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LABORATÓRIO DE PRÁTICA PEDAGÓGICA IV: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
AULA – 5 
 
ALTERNATIVAS DO USO DE 
AMBIENTES VIRTUAIS DE 
APRENDIZAGEM NA PRÁTICA 
PEDAGÓGICA 
 
 
Prezado aluno, 
 
Os ambientes virtuais de aprendizagem (AVA), como qualquer ferramenta 
tecnológica, devem ser utilizados como um meio, e têm como finalidade promover 
interação entre os professores e alunos, contribuindo para que o ensino seja mais 
inovador e para que as aulas tenham mais flexibilidade. Para que o professor utilize 
o AVA como um meio, é preciso compreender as características dos AVA e ter 
sempre uma intencionalidade pedagógica para o uso desse recurso, de modo que 
o plano de aula e o planejamento das práticas pedagógica são fundamentais. 
Nesta unidade de ensino, você vai estudar sobre os ambientes virtuais de 
aprendizagem (AVA), conhecendo suas características e sua potencialidade no 
ensino nas escolas e desenvolvendo um plano de aula a partir de seus recursos. 
 
Bons estudos! 
 
 
 
5. AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM: DEFINIÇÃO 
 
Os avanços tecnológicos desempenharam um papel significativo no impulso do 
desenvolvimento e na transformação contínua da internet ao longo do tempo, 
especialmente na década de 1990. Esses progressos foram catalisadores de novas 
abordagens no processo de ensino e aprendizagem, explorando as possibilidades 
oferecidas pela rede mundial de computadores. Uma expressão tangível desses 
avanços é a proliferação de aplicativos e programas que viabilizam a oferta de 
educação online, sendo os Ambientes Virtuais de Aprendizagem um exemplo notável. 
Em consonância, Silva (2003), destaca sobre a evolução das tecnologias e a 
educação online: "O computador e a Internet delineiam essa nova ambiência 
informacional e estabelecem a tonalidade da nova lógica comunicacional, substituindo 
a distribuição em massa associada à fábrica e à mídia clássica, até então símbolos 
societários. 
Almeida (2003), ressalta que os avanços e a disseminação do uso das 
tecnologias de informação e comunicação (TIC) abrem novas perspectivas para a 
educação a distância apoiada em ambientes digitais de aprendizagem acessados via 
internet. Os Ambientes Virtuais de Aprendizagem estão cada vez mais presentes nos 
cenários acadêmicos. Embora sejam amplamente utilizados em instituições que 
oferecem cursos à distância ou semipresenciais, tanto no ensino de graduação quanto 
de pós-graduação, observa-se uma expansão desses ambientes para novos 
horizontes. Atualmente, eles encontram espaço em instituições de ensino fundamental 
e médio, proporcionando oportunidades para inovar no processo educacional e 
oferecendo diversas abordagens para impulsionar práticas pedagógicas que 
incentivem e motivem os alunos a aprender, aproveitando de maneira pedagógica os 
recursos da internet. 
Almeida (2003), em suas pesquisas sobre o ensino a distância, conceitua os 
Ambientes Virtuais de Aprendizagem como sistemas computacionais acessíveis pela 
internet, criados para apoiar atividades mediadas pelas tecnologias de informação e 
comunicação. Esses ambientes têm a capacidade de integrar diversas formas de 
mídia, linguagens e recursos, apresentar informações de maneira organizada, 
promover interações entre pessoas e objetos de conhecimento, além de facilitar o 
 
 
 
desenvolvimento, elaboração e compartilhamento de produções, visando alcançar 
objetivos específicos. 
Almeida (2015), esclarece que o AVA, conhecido em inglês como "virtual 
learning environment", é estruturado em uma plataforma computacional 
disponibilizada pela internet. Essa plataforma pode ser utilizada mediante licença ou 
ser gratuita, oferecendo ferramentas que possibilitam a integração de múltiplas 
mídias, linguagens e recursos. Além disso, o AVA é capaz de apresentar informações 
de maneira organizada, promover interações entre pessoas e objetos de 
conhecimento, bem como permitir a elaboração e socialização de produções, visando 
alcançar objetivos específicos. 
Silva (2003), destaca que, junto com a flexibilidade espacial e temporal, o 
computador conectado à internet proporciona ao aprendiz a interatividade, envolvendo 
o diálogo, a criação e o controle dos processos de aprendizagem por meio de 
dispositivos e interfaces de gestão, autoria e comunicação. Ele enfatiza que o 
professor deve basear sua prática na educação centrada no diálogo, na troca, na 
participação, na intervenção, na autoria e na colaboração. Diversos AVA estão 
disponíveis na internet, como Teleduc, e-ProInfo, WebCT, LearningSpace, TopClass, 
Eureka, VirtualU, Web Course in a Box, CourseInfo, FirstClass e Moodle. O Google 
também oferece o recurso Google Classroom, permitindo que os professores criem 
salas de aula de acordo com suas disciplinas. 
5.1 Ambientes virtuais de aprendizagem: características 
A educação online por meio do AVA apresenta característica distinta em 
comparação com o ensino presencial ou à distância por correspondência ou televisão, 
por exemplo, uma vez que possibilita a interatividade entre professores e alunos. A 
interatividade proporcionada pelo por esse método configura uma modalidade de 
ensino que se destaca pelas características como a atuação do professor, a 
organização e produção de materiais, o uso de ferramentas e recursos digitais, o 
gerenciamento dessas ferramentas e as características do aluno enquanto sujeito 
autônomo e comprometido com sua aprendizagem. 
Para Silva (2003), o professor precisa estar preparado para criar um ambiente 
de ensino em uma abordagem online, o que acarreta novas exigências em relação à 
 
