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INTERNET DAS COISAS - 
IOT
Unidade 2
Internet e o Cloud 
Computing
CEO 
DAVID LIRA STEPHEN BARROS
Diretora Editorial 
ALESSANDRA FERREIRA
Gerente Editorial 
LAURA KRISTINA FRANCO DOS SANTOS
Projeto Gráfico 
TIAGO DA ROCHA
Autoria 
MARCELO DALSOCHIO DIPP 
JÉSSICA LAISA DIAS DA SILVA
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Marcelo Dalsochio Dipp e Jéssica Laisa Dias da Silva
Olá. Somos Marcelo Dalsochio Dipp e Jéssica Laisa Dias da 
Silva. 
Eu, Marcelo, sou formado em Técnico de Redes de Dados 
e Técnico em Informática pelo CTT Maxwell, Gestão de Tecnologia 
da Informação na UNISUL, onde atualmente estou cursando 
a segunda graduação de Licenciatura em Matemática, assim 
como possuo certificação em ITIL, com uma experiência técnico-
profissional na área de Tecnologia de mais de 25 anos. Passei por 
empresas como a Tim Celular, Spread, Sonda do Brasil, SENAC, 
Instituto Federal do Sul do Brasil, Alcides Maya entre outros. 
Escrevo livros didáticos na área de informática e, atualmente, 
estou escrevendo um segundo livro. Ministro aulas há 7 anos. Sou 
apaixonado pelo que faço e adoro transmitir minha experiência 
de vida àqueles que estão iniciando em suas profissões. 
Eu, Jéssica, possuo graduação em Sistema da Informação e 
Mestrado em Sistema e Computação na UFRN. Tenho experiência 
na área de Informática na educação, com ênfase em Mineração de 
Dados Educacionais como também atual no estímulo dos jovens 
e crianças no estudo de ensino a programação. Realizo trabalhos 
e pesquisas voltados ao universo dos jogos digitais inseridos no 
contexto educacional, como incentivo no ensino dos jovens e 
aos professores. Atualmente, realizo pesquisas no contexto de 
disseminação do pensamento computacional para crianças e 
jovens. As áreas de interesse de estudo são: Educação, Engenharia 
de Software, Mineração de dados, Pensamento Computacional, 
Jogos Digitais Educativos e Gerenciamento de projeto.
Por este motivo, fomos convidados pela Editora 
Telesapiens a integrar seu elenco de autores independentes. 
Estamos muito felizes em poder ajudar você nesta fase de muito 
estudo e trabalho. Conte conosco!
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ÍC
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N
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OBJETIVO
 
 
 
DEFINIÇÃO
 
 
NOTA
 
 
 
 IMPORTANTE
 
 
 
EXPLICANDO 
MELHOR
 
 
VOCÊ SABIA?
 
 
 
 
SAIBA MAIS
 
 
 
 ACESSE
 
 
 
 
REFLITA
 
 
 
 
 RESUMINDO
 
 
 
ATIVIDADES
 
 
 
TESTANDO
 
 
 
