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Elementos da Açao
Estamos falando da providencia que requer o poder judiciário essa providencia pode ser chamada de pretensão material deduzida em juízo.
O pedido, portanto é a consequência jurídica, repercussão jurídica dos direitos e deveres. O pedido fixa o mérito causa, ou seja, ele fixa aquilo que o juiz pode e deve decidir, por isso ele pode ser chamado de objeto litigioso do processo. 
O pedido tem uma grande importância na atividade processual não só porque sem pedido não inicia o processo, mas também ao fixar o mérito da causa o pedido faz nascer regra de julgamento congruência e adstrição.
Regra da congruência atua não só em relação ao pedido, mas também em relação causa de pedir e determina que o juiz não possa julgar nem mais e nem menos do que foi pedido. 
Art 192 diz sobre os pedidos. Art 536 autoriz o julgador a obrigação de fazer e não fazer que lhe pareça mais adequado em relação a situação concreta, bastante para que alcance o resultado pratico da medida originalmente pretendida desde que o julgador respeite o limite da obrigação originaria. 
Pedido imediato e mediato
Bem da vida é o resultado pratico que a parte deseja com o processo, por exemplo, ( condene a outra parte a pagar ( o bem da vida é a obrigação). O bem da vida é pedido mediato, tirar a jurisdição do estado de inércia para que ele atue na providencia jurisdicional desejada é pedido . ( objetivo imediato).
Requisitos do pedido 
	322,323,324 estes artigos estão relacionado aos pedidos. O primeiro requisito do pedido é que ele seja claro, significa que o pedido ao ser formulado não seja obscuro e difícil compreensão. O pedido de difícil compreensão tem a consequência que é a inépcia da petição inicial. 
	O segundo requisito do pedido é que ele ser concludente, tem de ser coerente com a causa de pedir , a inépcia ocorre da ideia de inaptidão. Inépcia ocorre dos defeitos tanto na causa de pedir como no pedido, defeitos impedem o julgamento do mérito. 
	O terceiro requisito é o pedido ser certo, o pedido deve estar expresso, ou seja, não pode ser implícito o pedido. Descrito de forma clara o que a parte quer. Em alguns casos mesmo que autor não tenha pedido expressamente o juiz pode conceder porque a lei considera, mesmo sendo implícita, acumulação objetiva por força de lei. O pedido é implícito, mas a condenação não. EX. (juros legais e correção monetária).
	O quarto requisito: Deve ser determinado, ou seja, a parte tem de dizer o que quer e quanto quer, o pedido é delimitado em relação ao que e ao quanto. Em regra não se admitira pedido genérico, porém em ações universais pode ser aceito os pedidos genéricos. Ex. artista que sofre com calunia podem ser utilizados os pedidos genéricos. E quando a determinação do objeto ou do valor da condenação depender de ato que deva ser praticado pelo réu. 
As espécies de Pedido 
Cumulação de pedidos é quando tem dois ou mais pedidos para ser solucionado, o artigo 327 dispõe que é licito a cumulação de pedido. 
O pedido alternativo como está no artigo 325, assim sendo será alternativo quando o pedido a natureza da obrigação o devedor poder cumprir a obrigação de mais de um modo. O pedido alternativo não se confunde com cumulação alternativa de pedido. É cumulação própria quando parte quer A e B, a parte quer todos os pedidos que ela faz, esses pedidos se divide simples – quando os pedidos não dependem um do outros- cumulação própria sucessiva- quando um pedido depende de outro pedido. 
A cumulação de pedido imprópria regida pela partícula OU, a juíza poderá conceder apenas um pedido. 
Pedido sucessivo ou subsidiário – Quando o autor requer ao juiz acolha o posterior na hipótese de não ter acolhido o pedido anterior. O autor estabelece uma hierarquia dos pedidos. Não deve ser confundido com acumulação sucessiva de pedidos, enquanto no pedido subsidiário eu estabeleço uma sequencia de pedidos que eu quero, na cumulação sucessiva de pedidos se o juiz acolher o primeiro pedido também quero que ele acolha o segundo. 
Pedido cominatório, requerimento para aplicação de uma multa coercitiva, objetivando uma tutela especifica. O juiz pode aplicar essa multa através de ofício. 
Intervenção de terceiro ( parte 01).