 
 
sua atuação como docente. Conforme o autor, o professor precisa preparar-se para 
ministrar aulas online. O peso histórico da pedagogia da transmissão exigirá, como 
contrapartida, formação continuada e profunda capaz de levá-lo a reformular sua 
prática docente. Além disso, ele complementa afirmando que a transmissão do 
conhecimento centrada exclusivamente na atuação do docente, sem considerar o 
aluno como o centro da aprendizagem, é uma postura pedagógica ultrapassada. 
Assim, o professor, na educação online, em vez de meramente transmitir, torna-se um 
formulador de problemas, provocador de situações, arquiteto de percursos e 
mobilizador da experiência do conhecimento. 
Blikstein e Zuffo (2003), destacam que, em vez da transmissão unidirecional de 
informação, valoriza-se cada vez mais a interação e a troca de informações entre 
professor e aluno nos ambientes virtuais de aprendizagem, a fim de proporcionar ao 
discente um ambiente significativo de aprendizagem na educação virtual. Os autores 
afirmam ainda que, em substituição à reprodução passiva de informações já 
existentes, busca-se cada vez mais estimular a criatividade dos estudantes, adotando 
uma abordagem pedagógica baseada em projetos e uma educação centrada no aluno 
ao longo da vida. 
Na educação online, os papéis do docente, conforme Moran (2003), 
multiplicam-se, diferenciam-se, complementam-se, exigindo uma grande capacidade 
de adaptação e criatividade diante de novas situações, propostas e atividades. O autor 
destaca a complexidade em determinar uma metodologia adequada para cada 
situação, enfatizando que não há uma receita pronta. Assim, é fundamental que o 
professor leve em consideração o contexto educacional específico e analise o seu 
público-alvo para definir a organização da metodologia na educação à distância. 
Para desempenhar o papel de orientador e mediador do conhecimento, o 
professor, conforme Silva (2003), faz uso de diversas ferramentas ou interfaces 
integradas ao AVA. Essas ferramentas propiciam a interatividade e a construção do 
conhecimento, incluindo recursos como fórum, chat, blog, textos coletivos, portfólio, 
midiateca e videoconferência no modelo "todos-todos". Essa diversidade de 
instrumentos possibilita a promoção dediálogo, colaboração e compartilhamento de 
ideias entre os participantes do ambiente virtual. 
 
 
 
 
Para Silva (2013), a educação online propicia a troca, compartilhamento e 
partilha de saberes e conhecimentos, demandando o comprometimento de todos os 
envolvidos com o processo de aprendizagem por meio de uma mediação que fomente 
a interatividade entre os participantes. O autor destaca que a internet engloba diversas 
interfaces, cada uma reunindo elementos de hardware e software destinados a 
viabilizar trocas, intervenções, agregações, associações e significados, como autoria 
e coautoria. Essas interações, segundo ele, podem integrar várias linguagens, como 
sons, textos, fotografias e vídeos na tela do computador. Através de ícones e botões 
acionados por cliques do mouse ou combinações de teclas, janelas de comunicação 
se abrem, possibilitando a interatividade entre usuário-tecnologia, tecnologia-
tecnologia e usuário-usuário. 
A interface de ferramentas como chat, fórum, Wiki, lista e blogs proporciona, no 
AVA, a comunicação "todos-todos". De acordo com Silva (2010), essas ferramentas 
favorecem a integração, o sentimento de pertença, as trocas, as críticas e autocríticas, 
as discussões temáticas, a elaboração, a colaboração, a exploração, a 
experimentação, a simulação e a descoberta. Isso contrasta com uma sala de aula 
tradicional, centrada apenas na transmissão de informações pelo professor. 
Assim, a potencialidade do AVA se amplia com o uso das tecnologias digitais, 
sendo recursos que capacitam o professor a organizar práticas pedagógicas com 
interação e mediação. Isso é possível por meio de ferramentas e recursos, tais como 
as ferramentas de comunicação síncronas, que permitem a comunicação entre alunos 
e professores em tempo real (ou seja, os sujeitos devem estar conectados 
simultaneamente, como no chat), e pelas ferramentas de comunicação assíncronas, 
nas quais os sujeitos não precisam estar conectados ao mesmo tempo, como em 
fóruns e e-mails. 
Conforme Almeida (2003), os recursos disponíveis nos AVA são, 
essencialmente, os mesmos existentes na internet (correio, fórum, bate-papo, 
conferência, banco de recursos, etc.), com a vantagem de propiciar a gestão da 
informação de acordo com critérios preestabelecidos de organização definidos pelas 
características de cada software. Os AVA possuem bancos de informações 
representadas em diferentes mídias (textos, imagens, vídeos, hipertextos) e 
interligadas por meio de conexões constituídas de links internos ou externos ao 
sistema. 
 
