomínios, de modo a estimular, cada vez mais, o uso deste recurso. 
Entre os diversos benefícios no uso de bicicletas como meio alternativo de transporte podemos citar os benefícios à saúde e qualidade de vida,
redução da poluição, economia com combustível ou tarifas de passagens, versatilidade de passagem em ambientes estreitos, como em locais de
congestionamento de transito, redução de fluxo de carros, baixo custo de manutenção, facilidade de estacionamento, etc. 
Para o melhor aproveitamento e correto uso do bicicletário é importante desenvolver regulamento, aprovado em assembleia, de modo a evitar
transtornos e conflitos pelo uso incorreto. 
Importante destacar que o condomínio não fica responsável por danos ou furtos das bicicletas. Essa responsabilidade só é passada ao
empreendimento caso o bicicletário fique trancado, e que apenas zelador possa abrir ou fechar o local. 
Condições e cuidados de uso
A área de bicicletário não pode ser ocupada por outros tipos de transporte, apenas bicicletas; 
A limpeza das peças do bicicletário deve ser feita com esponja macia, água e detergente neutro, para não danificar a pintura. Após a limpeza,
seque as peças com um pano macio; 
Não é permitido obstruir o acesso ao bicicletário com entulhos, mercadorias e outros tipos de materiais; 
É necessário preservar as placas e sinalizações indicativas de orientação ao uso do bicicletário; 
Verificar condições da pintura, e recompor as características para evitar surgimento de pontos de corrosão no aço; 
Quando as bases do bicicletário forem parafusadas ao solo, deve-se verificar a fixação e necessidade de ajuste (aperto) dos parafusos para
manter a firmeza e segurança das peças; 
Condições de Perda da Garantia 
Perderá a garantia se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste
Manual (ver capítulo e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da
ABNT NBR 5674.
Inspeção e Manutenção Preventiva
As recomendações de inspeções e manutenções, sua periodicidade, bem como o tipo de profissional ou empresa que estão habilitados para sua
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realização estão listadas separadamente no capítulo (Aba) “Manutenção Preventiva”.
 
 
 
Bicicletas Compartilhadas (quando houver)
 
Descrição 
Por ser uma opção sustentável e prática, a bicicleta desempenha um papel importante para a melhoria da circulação de veículos na região. Com o
objetivo de estimular a vivência e experiências com este meio de transporte, a MRV disponibiliza, para alguns residenciais, bicicletas de uso
compartilhado. 
IMPORTANTE: para saber se há bicicletas de uso compartilhado em seu residencial, consulte o “Memorial do Cliente e da Área Comum” deste
manual.
Caso seja confirmada a existência de bicicletas disponíveis para compartilhamento, basta procurar a equipe administrativa de seu condomínio para
saber as regras de reserva, uso, cuidados, riscos e conservação dos equipamentos.
Fonte: fotos meramente ilustrativas.
Condições e Cuidados de Uso
Lembre-se de que as bicicletas pertencem ao condomínio, e por isto, todo procedimento de conservação deve ser incluídos nos planos de
manutenção preventiva. 
Vale destacar que cada usuário terá responsabilidades individuais no uso do equipamento. Por isto, é importante que o Síndico indique como cada
usuário fará para conferir as bicicletas antes e após usá-las. 
Recomendamos que o Condomínio faça o controle do uso das bicicletas, evitando situações de conflitos desnecessários. Para isso, todas as
regras de compartilhamento do equipamento devem ser claras e amplamente divulgadas entre os moradores do residencial. 
Cabe a equipe administrativa do condomínio criar mecanismos para zelar e estimular o uso consciente das bicicletas. 
Por questões de segurança, é aconselhável que somente adultos possam solicitar o empréstimo das bicicletas ainda que as requisitem para o uso
de seus dependentes. 
Ainda com foco na segurança dos ciclistas, recomendamos que estes tenham o máximo de atenção e cuidados em relação à condução da
bicicleta nos locais de transito com outros veículos.das condições climáticas
(incidência de sol, sombreamento, dias chuvosos, inverno ou verão, etc.). Exemplo: no inverno ou períodos chuvosos há menor produção
de energia devido a pouca incidência de raios solares nas placas.
 O sombreamento nas placas faz reduzir consideravelmente a geração de energia. Exemplo: em um lote vago vizinho, pode ser construído
um imóvel mais alto (em qualquer período de tempo futuro) e provocar sombreamento das placas, que vai reduzir consideravelmente a
captação e geração de energia.
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 O condomínio e as unidades habitacionais não estão dispensados de pagar as taxas mínimas para as concessionárias: quando medidor
for monofásico - taxa mínima equivalente ao consumo de 30 kWh/mês; Bifásico = 50 kWh/mês e trifásico = 100kwh/mês.
 Em alguns estados não há descontos de impostos (PIS, Confins e ICMS) para a geração de energia. Logo, consome uma energia mais
cara que a gerada.
 A produção de energia nas placas é em corrente continua (CC). Os inversores transformam esta energia em corrente alternada (CA), que
é a que consumimos nos nossos residenciais e lares. Toda energia produzida e não consumida (excedente) é enviada para rede da
concessionaria. Assim, a energia gerada e não consumida ao longo do dia, é disponibilizada para a rede da empresa concessionária, que
a cada mês, realiza a leitura de entrada e saída (com medidor bidirecional), quando é calculado o valor débito/crédito para o condomínio e
ou imóveis.
NOTA: Ressaltamos que no caso de apagões na rede de sua concessionária, e mesmo que o empreendimento esteja produzindo energia neste
momento, por questões de segurança o seu sistema também será automaticamente desligado e, portanto, sofrerá o corte de energia. O sistema
voltará automaticamente a produzir energia tão logo a concessionária retorne o fornecimento de energia. Este desligamento é necessário para
garantir a segurança dos operadores das empresas concessionárias. 
Por questões de segurança o sistema fotovoltaico é composto, entre outros, por proteção contra curto-circuito, DPS (dispositivos de proteção
contra surtos), e diodo de by-pass. 
Proteção contra curto-circuito: o sistema de geração distribuída possui dispositivo de proteção contra sobrecorrentes, que possui a finalidade de
limitar e interromper o fornecimento de energia, bem como proporcionar proteção à rede da Concessionária de Energia contra eventuais defeitos.
O Disjuntor termomagnético curva C, é um elemento que será responsável pela proteção de curto circuito e sobrecargas que por ventura venham
a ocorrer. 
O circuito de corrente contínua (instalado sobre o telhado) é constituído basicamente por: 
 
