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UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP RELATÓRIO DA AULA AVALIAÇÃO CLÍNICA E PSICOSSOCIAL EM ENFERMAGEM CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Avaliação Clínica e Psicossocial em Enfermagem NOME DO ALUNO: Anderson Andrade Silva R.A: 2239434 PROFESSORAS: Dra. Daniela Ferreira e Eloise Cristiani Borriel Vieira POLO: Freguesia Do Ó DATA: 10/03/2023 e 11/03/2023 1. Introdução Este relatório apresenta um curso prático de avaliação clínica e psicossocial em enfermagem, realizado em laboratório utilizando na prática instrumentos para avaliação clínica e para que ser cada um deles. A avaliação clínica e psicossocial na enfermagem é o relacionamento interpessoal de técnicas de comunicação e uma prática efetiva. A avaliação psicossocial integrada à avaliação clínica proporciona ao profissional de saúde um olhar integral para o ser humano. Nesse processo o enfermeiro realizara ações em saúde, iniciando pela higienização das mãos e uso completo de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) e materiais necessários para cada procedimento proporcionando cuidados essenciais para si próprio e para o paciente para poder realizar os procedimentos corretamente e exames físicos fundamentais como, sinais vitais, dados antropométricos, avaliação neurológica, avaliação pupilar, teste Romberg, teste índex nariz, teste de força muscular, avaliação de sensibilidade, avaliação de cabeça e pescoço, avaliação cardiocirculatória, inspeção e apalpação ausculta cardíaca, avaliação respiratória, avaliação abdominal, exame clínico das mamas, exame clínico dos órgãos genitais externos feminino e externos masculino e avaliação do sistema urinário bem como a rede de interações e relações que ele construiu ao longo da vida, visto que a relação dele com o meio gera repercussões no seu pensar, agir e sentir. Roteiro 1 Aula 1 1.1 Lavagem das Mãos/ Técnicas de Calçar Luvas Estéril. Ao desenvolver a aula prática de lavagem das mãos, aprendemos o modo correto da lavagem das mãos e os materiais necessários para a higienização das mãos como: pia, sabonete líquido e papel toalha ou álcool no 70% no mínimo. Vimos também em práticas o modo correto da higienização das mãos utilizando tinta guache para a limpeza correta das mãos. Durante a aula a professora demonstra as 11 etapas realizadas com água e sabão e as 8 etapas feitas com o álcool e pede pra que cada um faça individualmente. Referência: OMS e Tan Tock Seng Hospital Disponivel em: https://www.3tres3.com.br/3tres3_common/art/br/245/tecnica- de-lavagem-das-m%C3%A3os-com-agua-e-sab%C3%A3o_159861.jpg https://www.3tres3.com.br/3tres3_common/art/br/245/tecnica-de-lavagem-das-m%C3%A3os-com-agua-e-sab%C3%A3o_159861.jpg https://www.3tres3.com.br/3tres3_common/art/br/245/tecnica-de-lavagem-das-m%C3%A3os-com-agua-e-sab%C3%A3o_159861.jpg Esse procedimento previne contaminação e transmissão de infecções aos pacientes durante ao uso de materiais estéreis realizações de procedimentos invasivos. As luvas estéreis são de uso único que protegem os profissionais de saúde e pacientes em procedimentos estéticos. São encontradas nos tamanhos P, M ou G, ou até mesmo em tamanhos numerados como 6.0, 6.5, 7.0 até 9.0. E pode variar de acordo com o fabricante. Na aula prática no laboratório aprendemos a técnica correta, para evitar a contaminação, fato este que pode ocorrer com facilidade, por isso exige muita atenção para calçá-las. Verificar a data de validade e se há alguma danificação na embalagem pois isso a torna contaminada. As luvas estéreis devem ser utilizadas sempre que ocorrer a necessidade de manipulação de áreas estéreis. Existem vários procedimentos que exigem a utilização de luvas estéreis, entre eles, lesões, procedimentos cirúrgicos, aspiração endotraqueal, curativos ou em qualquer ocasião que for necessário o auxílio manual. Após a lavagem correta das mãos abrimos o pacote de luvas sobre uma superfície limpa a altura confortável para a sua manipulação e finalizado o procedimento higienizar as mãos. Referência: enfermagem online blog da enfermagem: como calçar luvas estéril. Disponível:https://www./google.com/url?sa=i&url=http%3A%2F%2Fconcursopar aenfermagem.blogspot.com%2F2017%2F09%2Fcomo-calcar-luvas