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FP080 - Resolução e transformação de conflitos no âmbito escolar
Atividade prática
TRABALHO: Resolução de Conflitos Sobre Racismo
Atividade prática
Código:FP080
Nome e sobrenome dos alunos:
Alessandra Boeira Bastos - BRFPMME4270473,
Andressa Márjorye Amaral Krauss Hansen - BRFPMME1678405,
Eliane Ferreira da Silva - BRSNMGS1956298,
Edson Karsten - BRFPMME5570738.
Curso: Mestrado em educação.
Grupo: 2024
Data:26/08/2024
Sumário
1.	Justificativa	3
2.	Objetivos	4
3.	Introdução	5
4.	Conflito	6
6.	Considerações Finais	9
7.	Referências Bibliográficas	9
1
1. Justificativa
Os conflitos no ambiente escolar têm raízes no contexto histórico das instituições, onde castigos físicos eram usados como garantia de ordem e disciplina. Hoje em dia, as punições, conhecidas como simbólicas como advertências, suspensões e tarefas adicionais muitas vezes não atingem a eficácia desejada e, além disso, podem falhar em preparar os indivíduos para a vida em sociedade de forma integral.
A boa convivência não implica a ausência de conflitos. A escola, como uma organização social, não só identifica e media as divergências, mas também intervém e propõe alternativas que promovam uma cultura de paz. A transformação para uma nova forma de convivência permitirá mudanças tanto dentro quanto fora do ambiente escolar.
O grande desafio é promover um espaço aberto ao diálogo e à compreensão, rompendo com formas de intolerância. Conforme Catarina Morgado e Isabel de Oliveira (2009, p. 47) destacam: “A promoção de ambientes de aprendizagem construtivos, ou seja, um ambiente positivo em sala de aula, cuja gestão eficaz dos comportamentos promova disciplina e, ao mesmo tempo, respeito e afeto, é essencial para que crianças e jovens se sintam seguros ao compartilhar ideias e sentimentos.” Viver em diversidade exige um aprendizado contínuo sobre a convivência. No contexto brasileiro, tanto em escolas particulares quanto públicas, os alunos passam mais tempo na escola do que em casa.
 A pandemia acentuou desafios de convivência, como o aumento da violência doméstica, a perda de familiares, o desemprego e a falta de recursos, além do afastamento social generalizado, que se restringiu principalmente ao convívio familiar, entre outras dificuldades.
A escola teve que se reinventar e continua se adaptando para promover entre os alunos um sentimento de pertencimento e compromisso coletivo.
Segundo Maria Dolores García Ruíz (2015), “Pode ser que o âmbito educativo seja um espaço privilegiado para que aconteçam vários tipos de conflitos (...) isso pelas diversidades de pessoas e suas histórias, que fazem parte desses espaços.” A sociedade tem transferido para a escola, especialmente para os professores, responsabilidades que tradicionalmente eram das famílias. Embora os alunos passem um tempo expressivo na escola, não cabe à instituição preencher todas as carências e deficiências de princípios que surgem no ambiente familiar.
Devido ao grande número de conflitos que podem surgir no ambiente escolar, é essencial implementar ações efetivas de mediação e intervenção que respeitem os princípios de alteridade e interculturalidade. García Ruíz (2001), categoriza os conflitos escolares em diferentes tipos: a) conflitos de relação, que surgem de fortes emoções negativas e falta de informações adequadas para decisões; b) conflitos de interesses, que ocorrem quando uma parte acredita que a satisfação de suas necessidades implica no sacrifício das necessidades dos outros; c) conflitos de valores, que se originam de crenças incompatíveis; e d) conflitos intrapessoais, que ocorrem dentro dos próprios indivíduos.
No ambiente educativo, García Ruíz (2001), identifica conflitos específicos como: a) conflitos de poder relacionados à instituição; b) conflitos de relações, como o bullyng; c) conflitos de rendimento, associados ao currículo; e d) conflitos interpessoais, que refletem a sociedade em que a escola está inserida e podem oferecer valiosas oportunidades de aprendizado.
De acordo com Cury (2014), a gestão de conflitos no ambiente escolar demanda uma abordagem que ultrapasse a mera mediação de desentendimentos. É necessário aprofundar-se nas causas implícitas desses conflitos e cultivar um ambiente escolar que incentive o diálogo e a construção conjunta de soluções.
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Uma gestão eficaz de conflitos no ambiente escolar deve ir além da resolução de problemas imediatos, buscando implementar estratégias que fortaleçam as relações interpessoais e promovam um ambiente de respeito e cooperação contínua entre todos os membros da comunidade escolar, Tavares (2015).
