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UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP 
 
RELATÓRIO DA AULA AVALIAÇÃO CLÍNICA E 
PSICOSSOCIAL EM ENFERMAGEM 
 
 
 
CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Avaliação Clínica e Psicossocial em 
Enfermagem 
NOME DO ALUNO: Anderson Andrade Silva R.A: 2239434 
PROFESSORAS: Dra. Daniela Ferreira e Eloise Cristiani Borriel Vieira 
POLO: Freguesia Do Ó DATA: 10/03/2023 e 11/03/2023 
 
 
 
 
 
 
 
 
1. Introdução 
 
Este relatório apresenta um curso prático de avaliação clínica e psicossocial em 
enfermagem, realizado em laboratório utilizando na prática instrumentos para 
avaliação clínica e para que ser cada um deles. A avaliação clínica e psicossocial 
na enfermagem é o relacionamento interpessoal de técnicas de comunicação e 
uma prática efetiva. A avaliação psicossocial integrada à avaliação clínica 
proporciona ao profissional de saúde um olhar integral para o ser humano. Nesse 
processo o enfermeiro realizara ações em saúde, iniciando pela higienização das 
mãos e uso completo de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) e materiais 
necessários para cada procedimento proporcionando cuidados essenciais para 
si próprio e para o paciente para poder realizar os procedimentos corretamente 
e exames físicos fundamentais como, sinais vitais, dados antropométricos, 
avaliação neurológica, avaliação pupilar, teste Romberg, teste índex nariz, teste 
de força muscular, avaliação de sensibilidade, avaliação de cabeça e pescoço, 
avaliação cardiocirculatória, inspeção e apalpação ausculta cardíaca, avaliação 
respiratória, avaliação abdominal, exame clínico das mamas, exame clínico dos 
órgãos genitais externos feminino e externos masculino e avaliação do sistema 
urinário bem como a rede de interações e relações que ele construiu ao longo 
da vida, visto que a relação dele com o meio gera repercussões no seu pensar, 
agir e sentir. 
 
 
 
 
 
 
 
Roteiro 1 
 Aula 1 
 1.1 Lavagem das Mãos/ Técnicas de Calçar Luvas Estéril. 
Ao desenvolver a aula prática de lavagem das mãos, aprendemos o modo 
correto da lavagem das mãos e os materiais necessários para a higienização 
das mãos como: pia, sabonete líquido e papel toalha ou álcool no 70% no 
mínimo. Vimos também em práticas o modo correto da higienização das mãos 
utilizando tinta guache para a limpeza correta das mãos. Durante a aula a 
professora demonstra as 11 etapas realizadas com água e sabão e as 8 etapas 
feitas com o álcool e pede pra que cada um faça individualmente. 
 
Referência: OMS e Tan Tock Seng Hospital 
Disponivel em: https://www.3tres3.com.br/3tres3_common/art/br/245/tecnica-
de-lavagem-das-m%C3%A3os-com-agua-e-sab%C3%A3o_159861.jpg 
https://www.3tres3.com.br/3tres3_common/art/br/245/tecnica-de-lavagem-das-m%C3%A3os-com-agua-e-sab%C3%A3o_159861.jpg
https://www.3tres3.com.br/3tres3_common/art/br/245/tecnica-de-lavagem-das-m%C3%A3os-com-agua-e-sab%C3%A3o_159861.jpg
 
 
 
 
 
Esse procedimento previne contaminação e transmissão de infecções aos 
pacientes durante ao uso de materiais estéreis realizações de procedimentos 
invasivos. As 
luvas estéreis são de uso único que protegem os profissionais de saúde e 
pacientes em procedimentos estéticos. São encontradas nos tamanhos P, M ou 
G, ou até mesmo em tamanhos numerados como 6.0, 6.5, 7.0 até 9.0. E pode 
variar de acordo com o fabricante. Na aula prática no laboratório aprendemos a 
técnica correta, para evitar a contaminação, fato este que pode ocorrer com 
facilidade, por isso exige muita atenção para calçá-las. Verificar a data de 
validade e se há alguma danificação na embalagem pois isso a torna 
contaminada. As luvas estéreis devem ser utilizadas sempre que ocorrer a 
necessidade de manipulação de áreas estéreis. Existem vários procedimentos 
que exigem a utilização de luvas estéreis, entre eles, lesões, procedimentos 
cirúrgicos, aspiração endotraqueal, curativos ou em qualquer ocasião que for 
necessário o auxílio manual. Após a lavagem correta das mãos abrimos o pacote 
de luvas sobre uma superfície limpa a altura confortável para a sua manipulação 
e finalizado o procedimento higienizar as mãos. 
 
