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418 TICs e EAD o acesso a novos espaços de aprendizagem, novas formas de conhecimento e novas interações entre todos os sujeitos envolvidos no processo educativo. Alternativa D: INCORRETA. A formação docente para o trabalho com as tecnologias deve atender às ne- cessidades de todos os pro昀椀ssionais que trabalham no processo educativo, haja vista, que em todos os segmentos do ensino as tecnologias devem estar pressentes colaborando para o ensino, aprendiza- gem, a produção de conhecimentos e a formação da cidadania. Alternativa E: INCORRETA. No exercício da docência, os professores se deparam diferentes situações pro- blemáticas para as quais os conhecimentos apenas especí昀椀cos da sua área de atuação, não dão conta de resolver. Para administrá-los e tentar solucioná- -los, ele necessita de outros saberes oriundos das múltiplas interações com outras fontes de saberes de diferentes naturezas. Segundo Tardif (2002), essa gama de saberes diz respeito aos conhecimentos pessoais dos próprios professores; aqueles que pro- cedem das instituições de formação escolar e da for- mação pro昀椀ssional; os saberes oriundos dos dados pessoais, dos livros didáticos utilizados no trabalho e da experiência pessoal cotidiana na pro昀椀ssão, na sala de aula e na escola. No que concerne às novas tecnologias aplicadas à educação, julgue os próximos itens. 25. Questão (STJ - CESPE - 2015) A webquest promove o trabalho em grupo, a pesquisa colaborativa e o compartilhamen- to de ideias para a resolução de uma tarefa. Assertiva: CORRETA. A webquest é uma metodologia criada com o objetivo de estimular a pesquisa e o pensamento crítico. Sua principal ferramenta de uso é a internet. Foi idealizada por Bernie Dodge em 1995 e possui, atualmente, mais de dez mil páginas na web fruto de um trabalho coletivo de educadores de vários lugares do mundo. Apresenta uma proposta diferenciada de pesquisa, haja vista que promove o trabalho em grupo de forma construtiva e colabora- tiva. O seu uso permite que os sujeitos não apenas adquiram novos conhecimentos, mas também algu- mas habilidades, especialmente as interpessoais, Grau de Di昀椀culdade pois nas interações há a possibilidade de se re昀氀etir e adaptar o que se aprendeu. Através dessa meto- dologia, a aprendizagem cooperativa se efetiva, pois em grupo a pesquisa tem uma abrangência maior, já que diferentes pontos de vista são compartilhados, favorecendo não só a coleta de informações, mas a transformação da informação em conhecimento 26. Questão (STJ - CESPE - 2015) Google Docs e Wiki são recursos da internet que permitem a escrita colaborativa e o compartilhamento da autoria do texto, desde que os interessados em fazê-lo tenham a autorização do administrador do grupo. Assertiva: INCORRETA. O Google Docs é um serviço para web que permite, através de seus aplicativos, a colaboração, em tempo real, na edição/criação dos documentos, ou seja, os usuários colaboram mutua- mente uns com os outros. Além disso, os documen- tos também podem ser visualizados, compartilha- dos, salvos, lidos e editados por qualquer usuário. Atualmente, ainda permite o recurso de publicação direta em um blog. O Wiki é uma ferramenta também editável e colaborativa. O seu conteúdo é pensado e de昀椀nido pelos usuários da web, promovendo uma rede integrada pela troca de informações. Ambos, pelo fato de serem ferramentas web, são recursos são gratuitos e o usuário não necessita de licencia- mento de uso. 27. Questão (STJ - CESPE - 2015) Fóruns ou listas de discussão são espaços on-line criados para se debater assuntos acerca dos quais os participantes tenham realizado estudos prévios. Assertiva: CORRETA. De fato, tanto os fóruns quan- to as listas de discussão são ferramentas presentes nos Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVAS) que colaboram para que o processo de ensino e apren- dizagem aconteça. Enquanto espaços de comuni- cação assíncrona (os interlocutores interagem no Grau de Di昀椀culdade Grau de Di昀椀culdade Baixado por Thaise Ribeiro (thaise.fla2@gmail.com) lOMoARcPSD|35930103 419Mônica Borges sistema tempos diferentes, ou seja, eles não estão conectados simultaneamente), favorecem a discus- são de temas e estudos realizados previamente en- tre os estudantes e professores, permitindo a troca de sentidos construídos por cada indivíduo na sua diferença. Dessa forma, desenvolve competências comunicativas e contribuem para a construção do conhecimento coletivo. 