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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
ENFERMEIRO
Motivação em psicologia, é a força propulsora (desejo) por 
trás de todas as ações de um organismo.
Motivação é o processo responsável pela intensidade, dire-
ção, e persistência dos esforços de uma pessoa para o alcance 
de uma determinada meta. A motivação é baseada em emo-
ções, especificamente, pela busca por experiências emocionais 
positivas e por evitar as negativas, onde positivo e negativo são 
definidos pelo estado individual do cérebro, e não por normas 
sociais: uma pessoa pode ser direcionada até à auto-mutilação 
ou à violência caso o seu cérebro esteja condicionado a criar 
uma reação positiva a essas ações.
Parece claro que nas pessoas motivadas há toda uma série 
de sentimentos e fatores emocionais que reforçam o seu entu-
siasmo e a sua persistência perante os contratempos normais 
da vida. O sentimento da própria eficácia, o acreditar de uma 
pessoa nas suas próprias capacidades tem um surpreendente 
efeito multiplicador sobre essas mesmas capacidades. Aqueles 
que se sentem eficazes recuperam mais depressa dos fracassos, 
não se perturbam demasiado pelo fato de que as coisas pos-
sam correr mal; pelo contrário, fazem-nas o melhor que podem 
e procuram a maneira de as fazer ainda melhor na vez seguinte. 
O sentimento da própria eficácia tem um grande valor estimu-
lante, e vai acompanhado por um sentimento de segurança que 
alenta e conduz à ação.
 
São, as organizações, processos de interação social onde 
pessoas, também investidas de papéis de trabalho, procuram 
fazer valer seus interesses, seus valores e crenças; onde, para 
decifrá-la, devemos ter, a certeza de que no local de trabalho, 
apesar do capital buscar “recursos humanos”, as pessoas conti-
nuam sendo pessoas. Ainda que não tenhamos uma história do 
trabalho no Brasil, em que a interlocução direta entre trabalha-
dores e patrões seja o modo de se relacionar, barganhar inte-
resses e conquistar direitos, o reconhecimento deste processo 
conduz-nos a olhar as condições de possibilidade para desenvol-
ver-se negociações a partir de outros olhos.
O assédio moral no trabalho
É a exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situa-
ções humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas 
durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções, 
sendo mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e as-
simétricas, em que predominam condutas negativas, relações 
desumanas e aéticas de longaduração, de um ou mais chefes 
dirigida a um ou mais subordinado(s), desestabilizando a relação 
da vítima com o ambiente de trabalho e a organização, forçan-
do-o a desistir do emprego. Caracteriza-se pela degradação deli-
berada das condições de trabalho em que prevalecem atitudes e 
condutas negativas dos chefes em relação a seus subordinados, 
constituindo uma experiência subjetiva que acarreta prejuízos 
práticos e emocionais para o trabalhador e a organização. A ví-
tima escolhida é isolada do grupo sem explicações, passando a 
ser hostilizada, ridicularizada, inferiorizada, culpabilizada e de-
sacreditada diante dos pares. Estes, por medo do desemprego e 
a vergonha de serem também humilhados associado ao estímu-
lo constante à competitividade, rompem os laços afetivos com a 
vítima e, frequentemente, reproduzem ações e atos do agressor 
no ambiente de trabalho, instaurando o ‘pacto da tolerância e 
do silêncio’ no coletivo, enquanto a vitima vai gradativamente 
se desestabilizando e fragilizando, ‘perdendo’ sua autoestima.
A violência moral no trabalho constitui um fenômeno inter-
nacional segundo levantamento recente da Organização Inter-
nacional do Trabalho (OIT) com diversos países desenvolvidos. 
A pesquisa aponta para distúrbios da saúde mental relacionado 
com as condições de trabalho em países como Finlândia, Alema-
nha, Reino Unido, Polônia e Estados Unidos. As perspectivas são 
sombrias para as duas próximas décadas, pois segundo a OIT e 
Organização Mundial da Saúde, estas serão as décadas do ‘mal 
estar na globalização”, onde predominará depressões, angustias 
e outros danos psíquicos, relacionados com as novas políticas 
de gestão na organização de trabalho e que estão vinculadas as 
políticas neoliberais.São com outros olhos que, advogamos, de-
vemos ver o local de trabalho: olhos que concebam a existência 
de pessoas e, como tal, buscam dar sentido ao seu cotidiano, 
construindo-o de modo conflituoso e cooperativo; pessoas que 
interagem a vida fora do local de trabalho com a vida no tra-
balho, lidam com as exigências postas pelas condições e pela 
organização do trabalho, enfim, conduzem processos sociais, 
constroem sua história.
