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Introdução à análise
de custos
Autor
Max Bianchi Godoy
Autor revisor
Kleber Almeida Ramos de Jesus
Objetivos
Olá, caro(a) aluno(a), seja muito bem-vindo(a), será um prazer ter você conosco nesta jornada
de aprendizagem!
Este conteúdo visa apresentar conceitos introdutórios relacionados à análise de custos, à
importância da análise de custos as empresas, a terminologias comuns em análise de custos,
a princípios e convenções gerais para a correta análise de custos.
Introdução à análise de custos1
Origem e objetivos da análise de custos1.1
Introdução à análise de custos
Escaneie a imagem ao lado com um app QR code para assistir o vídeo ou acesse o link:
"https://player.vimeo.com/video/944843965".
A contabilidade e a análise de custos surgiram com o aparecimento das empresas industriais
(na Revolução Industrial) e objetivava calcular os custos dos produtos fabricados. A
contabilidade de custos adveio da contabilidade financeira.
Segundo Bornia (2010, p. 11), antes disso, os artigos eram normalmente produzidos por
artesãos, que, via de regra, não constituíam pessoas jurídicas. Praticamente existiam apenas
empresas comerciais, que utilizavam a contabilidade financeira para a avaliação do patrimônio
e a apuração do resultado do período.
Figura – Produção artesanal pré-Revolução Industrial
Fonte: industriaearte.blogspot.com
[https://industriaearte.blogspot.com/2016/09/a-ascensao-da-
manufatura.html]
De acordo com Lyrio, Almeida e Portugal (2021, p. 193), a contabilidade cumpre as metas de
registrar, resumir e comunicar as informações financeiras. Até o século XVIII, só existia a
contabilidade financeira, que essencialmente atendia a propósitos das empresas comerciais.
Com a Revolução Industrial, ocorreu a segmentação específica da ciência contábil focada nos
custos (contabilidade de custos), influenciada pelas invenções e automatizações que
proporcionam a produção em massa em substituição à produção artesanal.
Com o aumento da produção a partir do século XX, com a Segunda Revolução Industrial e o
surgimento da administração científica, surge a necessidade de medição do desempenho das
empresas, por meio da apuração de receitas e despesas, e de seu confronto, resultando em
lucro ou prejuízo.
Segundo Lyrio, Almeida e Portugal (2021), além das despesas, temos os custos, definidos
como “toda e qualquer aplicação de recursos para a produção, distribuição de mercadorias ou
prestação de serviço”. O custo final para a empresa é a soma de todos os gastos envolvidos. A
contabilidade de custos aparece como ciência para contabilizar tais custos às empresas,
sejam comerciais ou industriais, sendo a análise de custos parte da contabilidade de custos.
Dentre os diversos objetivos da análise de custos em uma organização, podem-se destacar os
citados no quadro a seguir:
Quadro - Cinco principais objetivos da análise de custos
ID Objetivo Descrição
1 Balizar orçamentos e
eventuais projeções
financeiras
Criar e prover informação fidedigna, que possa ser base para os
responsáveis pela criação de orçamento e projeções usar base de
dados de custos factíveis e realistas.
2 Prestar suporte adequado ao
processo de tomada de
decisões gerenciais
A partir de projeções e análises de custos, os responsáveis das
áreas como a alta administração podem tomar decisões mais
assertivas de posicionamento da empresa no mercado com base
em informações confiáveis.
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https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/c2cc815dbf4f11f82f461c9e4d9b7168.jpeg
https://industriaearte.blogspot.com/2016/09/a-ascensao-da-manufatura.html
https://industriaearte.blogspot.com/2016/09/a-ascensao-da-manufatura.html
https://industriaearte.blogspot.com/2016/09/a-ascensao-da-manufatura.html
3 Auxiliar nos processos de
fixação do preço de venda
de produtos e mercadorias
A correta análise de custos permite aos responsáveis, pela venda
de produtos e mercadorias, calcular e definir preços que estejam
em acordo com a expectativa de lucro e alinhados com o mercado.