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Entendendo as redes ................................................................. 9
Como tudo começou ........................................................................................... 9
O que são efetivamente as redes? .................................................................11
Como são formadas as redes e o que é que elas interligam .................... 13
Conceito de DNS ...................................................................... 17
Domínio ...............................................................................................................17
Tipos de DNS ......................................................................................................20
Como funcionam os Servidores de Nomes ..................................................22
Como Instalar os Servidores de Nomes ........................................................24
Como os dados trafegam na rede .......................................... 26
Bits ou Bytes.........................................................................................................26
Bits (b) ....................................................................................................26
Bytes (B) .................................................................................................28
Velocidades de navegação ................................................................30
Como os dados navegam .................................................................................32
Formas de conectividade ........................................................ 34
Equipamentos para conectividade .................................................................34
Roteador ...............................................................................................35
Switch ....................................................................................................35
HUB ........................................................................................................36
Ponto de Acesso / Repetidor ............................................................36
Dongle WiFi...........................................................................................37
Links .....................................................................................................................38
Tipos de Redes ...................................................................................................39
PAN – Personal Area Network ............................................................. 40
LAN – Local Area Network ...................................................................40
MAN – Metropolitan Area Network ..................................................... 41
WAN – Wide Area Network ...................................................................41
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Nessa unidade, iremos abordar o tema de Internet e Nuvem. 
Entenderemos o propósito da criação da internet, que muitas 
vezes é esquecido, e não só o lembraremos, mas conheceremos 
mais a fundo. Está surgindo também uma possível nova internet 
(uma nova rede paralela à internet que conhecemos), e iremos 
apresentá-la a vocês. Saberão a diferença entre Internet e Nuvem, 
que por vezes pode parecer semelhante, mas são conceitos 
diferentes. Como abordaremos temas de nuvem, ou mais 
conhecidamente “Cloud Computing”, iremos expor os tipos que 
existem na nossa internet. Como se não fosse bastante conteúdo, 
também mostraremos como hospedar um serviço “online”. Espero 
que gostem dessa aventura virtual na qual estamos embarcando. 
Contem conosco até o final desta unidade! Bons estudos!
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Olá. Seja muito bem-vindo à Unidade 2. Nosso objetivo 
é auxiliar você no desenvolvimento das seguintes competências 
profissionais até o término desta etapa de estudos:
1. Conhecer o propósito de criação da internet.
2. Entender a diferença entre internet e nuvem.
3. Saber diferenciar os tipos de nuvens existentes na 
nossa internet.
4. Saber como hospedar serviços online.
Mãos à obra e vamos ao conhecimento! Contem conosco!
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Propósito da criação da internet
OBJETIVO
Ao término deste capítulo, você será capaz de 
entender o propósito de criação da internet, de que 
forma ela foi criada e como ela se tornou a maior 
rede de computadores do mundo. Além de tudo 
isso, também saberá que existem outras redes 
querendo competir com a internet e como isso 
pode ou não nos afetar. E então? Motivado para 
desenvolver essa competência? Vamos lá. Avante!
Criação das redes
A Agência de Projetos e Pesquisa Avançada do governo 
estadunidense (ARPA) entendeu que a descentralização dos dados 
era de fundamental importância, pois, com a corrida espacial 
acontecendo e a União Soviética conseguindo mandar foguetes 
e seres vivos (cadelas e homens) para o espaço, poderiam criar 
um míssil-foguete que pudesse atingir o Pentágono (maior quartel 
militar dos Estados Unidos), e assim não haveria possibilidade de 
um eventual “revide”.
Imagem 2.1 - Pentágono Americano
Fonte: Pixabay 
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A descentralização começou com a ARPA se tornando 
DARPA, ou seja, deixando de ser apenas uma agência de projetos 
e pesquisa para se tornar uma agência de defesa de projetos e 
pesquisa. Essa diferença fez com que deixasse de ser apenasum 
órgão do governo para se tornar um departamento militar.
A DARPA instalou os seus computadores dentro de 
universidades, pois, segundo Tuner e Munoz (2002), os Estados 
Unidos haviam encomendado um estudo para avaliar como suas 
linhas de comunicação poderiam ser estruturadas de forma que 
permanecessem intactas ou serem recuperadas no caso de um ataque 
nuclear, e assim, de acordo com Abreu (2020), seria uma proposta de 
sobrevivência aos elementos (equipamentos) participantes, pois não 
estariam conectados de um modo hierárquico.
[...] a disposição em rede permitia a não 
ameaça ao cabeça do programa, caso fosse 
atacada. Era crucial que a arquitetura do 
sistema fosse diferente daquela apresentada 
pela rede de telefonia norte-americana. 
(Abreu, 2020, p. 2)
Até o ano de 1969, o conhecimento era registrado 
através dos livros, como pode ser visto na imagem a seguir. A 
partir desta data, com a criação das redes, a informação passa a 
ser difundida por esta malha de cabos e fios que interligam os 
diversos computadores, inicialmente entre as universidades e, 
posteriormente, entre os seus alunos e usuários finais, chamados 
de internautas.
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Imagem 2.2 - Biblioteca
Fonte: Pixabay 
Criação da internet
A internet que conhecemos atualmente, nem sempre foi 
assim. Até meados da década de 1990, quando alguém queria 
conseguir informações pelo computador, diretamente em suas 
casas, tinham que se conectar a uma BBS (Bulletim Board System – 
Sistema de Quadro de Notícias).
EXPLICANDO 
MELHOR
Não existia a internet ainda, conceito este que só foi 
criado nos anos 1990 e tornou-se popular no Brasil 
a partir de 1995 efetivamente, principalmente 
pela novela “Explode Coração” da Rede Globo de 
Televisão, onde a personagem “Dara” da novela 
inicia uma relação virtual com o “Júlio”, outro 
personagem desta novela.
vAs BBS eram sistemas montados tanto por pessoas 
físicas, empresas de telecomunicações ou órgãos do governo, e 
funcionava com os usuários fazendo seus computadores ligarem 
(literalmente através da linha telefônica) para a BBS que queriam 
acessar informações e, após a conexão feita, não existia uma 
interface “bonitinha”, pois o ambiente era todo de texto, sem o 
uso de mouse.
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Os “proprietários” das BBS decidiam o que iriam publicar 
em seus sistemas. Um exemplo de BBS era do Instituto Nacional 
de Meteorologia (INMET), que publicava como estaria a previsão do 
tempo, não só para o dia seguinte, como mostravam os telejornais 
da época, mas como para cinco dias para frente.
Existiam inúmeras outras BBS e dos mais variados 
assuntos. Era como se cada BBS fosse um provedor próprio de 
uma rede particular. Mais ou menos como são os sites hoje em dia, 
cada um com seu domínio próprio (no caso o endereço de acesso 
era o telefone do modem).
Nesta época, não existia uma BBS que tivesse acesso a 
todos os conteúdos de todas as BBS (estilo Google de hoje em dia, 
que acessa todos os sites para pesquisar o que você procura).
Internet
Segundo Barros (2020), o termo internet data de dezembro 
de 1974, onde haviam criado um protocolo capaz de intercomunicar 
diferentes tipos de redes, desta forma, tendo então a INTERNET 
(INTER significando Interconnection, “interconexão” em inglês, e 
NET que significa “redes” em inglês).
O protocolo criado e desenvolvido foi o TCP (Transmission 
Control Protocol – Protocolo de Controle de Transmissão) e 
juntamente com o IP (Internet Protocol – Protocolo de Internet) 
que é responsável pelo endereçamento das máquinas na internet, 
criam as regras de como será a comunicação, transmissão e 
endereçamento de todos os computadores da internet.
Em 1992, Tim Bernes-Lee (TBL), um físico e cientista 
da computação, nascido em Londres, criou a World Wide Web 
(termo completo para a abreviatura de “www”, que quer dizer 
“Grande Teia Mundial” em inglês), com a ideia original de criar a 
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Organização Europeia para investigação Nuclear. Dessa forma, 
a comunicação seria criando documentos que todos pudessem 
acessar e trabalhar juntos através dos hipertextos (linguagem 
HTML utilizada para criação dos sites atuais). Um exemplo desses 
códigos pode ser visto na imagem a seguir:
Imagem 2.3 - Código HTML
Fonte: Pixabay
EXPLICANDO 
MELHOR
A linguagem HTML, como o próprio nome diz, 
é uma linguagem, não sendo considerada uma 
programação, mas uma forma de se escrever um 
documento.
 
