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BIOQUÍMICA - BIOMEMBRANA INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DA UNIVERSIDADE AGOSTINHO NETO DEPARTAMENTO DE ANÁLISES CLÍNICAS E SAÚDE PÚBLICA Quinta apresentação do dia 28 de Outubro de 2023 Estudante: Pedro Disayuvulua Fika OBJECTIVO Compreender as transformações moleculares dos constituintes celulares, bem como a proceder a dosagem dos diversos constituintes do sangue como: glicose, ureia e das proteínas. BIOMEMBRANA (ou membrana plasmática ou membrana citoplasmática ou plasmalema) 1. Estrutura (Ultraestrutura) Toda a célula, seja procarionte ou eucarionte, apresenta uma membrana que isola do meio exterior: a membrana plasmática. Esta membrana naô é estanque mais uma porta seletiva que a celula usa para captar os elementos do meio exterior que lhe sâo necessarios para o seu metabolismo e para libertar as substancias que a celula produz e que devem ser enviadas para o exterior (produtos de excreçâo ou secreçâo que a celula utiliza para varias funções). Diz-se que a membrana plasmática tem permeabilidade seletiva, um “envelope especial”. A membrana plasmática é tão fina (entre 6 a 9 nm) que os mais aperfeiçoados microscópios ópticos não conseguiram torná-la visível. Foi somente após o desenvolvimento da microscopia eletrônica que a membrana plasmática pode ser observada. A dupla camada de fosfolipídios possui duas propriedades importantes: - O centro hidrofóbico é uma barreira impermeável à passagem de substâncias hidrofílicas. É importante destacar que esta barreira é modulada pela presença de proteínas associadas à membrana que asseguram o transporte de moléculas através da membrana. - A propriedade da dupla camada de fosfolipídios é a estabilidade. Independentemente da variação da força iônica e do pH, a arquitetura característica é mantida Figura 2 : visão bidimensional e tridimensional da membrana segundo o mosaíco fluido 2. Composição Química da Membrana Celular Natureza % Composição Proteinas 60 % Enzimas, glicoproteínas e polipeptídeos Lipidios 40 % Fosfolipídos, colesterol, glicolipídios e esfingolipídos Referências Bibliográficas - CHAMPE, P.C. e HARVEY, R.A. Bioquímica Ilustrada. 2a ed. Artes Médicas Ltda., Porto Alegre - RS, 1997. - CONN, E. E., STUMPF, P . K.; Introdução à Bioquímica. 4a Edição, São Paulo. Ed. Edgard Blucher Ltda, 1990, 525 p. - DEVLIN, T.M. Manual de Bioquímica com correlações clínicas. Ed. Edgar Blucher , São Paulo. 1998. - GAW, A., COWAN. R. A., O‘REILLY, D. ST. J., STEWART, M. J., SHEPHERD, J. Bioquímica Clínica. 2a edição, Rio de Janeiro. Ed. Guanabara Koogan S.A, 1999, 165 p. - GOLDBERG, S. Descomplicando a bioquímica. 2 Ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998. http://www.biologia.edu.ar/plantas/cell_vegetal.htm - MARZZOCO, A. e Torres, B.B. (1990) Bioquímica Básica. Ed. Guanabara Koogan S.A., 232p. CUIDEM-SE