Fonte: imagem ilustrativa, elaborada para o manual MRV
 
(01) Células e Módulo Fotovoltaico: são dispositivos que convertem a energia solar em energia elétrica. O agrupamento de determinada
quantidade de células, formam um painel (Módulo) fotovoltaico. A eletricidade gerada pelo módulo é em corrente contínua (CC) e não pode ser
conectada diretamente na rede elétrica, por isto, são necessários inversores para transformá-la em corrente alternada (CA). 
(02) String de Células: o agrupamento de diversos Módulos Fotovoltaicos formam conjuntos chamados de Strings, que ligados entre si em série,
em paralelo, produzem uma corrente contínua mais alta para a entrada dos inversores. 
(03) Diodo de by-pass: se uma parte de um módulo receber sombreamento (a exemplo de nuvens, árvores, antenas, prédios, etc.), o diodo de
by-pass contribui para evitar e ou minimizar a perda de produção de energia elétrica. Pois, onde ocorre sobra (mesmo que pequena) há bloqueio
de fluxo de corrente, ou seja, não haverá geração de energia no ponto sombreado. Por isto os módulos são divididos em várias seções, que
compreendem um grupo de células, e em cada seção é empregado um diodo de by-pass, que tem a função de excluir a seção do painel que está
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sombreada, afetando assim, a geração de energia apenas de uma parte do painel. O by-pass também fará o bloqueio do fluxo reverso da corrente
que pode danificar o circuito interno do módulo. 
Vantagens do Sistema Fotovoltaico
Diferenciação do produto
Maior valor agregado
Redução na conta de energia da área comum e ou apartamento e na taxa de condomínio
Moradia sustentável
Geração de energia sustentável, renovável e limpa, sem emissão de CO2 na atmosfera.
Diversificação da matriz energética brasileira
Redução de perdas por transmissão e distribuição
Estímulo da indústria brasileira de energia fotovoltaica
Tipo de uso – Sistema Fotovoltaico 
As fontes de energia alternativa fotovoltaica podem ser usadas em casas, condomínios, habitações de interesse social e em indústrias para gerar
energia limpa, renovável e mais econômica. 
O uso de tecnologias para captação e geração destas fontes de energia renovável é realizado de modo estratégico conforme as características
ambientais de cada região. Isso se deve à relação custo-benefício proporcionada pelos potenciais identificados para o seu uso (Exemplo:
incidência solar). 
 
 
 
 
Fonte: imagem meramente ilustrativa elaborada para o manual MRV
 
Condições e Cuidados de Uso 
O acesso aos telhados é restrito a pessoas com treinamento e certificação mínima na NR 10 – Segurança em instalações e serviços em
eletricidade, e na NR 35 – Trabalho em altura. 
Para qualquer tipo de intervenção nos telhados é obrigatório o uso de equipamentos de proteção individual (EPI), tais como: Capacete; Óculos de
proteção; Luvas; Protetor solar; Botina de segurança (sem biqueira de metal); Joelheiras (instalações em telhado); Cinto de segurança (instalações
em telhado) com uso de linha de vida para evitar acidentes. 
Os espaços entre os módulos servem como caminho para realização de manutenções nas células fotovoltaicas, nas calhas, rufos, SPDA, e
demais sistemas que compõem o telhado, ou que sobre ele estejam instalados. 
Espaços entre as placas e corredores para circulação nos telhados 
Variações: (i) o sistema pode ser implantado só na área comum; (ii) só nos apartamentos; (iii) ou em ambos. Consulte os projetos e confira como
funciona em seu residencial.
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Fonte: imagem de obra MRV.
 