4 Apurar custo de serviços e
de produtos vendidos, bem
como o custo das
mercadorias vendidas
A análise de custos proporciona informação adequada para avaliar
se os preços de vendas e custos de venda estão em alinhamento
com as necessidades e as expectativas da organização, permitindo
ajustes.
5 Proporcionar melhorias no
processo de controle e
fornecer informações
específicas
Os custos estão presentes em todas as áreas operacionais e do
negócio; a informação correta desses custos serve de insumo para
os gestores buscarem melhorias em seus processos para a redução
de tais custos e/ou usar como base para planejar novos
investimentos e novos projetos.
Fonte: adaptado de Iudícibus e Mello (2013).
Para saber mais, assista ao vídeo Contabilidade de Custos e sua origem na revolução industrial.
Disponível em: youtube.com [https://www.youtube.com/watch?v=Dy_-0YOUcBo] .
Origem e objetivo da análise de custos
Escaneie a imagem ao lado com um app QR code para assistir o vídeo ou acesse o link:
"https://player.vimeo.com/video/944844093".
https://www.youtube.com/watch?v=Dy_-0YOUcBo
https://www.youtube.com/watch?v=Dy_-0YOUcBo
Importância e benefícios da análise de
custos
1.2
Importância e benefícios da análise de custos
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"https://player.vimeo.com/video/944844265".
A contabilidade e a análise de custos apresentam uma importância fundamental para as
empresas realizarem uma gestão eficaz de custos, desenvolvam um planejamento efetivo e
factível com base em fatos e dados, bem como sirvam de instrumento de avaliação do
desempenho e controle desses custos ao longo do exercício contábil (ano contábil).
A importância da análise de custos foi crescendo ao longo do tempo, sobretudo após se iniciar
o regime capitalista, devido ao aumento constante da necessidade de controle.
A capacidade de tomada de decisão e a atuação ao longo do tempo são os maiores benefícios
à organização proporcionados pela contabilidade e pela análise de custos. Com base em
dados contábeis confiáveis, desde a alta administração à gestão operacional, podem, dentro
do seu limite de responsabilidade, promover melhorias e mudança estratégica. A figura a
seguir mostra a relação direta entre a contabilidade gerencial, financeira, operacional e a
análise de custos, destacando, dessa forma, sua importância como mecanismo de
comunicação e contabilização.
Figura – Contabilidade, análise de custos e tomada de decisão
Fonte: elaborado pelo autor (2024).
A análise de custos proporciona outros benefícios às organizações. Dentre as principais
qualidades de uma boa análise e gestão de custos, podem-se destacar:
Resolução rápida de contratempos
Permite desenvolver diversos mecanismos de controle, para identificar a ocorrência de
problemas ou de imprevistos, permitindo uma solução mais rápida e adequada, com base nos
relatórios de custos, nas análises de custos que permitem resolução de problemas de forma
acelerada.
Controle mais efetivo da rentabilidade dos negócios
A análise de custo busca maximizar a rentabilidade do negócio e/ou reduzir seus custos
produtivos operacionais, bem como a eliminação de desperdícios que geram custos
desnecessários e adicionais, que pode ser alcançada por meio de uma boa gestão de custos,
levando ao aumento do retorno sobre os investimentos ao evitar gastos imprevistos ou
desnecessários.
Maior eficiência no processo de tomada de decisões
Uma análise efetiva dos custos da organização, além de promover a capacidade de tomar
decisões com base em dados, quando bem realizada, fornece aos gestores informações mais
precisas, detalhadas e atualizadas, influenciando os fatores que envolvem a lucratividade da
empresa em tempo apropriado.
Redução dos riscos organizacionais
A análise e o consequente controle de custos aplicam-se diretamente à gestão organizacional,
sendo extremamente úteis para que os riscosfinanceiros e outros tipos de riscos sejam
reduzidos e monitorados, de forma a serem identificados os fatores que, de alguma forma,
influenciem a lucratividade.