28. Questão (STJ - CESPE - 2015) Os recursos audiovisuais foram os principais recursos tecnológicos utilizados na pri- meira fase da educação a distância. Assertiva: CORRETA. A característica principal da educação a distância é o estabelecimento de uma comunicação entre professor e aluno sem que os mesmos estejam juntos. Para tanto, desde os pri- mórdios da EaD no Brasil, foi necessário o uso de meios que possibilitassem essa comunicação. Ape- sar de iniciar com a correspondência postal, foi nos anos 1960 que os recursos audiovisuais aparecem, sendo a principal forma de comunicação no proces- so de ensino e aprendizagem à distância. Primeira- mente, foi o ensino via rádio que marcou a EaD, nos anos 1930. O governo brasileiro fez uso de uma rede de emissoras a 昀椀m de distribuir programas educati- vos e culturais. Dentre os projetos veiculados nessas mídias, destacam-se: o Projeto Saci e o Projeto Mi- nerva. Nos anos 1960, esse processo educativo con- tinua e entra em cena o ensino via TV, que ampliou as possibilidades comunicativas na educação. A te- levisão ampliou a comunicação destacando, então, a presença dos recursos audiovisuais. Os Projetos Saci e Minerva continuaram, só que agora na TV. Além disso, os programas Telecurso Primeiro e Segundo Grau levaram formação para brasileiros em todas as regiões onde era possível acontecer a transmissão. 29. Questão (STJ – CESPE – 2015) Os objetos de aprendizagem, im- portantes recursos digitais, não devem ser operados por mais de um Ambiente Virtual de Aprendizagem, devido ao risco de perderem suas características originais. Grau de Di昀椀culdade Assertiva: INCORRETA. Os objetos de aprendizagem para a Educação à Distância têm, em sua essência, quatro características: acessibilidade, reutilização, durabilidade e interoperabilidade. Considerando-se essas características, eles podem ser encontrados e operados (modi昀椀cados) a partir de diferentes soft- wares e ambientes virtuais sem prejuízos de quali- dade técnica ou didática. Inclusive, quanto mais um OA for utilizado em diferentes contextos, maior será a sua granularidade, ou seja, ele passa a ser a menor “partícula” de um conhecimento que pode combinar com outros objetos para favorecer a produtividade dos alunos nos ambientes virtuais dos cursos. É im- portante destacar que, para reutilizar ou disponibi- lizar os OAs, é fundamental considerar dois aspectos fundamentais: os pedagógicos (capazes de garantir a aprendizagem e a avaliação) e os técnicos (proto- colos especí昀椀cos e padrões para a entrega de paco- tes de conteúdo), a 昀椀m de garantir sua operabilidade entre diferentes AVA. Grau de Di昀椀culdade Baixado por Thaise Ribeiro (thaise.fla2@gmail.com) lOMoARcPSD|35930103 420 TICs e EAD RESUMO PRÁTICO NOVAS TECNOLOGIAS E EAD Ao abordar o aspecto central da discussão acer- ca da relação entre tecnologias e educação, Lévy propõe uma mudança signi昀椀cativa de concepção do que seja ensinar e aprender. De fato, é essencial pensar que a inserção das tecnologias na escola suscite uma profunda re昀氀exão sobre o que preten- demos com elas, ou seja, garantir o seu acesso en- quanto bem cultural produzido pela humanidade a todos os alunos e alunas nas escolas é, sem dúvida, fundamental já que defendemos a ideia de inclusão digital, acessibilidade às tecnologias. Porém, para além do direito à cultura digital, coloca-sea sig- ni昀椀cância que tal garantia encerra em se tratando do fato de que, na escola, ela tem também outras importâncias. Nesse sentido, esses pressupostos elucidam uma re昀氀exão: a concepção que os professores e pro- fessoras têm acerca do que seja ensinar e aprender na contemporaneidade incide diretamente sobre a forma como veem o trabalho com as tecnologias em sua sala de aula. Essa re昀氀exão sugere pensar que quando um novo olhar não for construído sobre os alunos, como sujeitos históricos, na atual conjuntu- ra política, social, econômica, tecnológica, tanto um livro, por exemplo, quanto um computador podem servir aos mesmos propósitos. Ou seja, se o objeti- vo é simplesmente transmitir informação, os dois a princípio atenderiam a esse objetivo. No entanto, o que se defende é a potencializa- ção, a maximização da capacidade cognitiva dos(as) estudantes. O que está em jogo é, justamente, a ne- cessidade de entendimento das possibilidades que um ou outro oferece para a aprendizagem dos(as) estudantes. Assim sendo, vale uma metáfora: Imagine-se uma carga de computadores fossem doados a uma comunidade feudal. O contato com esse objeto certamente causaria, a princípio, es- tranheza, medo, dúvida, mas em pouco tempo cada grupo estaria pensando nas possibilidades de utili- zá-lo a seu favor. Os senhores feudais obviamente se valeriam de tais instrumentos como meios para reforçar a 昀椀scalização de seus subalternos e de con- trole. Por sua vez, os operários, de posse