 
 
 
 
Referência: enfermagem online blog da enfermagem: como calçar luvas estéril. 
Disponível:https://www./google.com/url?sa=i&url=http%3A%2F%2Fconcursopar
aenfermagem.blogspot.com%2F2017%2F09%2Fcomo-calcar-luvas 
esteril.html&psig=AOvVaw191u7xiaJ8CyosU3dlszOg&ust=1678875552874000
&source=images&cd=vfe&ved=0CBEQjhxqFwoTCNDyl9-
Y2_0CFQAAAAAdAAAAABBV 
 
 Roteiro 2 
Aula 2 
2.1 Sinais Vitais 
 
 Os sinais vitais vimos uma maneira rápida e eficiente e outras medições 
fisiológicas são a base para solução de problemas clínicos. A avaliação dos 
sinais vitais permite identificar as necessidades básicas dos pacientes. Os sinais 
vitais, mas frequentemente de aferição utilizados pelos profissionais de saúde 
https://www./google.com/url?sa=i&url=http%3A%2F%2Fconcursoparaenfermagem.blogspot.com%2F2017%2F09%2Fcomo-calcar-luvas
https://www./google.com/url?sa=i&url=http%3A%2F%2Fconcursoparaenfermagem.blogspot.com%2F2017%2F09%2Fcomo-calcar-luvas
 
 
 
 
são: Temperatura, Pressão arterial, frequência cardíaca, Frequência respiratória, 
dor e saturação. 
 
 2.2 Materiais Necessários 
 
 Vimos na sala de aula, o que devemos utilizar de materiais para o primeiro 
atendimento ao paciente como: bandeja de aço inoxidável, álcool 70%, algodão 
ou gaze, papel e caneta, relógio com ponteiro de segundos, termômetro digital, 
escala de dor, estetoscópio e esfigmomanômetro. 
 Antes de manipular os materiais para dar sequência ao procedimento, 
devemos lavar as mãos, reunir os materiais, colocar a bandeja com os mateirais 
na mesa de cabeceira do paciente e explicar o procedimento ao paciente. 
 Temperatura: na temperatura temos locais de aferição e é usado um 
termômetro digital (termômetros de mercúrio são proibidos). Temperatura Oral 
37ºC, retal 37, 5ºC Axilar 36.5 ºC, Timpânica: 37ºC. Temperatura basal (normal) 
do corpo 36,8ºC a 37,3ºC. 
 Valores de Referência: Hipotermia: abaixo de 36°C Normotermia: 
entre 36°C e 36,8°C Febrícula: entre 36, 9°C e 37,4°C Estado febril: entre 37,5° 
e 38°C Febre: entre 38°C e 39°C Pirexia ou Hipertermia: entre 39,1°C e 40°C 
Hiperpirexia: acima de 40°C. 
 Pressão Arterial: consiste na força exercida pelo sangue no interior 
das artérias na identificação da pressão máxima ou sistólica e a pressão 
mínima ou diastólica no som de Korotikof tum, tá, com auxílio de um 
estetoscópio é um esfigmomanômetro. Pressão arterial sistólica é a pressão no 
sistema arterial quando o VE se contrai. Pressão arterial diastólica é quando a 
 
 
 
 
pressão remanescente no interior das artérias quando os ventrículos estão 
relaxados. 
 Frequência cardíaca: é o número de pulsações contadas por 1 
minuto. 6.1. Valores de Referência Padrões: Normocadia: 60 a 100 bpm, 
taquicardia de 100 bpm, bradicardia < 60 bpm, rítmico, arrítmico, cheio, fino e 
filiforme. 
 Respiração: É a troca de oxigênio e dióxido de carbono. Frequência 
respiratória é quantidade de ventilações que ocorrem em um minuto 
 Saturação: É o nível de oxigênio no sangue com auxílio de um 
oxímetro ou através da gasometria arterial. 
 Dor: É uma desagradável experiência sensorial e emocional, 
associada a uma lesão tecidual já existente ou potencial, que varia em dor 
aguda, dor crônica, dor recorrente com Intensidade leve, moderada, intensa, 
muito intensa. Em crianças e idosos ou pacientes que não falam podemos usar 
a linguagem de expressão facial pra identificar a intensidade da dor, ou com 
figuras onde cada uma representa o grau de dor que varia entre 0 a10. 
 
Referência: 45-Escala Visual Analógica para Avaliação daDor (Visual Analog 
Scale, VAS) 
Disponível: 
https://www.google.com/urlsa=i&url=https%3A%2F%2Fwww.researchgate.net
%2Ffigure%2FFigura-545-Escala-Visual-Analogica-para-Avaliacao-da-Dor-
Visual-Analog-Scale-VAS_fig29_311382728&psig=AOvVaw1-
 
 
 
 
EniMoZT5x2w6KF3_Q23G&ust=1679197534679000&source=images&cd=vfe&
ved=0CBEQjhxqFwoTCKiu3ZvI5P0CFQAAAAAdAAAAABAf 
 
 
 
 Escala comportamental da dor 
 
Referência: Fundação Universidade Federal do Pampa Campus Uruguaiana 
Programa de Residência Integrada Multidisciplinar em Urgência e Emergência 
Disponível: 
https://www.google.com/urlsa=i&url=https%3A%2F%2Fdspace.unipampa.edu.b
r%2Fbitstream%2Friu%2F4947%2F1%2FMARIA%2520LUISA%2520CANDID
O%2520ZAGO.pdf&psig=AOvVaw34Xww2omyW7NR4KNom8zWW&ust=1679
198940049000&source=images&cd=vfe&ved=0CBEQjhxqFwoTCNCv6rnN5P0
CFQAAAAAdAAAAABAK 
 