A análise e o acompanhamento dos custos em toda a empresa permitem que se avalie o
desempenho dos diversos setores com base no seu consumo de recursos e sua efetiva
aplicação, bem como definir melhores relação de custo x benefício das operações e projetos
empresariais.
A análise de custos, com base na contabilidade de custos, é essencial a qualquer empresa,
independentemente do seu porte, sua área e seu segmento de mercado, de localidade, pois sua
importância e seus benefícios são estruturais.
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https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/8ee115e296c75a63b2b716c8d3618a96.png
Para saber mais, assista ao vídeo Análise de custo x benefício.
Disponível em: youtube.com [https://www.youtube.com/watch?v=jNqaZGEWkXE]
Conceitos e nomenclaturas em análise
de custos
1.3
Conceitos e nomenclaturas em análise de custos
Escaneie a imagem ao lado com um app QR code para assistir o vídeo ou acesse o link:
"https://player.vimeo.com/video/944844355".
A contabilidade de custos e, por consequência, a análise de custos possuem uma série de
conceitos fundamentais de entendimento. Segundo Crepaldi e Crepaldi (2023), temos como
essenciais os descritos no quadro a seguir:
Quadro - Conceitos e nomenclaturas em análise de custos
ID Conceito Descrição
1 Gasto Termo genérico e amplo aplicado a todos os bens e serviços adquiridos. Os gastos
podem ser despesas, investimentos, custos, perdas ou desperdícios. Corresponde
ao valor com que organização arca a fim de que possa obter um produto ou realizar
um serviço, sendo representado pela efetiva entrega/realização de algum produto
ou serviço, bem como a promessa de recebimento de algum ativo. Por ex.: gastos
com mercadorias, gastos com pessoal etc.
2 Desembolso Corresponde ao pagamento realizado ao se fazer a aquisição de algum bem ou de
um serviço. É a saída de recursos financeiros da empresa.
https://www.youtube.com/watch?v=jNqaZGEWkXE
https://www.youtube.com/watch?v=jNqaZGEWkXE
3 Investimento Corresponde a um gasto efetuado na aquisição de algum bem ou serviço pelo qual
se visa algum tipo de benefício futuro. Dessa forma, normalmente, representam
algum tipo de ativo que pode ser estocado a fim de ser utilizado, consumido ou
comercializado em tempo posterior. Exemplo: aquisição de uma nova máquina,
aquisição de uma nova área física etc.
4 Despesa São gastos com bens e serviços não utilizados nas atividades produtivas e
consumidos direta ou indiretamente para a geração de receitas. São itens que
reduzem o patrimônio líquido e que têm a característica de representar sacrifícios
no processo de obtenção de receitas. Exemplo: comercialização e administração
de atividades empresariais, comissões de vendas, salários de áreas
administrativas.
5 Custos Diz respeito ao gasto realizado em algum tipo de bem ou serviço que esteja ligado
ou seja utilizado para produzir outros bens (produtos) ou serviços, ou que possa ser
revertido em alguma espécie de lucro. Os custos só são reconhecidos no momento
em que são utilizados para a produção ou a fabricação do produto. Ex.: matérias-
primas de um produto, energia elétrica utilizada na produção de bens e serviços
etc.
6 Perdas Gastos com bens ou serviços consumidos de maneira anormal e involuntária,
gastos não intencionais, em que não há a característica de sacrifício feito com a
intenção de obter receita. Exemplo: incêndios, estoques deteriorados ou obsoletos
etc.
7 Desperdícios São gastos originados dos processos produtivos ou de geração de receitas que
podem ser descartados sem prejuízo da qualidade ou da quantidade de bens,
serviços ou receitas geradas. Exemplo: gargalos produtivos, compras
desnecessárias de bens e serviços etc.
Fonte: adaptado de Crepaldi e Crepaldi (2018).
Crepaldi e Crepaldi (2023) descrevem que todo custo é um investimento; contudo nem todo
investimento é um custo, ou seja, sempre existiram custos, mas, se estes não trazem retorno à
organização, se tornam apenas gastos.