 
Apesar de termos muitas vezes toda uma categoria pro-
fissional submetida a exigências comuns em termos de organi-
zação do processo de trabalho, quando nos aproximamos dos 
locais onde trabalham vemos que cada local é um mundo sin-
gular, com seus problemas particulares, com mecanismos que 
fazem com que uma mesma tecnologia influa diferentemente, 
são pessoas diferentes, relações interpessoais construídas, são 
diferentes regras que vigoram.
BORGES, L. H., 1997. Trabalho e doença mental: Reconhe-
cimento social do nexo trabalho e saúde mental. In: A Danação 
do Trabalho Organização do Trabalho e Sofrimento Psíquico (J.
F. Silva Filho & S. Jardim, org.), pp. 193-202, Belo Horizonte: 
Te
Corá Editora.
BROWN, J. A. C., 1979. Psicologia Social da Indústria. São 
Paulo: Atlas.
33. GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS DE SERVIÇOS 
DE SAÚDE;
 
Conforme a Resolução da Diretoria Colegiada, da Agência 
Nacional de Vigilância Sanitária/ANVISA RDC Nº 306, de 7 de de-
zembro de 2004, o gerenciamento dos resíduos de serviços de 
saúde (RSS) é constituído por um conjunto de procedimentos de 
gestão. Estes procedimentos são planejados e implementados 
a partir de bases científicas e técnicas, normativas e legais, com 
o objetivo de minimizar a produção de resíduos de serviços de 
saúde e proporcionar aos resíduos gerados, um encaminhamen-
to seguro, de forma eficiente, visando à proteção dos trabalha-
dores, a preservação da saúde pública, dos recursos naturais e 
do meio ambiente.
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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
ENFERMEIRO
O gerenciamento inicia pelo planejamento dos recursos físi-
cos e dos recursos materiais necessários, culminando na capaci-
tação dos recursos humanos envolvidos.
Todo laboratório gerador deve elaborar um Plano de Geren-
ciamento de Resíduos de Serviços de Saúde PGRSS, baseado nas 
características dos resíduos gerados.
O PGRSS a ser elaborado deve ser compatível com as nor-
mas federais, estaduais e municipais, e ainda deve estar de acor-
do com os procedimentos institucionais de Biossegurança, rela-
tivos à coleta, transporte e disposição final.
Manejo
O manejo dos resíduos de serviços de saúde é o conjunto 
de ações voltadas ao gerenciamento dos resíduos gerados. Deve 
focar os aspectos intra e extra-estabelecimento, indo desde a 
geração até a disposição final, incluindo as seguintes etapas:
1 – Segregação
Consiste na separação dos resíduos no momento e local de 
sua geração, de acordo com as características físicas, químicas, 
biológicas, o seu estado físico e os riscos envolvidos.
 
2 – Acondicionamento
Consiste no ato de embalar os resíduos segregados, em sa-
cos ou recipientes que evitem vazamentos e resistam às ações 
de punctura e ruptura. A capacidade dos recipientes de acondi-
cionamento deve ser compatível com a geração diária de cada 
tipo de resíduo.
Os resíduos sólidos devem ser acondicionados em sacos re-
sistentes à ruptura e vazamento e impermeáveis, de acordo com 
a NBR 9191/2000 da Associação Brasileira de Normas Técnicas 
(ABNT). Deve ser respeitado o limite de peso de cada saco, além 
de ser proibido o seu esvaziamento ou reaproveitamento.
Colocar os sacos em coletores de material lavável, resisten-
te ao processo de descontaminação utilizado pelo laboratório, 
com tampa provida de sistema de abertura sem contato manual, 
e possuir cantos arredondados.
Os resíduos perfurocortantesdevem ser acondicionados 
em recipientes resistentes à punctura, ruptura e vazamento, e 
ao processo de descontaminação utilizado pelo laboratório.
3 – Identificação
Esta etapa do manejo dos resíduos, permite o reconheci-
mento dos resíduos contidos nos sacos e recipientes, fornecen-
do informações ao correto manejo dos RSS.
Os sacos de acondicionamento, os recipientes de coleta in-
terna e externa, os recipientes de transporte interno e exter-
no, e os locais de armazenamento mdevem ser identificados de 
tal forma a permitir fácil visualização, de forma indelével, utili-
zando-se símbolos, cores e frases, atendendo aos parâmetros 
referendados na norma NBR 7.500 da ABNT, além de outras 
exigências relacionadas à identificação de conteúdo e ao risco 
específico de cada grupo de resíduos.
O Grupo A de resíduos é identificado pelo símbolo interna-
ciomnal de risco biológico, com rótulos de fundo branco, dese-
nho e contornos pretos.