	Terceiro é todo aquele que não é parte. O terceiro que aquele por algum motivo vai ser atingindo na esfera jurídica em algum processo. O terceiro que não parte ou seja nem autor e nem réu. 
	Assistência está no artigo 119, é importante saber que existe um lado relação jurídica de direito material e de outro uma relação jurídica de direito processual que é conformado por essa relação . Temos duas modalidades de Assistência a simples e a litisconsorcial. O que diferencia a simples da litisconsorcial é a posição do terceiro. Ou seja se o terceiro mantem ou não relação jurídica com a parte assistida. 
	Chamamento ao processo é necessário que haja um vinculo ao terceiro que é chamado ao processo e aquele que o chama. A denunciação da lide que haja um dano e um terceiro que assuma o prejuízo. Desconsideração da personalidade jurídica o pressuposto específico que haja um desvio da finalidade da personalidade através de um vicio, ou confusão patrimonial. 
	Quando o terceiro vai pedir para ingressar no processo a petição é simples, interesse jurídico não se confunde com interesse politico entre outros. A finalidade da assistência de terceiro é obtenção de um decisão de mérito favorável a parte que eu quero assistir. 
	3 perguntas se forem sim. O interesse do terceiro é um interesse jurídico. A primeira pergunta se ele possui relação jurídica com alguma das partes, segunda pergunta se essa relação jurídica é diversa da relação que está sendo discutida em juízo. 3 pergunta o resultado da ação afeta a relação jurídica entre o terceiro e a parte assistida. 
Intervenção de Terceiros parte 03
	Denunciação da lide que está no artigo 125,pode ser feita tanto pelo autor como pelo réu . Ex. A entra contra uma ação contra B, quando ele entra com essa ação ele sabe que é titular de uma outra relação jurídica e se ele vier a pagar ou ter a qualquer prejuízo em relação essa ação existe um terceiro , que o direito de regresso que é obrigado a ressarcir . 
	Denunciar é comunicar algo é dar noticia e esse algo é a lide. Essa denunciação da lide portanto também tem o pressuposto genérico de ter de haver uma causa pendente, salvo se feito pelo autor, se feita pelo autor tem de ser feita na petição inicial. 
	A natureza jurídica dessa denunciação da lide, é uma ação porque denunciante o réu faz um pedido para o juiz , condene o terceiro para ressarcir caso ele tenha um prejuízo, entretanto não é uma ação qualquer , pois o pedido é o de ressarcimento. (ação regressiva).
	A denunciação da lide é uma ação regressiva antecipada eventual. Comprimento de sentença direto em face de terceiro, se assim ficar repercutido na decisão que a responsabilidade é dele. 
	A denunciação da lide não e um dever do réu, ela é uma faculdade outorgada. Se ele quiser que ele seja demandado faça um acordo ou pague o acordo e entre com uma ação especifica de regresso contra o terceiro interessado. Se ele não fizer a denunciação da lide ele não está abrindo mão desse direito porque é uma mera faculdade.
Litisconsórcio ( parte 01) 
Litis- Lide- Consórcio- grupo de pessoas reunidas com algo comum. Pluralidade de sujeitos em um ou em ambos polos da ação. Classificação ativa tem mais de um autos, passivo mais de um sujeito no polo passivo, misto quando a pluralidade se da tanto no polo ativo como passivo. 
Litisconsórcio inicial – O processo já começa ou dois autores ou dois réu ou ambos os polos essa pluralidade, porém pode acontecer apenas depois de iniciado o processo o litisconsórcio chamado ulterior . 
Reunião do processo em razão da conexão, nesse caso a conexão ocorre quando tramitado em juízo diferentes a mesma causa de pedir e pedidos, para evitar decisões diferentes são reunidos no mesmo juízo. 
Litisconsórcio simples e unitário- Vários desdobramentos práticos, quando o direito material discutido impõe que a decisãodo processo deva ser igual a todos os litisconsórcios. Sempre mais de um titular de um bem, eles tem essa co- titularidade implica um litisconsórcio ocorrendo unitário. 
Simples: Quando o mérito poder ser decidido de forma diferente para cada um dos litisconsórcio, exemplo: Solidariedade de pagar dinheiro. 
Para saber se é simples ou unitário, temos de fazer duas perguntas. 
Os litisconsórcios estão discutindo quantas relações jurídicas nesse processo?