O crescimento exponencial
Com a criação de TBL, o HTML tornou-se uma forma fácil 
de escrever documentos, e o melhor, documentos que pudessem 
ser acessados de qualquer computador, bastando apenas que 
um computador estivesse conectado à rede e ligado em tempo 
integral (sendo um servidor, assunto que falaremos mais adiante).
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Assim, nascem os provedores de internet, onde são 
computadores ligados a outros computadores, que por sua vez 
estão ligados a inúmeras outras redes mundiais.
Ainda assim, achar algo na internet era uma tarefa um 
tanto quanto complicada, pois você necessitaria saber o endereço 
do site para abrir determinado conteúdo, mais ou menos como as 
antigas BBS, porém agora “meu” computador já estava conectado 
àquela grande rede, a famosa WWW, só restava saber o URL do 
site que eu queria visitar.
Surge, neste momento (por volta de 1995), o site do “CADÊ?”, 
que funcionava como um site de buscas, só que os sites para serem 
achados tinham que se cadastrar no “CADÊ?”, diferente do Google 
que tem um algoritmo de busca que pesquisa pelo conteúdo do 
código da página.
Após o “CADÊ?”, vieram outros sites, mas a partir de 1999, 
o Google entra com força na internet “brasileira”, já conseguindo 
localizar os mais variados sites nacionais, e agora sem a necessidade 
de cadastramento.
Além dos sites de buscas, como o “CADÊ?”, “Yahoo!”, 
“AltaVista” e “Google”, outro fator que fez com que a internet 
crescesse de forma muito acelerada, foi o barateamento de 
conexão e conexões mais rápidas, que não eram mais só as 
tradicionais conexões discadas por modens, mas entrando formas 
de conexões por ISDN, ADSL, Cable Modem (conexão normalmente 
realizada por operadoras de TV fechada), conexões por celular 
(EDGE, GPRS, 3G, 4G e 4,5G), Fibras Ópticas e Rádio comunicação.
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As velocidades das linhas discadas não passavam de 56 
quilobit por segundo (kbps), já as conexões atuais estão chegando 
a 500mbps, ou seja, mais de 1000 vezes mais rápidas do que as de 
conexões discadas.
Serviços online
Anteriormente, foi comentado que existem servidores na 
internet, que nada mais são do que computadores conectados no 
tradicional 24x7 (24 horas por dia, 7 dias por semana). 
REFLITA
Mas o que esses computadores oferecem de 
serviços?
Até alguns anos atrás (até meados da primeira década do 
milênio, de 2000 até 2010), a internet basicamente servia como uma 
imensa biblioteca, tendo um ou outro serviço de venda online, mas 
sendo sua grande parte apenas sites para divulgação de produtos e 
serviços das empresas e materiais de conteúdo estáticos.
A partir dos anos 2005, com o aumento das vendas de 
celulares que se conectam à internet, novos serviços foram 
sendo ofertados virtualmente, como o acesso a músicas, bancos 
(podendo ver extratos, realizar pagamentos e transferências), 
mais sites passam a ofertar vendas diretamente pelos sites e não só 
nas lojas físicas, começam a existir empresas que são totalmente 
virtuais, não tendo mais lojas físicas e as que eram totalmente 
tradicionais varejistas passam a entrar neste novo mundo digital.
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Imagem 2.4 - Comércio digital
Fonte: Pixabay 
Atualmente, temos serviços de streaming de vídeos, 
streaming de músicas e também uma moeda que não existe no 
mundo físico, somente no digital (o BitCoin e seus derivados). 
Fazendo com que o mercado financeirotambém sofra suas 
mudanças do ambiente real, cheio de corretores e todos gritando 
para um modo mais “amigável”, como o sofá de sua própria casa, 
que servirá além de operar na bolsa, assistir a um filme, ouvir sua 
música, fazer suas transações bancárias ou, quem sabe, realizar 
compras com apenas alguns cliques. 
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RESUMINDO
E então? Gostou do que lhe mostramos? Aprendeu 
mesmo tudinho? Agora, só para termos certeza de 
que você realmente entendeu o tema de estudo 
deste capítulo, vamos resumir tudo o que vimos. 
Você deve ter aprendido o que é e como a internet 
foi criada, o que foi fator decisivo para sua criação. 
Compreendido que o crescimento da internet se 
deu de fato por inúmeros fatores, como a mudança 
de tecnologias de conexões, equipamentos que os 
usuários passaram a adquirir, como os celulares, 
e outro fator importante são as conexões muito 
mais rápidas do que era imaginado até o final 
dos anos 90. Para finalizar o nosso capítulo, 
vimos o que são servidores e alguns serviços que 
são disponibilizados na internet para que você 
possa ficar no conforto de sua casa usufruindo 
de toda esta comodidade que a rede nos oferece. 
Esperamos que tenha gostado até aqui, mas não 
acabou, estamos no início de nosso estudo. Então, 
agora continue conosco e lhe apresentaremos 
muito mais coisas interessantes.
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Diferença entre internet e 
nuvem
OBJETIVO
Ao término deste capítulo, você será capaz de 
entender a diferença entre internet e nuvem, o que 
é produto ou serviço. Saberá também o quanto a 
Inteligência Artificial está fazendo parte das nuvens 
e como uma está ajudando a outra a crescer cada 
vez mais. E então? Motivado para desenvolver essa 
competência? Vamos lá. Avante!
Definição de internet
Já definimos anteriormente que tecnicamente a internet é a 
interconexão de milhares de redes tornando-as uma só, onde em 
algumas redes possuem servidores que hospedam alguns serviços.
REFLITA
Mas para o usuário normal, aquela pessoa que 
navega na internet, o que é a internet?
Para esta pergunta teremos inúmeras respostas, a 
começar que muitas pessoas se referem à internet como sendo o 
“Google”, a página do Google.
Inclusive, muitas dessas pessoas não sabem entrar nos 
sites sem ao menos realizar uma pesquisa neste site de busca.
Outras pessoas associam a internet ao uso exclusivo do 
navegador de sites, mas acredito que vocês saibam que a internet 
vai bem mais além, sendo utilizada em jogos online, software 
(programas de computadores) que fazem o compartilhamento 
de arquivos, envio e recebimento de e-mail através de programas 
específicos de e-mail, chamados de clientes de e-mail, alguns 
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programas bancários que não utilizam navegadores e sim uma 
aplicação própria, programas para aprender novas línguas e 
outras inúmeras funcionalidades, programas, sistemas que não 
necessitam especificamente de um navegador de internet.
SAIBA MAIS
Os navegadores [browsers] mais comuns de 
internet atualmente [2020] são: Microsoft Edge 
(Microsoft); Chrome (Google); Opera (Opera); 
Brave (Brave) e Firefox (Mozilla). O primeiro nome 
é o nome do produto e o nome entre parênteses é 
o desenvolvedor do produto.
Se todas essas funcionalidades que vimos não fossem 