 Roteiro 3 
 Aula 3 
 3.1 Dados Antropométricos 
https://www.google.com/urlsa=i&url=https%3A%2F%2Fdspace.unipampa.edu.br%2Fbitstream%2Friu%2F4947%2F1%2FMARIA%2520LUISA%2520CANDIDO%2520ZAGO.pdf&psig=AOvVaw34Xww2omyW7NR4KNom8zWW&ust=1679198940049000&source=images&cd=vfe&ved=0CBEQjhxqFwoTCNCv6rnN5P0CFQAAAAAdAAAAABAK
https://www.google.com/urlsa=i&url=https%3A%2F%2Fdspace.unipampa.edu.br%2Fbitstream%2Friu%2F4947%2F1%2FMARIA%2520LUISA%2520CANDIDO%2520ZAGO.pdf&psig=AOvVaw34Xww2omyW7NR4KNom8zWW&ust=1679198940049000&source=images&cd=vfe&ved=0CBEQjhxqFwoTCNCv6rnN5P0CFQAAAAAdAAAAABAK
https://www.google.com/urlsa=i&url=https%3A%2F%2Fdspace.unipampa.edu.br%2Fbitstream%2Friu%2F4947%2F1%2FMARIA%2520LUISA%2520CANDIDO%2520ZAGO.pdf&psig=AOvVaw34Xww2omyW7NR4KNom8zWW&ust=1679198940049000&source=images&cd=vfe&ved=0CBEQjhxqFwoTCNCv6rnN5P0CFQAAAAAdAAAAABAK
https://www.google.com/urlsa=i&url=https%3A%2F%2Fdspace.unipampa.edu.br%2Fbitstream%2Friu%2F4947%2F1%2FMARIA%2520LUISA%2520CANDIDO%2520ZAGO.pdf&psig=AOvVaw34Xww2omyW7NR4KNom8zWW&ust=1679198940049000&source=images&cd=vfe&ved=0CBEQjhxqFwoTCNCv6rnN5P0CFQAAAAAdAAAAABAK
https://www.google.com/urlsa=i&url=https%3A%2F%2Fdspace.unipampa.edu.br%2Fbitstream%2Friu%2F4947%2F1%2FMARIA%2520LUISA%2520CANDIDO%2520ZAGO.pdf&psig=AOvVaw34Xww2omyW7NR4KNom8zWW&ust=1679198940049000&source=images&cd=vfe&ved=0CBEQjhxqFwoTCNCv6rnN5P0CFQAAAAAdAAAAABAK
 
 
 
 
 
 Técnicas propedêuticas é a avaliação das partes acessíveis do corpo 
Humano. As medidas de peso e da altura podem ser feitas antes ou durante as 
consultas eletivas e não é realizada como rotina em todas as unidades de 
internação. E são fundamentais para a avaliação do paciente em algumas 
unidades de atendimento, tais como pediatria, endocrinologia, nefrologia, 
obstetrícia e cardiologia. Para a avaliação de peso e altura são utilizados uma 
balança, mecânica ou digital com regra a antropométrica é um estadiômetro para 
a altura. Após colher os dados dividir o peso pela altura ao quadrado e teremos 
o IMC. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Referência: Brasil Escola e Brasil Escola Enem 
BARROS, Alba Lúcia Bottura Leite de Barros e Cols. Anamnese e Exame Físico. 
Avaliação Diagnóstica de Enfermagem no Adulto. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2016. 
KAWAMOTO, Emilia Emi; FORTES, Julia Ikeda, TOBASE, Lucia. fundamentos de 
Enfermagem. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 
Disponivel:www.somatematica.com.br www.canstockphoto.com.br/medindo-
escala-peso-doutor-altura-13850636.html 
 
 
Roteiro 4 
Avaliação Neurológica 
 
 Na apresentação desse roteiro em aula prática foi falado sobre avaliação 
neurológia, que é uma série de testes físicos com procedimentos não invasivos 
que identificam transtornos neurológicos responsáveis pelo funcionamento do 
corpo humano, podendo ser feitos sentado, deitado ou em pé, nível de 
consciência, memória, perspectiva, linguagem, despertar, a reatividade. Uma 
ferramenta que nos auxilia, é a escala de Coma Glasqow com nível de pontuação 
http://www.somatematica.com.br/
 
 
 
 
que variam entre 4 a 1, 5 a 1 e 6 a 1, onde fica mais fácil identificar o 
funcionamento do corpo. Com ela avaliamos a a resposta motora, verbal e 
abertura ocular. 
 Na avaliação ocular observamos os diâmetros. 
 Simetria o isocóricas diâmetros iguais. anisocóricas diâmetros diferentes 
formato redondas isiológico ovoides, hipertensão craniana, cirurgia de catarata, 
irregulares, trauma de órbita, a reação a luz, o reflexo fotomotor da pupila 
depende dos nervos óptico e oculomotor, observar fotorreação com auxílio de 
lanterna, o esperado é a fotorreação (pupilas fotorreagentes) a reatividade deve 
ser avaliada pela velocidade da resposta. 
 Outro teste é o teste Romberg que avalia o equilíbrio que indica se há lesão 
no cordão posterior evidenciado pôr da perda o equilíbrio. O teste de índex de 
nariz avalia as coordenações nas extremidades posteriores. 
Na aula prática fizemos o teste de força muscular e para identificar se o colega 
da turma tem dependência ou independência de realizar atividades físicas, com 
isso valia se a rigidez, flacidez, tônus muscular, espasticidade, na escala 
muscular que varia entre 0 a 5 on de zero significa nenhuma força muscular e 5 
força muscular normal. 
Também avaliamos teste de sensibilidade realizada por sensação tátil que 
corresponde a cada nível neurológico nas mesmas regiões do corpo, mas em 
lados opostos de maneira alternada ou até mesmo sem tocar no colega de sala 
pra ver qual será a sua reação de olhos fechados para que ao ver isso não 
interfira na resposta, usamos uma fazes ou algodão molhados e pedir para que 
o colega diga o que está sentindo ao ser tocado em várias partes do seu corpo. 
 