também dos computadores, aproveitariam para vasculhar a vida de seus senhores, seus planos, leis e toda espé- cie de ação opressora. Ora, tal metaforização sugere uma re昀氀exão acerca do que a escola enquanto espaço de trans- formação têm feito com as novas tecnologias, es- pecialmente o computador. Os propósitos têm sido diversos. Mas por quê? Quais os motivos que têm orientado as escolhas e práticas docentes em rela- ção ao uso das tecnologias na escola? Pensar essa e outras questões que permeiam esse cenário demandam, justamente, entender de que sociedade e de quais sujeitos históricos estamos falando. O século XX foi marcado por sig- ni昀椀cativas transformações nos âmbitos sociais, econômicos, políticos, culturais que modi昀椀caram a sociedade atual e que estão ligadas ao surgimento das tecnologias da comunicação e da informação. Elas reorganizaram práticas, vivências, estruturas. Essa nova caracterização de sociedade tem como característica básica a informação digitalizada como nova infraestrutura básica, como novo modo de produção (SILVA, 2002). Começamos, portanto, a lidar com uma série de percepções que aos poucos foram nos permitindo novas formar de ver-ser-es- tar-no-mundo-com-os-outros. Dentre elas, pode-se destacar: a ampliação quantitativa e qualitativa do espaço comunicacional, ressigni昀椀cação dos modos de aprender das novas gerações, novas representa- ções sobre as relações, novos modos de interação e trocas culturais, desmaterialização do espaço: a dis- tância física não representa mais um obstáculo à co- municação (hoje se está aqui e lá ao mesmo tempo), transgressão dos limites tradicionais do tempo, ou seja, a materialidade física não esgota a possibili- dade do real e o conhecimento se dá em tempo real, isto é, ele é buscado a partir de sua pertinência e e昀椀- cácia no processo, em circunstâncias determinadas. O olhar, portanto, para essa nova sociedade, se coloca como uma necessidade de mudança de paradigmas: de uma visão cartesiana, fragmenta- da, que surgiu na modernidade clássica com René Baixado por Thaise Ribeiro (thaise.fla2@gmail.com) lOMoARcPSD|35930103 421Mônica Borges Descartes e predominou nos séculos XIX e XX com privilégio à objetividade, à neutralidade em oposi- ção às subjetividades, de compartimentarização do conhecimento, sendo este separado da complexida- de da realidade, para uma visão holística, global que compreende a dinamicidade interativa que as tec- nologias oferecem. Pode-se trazer à tona da re昀氀e- xão o conceito de rizoma apresentado por Delleuze e Guatarri (1995) como uma forma de compreensão dessa nova realidade. Convém destacar, que apesar de os referidos autores não tomarem a educação para o seio de duas discussões, suas ideias ajudam a elucidar essa nova concepção de sociedade na qual estamos inseridos. Se para eles há uma negação da universalidade dos conhecimentos, prima-se pela multiplicidade de sentidos criados em diferentes di- mensões nos chamados “territórios do real”, ou seja, são modos de aprenderes/saberes que tendem a ser inventados e reinventados na construção de realida- des e que, por isso, podem ser desconstruídos, des- territorializados. Assim sendo, diferentemente da rami昀椀cação hierarquizada do saber metafotrizada na imagem da árvore, a visão rizomática da estru- tura do conhecimento não determina começo nem 昀椀m para o saber. Essa nova forma de conceber a realidade apon- ta, portanto, para o grande desa昀椀o posto para a so- ciedade: ela precisa tomar consciência e participar da construção de uma nova sociedade democrática para que se possa enfrentar o futuro com um olhar mais crítico (LÉVY, 2004). Nesse contexto, como pen- sar a relação entre tecnologias e educação? Quais os desa昀椀os colocados para a escola do ponto de vista dessa nova sociedade da informação e do co- nhecimento? Partindo-se de duas formas diferentes de olharmos para a realidade, conforme abordado anteriormente, podemos ver nas tecnologias a pos- sibilidade de ser um veículo de transmissão de in- formação apenas com um 昀椀m em si mesmas, produ- toras de isolamento, exploração e dependência ou como potencializadoras das possibilidades cogniti- vas dos alunos e alunas (OLIVEIRA, 2007). Como diz Shaff (1998, p. 24), “nenhum avanço do conhecimen- to humano é em si reacionário ou negativo, já que tudo depende de como o homem o utiliza como ser social”. Ora, aí então é que reside a autonomia que a escola encontra para lidar com as tecnologias no processo educativo. A princípio, uma das questões que não se pode perder de vista é que: [...] estamos diante de um ecossistema comuni- cativo formado não pelas máquinas ou meios, mas por linguagens, saberes e