o suficiente, temos ainda serviços como de acesso remoto, 
gerenciamento de banco de dados, plataformas de gerenciamento 
empresariais que possibilitam o uso do “home office” para seus 
funcionários, além de inúmeros outros serviços, mas não podemos 
deixar de mencionar a famosa IoT (Internet of the Things – Internet 
das coisas), que vem a ser conectar agora não só um software ou 
um sistema, mas também um equipamento que vai trabalhar com 
dados recebidos via internet. 
Um exemplo de IoT, é uma geladeira ligada à internet, onde 
muitas pessoas diriam que seria uma perda de tempo este tipo de 
equipamento conectado à rede, mas parem e pensem um pouco.
Se quando forem colocar algo dentro da geladeira, antes, 
ela terá que ler o código de barras do produto (hoje não existe 
nada sem código de barras), e ela é que indicará onde deve ser 
armazenado o produto em seu interior. Ao abrir a geladeira 
novamente, e você consumir um pouco do leite que estava 
armazenado lá dentro, ao recolocar o leite na geladeira, ela já faz o 
cálculo (através de uma micro balança) de quanto foi consumido, 
e se o leite estiver no final, esta mesma geladeira já faz um pedido 
ao supermercado para entregar mais um litro de leite em sua casa.
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Acreditem, esse cenário que citei acima já é real, já 
existe este tipo de geladeira. Assim como cafeteiras, carros, 
cortinas, e milhares de outros equipamentos que chamamos de 
equipamentos inteligentes.
Imagem 2.5 - Casa inteligente
Fonte: Pixabay 
Então, para que tudo funcione, é necessário que todos 
esses programas e equipamentos estejam conectados a uma 
única rede, a Internet. 
Definição de nuvem
Até meados da primeira década do nosso século, a internet 
era representada como uma nuvem, ou seja, algo intangível, 
incapturável, alguma coisa sem uma forma definida. 
Já vimos que na internet existem inumeráveis tipos de 
serviços e que a internet é, segundo Indika, 2020: “It is actually a 
network of networks” (Esta é atualmente a rede das redes).
Mas este conceito inicial de nuvem para internet foi sendo 
modificado para a internet como sendo um “céu” e as nuvens 
pertencem a este “céu”.
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REFLITA
Mas então o que seriam essas nuvens?
Imagem 2.6 - Nuvens
Fonte: Pixabay 
Cada nuvem neste céu da internet simboliza um serviço 
disponibilizado por alguém, é como se cada empresa que 
disponibilizasse um serviço na internet e tivesse uma chaminé 
expelindo sua própria nuvem, como na imagem a seguir.
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Imagem 2.7 - Chaminés expelindo nuvens
Fonte: Pixabay 
Sendo agora um pouco mais técnico, a Cloud Computing 
(Computação em Nuvens) é segundo Indika, 2020: “is the emerging 
technology of delivering many kings of resources as services” (“é uma 
tecnologia emergente de entrega de muitos tipos de recursos e 
serviços”). Ou seja, é como se as empresas utilizassem a grande 
rede mundial de computadores para entregar serviços e até 
mesmo recursos para seus clientes. 
Um exemplo de Cloud na internet é a Amazon, uma loja 
virtual, em que além de venderem produtos, oferecem o serviço 
de aluguel de computadores virtuais (Virtual Machines) para que 
as empresas tenham esses computadores 100% conectados 
e com garantia de que nunca sairão do ar (enquanto estiverem 
contratando este serviço). 
Outro exemplo é a nuvem da Netflix, que oferta a seus 
clientes a possibilidade de ver filmes e séries em diversos tipos 
de equipamentos (desde celulares, computadores a televisores e 
projetores) sem sair da comodidade de seus lares para ter que 
pegar um filme em uma locadora.
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Diferenças entre produtos e 
serviços
Nos nos itens anteriores deste capítulo, falamos sobre 
produtos e serviços, como tudo pertencente às nuvens existentes 
na internet.
REFLITA
Mas pense por um instante, você saberia dizer a 
diferença entre produto e serviço?
Muitas pessoas provavelmente, e certamente, dirão que é 
a mesma coisa. Porém, para o mundo dos negócios, e, sim, temos 
que entrar neste mundo da administração também, são coisas 
completamente diferentes.
Produtos
Produto para o mundo dos negócios é algo que podemos 
fabricar, ou como o nome nos informa, produzir.
Imagem 2.8 - Produtos
Fonte: Pixabay 
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É algo que podemos entregar fisicamente a nosso cliente e 
este poder dizer que é dele, sendo esSe produto com um prazo de 
validade definido ou vitalício. 
Os produtos demandam manufatura, logística e entrega 
para os clientes da empresa. 
Deacordo com Krumheuer (2020), o produto é o resultado 
de uma atividade humana, ou de algum processo natural, mas 
que seja produzido por algo, e tem relação com um processo de 
produção.
Um processo de produção natural, é a agricultura, 
produção de mel, geração de petróleo, entre outros, onde os 
humanos não têm que fabricar o produto base, a natureza mesmo 
se encarrega de produzi-los.
Cabe então ao ser humano fazer o devido beneficiamento 
daquele produto para gerar outros subprodutos para sua revenda 
ou então vendê-los como são recebidos da natureza.
Serviços
A imagem a seguir faz uma referência ao serviço que um 
cão está prestando ao militar, que deve estar em algum local de 
confronto armado, que é dando o carinho que aquele homem 
certamente está necessitando naquele momento.
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Imagem 2.9 - Serviço do cão
Fonte : Wikimedia Commons
Serviço é a realização de uma tarefa ou atividade para 
atender demandas sem envolver mercadorias/produtos. A palavra 
serviço vem do verbo servir, ou seja, entregar uma atividade 
intangível para alguém que, ou não saiba fazer, ou não esteja com 
condições de fazer naquele momento.
Quando vendemos um produto, um carro, por exemplo, 
agregamos à aquela compra uma garantia do funcionamento dele 
e das peças. Estamos, na verdade, falando que o comprador fará 
duas compras: um produto e um serviço, onde terá a parte tangível, 
o próprio carro, e a parte intangível, que é a manutenção do carro.
Quando temos problemas com telefone, automaticamente 
ligamos para a operadora de telefonia para que resolvam nosso 
problema. Mas eles nos entregaram algo além do aparelho de 
telefone? A resposta é NÃO! Não, eles simplesmente corrigem algo 
no sistema deles e nossa linha volta a funcionar.
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Com isso tudo que estudamos até agora, podemos definir 
qual a utilidade da nuvem, ou seja, entrega de serviços para os 
usuários finais, para que eles não necessitam se locomover até uma 
loja física, damos mais comodidade e garantias do que eles buscam.
Nuvem e Inteligência Artificial
Muitos têm medo da IA (Inteligência Artificial), inclusive o 