esteril.html&psig=AOvVaw191u7xiaJ8CyosU3dlszOg&ust=1678875552874000 &source=images&cd=vfe&ved=0CBEQjhxqFwoTCNDyl9- Y2_0CFQAAAAAdAAAAABBV Roteiro 2 Aula 2 2.1 Sinais Vitais Os sinais vitais vimos uma maneira rápida e eficiente e outras medições fisiológicas são a base para solução de problemas clínicos. A avaliação dos sinais vitais permite identificar as necessidades básicas dos pacientes. Os sinais vitais, mas frequentemente de aferição utilizados pelos profissionais de saúde https://www./google.com/url?sa=i&url=http%3A%2F%2Fconcursoparaenfermagem.blogspot.com%2F2017%2F09%2Fcomo-calcar-luvas https://www./google.com/url?sa=i&url=http%3A%2F%2Fconcursoparaenfermagem.blogspot.com%2F2017%2F09%2Fcomo-calcar-luvas são: Temperatura, Pressão arterial, frequência cardíaca, Frequência respiratória, dor e saturação. 2.2 Materiais Necessários Vimos na sala de aula, o que devemos utilizar de materiais para o primeiro atendimento ao paciente como: bandeja de aço inoxidável, álcool 70%, algodão ou gaze, papel e caneta, relógio com ponteiro de segundos, termômetro digital, escala de dor, estetoscópio e esfigmomanômetro. Antes de manipular os materiais para dar sequência ao procedimento, devemos lavar as mãos, reunir os materiais, colocar a bandeja com os mateirais na mesa de cabeceira do paciente e explicar o procedimento ao paciente. Temperatura: na temperatura temos locais de aferição e é usado um termômetro digital (termômetros de mercúrio são proibidos). Temperatura Oral 37ºC, retal 37, 5ºC Axilar 36.5 ºC, Timpânica: 37ºC. Temperatura basal (normal) do corpo 36,8ºC a 37,3ºC. Valores de Referência: Hipotermia: abaixo de 36°C Normotermia: entre 36°C e 36,8°C Febrícula: entre 36, 9°C e 37,4°C Estado febril: entre 37,5° e 38°C Febre: entre 38°C e 39°C Pirexia ou Hipertermia: entre 39,1°C e 40°C Hiperpirexia: acima de 40°C. Pressão Arterial: consiste na força exercida pelo sangue no interior das artérias na identificação da pressão máxima ou sistólica e a pressão mínima ou diastólica no som de Korotikof tum, tá, com auxílio de um estetoscópio é um esfigmomanômetro. Pressão arterial sistólica é a pressão no sistema arterial quando o VE se contrai. Pressão arterial diastólica é quando a pressão remanescente no interior das artérias quando os ventrículos estão relaxados. Frequência cardíaca: é o número de pulsações contadas por 1 minuto. 6.1. Valores de Referência Padrões: Normocadia: 60 a 100 bpm, taquicardia de 100 bpm, bradicardia < 60 bpm, rítmico, arrítmico, cheio, fino e filiforme. Respiração: É a troca de oxigênio e dióxido de carbono. Frequência respiratória é quantidade de ventilações que ocorrem em um minuto Saturação: É o nível de oxigênio no sangue com auxílio de um oxímetro ou através da gasometria arterial. Dor: É uma desagradável experiência sensorial e emocional, associada a uma lesão tecidual já existente ou potencial, que varia em dor aguda, dor crônica, dor recorrente com Intensidade leve, moderada, intensa, muito intensa. Em crianças e idosos ou pacientes que não falam podemos usar a linguagem de expressão facial pra identificar a intensidade da dor, ou com figuras onde cada uma representa o grau de dor que varia entre 0 a10. Referência: 45-Escala Visual Analógica para Avaliação daDor (Visual Analog Scale, VAS) Disponível: https://www.google.com/urlsa=i&url=https%3A%2F%2Fwww.researchgate.net %2Ffigure%2FFigura-545-Escala-Visual-Analogica-para-Avaliacao-da-Dor- Visual-Analog-Scale-VAS_fig29_311382728&psig=AOvVaw1- EniMoZT5x2w6KF3_Q23G&ust=1679197534679000&source=images&cd=vfe& ved=0CBEQjhxqFwoTCKiu3ZvI5P0CFQAAAAAdAAAAABAf Escala comportamental da dor Referência: Fundação Universidade Federal do Pampa Campus Uruguaiana Programa de Residência Integrada Multidisciplinar em Urgência e Emergência Disponível: https://www.google.com/urlsa=i&url=https%3A%2F%2Fdspace.unipampa.edu.b r%2Fbitstream%2Friu%2F4947%2F1%2FMARIA%2520LUISA%2520CANDID O%2520ZAGO.pdf&psig=AOvVaw34Xww2omyW7NR4KNom8zWW&ust=1679 198940049000&source=images&cd=vfe&ved=0CBEQjhxqFwoTCNCv6rnN5P0 CFQAAAAAdAAAAABAK Roteiro 3 Aula 3 3.1 Dados Antropométricos https://www.google.com/urlsa=i&url=https%3A%2F%2Fdspace.unipampa.edu.br%2Fbitstream%2Friu%2F4947%2F1%2FMARIA%2520LUISA%2520CANDIDO%2520ZAGO.pdf&psig=AOvVaw34Xww2omyW7NR4KNom8zWW&ust=1679198940049000&source=images&cd=vfe&ved=0CBEQjhxqFwoTCNCv6rnN5P0CFQAAAAAdAAAAABAK