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pcimarkpci MjgwNDowMTRjOjViYWU6ODBiMjo2OGUxOjM1MzU6ZDBlODo1ZDZk:U2F0LCAwMSBGZWIgMjAyNSAyMzoxMjoyNiAtMDMwMA== www.pciconcursos.com.br 15 PMRI1903/003-BiólogoConfidencial até o momento da aplicação. 44. A prevenção dessa enfermidade está intimamente rela cionada à forma de transmissão. As ações de prevenção têm o objetivo de impedir a transmissão do parasita ao indivíduo susceptível. Para a transmissão vetorial, essas medidas envolvem: o uso de práticas de manejo susten tável do ambiente, higiene e medidas corretivas em locais com infestação e melhoria nas condições de moradia. Em relação à transmissão oral, as principais medidas de pre venção são: intensificar ações de vigilância sanitária e ins peção, em todas as etapas da cadeia de produção de ali mentos suscetíveis à contaminação, com especial atenção ao local de manipulação de alimentos. Em relação à pos sibilidade de transmissão vertical, as medidas envolvem o diagnóstico e acompanhamento de gestantes infectadas, permitindo o tratamento etiológico da criança no primeiro ano de vida. Essas medidas são adequadas para a (A) tripanosomíase chagásica. (B) dengue. (C) leptospirose. (D) febre maculosa. (E) leishmaniose. 45. O Dia Nacional de Combate e Controle da Leishmaniose é celebrado anualmente em 10 de agosto. A data foi ofi cializada e inserida no calendário oficial brasileiro pela Lei Federal no 12.604. O objetivo é conscientizar a sociedade brasileira sobre essa zoonose e seus riscos à saúde, e es timular ações educativas e preventivas para o controle da doença. De acordo com o Ministério da Saúde, no período de 2008 a 2020, foram registrados 35 025 novos casos de leishmaniose tegumentar (LT), média de 2 694 casos ao ano. Quanto à leishmaniose visceral (LV), a cada ano, mais de 3 500 pessoas são afetadas pela doença. A prevenção e o controle das leishmanioses visceral e tegumentar podem ser implementados com a(s) seguinte(s) ação(ões): (A) eliminação de criadouros, como reservatórios de água na casa ou no peridomicílio, para evitar a depo sição de ovos da fêmea do mosquito palha. (B) limpeza e retirada da matéria orgânica em decompo sição que favoreça a umidade do solo, local onde as larvas do flebotomíneo se desenvolvem. (C) distribuição de coleiras para cães, impregnadas com inseticida, como ferramenta de controle da leishma niose tegumentar em municípios prioritários do país. (D) incorporação de medicamento para o tratamento das leishmanioses tegumentar e visceral em municípios onde a transmissão tem aumentado nos últimos cinco anos. (E) isolamento de cães e gatos, principais reservatórios das leishmanioses visceral e tegumentar, evitando que sejam fonte de infecção para o homem. 43. Manejo Integrado de Pragas MIP é um conjunto de ações voltadas à praga a ser combatida e também ao meio ambiente que a cerca, praticadas de forma conco mitante, permitindo a obtenção do efeito de controle ou até mesmo a erradicação. O manejo integrado dos roe dores é o método mais eficaz no caso de uma infestação murina, porque combate o roedor, por meio de medidas preventivas, corretivas do meio ambiente e de elimina ção do roedor já instalado na área, conforme ilustração a seguir. O manejo integrado dos roedores pressupõe uma série sucessiva de cinco fases distintas: inspeção, identifica ção, medidas corretivas e preventivas, desratização, ava liação e monitoramento, indicadas corretamente em: (A) Inspeção: é o reconhecimento da área alvo para verificar o roedor problema, obtendose uma série de informações sobre sua biologia, seus hábitos e habi lidades, seus abrigos e sua espécie. (B) Identificação: a finalidade desse exame inicial é um melhor conhecimento do conjunto de ambientes, in festados ou não, onde a atuação deverá ocorrer para o planejamento de ações de manejo. (C) Corretiva e Preventiva: são ações relacionadas ao manejo adequado do lixo com melhor acondiciona mento nos locais de deposição, e protegidos dos roe dores, e remoção de entulhos e materiais que possam servir de abrigo aos roedores. (D) Desratização: é a criação de barreiras físicas nas ga lerias subterrâneas de água, esgotos, águas pluviais ou de cabeamento e uso de ralos metálicos chumba dos ao piso com grade permanente para impedir o acesso de roedores. (E) Avaliação e monitoramento: corresponde à fase de avaliação do emprego de processos capazes de pro duzir a eliminação física dos roedores infestantes, por meio de processos mecânicos, físicos e químicos. pcimarkpci MjgwNDowMTRjOjViYWU6ODBiMjo2OGUxOjM1MzU6ZDBlODo1ZDZk:U2F0LCAwMSBGZWIgMjAyNSAyMzoxMjoyNiAtMDMwMA== www.pciconcursos.com.br 16PMRI1903/003-Biólogo Confidencial até o momento da aplicação. 