próprio Stephen Hawking, com sua afirmação feita em entrevista 
à revista WIRED em novembro de 2017 e publicada em dezembro 
daquele mesmo ano: 
Nós precisamos seguir adiante no 
desenvolvimento de Inteligência Artificial, mas 
também precisamos ser conscientes dos seus 
reais perigos. Eu temo que a IA talvez venha 
a substituir a humanidade. Se as pessoas 
desenvolvem vírus de computador, alguém vai 
desenvolver IA que replica a si mesma. Esta 
será uma nova forma de vida que superará os 
humanos.
REFLITA
Mas o que vem a ser a Inteligência Artificial, então?
A AI nada mais é do que uma programação de 
computadores, que faz com que os computadores aprendam 
novas coisas com o passar do tempo e tomem decisões cada vez 
mais assertivas para os humanos. Pode parecer algo estranho em 
um primeiro momento, mas acredite: você está usando AI todos 
os dias da sua vida.
Ao pesquisar algo no Google, como não existe uma lista 
de todos os sites do mundo, eles (computadores e servidores) 
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fazem uma busca e já tentam acertar de um modo mais preciso 
o que você está buscando. Inclusive, baseado em suas próprias 
buscas, começam a aparecer propagandas relacionadas às suas 
buscas. Muitas vezes você pode até achar coincidência, mas não é. 
É pura PROGRAMAÇÃO e INTELIGÊNCIA ARTICIAL do Google para 
apresentar os resultados.
Imagem 2.10 - Inteligência Artificial
Fonte: Pixabay 
Mas se vai facilitar minha vida, o que eu tenho que temer e 
onde está instalada essa “temida” IA? 
Realmente facilitará sua vida, pois teremos médicos e 
enfermeiros robóticos, altamente esterilizados, em que garantirão 
uma precisão maior e mais assertiva dos diagnósticos e cirurgias, 
teremos tarefas que seriam consideradas de altíssimo risco à vida 
humana agora executadas por máquinas, garantindo a integridade 
humana, e claro, inúmeras outras formas de inteligência em que 
as máquinas tomarão as decisões. O nosso temos não será das 
máquinas tirarem os empregos humanos, mas de elas dominarem 
a população humana, tornando-as escrava das máquinas. Essa 
inteligência não estará alocada de forma independente e isolada 
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nos chips das máquinas, mas de modo interligado através de 
nuvens de serviços que vamos criando.
Parece ser um cenário apocalíptico, mas se tomarmos os 
devidos cuidados, sempre teremos espaço para elas e para nós.
SAIBA MAIS
Ficou interessado em estudar um pouco mais 
sobre esse assunto? Assista aos filmes “Eu Robo!”, 
“Transcendence”, “O Homem Bicentenário”, “A.I.” e 
“Minority Report”. São excelentes filmes para abrir 
seus horizontes para este assunto!
RESUMINDO
E então? Gostou do que lhe mostramos? Aprendeu 
mesmo tudinho? Agora, só para termos certeza 
de que você realmente entendeu o tema de 
estudo deste capítulo, vamos resumir tudo o que 
vimos. Você deve ter aprendido que internet é, 
na verdade, uma grande rede de computadores 
que interliga o mundo inteiro, que nuvens são, 
na verdade, serviços prestados aos usuários de 
internet, podendo haver milhares de nuvens 
expostas nesta grande teia da internet. Aprendeu 
também a diferença entre produto e serviço, 
conhecimento de fundamental importância, uma 
vez que trabalhará com a internet para ofertar 
Internet das Coisas para os usuários ou até mesmo 
para você. Além disso, estudamos o conceito de 
Inteligência Artificial, que se refere à capacidade 
das máquinas de aprender automaticamente. 
Isso tem implicações, pois essas máquinas podem 
assumir tarefas que, de outra forma, poderiam 
colocar em risco a vida humana. Esperamos que 
tenha gostado, mas recém estamos na metade 
de nossa unidade. Vamos ao trabalho para os 
próximos capítulos? Conte conosco!
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Tipos de nuvens
OBJETIVO
Ao término deste capítulo, você será capaz de 
entender os diferentes tipos de nuvens, assim 
como suas arquiteturas. Saberá os benefícios 
de se utilizar uma nuvem, seja ela criada por 
você ou então contratada de algum lugar e seus 
desafios. Além disso, aprenderá sobre a questão 
de segurança dos dados. E então? Motivado para 
desenvolver essa competência? Vamos lá. Avante!
Arquitetura e Tipos de Nuvens
Já entendemos o que as nuvens podem oferecer, mas a 
pergunta que fica para responder é: “Como posso migrar para a 
nuvem?”.
Antes de realizarmos essa migração, que tem se acelerado 
em função de pandemias e home offices, fazendo com que mais 
trabalhadores fiquem em casa e menos necessitem sair, é 
preciso analisar se os serviços prestados pela rede suporta uma 
nuvem, seja de acesso remoto, seja de web conferência, ou de 
que tipo for. Para tanto, é necessário que conheçamos como é 
uma arquitetura de nuvem.
Arquitetura de Nuvens
Sempre que pensamos em migração para a nuvem, uma 
loja colocar seus itens à venda na internet – por exemplo, não 
podemos fazer isso sem consultar uma equipe de especialistas 
para ver a viabilidade e forma dessa transação.
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Imagem 2.11 - Cloud
Fonte: Pixabay 
Para que possamos arquitetar da melhor forma uma nuvem 
para a empresa, é necessário que verifiquemos alguns itens:
 • Software como serviço;
 • Plataforma como serviço;
 • Infraestrutura como serviço;
 • Tempo de migração; e
 • Usuários que serão afetados.
Se tivermos claro o que realmente usaremos da nuvem 
(um software (como exemplo temos o Microsoft Office 365 
que já está disponível totalmente online); uma plataforma (um 
sistema operacional ou um banco de dados, por exemplo); uma 
infraestrutura (computadores virtuais, redes privadas virtuais)), 
ficará muito mais fácil de definir quais e como serão afetados os 
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usuários e quanto tempo levará para migrarmos este serviçopara 
a nuvem, causando o menor impacto possível.
Logo, para planejarmos a arquitetura da nossa nuvem, 
temos que levar em conta muitos fatores, mas não podemos 
esquecer o tipo de nuvem, que será visto agora na sequência.
Tipos de Nuvens
Para que possamos entender os tipos de nuvem, antes é 
necessário entender que existem três tipos de nuvem, que definem 
como será e quem fará e de que forma será o acesso à esta nuvem 
e, principalmente, aos dados que esta nuvem disponibilizará para 
os usuários.
Assim como em uma rede de computadores, 
principalmente redes corporativas, que existem os usuários que 
são administradores, usuários estes que possuem plenos poderes 
dentro da rede, e tem os usuários comuns que estão limitados 
a acessar somente determinado conteúdo, na cloud (nuvem), 
também temos os tipos de cloud que definem todas as questões 
expostas no parágrafo anterior.
Os três tipos de nuvem que existem são: Pública, Privada 
e Híbrida.
A pública, como o nome já informa, é onde um provedor 