Os locais seguros para pisar são sempre sobre os caibros e terças, que podem ser identificados pelos pontos de fixação dos parafusos nas
telhas. Para maior segurança recomenda-se a distribuição dos pesos com o uso de tábuas, cuidadosamente posicionadas por profissionais, com
muita atenção para não atingir as placas (módulos) fotovoltaicas. 
É essencial ter cuidado quanto ao peso suportado pelas telhas. O telhado foi dimensionado para suportar carga concentrada de até 120 kg,
apoiada sobre tábuas. Não ultrapasse este limite. 
Em telhados que possuem módulos fotovoltaicos instalados, qualquer tipo de intervenção deverá ser realizada com o acompanhamento de
empresa especializada “contratada” pelo condomínio. Recomendamos que seja, preferencialmente, a mesma empresa instaladora do sistema, ou
por empresa por ela indicada. Finalizadas as intervenções, a empresa “contratada” deverá emitir parecer (imagens e dados) atestando que o
sistema se encontra em pleno e correto funcionamento. 
 
 
 
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Nunca pise diretamente sobre as telhas. Use tábuas colocadas nos dois sentidos, apoiadas sobre as terças, de modo a permitir a movimentação
segura sobre o telhado. O telhado foi dimensionado para suportar carga concentrada de até 120 kg, apoiada sobre tábuas. Não ultrapasse
este limite. Amarre as tábuas maiores quando a inclinação for muito grande; 
Situações de risco em relação aos inversores 
Apenas eletricistas qualificados, que tenham pleno conhecimento do sistema fotovoltaico, de seus inversores e de todo regulamento de segurança,
estão habilitados para sua operação e manutenção. Os operadores devem estar cientes de que os inversores se tratam de dispositivos de alta
tensão. Ou seja, há perigo de choque elétrico e alta tensão; 
Não é permitido tocar nos inversores emCondições de segurança para uso das bicicletas: Iluminação – busque por locais que tenham boa iluminação e por ciclovias onde os demais
motoristas tenham boas condições de visualização do ciclista. 
Capacetes, joelheiras e outros equipamentos de segurança – em caso de queda e/ou colisão o capacete reduz as chances de um traumatismo
craniano. As joelheiras contribuem para minimizar as lesões em caso de queda. Outros equipamentos de segurança podem ser incluídos pelo
ciclista para aumentar ainda mais as precauções no uso das bicicletas. As luvas protegem contra a irritação da pele no manuseio do equipamento
e ainda auxiliam na proteção em caso de queda. Já os óculos ajudam na proteção contra poeira e outras partículas que podem entrar nos olhos
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com o vento, dificultando sua visão provisoriamente, o que pode ser desagradável e até perigoso. 
Contramão – NÃO ande na contramão do transito. Pedalar na mão correta é muito importante, pois, pedestres que venham a atravessar a rua nem
sempre olham para os dois lados. O mesmo pode ocorrer com veículos que estejam saindo de garagens, ou mesmo abrindo a porta do carro. 
Ande sempre pela direita dos veículos - os ciclistas devem ter atenção e cuidado com os pontos cegos dos veículos. Usar a faixa da direita é mais
seguro, por ser a área destinada aos veículos em menor velocidade. 
Sinalize suas manobras - é essencial que os motoristas possam identificar quais movimentos os ciclistas pretendem fazer. Por isso, utilize as mãos
sempre que for pedir ou oferecer passagem. 
Ciclovias e ciclofaixas - São locais preparados especificamente para o tráfego de bicicletas. Porém, mesmo nestes locais é necessário tomar
algumas precauções, tais como: em cruzamentos, esquinas ou conversões, observe atentamente antes de realizar as manobras, pois, nem
sempre os motoristas oferecem a preferências aos ciclistas. 
Evite horário de pico e locais de tráfego intenso, tais como rodovias, e grandes avenidas. Busque sempre rotas seguras. 
Não use as calçadas para andar de bicicleta, pois este é um local exclusivo de pedestres. Se precisar passar em uma calçada, desça da bicicleta. 
Estas são algumas regras importantes para que você e seu condomínio possam usufruir das bicicletas de modo seguro. Aproveite as assembleias
de condomínio para estabelecer mais orientações e regras de uso. 
Condições de Perda da Garantia
Perderá a garantia se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste
Manual e pelo fabricante (ver capítulo e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme
determinação da ABNT NBR 5674.
 
 
 
Bombas – Bombas Submersas (afogadas) – Motobombas (quando houver)
 
Descrição 
Sistema composto por motor e bomba utilizado para transformação da energia mecânica dos motores em energia hidráulica, possibilitando
transportar e elevar fluidos a grandes distâncias e elevadas alturas.
É obrigatório e de grande importância que o Síndico mantenha contrato com empresa especializada para garantir a correta manutenção
e operação das bombas submersas (afogadas) - (quando houver).
Confira no memorial deste manual e nos projetos se seu empreendimento possui bombas submersas (afogadas). Estas informações são muito
importantes para as manutenções preventivas futuras.
Tipo de uso 
Instalações elevatórias prediais, sistemas de recalque de água, sistemas de aproveitamento de águas pluviais e de esgoto.
Condições de cuidados e uso
O acionamento das bombas somente por pessoal autorizado. 
Condições de Perda da Garantia
Se forem constatadas, nos sistemas hidráulicos, pressão e vazão fora das normas. 
Aplicação de peças não originais ou inadequadas ou ainda adaptação de peças adicionais sem autorização prévia do fabricante. 
Se não forem tomados os cuidados de uso ou não forem feitas as manutenções previstas por profissional ou empresa especializada. 
Perderá a garantia se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste
Manual (ver capítulo e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da
ABNT NBR 5674. 
 