O Grupo B é identificado através do símbolo de risco asso-
ciado, de acordo com a NBR 7500 da ABNT e com discriminação 
de substância química e frases de risco.
O Grupo C é representado pelo símbolo internacional de 
presença de radiação ionizante (trifólio de cor magenta) em ró-
tulos de fundo amarelo e contornos pretos, acrescido da expres-
são “Rejeito Radioativo”.
O Grupo E possui a inscrição de RESÍDUO PERFUROCORTAN-
TE, indicando o risco que apresenta o resíduo
4 Transporte Interno
Esta etapa consiste no translado dos resíduos dos pontos 
de geração até local destinado ao armazenamento temporário 
ou armazenamento externo com a finalidade de apresentação 
para a coleta.
O transporte interno de resíduos deve ser realizado aten-
dendo roteiro previamente definido e em horários não coinci-
dentes com a distribuição de roupas, alimentos e medicamen-
tos, períodos de visita ou de maior fluxo de pessoas ou de ativi-
dades. Deve ser feito separadamente de acordo com o grupo de 
resíduos e em recipientes específicos a cada grupo de resíduos.
 
Os carros para transporte interno devem ser constituídos 
de material rígido, lavável, impermeável, resistente ao proces-
so de descontaminação determinado pelo laboratório, provido 
de tampa articulada ao próprio corpo do equipamento, cantos e 
bordas arredondados, e identificados com o símbolo correspon-
dente ao risco do resíduo neles contidos. Devem ser providos de 
rodas revestidas de material que reduza o ruído. Os recipientes 
com mais de 400 L de capacidade devem possuir válvula de dre-
no no fundo. O uso de recipientes desprovidos de rodas deve 
observar os limites de carga permitidos para o transporte pelos 
trabalhadores, conforme normas reguladoras do Ministério do 
Trabalho e Emprego.
5 Armazenamento Temporário
Consiste na guarda temporária dos recipientes contendo 
os resíduos já acondicionados, em local próximo aos pontos de 
geração, visando agilizar a coleta dentro do estabelecimento e 
otimizar o deslocamento entre os pontos geradores e o ponto 
destinado à apresentação para coleta externa. Não pode ser fei-
to armazenamento temporário com disposição direta dos sacos 
sobre o piso, sendo obrigatória a conservação dos sacos em re-
cipientes de acondicionamento.
O armazenamento temporário pode ser dispensado nos ca-
sos em que a distância entre o ponto de geração e o armazena-
mento externo justifiquem.
A área destinada à guarda dos carros de transporte interno 
de resíduos deve ter pisos e paredes lisas, laváveis e resistentes 
ao processo de descontaminação utilizado. O piso deve, ain-
da, ser resistente ao tráfego dos carros coletores. Deve possuir 
ponto de iluminação artificial e área suficiente para armazenar, 
no mínimo, dois carros coletores, para translado posterior até 
a área de armazenamento externo. Quando a sala for exclusi-
va para o armazenamento de resíduos, deve estar identificada 
como “Sala de Resíduos”.
Não é permitida a retirada dos sacos de resíduos de dentro 
dos recipientes ali estacionados.
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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
ENFERMEIRO
Os resíduos de fácil putrefação que venham a ser coletados 
por período superior a 24 horas de seu armazenamento, devem 
ser conservados sob refrigeração, e quando não for possível, se-
rem submetidos a outro método de conservação.
O armazenamento de resíduos químicos deve atender à 
NBR 12235 da ABNT.
6 – Tratamento
O tratamento preliminar consiste na descontaminação dos 
resíduos (desinfecção ou esterilização) por meios físicos ou quí-
micos, realizado em condições de segurança e eficácia compro-
vada, no local de geração, a fim de modificar as características 
químicas, físicas ou biológicas dos resíduos e promover a redu-
ção, a eliminação ou a neutralização dos agentes nocivos à saú-
de humana, animal e ao ambiente.
Os sistemas para tratamento de resíduos de serviços de 
saúde devem ser objeto de licenciamento ambiental, de acordo 
com a Resolução CONAMA nº. 237/1997 e são passíveis de fis-
calização e de controle pelos órgãos de vigilância sanitária e de 
meio ambiente.O processo de esterilização por vapor úmido, ou 
seja, autoclavação, não de licenciamento ambiental. A eficácia 
do processo deve ser feita através de controles químicos e bioló-
gicos, periódicos, e devem ser registrados.
 
Os sistemas de tratamento térmico por incineração devem 
obedecer ao estabelecido na Resolução CONAMA nº. 316/2002.