Essa única relação jurídica que está sendo discutida é divisível ou indivisível?
Conduta determinando: Aquela que a parte pratica ao praticar coloca em uma situação desfavorável, renunciar, não contestar. A conduta alternativa e determinante influencia no tratamento do litisconsórcio. 
A conduta determinante de um litisconsórcio não prejudica o outro. Se o litisconsórcio é simples o que um faz não prejudica o outro. Já unitário a conduta determinante não pode prejudicar nem mesmo aquele que praticou (confissão ). No unitário a conduta alternativa de um beneficia o outro. ( recurso ).
Litisconsórcio necessário por força de lei. Não pode ser ativo, porque o direito de ação está vinculado a outra pessoa, tao pouco esse fulano não pode ser obrigado usar um direito fundamental. O litisconsórcio pode ser tanto necessário quanto facultativo. 
Causa de Pedir e interesse de agir ( aula 4ª síncrona)
	Ela composta pelas fundamentações de fato e direito. Sobre a fundamentação de fato é composta pelo fato: A: Constitutivo pelo direito do autor e B: Violador do direito do Autor. Toda vez que for escrever a petição inicial tem e apresentar os fatos constitutivo e violador do direito do autor. 
	O fato constitutivo: Ex. Sou possuidor, fato violar dor sofri um esbulho mediante ameaça de violência, a repercussão jurídica é a reintegração. Fundamentação de fato.
	Fundamentação de direito é repercussão jurídica dos fatos narrados essa repercussão jurídica sempre vai começar com direito a alguma coisa ou direito de alguma coisa. EX. Casei e fui traído tenho direito de divórcio. 
	A causa de pedir é os fatos mais a repercussão jurídica. Não integram a causa de pedir a mera fundamentação legal, ou seja, conhecer a lei e utilizar vai valorizar a fundamentação, mas não integra a causa de pedir. Também não integra a causa de pedir a qualificação jurídica ( nome que se dá a ação). 
	Apresentar os fatos e as consequências desses fatos. Ex. nome da pessoa no SPC e ela tentar comprar uma mercadoria e não conseguir e alega ter direito de ser indenizado. O direito processual brasileiro adota a teoria da substanciação para a causa de pedir, essa teoria que diz que a causa de pedir é composta pelo fato e fundamentação de direito. 
	Em regra quando alguém busca o poder judiciário é porque esse alguém está vivendo uma crise jurídica, essa crise jurídica pode ser de certeza, formação e adimplemento. Ação é útil quando se presta a resolver essa crise jurídica e se não é capaz de resolver não é uma ação útil não basta ser útil e mostrar que é necessária. A ação é necessária quando não é possível resolver o conflito extrajudicialmente. Ex. não pode cobrar divida que ainda não venceu, se a divida não venceu é possível que até o vencimento ela se resolva extrajudicialmente. 
O interesse de agir se vincula ao trinômio utilidade, necessidade e adequação e adequação é você ir a juízo utilizando a via processual adequada. Ex. não pagou o aluguel pede o despejo e não reintegração de posse. 
Invalidades processuais 
	Invalidades processuais do código civil do artigo 286 a 283 não pode ser pensado sem o principio da primazia de decisão de mérito extraído do artigo 4 da mesma lei. Nesse caso a decisão que invalida para o legislador, pois contraria a decisão do legislador que os vícios processuais sejam sanados e a depender do caso, sejam superados para que o processo seja essa marcha constante em direção a decisão de mérito .
	Logo a primeira premissa em respeito a regras de do sistema invalidades processuais é invalidade deve ser medida de ultimaras sio. Nos sabemos que analise dos fatos jurídicos dos quais os fatos jurídicos são espécies passam por três planos, existência, validade e eficácia esse plano da validade é exclusivo dos atos jurídicos seja aqueles em sentido estrito e negócio jurídicos é um plano qualitativo na medida que corresponde uma medida da analise da suficiência do ato e indica a sua aptidão a produção de efeitos jurídicos. A partir desse momento é possível afirmar que não é correto dizer que os efeitos jurídicos de um ato jurídico que são nulos, mas sim o que é nulo é um ato jurídico de efeitos que tão somente se operam ou não a partir da validade do ato que se decorre. 
	A invalidade é o desfazimento de um ato em razão de defeito e com isso podemos afastar os costumes de alguns para enfatizar seu argumento de um ato é tão nulo que chega a ser inexistente. É possível que haja varias formas de desfazimento de atos que não corresponde a invalidação é o caso do revogação de um negócio. 