48. No Brasil, a leptospirose é uma doença endêmica, tor nandose epidêmica em períodos chuvosos, principal mente nas capitais e áreas metropolitanas, devido às enchentes associadas à aglomeração populacional de baixa renda, às condições inadequadas de saneamento e à alta infestação de roedores infectados. Em 2020, no Estado de São Paulo, foram registrados 56 óbitos, o que corresponde a uma taxa de letalidade de cerca de 16%. (SINANET – Divisão de Zoonoses – CVE – CCD – SESSP) Considerando que a população do estado em 2020 era de, aproximadamente, 46 milhões de pessoas (IBGE), durante esse ano, a taxa de morbidade, para 100 000 ha bitantes, foi cerca de (A) 0,08. (B) 0,35. (C) 0,8. (D) 80. (E) 350. 49. O problema representado pelo Culex quinquefasciatus tem como base o rápido crescimento populacional. É uma espécie colonizadora de habitats instáveis, com elevada fecundidade, alto índice reprodutivo, curto ciclo biológico, havendo registro de mais de dez gerações anuais. O ma nejo dessa espécie requer várias atividades integradas, sendo uma delas o monitoramento dos criadouros, utili zando o conceito de Criadouro Sentinela, local sob vigilân cia, visitado semanalmente, conforme ilustrado a seguir. (https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/4653819/mod_ resource/content/1/Tecnicas%20%20para%20monitoramento %20de%20Culex%20em%20SP.pdf/ Adaptado) Por meio dessa atividade, é possível determinar a (A) capacidade de contato homemmosquito, para ado tar medidas de proteção do local. (B) capacidade de dispersão do mosquito, e sua compe tência vetora para o controle populacional. (C) densidade larvária do mosquito de cada local para a tomada de medidas de controle e intervenção. (D) avaliação do custobenefício das operações, e infor mar a sociedade sobre as conquistas alcançadas. (E) produção de mosquitos em criadouros potenciais que não podem ser eliminados nem vedados. 46. De acordo com o Centro de Vigilância Epidemiológica “Prof. Alexander Vranjak” de São Paulo, o número de aci dentes com escorpiões no estado é superior a marca de 16 000 até o mês de agosto deste ano. Esses animais têm um comportamento que muitas vezes é desconhe cido da população urbana, e, de acordo com o tipo de moradia, há um favorecimento para a instalação desses animais. Com relação ao ciclo de vida e hábitos, esses animais são (A) insetos predadores, alimentandose de outros inver tebrados e têm como inimigos naturais algumas aves e algumas espécies de aranhas. (B) vivíparos, ou seja, os filhotes desenvolvemse dentro da mãe e reproduzemse sexuadamente por parte nogênese para maior proteção da espécie. (C) considerados animais peçonhentos, pois produzem veneno e podem inoculálo através de um dispositivo próprio, ou seja, um ferrão no final do telso. (D) mais frequentes na época do inverno, quando ele procura abrigo nas casas, havendo o aumento do número de casos devido a sua reprodução. (E) classificados no Filo Arthropoda e as espécies mais venenosas e mais comuns no Estado de São Paulo são o Tityus brazilae e o Tityus stigmurus. 47. A Ordem Araneae representa o grupo das aranhas. No Brasil, as principais aranhas encontradas no ambiente domiciliar e peridomiciliar são as do gênero Loxosceles – aranhamarrom (I), Phoneutria – aranha armadeira (II), Latrodectus – aranha viúvanegra (III) e Lasiadora – aranha caranguejeira (IV). A posição do ferrão nas quelí ceras dessas aranhas é um critério que permite a identifi cação e também a determinação da periculosidade, pois as aranhas que apresentam o ferrão se cruzando nas que líceras são consideradas peçonhentas. A figura a seguir representa a disposição do ferrão das aranhas, observado na região ventral. (https://docero.com.br/doc/ns0518n) A associação correta entre a posição do ferrão e o gênero está indicada em: (A) 1I ; 2II. (B) 1III ; 2IV. (C) 2IV ; 1II. (D) 2I ; 1III. (E) 2II ; 1IV.