Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

1 
Curso de Processo Civil II 
 
Tramitação do processo 
1) Petição inicial  AUTOR 
Entre a primeira fase e a segunda existe a citação (secretaria). 
2) RÉU – contestação 
 Revelia: 
 - Operante: ficam confessados os factos 
 - Inoperante: não ficam operados os factos 
 
Na contestação: 
 Defesa por: 
o Exceção 
 Dilatória – pressupostos processuais 
 Perentória- factos extintivos, modificativos 
o Impugnação 
 De facto – quando contradizes 
 De direito – isto não é mentira, mas não pode produzir 
aquele efeito jurídico. 
 Reconvenção – é uma modificação objetiva  modifica-se o objeto. 
 
3) Juiz – dois momentos: 
a. Artigo 590º, nº2 
- Despacho pré-saneador: para suprir exceções dilatórias  é facultativa. 
b. Audiência prévia: 
 Tentativa de conciliação  se as partes chegarem a acordo dá-se um 
negocio processual – Transação. 
 Despacho saneador 
o Artigo 591º, nº1, al. d) + 595º 
 base instrutória 
4) Julgamento 
a. Audiência final – é aqui que se vai fazer a prova 
Artigo 604º, nº2 
É aqui que temos basicamente a fase de instrução 
b. Sentença 
 
 2 
- Recurso 
- Executivo 
 
4 de abr. de 18 
 Plano substantivo 
 Plano declarativo – pedir ao juiz que declaro algo 
o Condenação 
o Simples apreciação 
o Constitutivo 
O plano declarativo só faz sentido quando haja o plano executivo. 
 Plano do processo executivo – essencialmente é executar a sentença. 
 
Processo civil declarativo 
 Este processo começa com a petição inicial feita pelo autor. E tem que ter requisitos que 
estão no 552º. 
 É obrigatório estar na PI os factos, de direito e o pedido. A parte de direito não é muito 
importante visto que não cabe ao autor alegar, saber desta parte – não pode fazer uma qualificação 
jurídica. 
 É a PI que fixa o ADN do processo civil – o objeto e os sujeitos – sem embargo de 
modificações objetivas e modificativas da instância. 
 O objeto é o pedido e a causa de pedir. 
 Exemplo: 
 - Pedido: divórcio unilateral 
 - Causa de pedir: terá de ser uma das quatro previstas no CC. A mais 
comum é a rutura definitiva da vida conjugal. 
 
Normalmente há sempre mais do que um pedido  podem ser: 
 Cumulativos – isto mais aquilo 
 Alternativos – este ou aquele 
 Subsidiários – se o primeiro pedido não prosseguir vai para o segundo. 
 
 3 
Articulado superveniente – possibilidade de mandar mais factos fora da PI. 
Junta ou juntada – documentos (prova documental), prova testemunhal, perícia.  não 
há hierarquia nas provas. 
Depois de tudo isto temos de chamar o RÉU – citação: é o ato de chamamento de uma 
pessoa ao processo, através de carta registada. 
Citação ≠ notificação. 
Assim sendo, temos formada a contestação - principio do contraditório. 
É na contestação que se alegam os pressupostos processuais. 
 
Legitimidade ≠ litisconsórcio ≠ coligação ≠ cumulação 
 Litisconsórcio – unicidade de pedidos. 
Normalmente, a legitimidade é singular – um autor contra um réu. 
A legitimidade coloca 3 questões: pode? tem? Não pode? 
Contestação – tem na mesma dos factos, de direito, e de certa forma tem um pedido, visto 
que normalmente é o pedido de absolvição, e tem também a junta 
Defesa por: 
1) Impugnação: 
a. Direito ou facto – sucede quando se diz que é mentira. 
b. Indireta ou direito – dizer que aquilo que a outra pessoa alegou não pode 
configurar como facto. Que não era aquele o sentido do que tinha dito. 
 