Martins (2022) salienta ainda que a principal diferença entre custo e despesa está na aplicação
do desembolso financeiro empreendido pela empresa. Os custos referem-se a qualquer gasto
relacionado ao setor produtivo na geração dos bens da empresa. De outra forma, as despesas
não estão relacionadas a processos produtivos, e devem ser corretamente separadas e
diferenciadas.
Esses conceitos e as terminologias básicas apresentados não são excludentes. Assim, um
mesmo evento em uma empresa pode ser enquadrado em mais de uma dessas terminologias.
Para saber mais, assista ao vídeo Custos e despesa, investimentos, perdas e desembolso.
Disponível em: youtube.com [https://www.youtube.com/watch?v=qxiIYh0L3cQ] .
https://www.youtube.com/watch?v=qxiIYh0L3cQ
https://www.youtube.com/watch?v=qxiIYh0L3cQ
Princípios contábeis1.4
Princípios e convenções contábeis
Escaneie a imagem ao lado com um app QR code para assistir o vídeo ou acesse o link:
"https://player.vimeo.com/video/944844472".
De acordo com Lyrio, Almeida e Portugal (2021), existem regras gerais que norteiam os
procedimentos contábeis nos quais a análise de custo está inserida, sendo necessária ao
exercício da atividade profissional contabilista, chamados de princípios contábeis. Esses
princípios pretendem proporcionar tratamento contábil uniforme, e assim gerar relatórios
contáveis de qualidade.
De acordo com Dias e Demetrio (2002), temos um conjunto de dez princípios que norteiam a
contabilidade e a análise de custos:
Princípio da entidade
Os custos de produção reconhecidos pela contabilidade de custos são apenas os gastos da
organização que estão envolvidos em seu processo produtivo, não sendo reconhecidos os de
outras empresas, mesmo que sejam de entidades do mesmo grupo empresarial.
Princípio da continuidade
Parte da premissa de que a organização precisa funcionar por um período que seja
relativamente longo no futuro. Tal premissa apenas pode ser abandonada quando um histórico
de prejuízos persistentes, bem como a perda de substância econômica e de competitividade no
mercado, justifique que a contabilidade registre a descontinuidade da empresa.
Princípio da realização da receita
Diz respeito a que as receitas sejam reconhecidas apenas por ocasião da transferência de um
bem ou serviço para terceiros, quando é provável que os benefícios econômicos sejam
associados à transação com a entidade. Assim, no que concerne a entidades industriais e
comerciais, a receita deverá ser reconhecida no momento da venda.
Princípios da competência e confrontação
Indica o momento do reconhecimento das despesas e dos custos. Assim, contabilmente,
precisa-se deduzir das receitas os gastos correspondentes a fim de que se chegue ao
resultado do período, seja lucro ou prejuízo.
Princípio do custo como base de valor
Diz respeito a que os ativos possam ser registrados por seu valor nominal de aquisição (valor
original) ou pelo preço de fabricação. Assim, costuma pressupor certa estabilidade quanto ao
poder aquisitivo da moeda. A contabilidade de custos busca preconizar o princípio do custo
histórico como base de valor, porém por vezes usa custos de reposição ou outras sistemáticas
de ajuste com fim gerencial.
Princípio do denominador comum monetário
Corresponde ao aspecto financeiro da contabilidade, em que se deve homogeneizar a
informação para os usuários, sobretudo em relação a ativos, passivos e demonstrações
contábeis, que devem apresentar um mesmo denominador monetário, sendo a moeda corrente
do país.
Princípio da uniformidade ou consistência
A empresa precisa primar pela uniformidade ou consistência na aplicação dos procedimentos
contábeis no decorrer do tempo, a fim de permitir e não prejudicar a realização de análises
comparativas de custos ao longo dos diversos exercícios.
Princípio da relevância ou materialidadeÉ dispensável a realização de controles mais rigorosos em itens que sejam de pequeno valor
monetário em relação aos gastos totais, o que permite aplicar conceitos de benefícios e custos
para que sejam implementadas determinadas formas de controles.