	O juiz reconhece que tem um defeito e decreta invalidação do ato, portanto invalidação é decretado. Ato ilícito que é invalidado o ato ilícito é o que pode invalidar o ato que em sua razão estará viciado, não se invalida a coação, mas pode o contrato firmado mediante a coação. Há defeitos que não gera invalidação na hipótese de infungibilidade.
	Esse sistema de invalidade se aplica a cada ato do processo independente ou isoladamente, mas também é possível invalidar um processo inteiro. A regra de ouro é que não há invalidade sem prejuízo, logo em situação mais graves. Além que o sistema invalidade dialoga com o principio da boa fé objetiva no processo, com isso aquele que deu causa no defeito não pode beneficiar do defeitos. A extinção do processo sem resolução do mérito não será por invalidade processual, alguns incisos autorizam a terminação em razão de vícios. 
Pressuposto Processuais. 
A relação processual é tríplice na medida que em regra é formada por três sujeitos, dois sujeitos parciais o demandante e demandado e o sujeito imparcial que é o Juiz. Em todo caso o primeiro ponto que devemos nos recordar que a relação processual não existe só quando se torna triangular, isso porque com a propositura da ação já existira uma relação jurídica processual uma relação ainda entre o autor e o juiz que será de fato uma relação jurídica incompleta até que com a citação valida do réu se forme definitivamente a relação processual. Assim sendo o processo já existe desde antes a citação do réu inclusive é possível o juiz proferir uma decisão terminativa na forma do 330 como definitiva no caso de sentença liminar do pedido do 332, em ambos os casos o processo é extinto com ou sem resolução do mérito, só pode extinguir o que já existia. 
Acontece que entender o processo assim é atrelado a ideia de procedimento e uma maneira genérica o procedimento é o modo como processo se realiza. 
Quando pensamos em termo de norma processual ela que dispõem sobre comportamentos processuais, ou seja, são os deveres das faculdades os poderes e ônus das partes. Onus é imperativo do próprio interesse do sujeito, ou seja, ele se desonera do ônus que é dado se ele quiser de modo não pode ser imposto a ele que se desonere e não haver sanção a ideia justamente que ele pratique se ele quiser, a medida que ele pratique ele pode ter uma vantagem. Ex. Apresentação de defesa do réu 
O dever é uma espécie de sujeição passiva que pode até cumprir o cumprimento não esgota o que esta devendo, se não cumprir vai ser sancionada. Ex. Voto.
Faculdade de poder jurídico, isso porque o poder jurídico se confunde em certa medida com o direito subjetivo, mas o poder é como fosse um direito subjetivo uma possibilidade de exercer um direito. Ex. Poder de recorrer.
A faculdade por sua vez diz respeito àquela prerrogativa que exercitada ou não, não causará prejuízo a ninguém ela conteúdo do direito. 
A norma procedimental é aquela que dispõem sobre os atos processuais. Ex. E a norma que cria um recurso ( apelação), porque criouum comportamento e um poder processual. A norma dita procedimental que é a que disciplina forma ou tempo ou lugar da pratica dos atos processuais. Ex. Recurso deve ser interposto de determinado forma e o ato deve ser praticado em determinado prazo. 
Normas processuais são de competência exclusiva da união, além disso o processo é acaba sendo a manifestação da jurisdição depois de provocada e demandada, ou seja, depois de realizado exercício do direito de ação ( sentido constitucional), compreendendo o processo sobre essa premissa que aponta enquanto manifestação de vontade que se da pelas partes, todo processo gera sua própria relação jurídica que por sua vez é diferente da relação jurídica de direito material que é levada a julgamento. 
Relaçao jurídica que é conformada, ou seja, que recebe sua forma por tem por seu conteúdo uma relação jurídica de direito material, todo o processo submete a apreciação da jurisdição uma realação jurídica de direito material por isso chamamos de conteúdo do processo e tem com isso que o processo da uma origem a uma outra relação jurídica que será chamada de relação jurídica de direito processual. 
Também temos os sujeitos da relação processual que são autores, réu e juiz. Entretanto já houve controversa que essa relação seria angular ou triangular, os que argumentavam a triangular diziam que ela triangular porque todos tem o dever de lealdado com todos. 