2) Exceção: aqui não nos estamos a falar da matéria de facto 
a. Dilatória – falta de um pressuposto processual positivo. Ou há sanação da 
exceção por parte do juiz. Ou então se não conseguir sanar temos a 
absolvição do réu da instância (pode haver um novo processo com o mesmo 
objeto num período posterior). 
b. Perentória – juiz absolve o réu do pedido o que quer dizer que há caso 
julgado material e, portanto, o réu não pode voltar a ser importunado com 
uma ação com o mesmo objeto processual. As exceções perentórias noa tem 
a ver com os pressupostos processuais, mas antes com conteúdo. 
Os factos confessados são dados como provados, os impugnados são dados como 
controvertidos. 
É ainda possível, em sede de contestação, fazer o pedido reconvencional. 
Pedido reconvencional – não é uma forma de defesa típica, é um contrato. É um novo 
processo. 
 4 
Até aqui é a chamada fase dos articulados. 
Fase instrutória 
Fase de julgamento 
Sentença. 
 
 
Pedido reconvencional – artigo 266º  583º 
- Tem de ter uma ligação com a primeira ação, senão é um novo processo – conexão 
objetiva. 
Réu passa a autor e o autor passa a réu, o que faz com que pareça um novo processo. 
Artigo 583º - Réplica – principio do contraditório. 
Pode acontecer que o réu nada faça – artigo 566º  Revelia, pode ser: 
 artigo 566º - fala em revelia absoluta – de que o réu nada diz em absoluto. 
 Operante – revelia vai produzir efeitos jurídico. Revelia do réu ter consequências 
– confissão dos factos articulados pelo autor. 
 Inoperante – há casos em que a revelia não pode operar, em que não pode ter 
efeitos jurídicos – artigo 568º: 
Agora só mais articulados se forem supervenientes – articulados supervenientes – 
articulados fora da fase dos articulados, quando se está para ir para a fase de saneamento e 
condensação. 
Articulados supervenientes: artigo 588º 
 Superveniência objetiva – facto passou-se depois da fase dos articulados terem 
acabado – quando há um conhecimento de um facto novo depois do primeiro 
articulado 
 Superveniência subjetiva – facto não se passou depois dos articulados, mas eu só 
soube depois dos articulados. 
Artigo 5º - há sempre uma possibilidade de resposta em vista do principio do 
contraditório. 
Artigo 558º - recusa da petição inicial pela secretaria – secretaria só pode recusar as 
petições em questões técnicas, e não em questões jurídicas, de direito. 
 al. g) – não esteja assinada pela parte – petição inicial que não esteja assinada 
pelo autor. 
o Imaginemos que: numa ação de 10 mil€, em que o autor assina, mas não 
junta procuração (patrocínio judiciário) – aqui não pode ser recusado 
 5 
pela secretaria porque já estamos perante a falta de pressuposto 
processual ao qual cabe ao juiz suprir pela sua falta. 
2ª fase processual: Fase de saneamento e condensação 
- Artigo 590º: 
 Despacho pré-saneador – artigo 590º, nº2 – serve para verificar/reunir os 
pressupostos para que possa haver processo – suprir exceções dilatória. 
 Audiência previa – artigo 591º - serve para uma tentativa de conciliação no 
sentido do artigo 594º – pode haver dispensa de audiência previa 
 Despacho saneador – artigo 595º - se houver uma exceção perentória, que obste 
a que eu conheça de mérito da causa, então não vai haver julgamento porque 
exceção perentória extintiva. E acaba o processo. 
 