oferta um serviço e alguém contrata, mas os dados estão 
guardados fora da empresa, de poder deste provedor. Este tipo 
de nuvem é utilizado por qualquer pessoa ou empresa. Podemos 
citar como exemplo desse tipo de nuvem o Google (com todos os 
seus serviços), a Microsoft (com o OneDrive e o Office), a Amazon, 
e muitos outros provedores de serviços online. 
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A privada é uma nuvem da própria empresa, em que 
são instalados servidores para que somente seus funcionários 
tenham acesso e os dados serão armazenados dentro da empresa, 
garantindo maior sigilo destes dados. Claro que neste tipo de 
nuvem os custos para implementação passam a ser maiores.
A híbrida, como já se espera pelo nome, é uma junção 
dos dois tipos anteriores, onde a empresa optaria por uma nuvem 
pública para dados de menor valor e uma nuvem privada para o 
financeiro, por exemplo. 
Os tipos privado e híbrido são normalmente utilizados por 
médias-grandes e grandes empresas.
Benefícios das Nuvens
A Cloud Computing (Computação em Nuvem) nos traz 
alguns benefícios, tanto para quem as acessam (usuários da 
empresa ou até mesmo o cliente) como para a própria empresa.
Imagem 2.12 - Benefícios da Cloud
Fonte: Pixabay 
O primeiro dos benefícios, sendo quase unânime entre 
todas as empresas de TI (Tecnologia da Informação), é a ECONOMIA. 
Pois gerará uma redução de custos enorme para a empresa, uma 
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vez que a empresa não precisará investir em equipamentos (caso 
dos tipos de nuvem PRIVADA ou HÍBRIDA), infraestrutura e pessoal 
qualificado para operar e cuidar desta nuvem.
Outro benefício é a DISPONIBILIDADE, pois, uma vez que 
se contrata uma nuvem para a sua empresa, você está informando 
de que a sua rede vai trabalhar 24x7 (já informado em capítulos 
anteriores deste e-book o que significa), gerando assim acesso a 
qualquer hora e qualquer lugar, tanto para os clientes como para 
os próprios funcionários.
Neste quesito do funcionário poder acessar a qualquer 
hora o sistema, pode ficar a dúvida para os empresários: será que 
meus funcionários não estão fazendo horas extras para me cobrar 
depois? Como controlarei isso tudo?
Todo e qualquer acesso à nuvem é registrado através de 
um login e senha, e gravado em um arquivo o momento exato 
que o usuário entrou no sistema e também quanto tempo ele 
permaneceu conectado.
Dessa forma, os empresários atuais não só podem cobrar 
uma certa pontualidade (por exemplo: acessar a plataforma 
somente em horário de expediente) ou então metas a cumprir, 
sem necessariamente cumprir uma carga horária mensal.
Já que estamos falando um pouco de home office, não 
podemos deixar de mencionar a MOBILIDADE, fator crítico para 
toda e qualquer nuvem. Existem nuvens que os usuários só podem 
acessá-las através de um computador com um software específico, 
ou seja, gerando uma dificuldade para usuários mais leigos e, dessa 
forma, afastando a ideia de acessar o sistema de qualquer lugar. 
Mas em contrapartida, existem outras nuvens que possibilitam o 
acesso tanto por computador, celular ou tablet, de forma simples, 
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pelo próprio navegador. Neste caso, gerando a devida mobilidade 
para acesso a qualquer hora e em qualquer lugar.
Um benefício que as empresas cada vez mais buscam e 
é facilmente alcançado com a nuvem é a SUSTENTABILIDADE e 
ECO-RESPONSABILIDADE, pois os serviços prestados na nuvem 
dificilmente necessitarão de impressões desnecessárias, sendo 
todo e qualquer documento ficando armazenados em servidores 
virtuais, a economia de energia, espaço físico, infraestrutura e 
refrigeração de grandes equipamentos também não será mais 
necessário, causando menor impacto ao meio ambiente e reduzindo 
drasticamente a emissão de dióxido de carbono na atmosfera.
Temos inúmeras outros benefícios, mas citarei mais um, 
que considero tão crítico como os outros, mas importante também. 
Em dias onde a economia se faz necessária, ficar 
contratando profissional de TI para fazer manutenção de mouses, 
teclados, instalação de sistemas, reinstalação de servidores, 
parar servidores para uma manutenção preventiva, ou pior 
ainda, reativa, é muito complicado, por este motivo a cloud traz o 
benefício de OTIMIZAR UMA EQUIPE DE TI, para que só fiquem na 
empresa quem realmente é necessário e qualificado.
Desafios das Nuvens
É maravilhoso se ver os benefícios, isso que vimos apenas 
alguns deles, mas claro que sabemos que por trás de todos os 
benefícios também vem junto alguns desafios a serem vencidos 
pela cloud computing.
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Imagem 2.13 - Desafios
Fonte: Pixabay 
Apesar de muitos profissionais dizerem que estamos 
acessando à internet cada vez com maiores velocidades, o ACESSO 
À INTERNET, é um dos grandes desafios a serem vencidos para 
utilizar uma Cloud. Ainda existe uma parcela da população que 
não possui acesso à internet ou, caso possua internet, está com 
uma banda de internet muito pequena (de 5 à 15 Mbps) que para 
um acesso a determinados sistemas (por exemplo um streaming 
de vídeo, pois neste tipo de banda pode ficar travando o vídeo ou 
a voz, e com isso não reproduzir corretamente uma aula).
Outro fator desafiante para a Cloud, mesmo atualmente as 
empresas estarem investindo pesado neste item, é a SEGURANÇA 
DOS DADOS, e é justamente isso que muitos usuários tem receio 
de utilizar a internet. Sempre fazem perguntas e afirmações 
recorrentes, como “Será que posso mesmo colocar meus dados 
aqui?”, “Não estou certo de que não vão dar meus dados para 
outras empresas!”, “Comprar pela internet, não, pois não é 
confiável!”, e tantas outras.
As empresas têm que mostrar tanto para os usuários 
internos como para os clientes que os sistemas são seguros e que 
eles podem utilizar sem nenhum medo.
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Assim como as empresas tem que ensinar e orientar os 
usuários sobre a CONFIABILIDADE, é necessário os empresários 
também confiarem no sistema para implementarem em suas 
empresas, pois muitos, mesmo realizando direto transações online 
(bancárias, compras, entre outras) não querem “arriscar” colocar 
suas empresas na web ou ainda tentar entrar em um mundo de 
home office pelos motivos já apresentados anteriormente.
Segurança e Proteção dos Dados
Falamos anteriormente que a segurança é um dos fatores 
críticos para a cloud empresarial “abrir” suas portas para o mundo, pois 
envolve dados de clientes, de mercado, de fornecedores, e milhares de 
outros dados. Os Bancos de Dados hoje não podem ser colocados em 
uma simples planilha de Excel, tem que ser em programas protegidos.
REFLITA
Mas como garantir segurança e proteção dos 
dados de minha empresa?
Imagem 2.14 - Segurança digital
 