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Botão de pânico na guarita com sinalizador luminoso (quando houver)
 
Descrição 
É um equipamento eletrônico instalado na Guarita (botão). Ao ser acionado um alerta visual é direcionado para pessoas pré-determinadas pelo
condomínio. É importante destacar que o dispositivo não dispara nenhum tipo de alarme sonoro, garantindo mais segurança e o conforto ao
usuário. 
IMPORTANTE: para saber se este dispositivo foi instalado na guarita de seu residencial, consulte o “Memorial da Área Comum” deste manual e
respectivos projetos.
Tipo de Uso
A tecnologia auxilia no socorro apropriado e com rapidez a comércios, condomínios e residências sem ocasionar alarde.
Condições e Cuidados de Uso
Não passe produtos abrasivos, contato com tintas, água, resíduos agressivos, etc., que possam prejudicar o funcionamento do dispositivo; 
Mantenha a equipe do condomínio treinada em bem informada sobre as condições de uso do aparelho; 
Quando identificada situação de ameaça eminente o colaborador deve acionar o botão instalado na guarita, e um alerta silencioso é enviado para
a equipe de auxílio à segurança; 
O condomínio deve manter contrato com empresa de segurança para a manutenção técnica do botão, para verificação de seu adequado
funcionamento; 
Para que o sinal chegue para a central, mantenha o botão pressionado por pelo menos 03 (Três) segundos; 
Evite que objetos sejam colocados próximos ao botão, para evitar disparos acidentais (não intencionais); 
Solicite adequação do local em que o botão está instalado, em caso de mudanças de layout na guarita ou reformas; 
Condições de Perda da Garantia
Perderá a garantia se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste
Manual (ver capítulo e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da
ABNT NBR 5674.
 
 
 
Caixa de Gordura e Inspeção
 
Descrição 
A caixa de gordura é um sistema de retenção de gordura e sólidos provenientes da pia de cozinha e da máquina de lavar louças. Sua principal
função é evitar o entupimento da rede pública, pois funciona como uma espécie de filtro, retendo resíduos contidos na água. 
Na caixa de gordura, parte da gordura é eliminada da água em um processo de pré-sedimentação. 
A caixa de inspeção serve para inspecionar e reparar eventuais entupimentos da canalização e para fazer a manutenção do sistema, facilitando o
desentupimento. 
 
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Fonte: Guia do Síndico MRV
 
Condições e Cuidados de Uso 
Não é permitida a instalação de triturador, pois pode causar entupimento nas tubulações; 
Não jogue, nos ralos, gordura, resíduos sólidos ou restos de comida, que possam causar entupimento das tubulações; 
Seguir procedimentos orientações da NBR 8160, conforme seu Anexo F - Procedimentos e cuidados a serem tomados na manutenção dos
sistemas prediais de esgoto sanitário; 
Quando as tampas de dispositivos de acesso forem removidas, recomenda-se proceder a avaliação das peças e componentes de vedação e, caso
necessário, a substituição, antes do fechamento das tampas; 
Devidas precauções devem ser observadas quando se utilizem métodos de desentupimento que envolvam ar ou água à pressão elevada
(mecanizados), pois podem danificar partes da instalação. Devem ser operados somente por pessoal treinado e habilitado; 
As varas ou arames utilizados para desentupimento manual de tubulações devem ser suficientemente flexíveis para passar através das tubulações
sem danificar as superfícies internas dos tubos e qualquer outra peça do sistema predial de esgoto. Esse método é adequado para tubos a partir
de DN 75, pois é necessária certa flexibilidade na introduçãoda haste na tubulação; 
A raspagem pode ser realizada em tubulações a partir de DN 100 quando sua seção interna encontra-se muito diminuída devido a incrustações
(gordura, precipitado e outros). Deve-se observar o tipo de material constituinte das tubulações, antes de realizar a raspagem, de forma a evitar
danos às mesmas; 
A limpeza química consiste no derramamento, para o interior das tubulações, de substâncias químicas que reajam com a matéria acumulada na
obstrução. Esse método deve ser utilizado criteriosamente, pois pode causar danos tanto ao operador quanto às tubulações; 
Quando da renovação de pintura identificadora do sistema predial de esgoto, recomenda-se manter a mesma tonalidade utilizada para o resto do
sistema. As tubulações aparentes do sistema predial de esgoto sanitário devem ser repintadas conforme a NBR 6493; 
Cabe às firmas especializadas dar o destino final ao lodo extraído das CIs (Caixas de Inspeção) e CG’s (Caixas de Gordura); 
IMPORTANTE: Após a limpeza e a manutenção periódica, refazer a vedação das tampas, conforme entregue pela construtora, para evitar mau
cheiro e penetração de insetos, roedores e águas de limpeza e pluviais; 
A caixa de gordura deve ser vistoriada quanto ao despejo incorreto de óleo, excesso de materiais de limpeza, restos de comida, entre outros
materiais estranhos, que prejudicam no correto funcionamento do sistema. É necessário seguir as orientações destacadas na tabela de
manutenções preventivas (em capítulo específico deste manual) e normas técnicas pertinentes. O síndico é responsável por conscientizar os
condôminos que o uso incorreto do sistema ocasiona o entupimento da rede de esgoto e os danos causados pelo mau uso não são cobertos pela
garantia. 
IMPORTANTE! O síndico pode notificar o condômino que se recusar a abrir a área privativa para limpeza das caixas, responsabilizando-o por
qualquer dano causado pela falta de manutenção. 
ATENÇÃO! A gordura retirada não pode ser jogada no ramal interno (tubulação, caixa de inspeção), no posto luminar, na rede coletora de esgoto,
nem na rede pluvial, para se evitarem entupimentos na rede e, consequentemente, retorno de esgoto no seu imóvel. 
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Condições de Perda da Garantia
Se não forem respeitadas as condições e cuidados de uso, se não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver
capítulo e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR
5674.
 