escritas, pela hegemonia da linguagem audiovisual sobre a tipográ昀椀ca que desordenam e remodelam as formas de aquisição do saber e do conhecimento” (MARTÍN-BARBERO, 1996 apud SARTORI e SOARES, 2005, p. 2). E, pensar nessa premisssa, signi昀椀ca compreen- der que o compromisso da escola no processo de formação dos estudantes na contemporaneidade não é o mesmo que ela tinha há algumas décadas. Mudam-se os paradigmas, as formas de aprender, mobilizadas pelas transformações nas lógicas polí- ticas, econômicas, culturais e sociais. Muda também a educação: do ponto de vista dos alunos e alunas, dá-se ênfase à possibilidade de uma formação inte- gral capaz de dialogar com as demandas atuais e, do ponto de vista do(a) docente, evidencia-se a neces- sidade de aquisição de novas competências. Em face dos processos de aprendizagem opor- tunizados pelas tecnologias, algumas questões tor- nam-se essenciais e dizem respeito, justamente, a uma nova concepção de ensino e aprendizagem que se pretende ser a mobilizadora de novas práticas educativas: ao invés da transmissão unidirecional de informação, prioriza-se a interação e a troca de informação entre professor e aluno; da reprodução passiva de informações procura-se garantir o estí- mulo à criatividade dos estudantes e, em oposição a um currículo padronizado, à falta de acesso à educa- ção de qualidade, à educação “bancária”, destaca-se uma educação por toda a vida e centrada no aluno. Nesse contexto entra em cena a Educação a Distância, que vem se consolidando para a demo- cratização dos processos de ensino e aprendizagem mediados pelas tecnologias. Tal modalidade edu- cacionaloportuniza o 昀氀uxo de relações síncronas e assíncronas entre os membros participantes nos Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVAS). Esse cenário aponta para uma passagem do en- sino presencial marcado pela tradição do giz e da sala de aula para o contexto da educação on-line caracterizado pelo espaço digital da internet com todas as suas ferramentas comunicacionais: fóruns, Baixado por Thaise Ribeiro (thaise.fla2@gmail.com) lOMoARcPSD|35930103 422 TICs e EAD redes sociais, bate-papos virtuais, e-mail, fórum ou lista de discussão, weblogs ou blogs, FTP, chat, vi- deoconferência, audioconferência e teleconferência. A EAD vem, portanto, marcando um tempo novo no contexto educacional favorecendo o acesso à infor- mação e aos processos individuais de aprendiza- gem, considerando os diferentes ritmos e tempo dos sujeitos. Na Educação a Distância evidencia-se o papel do professor/tutor como alguém que estimule e motive os alunos para a aprendizagem através do gerencia- mento do seu tempo e seu ritmo de aprendizagem. O seu desa昀椀o é promover a participação, a comuni- cação, a interação e o confronto de ideias, ou seja, ele atua como mediador dos processos de ensino e de aprendizagem. Além disso, é de sua responsabi- lidade também criar um ambiente que, através do uso das tecnologias, minimize as distâncias dando segurança ao aluno para se envolver no processo de busca do conhecimento e possibilite a construção coletiva do conhecimento, a transgressão de receitas prontas e acabadas contribuindo para a construção de novos saberes e novos olhares sobre a realidade. Então, fala-se do aluno que quer aprender e que não deseja necessariamente quantidade de aparato tecnológico na escola e de mídias que deixem as au- las “mais bonitinhas”, mas que maximizem o que ele pode aprender. Fala-se de uma educação que deve ser vista como um instrumento de libertação, de en- grandecimento da condição humana, de descober- ta de nossas potencialidades e a tecnologia como grande 昀椀o condutor desse processo de mudança. Portanto, não basta introduzir tecnologias, mas é fundamental pensar em como elas são disponibi- lizadas, já que podem ser utilizadas pelos professo- res e professoras a partir de dois pontos de vista: vendo o aluno sempre como um ser em falta com os conteúdos e, nesse sentido, as tecnologias servi- riam como um canal a mais de transmissão de infor- mações ou reconhecendo o que os alunos e alunas sabem e, ao mesmo tempo, que estão preparados para algumas coisas e que querem e precisam de mais, en昀椀m, que são capazes de mobilizar saberes já construídos, ressigni昀椀cá-los e criar a partir do que sabem. REFERÊNCIAS 1. BARZOTTO, Valdir Heitor; GUILARDI, Maria Inês (Org.). Mídia, Educação e Leitura. São Paulo: Anhembi Morumbi: Associação de leitura do Bra- sil, 1999. 2. BELLONI, Maria Luiza. O que é mídia-educação. Campinas, SP: Autores Associados, 2001. 3. BLIKSTEIN , Paulo ; ZUFFO, Marcelo Knörich . Onde está a nova educação. 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