Fonte: Pixabay 
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Segundo a AMAZON (2020), “A segurança na nuvem é muito 
parecida com a segurança nos seus datacenterslocais, só que sem 
os custos de manutenção de instalações e do hardware”. Com 
isso, podemos entender que devemos cobrar dos provedores os 
mesmos quesitos de segurança que aplicaríamos (ou aplicamos) 
em datacenter locais, em uma infraestrutura local.
Seguindo ainda alguns autores, de acordo com Machado e 
Araújo (2020), não é pelo motivo que vamos utilizar um provedor 
que não devemos questionar se este utiliza criptografia, se passa 
por processo de auditorias regulares e se obedece algum tipo de 
padronização ou certificação ou se mesmo não tendo certificação 
ou padronização se utiliza de ferramentas de segurança.
Com isso, podemos entender que a segurança aplicada 
em nosso ambiente virtual tem que ser no mínimo igual à que 
aplicaríamos em nosso ambiente físico.
RESUMINDO
E então? Gostou do que lhe mostramos? Aprendeu 
mesmo tudinho? Agora, só para termos certeza de 
que você realmente entendeu o tema de estudo deste 
capítulo, vamos resumir tudo o que vimos. Você deve 
ter aprendido que as nuvens podem ser de vários 
tipos e de arquiteturas diferentes, uma nuvem pode 
ser tanto pública, que é o modelo mais conhecido, ou 
então privada, totalmente restritiva a quem acessa. 
Vimos também os benefícios que as nuvens trazem 
para as pessoas, como comodidade, sustentabilidade, 
economia, mas também vimos que há muito o que 
vencer ainda para que todos possam realmente 
confiar na nuvem, começando pelos empresários 
que temem ainda colocar seus negócios nela, 
sobre a questão da segurança, tanto por parte da 
empresa como do usuário que acessa seus serviços 
e não podemos deixar de falar que a velocidade da 
internet é também um fator muito forte para a baixa 
adesão a estes serviços. Então? Gostou de todas estas 
informações? Falta pouco agora, mais um capítulo 
apenas. Vamos juntos para obter mais conhecimento!
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Hospedando serviços online
OBJETIVO
Ao término deste capítulo, você será capaz de 
entender como hospedar um serviço online, o que 
vocês precisar analisar para hospedar este serviço, de 
que forma fazer a migração para a nuvem, analisar o 
seu downtime, o retorno de investimento e claro, como 
gerenciá-la. E então? Motivado para desenvolver essa 
competência? Então vamos lá. Avante!
Migrando serviços para a Cloud
Como pode ser observado na imagem a seguir, temos uma 
pessoa pensando em diversas nuvens.
Imagem 2.15 - Pensamento como ir para Cloud
Fonte: Pixabay 
Para uma pessoa física, migrar tudo para a nuvem é muito 
mais tranquilo do que uma empresa. Isso se dá pelo motivo de que 
a pessoa física não tem tanta informação a perder e também pelo 
motivo de que os provedores de storage (armazenamentos virtuais), 
como Google Drive, DropBox e OneDrive já são consolidados no 
mercado e não correm mais o risco de “quebrar”, vindo a perder os 
dados dos clientes que foram armazenados em seus sites.
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Mas quando estamos falando de empresas, o tamanho de 
espaço de armazenamento não deve ser apenas 1 TB (terabyte), 
como seria para um usuário final, estamos falando de dezenas ou 
centenas de terabytes, e apesar dos provedores citados já serem 
empresas consolidadas, as vezes é necessário que se tenham 
muito mais segurança para os dados, pois estaríamos tratando 
com dados muito mais sensíveis.
Além de espaço de armazenamento, é necessário verificar 
também a questão de facilidade de migração, o quando essa fase 
pode ou não afetar os serviços dos usuários da empresa.
Se não fosse bastante ter que verificar o armazenamento 
e a facilidade de migração, é necessário também levar em 
conta a adesão dos usuários da empresa, pois quando estamos 
comentando de pessoas físicas, só adere aos serviços de nuvem 
quem realmente deseja, mas no caso de empresa, nem todos os 
usuários “gostam” das nuvens, e tentam, em algumas vezes, até 
boicotar os sistemas online.
De acordo com a Redação EVEO (2020), é necessário que 
as partes (empresa e usuários da empresa) estejam envolvidas 
nesta migração. Para garantir este envolvimento mais forte é bom 
que a empresa explique aos seus usuários por que optou por 
colocar seus dados na nuvem e como isso será positivo para toda 
a corporação.
O que é DownTime
Toda a migração tem seu lado bom, mas também 
tem seu lado ruim, que é a indisponibilidade do serviço, esta 
indisponibilidade é chamada de DOWNTIME, que significa o quanto 
o serviço pode ficar fora do ar sem causar grandes impactos para 
o cliente.
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Mas talvez você esteja se perguntando:
REFLITA
E é permitido deixar o serviço fora do ar?
Sim, desde que esteja em um contrato que foi assinado 
pelo cliente ao contratar determinado serviço.
O Downtime é um período de desligamento do sistema para 
que possa ser realizada as devidas manutenções dos equipamentos 
e os próprios sistemas do provedor de serviço da nuvem.
Imagem 2.16 - Relógio parado
Fonte: Adobe Stock 
Assim como o relógio acima está parado, pois foi o momento 
em que ele foi registrado, os sistemas também necessitam parar 
de vez em quando.
Para um usuário simples, ter um sistema fora do ar não atrasa 
em muitos seus prazos, pois pode fazer seu trabalho um pouco mais 
tarde, mas para uma empresa, ficar sem o sistema de pagamento de 
cartões por dez minutos significam muitas perdas de vendas. 
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Dificilmente uma pessoa pensa em frases de relatividade 
de Albert Einstein como: “O Tempo é relativo e não pode ser 
medido exatamente do mesmo modo e por toda a parte”, mas é 
necessário visualizarmos que existe sim esta diferença do tempo 
de uma pessoa para a outra.
O Downtime é necessário, resta saber se está de acordo 
como que você aceita ou não. Para isso, é necessário que você leia 
atentamente os contratos que os provedores colocam para você 
assinar para utilizar o serviço.
Retorno de investimento
Retorno de investimento, como o próprio nome já informa, 
trata-se do tempo que levarei para ter o retorno do dinheiro 
investido para a migração nas nuvens.
Esse termo é muito utilizado no mundo da administração 
e pouco neste meio de informática. Mas é um cenário que está 
mudando, pois é extremamente necessário conhecermos as duas 
áreas, pois elas se conversam diretamente.
Imagem 2.17 - Retorno de investimento
Fonte: Pixabay 
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Segundo Bona (2020), o retorno de investimento não exige 
um cálculo muito elaborado, apenas fazer o ganho obtido com a 
migração, subtraindo do investimento e após isso pegar o valor e 
dividir pelo valor que foi investido. 
Se neste cálculo o valor for positivo, significa que você 
teve o devido retorno. Caso o resultado tenha sido zero, significa 
que você ficou no empate, ou seja, nem lucro nem prejuízo. Já caso 
tenha obtido um valor negativo, significa que você teve prejuízo 
com a sua migração, e que demorará mais tempo ainda até ter o 
seu devido lucro.
Já que falamos no tempo, fica a próxima questão:
REFLITA
Quanto tempo para que eu tenha o retorno do 
meu investimento?
Ainda de acordo com Bona (2020), a forma para calcular 
o prazo de retorno é dado pelo investimento total dividido pelo 
lucro obtido. Se colocar o lucro obtido por mês terá o resultado 
em meses, se colocar em ano terá o seu prazo em anos. 
Como pode observar, não é difícil de calcular o retorno de 
investimento, e nem o seu prazo de retorno, cálculos fundamentais 