 
 
Caixa de retardo/retenção, bacia de detenção e retenção, Estações elevatórias de águas pluviais (quando
houver)
 
Descrição Geral dos sistemas
Com o crescimento das áreas urbanas também ocorre o aumento de áreas impermeabilizadas, que tem como consequência a redução da
capacidade de infiltração de água no solo e, portanto, maior volume de água nos cursos d’água, o que culmina em mais e maiores enchentes.
Para reduzir o efeito colateral gerado pelo aumento das áreas impermeabilizadas foram criados os sistemas de retenção de águas pluviais, que
têm por objetivo permitir o escoamento das águas das chuvas de modo controlado, com vistas a prevenir o risco de inundações em regiões com
alta impermeabilização do solo e desonerar as redes públicas de drenagem. Para isto são utilizados reservatórios de retenção de águas pluviais,
que auxiliam no escoamento para o sistema de drenagem urbana. Para a definição do tipo de sistema ideal para cada empreendimento e sua
complexidade, são avaliadas algumas situações, tais como: características geográficas, legais e climáticas de cada região.
Para saber se seu empreendimento possui sistema de retenção de águas pluviais e qual o tipo de sistema foi empregado, é necessário
conferir o memorial e os projetos hidráulicos do seu residencial. Após esta identificação, confira neste manual, as manutenções preventivas e
os cuidados e condições de uso.
Como benefícios socioambientais a implantação de sistemas de retenção de águas pluviais possibilita que, em cada elemento de ocupação
urbana, a exemplo dos residenciais, ocorra a redução da vazão de volumes de águas das chuvas para os sistemas de drenagem urbana. Com a
multiplicação destes pontos de retenção é possível evitar o aumento das vazões máximas a jusante de uma bacia hidrográfica urbana,
minimizando a ocorrência de enchentes. 
Descrição simplificada para os possíveis 'Tipos de Sistema'
Estação elevatória de águas pluviais – EEAP – tem como objetivo captar e reter as águas da chuva por um determinado período para então, um
tempo depois, lança-las nas redes públicas. Exemplo: na EEAP existem bombas pra executar a descarga do volume de água após o reservatório
atingir um determinado nível. Estas estações são compostas por: bombas, reservatório e geradores. 
Caixas de retardo/retenção – são destinadas para a coleta de grande volume de água pluvial da edificação, e preparadas para fazer a liberação
desta água de forma mais suave na rede de águas pluviais públicas. Sua localização é normalmente um pouco acima da saída de águas pluviais
para a rede pública.
Bacia de detenção e retenção - são reservatórios com finalidade de armazenar águas pluviais temporariamente, quando da ocorrência de chuvas
intensas. Possuem as funções de amortecimento de vazões de cheias, redução de escoamento superficial e redução da poluição de origem
pluvial, através da retenção de sedimentos. Uma bacia de detenção e retenção permite a lenta infiltração da água no solo, e o retorno da água
para o curso do rio em vazão reduzida. Cada bacia tem níveis diferentes de acúmulo de sedimentos, principalmente influenciada pelas obras de
construção das residências, que acaba carreando grandes parcelas de areia, terra e outros detritos para o sistema de drenagem. É necessário
realizar manutenção das bacias anualmente, para a retirada dos sedimentos cumulados em seu interior.
 
