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1 . A espermatogênese ocorre nos testículos e envolve as seguintes células: Espermatogônia 
(2n, 2C) (que sofre mitose e produz mais espermatogônias e espermatócitos primários); 
Espermatócito primário (2n, 4C) (sofre meiose I e origina dois espermatócitos secundários (n, 
2C)); Espermatócito secundário (n, 2C) ( sofre Meiose II e origina duas espermátides (n, C)); 
Espermátides (n, C) (passa por diferenciação e transformam-se em espermatozoides (n, C)). 
O processo de espermatogênese começa na puberdade e ocorre continuamente ao longo da 
vida e inclui mitose (multiplicação de espermatogônias) e duas divisões meióticas para 
formar gametas funcionais, assim cada espermatócito primário (2n) gera quatro 
espermatozoides funcionais (n, C). 
 
 Já a oogênese ocorre nos ovários, dentro dos folículos ovarianos e envolve as seguintes 
células: Oogônia (2n, 2C) (passa por mitose para produzir mais oogônias e oócitos 
primários); Oócito primário (2n, 4C) (sofre Meiose I, que acaba sendo interrompida na 
prófase I até a puberdade); Oócito secundário (n, 2C) (sofre Meiose II apenas se houver 
fecundação, formando o óvulo (n, C)); Corpo polar (sofre Meiose I e II e forma células 
menores e não funcionais). 
O processo de oogênese começa durante o desenvolvimento embrionário feminino, mas é 
interrompida na prófase I até a puberdade e a produção de gametas viáveis cessa na 
menopausa. Ele inclui mitose (multiplicação de oogônias) e duas divisões meióticas, mas a 
citocinese é desigual, resultando em um único óvulo funcional e corpúsculos polares não 
funcionais, assim cada oócito primário (2n) gera um óvulo funcional (n, C) e até três 
corpúsculos polares não funcionais. 
 
2. A entrada de mais de um espermatozóide no oócito é evitada por um processo conhecido 
como bloqueio da polispermia, que ocorre em duas etapas: o bloqueio rápido e o bloqueio 
lento. Esses mecanismos garantem que apenas um espermatozóide fertilize o oócito. O 
bloqueio rápido ocorre imediatamente após a penetração do primeiro espermatozóide e 
consiste em uma despolarização da membrana do oócito, que impede temporariamente a 
fusão de outros espermatozóides. Em seguida, o bloqueio lento é ativado pelo aumento de 
cálcio intracelular, promovendo a liberação de grânulos corticais que alteram a estrutura da 
zona pelúcida, tornando-a impermeável e desativando os receptores de espermatozoides. 
 
3. Em Caenorhabditis elegans, o processo reprodutivo começa com o armazenamento dos 
espermatozóides, que ficam guardados até o momento em que o ovo maduro passa pela 
massa de espermatozóides na vulva, realizando o processo de autofecundação. Após a 
fecundação, inicia-se a clivagem do embrião, que é do tipo holoblástico isolécito. O 
desenvolvimento embrionário de C. elegans é dividido em duas fases principais. Na primeira 
fase, que ocorre nas primeiras 6 horas após a fertilização, o embrião passa por dez rodadas de 
divisão celular, que são acopladas à especificação do destino celular. Durante esse processo, 
as células começam a se organizar e se diferenciar, formando as três camadas germinativas 
principais: ectoderma, mesoderma e endoderma. Essas camadas são precursoras dos 
diferentes tecidos e órgãos que o embrião irá gerar, estabelecendo as bases para a formação 
do organismo. 
 
4. 
 
 
 
5. As lacunas no sinciciotrofoblasto são pequenas cavidades que se formam no interior do 
sinciciotrofoblasto durante a fase inicial da implantação do embrião. O sinciciotrofoblasto 
dos vertebrados é extremamente invasivo e atravessa o endométrio, resultando nessas 
lacunas, atingindo glândulas e vasos sanguíneos, e alcançando o terço interno do miométrio. 
O sangue materno é extravasado para dentro das lacunas do sinciciotrofoblasto e nutre a 
cavidade coriônica com oxigênio e glicose. Com o tempo, essas lacunas se interconectam e 
dão origem à circulação uteroplacentária primitiva, permitindo a troca inicial de nutrientes e 
gases entre a mãe e o embrião. 
A união do mesoderma extraembrionário, do sinciciotrofoblasto e do citotrofoblasto forma a 
placenta primitiva nos mamíferos. 
 
 
7. Nos insetos, a clivagem é meroblástica e superficial, ou seja, as divisões celulares ocorrem 
apenas na região periférica do óvulo, enquanto o centro, onde há mais vitelo, não se divide. 
Esse tipo de clivagem é característico de ovos com vitelo heterogêneo, como o da Drosophila 
melanogaster, e resulta na formação de uma massa celular chamada blastoídeo. Em seguida, 
durante a gastrulação, ocorre uma invaginação na região ventral do embrião, formando a 
fenda primitiva, na qual as células que se invaginam geram o endoderma, enquanto o 
mesoderma se origina pela delaminação das células do ectoderma. Esses movimentos 
celulares resultam na organização dos três folhetos germinativos – ectoderma, mesoderma e 
endoderma – que formarão os tecidos e órgãos do inseto. 
 
8. O processo notocordal é uma etapa do desenvolvimento embrionário dos vertebrados, 
durante a gastrulação e neurulação, em que células mesenquimais migram cefalicamente a 
partir do nó e da fosseta primitiva, formando um cordão celular mediano chamado processo 
notocordal, localizado na linha média do embrião. Esse processo inicial desenvolve um canal 
interno, o canal notocordal, que se funde temporariamente ao endoderma subjacente, 
originando a placa notocordal. Posteriormente, a placa notocordal se separa do endoderma e 
se transforma em uma estrutura sólida denominada notocorda definitiva, que atua como eixo 
axial temporário. Logo como resultado tem-se a formação da notocorda, uma estrutura 
essencial para o desenvolvimento axial e organização do embrião.

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