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BOLETIM INFORMATIVO OPERACIONAL 
SDCD – TELAS DE ALTA PERFORMANCE 
EDIÇÃO Nº 03 | MARÇO - 2025 | VOLUME 03 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O SDCD foi desenvolvido para substituir os controladores analógicos 
dedicados ao controle de processos industriais e, ao mesmo tempo, permitir 
aos operadores uma melhor visualização da operação da unidade, podendo 
controlá-la melhor. O SDCD se compõe de três elementos básicos: a interface 
com o processo, (integrando os controladores e unidade de aquisição de 
dados), a Interface-Homem-Máquina (IHM) e a via de dados (Data Highway) 
que interliga as primeiras. 
O SDCD / DCS contempla uma maneira padronizada de trabalhar, sempre 
baseada em normas internacionais. Entre elas, podemos citar: padrões de 
tela de operação, a designação da instrumentação de campo, a normatização 
do sistema de alarmes e segurança, lógicas de controle padronizadas, entre 
outros recursos muito importantes para a melhoria da rotina. 
O DCS é composto por um conjunto integrado de dispositivos como sensores 
e atuadores, interface de redes de chão de fábrica e homem-
máquina, unidades remotas, estações de controle de processo, 
controladores e instrumentação de campo. 
Na parte dos programas, ainda temos os softwares supervisórios, que são 
usados para operação e controle da planta industrial, e os softwares 
historiadores, que fazem todo o registro histórico do processo. Além disso, o 
DCS melhora a familiaridade dos usuários com os equipamentos em razão da 
integração e da padronização. 
 
 
 
Você sabia? 
O sistema digital 
de controle 
distribuído (SDCD 
ou DCS) é um 
sistema de 
controle industrial 
microprocessado, 
criado inicialmente 
para efetuar 
especificadamente 
o controle das 
variáveis 
analógicas, e foi 
sendo expandido 
em suas aplicações 
até abranger 
praticamente 
todas as aplicações 
de controle usuais, 
incluindo-se as 
variáveis discretas, 
o controle de 
bateladas, controle 
estatístico de 
processo, geração 
de relatórios etc. 
ISA - International Society of Automation 
A ISA é uma associação profissional sem fins lucrativos que estabelece normas e padrões para 
profissionais de engenharia e de tecnologia que trabalham para a melhoria de gestão, segurança 
operacionais e segurança cibernética de sistemas de controle e de automação usados na indústria e 
em infraestruturas críticas. 
 
O Grupo Standards da ISA Distrito 4 / Brasil é formado por profissionais de instrumentação e 
automação, especialistas em normas da ISA, que se reúnem para criar conteúdo local das normas 
para promover, divulgar e esclarecer dúvidas para os profissionais das indústrias no Brasil. 
 
 
 
 
 
 
 
 
PRINCIPAIS OBJETIVOS: 
• A IHM, juntamente ao Sistema de Alarmes, pode se tornar mais uma camada de proteção e 
resposta às condições anormais do processo. 
• A IHM é o centro de informações e ponto de tomada de decisões, portanto, a gestão 
adequada é fundamental para garantir seu desempenho e confiabilidade. 
 
 
 
 
 
IHM’S DE ALTA PERFORMANCE 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Nas salas de controle antigas: 
 
• O número de variáveis controladas e monitoradas era limitado; 
• Tínhamos somente os alarmes necessários para o funcionamento da planta; 
• Qualquer modificação ou implementação eram extremamente trabalhosas; 
• Tínhamos poucas cores em função das tecnologias existentes; 
• Com poucas informações, era mais fácil de organizar e gerenciar; 
 
Nas salas de controle atuais: 
 
• O número de variáveis controladas e monitoradas é praticamente ilimitado; 
• Temos alarmes ilimitados e, com isso, muitos são desnecessários; 
• As modificações são mais fáceis e, com isso, existem alguns exageros; 
• Utilizamos muitas cores, o que dificulta algumas percepções e diagnósticos; 
• Com o excesso de informações, fica mais difícil de organizar e gerenciar; 
 
Nas novas salas de controle: 
 
 
 
Reatores a 
Filme -SZ 
• Fatores Humanos/ Ergonomia: 
densidade de informações, uso de 
cores, animação de objetos, 
alarmes sonoros etc. Podem ser 
atrativos para os olhos a fim de 
entretenimento, em telas de 
controle devem ser utilizados 
com critério ou até eliminado de 
telas de operação. 
• Padronização de cores: tons de 
cinza para objetos em geral, uso 
de cores como vermelho, 
amarelo, azul e verde somente 
para enfatizar situações. 
ISA 18:2 GESTÃO DE ALARMES 
 
• Definição de alarme: 
Definição ISA-18.2: “Um alarme é um sinal sonoro e/ou visual que indica ao operador uma 
falha no equipamento, desvio no processo ou condição anormal que requer uma ação”. 
 
• Qual a importância dos alarmes: 
✓ Chamar a atenção dos operadores para parâmetros operacionais. 
✓ Lembrar quais ações deverão ser tomadas em tempo hábil para evitar acidentes. 
 
• Por que a monitoração contínua de alarmes é importante? 
✓ Condição de sensores e do processo pode se deteriorar ao longo do tempo, 
ocasionando um aumento na quantidade de alarmes. 
✓ Verificar se as etapas de projeto, implementação, racionalização, operação e 
manutenção foram satisfatórias. 
✓ Determinar quando uma ação corretiva é necessária. 
✓ Identificar oportunidades de melhoria. 
✓ Métricas podem ser utilizadas em conjunto com outros indicadores para 
determinar o desempenho geral da planta. 
Sistemas de alarmes ineficientes são frequentemente mencionados como um 
fator causador de acidentes. 
O

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