 
Roteiro 5 
 
 
 
 
Avaliação Cabeça e Pescoço 
 
 Nas aulas, aprendemos sobre avaliação de órgãos do sentido que são 
muito importantes para o ser humano como paladar, audição, olfato e visão. 
Vimos os instrumentos como pupilômetro, lanterna, espátula e otoscópio para 
avaliarmos: 
 Cabeça: posição da cabeça Ideal é a ereta, equilíbrio sem movimentos 
anormais. Observar na postura e biotipo inflamação das meninges, tiques. 
 Crânio: microcefalia, macrocefalia, no couro cabeludo a higiene, coloração, 
quantidade e distribuição, a alopecia, descamação, coloração, cianose palidez, 
cistos sebáceo, descamação, hematomas e tumores. Face avaliar Coloração, 
palidez, icterícia, cianose, manchas e nas fáceis edema periorbicular bilateral 
renal, cushingoide hiperfunção suprarrenal, acromegalia hiperfunção hipófise. 
 Olhos: avaliar pálpebras, abertura, edema, globo ocular, inflamação, 
congestão, coloração, hemorragia, secreção, córnea com lesão ou úlceras. 
 Pupila: avalia se diâmetro, midríase, isocórica que significa diâmetros 
iguais, anisocoricas que tem diâmetros diferentes, miose, sime tria redonda, 
ovular, buraco de fechadura e qualquer outra irregularidade. Com o asilo da 
lanterna observar a foto reação. 
 Nariz: avaliar o tamanho e forma, doença endócrinas, tumores, traumatismo 
e no exame ensinar avaliar pelos, epistaxe, secreção, e o septo nasal. 
 Ouvidos: avaliar deformidades congênitas ou adquiridas, tamanho, tumor, 
hematomas e nódulos. Com um especulo ou otoscópio observar se cerume, 
inflamações, otorragia, furunculose, corpos estranhos e otorreira. 
 Boca: avaliar cm o auxílio de uma espátula e lanterna a cavidade oral, 
hálito, Nos lábios a coloração fissuras, edema, in flamação, n a gengivas a sua 
coloração, lesões, sang ramento, gengivite, hiperplasia, nos dentes se a 
presença de cáries, quedas, seu formato, aparelhos , conservação e prótese. Na 
língua observa se a sua coloração está p álida, rósea, framboesa ou saborosas, 
ou seja, presença de placas amareladas ou esbranquiçadas, seu tamanho, 
lesões, tumores ou inflamação. As tonsilas palatinas devem ser pequenas ou 
 
 
 
 
nem existir nos adultos. Observar se a amígdalite,abcessos, caseos ou 
processos purulentos. 
 Pescoço: avaliar a sua posição vertical, rigidez de nuca, inclinações, 
mobilidade, cicatrizes, tumores, lesões e a glândula da tireoide. Na tireoide fazer 
a palpação e observar presença de nódulos. 
 
 
Roteiro 6 
Avaliação Cardiocirculatório 
 
 
 Nessa aula discutimos como o exame pode identificar possíveis alterações 
na fisiologia do paciente através da ausculta, palpavas e percussão. Reunimos 
os materiais algodão, álcool a no mínimo 70% e estetoscópio, iniciamos a 
inspeção e palpação como aula prática em sala de aula, onde posicionamo o 
paciente em decúbito dorsal, sentado ou posição ortostática a qual cada 
procedimento requer seu posicionamento. Avaliamos, dispneia, fadiga, cianose, 
palpitação edemas entre outros. 
 A avaliações nas zonas da jugular não é visível o ingurgitamento deve 
desaparecer com decúbito de 30º, se ingurgitada em decúbito acima de 45º, 
bilateral sugestivo de insuficiência cardíaca e unilateral compressão tronco 
braquiocefálico. 
 Na avaliação de tórax observar simetria, corografia da pele, manchas, 
palidez, integridades, movimentos torácicos, hematomas, cistos e massas. 
 Na inspeção do precórdio é possível avaliar em posição dorsal 
olevantamento sistólico do ventrículo direito pulsações epigástricas, pulsações 
 