Para Libâneo (2012), a gestão escolar deve incluir práticas de resolução de conflitos que engajem ativamente todos os membros da comunidade escolar. Essa abordagem promove um ambiente de diálogo e negociação, contribuindo para a construção de um clima organizacional mais harmonioso e produtivo.
Lück (2009) afirma que a gestão de conflitos nas escolas deve ser vista como um processo contínuo que inclui o desenvolvimento de certas competências para lidar com conflitos de forma positiva, promovendo um ambiente de aprendizagem cooperativo e respeitoso.
Morin (2000)  que a resolução de conflitos nas escolas deve ser feita de forma integral, levando em consideração as dificuldades das relações interpessoais, e promovendo uma educação que valorize a convivência pacífica e a compreensão mútua entre cada aluno.
2. Objetivos 
· Combater os racismo e seus conflitos no âmbito escolar.
· Diagnoticar e solucionar conflitos.
· Promover a paz e a boa convivência no âmbito escolar.
3. Introdução 
Este estudo visa detalhar como a aplicação de princípios fundamentais pode potencializar a eficácia dos processos de mediação no combate ao racismo no ambiente escolar, promovendo uma cultura de paz e inclusão. A adoção desses princípios é crucial não apenas para a resolução de conflitos, mas também para a criação de um ambiente educacional mais igualdade e transformador. Nosso trabalho buscou explorar os princípios essenciais para uma mediação eficaz, detalhados a seguir:
· Sensibilidade: É imperativo que educadores e mediadores desenvolvam uma sensibilidade refinada para reconhecer e compreender as diversas realidades e experiências dos alunos, especialmente aqueles que enfrentam discriminação racial. Essa sensibilidade permite uma abordagem mais empática e adaptada às necessidades individuais, contribuindo para uma resolução de conflitos mais justa e eficaz.
· Ética e Supremacia dos Direitos Humanos: Toda prática de mediação deve estar fundamentada em princípios éticos sólidos e no respeito à supremacia dos direitos humanos. Isso assegura que as soluções propostas respeitem a dignidade e a igualdade de todos os envolvidos, prevenindo a perpetuação de injustiças e garantindo que as decisões tomadas estejam em conformidade com os direitos fundamentais de cada aluno.
· Conhecimento da Legislação e das Diretrizes Educacionais: É essencial que os mediadores estejam familiarizados com as leis e diretrizes que regem a educação e a proteção contra a discriminação racial. Esse conhecimento assegura que as práticas de mediação estejam em consonância com as normas legais e educacionais, oferecendo uma base sólida para a resolução de conflitos e garantindo a legalidade e a eficácia das medidas adotadas.
· Capacidade Comunicativa: A habilidade de comunicar-se de forma clara e eficaz é essencial para facilitar o diálogo entre as partes envolvidas no processo de mediação. Uma comunicação aberta e produtiva ajuda a esclarecer mal-entendidos e a promover a compreensão mútua, fundamental para a resolução pacífica dos conflitos.
· Capacidade de Escuta: A escuta ativa é fundamental para que os mediadores compreendam verdadeiramente as perspectivas e preocupações de todos os participantes. Ao ouvir atentamente, é possível identificar as raízes dos conflitos e formular soluções que atendam adequadamente às necessidades e expectativas de todos os envolvidos.
· Confidencialidade:Garantir o sigilo das informações discutidas durante a mediação é vital para criar um ambiente de confiança. A confidencialidade permite que os participantes se sintam seguros ao compartilhar suas preocupações e experiências, o que é crucial para uma mediação eficaz e respeitosa. A quebra de sigilo deve ocorrer apenas em casos de risco iminente para uma das partes.
· Criatividade: A capacidade de pensar de forma criativa é essencial para encontrar soluções inovadoras e adaptativas para os conflitos relacionados ao racismo. A criatividade pode ajudar a desenvolver abordagens não convencionais que abordem as especificidades de cada situação, promovendo um ambiente mais inclusivo, respeitoso e menos estressante.
· Estilo Cooperativo: Adotar uma abordagem cooperativa é fundamental para construir consenso e promover um ambiente harmonioso. Um estilo cooperativo incentiva todas as partes a trabalhar em conjunto na busca de uma solução comum, reforçando o compromisso com a paz e a inclusão dentro da escola.