3ª fase processual: Fase do julgamento 
 Faz se a composição definitiva do litigio. 
- Artigo 599º e ss 
Podemos dizer que temos dois momentos: 
 Audiência de julgamento – artigo 604º 
 Sentença – é a decisão relativamente ao pedido que foi elaborado – prazo de 30 
dias – artigo 607º 
Limites da condenação – artigo 609º - exemplo: Constança ofende o Tiago e este pede 
uma indemnização de 100€, então o juiz não pode condenar a Constança a uma valor superior aos 
100€  Juiz está limitado ao objeto processual. mas o juiz pode condenar em valor inferior. 
Muito ligado à sentença, embora não faça parte, temos a questão do caso julgado – há 
uma determinada sentença, e esta a certa altura vai transitar em julgado: artigo 628º - quando já 
não é mais possível recorrer daquela decisão. 
Recursos – regra geral cabem à 1ª instância (recorre-se sempre primeiro para a 1ª 
instância) – artigos 627º e ss. É aqui importante: 
 Alçada – valor até ao qual determinado tribunal julga sem suscetibilidade de 
recurso. 
 Sucumbência – artigo 629º 
Quando uma decisão transita em julgado, faz caso julgado,caso julgado material. 
 Caso julgado formal – caso julgado que tem apenas impacto no processo em 
curso, é caso julgado interno. 
 Caso julgado material – tem impacto externo, tem relevância para todo o 
universo jurídico. Tem um pressuposto negativo: ou caso julgado, ou 
 6 
litispendência (este significa: quando existe um outro processo pendente com o 
mesmo objeto processual). 
Se já houve caso julgado então A. não pode voltar a demandar B, porque o objeto 
processual seria o mesmo – ou seja, causa de pedir seria a mesma. 
Modificações objetivas e subjetivas da instância: artigo 259º 
 Alterações subjetivas – há dois tipos: 
o Necessidade de substituir determinada parte – caso típico é a habilitação 
de herdeiros – artigo 351º - um sujeito sai para entrar outro sujeito. 
o Artigo 262º, al. b) – mecanismos de intervenção de terceiros  Este 
acontece na segunda fase – exemplo: B era casado então a sua mulher 
também devia ser chamada ao processo. O artigo 261º, esta intervenção 
pode ocorrer em qualquer fase do processo  até transitado em julgado. 
 Alterações objetivas: 
o Alteração do pedido e/ou da causa de pedir – artigo 264º: quando haja 
acordo entre o réu e o autor + 265º: quando não haja acordo entre as 
partes – só pode haver alteração em consequência de confissão pelo réu, 
e aceite pelo autor. O artigo 265º não é de aplicação automática. 
o Alteração pelo autor – artigo 265, nº2 – em qualquer fase do processo. 
o Pedido reconvencional – artigo 266º 
 
Negócios processuais 
 Desistência – quando o autor desiste d processo – artigos 285º + 286º - isto 
significa desistir daquele processo, ou seja, aquele processo cessa, mas não faz 
caso julgado, então posso voltar a colocar uma ação processual contra aquela 
pessoa, com o mesmo objeto processual  265º, nº2: desistência da instância – 
esta depende de aceitação pelo réu – artigo 286º, nº1. “oferecimento da 
contestação” – quer dizer que o autor só pode desistir até à contestação. 
o Desistência do pedido – já faz caso julgado – artigo 285º, nº1 – nunca 
mais posso voltar a colocar uma ação processual contra aquela pessoa 
com aquele objeto processual. Haver desistência do pedido não prejudica 
a reconvenção (artigo 286º). 
 Confissão – é o mesmo que a desistência, mas do lado do réu. A confissão é feita 
por quem está a ser julgado – o réu  artigo 284º. 
 Transação – é o único negocio processual na verdade aceção da palavra – há de 
facto um negócio processual – essa transação pode ocorrer antes do litigo, da 
litigância. Pode haver transação durante vários momentos durante o litigio. 
o Artigo 289º - tem os limites. Os direitos indisponíveis, é como, por 
exemplo, o direito à vida, mas no artigo fala também em divórcio. 
o Artigo 289º, nº2 – é possível, mas é polemico. 
o Artigo 291º, nº3 – nulidade. 
o Transação põe fim ao litigio e, portanto, caso julgado. 
 
 7 
Modificação subjetiva da instancia por intervenção de terceiros 
Legitimidade: 
Autor é parte legitima quando tem interesse em demandar 
Réu é parte legitima quando tem interesse direto em contradizer. 
Legitimidade tem 3 pontos importantes: 
 Quando a parte não pode estar em juízo temos ilegitimidade 
 Pode estar em juízo – ou seja, tanto faz. É o caso do litisconsórcio voluntário 
 Tem de estar no processo – obrigatoriamente aquela pessoa tem de estar no 
processo – é o caso do litisconsórcio necessário. 
Litisconsórcio – quando há uma unicidade de pedidos: pedido tem de ser igual. É uma 
modificação subjetiva da instância. 
o Ativo 
o Passivo 
o Misto 
Coligação – há unicidade de causas de pedir, mas já não de pedidos. Aqui já não é um 
problema de legitimidade. 
 
Prova 
- Artigo 410º 
Não há sistema de prova tarifada, não há nenhuma prova que tenha valor superior as 
outras. O que há é livre apreciação de provas. 
Não há limite de apreciação de prova. 
Principio indubio pro reu 
No processo declarativo comum, quem alega é que prova. 
 
