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www.concurseirosabencoados.com.br Lei 9610/98. Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Concurseiros Abençoados / Uso Individual. Cópia registrada. NOÇÕES DE SUSTENTABILIDADE FGV - PROC (PREF SJC)/PREF SJC/2024 LEI COMPLEMENTAR Nº 140/2011 - COOPERAÇÃO 1) Ao verificar que o órgão ambiental municipal, integrante do SISNAMA, estava enfrentando dificuldades na realização de suas atribuições com a devida eficiência, a autoridade local competente solicitou o apoio técnico, administrativo e financeiro do respectivo Estado da federação, para auxiliar no exercício das respectivas funções. Considerando o disposto na Lei Complementar nº 140/2011, é correto afirmar que a solicitação pretendida corresponde à atuação a) supletiva do Estado, que tem lugar nas hipóteses em que haja solicitação do ente detentor para o exercício mais eficiente do órgão com atribuição em matéria ambiental. b) subsidiária do Estado, verificada quando há necessidade de um ente federativo substituir o outro no exercício de suas atribuições ambientais. c) supletiva do Estado, diante do auxílio solicitado, independentemente da existência de órgão com atribuição em matéria ambiental. d) subsidiária do Estado, considerando a cooperação solicitada, a fim de que o ente com atribuição ambiental exerça as suas funções de forma mais eficiente. e) supletiva do Estado, cabível sempre que exista órgão ambiental local com a respectiva atribuição e nas situações em que exista a possibilidade de ocorrência de dano ambiental. FGV - CL (CM FORTAL)/CM FORTALEZA/MEIO AMBIENTE E URBANISMO/2024 LEI COMPLEMENTAR Nº 140/2011 - COOPERAÇÃO 2) A sociedade empresária XYZ, com sede no Município Alfa, capital do Estado Beta, pretende exercer atividade econômica com significativo impacto ao meio ambiente, exigindo-se, por conseguinte, o licenciamento ambiental. Nada obstante, a entidade verifica que o Estado Beta, responsável pelo licenciamento ambiental, não possui órgão ambiental capacitado ou conselho de meio ambiente regularmente instituído. Constata-se, ainda, que os órgãos ambientais do Município Alfa e da União Federal estão em pleno funcionamento. Nesse cenário, considerando as disposições da Lei Complementar nº 140/2011 (Lei da cooperação federativa em matéria ambiental), é correto afirmar que caberá a) à União Federal ou ao Município Alfa, em caráter subsidiário, desempenhar as ações administrativas de licenciamento e de autorização ambiental, até a criação, no âmbito do Estado Beta, de órgão ambiental capacitado ou conselho de meio ambiente. b) à União Federal, em caráter supletivo, desempenhar as ações administrativas de licenciamento e de autorização ambiental, até a criação, no âmbito do Estado Beta, de órgão ambiental capacitado ou conselho de meio ambiente. c) à União Federal, em caráter subsidiário, desempenhar as ações administrativas de licenciamento e de autorização ambiental, até a criação, no âmbito do Estado Beta, de órgão ambiental capacitado ou conselho de meio ambiente. http://www.concurseirosabencoados.com.br/ http://www.concurseirosabencoados.com.br/ www.concurseirosabencoados.com.br Lei 9610/98. Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Concurseiros Abençoados / Uso Individual. Cópia registrada. d) aos Município Alfa, em caráter supletivo, desempenhar as ações administrativas de licenciamento e de autorização ambiental, até a criação, no âmbito do Estado Beta, de órgão ambiental capacitado ou conselho de meio ambiente. e) ao Município Alfa, em caráter subsidiário, desempenhar as ações administrativas de licenciamento e de autorização ambiental, até a criação, no âmbito do Estado Beta, de órgão ambiental capacitado ou conselho de meio ambiente. FGV - CL (CM FORTAL)/CM FORTALEZA/MEIO AMBIENTE E URBANISMO/2024 LEI COMPLEMENTAR Nº 140/2011 - COOPERAÇÃO 3) A Faculdade de Direito XYZ promoveu uma palestra versando sobre o exercício da competência material, pelos entes federativos, em matéria ambiental, visando à proteção do meio ambiente enquanto direito fundamental de terceira dimensão, com assento constitucional. Durante os debates, duas temáticas ganharam destaque, quais sejam: I. a competência para aprovar o funcionamento de criadouros da fauna silvestre; e II. a competência para elaborar o Plano Diretor, observando os zoneamentos ambientais. Nesse cenário, considerando as disposições da Lei Complementar nº 140/2011 (Lei da cooperação federativa em matéria ambiental), é correto afirmar que compete a) aos Estados aprovar o funcionamento de criadouros da fauna silvestre. Por outro lado, a elaboração do Plano Diretor, observando os zoneamentos ambientais, é uma competência dos Municípios. b) à União Federal aprovar o funcionamento de criadouros da fauna silvestre. Por outro lado, a elaboração do Plano Diretor, observando os zoneamentos ambientais, é uma competência dos Municípios. c) aos Municípios aprovar o funcionamento de criadouros da fauna silvestre. Por outro lado, a elaboração do Plano Diretor, observando os zoneamentos ambientais, é uma competência dos Estados. d) aos Municípios aprovar o funcionamento de criadouros da fauna silvestre e elaborar o Plano Diretor, observando os zoneamentos ambientais. e) aos Estados aprovar o funcionamento de criadouros da fauna silvestre e elaborar o Plano Diretor, observando os zoneamentos ambientais. FGV - PROC JUR (ALETO)/ALETO/2024 LEI COMPLEMENTAR Nº 140/2011 - COOPERAÇÃO 4) Certo Município, que possui em sua estrutura órgão ambiental capacitado, integrante do SISNAMA, solicitou de órgão competente do respectivo Estado apoio técnico, administrativo e financeiro, a fim de realizar a fiscalização das atividades que estão no âmbito de suas atribuições, na medida em que não está logrando a desejada eficiência no seu exercício, o que pode comprometer a qualidade da proteção ao meio ambiente na localidade. Nos termos da Lei Complementar nº 140/2011, assinale a opção que indica a denominação da atuação a ser realizada pelo Estado em comento. a) Remanescente. b) Supletiva. c) Autônoma. d) Concorrente. e) Subsidiária. http://www.concurseirosabencoados.com.br/ http://www.concurseirosabencoados.com.br/ www.concurseirosabencoados.com.br Lei 9610/98. Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Concurseiros Abençoados / Uso Individual. Cópia registrada. FGV - ADV (EPE)/EPE/2024 LEI COMPLEMENTAR Nº 140/2011 - COOPERAÇÃO 5) Em uma universidade pública, localizada no Município Alfa, no âmbito do Estado Beta, diversos alunos debateram os contornos da Lei Complementar nº 140/2011, que fixou normas para a cooperação entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios nas ações administrativas decorrentes do exercício da competência comum relativas à proteção das paisagens naturais notáveis, à proteção do meio ambiente, ao combate à poluição em qualquer de suas formas e à preservação das florestas, da fauna e da flora. Discutiu-se, ainda, sobre a necessidade de elaboração de um plano diretor, inexistente na localidade. Considerando as disposições da Lei Complementar nº 140/2011, sobre a elaboração do Plano Diretor, observando os zoneamentos ambientais, assinale a afirmativa correta. a) É uma ação administrativa da União e do Município Alfa, em cooperação. b) É competência da União e do Estado Beta, em cooperação. c) É uma ação administrativa do Município Alfa. d) É um ato administrativo da União. e) É competência exclusiva do Estado Beta. FGV - PROC (NITERÓI)/PREF NITERÓI/2023 LEI COMPLEMENTAR Nº 140/2011 - COOPERAÇÃO 6) João, procurador do Município, vem prestando assessoria jurídica ao novo secretário12.187/2009 - POLÍTICA NACIONAL SOBRE MUDANÇA DO CLIMA 52) A emissão excessiva de gases de efeito estufa intensifica o efeito estufa, resultando no aquecimento global e em alterações climáticas, razão pela qual é crescente a pressão global pela redução da emissão de tais gases. De acordo com o conceito trazido pela Política Nacional sobre Mudança do Clima (Lei nº 12.187/2009), a definição “processo, atividade ou mecanismo que remova da atmosfera gás de efeito estufa, aerossol ou precursor de gás de efeito estufa” corresponde ao conceito de: a) sumidouro; b) mitigação; c) redução de impacto; d) adaptação; e) sequestro de carbono. FGV - JE TJPR/TJ PR/2023 LEI Nº 12.187/2009 - POLÍTICA NACIONAL SOBRE MUDANÇA DO CLIMA 53) Nos últimos anos, muito se vem discutindo sobre as mudanças do clima, que já são uma realidade com consequências severas no Brasil e no mundo. Várias atividades humanas contribuem para o aquecimento global, ocasionando as chamadas mudanças climáticas, merecendo destaque o desmatamento, a utilização de combustíveis fósseis para geração de energia, atividades industriais, conversão do uso do solo, agropecuária e gestão irregular de resíduos sólidos. Tais atividades emitem grande quantidade de gás carbônico e de gases formadores do efeito estufa. Nesse contexto, foi editada a Lei nº 12.187/2009, que institui a Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC). Tal diploma legal elenca uma série de diretrizes da PNMC, EXCETO: http://www.concurseirosabencoados.com.br/ http://www.concurseirosabencoados.com.br/ www.concurseirosabencoados.com.br Lei 9610/98. Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Concurseiros Abençoados / Uso Individual. Cópia registrada. a) a utilização de instrumentos financeiros e econômicos para promover ações de mitigação e adaptação à mudança do clima; b) o estímulo e o apoio à manutenção e à promoção de práticas, atividades e tecnologias de baixas emissões de gases de efeito estufa, e de padrões sustentáveis de produção e consumo; c) o estímulo e o apoio à participação dos governos federal, estadual, distrital e municipal, assim como do setor produtivo, do meio acadêmico e da sociedade civil organizada, no desenvolvimento e na execução de políticas, planos, programas e ações relacionados à mudança do clima; d) a promoção da cooperação internacional no âmbito bilateral, regional e multilateral para o financiamento, a capacitação, o desenvolvimento, a transferência e a difusão de tecnologias e processos para a implementação de ações de mitigação e adaptação, incluindo a pesquisa científica, a observação sistemática e o intercâmbio de informações; e) a promoção e o desenvolvimento de pesquisas científico-tecnológicas, e a difusão de tecnologias, processos e práticas orientados a mitigar a mudança do clima por meio do fomento de emissões antrópicas por fontes e da diminuição das remoções antrópicas por sumidouros de gases de efeito estufa. FGV - PROF EFM (SEDUC SP)/SEDUC SP/RECURSOS NATURAIS/2023 LEI Nº 12.187/2009 - POLÍTICA NACIONAL SOBRE MUDANÇA DO CLIMA 54) A Lei nº 12.187/2009, que instituiu a Política Nacional sobre Mudança do Clima – PNMC, definiu o entendimento de alguns conceitos. Nesse sentido, relacione o entendimento de cada conceito com suas respectivas definições. 1. Emissões 2. Sumidouro 3. Fonte 4. Adaptação (.....) Iniciativas e medidas para reduzir a vulnerabilidade dos sistemas naturais e humanos frente aos efeitos atuais e esperados da mudança do clima. (.....) Processo, atividade ou mecanismo que remova da atmosfera gás de efeito estufa, aerossol ou precursor de gás de efeito estufa. (.....) Liberação de gases de efeito estufa ou seus precursores na atmosfera numa área específica e num período determinado. (.....) Processo ou atividade que libere na atmosfera gás de efeito estufa, aerossol ou precursor de gás de efeito estufa. Assinale a opção que indica a relação correta, na ordem apresentada. a) 4 – 2 – 3 – 1. b) 2 – 4 – 3 – 1. c) 2 – 4 – 1 – 3. d) 3 – 4 – 2 – 1. e) 4 – 2 – 1 – 3. FGV - AL (CAM DEP)/CAM DEP/CONSULTOR LEGISLATIVO/ÁREA XI/2023 LEI Nº 12.187/2009 - POLÍTICA NACIONAL SOBRE MUDANÇA DO CLIMA 55) Avalie se a Lei no 12.187/09 estabelece como instrumentos da Política Nacional sobre Mudança do Clima os seguintes itens: I. Medidas fiscais e tributárias destinadas a estimular a redução das emissões e remoção de gases de efeito estufa, incluindo alíquotas diferenciadas, isenções, compensações e incentivos independentemente de serem estabelecidos em lei específica. II. Os Planos de Ação para a Prevenção e Controle do Desmatamento nos biomas e a avaliação de impactos ambientais sobre o microclima e o macroclima. http://www.concurseirosabencoados.com.br/ http://www.concurseirosabencoados.com.br/ www.concurseirosabencoados.com.br Lei 9610/98. Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Concurseiros Abençoados / Uso Individual. Cópia registrada. III. Os mecanismos financeiros e econômicos, no âmbito nacional, referentes à mitigação e à adaptação à mudança do clima, como as linhas de crédito e financiamento específicas de agentes financeiros públicos e privados e as dotações específicas para ações em mudança do clima no orçamento da União. Está correto o que se afirma em a) I, II e III. b) I e III, apenas. c) I e II, apenas. d) II e III, apenas. e) I apenas. FGV - RES (TJ RJ)/TJ RJ/ASSISTENTE SOCIAL/2024 DO MEIO AMBIENTE (ART. 225 DA CF/1988) 56) A norma legal que, em um de seus artigos, propugna que “Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo- se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações” é a) o Sistema Nacional de Unidades de Conservação de 2000. b) a Constituição Brasileira de 1988. c) o Código Florestal de 2012. d) a Lei de Crimes Ambientais de 1998. e) o Protocolo dos Ecossistemas de 2023. FGV - AL (CAM DEP)/CAM DEP/CONSULTOR LEGISLATIVO/ÁREA XI/2023 DO MEIO AMBIENTE (ART. 225 DA CF/1988) 57) Ao estudar o tratamento conferido ao meio ambiente pela Constituição Federal de 1988, Gleice concluiu corretamente que a) apesar de amplamente reconhecido, o princípio da solidariedade intergeracional não tem respaldo na Lei Maior. b) são indisponíveis as terras devolutas ou arrecadadas pelos Estados, por ações discriminatórias, necessárias à proteção dos ecossistemas naturais. c) a proteção ao meio ambiente é considerada um direito fundamental, notadamente por se tratar de bem dominical e essencial à qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e de preservá-lo. d) é vedada qualquer prática que submeta os animais à crueldade, não havendo exceção, nem mesmo quanto às práticas esportivas que sejam manifestações culturais, registradas como bem de natureza imaterial integrante do patrimônio cultural brasileiro. e) incumbe ao Poder Público manter regime fiscal favorecido para os biocombustíveis destinados ao consumo final, na forma de lei ordinária, a fim de assegurar-lhes tributação inferior a incidente sobre os combustíveis fósseis. FGV - AL (CAM DEP)/CAM DEP/CONSULTOR LEGISLATIVO/ÁREA XI/2023 DO MEIO AMBIENTE (ART. 225 DA CF/1988) 58) João, tão logo fora empossado no cargo de Governador do Estado Alfa, determina que a sua equipe técnica lhe apresente, em dez dias, um parecer técnico, versando sobre a constitucionalidade de dois decretos que este pretende implementar. Por intermédio do Decreto X, busca-se criar uma unidade de conservação em âmbito estadual. Por outro lado, o Decreto Y tem a finalidade de extinguir umespaço http://www.concurseirosabencoados.com.br/ http://www.concurseirosabencoados.com.br/ www.concurseirosabencoados.com.br Lei 9610/98. Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Concurseiros Abençoados / Uso Individual. Cópia registrada. territorial especialmente protegido já existente. O Governador afirma, para justificar as medidas, ser necessário compatibilizar o desenvolvimento socioeconômico e a preservação do meio ambiente. Nesse cenário, considerando as disposições da Constituição Federal de 1988, é correto afirmar que a) o Decreto X é compatível com a Constituição Federal de 1988, ao ampliar a proteção conferida ao meio ambiente. Por outro lado, o Decreto Y viola a Carta da República, pois esta veda a supressão de espaços territoriais especialmente protegidos já existentes. b) o Decreto X é compatível com a Constituição Federal de 1988, ao ampliar a proteção conferida ao meio ambiente. Por outro lado, o Decreto Y viola a Carta da República, pois a supressão de espaços territoriais especialmente protegidos exige a edição de lei em sentido formal. c) os Decretos X e Y não são compatíveis com a Constituição Federal de 1988, porquanto os espaços territoriais especialmente protegidos somente podem criados, alterados ou suprimidos por lei em sentido formal. d) os Decretos X e Y são compatíveis com a Constituição Federal de 1988, porquanto os espaços territoriais especialmente protegidos podem ser criados, alterados e suprimidos por lei em sentido formal ou por decreto. e) os Decretos X e Y não são compatíveis com a Constituição Federal de 1988, porquanto os espaços territoriais especialmente protegidos somente podem criados, alterados ou suprimidos pela União Federal. FGV - AL (CAM DEP)/CAM DEP/CONSULTOR LEGISLATIVO/ÁREA X/2023 DO MEIO AMBIENTE (ART. 225 DA CF/1988) 59) O Ministério com competência na respectiva área temática editou portaria estabelecendo prazos para a aprovação tácita, por órgão a ele vinculado, dos pedidos de liberação do uso de agrotóxicos que não fossem apreciados no prazo estabelecido em Tel. Em um considerando da portaria, foi esclarecido que o uso desses produtos era necessário para assegurar a estabilidade da produção de gêneros agropecuários, o que se mostrava de vital Importância para assegurar a continuidade do abastecimento no mercado interno e manter a competitividade do país no mercado internacional À luz da sistemática constitucional é correto afirmar que a referida portaria a) está ajustada ao direito fundamental à razoável duração do processo administrativo e necessidade de se preservar a atividade econômica de produção de gêneros agropecuários. b) realiza uma ponderação adequada entre os valores envolvidos, atribuindo preeminência ao interesse público presente na necessidade de assegurar a produção de gêneros agropecuários. c) se ajusta à política agrícola nacional, que busca intensificar os meios de produção e ampliar a exportação de gêneros alimentícios, de modo a assegurar o equilíbrio da balança comercial brasileira. d) embora assegure o desenvolvimento da atividade econômica, com o desenvolvimento da produção de gêneros agropecuários, é incompatível com a necessidade de proteção da saúde e do meio ambiente. e) mostra-se incompatível com o princípio da vedação de retrocesso na qualidade de vida da população, que obsta a Inserção de novos agrotóxicos no mercado interno, ainda que sejam necessários à continuidade da produção. FGV - MAGIS (ENAM)/ENAM/2024 DISPOSIÇÕES GERAIS (ARTS. 1º A 5º DA LEI Nº 9.605/1998) 60) Acerca da responsabilização penal de pessoas físicas e jurídicas por crimes contra o meio ambiente, previstos na Lei nº 9.605/1998, analise as afirmativas a seguir. I. Serão responsabilizados por crime contra o meio ambiente o diretor, o administrador, o membro de conselho e de órgão técnico, o auditor, o gerente, o preposto ou o mandatário de pessoa jurídica que, sabendo da conduta criminosa de outrem, deixarem http://www.concurseirosabencoados.com.br/ http://www.concurseirosabencoados.com.br/ www.concurseirosabencoados.com.br Lei 9610/98. Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Concurseiros Abençoados / Uso Individual. Cópia registrada. de impedir a sua prática, quando podiam agir para evitá-la. II. As pessoas jurídicas serão responsabilizadas penalmente somente nos casos em que a infração for cometida no interesse e benefício da entidade, por decisão de seu órgão superior colegiado. III. A responsabilização penal da pessoa jurídica não é condicionada à identificação e à persecução concomitante dos agentes responsáveis, exceto se forem administradores ou diretores detentores do poder de comando institucional. Está correto o que se afirma em a) I, apenas. b) I e II, apenas. c) I e III, apenas. d) II e III, apenas. e) I, II e III. FGV - AUD CE (TCE-PA)/TCE PA/ADMINISTRATIVA/GESTÃO GOVERNAMENTAL/2024 DISPOSIÇÕES GERAIS (ARTS. 1º A 5º DA LEI Nº 9.605/1998) 61) No que tange à responsabilização penal da pessoa jurídica por crimes ambientais, de acordo com o entendimento atual dos Tribunais Superiores, assinale a afirmativa correta. a) Adota-se a teoria da dupla imputação, condicionando a responsabilização penal da pessoa jurídica por crimes ambientais à simultânea persecução penal de pessoa física. b) A responsabilização penal de pessoa jurídica independe da concomitante responsabilização da pessoa física que agia em seu nome. c) A Constituição Federal não previu a responsabilidade penal da pessoa jurídica, mas apenas sua responsabilidade administrativa, portanto, os infratores pessoas físicas estão sujeitos a sanções penais, e os infratores pessoas jurídicas, a sanções administrativas. d) Adota-se a teoria da ficção jurídica segundo a qual as pessoas jurídicas são puras abstrações, desprovidas de consciência e vontade e, portanto, não podem praticar condutas tipicamente humanas, como as condutas criminosas. e) Para os Tribunais Superiores, existe responsabilidade da pessoa jurídica; contudo, as penas, por terem finalidades de prevenir crimes e reeducar o infrator (prevenção geral e especial, positiva e negativa), são impossíveis de serem alcançadas em relação às pessoas jurídicas, que são entes fictícios, incapazes de assimilar tais efeitos da sanção penal. FGV - ENG AMB (PREF ABREU E LIMA)/PREF ABREU E LIMA/2024 DISPOSIÇÕES GERAIS (ARTS. 1º A 5º DA LEI Nº 9.605/1998) 62) Avalie se a Lei dos Crimes Ambientais (Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998) estabelece, em suas disposições gerais, as seguintes determinações: I. Quem, de qualquer forma, concorre para a prática dos crimes previstos nesta Lei, incide nas penas a estes cominadas, na medida da sua culpabilidade, bem como o diretor, o administrador, o membro de conselho e de órgão técnico, o auditor, o gerente, o preposto ou mandatário de pessoa jurídica, que, sabendo da conduta criminosa de outrem, deixar de impedir a sua prática, quando podia agir para evitá-la. II. As pessoas jurídicas serão responsabilizadas administrativa, civil e penalmente conforme o disposto nesta Lei, nos casos em que a infração seja cometida por decisão de seu representante legal ou contratual, ou de seu órgão colegiado, no interesse ou benefício da sua entidade. III. A responsabilidade das pessoas jurídicas exclui a das pessoas físicas, autoras, coautoras ou partícipes do mesmo fato. IV. Não poderá ser desconsiderada a pessoa jurídica mesmo se sua personalidade for obstáculo ao ressarcimento de prejuízos causados à qualidade do meio ambiente. Estão corretas as determinações http://www.concurseirosabencoados.com.br/ http://www.concurseirosabencoados.com.br/ www.concurseirosabencoados.com.br Lei 9610/98. Proibida a reprodução, vendaou compartilhamento deste arquivo. Concurseiros Abençoados / Uso Individual. Cópia registrada. a) II e IV, apenas. b) I e II, apenas. c) I, II e III, apenas. d) II, III e IV, apenas. e) I, II, III e IV. FGV - AL (CAM DEP)/CAM DEP/CONSULTOR LEGISLATIVO/ÁREA XI/2023 DISPOSIÇÕES GERAIS (ARTS. 1º A 5º DA LEI Nº 9.605/1998) 63) No exercício de suas atividades empresariais, a sociedade Ivacilei praticou crime de poluição, nos termos do Art. 54 da Lei nº 9.605/98. Acerca da responsabilização penal e administrativa da pessoa jurídica e de seus administradores, à luz do disposto na mencionada norma e da atual orientação do Superior Tribunal de Justiça, é correto afirmar que a) é necessário que o administrador da sociedade Ivacilei responda em conjunto com a pessoa jurídica, diante da teoria da dupla imputação. b) apesar de a norma em questão dispor sobre tipos de infrações e sanções de natureza criminal e administrativa, a imposição concomitante das duas modalidades de pena para a sociedade Ivacilei configura bis in idem. c) eventual celebração de termo de ajustamento de conduta pela sociedade Ivacilei ou seus administradores impede a persecução penal pela prática de crime ambiental. d) é possível responsabilizar, por conduta omissiva, o administrador da sociedade Ivacilei, que, tendo conhecimento da conduta criminosa e, com poder de impedi- la, não o fez. e) para que a sociedade Ivacilei responda pelo referido crime é imprescindível a prévia apuração administrativa, para fins de caracterização e quantificação do dano ambiental decorrente da poluição. FGV - AL (CAM DEP)/CAM DEP/CONSULTOR LEGISLATIVO/ÁREA XXII/2023 DISPOSIÇÕES GERAIS (ARTS. 1º A 5º DA LEI Nº 9.605/1998) 64) Acerca da responsabilização penal de pessoas jurídicas, segundo os termos da Lei n° 9.605/98, que disciplina os crimes contra o meio ambiente, analise as seguintes disposições. I. Por sua natureza institucional, somente as penas de multa e a prestação de serviços à comunidade são aplicáveis às pessoas jurídicas por crimes praticados contra o meio ambiente. II. A responsabilização criminal da pessoa jurídica demanda que a infração seja cometida por decisão de seu representante legal e de seu órgão diretor colegiado, no interesse e benefício da entidade, cumulativamente. III. A responsabilidade criminal das pessoas jurídicas não exclui a das pessoas físicas que sejam autoras, coautoras ou partícipes do mesmo fato. Está correto o que se afirma em a) I, apenas. b) I e III, apenas. c) II e III, apenas. d) I e II, apenas. e) I, II e III. FGV - PJ (MPE GO)/MPE GO/2024 DA APLICAÇÃO DA PENA (ARTS. 6º A 24 DA LEI Nº 9.605/1998) 65) Após a observância do contraditório e da ampla defesa, como consectários do devido processo legal, a sociedade empresária XYZ foi condenada pela prática de crime contra o meio ambiente, nos termos da legislação de regência e em observância às disposições constitucionais, que consagraram a possibilidade de a pessoa jurídica responder na esfera processual penal. http://www.concurseirosabencoados.com.br/ http://www.concurseirosabencoados.com.br/ www.concurseirosabencoados.com.br Lei 9610/98. Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Concurseiros Abençoados / Uso Individual. Cópia registrada. Nesse cenário, considerando as disposições criminais da Lei nº 9.605/1998, aplicáveis às pessoas jurídicas, assinale a afirmativa correta. a) A pessoa jurídica constituída ou utilizada, preponderantemente, com o fim de permitir, facilitar ou ocultar a prática de crime definido na Lei nº 9.605/1998, terá decretada sua liquidação forçada, sendo certo que seu patrimônio será considerado instrumento do crime e, como tal, perdido em favor de fundo destinado à reconstituição do meio ambiente. b) A suspensão de atividades, espécie de pena restritiva de direitos aplicável à pessoa jurídica, será adotada quando o estabelecimento, obra ou atividade da entidade estiver funcionando sem a devida autorização, em desacordo com a concedida ou com violação de disposição legal ou regulamentar. c) Eventual multa aplicada à pessoa jurídica será calculada segundo os critérios do Código Penal, sendo certo que, caso se revele ineficaz, ainda que fixada no valor máximo, poderá ser aumentada até cinco vezes, tendo em vista o valor da vantagem econômica auferida. d) A interdição, espécie de pena restritiva de direitos aplicável à pessoa jurídica, será adotada quando a entidade não estiver obedecendo às disposições legais ou regulamentares, relativas à proteção do meio ambiente. e) A proibição de contratar com o Poder Público e dele obter subsídios, subvenções ou doações, espécie de pena restritiva de direitos aplicável à pessoa jurídica, não poderá exceder o prazo de dez anos. FGV - AJ (TJ AP)/TJ AP/JUDICIÁRIA/EXECUÇÃO DE MANDADOS/2024 DA APLICAÇÃO DA PENA (ARTS. 6º A 24 DA LEI Nº 9.605/1998) 66) Tício, agindo com dolo, destruiu floresta considerada de preservação permanente, dando ensejo à deflagração de persecução penal para apurar sua conduta criminosa. Nesse contexto, após a observância do contraditório e da ampla defesa, como consectários do devido processo legal, Tício foi condenado. Considerando as disposições da Lei nº 9.605/1998, para imposição e gradação da penalidade, a autoridade competente observará a gravidade do fato, tendo em vista: a) as circunstâncias da infração e suas consequências para a saúde pública e para o meio ambiente; os antecedentes do infrator quanto ao cumprimento da legislação de interesse ambiental; a personalidade do agente; e a situação econômica do infrator, no caso de multa; b) os motivos e as circunstâncias da infração e suas consequências para a ordem pública e para o meio ambiente; os antecedentes do infrator quanto ao cumprimento da legislação penal; e a situação econômica do infrator, no caso de multa; c) os motivos da infração e suas consequências para a saúde pública e para o meio ambiente; os antecedentes do infrator quanto ao cumprimento da legislação de interesse ambiental; e a situação econômica do infrator, no caso de multa; d) os motivos da infração e suas consequências para a ordem social e para o meio ambiente; os antecedentes do infrator quanto ao cumprimento da legislação penal; e a situação econômica do infrator, no caso de multa; e) as circunstâncias da infração e suas consequências para a saúde pública e para o meio ambiente; os antecedentes do infrator quanto ao cumprimento da legislação penal; a conduta social; e a personalidade do agente. FGV - OF (PM RJ)/PM RJ/2024 DA APLICAÇÃO DA PENA (ARTS. 6º A 24 DA LEI Nº 9.605/1998) 67) Lucas, acionista majoritário da sociedade empresária XYZ, tomou ciência de que o Ministério Público ingressou com uma ação penal em face da referida entidade privada, pela suposta prática de crimes ambientais. Por desconhecer a possibilidade de uma pessoa jurídica ser processada criminalmente, Lucas http://www.concurseirosabencoados.com.br/ http://www.concurseirosabencoados.com.br/ www.concurseirosabencoados.com.br Lei 9610/98. Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Concurseiros Abençoados / Uso Individual. Cópia registrada. pediu a orientação de um advogado, que lhe prestou todos os esclarecimentos necessários sobre a matéria, abarcando, inclusive, eventuais sanções que podem ser suportadas pela sociedade. Nesse cenário, considerando as disposições da Lei nº 9.605/1998 (Lei dos Crimes Ambientais), é correto afirmar que a: a) pessoa jurídica constituída ou utilizada, preponderantemente, com o fim de permitir, facilitar ou ocultar a prática de crime definido na Lei dos Crimes Ambientais terá decretada sua liquidação forçada, e seu patrimônio seráconsiderado instrumento do crime e, como tal, perdido em favor do Fundo Penitenciário Nacional; b) prestação de serviços à comunidade pela pessoa jurídica consistirá em custeio de programas e de projetos ambientais, em execução de obras de recuperação de áreas degradadas, e na manutenção de espaços públicos e privados, cabendo ainda a imposição de contribuições financeiras ao Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA); c) suspensão de atividades será aplicada quando o estabelecimento, obra ou atividade estiver funcionando sem a devida autorização, ou em desacordo com a concedida, ou com violação de disposição legal ou regulamentar; d) interdição será aplicada quando as atividades não estiverem obedecendo às disposições legais ou regulamentares, relativas à proteção do meio ambiente; e) proibição de contratar com o Poder Público e dele obter subsídios, subvenções ou doações não poderá exceder o prazo de cinco anos. FGV - AUD EST (CGE SC)/CGE SC/ENGENHARIA CIVIL/2023 DA APLICAÇÃO DA PENA (ARTS. 6º A 24 DA LEI Nº 9.605/1998) 68) Segundo a Lei nº 9.605/1998, uma circunstância que pode atenuar a pena de um agente que cometeu um crime ambiental é a) o desconhecimento da legislação em vigor. b) a doação monetária para atenuação dos danos ambientais. c) a não participação prévia dos estudos de impacto ambiental do empreendimento. d) não ter cometido previamente crimes ambientais de mesma natureza. e) possuir baixo grau de instrução ou escolaridade. FGV - ACP (CGE PB)/CGE PB/AUDITORIA DE OBRAS PÚBLICAS/2024 DA APREENSÃO DO PRODUTO E DO INSTRUMENTO DE INFRAÇÃO ADMINISTRATIVA OU DE CRIME (ART. 25 DA LEI Nº 9.605/1998) 69) A sociedade Verdejante praticou determinada conduta que caracteriza crime ambiental. Passou, então, a buscar informações acerca da responsabilização prevista na Lei nº 9.605/1998, vindo a tomar conhecimento de que tal norma prevê, também, a responsabilização administrativa em decorrência da mencionada conduta. A análise das penalidades aplicáveis para a pessoa jurídica nas mencionadas esferas de responsabilização, à luz da norma em comento, levou à correta conclusão de que a sociedade Verdejante: a) pode sofrer a apreensão dos instrumentos utilizados na infração tanto na esfera penal quanto no âmbito administrativo; b) não pode sofrer a sanção de prestação de serviços à comunidade em âmbito criminal, mas apenas na esfera administrativa; http://www.concurseirosabencoados.com.br/ http://www.concurseirosabencoados.com.br/ www.concurseirosabencoados.com.br Lei 9610/98. Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Concurseiros Abençoados / Uso Individual. Cópia registrada. c) está sujeita à pena de impossibilidade de contratar com o Poder Público por prazo indeterminado, em âmbito administrativo; d) está sujeita à penalidade de suspensão total das atividades somente na esfera criminal, na medida em que ela não é cabível na seara administrativa; e) está sujeita às penalidades restritivas de direitos apenas em decorrência da responsabilização administrativa, pois tais sanções não são viáveis na seara criminal. FGV - JS (TJ ES)/TJ ES/2023 DOS CRIMES CONTRA A FAUNA (ARTS. 29 A 37 DA LEI Nº 9.605/1998) 70) Hilda, médica veterinária, proprietária de um cão de raça pitbull, efetua a retirada parcial das orelhas do animal, para fins estéticos, no procedimento conhecido como conchectomia, vetado em resoluções do Conselho Federal de Medicina Veterinária. Diante do caso narrado, é correto afirmar que Hilda: a) não cometeu crime, pois o fato é atípico; b) cometeu o crime de dano; c) cometeu o crime de maus-tratos a animal, em sua forma simples; d) cometeu o crime de maus-tratos a animal, em sua forma qualificada; e) não cometeu crime, pois agiu amparada em excludente de ilicitude. FGV - JE TJMT/TJ MT/2024 DOS CRIMES CONTRA A FLORA (ARTS. 38 A 53 DA LEI Nº 9.605/1998) 71) José foi preso em flagrante por ter propositadamente ateado fogo em trecho de floresta localizada no estado de Mato Grosso. Embora o fogo tenha se espalhado rapidamente, as chamas não chegaram a local próximo a regiões povoadas. Sobre a situação narrada, é correto afirmar que: a) José responderá pelo delito de incêndio tipificado na Lei de Crimes Ambientais, que é crime de perigo abstrato; b) José responderá pelo delito de incêndio tipificado pelo Código Penal, que é crime de perigo abstrato; c) José não responderá pelo delito de incêndio, pois se trata de crime de perigo concreto; d) caso José comprove não ter agido com dolo, a conduta será considerada atípica, pois não há previsão legal de incêndio na forma culposa; e) caso a área atingida pelo incêndio seja lavoura ou pastagem, a conduta será considerada atípica, pois a previsão legal abarca apenas o incêndio em mata ou floresta. FGV - N E R (TJ SE)/TJ SE/REMOÇÃO/2023 DOS CRIMES CONTRA A FLORA (ARTS. 38 A 53 DA LEI Nº 9.605/1998) 72) João é sócio administrador de sociedade empresária cuja atividade principal consiste na alienação de peças de mármore. João, para ampliar a sede da sociedade empresária, o que lhe garantiria vantagens pecuniárias, danificou, em um sábado, durante a noite, floresta considerada de preservação permanente, que se encontrava ao lado do estabelecimento. Em sede judicial, comprova- se que João tinha conhecimento de que a sua conduta era penalmente proscrita, atuando de forma dolosa. Nesse cenário, considerando as disposições da Lei nº 9.605/1998, a conduta de João caracteriza: a) crime contra o meio ambiente, estando positivadas duas agravantes – infração penal praticada em um sábado e para que o agente obtivesse vantagem pecuniária – e uma causa de aumento de pena, pois o crime foi praticado durante a noite; b) crime contra o meio ambiente, estando positivada uma agravante – infração penal foi praticada para que http://www.concurseirosabencoados.com.br/ http://www.concurseirosabencoados.com.br/ www.concurseirosabencoados.com.br Lei 9610/98. Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Concurseiros Abençoados / Uso Individual. Cópia registrada. o agente obtivesse vantagem pecuniária – e uma causa de aumento de pena, pois o crime foi praticado durante a noite; c) crime contra o meio ambiente, estando positivadas duas agravantes, pois a infração penal foi praticada em um sábado e para que o agente obtivesse vantagem pecuniária, sem causas de aumento de pena; d) crime contra o meio ambiente, estando positivada uma agravante, pois a infração penal foi praticada em um sábado, sem causas de aumento de pena; e) crime contra o meio ambiente, sem a caracterização de agravantes e causas de aumento de pena. FGV - AL (CAM DEP)/CAM DEP/CONSULTOR LEGISLATIVO/ÁREA XI/2023 DOS CRIMES CONTRA A FLORA (ARTS. 38 A 53 DA LEI Nº 9.605/1998) 73) João, em um sábado, agindo com dolo, provocou incêndio em floresta, em época de seca. Durante as investigações, constatou- se que os fatos ocorreram às 07h26min e que João teve a sua ação facilitada por um funcionário público, no exercício de suas funções. Nesse cenário, considerando as disposições da Lei no 9.605/98, é correto afirmar que João responderá pela prática de crime ambiental com a incidência de a) duas agravantes, porquanto o crime foi praticado em época de seca e a ação foi facilitada por um funcionário público, no exercício de suas funções, e de uma causa de aumento de pena, pois o crime foi praticado em um sábado. b) uma agravante, porquanto a ação foi facilitada por um funcionário público, no exercício de suas funções, e de duas causas de aumento de pena, pois o crime foi praticado em um sábado e em época de seca. c) uma agravante, porquanto a ação foi facilitada por um funcionário público, noexercício de suas funções, e de uma causa de aumento de pena, pois o crime foi praticado em época de seca. d) três causas de aumento de pena, porquanto o crime foi praticado em um sábado, em época de seca e a ação foi facilitada por um funcionário público, no exercício de suas funções. e) duas causas de aumento de pena, porquanto o crime foi praticado em época de seca e a ação foi facilitada por um funcionário público, no exercício de suas funções. FGV - MED VET (PREF CARAGUATATUBA)/PREF CARAGUATATUBA/2024 DA POLUIÇÃO E OUTROS CRIMES AMBIENTAIS (ARTS. 54 A 61 DA LEI Nº 9.605/1998) 74) Uma clínica veterinária fez o acondicionamento e destinação final de resíduos infecto contagiosos de forma incorreta no meio ambiente, o que configura uma infração, de acordo com a Lei nº 9.605/1998. Assinale a opção que indica a penalidade prevista para essa infração, de acordo com essa mesma lei. a) Apenas multa. b) Detenção de 6 meses a um ano. c) Reclusão de 6 meses a um ano. d) Detenção, de 1 a 4 anos, e multa. e) Reclusão, de 1 a 4 anos, e multa. FGV - ANL (CM FORTAL)/CM FORTALEZA/ENGENHEIRO CIVIL/2024 DOS CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO AMBIENTAL (ARTS. 66 A 69 DA LEI Nº 9.605/1998) 75) Um funcionário público sonegou dados técnico- científicos em um procedimento de autorização ou de licenciamento ambiental. Segundo a Lei nº 9.605/1998, a pena máxima de reclusão nesse caso é de http://www.concurseirosabencoados.com.br/ http://www.concurseirosabencoados.com.br/ www.concurseirosabencoados.com.br Lei 9610/98. Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Concurseiros Abençoados / Uso Individual. Cópia registrada. a) 6 meses. b) 1 ano. c) 3 anos. d) 5 anos. e) 10 anos. FGV - ENG AMB (PREF ABREU E LIMA)/PREF ABREU E LIMA/2024 DOS CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO AMBIENTAL (ARTS. 66 A 69 DA LEI Nº 9.605/1998) 76) Segundo a Lei nº 9.605/1998, os valores arrecadados por pagamentos de multas devido a infrações ambientais devem ser destinados a fundos tais como os apresentados nas opções a seguir, à exceção de um . Assinale-o. a) Fundo Naval. b) Fundo Nacional do Meio Ambiente. c) Fundo Global para o Meio Ambiente. d) Fundos estaduais ou municipais de meio ambiente. e) Fundo Nacional para Calamidades Públicas, Proteção e Defesa Civil. FGV - AJ TRF1/TRF 1/APOIO ESPECIALIZADO/ENGENHARIA CIVIL/2024 DOS CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO AMBIENTAL (ARTS. 66 A 69 DA LEI Nº 9.605/1998) 77) A Lei de Crimes Ambientais (Lei Nº 9.605/1998) dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente. Segundo esse instrumento legal, os crimes podem ser classificados como: contra a flora; contra a fauna; da poluição; contra a administração ambiental; e contra o ordenamento urbano e o patrimônio cultural. Quando o empreendedor apresenta uma licença de operação parcialmente falsa, pois o prazo de validade que consta no documento é maior que o concedido, ele está cometendo um crime: a) contra a flora; b) contra a fauna; c) da poluição e outros crimes ambientais; d) contra a administração ambiental; e) contra o ordenamento urbano e o patrimônio cultural. http://www.concurseirosabencoados.com.br/ http://www.concurseirosabencoados.com.br/de Meio Ambiente do Município Alfa. O secretário municipal solicitou a João que lhe informasse quais são as ações administrativas do Município em matéria de competência em tema de licenciamento ambiental. João lhe esclareceu que, observadas as atribuições dos demais entes federativos previstas na Lei Complementar nº 140/2011, tal diploma legal contém norma que estabelece que cabe ao Município a promoção do licenciamento ambiental das atividades ou empreendimentos que causem ou possam causar impacto ambiental de âmbito local, conforme tipologia definida pelo respectivo Conselho: a) Municipal de Meio Ambiente, considerados os critérios de potencial poluidor e natureza da atividade ou localizados em quaisquer unidades de conservação instituídas pelo Município, mas o Supremo Tribunal Federal reconheceu a inconstitucionalidade parcial dessa norma, por violação ao princípio da subsidiariedade e do perfil cooperativo do modelo brasileiro de federação; b) Municipal de Meio Ambiente, considerados os critérios de potencial poluidor e natureza da atividade ou localizados em quaisquer unidades de conservação instituídas pelo Município, e o Supremo Tribunal Federal conferiu interpretação conforme a Constituição da República de 1988 a essa norma, sob pena de violação ao princípio do pacto federativo; c) Municipal de Meio Ambiente, considerados os critérios de porte, potencial poluidor e natureza da atividade ou localizados em unidades de conservação instituídas pelo Município, exceto em Áreas de Preservação Permanentes (APPs), e o Supremo Tribunal Federal reconheceu a constitucionalidade dessa norma; d) Estadual de Meio Ambiente, considerados os critérios de porte, potencial poluidor e natureza da atividade ou localizados em unidades de conservação instituídas pelo Município, exceto em Áreas de Proteção Ambiental (APAs), e o Supremo Tribunal Federal reconheceu a constitucionalidade dessa norma; e) Estadual de Meio Ambiente, considerados os critérios de porte, potencial poluidor e natureza da atividade ou localizados em quaisquer unidades de conservação instituídas pelo Município, mas o Supremo Tribunal Federal reconheceu a inconstitucionalidade parcial dessa norma, por violação ao princípio da subsidiariedade e do perfil cooperativo do modelo brasileiro de federação. http://www.concurseirosabencoados.com.br/ http://www.concurseirosabencoados.com.br/ www.concurseirosabencoados.com.br Lei 9610/98. Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Concurseiros Abençoados / Uso Individual. Cópia registrada. FGV - PROC (NITERÓI)/PREF NITERÓI/2023 LEI COMPLEMENTAR Nº 140/2011 - COOPERAÇÃO 7) O empreendedor Alfa atua no ramo de posto de combustível e a licença ambiental que lhe autoriza a operação vence amanhã. Para não haver descontinuidade de suas atividades, há cinco meses, o empreendedor Alfa requereu a renovação da licença ao órgão municipal licenciador competente. De acordo com a Lei Complementar federal nº 140/2011 e a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, o pedido de renovação de licença foi feito pelo empreendedor Alfa: a) observado o prazo legal de antecedência mínima de noventa dias da expiração de seu prazo de validade, fixado na licença, e, caso haja omissão ou mora administrativa imotivada e desproporcional na manifestação definitiva sobre os pedidos de renovação da licença pelo órgão municipal licenciador, a licença será automaticamente prorrogada, vedada a instauração de competência supletiva de licenciamento ambiental; b) observado o prazo legal de antecedência mínima de cento e vinte dias da expiração de seu prazo de validade, fixado na licença, e, caso haja omissão ou mora administrativa imotivada e desproporcional na manifestação definitiva sobre os pedidos de renovação da licença pelo órgão municipal licenciador, instaurar-se-á a competência supletiva de licenciamento ambiental prevista na citada lei; c) observado o prazo legal de antecedência mínima de cento e vinte dias da expiração de seu prazo de validade, fixado na licença, e, caso não haja decisão do órgão licenciador municipal no prazo legal, a licença ficará automaticamente prorrogada até a manifestação definitiva desse órgão ambiental, vedada a instauração de competência supletiva de licenciamento ambiental; d) inobservado o prazo legal de antecedência mínima de cento e oitenta dias da expiração de seu prazo de validade, fixado na licença, e, caso não haja decisão do órgão licenciador municipal em prazo razoável, a licença ficará automaticamente prorrogada até a manifestação definitiva desse órgão ambiental, vedada a instauração de competência supletiva de licenciamento ambiental; e) inobservado o prazo legal de antecedência mínima de cento e oitenta dias da expiração de seu prazo de validade, fixado na licença, e, caso haja omissão ou mora administrativa imotivada e desproporcional na manifestação definitiva sobre os pedidos de renovação da licença pelo órgão municipal licenciador, instaurar-se-á a competência supletiva estadual de licenciamento ambiental. FGV - JE TJPR/TJ PR/2023 LEI COMPLEMENTAR Nº 140/2011 - COOPERAÇÃO 8) Em importante julgamento em matéria ambiental, o Supremo Tribunal Federal analisou a constitucionalidade de diversos dispositivos na Lei Complementar nº 140/2011, que fixa normas para a cooperação entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios nas ações administrativas decorrentes do exercício da competência comum relativas à proteção do meio ambiente. Decidiu o STF que a repartição de competências comuns, instituída pela LC nº 140/2011, mediante atribuição prévia e estática das competências administrativas de fiscalização ambiental aos entes federados, atende às exigências do princípio da subsidiariedade e do perfil cooperativo do modelo de federação, cuja finalidade é conferir efetividade nos encargos constitucionais de proteção dos valores e direitos fundamentais. Nesse contexto, todas as normas da citada lei abaixo relacionadas foram declaradas constitucionais pelo STF, EXCETO a seguinte, que foi objeto de interpretação conforme a Constituição: a) os entes federativos podem valer-se, entre outros, do instrumento de cooperação institucional da delegação de atribuições de um ente federativo a outro, respeitados os requisitos previstos nesta Lei Complementar; b) a renovação de licenças ambientais deve ser requerida com antecedência mínima de cento e vinte dias da expiração de seu prazo de validade, fixado na respectiva licença, ficando este automaticamente http://www.concurseirosabencoados.com.br/ http://www.concurseirosabencoados.com.br/ www.concurseirosabencoados.com.br Lei 9610/98. Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Concurseiros Abençoados / Uso Individual. Cópia registrada. prorrogado até a manifestação definitiva do órgão ambiental competente; c) nos casos de iminência ou ocorrência de degradação da qualidade ambiental, o ente federativo que tiver conhecimento do fato deverá determinar medidas para evitá-la, fazer cessá-la ou mitigá-la, comunicando imediatamente ao órgão competente para as providências cabíveis; d) os entes federativos devem atuar em caráter supletivo nas ações administrativas de licenciamento e na autorização ambiental, em algumas hipóteses, como, inexistindo órgão ambiental capacitado ou conselho de meio ambiente no Município, o Estado deve desempenhar as ações administrativas municipais até a sua criação; e) as ações administrativas dos Municípios incluem, observadas as atribuições dos demais entes federativos previstas nesta Lei Complementar, a promoção do licenciamento ambiental das atividades ou empreendimentos localizados em unidades de conservação instituídas pelo Município, exceto em Áreas de Proteção Ambiental (APAs). FGV- AL (CAM DEP)/CAM DEP/CONSULTOR LEGISLATIVO/ÁREA XI/2023 LEI COMPLEMENTAR Nº 140/2011 - COOPERAÇÃO 9) Para desenvolver determinado empreendimento localizado em unidade de conservação regularmente instituída pelo Município Ômega, a sociedade Perspicaz pleiteou e obteve o licenciamento ambiental pertinente junto ao mencionado ente federativo, que é o competente para tanto, nos termos da Lei. Ocorre que, no exercício de tal atividade, a mencionada sociedade praticou infração ambiental que foi objeto de duas autuações distintas e posterior sancionamento, após o devido processo legal, sendo certo que uma penalidade foi aplicada pelo Município Ômega, que foi atuante, diligente e proporcional na tutela fiscalizatória; já a outra sanção decorreu da atuação das autoridades federais do IBAMA. Diante dessa situação hipotética, considerando o disposto na Lei Complementar no 140/11 e o entendimento do Supremo Tribunal Federal, é correto afirmar que a) diante da competência comum dos entes federativos para o exercício do poder de polícia, não há como prevalecer nenhuma das autuações realizadas na situação descrita, não sendo possível sustentar complementaridade entre elas ou atuação supletiva de um ente em relação ao outro. b) considerando que a União e o Município Ômega possuem competência concorrente para o exercício do poder de polícia, deve ser verificado quem promoveu a autuação em primeiro lugar, para fins de afastar eventual autuação posterior. c) tanto a União quanto o Município Ômega têm competência para o exercício do poder de polícia, mas deverá prevalecer a penalidade aplicada pelos agentes municipais, considerando que o licenciamento é de atribuição deste ente federativo, que foi atuante e diligente na tutela fiscalizatória. d) o ente competente para o exercício do poder de polícia ambiental só pode ser aquele que tem a atribuição de realizar o respectivo licenciamento, que é o Município Ômega, não sendo admitida a atuação complementar ou supletiva de outro ente federativo, mesmo que haja omissão na tutela fiscalizatória. e) a despeito de a União não ser o ente competente para o licenciamento, tal ente federativo tem atribuição para o exercício do poder de polícia, de modo que a sanção decorrente da atuação dos agentes federais deve prevalecer na hipótese, em razão de sua dimensão nacional. FGV - AL (CAM DEP)/CAM DEP/CONSULTOR LEGISLATIVO/ÁREA XI/2023 LEI COMPLEMENTAR Nº 140/2011 - COOPERAÇÃO 10) A sociedade empresária XYZ busca instalar empreendimento no Município Alfa, no âmbito do Estado do Rio de Janeiro e verifica, de antemão, que será necessário realizar o licenciamento ambiental. Contudo, a entidade apura que a municipalidade não http://www.concurseirosabencoados.com.br/ http://www.concurseirosabencoados.com.br/ www.concurseirosabencoados.com.br Lei 9610/98. Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Concurseiros Abençoados / Uso Individual. Cópia registrada. dispõe de órgão ambiental capacitado ou conselho de meio ambiente. Constata-se, por outro lado, que o Estado do Rio de Janeiro e a União Federal gozam de órgão ambiental capacitado para esta finalidade. Nesse cenário, considerando as disposições da Lei Complementar nº 140/11, é correto afirmar que, inexistindo órgão ambiental capacitado ou conselho de meio ambiente no Município Alfa, a) o Estado do Rio de Janeiro e a União Federal deverão desempenhar, em cooperação, as ações administrativas de licenciamento ambiental, caracterizando hipótese de atuação subsidiária. b) o Estado do Rio de Janeiro deverá desempenhar as ações administrativas de licenciamento ambiental, caracterizando hipótese de atuação subsidiária. c) o Estado do Rio de Janeiro deverá desempenhar as ações administrativas de licenciamento ambiental, caracterizando hipótese de atuação supletiva. d) a União Federal deverá desempenhar as ações administrativas de licenciamento ambiental, caracterizando hipótese de atuação subsidiária. e) a União Federal deverá desempenhar as ações administrativas de licenciamento ambiental, caracterizando hipótese de atuação supletiva. FGV - AL (CAM DEP)/CAM DEP/CONSULTOR LEGISLATIVO/ÁREA XI/2023 LEI COMPLEMENTAR Nº 140/2011 - COOPERAÇÃO 11) No Município Gama, um empreendimento foi objeto de fiscalização por dois entes federados, com a lavratura de autos de infração ambiental e instauração de processos administrativos para a apuração de infrações à legislação ambiental pelos dois órgãos de fiscalização ambiental. Nesse contexto, de acordo com a Lei Complementar nº 140/11 e o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), assinale a afirmativa correta. a) Compete com exclusividade ao órgão responsável pelo licenciamento ou autorização de um empreendimento ou atividade, lavrar auto de infração ambiental e instaurar processo administrativo para a apuração de infrações à legislação ambiental cometidas pelo empreendimento ou atividade licenciada ou autorizada. b) Qualquer pessoa legalmente identificada, ao constatar infração ambiental decorrente de empreendimento ou atividade utilizadores de recursos ambientais, efetiva ou potencialmente poluidores, pode exercer diretamente o poder de polícia e lavrar auto de infração ambiental. c) A prevalência do auto de infração lavrado pelo órgão originalmente competente para o licenciamento ou autorização ambiental não exclui a atuação supletiva de outro ente federado, desde que comprovada omissão ou insuficiência na tutela fiscalizatória. d) Nos casos de iminência ou ocorrência de degradação da qualidade ambiental, o ente federativo que tiver conhecimento do fato deverá determinar medidas para evitá- la, fazer cessá-la ou mitigá-la, sem necessidade de comunicação imediata ao órgão competente para as providências cabíveis. e) Não há impedimento para o exercício pelos entes federativos da atribuição comum de fiscalização da conformidade de atividades efetiva ou potencialmente poluidoras com a legislação ambiental em vigor, prevalecendo o auto de infração ambiental lavrado por órgão que primeiro tenha tido conhecimento da infração. FGV - ANA LEG (ALEP)/ALEP/ENGENHEIRO/2024 CONCEITOS DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO (ARTS. 1º E 2º DA LEI Nº 9.985/00) 12) Relacione os termos a seguir, definidos pela Lei nº 9985/2000, às respectivas descrições. 1. Preservação 2. Recuperação 3. Restauração http://www.concurseirosabencoados.com.br/ http://www.concurseirosabencoados.com.br/ www.concurseirosabencoados.com.br Lei 9610/98. Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Concurseiros Abençoados / Uso Individual. Cópia registrada. (.....) restituição de um ecossistema ou de uma população silvestre degradada a uma condição não degradada, que pode ser diferente de sua condição original. (.....) restituição de um ecossistema ou de uma população silvestre degradada ao mais próximo possível da sua condição original. (.....) conjunto de métodos, procedimentos e políticas que visem a proteção a longo prazo das espécies, habitats e ecossistemas. Assinale a opção que indica a relação correta na ordem apresentada. a) 1 – 2 – 3. b) 1 – 3 – 2. c) 2 – 1 – 3. d) 2 – 3 – 1. e) 3 – 2 – 1. FGV - ENG AMB (PREF ABREU E LIMA)/PREF ABREU E LIMA/2024 CONCEITOS DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO (ARTS. 1º E 2º DA LEI Nº 9.985/00) 13) Observe o texto: “Restituição de um ecossistema ou de uma população silvestre degradada o mais próximo possível da sua condição original”. De acordo com a Lei nº 9.985/2000, esse texto define: a) diversidade ecológica. b) conservação in situ. c) manejo. d) restauração. e) recuperação. FGV - ANA TEC (PREF SJC)/PREF SJC/ENGENHARIA CIVIL/2024 CATEGORIAS DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO (ARTS. 7º A 21 DA LEI Nº 9.985/00)14) As estações ecológicas, as reservas biológicas e os parques nacionais são exemplos de áreas que, na legislação ambiental, são denominadas de a) Unidades de Uso Sustentável. b) Unidades de Proteção Integral. c) Patrimônio Biológico Nacional. d) Patrimônio Histórico Nacional. e) Áreas de Uso Compartilhado. FGV - CONS LEG (CM SP)/CM SP/ENGENHARIA CIVIL/SEGURANÇA DO TRABALHO/2024 CATEGORIAS DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO (ARTS. 7º A 21 DA LEI Nº 9.985/00) 15) As unidades de conservação integrantes do Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC) podem ser divididas em dois grupos: Unidades de Proteção Integral e Unidades de Uso Sustentável. Assinale a opção que apresenta a unidade de conservação que pertence ao grupo de Unidades de Proteção Integral. a) Estação Ecológica b) Reserva Extrativista c) Área de Proteção Ambiental d) Floresta Nacional e) Área de Relevante Interesse Ecológico http://www.concurseirosabencoados.com.br/ http://www.concurseirosabencoados.com.br/ www.concurseirosabencoados.com.br Lei 9610/98. Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Concurseiros Abençoados / Uso Individual. Cópia registrada. FGV - AL (CAM DEP)/CAM DEP/CONSULTOR LEGISLATIVO/ÁREA XIX/2024 CATEGORIAS DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO (ARTS. 7º A 21 DA LEI Nº 9.985/00) 16) As Unidades de Conservação (UC) fazem parte das políticas públicas para enfrentar os conflitos socioambientais relativos à gestão da terra e seus recursos naturais. O trecho a seguir descreve uma categoria específica de unidade de conservação: É uma extensa área natural destinada à proteção e conservação dos atributos bióticos, estéticos ou culturais ali existentes, importantes para a qualidade de vida da população local e para a proteção dos ecossistemas regionais. Podem ser estabelecidas em áreas de domínio público ou privado, pela União, Estados ou municípios, sem a necessidade de desapropriação das terras privadas. Seu objetivo principal é a conservação de processos naturais e da biodiversidade, por isso permite a ocupação humana, desde que em sintonia com os princípios do uso sustentável de seus recursos naturais. Adaptado de https://oeco.org.br/ O trecho refere-se à UC denominada a) Reserva de Desenvolvimento Sustentável. b) Área de Preservação Permanente. c) Reserva Extrativista. d) Reserva Particular do Patrimônio Natural. e) Área de Proteção Ambiental. FGV - CL (CM FORTAL)/CM FORTALEZA/MEIO AMBIENTE E URBANISMO/2024 CATEGORIAS DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO (ARTS. 7º A 21 DA LEI Nº 9.985/00) 17) Ao perquirir as unidades de conservação delimitadas pela Lei nº 9.985/2000, Florêncio verificou que existem aquelas que podem ser constituídas sobre terras públicas ou privadas ou que podem ser integradas por áreas particulares, as quais se contrapõem aquelas que são de posse e domínio públicos, cujas áreas particulares incluídas em seus limites devem ser desapropriadas. Indique, entre as unidades de conservação a seguir, as que podem ser constituídas sobre terras públicas ou privadas ou que podem ser integradas por áreas particulares. a) Refúgio da Vida Silvestre e Área de Proteção Ambiental; b) Monumento Natural e Reserva de Fauna; c) Área de Relevante Interesse Ecológico e Reserva Biológica; d) Estação ecológica e Reserva Extrativista; e) Reserva de Desenvolvimento Sustentável e Parque Nacional. FGV - ANA AMB (PREF CARAGUATATUBA)/PREF CARAGUATATUBA/2024 CATEGORIAS DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO (ARTS. 7º A 21 DA LEI Nº 9.985/00) 18) As unidades de conservação integrantes do Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC) dividem-se em dois grupos, isto é, as Unidades de Proteção Integral e as Unidades de Uso Sustentável. Assinale a opção que indica um exemplo de Unidade de Uso Sustentável. a) Floresta Nacional. b) Reserva Biológica. c) Parque Nacional. d) Monumento Natural. e) Refúgio de Vida Silvestre. http://www.concurseirosabencoados.com.br/ http://www.concurseirosabencoados.com.br/ www.concurseirosabencoados.com.br Lei 9610/98. Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Concurseiros Abençoados / Uso Individual. Cópia registrada. FGV - ANA AMB (PREF CARAGUATATUBA)/PREF CARAGUATATUBA/2024 CATEGORIAS DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO (ARTS. 7º A 21 DA LEI Nº 9.985/00) 19) As unidades de conservação (UC) são um instrumento importante para preservação do patrimônio geológico brasileiro. Em virtude dos diversos objetivos das UCS, dois grupos foram instituídos: as unidades de Proteção Integral e as unidades de Uso Sustentável. Assinale a opção que indica um exemplo de unidade de Uso Sustentável. a) Área de Proteção Ambiental. b) Estação Ecológica. c) Parque Nacional. d) Reserva Biológica. e) Monumento Natural. FGV - ENG AMB (PREF ABREU E LIMA)/PREF ABREU E LIMA/2024 CATEGORIAS DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO (ARTS. 7º A 21 DA LEI Nº 9.985/00) 20) A Lei nº 9.985/2000 estabelece que as unidades de conservação integrantes do SNUC dividem-se em dois grupos, com características específicas: as Unidades de Proteção Integral e as Unidades de Uso Sustentável. Com base na referida lei, o grupo das Unidades de Proteção Integral é composto pelas seguintes categorias de unidade de conservação, à exceção de uma , que está errada. Assinale-a. a) Estação Ecológica. b) Reserva Biológica. c) Floresta Nacional. d) Monumento Natural. e) Refúgio de Vida Silvestre. FGV - ENG AMB (PREF ABREU E LIMA)/PREF ABREU E LIMA/2024 CATEGORIAS DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO (ARTS. 7º A 21 DA LEI Nº 9.985/00) 21) As unidades de conservação integrantes do Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC) dividem-se em dois grupos, a saber, as Unidades de Proteção Integral e as Unidades de Uso Sustentável. Assinale a opção que apresenta, respectivamente, um tipo de Unidade de Proteção Integral e outro de Unidade de Uso Sustentável. a) Reserva Biológica e Floresta Nacional. b) Reserva de Fauna e Monumento Natural. c) Área de Proteção Ambiental e Reserva Extrativista. d) Área de Relevante Interesse Ecológico e Estação Ecológica. e) Refúgio de Vida Silvestre e Parque Nacional. FGV - JF TRF1/TRF 1/2023 CATEGORIAS DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO (ARTS. 7º A 21 DA LEI Nº 9.985/00) 22) A União criou uma unidade de conservação Alfa (UC Alfa) do grupo das Unidades de Proteção Integral, que tem como objetivo a preservação da natureza e a realização de pesquisas científicas. Sabe-se que a UC Alfa é de posse e domínio públicos, sendo que as áreas particulares incluídas em seus limites serão desapropriadas, de acordo com o que dispõe a lei. Ademais, é proibida a visitação pública à UC Alfa, exceto quando com objetivo educacional, de acordo com o que dispuser o Plano de Manejo da unidade ou regulamento específico. Diante da narrativa acima e consoante dispõe a Lei nº 9.985/2000, a UC Alfa é um(a): a) Estação Ecológica, e a pesquisa científica depende de autorização prévia do órgão responsável pela administração da unidade e está sujeita às http://www.concurseirosabencoados.com.br/ http://www.concurseirosabencoados.com.br/ www.concurseirosabencoados.com.br Lei 9610/98. Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Concurseiros Abençoados / Uso Individual. Cópia registrada. condições e restrições por este estabelecidas, bem como àquelas previstas em regulamento; b) Reserva Biológica, e a pesquisa científica depende de autorização prévia do órgão responsável pela administração da unidade ou do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama); c) Parque Nacional, e a pesquisa científica depende de autorizaçãoprévia do órgão responsável pela administração da unidade ou do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio); d) Refúgio de Vida Silvestre, e a pesquisa científica depende de autorização prévia do órgão responsável pela administração da unidade ou do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio); e) Área de Relevante Interesse Ecológico, e a pesquisa científica depende de autorização prévia do órgão responsável pela administração da unidade e está sujeita às condições e restrições por este estabelecidas, bem como àquelas previstas em regulamento. FGV - PEB (SEDUC TO)/SEDUC TO/EDUCAÇÃO INDÍGENA/MATEMÁTICA, CIÊNCIAS E SUAS TECNOLOGIAS/2023 CATEGORIAS DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO (ARTS. 7º A 21 DA LEI Nº 9.985/00) 23) A respeito do Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza instituída pela Lei nº 9.985/2000, analise os itens a seguir. I. A Reserva da Biosfera é constituída por uma ou várias zonas de transição, sem limites rígidos, em que o processo de ocupação e o manejo dos recursos naturais são planejados e conduzidos de modo participativo e em bases sustentáveis. II. A realização de pesquisas científicas nas unidades de conservação dispensa autorização prévia e fiscalização, exceto nas Área de Proteção Ambiental e nas Reservas Particulares do Patrimônio Natural. III. O Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza - SNUC é constituído pelo conjunto das unidades de conservação federais, estaduais e municipais. Está correto o que se afirma em a) II, apenas. b) III, apenas. c) I e II, apenas. d) I e III, apenas. e) I, II e III. FGV - ENG (PREF BH)/PREF BH/GEOGRAFIA/2023 CATEGORIAS DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO (ARTS. 7º A 21 DA LEI Nº 9.985/00) 24) Um problema comum aos projetos de conservação da natureza está associado ao decreto de Unidades de Conservação em territórios de populações tradicionais. Um exemplo recorrente é o decreto de Parques, que segundo a legislação do Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC), Lei no 9.985/00), é uma unidade de conservação de uso restrito, em que é proibida a existência de moradores em seu interior. Muitas áreas da Região Sudeste com vocação para o turismo de natureza, tiveram parques decretados, promovendo a desterritorialização de populações históricas, que viviam de agricultura, pesca ou extrativismo. Nesses casos, a unidade de conservação mais apropriada seria a) a estação ecológica. b) a reserva biológica. c) a reserva de desenvolvimento sustentável. d) a floresta nacional. http://www.concurseirosabencoados.com.br/ http://www.concurseirosabencoados.com.br/ www.concurseirosabencoados.com.br Lei 9610/98. Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Concurseiros Abençoados / Uso Individual. Cópia registrada. FGV - AL (CAM DEP)/CAM DEP/CONSULTOR LEGISLATIVO/ÁREA XI/2023 CATEGORIAS DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO (ARTS. 7º A 21 DA LEI Nº 9.985/00) 25) Suponha que a União queira criar uma unidade de conservação de proteção integral que tenha por objetivo a preservação da natureza e a realização de pesquisas científicas, que seja de posse e domínio públicos, de modo que as áreas particulares situadas em seus limites serão desapropriadas, na qual, em regra, é proibida a visitação pública. Nesse caso, de acordo com a Lei no 9.985/00, é correto afirmar que a aludida unidade de conservação é uma a) Estação Ecológica. b) Floresta Nacional. c) Reserva Biológica. d) Refúgio da Vida Silvestre. e) Reserva de Fauna. FGV - AL (CAM DEP)/CAM DEP/CONSULTOR LEGISLATIVO/ÁREA XI/2023 CATEGORIAS DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO (ARTS. 7º A 21 DA LEI Nº 9.985/00) 26) Thomas, norte-americano, em visita ao Brasil, compareceu a uma unidade de conservação da natureza, indicada por colegas brasileiros. Ao conversar com um funcionário do local, lhe foi informado que o objetivo básico daquela categoria de unidade de conservação seria a preservação de ecossistemas naturais de grande relevância ecológica e beleza cênica, possibilitando a realização de pesquisas científicas e o desenvolvimento de atividades de educação e interpretação ambiental, de recreação em contato com a natureza e de turismo ecológico. Nesse cenário, considerando as disposições da Lei no 9.985/00, é correto afirmar que Thomas visitou um(uma) a) Monumento Natural, unidade de desenvolvimento sustentável. b) Estação Ecológica, unidade de desenvolvimento sustentável. c) Reserva Biológica, unidade de desenvolvimento sustentável. d) Parque Nacional, unidade de proteção integral. e) Refúgio da Vida Silvestre, unidade de proteção integral. FGV - PROC (PREF SJC)/PREF SJC/2024 CRIAÇÃO E GESTÃO DAS UCS (ARTS. 22 A 36 DA LEI Nº 9.985/00 E ARTS. 2º A 40 DO DEC. Nº 4.340/02) 27) A criação de unidades de conservação ambiental de proteção integral ou de uso sustentável está prevista na Lei nº 9.985/2000, a qual dispõe que, em regra, há necessidade de consulta pública que permita identificar a localização, a dimensão e os limites mais adequados para tanto. Não obstante, a lei estabelece duas exceções para as quais não há obrigatoriedade de realização de tal instrumento de participação social, quais sejam: a) Estação Ecológica e Reserva Biológica. b) Parque Nacional e Refúgio da Vida Silvestre. c) Monumento Natural e Floresta Nacional. d) Reserva Biológica e Reserva de Desenvolvimento Sustentável. e) Refúgio da Vida Silvestre e Reserva de Fauna. http://www.concurseirosabencoados.com.br/ http://www.concurseirosabencoados.com.br/ www.concurseirosabencoados.com.br Lei 9610/98. Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Concurseiros Abençoados / Uso Individual. Cópia registrada. FGV - NAC UNI OAB/OAB/2024 CRIAÇÃO E GESTÃO DAS UCS (ARTS. 22 A 36 DA LEI Nº 9.985/00 E ARTS. 2º A 40 DO DEC. Nº 4.340/02) 28) Município Alfa criou regularmente uma Unidade de Conservação (UC), por meio de decreto do Prefeito. Três anos depois, mediante a realização de novos estudos técnicos e de consulta pública, o chefe do Executivo municipal se convenceu de que deveria reduzir os limites geográficos da Unidade de Conservação. Sabendo que o Prefeito está prestes a assinar novo decreto promovendo a supressão e a desafetação de uma parte dessa Unidade de Conservação, um grupo de ambientalistas procurou você como advogado(a). Nesse contexto, assinale a opção que apresenta, corretamente, sua orientação acerca do novo decreto. a) O decreto em questão não pode ser considerado válido, pois quaisquer alterações na UC devem ser precedidas de autorização dos órgãos ambientais estadual e federal. b) Não há qualquer mácula no aludido decreto, uma vez que foram realizados novos estudos técnicos e consulta pública, que são imprescindíveis para quaisquer alterações na UC. c) É inviável a alteração pretendida por decreto, haja vista que a desafetação ou redução dos limites de uma Unidade de Conservação só pode ser feita mediante lei específica. d) O decreto em análise está em consonância com o ordenamento jurídico, na medida em que, se a criação da UC se deu por tal via, sua redução pode ser realizada pelo mesmo instrumento normativo. FGV - ANA LEG III (ALESC)/ALESC/ADMINISTRADOR/2024 CRIAÇÃO E GESTÃO DAS UCS (ARTS. 22 A 36 DA LEI Nº 9.985/00 E ARTS. 2º A 40 DO DEC. Nº 4.340/02) 29) No exercício de suas atribuições enquanto servidor público do Estado de Santa Catarina, Orlando, que estava atuando em grupo de trabalho sobre a gestão de espaços ambientalmente protegidos, foi questionado quanto à necessidade das unidades de conservação definidas pela Lei nº 9.985/2000 possuírem zonas de amortecimento e, quando conveniente, corredores ecológicos.Diante dessa situação hipotética, Orlando respondeu, corretamente, que é necessária a sua implementação com relação aos seguintes tipos de unidades de conservação, à exceção de um. Assinale-o. a) Estação Ecológica e Refúgio da Vida Silvestre. b) Parque Nacional e Reserva Biológica. c) Reserva Extrativista e Área de Relevante Interesse Ecológico. d) Área de Proteção Ambiental e Reserva Particular do Patrimônio Natural. e) Monumento Natural e Reserva de Desenvolvimento Sustentável. FGV - CL (CM FORTAL)/CM FORTALEZA/MEIO AMBIENTE E URBANISMO/2024 CRIAÇÃO E GESTÃO DAS UCS (ARTS. 22 A 36 DA LEI Nº 9.985/00 E ARTS. 2º A 40 DO DEC. Nº 4.340/02) 30) Com o objetivo de implementar um projeto há muito reivindicado pela coletividade no sentido de promover o acesso da zona rural para a zona urbana, o Município Delta pretende erguer uma ponte, cujo projeto aponta que a construção deve ser localizada dentro de uma Reserva Biológica estadual instituída por Decreto, a qual causará profundos impactos ao meio ambiente no mencionado espaço territorial ambientalmente protegido. http://www.concurseirosabencoados.com.br/ http://www.concurseirosabencoados.com.br/ www.concurseirosabencoados.com.br Lei 9610/98. Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Concurseiros Abençoados / Uso Individual. Cópia registrada. Diante dessa situação hipotética, é correto afirmar que a) o Município deve desapropriar por utilidade pública a área de proteção ambiental em questão para fins de construir a aludida ponte. b) o Estado poderia editar um decreto para fins de excluir a área de proteção ambiental em questão da respectiva unidade de conservação, a fim de que o Município pudesse construir a ponte, considerando que a unidade de conservação foi instituída por Decreto. c) diante do impasse entre Estado e Município, cabe à União definir a delimitação da área de proteção ambiental em questão; mediante a edição de uma lei que imponha novos contornos à unidade de conservação. d) não há qualquer impedimento para o Município construir na área de proteção ambiental em questão, por se tratar de bem de uso comum do povo, que deve ser destinado ao interesse da coletividade, assim como a construção da ponte. e) a alteração dos limites da área de conservação ambiental em questão somente pode ser realizada por meio de lei estadual, que promova a modificação dos contornos do aludido espaço territorial. FGV - ENG AMB (PREF ABREU E LIMA)/PREF ABREU E LIMA/2024 CRIAÇÃO E GESTÃO DAS UCS (ARTS. 22 A 36 DA LEI Nº 9.985/00 E ARTS. 2º A 40 DO DEC. Nº 4.340/02) 31) De acordo com o Art. 27 da Lei nº 9.985/2000, as unidades de conservação devem dispor de um Plano de Manejo. Em relação a tais Planos de Manejo, avalie as afirmativas as seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa. (.....) O Plano de Manejo deve abranger a área da unidade de conservação, sua zona de amortecimento e os corredores ecológicos, incluindo medidas com o fim de promover sua integração à vida econômica e social das comunidades vizinhas. (.....) Na elaboração, atualização e implementação do Plano de Manejo das Reservas Extrativistas, das Reservas de Desenvolvimento Sustentável, das Áreas de Proteção Ambiental e, quando couber, das Florestas Nacionais e das Áreas de Relevante Interesse Ecológico, a participação da população residente será limitada. (.....) Até que seja elaborado o Plano de Manejo, todas as atividades e obras desenvolvidas nas unidades de conservação de proteção integral devem se limitar àquelas destinadas a garantir a integridade dos recursos que a unidade objetiva proteger, assegurando-se às populações tradicionais porventura residentes na área as condições e os meios necessários para a satisfação de suas necessidades materiais, sociais e culturais. As afirmativas são, respectivamente, a) V – V – V. b) V – F – V. c) F – F – F. d) F – V – V. e) V – V – F. FGV - PROC (NITERÓI)/PREF NITERÓI/2023 CRIAÇÃO E GESTÃO DAS UCS (ARTS. 22 A 36 DA LEI Nº 9.985/00 E ARTS. 2º A 40 DO DEC. Nº 4.340/02) 32) O Município de Niterói, observadas as formalidades legais, pretende criar uma unidade de conservação (UC), do grupo das Unidades de Proteção Integral, que terá como objetivo básico a preservação de ecossistemas naturais de grande relevância ecológica e beleza cênica, possibilitando a realização de pesquisas científicas e o desenvolvimento de atividades de educação e interpretação ambiental, de recreação em contato com a natureza e de turismo ecológico. Sabe-se que a visitação pública à UC estará sujeita às normas e restrições estabelecidas no Plano de Manejo da unidade, às normas estabelecidas pelo órgão responsável por sua administração e àquelas previstas em regulamento. http://www.concurseirosabencoados.com.br/ http://www.concurseirosabencoados.com.br/ www.concurseirosabencoados.com.br Lei 9610/98. Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Concurseiros Abençoados / Uso Individual. Cópia registrada. Consoante dispõe a Lei nº 9.985/2000, deverá ser criado(a) um(a): a) Parque Natural Municipal; b) Estação Ecológica Municipal; c) Área de Relevante Interesse Ecológico Municipal; d) Reserva de Desenvolvimento Sustentável Municipal; e) Reserva Particular do Patrimônio Natural Municipal. FGV - AL (CAM DEP)/CAM DEP/CONSULTOR LEGISLATIVO/ÁREA XI/2023 DISPOSIÇÕES FIN. E TRANSIT. (ARTS. 42 A 60 DA LEI Nº 9.985/00 E ARTS. 46 A 48 DO DEC. Nº 4.340/02) 33) Os órgãos públicos e as empresas privadas responsáveis pela geração e distribuição de energia elétrica e pelo abastecimento público de água em uma determinada região são beneficiários da proteção da água proporcionada por uma unidade de conservação. Sobre a situação narrada, a Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC) (Lei nº 9.985/00) determina que a) a instalação de redes de abastecimento de água e esgoto em unidades de conservação é tacitamente autorizada em função da relevância desses serviços. b) o órgão ou empresa, público ou privado, responsável pela geração e distribuição de energia elétrica, beneficiário da proteção oferecida por uma unidade de conservação não precisa contribuir financeiramente para a proteção e implementação da unidade, em função da relevância desse serviço. c) a instalação de redes de energia e infraestrutura urbana em geral independe de prévia aprovação do órgão responsável pela administração da unidade de conservação, desde que precedida pela elaboração de estudos de impacto ambiental e outras exigências legais. d) o órgão público responsável pelo abastecimento de água beneficiário da proteção proporcionada por uma unidade de conservação não precisa contribuir financeiramente para a proteção e implementação da unidade. e) a empresa, pública ou privada, responsável pelo abastecimento de água ou que faça uso de recursos hídricos, beneficiária da proteção proporcionada por uma unidade de conservação deve contribuir financeiramente para a proteção e implementação da unidade, de acordo com o disposto em regulamentação específica. FGV - AL (CAM DEP)/CAM DEP/CONSULTOR LEGISLATIVO/ÁREA X/2024 LEI Nº 12.305/2010 - POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS 34) O retorno de embalagens de agrotóxicos é de extrema importância devido aos riscos ambientais e à saúde pública associados ao descarte inadequado. No Brasil, o sistema de devolução é gerenciado pelo Inpev, que realiza a logística reversa das embalagens, permitindo sua reciclagem e evitando danos ao meio ambiente. Considerando essa assertiva, assinale a opção que indica corretamente a legislação que traz a obrigação de logística reversa das embalagens por parte do fabricante. a) A Lei nº 8.171/1991, que institui a PolíticaAgrícola, estabelecendo diretrizes e instrumentos para o planejamento e execução da política agrícola e agrária. b) Lei nº 12.305/2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). c) A Lei nº 12.651/2012, que dispõe sobre a proteção da vegetação nativa, alterando a Lei no 6.938/1981, estabelecendo o Programa de Regularização Ambiental (PRA). d) A Lei nº 9.605/1998, conhecida como Lei de Crimes Ambientais, que estabelece as sanções penais e administrativas derivadas de condutas lesivas ao meio ambiente. http://www.concurseirosabencoados.com.br/ http://www.concurseirosabencoados.com.br/ www.concurseirosabencoados.com.br Lei 9610/98. Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Concurseiros Abençoados / Uso Individual. Cópia registrada. e) A Lei nº 10.831/2003, que institui a Lei Orgânica da Agricultura Familiar e dispõe sobre a definição, os objetivos, a implementação e os instrumentos da política agrícola para a agricultura familiar. FGV - CL (CM FORTAL)/CM FORTALEZA/MEIO AMBIENTE E URBANISMO/2024 LEI Nº 12.305/2010 - POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS 35) Com relação ao papel dos Municípios na gestão integrada e gerenciamento de resíduos sólidos no âmbito da Lei nº 12.305/2010, é correto afirmar que a) é vedado que o plano municipal de gestão integrada de resíduos sólidos seja inserido no plano de saneamento básico, consagrado na respectiva lei, mesmo que respeite aspectos basilares previstos na Lei nº 12.305/2010. b) para os Municípios com menos de 20.000 habitantes o plano municipal de gestão integrada de resíduos sólidos terá conteúdo simplificado, na forma do regulamento, mesmo que seu território abranja, total ou parcialmente, Unidades de Conservação. c) os Municípios podem ter acesso a recursos da União, ou por ela controlados, destinados a empreendimentos e serviços relacionados à limpeza urbana e ao manejo de resíduos sólidos, independentemente da elaboração de plano de gestão integrada de resíduos sólidos. d) a elaboração do plano municipal de gestão integrada de resíduos sólidas está no âmbito da discricionariedade dos Municípios, que podem dispor sobre os aspectos a serem tratados, sem a necessidade de observar um conteúdo mínimo para tal finalidade. e) serão priorizados no acesso de recursos da União destinados a empreendimentos e serviços à limpeza urbana e ao manejo de resíduos sólidos, dentre outros, os Municípios que optarem por soluções consorciadas intermunicipais para a gestão dos resíduos sólidos, incluída a elaboração e implementação de plano intermunicipal. FGV - CL (CM FORTAL)/CM FORTALEZA/MEIO AMBIENTE E URBANISMO/2024 LEI Nº 12.305/2010 - POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS 36) João, diretor da sociedade empresária XYZ, contratou um especialista no gerenciamento de resíduos sólidos, visando à conscientização dos colaboradores, por meio de uma palestra, sobre os impactos ambientais da atividade econômica desenvolvida. Em assim sendo, o convidado trouxe à discussão diversos apontamentos sobre a matéria, dando destaque a um instrumento da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Nesse cenário, considerando as disposições da Lei nº 12.305/2010, assinale a opção que contém um instrumento da Política Nacional de Resíduos Sólidos. a) O reconhecimento do resíduo sólido reutilizável e reciclável como um bem econômico e de valor social, gerador de trabalho e renda e promotor de cidadania. b) A cooperação entre as diferentes esferas do poder público, o setor empresarial e demais segmentos da sociedade. c) A responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos. d) A gestão integrada de resíduos sólidos. e) A educação ambiental. FGV - AJ TRF1/TRF 1/ADMINISTRATIVA/INSPETOR DA POLICIA JUDICIAL/2024 LEI Nº 12.305/2010 - POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS 37) A gestão adequada dos resíduos sólidos é um desafio cada vez mais urgente e essencial para a preservação do meio ambiente e a sustentabilidade do planeta. A inadequada gestão de resíduos compromete não apenas o meio ambiente, mas a qualidade de vida da população e o desenvolvimento sustentável. Nesse contexto, a implementação de Planos Municipais de Gestão Integrada de Resíduos http://www.concurseirosabencoados.com.br/ http://www.concurseirosabencoados.com.br/ www.concurseirosabencoados.com.br Lei 9610/98. Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Concurseiros Abençoados / Uso Individual. Cópia registrada. Sólidos é imprescindível para a adequada gestão dos resíduos. Sobre esses planos, é correto afirmar que: a) devem prever expressamente a periodicidade de sua revisão, observado o período máximo de 30 anos; b) é facultada a previsão de sistema de cálculo dos custos da prestação dos serviços públicos de limpeza urbana e de manejo de resíduos sólidos, bem como a forma de cobrança desses serviços; c) devem contemplar ações específicas a serem desenvolvidas no âmbito dos órgãos da Administração Pública, com vistas à utilização racional dos recursos ambientais, ao combate a todas as formas de desperdício e à minimização da geração de resíduos; d) não é obrigatória sua elaboração para que os municípios tenham acesso a recursos financeiros e incentivos governamentais relacionados à limpeza urbana e ao manejo de resíduos sólidos, embora seja recomendada; e) devem prever as zonas favoráveis e desfavoráveis para a localização de unidades de tratamento de resíduos sólidos ou de disposição final de rejeitos. FGV - AJ TRF1/TRF 1/ADMINISTRATIVA/INSPETOR DA POLICIA JUDICIAL/2024 LEI Nº 12.305/2010 - POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS 38) À medida que a população cresce em larga escala, a produção industrial experimenta elevado incremento para acompanhar a nova demanda. Como resultado, temos uma crescente geração de resíduos. Nesse contexto, o gerenciamento de resíduos se mostra imprescindível para permitir o melhor aproveitamento das matérias-primas e a redução das agressões ao meio ambiente. Assim, em busca do desenvolvimento sustentável e a fim de propiciar padrões dignos de vida a esta e às futuras gerações, a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) estabeleceu uma ordem de prioridade das ações que devem ser encaminhadas na gestão e no gerenciamento dos resíduos sólidos. A alternativa que contém práticas organizadas segundo a ordem de prioridade definida na PNRS é: a) reciclagem, comprar roupas em brechó, destinar resíduos ao aterro sanitário; b) recuperação energética de resíduos, reaproveitamento da matéria prima em outras cadeias produtivas, reduzir impressões em papel; c) embalagem retornável, reciclagem, destinar resíduos ao aterro sanitário; d) recuperação energética, reciclagem, utilizar copos de vidro no lugar de descartáveis; e) reciclagem, destinação a aterro, recuperação energética de resíduos. FGV - AJ TRF1/TRF 1/ADMINISTRATIVA/"SEM ESPECIALIDADE"/2024 LEI Nº 12.305/2010 - POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS 39) A logística reversa corresponde a um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada. Sobre a logística reversa de pilhas e baterias, analise as alternativas a seguir. I. Compete aos fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes a obrigação de tomar todas as medidas necessárias para assegurar a implementação e operacionalização do sistema de logística reversa. II. A obrigação de implementação de sistema de logística reversa de pilhas e baterias depende da prévia celebração de acordo setorial, que deverá levar em consideração a viabilidade técnica e econômica da logística reversa.III. A participação do Poder Público Municipal deve se dar por prévio acordo (setorial ou compromisso) e ser remunerada. Está correto o que se afirma em: http://www.concurseirosabencoados.com.br/ http://www.concurseirosabencoados.com.br/ www.concurseirosabencoados.com.br Lei 9610/98. Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Concurseiros Abençoados / Uso Individual. Cópia registrada. a) I, apenas; b) II, apenas; c) III, apenas; d) I e III, apenas; e) I, II e III. FGV - TJ TRF1/TRF 1/ADMINISTRATIVA/AGENTE DA POLICIA JUDICIAL/2024 LEI Nº 12.305/2010 - POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS 40) Os atos de natureza contratual, firmados entre o Poder Público e os fabricantes, os importadores, os distribuidores ou os comerciantes, com vistas à implantação da responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida do produto, são denominados: a) acordos setoriais; b) termos de ajustamento de conduta; c) compromissos setoriais; d) acordos de logística reversa; e) termos de responsabilidade de logística reversa. FGV - TJ TRF1/TRF 1/ADMINISTRATIVA/AGENTE DA POLICIA JUDICIAL/2024 LEI Nº 12.305/2010 - POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS 41) Os resíduos sólidos urbanos, quando dispostos irregularmente, podem gerar uma série de impactos negativos ao ambiente, como obstrução de vias e logradouros, assoreamento de rios e proliferação de vetores, entre outros. De acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010), os resíduos sólidos urbanos englobam, quanto à origem: a) os resíduos de limpeza de logradouros; b) os resíduos gerados nos serviços de saúde; c) os resíduos gerados nos processos produtivos e instalações industriais; d) o lodo gerado no tratamento da água nas estações de tratamento de água; e) os resíduos gerados nas construções civis, reformas, reparos e demolições de obras de construção civil, incluídos os resultantes da preparação e escavação de terrenos para obras civis. FGV - TJ TRF1/TRF 1/ADMINISTRATIVA/"SEM ESPECIALIDADE"/2024 LEI Nº 12.305/2010 - POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS 42) É um objetivo da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010): a) a priorização da destinação final dos resíduos aos aterros sanitários; b) a responsabilidade integral do poder público no gerenciamento de resíduos sólidos; c) a obrigatoriedade de adoção de matéria-prima reciclável pelos fabricantes; d) a manutenção de lixões a céu aberto, vedada a atividade de catação; e) a integração dos catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis nas ações que envolvam a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos. FGV - NAC UNI OAB/OAB/2023 LEI Nº 12.305/2010 - POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS 43) A sociedade empresária Alfa é fabricante e comerciante de pilhas e baterias. Em matéria de responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos, com base na Política Nacional de Resíduos Sólidos, a autoridade competente vem cobrando da sociedade empresária que promova o retorno dos produtos após o uso pelo consumidor, de forma http://www.concurseirosabencoados.com.br/ http://www.concurseirosabencoados.com.br/ www.concurseirosabencoados.com.br Lei 9610/98. Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Concurseiros Abençoados / Uso Individual. Cópia registrada. independente do serviço público de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos. O sócio administrador da sociedade empresária Alfa entendeu que a responsabilidade pela destinação final das pilhas e baterias deve ser exclusivamente do consumidor final, razão pela qual contratou você, como advogado(a), para prestar consultoria jurídica. Levando em conta o que dispõe a Lei nº 12.305/2010, você informou a seu cliente que, no caso em tela, de fato, ele está obrigado a a) estruturar e implementar sistema de logística reversa. b) instituir o sistema de coleta seletiva no âmbito do Município onde está instalada a sede social da sociedade empresária. c) contratar cooperativas de catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis para recolher os produtos. d) recomprar os produtos usados, não podendo disponibilizar postos de entrega de resíduos reutilizáveis e recicláveis. FGV - ANA (DPE RS)/DPE RS/APOIO ESPECIALIZADO/ENGENHARIA CIVIL/2023 LEI Nº 12.305/2010 - POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS 44) A Lei nº 12.305/2010 institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e apresenta diversos princípios a serem seguidos na gestão dessa política. Um desses princípios tem como objetivo minimizar o volume de resíduos sólidos e rejeitos gerados, e também os impactos causados à saúde humana e à qualidade do meio ambiente, decorrentes da sucessão de estágios, insumos e processos pelos quais um produto passa, desde seu desenvolvimento até a colocação no mercado, passando pela ascensão e posterior queda nas vendas e até mesmo pela eventual retirada de circulação. Esse princípio é apresentado na PNRS como: a) da prevenção e precaução em relação à geração e à disposição de rejeitos; b) poluidor-pagador pelo lançamento indevido de resíduos; c) da visão sistêmica na gestão dos resíduos sólidos; d) da responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos; e) do reconhecimento do resíduo sólido reutilizável e reciclável como um bem econômico e de valor social. FGV - DP RJ/DPE RJ/2023 LEI Nº 12.305/2010 - POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS 45) Sobre a política nacional de resíduos sólidos: a) tem como princípios orientadores o da prevenção e o da reparação; b) acordo setorial constitui espécie de contrato firmado entre os grandes geradores, as cooperativas e associações de catadores e catadoras; c) a responsabilidade pelo ciclo de vida dos produtos atribui-se aos fabricantes e importadores, isentando- se os consumidores; d) o setor empresarial e a coletividade respondem pela efetividade das ações da política nacional de resíduos sólidos; e) a existência de plano municipal de gestão integrada de resíduos sólidos não exime o Município do licenciamento ambiental respectivo. FGV - TECGES ADMIN (ALEMA)/ALEMA/ENGENHEIRO AMBIENTAL/2023 LEI Nº 12.305/2010 - POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS 46) O desenvolvimento de alternativas para a destinação adequada dos resíduos sólidos tornou-se extremamente importante, uma vez que o descarte inadequado desses materiais acarreta aumento da http://www.concurseirosabencoados.com.br/ http://www.concurseirosabencoados.com.br/ www.concurseirosabencoados.com.br Lei 9610/98. Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Concurseiros Abençoados / Uso Individual. Cópia registrada. poluição, proliferação de pragas e doenças e redução da qualidade de vida das pessoas. A Lei nº 12.305 de 02 de agosto de 2010 institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Acerca dessa lei, avalie as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa. (.....) Se aplica aos rejeitos radioativos. (.....) Na gestão e gerenciamento de resíduos sólidos, a prioridade deverá seguir a seguinte ordem: redução, reutilização, reciclagem, não geração, tratamento dos resíduos sólidos e disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos. (.....) Os resíduos sólidos são classificados de acordo com sua origem e periculosidade. As afirmativas são, respectivamente, a) V – V – F. b) F – F – V. c) F – V – F. d) F – F – F. e) V – F – V. FGV - AL (CAM DEP)/CAM DEP/CONSULTOR LEGISLATIVO/ÁREA XI/2023 LEI Nº 12.305/2010 - POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS 47) A Lei nº 12.305/10 institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, dispondo sobre seus princípios, objetivos e instrumentos,bem como sobre as diretrizes relativas à gestão integrada e ao gerenciamento de resíduos sólidos, incluídos os perigosos, às responsabilidades dos geradores e do poder público e aos instrumentos econômicos aplicáveis. Nesse contexto, assinale a opção abaixo que, de acordo com o citado diploma legal, não representa um dos instrumentos da Política Nacional de Resíduos Sólidos. a) Os incentivos fiscais, financeiros e creditícios. b) A proibição da criação e do desenvolvimento de cooperativas ou de outras formas de associação de catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis. c) O monitoramento e a fiscalização ambiental, sanitária e agropecuária. d) A coleta seletiva, os sistemas de logística reversa e outras ferramentas relacionadas à implementação da responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos. e) A cooperação técnica e financeira entre os setores público e privado para o desenvolvimento de pesquisas de novos produtos, métodos, processos e tecnologias de gestão, reciclagem, reutilização, tratamento de resíduos e disposição final ambientalmente adequada de rejeitos. FGV - AL (CAM DEP)/CAM DEP/CONSULTOR LEGISLATIVO/ÁREA XI/2023 LEI Nº 12.305/2010 - POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS 48) Joana, estudante de Direito, realiza estudo empírico sobre os sistemas de logística reversa, no contexto da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Desta forma, a aluna comparece a três diferentes sociedades empresárias, colhendo as seguintes informações: a primeira entidade comercializa pilhas e baterias; a segunda empresa aliena pneus; e a terceira pessoa jurídica vende óleos lubrificantes. Nesse cenário, considerando as disposições da Lei nº 12.305/10, é correto afirmar que a) as sociedades empresárias que comercializam pilhas, baterias e pneus devem estruturar e implementar sistemas de logística reversa, mas não a entidade que vende óleos lubrificantes. b) a sociedade empresária que comercializa pneus deve estruturar e implementar sistemas de logística reversa, mas não as entidades que vendem pilhas, baterias e óleos lubrificantes. c) a sociedade empresária que comercializa pilhas e baterias deve estruturar e implementar sistemas de http://www.concurseirosabencoados.com.br/ http://www.concurseirosabencoados.com.br/ www.concurseirosabencoados.com.br Lei 9610/98. Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Concurseiros Abençoados / Uso Individual. Cópia registrada. logística reversa, mas não as entidades que vendem pneus e óleos lubrificantes. d) as sociedades empresárias que comercializam pilhas, baterias e óleos lubrificantes devem estruturar e implementar sistemas de logística reversa, mas não a entidade que vende pneus. e) as sociedades empresárias que comercializam pilhas, baterias, pneus e óleos lubrificantes devem estruturar e implementar sistemas de logística reversa. FGV - AL (CAM DEP)/CAM DEP/CONSULTOR LEGISLATIVO/ÁREA XI/2023 LEI Nº 12.305/2010 - POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS 49) A Política Nacional de Resíduos Sólidos, instituída pela Lei nº 12.305/10, estabelece que a logística reversa é um instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada. Sobre a logística reversa é correto afirmar que a) os sistemas de logística reversa e outras ferramentas relacionadas à implementação da responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos, apesar de não estarem expressamente elencados entre os instrumentos da Política Nacional de Resíduos Sólidos, são importantes ferramentais para a gestão dos resíduos. b) os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes têm responsabilidade que abrange o recolhimento dos produtos e dos resíduos remanescentes após o uso, assim como sua subsequente destinação final ambientalmente adequada, no caso de produtos objeto de sistema de logística reversa na forma do Art. 33 da Lei 12.305/10. c) os produtos comercializados em embalagens plásticas, metálicas ou de vidro, e aos demais produtos e embalagens, considerando, prioritariamente, o grau e a extensão do impacto à saúde pública e ao meio ambiente dos resíduos gerados serão objeto de logística reversa apenas quando expressamente elencados por lei. d) não poderá o titular do serviço público de limpeza urbana e de manejo de resíduos sólidos encarregar- se de atividades de responsabilidade dos fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes nos sistemas de logística reversa dos produtos e embalagens a que se refere o Art. 33 da Lei no 12.305/10, mesmo que as ações do poder público sejam remuneradas e acordada entre as partes. e) com exceção dos consumidores e dos importadores, todos os participantes dos sistemas de logística reversa manterão atualizadas e disponíveis ao órgão municipal competente e a outras autoridades informações completas sobre a realização das ações sob sua responsabilidade. FGV - AL (CAM DEP)/CAM DEP/CONSULTOR LEGISLATIVO/ÁREA XI/2023 LEI Nº 12.305/2010 - POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS 50) A Política Nacional de Resíduos Sólidos, instituída pela Lei nº 12.305/10, estabelece premissas estruturantes para a gestão de resíduos sólidos no país, notadamente para a redução dos resíduos, a recuperação energética e o acesso à informação. Em relação ao tema, avalie as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa. (.....) Na gestão e gerenciamento de resíduos sólidos, deve ser observada a seguinte ordem de prioridade: reutilização, reciclagem, não geração, redução, tratamento dos resíduos sólidos e disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos. (.....) Poderão ser utilizadas tecnologias visando à recuperação energética dos resíduos sólidos urbanos, com a implantação de programa de monitoramento de emissão de gases tóxicos, independente da aprovação do órgão ambiental. (.....) Incumbe aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios fornecer, ao órgão federal responsável pela coordenação do Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos http://www.concurseirosabencoados.com.br/ http://www.concurseirosabencoados.com.br/ www.concurseirosabencoados.com.br Lei 9610/98. Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Concurseiros Abençoados / Uso Individual. Cópia registrada. (Sinir), todas as informações necessárias sobre os resíduos sob sua esfera de competência, na forma e na periodicidade estabelecidas em regulamento. As afirmações são, respectivamente, a) F — V — F. b) F — F — V. c) V — F — V. d) V — V — F. e) V — F — F. FGV - TJ TRF1/TRF 1/ADMINISTRATIVA/AGENTE DA POLICIA JUDICIAL/2024 LEI Nº 12.187/2009 - POLÍTICA NACIONAL SOBRE MUDANÇA DO CLIMA 51) A Política Nacional sobre Mudança do Clima (Lei nº 12.187/2009) é um conjunto de princípios, objetivos, diretrizes e instrumentos para promover o desenvolvimento sustentável e mitigar os impactos das mudanças climáticas no Brasil. Sobre a Política Nacional sobre Mudança do Clima, é correto afirmar que visa à(ao): a) total eliminação da utilização de combustíveis fósseis; b) paralisação das atividades das empresas que não cumpram suas metas de redução de emissão de gases de efeito estufa; c) remoção dos sumidouros de carbono em território nacional; d) estímulo ao desenvolvimento do Mercado Brasileiro de Redução de Emissões; e) proteção prioritária do sistema climático em detrimento do desenvolvimento econômico-social. FGV - TJ TRF1/TRF 1/ADMINISTRATIVA/AGENTE DA POLICIA JUDICIAL/2024 LEI Nº