A aplicação desses princípios é essencial para assegurar que os processos de mediação no ambiente escolar sejam eficazes não apenas na resolução de conflitos, mas também na promoção de uma ação educativa transformadora. Dessa forma, contribui-se para a construção de um ambiente educacional onde todos os alunos possam aprender e crescer em um espaço seguro, respeitoso e livre de discriminação racial.
4. Conflito
Na Escola Estadual de Ensino Médio Professor Francisco Canquerini, zona rural de Viamão, Rio Grande do Sul um incidente de racismo desencadeou um grande conflito entre os alunos do ensino médio e impactou negativamente o ambiente escolar. Durante uma atividade em sala de aula, um aluno fez um comentário racista, que rapidamente gerou uma divisão entre os estudantes. Alguns acreditavam que o comentário foi feito sem a intenção de ofender, enquanto outros consideravam que era claramente racista e prejudicial. A situação escalou rapidamente, afetando o clima escolar e a sensação de segurança entre os alunos.
Dado o caráter grave do incidente, a escola fez uma ata com os alunos envolvidos e orientou o aluno que sofreu o racismo a fazer um boletim de ocorrência. O racismo é um crime e deve ser tratado com seriedade, e o boletim de ocorrência foi crucial para envolver as autoridades competentes e assegurar uma resposta apropriada. Esse registro também ajudou a formalizar a questão e demonstrou o compromisso da escola em lidar com a situação de maneira rigorosa.
A escola reconheceu a necessidade urgente de educação contínua para lidar com o racismo e suas implicações, assim utilizando da mediação de conflitos horizontal. Para isso, foram organizadas formações antirracistas tanto para professores quanto para alunos. Os professores participaram de workshops que abordaram o impacto do racismo, estratégias para promover a inclusão e técnicas para identificar e lidar com comportamentos discriminatórios em sala de aula.
Para os alunos, a formação incluiu palestras sobre a Cultura da Paz, discussões guiadas e atividades práticas (frases em cartazes) que exploraram a história e as realidades do racismo. A intenção era não apenas aumentar a conscientização, mas também fomentar uma compreensão mais profunda das consequências do racismo e das formas de combatê-lo.
Para garantir que a educação antirracista tivesse um impacto duradouro, a escola integrou os temas de diversidade e inclusão no currículo escolar. Isso incluiu a incorporação de tópicos relacionados a racismo e preconceito nas aulas de literatura, história, estudos sociais e até mesmo em ciências e artes. Projetos e atividades foram desenvolvidos para encorajar os alunos a investigarem e refletir sobre questões de raça e discriminação, permitindo-lhes aplicar o que aprenderam em contextos práticos.
Além disso, metodologias de ensino ativas foram adotadas para promover debates construtivos e a participação dos alunos. Discussões em grupo, simulações e estudos de caso foram utilizados para facilitar uma compreensão mais profunda e pessoal dos temas abordados na formação.
Para promover um ambiente escolar mais respeitoso e inclusivo, a escola revisou e atualizou seu código de conduta. O novo código incluiu políticas claras sobre comportamento respeitoso e estabeleceu consequências específicas para atitudes discriminatórias. A aplicação rigorosa dessas políticas foi essencial para reforçar a seriedade com que a escola trata questões de racismo.
A escola também organizou eventos que celebraram a diversidade e promoveram a compreensão intercultural. Semanas de diversidade, feiras culturais e encontros com representantes de diferentes comunidades foram realizados para reforçar a importância da inclusão e celebrar as diversas origens dos alunos.
A escola disponibilizou recursos adicionais para apoiar a formação antirracista. Livros, filmes, artigos e outros materiais educacionais sobre racismo e diversidade foram fornecidos para professores e alunos. Essa disponibilidade de recursos ajudou a aprofundar o aprendizado e a oferecer novas perspectivas sobre os temas abordados.
Os professores também receberam suporte contínuo por meio de sessões de acompanhamento, grupos de discussão e workshops adicionais. Esse suporte foi vital para ajudar os educadores a aplicarem os conhecimentos adquiridos na formação e a enfrentar desafios que surgissem em sala de aula.
Foi criado um espaço seguro para que os alunos pudessem compartilhar suas experiências e preocupações relacionadas a questões de raça e discriminação. Esses espaços foram projetados para fomentar um diálogo aberto e respeitoso, permitindo que os alunos se sentissem ouvidos e apoiados.
A escuta ativa e empática foi incentivada entre alunos e professores, promovendo um ambiente onde todos pudessem expressar suas opiniões e sentimentos sem medo de retaliação. Esse ambiente de respeito mútuo ajudou a construir uma cultura de compreensão e solidariedade.