 
 
 
supra esternais. A palpação do precórdio pode se avaliar as pulsações normais 
e anormais, com o paciente em decúbito dorsal espalmar as mãos posicionar a 
palma da mão sobre o tórax e avaliar a presença de vibrações finas. 
 Ictus cordis é de mais fácil observação em pessoas magras com 
cardiomegalias pois com a polpa digitais dos dedos indicador e médio e 
posicionar o paciente em decúbito dorsal ou lateral esquerdo e localizar o 5o 
espaço intercostal esquerdo linha hemi clavicular. E investigar também ascite, 
acúmulo de líquido no abdômen que pode indicar insuficiência cardíaca, 
inspecionar o abdômen, realizar precisão e ouvir se o som está timpânico ou 
maciço. Observar edemas principalmente em membros inferiores, avaliar as 
condições da pele, cor e aspecto, palpar com o dorso da mão para sentir a 
temperatura do locar e com a polpa digital do dedo indicador, realizar 
compressão na área e estimar o sinal de Godet ou escala de cruzes. 
 Nesta lição aprendida como ausculta cardíaca com o paciente sentado ou 
em decúbito dorsal avaliar com o auxílio do estetoscópio a face diafragmática, 
rítmico, arrítmico, normofonéticas. Se batem em 2 tempos (Tum, Tá), ausência 
ou presença de sopro, onde o som Tum é a sistólica contração do ventrículo e o 
som Tá é a diástole relaxamento do ventrículo. 
 Em prática em sala de aula com estetoscópio aprendemos os focos de 
ausculta: 2° espaço intercostal a direita paralela ao esterno. Pulmonar: 2° espaço 
intercostal a esquerda paralela ao esterno. Mitral: 5° espaço intercostal esquerdo 
linha hemiclavicular esquerda. Tricúspide: base do apêndice xifoide ligeiramente 
para esquerda. 
 
 
 
 
 
 
Referências: BARROS, Alba Lúcia Bottura Leite de Barros e Cols. Anamnese e 
Exame 
Físico. Avaliação Diagnóstica de Enfermagem no Adulto. 3. ed. Porto Alegre: 
Artmed, 2016. 
BARROS, Alba Lúcia Bottura Leite de Barros e Cols. Anamnese e Exame 
Físico. Avaliação Diagnóstica de Enfermagem no Adulto. 2. ed. Porto Alegre: 
Artmed, 2010 
 
 
Roteiro 7 
Avaliação Respiratória 
 
 
 
 
 
 
Nesta lição aprendida como objetivos gerais para avaliarmos meios das 
técnicas de inspeção, palpação, percussão e auscuta do aparelho respiratório, 
higienizamos as mãos e reunimos os materiais numa bandeja de aço inox como: 
algodão, álcool 70%, estetoscópio, explicamos o procedimento ao paciente, e 
assim iniciamos o procedimento de avaliação. Iniciamos à anamnese, ouvimos 
as queixas do paciente, tosse, ocupação, dispneia, tabagismo, moradia se a 
presença ou não de mofo ou umidade, relatos da infância, histórico familiar de 
doenças e hábitos. 
 Vimos no roteiro a avaliação geral do tórax: aprendemos avaliar seu 
formato, se o tórax está normal ou não, instável traumático ou tonel ou barril, 
funil ou pombo, simetria, pela coloração, hematomas, custos, manchas, palidez, 
amplitudes frequência, eupneico 12 a 20 irpm, ritmo, uso da musculatura, 
dinâmica de movimentos do tórax e simetria. 
 Palpação: identificação de massas torácicas, desvio de traqueia, áreas 
sensíveis, simetria e expansão. Espalmar as mãos só breve o tórax do paciente 
observar o distanciamento dos polegares sobre o movendo de inspiração e 
expiração. Na avaliação frêmito toracovocal com a palma das mãos sobre o tórax 
anterior e posterior fazer a palpação na região anterior do tórax (4 pontos, do 
ápice para base, bilateralmente, comparando a região correspondente) região 
posterior do tórax (5 pontos, do ápice para base, bilateralmente, comparando a 
região correspondente) pedir ao paciente que fale as palavras um, um, um ou 
trinta e três, trinta e três e etc, E avaliar a transmissão da vibração do movimento 
do ar através da parede torácica. 
 
 
 
 
 
 
Referência: Medpri.me 
Disponivel:https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fmed
pri.me%2Fupload%2Ftexto%2Ftexto-aula-
1044.html&psig=AOvVaw1xhXxoVPaD4gXEk_0fA-
aQ&ust=1679245588031000&source=images&cd=vfe&ved=0CBEQjhxqFwoTC
JjkuZ375f0CFQAAAAAdAAAAABAE 
 
 Percussão: Posicionar a polpa digital do dedo indicador e médio no 
espaço intercostal da região a ser avaliada com a mão dominante realizar o 
movimento em martelo movimentando o punho para dar o golpe. Na região 
anterior do torax 5 pontos, do ápice para base, bilateralmente, comparando a 
região correspondente, na região posterior do tórax 9 pontos, do ápice para base, 
bilateralmente, co mparando região correspondente. Som característico claro e 
pulmonar, quando a alterações o som pode se, timpânico, maciço, submucoso 
ou hipersonaridade. 
 
 
 
 
 
Referências: BARROS, Alba Lúcia Bottura Leite de Barros e Cols. Anamnese e 
Exame 
Físico. Avaliação Diagnóstica de Enfermagem no Adulto. 3. ed. Porto Alegre: 
Artmed, 2016. 
BARROS, Alba Lúcia Bottura Leite de Barros e Cols. Anamnese e Exame 
Físico. Avaliação Diagnóstica de Enfermagem no Adulto. 2. ed. Porto Alegre: 
Artmed, 2010 
 
Ausculta: É realizada com o auxílio do estetoscópio em regiões do tórax, região 
anterior do tórax 5 pontos, do ápice para base, bilateralmente, comparando a 
região correspondente e região posterior do tórax 9 pontos, do ápice para base, 
bilateralmente, comparando a região correspondente som característico, nos 
normais murmúrio vesicular, sons que indicam alterações, creptações, 
estertores, roncos e sibilos. 
 