Atos jurídicos processuais também precisa pelo plano da existência e validade para que produzem os efeitos que dele se espera.
Atos processuais há varias regras a respeito do tempo, lugar e formada de pratica-lo, esses atos que se desenvolvem com objetivo de atingir uma sentença eles vão conformar o procedimento que por sua vez vai caracterizar o processo. Conforme o procedimento que caracteriza o processo e esses atos muitas vezes tem uma exigência quanto ao modo de serem realizados e o desrespeito a essa exigência pode gerar vícios que se não corrigidos impedem que se admitam processo que pretende iniciar. Os pressupostos os requisitos que tem de ser observados pela parte e o juiz para que o processo seja valido e não tenha vícios e admitido sejam então encaminhada até fase da sentença. 
Em todos os casos esses atos processuais serão sempre movidos por uma ideia fundamental de preclusão, ou seja, preclusão é a forma de impulsionar os atos processuais para frente em direção a uma sentença. Pela preclusão a parte perde o direito de exercer uma faculdade de praticar um ato processual se não fizer dentro do momento correto, a preclusão po4tanto é importantíssima porque se não houvesse a preclusão para encerrar o ato, o processo ficaria andando em círculos ao invés de ser marcha para frente que espera que ele seja. 
Três espécies de preclusão: Temporal que é a perda da oportunidade de realizar o ato processual porque ele não foi realizado dentro do prazo. Ex. A lei diz que tem 15 dias e não fez nesse prazo perde a oportunidade de fazer.
 Preclusão Consumativa : Perda da oportunidade de realizar um ato processual porque o ato já foi praticado. Ex. Recorreu não tem como apresentar outro Recurso. 
Preclusão Lógica: Aquela que determina a perda do ato processual porque outro ato foi praticado pela parte e esse outro ato praticado é contraditório a qual o ato que a parte pretende praticar. 
Princípio da liberdade da forma que dispões que não houver forma especifica em lei, o ato pode ser realizado por outro meio, ou seja, realizado de qualquer forma.
Instrumentalidade das formas: Diz que se a forma processual prevista em lei o ato processual será considerado realizado ainda que de outra forma se concorrer em dois requisitos e não causou prejuízo para parte poderá ser aceito. 
Principio Fungibilidade: Que tem aplicação naqueles casos em que há uma duvida objetiva no sistema processual sobre a forma que a parte deve pregar em determinadas situações. 
Pressupostos processuais aula 02
As condições das ações são aferidas a partir da relação jurídica de direito material, portanto se eu quero saber se as condições da ação estão preenchidas eu preciso observar com atenção a relação do direito material. Já os pressupostos processuais eles são requisitos que a gente afere a partir da relação jurídica de direito processual. 
Os pressupostos ao lado das condições da ação são requisitos para julgamento de mérito de um processo, tanto as condições da ação quanto pressupostos são visto como duas espécie de um mesmo gênero requisito de julgamento de mérito.
O processo para ser exercido também exige o preenchimento de alguns requisitos que serão chamados de pressupostos processuais. Pressupostos processuais devem ser visto como hipótese que podem gerar nulidades processuais, da qual decorrerem de vícios de forma quando o juiz julga o processo o que deve ser analisado em primeiro se a forma está correta e não tem vícios ( vícios de forma), invalidade processuais e ausência de pressupostos, a partir dai vai julgar. 
Classificação bastante tradicional por Galan que fala sobre pressupostos processuais subjetivos e objetivos que serão aferidos dentro do processo nesse aspecto os pressupostos subjetivos seria investidura, capacidade de ser parte, capacidade de estar em juízo entre outro. 
Pressupostos processuais objetivos: Coisa julgada, litispendência, perempção, falta de pagamento de custas, citação valida, regularidade formal entre outros. 
Investidura está a se referir na investidura que o estado juiz faz daquele sujeito, após ser aprovado nas provas de títulos será juiz de direito, ou seja, pressuposto subjetivo que o processo se desenvolva perante um juiz e, além disso, um juiz que deve atuar com imparcialidade. 
A forma que se controla a imparcialidade do juiz é mediante as regras de suspenção e impedimento do dever de julgar ao passo o artigo 146 a parte tem o prazo de 15 dias a partir do fato que gerou a causa de exceção para arguir a parcialidade do juiz, sendo que esse prazo preclusivo para partes e não para o juiz. 