 
 
Quanto à organização dos materiais, é responsabilidade dos professores tanto 
a produção quanto a seleção dos materiais que serão disponibilizados. O professor 
deve sempre considerar o contexto e os alunos, cuidando, por exemplo, da linguagem 
para que seja de fácil entendimento ou ative conhecimento prévio. O design desses 
materiais deve ser atrativo, claro e alinhado com objetivos pedagógicos. 
Para tornar os materiais mais interativos, o professor pode recorrer ao uso de 
ferramentas como hiperlinks, áudios curtos com explicações e dicas, e vídeos 
explicativos ou de simulação disponibilizados por meio de hiperlinks em um material 
impresso. Silva (2003), destaca a importância de romper com a linearidade do livro e 
das apostilas na disposição dos conteúdos, evitando cair no equívoco de distribuir 
conteúdos fechados em um site estático desprovido de mecanismos de interatividade 
e criação coletiva. 
Em algumas instituições, o professor pode contar com o suporte de uma equipe 
multidisciplinar, composta por profissionais como designer instrucional, assessores 
linguísticos, designer gráfico, web roteiristas, web designer, ilustradores, 
programadores, entre outros. É relevante destacar que, caso o professor não tenha à 
disposição uma equipe para auxílio e suporte, há a opção de utilizar AVAs que 
permitem a organização de disciplinas de maneira simples e didática. Exemplos 
desses AVAs incluem o Moodle, um software gratuito de fácil uso e aplicação, ou o 
Google Classroom, que também oferece uma plataforma de fácil acesso e didática, 
permitindo que qualquer professor com conhecimentos básicos de uso de computador 
crie salas de aula virtuais. 
Os AVAs proporcionam aos professores ferramentas e recursos que permitem 
o gerenciamento das atividades. Dessa forma, os educadores conseguem organizar 
ações e estratégias de ensino de acordo com o progresso e o desempenho dos alunos 
nas atividades. Isso inclui o acompanhamento do histórico dos conteúdos acessados, 
a avaliação do número de participações em chats e fóruns, o engajamento em 
atividades em grupo, como aquelas realizadas em Wikis para a produção colaborativa 
de textos. É importante ressaltar a importância de uma análise pedagógica dos dados 
coletados pelos professores. 
Para a administração eficaz, os professores contam com ferramentas no AVA 
que abrangem tanto a publicação de notas e feedbacks como o controle dos registros 
dos alunos, a organização de agendas e ferramentas para a criação e administração 
 
 
 
de atividades no ambiente virtual, além dos materiais postados. O gerenciamento 
desses ambientes envolve vários aspectos, como a gestão das estratégias de 
comunicação e mobilização dos participantes, o acompanhamento da participação 
dos alunos através do registro de produções, interações e caminhos percorridos, o 
suporte e orientação dos formadores aos alunos, e a gestão do processo de avaliação 
(ALMEIDA, 2003, p. 332). 
É relevante salientar que o AVA possibilita o backup da estrutura organizacional 
de um professor, curso, disciplina ou conteúdo. Essa funcionalidade permite que o 
professor reutilize essa estrutura no futuro, com diferentes alunos. Em caso de 
necessidade, é possível realizar alterações, como a inclusão ou exclusão de itens 
específicos. No contexto da educação online, Schneider, Silva e Behar (2013), 
observam que o perfil do aluno passou por transformações com o acesso às 
tecnologias digitais. As autoras ressaltam a importância de os professores analisarem 
seu público-alvo, compreendendo seus interesses, necessidades pedagógicas, 
influência tecnológica, entre outros aspectos, que podem impactar a dinâmica 
pedagógica em uma aula online. 
Se considerarmos, por exemplo, que o professor atua na Educação de Jovens 
e Adultos (EJA), é possível que os alunos dessa classe não possuam fluência digital, 
o que pode resultar em dificuldades para se adaptarem ao ambiente de ensino on-
line. Nesse contexto, torna-se crucial que o professor prepare esses alunos para a 
aprendizagem on-line, implementando práticas pedagógicas que abordem o uso das 
Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs). Em contrapartida, se os 
professores lidam com alunos considerados nativos digitais (PALFREY; GASSER, 
2011), podem ter mais facilidade na organização das aulas on-line, mas podem 
precisar abordar questões relacionadas à gestão do tempo com os alunos, garantindo 
que aproveitem plenamente as potencialidades do AVA para aprender e construir 
conhecimento. 
 