 
 
 
 
 
Referências: BARROS, Alba Lúcia Bottura Leite de Barros e Cols. Anamnese e 
Exame 
Físico. Avaliação Diagnóstica de Enfermagem no Adulto. 3. ed. Porto Alegre: 
Artmed, 2016. 
BARROS, Alba Lúcia Bottura Leite de Barros e Cols. Anamnese e Exame 
Físico. Avaliação Diagnóstica de Enfermagem no Adulto. 2. ed. Porto Alegre: 
Artmed, 2010 
 
 
 
Roteiro 8 
Avaliação Abdominal 
 
 
 
 
 
 Avaliação abdominal serve para avaliar se alterações, como simetria, hérnias, 
neoplasia e outras possíveis alterações. 
 Reunimos os materiais, estetoscópio, algodão álcool 70%, abaixador de língua, 
lanterna, balança antropométrica, fita métrica, caneta, relógio, luvas de 
procedimento, higienizamos as mãos orientamos o paciente e iniciamos avaliação 
pela anamnese, o início, duração e intensidade, fatores que ajudam ou inibem os 
sintomas, icterícia, prurido, descoloração de mucosa, febre, alterações no peso, 
sialorreia, soluço, pirose, disfagia, náuseas, vômitos, hábitos intestinais, dor, 
antecedentes familiares. 
 Em explicação na aula prática, vimos tambéma localização anatômica 
abdominal, situada entre a 7 e 10 costela em quadrantes, superior direito e 
esquerdo quadrantes inferior direito e esquerdo, em uma linha horizontal 
superior e inferior e duas linhas uma de cada lado, ligando o ponto em que a 
linha hemiclavicular cruza o rebordo costal à região púbica, inguinal direita, 
flanco direito, hipocôndrio direito, epigástrica, hipocôndrio esquerdo, flanco 
esquerdo, inguinal esquerda, umbilical, supra púbica. 
 Seguido por uma sequência propedêutica, inspeção, ausculta, percussão 
palpação superficial e profunda tem como objetivo avaliar a integridade como: 
cicatriz, manchas, estrias, ressentes ou antigas, sua coloração, forma do 
abdômen, tábua, avental, pendular, escavo, presença de hérnias, manchas, ou 
massas, contorno plano, arredondado, simetria, protuberante, movimentos 
visíveis, se gestante ou não. 
 Em curso com auxílio dos colegas em sala de aula e com o uso do 
estetoscópio fizemos a ausculta, começando pelo quadrante Inferior direito 
dando sequência em sentido horário, quadrante superior direito seguido para o 
esquerdo, superior esquerdo, inferior esquerdo. 
 Explicado em aula, a professora nos mostrou o achado, que são os 
sons da atividade peristáltica, ruídos hidroaéreos, (RHA) ou sons intestinais. E 
 
 
 
 
também os ruídos hipoativos, pós-operatório de cirurgias abdominais, 
obstrução intestinais, peritonite. Ruídos hiperativo refletem hipermobilidade, 
diarreia e uso de laxantes. 
 Percussão começa pelo quadrante inferior direito, superior direito, 
superior esquerdo e inferior direito sem levantar o estetoscópio do tórax. 
 Sons timpânico é predominante, sons claros e de timbre baixo, devido 
ao conteúdo de gás das vísceras ocas exemplo como estômago vazio e 
intestinos, maciço percebido sobre órgãos sólidos e o fígado, baço ou vísceras 
preenchidas por líquidos ou fezes. 
 Existem duas palpações: a superficial e a profunda com as seguintes 
explicações: Palpação superficial, iniciar pelo quadrante inferior direito e 
continuar em sentido horário, quadrante superior direito, quadrante superior 
esquerdo e inferior esquerdo. Se o paciente reclamar de dor em algum 
quadrante deixá-lo por último. E a superficial requer o aquecimento das mãos, 
dedos das mãos estendidos, e fechados entre si, palpar durante a expiração, 
áreas dolorosas, musculatura, massas órgão superficial. Achados normais, 
abdômen liso, não tenso, consistência macia, não doloroso, sem massa ou 
órgãos aumentados. Palpação esplênica (BAÇO) posicionar próximo ao tórax 
superior esquerdo, raramente pode ser palpado, se ele for sentido isso indica 
que ele está aumentado. 
 
 
 
 
 
 
 
Referências: BARROS, Alba Lúcia Bottura Leite de Barros e Cols. Anamnese e 
Exame 
Físico. Avaliação Diagnóstica de Enfermagem no Adulto. 3. ed. Porto Alegre: 
Artmed, 2016. 
BARROS, Alba Lúcia Bottura Leite de Barros e Cols. Anamnese e Exame 
Físico. Avaliação Diagnóstica de Enfermagem no Adulto. 2. ed. Porto Alegre: 
Artmed, 2010 
 
 Existem procedimentos especiais vistos em aula presencial tais como o 
sinal de McBurney, indicativo de apendicite. O sinal de Rosving, palpação 
contínua e profunda do quadrante inferior. E produz dor intensa no quadrante 
inferior sugestivo de apendicite. O sinal de Murphy comprimir entre o rebordo 
costal direito e o flanco D (QSD), solicitando ao cliente que inspire 
profundamente, a dor no ponto pressionado e interrupção súbita da respiração 
pode indicar colicistite aguda. E por último piparote, que é a investigação de 
ascite. Posicionar a mão não dominante na lateral do abdome do paciente 
(flanco) com a mão dominante realizar piparotes na lateral oposta a mão e 
espalmada (flanco) palpar o impulso da onda líquida transmitida. 
 