https://www.google.com/urlsa=i&url=https%3A%2F%2Fdspace.unipampa.edu.br%2Fbitstream%2Friu%2F4947%2F1%2FMARIA%2520LUISA%2520CANDIDO%2520ZAGO.pdf&psig=AOvVaw34Xww2omyW7NR4KNom8zWW&ust=1679198940049000&source=images&cd=vfe&ved=0CBEQjhxqFwoTCNCv6rnN5P0CFQAAAAAdAAAAABAK https://www.google.com/urlsa=i&url=https%3A%2F%2Fdspace.unipampa.edu.br%2Fbitstream%2Friu%2F4947%2F1%2FMARIA%2520LUISA%2520CANDIDO%2520ZAGO.pdf&psig=AOvVaw34Xww2omyW7NR4KNom8zWW&ust=1679198940049000&source=images&cd=vfe&ved=0CBEQjhxqFwoTCNCv6rnN5P0CFQAAAAAdAAAAABAK https://www.google.com/urlsa=i&url=https%3A%2F%2Fdspace.unipampa.edu.br%2Fbitstream%2Friu%2F4947%2F1%2FMARIA%2520LUISA%2520CANDIDO%2520ZAGO.pdf&psig=AOvVaw34Xww2omyW7NR4KNom8zWW&ust=1679198940049000&source=images&cd=vfe&ved=0CBEQjhxqFwoTCNCv6rnN5P0CFQAAAAAdAAAAABAK https://www.google.com/urlsa=i&url=https%3A%2F%2Fdspace.unipampa.edu.br%2Fbitstream%2Friu%2F4947%2F1%2FMARIA%2520LUISA%2520CANDIDO%2520ZAGO.pdf&psig=AOvVaw34Xww2omyW7NR4KNom8zWW&ust=1679198940049000&source=images&cd=vfe&ved=0CBEQjhxqFwoTCNCv6rnN5P0CFQAAAAAdAAAAABAK Técnicas propedêuticas é a avaliação das partes acessíveis do corpo Humano. As medidas de peso e da altura podem ser feitas antes ou durante as consultas eletivas e não é realizada como rotina em todas as unidades de internação. E são fundamentais para a avaliação do paciente em algumas unidades de atendimento, tais como pediatria, endocrinologia, nefrologia, obstetrícia e cardiologia. Para a avaliação de peso e altura são utilizados uma balança, mecânica ou digital com regra a antropométrica é um estadiômetro para a altura. Após colher os dados dividir o peso pela altura ao quadrado e teremos o IMC. Referência: Brasil Escola e Brasil Escola Enem BARROS, Alba Lúcia Bottura Leite de Barros e Cols. Anamnese e Exame Físico. Avaliação Diagnóstica de Enfermagem no Adulto. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2016. KAWAMOTO, Emilia Emi; FORTES, Julia Ikeda, TOBASE, Lucia. fundamentos de Enfermagem. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. Disponivel:www.somatematica.com.br www.canstockphoto.com.br/medindo- escala-peso-doutor-altura-13850636.html Roteiro 4 Avaliação Neurológica Na apresentação desse roteiro em aula prática foi falado sobre avaliação neurológia, que é uma série de testes físicos com procedimentos não invasivos que identificam transtornos neurológicos responsáveis pelo funcionamento do corpo humano, podendo ser feitos sentado, deitado ou em pé, nível de consciência, memória, perspectiva, linguagem, despertar, a reatividade. Uma ferramenta que nos auxilia, é a escala de Coma Glasqow com nível de pontuação http://www.somatematica.com.br/ que variam entre 4 a 1, 5 a 1 e 6 a 1, onde fica mais fácil identificar o funcionamento do corpo. Com ela avaliamos a a resposta motora, verbal e abertura ocular. Na avaliação ocular observamos os diâmetros. Simetria o isocóricas diâmetros iguais. anisocóricas diâmetros diferentes formato redondas isiológico ovoides, hipertensão craniana, cirurgia de catarata, irregulares, trauma de órbita, a reação a luz, o reflexo fotomotor da pupila depende dos nervos óptico e oculomotor, observar fotorreação com auxílio de lanterna, o esperado é a fotorreação (pupilas fotorreagentes) a reatividade deve ser avaliada pela velocidade da resposta. Outro teste é o teste Romberg que avalia o equilíbrio que indica se há lesão no cordão posterior evidenciado pôr da perda o equilíbrio. O teste de índex de nariz avalia as coordenações nas extremidades posteriores. Na aula prática fizemos o teste de força muscular e para identificar se o colega da turma tem dependência ou independência de realizar atividades físicas, com isso valia se a rigidez, flacidez, tônus muscular, espasticidade, na escala muscular que varia entre 0 a 5 on de zero significa nenhuma força muscular e 5 força muscular normal. Também avaliamos teste de sensibilidade realizada por sensação tátil que corresponde a cada nível neurológico nas mesmas regiões do corpo, mas em lados opostos de maneira alternada ou até mesmo sem tocar no colega de sala pra ver qual será a sua reação de olhos fechados para que ao ver isso não interfira na resposta, usamos uma fazes ou algodão molhados e pedir para que o colega diga o que está sentindo ao ser tocado em várias partes do