Quando há indícios de parcialidade do juiz tem que é vícios que não gera extinção do processo, uma vez que que isso ocorre o processo tem de encaminhado para o substituto legal e os atos ilegais devem ser invalidados. A hipótese de impedimento está no artigo 144 do CPC, dão ensejo a nulidade do ato em relação causa de impedimento
Hipótese de suspenção art. 145 e no caso delas a presunção é relativa, mas também dão razão que se anule e atos processuais.
Nos pressupostos processuais subjetivos quando se fala em capacidade de ser parte e de estar em juízo, está a refletir sobre duas coisas diferentes. A capacidade para ser parte diz respeito diz a capacidade do sujeito de gozo e exercícios de direito e obrigações. Essa capacidade existe para pessoa física, jurídica, formais e até muitos entes despersonalizados. Já a capacidade para está em juízo corresponde a capacidade processual para a pratica de atos processuais e muito se confunde a capacidade civil. A incapacidade relativa e absoluta imporá que a parte esteja representada ou assistida, além sendo pessoas jurídicas. 
Os atos processuais precisaram ser realizados por seus representantes ( ex. Condomínio), neste caso o sindico a capacidade postulatória que em regra é a capacidade que diz respeito a representação por advogado, essa capacidade postulatória é preenchida pelo autor e o réu que estão representados por advogado. No entanto a situações que a capacidade postulatória se da na própria parte e não na pessoa do seu advogado. Ex. juizados especiais causa menor de 20 salario a pessoa pode exercer sua capacidade postulatória sem precisar de advogado. 
Quem não tem capacidade para ser parte dessa ação? Entrou-se e não tem capacidade, pode ser considerada parte, pois integra o contraditório exercer poderes e terá deveres no processo tanto assim pode arguir sua própria ilegitimidade. 
Pressupostos Aula 03
	Podem ser extrínsecos ou intrínsecos, Intrínsecos são aqueles que são analisados fora da relação jurídica processual e são considerados pressupostos processuaisnegativos, que esteja ausente daquela relação processual. Quando a maioria dos pressupostos precisa estar presentes e acontecer no processo os pressupostos objetivos extrínsecos eles não podem ocorrer no processo. A doutrina que esses são as coisa julgada material, litispendência e perempção inscrito no inciso cinco do artigo 485. 
	O primeiro ponto teoria da tríplice identidade duas ou mais causas serão idênticas quando tiverem as mesma partes, mesma causa de pedir e pedido. Haverá litispendência quando se repete uma ação que já está em curso, ou seja, aquela está distribuída e parte tenta distribuir com as mesma característica porém a segunda o fato de já existir uma ação idêntica impede sua admissão em relação a segunda.
	Perempção aquele fenômeno que ocorre quando o autor por três vezes da causa a extinção do processo por abandono. A extinção sem analise de mérito permita que se 	reproponha a mesma ação no outro dia. 
	Os pressupostos processuais objetivos intrínsecos que são analisados a partir da própria relação jurídica processual são de quatros espécies. Em primeiro é a demanda que afirma titular de direito em uma relação jurídica de direito material que esse um vá até o poder judiciário e apresente para ele o pedido de providencia. ( demandar o ator concreto da sua lide).
	A Segunda Petição inicial Apta serve para tirar o estado juiz da sua inércia. Os requisitos da petição inicial estão artigo 319 do CPC, e assim necessário que haja uma petição inicial para que o processo exista, portanto é imprescindível que ela preencha os requisitos para que o processo existente seja valido. Para que o processo seja valido tem de haver a citação, ou seja, a citação tem de ser valida. A relação jurídica processual existe desde que a demanda é proposta é uma relação que ainda vincula autor e juiz, com a citação o réu é integrado na relação processual e a partir dai que a citação é ato solene e a lei determina como ela tem de ser realizada. 
	A citação precisa ocorrer para que relação processual triangularidade exista, mas precisa ser valida para que possa produzir efeitos. Haverá ainda quem fala da regularidade formal enquanto pressuposto processual porque os atos praticados devem ser prevista na lei, tratando a formalidade de uma medida que prestigie a segurança jurídica tanto do autor como para o réu. 
	Os pressupostos processuais de existência, validade, negativos. Esse três processos corresponde uma classificação contemporânea processuais.

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