 
 
 
 
 
 Roteiro 9 
 Exame Clínico das Mamas 
 
 No exame clínico das mamas utilizamos técnicas propedêuticas, como 
inspeção estática como identificar aliterações visuais. Inspeção dinâmica, pedir 
para que mulher levante e abaixe os braços lentamente. Palpação das mamas 
e das cadeias ganglionares axilar, infraclavicular e supraclavicular, para 
identificar possíveis linfonodo comprometidos. Foi falado em aula sobre a 
recontrução das mamas e sobre a reconstrução pôs mastectomia. 
 
 
Referências: BARROS, Alba Lúcia Bottura Leite de Barros e Cols. Anamnese e 
Exame 
Físico. Avaliação Diagnóstica de Enfermagem no Adulto. 3. ed. Porto Alegre: 
Artmed, 2016. 
BARROS, Alba Lúcia Bottura Leite de Barros e Cols. Anamnese e Exame 
Físico. Avaliação Diagnóstica de Enfermagem no Adulto. 2. ed. Porto Alegre: 
Artmed, 2010 
 
 
 
 
 
 
 
 Fomos ensinados em sala de aula as técnicas de palpações para 
identificar possíveis nódulos ou alterações na região circular. Descarga papilar 
deve ser feita a compressão uni digital suave sobre a regiao areolar. 
 Feito orientações usando apostila sobre a importância do alto exame 
das mamas. 
 
Roteiro 10 
Exame Clínico dos Orgãos Genitais Externos femininos 
 
 O exame clínico dos órgãos genitais externos femininos tem como 
objetivo avaliar o câncer de colo de útero e identificar d oenças sexualmente 
transmissível ou possíveis alterações. 
 Dever ser feito em um ambiente confortável e adequado, higienizar as 
mãos, explicar o procedimento ao paciente, reunir os materiais, luva de 
procedimento, foco de luz posicionar o paciente e usar as técnicas de inspeção 
e palpação. Note a distribuição de pelos, verifique a cadeia ganglionar inguinal, 
observe se há presença de edemas, lesões, secreções e a qualidade de 
higiene. Inspeção estática, avaliar a higiene, se há úlceras, lacerações, 
aumento da glândulas Bartholin e das glândulas de Skene, secreção vaginal 
corrimento ou leucorreia, vesículas, varizes, a coração e implantação dos 
pelos. 
 Inspeção dinâmica avaliar o prolapso uterino cistocele retocele 
palpação auxilia a inspeção, compressão de glândulas. 
 Exame clínico dos órgãos genitais internos é um exame especular e 
avalia a parede da vagina, aspecto e comoção do útero e se secreções ou 
lesões. 
 
 
 
 
 
Referências: BARROS, Alba Lúcia Bottura Leite de Barros e Cols. Anamnese e 
Exame 
Físico. Avaliação Diagnóstica de Enfermagem no Adulto. 3. ed. Porto Alegre: 
Artmed, 2016. 
BARROS, Alba Lúcia Bottura Leite de Barros e Cols. Anamnese e Exame 
Físico. Avaliação Diagnóstica de Enfermagem no Adulto. 2. ed. Porto Alegre: 
Artmed, 2010 
 
 
 Roteiro 11 
 Exame Clínico dos Órgãos genitais Externos Masculino 
 
 
 Exame Clínico dos Órgãos Genitais Externos Masculinos tem como 
objetivo avaliar possíveis alterações no eixo do pênis, tumores, úlceras, uretra, 
inflação, simetria dos testículos. 
 Em um lugar apropriado estudamos o procedimento ao paciente 
estabelecendo uma boa ralacao de confiança higienizamos as mãos e os 
materiais necessários como ligas de procedimento e foco de luz. Realizamos 
as técnicas de inspeção, palpação. 
 
 
 
 
 No exame físico dos órgãos sexuais observe a distribuição dos pelos, 
examine o abdômen, a posição dos testículos esquerdo inferior ao direito, 
verifique a cadeia ganglionar inguinal, observe presença de edemas, lesões, 
secreções e o padrão de higiene. 
 No pênis também a distribuição dos pelos, o tamanho e forma, exponha 
abalance e observe se a secreções, lesão, o tamanho do prepúcio e no meato 
uretral desvios e secreções. 
 Com a técnica de palpação notar se a lesões ou úlceras no escroto e 
virilha e na técnica de inspeção verificar ede mas, lesões, cistos, se presença 
de nódulos ou massas tumorais, a localização, o tamanho, consistência e 
sintomas como febre.Referência: Toda matéria 
Disponivel: 
https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fwww.todamateria.com.
 