Confira no memorial deste manual e nos projetos se seu empreendimento possui algum destes sistemas. Estas informações são muito
importantes para as manutenções preventivas futuras. 
É obrigatório e de grande importância que o Síndico mantenha contrato com empresa especializada para garantir a correta manutenção
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e operação dos sistemas de captação, retenção, detenção de águas pluviais existentes no condomínio (quando houver).
Tipo de uso 
Sistemas usados em residenciais de acordo com as exigências da legislação municipal.
Condições e cuidados de uso 
IMPORTANTE: garanta que o sistema de retenção de águas pluviais esteja com as manutenções preventivas em dia, e avalie junto à empresa
especializada, contratada para as manutenções preventivas, a possibilidade de reduzir a periodicidade das verificações e manutenções em épocas
chuvosas. Pois, quando o volume de água aumenta muito, exige também maior efetividade no funcionamento do sistema de retenção de águas
pluviais. 
A correta limpeza nos sistemas de retenção de águas pluviais é essencial para o seu bom funcionamento (incluindo os seus reservatórios).
Intensifique esta limpeza em períodos de chuvas intensas – retire folhas, resíduos sólidos, restos de areia, dejetos, etc.; 
Há sistemas de retenção que necessitam de motobombas e geradores– bombas pressurizadas - para garantir o recalque da água pluvial (Confira
nos projetos). Para que elas estejam me perfeito funcionamento, garanta que as manutenções preventivas estejam em dia, com atenção especial
para os períodos de maior índice pluviométrico; 
É obrigatória a contratação de empresa especializada e credenciada para realização das manutenções preventivas e corretivas das
estações elevatórias de águas pluviais – EEAP;
O tempo e o ciclo mínimo de acionamento da bomba dependerão das características que ela possui. É essencial que o Síndico consulte o manual
do fabricante e uma empresa especializada para a correta operação e manutenção destas bombas.
Condições de Perda da Garantia 
Perderá a garantia se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso,e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste
Manual (ver capítulo e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da
ABNT NBR 5674.
Inspeção e Manutenção Preventiva
As recomendações detalhadas de inspeções mínimas e manutenções, sua periodicidade, bem como o tipo empresa que estão habilitados para
sua realização estão listadas separadamente no capítulo (Aba) 'Manutenção Preventiva'.
IMPORTANTE: É imprescindível seguir as recomendações deste manual, as recomendações do fabricante (quando houver) e também todas as
normas técnicas pertinentes para o correto e adequado funcionamento do produto. Não seguir as indicações previstas neste manual, afeta
negativamente a vida útil das partes que compõem a edificação e prejudica a funcionalidade do sistema como um todo, sendo, o
'proprietário/síndico', responsável por providenciar as inspeções e manutenções, bem como o correto registro de suas execuções, conforme
determinado na Norma Técnica NBR 5674:2012. 
 
 
 
Caixas de Incêndio e Mangueiras
 
Descrição
Caixa de Incêndio é um terminal hidráulico composto de esguicho e mangueira, localizado normalmente nas paredes dos corredores da
edificação. São encontrados nas paredes dentro de caixas vermelhas. 
A mangueira é um tubo enrolável destinado a conduzir a água para combate a incêndio.
 
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Fonte: foto obra MRV.
 
Tipo de Uso 
Usado em edificações para combate a incêndios.
Condições e Cuidados de Uso 
Não arrastar a mangueira sem pressão. Isso causa furos no vinco; 
É preciso deixar o registro do barrilete do hidrante sempre aberto; 
As mangueiras devem ser testadas periodicamente por empresas especializadas e devem conter o anel de certificação da manutenção; 
É necessário cuidados no manuseio das mangueiras, pois as juntas de união das mangueiras podem sofrer deformações em caso de golpes e
quedas, ocasionando dificuldades de engate em situações de emergência; 
É importante verificar se a mangueira contém água em seu interior, pois esse acúmulo pode causar o apodrecimento do tecido da mangueira.
Após o uso, devem ser escorridas e postas para secar em local sombreado na posição horizontal apoiada no solo e esticada; 
A mangueira de incêndio deve ser utilizada por pessoal treinado; 
Não armazenar a mangueira sob a ação direta dos raios solares e/ou de vapores de produtos químicos agressivos; 
Não utilizar a mangueira para nenhum outro fim (lavagem de garagens, pátios etc.) que não seja o combate a incêndio; 
Nunca guardar a mangueira molhada após a lavagem, uso ou ensaio hidrostático; 
Resíduos de mofo ou manchas na superfície externa das mangueiras devem ser removidos a seco, quando possível, por meio de escovas de
cerdas macias e longas (não metálicas); 
As juntas de união das mangueiras devem ser periodicamente lubrificadas com grafite; 
Na manutenção das mangueiras de incêndio é imprescindível conferir se os hidrantes têm a mangueira corretamente enrolada e dispõe de bico e
chave Storz. É importante ressaltar que a não observância desse requisito pode comprometer a utilização das mangueiras no momento da
emergência. 
Condições de Perda da Garantia 
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674.
 
 
 
Calhas e Rufos
 
Descrição
 
Os sistemas de águas pluviais são constituídos geralmente por rufos, calhas, condutores verticais e acessórios. As calhas são canais de captação
de águas pluviais coletadas nas coberturas e transportadas para outras áreas. As calhas e rufos são instalados em locais específicos, sendo
normalmente utilizados no encontro do telhado e com a alvenaria. Os rufos são chapas de metal que ficam entre paredes e telhados.
Calhas e Condutores Verticais
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Fonte: figura ilustrativa elaborada para o manual MRV.
 
Tipo de Uso
As calhas e os rufos são úteis para escoar as águas pluviais e evitam a umidade nas paredes. Os rufos são usados para evitar infiltrações e
incrustações de sujeira na alvenaria. As calhas servem para transportar a água da chuva que cai no telhado até os reservatórios, fluxo de água
corrente ou tubos de queda. Elas também contribuem para preservar obras e pinturas, e evitam o apodrecimento dos beirais.
Condições e Cuidados de Uso
Verificar as condições dos rufos (soltos ou em más condições), evitando possíveis infiltrações; 
Verificar a integridade dos selantes na calafetação de rufos e outras chapas; 
Verificação do nível de corrosão de todos os materiais metálicos; 
Verificação da existência de acúmulo de água em calhas e rufos; 
Limpeza periódica de calhas e rufos. Usar apenas jato de água e sabão. Não utilizar vassouras ou qualquer material perfurante; 
Proibido depositar qualquer material sobre as calhas, assim como é proibido andar sobre elas. 
Condições de Perda da Garantia
Retenção localizada de água na estrutura, suas ligações, calhas e rufos; 
Se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste Manual (ver capítulo
e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da ABNT NBR 5674. 
 