Princípio da objetividade
Diz respeito a que todos os valores apropriados ao custo de produção devam estar
devidamente suportados por documentos que possam comprovar sua natureza, bem como o
valor do registro.
Princípio da prudência ou do conservadorismo
O princípio do conservadorismo precisa fazer parte da contabilidade de custos, uma vez que os
estoques precisam ser devidamente avaliados pelo custo de aquisição de matérias-primas,
embalagens e outros incorridos na produção de produtos em elaboração e/ou acabados. Exige
do contador uma posição sempre conservadora, pessimista, ou seja, que antecipe prejuízo e
nunca antecipe lucro.
Dias e Demetrio (2002) ressaltam especial observação aos dois últimos princípios, da
objetividade e do conservadorismo, sendo que esses demandam que suas demonstrações
contáveis sempre sejam expressas na moeda corrente nacional. Dessa forma, eventuais
custos incorridos durante o processo produtivo precisam ser avaliados em moeda corrente do
país.
Os princípios são importantes como mentalidade ao bom profissional de contabilidade para
que este possa desempenhar uma adequada análise de custos para contribuir com
informações de qualidade à tomada de decisão organizacional.
Para saber mais sobre o tema, assista ao vídeo Os princípios contáveis ainda existem?
Características qualitativas fundamentais e de melhoria, disponível no link indicado a seguir.
Link: youtube.com [https://www.youtube.com/watch?v=eOPXQr7MNjU] .
https://www.youtube.com/watch?v=eOPXQr7MNjU
https://www.youtube.com/watch?v=eOPXQr7MNjU
Recapitulando
Chegamos ao fim deste conteúdo. Para facilitar a revisão dos principais tópicos, elaboramos
um resumo do que foi apresentado. Assim, temos:
1. Origem e objetivos da análise de custos: a análise de custos, como segmento da
contabilidade de custos, surge como ciência com a Segunda Revolução Industrial e o
advento da administração científica e tem como principais objetivos: balizar orçamentos e
eventuais projeções financeiras, prestar suporte adequado ao processo de tomada de
decisões gerenciais, auxiliar nos processos de fixação do preço de venda de produtos e
mercadorias, proporcionar melhorias no processo de controles e fornecer informações
específicas, apurar custo de serviços e de produtos vendidos, bem como o custo das
mercadorias vendidas.
2. Importância e benefícios da análise de custos: o maior benefício da análise de custos está
em promover a capacidade da empresa em tomar decisões com base em dados de custos
a tempo apropriado. Além disso, há outros benefícios: resolução rápida de contratempos,
controle mais efetivo da rentabilidade do negócio, maior eficiência no processo de tomada
de decisão, redução de riscos organizacionais
3. Conceitos e terminologias em análise de custos: a contabilidade de custos e por
consequência a análise de custos, possuem uma série de conceitos e terminologias,
relevantes ao exercício das atividades dentre estes temos os conceitos de: gasto,
desembolso, despesa, custos, investimento, perdas e desperdício. Seu entendimento
4. Princípios contábeis: os princípios contábeis são norteadores das boas práticas e
condutas dos profissionais de contabilidade e análise de custos. Dentre eles, temos doze
principais princípios aplicados e convencionados, sendo eles: entidade; continuidade;
realização; competência e confrontação; custo como base de valor; denominador comum
monetário; uniformidade ou consistência; relevância ou materialidade; objetividade;
conservadorismo.
Autoria
Autor
Max Bianchi Godoy é mestre em Administração. Possui MBA Executivo em Negócios
Financeiros, especialização em Gestão Estratégica e formação em Administração e
Contabilidade. Tem cursos de extensão em Business Inteligence, Mercado de Capitais, Gestão
de Projetos e Gestão da Segurança da Informação.
Link: lattes.cnpq.br [http://lattes.cnpq.br/8003471064141023] .
