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TEXTO ARGUMENTATIVO
	DADOS DO ALUNO
	Nome: L C G F
	RU: 3309456(insira seu RU)
	Polo: 
	
Título do artigo
1. Introdução — na introdução, dois pontos devem estar em evidência, a apresentação do tema e a opinião que será defendida. (1 parágrafo)
2. Desenvolvimento — explicitação do posicionamento adotado com a utilização de argumentos e de contra-argumentos e apresentação de dados. (2 a 3 parágrafos)
3. Conclusão — ênfase/retomada da tese e/ou proposta de intervenção/solução. (1 parágrafo).
Inclusão nas escolas Municipais de Salto do Jacui.
Introdução
Este texto está pautado em uma reunião de vereadores acontecida na primeira segunda deste mês. teve a participação de pais que tem crianças especiais que estão estudando no município.
O objetivo desta reunião é para discutir sobre o cumprimento da lei onde as crianças especiais tem direito a um monitor.
É garantido na constituição o acesso à educação, este acesso está previsto a todas crianças brasileiros e sabemos que é, dever do Estado e da família, acompanhar este acesso. A diversidade é uma realidade, que deve ser vividas através na práticas educativa inclusivas como desenvolver as habilidades entre os alunos inclusos. 
Podemos perceber que os modelos pedagógicos usados nas escolas não são eficiente, demos que promover a diversidade como a pauta mais importantes hoje, amanha prevendo o futuro destas crianças inclusas. 
O respeito as diferenças quando levado a serio podemos perceber que estas crianças tem um avanço maior em relação a relacionamento e educação.
Desenvolvimento
Às vezes os problemas não são tão complicados quanto parece. Na maior parte dos casos, a dificuldade tem mais a ver com a maneira de como está sendo encarando a questão da inclusão.
 A solução de um problema começa sempre com sua abordagem. Mas para que essa abordagem seja adequada, as fontes de informações precisam ser fiéis à situação que se está enfrentando. E não conseguiremos essa informação adequada referente a um aluno incluso se a barreira entre escola e família não for ultrapassada. E essa barreira cada vez será mais resistente enquanto a família continuar deixando a cargo da escola, não só a responsabilidade de ensinar, mas de educar, de orientar, de dar afeto etc.
Há situações em que os profissionais de ensino tem muito pouca ou nenhuma informação sobre as peculiaridades do aluno incluso. Há ocasiões em que isso ocorre por erros da direção da instituição, por não repassar ou não deixar os professores completamente a par da realidade em que estão inseridos. Mas, o mais comum é a família ocultar certas limitações do aluno por receio que ele sofra preconceito ou qualquer tipo de bullying por parte dos colegas. Assim, alguns professores frequentemente relatam que há casos em que descobrem que um aluno é especial, meio que por acaso, observando o comportamento do referido aluno ou então prestando atenção nos comentários dos colegas a seu respeito.
Ainda assim, as informações erradas, conseguida, pode gerar um sem número de incoerências.
 E temos que considerar a possibilidade de estar lidando com uma situação em que a família não tem laudo por isso não sabe a verdadeira situação do filho, então, simplesmente não quer admitir. Em ambas as situações, o vínculo entre escola e família pode ter grande importância, sendo um dos maiores pontos de apoio, em relação à situação que se está enfrentando. Sendo a escola uma das melhor fonte de informação para poder auxiliar o aluno numa inclusão positiva e menos traumática. 
Com o pensando nestas questões neste debate para a educação, Rodrigo Hübner Mendes – superintendente do Instituto Rodrigo Mendes, referência na promoção de práticas inclusivas – compreende que:
“No âmbito da educação, tal perspectiva gera impactos contundentes no modo de pensar o acolhimento das diferenças humanas no ambiente escolar, uma vez que desconstrói o cômodo argumento de que a escola e os professores estão dispostos a atender ao aluno com deficiência desde que ele se adapte ao modelo presente. (...) Além disso, a convenção esclarece que as pessoas com deficiência não devem ser excluídas do sistema educacional geral sob alegação de deficiência. Ao contrário, devem ter acesso ao ensino em igualdade de condições com os demais estudantes, de modo a conviver plenamente com toda a comunidade escolar.”
Temos que ter o compromisso de proporcionar uma educação que se propõe a incluir a criança especial, deixando aqueles modelos que são padronizados, que acabam não respeitando a realidade de cada criança conforme seu laudo, acabando assim de promover a exclusão e consequentemente o fracasso escolar.
Muitas crianças que deveriam ser inclusa, tiveram o acesso à educação negado ou no mínimo limitada. 
Hoje temos um maior número de crianças incluídas nas escolas, aumentando assim as matriculas entre estás crianças, o que não significa progresso, porque vemos uma exclusão acentuada ainda.
Nem sempre a criança com dificuldades educacionais tenha alguma necessidade especial, portanto quando falamos em atendimentos especializados também estamos falando de crianças que talvez não tenha alguma deficiência, e nem laudo.
A promulgação da Constituição Brasileira de 1988, a qual em seu artigo 227, caput e, em outros dispositivos conexos,garantia de direitos humanos de crianças e adolescentes adveio com a reconheceu que criança é sujeito de direitos, reconhecidos universalmente, devendo possuir as mesmas prerrogativas e direitos de um adulto. E, ainda, em alguns casos, merecendo prerrogativas especiais, ante a sua condição peculiar de pessoa em processo de desenvolvimento. O Estado, a família e a sociedade devem ser garantidores de um desenvolvimento pleno das crianças e que garanta reais condições de desenvolvimento psicológico, físico, social, educativo. Assim crianças passam a ser reconhecidos como sujeitos de direitos, cuja proteção peculiar está diretamente ligada ao fato de estarem em processo de desenvolvimento intelectual e social.