 
 
Cancela para veículos (quando houver)
 
Descrição 
As cancelas são meios usados para controlar a entrada e saída de veículos, e funcionam como forma de bloqueio. 
Elas podem ser compostas de barras rígidas ou articuladas, com diferentes comprimentos, e formas de acionamento. 
IMPORTANTE: (quando houver cancela ou previsão) para saber qual o tipo de cancela foi empregada em seu residencial, e ou se existe
tubulação especifica preparada, para futura instalação, pelo condomínio, de sistema de automação, consulte o “Memorial da Área Comum” deste
manual e os respectivos projetos.
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Fonte: Modelo de cancela manual, meramente ilustrativa, criada para manual MRV.
Tipo de Uso
O uso de cancelas é comum em condomínios para controle de acessos em portarias.
Condições e Cuidados de Uso
Sempre confira se os parafusos, articulações e hastes estão em perfeitas condições de uso e operação; 
Peças e ou partes metálicas (exemplo: parafusos, articulações, etc.) devem ser vistoriadas para identificação, prevenção e tratamento de pontos
de corrosão; 
Na operação de cancela manual, só abaixe a haste após total passagem do veículo; 
Não permita que pessoas inabilitadas façam a operação da cancela; 
Condições de Perda da Garantia
Danos provocados por acidentes ou agentes da natureza, tais como, raios, inundações, desabamentos, etc.; 
Uso da cancela para finalidades diferentes a que se destina; 
Danos provocados por acessórios ou equipamentos acoplados ao produto; 
Perderá a garantia se não forem respeitadas as condições, cuidados de uso, e não forem feitas as manutenções mínimas recomendadas neste
Manual (ver capítulo e tabela de manutenções preventivas), e se as evidências de sua realização não forem registradas conforme determinação da
ABNT NBR 5674. 
 
 
 
Castelo d’água em Concreto - Reservatórios e Bombas (quando houver)
 
