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Como a Ética, Estética e Política se Entrelaçam na 
Educação Freireana?
Gente, quanto mais eu estudo Paulo Freire, mais eu fico impressionada! Sério mesmo, a visão dele sobre educação é tão incrível 
que dá até arrepio. Sabe aquela ideia de que educação é só passar conteúdo? Pois é, ele mostra que vai muuuito além disso - são 
três aspectos super importantes que se conectam de um jeito mágico! E olha que incrível: cada vez que releio os textos dele, 
descubro novas camadas de significado que me fazem pensar ainda mais sobre nossa responsabilidade como educadores.
Nossa, durante meus estudos percebi como Freire enxergava a educação como um lugar onde a gente descobre nossa 
consciência ética. Não é só decorar regras não, viu? É muito mais profundo: é sobre ser verdadeiro, fazer o que a gente fala e se 
importar de verdade com o impacto que causamos no mundo. Como futura prof, tô aprendendo que precisamos criar uma relação 
sincera entre professor e aluno, ser transparentes sempre, sem fingimento, e respeitar o jeito de cada um pensar. É fundamental 
botar em prática o que a gente tanto fala e dizer não pra qualquer tipo de preconceito. Afinal, todo mundo tem algo pra ensinar, né? 
E mais do que isso: nos meus estágios, tenho visto na prática como essa postura ética transforma completamente o ambiente da 
sala de aula. Quando os alunos sentem que são realmente respeitados e valorizados, eles se abrem pra aprender de um jeito 
totalmente diferente!
Ai gente, e quando falamos de estética na educação, é algo lindo demais! Uma das coisas mais especiais que aprendi com Freire é 
que não é só fazer coisas bonitinhas não - é dar sentido pro que a gente faz! É ver os olhinhos brilhando quando alguém descobre 
sua forma única de se expressar. Na sala de aula, isso significa valorizar o jeitinho único de cada um, dar asas pra imaginação sem 
medo, e fazer o aprendizado ser gostoso de verdade. Tô descobrindo que ensinar pode ser uma delícia quando a gente equilibra o 
como e o quê a gente ensina, celebrando as diferenças como a riqueza que elas são! Por exemplo, semana passada no meu 
estágio, fizemos um projeto de arte onde cada aluno podia expressar sua visão de mundo do seu jeito. Nossa, foi incrível ver como 
cada trabalho refletia não só a criatividade, mas também a história de vida de cada um!
Mano, na facul eu aprendi uma coisa que me deixou chocada: educar é um ato político, quer a gente queira ou não! Freire manda a 
real: nosso papel é formar pessoas que pensam com a própria cabeça e não engole qualquer coisa. No dia a dia, isso significa 
ajudar a galera a ter um olhar crítico e falar dos problemas reais, sem maquiagem. É nossa missão preparar todo mundo pra ser 
cidadão de verdade, lutar por mudanças que fazem diferença e não aceitar desigualdade de jeito nenhum. Uma coisa que caiu a 
ficha: não dá pra ficar em cima do muro! Ou a gente ajuda a mudar as coisas, ou tá contribuindo pra deixar tudo como tá. E eu? Ah, 
eu quero fazer a diferença! E tô vendo isso acontecer nas escolas onde faço estágio: quando a gente trabalha temas da realidade 
dos alunos, quando discutimos os problemas do bairro, quando incentivamos eles a pensar em soluções... é aí que a educação 
acontece de verdade!
Sabe, durante meu curso de Pedagogia, tô cada dia mais apaixonada por essas três dimensões! Elas se misturam de um jeito tão 
especial que dá até vontade de chorar. Ética, estética e política - não dá pra separar, é tipo ingrediente de bolo, sabe? Precisa de 
tudo junto pra dar certo! Como futura prof, sei que preciso carregar isso sempre comigo, porque é isso que faz a mágica acontecer 
na educação! ✨
E vou além: quanto mais eu pratico isso nos meus estágios, mais eu percebo que essa visão do Freire é revolucionária mesmo! 
Quando a gente junta o compromisso ético de respeitar e valorizar cada aluno, com a sensibilidade estética de criar momentos 
significativos de aprendizagem, e ainda por cima tem essa consciência política de que estamos formando cidadãos críticos... 
nossa, aí sim a educação vira essa força transformadora que tanto sonhamos! É por isso que eu digo: ser professor é muito mais 
que uma profissão, é um compromisso com a transformação do mundo! �

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