Importante destacar que pessoas com necessidades educacionais nem sempre são as que possuem deficiência. A exclusão escolar não se dá somente pelo motivo de que alguns possuem deficiência, ela vai além das deficiências físicas. Destaque-se que necessidades educacionais especiais é diferente de pessoas com deficiência, nem sempre aquele que possui alguma necessidade educacional especial possui alguma deficiência. 
A garantia de direitos humanos de crianças e adolescentes está promulgada na Constituição Brasileira de 1988, em no seu artigo 227, reconhece a criança como sujeito dos direitos. Cuja proteção está diretamente ligada ao processo de desenvolvimento intelectual e social, garantindo reais condições desenvolvimento psicológico, físico, social, educativo. Assim as crianças são reconhecidos como sujeitos de direitos.
Assim, diz o artigo 227 da Constituição Federal, promulgada em 05 de outubro de 1988, que
 É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.
Aqui parte-se da análise que de que eles deixaram de ser meros objetos para tornarem-se titulares de direitos. Crianças e adolescentes ganham um novo perfil. Passam a ser sujeitos titulares de direitos e não meros objetos de compaixão e repressão, em situação irregular, abandonados ou delinquentes (DOI e FERREIRA, 2013).
Conclusão
Uma das pauta colocadas de aproximação deve levar em conta que existem pais que não gostam de comparecer a reuniões, por não querer se envolver por ainda tem resistência reverente a condição de seu filho, então é preciso criar alternativas para atraí-los em prol da discursão sobre o rendimento dos filhos, sobre seus direitos e como ajudar seu filho. Nessas pautas podem ser incluídas:· Reuniões para assistir a vídeos em que o assunto da inclusão esteja envolvido. 
· Palestras e dinâmicas de grupo com profissionais da área, com o intuito de reforçar o vínculo entre instituição e familiares.
· Programas e festivais de apresentação de trabalho e rendimento do aluno.
· Eventos criativos que estimulem os pais a dividir informações sobre a história do aluno deficiente, sem se sentirem persuadidos.
· Criar oportunidades para que escola e pais comuniquem um para o outro as habilidades que o aluno tem.
· Criar situações em que o próprio aluno possa se expressar livremente diante de pais e profissionais, possibilitando a identificação tanto das suas limitações quanto das suas possibilidades.
Este texto quer refletir sobre o direito à educação inclusiva o que na verdade não está sendo realizado na pratica com isso muitos continuam segregados.
 A partir deste texto podemos chegar a algumas conclusões. 
No texto foi transmitido sobre os princípios e os direitos não só das crianças inclusas como de todo ser humanos, que sem os quais não se tem garantia de vida.
Já vemos nos direitos fundamentais o reconhecidos em uma na esfera do direito constitucional, já os direitos humanos é baseado na relação com os documentos internacionais e se baseando-se na evolução histórica dos povos e dos tempos.
O proposito desta discussão é que os pais ao colocarem na escola seu filho com necessidades específicas devem e tem o direito de fiscalizar e fazer valer os direitos de seus filhos, quando não acontecer a inclusão, quando seus filhos não tiverem os monitores ou professores especializados bem como material, recursos 
específicos para cada deficiência.
 Este texto está levando em conta a educação inclusiva do município de Salto Jacui-RS, temos que reconhecer que temos um grande avanço a inclusão destas crianças nas escolas se relacionando com crianças ditas normais.
Concluísse, portanto, que para termos bons profissionais temos que investir em capacitações onde nossos professores podem ser profissionais nesta área, bem como a estrutura das escolas com as adaptações necessárias. 
Também sabemos que para que a verdadeira inclusão aconteça temos que começar pelos próprios pais em suas casas, utilizando rotinas e acompanhando-os na escola e também fiscalizar o que é feito na sociedade e no município e no poder público para a busca de uma educação inclusiva, tornando-se efetiva na prática. 
Só desta maneira teremos mais atenção as crianças especiais pois, eles deixaram de ser apenas protagonistas de seus direitos, para passarem a ser titulares de seus direitos. 
Precisamos de um trabalho maior em cima destes direitos atingindo todas as regiões do Brasil, fazer o poder público além de reconhecer e assinar leis incentivarem e apoiar o que está constitucionalmente institucionalizado. 
Só com está divulgação teremos mais informações sobre o movimento de inclusão. Deste modo, constitucionalizados, os direitos fundamentais asseguram a qualquer cidadão os direitos básicos para um Estado Democrático de Direito. 
Desta maneira é importante destacar uma sociedade que entenda e conheça sua Constituição para poder colocar em prática o que nela está escrito. As barreiras que os excluídos encontram diminuíram, embora, ainda parece estar no ser humano a discriminação e a dificuldade de aceitação dos mesmos na sociedade. Isto não diminui e nem menospreza o excelente trabalho que profissionais da área, estão fazendo, procurando socializar seus conhecimentos e assim, materializar a inclusão de todos na sala de aula, consequentemente, na sociedade como um todo. 
No entanto, a cada dia se constata uma crescente necessidade de se identificar e remover novas barreiras, articulando renovadas respostas frente aos desafios que precisam ser vividos no dia-a-dia, com otimismo e compromisso com um futuro mais justo para todos nós. Muitas especializações relativas à inclusão social, a partir da percepção escolar, estão acontecendo e, portanto, se depender dos egressos desses estudos é possível vislumbrar, algo novo no que tange ao direito fundamental tão importante que é a educação inclusiva. Uma sociedade inclusiva e concretizadora dos direitos elencados na Constituição Federal. Inevitavelmente, refletir sobre estas práticas é condição essencial para continuarmos avançando
Fonte
https://porvir.org › especial › socioemocionais
https://www.feedz.com.br › blog › dinamica-sobre-inclus...
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