para justificar à empresa o motivo para o qual migrar para a nuvem 
os seus serviços.
Vamos a um exemplo mais prático:
Em 2020, o mundo passou por uma pandemia e foi 
necessário fechar fisicamente muitas lojas, mas isso não impediu 
que elas continuassem a funcionar normalmente através da 
internet. A internet que já é um local comum de compras e sempre 
esteve com as portas abertas para receber mais empresas e 
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colocar seus produtos à venda, ainda era alvo de desconfiança,mas também era onde estava o maior público de todas as lojas. 
Muitas empresas se viram obrigadas a realizar essa migração 
emergencial, onde sentiam ter que, mesmo estando fechadas, 
pagar alguém para migrar seus produtos para vender agora na 
internet, aquele mundo virtual seria sua nova realidade. 
Quando falamos de retorno de investimento, pensa-se em 
muitos meses ou até anos para ter esse devido retorno. Mas não é 
o que está sendo visto. Em prazos de um ou dois meses as lojas já 
passam a ter seu devido retorno, e o melhor, um lucro ainda maior 
do que na loja física.
Claro que a migração para a nuvem surge um novo desafio: 
a manutenção e gerenciamento da minha nuvem.
Gerenciando a nuvem
Verificando o significado da palavra “gerenciamento”, diz 
que é o ato de administrar, monitorar, verificar e ajustar.
O gerenciamento na nuvem trouxe às empresas pequenas 
uma nova forma de administração do seu próprio negócio. O que 
antes era só olhar o seu estoque e fazer novos pedidos ao seu 
fornecedor, agora passam a ter que gerenciar não só o seu estoque 
e fornecedores, mas também um banco de dados online, um site, 
atualização dos produtos no site, um sistema de segurança para 
receber transações via cartões de crédito via internet.
Tudo isso parece ser algo muito complicado e de difícil 
manuseio para pessoas que não estavam acostumadas com toda 
essa tecnologia, que mesmo já existindo, preferiam manter-se 
afastados o máximo de tempo possível.
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Imagem 2.18 - Análise de dados
Fonte: Pixabay 
A imagem exposta anteriormente é a nova realidade de 
muitas empresas ditas virtuais, pois tudo na internet é sempre 
muito grande, inclusive a quantidade de acesso aos sites e a 
quantidade de vendas.
Segundo Saphir (2020, s.p.), “O gerenciamento em cloud 
consiste na prática centralizada de análise, controle e gestão de 
dados. Além de garantir a disponibilidade da computação na 
nuvem, o responsável pela TI consegue usar o próprio sistema 
para regular seu uso”.
Então, mesmo uma empresa pequena tem que fazer uso 
de profissionais de tecnologia para que se tenha um apoio técnico.
Qualquer empresa que opte por utilizar computação em 
nuvem tem que ter uma administração de sistemas a partir de uma 
plataforma unificada, onde seja possível agendar manutenções e 
gerenciar o isso de programas em uma única central.
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Ainda de acordo com Saphir (2020, s.p.), “Tudo isso 
proporciona mais agilidade para a realização das demandas 
internas, e flexibilidade para acessar todas as informações de 
qualquer lugar com acesso à internet”. Em resumo do que esse 
autor fala, o administrador tem que ter acesso às informações a 
qualquer hora e qualquer lugar.
A internet, por si só, é um ambiente caótico e sem nenhuma 
segurança, porém as nuvens que utilizamos estão em ambientes 
seguros e com muita criptografia, o que não garante ser à prova de 
falhas, principalmente por parte das pessoas que as manuseiam.
Como já comentado em itens anteriores deste e-book, 
existem usuários que não gostam de utilizar as tecnologias de 
nuvem disponíveis e com isso tentam burlar o sistema criando 
controles paralelos. Essa atitude além de ser um trabalho 
dobrado, pois terá que em algum momento jogar as informações 
no sistema principal, é uma desinformação para quem tem que 
analisar constantemente o sistema para ver como estão os 
números da empresa.
Por este motivo é necessário fazer treinamentos 
constantes com os usuários internos da empresa, para que exista 
uma aceitação cada vez maior dos novos sistemas.
Obviamente, não é aconselhável ter uma sala de 
treinamento, como a exposta a seguir, só para dizer que houve o 
treinamento.
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Imagem 2.19 - Sala de treinamento vazia
Fonte: Pixabay 
Esse tipo de sala de treinamento é comum nas empresas 
para que possam “dizer” que deram o treinamento, isso mesmo 
quando aparece um ou outro usuário. Vale lembrar que um 
treinamento é válido somente quando temos uma quantidade 
significativa de pessoas para ensinar.
Mas o bom gerenciamento não é só trabalho. Ele nos traz 
alguns retornos interessantes, como o ganho de competitividade, 
onde a empresa pode destinar os esforços para o que realmente 
é importante. A equipe de TI especializada em análise fica focada 
somente neste trabalho. A equipe de vendas passa a traçar metas 
para abordar novos públicos, pedindo ao marketing para mudar 
um ícone, banner ou até mesmo uma foto de um determinado 
produto para fazer com que fique mais atrativo para os “clientes 
virtuais” que entrem em seu site.
A forma de atendimento ao cliente, o famoso SAC, onde 
antes o cliente tinha que esperar em uma fila para ser atendido, 
agora basta um recebimento de e-mail, ou melhor, um chat com 
o cliente para se ter o atendimento em tempo real, sem o cliente 
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ficar esperando longo tempo sentado. Dessa forma, conseguirá 
resolver qualquer problema de forma rápida e mais ágil.
Outro benefício do gerenciamento da nuvem é o 
atendimento rápido às necessidades da empresa. Um exemplo 
prático do que esse quesito pode fazer é o período de “Black-Friday”, 
em que as lojas têm que fazer descontos, e o volume de acesso 
ao site sobe, em algumas vezes, mais de 100% do que o habitual, 
causando assim um congestionamento e até deixando o site fora 
do ar. Mas com o gerenciamento de nuvem, esse volume de acesso 
pode ser remodelado com alguns cliques, e passando o período das 
liquidações voltar ao estado que estavam antes, também com mais 
alguns cliques. Tudo sendo muito rápido e garantindo o acesso dos 
clientes e mantendo seu site no ar o tempo inteiro.
RESUMINDO
E então? Gostou do que lhe mostramos? Aprendeu 
mesmo tudinho? Agora, só para termos certeza 
de que você realmente entendeu o tema de 
estudo deste capítulo, vamos resumir tudo o que 
vimos. Você deve ter aprendido que migrar os 
serviços para a nuvem, embora seja uma ação 
simples, exige uma avaliação cuidadosa das reais 
necessidades e da adaptação do seu público 
interno a essa nova estrutura e suas exigências. 
Além disso, você deve ter adquirido conhecimento 
sobre o conceito e a importância do Downtime, 
que representa a paralisação do sistema para 
manutenção, podendo ser programada e até 
mesmo antecipada. É claro que o Downtime não 
pode ser constante a ponto de prejudicar o acesso 
dos clientes ao seu site, portanto, é fundamental 
examiná-lo detalhadamente no contrato que será 
firmado com o provedor de serviços. Para concluir, 
abordamos o tema do Retorno de Investimento e 
a importância de gerenciar sua infraestrutura na 
nuvem de forma mais próxima.
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TUNER, D.; MUÑOZ, J. Para os filhos dos filhos de nossos filhos: 
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	Entendendo as redes
	Como tudo começou
	O que são efetivamente as redes?
	Como são formadas as redes e o que é que elas interligam
	Conceito de DNS
	Domínio
	Tipos de DNS
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