A eficácia das medidas adotadas foi monitorada por meio de avaliações periódicas. Pesquisas de satisfação, análises de incidentes relacionados ao racismo e feedback dos alunos e professores foram utilizados para medir o impacto da formação e identificar áreas que precisavam de ajustes.
Com base nas avaliações, ajustes foram feitos nas estratégias de formação e intervenção para melhor atender às necessidades emergentes da comunidade escolar. Esse processo de revisão contínua garantiu que as ações da escola permanecessem eficazes e relevantes.
O envolvimento dos pais e responsáveis foi uma parte crucial do esforço para combater o racismo. Workshops e informações foram fornecidos para que os pais pudessem apoiar a formação antirracista em casa e contribuir para a criação de um ambiente mais inclusivo.
A escola também estabeleceu parcerias com organizações externas especializadas em diversidade e inclusão. A coordenadoria regional responsável pela escola, juntamente com assistentes sociais do município trouxeram a fala da Cultura da Paz. Essas parcerias trouxeram especialistas e novas perspectivas que enriqueceram o aprendizado e ajudaram a fortalecer o compromisso da escola com a inclusão.
A cultura da paz está vinculada ao empenho de recusar comportamentos agressivos, adotando uma nova forma de encarar a vida, fundamentada na não violência e sustentada pela prática do diálogo e da resolução pacífica de conflitos. Quando aplicada ao racismo, essa abordagem envolve o compromisso de enfrentar e superar atitudes discriminatórias, promovendo a igualdade e o respeito mútuo.
A Escola Estadual de Ensino Médio Francisco Canquerini, situada em uma zona rural e próxima a duas comunidades quilombolas, possui um papel fundamental na promoção da diversidade e inclusão. A localização da escola não apenas enriquece o ambiente escolar com uma rica diversidade cultural, mas também reforça a necessidade de uma abordagem sensível e respeitosa em relação às questões de identidade racial e cultural. As medidas implementadas, incluindo a formação antirracista, a integração da diversidadeno currículo e o engajamento com as comunidades locais, demonstram o compromisso da escola em criar um ambiente onde todos os alunos se sintam valorizados e respeitados. A continuidade desses esforços e o envolvimento ativo com as comunidades quilombolas são essenciais para construir uma cultura escolar inclusiva e acolhedora para todos.
5. Frases para cartazes/material de apoio.
· “O racismo não é apenas uma questão de preconceito individual, mas uma estrutura sistemática que perpetua a desigualdade e a injustiça em nossas instituições e comunidades.”
· “Para erradicar o racismo, é fundamental promover a compreensão e o respeito mútuo, reconhecendo e desmantelando as práticas discriminatórias que ainda persistem em nossa sociedade.”
6. Considerações Finais
A história descrita a seguir é um cenário fictício criado para ilustrar um exemplo de conflito e resolução relacionado ao racismo em uma escola próxima a duas comunidades quilombolas. Embora a narrativa e os eventos apresentados sejam fictícios, a Escola Estadual de Ensino Médio Francisco Canquerini é uma instituição real, situada em uma zona rural no bairro do Capão da Porteira, cidade de Viamão/RS e próxima a comunidades quilombolas. Este exemplo visa destacar a importância de práticas inclusivas e educacionais em contextos escolares com diversidade cultural e histórica significativa.
Este trabalho foi desenvolvido para apresentar uma situação hipotética de mediação e aplicar três princípios fundamentais que auxiliarão na resolução de conflitos no ambiente escolar (tentamos abordar os 8 princípios). A abordagem proposta visa oferecer soluções práticas e fundamentadas para lidar com as complexidades dos conflitos escolares, promovendo um ambiente educativo mais harmonioso e inclusivo.
7. Referências Bibliográficas
Garcia, E. (2001). As caras da violência e alguns modos de construir a paz. São Paulo: FTD.
FUNIBER, Fundação Universitária Iberoamericana (2021). Material Didático, Resolução e transformação de Conflitos no Âmbito Escolar. Barcelona. Espanha. 
Morgado, C.; & Oliveira, I. (2009). Mediação em contexto escolar: Transformar O Conflito Em Oportunidade. Exedra Revista Científica, n.1, 43-55.
Tavares, J. A. (2015). Gestão de Conflitos na Escola: Teoria e Prática. Rio de Janeiro: Wak Editora.
Cury, A. B. (2014). Conflitos na Escola: Desafios e Possibilidades. Campinas: Papirus.
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