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2 UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ SUPERIOR TECNOLOGIA EM RADIOLOGIA IVANILSON FERREIRA DA CONCEIÇÃO EXAMES RADIOLÓGICOS ESPECIAIS CRUZEIRO DO SUL 2024 UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ IVANILSON FERREIRA DA CONCEIÇÃO EXAMES RADIOLÓGICOS ESPECIAIS Atividade Prática individual apresentado como requisito do curso superior de Tecnologia em Radiologia. CRUZEIRO DO SUL 2024 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 4 ATIVIDADE PROPOSTA 1 5 ATIVIDADE PROPOSTA 2 7 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 13 1. INTRODUÇÃO A disciplina de exames radiológicos especiais é essencial na construção do conhecimento em radiologia, enfatizando a importância de seguir os protocolos para a produção de uma imagem de qualidade. Dito isso, a presente atividade conta com a plataforma ALGETEC para mediar a aula prática sugerida no roteiro, que tem como principais objetivos conhecer o direcionamento do feixe de raios X, programar o campo de radiação adequado para a região examinada e aplicar as rotinas de posicionamentos do paciente com trauma de cabeça e quadril. 2. ATIVIDADE PROPOSTA 1 Conhecendo o equipamento de raio X: A atividade 1 disponibiliza um link para o laboratório virtual ALGETEC, posteriormente foi seguido os passos que são dados pelo roteiro para a execução da aula prática, tendo como principal objetivo o conhecimento, manipulação e ajuste do equipamento de raio-x. Segue abaixo alguns registros do passo a passo executado: Passo 1 - Ajuste da fonte de raio-x: Passo 2 - Ajuste do colimador da fonte de raio-x: Passo 3 – Ajuste da mesa de Exames: Passo 4 – Ajuste da estativa do Bucky mural: Relato da aula prática: As primeiras fases consistiram no ajuste do equipamento, como adequação da fonte de raio-x e do colimador, posteriormente foi feito o manuseio do aparelho para a região de interesse, bem como a verificação das configurações da mesa de exames e estativa do bucky mural. Após seguir todos os protocolos, foi necessário fazer a escolha da incidência para o procedimento, fase realizada apenas na atividade 2. 3. ATIVIDADE PROPSOTA 2 Direcionando o feixe de raios X e aplicando as rotinas de posicionamentos: Os procedimentos da atividade 2 são sequenciais aqueles já realizados na 1, onde a aula prática parte da escolha da incidência, segue abaixo os passos realizados: Passo 1 – Escolha na incidência: Relato da atividade: Após seguir todos os protocolos de ajustes para o equipamento de raio-x, foi realizada a escolha da incidência para realizar o procedimento, sendo esta o Perfil de Antebraço, essa é a fase onde a aula prática se encerra, porém, o próximo passo seria determinar o posicionamento do paciente, sendo este sentado próximo à extremidade da mesa, cotovelo fletido à 90º, mão em perfil, centralizanfo o antebraço sobre a metade do chassi. QUESTÕES: Nas atividades de posicionamento a seguir, siga cuidadosamente o passo a passo até concluir o exame de raio X no Laboratório Virtual que você acabou de conhecer. Em caso de dúvidas relacionadas à mudança de área ou seção no laboratório, consulte o link disponível abaixo para obter assistência. 1 – Nesta atividade você vai acessar o laboratório virtual Algetec: Radiologia e Dosimetria > Radiologia de Cabeça e Tronco. Veremos um caso clínico e raio x de crânio. Um paciente de 30 anos de idade chegou ao departamento de radiologia após sofrer um acidente de bicicleta. Ele apresentava dor de cabeça intensa, inchaço e hematomas na região superior do crânio. O paciente foi encaminhado para a realização de um exame de raio-x para avaliar a possível fratura de crânio. Desenvolva, no laboratório virtual, um posicionamento AP de crânio e simule até o final. Para essa fase da atividade foi simulado no laboratório virtual ALGETEC, um posicionamento AP de crânio, onde o procedimento começou com o ajuste do equipamento, após seguir todos os protocolos, a incidência foi escolhida (AP de crânio), onde o posicionamento do paciente deve ser com o mesmo em decúbito dorsal e a parte occipital ou frontal em contato com a mesa/estativa, realizando o alinhamento do ROM, RC central sobre a glabela. Essas foram as determinações inseridas para a realização do procedimento: · kV = 2e + K: aproximado na faixa de 75kV ‡ 5kV. · mAs: aproximado na faixa de 30mAs 5mAs. · Distância foco-filme de 1 m. Descreva as incidências de rotina para estudo desse paciente. · Incidência AP (anteroposterior) ou PA (posteroanterior): Permite uma visão frontal das estruturas ósseas do crânio. · Incidência lateral: O paciente será lateralizado, deixando a região de interesse em direção ao RX, nessa incidência é possível ver apenas um lado do crânio, geralmente é utilizada para complementar outros achados radiológicos anteriores. · Incidências oblíquas: Produzem imagens diagonais das estruturas ósseas do crânio. · Incidências de Towne: Capaz de fornecer uma visão axial da base do crânio. Descreva os achados radiológicos nessas imagens radiográficas. Observando a imagem, podemos constatar a possibilidade de fratura, segundo os relatos do paciente há também presença de hematomas e de inchaço, o que pode indicar que o mesmo está com hemorragia interna, resultado no acúmulo de sangue no interior do cérebro, levando a formação do edema, além disso, o paciente apresenta dor de cabeça, que é um dos sintomas característicos, porém, deve ser relacionado com outras evidências clínicas. 2 – Nesta atividade você vai acessar o laboratório virtual Algetec: Radiologia e Dosimetria > Radiologia de Membros Inferiores. Veremos um caso clínico e raio x de quadril. Uma paciente do sexo feminino, com 70 anos de idade, chegou ao departamento de radiologia após sofrer uma queda em casa. Ela apresentava dor intensa no quadril direito, incapacidade de movimentação e deformidade óbvia na região do quadril. O paciente foi encaminhado para a realização de um exame de raio-x para avaliar a possível fratura de quadril. Desenvolva, no laboratório virtual, um posicionamento AP e simule até o final. O posicionamento AP de Pelve pode ser realizado tanto com paciente em decúbito dorsal quanto ventral. Os membros inferiores devem ser estendidos e manter uma rotação interna de 20º, dessa forma, os dois dedos maiores dos pés irão se encontrar, enquanto os calcanhares ficarão separados. O raio central, deve ser colocado perpendicular à metade da distância entre o púbis e os espinhos ilíacos superiores anteriores aproximadamente 10cm acima da borda superior do púbis ou que o feixe transversal passa pelo pulso femoral. · Kv 75; mA 200; mAs 70; · Distancia de foco de filme 1 metro; · Chassis paisagem de 35x43; Descreva os cuidados necessários para posicionar pacientes com trauma. É importante que p tecnólogo explique ao paciente o que será realizado, minimize ao máximo a manipulação do paciente para que sua condição não seja agravada e respeite os limites impostos pelo paciente, escutando seus relatos sobre dor ou desconforto. Caso o paciente apresente muita dor na realização do procedimento padrão, o radiólogo pode optar por fazer uma incidência cruzada ou utilizar um raio-x portátil, para evitar mais sofrimento ao paciente ou causar o agravamento de sua lesão. Descreva os achados radiológicos nessas imagens radiográficas. É possível alguns achados radiológicos como deslocamento, fratura do colo do fêmur, fratura do acetábulo ou até mesmo hemartrose, pois embora a presença de sangue na articulação (hemartrose) não possa ser vista diretamente na radiografia, pode causar um aumento na distância entre o fêmur e o osso do quadril. 3- Descreva o nome do posicionamento e estruturas visualizadas nas imagens abaixo: · Posicionamento: Paciente em pé, de perfil, queixo ligeiramente voltado para cima, com o feixe de raios posicionados de forma perpendicular a face. · Incidência: Cavum de perfil; · Estruturas visualizadas: Como o paciente está com a boca fechada é possível observara nasofaringe, indicado para avaliação das tonsilas palatinas e da glândula adenoide. · Posicionamento: Paciente sentado e joelhos flexionados no ângulo de 45º. · Incidência: Raio-x de pé oblíquo; · As principais estruturas analisadas incluem: Ossos do Pé: Como o tarso, metatarso e falanges, articulações, alinhamento ósseo, verificação de possíveis desalinhamentos ou fraturas e análise de tecidos moles, como tendões e ligamentos, em busca de lesões ou inflamações. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COLICIGNO, P. R. C. et al. Atlas fotográfico de anatomia. São Paulo: Pearson, 2009. MOURÃO, A. P. F. Tecnologia radiológica e diagnóstico por imagem: guia para ensino e aprendizado. 5. ed. São Caetano do Sul: Difusão, 2012. 3 v. (Série Curso de Radiologia). OLIVEIRA, L. A. N. et al. Diagnóstico por imagem: pediatria do instituto da criança - Hospital das Clínicas de São Paulo. Barueri: Manole, 2012. image4.png image5.png image6.png image7.emf image8.png image9.png image10.png image1.png image2.png image3.png