seu corpo. Roteiro 5 Avaliação Cabeça e Pescoço Nas aulas, aprendemos sobre avaliação de órgãos do sentido que são muito importantes para o ser humano como paladar, audição, olfato e visão. Vimos os instrumentos como pupilômetro, lanterna, espátula e otoscópio para avaliarmos: Cabeça: posição da cabeça Ideal é a ereta, equilíbrio sem movimentos anormais. Observar na postura e biotipo inflamação das meninges, tiques. Crânio: microcefalia, macrocefalia, no couro cabeludo a higiene, coloração, quantidade e distribuição, a alopecia, descamação, coloração, cianose palidez, cistos sebáceo, descamação, hematomas e tumores. Face avaliar Coloração, palidez, icterícia, cianose, manchas e nas fáceis edema periorbicular bilateral renal, cushingoide hiperfunção suprarrenal, acromegalia hiperfunção hipófise. Olhos: avaliar pálpebras, abertura, edema, globo ocular, inflamação, congestão, coloração, hemorragia, secreção, córnea com lesão ou úlceras. Pupila: avalia se diâmetro, midríase, isocórica que significa diâmetros iguais, anisocoricas que tem diâmetros diferentes, miose, sime tria redonda, ovular, buraco de fechadura e qualquer outra irregularidade. Com o asilo da lanterna observar a foto reação. Nariz: avaliar o tamanho e forma, doença endócrinas, tumores, traumatismo e no exame ensinar avaliar pelos, epistaxe, secreção, e o septo nasal. Ouvidos: avaliar deformidades congênitas ou adquiridas, tamanho, tumor, hematomas e nódulos. Com um especulo ou otoscópio observar se cerume, inflamações, otorragia, furunculose, corpos estranhos e otorreira. Boca: avaliar cm o auxílio de uma espátula e lanterna a cavidade oral, hálito, Nos lábios a coloração fissuras, edema, in flamação, n a gengivas a sua coloração, lesões, sang ramento, gengivite, hiperplasia, nos dentes se a presença de cáries, quedas, seu formato, aparelhos , conservação e prótese. Na língua observa se a sua coloração está p álida, rósea, framboesa ou saborosas, ou seja, presença de placas amareladas ou esbranquiçadas, seu tamanho, lesões, tumores ou inflamação. As tonsilas palatinas devem ser pequenas ou nem existir nos adultos. Observar se a amígdalite,abcessos, caseos ou processos purulentos. Pescoço: avaliar a sua posição vertical, rigidez de nuca, inclinações, mobilidade, cicatrizes, tumores, lesões e a glândula da tireoide. Na tireoide fazer a palpação e observar presença de nódulos. Roteiro 6 Avaliação Cardiocirculatório Nessa aula discutimos como o exame pode identificar possíveis alterações na fisiologia do paciente através da ausculta, palpavas e percussão. Reunimos os materiais algodão, álcool a no mínimo 70% e estetoscópio, iniciamos a inspeção e palpação como aula prática em sala de aula, onde posicionamo o paciente em decúbito dorsal, sentado ou posição ortostática a qual cada procedimento requer seu posicionamento. Avaliamos, dispneia, fadiga, cianose, palpitação edemas entre outros. A avaliações nas zonas da jugular não é visível o ingurgitamento deve desaparecer com decúbito de 30º, se ingurgitada em decúbito acima de 45º, bilateral sugestivo de insuficiência cardíaca e unilateral compressão tronco braquiocefálico. Na avaliação de tórax observar simetria, corografia da pele, manchas, palidez, integridades, movimentos torácicos, hematomas, cistos e massas. Na inspeção do precórdio é possível avaliar em posição dorsal olevantamento sistólico do ventrículo direito pulsações epigástricas, pulsações supra esternais. A palpação do precórdio pode se avaliar as pulsações normais e anormais, com o paciente em decúbito dorsal espalmar as mãos posicionar a palma da mão sobre o tórax e avaliar a presença de vibrações finas. Ictus cordis é de mais fácil observação em pessoas magras com cardiomegalias pois com a polpa digitais dos dedos indicador e médio e posicionar o paciente em decúbito dorsal ou lateral esquerdo e localizar o 5o espaço intercostal esquerdo linha hemi clavicular. E investigar também ascite, acúmulo de líquido no abdômen que pode indicar insuficiência cardíaca, inspecionar o abdômen, realizar precisão e ouvir se o som está timpânico ou maciço. Observar edemas principalmente em membros inferiores, avaliar as condições da pele, cor e aspecto, palpar com o dorso da mão para sentir a temperatura do locar e com a polpa digital do dedo indicador, realizar compressão