Max Bianchi Godoy
Autor revisor
Possui mestrado em Administração de Empresas pela MUST University – Miami / USA. É
engenheiro de Controle e Automação pela UNIFEI – Universidade Federal de Itajubá. Cursou
MBA em Administração Industrial na USP-Poli, é especialista em Gerenciamento de Projetos
PMI-PMP, especialista em Agilidade Organizacional PMI-DASSM e especialista em Modelo
FLEKS Híbrido de gestão. Abarca mais de 20 anos de experiência profissional em Engenharia,
Projetos e Operações empresariais. É docente em cursos de graduação e pós-graduação em
áreas de Administração e Engenharia.
Link: lattes.cnpq.br [http://lattes.cnpq.br/1859196679347241] .
Kleber Almeida Ramos de Jesus
http://lattes.cnpq.br/8003471064141023
http://lattes.cnpq.br/8003471064141023
http://lattes.cnpq.br/1859196679347241
http://lattes.cnpq.br/1859196679347241
Glossário
Corresponde aos bens e direitos da empresa, ou seja, a todos os valores que ela possui em
caixa, conta bancária, aplicações, valores que ainda possa receber de clientes, estoques,
máquinas e equipamentos, entre outros. Fonte: contabilizei.com.br
[https://www.contabilizei.com.br/contabilidade-online/o-que-e-ativo-contabil/] .
São ativos relacionados a algum tipo de liquidez, sendo de importância elevada para a
economia. Portanto, a compreensão correta do conceito de recursos financeiros é fundamental
para todo o cenário da macroeconomia global. Fonte: suno.com.br
[https://www.suno.com.br/artigos/recursos-financeiros/] .
Ativo
Recursos financeiros
https://www.contabilizei.com.br/contabilidade-online/o-que-e-ativo-contabil/
https://www.contabilizei.com.br/contabilidade-online/o-que-e-ativo-contabil/
https://www.suno.com.br/artigos/recursos-financeiros/
https://www.suno.com.br/artigos/recursos-financeiros/
Bibliografia
BOMFIM, E. A.; PASSARELLI, J. Custos e formação de preços. 7. ed. São Paulo: IOB, 2011.
BORNIA, A. C. Análise gerencial de custos: aplicação em empresas modernas. 3. ed. São Paulo:
Atlas, 2010.
BRUNI, A. L.; FAMÁ, R. Gestão de custos e formação de preço: com aplicações na calculadora
HP 12C e Excel. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2004.
DIAS, A. M.; DEMETRIO, F. C.Os princípios contábeis aplicados aos custos das atividades rurais.
In:IX CONGRESSO BRASILEIRO DE CUSTOS, São Paulo, 2002. Anais […].São Paulo: Associação
Brasileira de Custos, 2002. Disponível em:
http://anaiscbc.emnuvens.com.br/anais/article/download/2626/2626
[http://anaiscbc.emnuvens.com.br/anais/article/download/2626/2626] . Acesso em:2 fev.
2024.
IUDÍCIBUS, S.; MELLO, G. R. Análise de custos: uma abordagem quantitativa. São Paulo: Atlas,
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CREPALDI, S. A.; CREPALDI, G. S. Contabilidade de custos. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2023.
LYRIO, E. F.; ALMEIDA, S. R. V; PORTUGAL, G. T. Análise de custos: uma abordagem simples e
objetiva. 2. ed. Barueri: Manole, 2021.
MARTINS, E. Contabilidade de custos. 11. ed. São Paulo: Atlas, 2022.
SANTOS, J. J. Análise de custos. 13. ed. São Paulo: Atlas, 2016.
SILVA, R. N. S. Gestão de custos: contabilidade, controle e análise. 4. ed. Rio de Janeiro: Atlas,
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WERNKE, R. Análise de custos e preços de venda. São Paulo: Saraiva, 2018.
YANASE, J. Custos e formação de preços: importante ferramenta para tomada de decisões.
São Paulo: Trevisan, 2018.
Bibliografia Clássica
Bibliografia Geral
http://anaiscbc.emnuvens.com.br/anais/article/download/2626/2626
http://anaiscbc.emnuvens.com.br/anais/article/download/2626/2626

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