 
 
 
 
 
5.2 Proposta de uma aula em um AVA 
 
Silva (2010), destaca que se a escola e a universidade ainda não exploram 
devidamente a internet na formação das novas gerações, estão na contramão da 
história, alheias ao espírito do tempo e, criminosamente, produzindo exclusão social 
e exclusão cibercultural. Isso é especialmente relevante ao considerarmos a nova 
geração de alunos, conhecidos como nativos digitais. Tanto os pais quanto os 
professores precisam estar atentos e preocupados em abordar o uso das tecnologias 
digitais de maneira significativa, contribuindo para o desenvolvimento integral dessas 
crianças e adolescentes (PALFREY; GASSER, 2011). 
Como destacam Blikstein e Zuffo (2003), em nossas escolas, qual seria o uso 
mais revolucionário das tecnologias? Aquele em que os alunos seguem receitas 
passo-a-passoou quando empreendem projetos pelos quais são interessados e 
apaixonados, fora dos estritos regulamentos de conduta e comportamento? 
 Para que o professor elabore uma proposta de aula, é fundamental que essa 
proposta esteja alinhada ao seu planejamento escolar, vinculada às suas aulas 
presenciais, considerando a aula online, por meio dos ambientes virtuais, como uma 
extensão da escola. O objetivo deve ser proporcionar ao aluno novas oportunidades 
de complementar ou atribuir significado aos conhecimentos, de modo que essa 
aprendizagem seja ativa e que o aluno seja o centro do processo de ensino e 
aprendizagem. 
Alguns dos elementos que o professor não pode esquecer na elaboração de 
suas propostas incluem: a definição do tema da aula; os objetivos de aprendizagem; 
a sequência didática da prática pedagógica; a escolha dos recursos e ferramentas que 
serão utilizados no AVA, bem como os materiais que serão disponibilizados; e o 
planejamento da avaliação do aluno. 
Vickery (2016), destaca o crescente uso das tecnologias nos anos iniciais, 
especialmente no Ensino Fundamental, onde estão sendo integradas nos currículos 
de forma inovadora por muitas escolas. Através de um estudo de caso, foram 
analisadas boas práticas de utilização das tecnologias na escola, apresentando 
diversas propostas para os professores incorporarem em seus planejamentos, tanto 
nas aulas presenciais quanto em ambientes virtuais. 
 
 
 
Algumas dessas propostas incluem gravações digitais na sala de aula para 
análise do andamento das aulas, letramento digital com o uso de diversas ferramentas 
web, entrevistas com especialistas, uso de blogs para compartilhamento de conteúdo, 
produção de vídeos digitais pelos alunos, exploração de modelos computacionais para 
elaboração de atividades e jogos, além de debates online utilizando fóruns, chat e 
videoconferência em ambientes virtuais de aprendizagem para promover discussões 
entre os alunos. 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
 
 
ALMEIDA, M. E. B. Educação à distância na internet: abordagens e contribuições 
dos ambientes digitais de aprendizagem. Educação e Pesquisa, v. 29, n. 2, p. 327-
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Loyola, 2003. 
 
MORAN, J. Contribuições para uma pedagogia da educação online. In: SILVA, M. 
(Org.). Educação online: teorias, práticas, legislação, formação corporativa. São 
Paulo: Loyola, 2003. 
 
PALFREY, J.; GASSER, U. Nascidos na era digital: entendendo a primeira geração 
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SCHNEIDER, D.; SILVA, K. K. A.; BEHAR; P. A. Competências dos atores da 
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SILVA, M. Apresentação. In: SILVA, M. (Org.). Educação online: teorias, práticas, 
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VICKERY, A. Aprendizagem ativa nos anos iniciais do ensino fundamental. 
Porto Alegre: Penso, 2016.

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