 
 
 
 
 
 8 
Correção do teste 1 
 
1 - Pedido alternativo. Referencia ao que é o pedido – dissecar o que é que era o pedido 
– era um valor a titulo de indemnização ou compensação, porque havia um problema de divida 
de 50 mil € + base legal do pedido e que o pedido é fundamental para figurar o objeto da ação, a 
base processual, ao qual é necessário um pedido e uma causa de pedir. 
2 - Problema da defesa: 
Quando ao primeiro ponto da contestação: defesa por exceção dilatória, nos termos do 
artigo 576º,nº1, 1ª parte + 577º, al. e) – absolvição do réu da instância 
A exceção dilatória surge quando falta um pressuposto processual, e o juiz em despacho 
pré-saneador tem de suprir essa exceção, neste caso, iria sanar-se através de uma intervenção de 
terceiros – intervenção provocada – modificação subjetiva da instância. 
Discutir se era necessário litisconsórcio – se esta divida foi em proveito comum, então 
seria da responsabilidade de ambos os cônjuges. 
Litisconsórcio voluntário podia existir, ela podia estar no processo, apesar de não ter de 
estar. Mas litisconsórcio necessário também existir. Mas ela pode tentar ilidir essa divida e dizer 
que não sabia dela e que não teve nada a ver com ela – artigo 34º CPC. 
Segundo ponto da contestação: exceção perentória extintiva – havia absolvição do réu do 
pedido e, portanto, faz caso julgado – não se pode voltar a propor uma nova ação com o mesmo 
objeto. 
Temos de falar da compensação, visto que cada um devia ao outro 50 mil€ - artigo da 
compensação do CC. 
mas a defesa não seria procedente na medida em que não é possível compensar uma 
obrigação civil com uma obrigação natural, porque as obrigações têm de ser judicialmente 
exigíveis. E neste caso era uma obrigação civil. 
No terceiro ponto – ele alarga o objeto processual – incluindo um pedido reconvencional 
(583º); pedido reconvencional não é um meio de defesa, é um contra-ataque. Consequências 
processuais – modificação objetiva da instância. poderia haver possibilidade de réplica 
Artigo 266º - possibilidade do pedido reconvencional – compatibilidade processual. 
 
3- Estamos perante uma transação – artigo 283º e 284º - esta pode ser extrajudicial ou pré 
judicial (quando ainda sequer se chegou a tribunal) 
Composição definitiva do litigio – consequência processual. O juiz tinha de homologar 
esta decisão, porque era extrajudicial. 
É sempre necessário com procuração de poderes especiais. 
 9 
4- O acordo de transação fez a composição definitiva do litigio inicial, e este acordo faz 
caso julgado material. 
Ele não podia voltar a por uma ação com o mesmo objeto processual. 
 Ele não pagou duas prestações, logo ele podia exigir todo o valor – prestações vincendas: 
artigo 781º CC. 
 Também poderia ir por processo executivo. 
 
 5- Há um sistema livre de apreciação de prova – juiz decide como quiser. 
 Prova tarifada. 
 Prova documental – o mútuo a partir de certo valor tem de ser por escrito. 
 
6- Rutura definitiva da vida conjugal. 
 No divorcio há sempre duas causas de pedir: - 1781º CC. 
 - Casamento 
 - Rutura da vida conjugal. 
 
 7- Articulado superveniente, ao qual pode ser feito a todo tempo – superveniência 
subjetiva. 
 8- Divórcio: são factos suficientes para proclamar uma rutura definitiva da vida conjugal 
– decisão parece ser a correta. 
 + aquilo que eu disse de não se poder condenar mais do que aquilo que é pedido, ou seja, 
excedeu os limites da sentença – 615º 
 
 
 
 
 
 
 
 10 
Prova 
- Artigo 410º - principio da liberdade de apreciação da prova – permite ao juiz valorar a 
prova como quer. 
- Não há verdadeiramente uma fase instrutória, a instrução faz-se na audiência do 
julgamento 
- Não há hierarquia de provas. 
Principio do contraditório – artigo 415º 
Artigo 414º - fundamentar e provar essa realizada. Ónus de prova – só serve para os casos 
de duvida. Se não houver dúvida não é necessárioconsiderar o ónus da prova 
Principio do inquisitório – artigo 413º 
Cabe a quem acusa ter de provar – indubio pro reu 
Artigo 417º - principio da cooperação para a descoberta da verdade – dá ligar a multa em 
caso de recusa, contudo existem casos em que a recusa seja legitima. 
Prova por documentos – 423º - tem de ser apresentados na petição inicial, mas também 
na contestação no caso do réu. 
Artigo 436º - tribunal tem aqui um principio inquisitório. + 439º 
Artigo 444º - impugnação da genuinidade da prova. 
 