7 Armazenamento Externo
Consiste na guarda dos recipientes de resíduos até a reali-
zação da etapa de coleta externa, em ambiente exclusivo com 
acesso facilitado para os veículos coletores. Neste local não é 
permitido a manutenção dos sacos de resíduos fora dos reci-
pientes ali estacionados.
8 – Coleta e Transporte Externos
Consistem na remoção dos RSS do abrigo de resíduos (ar-
mazenamento externo) até a unidade de tratamento ou disposi-
ção final, utilizando-se técnicas que garantam a preservação das 
condições de acondicionamento e a integridade dos trabalhado-
res, da população e do meio ambiente, devendo estar de acordo 
com as orientações dos órgãos de limpeza urbana.
A coleta e transporte externos dos resíduos de serviços 
de saúde devem ser realizados de acordo com as normas NBR 
12.810 e NBR 14652 da ABNT.
9 Disposição Final
Consiste na disposição de resíduos no solo, previamente 
preparado para recebê-los, obedecendo a critérios técnicos de 
construção e operação, e com licenciamento ambiental de acor-
do com a Resolução CONAMA nº.237/97.
Fonte: http://www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/lab_virtu-
al/gerenciamento-residuos-servico-saude.htm
PORTARIA-SEI Nº 142, 09/08/2019 E PROCESSOS E 
PRÁTICAS EM HOTELARIA HOSPITALAR;
IMPLEMENTAÇÃO DOS CADERNOS DE PROCESSOS E PRÁTI-
CAS DE HOTELARIA HOSPITALAR
Portaria-SEI nº 142, de 09 de agosto de 2019
O Diretor de Administração e Infraestrutura da Empresa 
Brasileira De Serviços Hospitalares – Ebserh, no uso das atri-
buições que lhe são conferidas pelo artigo 53 do Regimento In-
terno, cuja revisão foi aprovada pela Resolução do Conselho de 
Administração nº 54, de 10 de maio de 2016, publicada no DOU 
de 16 de maio de 2016, e
Considerando o Art. 4° da Lei nº 12.550, de 15 de dezembro 
de 2011, que define as competências da Ebserh;
Considerando a Lei nº 12.305, de 2 de agosto de 2010, que 
institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos e demais atuali-
zações;
Considerando o Art. 8° do Decreto nº 7.661, de 28 de de-
zembro de 2011, que descreve as atividades relacionadas às 
suas finalidades;
Considerando a Resolução de Diretoria Colegiada - RDC An-
visa nº 63, de 6 de julho de 2000, que aprova o regulamento 
técnico para a terapia de nutrição enteral e demais atualizações;
Considerando a RDC Anvisa nº 222, de 28 de março de 
2018, que regulamenta as boas práticas de gerenciamento dos 
resíduos de serviços de saúde e demais atualizações;
Considerando a RDC Anvisa nº 6, de 30 de janeiro de 2012, 
que aprova Resolução que estabelece as Boas Práticas de Fun-
cionamento para as Unidades de Processamento de Roupas de 
Serviços de Saúde e demais atualizações;
Considerandoo Manual “Segurança do Paciente em Servi-
ços de Saúde: limpeza e desinfecção de superfícies”, 1ª edição, 
publicado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa 
em 2012, que orienta o melhor uso e aprimoramento dos pro-
cessos de limpeza e desinfecção de superfícies e profissionais de 
saúde de forma a racionalizar esforços, recursos e tempo, garan-
tindo, assim, a segurança de pacientes e profissionais;
Considerando o Manual “Processamento de Roupas de Ser-
viços de Saúde: prevenção e controle de riscos”, 1ª edição, pu-
blicado pela Anvisa em 2009, que orienta a prática voltada ao 
controle e à prevenção de riscos em unidades de processamento 
de roupas de serviços de saúde;
Considerando o Manual de Gerenciamento de Resíduos de 
Serviços de Saúde, publicado pela Anvisa em 2006, que orienta a 
implantação de um plano de gerenciamento de resíduos de ser-
viços de saúde; Considerando as atribuições delegadas à Ebserh 
Sede de propor diretrizes e premissas para o funcionamento dos 
serviços de acordo com as melhores práticas reconhecidas pela 
comunidade hospitais universitários federais (HUF) no gerencia-
mento e aprimoramento contínuo dos serviços afetos à área;
Considerando os incisos I e IX do Art. 53 do Regimento In-
terno (3ª Revisão) da Ebserh, que estabelece as competências 
da Diretoria de Administração e Infraestrutura quanto ao plane-
jamento, implementação, monitoramento, avaliação e controle 
da gestão infraestrutura dos Hospitais Universitários Federais a 
ela filiadas;