 
 
 
br%2Fpenis%2F&psig=AOvVaw3iZ4IfBu08poVpOLnGlpGZ&ust=16792568132
37000&source=images&cd=vfe&ved=0CBEQjhxqFwoTCNDjhoal5v0CFQAAAA
AdAAAAABAE 
 
 
Roteiro 12 
Avaliação do Sistema Urinário 
 
 
 Na avaliação do sistema urinário foi falado e explicado pela professora 
com objetivo de diagnosticar doenças ou alterações nos rins e bexigas, 
ureteres, cistos, cálculos e insuficiência. 
 Em um ambiente adequado explicar o procedimento ao paciente, 
higienizar as mãos posicionar o paciente e utilizar as técnicas de in speção, 
palpação e percussão. 
 Os sinais e sintomas são: poluiria, oligúria, anúria, piuria, hematúria, dor, 
anemia, aumento dá ureia,náuseas vômitos, alterações, não eletrólitos, 
creatinina plasmática, hipervolemia. 
 Anamnese avalia a queimação, dor, urgência em miccional, he matúria, 
cor, odor ao urinar, febre, dores nas costas que irradiam pa ra o ventre e 
seguem atrás coxas, urina residual, sensação de urgência para urinar. 
 Na inspeção avaliar aspecto, coloração e odor, edemas, débito urinário, 
observar abaulamentos no flanco e em fossa ilíaca correspondente que 
indicam tumor renal. 
 Na retenção urinária com distensão vesical notar se é possível 
visualizar abaulamento na região supra púbica, que pode estender-se até a 
região umbilical. 
 
 
 
 
 Percussão da bexiga é realizada na região suprapúbica 5 cm acima da 
sínfise púbica. Na percussão o som pode ser timpânico que significa padrão e 
som maciço que significa bexiga cheia. Na percussão renal posicionar o 
paciente sentado ou em pé e com a superfície ulnar do punho parcialmente 
fechado! Percutir a parte posterior do tórax sobre o ângulo costovertebral na 
linha escapular e se houver sensibilidade SINAL DE GIORDANO + positivo. 
 Palpação renal posicionar o paciente em decúbito do rsal e relaxado 
com os joelhos fletidos, o enfermeiro deve estar sentado ao lado do leito, 
próximo ao lado que deseja palpar, uma mão fica na região p osterior do 
abdômen e a outra fica sobre o abdómen. 
 Durante a inspiração fazer pressão contra o flanco com intuito de tentar 
sentir o polo inferior do rim. 
 Palpação da bexiga, deve ser após o paciente ter urinado, iniciando a 2 
cm da sínfise púbica. 
 
 
 
 Referências: BARROS, Alba Lúcia Bottura Leite de Barros e Cols. Anamnese e 
Exame 
Físico. Avaliação Diagnóstica de Enfermagem no Adulto. 3. ed. Porto Alegre: 
Artmed, 2016. 
BARROS, Alba Lúcia Bottura Leite de Barros e Cols. Anamnese e Exame 
 
 
 
 
Físico. Avaliação Diagnóstica de Enfermagem no Adulto. 2. ed. Porto Alegre: 
Artmed, 2010 
 
 Interatividade em Sala de Aula 
 
 
 
 
 
 
 
 
Conclusão 
Cursos de Avaliação Clínica e Psicossocial em Enfermagem são de 
extremamente importantes para construir e obter uma melhor compreensão do 
corpo humano e de seus componentes. Estudos e observações em sítios 
sintéticos e principalmente em sítios biológicos facilitam o estudo e a 
compreensão da avaliação clínica e psicossocial. 
As práticas são muito importantes para que possam aprofundar-se em 
nosso aprendizado e concluir apenas lições abrangentes à teoria, que ajudam a 
 
 
 
 
compreender estruturas e órgãos mais complexos, muitas vezes com uma leitura 
simples. 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS 
 
Livro Texto l, ll, lll e lV de Avaliação Clínica e Psicossocial 
UNIP 
 
1. SOBOTTA, Johannes. Atlas de Anatomia Humana: Cabeça, Pescoço e 
Neuroanatomia.23 ed. Rio De Janeiro: Editora Guanabara Koogan S.A, 2013. 
2. LIVRO TEXTO AVALIAÇÃO CLÍNICA E PSICOSSOCIAL UNIDADEI: 
Disponível em: <https://ava.ead.unip.br>/ acessado em 14 mar. 2023. 
 
3.LIVRO TEXTO AVALIAÇÃO CLÍNICA E PSICOSSOCIAL UNIDADEII: 
Disponível em:<https://ava.ead.unip.br/> acessado em 15 mar. 2023. 
 
4.LIVRO TEXTO AVALIAÇÃO CLÍNICA E PSICOSSOCIAL UNIDADEIII: 
Disponível em:<https://ava.ead.unip.br/> acessado em 17 mar. 2023. 
 
5.LIVRO TEXTO AVALIAÇÃO CLÍNICA E PSICOSSOCIAL UNIDADEIV: 
Disponível em:<https://ava.ead.unip.br/> acessado em 18 mar. 2023. 
 
6.ROTEIROS DE AVALIAÇÃO CLÍNICA E PSICOSSOCIAL EM 
ENFERMAGEM. Instituto de Ciência da Saúde UNIP. 
 
https://ava.ead.unip.br/
https://ava.ead.unip.br/
https://ava.ead.unip.br/
 
 
 
 
7. DÂNGELO E FATTINI, Anatomia Humana Sistêmica e Segmentar 2ª 
edição. Editora Atheneu, 2000. 
 
 
 
 
 
 
 
	Referência: 45-Escala Visual Analógica para Avaliação da Dor (Visual Analog Scale, VAS)

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