na área e estimar o sinal de Godet ou escala de cruzes. Nesta lição aprendida como ausculta cardíaca com o paciente sentado ou em decúbito dorsal avaliar com o auxílio do estetoscópio a face diafragmática, rítmico, arrítmico, normofonéticas. Se batem em 2 tempos (Tum, Tá), ausência ou presença de sopro, onde o som Tum é a sistólica contração do ventrículo e o som Tá é a diástole relaxamento do ventrículo. Em prática em sala de aula com estetoscópio aprendemos os focos de ausculta: 2° espaço intercostal a direita paralela ao esterno. Pulmonar: 2° espaço intercostal a esquerda paralela ao esterno. Mitral: 5° espaço intercostal esquerdo linha hemiclavicular esquerda. Tricúspide: base do apêndice xifoide ligeiramente para esquerda. Referências: BARROS, Alba Lúcia Bottura Leite de Barros e Cols. Anamnese e Exame Físico. Avaliação Diagnóstica de Enfermagem no Adulto. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2016. BARROS, Alba Lúcia Bottura Leite de Barros e Cols. Anamnese e Exame Físico. Avaliação Diagnóstica de Enfermagem no Adulto. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010 Roteiro 7 Avaliação Respiratória Nesta lição aprendida como objetivos gerais para avaliarmos meios das técnicas de inspeção, palpação, percussão e auscuta do aparelho respiratório, higienizamos as mãos e reunimos os materiais numa bandeja de aço inox como: algodão, álcool 70%, estetoscópio, explicamos o procedimento ao paciente, e assim iniciamos o procedimento de avaliação. Iniciamos à anamnese, ouvimos as queixas do paciente, tosse, ocupação, dispneia, tabagismo, moradia se a presença ou não de mofo ou umidade, relatos da infância, histórico familiar de doenças e hábitos. Vimos no roteiro a avaliação geral do tórax: aprendemos avaliar seu formato, se o tórax está normal ou não, instável traumático ou tonel ou barril, funil ou pombo, simetria, pela coloração, hematomas, custos, manchas, palidez, amplitudes frequência, eupneico 12 a 20 irpm, ritmo, uso da musculatura, dinâmica de movimentos do tórax e simetria. Palpação: identificação de massas torácicas, desvio de traqueia, áreas sensíveis, simetria e expansão. Espalmar as mãos só breve o tórax do paciente observar o distanciamento dos polegares sobre o movendo de inspiração e expiração. Na avaliação frêmito toracovocal com a palma das mãos sobre o tórax anterior e posterior fazer a palpação na região anterior do tórax (4 pontos, do ápice para base, bilateralmente, comparando a região correspondente) região posterior do tórax (5 pontos, do ápice para base, bilateralmente, comparando a região correspondente) pedir ao paciente que fale as palavras um, um, um ou trinta e três, trinta e três e etc, E avaliar a transmissão da vibração do movimento do ar através da parede torácica. Referência: Medpri.me Disponivel:https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fmed pri.me%2Fupload%2Ftexto%2Ftexto-aula- 1044.html&psig=AOvVaw1xhXxoVPaD4gXEk_0fA- aQ&ust=1679245588031000&source=images&cd=vfe&ved=0CBEQjhxqFwoTC JjkuZ375f0CFQAAAAAdAAAAABAE Percussão: Posicionar a polpa digital do dedo indicador e médio no espaço intercostal da região a ser avaliada com a mão dominante realizar o movimento em martelo movimentando o punho para dar o golpe. Na região anterior do torax 5 pontos, do ápice para base, bilateralmente, comparando a região correspondente, na região posterior do tórax 9 pontos, do ápice para base, bilateralmente, co mparando região correspondente. Som característico claro e pulmonar, quando a alterações o som pode se, timpânico, maciço, submucoso ou hipersonaridade. Referências: BARROS, Alba Lúcia Bottura Leite de Barros e Cols. Anamnese e Exame Físico. Avaliação Diagnóstica de Enfermagem no Adulto. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2016. BARROS, Alba Lúcia Bottura Leite de Barros e Cols. Anamnese e Exame Físico. Avaliação Diagnóstica de Enfermagem no Adulto. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010 Ausculta: É realizada com o auxílio do estetoscópio em regiões do tórax, região anterior do tórax 5 pontos, do ápice para base, bilateralmente, comparando a região correspondente e região posterior do tórax 9 pontos, do ápice para base, bilateralmente, comparando a região correspondente som característico, nos normais murmúrio vesicular, sons que indicam alterações, creptações, estertores, roncos e sibilos. Referências: BARROS, Alba Lúcia Bottura Leite de Barros e Cols. Anamnese e Exame Físico. Avaliação Diagnóstica de Enfermagem no Adulto. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2016. BARROS, Alba Lúcia Bottura Leite de Barros e Cols. Anamnese e Exame Físico. Avaliação Diagnóstica de Enfermagem no Adulto. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010 Roteiro 8 Avaliação Abdominal Avaliação abdominal serve para avaliar se alterações, como simetria, hérnias, neoplasia e outras possíveis alterações. Reunimos os materiais, estetoscópio, algodão álcool 70%, abaixador de língua, lanterna, balança antropométrica, fita métrica, caneta, relógio, luvas de procedimento, higienizamos as mãos orientamos o paciente e iniciamos avaliação pela anamnese, o início, duração e intensidade, fatores que ajudam ou inibem os sintomas, icterícia, prurido, descoloração de mucosa, febre, alterações no peso, sialorreia, soluço, pirose, disfagia, náuseas, vômitos, hábitos intestinais, dor, antecedentes familiares. Em explicação na aula prática, vimos tambéma localização anatômica abdominal, situada entre a 7 e 10 costela em quadrantes, superior direito e esquerdo quadrantes inferior direito e esquerdo, em uma linha horizontal superior e inferior e duas linhas uma de cada lado, ligando o ponto em que a linha hemiclavicular cruza o rebordo costal à região púbica, inguinal direita, flanco direito, hipocôndrio direito, epigástrica, hipocôndrio esquerdo, flanco esquerdo, inguinal esquerda, umbilical, supra púbica. Seguido por uma sequência propedêutica, inspeção, ausculta, percussão palpação superficial e profunda tem como objetivo avaliar a integridade como: cicatriz, manchas, estrias, ressentes ou antigas, sua coloração, forma do abdômen, tábua, avental, pendular, escavo, presença de hérnias, manchas, ou massas, contorno plano, arredondado, simetria, protuberante, movimentos visíveis, se gestante ou não. Em curso com auxílio dos colegas em sala de aula e com o uso do estetoscópio fizemos a ausculta, começando pelo quadrante Inferior direito dando sequência em sentido horário, quadrante superior direito seguido para o esquerdo, superior esquerdo, inferior esquerdo. Explicado em aula, a professora nos mostrou o achado, que são os sons da atividade peristáltica, ruídos hidroaéreos, (RHA) ou sons intestinais. E também os ruídos hipoativos, pós-operatório de cirurgias abdominais, obstrução intestinais, peritonite. Ruídos hiperativo refletem hipermobilidade, diarreia e uso de laxantes. Percussão começa pelo quadrante inferior direito, superior direito, superior esquerdo e inferior direito sem levantar o estetoscópio do tórax. Sons timpânico é predominante, sons claros e de timbre baixo, devido ao conteúdo de gás das vísceras ocas exemplo como estômago vazio e intestinos, maciço percebido sobre órgãos sólidos e o fígado, baço ou vísceras preenchidas por líquidos ou fezes. Existem duas palpações: a superficial e a profunda com as seguintes explicações: Palpação superficial, iniciar pelo quadrante inferior direito e continuar em sentido horário, quadrante superior direito, quadrante superior esquerdo e inferior esquerdo. Se o paciente reclamar de dor em algum quadrante deixá-lo por último. E a superficial requer o aquecimento das mãos, dedos das mãos estendidos, e fechados entre si, palpar durante a expiração, áreas dolorosas, musculatura, massas órgão superficial. Achados normais, abdômen liso, não tenso, consistência macia, não doloroso, sem massa ou órgãos aumentados. Palpação esplênica (BAÇO) posicionar próximo ao tórax superior esquerdo, raramente pode ser palpado, se ele for sentido isso indica que ele está aumentado. Referências: BARROS, Alba Lúcia Bottura Leite de Barros e Cols. Anamnese e Exame Físico. Avaliação Diagnóstica de Enfermagem no Adulto. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2016. BARROS, Alba Lúcia Bottura Leite de Barros e Cols. Anamnese e Exame Físico. Avaliação Diagnóstica de Enfermagem no Adulto. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010 Existem procedimentos especiais vistos em aula presencial tais como o sinal de McBurney, indicativo de apendicite. O sinal de Rosving, palpação contínua e profunda do quadrante inferior. E produz dor intensa no quadrante inferior sugestivo de apendicite. O sinal de Murphy comprimir entre o rebordo costal direito e o flanco D (QSD), solicitando ao cliente que inspire profundamente, a dor no ponto pressionado e interrupção súbita da respiração pode indicar colicistite aguda. E por último piparote, que é a investigação de ascite. Posicionar a mão não dominante na lateral do abdome do paciente (flanco) com a mão dominante realizar piparotes na lateral oposta a mão e espalmada (flanco) palpar o impulso da onda líquida transmitida. Roteiro 9 Exame Clínico das Mamas No exame clínico das mamas utilizamos técnicas propedêuticas, como inspeção estática como identificar aliterações visuais. Inspeção dinâmica, pedir para que mulher levante e abaixe os braços lentamente. Palpação das mamas e das cadeias ganglionares axilar, infraclavicular e supraclavicular, para identificar possíveis linfonodo comprometidos. Foi falado em aula sobre a recontrução das mamas e sobre a reconstrução pôs mastectomia. Referências: BARROS, Alba Lúcia Bottura Leite de Barros e Cols. Anamnese e Exame Físico. Avaliação Diagnóstica de Enfermagem no Adulto. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2016. BARROS, Alba Lúcia Bottura Leite de Barros e Cols. Anamnese e Exame Físico. Avaliação Diagnóstica de Enfermagem no Adulto. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010 Fomos ensinados em sala de aula as técnicas de palpações para identificar possíveis nódulos ou alterações na região circular. Descarga papilar deve ser feita a compressão uni digital suave sobre a regiao areolar. Feito orientações usando apostila sobre a importância do alto exame das mamas. Roteiro 10 Exame Clínico dos Orgãos Genitais Externos femininos O exame clínico dos órgãos genitais externos femininos tem como objetivo avaliar o câncer de colo de útero e identificar d oenças sexualmente transmissível ou possíveis alterações. Dever ser feito em um ambiente confortável e adequado, higienizar as mãos, explicar o procedimento ao paciente, reunir os materiais, luva de procedimento, foco de luz posicionar o paciente e usar as técnicas de inspeção e palpação. Note a distribuição de pelos, verifique a cadeia ganglionar inguinal, observe se há presença de edemas, lesões, secreções e a qualidade de higiene. Inspeção estática, avaliar a higiene, se há úlceras, lacerações, aumento da glândulas Bartholin e das glândulas de Skene, secreção vaginal corrimento ou leucorreia, vesículas, varizes, a coração e implantação dos pelos. Inspeção dinâmica avaliar o prolapso uterino cistocele retocele palpação auxilia a inspeção, compressão de glândulas. Exame clínico dos órgãos genitais internos é um exame especular e avalia a parede da vagina, aspecto e comoção do útero e se secreções ou lesões. Referências: BARROS, Alba Lúcia Bottura Leite de Barros e Cols. Anamnese e Exame Físico. Avaliação Diagnóstica de Enfermagem no Adulto. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2016. BARROS, Alba Lúcia Bottura Leite de Barros e Cols. Anamnese e Exame Físico. Avaliação Diagnóstica de Enfermagem no Adulto. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010 Roteiro 11 Exame Clínico dos Órgãos genitais Externos Masculino Exame Clínico dos Órgãos Genitais Externos Masculinos tem como objetivo avaliar possíveis alterações no eixo do pênis, tumores, úlceras, uretra, inflação, simetria dos testículos. Em um lugar apropriado estudamos o procedimento ao paciente estabelecendo uma boa ralacao de confiança higienizamos as mãos e os materiais necessários como ligas de procedimento e foco de luz. Realizamos as técnicas de inspeção, palpação. No exame físico dos órgãos sexuais observe a distribuição dos pelos, examine o abdômen, a posição dos testículos esquerdo inferior ao direito, verifique a cadeia ganglionar inguinal, observe presença de edemas, lesões, secreções e o padrão de higiene. No pênis também a distribuição dos pelos, o tamanho e forma, exponha abalance e observe se a secreções, lesão, o tamanho do prepúcio e no meato uretral desvios e secreções. Com a técnica de palpação notar se a lesões ou úlceras no escroto e virilha e na técnica de inspeção verificar ede mas, lesões, cistos, se presença de nódulos ou massas tumorais, a localização, o tamanho, consistência e sintomas como febre.Referência: Toda