Prova por confissão das partes 
Depoimento de parte (452º) vs. Declaração de parte (466º) 
1. Depoimento de parte – tem um impulso externo – eu peço para que outra pessoa 
venha fazer esse depoimento de parte 
2. Declaração de parte – já sou eu que peço para eu fazer 
 
Prova pericial – artigo 407º - pode ser requerida por qualquer das partes, ou ser 
oficiosamente pedida pelo juiz. 
Há regras para que a perícia seja colegial ou não – artigo 468º, nº5 
Artigo 470º - obstáculos à nomeação de peritos. 
Não posso pedir a perícia e depois dizer que já não a quero – desistir – ex: porque a perícia 
já não a favor daquela parte. 
 11 
Artigo 482º 
Prova pericial médico-legal – 467, nº3 
Pericial pode ser colegial ou singular – artigo 468º 
Artigo 474º 
Inspeção judicial – 490º ss. 
 
Prova testemunhal 
 - Artigo 495º 
 recusa legitima de depor – artigo 497º 
 artigo 496º 
 Rol de testemunhas. 
 Acareação – artigo 523º 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 12 
Providências cautelares 
 Artigo 362º - casos de composição provisória do litigio. 
 Estão dependentes da existência de um processo principal, sob pena de caducidade da 
providencia cautelar – artigo 364º + 373º 
3 requisitos: 
- Periculum in mero – demora + dano 
- Fumus boni iuris – indicio que a pessoa tem um direito 
- Sumaria cognitio 
Além destes requisitos, temos também o principio da proporcionalidade – não podemos 
decretar uma providencia que seja desproporcionar à pretensão de uma pessoa. 
Providência especificada – providencia que se aquele caso especifico. Se não houver, 
então vamos para a providência cautelar comum – artigo 362º ss. 
Artigo 366º - preterição do contraditório. 
Artigo 369º - inversão do contencioso. 
artigo 376º - providencias antecipatórias – quando o dano ainda não ocorreu. 
Providências cautelares especificadas: 
1) Restituição provisoria da posse – artigo 377º 
2) Suspensão de deliberações sociais – artigo 380º 
3) Alimentos provisórios – artigo 384º  aqui não é necessário um justo receio, mas 
antes uma questão de necessidade. 
4) Arbitramento de reparação provisória – artigo 388º 
5) Arresto – artigo 391º - são sempre os bens do devedor. 
6) Embargo de obra nova – artigo 397º (importante: 401º + 402º) 
7) Arrolamento – artigo 403º - é sobre bens próprios. É uma espécie de inventário – 
exemplo: divórcio. 
 
 
 
 
 
 
 
 13 
Correção do teste 2 – sobre prova e procedimentos cautelares: 
1. Procedimento especificado ou nominado – anulação de uma deliberação social 
Suspensão da decisão 
Providencia antecipatória. 
Inversão do contencioso – porque era uma suspensão de uma deliberação social + 
consequências da inversão. 
 
2. Artigo 453º - depoimento de parte – havia um impulso externo, porque o tribunal 
exige. 
+ artigo 453º, nº2. 
 
3. Artigo 453º, nº3. 
 
4. Quando se trata de bens próprios – arrolamento – procedimento cautelar especifico. 
 
5. Necessidade de recolha de prova tendo em vista a apresentação em tribunal 
Em que momento podemos juntar a prova. 
Procurar testemunhas, alguém que podia ter ouvido. 
Ação de condenação por responsabilidade civil por danos morais e patrimoniais. 
Pedido era cumulativo. 
6. Articulado superveniente + poder apresentado ser até à audiência final + 
superveniência subjetiva 
 
7. Artigo 427º 
 
8. Defesa por impugnação ou exceção 
 
a. Impugnação direta 
b. Impugnação de indireta.

Mais conteúdos dessa disciplina