Descrição
Castelo d’água (quando houver): é um reservatório de água elevado construído em concreto armado. 
Constituição: Eles são constituídos em sua parte externa com escadas metálicas do tipo marinheiro com guarda corpo, gradis das plataformas e
tampas de alçapão, instalações hidráulicas, elétricas, para-raios, e reserva técnica de incêndio (quando houver). Os itens metálicos são
galvanizados e por esse motivo, podem apresentar nuances na coloração. Em alguns casos, possuem portinholas, portas e reserva de emergência
e de incêndio em células instaladas dentro do reservatório. Os reservatórios em concreto possuem impermeabilização interna, constituída de
material que não altera a potabilidade da água. 
Funcionamento:a água é enviada do ponto de captação (concessionária) ao reservatório (Castelo). Se a altitude do ponto de captação é inferior à
altitude do reservatório, utilizam-se bombas para elevar o nível da água até o reservatório superior. Em seguida a água é enviada, por gravidade,
aos ramais de distribuição. Também é possível que sejam usadas bombas pressurizadoras para assegurar a vazão. 
Confira no memorial deste manual e nos projetos se seu empreendimento possui castelo d’água, bombas de recalque e de pressurização.
Estas informações são muito importantes para as manutenções preventivas futuras.
Bomba pressurizadora (quando houver): A pressurização é utilizada para assegurar uma vazão de água estável sem golpes hidráulicos na rede
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de abastecimento de água. O sistema funciona automaticamente, de acordo com a demanda de água do condomínio. Uma vez que haja consumo
a bomba liga e mantêm a rede pressurizada. Caso haja um pequeno vazamento na rede hidráulica, o sistema ligará quando a pressão atingir o
nível mínimo aceitável, assim a rede fica constantemente pressurizada e o condomínio abastecido. Em alguns casos, para garantir o
funcionamento do sistema, é instalado um gerador, ele garante o funcionamento da bomba e que a tubulação permaneça sempre pressurizada. A
decisão da instalação deste gerador cabe ao projetista que irá avaliar a real necessidade de acordo com a região.
Bombas de Recalque (quando houver): A Bomba de Recalque leva a água limpa de baixo para cima, do reservatório de água inferior (no térreo)
para o reservatório superior. O sistema é automático, só utilize o sistema manual em casos extremos ou de tempos em tempos para verificação do
funcionamento e manutenções periódicas.
Tipo de Uso
Os Castelos D’água são usados para distribuição de água para os imóveis. Em algumas situações eles também funcionam como reserva técnica
para combate a incêndio.
Condições e Cuidados de Uso
Para garantir contribuir no alcance da vida útil dos reservatórios, recomenda que sejam feitas inspeções periódicas, interna e externa a estes,
conforme a orientação do fabricante e da companhia de saneamento local. Aproveite também, os momentos em que forem realizadas as limpezas
do castelo, pois são oportunas para execução estas inspeções; 
É obrigatório e de grande importância que o Síndico mantenha contrato com empresa especializada para garantir a correta manutenção
e operação do castelo, do sistema de pressurização, recalque e do gerador (quando houver). 
A quantidade de água que o reservatório vai armazenar deve estar de acordo com o projeto, que é o limite máximo permitido estruturalmente, não
podendo ser ultrapassado por medida de segurança; 
É proibido efetuar qualquer tipo de modificação no Reservatório, pois ele foi calculado estruturalmente, para as condições estabelecidas no
projeto, portanto nenhuma alteração como: mudanças na parte hidráulicas, furações na estrutura, acréscimo de carga, utilização de água não
potável e outros, que não estejam contemplados no projeto, poderão acarretar danos aos castelos, prejudicar seu funcionamento e ainda oferecer
risco a sua estrutura e solidez; 
Qualquer necessidade que esteja relacionada a estrutura de concreto, deverá ser consultada o fabricante; 
Sempre usar água potável no reservatório - A água a ser reservada deverá ter as características potáveis ao consumo humano, provenientes de
‘fornecedores’ idôneos e com análises laboratoriais periódicas, principalmente quando for o caso de água proveniente de poços, caminhões pipa. 
Jamais utilize água não potável. Reforçamos que a água não potável, poderá conter elementos prejudiciais à impermeabilização, ao concreto da
estrutura e é danosa a saúde dos moradores do condomínio, por isto não deve ser usada. 
A ausência da manutenção dentro dos períodos recomendáveis, a falta de uso de água potável e de avaliação físico-química da água pode colocar
em risco a saúde dos moradores do residencial. Por isto, as manutenções devem estar sempre em dia. 
É obrigatório que um técnico de segurança seja consultado para a realização de uma APR – Análise Preliminar de Riscos, e que deverá também
montar um procedimento de segurança a ser seguido antes de se iniciar qualquer atividade que envolva a entrada no reservatório; 
O acesso ao reservatório, principalmente nas partes mais altas deve ser feito somente por pessoas capacitadas, treinadas e com os devidos
equipamentos de segurança; 
Manutenção do reservatório
A Manutenção de castelo d'água não pode ser feita por qualquer pessoa. Precisa ser uma empresa especializada com pessoas capacitadas,
treinadas e qualificadas para o serviço e que também forneça os equipamentos de segurança. Imagine um acidente por queda em um castelo
d'água com mais de 5 metros de altura. A situação seria grave, não é mesmo? É por isso que o equipamento de segurança para fazer a
higienização de castelo d'água é indispensável; 
Para a pintura da tubulação exposta do castelo (Tubos em PVC ou galvanizado) é obrigatório o uso de tinta esmalte a base de água. 
É necessário conservar as calçadas no entorno dos blocos dos Reservatórios com caimento para fora, a fim de evitar empoçamentos e infiltrações
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para o solo, pois, com o passar do tempo, os empoçamentos constantes de água podem comprometer a segurança estrutural do Reservatório; 
É necessário conferir e recompor o sistema de impermeabilização periodicamente, conforme indicado no plano de manutenção preventiva
recomendado neste manual; 
Recomendamos a produção de laudos de inspeção de manutenção, uso e operação, potabilidade da água, a serem realizados periodicamente por
profissionais habilitados registrados nos conselhos profissionais competentes. Tais laudos poderão ser solicitados pelo incorporador, construtor,
proprietário ou condomínio; 
Registros de manutenções: o Síndico deverá documentar suas respectivas inspeções, manutenções e limpezas através de registros conforme
ABNT NBR 5674 – Manutenção das Edificações, que devem ser organizados de forma a comprovar a sua realização (notas fiscais de serviços,
peças, análise da água, etc.), auxiliar no controle dos prazos e condições de garantias, formalizar e regularizar os documentos obrigatórios; 
Depois de transcorridos 02 (dois) anos da data de compra do reservatório, ou quando se for executar a limpeza do mesmo, é recomendável que
seja feita uma inspeção de alguns itens listados a seguir, a fim de se detectar qualquer problema que porventura venha a comprometer a sua vida
útil; 
A empresa, ou profissional contratado deverá providenciar um relatório de inspeção e/ou proposta técnica de manutenção contendo no
mínimo os seguintes itens:
Condições das peças Metálicas - o inspetor deverá anotar todos os locais onde encontrar qualquer anomalia, como, por exemplo, áreas
corroídas. Nos locais onde for constatada qualquer uma destas anomalias, será necessário efetuar um reparo, a fim de se interromper o
processo em andamento;
Escadas, Guarda-Corpo e Tampas - verificar se há pontos de corrosão que os comprometam estruturalmente, bem como os locais onde
são fixados por parafusos (verificar o aperto destes);
NOTA: após qualquer reparo feito em função de corrosão, a região reparada deverá ser novamente pintada, utilizando-se as mesmas
especificações de tintas estabelecidas em projeto. 
Condições da impermeabilização: a inspeção deve buscar identificar as condições da impermeabilização interna do castelo, indicando
as possíveis necessidades de recomposição do sistema;
Base do Castelo – averiguar a presença de recalque ou trincas na base;
Extravasor e Respiro – devem estar desobstruídos e protegidos contra entrada de insetos;
Isolamento (fechamento, grade e cadeado) – Todo local de instalação do Castelo deve ser isolado (com cadeado) e o acesso ao
sistema/quadros elétricos acessíveis somente a pessoas autorizadas acompanhadas pelo Síndico e Segurança do Trabalho;
Ao concluir a inspeção interna e eventuais manutenções necessárias,

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