matéria Disponivel: https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fwww.todamateria.com. br%2Fpenis%2F&psig=AOvVaw3iZ4IfBu08poVpOLnGlpGZ&ust=16792568132 37000&source=images&cd=vfe&ved=0CBEQjhxqFwoTCNDjhoal5v0CFQAAAA AdAAAAABAE Roteiro 12 Avaliação do Sistema Urinário Na avaliação do sistema urinário foi falado e explicado pela professora com objetivo de diagnosticar doenças ou alterações nos rins e bexigas, ureteres, cistos, cálculos e insuficiência. Em um ambiente adequado explicar o procedimento ao paciente, higienizar as mãos posicionar o paciente e utilizar as técnicas de in speção, palpação e percussão. Os sinais e sintomas são: poluiria, oligúria, anúria, piuria, hematúria, dor, anemia, aumento dá ureia,náuseas vômitos, alterações, não eletrólitos, creatinina plasmática, hipervolemia. Anamnese avalia a queimação, dor, urgência em miccional, he matúria, cor, odor ao urinar, febre, dores nas costas que irradiam pa ra o ventre e seguem atrás coxas, urina residual, sensação de urgência para urinar. Na inspeção avaliar aspecto, coloração e odor, edemas, débito urinário, observar abaulamentos no flanco e em fossa ilíaca correspondente que indicam tumor renal. Na retenção urinária com distensão vesical notar se é possível visualizar abaulamento na região supra púbica, que pode estender-se até a região umbilical. Percussão da bexiga é realizada na região suprapúbica 5 cm acima da sínfise púbica. Na percussão o som pode ser timpânico que significa padrão e som maciço que significa bexiga cheia. Na percussão renal posicionar o paciente sentado ou em pé e com a superfície ulnar do punho parcialmente fechado! Percutir a parte posterior do tórax sobre o ângulo costovertebral na linha escapular e se houver sensibilidade SINAL DE GIORDANO + positivo. Palpação renal posicionar o paciente em decúbito do rsal e relaxado com os joelhos fletidos, o enfermeiro deve estar sentado ao lado do leito, próximo ao lado que deseja palpar, uma mão fica na região p osterior do abdômen e a outra fica sobre o abdómen. Durante a inspiração fazer pressão contra o flanco com intuito de tentar sentir o polo inferior do rim. Palpação da bexiga, deve ser após o paciente ter urinado, iniciando a 2 cm da sínfise púbica. Referências: BARROS, Alba Lúcia Bottura Leite de Barros e Cols. Anamnese e Exame Físico. Avaliação Diagnóstica de Enfermagem no Adulto. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2016. BARROS, Alba Lúcia Bottura Leite de Barros e Cols. Anamnese e Exame Físico. Avaliação Diagnóstica de Enfermagem no Adulto. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010 Interatividade em Sala de Aula Conclusão Cursos de Avaliação Clínica e Psicossocial em Enfermagem são de extremamente importantes para construir e obter uma melhor compreensão do corpo humano e de seus componentes. Estudos e observações em sítios sintéticos e principalmente em sítios biológicos facilitam o estudo e a compreensão da avaliação clínica e psicossocial. As práticas são muito importantes para que possam aprofundar-se em nosso aprendizado e concluir apenas lições abrangentes à teoria, que ajudam a compreender estruturas e órgãos mais complexos, muitas vezes com uma leitura simples. REFERÊNCIAS Livro Texto l, ll, lll e lV de Avaliação Clínica e Psicossocial UNIP 1. SOBOTTA, Johannes. Atlas de Anatomia Humana: Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia.23 ed. Rio De Janeiro: Editora Guanabara Koogan S.A, 2013. 2. LIVRO TEXTO AVALIAÇÃO CLÍNICA E PSICOSSOCIAL UNIDADEI: Disponível em: <https://ava.ead.unip.br>/ acessado em 14 mar. 2023. 3.LIVRO TEXTO AVALIAÇÃO CLÍNICA E PSICOSSOCIAL UNIDADEII: Disponível em:<https://ava.ead.unip.br/> acessado em 15 mar. 2023. 4.LIVRO TEXTO AVALIAÇÃO CLÍNICA E PSICOSSOCIAL UNIDADEIII: Disponível em:<https://ava.ead.unip.br/> acessado em 17 mar. 2023. 5.LIVRO TEXTO AVALIAÇÃO CLÍNICA E PSICOSSOCIAL UNIDADEIV: Disponível em:<https://ava.ead.unip.br/> acessado em 18 mar. 2023. 6.ROTEIROS DE AVALIAÇÃO CLÍNICA E PSICOSSOCIAL EM ENFERMAGEM. Instituto de Ciência da Saúde UNIP. https://ava.ead.unip.br/ https://ava.ead.unip.br/ https://ava.ead.unip.br/ 7. DÂNGELO E FATTINI, Anatomia Humana Sistêmica e Segmentar 2ª edição. Editora Atheneu, 2000. Referência: 45-Escala Visual Analógica para Avaliação da Dor (Visual Analog Scale, VAS)